Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01820


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Full Text

ANN DE 1836. QUINTA FE1RA
}6 DE JUNHO N. 198.'
/'
PBRHAimveo. Trr. o M. F. de F*ia. 1836.
Das da semana.
13 sejronda >|t s. Antonio Padroeito a Provincia-
La n- as 5 h. h. e 53 m. da tarde.
U Terca S. Bazilio Magno Re. de m- aod. do J.
de O. d t. _
15 Quaru S. Vito M- sea. da The*. P.
16 QnlnU 8. Joao F. ReKis Re. dem. aud. do J. do
C. de m. e Chana de t.
15 Sexta S. Therea* Rainha es. da Th. P.aud- do J.
de O- de t .
1H Salado S. Osana Re. de tu. e aud.
do V O. de t Pm Olinda.
T9 Domingo S. Juliana de Falconiere.
Ttdo ora depende e nos meirao da ooasa pra-
rienoa. moderaco. e enerva :continuemo-com
principiamos, e j-remn apnniadoa com admira.
fio entre aa Nacoen maia calta.
VoelamocS da jiitmblta Omal i Brasil
Sahacreve-ae a lOOOrs. menaaea pagoaadlantadoa
M.U Tpo*ra6a. e na Praca da Independencia N.
37e38: onde e reoebem enrrespondsneas lepiii-
nadaa. eannuncios; iweriudo-.* .:*f- r'-'" <"!o
los proprioaassicnaotea, *'#>do asaifnado..
CAMBIOS.
Junho 15.
AiOndre 38 I|*a38 Da- St poi 1 c a 50 por cento de premio.
Lisboa 50 por o|o premio, por metal, Nora.
Franca 250 -255 Rs. por franco ,
Rio de" Jan. ao par.
Moedas d 640O 13..000
4000 700a6i30
Peaos I ,,440
Premio da prata 50 p. o
da lcttra. por me 1 al por OJO
Cobre 35 por cento de descont
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO*
SSEaALfcA GERAL LEGISLATIVA.
CAVARA DOS DEPUTADOS.
Centiauaca de discussa da sessa de 9
de Maio.
Conelue o Mostr orador o a diacur-
so, dizendo que a* sublimes ficcSe* do di-
reitoconstimciorral na5 va tao loriga ; e
qoe ainda qoando qiiuesse fazer a oais
subiildasdistincces, todava heant hu-
milde opinU6t que hum Reverendo Pres-
btero pelo fado de tomar asiento ne>U
As-emblea, na5 perde a qualidade de mem-
brodo Hierarchia da Igreja Caibolica, e
comotalbesugeitoaochefe universal da
mesma lgrej. Fioalisa declarando que es-
tabea sua opraia ; e e for errada pede
que oesclareca, e na6 Ihe fulminen ana-
temas (Do Sr. Calmon.)
O Sr. Vasconcelos n*o considera esle
tpico do discurso pela.paite porque at
aqu tem ido considerado,, isto he, res-
peito da* bala do Sr. Bispo ele.lo. Pa-
rece-lhe qui a Commissa nao pode con-
ceber coro mais atavos diplomticos este
tpico da resposta. Dependendo esta ques-
5 de hom exame daqfcircunstancias pe-
culiares que tem occorriao, julga qae so
miando seja eliminada pela respetiva
ommissa, poderle-ha dar hum juno
definitivo ; por em quanto, so cumpre a
Ornara contentarse oom o tpico da res-
posta Falla do Trono. Declarando ler
lido os papis que trata dente n< gocio,
nao podeodo aioda, apesar disto, pro-
nunciar hum juizos guro obre a satera,
dar com tudo o que em geral ficou ajui-
xaudo sobre elle. Julg que o governo
nao procedeu com a dignidade e ui bani-
dade que o caso exiga, pois que as nota
do nosso governo em resposta nao Ihe pa-
recen) con.ebidas neata polidoz diploma! -
ca be'de desejar ni se despreze, qoando
o Secreta. io de Estado da Corle de Roma
aeesmean'huma lingoagem nimiamente
delicada. Di que a ultima nota que exa-
minen do nosso encariegado de negocios
he muito celebra, que parece-lhe copia
de huma nota que Lord Siranpford dirigi-
r ao ministerio do Grao Turco ; na6
Ihe encontrando oulra differenca enao
Inglaterra em lugar de Brasile em lu-
gar deConstanlinopia-Santa Se.- (Mu-
tas ria tenc-.) Seria mais decente que o nosso
governo se ddae antes ao trabalbo de re-
digir do que de copiar notas de hura mi-
nistro inglez, de bum ministro de huma
nacaS dominadora, notes ende restados a
hum governo brbaro. E, fazendo elo-
gio ai governo quando confessa que Sua
Sanlidade obedece a sua conciencia, per-
gunta se o governo confessando isto, nao
devo tratar a Sant- fi de oulra rasneira*
A falla do Trono considera a Cmara
com poderes'para' examinar o Evangelho,
e parece-lhe convida-la beresia, a rom-
per a onidade da Igreja Carblica, e esla-
belecer huma Igreja distincta. He sobre
este tpico u,ue deseja ouvir a Comissa
q.i tohr elle foi omissa. quando elle en-
lende que nisto se deve fallar com f. anque-
ta ao Trono. Na6 qoerendo considerar-
se como em bum concilio, nem encarar a
quesla pelo lado tbeolgico ; ^todava jul-
ga dever-se declarar a opiniaS da Cmara
sobre esle tpico do discurso do Trono. E,
sendo seu principios sobre a materia mu-
lo orlhodoxos, offerece-los-ha conside-
raca dos dignos membros da Cmara..
Considerando a Inrej de Jesu Cbristo
como huma sociedade t*5 perfeita 'como
divina, e com todos a direitos necessa-
rios para seu governo espiitual, com di-
reito de legislar, de estabelecer sdas dis-
ciplinas sernnecessidade de poder tempo-
ral, apoiado na autoiidade de Bossuet,
ere que o poder temporal nenhum direi-
to tero, na5 dir de tocar no dogma (que
heinalteravel) mas de alterar a discipli-
na geral estibelecida nos caones sem acor-
do e as*entimento do poder espiritual. E
sendo Utoassim, admira se que se convi-
de Cmara para revogar huma doutriua
chrisl. He huma verdade dogmtica que
o summo Pontfice pelo dreito de prima-
zia gota em toda asuaplenilude do direi-
lo de honra e ia:'dicpao; e que baquea-
na inteiratr-enteadoutrina fundada na es-
criptura e tradica dos Padres da Igreja,
.ea conBvmaca5 e insliluica dos piimei-
ros Pastores pelos quaes se conserva o prin-
cipio fundamental da UniaC^tholicafos-
sem commellidos s mos do Poder Tem-
poral sem imervencaS, nem tsienso do
Poder Espiritual. Tomar-se-ba6 inte-
pendentes as Igrejas nacionaes, sem nexo
estavel com o Pai Comroum dos Fiis,
coro essa cadeira eterna sobie que Jesu
Christo fundou a sua Igreja. Desappare-
cer o Catliolicismo ; pois n. 5 ha Ca-
tholicismo serirunidade ; e se isto se de-
seja entre nos ponba-se era execuca o
projectodo Sr. Raphael de Carvalho.
epoisde mais alguinas reflexSes, o il-
lustie Deputado conelue diiendo que e-
mittiudo os seus* principios a este respeito,
na5 pode deixar de protestar contra o
convite que a Cmara se fet para legislar
sobre a Rdigia Chrisl : e he sobre este
objecto ^le chama a attencaS da Com-
missaO, epede-lliecom a maior isuucia
que offere<;a huma emenda que,tranquillise
todas as consciencias, queassegureao Bra-
zil que a Cmara dos Deputadi jamis se
convertei em bum Concibo.
Annunciando-se a chegada do Sr. Mi-
nistro dos Negocios da Fazenda, adiase
adiscossaS; o Minisfro l o R.latoiio da
sua Repart'naS, e continua de pois a dis-
cussa.
O Sr. Aasis Mascarenbas concorda ero
que a quesla deve ser distincta em theo-
logica, cannica e. poli tic. Faiendo al-
gumas reflexoes a respeito do diveilo do
Governo na apresentaca dos Bispos, e dos
da S. S na confirmacaS. passa a tratar
da qnestaS que se discute. Responde a
alguns argumen!os do Sr. Vasconcellos,
e conelue votando pelo tpico da resposta
Falla do Tron tal qual o apresentou a
Commissa5, persuadido de que nao con-
rem outra resposta a esta parte do discur-
so do Trono ; por isso que o tpico que se
discote nao decide huma quesla ta iro-
portanf, noqoecoma maior prudencia
se bou vers os membros da Commissa.
O Sr. Arcebispo da Baha nota como
impropria a expressa de bum honrado
niembro qoand, fallando do S. Padre;
o chama Prncipe estrangeiro. Em hum
longo discurso sustenta, fallando em ge-
ral, que o Poder Temporal nao pode re-
vrgar leisgeraes da Igreja estabelecidas em
Concilios; nem porsua propiia autorida-
de revogar e desfazer concordatas ja es-
tabelecidas, e que assim o Poder Tempo-
ral nao pode revogar a pratica mmemori-
al econs'anle da Igreja1 Luzitana, de que
deriva a Igreja Braileira. O Sr. Arce-
bispo passa a narrar a maneira aporque se
houvera, Poitugalno lempo de D. Joa
IV, a Fi anea nos de Lus XIV e Luiz XV,
quando se achraem casos semelbantesao
nosso. Sustenta que a resposta deve pas-
sarcoroo est, porque d a entender qui-
to b sta para faxer conhecer que a Cma-
ra n approva toda esta parle da falla do
trono, pois que parase tratar da quesla
como eMa merece,* henecessaiio que se dis-
cuta, que se medite sobie a materia Lem-
bra o que acon;eceu na Franca com a
constituioa civil do clero, na poca da
revoluca ; a concordata feita por Napo-
lea com a Coi te de Roma, quando quz
oiganisar a Igreja Fraoceza, e restitu-la
ao cullo catbolico. Julga que o Governo
do Brasil, eque a Cmara dos Deputados
nao ha de dar hom exemplo contrario ao
que acaba ha pouco de praiicar em Fran-
ca Luiz Fbippe; e do que acaba le acon-
tecer na Allemanba e Austria, ivlara
fallar r.esta materia em geral, e longe de
ter a menor referencia ao respeitsvcl Pre-
lado, rujas bulas nao ora confirmadas.
Observa que nao existem para a confirma*
cao sena doui Pispos, OH talt w b/ira, e
paktTa m cdrmeius.
OlindaTodnaoa diasao mein da.
Goiana, Alhandra. Parailw, Vitl do Cond*, Ma-
mana^iape. filar. Real de S. Joao. Brejo d'Area.
Rainha, Pombal, Nova de Sou-a, Cidade do Natal,
ViMas de Goianninha, e Nova da Prineeaa, Cidade
da Fortaleza. Villas do Aqu ras. Monte mor noo,
Aracal, Cascavel. Canind. Granja, Impe-ainz,
S- Bernardo, S. Joao do Principe. Sobrar, Nova d'
81 Re-, Ico, S. Mathrns, Reachodo aanaroe. S
Antonio do Jardim, Queeramobim. e Parnahib*
- Secundas e Sextas feira ao meio dia por yia da
Paraiba. Santo Antao- Toda a qoints reirs *n
meio dia. Glranhuna, e Bonito nof'lia IO e 94
de adamet ao meio dia. Florea-no dia 13 de
cada mes ao meio dia. Cabo. Serinbaem. Rio For
mozo. Ajroa Preta e Porto Calvo- o* diaa 1,11-
e 21 de cada mez. Serinhaem, Rio rormoao, e A-
goaPreta-Segunda. Qnart. e Seajaa_JiejraJ__
que nao esta e9gotados os meios de conc-
lia?ao ; muito mais qoando oove dizer q'
da parle do Enca regado de Negocios lera
havidoalguma imprudencia, alguma fal-
ta de repeito. Trazendo considerado '
da Canina o respeito que he devido a Cor-
te Romana, cita as palavras de Lamarti-
ne na Cmara dos Deputados da Franca
o anno atrazado, quando disse : Roma es-
t looge de... (Nao chegra at nos ai
palavias do Ilustre Deputado.) Mas Ro-
ma t ;m consideraca e culto euraizado naa
consciencias ; a sua vox talla mui alto, e
nao be. tem influencia no meu paiz. Dis
o orador que Napolea, que de hum sim-
ples gesto azia tremer todo o mundo po-
ltico, e coja nao riscava do mappa ci-
riales e povos, na-se dedignou de assignar
huma concordata muito humilde ; e se
ousou depois alear a ma contra o Pon-
tfice, elle cabio tambera ; foi a cauza de
sfla qoda.
O Ilustre Deputado faz ainda algomas
outrasreflexoes, porm nao nos be pos-
sivel ouvir todo o seu discurso.
Dand^ hora, o Presidente declara adi-
ada a dscus-a, marca para ordem do dia
a mesma, e levanta a tessa pelas duas ho-
ras e meia da tarde.
Camaia dos Senadores.
SssSode iO de Maio de 1836.
Presidencia do Sor. Bento Barroso Pe*
reir.
A' hora do costume, logo que se ada
presente numero sufficente de Senado-
res, o P residente declara a berta a sessio ;
l-se e da-se por approvada a acta da an-
terior.
O 1. Secretario da conU do expediente,
principiando por ler diferentes officios.
O Sur. Carneiro de Campos, por parte
da Commissa de Lcgislaca, l o segua-
te :
. A Commsso encarregada da revisad
dos actos Legislativos das Assembleas Pro-
vnciaes, examinou os da Provincia do
Rio HiMode do Norte na sersio do pret-
rito anuo de i835, den. 1 a53; e acbou
que el les esto dentro dos limites das at
tt ihuices das mesmas Assembleas, exce-
pcio somente do acto n. 20 que demar-
cou terreno proprio para caliura e la-
voura, e oulro para ciiaca, sendo licito
aos Proprietai ios da prirneira divisio ma-
tar os animaes alheios nella encontrados.
Havendo roolra este xcto huma reclama-
c<> da Cmara Municipal du Capital da
Provincia, allegando que elle, alera de
contrario ao uso, costiimte interestes da-

^1
ENCONTRADO
t
o


2
\
da
quelle Municipio, havia sido feito sem
preceder proposta das Cmaras, como es-
jgeo4- do art. iO doactoaddicional era
materia econmica, e de polica ; he a C-
niissa de parecer que, sendpfundada em
jnstiea a dita reclamacio, como acto re-
clamado efectivamente ofensivo do art.
apontado, alem de contrario garanta
do artigo i79, a4 da Constituicio, elle
deve ser annullado; e para Uso oflerece
a seguinle[lesoluca.
A Assemblea Geral Legislativa do Im-
perio resolve : He exorbitante e nullo o
acto n. aO da As|embLea Legislativa da
Provincia do Rio Grande do Norte, pela.
qual se deinarcou terreno s propro para
cultora eiavora, e nutro para craca ;
facultando ao primeir'o matar-se, excep-
cao dos cavallos, qualquer animal de cri-
acao nelle .encontrado.
Paco da Cmara dos Senadores, iO
de Maio de i836.--Carneiro de Campos.--
Vergueiro, vencido no queiespeila r-
resoloca, por estar pendente na Cmara
dos Deputados outra resolucio interpre-
tando o 4. do Art. 10 do acto addicio-
nl, entender que a Constituica no art.
1^9 a4 nda obsta.Valasques, vencido
em quanto aoacto Legislativo Provincial
n. 33 relativo nomeaca dos Juizes de
Direito, ppr estar convencido perlencer
dita nomeaca ao Governo Imperial.
Mandou-se imprimir para entrar na or-
dem dos trabalhos.
Ordem do da.
Entra em terceira discussa, he nella
approvada para seremeer Outra Cma-
ra, indo priroeiro aCommissa de Redac-
co aresolc'a que decHra contemplados
nadisposcio da resolucao de 6 de Junlio
de i83l, as viuvas, orfo9 menores de 18
anncs, lilhas solteiras, e mi"is dos officiaes
inortos, anles de completaren! 20 annoa
deservico, huma vez que pela f de offi-
ci do fallecido conste que elle adquirir
a.molestia durante a efl'ecviiade de ser-
Tico.
Entra em primeira discussaS, he nella
approvada epasa asegunda a resolucio
que approva a tenca de 240$ res annu-
aes concedida pelo Governo a Joio da
Costa de Bi ito Sancbes, Brigadeiro gra-
duado,
Entra era primeira disrussa a seguinle
resolucao.
A Assemblea Geral Lgidativa fpsol-
V.
Art. 1. Fica approvada a p nsio
annual de 500$ rea concedida'por De-
cieto de6 deOutuhro de i8a3, a Luis
Joaquim dos Sanios Marroro^em remu-
neraca deseus serraba prestados em Lis-
boa, na repaitieo da biblioteca' publica, e
no seu transporte para esta Corte, vri-
. ficandose a dita peM6 em sua mt.lhr D.
Mara deSouia Maocos.
Art. 2. Ficio rovogadas quaesquer
disposues em contrario.
Paco do Senado, 19 te Q.itubro de
i835- MaiqaezdeBaependy.--Joze Igna-
cio Borges, Vencido.
O Snr. Saturnino observou que Ta
houve nesta materia opinia da Comissa,"
porem sim as opinies divergentes de do-
na membros della, por cuja razi requer
. que a resolucio volte Commisso nara
qu ella appresente hum paiecer sobre a
materia com hum vencimento decisivo.
O requerimento he. apoiado, entra era
discus-o, suspenden Jo se a da resolucao,
a final a Cmara approva o requerimento,
efira a discussa da esolueo adiada,
' Entra em primeira discussa, he appro-
vada e passa a segunda a resolucao que
approva e tenga annual de i20$reis,que
obteve D. Anna Jozefina Pereira Pinto
de Mendonca, com as filhasque Ihe fica-
ra por fallecimento de seu maiido, o
Tenente Corouel graduado Coronel Fran-
cisco Samuel da Paz Furtadode Mendon-
ca, em remnneracao dos ser vicos por elle
prestados.
Entrando em 1. discussio resolucio
quedeclaraosvencitnentos.de Braz A'nto-
nioCastriotr na qulidale de Administra-
dor e Director da Typographio Nacional,
nao se approva sendo posta votaca.
Entra em 1 .* discussa, e pMa a 1. ,
vesorucaprohibndo a adrois-a acon-
g rv.yio de escravos so sertijrfjdos esta-
belecimentos naciona, salvos os d agri.
cultura ou criaca.
O Mrquez de Iohambupe, obtendo a
palavra pela ordem,'le o seguinle :
A Commissa d" Constituica e Po-
deres .examina a Carta Imperial de 23 de
Derembro de a835, p$la qual he nomea*
do Senador da Imperio o Vigario Antonio
da Cunlu Vasconcellos, pela. Provincia d.%
Parahiba, em lugar do fallecido Marque*
de Quelug; e vista da lista trplice, con-
ferindo-a com a acta geral da apmaca, e
esta com as actas dos Collegioa Eleitoraes
.damesma Provincia, se achou ludo legal,
e expedido em devida forma : portapfo
he a Commissa de parecer que o impti\-
al diploma deve proJuzir o seu devido ef-
feito, e convidar-se .0 Senador nomeado
para vir prestar juramento e tomar a.-sen-
to nesta Augusta Cmara. Paco do Se-
nado, etc.
He posto em discus'a e approvado 5 o
Presidente observa que na f gmenlo se vai officiar ao Senador para vir
toni*r posse no dia da amarina.
Eutra em 1. disrussa, e pa>sa a. ",
a resolue.i linda da outra Cmara auio-
risandoa Cmara Municipnl da Corte pa-
ra crear a sua Secretaria, Contadura e
Tbesouraria.
Tem em seguido lugar a 1 w discussa
da mesma resolucao, e entra em discussu
o seguinle :
Art. 1. A Cmara Municipal da Ci-
dade do Rio de Janeiro fica amori-ada a
organisar a sua Secretaria, Gontadoria e
Tirsouraria, concedndo aos empregados
s nere-isarins gratificices, sem cintro l-
g.nn emolumento mais que o das C'erli-
des, sobmettendo, por intermedio do
Governo, a organisaca que fizer appro*
vaca da Asmhla Geral.
O Sr. Olireira manda mesa a .eguin-
te emenda : Supprima-sedo projeclo o
que se se^ue depois da palavra Thesoura-
ria at a o das certides.
He 0}y-iii\>, onlra om 5 Umnt
como a segoinl do Sr. Saturnino: A'
palavra gratificaijasubs'itua-se vencimen-
tos. II
OS''. Paula Souza requer qne este pro-
jt-cto eemendas Va-a liorna Commissaq,
para que esta vendos papis qne a acora-
panha, informe ao Senado sobre lodo o
necio.
Fio apoiado, entra pm discussa, e a
firi.il he approvado. Vence-se que seja
tudo reme!tirio s Comfnises de Legisla-
cafieFaiendi.
Sendo a outra parte da ordem do dia
trabalhos de Cnminisses, o 'Presidente
convida 01 Senadores a entrarem MK
exeicirio pela mei* hora depois do meio
da. Pelas duas horas conlinoa a se^sa ;
0 Presidente declara que a ordem do dia
para a seguinle sessa iiea segunda disrus-
sa da' resolucao relativa aos (Hlieiaes lr-
pcnlv iros, ea da respns'a faliii do Troio
irablhis d^CbnMkllldel, lia vendo lempo,
e levanta a sessa.
1 1 i I......i iii .......
PERNABMUCO.
Erpadienla da Assembha.

Illm. Snr. TV 11 do a Assemblea Legis-
lativa Provnoial approvodo o parecer da
(^ommi-tsa do Orcimenlo po*' copia in-
cluso, dado sobre a R> prf sentarn da C-
mara Municipal nesta Cidade, e\x\ o qual
pedia providencias sobre dtveraos objectos:
niand* re/nclfer-o a V. S. par* la/el o
prezente aoEm. Snr. Pi-e.iidente da Pro-
vincia, a fim de dar a conveniente ordem
para ser enviado a mencionada Cmara.
Dos Guarde a V. S. Societaria da As-
semblea Legislativa Piovincial de P.-r-
nan buco 3deJunbo de 18S6 Illm. Sr.
V. T. P. de F. Camargo, Secielaiio d-i
Provincia.L?ureiitmo Antonio Moreira
deCarva'ho 1. Secretario.
PARECER,
A Com'rr.idsio de Orcaroento, a quem
oi etaet'.id-' repi.eita5 da Cman
I Monicipal'deita C^dade, pedindo provi-
dencias. paraf-*diftoaca de huma caza pa-
ra as suass sse-, outra para as do Jury,
nma Prizao Publica, ,vendendo-se o edi
ficio da actual, e. Cernitero, enlende
que todos este# .R&cros sao de absoluta
necessidade, e que a'dita Cmara nao tem
meios de oceorers necessai ias despezas ;
roas tambem entende, que nao sendo pos-
sivel decretar-se quantia determinada pa-
ra aqnehVs fins sem ha ver urna base, em
qne a Assemblea se funde, e sem o plano
de laes obras ser examinado eapprovedo
por Ella ; he de parecer que a Cmara de-
ve apre-ent-ir os planos respectivos s o-
liras indicadas, accoropanliados docd^ppa-
ten,tes orcariK-ntos paVa vista dalles s-
sem ble* deliberar.
Salla da Assemblea Lgislaliva Provin-
cial de Pernambuco 5i de Maio de 1836.
F. H. de Moraes Ancora.
J. Ramos de Olivera.
Illm.. Snr. A Assemblea Legislativa
Provincial, lendo approvado o requeri-
mento deum de seus Memhlrns. nara que
se pecio rom urgencia o Exm. Snr. Pre-
sidente da Provincia informaces acerca
dos motivos, que tem obligado ao Jm'z do
Civel respectivo desta Cidade, a nao ter
dado execuca a Resolucao desta Assem-
blea de 10 de Maio p. p. .obre a taxa do
Sello das herancas: isfo mesmo paiticipo
aV. S. para levar ao ronberment do
Exm. Snr. Piesideuite da Provincia, fim
de dar as sas ordena resneito.
Dos -Guarde a V. S. Secretaria da
Assemblea Legislativa Provincial de Per-
nambuco 3 de Junbode 1836Illm. Snr.
V.-T. P. oV. F. Caraargo, S. daProtin-
ca Lurentino Antonio Moreira deCar-
valbo, 1. Secretaria.

Illm. Snr.'A Assemblea Legislativa Pro-
vincial, resolveo fosfe presentado ao Rx.
Snr. Hispo Deoceaano oCompromisso in-
cluso, da Irmandade do Snr. Bom Jezus
da Fngufzia do E*, a fim de ser pelo
mp-mo fijrm Snr. .pprnraj na por!
Religiosa: sirva-se V. S. fr.er presenil
KoF,a\n. Snr. Presidente da Provincia o
dito compromisso, para ella dar as suas
ordens a respeilo.
Dos Guarde a V. S Secretaria da A*-
seml)lra Legislativa Provincial de Per-
nambuco 3 de lonhp de i836--Illm. Snr.
V. T, P. de Figueredo Camargo, Secre-
tario da Provincia.Laurentino Antonio
Moreira de Car%lho 1. Secretario*.
illm. Snr. A Assemblea Legislativa
Provincial, lendo approvado o Parecer da
Cominillo de Petices por copia incluso,
dado sobre o requerimento que acompa-
nba dos Prqprielaiios, e moradores d ra
da Roda desta Cidade: manda remettei-o
V. S. fim de fazel-o presente ao Exm.
Sur. Presidente da Provincia.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da As-
s'mb'ea Legislativa Provincial de Pur-
uambuen 3 e Juriho de i836. Illm. Sr.
Vicente Thomaz Pires de Figueredo Ca-
mai'ga, Secretario da Provincia Lauren-
lino Antonio Moreira de Carvallio, 1. Se-
cretario.
PARECER.
A Commissa de Petices leu o reque-
rimento dos Proprielario, e moradores
da rija da Roda desta Cidade no qual mos-
tra a desconvenietic'a de hum.calabouQo,
que em detrimento do transito publico, e
Diurno doaformozeamento da ra exis-
te collocado por delraz da Matriz de S.
Antonio, edo Quarlel dos Motiicipaes, e
pedem, que e mande demolir o mesmo
calabouQo. A Commis-o entende, que
o requerimento dos.Supplicantes deve ser
enviado o Exm.i Presidente da Proviocia
GOVERNO DA PROVlMCIA.,
Expediente do dia 14.
Exm. e Rm. Sr. Tendo a Assem.
bla Legislativa Provinrial Decretado nUe
a Admir"s,raca d" Ig^eja de *<. S. d
Penha ficasse pertencendo Irmandade de
S. Joze da Agonia ali erecta, a qual de.
ver receber por inventario todas as al.
faias, vazos-sagrados, e quaesquer rno.
veis pertencentes dita Igreja, e necessa.
rios ao culto Devino ; fioando respons3-
vel pela susentarpa do edifici, cjecuro
devido ao Templo, e cellebra^a das lej.t
UvwMfsdo attillo /fKtjIrjjuipvna poden-
doiaaped'rt>iie a, Irmandacbi de S. J0,5
Baptista cellebre seij acfos Religiosos na
dita Igreja, para o que lhesta'5 prestados
todas as alfaas, e vazos, dando gratuitj.
mente sepultura aos seus limaos; toca a
V. Ex. fazercumprir as riesposicoen? de
tal Decreto na parte Ecclesiastica, e para
esse fim remallo incluso hum Exemplar
Dos Guarde a V. El. Palacio do Go'
verno de Pernambuco 14 de Junho de
1836. Exm. e Rm. Snr. Bispo d'esta
Dioceze. Francisco de Paul Caval-
canti d'Aibuquerque.
Ao Commandantejdaa armas se of-
fir-iou no sentido do officio precedente so-
bre a parte que diz respeilo a Irmandade
de S. Joa Baptista Padroeiro do Corn<>
d'Arlilharia, e ao Inspector da Thezou-
raria sobre a parte relativa Fazenda Pu-
blica.
Officio ; Ao Coramandante Superi-
or da G. N. d'este Municipio, para man-
dar despernar do servio das G. Nacioni-
es Francisco Jo2e Al ves Cajpi, O Manoel
Joze Vieira da Silva, tsIo estarem serviri.
do de Commissariade Polica, como par-
tecipa o Prefeito d'esta Comarm.
-i- Ao Juiz de Direito da Rio Formo.
zo, para entregar ao Prefeito respectivo
nao s as doze granadeiras, e corrame
qii9 recebvu do Arsenal de Guerra, como
as doze labenvrecebidas no Acampamen-
to d'Agoa Pela, exegindo revibo que de-
ver enviar a Serrelaria do Governo, a
lirn de se mandar lansir a compleme de-
sobriga no Arsenal de Guerra.
Ao Iuspectar da Theaouraria, para
mandar salislzer seis (fias de venoimentos
a palmilla compota do Cabo Joa Vicente
de Mello, c 15 Soldados que condoziram
reorutas de Guana.
AoPi'efeito da Commajca de N.t-
zareth, dizendo-Jhe que nao procede a du-
vda queexpi einseu offioio de 7 de Maio
p: |>: ppr nao se adiar revogariooArt. 25
do Cdigo do Proc. crim., a exeepca de
ficarem as copias das listas dos Jurados em
poder do Prefeito, por lerem cessado nes-
sa parte as alrihuicoens dos Juizes de Paz;
nem tab-ra os Artigos 30, e 3i do mes-
mo Cod. a nspelo das Cmaras Munici-
paes, Cabecas-de Commarca, e a secca
2.* do Til. 4.
Portara ; Ao Inpertor do Araenal de
Marinha para nMuidar forneeer de races,
T
unen
para que tomando o em consideraca, ou-
vindo a Cmara Municrpal a respeilo, as-
sim como a algum dos Engenheiros da
Proviocia tome a deliberado, que mais
e conformar com a uliliiade publica.
Salla disSesses da Assemblea Provincial
de IVra 111 buco 3r de Maio de 1836.
Feixoto de Bii'.o.
Siqieira CjrfPranti.
oalos, e fardamntos os recrut>s de Ma-
tyiha, quee-U em depotilo a bordo da
Escuna de Cuerra=Vuoria.
DIVERSAS REPARTICOKiNS.
CAMMU MUNICIPAL DO RB'JIFB.
Sessa oduiaria do diaaG de Maio,
de 1836.
Presidencia do Snr. Silva. {
Comparecers os Srs. Pessoa, Mamc-
de, Miranda, Gusinao, eS.mp'yv; fal-
tando com cauza o Snr. Mena.
Aberla a Sc-ssio e lidaa acta danlecedeu-
te foi Sancionada por etar confirme.
O Secretario dando oonta do Expedienta
mencionou os seguintes o (tic i os :
Um do Exce1. Bispo Dice cano convi-
dando a Cmara para no dia a de Junbo
viridonro assistir a porcissao de Corpo do'
Dos : inleirada. 1
ulro do Fiscal do Recife dizendo que
tendo dado principio ao alimpamenlo das
ru9S*hecns d'Vjuella Freguezia nets**'10


.*
DIARIO D E P % R N. A M R C U O.
hci-4 diuheiro para .quelle fira : que o
Procurador d a quanlia que for preuj-
Ottfrp de Joze da*SUva Guimarfes di-
zen.do que por molestia nao ppdia. tomar
posse de Vereador, e pedi,t por esse mo-
tivo excuzj," a Cmara concedeo Ihe a es
cilza chaoiando-.se ,o imroedito eo votos
Francisco de Paula Lopes Res.
Outro do Excel. Prndente remetiendo
o parecer da Assemb'ea Legislativa, cm o
,eqiierimento de Joaquina oncalves Viei-
ra Guiraaraens para ser iofoi mado : a Com-
m\i>o dos Snrs. Miranda, e Guarni.
utro deJoze Maria de Albuquerque
Mello, Secretario da Cmara des** Cidade
I10miando o seu Filhp Fulgencio Iufaote,
udiateiventuario debito cilicio: que o
nomeiadoapiezentassYCeitido de idade,
e folha corrida para ser deferido como for
de J-uslics. ..
O Procurador apprezenton os livros, e
chave do cofre e rasis ptpela perlencentes
* Ornara, que-hav.a lecabido deJoze la-
vares Gomes da Silva, Pal do finado ex
Secretario Joze 'lavares Gomes da Fonce-
ca: inieiada.
Mandou-se pagar a Joao Baptista, a
quantia de 54fc>r*. importancia de 3 ur-
nas que fea para a Cmara. .
Compaieceo Jo/.e Rodrigues de 01ivera
Lima ele.to Jmz de Paz Supplente da Fire-
guezia detJaboato .o qual p'estou Ju-
ramento e tomou posse do revendo car-
ftgualmenle comparece? o Cidadio Luiz
JojedeSampai., e prestou Juramento e
umou pose do cargo de Venador.
Despaxaio-se alguna requenmentos, e
nw ser dada a hora ievantou-se a Sessao,
e manda.ofizer aprezeuteemqneassig-
oar. Eo Francisco Antonio Rabal lo ae
C.rvalliti Secretario ^merino, aescrevf.
S,lya, pTf.; Peno, M.mede, M.raii-
da, e Gusmio.
ME7.A DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta ha a maima do N' O.
.
CORRElO.
publico hen o conoce, e muito de perto,
e bem sabe que nada disto hera SeiQ para
nao pagar o que deve a este sobr/tubo : ba-
galeila, isto nada valle.
He Snrs. Redactores, por via da cor-
respondencia que apareceo em o $.* 122 de
sua le campo novamente, para declarar as mal-
dades que hum homem tem produzidp con-
tra mi tu ; de lum indigno prente ; de u-
maFea, peor que quantas exislera na
Brutal Hircannia deste ml'.gno'homem,
que j existe sumariado p>-lo extinto Joizo ,
de Paz do 2. Destricto do Corpo Santo,
{veja se o Diario de Pernambuco N. 274
de i5 deDezembru dei833) pocwo ro-
go incaretidamente aoSm. Dr.Promotor,
haja a bem. do servico publico, e da huma-
nidade, e finalmente em dezempenho de
seo dever,'promover accuzac,o perapteo
Jury contra esse canbal, opressor da hu-
manidad?.
Confeso, e roais certefico, que quando
fiz o meu annuncio em seo Diario N.9 1i9,
nao dirig ataques directos a pessoa algu-
ma ; e nem topouco- a os Snrs. nomea-
dos Ai bit ros, era a roinha cauza Civct ;
uorm como es-e homem indigno, se ani-
ma a tanto sou obligado a dizer-lhe.
1. Qual o motivo porque nao den p.p-
tisfacio a utinha.correpporidenci.de i i de
Dezembro de 1833-que contra elle dirig
emo Diario N.* 272.
2." Que eu nao procurei amigos meos
para Arbitros < m roinha questio 5 como fez
esse hoODro, e sua afimaliva, nos nao
deixa menor duvida. Procurei o Sur.
Joaqum Joze Mende-, Negociante reco-
nlucidona voz publica, da mais t cons-
cencia, e inteligente na uiatei \fr
5.* finalmente Que pTometi, e pro-
meio cenUtallos ca90 se nao dispo dosae-
veres da aroizade, e se cubri com os d.
Justica,, eno.vamente Ihelembro que nio
se per&uadio estes Snrs. screro procurado-
res das partes, mas sim Juizea Arbitios";
para que despidos de particulares paixes
facojustiga, segundo a pro*, dos Auto>,
e a irrisoria conta que meo aptagoniata nel-
lesnprtzenH; ^iui como o Sor. E.-cri-
to .Jo/.e F. anciscp de Souza Magalbies si
deixe de mostrar parcialidade como tem
feito, do contrario ver seo no me com al-
izum desdouro ptente ao publico.
Muito dezfjo que o Snr. De Prcmo'or
co/iio e para que nem ti.do eja panegrico,
a Assemblen declinas \\ trdlada deseiva
humildipsimt da S cendo aosseus mandados stm desempenbar
denenhum modo a alta n-issio, de que os
Mineiros a re'vestiram. Kem podjam as
cois-s bir de'nutro Reito, logo que essa As-
sembla se animou a desobede er a os de-
cretos do bailo talento, e pensador pro-
fundo, que nio \ si po zotes e escravos
em quantos re^i^teln as suas imperiosas
vontades. O castigo fi>i proporcionado
culpa, e a Assembla de Minas incorre
as penas mais a-peras, desde que deix o Snr. B. P. de Vascou> ellos n'uma lio obs-
cura minora, em qura
tanto a peito, por motivos que nio que-
remos i>g' ra qualificar.
Esa questio a da Regencia da Senbo-
m D. Jnoara. A As-emblea Provincial
Mineira entendeu, na sua lealdade a Ooiis-
tituiao, e ao verdad'iro yijto dopni/.,
que devia representar Assembl Geral da
Nnco contra urna tentativa que julga to
fatal ao bem publico, e eptabilidade da
Mouaiquia, como contraria Le Funda'
mental do Imperio. O Sur. B. P. de
Vasconrelloscaocou-seporm para impe-
dir este acto, -attribuindo-lhe as mais odi-
osas qualidades prediendo-lhe as mais de-
ploraveis Cunsequencins, e aproveitou a oc-
asiio para fazer a apologa dessa mesnia
teritafiva revolucionaria, posto que evitas-
te entrar ua questio de fru te, eencaral-
a em toda a sua latitude, tal vez. para que
lh* fique ivre o terreno, a fjm de voltar se
para onde roelhor Ihe convenha, em lem-
po opportuno. Nio seguiremos o que se
proclama pensador profundo em todas aa
sinuosidades do seucapiinho, ma procu-
raremos, indicando Ihe alguna dos passos,
most iar os en o* da vereda que ti ilh, evi-
tando quanto em nos ca^e, que oulrospor
ah o acompanhem, como mostra cubicar
quem.agita nopiecipicio o instrumento
sonoro dapalavia, dos que seapressam a
dar-lhe estrepito* publicidad.
ConieQou o Snr. E. P. deVasconcelloso
seu discuiso, gibando-se de ser um dos
homen> pblicos, que durante toda a sua
vida parlamentar, tem procurado honrar-
se, honrando os seus adveisajio*, eajui-
sando sempre favoravelmente depuas in-
tences. Foi ito um epigrama ? P.i
ra quera conhece o Snr. V..geoncel os, e o
Na Administrado do Crrelo Geral
desta Provincia precisare engajar^ algo-
mas pespoas para o servico de Post.lhoens,
verendo -di,, limte 400 seu ex-
cepca de Domingos, e Das Santos : quem
e,liVr netas circunstancia, dirijo a
inesma Administrnca. ,
O Brigue Triunfo Americano deq
e Caipla M..noel Siir.oens s. para Ll>-
ba no dia 2a do correte.
OBRAS PUBLICAS.
pe'a Inspeccao das Obras. Publicas Fe
poem em remataga Tas obras das ditas
'ponte, dos Carvalhos para sorem ad.ud,
; adas a quem por menos as fuer deban
das.ondcc6es, que ser,o patentes na ca-
,adadiUl5pctodos os das as ho-
ras do exped, n.e. Ter logar a arrema-
ten "o M* '4 ^ J-llto prximo vindo.i-
ro na mesma caza.
Inspeccao das Obras Publicas 14 de Ju-
nhodelS36.
Moraes Ancora.
aTTzr~TT'iiwiiijrrn'l**^-';g
se homem porque em Juizo competente
provrtrei quanto tenho dito desse Mancel
Ribero, e tomarei a notar-llie msioies
maldades, se para isso for piovocadc, co.
mofu pelo Diario N.0i2a, pois giacas .
Constiluicio que nos deu alibetdade de
Imprenga para patentear-roos ao publico
as maldades dos roaos e, elogiar-moa as
bondades dos bops.
Dgnem-se Snrs. Redactores darem um
cantinho na sua bem conceituada lollia^
estas ma^tracadas, poim verdadeiras li-
ndas de seu constante
Leilor eassignante
Joio da Silva Oliveira.
mechamearesponsabeldade, ero.is.ea.^ tem seguido com os olhos na sua.carrera
. ... ___!.. cri irn m seme lauteex-
CO-RrVKSfONI^NC/'.Av
Snrs. Redacties.
Que se importa o mundo qe haja um
homem, chim-do, M.noel Wib-ro da C...
nha Oliveira, e muito menos qu. este ni..
n.gue m quem o serve ? que conserve re-
cluzosseuscaixeros; (ainda ma.s.d.g,, a
enaproprios obrinhos; q"e requeira a
expulcio dehurn para for. do Imperio,
j.io Ihe imputando outra couia ma.s que
o f Poftugue.? Que o quena desac.e-
Publicaces a pedido.
RIO DE JANEIRO.

O Sete d'Abril extraot dinario pertendeu
ele va r um momento gloria do Sr. Depu-
UdoB. P. de Vasconcellos. Assu.sseis
paginas cstam occopidas com uro discurso
que esse Parlamentar pronunciom na As-
semblea Provincial do Minas com o prem-
bulo dos Redactores doSet*, de.-Uuiado a
servir de peJe>talestatua donada, e final-
mente com om con-e-pondfncia, e outras
bagatelas que tem p<> ob^blo vii.gtr os
lesseutiment. s do Sr. V.sconcellos Conloa
alguns dos seus adversarios. Forma ludo
ftui, grande* peca que parece ter
de-cido inleirica dcima da tena ; o que
d alta dea dos melhoramentos, que tem
expe mentado osnussos caminhos, denois
da celebre lei dasesliadas, que por influ-
encia do eximio Depulado o auno pascado
se decretou. Com exemplar modestia o
Snr. B. P. de Vasconcelos se intitula nes-
se prembulo, bello talento pensador pro-
d,r para rom o pub.^o, e P^ J" f Jd eelo,luente oradl, 'm., em des-
Coi esnond ntes misal, O q'i- U6JI *
parlamentar, ser estranho semelbante ex-
ordio, alias dedicado captar a benevo-
lencia dos seus ouviutes. E' acaso lud-
briando a verdade rom tal eacandal, que
o Sur. Depulado quiz. faz.er acreditar em
sua sincendade ao encelar assompte de
nalnreca mporiaute, eemque lbe cum-
pla p*)f de lado os carregados disfarces de
t-eu uso? Os .titigos hbitos nio se per-
d. m, e nio pode accommodar-se com a
s.ngelese, ecom a verdade, quem de longo
tem'po adoptououtros adornos, e com el-
less- art.<.
Entrando cm materia o eloqoente ora-
dor, quer evidenciar Reptesentacio rm
lice prosiiiue adigndadeda Assemb'ea Mi-
nei.a, e perganta quaea sio as prov*. de
queexite orna f ,ccio com o criminoso in-
tuito de substituir oRtgM.te actual pela
Aitgu-ta PrMceza; admira Jinalmenle que
seacreditem como provas. aitigos dejor-
nes, b*foradas ires.us Redactores, cuja
violencia revela apenas a sa f.aqueza, e
trattt a sua depeaper.-cic. As prova-, (o*
Ihe espondeiem s) eslo noaccordocom
qoe todosess.s o 11 es da opposico no Rio
de Janeiro apngoam esa dea ; no e-pin-
to da propaganda, rom q.e certas iuflu-
encias adiriamam emp.rnaiubico, e ua
Bhia ; nasesperancas de que r.iu-.ios ou-
sa Jmente bUsonam ; na voz constant ? de
pofl a propobipio vi a-r apresentada es e
anuo ao Corpo Legislativo, em cuja con-
nivencia espritos deslumhrados acredi-
tara ; existem .sprovas na sistemtica se-
rie de iniiiias laugadas contra OtrUgente
iriesponsavel, pondo-se em dnvida a lega-
Udad da sui eleicio, e acomet!end<>-se
sera pudor ua probid.de, ipputacio, e
honra; nasanha com que pj atacadas a
um tem'po todas .slnstltuicSe, e todos os
principios liberaes ; nos hymnos de victo-
ria queja o partido vocifera pelas prac.S, e
ngulos das ras ; existan D. fadiffi mes-
ma, np.studo que o Sur. B. P. de Vasco
cellosempregoj para obstar Representa-
ci da Asembli'a Provincial deMina-, e
nosdesve-s que. aje negocio tem mere,
cito a um hornero, cujo profundo pensa-
mento ulo vai -i nio para onde se Ibe abre
algum futuro de utilidade, edettiuropbo.
T-es sio em geral as provas que encontrar
mos, ese e.-t-snao sao inJul>it rdicas tambem nio de prpceastr os
}anu.rista. e puiiil-os na qualidade de
con-piadore-, que se hia ir.' r no recinto
da As-e.i bea Min-ira. O Pclitconio es-
t ligado as me-inas formulas estrei.tas, que
prendero o Jniz : nem sio as Assemblea.
Legislativas outros tantos Tribun.es de
Ju tica. Oelo(|ii'iite orador.t petfeita-
nn-nte estas cotisa, roas cpnvlha-lhe es-
cnr. imI-.s, coininlia-llie confundir aquil-
lo que muito dt-titicto em sua essencia ;
ea coT'veii'cia a nica regra do homem
que se boma de nio r os.
Nem a violencia da lngoagem dos peri-
dicos sempre cerlo indici > da detespera-
cio, e anaiimeotpem que peacba o partido
respectivo : mil e mil vezs tem essa violen-
cia, essa lngoagem .i'ientica precedido a.
expioses reviluciottnris, bem como as
erupeos volcnicas sao de ordinario anun-
ciadas pelos roncos, e estrepito, que rom-
p da carleta. E~sc frene:-i, casca furores
sio avisos que lora temei idade despresar,
tanto como seria lourura deixar rao-nos
suecumbir porelles. Nao descaiaraos pa-
ra o exttfmo da timidez, nem tambem
para o extremo de urna presunpeosa confi-
anca.
Trama se. e trama-se ja6em rebuco p."
derribar o Regente do Acto addicional, o
Escolhido da Naci, sobsiuindo-o por
urna Jov gusto se abusa indignamente. Que a cons-
pralo ttnha de surgir com as armas n.
mi, ou por rmio do Corpo Legislativo,
onde se conta exercer immoderado predo-
minio, podeisso importar mais, ou menos
o repouso do Paiz, porm nio muda a
nalureza da tentativa; para violar-se a
Constituicio, e a Reforma. Mas ni
temos de demorar-mo-nos sobre a essencia
da ques'o, ecumpre que nio alteremos
ordem dos nosso raciocinios. Tornando
pois aos jornaes, a ma fraze anarebica, e
sediciosa insina o crime. prepara as resis-
tencias, desmoralisa o Povo, e aplana os
caminhos para a revolta, como a raso, e
tantos, e to conhecidos exemplos do ve-
Iho, e donoso Mundo nos deve lerensi-
nado.
" O Snr. R. P. de Vasconcellos lembra
um especfico par. desvanecer todos ektes
sinptomas de urna cat9siosphe, que raco-
nalmenl. se recis. Dielarcepe (diz el-
le ) que-a ordem o preinnt a forca d'esses
partido^ figuremo-nos at ignorantes des-
ses votos, des-es desejo. O que se diria
do Medico, que cabeceira do enfermo
-*e pemelhantes arbiliios, s porque o
mal nio apate era un toda a sua forca;
que em vez de appcar-lhes remedios he-
roicos, apropiiadosgravidadedadoenca,
Ihesacons-lhas^e como grande preservati-
vo o fi"gir-se ig-iorante, ale' dossinptomai
que soflria, altas amacador es de mortal
enfermitade? Di-sehia que era ou um
rhat lati, cu umassasno. Nioforemosa
p.ridadeui.b sonde p. riendo o Snr. B. P.
de Vasconcellos que o nosso dsfaice, a
poasaepludada ignorancia daqollo que es-
hmi'S vendo, da forte que se nos prepara,
dos perigos que n. s rodeara, e de qu f-
cilmente seremos victimas, a nio termos
aa precau<,oes convivientes ? Tambem os
toituosos conspiradores para oabsolutisino
em Portugal, dentro, clora das Cmaras,
etn IS26 exliort.vam os bons Patriotas,
amigos da Cat t^, a que se callas em, ees-;
tivessem quedos, a fim de nao aggravarerp
,i forca da-f-'ccio Mignebstas com os fe-
usiirc.ilc.dos t Bu i(<,ccaiioqueaguaidavaro, e os pr-
fidos 10i.sion.1ios largando a mascara se!
I.riararp obre as sua, victimas desaperce-j
bids.
Co n (in un rse a.
r-iimil"
AVIZOS PARTICULARES.

Nenhuma pessoa contrete com Francia
co Ignacio do^ Santos sobre a "Compra doi

co \'r.
MUTILADO
le
I


DIARIO DE E P H N A M B C O.

i
I
Eseravos eguintea: xaurcia crila, e os
c neo filhos Manoel mulato, Ignacio mala*
1o, Tlicieza criula, Anglico crila, varia
dita, cujos eseravos so pe. teoceotes ao ca-
za! da (atesada iiinba uiii Fiancisca lea-
bel de Mello o quae* bao de ser inventara-
dose [jaitildados porsrOa herdeiros e caso
<>lle aprsente urna Publica forma nem por
isso se Ibe d crdito porque nao existe tal
litullo, rui<> Publica forma he falga e fui
passada por Jernimo da Costa Arruda Sa-
pucaia nesia Villa do Rio Formozo no lem-
po que elle uo era mais Escri-io apezar
da ser com ante darta, a islo o ohiigou o
grande iuttiesse de dinheiro que Ihe deo o
dito Francisco Ignacio e contra os meamos
Escravos pende questio. Vdla doRLFor-
mozo 10.i. Junhode i836. ,
Luiz Ignacio da Silva Paes Barreto.
O Snr., que mandou abrir urnas
chapas de Geometra, tenha a bondade de
as mandar pagar ; pois do contrario ter o
dissabor de ver o seu nome publicado pela
Imprenta.
9W Quem annunciot ter urna escra-
?a parida com bom leiie paraalugar, sen-
do que uo leuha Glbos dirija-se a ra dos
Martirios D. 8, lado da Igreja, para traclar
do ajuste da#ditaescrava.
1HT D se dinheiro a premio de dois
por rento ao mez at a quantia que o per-
tendente qui-r. dtmdo penhor de ouro,
ou prata; ua esquina do beco da Congre-
gado largo de Palacio armasen de carne da
porta laiga, pois ahi se dir quem faz o
negocio.
*9* Quem precisar de um porlugnez
para administrar Engeuho, ou sitio perto
daPraca, oqi ntende de plantajes, e
da fiador a sua conducta : annuucie.
*9* Precisa-sealugr urna n^gra cap-
tiva ou forra purem captiva milhor, pa-
ra todo o srvico de umu pequea familia,
na ra do Sol penltima cesa terrea.
**" Quem piecisar de urna mulher
capea, para ama de casa d h m m sol le-
ro, tlnij-se ao beco do Pa.ii no i."so-
brado esquerda voltaodo da ma do Fcgo
no a."andar.
*Jr Quem precisar de folhas corridas,
e passapoi tes lauto para dentro do Imperio
como para fora, dinja-se ao beco do Ou-
Tidor na loja do sobradinho de om andar,
das oito horas da manhi al meio dia, e
daa duas da tarde at as cinco, que achara
com quem tractar, e o faz por pi eco cora-
modo : no n_.Smo lugar se fax qualquer
csCTipturayao Judicial co^brtvidade.
**" Acha-se em a Povoacio de Santo
Antonio de Queixaramobm, um escravo
por uome J.-io dob Santos, e diz ser loria-
do desta Piaca, a dois paia trez annos, sen-
do seu senhor Ignacio de tal Europeu, so-
brmbo do falle.-cido El.as de tal de quem
foiherdado, sendo o dito Snr. Ignacio u-
nico herdeiro, morador na ruaUfe Livra-
ment desta Uuade, e boje morador no
eo sitio Boa-vista, ao Sul para parte de
MaceK), he o que sabe diser o dito escravo,
sendo o dito Snr. apareca com signaes cer-
tosrmq proveser venaderamente seu se
nhor, eo queira vender, aqui se acha urna
; pessoa da mesma Povoacio de Queiz jramo-
T>im que o compra, a qual assiste por sima
da loja do Snr. J;o Mara Seve, ra da
cadeia.
Wb>" Os credores da casa falida de
Smith &Lancaster queqaiserem recebero
dividendo, podem aparecer cora codi suas
contas, das 10 at as a horas da tarde.
fcy Quem annuncou querer fallar
com pessoa que faca as vezes, de DiuizIJo.
ze Herculano, dinja-e a ra Direita <.o-
brado de um andar, com rotulas verde por
haixo.
Precisa-e de 500$ reis a juros
por lempo de 5 meers, com seguranza;
quem os quiser dar annunrie.
yp^ A Comuiis-io Administrativa da
Saciedade Harmonico-Tbeatral convo.aa
xaesma sociedadepara que Domingo i9 do
corrente pelas nova horas do da se rena
ao seu Theatrinho, afim de deliberar so-
brealgunsobjectose receber os blhetrt pa-
ra a, recita de a3 do eorrente, depois de
cumplido o paragiafo 4>* do artigo i3."
dos Lata luios.
MW Acba-se liquido o producto los
bens de Manoel da Rocha Santos e por con-
seguate podem os credores do mismo Ai-
rar no cartorio do Escrivio Regs seos man-
dados e irera receber o queVhe toca em ia-
teiona ra do Crespo loja D. ia.
^f^ Dse ja-se tallar nesta Praga, com
o Snr. Ma noel Feiis de Veras, para se Ihe
entregar ama carta vinda de fora, queira
ter a bondade de annunciar a sua morada
por este Diario.
1&* Adverte-se ao Snr. Jote Narciso
Camello, que como in ventara ute, que be
dos bens deizado por fallescida viuva D.
Anna Mara do O' e Mello, queira com
prircom o seguintes ele veres, se ainda o
nao tem feito. Discrever [nos respectivos
auitcs o legado, que deixou a outra falles-
cida viuva D. Mara Cezar Bandeira de
Mello a mesma D. Anna, de quem era Ir-
mi ; a divida de Joaquim Miguel de Souza
proveniente das rendas dos mi os de que o
nusmo era rendeiro na praia do Pau Araa-
rello; a easa sita no referido lugar Pau A-
marello, e a qual aquella fallescida hoove
porexecucio que moveo Antonio Mailins
do Sacramento e finalmente algum gado
vacum segundo enf >r iridio aoannuncn-
le hava na casa que se est inventariando.
Espera ser attendido
O observador.
t^ Manoel Caetano Espindula faz sci-
tnte ao respeitavel publico, que Se acha
com aula berla de primeiras 1. tras,, e que
na mesma casa se arha aberla tambem au-
la de Latim, na qual ensina o Snr. Manoel
Francisco Coelho, Pr< ffessor examinado,
eapprovado de Gramtica Latina pela A-
cademia Jurdica da Cidade de Olind, e na
mesma casa se tomio meninos para as-is-
ir. Todas as pessoa*, queseqoiserem u-
tilisar, drjo-se a harga do Livraraento
D. 24 secundo andar.
tOkt Precia-se alugar urna canoa aber-
ta que pegue 500 a 600 tijollos, ainda mes-
mo sendo maior : quem a liver anuuncie
para ser procurado.
T&F> Felippe Lopes Netto Jnior, ten-
do de hir a Europa avisa as pessoas, que
Ihe havo confiado causas, que h.'j*o di?
procurar o JSnr. Joze Bernardo Galvo
Alcanforado, morador na ra do Padre
Floriano, sobrado D. a, a quera o anaun-
ciauteencarregou d'ellas na *ua auiencia.
%W Precisa-te de um menino para u-
roa B>tica: na roa do Rosario Bjtica de
J-io Pe ei i a da Sveira.
NAVIOS A CARGA.
Para o Cear
Segu viagem com a maior brevdade
pogsivel oHiale Valenle Pernainbuc.no :
quem no mesmo quiser camgar ou r de
passagem dirija-a* aoseu proprielatio Ma-
noel Valente na ra da Sanzalla nova D.
38, ou cora o Mes're abordo.
WP" O Nova Aurora recebe a ultima
carga, no da \n do corrente, para sabir
no iinmedinto para Lisboa.
louro por pioco coramodo ; na ruada praia
serrara que foi de Antonio R< bello.
IQP maescrava de Angola, de 25 a
30 annos, sera molestia, nem vicios, e
muito fiel, sabe coMnharo diario de urna
casa e vender na ra : na ra Direita pada-
ra D. 63.
V3P* Um cavallo muito bom carregddor,
proprio para -enhora po'r sei^muito manco:
na ra de Santa Theie*a D. i2.
W Um escravo $e naci, robusto, e
proprio para servico do campo, ou troca-
1 se por urna escrava moca e sem vicios : no
beco da pol D. I.
%JF Paios, e cbourQas de Lisboa, tou-
cinho dilo, tapioca do Maranbio, sevadi-
nha de Franca, cha perola, dito yason, e
todos os mais gneros por pieco coro modo,
e bizas de muito boa qualidade : na piaca
da Boa-vista na venda junto a Botica de
Ignacio J'ze de Cont.
jy Urna esciara do gento de i5 an-
nos, boa engomadera, cosinha bem, co-
ze chao, a muito gil para todo servico de
casa e lava de sabio: na ra Direita na
venda da esquina do beco do Sergado.
WT* Urna casa terrea com soto, e bas-
tantes comniodos para familia; sita na ra
da Boa-ora da Cidade de Ooda ; ua ra
dos 4 cantos da rmsma Cidade n. i5.
%CJT* Um jaqu novo, propiio para ofi
cial de G. N., por ser de pano fino, e su-
perior qualidade ; na roa de Hurtas ven-
da da esquina que volta para Santa Tbere-
za D. 26.
V9? 5 vaccas de leite, muito boas, ro-
mo tiobem 5 b >s, e um nevilho: no at-
ierro da Boa-vista sobrado D. 16.
Va^ Giiolas de rame: atrazda Matriz
da Boa-vista n. io.
rW** Obras de Virgilio ero latim : na
ra das Flores casa da esquina junto a Ty
pografia Fidedigna.
|TJ^* Um macaco, muito mango, e um
corrame de lustro, urna farda, urna cal-
ca de pano azul, ludo em bom uso, e por
preco coramodo : na ra que fica por de-
traz do collaboucovelho D. n.
W^ Dois mil e quati o rentos cocos com
casca, proprios para embarque : no beco
do pexe frito venda D. 4, ou era Olirnia
venda do Varadourocasa de Antonio Igna-
cio Xavier.
fc3^ Bizas do Porto de todos os ama-
nhos por preco commodo, presunto de
Li.-boa a 500 res a libra: na venda da pre-
ga da Boa-vista junto da Botica do Braulio.
^ Vende-se (com rebate) a loja de
miu.lesas na ra da cadeia do Recife defron-
te da loja de Joio Carduzo A y res : na ra
da Alfandega velha n. i no segundo andar,
que efecta qualquer negocio que com a
mesma queirio faser.
^fW Um relojo de caixa de ouro, mo-
delo airtigo, poim muito regulador ; e u-
m corrente tiobem de ouro, ftitio a mo-
derna, ludo por preco cmodo : nesta Ti-
pografa.
iry Um jaqu de G. N. ,#em bom u-
zo, e preco cmodo : no beco do peizo
frito, D. 4.
deia do Recife n. 8, que serio recompeo-
fados do seo trabalho.
iqj Francisco do gento de Angola, de
14 aunoa pooco mais ou menos, levoo. ca
misa dealgodiosinho, calca velha degine
azul clara rota, cara cumplida, nariz cha-
to, a peina direita zaimba para dentro"
fgido ou furtado no da 15 de mad u !
quem a troucer a seo senhor no largo c
Terco na casa de Manoel de Jezus Prafi
ser generosamente recompensado.
50#000 res degratificaslo
:
as.
A quera troucer o moleque Joio
por alcuhboGaizniro, tem os signaes se-
guintes: canoeiro, de 18 annos pouco
mais ou menos, canj redonda, estatura re-
gular, seco do cor po, cintura fina, conellas
das pernas com algumas fl.tnl| de feridas
quejateve, falla bem espevitado que pa-
rece crilo; fgido no da 3 de Abril p. p
osaprehendedoreslevem-noa ra do Tra*.
pxe def.ontedo caes da Lingoeta D. 10
que prompto satisfar o que promete-
protesta u ar com to Jo o rigpr da Lei co'n-
ta quem o tiver anoitado.
WT Noda7docorrenle:fugio da pa-
daada ra da Sanzalla velha n. 3i uta
pelo crilo de nome Bernardo (por anto-
nomasia) Marujos, com os signeS seguin-
tes ; bem parecido, estatura regular, cheio
docorpo, buba serrada, apontando os ca-
bellos braneos, bracos arquiados, pernas
tinas, dedos dos pez cumpndos, com um
caroca ao p do cotovello esquerdo, cor
um pouco fulla; levou veada (calsa de
biim nova,- camisa de b.etenha j usada,
suspensorios de meia novos : quem o pe-
gai leve o a padara referida: ou a refina-
ciode Manoel Ignacio do Nascimenlo qua
recaer i2#reisde seu trabalho : adver-
te-se que elle tambem canoeiro, a costu-
ma andar tambera embarcado, e ser f-
cil enconti a -lo nos por tos em canoas de le-
irhs, sgoa, ou are.
50$000 zeis de gratificarlo
WP* Para quem aprehender um negro
de nome Joaquim naci Mocambique ida-
de pouco mais ou menos 30 annos, estatu-
ra regular, ror muito relima, u>a de brin-
co na orelha, foi escravo do Snr. Brandio
que leve botequim na ra do Rosario,
cosinheiro, e sapateiro, por so desconfia-
se que esteja trabalhando por este ofiieio
em alguma loja, e talvez iuculcando-se
forro, apareceoa pouco temp nos Afo-
gados; fgido em 8 de Abril p. p. : os a-
prebendeores levem-no defronte do caes
da Liugueta a Antonio Joze da Costa Ara-
ujo.
COMPRAS.
Dois selins usados, eque sirvi para li-
ma s viagero, bem como um pateiro de
prata : nesta Typografa se dir quem es
quer.
*^ Um preto, ou preta cosinheira,
j de dade e bons costumea : na ra da Ca-
deia loja de ferragern n. i5 se di quem
pertende.
tr'jp Ura Mauicorde, ainda em mo es-
lado .* armurn'ie.
Wr* Umanelile diamantes, do lempo
antigo, e faz-se todo o negocio com o dito:
quem o tiver anuuncie por este Diario.
VENDAS.
Urna negra muito moca e boa vendedei
ra de i ua> abl para todo o servico : na
rut Nova D. i3.
IPbt" Um relojo de prata, caldviro, bom
regulador, a preco bastante commodo:
nesta Typografa.
Madeias serradas de amarello, e
PERDAS.
No da 13 perdeo-se urna atara de dia-
mante com 5 voltasde tianselim fino, ues-
de S. Francisco ateo psleo do Hospital do
paraizo quando acabou a nii.v-,4 nova :
quem a tiver adiado querende estituir da-
se 12^5 reis de gralilicacio, na ra Direita
loja de ci a junto a l^reja do Terco, ou na
luj* de Ourives D. 5.
Tahoas das mares chetas no Pono de
Pernambuco.
3
_3
j
p
iSegunda i 6h. 6 m
a T: | 6-54
3'Q:H o. 7 4%
4-Q: 8-30
5S:-~- 1 9-18 1
6 !***) 10 6 i
7- D:-*l 1054 1
Man.

ESCRAVOS FGIDOS.
%^ No drT 11 do corrente desapareceo
da casa de Jozo Antunes d'Oliieira, um
escravo por nome Benedicto, naci Nag
representa tei ib a 30 annos de idade, alto,
cor pela, rosto cumplido e seco, ventas
abeilas-, olhos um tanto apitombados ei
mortecidos, pouca baiba, e sucas, pez
grandes; levou vestido calca e camisa de
mangas curtas, de pano de algodio la tr-
ra, suspensorios de tiras de sola, chapeo
de pallia da trra, e no cois da calca por
dentro urna letra B de liaba encarnada :
osapiehuidedon s levem-no a ra da <~.t-
NOTICIAS MARTIMAS.
Navios entrados no da i5.
BOSTON; 4a dias; Pal. Arar. Brig
Sliora, M. Baicucoate: varios gneros :
For-ier. Ton. 4a.
HEW YOKCK; 45 dias; B. Amr. U
Barn, Cap; Jones Chement : varios go-
uei os : Forster. Ton. 17 0. Passagei-
10 1.
Sonidos no mesmo dia.
HAVRE ; B. Barca Camelia, Cap. Gui
Ihet: assucar. Passageiros 8.
PORSOS do SUL; Paq. Conceicio,
Coro, o a. Tencnte Antonio Mara Go-
mes.
RIO FORMOZO; S. S. Joze Viajanie;
sal
FBN. NA TIP., DO D1AAI0 ItiZb.


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