Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01821


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Full Text
. --

17 l)B JUNHON^Ij.
Per atinoco, inTvf.nsM. P. d Pa 111 a I-HI6-
-:>-
I
DAS DA -SEMANA.
I.'l cjninda Jj< s. Antonio l'adroeiro ili Provincia-
[,n.:in- RS h. h. c 53 ni. (la trtfe-
14 Trr,;a .s. ISaxiriu Magno lle-l- de ni. and. do J-
ila O. .1 t.
15 Qua'rta S. Vito M. ses. da Thess. P.
Mi Quinta S- Jo .5 f. Rffris Ilel. dem. aud. do J.'do
('. Ir ni. e Cuanc tu t*
I< *n *. Therez Rainlia ses. da Th. P. aud> do J.
Y O. di: t.
IS Saltado S. Osana Re. de m. o aud.
do V. Ci. de t. i i Olinda.
l'i Domingo S. Juliana de Faronierel
Ti.do acor* depende c nos meamos da anana pro
denc*. inoilfr.i(;ao. e'cncrgui .T.oiiiiiuiriiios wgw
priiioipiaiuos, e eremos tumiado enm mmica*
5'ao eit'ro as .Vagues niais cuitar..
Prnclamafa ta tttmhlta Otril < Broti
Sulisc.rete-sr it lOOOrs.. mnnacs papos adiantados
ncsiH "fj pogr.ifia. e na Praca da Iinli-pendencia N.
.i; < :IH indi- Be ri-ieiieni <-.orresiii:ilenfii.;s ie^.i-
saJa.s. e aiinoiioioii iiMerind< eie c#ti elido
ilos proprinia;naiitei, e viudo itssignadoh
CAMBIOS-
Jim'io 16.
J-iOndrcs ."i" a 37 1|"2 Ds. St. poi l cid. ou tirata
a 30 por c.-iito de premio.
MslioaaS parolo premio, por metal, Nom.
Fragca,200 -_'."> "> '.',. por franco
Hio (le Jan. 6 p..r. de i'retn.
iiir-ita* de t5-..J l3.,0D0
0 T.,p>Da6600
Peaos l, ,410 4
Premio da prata 50 p. <
dae lettra. por me* I :\2poro|0 -
Cobre 25 por cunto de! aesconto
i* > l I lli l/r> 1,1'lUv KHO.
OlindaTodiis na diasan nejo da.
Goiana, jllbandra. I'arailia, Villa do Conde, M--
man^uupe. i' lar, Real de S. Joao. Hrejo ri'Areia.
Itaiiilia, Pomlial.^Bova de Socan, Ciade d.> Naial,
Villas de Goianninna. e Nova da Prinee/a, Cidado
da Fortaleza. Villas do Aqoir's, Monte mor novo,
Arocatr, .'asc.-ivc!. Canind, Granja, lmperatriz,
S. Bernardo, S. Joo do Principe, Sobrar. Nova O?
ElRev. c, S. MatN n, Reiebodo sanano, b
Antonio do Jardim, Quoxerainobim. e Paniahiba
;..ins e Sa*Uu luirs ao lueio dia por via da
Paiaiba. Santo Antao Todas as- <|nin'is fcias a<
meco da, (araiilmiis, e Bonito nos aias II) e 24
de i ada hiez ao mrio di. plore*"o dia |!j di!
cada me/ ao incio dia. Cabo. Srrinbaein. Rio Foo
iim/o, A?oa Preta c Porto Calvo-nos dfas 1,11.
c 91 d- eadn mea- Serighoem, Rio Formlo, c A-
I. Coa Preu Srwda Quacm-, c So-tas te i ras.

PARTE OFFICIAL.
PERNABMUCO.

Expediente da Assemblea.
Illm. Sor. A As^mblo* Legislativa
Provincial, quem foj" presente a conta
oriente da Receita e Despeza da Cmara
Municipal da Villa do Cabo, depon de
ouvir a respectiva Commissa; esolveo,
que vi,to a dita Cmara nSo ter r. m-'tti'do
sdortimentos necissarios pira se iig a mesma conta, O'se reevad<*, e.stra-
nhandu-Ihe o no ler cumprido com o de-
ver, que a Lei Ihe impoem. Sirca-s? pj-
ii, V. S. levar ao conliecimtiito do Exra.
Sur. Presidente da Provincia e>ta Resolu-
to para dar as suas ordens resptito.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da s-
spmblea Legislativa Piovimial de Per-
immbuco 3 de Junhode i83t. Iliui. S-.
Vicente Tliomaz l'ires de Fifjuetedo Ca-
rnrgo, Secretario da Provincia Liuieti-
lino Antonio Moreira de Carvallio, i. Se-
oietario.
Illm. Snr. Tendo de ser enviad* urna
Deputaco ao Exm. Snr. Prcsidcnt da
Provincia, a qtial devi- apresentar diver-
sas Resolucese Decretos, pata .seren ian:
cionades: oumpre, que V. S. o'muiUni-
que ao mesrno Exm. Snr., fim de de-i-
gntr o (lia, hora, e lugar orrde deve ser
ecebida a dita Depntado.
Dfos Guarde a V. S Secretaria da As-
femblra Legisl.iiiva Provincial de Per-
namhuco 4 de Janh i >Je i856--lllin. Sur.
V. T. V. d PiguerVdo Camargo, Seete-
lario da Provinri .--Litirentino Antonio
Moreira deCarvalho 1. Secretario.
i mu
GOVEB.NO DA PROVlBCIA.
Expediente do dia 15.
Illm. Snr. Recibi cilicio, queV.
S. meendeacou, com data d* li do m vm que estamos, participando_ler siiio us-
sqssinado o Sargento da CompaiiHu ti^
Iiirr. iros Joz Ignacio da Silva p-lo Sol-
ado'da mesma Coinpauhia Antonio J ze
da Saude ; e fice svienlp da pruvidenoias
dadas pelo 'Pnenle Coronel Francisco Rocha Pea Brrelo, Cbmniandaiite Ge-
ral das ForC-b do Ca tura para a prizio do
a^-assino. Volta o ollicio do i del ido C6-
niandanleGeral.
Dos Guarde a V. S. PiUco do Go-
vn'tio de Pcruambuco 1 ~> Qb Junho 1836. Firnriru de Paula CafalCjnti
de Albuquerque. Snr. Commandante
das Armas Jod da Costa Rebello Reg
Monteiio.
Ollicio ; Ao Commandante das Armas,
para mandar asxntir praca ao rerruta Jlo
Pfreir da Silva, que lhe ser enviado pe-
lo Commandante Geral do Corno Policial.
Portara ; Ao ComroandantP Geral do
Corpo Policial para detnittir do servico o
Soldado Joo Pereira da Silva, de que
trarta seu ollicio de i4 do carente, e
reaii'ttttl o ao Commandants das. !\rmas.
.
RIODEJANEIRO.
Rcpres-entaca que a Asspmh'ea Provin-
cial dirigi ao Poder Legislstivo Ge-
ral.
Augustos e Di;nissimos Srs. Represen-
t.'nlifs ! A.Assi'inblea Legislativa Provincial do
Rio de Janeiro, observando t|ue ^sentido
literal do tigo 10 4' 7, e 11 ,<; do ar-
tigo 11 7 da Caria de Lci Constituci-
onal de la de Aposto de i83i, ollVrece
graves inconvetrentes m pralica, e nao
queieii'lo aventurar htinn inlelli'enc:a
d':vido.-a, (jue pode Ser errnea, em lU-
terU de tanta monla, que importa ques~
l5va vitaes sobie maia ou menos altrihul
g'.s da- Assembleas Legi-lali.as Provin-
ciae, allaiia ao sei devt-r se d-ixasse de
lt-var coii.derac.ao da Asseuib ea Geral
L gilaliva os l'indametjtos da suaduvida,
romo lhe incwruhe palo ari. 9 da referi-
da Garra de Li Constitucional.
04^":tl Legislativas Prounci.es para legislar so-
bre polieja e econotnia mufejeipal, preee-
dendu proposlM datfCaouti'as. ss^Em-ne-
nliuin artigo je lhfl confere poder defa-
zer leis .subte policii Provincial: e no
art. i2 Uifdbe piohibido legiftlar mthit
o'ijertos (ne se nii arli.^iem .o i.j)iehen-
didos nos atiigos lO e i i. Parwd pois que
Ibes he vedado fiser leis de Polica Pro-
vincicl.^ji
E corno nao pos^a luvcr rattS pira hu-
ma ibl inlil)ico,..vi l > que a> p. dem la-
/.i r Municipaei sobre propnstas das C-
maras; ud.-tais leis lenho Bs Ptoviuci-
as, pelo mcuCise-ti urgente r.c e.ssid.ule,
ped* < st i ase/i'b|ea a Assemblea Geral
Legialiv, oi.e nj,Jige declarar, sea'ie
as i'ttrbutcoes das A setiililea-. _;;-!ali-
vas Provitn i -es I .zer l.is de Polica cX-
len-iv.is a lo-.la a Provincia, independen-
te d- prop isla das Cmaras tuunieip*,e*.
O 7. o it.esino artigo 10 cnifere s
AsC.n^feaa L-gi-Jjtiv.is Provinciies a fa-
culdaJe de crear, e suprimir eavprpgns
MnnicSpaes e Provincia, s ; e pela d'fioi-
ca que alise da, be inqucs'ionavel q'ie
entia nenia ciarse os Jurados, os Juizes
de Paz, de Dreito, Muntcipaes 9 d< Or-
laos, os Vareadores, e os Olicfaes da Guar-
da Nacional com excepca do Comman-
dante superior. I"g", em sentido lite-
ral, asAstembleas L gislaiivas Provincia-
es podern legaluieute suprimir todos os
referidos empregos, apesar de se acliarein
creados pela Consulutja, e pelo Cdi-
go do Proreso e nao obstante eotrarem
quas todos na nrgansaca da ordem ju-
ditiatia, que sem elles, pois sa5 >s seus
priiicipac-s agentes, se tornara inextqui-
vel.
E porque a faculdade de crear eeupr-
mir emppegoa ci nlem emsi por necen-a-
ria cofincxa odiieto de marcar suas at-
liibuiejes, as qttalidades dos cligives, e
a forma da nomoaga, segu se niais no
.-entiJo literal do nlerida 7. doait. 1O,
que as Assembleas L^gislat vas Provincia-
es potlem legalrni-nte : 1. alterar as attri-
bukoes q e os Cudigajs e as leis geraes c-
lerirera aos cmpregadeis do Poder Judi-
cial de pi tneira instancia, ordenando por
eX: que ria possa j(ligar em crias cau-
sas, que dolas nao haja revurso em en-
tras, e c.-sis semelhanlc-s contrarias ao'
tjue sea&har disposto naqoelle.i: 1. mar-
car em todos o- empregos asquali Udea pe
ce.s.s,,ias paia ser tl por ex; que os J;zts ele D.reito nao se-
j^5 fot mados ero diieto, islo he, que n.<5
seja dedireitoj c porque (Mies devera
sah'r por suas uQliguidadeS o.< tueir.bros
da Rilaces e d< stfs os Miui.stio. do Si-
piemo IVabunal de Jtiitics, le jamos de
Ver col'jca.ios nesles Tibunaes VIa.:i-t:a-
dcs nao letrados: 5. decretar forma
das ii;ni; Ir ti .s o-em pregados Muniripae e Proven-
(es sejit de.nomeacjio popular, if>e:uai-
varm :ie es Jiii/.es de Direiio, c!< lime-*
ai,-..5 o att. j0 n. 3 da Coiutiiuc<5 fez
. ver cojfocados nestes Tribunaej RJaj. -lr-
dos nao letrados : 3. decretar a orina
da~ iioineacSos, dctei minando por e)C-que
lodosos empreghdus ulunicipacs e P10-
vincies sej- de nomciCa popnlir, itt-
clusiv.uiienia os Jntes de Dieito, coja
nomeaca5 oai tigo 101 n. 3 da Conjtiui-
cao I z privativa do Impcradyr sem limi-
t.ic-i aljjuma ; que tod- s sejaS nomea-
dos pelos Presidentes das Pcovincia:, en
exceptuar os Ji.i/.c/de Paz, es Jutadus e
o Vei'eadores 5 ou pelis propiias As.-eai-
b'i-as Legislativas ;' 1 o. nci- s : idi'a nao parecer cstrauha a quem refleclir que
Cha precedente uoaitigo 11 ^ r do acto
addicional de i'i lio Agosto, iju. Ibes cun-
lete o direilo de d-.-miilir. oa ii.;i)trado-,
vspes> ',-.0 "tp'.i que coniprebende al '
os Ministros dasRelaces Eera verdaJe
se na5 pareceu baver inconveniente em
que as As.se 1 ubicas Legislativas Provinciae.a
possa demiltir magistrados, apesar de
que, essa attribuica seja nianifestamenU-
destruidora da independencia do Poder
Judicial, garantida expiessa,inenle pelo
artigo 179 11a de Coutiluica, menos
inconveniente devei parecer que exist!
em que os possa Hornear, porque he mul-
to menos.
Nao piao aqu os inconvenientes. O
rf.-rido^ 7 do artigo 10 nao delata que a
fsculdadc decte.ir e nip|Minir empregos
municipaes e provinti'aes 'ja a(triluiica5
cumulaiiva 'Ja Assembli'a Geial Legislali-
va, m m o pode .s mosdevero absurdo de supprimirem as
As emblis Legi;lttivta Provinciaes em-
pregos creados por aquJ!3, e vice-versa :
d'abi anaiquia na5 it ia seua htitr pas-
so. Accrescc qvte a excepca de huma
attribuica cuinulativa, lei'a para caso
singular, no artigo 11 5 do acto addici-
onal, (lima a rfgra de que fra desse a-
so a A-seinbla Grjal Legislativa Daq i'xer-
ce altribuic#0 alguma cumulaliva das As-
sembUlaa Legslativas Ptovinciaes. Mas
que lerriveis absuidc-s se nao seguem !
A Assombla Geral Leg'slliva em tal
caso Picar enllocad 1 na impossibilidadc
de reformar os Cdigos do Process. : at-
tribuicM pi imilivamente sua. IN'ellt; m?
ist. belecea orsaniaaca judiciaria,, deter-
minan do-se as instancias, as formulas, a.>
alq-idase os tccuss, e os Juizes e maisa-
gerttes do Poder Judicial, invest jos o d-
tribuieoes indispen-avejs sy.stematc.imen-
te coordenadas : e lorcna ludo bum fcixe
la ligado e com lelacipes ta ii.littia-, (ffie
destruida huma paite, anniqui la Ja lita-
ra a nutra), e por con-eiuciicia o todo.
Mas, |Bi sentido literal do 7. do art. 10,
a As*;i';' Geial Legislativa n.*5 pode
crear en Joizese maii Agentes de primei-
r.i iustaiuia, poique sao empregos Muni-
cipaes e Provinri es ; e se ella, contra o
mesiii-o ,-erilnio hl< r), 1*9 crear, as Assem-
blas LegjiUiivas Provinciaes os'podtni
leg .Inii n'e .stipprimic, ou allerir bUaStat-
tiilmices : e Jaiia e>t t su pi-.>" 011 0!-
teracuO d" attt ibuiees, auijiquiliadoi li-
cariad os Co-ig s do Procedo, que sem
ageres nao puder ler execuejap. Logo
lie exacto que a Ass^mbica Ceral I.egisla.i-
vilicaiia impi'ssib la.'a do 11-I.0 mar os
CodgOS do l'toceso, e que a crgaiwsaca
judicial ia se atiriqu l'ari,
A mesma LegisacaS evi! e Crimii ul .c
le-ssentiria de ta absurdo desacoido, p*.i
sem org ini-ac.i judiciaria oa p(Sde
ma.char 1 Eassini viriamos a ler niima
legislaran estacional ia, mi antes VCldjdeit
1.nifti' .ina.M-'.icj, at que es clam res de
/
MUTILADO
i.


M
D1ARIQ DE PER NA M B C p*


dolora experiencia por huma refirma a-
deqtiada as circunstancias do pas, esti
que eunieohumi outra cousa, se fac mis-
ten.
as scienciss positivas, igualmente que
as exactas, lia preactpios immucaveisque
n podeiu ser vulnerado* em gravea in-
convenientes. Uesta natureza lie em sci-
encia de Ieg4ace6 o .principio, de que a
atlribuioa de oreare sqppriitair eanpregos
do Poder Judicial deve resiJir essencial
e exclusivamente no mesmu poder que ti-
ver a altribuica de-formar os Cdigos :
separadas n. podem estar. Portante-* ou
e conservera ambas na As-emb a Geral
Legislativa, como exige a uhidade de le-
ghlaca que rouvem niaater 5 ou passem
jnnlas pia ae Asaemblas Legislativas Pro-
trciae*, divididas mutuatneote se des-
troem.
Taes sao, Augustos e Dfgnissimos Se
}\ nhores, os justificados motivos porque a
A-sembla Legislativa da Pr ov ncia do Rio
de Janeiro duvida seriamente que seja ver-
dadtira a intelligencia que offcrece o sen-
tido literal do art. lo 7."
Outra intelligencia poder occorrer,
que, salvando lodos -os inconvenientes,
1 provena setiafartoriamente as verdadeiras e
uniesenecesidades das localidades provin-
< iae, e ven, a ser: que a di-posica do
rtlerdoartigO'iu-^.0 aulnrisa as A6sem-
b'as Legislativas Pfovimiaes oar legis-
lar nicamente : i.#sbre a eceaca eeup-
pressa do numero des eenpregos muoici-
paea e .provinciaes, creados" por leis gera-
es, e obre a aceumulacM do* neunot
prego* em hum servenluario, quando
Msien o exija os interesal s das localidades;
em que todava em nenbum caso possa
alterar as altribuiroes conf ridas pelas
mesmas leis geraes. F. ta int. lligeneia al
iiia de acord com a dispofiica do i.*
do mesmo artigo 10, que confere as As-
semhlas Legislativas Provmciaee o poder
de legislar sobre a divisa judiciaria. 1*
Sobre cieaQn e uppressa de empregus
iiMiuieipaes e:proviuciaes, que, n* sen-
do creados por leilgeraes, as me-raas As-
ae-ab'as iulgarem convenante crear, rela-
tivamente aos objectos sobre que podem
legislar .'rnente.
Alas esta nlelligenria aparla-se muito
de letra doartigo 10 7.*, e oppe-se a que
napratica Ihetem dado ja algumas Assem-
hlas : por isso esta Asamblea lem razad
para duvidarqne seja gesmina.
Ca ves e muito serios sao tarrtbem os
encona eren tes que resulu da niarieica
1.0" que I em sitio entendido na pralica o
aitigo n>' 11, relativamente aos Juizes de
Direito.
Quem, po suido de principios de ordem,
com animo desprevenido, re quizer gui-
ar pelas regras immutaveis de hermeneu-
t ca jurdica, ha de fcilmente entender :
1. que os Presidentes das Provincias s
podem nomear as Juires de Direiie .prov-
01 ament: istu h-, em quanto o Impe-
rador, e n-< menoridade o 6-gente, nao
nomear. Esta intelligencia acha-se lite-
ralmente sancrionada na lei do Regula-
ment dos Pre-identes de 3 de Outrbro
de 18 i i, art. 5/ n:* 6 (posterior ao acto
addicional), queassim seexpressa : W.
I'rover osempiegos que a lei Ihe incumb ,
provisoriamente aquellea cuja u>meaca
pertenca ao Imperador. Mas a nomea-
ca dos Juizes de Direito pertence ao Im-
perador pelo ait. ,1-0-. n. 3 da Constitui-
ca, heexeicido, du-a- te a nunesjjdade,
pelo Regente, na conformidad; da lei de
l4 de Junbo de i83i art. 18.
Logo o* Presidentes n Provincias s
podem nomear piovi-oriament- 2.* Qe
t os podem suspenda, duraute a minp-
ndadedoImperador, nos termos da cita
da leide i4de Junbo de i8?i art. i7. 3.*
Em neobuiii caso Ibes he licito demitti-lo,
porque neobuma le Ibes confeiio esta fa-
culdade ; ntm l--i alguma a pode cunee
der, porque os Juites de Direito sa5 vita-
licios, e s podem perder seos lugaies por
beulenca ; parapiolerir a qml o Presi-
dentes to incompetentes, ni ronformida-
de dos ni*. 153 e 155 da Cunstituc,
quemtaem todo o seu vigor, purqueuad
fjrx declarados refurmaV's.
Tqdaria mi'sampia tem sido a intelli-
genria que os Presidentes da Piovincias
meado, ealganstem havidoqueat sea-
treiera a demittir Juiei de Direito sem
pruces-o e sem sentenc \|as que adai-
ra se Ministros da Justica houveraG j
que nao duvidraS de reconbecer expres,-
sament, que a altribuica de nomear os
Juizes de Diieito reside no Pre-identes
das Provincias !
Mas como consentir nesta intelligencia,
em ser cumplice na violaca manifeata
que com ella se fax dos citados aits. IO2,
n. 3.' 153 e 155 da Constituig, que,
sendo couslitucionse.", nao fora deca
rados reformareis pela leide il de Outu-
brode 13>., e do art. I7O 12, que
mantem a independencia de Poder judici-
al, que ficaiia destruida se o Poder Exe-
oulivo, representado petos Presidentes,
pudesse inutilizar seusmembroa, julgando-
os ellesme.smos e demittindo-os-P
Epodera tambem os Presidentes de-
mittir os Jurados, oa Juizes de Paz, os
Parochos Collocado?, que o Concilio de
Tien'o faz vitalicios, e os 'Escrvira de
serventa vitaliria? Sem duvida, se aquel-
l< intelligenria he verdadeira, pois que
todos sao empregados muuicipaes ou pro-
vinciae.
Logo a intelligencia que se lena dado ao
aitfcgo i0 il be errnea e oflensiva al
da sua redacca, que he as-az clsra -para
deixarde ser entendida no sentido falso
que se Ihe tem querida dar. Diz o arti-
go 10 11 : Sobre os-easos e a forma por
que poder os Presidentes das Pro
vinrias nomear, suspender, e nda
o mesmo demittir os empregados provin-
rae*. A exprejs< sobre os casos-ma-
nifestamente indica, que o artigo reco-
nheceque ha casos em que nso podem
nomear, suspender, nem dim tti'. E
se ha casos exceptuados, fcil he de com-
prehender que sao-todos aquelli s em que
a nomeaca, a suspensa e demissa nao
compete aos Presidentes por lei. Esta in-
teligencia acba-se samelonada na leide?
de Oi.tubro de i84 artigo 5* n. <>. :
Prover os empregn que lei |he in-
cumbe n devendo observar-se, que esta
lei he posterior a lei das r<40'mas.
Assim parece que o artigo lo 11 evita
ra a m intell'genria que foi cadamente
se Ihe tem dado, se fos>e acom*anb.ido da
seguinle clausula que por lei mes inoum-
be nomear, suspender, e aim'a muran
demittir, clausula que inquestiona-vel-
mente se cqxitm na doutrina do mesmo
artigo; se r, entendido sem preven-
cao-
Todava, a Asamblea Legislativa da
Provincia do Rio deJantiro, vendo por
lurma parte estabelcido na pralica a in-
teHigcncia extensiva que lh tem dado, e
e pela outra a Consiftuica que se op^e,
h-m ctrta como el de que a Assembla
Geral Legislativa, vigilante guarda da
Constituicapelo art. i73da.me.Mni, nao
pJe consentir em qualipier intelligencia
<|uepor a'guma lrma s artigos constilocionaes que nao fora de
clarados reforma veis, atiaicoaria Ma con
ciencia, e sen* mis sagrarios deveres, se
deixasse desollicitar da mesma A-semba
Geral Legislativa a iaUrprttac'h do refe-
rido srt. lo I 1.
O art. 11 7* offerece os mesmos, *v
n>5 mais graves inconvenientes. Autorisa
steas Assemblas Legislativas Provinciaes
para derrelar a su-pensa, anda mesmo a
demissa dos magistrados.
r-ta de-posic^, no seu sentido literal,
annulla rnanifestamente o art. 99 n. 7 H
Cons'iiuica, que conf re i|i luMvamente
ao Impt r.'dur o direito de suspender -os
magistrados; ofli-nde ab-i lain>. ule o art.
i3 que osdei|rou vitalicios, e o art.
1 f.r> que ISesoutorg.il a gaianlia de t por
senlt-uc-a perder em o seu h'gar : de^lroe
finalmente a independencia do Poder
Jufi.l. mantida peloait. 179 12: pois
que, iio r e d aos Podeies Legis'atvos
co de suas attribuicaes, poderia affirmar*
se com verdade que era mantida a indepen
dencia do Poder Legislativo? Pois o caso
he ideutiep.
Assim nao pode padecer duvida que o
sentido literal do art. j 1 7 deslre a in-
dependencia do Poder Juuicial, e fax cair
por trra a divisa e harmona dos Pde-
les Publil icos, esse principio vital sem o
qual naS ha Governo Representativo, con-
servador dos direitos de cidadas, que o
art. 9.* da Constituica consagrou como
,0 mais seguro meio de far.er tffectivas as
garantas dos meamos diielos ; queesta
sempreem perigo, quando diiferentes Po-
deres Polticos se re.unem em hums indi-
viduo, ou elle seja physico, ou moral, e
peior anda no ultimo caso.
A Assembla Legislativa de Provincia
do Rio de Janeiro, levando esta sua respei-
tosa representarlo ao ccmhccimento da
Assembk'a Geral Legislativa, ouss esperar
que esta se dignar de a tomar em de vida
cousideraca, dando aos citados artigos da
carta de lei constitucional de i2 de Agosto
de i834, a inlerpretacade que necessita.
Paco da Assembla Legislativa Provin-
cial, % de Abril de i836.Joze Clemente
jgereira. Paulino Jo-c: Soares de Souza.
Jos Ignacjn Vaz Viera. Jos Antonio
de Stquera Si) va.
{Do Jornal do Comercoi.)
DIVERSAS REPART1C0ENS.
TtfESODRaRIA IA. PBOVIUClA.
O Inspector da Thesouraiia da Faxen*
da parlocipa aoSnr. Theeourero do Sello
dos Papis dVsta Cidade, para a sua inte-
ligencia, que do 1.* de Julho prximo fu-
turo em diante deve na forma do 4.*, ar-
tigo 9.* da Caita de Lei de 3' deOutubro
de (835 arrecadar-se a Taxa do Sello na
rasio dupla; tirando d'ell* izeutos lodosos
papis expedidos pelaa Estacoens Fiscaes;
excepto nprem no caso de serm ajuisados.
Thezoeraria daFaseada de Paraambu-
00 a de Maio de i836.
J--o Concalvesda Silva.
Provinciaes at tribu cao de paraly ar o
Poder Judicial no exei cirio de suas atti i
boicaes, suspeudeudo e demiltrndo seus
memln-s, mas al sao constituidos em
Juizes para eserrerem attribuigaes priva-
tivas do Poder Judicial, e para exercer so-
bre oa agentes do propriu Poder Judicial.
Se o Poder Judicial podesse suspender
oo demiltir p do Poder Legislativo por cpin.es ou deli-
s" tem *egd oa pratici: lodos \&a no- f bera^es-tni lilas, uutomadas no {ixercr-
EDlTAt-
Peranteo Illm. Snr. Inspector da The-
zourar-ia de Fazenda se ha de arrendar an
nualiiiente, a quem mais der, nos das 11,
18, e 15 de Julno futuro, o*.*, e 4 so-
brado-, da estiiicta Intendencia da Mari-
nha, avahados por i40^ es cada Irum, e
a frente do 5.* sobrado por 80j$ res. As
pessoas, a quem rnuvier os ar rendanrentos
leliridos, can 1 pareci naS^Ha das S'sses
da mesma Thesourai ia, nos das cima in-
dicados, com seus respectivos fiador s.
Secretaria da The-ouraiia de Pernam-
buco 14 de Junho de 1836.
Joaqnim Francisco Bastos,
OQicial Maior.
BXA DAS DIVERSAS RENDAS.
A paula he a mama do N." 120.
COR REIO.
O Palaxo Per nambucano de que Capi-
llo Jooqmm Joze Prmenta sor pora o Rio
de Jaii-iro no da a8 do correte.
A Barca Prtugueza Activa de que
Capitio 5abino Antonio do Gaboe Aimei-
d.', sai para Lisboa a 30 do crrente.
taca no da 14 de Julho prximo viadou-
ro na mesma cata.
Inspecca das Obras Publicas 14 de Ju-
cho de 1836.
Monea Ancora.
A Admiuislraco Fiscal das Obras Pu-
blicas precisa comprar o segunte t 10 p-
us de sicupira de a 1 palmos de cumprido,.
e iS potegada* de largo, 4 ditos de dilode
10 palmos e 10 polegadae c m q ir adro, 8 di-
tos de 5 palmos e 25 po legadas de largo, %
ditos de dito de6 palmos de cumprido, e
14 polegadas de groco, 1 dito de arco de
40 palmos el2 polegadas em quadro, 8
travs de 40 palmose7 polegadas em qus-
\ dro, 6 ditas de 32 palmos -de cumprido'e
10 polegadas em quadro, 4 edrvas de sica-
pira, 6 corrimoens de dUv, a8 cavilhaa
de '/ie g'oco, 12 ditas de 1 polegadas:
quem quiserem (vender tat-s gneros po-
der comparecer na casa da sobrdala Ad-
ministraci no dia 18 do cor.rente mesadas
9 horas as a da tarde.
No dia 18 do cor rente Cera lugar a se-
gunda praca para a arremataba o da obra da
ponte da Magdalena, e a prirueira da dos
ai trros dos Carvalhos. O licitantes sao
convidados a comparecer cotnpeleule-
mtntc habilitados de Fiadores idneos na
casa da InSpeccio das Obras Publicas em o
dito di, do meio dia as dm horas da Ur-
de.
Inspecco das Obras Publicas 16 de Ju-
nho de i836.
Moraes Ancora.
Discripcf o para a obra da ora Ponte da
Magdalena.
A Ponte ter 470 palmos de extenrio,
cam 30 de largura, ei;*/. de altura sobre
a linha de hai'xa-mar.
A Ponte sei fornecida com 18 ca vllele
de 3 Etteios cada hura, enterrados de 16
18 palms: tei por tanto 19 vaos, que
seio 18 de 25 palmos, e 1 de 20, que ser
o primeiro vio junto ao Caes da paite da
Magdalena ; por ser a par te do Rio mems-
navegavel: ter qoatro ordena de Linlras,
que* serio postas equidistantes humas das
outrss; tendo as ca becas dos extremos for-
radas de taboas de luiro, para seren era va-
das dois palmos dentro dos Caes.
As Estivas serio intermediadas com for-
ras de V4 de'grosso, e recortadas nos topo
para escoamento das aguas da chova, su
tem.issio do ar necessario para a conserva
ci das madeiras, e commodidade dos v-
andailtr*.
As Pilastras serio postas com o intervalo
de diz palmos de huma outra, para sus-
tentar os Coi remis, e as varandas, que
serio cravadaa nos extremos da Ponte as
Pilastras de alvenaria, que exiatem sobre
os Cae*. I
A Ponte dever ser feiu em forma abari-
lada no sentido longitudinal, tendo a mar-
or altura no meio, e declinando insensivil-
mente para humeoutrp lado, atb termi-
nar na altura dos Cae*.
A Ponte dever ser construida segundo
as dimensoes, e qualdades das madeiras
exigidas uo seguinle Orcamento.
IrJstrurees para o Ar remtante.
Prime ira. Todas as madeiras serio da*
qualdades declaradas neste Ornamento-
Segunda. As madeiras serio desempea-
das, e lavradas a enxem esquadiia de qui-
na viva, livies de fendas, furos, piolhos
brico, e brosio, e das dimensoes mencio-
nadas no Orcamento.
Tercera. O Arrematante formar hum
estalerocoberto para resguardar d > lempo
as madeiras, a fim de nio racharem, ou
emperraren], e de nio serero precisos mais
pregos, ou cavilbas para as levar ao seu lu-
gar do que os oreados. Ter tamben a sua
cusa a guarda necesitara para evitar qual-
quer incendio, ou 1 oubo de madeiras, du-
raute a factura da obra,
Coniicta da Arremataco.
O BRAS PUBMO&&.
Pela InspeccaS das Obras Publicas se
poem em arremataca das obras das duas
ponles dos Carvalhos para serem adjudi-
cadas a quem por menos as fuer debajo
d tada dita Inspecca lodos os d'sa as ho-
rj doexp-diente. Ter lugar a mema- [ Ihe for determinado no que rtapeits Unto
Primeira. A ponte ser feita debaixo da
inspeegio, e direccio de ura OMcial En-
geuht ico na conforroidade do Orcamento,
elnstiuccfsaqui exaradas, sendo o Ar-
rematonte obsjjgado a faier oque por elle


DIARIO DfiPBRMAMBUCO.
>
a facan da Ponte, como s qualidades
das madeiras.
- Segunda. A importancia do arremata-
dlo aera entregue no Arrematante em tres
presfa^Ses ; a pi ireira athe quinta das
depois do acto da arreofttacio, a segunda
Jogo queaobraestiverem meio, a terceira
depois deconcluida a Factura da Ponte.
Terceira. O Arrematante desmanchar
a gna cusa a Ponte vellia, e em ret i bu icio
ter toda a madeira, a excepefo de hum
terco dos esteios, osquaessero repartidos
ni proporcio pelo que respeita ao seu es-
tado de conser vacie. He porm absoluta-
anale prohibido ao Arrematante o ero pre-
gar na ora Punte algqma d'aquella ma-
deira.
Quart*. O Arrrematante nao exigir
cerusa alguma para a obra da Ponte a km
do que tica oreado,
Quinta, Q Arrematante coteluiri a pon-
te em dote mezes contados desde o dia em
que se feichar o acto da arreraataclo, sob
pena de perder hum cont de eeis a bene-
ficio do Cofre das Obras Publicas; edeser
acabada a obra por admiaiatracf o a custa
do roesmo Arrematante.
Sexta. O Arrematante prestar fianca
idnea pela quanlia dedoge con tos oitocen-
los qaarenta e dois mil cento e sessenta re-
s.
Stima. Depois de ultimada a arremata* j
co nio ter direito o Arrematante de eti**
gir indemnzacio alguma sobre qualquer
iretexto; eser responsavel pela invaria-
telidade da ponte athe tres metes depois
da sna construefo.
Oitara. A Inspeccfo Geni das Obras
Publicas emprentar ao Arrematante hum
Macaco, e IVlaquinas precizas, que as en-
tregar perleros depois de coocluida a o-
bra.
Orcamento para a nova Ponte da Magdalena.
45 Esteios de Gmbiriba preta com 40 palmos de comprimen-
to, 12 polegadas de largura, e 12 ditas degrossura. a
9 Ditos de dita de 35 palmos de comprimento, 12 pol. de
largura, e 12 de grossura...................... a
18 Madres deBarab de30 palmos decompiida, 14 pol. de
largara, e 14 ditas de grossura................. a
3a Lraha de Maasaranduba de 50 palmos de comp. 12 pol.
larg., e 12 ditas |de gi ossnra................... a
4 Ditas de dita de 5a palmos de comp., 12 pol. delarg., e
12 ditas de grossura........................... a
4 Ditas de dita de 22 palmos de comp. 12 pol. delarg., e
12 ditas ae grossura........................... a
423 Estivas de Sspucaia de pilao de 30 palmos de comp. 8
po'. de larg. e 8 ditas de grossura.............a
47 Ditas de dita de 36 palm. de comp., 8 pol. delarg., e8
ditas de grossura................,...........,. a
-22 Varas de dita de4j palmos de comp., 8 pol. de larg. e8
ditas de grossura............................. a
18 Olivis de dita de 30 palmos de comp., 8 pol. de larg.
8 ditas de grosrura........................... a
94 Pilastras de Sicupii a verdadeira de 8 palmos de comp. 7
pol. delarg. e 7 ditas degrossura.............. a
98 Co* 1 ernios de Massaranduba de 25 palmus de oomp. 4
pol. de larg. e 4 ditas de grossura......'........ a
76 Tratessas de dita de 12 palmos de comp. ,4 po'. de larg.
e 4 ditas de grossura. .... .'...................a
9 Mos de loica dedita de5 palmos de comp. 4 pol. de
larg. i e 4 ditas de gt ossura.................... a
25 Tabo*s para forras deamarello de 30 pIrnos de comp. ,
13 pol. de larg., e 7; de ditas de grossura........a
3 Ditas paia as Linhas de loiro de 30palmos decorop. 12
pol. de larg. e 1 dita de grossura.................' a
6 Estivas de Sapucaiade pillo para o Macaco, de 30 palm.
de comp. 12 pol. de Isrg., e 12 ditas degrossura. a
18 Tabeas de costadinbq para o dito de Amaiello de 30 pal-
mos de cumpriiu., e 2 pol: de gruasura.......... a
Importancia dasmadeirsa
Lavragem das madeiras-.
18 Madres............................
40 l.inhas. ...........................
47O Estivas................... '......
22 Va tas........................i.......
18 Olivis.....................
94 Pilastras.... .,...............
38 Corriroos.................
76 Ti avessas...................
94 Mos de forca................
i44 Catilbas....................
Importancia da lavragem
Miod'Obr*.
1 Mestre deCarpinteiropara dirigir os trabalbos, com 200
dia de trh*lho, e 2OO jornaes................. a
4 Oniciaes ded>to para assentar as Madreo, com 18 dias,
?2 jornaes.................................
2 Di'o* para assentar as Linha, com 50 da, 60 j. rnaes a
4 Ditos para asentar as Estivas, coro .12, dias, 128 jornaes a
3 Ditos para assentar as Varas, com 22 das, 66 joraaes a
o. Dilos paraa sentar os Oliveies, com 18 dias, 36 jornaes a
4 Ditos para assentar as relastri*, com 24 dias, 96 jornaes a
a Oitos para os t'orrimios e Varadas, com 31 dias, 6i jor-
nae............................ '...... '
1 Dito para aspatas dos Esletos, com 7 dis, 27 jor-
naes ..............................'........ 8
1 Dito para as mioa de forca, com 19 dias, i9 jornaes... a
1 Dito para faceras forras, com 25 dias, ib jornaes.... a
8 Serventes para enterrar os Esteios, com 54 diss, 43a jor-
naes................................."'."'
|0 Ditos para todos os Irabalhos, com 250 das, 2600, jor-
"w..............;.................;..... '
40000 1:80*000
40900 360000
5oooo 540000
25000 800000
25000 100000
20000 80000
6000 2:558000
6ooo 282000
12000 264000
6000 i08000
2000 188000
2000 76000
135000. 7 6^000
500* 47^J5000
4000 100>000
3000 9000
6000 36000
8000 i44ooo
7:548000
a 2000 3600ft
a 3ooo 120000
a 640 3ooooo
a 1600 35200
a 640 11520
a 400 3760O
a 480 18240
a 20 18240
16O i5OiO
a 720 8640
601280
2000 400000
Transporte.
i80
480
1000
ifioo
l6oo
1600
1600
1280
1600
Il5a00
96000
20i800
i()-600
4608O
i53600
l28o 7936o
1600
1280
1000
48o
480
45200
24320
4ooqh
207360
1:200000
2:7t5'i20
4 Officiaes de Carpinteiro para construir o Macaco, com 18
dias, 72 jornaes.............................a
4 Serventes para andar com o dito, com 18 dias, 7i jor-
naes .',...................................... a
t Feitor para fetoi iaar os trabalbos, com a50 dias, 250 jor-
naes........;............................,. a
Importancia da mo d'obra
Ferragem.
54 Sa patas de ferro de 3'/, polegadas degrossura, */ de lar-
gura para os Esteios......................... a
4 Argolas de3 pol. delarg. e3 degrossura para acabeca
dos Esteios................................... a
554 Pernetesde 11 pol. de comprimento, i^ degrtasura para
as Estivas................................... a
44 Ditos de 18 pol. de comp. para as Vasas.... v......a
6 Arrobas de pregos de costado para as estivas.........a
4000 Pregos de forro de sala para as forras.............. a
108 Perneles de 4 pol. de comp., e V4 de grossura para as sa-
pa tas dos Esteios............................. a
400 Pregos de forro pequeos para as mos, e para o Macaco a
200 Ditos de forro grandes, para os mesmos em pregos.... a
Importancia da ferragem
Somma total da Ponte
Premio de 2*/<, obre o Orcamento a favor do Arrematante
pela sus administradlo........................... 236843
Premiode 24 Vo*uhit os Vi do Orcamento a favor do Ar-
' rematante...................................... 1:89474
8;7j5520
9216G
3456o
25000O
3:09224o
*
7 000 578ooo
i0000 4oooo
. 320 5oo 5200 2000 113000 2200O i9200 8000-
12O 1 000 1 600 12960 4 000 3200>
600640>
n:82i6o,
Total do premio a favor do Arrematante.
Total do Orcamento e premios........
Valor de cada Prestadlo..............
2:131 &589>
13:97374
4:57916
I
Inspecclo Geral das Obras Publicas 21 deMaiode i836.
(Aasignado) Antonio Carneiro Leie, 1." Tenente do Imperial Corpo de Engenbeiros.'
CORRESPONDENCIAS.
Sis. Redactores.
E-te vescaso o dibo o tentasse ( oqve
milito emuito duvido) para se spresentar
dirigiodo umasediclo, nfo sabe, que a-
qoelles mesmos, que dera cabo dos Ti-
moteo, Mei>quit^s, Cangarras, e Coletea,
Pude adquirir a carta, que abaixo vai Ihe fariio ( anda rom mais facilidade ) a
transc ipta, que claramente provn a crim- rnesmafesta? Sim, Snr., fariio. Per
'nalidade de seu author o Snr. Joaquim tanto niocreia Sor. Esleves, que Vmc.
JoZe Esteves, que erradamente ameassi com seus arrotos amedronta ainda mesmo
com armas a Assemblea Legislativa desta a enancas. Eis a carta. Illm. Snr. Ca-
Proviacia, caso delibere, que Bonito dj pitamor Domingos Lourenco TorresGa-
xe de ser Coramarca, e a mesma ameaca fas lindo. Bonito 23 de Muio de i836.
ao Governo, V se na mesma carta dizer Hontem (ve a satisfscio de receber as su-
o Snr. Colector, o Snr. Promotor interi* as ca tas de i- e i5 do con ente, eem res-
no, isto be o Snr. E-leves, que o povo do posta enmpre-me dizer que o mapa, ea
Bonito est em armas, e bem prvido de* particpaca5 que V. S. trata ja forad re-
un nices do guerra, armamento etc.,qne mettidos a diar, eoExm. Snr. Presidente
a mellior gente daquelle luKr (ergoelle no dia 17 recebeo o mapa ; oassignadonaS
que tambem quer ser boro) fas cauza coro- foi maior por que a pieca nfo permittia
mum com o povo. Em Bonito acbfo-se esperar por pes-oas de fora, enemque he
tres Doutores, dous empregados na ad< mandaste s Povoacbes, porem nalle arsi-
ministracio da Ju-tica, e um na Polica, non todas as Authoridade, Empregadoa
homens probos, e Letrados, e por cense- Pblicos, e pe.-soas de U Villa e circum-
qnencia amadores das Leis. O povo do vis Bonito, seudo dirigido por Magistrados, tou certo ser contra nos porque por ca-
taesquaes acabo de apontar, ja maispo- prixo, ena5 por jostica; porem meo A-
der mover-se com ilegalidade : os homens migo oque sinto o resultado por que
bous dali olhio com desprezo para rebel- pelo que vejo parece-rae ser trislissimo,
dias. O Snr. Esteves depois deap>esen- pon que a melbor gente tem concitado o
tar o seu exenito imaginario em campo, Pov^ para ppgarem em armas logo quo
e depois de umita moi tandade, sede apareca o endiablado Projecto sanciona-
grande Forca ; econclue sqaca ta asseve- do, e nomo se tem mostrado que tal Plo-
rando ao Capit.i5mor Domingos Louien^o jecto < 'filho do cap ixo, e nao de justica,
que nada tinhaestea temer do Batalhioda ,0 Povo, e a melbor gente' est dispo.-ta a
G.'N., pois bastava a graude importancia Iwteie cm qua'quer forca que possa pa-
d'elle Esteves para acabar com qoalqoer ra esta Villa encaminhar-se, para oque j'
desvario. Ora teuho dtmonstrado, que ha muita plvora, x y robo, cartuxame, ar-
as Authoridedes, homens bous, e Povo do mmenlo, e agora mandatfo para essa Ci-
Bonito na > sao sedicciosos; o ao mesmo dade comprar hujna grande porcaS de
lempo confesso, que ali um sedicioso, clavinotes: as PJvbices, algumas delUs
anarchista, e rebelde, este o Sur. como b. m Grvala etc. a melbor gente
Esleves, que nsita o Povo a rebelda para est ao mesmo fim piontos, e se elles po*
suilentsr com armas a C<>mmarca do Bo- zerero em execuco o plano que tem, de
nito, poique ali tem negocio, predios, e certo que s aqui entrarlo com umafor-
gados, que Ihe de a Providencia por meio ca extraordinaria, e depois de muda mor-
desnas es pertezas colectoriaes. Perdoe- tandade; em hjrn meu Amigo o que sim
me o Snr. Prefeito interino daquella Co-
marca dizer-lhe eu, que a rouito de>eria
ler mandado processar o faccioso Eleves,
e ter-lhe dado o destino, que marca a Le;
masa cada momento espero ouvir dizer,
que assim feito, ao contrario porem me- a Le, 00 suslaodo a execucaS dtlla albo
recer nosurs. Agor eteute-roe o Snr. qne Moramente o povo em maior n.! re-
ver-me neste lugar, despresado da As-
semblea etc. estando eu romo e.-lou com,
predios, negoeio foite, e gados etc. D^i
tim agora t o nsso Exo. Presidente
nos poderis salvar ou nio sanecionaodo
MUTILADO



\s
R
DIARIO m P > ti N A AI I? U C C.
corra a Asserohle. A petico q* sWW
i Assemblea c.e^o queja tei sa hito po
Diario. A respeito do ultimo pargrafo
'desna cart.t digo-lhe que nem o Coromi-
danta do Coi po lez falla nos Soldados pa-
a se negar a poce doqualqoer authoridn- ;
de, o nem a este respeito ouve a nve'oor
coma' seu rcspeilo, pois que bastava eu
aqui estar para nao consumir que elles
4fi*>*spmasneiras, huma "vpr que ^gerrte
desta Vil! todos me ouvera, e respeilao.
Finalmente V. S. pegue*-se om. alguns
Depi:tadfe*> como heui- o l)r. redro Ca-
valcr.tilrmo donosso Exm. presidente,
e-oulros-que mstr-areni ser de prubidaoe,
na, de que llie passou o competente titulo,
e pagouu nuia na, lie de catalura ordina-
ria, groso do'corpo, pe/: grandes, peinas
gros-a-, e mal -fert, reVe bexigas depois
de fgido, tfe'qiierbe resultou fe^atara
marcado, f.dla-lhe nm dente na frente da
pute de sima, e com o t'tdW reqrrerCu a
Authoiidade Judiciana, e olrffTe ordem
para o pegar, como de farto im cumpri-
menlo do uiaudano Judicial os Officiaes de
Juslica acompanliados dedo; Soldados o
ptwideiSo uesta CiJade nodia 14 do cr-
ranle, e ebegando no largo do C.nmo, o
pelo como lirada se qlre iePa'forro, a po-
pulaos; fizeio tal anu Jo,' qe ruin ie-
.t.m.l ... ______i I
d r,mlneitne'"dVs Santos S;
do Cordoniz.
jrea n
) ...
-----
...... .
NAVIOS A CARGA.
i ra


i| -31 a:

a fin de que se ns5 faqa huma t-iestra-' dadas, epmpndis, leu trithrVo tu esr'ra-
j- n a ,......i.,.. ......i:.....i.. '_*!-.____i. :.
rdiuaiia injstica. A Beos meu Amigo.
Deis IllC queira d.ir saude, e filicida es
ea sua smadaHamiHa#em grata de Dos,
e dspoto ba do se Amig certo, a^obn-
gado Joaquim Jote l'.steves. Que b lio
<~orpo de delicio, Sm">. Redacton-s, Fita*
t o Sur. Esteres impune? Tal cotua
nao presumo. Queira os Snrs-. Redarlo
res dar publicidade agosta Cails, no que
inuilo brigara ao
Sen Assignante, e Constante Leitor.
-juvenco Bizerra Cava'canti d'Albuquert
Snrs. Iiedactres.
A prttencoes de certo sujeito, rLegado
porteo de Portugal, me obriga impor-
tnalo, e ao respeitavei publico com eala
pequea correspondencia. E ocaso. Exer-
<-eudo nesla Provincia Joze Lope-, o lugar
depratico, foi despedido em r83o, ou 3t,
pelo Sur. lo gsiro, ^na tendo outra couza a fazer
aqui, parti para o seo p3z. Julgando
perem agora, a quadra. favorave* apre-
fcerita-se de noy, e deseja ser admittido no
numero dos pralicos para o que dirjfejo
vo .puder e.udir-> Jt-> ansignado de idi io Tuoo cumportainciito do abaixo assignado
r.eslaCidade be bem notorio, paVa que a-
qi.ellea, pie nlo tlverem bAilIfecimeto do
abaixo asignado, nao falo la! Jnizo ; e poV
isso faz opre-cnle annnni io para icarem
jiersuadidos do routibrio, pls o abaixo as-
sitiabo'fnando'J pcg'i- por sci s:u cscr^-
vr, e recom* ccrem que o peguero, eolevem ao abaixo
ossignado, que mera no alieno'dos Alo-
gados, que lecooipencar generosamente-
Hyno de Ca valbo Couto.
tQ^ O Srir. Jofo* Ant.mio Soares de
Abran queira anuuriciar por-te Diario o
lugar de sua morada porque tendo-se
procurado ( como j annunciou ) na ra
da Cadeia vdba n. 5 nSo se achu.
|t^" Exi-tem duas cartas viudas de Lis-
boa no l,e-o da Lingoeta v. 21, para D.
Saliir
.
Para I.i boa,
ale! lins do rorrete Jim lio, a

engoma lizo, cozinb muito bem
ees de va,i,s quajidade,, e Taz i^. B"
becoda Pole D. 1. no
rh?" UmE12V ,r^lbadorde en-
da Aurora.
fiVc^Po)lu^uza Activa, Cpilio Sabino
TJtoniu do Cabo Almeida. Uffeba carga
a flele, e tem as uu-lboresaccoimnodates
p.ua passageiros : quem quise canegar,
ou ir de pssageiii, .nlendasn lOiii o Cn-
p.tu, oucoro
Antonio Jo/.-.' d'Amonm.
-_____miL
ALUGI

COMPRAS.

Limoeiros para cerca; atiaz da aialriz
da Boa-vi.-,ta sobrado n. 17, segundo andar.
K? Urna coriente de S. Benlo do lem-
po antgf* de uuro, e paga-st- por bom pre-
c na lindo Rosario estrella sobrtdo D.
a, segundo armar.
5r2T* ois sdiiH, u-ado9, e que sirvo
p.ira iii.i m viagem, b"in coni um pali-
leiro deprata: nesta Typogral'u se dii
quem osquer.
Alluga-.s um sobrado d ow andar, m
bero da gamboa d0 Carino com bona o,.
n.odos, pi preco rommodoi: a follar c,
>ze da 1-Weca e Sdw Jmiio.v uo,e,roo
sobrado.

---------------.

, FURTO.

VENDAS.
Mara Margarida IWartins, e Antonio da Sil-
va Fcncia ; queii-So procura-las, ou an-
nunciar suas moradas para se Ins manda
icm entregar, e na falta sao remetidas ou-
tra fez para Lisboa, a pessoa que as man-
dn.
WP Quem ouh'ora mnncion t?r em
seo puder cartas, para o Cadete Manuel Ja-
liurn requerimnto ao Exftr. Snr. Piesi- nu,l'' Bizerra Cavalcante, para Antonio
denle, que segundo nos consta, est as rrreira B zerraCavalcaote, i>ara Antonio
in6s do Shr. Inspector, pai a dar a rom- Bi/ei- Catneiro, o par.. J .ze Csndido
i>etene informacaS. A probldade deste M*rtins, rogare owbzeqnio de .inruinriar
Snf., e a sua" icconhecida finne/.a de ca-
rcter, nos da bem fundadas esperances
deque faca agora oque j f-z ero nutra oc-
casis; ee a expulsaO de Joze L-rjes foi
devida seo estado 'de exlrangeiro, u5
I deve elle ser admittido agora nem como
xtrangeiro, nem como Brazileiro que
ia; Nati deve por, Lum s momni'o
vacillar o Snr. Inspector sobie ser ou nao
ter o logar de prat^co emprego publico.
Jtmmavez o considerou S. S. tal, e
agora mes to todos os seos actos demons-
iiio quesua opinifo c a meama a e.te les-
perto. Se o Sur. Inspector ronsidera*se o
Jugar de praliro indcslria particular, cer-
1 ament nao se iulgaria -competente, para
arbitrar penas, bem como asuspencio, nem
liopouco olirigaria os donos dos navios a
tomar forcflsamente'este o'equelle pratico,
o que fes p*>r buma escala p ir elle marca-
da.- Esperamos pois que elle d nina in-
fjrmsciotal, qun esmdreca as espern'cs
do esliangeiro Ju?e Lopes, e lirme ral
vezmaisobcm merecido crdito que entre
ni tem grangad.
Corta a publicacSo desla, muito obriga-
ra Snrs. Reductores,

Seu constante Leitor
Ilum dos mesmos.
*
AVIZOS PARTCULA LES.
O abaixo assignado se vffibrigado a fa-
tercrto aoreapeilavel publico, que ten-
t comprado a Manoel Gines do Einirilo
vulto, morador noS^rlao do l'an'ina, ter-
no da Villa deGaranbim9, pela pessoa de
cu Procurador-Loifrenc-o Bizeirn Ca*l-
Jbtede Albuqucrque, um eaaravo en. b
le nome Loureiico, que llie bavia fagid
4 alios, trocara o nome para Joiqiim
'lorariciodeSatlt Auna, ecom este no-
nesentou praca em Tropa de Liaba, de
'''ondedesri-tot, c servio de Cornrta no Ma-
ilhfo deG. N. desla Cidade, donde llie
leiiobaixa, casou-se na Villa de Goi^n
olugai de ua as^.-tencia, para .se saber
pioctirir ditas cartas, que muito importan.
Wk7* O* credorea I da casa tal ida de
Smitb & Lanca>ter quequiserem recebero
ditideodo, podem aparecer com com suas
cuntas, das 10 al as a bocas da tarde.
^W" O Snr. Ivo Joze Soares q'eira a-
part'ei- na roa do Rosarle* na e-quina D.
15, piim iro andar a negocio de seu inte-
ress.
%&- O abaixo signado tcnrlo anmin-
cido no Diario de Pernambuc'o de ai de
mo que desislia doarrendamento do En-
jilli Muii(b>:Novo contratado pr seis
anuos, e por Escritora publica coro oseo
't-uprietario Er. Cnetano de Suita Engra-
cia muiiiz, a quem tSobem parli.-ipcu o
mesmo, nao se realiou es-a desi^ienci. lau-
to porqueo propi-H'lario nSo aceitn, tiem
se lavrou nova E criptura dislralando a
pnmeira, como porqueo annum iai.te nao
abri mi do Engenlio e l na posse e uso do me-ni arrcrxdamento.
Nao se.tendo pois verificado _a pjrtendida
ldesisttmoi4* annunciante decara que rn-
t(*oua n> me-Pio arreudametito por virlti-
,d<- doioiilivct." feilo, (|ue eM eril seu <'.-
{riatsa.ompletai'em os s< ii rftits ilsfa-
z.'iidoassim aquelle pcimeiro .-nnuncio
tal re.peito f.ito, .secando ;nahn qualquer
elnvida que possa a anoer.
Anlcnio ]'-> de Figociedr.
O ab.iixo assignado declara 3iie
te ictira para lora do Imperio, c por m.io
dente auniiricio se despede de lodos os seos
amigos; deixarvln porsetis procurador es o
Snr. F. i. Lullkena, e Jozv L^ziry.
Amonio Joze Pereira do Lago.
>y Precisa se de um horr>em Brazi-
b-iro, ou E-liangeiro para caixt n o oe inri
Eogenho |*er(o desta l'rca, e .serve ainla
masillo qie nao escrava muito bem : ahon-
de.
Quem se offereceo para adminis-
trar Engeiilio, ou lio, no Oiario de Ouin-
lafcira 16 di'ste m< de /ufnd n. o.R,
queira dirigirle ao Foiledb Millos a Filiar
Urna escrava mossa,. para fora da pro-
vincia, ou para o matto; cotinha < diario
d- orna casa, lava muito bem de varrell,
esabio, e engoma lizo; sera vicios, nem
acbaquea'giim ; ea viaia do comprador te
dii a causa da vend: no'atierro da Rja-
vista casa da refnacao e padaria.
ecbegacos ltimamente: ha ra do Cruz
D. 27.
V9 Um moleque ciiolo de 17 para 18
annos, com ofBnio de padeirVt*! ras 5 pon'
las padaria I). 20, do lado direito.
%&* A ob ir completa de Eilan;*eri m
muilobom uso, eoqo.'dernaco Erameza,
e igualmente a obra de IV ntham tratado
lia Lidacao : na casa do Destribuidor do
,1'iarioem Oljnda ra do Bomfim, que elle
(Jii quem as vende.
+IC3P Aneis de ouro encastnades com
briliantes i icos modernos-, c do melbor
gosto : em casa de Carlos Petrel rclojoeiro,
i nado Sol pemijtima casa.
V3P" 3 panellss de falla para az.eita de
carra palo*: na roa das Flo-es D. 8.
fcy* Urna molaliriln que eo.se, engoma,
cosiuha, e inuilcrcuidadosa em todo servi-
co de casa, e de boa figura para muraban-
d : no breo da Florentina na car reir casas de Jo5oZn rique, segunda casi de-
ron te da D. 11.
WT Boas vareas piri-ias de entre ellas
3 mxss d muflo baa rac : na encroz-i-
Ihada de Belem a filfSf corr Anlonio Cltf-
ineri'c Estoves Helitaz.
^l$* -Urna cabra boa criad'ira : no t>o-
biMd.i junt) a ela Tipografa.
t|Q^ Urna negrinlia ; na PJSCd do Cr-
po .v .iite>-i. and.ir por sima do assi>usue
aonde foi esciiloriode J. Ba|it:sta I) itiro..
%"^" Un a ecrava de 28 anuos : na
ra (l-S. I'edro n. i r.
fci3" A po-se de um arniaem de carne
secos, iluto t Ga-pac Jom' Di)>s Pared-s :
naiu. do Hcsuio larga v sn da da p.rtj
larga D. 4.
1t&* Lima pr-ta de 3() anuos rnnilo 10-
biisld sabe lavar e verldci- na i na o que
quisereaipor ser mni'.. ladih* : nn r-ii 1 do
Cnbug loja de ruin lesa o p do Snr. 15.m-
yrS^ braa cadt/ra de ai ruar, r a, e de
minio bjm gosto, ebegada a pouru da f 5 -
la : na ra do Collegio D. 10, primeiro
Uadar.
tfT** Una morada de casa dedots anda
mi hiillior ina destaCidade : quem
je 9 ni*\- nauuncie.
VJP* pm ndojo de caixa de ouro, mo-
oC-I'o aniig-i, poiem muito regulador ; e u-
ma correle taobem de ouro. Ilrlio a 'm-i-
derha, todo por preco cmodo : tiesta Ti-
pogfafii.
^"Sr* Chna neg'-a mo;aa} crila, coze,
Ssbbado 11 deJunho pelas cinco Loras
da larde f-itaro do- sitio na-Iravessa do
Boi um quartu pedrez,icapado, altura do
meto, dinas caLidas para a direita, cauda
corlada eripada, cascos nem muilo pretos.,
nem breos, com signaos do peitoral d
cairoca, zambrddas permas, e a marca L
noquriojdii-eito, aluui le tima QU duas
mais velbas de oulros ferros: quem o -
cbar, ou delle souber pode !eva-lo no si-
tio do Girurgiio ManpeJ Bernardino M teiro, na estrada dvi Joio de Barros, ouem
sua casa na ru da Cadeia no Bair.ro deS.
Antonio, que llie dar 20^)000 iei em
agradecimeiito.
ESCRAV0SFUGIDO8.
Fugio da prdaria da ra Nova do Snr.
Bento (onde ealava alugado) umeic.avo,
de nome enedito, de naco Mocainbique,
de 30 anuos, pouco mais ou menos, alto e
serodocorpo, com am brinco em urna o-
ll\a, padeno: e comose supoem esteja o-
cu.'to em algums padaria ou outia qualquer
casa, desde j o Snr. do dito escravo pro-
testa orar de todos os tneios que a lei con-
cede corilrV a pessoa que o liver acuitado y
a^sim comose recoimneuda aosSins. Capi-
taensdecmpo o mesmo escrayo, quepo-
gando-o o levars a meama paJaria onde
serio generosamente recompensados.
W Antonio, nacao Mocamljime, cor
bem prel, com os dedos wiuios dasmos
alguma cou-a torios ^ fgido a 2do crlen-
te : os apreliendedorts levem no a ra do
Rosario estreita padaria i7, que serio
be.ii lecompen.sadoa.
Taboas das mares cheias no Fono de
Pernambuco.
iSegunda j'". 6h. 6 m
nJ 3 Q:^4 i
- 4-Q:- 8-30 ] Man.
SS:,
fi^-S:--.
-6-54 .
- 7~4a
- 8-30 j>
- 9-i8 ?
- 10 t H
- 1054 II
NO'UCIAS MARTIMAS.
Navios entrados no da iG.
BALTIMOPiE ; 45 di.is 5 B. A,mr. Nio-
be, Cp- AHem Tjoh ; vaiiws grner^s :
Ferreira & \dansfi I.ONDP.ES; 48 dias; B. Ing. Sarab
Mana, Cap. ,Hio Jek : fuendas; Cal-
moni & Cump. Ten. 168.

Saludos no mesmo dia.
KNOVA; Pataxo Sirdo G Hete, M.
Nicols Biomiugi.: vario genero*.
ANGL\; Pataxo Liio, M. Antonio
Carlos Eerreira da Silva : varios gneros
Paaaageiios 4.
PliSt. N* TlP., IK) UlAKlO 18,'**.
MELHOR EXEMP


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