Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01819


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Full Text
15 K JUNHO N. 127

%3 >b -3+w<&t
Pb mui:'-:.. \ T V 5. I>R M. F. (Ik P n 1S '.}.
. DflAS I) V RWANA-
ii)i1.-i,j *. Antonio l'aili-i-irn (la Provincia-
La ii- .--.i i. h. 53 m. da. tarde-
rcuS: Bazilio Magno Kefc de nt.aud.do J.
lo O. .I t
15 UqCRa S. 1 lo M. i. da'Thea J
16 'uintri S-' Jo.o i'. Regs Rehl dam. aud. do J. do
C. de -:i. Ct.anc de i.
i! Sama S. ?Vtczo Itainha es. da Tii. i', aud- do J.
de '> ,|, ,-.
: Sbado f. Osana Re. de m c aud.
,u\ V. (",. de t 'ni Dunda.
r' Duningo S. Juiiada de Falconiere.
rtsss
pende e nos meimoi da n -
riehe *. iiioderacao. i oAittiniMn
principiara t *rem< pintad < lo entre as N'ai 5e roafseultas.
Pror.tamajao da Atttmhlcu Qrral de Bfflii'
.siil>ir,rcese a (MO rs.. mensaes pagos adianiadus
! -' Typutrafia, c na Praija >la Irtdepedeitcia K.
S7.3>j ; (Mide u" rcc.i'lirm <:orips|>oii(l< tii-: fejrali-
e .iiMini'.cio niM-iiiiil.i---1 nte gratit leudo
do prprii>s*i;ciiaii,'eg. e-indo asxignador..
CAMBIOS.
I
X-iOndre 38 Da- Si. Poi lwetd. oo
50 pOi pr tii.i.
por.o|o premio, por metal, fooi
rau<
Kio de Jan. lo |.....
Mneii:i 000
*000 7,.030a8
'ezos i.,li
Premio da prata 50 p, c-
., da leu ras, por mea l '2poro|o
Cobre 25porcentu de descont
f.WU'IIM DTS CCIIHRIOS.
Olinda_Todn os riias o meio dia.
Ilhandra. Puraiba, Villa di Conde, Ma
in. Kainha, i'uriii.il. Nova de SoAa. Cidade do Natal,
' ''-.i- de ioianninlia. Nova Prineeia, Cidade
la Fortaleza. Villas do Aquir, Monto mor novo,
Arucatv, Cascavel. Canind, Granja, Impar-tria,
S. Bernardo, S. Jo d-v Principe, Sobrar. Nova a'
EIH-v, lo, v). Msthftua; evhodo *ai:ue. S
Amonio do J.rriiin, Qucxeramoliim. r l'ariialiiha
~ Secundas c Sextas (eir* ao meio dia por via dw
Panlto. Santo Amito--Todas as qnin'is frirasai
mil-i da. Garantios, e Kointo nos .lias 10 e 24
do i ada mes ao nielo da Fiaresno dia l.'l d:;
cada mez ao meio da- Cabo. Serinliaein. Rio Por-
niu/.o. A roa, Preta e Porto Calvonos dito I, li.
JIM i i-Ja mo-z. Serinnaem, RJo rormo-o, e A-
o-.,i Preta Segnnd --iras.
PARTE OPPCIAL.
];) DE JANEIRO.
aSSBMBLEi OlKUL LEGr.sr, ATIVA,
CAMaKA DOS DEPUTADOS.
Scssao de 9 de Malo.
Pr-sidenuia do Si-. Arauo Lima.
i'elis dft horas da thlnTiSa prev-
(Icti'M* chamad* d .ue -si* i eunirio em nblbtfro suficiente |
r.i li.iv. i: caaa, o Praideiit dtcUrou ah r-
t.s ise8sfo, o lida a acta ila antecednle,
lo approvadii.
O pTimeiro Secretario den corita do
fxpedienl..
Ordem do dia.
Rcsposta Falla to Trono.
OSnr. (nrneiro Lcio di/, qnc Un pa-
ree'e titi n devo entrar Una a reposta
em iIscu-sb, e sim por rlig-is, p ir.ser
t'sae o o-Hinio da gas, r iatiJo laes res-
poalas sh niitis extensas, como a prsen-
le.
Consaltida a Catrara se acaso s.' devf
(ticniir reprfsta ptir rticos, decide que
iim por 83 Volns contra 2>.
Eoti eofdiicassa o'eeguinte piag>a-
r.iio.
Sonlior.--EnoarrcgaJos pela Cmara
I. o tto de gracas Coip'a pelo acio rie
lora da prsenle 9 (icral L-giiiiiiva, perniila-rios V. M. !..
que eiH-i'temi)so ctimpumi nlo di' t6hoO'
imi mandado pela sitrcea exprestoQ dos
sentimetilos'de lealdade e'itior, que a
mi -.na Canma consagra ao rmsso Joven
Monarca. I', saii-'ni.. esse, que iepn(a.
moa o maiagral dos nofSOs'dejreFBs, euta-
pre-nos lam)1 .m expteasar wi'o r
anjeDle a \ W. h. a opfrtrio da nu-s-t
C -.11.11 a aetrea dni assomptoa que -se coy-
ttiit OJ Paila doTiono.'i
('Srif. l.iijio de A 'i tu "i', qnc e (i
!' isiiiidiJ", t que todos o <' v-
lie a liisc'.o-a- do veto de gracas lie
itnacl;
que l'e !iim dos a<-io< p---
l.i qual o Govetno in
he oapoio que pode Irr na ma
prcsentae5 Nocional; qoeduaises*-
li 1:1 h.ivido, CttHqUi OVO'
.) de graca-s ,-em nad continua a subsistir sent
IhAl)te pralica, de que nenhum iesu!:.ido
i'i|>i >- i rvi-
ca, neo! para o Guv-erno. Ho por tanlo
juato que o Goveruo coiiheca a linln de
conducta que deveseguir ; como ninguem
tal la se a resbeitp do prinuciro periodo da
rposta, ha va.pedido a palavra, nao pa-
ra o cornil..tur, mas para |b* iazer a;ii-
ma's obsrva<;5e9. Nale piiitu-iio peii-
odo, a CarnM expom os aentimentos de
lealdade, e amor < nosso Joven IKiiwna,
O orador Mii-naiiii^a cera essen'u)1
.enliiii'ntos da Cmara, poiem lid lium
elementa muito esseuciaJ, aialheaC
liinica t?o do nddicional ;
conveniente tocar em este primen o peri-
odo nesgas ideas co-e-yistetites com a nes-
soa do* Monarca ; e enmoestd peca tena que
girar nao.'so pelo Braail, coma pela En-
i opa, kei hom que a Cmara manifest
que t'.-.i diaposta a sustentar a Constilui-
" i do Impeli, e o arlo adilicional : por
i mo nada ha tan prop ii> como fAlUr-^e
nesles elementos ao nicsmo L-mpo quei-fi
falla na pessoa da Monarca. IVaiia hum-
is p? ri-, -o do (pie todos na di.i.s pretender
se reformar a Couslitnica, na qal exis
lem principies que un iie licito oiar ; o
que diz o robre orador n.-8 paisa de me-
rao ubertaces. N- manda gmenda *1-
guma, mas volar por aquella que sut,fe-
rec;a nesle sentido.
O Sor. Rodrigues Torres, em sustenta*
caf) didoutiina do proofiro peodo ti, diz, ,pii.' C' nvm em tp eadia--
cu -fo da re-posta p^i;.i do Trono de ve
ser nuiilo solemne: c enlende qu
haver na C'mira dos huma
niauifvslaca do teus s< ntiniento, e do
credo lolro que profe-sa, n.al i, Co
verh pude marchar \, que os Governos
Bepreseula^voa sem maipr'as nao
-. nem podem stibiisiir ; pos que a
maiorias sao a roai ii t;is. o de huon cre-
do plilico o;-i|,i:ir; e r;a Cari*ia dos
Deputados nao convem de modo
que p isse sera discussio ,t re.sposta a Palla
do Truno; porque a nao coLar.hurn
Mni-.terio cu tu huma maioi ta na amara,
di ve enlo reliiar-se, poii que t>m :--
be impos'ivcl 'xisiir Governo Exe."uli-
vo: concordando com o iljustie l) t, -
lado que acaba de filiar, n.8 pode deixar
ceios i or ha*
ver enctado a di-cussiu a :a mate-
ria. !\::> pode p"ie:n concordar so
idade de no ptriodo que .se diacule
:ia le; da- itfor-
mas; pois que. etnoqlro periodo da ris-
po ta ae'toca neite objevto e se mostrava
la d.\ Can n-( toica, p.)9
que he a mcsnu Coosliluic^ aqueBuslen-
la o nosso Joven Monarca. N'em se
que nos queremos saim dar mais cuum-
dera^Io ao Ivfonarca Brazileird do que
Canstituica6 do Estado. O melhor era'
"jepioremos eMe periodo lalqual cta,
e dxemos para depoil as nossas ob^er-
vacoes. O Ilustra Orador na5 er que
se poasa manilesiar senlmi nlos de lealda-
de e adheza pela conae* vaca8 do acto ad-
dicional C/iisl ituioao do Imperio no pe-
iiodoern questa : di/, que o acto sddici-
onal C i;jstilaic,'a do Imperio lem sido
nterrompido por d'fferentea mam-iras, j*S
pelas \ssemble: prio Gv-'irie equea intei pr< lacao me
se iiin! dado, em lugar de set utii ao Im-
Ibe pode ner muitO fiiJ; rpi to-
1 -- lo se-
to addcional t'l equal, mas nao como
cada huma das Assembleas o lem inter-
pretado; que loiio^ queremos o acto d-
dicion| coma elle deve. ser, e he isto o
que edil na fespusta' Falla do Troho.
Coneiuenatmenln -atando pelo periodo
tjl qual se ai ha n digido.
O Sr. Calmon demon-fra que, rendo'
ijerori ido onze anuos de trabamos Legis-
Istivos. a Cmara deve ir [ usando as su-
as ideas so're principios parlamentares;
i trat indo do primei'o lopieo da respsla,
. mosU ijiie elle, deve ser approvdilo tal
qna'seacha, podendo-se reservar para ou'-
Iro Ing.ira.sobserveoes qi^> se lem feito,
O Sr. Limpo d'A bren continua a in
sistir na sna op'nio, d- Cmara mostrara ltta>adhe>So ao Munat-
ca, deve ao nnsmo tempo mostrare qrran-
t<> ella udoia a Cotlslituico do T-pirib;
que em tiome pois da me-ma Con^tituicio
m: Pin levantado facc&es em varias parles
do Imperio, o por sao lle perece conve^
i ra mostr a sna adhe-
hio, e que isf< la mesma occastio em
tju* 11 ara rio Mu na rea, manifestando por
este modo os aenlitnenis de que sin nos-
l c -a CVsI.IuqSu e acto
mi).'I: que est muito longe de sup-
i *) quehaja na Cmara qoem uno. I en ha
.; po- tanto Ibe parare
Ctxnvi tiienle, e anda insiste, que J;zendo
i Cmara: no pnineiro periodo: Permit-
\. M. 1. que epcetemos o rurnpri-
meato d.eliobomoso mandato p I .since
riiimentos de la I
que a mesma Cmara consagra ao
n'-sso joven Monarca e screscente
pala-vras assim como na eje adhesfo a
Constiluicio me noarege.
r. Souza Marlins di/ que o voto do
9 deve -er lunn acto em que compre
ir os senlimentos da Cmara a e
piiio do Imperador > da ad
que pela icha Vstnbeiecida ;
que iu aberiuia da A-seinblca Geial, o
Ti mu dir.'gi'a huma falia ao Poder Legis-
lativo, e que a Cmara tem de fa/.er a esta
falla huma i e nella declarar C4
sen timen tos que possue a respeito qu nelle nao Ibe parece muito confirme
tratar-se a i'e-peito da Conjlituic^a do Ka-
tado t'ouejulga por tanto tuelhor que is-
so'entrecomoemenda *jo corpuda resna-
la, e na8 lego noprramo periodo delta;
que em fim, esse accre.-cimo de ideas a
respeito, se faca em lugar que mais con-
Venha ; e conclue dizendo que est dis
posto a volar pela redaecp do artigo L..1
e qu;il se acha. -
O S. Visconcellos observa que s a
r; sobre '. i esposta ao di.cu imi i.u
ano o pode tirar do estad de abat-
ment em que se acba, e nao sabe se isto
provem ilo .susto qneesja mesrna diVtissa
Ihe imbulio. Tratando das ideas que vo
gao na Cmara, observa que deveria en-
trar n'hum exame sobre a marcha e sobro
a polieia do Ministerio, exigindo as ne-
cessariasexplicac8 s, e que so por nirio
dahurna discussa desta nalureza, beque
se pie aproveitar o lempo que ntila- ?e
despenda ; e se acaso n Cmara se limite-
questa de, se deve ir a palavra Cousli-
tuic.8, <;u nao, pono interesse nos pe-
der esnilar ; cotff tudo, fique-se saben-
do qoeo amor que elle Consagra Cofls-
tiluioa anda heomesmo ; i88'i t seaigumasve7.es o tem combatido, se H-
sfing ia de o haver feito, nao com tlen-
los, porque he o primeiro a conhecer a
sna irrsuti enca, mas sim sem reticea*-
ci.Tfsi'in i-..-dfics, e diiigidO'SC sempre
pela verdade e boa f. N-5 duvida con-
tinuar o sen dtbil apoio actual adminis- .
tracad, se acaso essss expliracSes Ibe l'o-
rem dadas, as qoaes.espera obter do Sr.
Ministro d Juslica, se elle ainda puder
r, ese nao, se ensenar no silencio,
dando seu voto a ledos periodos da res-
posta.
Dando sea materia por discutida, ap-
proVa se o primeiro periodo tal qual,
Pa sa5 os seguintd periodos, sem dis-
C',iS;.
peradur ; que estes seo limen toa pon se a-
chnd manifestados n primeiro periodo, e
Con eli-it>, Senhor, lie sempre o*
dia 3 de Maro o das esperaneas da Nac5,
imo e8t bla G'raf, loas tambem un Goveruo
I, de cu e t icpt ciencia ue-
pende a boa execuca das le. u indicar;a8
neit s mal nte> publica pros,
peridade, a C-imara dos Depu'ados se li-
songea de q o arjxiliada e mesmo
(selaicci la por Imm Ministerio il(utia-
podia ella contribuir para que n.,5
fiqK'in tacs esperanzas malogradas, eseji**
curadosr-s mal s da patria.
A Cmara ouvio com piazer e i.eco -
nbecimerrto e ag'i'darel communicesa3
d interesse que todas as Potencias amibas
tete manifestado pala conset Vacao do Ti ><
noComUluciontlde V. M. I., esein. co-
i
vIPLAR ENCONTRADO


D 1 A R I O D E P E R N A M B U C O.
->-
rao do f slado de paz, em que se acha o
Brasil com todo o mundo.
.Entra em discussao o seguinte :
Lamenta porm a Cmara a collisa
em que est o Governo Imperial com S.
Santidade ; e espera que, sem quebra das
regalas da Cori, e -sem comprometti-
ment dos interesses naci'onaes, o inesmo
Governo conseguir evitar que se altern
as nos-as relajees cora o Chefe da Igreja
Universal.
O Sr. Carneiro Lea exige que a Com-
missa explique o sentido das palavras eua
que o mesmo periodo se acha concebido ;
poisqoe he inuito necessario que a Com-
missa in-ti ua a Cimara se acaso a facul-
dade que tem o Poder Executivo de no-
mear Bis pos pode ser coarctada por algura
poder nacional ou estrangeiro, e se Sua
Sant idade tem a faculda'de de negar as bu*
lasa hum Bispo nomeado pelo mesmo Po-
der Executivo ; se o direito que tem esse
poder de noraear, he acaso hum poder de
legado pela Naca, ou por Sua Santda-
de, aindaqne est convencido, que o di-
reito de nomearos Bspos he huma pura
delegaran da Naca. he hum direito que
foi j tratado e discutido nesta casa. O il-
lustre Deputado continua a fallar neste
sentido exigindo da Commissa todas as
explica<;es a respeilo.
O Si-. Calmon principia declarando que
se sentou com proposito de nao abrir a dis-
cussao sobre tpico sigua do voto de gra-
ea, cinginde-. e simple-mente a respon-
der ; e respondendo ao Sr. Carneiro Le-
a, observa que refund todas as suas
pergunias era huma a ssber : se ha
fra do'Imperio qoem posa contrariar o
exerciciodo no.-so Poder Executivo. Nota
que nao se trata de huma questa mera-
mente poltica, mas sim de huma questa
.sss melindrosa, sto he religiosa e can-
nica, qne versa sobre o exeicicio do Pri-
mado Pontificio : qtiesta que tem sido
objeclo dos escriptos dos Padies do pri-
meiros seclos da Igreja, e dos Theolo-
gosde todos os tempes. Admirare que
.Mibie huma tal questa se perpunte ta
em ceremonia o que pena a (oramis-a ?
Responde pois em primeiro lugar, que se
liad considera memoro de hum concilio,
iiem lente de Theologa, mas sim Repre-
sentante da Nac,d5 para deliberar sobre
que toes polticas. Nao se julgando pois
habilitado para fallar na parte leligiosa ou
cannica, considera o tpico que se dis-
tte pelo lado poblioo: e por isso fica dis
pensado depiocurar as decises da Sor-
hona, nos analyzee e exames de quanUs
Caones se tem publicado desde Niceaat
fiojt, nem nos escriptos de theologos il-
lustres de d fferentes naces, as provas e
raies precisas para satisl'azer s perguntas
do Ilustre Depulado, e decidir aqu, em
uome da Commissa5, sobre o poder das
chvese prerogativas da Ssnta ^ : pro
testa va de ir ta5 avante. Assim poi
considerando a questa5 pelo lado poltico,
diz que a Commissa entende que ao po-
der executivo, cannicamente (aliando,
pertence a apresentaca dos B.spos e que
mesmo pela nossa Constituica (que nao
quiz postergar, antes quiz ron-ervar ao
chefe da Igrej i universal o exei ciclo de
. Bispos pertencia ao Summo Pontfice.
Cwnfe8.su que lhe era doloroso tocar nesta
materia, pois que nao poda abstrahir des-
ta questa os individuos que nella figuran;
individuos dignos de sua estima e respeito,
aes como o Ilustre Minr-t.o que exerci-
tou a preiogaliva que fez -o objeclo de~U apre-.cnt.tcao.
Depois de a-Igumas itfl xes a respeilo
dos direilos da S.m'a S n dos Bispos, diz que he hum f co irirou-
le.-tavel que a Curia Runana est no xer-
cicui imperturbaid de.il* prrrogatva ha
qualro eculos ; assim como he facto io-
ponleslavel que lodos osmemhros lo cor-
po catholico tiin c qoiesi ido ao exercicio
deta prorog-'liva ; que u chele da Igr.ja
Romana confirma anda hoje lodos os Bis-
pos que lhe sao {presentados pelos Piin-
cipes Calholicos .* e, *t?nd a**u, pergun-
ta^r politicamente fallando, se arrancar*
llieesla prerog-tiva he ou nao huma vio-
lenta iiovid.ide. ? E nao sei esta no vid t-
de nociva as circunstancias presente,
(h poi ventuia m quaesquer nutras) os
lOttreuea ntfionaes r Entretaato a Lom-
niissa avallando este negocio como muito
melindroso, considerando mesmo que
nao pertence Asserriblea Geral eraittir ou
explicar -principios desta ordem ; e que
sendo de inleresse publico que a questa
seja terminada ou tratada diplomticamen-
te pelos meios que sO conhecidos, e que
6 o Governo pJedispr ; a Commissa
entendeuque devia enunciar-se da ma-
ntira porque redigio aquelle tpico, dei-
kando ao Governo toda a Utitude, re-
comoiendando-lhe smente que nao alte-
re nossas relaces com a Curia Romana.
Quanto pergunta feita p^lo Sr. Car-
neiro Lea, isto he, se por ventura o che-
fe da Igreja Universal tem ou nao direito
de tomar contas das opinics enunciadas
pelos Reverendos Presbteros em Assem-
blas Polticas,N considerando (por nao ser
theologo) difficil a conven'en'.o resposta
pelo laj/o cannico^, acha-se tambera pelo
lado poltico em grandissimos embaraces ;
pois que l'allecera*lhe principios estahele-
cidos, e nao acha arestos nos povos cultos.
He o do Brazil o parlamento nico onde
os Preshiteros tem a>-sento ; nao podendo
servir de exemplo e Hespanha, aonde in-
da existe hum quasi simulacro dos tres
Estados. Mas o govwrno que nos tem pre-
cedido na ca reir de repieseotaca naci-
onal, nao tem chamado para seus parla-
mentos os Reverendos Presbteros ; e tan-
to este principio parece ser consentaneos
instituices ecclesiaslicas, que os Lords
Espirituaes delnplaterra seabstem de to-
rrnr parte nasquestes politica.
Continuarsed.
PERNABMCO..
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Acta 40. da Sesso ordinaria da Assembl*,a
Provincial de 'Pernambucu aos 3o de
Maio do i836.
Presidencia do Sr. Dezembargador Ma-,
del Monteiro.
Feita a chamada as horas do rostume,
achario-se presentes SI Sur, Deputados,
fallando com causa partecipada o Sur.
Francisco de Car val ho, e sem portecipaca
os Snrs. Dr. Baptista, Telbs, Manoel Ca-
valcami, ePeixoto deBiito.
O Sur. Presidente declarou abtita a
Sessio.
Foi lida e approvada a acta da Sesso
antecedente.
F.iro approvados es pareceres adiados
da Com mis So He Sau^e Pilblica, sobre ns
pertences de Mmoel Francisco de Souza
Peixe, Antonio redro dos Santos, e Luiz
Ant'-nio da R na.
Eotrou em di,rus!-lQ o pareceradiado da
Com mis o de L'gUlaco sobre a perten-
qo foi <> parecer approvado.
Foi po-to eni discussao o parecer adiado
da Commissa de ; vaca, quereijuer Thomaz J"ze da Silva
Gusmao do aforamento, (jue Gzei a de meia
legoa de tena aos indios de S. Miguel d *
Buenos, o qual parecer inda c<>u adia-
do por se le approvado o seguinte reque-
r ment do Sur. V'g.nio Azevedo- R'-
queiro, que te mande pr (termedio do
Governo ouvr aojoiz de Dueito da Co-
marca do Riu Formozo pira informar, i.
-e rii Tildo o Indio Agoilinbu Joze Pa
ne&o Director ou'Jwiz de P. de Bairtiros, lie ou n.i ipib ludo pe>sna
cninpelenle para lorai t iras dos di.> In-
dios 2. se no cilor.'oiciito, que se nei leu-
de lazer a ThomaK Juze da Sil" (Ju>ma
romp ebende u iia p u te do 'en no per-
tencenle a S. Antonio p r doaca, que-e
lez j 3. .-e o supradilo it rrcno( (jiiesepre-
.lendo aforar foi ou nao aforado > iois tem-
po a Franciscou S. Tiago liamoseadi-
lamento do Sur. Padie Vleir*.- Accrescen
cenle- m; -- infui-mand-' o Juiz de Oireilo,
se o ten eno aloi^lo eji ede ou nao a 5.
paite da Data conct-dida aos Indios.
loi apprvado o parecer da CoiumisKao
das lleudas Muilcipars, que julga n i ter
lug-ir a (ratilicac5, (pie requer Joaquim
Entrou em discussao o-requerimento do
Sor. Pixoto de Biito, que tinha sido em-
patado' na ultima discussao, para supri-
mirle a emenda doSnr. Dr. Brito ao ar-
tigo la do Projecto n. 2a approvada na
2. discussao; e Goda a niesma, foi o re-
querimento regeitado, e approvado o Pro-
jecto em 3. discussao.
O Projecto n.'i7 foi posto em 3. dis-
cussao, e leudo-se concluido a raesma, foi
o Projecto approvado, com as alteraces
recebidas na segunda.
Fora approvados era i. discussao os
Projectos ns. 3i, 33, 34, 41* 4<> e ^"
Entrou em 2. discussao o Projecto n.
i9, e o art. 1. foi approvado, accrescen-
tando-se,--eseu terraodepois da palavra
Cidade.
O ait. 2. foi approvado com a seguin-
te emenda do Snr. PaJie MeiraMude-se
no Gm hypoteeas Judicaes, e Legaes em
Hypotecasgeraes, e especiaes, e accrescen-
te-se onde couberas hypoteeas nao po-
dei'B ser feitas, sena por escrptura Pu-
blica, e no lugar, emque estiverem as cou-
zas bypotecadas.
O 3. approvado.
O art. 4. foi regeitado, e approvada a
emenda substitutiva do Sr. Padre'Meira--
O Tabelia ter dous livros numerados e
nib'icados pelo Juiz de Direito doCivel.
No 1. lancai osapontaraentos, e protes-
to das letras: no as hypoteeas. As
hyhotecas ja feitas sYa registadas no Ter-
mo, onde estiverem os bens hypotecados.
Tendo-seconcluido a discussao por artigo
foi o Projecto approvado em 2. discus-
sao.
O Sor. Presidente deo par ordern do
da em terreira di-cussa o Projecto da
Le do Or.-a,nento eos de ns. 43 e i'4,
47, e25, elevantou a Sessa depois de ,2
horas da tarda.
Thomaz Antonio Maciel Monteiro.
Presidente.
Lturentioo Antonio Moreiro deCarvalho.
i. Secrelaiio.
Luiz Rodrigues Sette.
2. Secretario.
GOVERNO DA PKOViMClA.
Expediente do da 8.
OfGcio-; A Cmara d'esta Cidadk, pa-
|,-ra por de->po*ica do Administrador Fis-
cal das Obras Publicas a raobilia, e mis
ulenrizqiie guameciam a salla das se soens
do Jurados em Palacio, a G.n de mobiliar
as sillas preparadas debiixo das cazas da
Rellaca, e deslinad'is para os trabdhos
dos mesmos Jurados.
Ao Adiiiini-ti ador Fiscal das Obras
Publicas cotnmunicando-lhe ocontbeudo
do offici" precedente.
A' Cacara d'esta Cidade, dizendo-
Ihe, que nao estando derogado o Art. i4
do Coligo do Processo Criminal, s Ca-
mai-s Municipaes continua a perlencer a
uomeaca dos Eicrivaens duJuizo de Paz,
o que prereu ao'Governo corlvenieute
comiiiianicar a mesma Cmara, visto que
sobre este objeclo j tera apparecido duvi-
das depois da Lei Provincial de 14 de A-
bril p: p:
= Ao Juiz de Paz d'esta Freguesa de
S. Antonio, em resposta a un sen offcio,
dizendo-lbe o mesmo que no olicio pre-
cedente dice Cmara, isto he, que para
a nomeica do Encdva respec'ivo ,sij>a o
(oe detcimna o Arl. i4 ((w Cdigo do
Processo.
(I.'licios do theor do precendente se
enderecaram aos Juizes de Paz do Recile,
c da lfo.i vista.
A' Cmara da Cidade de Olinda,
d'eulo llie que para o Governo poder
iohi pcileito coiihecmu'iilo responder o
oificio < m ()' ella expo. ni, de confoemidade
cum i nsoluca do ex tinelo' Conselho Ge-
ral de Provincia a necessidade dos repa-
ro* que pretende fj/,, r no partdaQ do V'rt-
radooro, a Gm de desaguar o pantano d'a-
quella Cidade; misler se faz que infrm
Joze Bello, l'ical da Povoa>,a doj Alio-I embode Idclo reparadas as fon tes da
g=d'.>i. | ursina Cidade, qu-e: sao est?s; que di-
nbeiro existe era cofre para as despezss da
obra da abertura do caes* do Varadouro
e finalmente qual he o estado das rendas
da raesma Cmara.
Ao Bacharel Antonio de Acamo Fer-
reirae Jacobina, para remetter ^Secreta-
ria do Governo o Directorio dos Indios
de Agoas Bellas, que existe era seu poder,
comoaffirma emseu ofiicio do !. do cor-
rente.
Dia9.
Oificio; Ao Excel. Bispo Deocezano
dizendo-lhe qua estando o Goyerno Pro-
vincial aulhorisado pelo Regente em Nome
do Imperador para deferir os requerimen-
tos deBernardiuo Joze da-JAocha Frmica
e Luiz Ignacio Cardozo, que dezejarn as-
cender ao estado Sacerdotal, digne-se V
x. Rev. informar sobre o objeclo, para o
que Iheforam enviados os requerimentos
e o Avizo Imperial que os cubriu.
Ao mesmo Excel. Rev. Bispo remet-
iendo-1 he o Parecer da Comraisso dos Ne-
gocios Ecclesiasticos, approvado pela As-
semblea Legistiva Provincial, e dado so-
brea reprezentacoque mesma foi dirig-
da por V. Ex. Rev. expondo as precizoens
do seu Rebanho, e reclamando providen-
cias sobre diversos objectos.
Ao Excel. Prtzidente do Rio Gran-
de do Norte, em resposta a um seu ofiicio
communicando-lht; que ao Arceual de
Guerra se expediuordem para com a pos-
sivel brevidade roncertarem-se as 60 gra-
nadeiras, que d'aquella Provincia (oram
para esse t ffeito remettidas em Agosto de
1833 ; easseverandoqoea falta dearlifeces
tem sido a cauza da demora, tanto assim
que muito armamento d'esta. Provincia,
mui precizopelo mesmo motivo nio est,
concertado. %
Ao Inspector da Theaouraria para
mandar fazei r os abonos competentes ao
Alferes Joaqun) Joze da Cunda, que vai
para a liba de Fernando render o Teen te
Joaquim Joze de Souza,
A Commandante Superior da G.
N. dje&le Municipio, para de.-pencar d
ser vico os Gualdas Antonio Lopes Gui-
maraens e Antonio Rodrigues de Maraes
ambos da terceira Compaubia do ." BaU-
lliao, por rstarem exercendo o lugar de
Commi.-s.ros de Polica, como partecipa
o Prefeto d'esta Commarca.
Ao Inspector do Arsenal de Mario lia,
dizendo-lhe que se o Mestre da Sumaca
fretada para ira Fernando obi ga-se a fazer
a viagem sem a co.idjuvacio de um official
de Marinba, que pode ter este despensa-
do.
Portara; Authorisando oTenenteCo-
ronel Eqgeuheiro Fermino Herculeno d
Moraes Ancora lospe tor Geral das Obras
Publicas, para mandar construir um ma-
caco, duas maquinas de arrancar esleios, e
urna maquina deesgotar denominada Bu-
sarco, como requ-sita.
Ao Inspector do Arcenal de Guerra,
para com a possivel b evdade fazer conen-
tar asGO granadeiras da Provincia do Rio
Grande do Norte queseacham no mesmo
Ai>enal desde 1833, participando quando
estiverem prouiptai, para se remetieren)
Da 11.
Esta Pp z;denria recebeo corn desprazer
orjficio que V. S. Ibe dirigi emdata de
22 do imz p. f>. e muito estranbou nio
terV.S. procenjido, como deve'ra contra
os influentes agitadores dos povos d'e.ssa Co-
marca, que para litis sinistros tem desfi-
gurado, e alterado as Resolucoeus da As-
semb'ea Legislativa Provincial relativas a
Connrc.1 de Garauhons.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Go-
verno de Pernambuco l| de Junho de
l8">6 Francisco de Paula Cavalcanti
(l'Abuqiierque*Snr. Preltilo Interino da
Commarca do Bonito, Dr. Jernimo Vil-
lela de Cistro Pavores.
Olicio; Ao t'xce'. Mrquez do Becife,
remetiendo lhe pra sua inteligencia a Lei
'ivincjal N. 16 de 7 de Maio p. p. revo-
gando a Resoluco de i5 de Outubro de
1831 smente na parte relativa ao Hospital
de N. S. do Par-uo, e S. Joio de D-
os.
Bomcssa igual precedente se fez *
Administraci' dos betuno* Ho*piu*!3. de
Ciridide.


DIARIO DE PERMAMBCO.
a
Ao Commandante das Arma?, cbm-
jnunicando-lhe que os requei montos do
Capitio Manoel Joze de Serpa, e do Alfe-
res Joa Das Martins ib ro deferidos com 6
jnozes de licenga cada un.
Ao mesmo, para remetter compe-
tentemente escoltados ao Excel. Preziden-
ie da parahiba os desertores Joo Pi Perei-
ra Campos, Trajano Joze Correa, Antonio
Marques dos Santos, e Paulo Joze dos San-
tos.
* Ao Excel. Prezidente da Parabiba se
ommunicou a remesa dos desertores de
que ti acta opreceden te ollicio.
Ao Inspector Geral das Obras Publi-
cas, para mandar por era arrematarlo a
obra das 2 Pontes dos Car val los, e seus
caes.
Ao Prefeito Interino da Comarca
do Bonito, authorisaudo o para mandar
concertar o armamento Nacional arruina-
do, para ser empregado as funcoens Poli-
ciaes ; remetiendo a conta legal da despe-
za para sesatisfazer pelo Arsenal de Guer-
ra.
. Ao Prefeito da Comarca deNaZare-
tb para proceder com a possivel brevidade
a um circunstanciado alistamento dos indi-
viduos da mesma Comarca que nao peiten-
cema Guarda Nacional, e lemetter esa-
Ji>tamento a Secretaria do Governo.-
DlVERSAS REPARTICQENS.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N." 120.
CORREIO.
O Bi'igue Santa Mara Boa Fe recebe a
malla para Lisboa i.odia 16 do correfite as
<) lloras dodia.
__ A Sumaca Gentil Americana deque
Me*tie Francisco Ferreira Borges sai pa-
ra a Babia nodia 0 do coi rente.
O BRAS PUBLICAS.
" Pela Inspecco Geral das Obras Publi-
cas se annunct, que n> dia i 5 do corren-
te mez se hade | tirpio da ponte da Magdalena, a quem por
menos fiser, segundo a condicoens, e o
mcamento, que se procedeo ; no, dia 18 a
do atierro dos Carvallios, e no dia 11 a da
Estrada do Giqui. As pessoas que se qui-
meree encarregar dessas obras, dirjo-se.a
dita Reparlicio com as suas h- bilitacoens,
dan 9 horas da manh, at ns 2 da tarde.
In.-peoco Geral das Obras Publicas 6
de Junho de 1836.
Antonio Carneiro Leio
Inspector Geral uterino.
Publicaces a pedido.
Academia Jurdica d'Oliuda.
*........ Arespeito da Cadeira de Geo-
gi'rtfii, e Historia pede irualm-ntet-oluco
o Director, se deve, ou nf exigir este pse-
paratorio a os que se matricularen) no lu-
luroanuo: por isso que leve exeicicio
quand oanno lectivo estiva adiantado em
mais da melade do lempo, soluco aliasob-
via, ponderndose a iniquidade m> pedir
lium preparatorio, do qual s -e ofR/teceo
meio aoe-.tud.mte para se instruir, tarde,
e fora de lempo &c. Aviso de 26 de Fe-
vercirode i836. *
Geografa, e Inglez; por que o Art. i."
do Cap. i." dos Estatutos d occasiio a is-
so. Essa pratica acbei, quando tomei pos-
se da Directora : mas lendo com attenco
os mesmos Estatutos, convenc-me de que
aquelles estudos sao tao indispensaveis pa-4
i a a Matricula do Curso Jurdico, como
qual quer dos outros Preparatorio?. Em-
bora o Art. citado mande aos estiidantes
appresentar as Certides exigidas pelo Art.
8.* da Lei da creacSo dos Cursos Jurdicos;
por quanto o Art. i. do Gap. i.' diz ex-
pressamente, que a Geografa, e Inglez
sao materias dos Exames Preparatorios;
donde iufiro, que neste Cap. os Legislado-
res ampliarn aquelle 1." Acresce, que no
Art. 2." do Cap. 3.sediz, que o Director
sadmittir primeira Matricula os estu-
dantes, que Iheappresentarem certidSesde
todos os exames Preparatorios : e quem
diz todos nao admilte r xeepces.
Fundado nestas rasSes, e no desejo, que
ten lio de que se nao facilite demasiado o in-
gresso n'Academia ; por que se assim nao
t'or, nao ha ver mais quem se dedique
Agricultura, aoCommerco, sArte, &c.
vista a fome de Bacharelatos ; assenlei de
exigir aquelles Preparatorios. Sabendo dis-
to os estudantes matriculandos no 1." Anno,
dirigiiio-me hum reqoerimento, em que
pedio os bou vesse de dispensar de tal ontis,
alegando a pratica, a falta dessas Aulas no
Colegio das Artes, e outros argumentos
para mim improcedentes-; por que onde
ha Lei positiva, e executor nSo est aucto-
risado pera dispensar.
Todava nio Confiando muito em o meu
humilde pensar, leve o requermento
Congregaco, que convoque? no dia 1.
deite itiet, eunnimente approvrio ami-
nha resulucao, em virtude do que fiz afi-
xar, e publicar pelas Folhas Publicas hum
Kditil, declarando, que nnguem ser Ma-
triculado d'ora em diante sera os Exames
de Geografa, e Inglez. E como destemo-
do s tei o de Matricular-se trez, ou qua-
tro estudantes; estou de animo a admittr
lodos os mais, romoouvintes ; ee*tes que
recorri Auctordade competente para
resolver, como for de rasio, e justire,"
Julgo do meu dever assim o participara V.
Ex. para de ludo ser sabedor o Ex. Regen-
te, pediudo, baja de me Ilustrar, aeacca-
7.) eirei.
Devo participar oulro sm, que a Ca-
deira de Geografa ja est em andamento,
eu Substituido d'Inglez e Francez, posta
a concurso, j fui lirada por hum dos Op
positore.
Dos Guarde a V. Ex. muilos annos
Olinda 6 da Marco de i836. Illust. e
$x. Sr. Antonio Paulino Limpo d'Abreu,
Ministro eSecretario d'E tado dos Nego-
cios da Justica, c interinamente do Irnoe-
ri >. Miguel do Sacramento Lopes Ga-
ma, Director interino.
EXTERIOR.
\ Londres i.'d'AbI.
O Monitor Francez de Quarta feira nos
informa da chegada a Pariz do bolletim do
General Espartero, que da corita daaccio
oe i9 de Marco passado, pelo qual se con-
forma a noticia que j corra da derrota
dos Carlistas. Os camponezes aprizioua-
rio huma grande quantdade de fugitivos.
O General Espeleta estacionado em Ba-
masseda Foi reforcado com6batalb5es, nao
obstante a piquena'distancia em que se a-
chavo as Torgas do inimigo. O General
Beines'-e com hum batalbo derrotou dois
do inimigo, matando-lbe e ferindo-Ibe i30
honiens incluzos iO Officiaes, lm de 30
que ficaro prioneiros. O bolletim de Es-
partero chegou |a Pariz, viudo directa-
mente, de Victoria, e no mesmo dia tlo-
bem chegou a Gazeta de Madrid de a3,
que confirma mesma noticia.
, A VIZO.
Acensando a recepro do sen Ofirio de
6 de Margo prximo lindo; e amlo in-
leirado do que Vm. nelle pondera Mibie as
ra.-.'s, que o levarn a tomar a delibera-
co de exigir, romo Picara lorio-, os ex-
ames de Geografa e Inglez : Tenho de com-
municar-lhe em rwpoaf, que o Governo
concorda enm a opiuiio de Vm. a ie.-peito ;
deveudo por tantn os l' i-ern admittilos fiequencia, do anno, co-
mo ouvintes, i", querer Assemhla Geral
para obterem a dispensa.
Deo.-.Guarde a Vm. Palacio do Rinde
Janeiro em 9 de Main de i85<>. Joze Ig-
nacio Bnrge*. Sor. Director interino do
Cut'aO Jurdico da Cidade de Olinda.

Rv.1"" Sur. Vigai o. Tenho a honra,
en inaiur Satisfacio de participar-lbe, que
ja nao son sen Coadjutur.
Guarde Dos a V. Rev. [\ecife 14 de
Junho de i36. K>. Snr. Vgario Lu-
iz Joc d'Albuquerque Cavafcauti. Ma-
nuel da Fonceca e Silva.
III.-" e Ex."" Snr.
I)es d'. creado desla Academia nunca
f> exigi como preparatorio, oeximc de
dem 4 d'Abril.

Pelas derradeiraa noticias recebidas de
Victoria, tiamos sabido mais alguns prome-
nores a respeito do ultimo encontr que
tee a devizo Espartero, rom as tropas
Carlistas commaudadas pnrEguia.
O General Emartero havia recelado or-
dena de Cordova, Cnmmandante em chele
do Exercto dyi Kainha, para apoiar e pro-
t"gA com a ua Devizo o General Vigo,
que tnha recebidoordem de maicliar rom
t)balalb5es para reforcar o punto de Bal-
masseda commandado pelo General Espe-
leta, devendo Espartero regressar a Victo-
ria depois da junecio de Vigo com Espele-
ta : foi pois no sen regresso que Espartero
foi attacado por Eguia. E partero espe-
rou oallaque comoroaior singuefio, dei-
xando avancar o inimigo a distancia capaz
de poder em pregar todos os tiros da sua in-
fantera, e quando foi lempo mandn dar
huma desca ge geral, o que Ihecauznu
huma perda immensa, attacando-o depuis
por 3 vezes vigorosa, esemultaneamante
ponta da baionela, o que oobrigou a fu-
gir em todas as direcces, depois de haver
p-rdido mais de 800 bomens entre mortos
e feridos, fora o* pi izioneiros. Espartero
continuou depois a retirar-se a Victoria,
segundo as instrurc5es que havia reiebido,
o que den logar a dizer Eguia que elle ti
nha fgido para Vitoria.
(The Times.)
AV1ZOS PARTICULARES.
A pessoa que pelo Diario de Pernambu-
co n. 9a de il de Abril prximo passado
do correte anno annuuciou lerem-Ihe
iurtado de Povoacn dos Afogados varas
pessas de ouro em um baulzinho, ou car-
ie-ira, na uoite de 20 para ?. 1 do mesmo
mes de Abril, pelo pi exente annuncio se
(saber essa pessoa, era enmono Olho
d'Agoa do Piripiri foi preso Angelo Custo-
dio Ferreira, tendo ja extraviado a maior
paite do roubo, pelo ex-Juiz de Paz da-
quelle Destlelo, e por elle se acha ptoces-
sado, e o riineteo com o processo ao Juiz
Municipal interino desla Villa de Cimbres
em Pesquen a, ees' iccolhido na casa que
serve de cadeia nes'a dita Villa : e o que toi
achado do restante do roubo acha-se em
poder do Snr. rantalio de Siqueira Caval-
cante, ebem assim um cavado; que ludo
milhor especifica rellago feita poraquel-
le Jui/. dn Paz n<> arlo do processo e pri.-<-.
E com este pieso esteja faseudo despezas
a pessoa nterestada e pode mandar requisi-
lar avista d'ella ser aeariado, e contessar
onde deixou, ou a qnpm venden c mais
que falta : e por issO se faz o presente a-
viso, queja segundo.
Villa de timbres em Pesqueira 1.'' de
Junho de i856.
Luiz Joze da Exputaco,
Escrivio vitalicio do geral da mesma.
jfl^ Faz-se publico que v falco, e de
uenhum effeilo o annuncio inserto neste
Diario de retirar-se pira Angola o Snr.
Antonio'Joze Perenra de Lagos; e ad*er""
te-se ao autor de tal annuncio que se con-
tinuar com estas especuladles ir ter Ca-
deia.
j^ Francisco pereira ex Corneta do
Batalho de Olinda tem um cavallo com
cangalha, que achou no Recite : quem fue
seo dono pode pmcura-lo na Cidade de O-
linda, ra do Rosario em casa do mearao
Pereira.
*/9^ Precisa-se de um rapaz portnguez
para um estabeleciinenlo nesta pra^a; a
quem convier dirijase a ra Direita ven-
da defronte da torre du Livramento de du-
as portas.
^y Quem precisar de urna ama para
casa a qual sabe cosinbar o diariodc urna,
casa, cosf e lava de sabo e engoma, diri-
ja se ao entrar da ra Direita junto a loja da
cera casa D. 65.
' fcy Precisase de um feitor para um
sitio perto da Pisca : na prenca do Brto
no Forte do Mattos.
jC^ Quem annunciou qoerer dar
500^ res a premio, querendo dar sobre
hipoteca : annuncieasua morada.
tjry Alluga se urna escrava, -que en-
teuds do ser vico de urna casa: quem a ti-
ver dirija-se a roa da Cadeia velha n. 6,3.*
andar.
%cy Precsa-se d'uma preta Africana,
forra, ou cativa paraoservicodecasa erua:
quema tiver, ou esteja as circunstancias,
dirjase aiua do Nogueira D. i9, onde
se tratar do'ajuste, e das condices, ou
aununcie.
jr^p> Os ciedores da casa ialida de
Smilh &Lancaster quequiserem recebero
dividendo, podem aparecer com com suai
contas, das 10 at as a horas da tarde.
Hy Precisa-se de urna ama para todo
servico de uma casa : na ra da Cruz n.
52. *
iy O Snr. Jacinto Joze Thomaz da
Silva, queira ir a ra da Moeda, em cas
de Santos Braga receber uma, encommendd
que llio velo do Rio de Janeiro.
tflLv* O abaixo assignado offendido pelo
Copito Antonio da Silva Santiago em su
pessoa por umferiment, que Ihe fez, de
que resultara um Processo criroe, em que
foi aquelle pronunciado, e pelo qual o a-
baixo assicnadn o acusara pecante as Jusli-
cas deste Paiz ; lendo dado todos os passos
seu alcance e mostrado o maior fervoren!
lavar-se d'affronta, que reetbera, e faser
respeilaras Leis coro o exemplo da puni-
co ; desejando ohter por aquelles meiof,
que Ihe faculta aJLegislaco do Impelo, li-
a nobre voganpa de seu ofensor; ceden-
do s instancias de muitas pessoas desta Ci-
dade a quem tributa respeilo e gratido,
entre ellas especialmente o Snr. Felippe
Lopes Nello Jnior, e nao menos ao pedi-
do do IUm. Snr. Teneuto Coronel Francis-
co de Santiago, roano e fiador nesta cans
de seu agressor, nao podendo resistir
vontade de tantas pessoas a quem deseja
servir, o abaixo a-signado se vena obriga-
cn de desistir d'acusaco na presente cali-
za, deixando smenle Justica esse encar-
go ; o abaixo assignado presando os senti-
mentos de orna, *e v na ohrigacio de de-
clarar, que nesta composico nao foi siia
vontade movida pelo encentivo do srdido
interes-e pecuniario, que por ella nada re-
cebe alero da endemniaaco das custas, mas
,-omente prlo desejo de attsnser aos desejos
(leanlas pessoas, a quero o abaixo assigna- *
do nao pode sallai- deservir.
Joo da Costa Palma.
/y Na venda de 6 portas defronte de
Palaro, troca se pitaroens por cobre.
*& N.) aterro da Boa-vista, D. 4* la-
do la Mal i?, preciza-se d'um homem que
seja de punco chegado de Pur'ugal, para
feitor de fazeuda. -
jry Na ra Velha, D. $7, preciza-se
d'umcaxeiro portugus, de 10 allau-
nos.
tt"P* As pessoas, que morando fora
desta Prnca, quizerem mandar ensinar se-
os lilhos a ler, e escrever, Arimetica, e
Gramtica N#asional ludo com perfeico,
e methodo fcil, obrigando-se pesso^
que se propoem aensinar as materias asima
declaradas, a ler os Allunnoa em s-.ia caza,
e darlhe o sustento. As pessoas, que qui-
zerem contratar para n mensiouado fim di-
rijan se a Fora de Portas a falar coro o
Professo Publico de Prim-iraa Letras
aOP
.\Mm\ ^



I> I A R i Q 1JI;
o Francisco de Farus Tonos, que i o deuma caa, enaaboar,\todolhais$.'r-
serhedir quera sepropeaisjo.*' ; vico com todo t)e*ea>bavaan| e tamben se
10*- Juo Pedro Adour rifo podando i rtnde um mualo deji8anu.s limito es-
pprfaj'a de lempo despedir pessoataen- pcrto, proprio pata aprendei qualqr of-
te#de seus aruigcs espera que o desrulper, lete, e pata pagem : na ra do Qb tinta do
e qeino aceitar seus tribuios di-graiido 3.".andr por rima da Botica que vira pa-
E P H N A M B U C G.
o audo'/.as 1 ero brancas
$CjP O abaixc ado rom bija 'i'
'zeiida na Pracmha do Livremerit faz
fr'.'icnl i pess ia !ue era fina i
d'Souza Magalhaens Jnior mirador
On da, u por orden! que disse liona do
)iesuio Ih cntiegqn hum caixio, em u
q tal arelaron sirern cuicocnia livras de
Rape da B i ( ntido p
> dhaens Jnior, e p ir.
ta o.Coegio.
JRP" l-ma riegca r.iesocabinda, debo.,
figuia e pirro cornniodo prqpria para o
do Campo : na casa que ic'm lam-
piodid'rcnie de Sania Hita.
" tS^- Rap -rinca za, e riineipe de
de muito superior quaiidade, rli-ge.
o'o ultmame* Boca Activa" ese
em c.uxs, e as libras dii
Croa n. G.
T3* 3 ese-raro* um p&rdo de i5 os
oraseaCha verificada ser falo i la! re d.< ida e K.a h\;.rn e multo hatij uttfW
Ba, por ofdern uaiiue'le, quea|a quan-
lo aqles o inti u/o portador vn lomai
ta do dito caixio. o quii se acba uo m
mp estado em que i'oi recebido, o que au
hiendo no termo dq viole e quati.o Kj
den b ptrbMcacio protesta 'o aliaixo
lo, nao s rio responder p>r qual-
qjer da nificacao que em dito genero haju
de aparecer, on oulra nualqu.-r dtividaa
ok- respe* I o seja da natureza que Ir, mas*
t que judicialmente- o pora no depoziio
GeraJ.
Joze Esleves Vianua.
r rom casa de viven Ja, e arvores de lue*
.0, com cerca !o e lenas de planlaqio con)
boas CQitlas por proco tgmmqdo : no beco
higo do Saccnai uto de Sanio Antonio.
V9" A venda ,i ra Direita D. 29 : na
la no-Sl." andar- ,!o sobrado t, 3
das dar. 9 floras da manlii, e das 2 as 4 Ja
tarde.
VT"i 'San as '"e eolia de i, >a qu -dade :
n<> armas-rn de Fonteca & Couip. na ru
da cajoea do Recife n. 50.
&&" rinos de ptimas oses, cjiegado*
prximamente: na ra da'Ciuz P. ::;
W&" Lm .elim novo rom piqueuo oso,
(' fatc'ciu lie;, pipis rgsias. lu o por pie-
?Ssdo : na u i por dli'aa dua'.dace-
N AVOS A CARGA.
Para o fiiodc Jam-iro
S^gue viagern no da 28 do conerife o
rlaxo Pe namburano : que-m ti Ver de cai-
i+^-tr co ir de p.is*a{>em dirija-^e ::;> arma-
zen de saucar de Roza & lrmo, na roa
da Cruz
inm cora iviraes predicado-:
na i na d,n Martirios lado dirti'to c-
.! v..i. de Paiva Baracho.
1RP" Dih inoleque de A le l-.'
aunes: ni*.t da Cddtil do ritoie loja :.
(6.
^3r Vende-se (oom i a hoja de.
rom esas na na da cadea do R^otfe defrdn.
fe da loja de Jo Cardo Arrea :' na roa
da A'Uudiga velba n. i noVguudo andar,
fue efecta q-ialqutr negocio que con a
inesma qu-ia'o fastr. *
&W Urna vaic. pau-ia de ponco, mui-
s de citc, do;-s ditas Cora s ciias i
te-cobrado nofunue teiri tanque d'agoa.
I na piet.i de 2() tunos sabe engomar,
czlnfiar, co|er vhai, lava de saba, e
'( b-jrelia ; qncea a p tendee dirija" ae .
Beco diPo!c' hojvarflo D, i,
^t* Um auarto de carga, novo, e
Mdiru: oa ra do C^ugaJi Iqje de
r Francisco Augusto (VA v, vedo a Silva.
ttTJ** Urna venda com poucqs ftiudos em
v- S doTeico.p. 5: n-misma.
y^p* Urna mgia oe 30 aunes, cozinba,
eava de >a|,0 : na rui doCNLucal. I. je
de rniqdeaasaq pe da do Sm. Bmdcira. "
"*C2P* "Jina mdala !>ein c'aia. e moca :
"""a da'Cadeia do Recife, N." i, >
andar.
i
apartadas, e uu.a^iovdi.a, todas trez proxi-'. '*J^" Una molafa de a5 annds, sabe co-
? a pane, euma bicerra ; m quarlaV f'""'", lavar; na ra UiceUu, conf.on-
PABA FRETAR oa CARBEGAR
A Bina liamburgueza Cour*r, Ca lar.
H'Cirrhsim A I de superior marcb.M, ei,, -
jado de cobre: a tractor com o consagaa
taiio A. S Iiiam.o.
^* Frt'U->e, para q -.''jer dos por-
to, da vii opa. ci: Americ.., o.superior ein
marcha, e f/ite !>ngue Sardo Ino-
ibiradoem cobre, dolle de 25* ton, |
c!-s: a trctar-se com' o sen C-pi'io {).
1 ros Rosi, ou com Nono Mara de Sei-
xa?, ruado ViuarioD. 12.

OMPRAS.
O Arsenal deGuerr? compra-para o fa-
F brico do Laboratorio, papd almaco ; apietn
1 o tiv< 1 fiii j-a-.-e a salla da Iasaieccivc >,.*.
I jno Arsenal i!as 9 lloras por dianle a !r,;c-
" tar com o director.
JT^* lTii- bom u?o : annoncie.
em
de l'i
O .-ea:0 lomo da historia-(n;v
i de Mdlo!, e o i. volurae da
I por Moraes; annuscie.
V3T Co.npra-.se : Bem reparare pi
^a obra de Mr. Larnoninais, que trota da
soberana poro 9 < 1 Empresas pe.
iitcas lie Savt ha em Oiinda ladaira .do
Varadouro n. n, ou anuoncie.
*3r .a parida com brerrow*
queiio, (-que ile de duas. g.ripias para si-
ma : quem tirer aonuoc
*J- i :000^)000Veis de moeda .
hre de 80 rei* em c^.sa de Santos R
1 ua da Moeda, ou annuncie.
#3T A obra de Virgilio. 3tomoi I
lalun, en bo.rn uo : aouunoie, I
< apado rnuito novo, e um seiirq cuto r lito
po.uco os.; ti o pateo de S. redro lado cs-
querdo l>. G.
aTjr Urua' pela crila do2#annos, g0-
ze,,e-engoma liso, oowha "rrruitft hem.Ta
icnda, e lloren de varias qoali-h.des:' no I
pateo de S. Pedro sobrailmi,. ui and.u f). '
5 do lado do heco da Viaao.
nr i>uas roolatas. um, de J8 a 19 an-
nes, e Otilia de 25 v 26 : a primei'a engo
xnt, ecose; e a seronda cose, e engoma
be, C Cosioha, con lieol.racO. de que
e\ta ultima deve- ser par fora ,ja Pr0V;jn
na: na 1 ua do Ro/.ni o sobrado I). 7, por
sima d.. Bol te* 0o Ga-rlhftlomeo, i.* andar.
9^* Parador 1 da Proehfeia ittn escravo
ri..'odelSa to-onnos.do er"! cam-
po.: 04 oJicina das Obras fablicus fem pa-
I .co velho a (Vitar cora o contra-meslre
Fiaiu isco Ha/tirts Me ves de .Azevedo.
XT9" igos com garrafa rasias, dito-,'
qar g<-oebra embotija, e agoai;dene d* ani..'
todo por preco commo.lo : (n iua Direita'
dWau |. do K-mpiSo abaixo do beco da
Penlia.
rj? Salea par: io.a de muit bna quali-
dae cliegadH p"ro\imaroerte: na na c"a.
Madre.de O^os, n Q-criploiio do Mano. I
Joaquina Hamo-e Siivi.
W ti m cava I lo melado rapuzo,
pas&eiro : na 1 -ju da Auio-.a n. 9.
^*" Orna porco de bol jas rasias*; na
da do Mondeeo n, .!:.
^3" Um ruano lorie ,, uso. e
na prenaa ijo Bul-..
110 Fofte rio MatlA*.
V3t" Opl'noo.s i ore., i. s ,| |.
1 18O girrafa
* prOOl ; II -. ,iir p.>.ra
f'a da pro, serijo d ara si-
le dar a rQO, ur, ; [. ,n en
poni uepdat rJ licor f< 0 de
R'ino a .000 res a .o-, da : tu r .
da lado d.. suip. |5.
de i dada, nfii< e i, 1.
b m servir ,:ii, c.-,i, e muii
di orto-, e ouiras p',-.-. .,; ua ra do
muro-da pqhasobrado D. 18.
?31* Com urna tiiaded isarinoeu.-ni.-,
co lois ou no no.-, urna ni oala Je, idade
ie ao oijSrt do Livrame.ijQ, loja D. > \.
W51* Urna negra mullo hty coV.itileiia,
costiiitira, engomadera. e lav.ideira-: na
ra da rtloeda, ao peda Borha.
"Scy* Um xlojo de caixa "tigo, ponoi muito regulador 5 e u-
ma. correle tobi.in de uro, (titioamni
denia, tudo por pieco cmodo: i:eslaTi-
pogfsfia.
ji5* Bixa.-- chegadas ultioiamev*
te ile Ijishti:., mu leen (!o cabos
ce i:.\c:\, gtfTfos e trinxates prom-
;!'>>, de' tiiarini t!e cu vaHo. mari-
uhit, i tiUi pin- pre^U cmodo : na
rita do Liviament venda da (jui-
na -!(! becci 60 PadriS L), I,
pensada, e a Serdioi a protesta usar don.
gOd le contra toda e qualquer |>eSl-,j,
qi.i-baja de tir'ar-lhe o ferro do p c
knlia em SU a casa.
/3* Oerece-se 100^000 rea a premio
a querfi aprehender um esravo por Bm(1
M a noel d' naco Cabin la, fgido era dt.
-M.in;o p. )>., cornos ignaes egutotes: |1e
hasiantu baixo o groco do oorpo. e u-in
de menos os dedos pblegacSs de ambas as
uiSos : os aprehtndedores levem-r.o o lar-,
go doC'rpo Sanio a casa do Sm. Mrtnit.
de i..ndai.
SCJi*" Antonio, negro j velho, estatua
baixa, cara laaga o escarna jla, btifosvgros.
so pamas arq-readas e m acuerda um
urna marca de l'erida ; fgido a 10 do cr-
lente, do-.-iiiCajueio, de Maii-eL Auto,
nioda Silva luis, levando toda a roupatn
tronada em una baet encarnada, e un la-
cio : o palio doCarmo, .-obrado da e3-
qirina da parada.
50#O8 zcis de gralificaio
try Para quem aprehender 0:n n<
de uome Joaquim naci Mocam/ique ida-
de pouco md^ou menos 30 a noos, estala -
ra regular, (or muilo 1 elinfa, u-a de brin-
co na urelha, foi escravo do *Sric.' Brandao
que feve botequini na iu, do Rosario, ,i
cosinlu-iro, e sapaieiro, por i-so desconfia-
se que esleja Irabalhando por este ffidio
ero algqma loja, e lalvez inculcando-e.
forro, Bpareceoa pouco tempQ nos Alo-
gados; fgido em 8 de Abril p. p. os a-
prehende.iores leveiu-00 defront,- do c^s
da Litigela a Antonio Joze da Cesta Aia-
:ijo.
W! No .da 4 do correnta fugio bum
moleque crilo de nomo Benedicto, i'J
aririo.^, rBuial de alfaiaie, rom os signat.
seguintes. altura rrgular, caa i'e'hnda,
e picado de bexigas, levou vestido cami-'
za de algodaSzioha, calca de gazimira azul
ja velh a, os a prebndeteles levem a ra
alr da V'-niz O. 25.
Tab
1 das mares chcias no Pono de
Pernambuco.
ALGUF1S.
Aiuga-se urna pela cscrava, p.ui fiesco, com rnuito leite fp-ira criar : quero
a pertender dirija-aep Pora de Puita-iado
diieito, ea.-a <\* banda de Jlo Bapii.->:a dos
Sanio-, ouauuuiuif para ser procurado.
PERCAS.
VENDAS.
k ( mi pequea rasa terrea, rliio pro|
na 1 na dasAgofl. verdes D. i9 : i|uvm per-
Atender aunuiicie.
t^ |J" A venda da ruada Dirc la l) -.9:
Wia i^sma ra no 2." aud^r rl.> sobrado !.
if.i >, das 6 horas da manhaS (, c das 2 as 4
0-1 tarde.
p **&* t'ma negra, crila, de 10 annos
I poiiio niai* ou oremos, sabecoaer com lo-
da f. perfeicio, engomar, cesinbar o dij-
1 >, i em a. i:., i
lo hem, t)i*r
UgolllO
bao, e CQ a cha :
no beco subrado novo de uman-
dar.
Vy* r-pd.s de biin!;a de ferro, h
corrj g iljo ira para
para bomemrom '^'uii>, o .na cha
Na manlii do di.i !. S. Antonio pordeo-
se iio h..-( odif onte do TI Cairo at porto
' 1 ua o. 1, indfi pe'a 1 o..' d..- Ci
crac da Indepeiideo ia,e ra Jo Cahug,
PJJ-rjj d punbo, la\i.,'io a
ovdu, e mnito
bom tilo com o p 70 de d ..- 01
Uva, iij pouco rn>i.i quem o achou,
"n a ido, leodo
o |-o'. ^ piaca .'cima
1
ai bati, e aoudr- ,1.0a o 1
tiai.h iro do'iii.1 -uio !) lio : i.f. 11
' ni -i o lu-
de p.iila
o.-fi -
1 >' d Sor. Antoijio
i elis, e ii ido 11 du coi
te.
r-Segunda 6h. i m
; 2 T:-----j 3 6-5.1
+1 3--Q:* a. 7~fj >,
- 6 S:r- - 8~3. 4 9-i8 <* 10 G Alan.
7-1):? 1054
\'OTrciA3 MARTIMAS, i
Navios entrados no dia ia.
^ LIVERPOOL'; 5G Sias; P-taxo og,
Betsi w M. \\ mIimi
i" r w : a C ilmniit ii
DITO
:s;ra vos FUJlaOOS.
Joaquim, mplecote, muil.>ladino, escoro
> ip iieiro, de ai io mocmli
marca d< no pedo esqu r
r para.-e hora, chale de rnej'in bo.V- do; fog^o no dia 1? do e .,,. .,., e levou,
Oadoa da India, u- v ulj ul0, m- lianetina p o si Guacia Nacional prom- j ma concite riQ p coto u;n too, por ser
rita, uinaparelho de chapasda meama, e rouito f.ija, e intilU-se pr lorio, |
ioho s<5. de todas as qgalida- prezo no Brigue,de Goeira: toda^)s0J
des : 11a roa do Cicspo loja D. (i. fue o pegar poder' leva .1 CTovade-
T9^ Olio Ja F.niva no egar ia I bu- fronte da Q?n;!o n loqaescii recorn-
poli'ur.i. e ma'is <;<;-
*Oinp. Ton. qO.
; >. difs j B og. Andirii, M.
''"' endas.'S Latitaru !k C 'mp,
Ton, 285.
aludos no rnesmo dia.
BOSTON;. Banca An.r. Tala ti IJ M.
Prait: assueat^ eromci.
IMITI.ADELPMIt; Brea Am. G.
v.-s V^n Sehrtttan, W. B. L. Johuler
su' ar, >
RIO Gil l\i; do SUL; B. 4 de SI
M. Antonio Joze de Abreo : varios llene-
ros.
BOSTON; B- Aror. Cambiiam, Cap.
J :!.. iwe : as-ufca
ASS'U' S. M do- Homens, M. Mano-
e! Antonio da Silva Grillo : varios genei o.
P. ageires 1 2.
Dia 1 3
' BAI.TIMORE; B. Amr. Norlte, m.J,
f). Quncey : soucar. .
Pliai. MA TIP., DO DJAHIO I8,?G.
MELHOR EXEMPLAR E


Full Text
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