Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01824


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Full Text
Ti
ANNO DK 18.36. TERCA FEIKA

21 DE JUNHO N. 1324,
Pi" ico, inTvr.niM. P.de Pam*. I36.
DAS DA SEMANA.
90 Segunda 8. Silverio. P. M- A. dos Ja, do Cr. de
m. e de t. ses. da Tticzouraria Pulilica e
Chae. He i.
21 Terca S. Luiz Gonzaga Re. de m. and. do J.
de 0. d t. Quarl. ci. a 4 h. e So m. da m.
22 Qnaria S.Paulino 15..es. da The*. P.
23 Quinta jej. S. Jo io 8ac. Re. dem. aud. do J. do
C. de m. e Chae, de t..
21 Sextr iff Xascim.ntn de S. Joao Baptista.
25 Sbado 8. Guilhcrme Jt\i. Rel.de m. e aud.
d V. (5. de t em ('linda.
26 Domingo A Pureza de N. Snra.
Ti_do agora depende c no mesinon da nos*a iiru
llenen, morir raco. e energ:a rCfliilinueiilos cuma
principiamos, e eremos apnntados enm admira-
gao entre as Nacen mais cultas.
Pro* I amar o da Attrmblca Qvral i* ('mil
Snliscreie-se a IODO rs. meusaes pagos adiantados
ni'-u (> pogr na. c na Praca da Independencia N.
37 38 : onde e receliem correspondencias legali-
sartas. e aiiniiiiciiis ; inerinrto- ie gratis endo
rio propritisassignaiites, e viudo assignados.
CAMBIOS.
Junko 20.
J-iOndres 37 a 37 l|2 Ds. St poi 1 ctd. ou prata
a 50 por cento de premio.
Lisboa 55 por o|o premio, por metal, N'om.
Franes800 -'-'55 R*. por franco
Rio de Jan. (i p. c le prem.
Muedas de 6400 I3..000
40u :..:O0a6G00
Pesoa 1,,-tiO
Premio da prata 50 p. c*
da lottny, por me1- I 2poro|0
Cobre 25 porceiito de descont
PARTIDA DOS CORHKIOS.
Olinda_Todos os das ao meio da.
Ooiana, Alliandra. Paraiba, Villa do Conde, Ma-
manguape. P.lar, Real de S. Joo. Brejo d'Areia.
Hainha, Pombal. Nora de Souaa, Cidade do Natal,
Villas de Goianninha, e Nova da Prineeza, Cidade
da Fortaleza, Villas do Aquirs, Monte mor Doro,
Aracatv, Cascavel. Canind, Granja, Irnpcratri*.
S- Bernardo, S. Joo do Principe, Sobrar, Novad'
ElRcr, Ico, S. M aden*. Heachodo sangue. S
Antonio do Jardim, Quexeramohim. e Parnahiba
Segundase Sextas (eiras ao meio Ji.i por va da
Paraiba. Santo Antao Todas as quintas te i ras ao
meio da. Garanliuns, e Bonito nos dias 10 e 24
de rada mea ao meio di Floresno dia 13 de
cada mez ao meio dia. Cabo. Serinbaem. Rio For
mozo, e Porto Calvo nos dias 1, 11 e 21 d> cada
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
DECRETOS.
O Regetile, em Num* do Imperador o
Sen'rtorU. Pedro II., Tendo attenc-6 aus
cofihecimenlos, que, no exime ein con-
curso, moslrott Francisco de Brja Buar-
que, e s mais quadade que ronconem
|M soa pessoa : Ha por beni Piovel-o no
ug.T ile Substituto C'deira de Grelnim-
tica Latina do Collegio djs Aries do Cur-
so de Sciencias Jurdicas e Soriaes da Ci-
dade de Olinda, vencendo o ordenado es-
tdheltcido de quatrocetitos mil ris annu-
aetf.
Jos Ignacio Borges, Ministro e Secre-
tario de Estado dos Negocios do linp-rio,
e lincarregadu interinaraenie dos Negocio-'
Estrangeiros, o tenlia assim entendifo, e
i'.ica executar com os de-pachas necesa-
rios. Palacio do Rio de J-.n. iro em nutre
de Vlaio de mil olocenlos e trinta e seis,
dacimo qunto da Independencia e do Im--
perioDigo Antonio Feij.Jos Igna-
cio Borges.
O Regente, em Nome do Imperador o
S tibor U. Pedro II., Tendo altencc aos
ronheciaie"to-, que, no exorne em con-
curso, mo-trou Ant-ini > Jo.- de Sou-a Go-
mes, e as mais qualdades que concn em
na sua pessoa : Ha por b"m Pro ve lo no
lugar de Sul>stiluto da Cadeira de Lingua
Ingieza e Ftanceza do Collegio das Artes
do Cuiso de Sciencias Jurdicas e *uciae*
da Cidade de Olinda, vencendo o ordena-
da estabeleeido de quatrocetilos mil ris
annuaes.
Jos Ignacio Borges, Ministro e Serrela-
rio/e Estado dos Negocios do Impeiio,
e Encarregado inlerinamente dos Negocios
EstrangeirO', a^sira o tenha entendido, e
Lea executar com os despachos necessaiiot.
Palacio do Rio de Janeiro em nove de
Maio de mil 'tcenlos e trinta e sei-, d-
cimo quinto da Independencia e do Lripe
rio. Diogo Antonio F<. j.Jos Igna-
cio Borges.
MINISTERIO DA GUERRA..
Illm. e Exm. Sur. Inclusas reme-
to a V. Ex. as copias dos decretos {*) pelos
quaeso Regente, em Nome do Impera-
dor, ha por bem numen- ComiuaudiUite
(") Videl.'col. do Diarion. 131.
d.is Armas dota Provincia Exeroito, Bento Manuel Reiro ; e man-
dar dissolver os Coi pos de i. linha do
Exwcito, que, pertencendo a guamica
dessa Provincia, se tomia sediciosos,
lmmedi.itamcnte recepca de-te aviso,
cunipre que V.' Ex., fazendo executar os
citado* decretos, a que niu'to convir dar
a publicidade, ordene aos Oliiiaes dos
coi pos dissolvido*, e todos os mais Quici-
al s de i. e a. u linha, que estad actu-
almente envolvidos na sedica, se fhe -
pres> utera dentro de Huiro piazo que
ihes bouver de matear, incluindo com es-
peeialdade na ordena em questa o Coro-
nel Benlo Goncalves da Silva, e Major
Joa5 Vlanoel de Lima e Silv, e a e>ts V.
Ex. mandar prender e tenitttit para esta
Corle, evitando que com a >ua presenc.i
continen a encorajar os sedicioS'.".
Por esta occasaS previno a V. Ex., de
ordem do Regente, em Nome do Im-
perador, que p r is-o que se man l5 dis-
solver os corp-.s indicados-no < lado da-
cielo; nao lica V. Ex. inhibido de reor-
ginsar em sen lugar os que ronvierem, e
ci m a rae-mu titmieaca no Exercito j
mas minio importa tr toda a circunspec-
Ca5 na escolha dos Offici< V. Ex. houver de designar.
Dos Guarde a V. Ex. Palacio do
Rio de Janeiro, em 2i deMaio de 1856
Manoel da Fon'eca Lima e Silva.Illm.
e Exm. Sr. Prudente da Provincia do
Rio Grande do Sul.
PERNABMUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
A ta 43. da Sessa ordinaria da Assemblea
Proviu. ial de Pernambuco aos 3 de
Junho de i836.
Presidencia do Sr. Dezejpbargador Ma-
ciel Monteiro.
Feita a chamada as horas do costme,
acharo-se presentes 30 Sara. Depulados,
fallando com causa parlecip^da os Snrs.
Francisco de Carvallio, e Leonardo Becer-
ra, e sem partecipaci os Snrs. Manoel
Cav.ilcanti, Francisco Catneito, Dr. Pe-
dio Cnv.i|c.-inti, e Telle.
O Sur. Presidente declarou abeita a
Sessio.
Foi lida e approvada a acta' da Sessio
antecedente.
O Expediente foi de hum OlEcio do-Se-
cretaiiu do Goveino ncluinio o parecer
do Procurador da Coroa e Fazenda Naci-
onal, e officio do Iuspeclor do Arsenal da
Marioha acerca da legalidade da compra
da Galera S. Joio Baptista.
Hum reqtieimenta de Joaquim Gon-
calves Vieira Guimaries, que foi remetti-
do Com. de petiedes.
O Sor. PeiXolo de Bi ito requereo--que
e^ta Assemblea topando em consideraco
a difculdade, que aprezenta a Lei da The-
z 'mana eContadoiia Pi o> incial quando
se refere a Lei Geral de 4 deOutubio de
1831' sobre a nome.ico dos Em pregados
hja deeJiminar oart., esub titui-lo pelo
Aguinte rt. 7. O Presidente da Provin-
cia far as nomeaces doa EtnpiegadusGii-
atlos por e>ta Lei-..sal va a 'redaccio.
OSnr. Presidente poz em dist usso o
re)tieritiu'nto e tendo a Assemblea resoNi-
do que linha lugar a alleracn requerida
foi posto em di.-cussio, o art. 7. prepo-to
pelo Snr. Ptixoto de Biito, e finda a dis-
CUfsfo loi o art. appuivdo.
I'orio i-ppiovadrs as rexJacces das Pos-
turas da Camai i tleltimaiac, e dos Pro-
jeclos ns. t9 e4i.
Pincipiou-ce a ordem do da, e foi pUs-
to era 3.cu-is..5 o Projecto da Lei do
Orsaitunto; e tendo dado a hora o Sur.
Presidente protJ..z o adiamcnlo da aessaS
at se finalizar a diicu*sj5, e teudo.-e re-
*|i cu-s.. fioda a r|u<-l foi o requei imenlo
pprovaduvcom as --rguinits emendas, (e-
iiu nd. s approvada)
O Sur. Pessoa de Mello requereo entrar-
se em 2. rJiscuss.' o Hiojelo n. 39; e ten-
do 4 Asseinble.1 resolvidoa favor, fui posto
o I. art. em discus-iaS, linda a qual foi o
ari. regeitado, e o Projecto.
USir. Presidente dio para otdem do
da iihsiiui de boje, e levantou a Sessa
depi.ij de quatro hora> da tarde.
Thomaz Antonio Maciel Monteiro.
Presidente. *
Lsurentino Antonio Moreiro de Cajralho.
1. Secretario.
Luiz Rodrigues Sttte.
2. Secretario,
Expediente da Assemblea.
Illm. Snr. A Assemblea Legislativa
Provincial, tendo approvado o parecer
daComnii-sio deLegislaca por copia in-
rluso, dado sobre o oicio do Exm. Snr.
Presidente da Provincia acompanhado de
outro dojuiz de Direito da 1. Vara docri-
me desta Cidade: manda LPimltel-o a V.
S. para I<-vjI-o ao conhecimento de S. Ecx.
o Snr. Presidente.
Dos Guarde a V. 8. Secretaria da As-
semblea Legislativa Provincial de Per-
nambuco 6 de Junho de i836 Illm, Sr.
V. T. P. de F. Camargo, Secretario da
Provincia.Laurenlino Antonio Morena
deCarvalho i. Secretario.
PARECER.
A Ccmaissa5 de Legslaca6 lendo o of-
co do Exm. Presidente da Provincia cu-
biindo outro do Dr. Juiz de Direito da 1.
vara do crime, iepreentando o mismo
que nao he possivel ac-har officiaes que
queira hervir grataitarnenle noseuJut-
zo,_e que grandes embatncos boje fncon-
tra as partes quando querem tirar al-
gum documento em con-equencia dos ros
doaculpadoa, e proces.-os nao estarem m
lyim rento, mas anda se acharem ns
rolos dosextinctos Escrivies do Juzo de
Paz os qoaes se recul pa.sar alguma cer-
tida, outorrer folha, quando as partes
requerem, fui de parecer commissa
quanto'a primeira parte que fica suplido
o inconveniente que appioenta o Ur. Ju-
iz de Direito com a rtsoluc*5 queofler<-
ce ; eqnantoa2. pai te que o mesmo Ju-
iz de Direito pode, e deve mandar circu-
lar hum mandado pelos extinctos Escii-
ves doJuizo de Paz pjr;i remetterem to-
dos os papis crinres aus Esciivies do Cri-
me.
Dr. Bipti ta.
Mein.
Vieira de Mello, approvo
a ultim paite.
Illm. Snr. Tendo a As>embloa Legis-
lativa Provincial approvado o parecer da
Commissa dos Negocios Eccesia.sticos,
dado .sobre a Representarlo, que por in-
termedio do Exm. Presidente da Pro-
vincia dirigi a eta Assemblea o Exm.
Prelado Diocesano, na qual expoem as
precizes do seu rebanho, e reclama pro-
videncias sobre diversos objeclos; i< sol veo
losse enviado ao mesmo Exm. Snr. o
refevfdo parecer por copia incluso : sirva-
se V. S. levar esta Resoluca ao conheci-
mento do Exm. Snr. Presidente da Pro-
vincia a fm de dar as suas ordens res-
peito.
Dos Guaide a V. Exc. Paco d'Assem-
blea Legislativa Provincial de Pernambu-
co 6 le Junho de i836.Illm. e Em.
Snr. Francisco de Paula Cavalcanti d*U
buquerque, Presidente da Provincia.
Laurenlino Antonio Moreira de'Carva-
Iho, I. Secrelaiio.
GOVERSO DA PROVlHCIA.
Expediente do dia 1t.
lilm. Sr. Tcodo ofiriado Cmara
DO
rV
di


DIARIO DE PERNAMBUCO.
!
Municipal d'essa Villa para fazer reunir ao
2.* Batalha da Legia do seu commando
m 5 Couipaohias que forma um raeio
Batalha, assim o partecipo V. S. para
sua inielligencia.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Go-
verno de Pernambuco 17 de Junbo de
1836.Francisco de Paula Cavalcanti de
Albuqueique. Sin. Coronel Chele da
Legia de G. N. de Nazareth.
Officio ; A Cmara le Naiareth pa-
ra por em pralica a reunia de que tiacta
o precedente cilicio.
Com o recebiraento do officio de 7 do
corrente, que Vm. tmviou a esta Prezi-
dencia, fiquei oa ntelligencia de que pelas
suas molestias na5 poda acreitar o Posto
de Tenente Coronel do Batalha das G.
Nscionaes do Limoeiro, para que tioha
sido despachado.
Dos Guarde a Vm. Palacio do Gover-
no de Pernambuco 17 de Juuho de l85b\
Francisco de Paula Cavalcanti d'Albu-
querque.f-Snr. Manoel Francisco Met,
des de Aievedo.
Pela Secretaria da Prezidencia se expe
dira Patales aos seguioes Ci ladas. A
saber.
Ao Capita da G. N. Joze de Albu-
queique Cavalcanli poja Tenente Coronel
Commandante do Batalha do Buique.
Ao Capiu da G. N.' Manoel Leite
de Albuqueique para Major do mesmu
fcat.ilhp5.------= ------------~"~-
Ao Major m Batalha de Nazareth
Antonio Aureliano Lopes Coitioho para o
mesmo Posto.
A Ignacio Xtvier Carneiro da Cunln
para Major da Legia do Municipio de
fazarcth.
rl..tio do Govemode Pernambuco I7
deJunhode 1836.Cavalcanli.
Officio ; Ao Commandante das Ar-
ma* communicando-lhe que ao Tenente
avulso de i.'Linha Carlos Maitins de. Al-
meida lo i concedido um anno de lietnca na
forma da Lei. (ta desposica cnmmuni
COU-se ao Inspector da Thezuurai ia.)
A' Cmara d'esla Cidade, dizendo-
Ihr-, que com a informaran que ella deu
obre o requerimeoto de Joa Ferreira da
Silveira dera reverter o officio do Secre-
tario da Assembla Legislativa Provincial,
como 1 lie lo i ordemn.ido em ollicio de 5 de
Maio p: p."
Contiuuar-ae-.
B1PADO de PERNAMBUCO.
D. Joa da Purificaca Maiques Per-
digao, Conego Hegrante de Santo
AgosUnho, Pela Gracade Dos,
u da Santa S apostlica, Bis-
po Pemambucente, Do Coa-
selho de S M. I. E C. O
Senhor D. Pedro II. &.
Aos nossos dilectos filhos em J. C. Saude,
Faz, e Benca.
Sendo-nos presentes as suppca d\l-
guns Nossos Diocesanos para Conferir**
o Sacrameoto da Coufirnaca, (o Santo
ChrUma)equerendo Nos pre-iar peif. ita
submissa a todos o* devedores do Minis-
terio, que outr'ora Nos tai imposto, De-
terminamos admini-trar este Sacramento
riaMatiiz de S. Pedro Gons-lves, nos
dias 3 e 10, na de Santo Antonio nos \lias
j7, e a4, e na da Boa-Vista nos di.s 25,
e5l do p. f. mt-zde Julhopel.-s 4 horas,
Exhortando de-de j os N .ssoa Cilios di-
go recepca deste Sacramento, por Je-
>u3 (hri-to in l'tuid.'pra corroborar na
F os quefora iegenerados u'agoa pela
virtude ro Espicito Santo.
Muitos SS- Padres, nomeando c>ni va-
rias, e*ffa:tuoS;S eipresfSes e-te Sacra-
mento, Oos eicita a tribuiar-llie a cn-
sideraca, que 110a deve merecer. Liles
nos asseguia o seo frequeil-suno uso,
desde que o Lhrislinianismo p.iooipiou a
mi.erar obreo cicces dos fiis, como
mamlenU os Actos Apo tulicos no Cap.
8\ quando, congregados os Apostlos em
Je, uslero, e avizadoa, que a C.dade de
trana linlia recebido s pa'atra de Dos,
enviaraaos Samarilanos S. Pedro, e S.
Joa, para, pela imposica das roaos, re*
cebeiemo Esp. Santo Convindo pois em
todos os temposa frequencia desle Sacra-
mento, igualmente convem em huma e-
pocs, na qual a F parece estar extincta,
aindi mesmo n'aquelles, que devem avi-
va-la.
Com phna.satisfacaS Pertendemos con-
ceder (por especial Indulto Apostlico) no
dia a9 do corrente ns Igreja de S. Pedro,
depois da Missa Solemne, Indulgencia rle-
naria a todos os verdaderamente contri-
tos, confessados, erefeitos com a Sagrada
Communha, dirig'ndo tupplicas ao Coo
em favor do Santissimo Padre Gregorio
XVI, oraPiesidente na Igreja Universal,
pelo proprio Prelado, e pela Santa Igreja.,
Estes sao os icq ti sitos necessarios, para ca-
da hum lucrar a j mencionada Indu'geti-
cia.
Igualmente Nos apraz, n'aquella occa-
z;a5, a Benca Pontificia, cuja faculJade
Nos foi comrounicada pelo mesmo Santis-
simo Padre, pira que as Suas, e Nossas
ovelhas, d'ella seji participantes pelo
Nosso Ministerio. Nos a roncedereinos em
Nume do Soberano Pontific, como se Elle
presente f sse.
Esperamos que os Nossos filhns concor-
ra5 ao Templo, para respetosamente re-
ceberem a Benca do Pai Coramum de to-
dos os fiis, Chefp Supremo de todos os
Chrihtas, que Ihe devem# obediencia ,
Constituido por Jess C. (na pessoa de
Pedro) Prelado dos prelados, a quem he
tnister tributar aquella venernca, que
convem a mais sublime Dgnid no Mundo se pode crear, conferida pelo
Divino Fundador do Chistinianismo ao
Principe dos Apostlos, o i. que confes-
sou a sua Divina, e na pessoa d'e.ste, a to-
dos os seus Successo es, cuja Diorese nao
comprehende menor terriloiio, que o do
Mundo inttiro.
Nao deixrtd'existir, cuno sempre, al-
gons designios contra 0P1 imado da Cadei-
ra Pontificia, qual, hegundo as Divinas
promessas. j mais perrlei a solidez, cotu
que Jess C. a Cllocou sohi'a Psdra fu-
ii imi'./>.l. A t'abtca visivel do Corpo
mstico de Jpsus C, nao pode d'e te sol-
fier qualquer sepaiaca, .sem que seja
considerado Corpo aceflo. Como pnrero
e-te nao possa gosir espirito viil, a Jess
C. assegurasse sua Esposa a sua Presen-
caalheaofim dos Seculns, perpxiente-
mentf seconhece, que la^s tentativas nao
prt valecer contra o Divino Pod> r.
Quando a Escriptura Santa diz fu-mo-
za pela Grscaa Sarita I^'ja, sam dii'ida
qu#a ron*idera unida ao s< o Ch. f Pelo
contrario, ella se cohiiiia com a rapada
baldado, sea l.ypocrisia, e a dis imula-
ca (com que os seos inimig^is dispersos pe-
lo Mundo,, sigazmenA* piocura Iludir
lo Mundo,, sigazmem" piocurso iliodir que esta nott
os incautos) podes-em arrojar a barca deT conteniente no
Pedro, e seu anel, sobie os escolhos da Diocesanos, De
irregi, e da incredulidad'-. S-mp>c
a Santa Igrjr., desde seo principio, a ej-
emplo He seo teino E-poso, foi agitada
pelainju'i^ dos tempestuosos ventos das
heresias% ed is sacias, prefigurados e.st'S
acontecimentos qusndo os Discpulos de
Jess C. remitirlo cont'a o impelo das en-
capelladas onda-, prest-s a subm>rgir a
baica, que os conduzia, suppoi tamo emi-
nente perig prximos a naufcagir na
binases, seJtSUsC. a nao serenata, lan-
Qando-llies em rotto exislirem ainda no
lyn.cini.i da F. S. alatli. Cap. 8 U.
2.S. 24, 25, e 26.
E u8 temos n< cantado os fens triun-
fos, e vicloiias, quando, com uiivcri-al
admiraca. obtidas, n^5 pela re-islen ia,
poiem pe'o sorimnito ? Q laes sa as
batallias, qus contamos vencidas com ta
maraviihoso eT^-ito ? C) ie m.v.i modo de
venner he. este? Onde foi aprendido?
Quemoeiisinoii. ? A Eterna Sai>edo'ia, e
o Poder, contra o qual em va le-ntaiia
militares de Mundo-.
Ainda hum anno nao decorreo, que pre-
senciamos a vraci.Jide u'.s'a -sif 1 c-,
em nossa propiii l'iovin i*. Pormianto,
condusdo-!So5 a Providencia pelas vare-
das d'aquella F:, que transporta os mon-
tes, nenhoma auna poniudo, alm do
Bculo Pastoral, e s.nente na quilidade
de simpficis.sim." cooperador aos designios
d huma pie.lade sem termo, nem liosi'e,
(que, qmnJo Ihe apraz, faz producrseos
beneficios effeitos, independenteroente do
mer'o humano, e mui particularmente
do nosso) Conseguimos a terminica'd'hu-
macqntendaa maisopprobriosa, que tsn-
:as victimas sacrificou, e avulladissimss
sommas consumi. ,
Nao Nos afastemos do objecto, que En-
celamos.
Intentar privar o Santissimo Vigario de
Jess C. da Preeminencia, que compele,
reconhecida, e rspeilada ahe aos nossos
dias por todos os Imperadores, e Beis Cj-
thoUcos ; estahelecer outro fundamento
slem d'aquelle, que Jess C. confirmou,
he piomover novos Dogmas, i Isncar
por ten a,o mais firme e-teio, em que o
Governo Protector, e Defensor da Beli-
gia do Estado, confia, para promover,
e sustentar a prosperidade de seos Subdi-
tos legaes, quando peisuadidos, que so-
mentesa melhoies Cidadaos, o que so
bonsChciat.., na justa considerc de
que os inteiesses temporaes, e espii ituaes,
esta como ligados com o commercio ad-
miravel da tetra com o Geo.
Se no esplendor, e magnificencia das
festividades, divisassemos a pavorosa or-
fandad?, as paredes dos Templos mais de-
alb-idos, nos parererii mas negras, que
hum ca va. Nos facamos descer sobre
no sas cabeca* a espada de dousgumes men-
cionada uo Apocalypse, alia-la que tst
paia escalar os Nova-lores, Cap. i9. v.
15, e obrigf riamos a Divina Justica appli-
car o Machado Evanglico raiz da arvo-
re, que produziise Inicios de tal novida-
de, para ser corlada, e lineada as cha-
mas, como se explic< ss C, quando, segundo o leslemuuho
de S. Lucas, Cap. 3.v. q dirigin-lo seos
p-issos pelos desertos da Jud.i, pidgou a
penitencia para remissn dos pepeados.
Pela arvore, quiz aquelle glorioso Precur-
sor significar o hornero, como evidente-
mente se deprehenrle da doutiina de J.
(\, quando, por S. Malh. Cap. 7 v. 19
ensiuando-nos a conhecer os liomens pela
qualidade de seos fructos, comparativa-
mente.nos expe a impossihilidade, m
que existe a m arvore, para prod u-ir bons
t'. iici-s.
Pastor Eterno, filhos sempre dile-
etis-imes, cuj. Eterna Verdade, j mais pe mil la o pro-
gresso de taes racociuios. Como poiem
preceito da vigilancia Nos obrigue a pre-
? nir o Rebanho entregue tNo sa insuf-
fi eBC| pra o preservar do contagio,
ainda quando remoto, raz por que of-
ferecemos vessa consid raca os sent-
men'os de que deveis estar animadis, pa-
ra resistirdes persiiases d'alguns, que
^ nente vivem satisfetos, quando, atra-
hidof pela novidade. anoja de si a dou-
trna, em que fu rao educado-. E para
que esta Nossi Carta Pastoral lenh a
noloriedade entre o noasoa
le minamos, que os RR.
Poroc hos a pronjulguem (|uanlo antes na
l's'acada Mi-sa Conventual, man lando-a
legislar no competente liyio. Palacio da
Soledade 8 de Junho de i836.
Joa, Bispo de Pernambuco.
DIVERSAS REPARTICOKNS.
EDITAL,
O Fiscal do Bairro do Recife i'az sciente
a tollos os li.bit.iiites do mesmo, que sen-
do proh bidu pelat Posturas Municipies o
tizo de fugo sollo, dentro da Cidade, eque
estando pioximo o dia de S. Joo, os que
fuera adiados as ras soltando dito f^o,
uu que forem ta smente por ele conbe-
ci los, ou que Ihesejo apenas denuncia
dos, scr restrictamente punidos com as
penas mniiuadas em ditas Posturas, e para
que ao depois nao pnlextetu ignorancia,
011 esquecitnento, osaviza p >r meo deste
Dia'io, esperando de todos O bom com-
portomento a este espeilo.
Felis Bicerra de Mello Leitio.
Fiscal do Recife.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a metma do N.* 120.
CORREIO.
O Paquete Nacional Brasilia de que ba
Commandante o 1. Tenente Francisco Ro-
mano da Silva, parle deste porto para o do
Para, tocando nos do Rio Grande do Nor-
te, Cear, e Ivlaraoho, no dia 1.* de Ju-
Iho prximo vindouro : as malas das car-
tas feixao se na vespora as 9 horas da noi-
te.
__ Apessoi.que recolheq na Adminis-
tracSo do Corren desla Provincia um cai-
xoenvolto em inserido, dirija-se a mes-
ma Adminis'racio, a fim de dar-lhe o des-
tino conveniente.
Continuaco da Lista das cartas retardadas
na Administracio do Crrelo, e qua
se h de proceder o consumo pe-
lo fogo, no dia 30 do cor-
rente.
Izabel Francisca Carmo
Joaquina Santa Anna
Jacinta Francisca
Leo
Julin Castrn
Jeroniro Ar.igo S^uza
Ignacio Fonseca Marques
Joaquim Souza
Joze Marques B.
Lop'S
Jo^puim Anlonio Slva

11

M



H



n
Costa Cardo o
Dourado
DiasMartins
Felis B"a-vbta
Goncalves Lima
HenriquesErcira
Ignario Barros Lima
Joze Ferr ira
Sel xas
M.-ndesGuimaraetis
Pereira Balos
Maria Mar;alhiea
Moreira !.is
Ribeiro
Silva Azevedo
Silva Fenvira V.
r
Tavares Mello
Joo Amhroaio .
B/ipti.sla Rodrigues
Bioxado Soares
Candido Costa
Cunha Galter
Carlos
Felis Roxa
Ferreifa Cunha B. J.
Feneira Soa Francisco Modesto
Gomes
Heibsler
Jacinto Crvalho
Joaquim Rebello
Joze Marques
Palero
Souza L>ma
K-mp. Laibeik. .
Leite Sjuza AUes
Martins Silva
Maciel
Manoel Squeira
P>'ro Alves Cunha
m rmxa
Souza
Silveira Dutra
Silva Reg Mello
Vieua Araujo
X-er Riheiro A.
Jnsefo Gomes Paixio
11 Mara ResS'iireiqao
Joze Azevedo Peieira
h Alves pert-ira
Silva ("uiiiures
Antonio li liadas
Mesquila
PereirVFoncera
Antunes Silva
Antonio Silva
Silva Guiarte]
Souza
11





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II




Joze
n
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C Coellio N ves
Domingues Pimenta
Fernaudeal
PadicJote Felis P. reir


^^^^
.
73
DIARIO liEPERNAMBCO.
Joze Gomes Arauj >
Goncalves
Gabriel P.
Humildes Castro
)> Igna io Ai anda
Joaquim|iMaxado
> Fi'iinriflfs
AIvesTeixeira
Fernandes
Serqueira
Joaquim Sonto
Souta
Silva Santiago
Lopes
Luiz L'maViannd
Fr. Jote Mara Dorei
Joze Mara
Mestre
Martins Oliveira
)> Morera Guerra
Manoel Burges
Nunes
do O'
> Ptreia
)) Lima
i) Ate vedo
H Rodrigue Croa
Pedro Freias
Rodrigues Costa
Souza Couto
Silva Cameiro
m Silva
>, Silva Cruz
Thomaz Lima
I liorna/.Silva
* Tavares Souza
L banio
Lino Penhs Franca
Luiz Antonio Fernandes
Fin eir G.
Cerqueiro Ca valho
Joze Pe < ira Simoens
Pereira Souza
Manoel Fernandes
Mananta Anglica S na
Mara Francelina Espirito Smto
,, Florinda Sacramento
Fiancsco ,,
,, piedade Campos
,, Urtjuh Conceicio
Marque*
Marcos Mello Monira
Modesto Zefeoino Pe ea
MUel Franci.-co Oliveira
,, n Raa109
,, Goncalves Aguia
Manoel /(lonco
Az< vedo Ram-s
Antones Gol rea
Antonio Alves
., Floiencio Mello
Bramo
Cu n lia
Caetatio Ancrade
Fe i iiandes Guedes
Fclippe D^aite
' Feneira Silva
Francisco Guiroariis
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Goncalves Moiin
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Rodrigues Campos
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1
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11 1
1 I
Silvetra
Joze Coelho
Fertia
Fernandez G.
MendesB.
, N-scimeulo.
Riheiro
F'gado
Joze Queiroga
S"Ut<
Silva
S -ares
Lu/. Santos
Continuar -esa.
OBRAS PUBLICAS.
A arrematacio das obras das duas pon-
tes disCarvalhos, que f i annanciada pa-
ra odia HdeJu'ho prximo futuro, fi.a,
p<.i ordem supeiior, iransfeiida para os
das 4, (i, e 8 do dito tnez.
Moraes Ancora.
RIO GRANDE LO SUL, DE MAIO.
Atguns emigrados ante hontem chega-
dos a esta Gidade em hum bote, sndese
salvara da mortal e furiosa perseguido
dos anarquistas, confirmad a verdade do
horroroso quadro que em nossa fjlha te-'
mos apresentado ao publico de canibalis-
mo dos rebeldes. Nao.repode ouvjrsem
ddr e lagrimas copiosas (a siluaca5 das
familias dos que nulrem sen'.imentos de
lealdade. A sua vida he huma serie de
sustos, sofrimentos, e nao pequeas
pi vacos. Osmiseraveis picos sao indi-
gna e cruelmente tratados; negros cati-
vos diariamente os nsulta, e remechem
com as baionetas o comer que Ihes envin
osseus para examiciarem desta srdida e
ultrajante maneira, se leva communica-
c5es. Os roubos eassassihios se perpelraS
em pleno da sem qae as autoridades in-
tiusas procedan contra os delinquentes;
entre oulros, hum capa'eiro f>i a-.il ho-
ras da mandan roubado completamente,
assim as obras fcila*, como em todo oca-
hedal que possuia. Ai dos leaes q> rerem na ra, pelo menos rao multado*
pelos negros que engrossa as filenas de
Benlo Goncalves, epor brincos ta bous,
nu peiores doqu% elles. J tirara o ar-
mamento dos Cidadas Befa legalidade,
itivadiodo os'agrados asilo* de sua resi-
dencia. Oui ra5, contutidir ses malvados nio faz a mnima impres-
tio.
Com o cobre recolhiJo da Thezouraria
nos estio fazeudo a guerra, violentando
os Cidadios pacficos a trocal o por piata;
e triste do que S3 recusa. O cofre dos
orlaos ja fui pre.-a dos taes restauredores
das Iris, que nio tem perdido hum mo-
mento paca reduzir mendicidade at
mcsmo a familias opulentas. Longo dos
salteadores te cohibirem desle attentados
com a presenca de Bento Goncalves e Li-
ma, e oais c.iudillios dos iuLine partido,
a -ua audacia l.z diariamente piogressos
os mais horiorisarites. Mutis dos braivf
dos ratiibae.s he mostraren! ao-publico u-
ic~ tiradas com apelle do iu;tu de SUas
v climas, orcllias, etc.
Infortiiio-tos tiubem deque o Dr. Hil-
dehraikI da nossa cau>a, com quatrorentos homend,
qae Joze Ignacio Ouiives commanda huma
lorc de leaes, nao mema con>ideravel, e
que a nos-a gente do Fax nal ainda se
conserva. Sente-se tiestas foicas algima
falta de bons OHkiaes, elamenta-se n5
terem podido fazer a jutu cao huns com
outros para maicharem sobre Porto Ale-
gre. Logo que appa'reca hum centro, o
iriunpho he indubitavel, e as no>sas luci-
rs serio coiisderavelmente engrrssadas
pelos leaes que soespero por es-e feliz e
suspirado momento. K tiobem o anhe-
lamos, n. Mmente pra vermos esma-
gailas aspiincipaes <-abecas da hydra Ha
rblio, mas para rr termo aosiornien-
lo.s das victimas da batbaridade dosinlui-
manos anarebistaz. Que conlra>te entre
o tratamento g'nert so, compassivo, -so-
brnnaneira kj/eocioso que expe ime-ita
entre nos os rebeldes qur se ii bao pre-os,
e o duro, cruel e iiisuliuiis-', quesolfiem
os d nos-o credo quetiveiio a desgraca
de cali ir as garra daquellen tigres!!!
S 11 > i o fs-as ferat que Corte Real e <>u-
tr- s facci-isos que tem estado em ti so
poder tem por pri-io o Brigue Barca, a-
nd> pa-seiao a ^"u g isto, comendo me-
sa do p.imeiro Conimaudtite, qn- lhe|
permute lereber as vis tas dos que os pro-
ct'iM obsequi6, eaon'e sao tratados
com todas as aitcncSes e nspeito que os
betn educados tribu la 5 de-g^aca.
feguir6 para o lado deCamacuan, diz-se
que a proteger fornecmentos que espe-
rao de Porto Alegre.
fLiberal.)
CORRESPONDENCIAS.
11 de Maio.
O Esm. Comaiandante das Armas se-
gtiio para Porto Alegre, e ha no'i'ia de
acbar-se ) as flimediar&ea do Trium-
p^o. O Coronel Gabriel Goaiea l mi
a sua columna alem de Camacuan. O l-
ente Coronel Madeira existe, em Bag
com raais de 300 borneas. A Bi*d
do Coronel Caldviou, potada a quem do
S, Concalo, tem hoja mais de 500 praaas.
Aaforcaa rtbeldcs qae coaimanda Nao,
5nrj. Redactores.
Com quanto lonve muito o que t"ve em
v'stas a Comifsio dos Negocios Eclesisti-
cos no prrjerto n. 48, que offvreco A"-
seniblea desta Provincia so'ire es Aulas do
Seminario, e o julguei muito bom, persoa-
didn cirno eston das b"a nt^ncoens de al-
guns de sous I Ilustres Membros; com tu-
do nao posso deixar de notar, que a Co-
mis-o foi inexacta quando aTirnvu no
sen Parecer, nue s Collegines de Onda
freqnentlb Filosofia, e Tbeologi, Dog-
mtica e Moral ao memo lempo, e em hum
f anno, e que poucos fasetn fxame no
fim do anno. Nao ha tal Sois. Redactores,
exame no fim do anno s deixa de faser
lium ou outro que perde o anno, ou al-
gum que por justo motivo, como do mo-
lestia, o nao pode faser ;-mas este momo
muitas vezes faz no principi do outro an-
no, e o costme de dar m lis de a Aula* no
Bnno, sextranhado nos Collegiaes de bo-
je, be muito antigo, pelo meno> nos annos
1830 a aa (os nicos que observei, e que
pode observar quem se quiser dar este
trabalho nos Livros de exame, e matricu-
la do Seminario) se ach o Estudantes ma-
l colados no mesmeannoem 5 Au'as pre-
paratorie1, e Tbeologras, e com exame de
quasi todas, e pessoas que logran boje con-
ceito, e sio dignas delle ; mas isto mesmo
he prohibido, e se nio v boje no Semina-
rio, como na oulra miqha corta j Ihe fiz
ver; pois Ibis be permettido matricnla-
rem-se%rn 2 Aulas por anno, precedendo
Filosofit. Viole e lanos que se Ordena-
rlo em Ma>o, alpm do exame Symodal fei-
to na prfsenca >e S. Exc., Rro fiserio exa
u>e das AulasTheologieasdo Seminario, a
^xcepco de alguns muito poucos, que as
esli fitquen'ando. Admiiaque em ou-
tros lempos, felizes pocas em quanto ao
bem pastar dos Seminal islas, nio bouves-
srnjt ntas declarnaces rotura o Sniina-
10 lam afa-tadoda divida legularidade, ou
mais. em algumas occaziens, do que est
boje mas huma mal entendida prevenco
tem acanelado agora sobre o Seminario as
vistas indispostas do publico mal informa-
do, e qual ser a causa.dito .' ? Por ventu-
ra a.mocidade hoje ser. pior do que de
lOannos antes? Eu o nio creio. Os pru-
detttes o juigem, eaCommissio orellita,
e.ronliega que foi precrpi'ada no juiso que
rer. do Seminario. A Commissio digo e<,
os seus 2 primtiios Membros, nio fallo do
3.' ; porque este deve saber ludo milhor
do que eu, e se mudo em sen voto o dos
outros em discredito seu, e dos Seminaris-
tas, be pela sua desmallada condecenden-
ria que o {torna digno de toda censura, e
talve/. de mais alguma cousa Sim, Stirs.
R. B., he do P.tdie Mestre Beitor Jplu
Rodrigues de A rao jo, queeu fallo, (com
petar o I ac ) he deste horneo quem
foi coniiado o Sr miliario..............
Ou o.Seminario nio est afa-tdo da
tuaderiia 1cgula1ib.de, ou est : se nao
e t, e por conseguate nao be ex to o '.'a-
r'c Padre Mestre Beiior torna-se digno de c ti
sura. por no lr leilo sentir o estada du
Seminario aos de mais Mmb>os, que o
ignoravio : e se est qmem teru a cutpa se
nio elle mesmoP Para que o nao corrigi ?
Pr tanto nao se pode liirard'sle Delem-
ma tieui eu dispensarme de o fazer. Ho
t.eves-ario reforirar-se 0 S-minario, Si s.
R. R. be*verdade; mas ja se devera ter
f. to 10 anuos antes, ou mais, pois o es-
lado de h'ie, he o mesan com punca dil-
f-renga. O que he muito poicm. sssun
como o be em outras partes, he mais 1 igor
nos eximes ; ( eu os tenbo a fazer ) mas
para iso he necessai io que se p vo as
SubhtitUcSS vagas das Cadeiras, para ha-
ver Aula todo anuo, e nao acontecer romo
O auno pasado, que a de Fdofofia abri-
se no lira de JuiiIio, e este anuo parece que
vai mais a diante A deus Sms. B. B. ,
tenbio paciencia, e publiquen estas lindas
do sea constante Ltitor, e As-ignante.
Hum dos Seminarista.
PublicacSs t peludo.
Em Nome da Santissima Trindade Amen.
Declaro, que nasci, ciieime, e fui edu-
cado no Gremio da Religiio Catholica, A-
postolica Romana, em a qual tenho vivi.
do, eespero morrer, esalvai-me pela Mi*
zericordia Divina. DecLro, que he mi-
nba ultima vontade, ser enterrado, logo
que Deus fr servido tirar-nie desse mun-
do de dor, em a Igreja Va ri/. de S. An-
tonio e sepultado aos pez do Altar de N.
S. daCunctirio, e no caso de nio pod-r
ser, tm o lugar mais humilde, fendoomeu
corno envolto, medido em hum caijto e
conduzido por seis pobres, s ci algn a, assim em caza, como na I-
gieja, a.m le me fario aquelles suffragios
indispensaveis que a Igreja ordena a qual-
quer pesoa.
Declaro que sou cando, e tenbenovefi-
Ihos legtimos, j.os quaes recomend, que
se nio disvairetn das mximas de Religiio,
e Mural, que Ihes tenlw ensinado, que
respeitem, a mim e a sua Mii, que" tanto
se lm disvelado'por todos, eseamem re-
ciprocamente, einoi mente aos mais ve-
Ibos, quenio desamparem asua Mii elr-
mos no estado de viuves, e orfandade em
quet'io. Recommendo mais aosdous mi.
is ve'bos, que fujiodems companhias, e
quewmu tenbio de ser Magistrados, sejio
honrados, probos, e justcetro, e lem-
brem-se, ^ que dessa classe tem sabi-j^
do as maiores ruinas, e maldades : A Fjjr
seja o seu Norte em materias de Religiio ,
ea obediencia as Leis, e Authoiidades em
materias de Poltica.
Declaro, que nada dexo; porque nada
tenho, excepto algumss dividas, que
mea estado me tem privado de pagar, ea
quses sendo mor paite | e-soau abasta-
da*, e mena compadres, eu rogo todos
os meus credores, queplo amor de Deus
as perdoem minha iuKlix mulber, e em
atlenco a tantas innocentinhisdesampara-
das. Se porm assim nio succeder togo
os meus filhos mais velhos rea listn seus
pagamentos, logo que as suas circunstan-
cias Ibes permetiuem.
Bei-ou.metido, peco, e rogo a todos os
meus Compadres, as quaes sao pessoas a-
bastidas, e quaze todos sem tilbos, qua
pela Morte, e Paixio dN. S. J. C. nio
desamparem meus filhos, eseusalilhados,
na desgrac.
Muito^grarleco a m'nha mulber o amor,
amizade com que sempre me tratou, e o
Prande disvelo, e tr^b.dho, que leve em
godo o tempo da minha molestia, o mesmo
flaco a meus filhos, e peco o lodos me per-
doem as ofiVnsas, e irope tenenciass que
em lodo o lempo da minha vida pratquei
rom ellef. O me>mo fac aomeu bom a
migo, eCunhado oSnr. Joaquim Jote da
Silva Caslio, e a raeu Sobiinho Manoel
Felippe do Carino Nunes, e todos os ma-
is l'aientes.
Agradeco mais todos os meus Amigos,
e conhecidos, e nao coiihecidos, os obze-
quios, que de lodos recebi mormente em
tt-mpo da minha molestia, e peco assim a
ses, domo a todo omunoo,, que pelo a-
mor de Deus me ptrdoem todas asolfengaf
que de mim tiverem, a-^im como da mi-
nha parle tenho ftio outro tanto.
A minha mulher recommendo o cum-
plimento d< tirinas ultima vontade n'a-
quillo, que Ihe dicer respeito, e Ihe rogos*
nao esqueca de hum Espozo, q' sempre
amou e que a nica coi/,, que'rae taz sen-
tir deixar este mundo he separado, que
delta face, e de todos os meus fiios, mor-
mente da minha Filha Livia, que levo
rommigo retractada, e do meo Filbo Je-
rnimo por serem os que mais trabalho me
tem dado rogo lite potsde mandar im-
pi imir pelos Peridicos esta minha ultima
vodtade, e as pessoas, que a houverera d
ler, ic>era pelo Amor de Deus huma Av*
Mara pela rumba Alma.
Como nao podera deiiar de ser laxado
justamente deingrato, sedesconheces.se o*
muitos obiequios, deque sou deredor a
9
'4


DIARIO DE PE R N A M B U C C,
PBO
Coi f -ra- o Benedictina de Olnda, decla-
ro, ftoe -erapre os recoriheci, eleve,em
lt W anca, eque com e-la vou a sepultu-
ra;; pelos quae-dez-jo sincera, ecordial-
mentearaesma Corporaco loda ptospe
lidjde; assim para o servico de Den-, co-
mo para venUna de todos os seus mem-
bros.
Oatrosim no posso deixar de fazer hu-
ma especi.il menean da familia Costa, in-
cluindo Viuva, filhos, egenros, a quem
sou devedorde innmeros beneficios, eob-
zequios, queseropre rye prodigalisario, e
principalmente nos quetro annos de mi-
una molestia: pelo que Ibes dezejo|todo o
augmento, e prtsperidade para soctorro
dos infelices. ^
Recife28 de Margo 1836.
Jernimo Villela Tavaree.
CAMBIOS.
Jtio de Janeiro 30 de Maio de 1836.
Londres........... 39 '/4 a 39 s/
Pariz.............. 240
Hamburgo......... 446 a 450
Ouro embarras..... 85 a 88 p. c. pre.
Dobres Hespanhes. 24^000
Pesos............. 1&430
Moedas de 6400... 13$600
de 4000 .. 6$u00
Prata............. 46
Cobre moeda de 80 rs. 12 a 14 p c. de des.
plicesde6 pe, juro 90 a 90 V4 P- c-
(Do Jornal do Commercio).
i "
AVIZOS PARTICULARES.
Quarla feira 22V10 podehaverTIieatro
por se estaren] aproirptando Irez grandes
Eipectaculos, 29 grande Gala A 2 de
Julho Independencia da B dependencia dos Estado.* Unidos da Ame-
rica do Norte, quesera pela primeira ez
festjala com (oda apompa nete Tbealio.
*y Precisa-se deum homem, que sai-.
ha e quena ensinar, a lingoa Frameza, e
msica, umap.-ssoa no Eng'-oho d'Agoa-
fiia, distante d'esta Ciaade 7 legoas: a
pe.-soa que a .-lo se queira propr, dilija-
se a ra da Cadeia 15' tica I), i ,s 7 a- 9
horas da manli ou annuncie sua morada
para ser procurada.
jt^ Quem annunciou precisar deum
caizeiroBrabiieijupar*um Engenho per-
1o desia praca, dirija-s a ra Nova, loja
de C*lcKi'e ro D. i5.
^y* Quem aouuncou querer cnmprjr
urna obra de Vn :> i t i o em Latim ja mi rneio|
uso, queieodo inda codiprar, diria-se a
Onda ladetta do Vradouio\i. 56, e dar
por comm-'ii.. |>4 eco com modo.
J^^ O.1 .. .0 a-signado l\u .cenle ao
respeitivel publico que seu mano Aut nio
Jote pinto Mai lins u> est rupia i-m shh
companhia e por i.$o nao -e i'e>ponsob I sa
por qualquer cou-a que elle lomar, assim
como adverte aquelia^ pe-oas que tem cui-
tas com o an lu-iciuite que nao Jlie pague,
do contrario, fico sugitas a pagar outia
Tez.
Joze Joaquim Pinlo Marlins.
%&* Alug^-se bm sobrado, no Recife,
anda que pequeo : annuncie.
jry Pn-cisa-.-e de un* amaquetenlia
bastante hile e bom, forra, o cuna para
ci iar urna cii.mca : na ra do Fio-ario lar-
ga D. 1 no primen o andar.
jrj^ Quem pieci-arde nm criado pa-
ra casa de Iuma ) s-MM q ue leuha pe-
quena fam l>a, danda 6-tdor asua cniid'C-
ta, baja de annunciar sua morada para $tg
procurido.
y Alugio-se pretos serventes para
trabalhar na Cipungt, e pag*--e 400 rei-
dando-sealrooc-'e janlar; e 520 a cera : a
tallar com J-ze Cario- T< ixeira 110 atierro
da Boa-vist I). 5, oua Antonio Luis Viei-
iaia 1 e-ma Capufig*. -
*J^ Deceja *e fallar ntslaPraca, rom
umSir. (ju- A roMu-. por n.' ne F^-
iip,-' iN'Ti, e jun Uiuuile 0 Sor. Lnit Jo-
ze Cabial, queiiioter a bondade de an-
ca e preta, bom vinho da madeira. cai-
xas com violto clapet, agoardente de Fran-
ca, tibias de z'arias cutes em baniz:'na
ra da Alfandega velbaarmasem n. 3. .
%^ Um molatinho de 4 annos, um
*ry Pren'sa-sellugar um negro que j negro de Angola de 25-annos, umafanoa
sirva para raaceira de padaria, ou para ser-
v5 ila mesm.i, ania que nio enletida :
nunciarcm as suas moradas por este Dia-
rio.
^^ Quem annujiciou precisar de li-
ma pessoa para caixeiro de nm Engenho
pe to da praca : annuncie a .sua morada.
na 1 na Direita padaiia D. i3.
jry* ClnislovS Starreom fundcafi na
Ra d Aurora pierine 9 q la'qier pessoa
que tenha de compr-ir a caza em que all
o Anuunciante lein osen estabellccimen-
to, que e"e Annunciante tem pago os al-
lugneis da referida caza ao sea actual pro-
ptietatio Pedro Pinto de Miranda alao
anno de 184O, e desta soite obligado o
inesmo predio saplisfaga dos referidos
illugueis ; e pata que na5 se allegue igno-
rancia faco o prezenle atnuncio.
%Cy* A pessoa, que annuncion no Dia
rio de 20 do conente querer comprar um
pao de rede, dirija sea Catnboa do Car-
moD. 8, que ha um coro seus torno?.
IQP Na ra do Fogo, primeiro sobra-
do a direita. viudo do pvlio de S. Pedio,
pieciza-se (l'uma negra por alluguer, dan-
do-, se 400 rs. diatios.
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio de Janeiro
Sai imprelerivelmente no dia 28 do cr-
reme o velleiro e forrado de cobre Palazo
Pernambucauo recebe ainda algutna carga
a frete, e passageiros: quem tiver dilija se
ao artnasem de Roza &lnno na ru-i da
Cruz.
COMPRAS.
Urna salva de pra'a sem feilio: qulm li-
te<, annuncie.
V^ Penas de Etna tintas ou por tin-
gir, grande porcio para 6piras de Indios:
quem as ti ver solas ou j em forma leve ao
Theriro onde se far lod<> o .-juste.
jp^ O Retracto de Washi*gton beroe
da America do Notte, em ponto grande,
ou pequeo; por todo o preco : no Tina-
tro a fallar com o Director com brtvidade.
VENDAS.
Urna cadeira nova da Babia : no arma-
Z< 111 da 1 na da C1 uz ti. 10.
*fy* Aiifis de ctin) enias'oadus em bri-
Ih>nies, motle'no e de bom gOalOlem ca-
za d> Ci b'8 !' rret, relojoeiro, ra do Sol
na penltima casa.
tpy Utna morada de casa em Olinda,
ra do Amparo n. n0 : na mej-ma.
Vy* Urea caba com urna ciii, e b.im
!cil", cosiumada a criar n-mino, e cinco
cazares de pombns, tudo por pie^o tom-
mudo : na tua Direita-casa le itrf Bv 52.
fty Urna potc.io de btij" de olo,
por prcoocomm >d> : no bei o largo em ca-
za de MattO'l da Silva Lpes.
^ Baf rrineeza de Lisboa ti libra,
dito Princeza da Babia, dito a rea prelada
B.bia, cha In mi da primeit a sorle, dito
perola, aljfar e imperial em caixinhas de
2 libras e meia, tinta de escrever em gar-
rafas, excellente giaxa de dar lustro sem
tscova, dila 97, tezouras linas, e outras
muilas miude.-a-, bixas giandes ultima-
mente cbt-gadas de Lisboa, e ludo por pre-
co commodo en-b nbtiio Imperial : na praca da Independen-
cia loja n. 20.
UT 60 estacas de Imberib.i de i5 a 16
palmos com sms pona- ja feilas, "por pre-
90 commodo e me-mo por dinheiro impe-
l 1 : na Mi e-roa b hit" l'o corrame e seus pertences de
lustro, 11 o., barretina de G. N., e um bo
n, ludo aiirJa em muito bom uso: qu>m
pcleiiler annuncie, para set -procur id< .
*C^ C"i\a- com vellj- de es^ermaeele
lug'ezas de limito boa qualidali-, ditas de
sebo lt- Olanda, p- ss.is de lima-, cabo- de
couro inglezes, presuntos inglozes muito
Lons, champanlia, muito boa tei vtja bian-
juecanega 5a6caix; madeira de condui, todo por pteco com-
modo : no pateo do Hospital do Parajzo
D. 21.
f^i" Urna negra de 30 annos, lata, ven-
de, e faz o roai< servico de casa e ra:
na ra do Cabug ao p da loja do Snr.
Bandei'a.
\fjf' Botins e sapatos de Lisboa, ditos
de marroquiui e duraque para Senhora,
ditos de ^etim e de marroqoim francese-,
e de cordavio.pretos, ditos para meninos
de 4 a 6 anuos epata homem, de roarro-
quitn, tudo de varias cores, rap areia pre-
la eptincezada Babia e miudesas de to-
das as qualidades, tudo por preco muito
commodo : na Praga da Independencia lo-
ja n. 7.
MJT 43oitavasde ouro em Obras a sa-
ber uns corazes com 75 infeites, 2 colares,
urna eruz, um coratjio, e um par de bo*
loeus corlados todo em bom uso : na ra
do Amorim 11. 1 r i.
fc^r- Um carro de qnatro roda- para
d^iscavallos, e qua-i lodo feito de novo, e
b-m construido: a fallar-com Joze Carlos
'l'eixeita no atierro da Boa-vi-ta I). 5.
jry A praso ou a dinheiro fasendas
francesas, em po:ce-, ou a retalbo, e por
preco commodo, selins de todas as rotes,
fitas, fivellas, casticaes ricos de casqninha,
ou de cristal, ricos vestidos, xales, len-os,
biros braneos e pntos, rendas lisas e lavra-
das, de fi' de linho, meias de seda para
setihoras, e meninas, lecks, peiiles de mar-
ra fas com flores, a moda, pentes grandes
de la'taruga da Bahia, e muilas miudeas,
&c. &c. tmlo para finalia<;o do negocio;
na ra Nova D. 5.
*y Sm^nte de mostarda a 1^44 a
libra, vinho de champanlv em duia, ou
em garrafas, gigos de gnalas pequeas a
9^ rea a grosa, caixas de anizete de Bar-
deau supetfina, a 8$ re9 a duzia: na
mesm <-o* .u un.
^-3^ No armisernde Antonio Joaquim
Poreira di-fione da escadinha do caes da
Alfandega continuase a vender albos do
p.rlo pelo barato preco de 4$oo reis cada
feixe.
$ry- Urna escrava moca de bonita figu-
ra, abil para todo o servico de urna casa :
ua Piacinhado Livramento luja D. 20.
%cy- Urna preta mos-a, rriola, cose cbo
fiz renda, engoma, costilla muilo bem,
f.iz doces de varias qualidades, e lambem
pio-del. tudo isto io: pe feicio, e taro-
bttn e boa vendedeira de ra, e U
de s, bi" : no beco da poli? sobrarlo D. 1-
ff^r- Para ora d..l 1 Cidade um e-cra-
vii i 1 tul" qne 1 ep'eseula 20 annos de ida-
de, b nia figura, cosinba sofi ivelmente,
tem officio de arniceiro : na 1 im do Co-
lovi'ilo, lado direilo asi do lampiao.
ty tlina p.ela de 20 anuos, bonita fi-
jura, .sabe cn-inh, engomar, co-er, e
iodo o servico deum 1 casa com perleiijo :
na roa d-> Foto U. 11.
V3T" ESectivamcnfa tm realho Djoloa
de la dril lio, d<-1 imeuio, deafvenaria, le-
I11S, cal. e mai- roatet i ie.- ; na esqaina das
casas novas do Cunha (juiuiarac.-is, era di-
te cao da na do i'alacele indo para as cin-
co punas pela retargtiarda.
Vy* Um Relujo de caixa de ouro, for-
ma anligt, muit i regulador, cotn urnas
Correales a moderna lobem de ouro, peb>
mdico preco de oitenla mil reis : nesta
Tipograpbia.
elevada, bem feita de corpo, e pez seceos
bern feitos, tem marca de fogo no braco di-
reito, eno peiloesquerdo, a qual tem sido
vista pela passagem da Magdalena ; fgida
no dia [\ de Dezetubro de i829: os apre-
hendedores que a evar a seu senhor Fran*
seo de Paula Freir em Santo Amaro tea
30$ reis por seu trabalhe.
A 11 deSetembro do anno p. p.
fugio um pardo de nome AnNniio, de i(j
annos de ida de, e cornos seguiules signaes:
altura cinco palmos, pouco cheio do cor-
po, csra bocetada, olhos regulares, cabel-
lo pretoe aqellado, orelha esijuei da luta-
da, com utna argoltnha d'ouio, nariz mu
pouco chato, na face junto a fonte um sig-
naldexibata, pbrem pouco V-iveJ, den-
les da fente espagosos, unbasdos pez gas-
tas, que bem indica ter sido da rossa ; ou-
joescravofoi comprado a Joaquim Joze
Machado rmente! Negociante do Cear.
Ruga o abaixo assignado a qualquer Snr.
de Engenho, ou .de sitios pelos contornos
desla Cidade se o dito escraro se cfferect-r
porforro; para ser em pregado cmsuasla-
vouras quena manda-lo aptehender e res-
tituir a seu dono que Ihe ptgjr todas as
despezas assim como sealgumdos negoci-
antes de escrav.is para tora da provincia al-
guem o fferecer nio o comptejporque em
tal caso he fui lado, e bem condecido o es-
cravo em qualquer Provincia por ter an-
dado embarcado em Navio de Guerra e
serescravo de>um Offii al de Marraba : se
cjua'quer pessoa Ihe der noticia verdica
lera 10^ reis de gratificacio e 30JJ de o a-
prehender, e em sua auzencia dinja-se ao
2.Tenente Joio Baptista doOliveira Gui-
maraens que sen procurador, e Ihe pa-
gara aquautia cima indicada.
Angelo Custodio Ramosd'Olive
ra.
ALUGUEIS.
Aluga-se urna grande casa, fr-ita a
moderna, cotn solio, e varanda d ferro,
sit^ na i ua d'Ale^ria : qiem a pertt-nder
difija sea ra de S. Goncalo casa n. 10.
ESCQ4VOS FGIDOS.
Mara, de dade pouro mais ou menus
de 25 annos, baixa, olhas ndondos, pe-
tvs escorridos u pequeos, iu tssan do rosto
No dia 16 do correule fug0 uro
negt o de nome Antonio, n. no.-endo lalhado no roslo, levando vesti-
do caLa e camisa de ri^c-ido, sem xapeo,
sendo o dito negro cambado da* peinas,
comosjoelhos para dentro, e tendo o de-
do mnimo de urna mi corlado, bem |,ar.
ba. seco : qoem o p.-gar podc tratar a
pad.na da ra Direita D. i3 e lambem o
annunciante taz scente, que aquella pes-
soa, que o tiver em casa e nio o queira
entregar, sei punido segundo a le, como
lambem rog* a lodosos Sari. Capitaens, e
Mea!rea de navios, que o nao recolhio a
bordo do seu,Barco o dito negro, e quem
o lOoucero dono lecompensara bem.
W" Ao^Snrs. Prfciios e Sub Prefer-
ios das diferentes. Freguezias, e Comar-
cas desla Cidade e seus Suburbio-, roga-se
de naodarem passaporte para parle algu-
nuao Pardo Amaro com o nome de Amato
Jo/.e da Silva altura mais de ordinario, (r-
gueiro, seco do corpo, rosto romp ido e
escamado, nariz afiliado, e com um.. mar-
ca na box. xa de urna bala, pouca baibasui-
ca rala, bem feito de coi pe, p z e mos,
andar um lanto gingado, lem servido em
(topadelinha com prava de Soldado, por
faser-sefono, e de prsenle fugio da For-
taleza do Biumporser procurado judicial-
mente pelo seu legitimo senhor, SJvador
Mendcs Biz^rrc morador no Engenho Pa-
Ibetaa quem, sendo o dito escravo .pro.
hendido, dever ter remetido, ou nestd
Cidade a .-eu procurador Pedro de Alcn-
tara Acluoles Machado, conl'roule ao Con-
sistorio da Igreja do Pai\.izo casa d. 294.
Taboat das mares t fictas no Pono de
Pernambucot
7 Segunda '
8-T:, 3
A 9-Q:
2 "S:;
3''2-8:i
,3D:-^.
- nh. ii m }
- 0.30 .
- I-18
- 2- 6 9
- 2-54
- 3-42 N
- 4- 03 " /
Man.
No dia 19e 20 do enrente nio entrn,
nem sabio Embarcacio alguna.
tti. na
TiP., DO DIARIO 1826.


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