Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01818


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Full Text
T^H
ANNO DK 1836-
TERCA
FRIRA
14 K: JUNHO N. 12
PSHNAMBDCO. 1)4 Tvr.OI M. F. di FBIA. H.6-
DAS DA SEMANA.
13 segunda >{( s. Antonio Padroeiro da Provincia-
La ii- as 5 h. h. e 53 ni. da tarde-
1? Terca S. Basilio Magno Hel- de nv and. do J.
de O. d t.
15 Quartm S. Vito M- ses. da Thez. P.
16 Quinta S. Jo o F. Regis Re. dem. aud. do J. do
C. de m. r Ct.M'ic de t.
17 SrTta Thereza Hainka ses. da Th. P. aud- do J.
de O- de t.
18 Sbado S. Osana Rcl. de m. e aud.
do V. G. de t em <>|nda.
19 Domingo S. Juliana de Falconiere.
Tcdo atora depende e non mesmos da no*sa pru
denota, moiitracao. e energa toontinaemo como
principiamos, e eremos limitados citra admira*
cao entre a Na Prociani'ifSo da Jtitmhlta Qeral d Brofl'
Siihscreve-sc a lOOOrs. mensaes pagon adiantado
nenia Tvpo-.rafia, e na Frac, da Independencia N.
.17 e 38 : onde e receliem correspondencia legali-
sadas, e aniiiiiicio*: ini.riiido-e -tes gratis sendo
dos propriosassigliantes, e viudo assiguados.
CAMBIOS.
Jnn'io 11.
JLiOndres 38 I|2a33 Ds. St. poi 1 etd. du prata
a 50 por ccuto de premio.
Lisboa 60 por np> premio, por metal, Noni.
Franca250 -S5S lis. por franco
H io de Jan. ati par.
Mocitas de <",.,.iu) i3.,ooo
4..0U0 ;,.o:waC.,ooo
Pezos I ,,410
Premio da prata 50 p. c.
aa Icttra*, normes: 1 a2poro|0
Cobre, 25 por ccuto de descont
rMUTlDA DOS COKK KIOS.
Ohiida_Todns os das ao meio dia.
(oiaia, Ailiandra. 1'araia. Villa do Coode, M
maiiguape. Pilar, Real de S. Joao. Hrejo.d'Are
Raiuba, Pombal. Nova de Souza. Cidade do Nati
Villas de (oianninha. e Nova da Frineeza, Cid
da Fortaleza, Villas do Aipiirs. Monte mor nov
Aracatv Cascavel, Canind, (irania. Impetatri
S- Bernardo, S. Joao do Principe. Sobrar. Nova
Elliev, Ico, S. .VI,>ttu--. Hese lio do snngue.
Antonio do Jardim, Qiipxeramnbim. e Parnabii
"Segundase Sextas fciras ao ineio dia por va i
Parailia. Santo A nt.o Todas as quin'ss ti- i ras :
meio dia. GaranhilAl, e Donitoos .lias P) e
de < ada mea ao nielo di. Floresno dia. 13 <
cada me/ ao meio dia. Cabo. Serinliaem. Bio Fu
mozo. Agoa l'reta e Porto Calvonos das I, 1
91 d* cada nu'z- Serinbaem, Rio Formo zd, e .;
I g "reaSegundas. Quarta. e Sextas letra-.
/
PARTF OFFIC1AL.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEl GBRAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DEPUTADOS.
Relalorio do Ministro le Estado dos Ne-
go> ios da Marinln recitado na Se.-sa
de 7 de M-.io de i836.
A Secretaria de E-tado continua no
p em que anteriormente seatluv., ro-
mo se da (bella n. i, e desempataba os
iralialbos *?U cargo.
A tabella n. a, inoslra o q pessoal dos Ofliciaes da Armado : os ser-
vqus tjue os mesmos tero pre.-tado na Pio-
vincia do Para, .'o patentes Naco in-
teira ; muitos denamario seu singue,
sustentando a lei, e lodos bao soffrido as
peras piivacese contagio,;, doeni,, par-
tilhando atorle dasbrio>as guarmcSes de
seus navios. O coroporlamento ii Ma-
nija e Ttop be igualmente digno dos mi
ores elogios, poique a despeito de gran-
des tallas, innumeraveis si.ffiimentos e
aturado trsbaiho, e quando lodcados de
elerqentos oppostos disciplina militar el-
les temsido constantemente suboi diados
astus superiores e fifis a seus deveres.
*' Apessr da utilidade que resulta ao
servico da Armada, da bravura e sofT, i
menlo dasguainices em lempo de guer-
ia, ainda nao exisle huma l i d,- recorr-
pensis para o official, marinheiro, estil-
lado, que tiverem vertido seu sangtie n s
combates, de modo que o pnmeiro obie-
nha prontamente o devido premio, e os
segundos fiquem em b.eve ao abrigo dj
miseria e mendiciJade, attenderido-se
sorte de cada hsm segundo a gravijadedo
fciimenloou mutilado. A vossa justic
e magnanimidade, na5 deixar por m is
tempo inceita e entregue a variavel irbi-
ti acondicio de lio benemritos e re-
coromeudaveis Cidado. Outro objecto,
nao menos digno da vossa attencao, be o
das comedorias dos offi.iaes, por isso que,
establecidas lia grande numero de annos
em moeda forte, se conse rao ainda no
inesiBo valor nominal, posto que os pene
ios tenhaS quintuplicado em pieco, indo
assim a olficialidade peiorando decondi-
cio nted;da que os vivt res se enca ecero,
lornando-se-lhes os eml>aniues cada vez
inais onerosos: seria dt-ju-iica, bum au-
gmento de5> por cent" em laes cometi-
lina, ou pen-eberem os offi i.ies, quando
embarcados (..lem dos vencimenlos queo-
ja rt-celieiu) a gratificicaoaddicional con-
cedida aos oficiaesdo Exern'to,na vii lu-
de da lei do i. de OuUibro de i834, com
este augmento o official acharia mais in-
tere.ise nos embarques, fl nao Ipria moti-
vos de niingoa para aellesse iv*dir.
<- Seria, como julgo, de grande utili-
dade buma lei, que fize-se exleusivas as
reformas aos ofliciaes inai inheiros, e ina-
rinbeiros, qaetivesse-m presi-lido no^er-
vic<> da Armada, com condicSes anlogas
s dos ofliciaes inferiores e.soldados do Ex-
ercito ; poique enlioasequipagens se fix-
i ao mail fcilmente em bum sei vico, que
Ihes asse^orava m> ios de tractar se nos nl-
lirnos t'ias de sua enfr^qiiecida existen-
cia.
A lei, que regula as promoc5s dos
offi. iaes necessita de ser modificada, de
roatuia que, o direilo de anliguidade, te-
jthi a precedencia, quando hoja igudldade
detervieo, embrques e trab-tllin equiva-
lentes; esteobj-rto he astaz itilcressjnte
as acluaes ciicumlancias, em queconv-m
animar o pjemUr servidos relevantes tVi-
tos no Para, e os que se pos>o lazer em
algoipa outra parle do Itnpeiio, sein q'ie
todatia oGoverno seja oln gado a elevar
rom bum offirial benemrito, dous ou-
tros, que nao es'iu as circunst bem servir o posto immediato.
Tdivez, Senhores, eu pareja adusar
da vo.-sa paciencia, reclamando a> provi-
dencias, que julgo m'ieierem s militares
da Armada, mas nao hesomente a juslica
individual (ue a is>o me impellio, be Ia5
bem a firme persuaco em que es'ou, de
que arigoio-a disciplina he indipensavel
em todos rs Corpos militares, edeque el-
la ser mais (til de rn.mler-se eapeifei-
coar se, quando a lei que castiga, setom-
hinar com a que premeia.
o A disciplina, sendo o principal ele-
mento de huma for^a marilima bem orga-
uisada, nao be o nico ; a ecoiiomit he
Umbem e-sencial e absolutameoie nexes-
sai ia p.ua obter->e boma prfeila orgi-
nisaco ; sem ella iunumeraveis disperdi-
cios haver, huma louca piodigali apparicer em lodos os ramos de consuno,
pioduzindo enormedVspeza, quedeveag-
gravar nossos male. linauceiros, e o q-ie
he roais, mpossl)ilitand>-nos d desen-
volver f-reas adequadas s circunstancias
extraoi dinai is que possao sobrevir. Mas
deixar de Inver diLperdicios na Aimada,
se abordo dosna.ios uio exisliicm offici.
aes de Fa/.enda intelligenies e honrados ?
Dtacerto que n.: he ta5 bem evidente
que, para obter indiviJu->s capazes le
deseinpeuharerii seus de reres, he mister
pagar-lhes de m ni. ira, que comin-ii.se o
trabalbu e convide para este ramo impor-
tante da Adminis'cacao, gente capaz ci
cumplir com fidelidade, e ztlo os espiilio-
so, defere; do seu cargo. Parece que se
cotiseguetia uolarcl mejhorauiento, eq'ri-
parando o- venrime ntos dos Commissai os,
e Est rivis das difiVrenles embarcaces,
"s dos-ii-. eisi s enipregidos da Contado-
ria da Mario):*, e conservando Ihes quan-
do embarcados, asmaioiias e comedorias
scmelbanca dos Ofliciaes da Armada,
romo actualmente se pratica, e concor-
rendo elles nos accessos com todos osetn
plegados da Intendencia.
O mappa n. 3 junto, mostea oestado
Actual do Oorpo de Arlilberia de Marinha
com huma forca muito infeiior que ora
eiigem as urgencias doservigo; e posto
que se bajo passado ordens para recruta-
ment, a lim de n elevar a i.OOO piaras-,
m lii-nn do ai i. 5. da lei de 2a de Agosto
de 1834, ellas nao tem produzido lesul-
lado algum.
fui (|uanto se nao der s nossas equi-
p-gi ns outra organi-acio, convem muilo
que o referido corpo d* Artilheiia esleja
completo, porque podem as piacas do
mcsino suprir as tripulacS.s dos narios
limn grnde num ro de marinhiiros, di-
miiiniido a despeza e as violencias era tem-
pos ordinarios, e facilitando bum maior e
mais lapido accrrffrmo de Torcas nos ca-
sos repentinos, que pusifo occorrer e ex-
igir extiaprdnarioi ex Torcos, o que ora
se Torna muitas vezes impraticavel, e sem-
pre infesto ao Commereio e assaz dispen-
dio.-o: nem se diga que bastar elevar-se
nessa occasio, p ir isso que os reernta-
mentos, alem de screm muito morosos por
causa das grandes distancias, f-o igual-
mente retardados pelo modo de os fazer,
chegaiido os abusos a ponto de se remete-
rem de lugares letiMtis homens com vi-
si vel incap-tei Jade physica, de a vane .da
idade. e'"al pa s de familias.
( OsOllieiaes diste corpo, destacados
abordo dos navios, peiveber sempre
rnai> meio sold do qu-j venca, fizendo
o servico em trra ; dilI:iciiQa que agora
nao desfrucio, freando assim em melhor
posico quando I -zem o servico de Quar-
lel, ( o mesmo illudin loo com panes do
d<'eiit<) de que quando ex postes a Irabalhos
e p'-iii;os, com i|ue arruino a siude, e
arrisca a vid*. S 1 ia pcis ut'l e justo,
que vencessem nos embarques a gralifica-
c addicionai, alem dos mais vem mri-
tos, que aciuilmeijie llie sao abonado-^.
Nio p.rec-a que as pequeas alteraces de
vencunenlos, que piopnuho se oppo-m
rig irosa economia, que compre obser-
var se na Repai tica d*a Maiinha ; ao con-
trario, t-ndendo todas ellas a huma melhor
organiza-jaS, devem facilitar o 1 tslabeleii-
mento da boa ad.-ninistiaca, de-Uuindo
inveterados abu-os: he na destruidlo dos
mesmos que consiste a grande e solida e-
conomis, que devemos ambicionar.
\ experiencia de quatorze aunus tem
cabalmente vlemotiblrado qut' a navegi-
eio cot 1 a, e a pesca sio mananciaes nial
to escacol paia forneceiem a nossa Mari
nba o numero de homens mcessaiios pa
ra guarnecer os naios de Guerra, aind
qnaodo rt-duzidos ao'numero miniio qti
se lem julgado mister ; recorrendo-se sem
pre a dispendiosos engajamentos e a re
ciutamentos oppressivos, destruidore
dessa mesma cabotagem, que tanto iri
teressa ampliar e estender. Cumpre poi
crear quanto antes, companhias fixas d
niarinheiros, aonde seobriguem a serv
como api endites marinheiios tudcs osra
pa/.( s .sem meios de subsisiencia, e oj qui
fe n5 applicaiem assiduamenle a algn
officio oh orcupacid: estes corpos deveti
ser organizados de tal forma, que se tor-
nen! aptos para todo o servico de rrta# 1
prendf-5 ronjunrfampnte o manejo dt
Ariilberia, de b'i.z I e de todas as arma:
que se usio nos combites navaes, e no;
de trra. Deste modo conseguiremos for
mar huma Mai inha numerosa, e respei-
tavil p-la ([ualidade das tnpulaces, ei
verter em habis navegadoies, e bravo
dcffcnsoies da Patria, individuos que pe-
las desgracadas circustancias em qaese-
rhava na sociedade, seriad impelidos a
viver na occiosidade e no ciime. Neste
sentido .-e comerou ja hom bello estabel-
cimeuto, que, e engrandecer-se em maior
escala, pode dar os mais felizes resultados:
consi-te elle em recolher a bordo os me-
ninos que se obtem, paraseiem ali educa-
dos, tnsinando-se Ihes a ler, escrever e
conlar, a.-sim como o manejo e jugo das
diifereu'es armas, medida que v ao cres-
cendo em Torca, e augmentatldo crii des-
Ireaa. Empregnndo cuidadv.zamente to-
dos os meics que havernoS exposto, se po-
derd conseguir com o andar do tempo
numerosas e boas equip'gnns ptia a Ma-
rinha de Guerra, e Vasos Mercantes,
creando se bum viveiro de excellenies
Olliciaes mai inheiros e praricos instrui-
dos.
Os acon'ecimenlos do Para, edolio
Grande do Sol, obligarlo o Governo a
armar maior numero de embarcacces
lle!aco(A), e por ronsequencia a exce-
der o de duas mil piacas, na forma doso-
bredito artigo da supcadita lei. Este au-
gmente de torca produzio bum accresci-'
mo proporcional de despeza, augmenta-*
da de roais com laces, que Toi iudispen-
s.ivel distribuir a Centenares de infelices,
que proc Jiara na e-quadia relugio, parar
conservaT su.is amaiguradas vidas, esca-
pando ao Trro ensanguenlado dos Terozes
revolucionarios do Para. *
11 O Farol de Cali Fro ach-se aceso
desde 17 de Ft-veieiro ultimo, mas com
pouco effeilo, por nao ser visto a grande
distancia: ju!ga-se que a razaS he tereoi:
v>s vihoj coloridos,
MUTILADO


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DIARIO DE P.ERNAMBCO.

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ri, milito maiorespessiira do que dev-
ri, al>sorendo por i so mor parte da
luz : foi coso foi abandonar t.-es vidrs
ara obter huma luv. mais brilhante, e ada-
ptar aivoreda Candieiro hum mech'-
nismo, que Ihe mprimisse u mnvimenlo
HeiotaQa. afim de distinguir o Farol de
qual<|er fugo que se accenda n* Costa :
feita e*ta pequea mudanca, lie de espe-
rar que elle piecnchaos ins para que foi
construido.
A Comnvs'f encarregada pelo Go-
verrio de examinar <> Arsenal la Marinha
desta Cuite, e propr <>s melhoramtntos,
de que julga.-se susceptivel este cMabelici-
mento den sen parecer acompanhado de
hum projecto para >ua mellioroiganisaca:
como nelle se eneontrem >ls dignas de
attencaS, jolguei til fze-lo imprimir,
para o submetter ao v>sso onhcimento.
A nutra Commissa, destinada a orga-
nisar lumia Ordeuanca sobie o sor vivo de
bordo dos navios da Armada Nacional e
Imperial, e hum Cdigo Henal e. de Pro-
ces-o para os individuos que tielles servem,
*pie>entou igualmente o re-ultado de *e~
us importantes trab*Ihs : e.sla.s duas o-
bias, que tanta Imnra fa--m a seusauto-
ra, \o->*ero presentadas logo que so
complete a impie-sa das rnesmas.
Nomeado em 5 de Fevereiro do cor-
* rente anno para o lugar de Miniado e S-
Secretario de E tatju dos Negocios da Ma-
rinba, na5 me era posivel, Seuhor.s,
dar-'vo ero ta5 curto e-paco detempoin-
founaces mais circunstanciadas acerca da
reparlica-a nieu cai$o : todava en me
jire.-tare a subniihi.>rar-vos quant.s ea-
larecimenlos jnigarde* necesarios para
as vossasacertadasdelibralo s.
Palacio do Rio de Janeiro, em 6 de
Maio do i'836. SalVador Jor.e atacitl.
Fmda esta leitura. rctirou se o Minis-
tro cmn as n-finas forma'idades com une.
baua.-iuo introduiido ; eo relatorio foi
remetliJoCoinmiss.<5de Marinha eGutr-
ra.
Cont'haou a discussa adiada, e anda
BobVea Resoluca ldllri.5 os Sr*. Carnet-
i l,te Souza Martin-, e dando a bo#B
o Prer-idente, declarando adiada a dii-cus-
8*6, den para ordem do di i de hqe a d 3-
russad da re.sposta Fall do Trono, el
moma mateiia dada, e levaiilou a sessa
' pelas dua> horas da tarde.
Cainata dos Senadores.
Sn*sio de 9 de Maio de i83G.
Presidencia do S'r. B.nto B.rroto Pe-
I I il..
Aborta a s.ss'> hora do rosturne com
3t Sen.H..res, lro e approviio-se as
actas da* >e-ses le 6 e j d correiit'.
O i.* Secretario pas-ou a dar coula do
srg'iinte en pedieri'e :
rtumoffif do i. Se. r. taiio da Cma-
ra dos Diputados participando qnae, os
membros de que se compota mesa da mes-
ina Cmara durante n presente me/.
Oni'r'u do rne*no S cela) r pai'iripan-
do que o Regente, em hOttn do Impera-
dor, smecionoo o D-oreto e R soluces
seguiutes da A-semlda Geral Leg slat-
va :
Decreto concedeudo quatro loteras n-
nuaesja favor do Monte Pi dos t-mpre-
gado.s pub ii o-.
Rosoluc*5 approvando as tencas conce-
didas as (ilhas do Cap'taO de Mar e G ier-
ra Joaqaun im Pires ; HO Coronel Uane1
l-'rancisco Leal ; as filhas 'lo ('hi-fr- ue lis-
qua Ira Joqnim RiviiunJo de Lmar;
ao Marechl Jico Chnso-lomo CalaJo,
pjra M verificar trin sOai filhas aiiinn-
sando o Gove no p'.compivlien ler as dia-
poMi5es doe artgoa 93e94 I* le de 4 'je
Outubiode i8Jl, os Ooyi eiheiios Luil
M.)f1trnho AlMrCS da Silva, e KrnaMO
Fie derico de Verna Msga tille* Cotiiibo ;
regoUndo >s c-iiioiumenlos do Serrel.ii o,
Olfic al Maior do Supremo'L'iihunal de
Juslica ; autoiisaudo G .erno para no-
mear o Juiz dos Orfa do Mmii. ipio da
Cote, e marcando -Ihe o ordenado fl-
eo" u Sonido iiiteiado-
Uii'.ro do Minuto da Guerra enJeies-
sando hum dos aqtncrapho da resoluca
daAskemb'a Cecal Legislativa, quede-
clara acbar-^e Francisco Antonio Fernn-
dfs, 1. E.criptnrario que foi da extincta
Repartica do Commissariado, o- mire-
hendido na iesoluc-5 de 31 de Outnbro
de i83f: fici-u o Sanado inteirado ^par-
ticioando-se -iitra Cmara.
fluir a repres-ntacaS da Cmara Muni-
cipal d-. Cidad de S. P'-uIn p.-dindo
AsemMra Geral hj de n denegar a sua
MtnccaS representaca da A^emh'<5a da
m*sma Provincia, que tem P'"" fim.esta-
b'lerer es con'icf's j-ob que huma Ccm-
paubia He Accionistas Naconaes on K>-
Irangeiros se comprometa a fuer huma
estrada d.- fero e transporte por vapor do
in'erior dopai/ pata o principal porto de
embarque: reme.t n-^e CominissiS a
(lueest t.Te'ta a repiesentacao.
Remftteo-.-e a ComnJv8 da Mesa hu-
ma exposiea -elativa publcidade do
Diario do Senado.
O Sr. Rodrigo-s de CaivaHm, por par-
te da Coniroissa E>peci-l eucarn gada de
redigir a esDosti Flla do 'I roo, a-
res. nion o rebultado do son lrablho, que
fien sobre a me-a para ser examinado pe-
los Sanadores, e ser d.ido para ordem do
da.
O Sr. Velasqu-s, por parte da Com-
missaS encarregada de examinar os artos
legislativos Provncaet, leu o s-guinle
parecer :
A CommissB rnrarregada de exami-
nor os actos legi'lalivos das Aseml)!.'S
P rov'tiriaes, i xari.inoii os da Provuuia
de Coiaz de n. i a a? do ann > pa-sadn,
l8S5, e achou que fl'es em uad. sB of-
lim-iros ao ait. 2o do Acto Add.iuial.
Paco da Cmara do* Senadore, Fifou para entrar na ordem dos traba
Ihns.
O Sr. Camero de Campo* por prte
da Commissa de L gi-lac^ leu o seg-nn
te parcr*r :
A Commissa de LegMaea exao.i
non a resoluc 8 vinda da Cmara d"sl)-
putados, d. i85V, naqual se derlara compr- hrn 'ido
na rlrspoMcoO da Caita de le de 6 de W*>-
rembro d 1887, o F-ngciho Novo deno-
minado Sinto Antrnio sito 110 Disln-
cto da Villa de Goiana, Provincia de Per-
iiau'bucn, e pe 'e'ieen'e ao 1 fiado pl'.
e nao cu tiplido do f-Udoi And e Vid.I
de Negn iros, e bem asHin tda s docu-
ment. sr;oe o arompanhrao.
A' vista dos mes ri< s documentos sen-
do o n'-gorio de ana nalureza ronteciosa
nes" lena ja ventilado nos ti ib'iiiats de
J.istica, sonde ainda pende por' appella-
ca na relaca de Pefnmbueo, e, lasen-
do 1 resoluca appli'-ica a hum fado
parlcolar dehuma le. s< bre roja inlel-
rencia nao tem Occor-iilp .duvida funda-
da quepareca reclamar n'erprelafa8 au-
tlien'.i.a, devend o Poder L gislatvo m
ter a in lepen emi daq-ielle nutro po-
der; porisso h" a Commissa de parecer
que o Senado n*5 p le dar sen' consen'i-
niento ore lieta rosolnc5. Paco da C-
mara d s Snadores, etc. a T. ve o mes-
mu destn.".
OSr. Paula S0117.', por parte di Com-
missa deFazonda, leu o s. gninle l
A Commiss .5 de Fronda vio a re-
pres"iitaca da A semidea ProM'iriil de S.
Paulo, nedindo 5pprovap.<5 de algn sr-
tiqosda lei qiie ern^ede piivileg'os a bo-
rn Companhi.t p..ia estiadisde ferro, ar-
tigo* q ie dependen) da Asamblea Ger.l,
e lie oV parecer que a represi ntaca5 aeja
remetti la Comm ssa de As~embU:as Pro-
vnc.iea a .uoru co "ii'le tratar dseme-
Ihanlej ..b:e tos. Paco do Sealo, etc.
ntesmo de*t -i .
O i. Seciei-.i por parte da Commis-
sa d 11 VIe/.a, I. o hum p.iecer da iu.es na,
acerca da prnposta sobe a pudcica jlos
diarios em que ral G av a lia opiuia
I dadi sobre tal obje to : licou para entiar
na ordem dostiab'Hios.
OS'. Satn -rji-io man'qu mesa o se-
guio'rt requeriroenlo : R?|U Iro qU1* se
pega iiformac s ao Gove 110 holne o
motivo que deu lugar ao Pie-i 'ent" m-
oif ado para a Provine'* de S. Pedro do
; Rio Grande do Sul tomir po.-e lo a da
Canka'l da P. i-vun ia.
Foiapoiado, e p.-diudo aeu nohr au-
tor a wktc a, acudo esta apoiida e jf-
provds, entrou em discussa. O Con-
de Labres (.ropos.o adiamento, que sendo
anoiado, f>i pouro depois. pelo me-mo
Senador, retirado; e continuando adis-
1 ussa do requerimento p.imordial, a .fi-
nal deu-se por disrutdo, e posto a votos,
nao foi appiovado,
Ordem do dta.
Fn'rou em deosaa8 e fui spprovado
hump rocor da Commiss de Fazenda,
para que os papis constantes da relaca
que o crompaiHiava fossem remetliJ' s
para a Secietfii*.
O rresiden'e dedarou que se a.chavaS
sobre a Ve7a 'S papis que *a exg'rado
Toaerno relativo* amn-tia pedi.da pelo
T. -nenie Coon-I Maiti-is para a Provincia
de P.rnambu.o; pofmjque como este
objeto b'ava cadonado, em consequenra
d- ase baver concedido a amn.-tia, eon-
sultava o Senado, se fe d.ov*ria remett r
ao Governo os que por ello fora. remetti-
do* e guardarem-se na Secretara os de
m-iis : assim se voitoo.
Sendoan'ea parte -"a ordem do da
Irabdbos de CnrmJ-t-Sa, < Piesident".
pela mi a bor dep-is do meio din, non-
\idou os Senadores a entraren nesse exer-
.cc*o.
PeWduH horas, continuando a sess-o.
p Presidente declamo que a materia da or-
'', m .'o di., para a MtgituVe 'essa eea a dis
ensen de diversas resoluces, e levantou
a sessa.
PRRNABMUCO.
'assf.mblf.a PROVINCIAL.
Arta 59 da Sess ordinaria da Assemblea
Provincia) de Pernambuco aos 28 de
Mato do i836.
Presilencia do Snr. Dr. Pei'ro Caval-
cant.
Fetn a chamada as horas dr costme,
arbarCo-se pra>n.tes 29 Sn. Depuia^os,
faltando cm ranas p-irterip'da r,s ^nrs.
D-zemba ador Mariel Vkm'ero, Fran-
cisco Camero, e Francisco de Carv,.lbo,
e st-m parleiiparem os Sis. Antnnio'Ca-
vil-anli, Antonio Carn.'iro, Mmoel Ca-
valcanti, e M. ra.
OSr. Piesidente dedarou aberta a
Sessgo.
Fora lidas e approvadadas as actas das
duas u'limas Sesses.
O -xpedient' foi de Imm requerimento
de M-noel la Paixa Pu*s d- Andrade e
oiitros -m qne pedem nao '-ja apn^onrlo
o coiiipi imi-so da Irmandade di* f9, St"a.
doRotuio da Fregiii'^ia de Santo Anto-
nio do R rife a Commissa d>r plicoen.
Deo.se principio a ordem do dia, een-
tro em di.euss.io o art. q do Projecto
n./|, quef-i appiovado. O lOtanih^m
f i appiovado spij^o r.getada a emenc'a
1I0 S'. L'.peS Gama D pois das pala-
vras16O rs. Mipi i-aa-se o r< sto do art.,
e substitua-ee de qnalquer ouiro volu-
me40rs. Os art-, n c h fora apuro-
vados, s-n o r.'geitadH a enenda oHereci-
ds p l-> Sr. Padre Arevedo aoai t. li de-
pois. la palavra Rn;iilimenlo, 011 R.-cimen-
lo para a boa e piompta exeruca de>ta
le, o qual ser suhmetido a approv; es'a A-semhlea. Oait. l3 loiapprova-
do coiii a se^ui-t" emenda do Sr. L-pes
Gainaacre-cent'.' se no fime e-tas rnui-
iaaeia5 app'cadas pira o finido ,rt. iO.
Com.nda a discussa, foi o Pr.j do ap-
provado em 9..* discussa
F.ntrouein 8.* dcuaaaS o Projecto n."
^a, que for- ppr'ovadas as seguintes
no 11 !as ; do Sr. Pinto d Almeda ao
I.'edo art. 1.eo..fiquem conserva
dnso Cirurci.i Mor, p Ajudante, aquel-
le com o sold de O-JftOO e este c de 30.2)0.O rs. ; dt. Se- Vieira de Mello
ao % do arl. i.-S-'Undos Srtif; utos G,
Cai>os de esrju ulra 10, S .Idados i40, sen-
t regeitada a parte da emenda, qu>; pco-
poom 4 Cornetas ; do Se. Pauto de Al-
meid para s conservar o 3o Coniman-
dante da C imp.nhia de Cava Hara ; do
^r. Veica He Mello ao ait. 5.* em lu-
gar de 30$;>00-Jiga-sc .ftaJBOOO-doSr. |
P> ixotode Brito ao art. 101Suprima te
a palaviadezempregados, sendo regen-
tada o 1 esto da ermndado Sr. PeioH (Je
MelloSuprima seoart. 14 do Projecto,
e o correspondente do parecer da Commis-
sa, eswhstilua-se pe|o seeninte. O.Pr-
zi lente da Provincia fr d'-st car para ra-
da Comarea fr' desla Cidade de 2O a 30
prfeas. Em i|uanlo poivrn" o corpo iu
astiver completo, 011 nao seja possvel des-
tacar poder mandar engajar nis Comar-
cas 2O homens, que develad ser emprega-
dos na respectiva Polii ia com os vt-nci-
mentos de Soldado Poleii-1art.Osen-
gajados as Coma roas na foi na do art.
antecedente sea commandados por huu
Sargento e hnm'Cibo do ,Corpo Policial,
que o Presidente fia Provincia far desta-
car para cada Comarca. A emenda do
Sr. Pereira de Brito para suprimir-seo
resto i\o art. 16 depois das patarras
d'Admini.straQa do Corpo,. foi regeilada.
A emenda do Sr. Peixoto de Brito, pira
snprimir-.se a emenda approvada na 2.*
discussa ao art. 12, foi empatada na vo-
taca.
O Se. Pretidente deo para ordem lo dia
da futura sessa a mesma de hoja?, e le-
vaniou a sessa depois de duas horas da
taide. t
Thnmaz Antonio Maciel Monteiro.
P (sidenle.
Laurcntino Antonio Moreno deCarvalho.
I. S-crr-taiio.
Lu/ Rndiii>ues Sette.
2. S,'cret-iio.
1VF.R>AS RKPARTlCOtiNS.
Rendimento da Meza de Diversa! Rendas
Nacionaes, p t.i'u -ente a. uiez de Man>
de 1856.
i)i/imo do Assorar d'esta
provincia............ Al. 194-25951
Dito do AUodaode Dita------2I:0754t
de Miuucas de Dita.... a64-2)'4o*
Meio p"/0 d'.s Assig-iado-. 74^*25' 4l
Sello ios Din-omentos Jos
passapoites e Despacho.. 5 I ^280
Dlreilos le 2 p/o de Expor-
tar................... 17:009^89
Ditos de 20 |% de A^o-r-
d> nte de Consumo...... 4$768
Imp sto de 30 1 s. poi coi r 588$f>50
de 60 fi. por marea
e pe/o de saca o'al-
gudo........... 501^40
de iOO is. por saca
. de Dito.......... 625&900
de 20 a, por mu-
ro, e Vaqueta.... i552*)80
Imp.isto annual das Emh..r-
,,ro'on-............... 214^400
Contriboico de |500 por
Descarga des Navio-----. 45$0CO
Ancorauru.............. 2:034^,910
Farol.................. 9b5i60
Impos-o da Sau te......... 60.3000
Emolumentos das Visitasdb
Dita.................. 246^000
Direitos depomtados, ij.'en-
edeao de anno........ 542J/69

Rendmeutos de Dirersas Provincia?.
Dilimo do Assuqar das Ala-
ioas..............;.. 2:iQ^^G4
Meio p% d> s Asignarlos... i9<^7O'
Di>:iiiio do Assucar do Rio
Grande do Norte....... i5#04K
Dito do A'godao la Paralio-a 47ii94
W.io |./. dos A'si^nados. 65ib*J
Diatiin > do A godio do Rio
Grande do None....... 3i4J5'm:>
Meio 1 /o dos \-signado 2^580
Diurno lio Algo lio do Cea-
r............!....... a662502l
Rs. 04.97^634
O Administrador.
Miguel Aicaojo Monteiro d'Andrade;
1
i.^~^
A pauta he a mes na do V'. 120.


OBRAS PUBLICAS.
Illust. Snr. Tendo-se j incensio a
Assembla Provincial, creio que tem res-
ssdo o impedim.iito deV. S. em come-
qucncia doqualeu me achata interinamen-
te ihoarregado da luspeccad Geral das O-
bras Publicas d> -v!vo por tanto a V. S. to-
dos 'S Papis Oli.iaes pertencetes a esta Re,
naitcao, que-folio enviados eru quanto
tslive della incariegado. Julgo, porem,
do nieu dever kvar ao cqnbecimenlu de V.
S. os Irabalhos eni que me ocupei durante
.sdois mezes c mel do impedan uto de V.
S. Estabelec a Repartici >, o Gabinete
'f opographico, e o Archivo na caz da ra
do Colleg'o, que para ss- fim esta va desti-
nad* : xij5 do Arcenal de Guerra: os ins-
trumento-, Mappas, e mais objeclos per-
icncentes ao niesmo Archivo, e Gabinete,
qtteestavo recolhidos em hum dos Arma-
zens d.iquelle Arsenal, fe estai colicuados
em duas sallas desta Reparlicio com as suas
cassificacens, e e-criplurag ns ordena-
das. Reconhecendoa mpos.silnlidadedede-
zempenhar <> grande n. de O'tnas a'nieu
caigo com lio ppeos i.br. iro romo exis-
tiio, convidei-os o(TVrecendo-lhe* as venr
tagens 'leficaiem exemptosdo servicoacti
vo da Guarda Nacional, do recrutamento
da 1.* >nha, elleYando-lhes os mnes,
i mesirto que elles vencem as Obras par-
ticulares : couessai ventagensaugmeniou-
8 o numero dos lia bal ha alores, e f rao cm-
pregados nass.guiulis O'bias Ponte do
Recite. Con^ei lome com pedia do emtri-
a, p digain.-sa hydraulira tina pitar, que
linhi hiiina cavid.'dede 14 pal rijos de cum-
plimento, e 8 de altura t arrasaro sed1
pilares, e futri se nell-sos leito-, e pare-
des .lere* para asseniar as madres: li/.e-
lio-se vi.-ite burac s pa'^i enterrar a* inlniM
def.ica: erapr.gaio-se 48 Estiva* ndvae,
6*v/.as, if pila-tras, 8 con-imann- com-
pridos, 38 trave.s-.as, l4maons, na reidi-
pVaclo da parte arruinada do lado.do airo
da C'-nciii"' frisou-se um la neo onde se
eropregario Gl Estivas 1*2 mons, de loi-
ca, p.-raaa linhd-, e 6 pira as madies : em
pieparao-se no segundo lauco 1 madre, 6
hulla-, 11 roamn paiatSS'S linhis, e duas
,,,, as madre*, e 50 Estivas : a!)iin-se
um treceiro lauc. f continua se rom a-
cunstruc,io e re.-difieacio da p*r-e arauioa-
A, __Ponte da U vista: F.zeiio se al-
gin.1 repalo-, eseestaol..vr.siidoas madei-
V s para a sua couatra>f.v Ponte dos Al-
logados. E-npregar > se 36lvS 2 -
/,as, q pilastras, 4 errimou, 18 travs
s.a. maons, ehun e.l0, na.ee.Iif a-
co da p'ir e a. i niada, e no que falla va
Ma onsirucao: llca pintid, eprompM.
P.,nu-s do Luce, do lcinedi-, eChora
M, iiiii.i. foilo reedificadas pintadas e vv
to promp'. Pou'eile M. coilo.mb.
Obttve-do A.rem.'tio'e fa*e- alg.o*u rep
ros para d.-r pisfn'aoj viandantes em
quanlo tilo (oncli a ronslnuio. i-oa st
em andamento pw cunta do niesmo Arre-
matante. P-nle dosC.rvall.o-. S-.b-
,mcli ap.ovacio do B*. !>r. P.e.dente
osOr.am-nlos, dis. ri'C.e..s, uistrucens,
i? ciulicens das duM Ponles. e seusCae..
AHeno dos Car va I lio:-. F-- aprovado
ikIo Cx. >r. Pro-idriUe a li.-cripco da
Obra, nstrucen-, e eonditSens qm* hz
fiobeum orca.menlo, que ineiM- Ex.
S>. foi of.i-ecido: mandei anunciar asm
arreroatac- eja 18 docrrenie .f.-ixa s- a
.aC (Matriz da V..r/.ia ) Potte da
MadagUiM Fu o Orea ment, discrp?,'
ra obra, iiLi ucens, e con-lic6 -ns : to
1>era j f anuno i a sua BfrVroaUclo, e a
,5 -ioerr. i.te leixa-.-e a Pr-ca. Matriz,
da Varria. remeliao El- S Prezidente
o orfaacM da despia precita paya n ree-
mliracio < Me'la Matriz. Ca-l.-ia do
Kecife. R.-meti o Ex. Sr. Pieidenle o
o.cameuio da ctt-pa p.ecia para sua rer-
dilieacao, o Val-r por qu. pode ser vendi-
do aquelle.delicio. Q.mtel do Corpo
P.li-.a. F-i reeditiadi., fiaeiio se ah-u-
n.asbaasi.va, puitou-s i*ftl o edifico
que fi a con^letainente acabado. Q 'ar-
tel da Gonipnnbia montad. Foi consu ui-
do, lca pintado, epronipU., e ja la se a-
chaacopanhia aquaitallad*. Cavalhen-
cedaGompanhia montada. Foi reedi-
rd; 6e.o-sc alguin.'soras novas, lira
piflad-, cptvmp!. Tap* d AlUn-
dga. Foi rredrlk-ado, mua precta*r
coustrutdo Je novo, eawuic aslas d'AI-
lanJga^ichai V. S. huma Porlaria do I dencia, e nao de fraque/.a, c at os Esta-
Ex. Sr. Piezidentemandandp, qnedein- tutos assi
teligencia com o respectivo Inspector .se la-
cio a^ obras precitas. Trapiche do era-
haiqie do A,godi<'' VuoAo\ir*e o alicer-
ce eiin 72 palmos de extencio, e iO de
largo coi linua-hecoma esravaco, e lun-
dajefo dessa obra, Foi orneado o ins-
pector parcial para diriuir esses tiahalbos,
e os da Ponte do R.cife. Ca para s
Jurados Demolirao->e as paredes doin
teiior para construir aSall* das Sess ns
|i vantou-se uina parede ou tep .rtimentoj
assentaiose as portadas, IcTanlou-se u-
ma parede por foi a pa.a fatef a e.-ca.la das
Cabrias ; abririo se | 01 tas, e janeilas, e
coni|noa->e a construcao de a Obra.
Inspeccao das Diversas Rendas. Rapron-
se o arrombum.nlo f. do ; e lizero-se al-
gunas obras novas para seguranca do e
delicio. Cateada Magdalena. Fundon-
se asna ronsl rucio, faltando penas pin
tar-se j l f-e acba 30 OhtM emprejja-
dos nos Irabalhos da estivada do Pao cf A-
11,0. Do R-latoro ro-nsaldoOlIicialin-
canegado daquell-s raballios licai V. S.
na iot'eli-"n. ia dos arcos, da porcio de
aterro que se Md cOr.sH nido, e de todos
os trabalbos fritos naipi.-H e-trado.-----
Gabinete Tr-p graplnco. Esli.-se t raudo
copias dosti-h.lb -, qiiHl.-m ..prese.Hado
os encar.egn.los de tnar a Planta da .tra-
da dosT.-os, e Topog'aph ca desia Cida.le. A ha se to-
dohem empregado n.sses trab.lhos hm
deenhista, que foi de.-paxado por S. tx.
oSr. P.ezidenle d. P.ovincia. Fira em
diao-xpedienle de-ia R-pai ticic; --l'.m
ti.. p..u.o temp", com tanta fiha de Ope-
rarios, com a falta de s-stema, que existe
no,, trabalbos e #m haver de mioha p .. te
a p-at.ca precita para b*m pre< ii'-her lima
lio complicaba commiss-, n4odM ?i >.
est.anbarasf.ltas. que enebnirar nosmeus
m Ib'o lecommenda pos cazos
esti.or.liiiai o.
P. co-lbes, Snr.. Redactores, queiraS
ter a hondade de publi.ai esta minha cor-
respondencia' afim de que nao sej 1 impu-
nemente d.piiinxlo, e manoacahu o trie-
leciment", ea nantgue louvor quem
o meiece.
De Pedro Autranda Malla e Albuquerq"
Snrs. Redactores.
Ape.iar da chuva, que Imuve, em odia
3 do corrente, assisti a Sessio ra nossa As-
semblea Pro'vjnric.1; efi.pn pasitmlo de
ouvirrepl-.JV.r alta e pul rosamente a cri-
acio dos Prcfeitfts o Snr D'. R.piisla, que
s.gundoa minha lembranca ?leu por essa
.-leaiio em todas as suas dis>iis!->-.s : mas
parece, que esse Sur. lem adop'ado o sau-
davl sistema de i vei bem l-oiii Dos, rom
o Diabo. Eu entre outi as couzs, que Ihe
ouvi agora por or-r.'z o de < ff-recer huma
emenda \-y do Orgamento oara se demi-
nuir o ordenado aos Pref-iens, foi, que a
cauta da nos os malea 1 lativanvn'e aos
crimes provinha lu s.imente do no s.i sis-
tema Penal, e nao das pe-soas encarr^gadas
da jui isdicio policial: disse n'.iis, que com
a creacio dos Pele tos linha -mus peora do
rnuito, como ia mostrando a txpenen-
ci^. &r.
R sponderei ao Snr. D'-pipado. Pri-
meiranunte nio h duvidaque he pessimo
o ilosS' sjteiqa penal : ms ti'*ni se ni 1
s"gue, que a a caliza nica dafnqn'-n-
cii, e inipunilade dos dimes. Tud<> pai-
te em p. imeiro lugar da nossa iminor.'lila-
de, isio he, da ronupi- de mohos Ma-
giHtrads, e da propnso, e habito, que
aunaras 1 ^iia.s. M..v ^..-....-.....---------- -, -, r 1 ,
hdb..st euassever. purema V. fj qe ; ten.os deacoHier, a patrocinar malvad.,,,
a 1 I 1 ___ ... ^..IU^. ... I....t i\^ni tr_
exlorcai-me quanlo esteve em rm-u aleaos
para que lo**-- seiisiv. I o menos pos-ivcl o
impedimento de V. S: e para bem cum-
prir com os meus devere-.
Reetro a V. S. os meus protestos de
rep-ito, e estima. Dos a V. 5. [.ispelo
Q<"\ das 'Tas Publicas 7" de "Ju.iho de
18)6. Illust. Sr. Firmiuo llerculano da
Mo.a.s Ancua, i'.menle Coronel do Im-
perial C-rpo dos E genhfliroa, e-Iosnector
Geral df Obra Publicas. Aul uio (>-
natro L>. i." Pnente do memo Cor-
po.
Pela Iisfccciu Geral das Ob as Publi
cas se auiiuncia, (|uetiodi.i |5 do corre-
te ii.cz se hade | em pr*C* p'rWci a con-
tiacilod. punte da Magdalena, a quem por
menos fi,er, fliguildo as ronilij .ena, -0 j in.lase-s' org.n.sHiido : e o que l.r.ein os
o.v'nento, que se proceden ; no .lia 18 1 'Ipsc ..ntemes ? (que sSu m.'s, do q-m se
loatie.ro d-s Carvalbos e no dia 1 a da j pensa) At.ibu.-ci- a esta le todos os ci^es
istradado Gqil* As pessoasquosequi- j qOe l*m appa.ecido d. pois della. Hi m
vrem enea. reKar des.s obras, di. ijio->e a cita e-te, outro anuelle ; mas nenhum W-
dita-Repaiticio rom aasuax h-bi>iu<;oeiis, j lado passado. Qje roubos, eaS&aaiiiiOa
dasOborasdamanli, ateas 2data.de. I nao comet, rao, noshaud..-os lempos.dos
Inspeccio Geral das Obras Publicas | Juiz-s de Paz. ? Que roubos e as-a.ss.mos
de Junho de 1836.
Antonio Carneiro L'o
Inspector Geral iuleiino.
CORRESPONDENCIAS.
Snrs. edaii>es.
Em a Grela Universal N 81 appve-
ce lima coiiespoiibiiria assignada pvi hum
qne nao he acadmico, em a qual com-
uiando i-e ao S r. Madre Me.-tie L-'p Ga-
ma, D re Lr Interino d'Academia Juiili-
ca de Onda. se (iz, que son iu o seo
i-onctlheiro eirerlivo, e que eu in-i vejo a-
tro|>elado com pedid.!. dMle sobre o expe-
diente di Directora. Declaro sob a mi-
11I11 palavra de honra, qpie he falsa sta
a.guQ.5 ; pois que d.t.. Padre Mest.e
Dire tor bem conbecido pelos seos talen-
tos, nap precita de acc.-ssor m mente p*
11 os negocios da Academia, tfe de cu lo
liaflaeXUem urna capacidade transcenden-
tal, tle veidade que algninas ve/.es tem
conversado comigo, assim como com os
utros meus ..legas, consultando O ffufl
su par.cer sobe esle, OU aijuelle qhjertp
daAcadem: mus isto he piov* de pru-
de priso com trab.lho, e mulla corres-
pondente mn'.ade do u-mpo, alm da per-
da das arma.
Art. 2." Este crime nunca ser afianca-
veh
Art. 3 A licenQS para uso de taea ar-
mas ser ronoedida pelos Prefeilos.
Arl, A." Fi.ao icv.'g-.las tudas as leis,'
e di pj)t>,e- eni contra, io.
S.IU das S.-ses da AssemWa legisla-
tiva Piovincial 9 deMaiode 183(3.
Deputado provincial. Lepes Gm?.
Snela medida Huma das melhores
que app .recerio tiesta Se-.-o. O erojecto
foi un.iuim. nte approvado em todas as dis-
cu-to-'s: e >upposto digio Iguns, que tal
Lei ainda nao basta paia obviar osassassi-
nios; todava u entendo, que huma vet
que nio ha mais fintea para qu.ro tr*t ar
m-vs prohibioas, deve dimin.ir muilo o
li.* de ta>.s crimes; e islo em duvida ha
hum grande l.e.m. Ag^ra sim, agora j
podem os PrrIVilos, Subpiefreiibs, e man
agentes policiaes prdcder i om mais se-
guridad-, con > nio indi-tinctamente to-
dos os que Iransito pela 1 as, e prenden-
do a is car.egadon a. de f.cas, puiirues,
pistolas, sloipies, &c. ; cujo n. he ra-
pan 1 oso. Guacas saiiO dadas nosa As-
semblea por eate benefi.io aos (iUadsos pa-
cficos, de continuo ameacados ero su\ vi-
da, pi.ie.da la semjre assiru, que lea
a..s't uia dos bous, e confund'u os perver-
sos.
bou Snrs. Redaclorts:
Sen muilo Venerador
O ..mi a na < quista.
di- roanera que as mellioiea leis penies en-
crjitrio grandes embaiacos 11.. e3C p r eslas, e duirus eaoz s : m ,s ni< ha du-
vida,- que o-nosso rgimen policial concor-
ria exuh ranterflente para ess.i ocndalosa
r.-laxacao, e mpu lilade. Quem ignora
o que ''o pela mayor p-rte ..sJui/es de
Paz ? A' exoepcao de bem poneos ei io elei-
tos por caballas oda pior i'enle, e nao era
ra o ver por'ah Juites de Paz col)ci*0. i.e
criim-s, cat l.i'l-s d:Cavall. s. Entre
UnM em taes mi^sestfiva a mor paite 'la
Polica. Epodi-r algum li.unem sensato
approvar seuie'hante rgimen ?
Disse oSrr. Diputado li p''*.l'> q'-(' lh
nhairio- p ora do com a l> i de \\ de \brl :
mas ni que ? Que lem'p > j ilvcn i>o pa-
ra termos a este respelt. a neceiwaf a ex-!
perienri ? A instiloicfo d,ia Pieeitoaa- ;
njocoim tleiio ni'otOS dest-s memos Jui-
tes? Aquelleborriv.-l.-terila.lo da rm do
Cre.sp, (piandoa-sa-jiuario a1. hum piezo,
q.ie ia gtlaidido pela p-op. io Juiz de Paz.,
nao f'i ce. lamente .fleito da Le de \A de
Abril ce &c.
Esta Leisaluiar ficaria srm duvida de-
feituO-a, seiiiof.'ia a r}ue > lerco O ul i-
mamentco Sur. D.pula'O Lopes Gama a
respu'to do u/.o d'ai mas prohibida-. Pes-
su-lb.s, Sn... Redacto.es, U nhio a bou*
dadede putilicar o Projeclo, que ise oe
N.3I.
AHendendo a>s gravi-simos n.ales, que
s-guranca pnbi.a desta Piovincia se eui
seguido do abuso inveteado, e escandalo-
so ('earmas lefp/ s; e ronside'ando, que
as penas marcadas no Cdigo C' i" Infl', e
pin ia a que acres enlou O Ai i. 5." da Eei
de 2(i de Outro de i83l, s > insullicieiites
p.i-.. r.-pnmir tal delicio ; a Assemlil* Le-
nisl..liva provincial de Pe nambiro Decie-
u'"
Art. 1. As penas marcadas no Ai t. 29/
Cap. 5." do Cdigo Caiminal, e bem assiro
as q .e Ibe adiciomm o Ait. 3. da Le de
26 da Ouluho de 183 I, para os que usa-
10111 de atinas .ll.Misiv.is, que forcm po-
Ir.bi las, li-. ios. levadas de lium a 2 aunes
Sms. Redactores.
llama prnlica abusiva, e segundo o meu
humilde pensar, desai rrsoada, e. Ilegal
limsi.Jo .s. guilla pelos Sms. DD. Jui/.ts
de DiieilodoCrime desta Cidade; e como
e.s'.ou iuiiuiament persuadido deque f a
falta de i>flexil, e nio titro qualquer
mais criminoso motivo he a oatosa deaa-
s in h..veiem elle obia.lo ; por isso lomo
meu cargo faser-lb's e-la pehuen* adver-
tencia, a qual por nao ser in lecente, e
nem acrim >oios, he de nr seja acnlhiija
pelos mesmos Sur-. Doulore, que espero
emend m a m 5 pois desla arte nu f
d.no ai.tber.tico, 'eslemunho de que de-
s.ej > a.er'arj sicio iamb m que se nao di-
vergunltS'i de corrigr seis erros.
Nodi 4 de Junbo do conenle anno
niandou ohnr. I)'. Nun s Marh do pro-
ce ler um Suni-na.io 'X l1'o (ocitra Ma-
l el da H ,:a, retida por lep iru So Franr
risco da H>.a, curt huma faca depona ;
e em v;rtude do.depoimeuto de duas tesle-
niunha-. | r-nunci. u o dicto Sur. Juiz de
Diietoaor mas em '-z de o decUaar
incuiso taro>mete noarl. i9a combina-
do com o art. 3 i doC digoCiimiual, po-
soa-'uciime era ha v.r tentado contia a
vida de sen irmao ; julgun o tambero ha- .
ver nen ido no o." d Le de 26* deOo-
lubro de 1831 : mo julgou, q' o ieo e-
ia auilior de dous crimes divesos : um de
t. n'ativa de-humi.idiu, e armas d-fesas. -Aqu pois, persuado-me,
que est o erro, por que incorre na lei do
a(j de Ouiubr.i o que smente usa armas
def. s..s: mas desde O uioroento em que
csse.tal perpetn.u um delicio coro ess
arma : passa a ser responsavel por ese ou-
tro crime Um s.roe-ite, e.na pelo cri-
me dearmas defes-s, e p. l> que foi con-
Mqn.ueiadas mesmos. armas. Para que
o, pr.icedirrtnli do 5. Nones Machado
Lsse justo, tora necesario, que se podes*
.se commeller o crime sero meios, ^ern
iistrunienlos, mas isto. ja se *., que um
absurdo, log" nao pod- ser ju.-to tornar
ao r< o respiiiisav. I prlo ci me de,tentativa
de homicidio, e pelo uso do instrumento
com que elle tentn asaass.nar. Dm*is,
considere, e atienda o Sr. Doutor Macha-
do, que si he imp.em.i enas aos que usao
aimsdtfesas lie poique ella occasiona
o horoem a (orometler ciimes: perian-
to o ci iroe aqu consiste ta soroeule 11,0
risco em que se poem oque caiiega armas,
de quebrantar as leis; mas desde logo,
que rico p ssa a srr ic.ldsdf, desde qu


DIARIO DEEPRNAMBUCO.
te verificoo o que a le quera prevenir :
o aulhor d'esse. facto nicamente deve
carregarcom as penas marradas aos cri
mes, que se realisaraS, .-era importar o
instrumento : assim pois o que ft-rin, quer
feisse com pao, quer rom pedia, quer
cun laca, ama vW, que se conlleva ter
sido seu intento ferir, e na6 matar, por
que enta incorre na tentativa de hom li-
dio, so tem de soffrer as penas do feri-
mento, e nao as que de vera de ter si aca-
so, usasse dVssas armas^ ou insti umntus.
Por lano o Sr. Nunes Machado som-nle
devera de declarar ao reo incurso no ai t.
129 con.binado com o art. 3-i, e nunca
jamis no 3. da lei de 26 de Ootub.o,
porque este (acto de traser armas defesas
desapparecen, ou melhor se converleu
em tentativa de homicidio, imme-.atamen-
te que o reo empregou a f,ica, Assim p<>r
tantoerrou o-Sr. Doutor Nunes Machado,
uedeoraem diante cumpie, que seja
o errar nestas nimarias. O r. D.ni-
tor Bcuto teveigual procednento nosum-
i niio contra o preto Jou5, tsoavode Ja-
cinto Jote Thomaz da Sdva. Smhor Uou-
loi' Miranda mais cuidado, mais r< flez5.
r ublrque pois Senhoi es Redacten es e.-tas li-
..I.Bs a bem da humanidadee dus suptadi-
c tos Sis. Douloies.
, O seu atlenciozo leilor.
r
M. S.
isulado de Austria nesta Provincia.
O abaixo assignado por V. Cnsul dr S.
M. imperial e Real Apostlica aos Subdi-
tos re S M. o Imperador de Austria diri-
o Aviso'seguinte que por este fim I he foi
viudo pilo Encarregado dos Negocios d
VI. Imperial e Real Apostlica na Curte
Subditos Austi iacos de apresentar-
este V. Consulado u:unid >s < tenles passapoites e licencas do seu
veno para serein malriculadose uo pie-
(razodedous meses da dada de-te os
i mezes das Provincias da Parahiba,
fio Grande do Norle, e Ceai do contra-
rio :.coirer5 as peasquee matea o mes-
mu As izo. Pernambuco G de Junbo de
J836.
, J. L.Herrlirh.
Por V. Cnsul.
Aviso aos Subditos de S. M. o Imperador
de Austria, residentes no Brazil.
Desojando a Legacio de Sua Mag.stade
; t.ile Real Apostlica na Corle Impe-
>:' Jo Brasil, obviar as duvidas que por
correncia da expedico dos altst..(ios
es, edas lic-ncasde residir, se tem
ciladtrcon alguns subditos austracos, e
..o mesmo tempo prevenir os inconvenien-
tes que ri'ahi podem esultar aos mes-
'-lito.s, ju'gou nece-s rio fazer-lhes
mhercr-quaes-oas principaes disposic-
i dicto, sobre a emigracio, que esto
vigor no Imperio austraco, e que sao
i i otes:
i." Toda a pessoa qoe quizer emigrar,
dev;ei)tiegarautoridade respectiva, hu-
ma d claiaco formal, pedindo ser deso-
ada da sua qualidade de cidada.
a.e Ser concid vado como tendo eini-
>do illicitamente: primo, todo aquelle
ae so tiver naturalisado em paiz estian-
ou que ti ver aceitado emprego civil
<: j.ilifli-, qualquer que elle seja, huma
o faca sem ter para isso obiiloa
kida euionzacio d seu Govemo ; se-
. uodo, todo aquelle que tiver residido em
pases esirangeiros, durante cinco auno*
olivos, niu tendo no intei vallo pe-
dido e obtido a renovacio, ou prorogacio
*u'o sen passaporl>.
,3.' O :..b lit s austracos que tiverem
.Jo illicitamente, peidero por este
-'o aquella qualidade, e sendo trata-
t*os desde Jugo como eslrangeiios, nio te-
irtito algum proteceo das utorida-
triacas nos paisas estraugeiios.
Todo o subdito austraco que se ti-
Til ..uztritado o seo paiz sem pastap. 1 te,
ou j iuseinia exceder ao praso neste
r: "ii, itia toncidciado e tialidocomo
asente illicitamente, e como tal incorre-
r no sea regresso em as penis impostas pe-
la lei; e se a ausencia exceder a cinco an-
nos, ser considerado e tratado como emi-
grado illicitamente.
Convida poi tanto a Legico de Sua Ma-
pestade I. e R. A., a todos os subditos
austracos que de presente se aeho no Im-
perio do Brasil, para que se apresen! m no
Consulado Ger.l Aiistiiaeo, em o Rio de
Janeiro, ou n'dquelle Cnnsulado^ustria-
co que Ihe for mais cmmodo, ja em pes-
soa, ja por escrpto debidamente reernhe-
cido, e i-to no caso em que o seu domici-
lio seja a distancia rraior de seis leguas do
respectivo Consulado, afim de legitimaren!
a su 1 lesid-mria, e se inscieverrm na matri-
cula do 11.esmii Consulad. O praso m.ir-
cado para esta spresentaco, he de dous
tizfsna provincia do Rio de JaneTo, e
n- sulados Aosl riacos, e de seis mezes as pro-
vincias as quaes os nio houver, fcando
entendido que os que ^e nio apre-entarem
no praso marrado, nio poder mais ^r
inscriptos, e a si mesmos ailri'Miir as
consequenciasque de sua omigsiolhes pos-
so resultar.
A piesente disposicio nio comprehende
poiem os hom-Tis de mar, os quies sendo
obligados pelas leis e oidenancas austra-
cas a seguir nos navios a cuja tripulado
pi tencerem, at a volta do mesmo, a hum
porto do lilorhl austriaco, p- lo menos nao
podeiS em casa e por pretexto algum, pe-
dir brenca de desembarque p.ra residir.
Se com ludo acontecen que al^um bomem
de mar por fado nao seu, deix:i de seguir
no mesmo navio em que viera, o Consula-
do respectivo provea por elle naconformi-
dade das citadas leis e ordenancas, e Ihe
expedir hurn certiGcado jirovi-orio que
so valer para o termo marcado no mesmo.
Em consequencia todos os homens de
mar, subditos au-ti iaro~, os quaes se a-
rhio pr*seiilempnie no Brasil, sem perfen-
cer ti ipu'aco de um qualipier navio aus-
tria "o, ho de a presentar-se no praso de oi-
10 das, as Chancc-llai ias dos Consulados
Austracos, para se lavrar os termos res-
pectivos emis requisitos ; eos que deixa-
reui de se apie-entarem no praso >ol>i,e
marcado serio considerados como deserto-
173^000 res; o Major Mello, reputando
assim a ausencia do seu amigo como fiel de-
positario de um pretinbo, nlem de outros
dnheiros de primor tecebidos de to hon-
rado e illiistre patricio, cujo coracio real
mente genei oso : em'iguaes circunstancias
se acha o Snr. Beinaido Antonio de Mi-
randa, cuja mi benfica p>>r vezes tem
franqueado o seu dinheiroao abaixo a>sig-
Hado, alem do respeto e poltica propiia
do seo coracio como spmpie o tro mani-
festado ; e Os seu- Ilustres Irn i< s para
Com o abaixo a>signadu, assim como ou-
Iros h< nradissimos emigos, e P01 tuguezes
que dever ser impieteriveuxente par>os,
por quena verdade nada ha inai^ju'to que
dar o abaixo assignado *um verdadeiro te<-
temunho a s. us redores q* nao desconhece
a imagein da gratido
O Padre Joaquim Eufrazo da Cruz.
o diario de urna rasa, lava de sabio- g
atierro da Boa-visa casado AferidorD ?
do lado do Norte. "53
ie-.
Rio de Janeiro 11 de Maio de i83fi.__
Dizt, Encarregido deNr-gocios de S. M.
I. e R. A.Wallemburg', Secictaiio da
Legelo.
Faz-se sciente a pesoa que-Vspj*
fallar com o Boticario que ser iu no Gran-
de Hospital deGiridade por nome Barata,
pode procurar al as duas heras da larde
no mesmo Hospital no quinto quarto do
piimeiro andar.
tyQualqoer padeiro que queira ir
para o lugar do Bonito, aparega na ra
Direitapadaiia D. 33, para lser o seu a-
ju>le.
*ty Quem piecisar de urna ama pira
todo servico de urna casa, a qual sabe en-
gomar, e cosinhar ; annuncie.
t*W Os herdeiros da f.ilescida Rita The-
reza de Jezuj, queirlo aparecer at o ulti-
mo d<* corn-ntc mez n. s Afogados em casa
do Sor. JoaoFrancisco Reg-, para toma-
rrm contado que a din Lie-cid 1 deixou, e
adverte-se que se nio romparecerem no
dito praso ser entregue no lieposito geial.
fc#" 'recisa-se de 200J^ reis a juros
por Irez meses com boas firman, a a por
cento,' no att.rro dos Afogados armasem
de sal que fica defrone do viveiro do Mu-
niz,
fc^ A quem faltar um moleqne, que
diz ihamar-se Gregorio e perlencpr ao
Sr. 'Lhomaz, Senhor de Engenho, dirja-
se ida da Aurora, caa de Manoel G e-
gorioda S Iva, o qual fai parar 110 dia 8 do
corr-enie, dizendo que nao >ib a dirigir-se
para a do sen Snr. Adve te o annuncian-
queeli8e nio responsal).li-a pela fu-
ga do dito moleque, quando em ser prot u
rado baja demora.
Um alambique pequeo q,,e|
7 caadas, de cobie, novo com serpentn
iestanhado ,' proprio para destilae-oens J'
espirilos finos, na ruadas Aguas verd'
eiji casa de Joaquim Joze de Paiva por 'S
ma da venda que foi do Zicarias. *
WT 55 loros deangico, madeiras pre
tas, espirito de 36 g.os, agurdente
aniz em barnz ou caadas : no alterro dg
Afogados, lado do mar em casa de VicJ!
rio Francisco dos-Santos.
WT* Duas vareas paridas de pouco e
umquarlud'.-carga: na piranga a U\\it
com Manoel Joaquim do Regu 110 sitio oh.
foi do falescido Gotl '.
W9" Unas varandas de madera de ama.
relio com p.uco uso, e por mui ommod
preco; urna duia de taboas de amarellodj
ercadamaisielorcado que o de assoalho
n.iii,uperior para caxilhos por ier maisj
deis anuos guardado : na ra da Paz D. o
por delraz da 1 ua das Flores.
W^ Urna negra mossa, qne s..be en.
gomar cosmhar, coser chao, lavJr de >a.
bao e vapella : no beco da vol sobrado
U. 1.
&& Uma cami de condur embutida
e um enxerga.ecorxa: na Carnlx-ado
Carino I). 17.
^9~ Um relojo de cnixa de ouro, mo-
delo antig.i, porm muilo regulador ; en.
ma corsele tiobem de 0111 o, feitio a mo-
derna, ludo por preeo cmodo : nesta Ti.
pografij.
AVIZOS PARTICULARES.
Antonio Joze Pereira de Lagos pertende
fa- r vagem para fura do Imperio no dia
15 do correte mez em o P.daxo L<-f0, e
no da 1 4 do me-mo me/, os seus credores
'omparecio para liquidarem em suas con-
tas.
y Quem annunciou nn Gazela Uni-
versal qii-rer comprar a obra do Mr-
quez dePv>mh.d, diiija se a ra Diieila
vendado defunto Joze da Penha.
jry O abaxo assignado offt-rece a quem
qi.i-.er comprar a dioheiro ou a piaso as
casas da ra de S. Frain'i.-,ro enj Olinda
chaos proprios, com cacimba e varios ar-
voredos, e terreno proprio de levantar a a
3 moradas de casas; e nio preceda a do vi-
da do aiinuir o do 1. docorjente pelo M,(-
jor Francisco Joze de Mello, visto que o
patrimonio he removido para nutra pro-
prie'J'ade aqui nesta Cidade com todas as
formalidades de di'eito, eo respeito devi-
do-aos Sigrados Canonis : em quanto a pro-
cuiaco de que (alia o Majir, de i5 de
Marco do corrente anno, ficoii sso sem e-
feiloe por con-equencia dissolvido no dia
8 do corrente pelo novo tiacto que fez o
abaixo assignado com o major de Ihe en-
tregar 40,25000 reisein moetia de prala, an-
tes ile ezeinhro do corrente anno ; e ain
da mais quer o Major se uioo cump imeu-
10 do tracto feilo com elle debiixo de pal .-
va de honra : nio e nem pide haver na
venda da casa dolo nem malicia alguma,
visto queo nico fundamento he por per-
cisa- o abaixo ass'gnado de dinlicro paia
(|uanto antes pag.ir ao Snr. Joze Joaquim
Bizarra Cavalcante de Albuquerque, pelo
rasgo de grande.sa egenerosidade com que
pagou pelo abaixoassigoado a quantia de
NAVIOS A CARGA.
Para Trieste.
A Polaca Sarda Boza, Cpitio Corsane-
ga, poder receber a fele 100 ii 200 bar-
ricas rom acucar ; a tractar com o consig-
natario A. Schrainm.
Para Niw-Yorck.
|JL9" Poder recehei- alguma carga a
f ele a Galera Americua Handa im, Capi-
lao Osgoo I a sahir ateo lim do corrente :
quem nella qiii>cr car regar dirij-se ao seo
consignatario A.Scbamm.
Para a B. %9 Segu viagem a muilo velleira e
bmeonhecida Sumaca Gentil Ameijrana
recebe aind alguma caigi, e passageiros ;
alall^rcoui Roza i' Irmo, 1 ua da Cruz
n. a8.
Para S. P<.(ersburgn.
O Brigue Americano Atlila forrado e ca-
villndo decobie, sahir em 8 das im-
preteii^elmenle, pode leceher a frele du-
zentrtS barricas de a-suco-, quem no mes-
mo quizer ca regar, Hirij., .se Luiz Go-
mes f'ei reir & iVJansfield.
FURTO.
Sabbado 1 1 de Juuho p.das cinco 'hora
da tarde furtarad do sitio na traves-a do
Boi hum quaito pedri, altura do meiu,
dinas cabidas para a direila, com sigu-
es no peito de peitoral da Carioca, ti
marca no quarto direito Ls. ; quem o a-
char, ou uVIle souber pJe leva-lo no si-
io o CirurgiaS Manoel B. rnardo cjue llie
dar 20$000 is. em agred Wp* .zaparcceu na tarde de iO do
coi rente Juuho, e juiga-seler sido fui la-
do hum rah. nha, por nome Claudiaim,
de 10 anuos de idade, pouco mais ou me-
nos, olhosgrai/des,. cheio do rosto, e com
algum defeilo nos pes, por cauza de b'xoi:
quemdelleder noticias ser genei-ozamen-
1- giatilicado na caza D. 8 do pateo da
Matfiz do Sanlissimo S-.cram.nto do Re-
cife, ou no Engenho Guarapes, d'onde o
ditocabi'iuba he eacravo.
ESCRAVOS FGIDOS.
F-.gio do Engenho Tabetinga Freguczii
de Ipojuca umesciavo prelo, de nome Jo-
ze Macaio, de idade a5 anuos pouco m.-is
ou menos, roeio fulla, com urna co.dura
sobre as\.hoancelha do olho dirtito, esla-
tura alta, o qual foi escravo de Antonio
Biserta de Va-coneellos, rendeiro d<> Eo-
genhoRiachlo Freguezii da Al.daia desti ic-
io de Mace : quein o aprdiendedores le-
uem-110 ao dito Engenho Tbatinga ou
nv.s'a l_,idade na naca do Commercio 28.
IT Mailvus, de NacaS Angiro, se-
co do coi po, estatura regular, xupadodas
laces re.prezenta ler 35 anuos, fgido era
a6 de Maio do frrente anno ; quem chi-
le souber o poder trazer em caza de Jo-
ze Antonio da Silv- Grillo roa d Vgs-
rio D. 27., que er hem recompensado,
e o recommendo aos Ss. Capitanas de
Campo.
Taboas das mares cheias no Porto de
VENDAS.
Um negro ptimo cosinheiro de massas,
e bol ribos para se dar um x: em N. S.
do Terco 0, .
Urna etcrara de ao annos, cosinba
Pe
\but
o
'rnambuco.
1 Segunda jj fih. 6 m
I 6-5'. .
7 4a y>
8 30 .
- 9-,8
I 10- 6
o
n
3-Q:
4-Q:
5S:-
6-S:-
7D:
10- 54
Ran.
MEZA DA6DIVEKSAS RENDAS.
MELHOR EXEIV


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