Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01816


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Full Text
r

ANNO K 1836. QUINTA FE1RA
iM.cr-V.f~. ~^~
,'i .gpi '
9 BE JNHO N. 124
das da semana.
6 Segunda 8. Nobcrto 8. A. clon Jt. do Cr. de
m. o di- t. aes. da Thezuraria Publica e
Chai:, de t. Quart. roing s 8 h. < 40 nt. da DI.
? TeiCM S. Koliertu Al>. Hel. tie in- aud. Su .1.
de O d t.
s Uuart S. Faluatinn B. M. es. da The*. P.
<> Quinta S. Primo c Felic. Re. tlenl. aud. do J. do
C. di; ni. A CI...111-. ile I.
U) Sexta >j5% f'oracao de Jeziis.
M Sbado S. Barnab Ap. Re. de m. e aad,
do V*. (. de t. ein oimda.
12 Domingo S. Joa.S de *. facundo.
'fniiMBrto, k* Tvr- r< M. F. de Pabi4. I8S8i
Ti. to KfOra depende o nos niesmoa da nosoa pru
dfii.M. iiioilerarao, e energa lCont|iUmi> eoiiu
principiamos, e ereirioa apnnladoi f.om admira*
i;u entre as N-icoe-.i niais cultas. ,
Proi:tamneiio da Bttmhltn Qtrol do flrot'
Snliscrere-se 1000 rs. roensaes pago adiantados
nenia Tipografa, e na Praca da Independencia N.
37 e 38 ; onde le rece be in r.orreupondencia* legali-
aatiM, e aiiitiincios : iiwerilldft*** ie ersii Henil
lo* |iro|>rioMignante*a e f indoaaiiguadoa.
CAMBIOS
Junho H.
JObdre 38lr2a89Ds. Si. poi lctd. ou prata
a SU p ir ccilto de premio.
Lisboa "i0 |or ci|o premio, por metal, Noni,
1''rauca l.'> -S5S ls. por l'r.iaco
Rio de Jan. a" par.
Motilas ile v4<] l I !800
*0 G..800a 7 ,,000
Pesos l..lii)
Premio da prata 50 p. c
,, dat lettraa, por me r. I ?poro|o
Cobre 25 por cento le descanto *
PART HA DOS CORIIF.I0S.
Ofanda _T (ioiaua. Allinndra. I'araiiia, Villa do f.nnde, Ma-
man^iiupe, Pilar, Real de S. Joao. lirejn d'Areia.
Hainlia. Pomlial. No*a de Souaa. Cidade do Natal,
Yil'as de Gniantlinlia, e Novada Priiiecza, (,'iila.lu
di Fortaleza. Villa? do Aquira*. Monte mor novo,
A rural v. Car-cavo!. Caniud, Granja. Irapcratrjx,
S. Bernardo, S. Joo da Principe, Sobrar. Novad'
ElRey, Ic, S. Matlieu*. Reachodo sang-ur, S.
Anloio do Jirdim, Quexeraiimbim. e Paroahiltit
Sefcundaa e Sextas ieiraa ao roeio dia por va da
Purail.a. Santo AntSo Todas as meloda, (i.iraiibuus. e Pollito no liad 10 e '_' 1
de f ad.i nica ao ineio da. Florasno dia 13 de
eada mea ao nielo da- Cabo. Serinbariu. Rio Por-
moico. AgoaPrcta e Porto C.lvor.o-das 1,11.
c -i\ d cada mea* Serinhacm, Rio rormoco, e A
roa PretaSeeanda. Q^tarn c Sextas trira.
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
ASSRMBLF.A. GURAL. LEGISLATIVA.
Carnal a dos Senadores.
Se-sio de 7 de Maio de i83G.
Presidencia do Sor. Mrquez de Parana-
gu.
Pelas iO lioras e quarent minutos da
manlia, nao havendo numero tullicitiile
de Senadores para fui mar cata, em con-
iormidade o regiment, o gando Se-
cretario fez a chamada, e achaia-se pr-
senles 25 Senadores, fallando por impe-
dido oExm. Sur. Diogo Antonio Fe.o;
ecom causa osseguintes Senadores : l'en-
lo Barroso, Mrquez Je Bt bacena. V.-
i onde da Pedia Branca, Mrquez de Ka-
ependi, Visconde de Caeth, Borgts, So-
ledade, Agotar e Albuquerque Marauba;
esem ella, Nuno, Alencar, Evangelis-
ta, Almeida Albuquerque, Paesde Andra-
de e Visconde de S. Leopoldo.
j^m consequenria de nao baver numero
para se abrir asessa, o Presidente con-
viilou os Senadorts, Miembros de Com-
mis'es, a trabalbarem em seus gabinetes
at haver numero.
Ponco antes das duas horas, compare-
eera os Senadores ua sala, em ron.se-
iiuetit i* de terein terminado seus traba-
Ihos; porem na5 havendo anda nume-
ro, o Piesidenle declarou que a ordem do
dia para a sesi>a5 de 9 do torrente era a
dula para a de boje; e retirara se os
Senadores.
CMARA DOS DEruTAIXrR.
Sessao de 5 de Maro.
Vire-Presidencia do Sr. Aaujo Vianna.
Pelas dez lioras da manhia proce-
drii-.se chamada dos Deputados, e logo
que se retiuirio em numero sufficiente pa-
ra baver casa, o Presidente dtderou abrr-
t.i a.sesso, elida a arta da antecedente,
I.ii npprovada.
O primeiro Secretario deu cotila dt>
expediente. ,

Ordein do d-a.
O Sr. Ferretin Franc.t ,pi. (i'tlo pata que se as Caixas Ecoiiini-
*3s, e Montes fcunomicos dos eiiijiega-
dos pnliliros emittirem bilbetes ou letras
pagaveis ai pot lador, seJH estas recibi-
das ras Estaccs Publicas, se o crdito das
Caitas ou Montes nao obstar. Julgoti-se
objec tode deliheraca e fui a imprimir pa-
ra entrar na ordem dos 'rabalhos.
O mismo Ilustre Deputado offerereu
Aoutro projeclo, puraque os impestos so-
bre producgaS, e os mpostos s.,bre ex-
l'orlacs de productos patrios Se jar) aboli-
dos e subsliluidos pelu tle 3^ooo rs. por
cada cabeca de esetavos seni distinepa de
sexo, idade e lugar de possessa, tct. :
)u|o,Oti.sp ohjerto tlu delibocaoa. o foi a
i m Jtc I ni ir.
(Jffi recen inais outro projecto, que de-
clara que da ptesente em dianie todos os
que nascerem no Brazil seraS litres, e os
benhores que liverem a bon lado de cral-
os iilhos de suas esnavas, e os lizermn a-
prentler hum rfflicio, gozat dos servi-
ros delles al 25 annos de idade: na se
juljii.u objet to dedeliberCa5.
Offereceu-se fiualmerile outro projerto,
que diz : Em ?.5 annos acabar a et-cra-j
vidanu Braiil. Nao se julgou objecto
de deliheraca.
O illulre Diputado autor destes proje-
ctos antes dos a presentir, declarou C-
mara quebavia de ser insistente em apr-
senla los, emhora a Cainaia o fosse tam-
bem em regfila-los.
Pelas onze lloras da manli annuncian-
do-se acbar-se na sala inmediata o Sr. Mi-
nistro e Secretario de Estado dos Nego-
cios da Guerra, e sendo intrnduzido corn
as forma'idadts do costume, temou n com-
petente lugar, e leu o teguinte Rea torio
da i epartica a seu cargo.
das no di-lricto da Relac.a5 to Rio de Ja-
neiro, serve tle segunda instancia das cau-
sas puramenle militares, continua a reg i-
se pelas leis de SUS ereaca, ainda nao de-
rogdas, as quaes Ibe da altribuices su-
periores s do Poder Moderador. Con-
vm por tanto, a bem da disciplina do
exoroilo e rt gularidade do servido que o
Governo reitere as reclamaces j por .ne-
us antecessores levadas ao conheciroento da
Assemblca Ceral em diveisas pocas, a fin
de se adoptar a respeilo deste tribunal o
t Secretaria de Estado. Ainda que
a Secretaria de lisiado dos Ne^oius da
Guerra tenha at boje bem desempenha-
do lodosos seus cnrargis, p< la intelligen-
cia e zelu de seus Ollieiaes, nein por is.-o
deixa de ser necps-aiio pata o melhor an-
damento do set vigo que ella seja organisa-
tis, sub Mvidindo-a em secoes, cojos Ira-
balbos si ja5 anlogos cbassifcacaS nialu-
ral das materias, a saber r coutabilidade,
disciplina e orgntsac;aS podiente : Sllbdivis5es estas, que dando
melhor ordem aos trabalhos, podern tam-
ben ser mui v.mt.ijosas, etabeleeendose
nessss sublivises huma precedencia que
< reca aos individuos que houverem de
ser empreados, acoetso em gr8duav-8e
vencimentos; sendo admittidos na clesse
meis tnfeiior, a postando por tags desta
suecc^i vilmente ii nutras.
Pels/tabella n. i so **oribere u de-pe*
za que se faz cotn esta repai licao, e u nu-
mero de seus empng.i :i>..
i. (iotisdho Sapiemo Militar. Este tri-
que for mais conveniente ; o qual he ac-
tulm"nic c-.rnposto dos individuos cons-
tantes da tabella n. 3, em que se mustia
quanlo se despende annnalmente com o-
trbuna] e sua secretaria.
Cominando de Arasus.Os seiacom-
manrlos de arma, que, na ronformidade
las leis, exislem tas Provincias do Para,
Petnambtico, Baha, Rio Grande do Sul,
M.iio Grosso, e na Corle e Provincia do
Rio t!e Janeiro, como mostra a tabella o.
3, tem correspondido aos busque tevem
isla quando 1..rao assim reduzidos. To-
dava compre chamar a aliene.i da As-
sonib'ea Geral sobiea neitssidade queba
de deixar ao G>veruo o ai bilrio de os no-
meir iiiente quando, e onde lorem ne-
cessaiios, p;ira que na5 acntela estarem
muitas vezes Coinmandantes de Armas co-
mandando ano, e ainda rueo pracas ;
bem como de proporcionarle mais aigu-
1111 vantagem os Ollieiaes Horneados para
essesempregos ; ao minos, se Ibes deveria
conceder quartel para sua lesidencia, e
marcat -se-llias i'guoaa ajuda de costo de
Vagem, semelhante ao que se ada etsh'-
lecU a respeito dos Presidentes das Pro-
vincias.
Estado Maior do Exercito. O Estado
Maior do Exercito teve huma modilica-
ca em sua anliga organisaqa na lei de
9.5 de Ago-lo ae 1832, que nenhum o-
convenii rile lera presentado ; e para que
esta corportQd mililar 6que oigaiiiaad.i
.como borle interesse do servico Nacional,'
oumpee que os Engenheiros militares pas-
sem a pcrtenoei' classe do botado Maior
do Exercito.
Poro? por lei eyiinrtis asegunda ter-
reir classe dos ()llci;ies do a litigo Estado
Maior do ExercilO, que licou con lando
.rnenle de boma : lodava SQbsjsli ainda
o classifcacadas gn-tifica<;5ei de primei-
u P8egunda ciaste tjue aprsenla a extra-
ordinaria am.m.ilia, em corlo- caos, de
hiveicm ('llieais fie paletite supe ior com
i res yalificaiues de que os Officaes
pur elb-s commandados, alm de outros
inconvenientes mais: o uforesse do srr-
vigoexigr que lo las aquellas gralifcsces
fitiitero tci'.iizidasa hum s, islo he, a de
piimoii ii (i&ase.
%i
t).
.. n.
J Taz ver o
btin-l, queii Provincias comp> ehendi" | numero c no mea Jos Ofliciaes do Estado
Maior do Exercito e seus vencimeriios d
sold.
Engenheiros. J cm outa occasia5
live a honra de chamara altencaS da As-
setnbla Geial Legislativa sobre a npces-
sidadeurgentede.se dar ao Corpo de En-
genheiros a oiganisaca iue importa te-
nha, para ser proveiloso ao servico Na-
cional ; classificaudo-o conforme os esls-
lulos prescriptos na lei da Academia, d-
vdindo os Engenheiros em militares (rjyke
devem fazer paite do Estado Maior do
Exercito) \ Bogenbeiros de pontes e cal-
cadas, e Eugeboos geographos. Oj no-
mes, postos, e sidos dos Ofliciaes deste
corpo moSlraa tabella n. 5.
Ollciaesde linba era corpos e avul-
sos.O gr-nde numero de Ofliciaes a vul-
so, dos tjtiaes s huma pequea parte
existe empregada em servico mililar, obs-
ta a que se po>sa dar ao exercito aquellea
nipubos que de necessidade deve reetber
o Governo, para bem preencher o quadrn
de seusdeveies, etemporis'O sido inhib-
das por alguns anuos as promocoes aquel-
les outros que so acbad empregados em
corpos eeslabelecimentos militares. Sen-
do cerlo quenasclasses dos avulsos ha Of-
ficiats dignos pela sua prohidade, conberi-
mentos, e mais circunstancias, de mere-
reiem a consideraca5 o Guu-rno; ho
lambem iimegavel quenessas mesmas clas-
sehe asss avuliado o numero dos Oflici-
aes que por diversos motivos se acha.5 im-
possjbii^|dos de seren com vantagem em-
pregsdoTrem servico : e sendo diversos os
ai bil ios que se pr.deria propor para o
fbn de si- lser lesapparecer estes uliimoa
do estado eflvetivo do exeicito, nenhum
deixa de ser summaracnie gtavoso ao The-
souro Nacional: cumprindo porm cor-
taro mal pela raiz ; o arbitrio que o Go-
verno julga preferir!, por estar ern har-
monis rom a legislacaS txisienie, be o de
fizer naturalmente te fraccionas as diversas clas>
sea deOHit-iaesatulsos : aprimeira, com-
l'o.t.i dos sica e mora es podem presl.ir l>om e alu-
rado servico ao Estado : a segunda, forr
mada por lodos os que se nao acb.i tiestas
mesmas circunstancias. Os da piimeira
divisad dever (loar pertencendo ar>uua-
dro do exercito, e oceupar as v>gas que
liouverem, e lesl.mte iicaraggregado. Os
Ofliciaes porm da oulra divisa, a qcm
o s. ii estado pbysiro o'o moral nao per
tni'.ie continuar no servico, devpi ser
desligados do exervito, i't forma des cent.
o sello que lVeitin; podendo comluti.1
gozar das vantagens designadas uo airara
de lude Dezcmbro de 1,"90, aquel le qiio
por seus annos de ser vigo liverem diieitcs
i Iquridoa a ellas : fi. ando assim hrtui-
n da a car reir militar de laea Oilici^fi,,
MUTILADO


DIARIO DE P R N A M B U C O.


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Pela insperga da talvll* n. 6. se
podei conheeer quanto a naca despeiu|p
om lodo os Olliciaes de linha e m corpos
avulsos, e'bem asshn os seos nonu-s e
numero em cada huma das classes.
Coi pos de linha, ecompanhias de ar-
tlices. Ja as inforniaees sobie a -fi-i*
,io das forjas, expend parledo que cum-
piediter sobre este ramo da admini-tra-
i.io da guerra: e na tabella n.8 vai cn-o
templado a despeza jue as torca pedidas
na xacio bao de fazer, incluidos os sol-
dos, gratificaces addicionaes, gratifica-
,6e de commisses, lardaaienli), etapa,
forragens, e fenagens. Agora apresrina-
leMOutra observacfiesque podei decidir
0 Coi po Legislativo a luir alguras Itera
c5es nu tiiodo de se .flecluaitm os venci-
inentos.
A experiencia tem mostrado quanto
lia sido grande a oscillacio nos valoies ar-
bitradoi pora as tpese Ion-agen, spguin-
do-be osystem* das arrematares setms-
Irats ; e tacil he conceber otranstcrno que
huma semelhaule vaiiedade de causa na
contahlidade, nio sendo po-sivel piever a
quanto sbita a despeza de hum a outro
semestre.
He indubtavelmenta mais vantajoso
.finar huma quantia para cada etape p<>r
praca e por dia, que nunca seja menor de
iGOrtis, eouliapara aforragem e ler-
agero, ara/io de 400 rs. por praca dia-
riamente. O) Tactos do mesmo ti.odo pio-
vio a insuficiencia da quantia abonada pa-
.< l'.ii aiiit n'o decada praca; e pos que
vario mui divesmenle ospiecosuos dif
fe-enles aitgos que asCaixa de Amnrlisa-
,5o Regimeiital sao obrigadas a di-ti ibnii-
pflos Corpos1 ; .-era melhor arbitrar huma
so juanlia para cda praca e pordia, que
inclua todas as parcellas neres-arias para o
faldamento, etpe, forragens, Terragens e
concert! de armamento, equipameuto, u-
lensis, &c. Tica:;do com e.ta quantia o-
brigadas as raxai dos Corpos a Tazerem
promplilicar todos os artigos ; e assiin,
adiicionaiido-se a pi edita quantia ao sold
das diff renUs piaras, ter-.c ba com fi-
rilidade a despeza total e constante com
rada huma praca, elaoilimo o calculo da
despeza com as loicas filadas ; devendo-se
prohibir ex prosa mente o fazcrem-se nos
Ai senaes de Guerra, por conta desle, qua-
squer eonrt-r'os para os corpos. S ni du
vida que ntc^sario he deriogaiem-se leis
que lein estabelecdo o contrario, e tam-
ben! melhorar os regulamenn s das caigas
le adminislraco ; o que te consegui
sendo o Govemo authorisado aoiganisar
ns ngulameiitos apropriad'is, e que sub-
iiinao a. leis e disposices l< gdalivas de*
logadas, ou que necessitem deamplica-
;io.
i Finalmente cabe nesse lugar chamar
a altencio doCorpo Legislativo, que p**la
Carta de Lei do i. de Ouiubro de i834,
que concedeu ao OHiciaes do exercilo
gralicaco addicional, nao foiio ii ual-
uicnte .ttendidos como deviso ser, ot,Ofii
taes superiores, ficanowderoelhor pulido
n Subalternos : a ju-tica exige qiwa grati-
firacio addicional do nieio s> blo seja ex-
tensiva a todas as'classes detjfficae, quan-
do se achem nas circunstancias indicadas na
mencionada lei.
i Dfcise- do Rio Deoe, divi5es de pe-"
deslnsdo Eupirilu-S-tnlo, e companhias de
1 .i^eiros do Vlaianho. listis Corpo
ti m at boje sido considerados como fazen-
do parle do Exercilo, mas nenia nal meza
do .-.ei'vico a que sao destinados, nem sua
orgauisaco e|Secial, nem as vatitayens
concedidas ao individuos queem taes Cor-
pos serven, etc. etc. nata induz acon-
sidei-ios como pe tente. ao Eveicilo; e
s--iidn por outro lado inteii menle lcalo
ser ico i|ue p< esli ; por todas esias razes
jois, ju'ga oGoverno mai. conveniente q.'
elle.i p*s-m para a admini.tracao provinci-
al, Tirando cargo das rendas speciaes das
Pi ovincia pue seus sei vico. de.li uclo, o
lazerem as despezas com a irianulem,ao Jes-
sas divises, as quaes acluslmnte despen-*
J.-in em < aita anuo, a quantia desigiuoa na
(..bella N. .).
r Academia Militar. Pelos relatnos
dos'meus antecessores ja Toiao levadas a o
ronbet imi-nlo da Assemt'la Geral todas as
mudancas queem saus Ministerios se Ti/.c-
lioao reguLmento de 9 de Marco de 1832,
que refoimoua tintina AtaJvmt Mi'tlar:
tudo quanto me ruinare dizer a este respei-
t sollicitar huma d'cisio qualquer, appro-
vanlo-se desses dillerentes regulamentoso
que Idi" mais conveniente a bem do servico
Nacional ; aiuda que na opiniio d*> Lenle
o perTerivel ^eji o legulamenio de 9 de
Mateo de l8'2 como consta desuas repte-
sentai seomcios dirigido ao Governo pe-
la reparlico da Gueria.
i Cabe-me ao mesmo tempo a salisTaco
de inTormar-vos, que o andamento da Aca-
demia Militar, anda que se nao pos.-a'cha-
mar perleito, loi tom'udo mais regulare
mais proveiloso dudante o anuo qoeac*bou.
A tabella n. 11 taz ver o numero dos lentes
e cinpiogadus da Academia, e <]iil he a
sua de. oa annual.
i Aisenaes de Guerra, e 8rmazen de
deposito de ai ligos bellicos. Os Arsena-
es de Gueria, cuja rjdoiinntoi autnrisada
pela lei de i5de Novembro de 1851, de--
pende para sua di unitiva oigani-aro, de
que ^e appruve o regulamenlo feito em data
de a i de Feve eiro de to52 ; e o Governo
que tem sempre procurado maichar com
seguranca, nomeou, por aviso de 29 de
Ouluhro de 1835, huma commisso com-
prsta de Ofliciaea inlelligentes para oue dp-
pois de iir-perco judiciosa, apnsentasse as
niodiBcaces (]ue cumprir fi/.er .-e naquel-
bs eslahelecimento : mas vista da solacio
que el'a den ao tiabalho de que Toi en car le-
gada {documento A ), Tic* evidente nao
haver necessidade de laz< rem-se considera-
veis alteraces no da Corle : todavia o Go-
verno he de opiniio que muilo convero ado-
plar-.e a modilieac5 cados pela coma*i>ao.
Cabe ; q ii chamar a attenco da Assem-
blea o quanto convii que nesla Repaitcio
se deenvolva em maior escald Tundiiio
de mttaes era T tu em deminulo ponto,
augmento de que o servico tirara grande
vaniagvm ; e lerminarei este artigo l-m-
brando o daentoivirent que inleressa
dar ao oslabelecimenio da otlicina dos Ar-
, meiros, para ins por Tura da dependencia
do esirange 1 'o, quando ha necessidade de
T<-rriecer-seai mas ao exercitoe Guai da Na-
cional. Eotieanto Ta/.-i-e (necessrio que
o Governo seja badil ta lo com alguma
quantia paia a >mpra de armamen'o ; pois
a Taita de liaballndor. s pi iva que se nao
po-^a contar com 16,000 arma, que se
acho em depo.ito para oiuerlo nesta C -
te, alm do daa rioviiicias.
Quanto ais armazens de deposito de
ai tigos bellicos, compre intu mar- vos, q.'
Gove 11 por avio de a8 de J ineii o dis-
te anuo, delerminou ao Piesid^ntes das
Provincias, aonde elle olo csubeb cidos,
querendo rt guiar o mu ero de seuscjnpre-
gtdos, e tm lo em vista 1 tnaior eren mia
d fazenda, que Tosse m-tneadu hum Offici-
l subalterno, 011 me mi Capi'io, liado
d'entre os a \ ul-os u refruados, acaig-
de (|iieui ficassem lae *rmazen, perce-
bendo a gratiicaco addicional, e de segun-
da classe que compele aos Olliciaes empre-
ados em. Arsuiae de Gueira; dndose
Ihe ale dous serventis coro o vencircenlo de
520 ris dos das uieis. A tabella f. 12
molia a despesa cal. ulada para os Arsenais
de Guerra eaimaztns de ailtgos bellicos, e
o numero de em plegados n^s mesmns.
Aichivo Militar eOlricina Liihogra-
phica. O Archivo Militar daCrte nio
esi naque! e p cm que ronvria estive.se
para m< Ihor coadjuvar ao servico, depen-
dendo a sua definitiva oiganisaco da que
se der ao C'orpo de lngenlieiros. Ann- xa
a ete eslabelet ment existe a Ofli.ina Li
Ihograpbica, cuja utidade nio he duvi-
dosa no que respaila ao servico naci-mal ^
ninda qj;e oio tenhio por ora (ido nenhu-
ma vnntagem as suas rendas ; 111.1 cumpre
advertir, que, quando huma Naci se de
liliei a la/.er taes eslabelecimeiito, iiuna
tem ero vista a o pe anca de gando?, que
excitan as emprezas pi 1 liculaies. A lbe|.
la n. l3 noslia a dspi-7a que Taz esta 01-
licina, cuja coiiMrvac,o he de inlaresse pa-
ra o servico, c merece str mais animada e
desenvolvida.
Continuar-se-.
PERNABMCO.
ASSr.MBLF'.A PI^)V1NC1AL.
Acta 58. da Ses 6 orJinaiii da Aastinblea |
Provincial le Pernambuco aos 27de
Maio de 1836.
P'esidencia do Sr. Dezembargador Ma-
ciel Montano.
Feita a chamada as horas tTo restme,
ai hario-se prsenles 30 Sms. Depulados,
fallando com causa p-irlecipada os Sur.
Francisco Carnero, Leonardo B zura,
esem j)drtei ipaca <>s Sms. Manoel Ca-
v.Icant:, Mendes, Pessoa de Mello, e An-
tonio Cavalcan'i.
O Sur. Pieaidente declarou abeita a
Sesio.
Piincipiou se aonlcm do dia, efoi l-
do e poslo em dicussio o parecer da C5-
rossio de Sutistira que reverle para o Mu-
nicip o de Iguara.'kll os Povoados, Cam-
boi, Ranilho, e oulros a inarg> m do ca-
nal de lia marac, etendo-se finalisado a
discussd Toi c parecer appiovado.
Fui npprovado o parecer da Com. de
Saude Publica, que julga nao pertencer
a esta Assimhlea diferir a pcilencad de
Gudbrrme Stppe.
Approvou-.e o parecer da Commisso
H? Legislaco si bre a iepiesenlaca'5 dos
Engajados da Foitalesa do Brum para (|iie
u/.em dos meios competente, te os ditos
Encajados se sen Un aggravados pela meza
F.lleilnral da Freguezia de S. Fr. Pedro
G-'-ncalvi'S do Recite.
F< i do e approvado o parecer da Com.
de Obras Publicas para que srj.i discuti-
do o rquermenlo dado pelo Exm. Pie-
sdente deo para a Kepailiio das Obras
Publicas, com as alteraits, q> e ptopoem
a in< sms Coro.
Fnlrou em discu.-sio,' e approvou-se o
paiei.er da Commi.-saS de Peiices p-ra
que a Cmara di?ti Cidade pague aoCi-
! rurgo Vtenle l'ei reir dos Guinnries
I P.xolo, os uidenad^s, que tem veuci^gk
1 do.
Foio approvados os segoinles parere-
res da Commisa de Rendas Muniipae,
apinovando as con'a. da Cmara do Limo-
eiro do armo d- 1S34 a 1833 : da de S.
Aniso do mesmo Mino : e as da Cmara
de Se inhaem do dito ai.1:0 : e as di f'a-
inara de Goianna dos nri >s de i853 a
j834, e d.-s!e a 1835, notando a inesma
CoiiimiSa5 na5 vir inclusive ns mesmas
conlas a quantia de^iOi^OOO reis em que
T i aquella Cajnara multada o auno pas-
sado.
A mema Commis-a Toi de parecer,
que na5 deve ser conlirmada a re da Cmara de Onda, que augmeutou a
cuanta, de 200$ res ao seu S. cret.nio
Manoi 1 da Mola Silvera, e que nesle stn-
tido se de ve Terir ao seu requeiinx nio,
e liizer saber a aquella Cmara a rcsoluca
de>la Assemblea ; o qual parecer Toi appio7
vado.
A Commisso dos Neg c'os Ecclesiasl-
cos den o sfu pncer para que entrasse
em diacussa o c< mpris.isso da Irmandade
do Rnzarfo dos bomens prelos da Piegue
zia'ileS. Antonio com as emendas do
Exm. Bispo Diocesano, e posto em discus
sao loi approvado.
Fo io adiados os pareceres da Com.de
Saude Publica, que pensa, que esta As-
semblea nio pode conceder a licenca, <;ue
pelero Antonio Pedio dos Santos, Luiz
Antonio d Roza, e Manoel Franci-co de
Souza Peixe para si-rem examinados de
Pharmacia nesta Cidade.
Foi adiado o parecer da Conimis que eriUiide nao ter lugar a pertenca
de Joa do Reg Falcan, que pede a re-
vngaca Ho art. 2. da Lei de 13 deOutu-
bi Foi regiitado o prembulo da Coro, de
S'atislica, e approvado para entiar em
discussaS o Projecto, que propuem pa a
divisio daFieguena de Sanio Antonio do
Recle.
Continnnu a discussa do ai I. 6 do Pro-
telo n. 43, e Toi oarl. approvado com as
duas seguinles emendas : do Sur. Morei-
ia de Ca vallio--supi imo-se aspalavras--
eofea iilroduzir outra *ez n< s vulu-
mes-edoSr. Dr. Pedro Cavalcant--ein
lugar del., 2. e 3. quali ladedga-se--
I.. 2., 3., 4., 5. e G. sendo legeitada a
emenda do Sur. Azevedo projiosli na set-
sio 1 asa la.
Oarl. 7. Toi approvado com a emenda
do Sor. Mtreira* deCarvaiho pira supii-
iirwwiwbuhie
mir-se as palavias--ou comprador--e a do
Sur. Meira--depois das pdlavras 2 arbi-
Iros-digi-se, logo uro 3. que derempale
e recuzdiido as parles, decidir o Admi-
nistradorsendo regeitadas .as de mais e-
mendas c.Tfei ecidas.
O ai t. 8. Toi regeitado.
O Snr. Presidente deo para nrdem do
dia osProjeclos da Forca Policial e Tbe-
zouraria ero 3. disrussaS, os de ns. 5i,
4i, 3i, 33, 44, /p em prbnera, e o n.
i9 era segunda, e U-vanlou a sessa depois
de duas horas da tarde.
Pedro Francisco de Paula Cavalcanti de
A buquerque.
Vire Presidente.
Lsurcnliio Antonio Morero de Carvalbo.
I. Secretario.

Luiz Rodrigues Sette.
2. Secretario.
Expediento da Assemblea.
Il'rn. Snr. A Assemblea J.egislativa
Piouucial, tendo approvado o^rtcerda
Commissio das Rendas Muncipaes por co-
pa incluso : manda rem Uel-o a V. S.
para Tazel-o prsenle aO Exm. Snr. Presi-
dente da Provincia, fim de dar a con-
veniente 01 dem para ser enviado a Cania-
a Municipal da Cidade de Onida.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da As-
seniblea Legislativa Provincial de Per-
nambuco 50 de Maio de 1836Snr. Vi-
cente TliOUtHi Pires de Fgueredo Camar-
go, Secretario da Proum aLauentino
Antonio Mor^ira de Carvallio, Primtiro
Secretario.
PARECER.
A' Commisso das rendas Muncipaes
Toi pie/ente o requerini 11 tu de Manoel da
Mola ddSilv.ii a, Secretario da Cmara
Municipal da Cidade de O'hidaf m que
expuem que sendo a gral ti cacao de 600.JJ
queora percebe muilo pequea para com-
pensar o irabalho que lem, resolver a
Cmara cm conseq.ieuc a de lepresentaca
do me.m 1 Secrelaiio augmentar-Ihe gia-
Iificai;a5 a quantia de 200$ ieis vindoa-
sim a perceber 800tJ5J. bm deSO^paia
0 expediente da S'iretara; e pede a esta
Assemblea a coi.lirniaQ. desta lesolu-
eo.
Julga a Commss 5 que a givliliaco
de 000$ que ja percebe O Supplicante.
be sullicienie, e bem compensa o ti alialbo
que a seu crgo tem, anda ine-mo qu. u -
do n nliuns eiiiolumenlos percebese; e
por i,so be de parecer que na5 de'* ser
confirmada a ieoluca da Cmara Muni*
<"i|> il ; e que nesie sentido se defira o ie-
qiH'iiinenio, ese faca saber a Cmara a re-
,k. lucio da Aseinblea.
Silla da Assemblea a7 de M.io de 1836.
J. Rros d'Oliveira.
Rento Joze da r>sta.
F. de C. Paes d'Audrade.
lllm. Sur. A Asamblea Legislativa
Piovincial, lendo npprovado o requer- .
ment de uro de seus Membros, para que
por intermedio do Governo da Pioiacu
e peca 11T01 inaccs ao Juiz de Direiloda
Comarca do Rio Forinozo; 1. se nao sali-
do o Judio- Agoslinbo Joze P.nasco Di-
rector, ou Ju'z de Paz dos Indios de Bar-
reros, he, elle pesso. competente para
atorar Ierras dosditos Indios ; a. se no a-
1 ora ment, <^e se pietende TaZer a Tho-
maz Joze da S Iva GusmaS se compie-
hende, ou nao paite do terreno peileu-
conte a Santo Antonio por doacao, que
se lhe Tez; 3. se o sopra dito terreno que
se pretende aTorar, Toi, ou nao atorad.> a
mais lempo a Francisco de 5. Tiago Ra-
1110.; e se o lerrono'aforado excede 011 nao
a 3 parle da Data concedida aos ditos Li-
dio ; manda lemeiler a V. S. o nqneri-
menlo e maisapapeis inclusos, para hiel-
os presente aoExm- Sur. Pre-ideule da
Provincia, para que ella sahna dars
convenientes ordens a lesptjto.
Dos Guarde a V. S. SecWlaiia da A-
semblea Legislativa i'iovinciai 1. deJuiibn
de i3ti- lllm, S.u. Viceole TbomaK p-
MUTIL


r
DIARIO > E P E R M A M H C O.
3
LUtuaUMRttUm'i iWVL *wi
i
i<8 de Figncredo Camaigo, Secietaiio da
rroin< ia-- Liurentino Antonio Morcira
de Carvalho, 1. Secretario.
GOVERNO DA PROVlBCI*.
Expediente do dia t\.
f. Illm. Snr. Tendo o Exm. Prezi-
dente da Provincia do'Rio Grande do Nor-
te por ollicio incluso requintado a esta
Presidencia 200 mochilas, e igual nume-
ro de maritiniW, e cantis, sendo a de-pe-
7a cora tacs objectos rieduida da eonsigna-
c. com que e.-sa Theiouraria supre a d'a-
queHa Provincia, rurapre que V. S. ex-
pessa assuasordensafim de ser sa'tislt ta la!
requisica5, dando di pois parte a este Go-
vrinu para providenciar sobre sua remes-
DeosGiiarde a V. S. Pal icio do Go-
verno de Peinaraliuco 4 de Junbo de
j836. Francisco de Paula Cavalcan
p'Albuquerque. Sr. Inspector da The-
zouraiiaJLa Goncalves da Silva.
Remelto a Vms. para a sua iiitelligea-
ca a inclusa copia do parerer da Commis-
.sG de orearanito, approvado pela A
serobla Legislativa Provincial acerca da
r. presenlacu que essa Cmara fez pre-
sentar a inesm." Assemblea, pedindo pro-
videncias pa> a a ediicaca de urna casa
para as suas S s oes, de outra para o Jury,
de urna priz'5 publica, e finalmente de
um Geimterio.
DeosGuaide a Vms. Palacio doGover-
tiode Pernamburo 4 de Junbode 186 -
Francisco de Paula Cavaleant d'Albu-
nucrqu*. Sis. Piesidente e Vereado-
rts da Cmara Municipal desla Cidade.
Ten do a Assemblea Legislativa Provin-
cial, a quem foi presente a cunta corrente
<1. Receita, e de-pesa dessa Cmara ieso!-
\do que se Ib'a reenvi isse, por tu5 a le-
eai acompaiihado os documentos neces-
sarios que a devino legalizar, estranhando-
se lhe* a falla de cumplimento do dever
que a Lei Ibes impoem ; assim o commu-
nico a Vm-. para seu aunheuiment e
t iimprimeiit') de seus de veres, remellen-
do inclusa a r< ferida COiit.a.
Deo* Guarde a Vms. Palacio do G ver-
no de Periiau.buco 4de Junbo de i83ti.
Frbisco de Paula Cavalcanti d'AIbu-
querque. Sis. P.esdente e Verea-
dores da Cmara Municipal da Villa do
Cabo.
II .vendo esta Presidencia em conse-
piencia de deliberagaS As-embla Legislativa Provincial manda
do fter til" ctiva contra a Cmara Muni-
cipal desa Villa e Comarca a cobra ni fl da
quanlia de 40,000 r>. em que fuM mulla-
da pela niesiiia Assemblea, por na5 lnver
i i\f.i ida Cmara a presentado era lempo
devido, segundo a expressa determinaca
do Decido de 3 i de Outubro de i83l a
su i conta crrente de recei.la e despega do
seu Municipio, que faia recambiada por
na5 estar em forma, e na5 constando at
boje que tal cobranca se U:iha efectuado,
recebondo alias esta Presidencia recom-
jnendaca d'aquelU.Assemblea paia ruS
deixar illudir a sua delerniinac- : or-
deno a Vin. que i(ioim.iido-=o, e eons-
lando-lbe nao ter sido paga aquella mul-
la obre de maneia, que ella o seja como
convem.
Dos Guarde a V.nc Palacio do Go-
vemo de Peinan buco 4 de Junbo de i836
Francisco de Paula. Gavaicant- de Al-
fcuquer. Sr, P.omolor Publico da
Comarca de G-ianna.
Illm. Sr. S. Ex. o Sr. Prenden-
te tem marcado o dia de boje para serr-
ceb.da a PeputacaS, que- tem de apresen-
lar as r sancionadas, no lugar do coslume pelas
j?. boras do dii. ,
Dos Guarde a mc<. Secretau da
Provincia de Pcrnambu. o 4 de Junbo de
i836. Sr. Laurenlino Antonio Mo-
rcira de Carvalho, Secretario da AM-
bja Pioviiuial. Vicente Thomuz Pi-
res de Figueredo Camargo, Secielario da
Provincia.
Dia 6.
i
OPrczbJMtcda Provincia responden-
do Nota^ue o Sr. Cnsul Francs n'es-
ta Cidade lhe derigio em il do mez pr-
ximo passado, relativa sempcaS de por-
tes de dous Masaos de jornat s, e peridicos
que lhe vieraS de Franca; e que para5 na
Admislrac.aO do Correio desla Cidade,
tem de signilicar ao me.m> Sr. Cnsul,
que lendo ouvido a quem compelia, e con-
sultado a Legislaca respectiva, n-5 julga
baier se commc-it do buso da parle d'aquel
la AdmiuUlracaem lbe na5 baver entre-
gado taes papis ; por quanto nem be ex-
presto em dia Legi.-lacao, que os ep es-
tos dirigido* oficialmente as Alifboridudes
Estrangeiras, residentes n'cste Imperio sao
zemptos de 'porte, nem coiuta que xista
em Francaessa isempcaS para ter lugar a
reciprocidade, de que falla o dito onr.
Cnsul: mas ait-ndendo o Prese!, nte da
Provincia, a que hmri dos rele idos mas
sos tem o sello das Arm s do Governo Fi#
oez, e ser infoimado de que os papen
Oliiiaes dirigidas as Auihoiade^ dVte
Imperio, residentes em Franca sao izem-
plos de todo o porte, tem ordenado ao
Administrador do Correio a entrega dos
mencionados manos ao Snr. Cnsul, de
quem espera o Presidente da Provincia
que se dignara fater-lbe constar de buma
inanrira aurlientic a izeinpcaS de p*rte
paraos presaos Bra* I-iros nos Correios
de Franca, al*ridefz.r piocidade determinada c.n-geral pela la y
de 3 i de Outubro de i835.
Piezi lente da Provincia protesta ao
Sr. Cnsul da Franca a conlinuava dos
seos rerpeitos.
Pila iodo Governo de Peinambaco 6
deJunbo de 1806.
Francisco de Paula Cavalcanti d'Albuq.'
Gomosou informado do que os papis
olliciaes de qualquer natureza dirigdos as
AuctofiJades Brazileiras residentes em
Franca s.<5 livresde todo o porte nos Cor-
reios d'aquelle Reino, e hura do< massos
reclamados pelo Cnsul Frincez n'e-ta
Cidade, leoha o typocaracterstico d-Of
ficlal ordeno Vui. que reque.sica do
referido Cnsul laca entiesaros dioica mas-
sos sem exigencia de porte; por quanto
aLci de3i de Outubro de 1855 cslabele-
ce esse leciprocidade mesmo a respeito
d'aqui-llesque n .5 sa5 Olliciaes.
DeosGuaid.: a Vmc. Palacio do Go-
vern-)dePeroambuco 6 de Junbo de i836.
Francisco de P*ula Cavalcanti d'Albu-
querque. = Sr. Bruno Antonio de Ser-
pa Brand&| Administrador do Correio.
__ Officio ; Ao Inspe> tor da Theiou-
raria remetiendo-lbe a rellacaS dos DepU-
tadpsda Ass. mblea Legislativa Provincial
que as islifam SegsaS extraordinai a e
ordin.ria noanno prezenle, a lim deque
seexpessaoas ordens necessaiias para o
sea pasamento.
Continuarsc--.
DIVERSAS REPARTIGOfcNS.
.MEZA DASDIVERS.VS RENDAS.
A pauta he a mamado N" 120.
CORREIO.
Pela Administras8 do Correio se faz
publico que parte de.-te Pono para o de
Mac.i, B.bia e Rio de Janeiro no dia do
corrente o Paquete Nacional Conceica de
que Comu.and.mte o 2." 'Pnente Anto-
nio Mara Gomes : quem iiel!uaouer cor-
regar, ou ir de pas^ageni, dirjase Ad-
ministraca do Correio : as mallas sera
entregues 01 ve.-po'ra depois das 9 horas
da noile.
A Galera Flor do Porto de que be
CapitoOJoafi Joze Pereira Borg s, sai pa-
ra o Porto no dia i5 do corrente.
ARCKNAI. DE M ARINIIA.
O Arsenal ile Marinba tem pnci-o de
adineUir 4 sei venlrs bbei tos, ou escravos,
para oservico do arra.-to, vencendo cada un
o oi nal de 400 re i nos lias em pie tra-
balhaiem. Arsenal de Maiinba n de Ju-
nbo de iS.'Hi.
Antonio Pedro ele Carvalbo.
In-peclor do Arsenal.
Pelo Arsenal de Marinba se faz publi-
co que nos di's i5, 16 e i7 do corrente,
se lude ariemalar por lempo de hum an-
uo, alista d.is condices que serio patentes
no acto da nr reine I acta] us forneciinenlos
da carne fresca, e medicamenros para as
F.mbarcaci'S da Armada ; e por lempo
le trez meses o de bolaxa e pao para as
riesmas EmbarcacSes*. Arsenal de Maiinba
8 de Junbo de i836.
Amonio Pedro de Caivalho.
Inspector do Arcenal.
RIO DE JANEIRO.
(Peridico Atlante.,)
Tinhamos resolvido reservar asr> 11 xes
que d- vamos lser sobre o discurso com
que o Ex."" Regente abriu a actual Sessio
Legislativa para quando as Cmaras se
dseolisse a re.-postj que ellis tem de dar :
mas lembrando-nos que se nio deve dei
xar e-fi iar o ferro para eolio uialhar nelle,
dicidimos-nos de.^de ia publicar algo mas
obseivaces s<>bre o ponto nico daquelbi
filia que fea algnma sens gao no -spuito
publico. He o que se refere aan^gociacfi-
es para a approvacio do Ex."'" Bi-po < lei-
todadiocesse do Rio deJaiieiio. O M-
i,i lerio mesmo parece que considerou esse
tpico como o quede mais importancia ti-
ln de comraunicsr ; por quanto sobre o
Para apenas d poUCOS palavrw, sobre o
Commercio ndusti i <, aucas, em prega
Cimbas; e o estado de nossas liegoriacSes
cora a.Santa S extendemse ero 3 grandes
ppi i.>do..
Abundante de palavras inuteis, sua re-
daccio calece dnq lella franqinsi que em
malti ia to melin Insa o Bra-il lem oreilo
de exigir de .-cus minstros|: o que contudo
dille se pode roliigir be, que o ministerio
ds-ja p sea lenle de um novo Scismn no
Caiho'icismo, negando era signos p>nJos
obediemia ao CbVfe Visivd dlgrejaCa-
t'holic, bemquecon precauedes oratei-
as se pareca acit..I o, e nao faltar jamis
ao r-speiio, e obe.lii hcia que lbe be d.vi la.
Fulla-se a na convocacio de um concilio
rnetropolilano'paia alterar a disciplina da
Igreja, consentindo no casimento dos pa-
dies, fa.-endt sagrar B spos, sera a aceita-
cio, e contra a vontade expressa doSuin-
mo Pontfice.
K> somo* Canonistas, nem conhece-
mos a fundo a historia da Igreja para po-
(iermosdar uo-sa opino soine essas alte-
races, mas como polticos podemos exa-
minar sua influencia sobre a populacho ; e
Jbr suas influencias, sua conveniencia as
acluaes circunstancias.
Como polilic >s diremos, que o actual
Ministerio nao dee nem por sombras tra-
tar de faser sagrar o Ex.mu Bspo eleito do
Rio de Janeiro contra a vontade porque em qualquer passo que d pode-se
julgar que elle nao se oceup^ com a digm-
dode do Imperio, que nao pesa os nleres-
sespub'icos, mas quesomenle deseja ss
segurar ao Ex 0,', Bpoelutde Marianna a
mitra episcopal. As tinsmas ra-6es de
exclusioque o Summo Pontfice euco-
trou na pr-soa do Ex.mo Bspo eleito do Ri
de Janeiro dao-se igualmente na do Es..'"0
Bi-po eleito de Mananta, e o Papa ter
llobean de o nio rceilar : ore, nessas cr-
euustancas, urna alteradlo na disciplina
nao ser olhada como conselho da lisonja,
oucomocalcul > do interesse ? Sabendo-
se como se sabe, que um rompimenlo com
a Santa S, eque altraces da disciplina
ctbolica sao o desidertum de algumas pes-
soaa influentes, nem de leve acreditamos
que esse dtsideralum encubra clculos de
interesse pessoal; mas podemos ni asse-
gurarquatodos ocieditaro com nosco ?
por cerlo que nio>. Estas alteraces que se
indicio, teri9 Mim um carcter indigno;
e sei virio somenle pai a fomentar os odios,
iqonctndo a ledos os elementos de, divisao
niiis um novo elemento, o elemento re-
ligioso,'
Persuadio-se nossos Ministros, ue em
urna II ligiio |ua'i]uer, todas as partes sao
unida-, e formo um complexo insepara-
Tcl. Di-ciplina geral,[dogmas, tudose-
denlilica e rnrnpoem a crtica religiosa.
Se se I he loca no ponto primera vista
mais indiffeienle, lodo o edificio de eren-
;a publica se abala se desmorona, e jaz
ruinas.
Se n'um ponto disciplinar cessa-se de
ser Catholico, < s j, i rito de reforma abian
ge o dogma : de C.'albolico passa-se a Cbris-
lio, de Cbristio a Desta, de Deista a M)
theu : e bem depressa temos a Tbeophilan-
tropia do Directorio, culto do ser Su-
piemo de Robspierre ; c a Deusa Rasio de
(Jliaumelte, e H'derl.
Quei\o--e os riossos Miuislros, e todj
0 Brasil com tiles, deque a mtuoralidade
vai grassando ; pedetn as Cmaras diques
queol'stem a sua torrente. Essesdiquea
ri(')- lhe daim-s. !!; a religio de nossos
a vos. Quando a moral, nao 6eappta
no sentmeulo da religiosidade, ao sopro
das p.Mxoes ella cae por trra, como os
castiilb'S de cartas das enancas ; ella cede
aosvaivens dos interesses. D"m pois os
Ministros alguma forca ao sentimento de
\ religiosidade, nao meslrem inteticSes
que podem abalara beianga de tiossas cien-
jas, e iremos nos moralizando progressi-
vamenle. Apo>lo'os da moral que Dio |0-
de existii sema Religiio ; nos, para a re-
generarlo social, procuraren.os sempre
inru ir nos Braileiros osenlim* nlo de Re-
ligiosidade, sei e^ um dos objerlo do
nossos maioif s di.-wlos : Disso tobem .'e
ocupem os Ministros, e cejsi m de lser
choro com nsque declralo, eesperdicio
palavras contra a immoialidade, que o
borrorisa; mas que niocuio de indgal-
as colisas d-.-lla, parafasella cessar, desvi-
ando es-.as causas.
Seamoidl vai desaparerendo, so||a re-
llgiO vai se opagai.do do coraqio dos B.a-
si eiros, be ssoem grande parle culpa do
nosso Clero: he porque o Sacerdotes do
ChrislO, esquecidos de sua Sania missio
1 roca i loas pi ticas religiosas pelas discus-
6-s miind..iias, oculto do coideiro im
maculado p-.-lo bcserro d'ouro de Baal.
FacSo ns--e ponto os Ministros cessar as
profaaacQes; f-'Co com que os Sacerdotes
deixetu as intrigas mundanas os ntere.-ses
da poltica, e oceupem-se de seus Sacro-
Suidos deve-es redusio os ser os bo-
niensdaCaridaJe, os homens do Evange-
IIjo, e elleniu sendo espttados, eaie-
ligiao ganb-.i a veiieracio, que meiece,
e a moral se eslobelecer. Em fim dea-
fonlivm os Ministios dos Sacerdotes refor-
madores, lembrem seq.easdesgracss da
Franca revolucionaria ausadas em parte
pela rel'|:io, forio levdas a os alfaques
de um Eclesailico habili:.simo inti gante,
Bispo deAutum, chamado Tally;aud
e ao puro, e vii tuoso abbe (Jregoire, que
sedeixoq lanalisar por ideias de pbilaii-
t.opia, e de regeneracio mor..l, e religio-
sa. Pesem a influencia desses dous bomen*
sobre as desgravas da Franca, antes de a-
presentarem qualq ier idria de lelorroa
queciflenda o complexo de Oleneas que
herdaroos, de nossos Avs, e nao toquem
na arca Snela com timerario dedo se nio
querem que todos cahiamos mortos.
C O R B ESPON DESOAS.
Snrs. Redacties.
Queij I por obsequio inserir em sua es-
lmavel folha estas mal tracadas linbas, a-
im do Publico conbecer a injustica qoa
lerosolVido esof.ein os poves da Fregue-
sa da Varzea, por querem por seu Viga-
i o o Reverendo Sebaslio Joaquim da Cu-
nb*, e o siguite. .
Tendo annos ervido de Administra-
dor na Freguesa da Varzea o Reverendo
Joio Antonio Torres, em tempo que srU
fallescidolrmoera Vigario, aconteceu va-
gar o lugar de Coadjutor, eseu irmio nio
o quiz admili-lo p'Jo seu mau genio, pelo
que sabiu da Fregoezia ; e entrou enlio
para Coadjutor o Reverendo Sebaijiio Joa
ADO


4
DIARIO
mmmmKatautsssmmm
DE E P R*N A M B U C 0.
ijiiim da Cuiilia, que discmpendou esse lu- co, que o annuncio publicado no seu Dia-
gar e ao depois, de Vgariointerino o es- lio de 7 do trrenle assignado por huro (al
paco dequinzeaanus ptimamente : aquel- Venenlo era mim imuntado, julgo do
)e Padre Torres no espaco de tempo que men dever declarar por >a da sua luida
serviu, fez tio roaus sei vicos qae o Povo mesmo, que nem fui por roim assignado
da varzea o licou udiando-n.; elle porem j tal annuncio (e Vmcs. que me desminti).
iiu fazendo caso disto por inorte de seu ii- j nem por mim engendrado, ou urururade.
iuo o Vigaiio da Freguezij tttssou a re-
qiurerser Vigario dola, oque s pude' de
linheiro a pode obler, o que ioi publico
))elu Diario tiesta Praca, quo lendu prome-
lido para obler a Vigaian depuis rernsou
pagara Antonio Jor Qmresma enrnrie-
gadodeaqui reetber ; islo publieou Padre
Selastiio Joaquim da Cunha se opoi a Igte-
ja^Ianoncamenle com os exarces dcoatu-
jto, e ubleve a Igreja ; porem aqucllc Pu-
dieTorres mais bem protegido pelo di-
iibeiro <|iie possuia fui para o Rio de Janei-
ro, e l fez exaroe de capote, o ubleve a
Vigarria ; ses facto-s l'oio patentes ao
Exal. Ministro da Jubtica que enlo era
Sor. Feij, mandn para a(|ui um aviso
*le 4 de Maio de 183a para se cagar a Carta
da Vigarria por el.e Tonta a ter obtido
mal individamenle; veio porem aquello
Avzo em occasio tal que & Presiden! j (pie
a dovia cumniir passou ao patrono do di-
to Torres, que com novas enformacoens
|>ode i I ludir aquelle Aviso e ficar em sen
vigora Carla daquella Vigarria mal ind-
vidamenle (b'.id-, com a (pial se culn eu-
presentau-ye na Freguezia, a tomar pose,
lendoento com antecipacio o Gove no do
Bispado mandado ordena aquella Padre Se-
ba.stio para entregar a Igreja que enlo < c-
'upava como Vigario interino, o que
promplamente fez deixando a Igreja e reti-
rando-se da Povogjo, cujo fa< lo magoou
Bcuhremaucira a tmloao Puyos- da Fre-
guezia da VarZea, por is-o aigun.s niopx-
cedendo a viute dosseus habitantes'im De-
bidamente, e iio pencando com aterto
s conhecer beui das suas maldades, n mes-
ir\o alguns que tentarn virem seu logar
por ser condecidos os seus mus feitos une
aiada desmerecio aqnelle Torres, niom-
barac^ndo poiema entrada do PadieCbris-
1ov5o quo a maii de tres annos tnn se: vi-
do de Vigario interino por ser de ext m piar
conduela : no entanto diiigii > os Puvoh
da me>ma Fregnezia repirsentacoen* a S.
Exc Beverendissima para ibes dar por mu
Vigario aquclle paflre Sebastiio Joaquim
la Cimba, porem S. Exc. que eslava a
J'ivor daquelIcToires, nunca quiz anuir a
pietencodaqaelles jovus da Varzea, nao
ob-lanie estes tereinftito diversas represen-
tacSes com assignados das principis pe--
soas da Fregnezia, nada disto moveu a S.
Exc. Bevi iendissima quiz sustentar por
aero caprixo f quelle Torres na Fregue-
sa, para fl.'gello dos Povosque babito es-
quecendo-se que estes tinbio e lem a sen
favor Lels antigs e ordena modernas que
os Parocbos das Freguezias sejo aconten -
lamento dos rovos; mas isto paiece sede-
Te entender com ouiros Puvuj e nao com os
<* Freguezia da Varzea, que liv roa in-
elicidadepor metos capnxos de cair na
niJignaci de S. Kxc. B.", da A^semb'ea
Provincial que nunca quiz atender as suas
j'litas represntateos, e mesmo de S. Exc.
o Sur. Presidente que devendo ^e lembrar
pie tem aparecido unensos assi^nados das
principae-t pes>oas da mesoia Freguezia a
semelhante respeito; sao agora injustamen-
iti todas atacadas pelo cilicio de 30 do mez
passado, inserido no Diaiio P. il8dirigi-
i ao rrufeilo.
He pois de admirar que d-.-vendo as Ati-
thoiidade litbajbareni para socego e tran.
nuilidade dos rovos, sao as mesinas qiB
porcaprixo suslenlo a intriga; e enlo
i:i qii'- p.'iilo, nuda lieligiau (pie se al-
gum direitu tem os Povos, ne.-te ca.-u que
'veni ler o Vigario a sua sali.-f.ito' c nao
.1 iiom niin'gu uccupau&o senWdaBle lu-
F, quem liier boas oucas, .queoua nao be
por adulaco cu qualquer outru vil meti-
voqueolaco, esim poi que leudo feito as
muidas obrigaces ecumprido o men dev r
como Empiegadoda Capata/ra da Allande-
ga, nao posso desojar muda tucas; e rio que-
ro tanegar com o que peiteuce a uutrem.
He verdade que si a Alfandega nao livesse
sido invenenada com* a p^esenca de certas
velhos ralazanas, da administracu antiga,
lalvez que nem a pessoa a quem o veneno-
zo atira, lefia es*e desg^tu, nem eu e-te
tia!/ulho, nem Vmcs. u cncomraodo que
ihe deu, ainda que sou
Seu cnrislante assignante
Cela no Pinto de Viras.
Tbesoureiro Geral para as despezasdo mes-
mo Arsenal.
fc^ Preciza-sede un bonum para es
caipluraco fora da praca ; quem e-liver
nesti Ruz;ric, caza do otequim flEc Alcn-
tara.
NAVIOS A CARGA.
Para Macei.
Segu vi.gem o Iliate S. Joze Brasileo,
mpieterivi-irnente no dia i2 do correnle,
o ipial j nao recebe mais carga, e quero
nelle quiserir de passagem dirija st'i-o For-
te do nallos rasa de l'irmino Joze Felis da
Rota.
Para o Rio de Janeiro
"-!""JS
TUEATRO no RECIFE.

Sxta IVira 10 de Jundo a beneGcio de
Miguel Moreiratde Sonsa Maia, se icpre-
zenla a peca oO Bom Amigo. No fin
do i.* adose cantara a ea val i naTriste
cousa c ser esrriva, no im do S.'flecimU-
r a AriaDoce esperanza lindando o
(xpeclaculo coro a larca Remedio para
cura- desejos.
dadi
Spgue viagem com a maior brevi-
, o nmi vel iro, e forrado de cobre
ANNL1NCIOS.
Amanda Sexta Feira 10 do
correnle, on chova, ou caio ra-
of, saira o I, numero do Perio-
rlicoGamcnho Polticopertende
inlreler i troco de 40 res, que
recebe para certo im. Contem
.3 ailigos : litltji introito da ex-
posieao dos seus principios ; liutn
golpe dVildo poltico: iiuninte-
rior de diatncoe gatnenhajs. F-j
cara sendo regularmente publi-
cado lodos o^ Domingos, nsta
Tipografa onde se vender a-
vtdco.
m^ Sabio a luz a Caiza do Guerra n.
3. Vende s. na rua Nova padaria de urna
SO poita D. 23 drfronte da Conceico.
^^ Sabio o Semanal io Civil, eesla
venda n praga da Independencia N.* a,
36, e ',\-, b'JS da mesrna, no Rpcnfe loja do
Sur. Jen.(limo uiadaCru'. Tr.-z notici-
as mus modernas de Li-boa.
AVIZOS PARTICULARES.
Avista do expendido queira n Poro m-
parcial decedir, se ofoio da Varzea lem
ni nao dir.eito de reclamar o seu diieito
permetul por Lei, editado pela rasio.
Sou Sms. Redactores, o -eu coustmle
Leilore venerador
O Va./isla.
Sis. Redactores.
Tcado i-uvidu Jis- r, pois no sou mow
Dase um cont di ieis a premio de dois
p >r cento ao rm-z, snbie penbores de ouro
velho, que cubra a quantia, ou letras com
boas firmas : na Boa-visl. i iu do Colovel-
loque faz esquina para S. Gonyalu no i.,
andar.
tiimnda servir de ama em canas Estrangei-
ras su ol'irece para o mesmo im, aquellas
peseoas, (pie da mesma precisan m pode-
r ptoi"iira-la, na rua c, S n 67.
^.37" Pifci-a-se de urna ama forro, para
o servicu dec.-s.i, ec<>s;nli.i : quem esliver
as circunstancias, dirija-si? a rua do A-
zeilede peixe l). i7, arOBasrm de as-sucar,
a Iraclar do ajuste, danilo iadur a sua Con-
ducta, 00 annuocieasua morada para ser
proi orada.
ti-Jt* Na padarid da rua Dircita dtf en-
te do liceo da re -da, lroea-se o pat*cio
por quatropatacae dote viutens de bom
cobre, e a contena .Irts poi ttdon s.
C3r O A!nit'X*Tili;do. Arsenal do Mari-
nba ruga BOS Sms. Ju.quim Pedro patiiola,
Joio IJ.iplista Brano,'Franoi-tco crerinc
C.ivalraiite, Hanoel A i ves da S Iva, Joze
Joaqumi Feieia (i'Alineida, B a Seobira
D.Clara Cezar Bandeira de Melle, bajo
de mandar satisfaser a importancia de u-
ims Uinaque u mesmo itctU do Sor. \ osos; eit"- pos-s b tiio um grandecflc-
J'ataxo Nacional IVi natnbucauo-, quem
n-> niesmo quizar carregar, on bir de pas-
sagem, diiija-seao Annawm d'Assuc.ir na
ruada O u/., de Bozas & limaos.
ARRi'MATACAO.
Hoje 9 do crranle pelo Juiz do Civel
da 2.a Vara na rua nova as quatro boras da
tai de continuare- com A'ematacio dos
bens do f.ilescid.o Miguel Arcanjn de Bar-
ros Correia, corstanle' um terreno, Es-
cravos, &c. cornuda Belaco em poder do
Porte o do mesmo Juiz.
Wfr- Ainmata-se um casal de csrravos
por execucio de Jos da Silva Bego eoi-
tro, pendorados a Luiz Eller ; os pe ten-
dentes dirijio-ie i preca que faz boje 9 do
curente u Juiz da 2.* Vara na rua Nova
pelas 4 drasela larde, que o ultimo dia
de praca.
VENDAS.
Um palileiro de piola novo, obra do
P01I0: insta Typograpia.
"P~ Um jugo de bancas de majano usa-
da*: na mesma Typrgraphia sediiquem
vende.
%lJP" Pianos de ptimas vozes edegados
pioximsmen;e na rua da Cruz D. 27.
3" Pianxoens de pinho de 3 pdc-
gedas d'altuia : noateiro da Ba vista,
D, 16.
U" Ab'm d'um regular sorlimento de
fazi ndas im>li>zas, d meias dVgodo paia
meninas de 4 a 15anno-, e para meninos
de 8 a 16 : na loje de Manoel Joze Gou-
calvtsBiaga, junto ao arco d^ S. Anto-
nio.
|f^ Vellas bogias de cera de Li-boa,
muito claras: no fim da ri.a das Cruzeg,
nu sobrado D. 16, lado do Naacento pro-
curando para a Ordem tei ccira.
fcy Azeile lau b )in, % milbor queo a-
zcile dosse, ou decoco para candit-iros de
salla: fllar como hira nador dos iam-
pies pblicos.
$>* 5 Panellisde folda para azeite de
COrrapatO : im rui/asFlor ^ty* ptimas obr.'s df filagraona ebe-
ga.las proXimaoi1 Dtu de Franca, e o m-
dico prego convida a"S rompradorO-i : na
rua duQ'ieimado, D. 3, lojo de Ignacio
Bcnto de Loiulla.
t^y Urna negra de tS anuos, sabe co-
zinbar, cozer, e engomar : na rua do
Fugo, D. 11.
tey* Um mubque crilo, de 8 annos :
na praca da lloa-v^la, b.lici D. i(i.
CpP TijooiPalvenara grossa, e todo
o mais meiril relativo: na pasmge da
Magdalena, na (dara de J >.. Jo.iqoiin Bi-
zerta Ca*air8hra
fy* Uin Bui/indo capado, proprio
para meninos ; ou Irod-se por outro que
sirva para pai de bailas ; na caza junto 1
mesiOd olaria, Callar com Sou Ajmlina-
rio.
Wf Foses Pari-iensii, pin gil i vos, an-
ti-sypbil.iticos, anti-dartrosos, o enti-bdi-
di'dadc ero toda a Europa, e os seus suce,,
sores roaravilbosos de cada dia Ibes mere
cem urna approvacao geral, 0 que pro*
que nenduma preparacaogosa de propia
dades lio emnemtemeutedepurativas.
Os poses paiisiensessSoo verdadtiroes.
pacifico as molestias spgredas, rcenles ou
nveleradas. Como depurativos do sangue
j o da maior eficacia em todas as mol.stiaj
entretidas por um virus qualquer, qtiaes
a infermidades da pelle, as empig^ns, as
sarnaa antigs ou repercutidas, as dores
rshiimatismae, as flecoeo-|escurbulcase
scurfolosas, em im eui nia acrimonia
do.sangeu anunciada por cemieboens, ca-
lores, nodoas amarellas e vermeldas, |)e.
muroidas, pregos, pstulas no rosto, ap|.
les, ulceras na boca ou dentro da carpan-
ta, rr livada do rosto, odos avermejba-
dos, flores brincos, humor melanclico
plidas cores, alfaques de ervos, deda
critita das mulberes. O uso.permanente
desteo posesentrelema frescara do rosto, e
. liberdade do ventre. Ve-se segundo o
exporto que acabamos de f-zer que estes
poses *o utlisfimos em umitas sllecces
HCrimonnsas, detas que nao t#n um ca-
rcter suspsito, e de mais So iecunbec
dos romo nm dos mais poderosos auli- bili-
osos : na rua dos Qaai tti--, botica D. 3.
ARRKNDAMENTO.
Arrenda-se um sitio na estrada de Bel-
lem par Oliudarom bastantes arvuresde
.rucio, euma planta decapim, tem romo
.do pa 1 a ter vieras, estiibaria para cavallus
e boa casa para grande familia ; f,.z-se o
negocio pelo tempo que coovier o per-
tendente, quese avistai com o annuncan-
te Mauoel Bicerra Calcante de Albuquei-
quenolargodeN.S. do'IVrco D. i3.
EHCRAVOS FGIDOS.
No dia 6 do crrente fugio um mo-
lequc que representa ler 18 ao annos dn
dade, cem urna IVrida em urna peina, e
oulrano pesclo da parle de del ras; le-
vou vestido calas de b'im bramo, usada, e
camisa de ciscado ; us apredendedoies le-
vem-nu ao atierro da Boa vista pnme'ira
venda. O
Taboas das mares chutas no Porto de
Pernambnca.
a. Segunda i xOh. 30 m ( ,
J23-T: 11-,8 .) T"de
^24Q:m
^25-Q:-^
;9f3_S:-----
527-S:.
a8D:-S|
o
- 12- 6
- 0-54 -
- 1 4a
- J 30 m
- 3-54.
Man.
Nrn-"IAS MARITTMAS.
Navio entrad* no dia 8.
8.MIGUEL- 3 das; Pal. Pernambu-
eann, M. Joz>- I-piacio (pimenla : madeir.'S
por cunta do Estado. PassageirusM. Tun.
168.
Navios sabidos no dia 7.
BIO G. na SUL; F.~c. Conceico, M.
Loz ioie Coeldo: varios geneos. Pal-
sugvirot 8.
ARACATY ; S. S. Joze raalos, M.
Ignacio Marques varios gneros. Passa-
geros 16.
BAHA; PjI- Espanbol S. Joze, M. Joo
Baptisla Roberto : al^odfo.
I'ABAIIIBA; B Ing n..ry, Cap^W.I-
li..m K-lly : laio.
MAP.ANllA; ral. Isabel, M. Cemente
Poldorio Garduzo : varios gneros.
Dia 8.
BOSTON; B. Amr. C.ofres Cap.
Fiancis VVurk assuca.
PKN. NA TlP., IK JAKIO l.'l.


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