Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01814


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Full Text
aNNO m 1836. TERC^V^ FEHA
7 DEJUNHO N. 122.
Prriiamroo.'ii4 Tvf.ns M. P. d* Fia. 1836;
DAS d,\ SEMANA.
~v i
6 Se-unda 8. Nobcrto B. A. do Js. .lo Cr. de
m i-de u e. da Tneaoiiraf.a PoblToa fe
Omnc.de.. Quar* mln* a 8 h. a Wm. da*.
7 TTc>ft Roberto Al. Re. de m- aud. do J.
H Quns!' Salustianc, B. M- se*, da Thez. P.
D aojla S. Primo cFelic- Bel. den., aud. do J. do
fj de m. e Cl.anc de !
10 Sexta Jff ss Corar, a o de Je/"--
HSal.a.io 9. Bamab Ap. Re"- <'- "' e aud-
,1.) V. fi. de t rin "linda.
ilo .u.oe t. ri --......
10 Domingo S. JoaO de a, racen*.
PARTE. 0FFIC1AL.
s PERNABMCO.
Expediente da Assemblea.
Ilim Snr. A Assemblea Legislativa
Pr, orial a quemfon presente, as con-
,:,s da reCetla edespezas da Cmara M"-
hipVrfa Villa He Gmannadus annosti-
..nceMo. de .833 i83i, e d> 18.4 a
1835, resolveo o.n Se.-sio de 26 do cor-
rente depon deonvir a respect.va Cuna-
rais.-, epfOT.I as. Notando co.n tudo,
Ufl -endo a dita C-m ifl pasado
,1rilllt.d....aq'uantade4C^000ms,eque
ea. fcWH* nao vem incluida ni conU de
.na remita, l-lvee pernio se ler podido
'.ffecluar a respectiva cob. anca pelo pou-
co le.npo, que medio.., entre a impoii-
co da multa eopraio do encerramenlo
daconla presentada ; ptriqM.nljB-
ue illudida a d taftniaflo da Assemblea;
JelrrttUKKl Relevado a cooher.mento
doExm. Sor. Rie.ider.te, a fi. de que o
nro Sur. aaordena que jolfiar con-
venientes para que s f-ca f *tift a co-
braoca da nendodada multa. S.rva-se
pois V. 8. le p venteas. Exc. a re-
Miluco a respeilo. ,
Dos Guarde a V. S. Secretaria da As-
setnhlea Legislativa Provincial de I .1-
:::m.'uco50deM,io de ,836-Sn, Vi-
cente TheW Pireade Pigneredo Camar-
po. Secretario da Prodn. ia-Lau, entino
Antonio Morara de Carvalho, Primeiro
Secretario.
Illm. Snr. A Assemblea Legislativa Pro-
vincial a* quena foro presentes as contas da
receH e despeza da Cmara Municipal
da Villa doLimoei.o do auno linanceiro
dei834ai835, .esolveo en. Ses.fo de
26 do correte depois de ouvir a Com-
missa respectiva, approvar as mesmas
contas. Oque participo a V. S pa.a le-
Taraoconherimenlo do Ex. Sur. Pre-
sidente da Provincia, a fim de fuer cos-
tar* d:'la Cmara.
Dos Guarde a V. S. Srcrel.'ia da As-
semblea UgisUli- FWvim ia. 30 de Mato
de i836- lUm. Snr. Vicente Thomaz Pi-
tea deFigueredoCamaig, Secreta. 10 d
Protmil- Lurenlino Antonio Moreira
de Carv.,lho, 1. Secretario.
Illm. Snr. A Assemblea LgUaf.va
P.ovincial, quena lorio presentes as
contas da.ecita e despeza da Cmara
Municipal da filia deSerinhaem, do an_
1,0 finaureiro de 30 de Setembro de 1834
aoprimeiio de Oulubro de ;835; resol-
ver em SeesaS de 26 do crtente, depon
Tcdo ae.oradepende c nos menino da nossa pru
dene.i. mo.ieraco, e enerfia cooliowmo corii-
pr.ncipiamos. e .eremo. .pontado com admira-
cao entre a Na'coes oais cultas.
Proclamado do JnembUo' Qernl do Bro,H
S..IcreTe-sea 1000 r. mensaes pao.adiantados
I,mia 3; e '18 : onde ^e receliem correnpondenciaK legali-
salas. e an.n.ncios: inserM.d-e n(h ndo
lo. propriosaKifraiites. e viudo ai|fi.ados.
de ouvir a Commisfio r.spoctiva, appro-
val-a>. O que commuriico a V. S. para
l'azer presente aO l'.xm. Snr. Pre^i(^ente
da Provincia, fim de fazer constar a
mencionada Cmara.
Dos Guarde a V. S. S-cetaiia da As-
blea Legislativa Provincial de TPr-
sem
.mbiico 30deMaio de i86 Illm. Sr.
V. T. P. de F. Camargo, Secieaiio da
Provincia. Laurentino' Antonio' Moreira
deCarvalho 1. Secretario.
GOVRRVO DA PROVlWCl.
Expediente do dia 3.
Illm. Sr. P. lo o.ficio incluso do
Coronel Aleixo J..w? de Olivei.a Com.nan-
danteda llha de Fernando conhecer V.
S.% e privacoens que estaS sofrendo os lia-
hitantes da me>nu que ha s-ete meies s->
ahifO n.eia raca, e ameacados de total
falta de sub-istencia, o que obrigou qO>l-
le Commandanle a mandar pedir soccor-
ros por liuma balsa, que arriscou d.s-
cripca das ondas. Cumpie pois que V.
S. laca com toda a brevidade apromptar
os mautiuientos anteriormptilR pedidns
naca seiem remettidos ctoiia se esliver em estado de fazer a via-
gem, ou paia algum B.reo, que frotar
intendendo-se com o Inspector do Arse-
nal de Marinha, ao qual acabo de dirigir
ordens a respeito.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Go-
veino de Pe.namuco 3 de Junho de
.836. Francisco de Paula Cavalcanti
p'Albuqu rque. Sr. Inspector da Tlie-
zoura. ia Joa Goncalves da Silva.
Illm. Sr. Os Officios inclusos do
Commandante Geral do Corpu Policial
poden, salisl'aicr as doridas do i." Escri
pturario dessaTliezoura. ia sobie os dife-
rentes desconlos, que elle notou no Prel
respectivo pelos adiantanie.it s, que se
Ihe tem manJado faz r para compra de
l'ardan.enlo. Si todava para l.galidade
de contas, e por temor de responsabilida-
de exigir elle novos sclaieciinentos, V.
S. Ihe os facilitar, He o que lem este
Governo se d^zer em resposlA do s^o cili-
cio de 9 do mci p: p:
DeosGua.de a V. S. Palaoio doC,nver-
no de Perna.mb.ico 3 de Junho de 1816
Francisco de Paula Cavalcanti d'Albu-
querque. Sr. Inspector da Tl.ezoura-
ria Joa5 Gonc.alves da Silva.
Pela Secretaria de E lado dos Negocios
do Imperio me foi participado em Aviz
de i4domezp: p: tero Recente em No-
noedo I.peiad 1 o Si. D. Pedro 2. por
CAMBIOS.
Junho 7.
X-iOndrcs 38 l|2a39Ds. SU poi 1 ctd. ou prata
a 50 por coito de premio.
LtboaSb por PK premio, por metal, Num.
Fraiiea IVi -'-''J lis. por franco
Hiode Jan. a- par.
Moedaa de 8400 i'>..800
400ii ..8D0700O
Pe/.o I, .440
Premio da prata 50 p. C
da lettras, por mea I 2 por o|0
Cobre 25" por ceiito de descont
rMTlOA Oli (,()KHKIOs._
OlindaTodos os dial ao meio dia.
Goiana. Allialidra. Parailia, Villa do Conde, Ma-
mai.Kiiape. Pilar, Iteal de S. Joo, lrejo d'Are.
Kiiinlia. Pombal. Nova de Soura. Cidadi- do Na.al,
ViPas de Goianninha, e Nova da Pr.neeaa, Cid.-ide
da Fortaleza. Villa-do Aquirs. Moii'c mor novo,
Aracalv, (aseavel. Canind. dranja. Iinp.'ialn/,
S- Bernardo, S. Jlo do Pr.ocipe. Sobrar. Novad"
Elltev. Ico, S. Matlieus. Reachotlo sana-oe. P.
Amonio do Jardn, QneteramoMit. e Parnahiba
Seffimdap e Sextas feiras ao meio dia por via da
Paraiba. Santo A olio-Toda as quin-is .Viras a..
meio da. (iaranliiiiis. e Bonito nos aias 10 e 34
de cada uicz ao meio dia- Cabo. Serinliaem. Il.o for-
mato. A^oal'reta c Porto Calvo-no. e 0i A* cada mez- 8erinhaem, Uio rormoao, e A -
S.-..-1 |'ret-Sce.i.iaa^. Unan, e Sexlas teirn-
Tlecreto/Ie 9 do mesmo nomeado Francis*
co de Bo-.ja Buarque para o Lugar de
Substituto Cadeira de Gramtica Lati-
na do Collegio das Arles desse Curso Jur-
dico, e Antonio Joze de Souza Gomes pa-
ra igual Lugar a Cadeira das Linguas In-
gleza,e Franceza do mesmo Collegio. Voi.
fkcando neasa inlelligencia previnir aos
agraduados que devem solicitar os seos
Di (domas por aquella Secretaria d'F.stado.
DeosCuarde a V. S. Palacio do Gover-
no de Perna.nbi.co3 de Junho de i83G.
Francisco de Paula Cavalcanti d'Albu-
0Uevq..e. Sr. Director Iulirino do
Corso Jniidico.
Convindo que a Esouna Victoria siga
para a llha de Fernando de Noronha com
a nn.r brevidade, alim de para ali t.ans-
porlar os necessai ios so. corros, ^ ltenla a
(alta de Viveie-que ja se experimenta na
referida llha; o Prezidente da Provincia
ordena que. Sr. Inspector do Arsenal de
Mirinha d as providencias que forem
precisas para que a ^mencionada Encuna
enteja pronta a recebe.- os gneros que de-
ve conduzir, e sem perda de lempo seguir
tiagem: e quando os con.ertos em que
est, ohslem a sua proropta saida, o mes-
m Sr. Inspector proceder immediata-
mente ao (Yetamenio de una Embarca-
can que preenrha esta commissa com a
pre-teza que o caso exige.
P..la.i. d<> Governo de Pernambuco 3
de Junho de 1836. Cavalcanti.
O Pi ezid. rite da Provincia auctori-a ao
Sr. Commandante Geral do Coi po Poli-
cial p*ra dimittir o Soldado Joze Antonio
de Oliveira da quarta Companl.ia visto
iuf-rmar que ello se tem lomado innutil
para o servico.
Palacio do Governo de Pernambuco 3
de Junhode i836. Cavalcanti.
Sr. Prt/.idente da Provincia transmillo
V. S. as incluzas ordens do Tribunal do
Thesouro Publico Nacional de n.9 40. 4l,
42, 43, 45, e/jG, lim de terern execu-
?a. .
Dos Guarde V. S. Secretaria da
Provincia de Pernambuco 3 de Junho y-
i856. Sr. Jo*o Goncalves da Silva.
Vicente Thomaz Pites de Figuei.edo Ca-
margo.
DIVERSAS RF.PAPvTICOENS.
Illm. Sr. S. Ex. o Sr. Preziden-
te manda reroetter a V. S. par. fazer pre-
zentea Asamblea Legislativa Provincial o
incluso ollioio por copia, que acaba de
recebe.' do Ministro e Societario de Estado
dos Negocios do Imperio, em respo.ta a
rt-prisentacao que a me mi Assembli'a
dirigi ap Governo Supremo sobre <> oeii-
c t do atino financeiro d- 1836 a i837.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da
Provincia de Pernan.buco 3 de Junhode
,336, __ Sr. Laurentino Antonio .Mo-
reira de Carvalho, Secretario da Assem-
blea Provincial. Vicente Thomaz Pi-
res de Figueredo Cauurgo, Secretario da
Provincia.
I lru. Sr. Por ordena de S. Ex. o
EDITAL.
Rodolfo Joo Barata de Almeidr, Fiscal do
Bairrodc S. Anlcnio do Recite fife.
Faz.saber a os moradores do mesmo Rair-
ro, queem virtude do 7.dolt..0 8. das
Posturas Municipaes Ibes he inteiramente
vedado soltar logeles chamados vulgar-
mente busca pez sob pena descffre-
lemoque as mesmas Posturas tem comi-
nado a os infractores, que ser presos em
flagran le por quaes quer Patrulhas, econ-
duzidosr Aulhoridadecoinpetenta, ^e por
ventura forem encontrados inf.ingindo di-
tas Posturas. E para que nao posso ale-
gar ignorancia, manda publicar o prezen-
le Edital pela imp.ensa, eallixar nos lu-
gares pblicos. Rairro de S uto Antonio
do Recife 6 de Junho de .836. Eu Fran-
cisco Amancio Martins oescreti.
Rodolfo Joo Barata de Almeida.
MBZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N." 120.
OBRAS PUni.ICAS.
Pela Inipecclo Geral das Obi as Publi-
ca se andancia, que no dia i5 do con en-
|f mea se hade per em praca publica a con-
liacio da ponte da Magdalena, aquem por
menos fi.er, segundo as condigoens, e o
o cemento, que se procedeo. As pessoas
(ue sequierem enea, rei-ar dessa consirue-
ci dirijao-se a mesma Reparlicio rom .--
suas h.bilatjoens, desde as 9 horas da ma-
nli, at as 2 da tarde.
In.pecQio Ce.al das Obras Publicas \.\
de Junho de 1856. '
Antonio Carneiro Leo
Inspector Geral interino*
Pela In-pecco Geral das Obras pubiica
se intimida que no da 18 do emente me


sfaa
I) r A R 1 O DE I E tt N A M R U C O.
ni ii
.
i
e hade por em praca pi.blica a quem por
menos fuer, a construcpio lo atierro dos
Carvalbos, segundo ascondices, e orpa-
m< nt" que se prorcdeo. As pe-soas que
he quiaerem < tfrai regar des-sa obra, dii i-
jio se a dita Repai tipio com as suas habili-
tapoens desde aa 9 horas da manila ate as 1
la larde.
lnspccco Ger.il das Obras Pi bcas 3
de Juuhude 1836.
Antonio Carneiio L Inspi-ctor Geral iutt 1 no.
RIO DE JANEIRO.
(Peridico Ailrnte._)
A arma politiza do Brasil a>ba-se boje
oceupada por doas fraeyes dn audaz
oVfiitureiro partido mii hiavelicameii-
le denominado moderado que desde
o anuo de i83l tem dominado ueste pays,
redor de mtlhor sorte : ambas se di-pu-
lu o mando, ambas anhelan completar
paradas a ruina-do 15 asi I, vasta empre-
sa que juntas ta lbilmente cotnepia.
Depois de haverem su (Tocado toda a op-
posica regular seus quereres, depois de
nos ha ve 1 fin reduii lo esse estado de mi*
rasmo poltico, que presenciamos no de-
curso do auno preteiito; victorioso'', os
cheles daquelle paitido separara. Un*,
mais bem aquinboados na partilha dos des-
pojos opimos, coiitinura sustentar,
betn que (Vacamente, as nstrtuites, a
administraciO, o governo com que nos
lotia. A'gnns dos outros, nao satis-
fetus da porca que Ibes coulera nessa par-
til!, malogradas as esperanpas de suas
amhiiee, viraran armas contra seiii om-
panheiios, e comeca a hostilizar esss
boiin ns que gabavi, essas instituict-s
que plantar., esses principios que dill'iin-
.rao. Reunindo 1111 iedor de si aquella
parte dos descontentes, que s anhelad
uudaucas revolucionarias paia aventu-
rar fortuna, alcanpra formar un novo
part io. Tem-s-lhe agglemerado, mui-
tos dauuelles, que, reconbecendo o abys-
ino fin que nos preripttaiad as admiras-
trapes, eas influencias ijue se tero succe-
tlido no mando, depois dts>e dia de deoe-
ik-.s, des.-e fmO'0 7 de Abril de it3->,
u ga aioda poder lemediar tontos males
iiglobondo u'hum s uatheita, princi-
pios, honaens, instituipes; Iludido vi-
les nao vera que assim traba!ha para- a
ruina dessa pal; ia que desej.< salvar.
Re puaelles, he nesSas circunstancias,
que i'.'.rtes do apoio de nossa couvicpa,
pura demiar os fiiraces, que se conden-
o em novo horia -Ros escrever esta fullia. Denunciando
ua planos que se tramaren? contra a pros
p. 1 idade do Bra-', desetrvolvendo, e p-
ttnteando as funestas ciisequencias das
medidas que lorem apregoadas como sal-
vadoras, desvendando assim, quanto no
tardado, os lina occulloi dos bomens que
as pror.lU3 tocar % furia de ambos es>e partidos, vel-
los be mu- contra nos colligados ; mas que
importa ? Firme sem no^sas cun-cienci-
as, narca*Blot insultadores, virulentas ag-
grcsses,' tudo despiezaremos. Quando
pou'm, com decente argumentaea, o-
| i-'-tn combattidas nossas doutiina--, com
fligumenlap,>5 decente, (a decencia na
txclue a forpa) as procuraremos sustentar,
' nu confessar-noshe-mos vencidos. E bem
que piolemos, e prome.-sas de Jomaba-
las m> j .0, quaes promesas ministerial,
palavr. s vias de prolori.llo-, que niu-
i;uem ja engoda, julgarnos no entaiito
poder assegurar aos hitoies que iucauca-
veis cmbale-remos quae>quer exigencias
revolucionarias, nunca fugiudo de ap>e-
yeutar com franqueza nosa opiui, em
todas a* questes in'eressantes respeita-
1 dotes d^ Con>tituica, n5 adaitliremos
rnet ipbyMcas interprttaqes, que tenda
attacar seu espiio nem scismas que re-
jeitem como nullas, algumas das refoi-
mas, quelhefora5decVetadas, que o ra-
'iil inteiro lem adoptado esanecionado com
ieu .onseiitim-'nlo. S-5 _s ffremos males,
nao be con urna evolujaS que os curare-
nos: um oorpo poltico existe a quem
ortip'te dar-Ibes remedio : elle o far,
em harmonia com nossas ustiiuipVs, e
emendando com vagar, e cautella provi-
dencial, aquilloque a rea5, e a experi-
encia t:ver mostrado ser vicioso. De ou-
tromido, a falta de estabilidade introdu-
rindo a desconfianpa, aggravai os males'
que padecemos, e as 'provincias do Im-
perio mais cordatas na5 querer-se-ha
por corto arcurvar continuamente ao man-
do das paixes do momento, e rompera'
osneosque inda nos unem.
Declaramos igualmente, que em nossss-'
cen.-uras fallaremos sempre do homem da'
administiaca, do homem publico, respai-
lando o individuo particular, e sua vida
piivada.
Acataremos, como be de tws-o dev*f,
as Auetoi idades Supremas do R lado, ese
por vetes Ibes dirigirmos preces sera5 sem-
pre comedidas, e sem esso carcter de vi-
rulencia que est ta avezada nossa
Imprensa ; e se algumas queques venli-
lasmos que em sua generalidade as abran-
a, nunca deltas faremos arma especial e
dilecta contra ellas, nemem menoscabo de
suas dignidades.
Rtquecereni's erros pas-ados, quando
huuvrr oorrtccao, mas ns poupaiemos
os ambiciosos, que robertos de iufaniias
ti verem a impudencia de afrontara indi -
gnacio que merecem.
IS'a perdoaiftiios a immoralidado que
grassa ; flagellando-a sempre que a encon-
trarmos.
Jossa lingnagem spr isuda e derenle,
porque nos espeilamos, respetamos a o-
publico para quem escreveroos, e respei-
tamos todas as con viccos quac-quer que
sejau.
"&t-
REGENCIA DASENHORA D.S ANUA-
RIA.
Em (ins ilo anuo pa-sad, um pe odico
ergueo a voz proclamando a regencM,
ila Augusto Hiince-.a a Snra. D. Januaiia:
e a deu logo como o anhelo do Brasil i-
teiro do irorle ao Sul, do Poente ao Nas--
cente : mas o Bra7.il nao fez echoar os cla-
mores dese piriodico ; apenas una 011 cu-
tio jirnal se ibe reuniu.
No entanto, e.-se pen-amento Mra poti-
co a poiii-o formando um partido, le-
cruta/nlo proseivtos: es" pensamento,
(|ue ao seu nascimcnto fazia ass >mar o
rilo do de-piezo aos labios do boitiem cor-
dato, va< tomando incremento 5 ja lem
mais de um orejo no jorn.di ino, e quir
taid>in cont mais de um orgio na tribu
na naci- Qiial o segredo dpsse aconte- imento?
a Regencia da Snra. U. Januaria encon-
trar lealmnte synp-thias na populacho
do Imperio? satisfar por acaso as necea
sidade publicas? Nao : rumpre explicar
a causa desse increnv-nlo : a administra-
cao Ihe parece avessa, os restos das *.H
encas moderadas a cumbattem : eis o por
que gtnba snclaii >s. Por odio e-sas iu-
fliennias, por desatoor ao Governo, a po-
l'iilacio \ae abrapmdo esse pensamento.
Nem nos espanta essa manb.i do espii ito
publiio; ja della nos deu expmplo a his-
toria poltica do Brasil. Em i830, o Re-
pab'i. o, e a N>iva Luz proclaraai*a& a fe
deraca ; suas doutiinas encoiuiaiio, he
verdad", svmpatbia na opinia5 de inoiios
bons BraSih-roi: masapizo- di-so taUez
cumbira5 algumas outras i leias que es-es
jorn.es apre-ierilaia. No entanto Pedro
t. e seu Goveino mostraio sc-lhvs aer
lamenta hoslis : celias foiio callndonos
espritus considerada-romo as armas ven-
cedoras do partido liberal, f.rpa lo que
lnd'is os li'if raes as admitlissem, ello as
aduiit'ira, e ellas triumpharao, voto
quasi unnime da pupiilapa ibasileira.
O sensn publico nao admitte se nao 1-
deias simplices, argumentos fac d ouvidos divises, e urguineniHc6>e
complicadas : dizendo-lhe a adminis-
trap.o nao quer a felicidade da patiia, a
administrapio combate ess< ideia, be por-
que e-sa ideia pode produzir a felicidade
publica ; log. xi deveis pugnar por seu
triumpho.-E o senso publico, sem exa*
minar a exactida das piemissas, sem re-
parar na connexaa dellas com sua conse-
quencia, dcixa >e convencer, porque o
quanto minore* loi em o-; ex lorpos da ad-
ministraeaV) palta combatter essa ideia,
tanto maiores forpas ganha, de modo que
sedo 011 tarde triumpta, e a administra
po tem de ceder.
Para quo a adnrinistrap- possa hilar
coni armas igoae*, ser-lhe-hi preciso
mostrar a falndade da primeira premissa
do raccincinio pelo qual se convinceu a
popnlaca; e es-a demonstraca Ihe he
dilTicilima inrsmo quando urna serie no
intei rupia de louvaveis precedentes abo-
nassem suas intenpes, quanto mais no
actual estado de cousas, em que fmen-
t# befiiioa de er-tMS pissados, um minis-
teiib^ desconceiluado junclou um sem
numero de novos enm, e attentado-.
No entanto, a regencia da Snra. D. Ja-
nuaria vae ganhando sectarios ao passo
que vio brotando osgeimens de perdi-
que no Brazil tcm porfa semeado asad-
ministiacd-s, e influencias moderadas.
Mas a regencia desta Augusta Princi-za he
prerursoia da aniquilaran do Brasil, epor
isso conven evita-la nos portanlo a com-
l>iterrinos po'r amor da patria que nos
viu nasrer, por veneraca mesmo da Au-
gusta Princesa, epara salvarmos essa mo
naicba Amerirtna, que ma ha pouco
era >io preconisad.
No meio das divises que relalhio o
Brasil, no meio dos clamores da guerra
civil que se cruxaS ) lanpar tima Piince-
za, inda em ten ros anuos, svm experi-
encia nem dos bomens n m das ronzas ;
na voragem de urna revolucao que fermen-
ta horritel, nao be querer salvar a mo-
nar.hia: he querer perdel a e o Brasil
om ella. Como hade a voz infaltil de-sa
Piinceza Augusta i ni por silencio ao brado
das paixes que pr to'a paite retum-
ba ? Como hade mi inexperta contero
lem'e'dessa nu, que um Palinuro mesmo
talvez nao possa levaran porto da salv^pa?
Qm.1 ser o piesligio que Ihe tem de va-
ler? O da realeza, da hgbimidade, dn
poder divino? Para oadmitiir, seiiimis-
tresqueeermos-no<, que estamos no Bra-
zil, e no seculo desermve ; nao nos reror-
daunos da tendencia geral dos espiit.-s
para a* thr-oriav democrticas desde o an-
nde_i8a6 lid o de i8'2, o alvidarmos
e-s s injuriosos apodes, laucados impune-
mente ao Chefe Supremo do Estado po,
alguna dos monarwhistas de agora : e final,
mente seamos cegoa p;;ra nao vermos que
onsultado de ludo issof-i despir a reale-
za de l,jp 0 ,PU prestigio.
N10 ne ps com ,,,ve prestigio que nao
"'*'e, que po lera Governar a Snra. D.
visa entrar na acca5 governativa ,
deve ser urna, e em breve teremos tanto,
chefes de faepes, quantos foiera os re
gentes do Cons-lho.
Mas nos argumentamos nabypoihesa
de um Conseibo de Estado, sem que n,u
nos dicessem que tal era a intenca do*
Januaristas.
Supponhamos agora que esle Conselho
he o mesmo ministerio, enacorpo, del-
le distinti, como na precedente bYno.
these. Jr
Aqu oresrem as difficuldades: qUein
nomeaia e.-se ministerio ? quem o altera-
ra, quem o modificar quando caigirem-
no as circunstancias administrativas ? Se-
r a Regente ? mas a Regente tem apena
H annos, nao nos esquecamos dissu e
nessa idade mpossivel llie be pesar as rie-
cessidadesdo Paiz, as exigencias das cir-
cunstancias : tudo ser pois entregue ao
acazo : dizeraos mal, o acazo as vezes a-
cerla ; tudo ser entregue intriga do
que poderem Iludir una Princexa incau-
ta, e inexperiente.
Mas nos nos estamos canpando ero com-
batter hypoheses queinda nao fora apre-
sentadas: para o faser.nos com aceito
rogamos aos partidistas da Regencia da
Sra. D. Januaria, que queira desenvol-
ver suas ntences, e mostrar-nos como
pretsndemquea Augusta P.inreza ponha '
em moyimrnlo, e acp., a grande machi-
na Social qoe Ihe querem confiar. En-
t Ibes procuraremos espondr, M-
liando os inconvenientes, e embarapos
das organisapes que apie*ritarcm. ICn
outra o.-casi. moslrarimos igualmente a
illegalidade dehsa medida cojos inconveni-
entes julgamos ler leito sentir. Cemen-
tamos nos por ora com isio, e repetire-
mos que, dispensar a idade da Augusta
Piinceza, paiaqueeom o seu Nome go-
veinem alguns ambi.jo'os, rujoi erros
servr5 >6 para compromelteblo, e com
elle a mona 1 cha ; nos parece o passo m-is
mpoiiticoque nos pode levar a regueira
da ignorancia, ou a abilidade da intriga.
ARTIGO COVIMUMICADO.
'"#*. Comseustalento8? Ellesinta
s* ignorados, e nao s< as actuaes cir-
cunstancias muito opporlnnas para que
osexpinenlemos : sua idade, seu sexo,
tazem com sijo o preconceito de fla-
queza, e debilidad1, e para lultar como
Anteo da revolucao, he mi*ter, todos o re-
conbecem, atbleta rig iroso, e enrgico.
Mas concedamos que o n>me Augusto da
Piinceza tenka um prestido tal que ludo
fascine, qoe desarme aambica. que con-
centre as provincias, como o Para, e S.
Pedro do Sul, lendcm separar-se. D-
mos Ihe tudo; mas nao e-quepamos sua
idade, e seu sexo: e pprguntamos, go-
vernar Ella por sit? Isso he impos-i-
vvl: ninguem qu esteja em seu jui/.o per-
fe to podei sustental-o. Donde Ihe li-
ra o necessario conhecimonlo dos bomens
que Ella lem deescolher para agentes do
poder Executivo? Deixaremos essecam-
poaberto s vastas intrigas palacianas que
i'irrui dar urna joven inexperta donzel-
la? Uto seria ta absurdo que poupimos
lempo e trahalbo abandonando a argu-
mentacao, em quanto se nos nao ap-mlar
a po8sbilidade desua reali-apa. Dar->e-
Ibe ha um Concibo de Estado? Um Con-
seibo de Estada Inda, ha pouco, se im-
plorara como medida salvadora a toqui*
iapa daquelle que o pacto furidaineiit.il
havia cieado. Mas, bem, esse Corisi lio
de Estado srr o verdadeiro Regente.
E teremos urna tenencia govemando sob
o nome de urea regnte, que Ella mesroa
governa deb-ixo do nome do Imperador.
E com essa complicada orgi*iizapa ga-
ndiremos a'guma cousa ? Nao : soroente
.em vez de um regente teremos lautos io-
geiile< quantos forera os m-mbios de>se
Conseibo ; ecomo impossivel he que su -s
Da.Omnipotencia do Jury.
Nao ha muito lempo, que aqui mesmo
em o iirsju Pernambuco vogou em ceito
Peridico perigosa doutiina da omnipn-
lencia do Jury, procurando-se susteii'ar,
quetaes Juizes nao tstio adsti icios a jol-
g.ir secundum lgalo, tt probala, porm
s-m confu me aos preconceitos, informa-
cesexf, rnas, e tal vez sympalbias, ou an-
tip libias do julgador.
Mu occasiouada a males ten".veis me
parece e-la doutiina ; e como estou inti-
mamente contenerlo, quesera t> jui/.o por
Jurados nao se pode dar liberdade dura-
dora, e o Rgimen Rcpiesentativo vem a
ser buma burli estas, e Outras cune i de-
rapes lirario-me pelo de.-t-jo de ti ad u/ir,
e vtiIgarisar a seguinle memoria moder-
nissima uoSnr. Conde Simio, pessoa mu
resptitdvel, e que oceupa um dos prime!-
ros lugarts na escala dos Juiisconsultos da
Franpa, regosij mdo-me grandemente do
que a miiiba humilde opiniao a tal propo-
sito seja apadi iubada por lio aba usado E-
criptor. O Publico illustrado fai juslipa-
s boas ntences d>>
Padre Lopes Ga.na.
Riimrro o mais anrquico 'pos ivel so
ha introduzido as.-ini em ibeoiia, como na-
pratica, atohe; a omnipotencia do Jury,
que certos Pe iodicos proclamio, e aplau-
d m, e niuitos jurado-i io t xercido 0111
graveescauilo de innmeros Magistrados,
Jurisroiisullos, e Publicistas.
Examinemos piimairamenleo que se en-
tende por omnipotencia ; e a expressao st>
por si o indica. Re hum poder absoluto
e ilimitado ; lie o poder de absolver, ou
condemnar a bel prazer do juiz : e fui nes-
le sentido, qu< ceito* jurados, depois de
ha-ver declarado, que hum reo era culpa-
do de moeda faisa, apioveitaro huma
nulliJade da declaracio do mesmo ido par
dar outra contraria, eafiinar, quenoe'
ra culpado, lid notorio, que tal mudan-
ogaiiisando uossos cdigos, e p jvlo os | argumenta Hie parece claro: e cutio, | vonlades3teja6 sempre unnime^, a di- j ca lai devida a eoropatxio, que iu-paara*>
MUTILADO


I*-
DIARIO E P E B M A M II CU O.
3
ua
-
os cernidos da (ni do accusado, e a con-
vence! em se os jurados, que conliuuasseni
8 rrconheier a criminalidade, a pena sucia
demasiado rigorosa, e ueste caso prefer -
lio a ab'olvici. Mu graves erros h
jie-te lacio, osquaes, sechegarem a tomar
ri/,es, serio parte para que o Jury, san-
do dos seus limites, cm vez di? sor huma
instituya sabia, venhaasor pelo contrario
huma iristituicio eitralegnl, e abluida.
E em verdade nioser absurdo, quedo*
?.' (-dallaos tirados sor te para o fim de
reconhecer, se hnm ico be culpado do
ri i me, de que oaccosio. se constitu jul-
gadores da le, cuja applicaco mcsma Ihrs
-lia perlenre ? Nao ser absurdo, que
P"lo modo de nio achar ella a sua applica-
cio, declarem os jurados inexistente hum
Jacto provado, e confessado ? Podem
dest'arte 12 c i dudaos tirados jsor te abrogar
as U-is criminaes ; p'q.' estorvar-lhes a ap-
plicacio be abrgalas sera duvida, equaes
asconsequencia-? Hje parece, por es. ,
mili ardua apena contra os Lisos moedei-
roa; manbi outro Jutyjulgar demasii-
do severa a le contra o aborto: j comeca
a ter grande v>ga a opinio deque a pena
ultima tst lora dos poderes loriae ; se6
jurados forem des>e accordo, declararn
nao culpado a qualquer assassino a fin de
o nao deixarem coudemiiar a lumia pena,
que Ibes parece ilegitima ; e segundo a i-
ilfi, que li/.erem os jurados doexcessivo
rigor dos castigos, nao reconhecero mais
nem assassiuos, nem infanticidas, nein
(.ilsos moedeiros, &e. &c., de man-ira
que as leis, qne nio podem ser abrogadas,
ou modificadas, se nio depois de madura
disoussio, e resolucio das duas Cmaras,
sancionadas pelo Moran ha, vilo-io a ser
defacto pvlus jurados; poique a omnipo-
tencia do Jury pe> millo le o paralzalas,
subtiabindo, sua pplicacio os f.etos,
q.ieellasdeclarario querer, que sepun.:
00 mais extraurdinai io lio, que ossa abro-
gtcio tacita das leis penaos lera, ou nio
'lugar a proporcio que o jury for mais pro-
pon o severidad ou ii lolgencia. Es
|c jui y achara justo, que o falso modeiro
soja cuudemuado morte ; aquello, que
na sojH : easaim nao havtr ost. na apphracio das le*; pois que esta de-
peridei do arbitrio do>jtirados, islobe;
ni da sin conviofu a re-pei'0 do ac.usa-
du, porrasim da sua opiniio acerca da
legislacio ciiminal.
O jury com a sua pretendida omnipo-
leticia iiia a ser mais pudoroso, do que a
autboridade legisliva, a quem usurparia o
p ler, nao meo >s que ao Soberano odi-
reit de agrariai. Dir-.-e a i- lo, q ie on-
de nio lu culpado ni po le ter logar
perdi. Isto be inron trata vel : mas nos
ra .ciamos no caso de >-er cor ta a crimi-
naliJade, sebemque nao declarada; por
isso que 01 jurados ju'gio apena demasa*
Jmente severa : ueste raso quando ellos
despedetu o i, coiro innocente, s m du-
\ida pronunciio em seu favor o perdi,
leudo alias nesta byputbesi bull un io legal
de satisfacer a sua humanidade, recomen-
dando o culpado clemencia do I 'operan-
te. Quem prefere pois a esta recomenda-
cio o meio mais peremptorio, qual he o de
declarar, que nio b criminalidade, men-
te propria conscieuca sb pretexto de
liimanidade, empece a xceuco dasleis,
priva o Imperante da mais b<-!la das siias
prerogativas, e lira toda a forc legisla-
cio criminal: e qual ser or, que nio
cont coin a piedade dos jurados na espe-
lunca de queestes antes querer adalo in-
nocente, do que dcixar, Ibe caia boma
iiena, que Ihe lia de parecer demasiada-
mente ngorosa?
Creio, que 5 Dos he omnipotente :
que non lio un auetoi idade soln e a lena he
i> gitiniamehte omnipotente: que todo o i
poder est sujoito a regras, e deveros. As
legras, e de veros dos jurados derivie da
natuieza da sua in-Muicio, da iristruci,
que a lei llies manda ler, e pie e.-t afixada
da sua cmara, l o que da essa instrucio ? |
Que clles filtao ao sen piirnero dover,
piando pei.-saiido ras disposites das leis
peres, ,.olho para as consequencias, que
relativamente ao accusado pode vira ler de*
oUracao, que hajo de fazer. Oobjtcloda
aua asisti oio he a por.-eguicio, nenio cas-
tigo dovdelicto*, seui o decidir, se o ac-
cusado he, 011 no culpado do crme, qiK
se Ihe imputa. Ellos tem cmsu julga-
mento plena, e inteira liberdade, Diosen-
do constra rgidos nem pela presenca, nem
pela falta de presunpcio alguma legal, ou
indiciara,/** formio a sua con vicco segun-
do a improssio, que exper imenlao vista
das provas, e pelo que nenhuma cunta se
Ibe pede : pelo quesera, ou rilo culpad o
ico segundo assim Ih'o mostrarem as stias
luzes, r propria consciencia. Matala li-
berdade s he relativa ao f-clo, sobre o
qual o IribunalJ aguarda a sua declaraco ;
e ser incompetencia, e prevaricacio fazer
depender a declaracio do laclo da pena, q.'
esta houver de motivar, e declarar o pro,
ou o contra proporcio, que os jurados
julgarem ju-ta, 011 dema-iadaaiento severa
n applicacio a Ki, cousa, que Ibes nio
compete.
Se se da es-ia severdade, culpa he da loi,
e nio do jurado, quehealal tespeito tio
innocente, quanto o Magistrado, quel
applica : mais; exorhita dos seus devore..-,
comotte grave tulpa o jurado, que, para
Iludir a lei, declara nio criminoso aquelle
mesmo, que por tal tivera, se a pena Ihe
nao parecessseexressiva.
O que se dira d'num tribunal, quecon-
demnasses a trabalhos forcados a hum as-
sassino, contra o qual a lei tem pronuncia-
do apena ultima? Todos diriio, quefal
lava aos seus deveres. E que oulra cousa,
se nio pior faz o jury, quando rost toe
soriedade hum criminoso, que reconbeci-
1 a culpado, se s devesse ser condennado
a huma pena menor, que a da lei ? Es-a
pretendida omnipotencia dos jurados he
p 11 te pois para que se Ibes dfi hum direito,
que nio tem nenhurado* Poderes consti-
tuidos do Estado, istohe; o de antes con-
demnar as leis, do que ao culpado, eo d
agraciar a despeito da raesma lei : e desje
modo a omnipotencia I'./, calara conscien-
cia dos jurados ; p>r que a peiar desta ates-
lar a criminalidade; nao (dirjurado
m virt le da sua omnipotencia ) nio b
criminalidade; por iss que a le irnpe
huma pona, que cu jnlgo extremamente
fgotosa. Se tal principio houvesse de
.-ervir de legra, mais valora statur, que
os jurados arbitrassom a pena de pois de
hav. rom re orillee ido o facto, imputado ;
por que assim ao menos nio haveria impir-
uidade, que be o paradeiro dessa omnipo
lencia.
Continuarse-.*.
1 1
CORRESrONDEINGIA.
Snrs. Redadles.
Que se importa o h mdoque baja hum
qudam chamado Joio da Silva OIveira,e
milito menos, que se iuipurtio os Negoci-
antes desta pitea, com as demandas, que
por ventura osse pobre moco move a este,
iu aquel'outro? A aqu hagaleila, nio
passa o aun unci duseu Diario N. 1 1 9 de
huma fro eir de capadocio: porem nio
hes assim, elle tem porobjecto, nada me-
nos, do que o ataque positivo a duas pessoas
respei aveis, a dois amigos meus, qoede-
vo d Hender, o S:ir. Jio Alves de Carva-
Iho Porto, e o Sur. Antonio Joio da Silva,
que por me quinba sorte forio moneados
Ai I) tos nissa causa de soldadas de m
caixeiro de venda, que o tal annuriciante
move. Tem por objecto ameacas dirtetas
contra essas pessoas ; as-im como contra o
Anciio magalliaens, se todos nio con-pir.i-
rem a seo.favor, se aqueUes dois Amigos
nao proslituirem a .-ua coii-ciem ia oin con-
ceder quanto elle baja de pretender. Ou-
sadia seinelhanle am<.acar Jui/.os pira ob-
le? decisio a seu favor, anda n hum ho-
mem levo des le que a mprerisa he livre,
eslava esta faculdade guardada para o tal
Sur. anriuncianle ; mas para que lio bom
exemplo nio vigore e tenlia imita3ores, que
podem muitas vozes mediar por dirigiese
a pessoas pacatas e ti mcala-, ser indispen*
savel, pieoSnr. Doutor promotor chame
estesugtito a Juzo reclamando a impo-i-
cio da pa do Art. 97, 2." Membro do
Cod. Ci im. para emenda sua, t satisfacio
do publico lio aciutemeule insultado na-
que'.le aviso pai titular.
Rogo-llies Snrs. Redactores a graca de
inserir es'.aj liuhas uo sea rcriodico, onde
lornarei todas as vozes que for preciso cer-
ceta* a audacia de figures diales
Sea muito venerador e diado
Manoel Ribeiro da C'unha Oliveira.
i ** laaai --------------
Snrs. Redactores.
Nao se i qual foja a cauza de anda nao
se ter posto E litaos para ser ariemalada
a capalazia oVAIfandegn, que boje cunta-se
G de Jonlio e nada de noticia de arrema-
taga5; salvo se o Snr. Inspector tem algum
rcoio de veneno, qae pssj apparerer
com et-les Editar, do que Ihe posso afian-
car que nao Ihe ade acontecer couca algu-
ma ; por isso rnga se que nao se esqueca
de man/lar por em praca a arramataca
visto averem hum numero de pessoas
que (lc/.i-ja laucar na misma. Queira
Snrs. Redactores fazer publico estas qua-
iro linhas a fim de ver se por meio d- lias
apparece algum milagro do Tlie/.ouio Pu-
blico desta Provincia.
S >u seu constante loitor e as-ignante
certo
O Vcnenozo.
'a > >
Snis. Rfdadores.
As chuvas tem-me demorado de seguir
viagom, e como estou vadio nada me tem
escapado, Li, e reii o paieccr da Com-
missio dot negocios ecleziasticos inserto
no son Diario N.* ., e com efeito logo
que cheguei as palavras como porque es-
te (o Se ninario) acha-seafa.tado da devi-
da regula ridade corr as assignaturas, e
com pasmo vi firmado como membro da
Commissio, o Rev. Reilor do Seminario !
ni seiSnr-. Redactores, como cabio nes-
tar- d-, pois riada menos que assignar sua
^entrica que dir agora o Sur. Semina-
rista do Universal ? luda nos aprezenta-
r outra geremiada de elogios ? Ni, nio
o creio : pois aquelle parecer rolha que
nio deixa lugar a respirar; e que alom
disso tosquiou a quem Ib i buscar latn; por
tanto, meus Redactores, estou serncorfte-
dor, e nio os quero encomodar mais.
Sou
Seus obrigado Servo
O Ex Seminarista.
Snrs. Redactorei.
Naturalmente medroso de fogo, nio pos-
so ver soltar uro Buscap', que nio corra
como desespeado a ocultar-na em algu-
ma escada, ou outro qualquer lugar; per
isso lembroaolllust. Sor. Prefeito desta
Cmarca, que haja com lempo de fazer
publico por edittaes, que preceder com
todo o rigor das ley^ contra quem ossolUr,
e q.' nio fique s em promessas, como mui-
tos ou 1 ros o tem feito, e isto em aliento aos
graves damims que e segiem de tal brin-
ruedo; com oque mef.iraespecici.il fa-
vor, edai execucio as leys.
Sou, Snrs. Redactores,
Seu assignante
O uimigo deestouios.
ADVERTENCIA.
Noticias de Portugal.
O Mrquez de Sa1r?anha, Major Gene-
ral d Exrcito; o qual por.e-quecmenio
nao loi mencionado no N." ante edonto.
AVIZOS PARTICULARES.
Anselmo Joze pinto de Souza, faz certo
a pessoa, que no Diario de Terca Icira 31
de mo annuriti)U, qoedesojava fallar Ihe,
qu- elle mora lio lugar do Monteiro na pn-
meira casa defi 'tited oita da Capellj do
mesmo lugar; oa annuncio para ser pro-
curad.
f^r> O abaixo assignado partidpi ao
respeitavel publico, que Francisco Anln-
nio de Bi to da Circunciso com nome bo-
je de Francisco Albino de lidio deixou do
ser seu caixeiro desde o da ai da Maio d
coi rento anno ; c nao obstante continuar a
residir em sua cana, nio est mais encano-
gado de negocio algum do annuncianlo,
neto estese responsabdisa por elle em cou-
za alguma.
Elias Raptista da Silva.
?jfja precisa-se allug'r urna canoa n-
herta : quema tirer annuncie com urgen-
cia.
jJP" rrecisa-se de 200}J reis espaco do
uo anno, hipotecando-se urna {esclava ou
sebreboa firma, dando-se dois por cento
ao roemo : anuunce.
}Ty A Comis-io Adminiitindura oda
Hospitaesde Caridade, faz scienle a todos
os Snrs. e Senhoras (jue tem a seu cargo
Expostos, quer p ir engajamento, quer por
lernio, quer por pgamento : que n da
11 do enrente pelas 9 horas do da sea-
chem na salla da rasa da roda para a revis-
ta dos mesmosExpostos, fob pena.de Ihe
ser tomado na falla de comparecimenlo.
Recife 5 de Junho de 1836.
P.e Joze Tlieodoro Cordeiro
Escrivo da Administracio Geial dos
Hospitaes.
Quemtiverum negro que enten-
da de padaria, e oqueira alugar ; annun-
cie, ou filio na padaria por detraz da ra
Nova ao p do beco do calahouco que ah
achara com quem traclai o seu ajuste.
ffl^ O abaixo assignado faz publico que
tem separado a sociedade que tirilla com
wtnoel Ferreira Coelbona venda, que tem
na Ribeira da Boa-vista, e para que o dito
socio nio continu a jazer compra em no-
me Ja dita sociedade fago publico, afim de
que nao haja alguma tranzacio, finta pelo
dito Coelho, pela qual o abaixo assignado
nio responde ; e sendo, que baja alguma
cunta por pagar em nome da finada socie-
dade de el'eitua vendidos para a dita venda,
bajo de no praso de trec das aprsenla!-
as na casa do abaixo assignado na dita ven-
da da Ribeira.
Msnool Ceuceiro Verdege!.
^jr Quem annunciou no Diario de
Queraftira preoisai de um Poituguezque
enlt-fida de agricultura livre e desem-
baracado. sendo o sitio peiio: annuncie
sua morada para ser procurado.
YW O abaixo assignado, morador na
Comarcado Limeir, actual D< potado Pro-
vincial; terido encontrado idenlidade de
nomeem pessoa de sua mesma claase, lem
resolvido d'ora em diante as>ignar-se, por
dittinclivo com oseo inteiro nome, que di-
riva directa, e iinme liamenlc de seos as-
cendentes; lendo-o coartado nlgumas ve-
z86 por abreviatura.
PadreChristovo deOlanda Cavalcante de
Aibuqueique.
^y Aluga-se urna casa terrea 011 sobra-
do cm umdos trez Bairros do Recife : an-
nuncie.
J\V Precisi-se alujar um pelo: na
rui da Penba no segundo andar por sima
da toja de selero.
VT- Quem annunciou querer comprar
unii caixa de ferros de cirurgia, pode di-
rigir-se a ra do Queiniado D. 13, que di-
r qu m tem para vender.
yy Precisa-se de um menino para u-
ma boticae su j livor alguma pralica me-
lborna Botica le Joio rtreira da Silveira.
IfW* Quem precisar de folhas con idas,
e patap&rtes tanto para dentro lo Impe-
rio, como para fora, diiijt-seao bec do
Ouvidor na luja do sobradinbo de um an-
dar, das oitas horas da manbi at; meio dia,
e das duas dn tarde at as cinco que acha-
ra com quem trartar e o f is coiumodo, e no mesmo logar se faz qual-
quer eseripturacio Judirial com brevida-
de.
%5P N sndb possivtl ao a'iiixo a-a
signado o despedir-se dos Sis. Ofilciaes,
Ollic. Inlet ior.s, e G. N. do;.0 Bitalhao,
quera levo a honra do Interinamente Com-
mandar, e cgedccir Ibe nao t o zoilo,


DIARIO DF. E P R N A M B U C O.
pruinpld*5. 8'iboj*4JO56, ^actividade
P ezentaYao n" Bem
., rata al uo .jOarito coiteorrectS parado
o, e b'(bautismo dunvesrao Batallia:
n ..ccazia em que o abaixo assignado do
iihmdo se apartou, pela nao esperada oc-
caziaem pioprio lugar em que pr rr-
dem superior entregou o Colmando do
mesmo, aetii que para isso fosee previamen-
te avixado como parece que a cixilidade e
at a orJem, e farnulidjdes proprias de
laes ocios ex'gia se praticas^e ; razaG por
que o abaixo a.-signadoserundo-se do pie-
tente Rieiu opera s< ja aceita a sua despe-
dida e.-audo/.o a Dos, relativo aquelle
s-rvico e no qual e-pera o aba x> asigna-
do tiro g sto de os ver continuar no ser-
vi(;o da mesma maneir?, raerte uo por
isso nao t as hencoens da Nossa cara ra-
dia, mas ta5bem os devidos elogios de seos
superiores, bem que cordialmente Ihe
dtzeja.
Oseo Companheiro de Armas
Manuel Antonio \iegas.
Quera percizar de urna ara paia qul
quer caza, a qu.d .-abe engomar cbao, c<>-
ziahar o Diai io de urna caza, coxe chao,
crsturas grussas, e lava ; dirj -se ao be-
co de Joa Fiaorisco, hind dd ra do
Aratjaa esuueida ultima caza antes de
sabir na ra velha.
^y Joaquira JoZe Ciraco, Esrriva
do Geni e Tnbellia de JNollas do Termo
da Cidsde de Olnda,. faz publico que .-e
achacom seu carlorio na ra das C uzes
desta Cidade do Beriffe, caza D. a lujas
do Sobrado do Sr. Thtzouieiio da Lote-
ra.
J3|P Retirando se pira o interior o
digno e sentido Pi ofessor Joze Bernardino
de Sena, un Fianccz aqu eat.-belccido
prope-se a dar lices de Fraucez diarias,
aquelles Sen llores, que quizeiera turnar
lices da dita Lingoa ;' queirad se dirigir a
Botica Fianeeza da ra dos quarteis l). o,
que l s'lhes dir a pessoa q e para ese
lim so propoem.
jy Quera quizer urna criada Voriu>
guezn, par o ananjo de um* caza, din-
ja sea ra da Seiizalla veIJia D. 6?.
NAVIOS A CAGa.
Para a Babia
Salina na semana que vem a Barca D-
nainarqueZa Catbarina : q'.eiii quiserrar-
regar nell* ou.ir tetu bous cu.;iodos, diiija-se aos consigna-
tarios Lulikens & Comp.
COMPRAS.
Umcarriiiho de mo de carierar lixo,
de urna : roda : Da v.-ipI da na Nova
junto a punte D. 36, ou anuuticie para ser
procurado.
fc3* 1000^)000 de reis era moeda de
cobre de 80 ieis, ou menores quantias: an-
nuncie.
WP* Qualqer porco de dinhei-o Iji-
pei al que se;a de 80 rtis de 40, e de so,
.issim como carimbado, e Balii.ino; na
pr??a da Independencia loja n. 20.
*!&* 6 rail tijullo de alvenai'ia que se
jn b|jm co-ido, para se botar au p' d.i pon
te da Magdalena : na ra da cudci velh?-
ko p da casa te pasto n. 64.
VENDAS.
Ura relujo de caixa de prata multo bom
Tegulador, por preco coramodo : na ra
i da Santa Cruz confronte a {Kibeira D. 22.
(SjrjP* Una obra de Bui lamaqui: ua ra
do Ciespo D. %
ijjpi Ura e-cravo que cosinlia cora per-
Jeicao, e juntamente ahil para ludo o 6-r
l -cu de una casa : na rua do Cuspo a al-
Lrcom Benlo Joze da Silva M -galliaeus.
fc3F" 1 ixs hegadas prasmuia^Mle o
,' yerto : na ra do Rosaiio estrei a venda
da esquina do beco D. 10.
^fjr L'ma miilalinlio rauito moca, de
buila fitur<, iju-.s.-be Lcm tngcmdi, co-
zer, cosinhar, emui,to deljgente para lodo
servic le casa : no \tnco da Florentina na
segunda casa de loo Zurrick.
^y* Una crila, /iei4 oonos, a qual
sabe i ostsr < bao : em ca-a le Luiz Ignacio
Pesso de Mello, na ra do Cabug.
tey Urna tica sussuarana, pequea
inuio mansa : na ponte velba rasa penu-
tima cunFi onte au tanque do Cali.
HCS?* Urna escrava de i7 ann'S muito
sadia e vistosa, sabe cos'hbar e racoma-r;
na ra .t Larangeila sobrado D. 8 segundo
andar aligas 7 lunas la manhi, e duhi cm
viitenarua do Azeite de peixe arma-era
de Muros ". i 8.
WP" Bol iris esap.tos de Lisboa, ditos
de dura'i ue preto e oe matroqnim surtidos
papa senhora, ditos de selim e de mairo-
quim franzeses, ditos de cordavo prtto, e
de meninos, ludo de varias cores, esapa-
tospara lioinero, de maniquim t-mbem
le cores, penuas de ac em carteiras de
boa qualidade, rap arel preta e princeza
da Babia, tndo por pieco commoJo: na
piaca da Independencia loja n. 7.
fcy Madeiras serradas de amare'lo. e
louro por preco coramodo : na ra da pruia
terrana que f.;i de Antonio Beb-llo.
^ry Uina cscrava dn gento de angola,
deaoannes peuco mais ou menos, boa
oncomadeira, cu>iribeia, rauito abil para
todo seivico de vasa : na ra Direirs junto
ao Livramer^o, sobrado de 3 andares de-
fronle lo b. co de! ^. Pdio.
fty Una preta ciioU, anda mos-a,
propria para todo o seryieg de urna casa,
osinba bem, engoma, faz renda, o a'gu-
mas qualilades de doce : na ra Direila
padaria D. 6.
fcy Potassa de Ungria 'a mais supe-
rior qualidade, mil preto official de alf.'ia-
le. e que j fui feitor de sitio, e um pieto
. ffiiial de sapateiro: no I'-< riplorio de
Manuel Joaquira Ramos e Silva, c vnde-
se por pr>co corairo lo.
fty lima parle da caa da ra doQue-
raadoD. 5, e 9 vareas de leite rom cria,
3 e-cravos de bonitas figuras, 2 crilos e
um molatiuho de 16 anuos: na ruaftYi
D. 3a.
\gr Urna prefa de i 5 a 16 anuos, ou-
Ira de50annos. a\ita do comprador se
d i dsbabilidades i na ruado Cabug lo-
ja le miuiiessao p d loja do Snr. Bau-
dera.
^XW Um eaninho maneiro de dnas ro-
das rom ludus os seus accessorios em rauito
born uzo, por preco commodo : na ra
Nova armasen! de carrinboa.
?y Vm carrinho de qualro rodas, e
cora todos os seus pe lern'rs em bom uso :
ne>la Typografia se dir quera vende.
iry Sol de Setubal: abordo la B*rca
P'irluaneza Activa ancorada no M is e rap Prinie/.a da fibrica de L sboa, clie-
gadope* mesn a B.irca ; em casa de Anto-
nio Jos d'Aitioi ira.
^r5* Uraa ven la no pateo de N. S lo
Terco bislanle soi lida, met^de avista e
resto a pagamento : na me-ma venda D. 5.
rjr Vendes", ura uraaciia de dot-
annos pouco mais ou menos, urna mulata
le Jado de 25ann>ssem virios n'm ada*
ques, a qual cosiuba muito bem, menos
maesas, engoma perfettamente, lava de sa-
lio, e co->e algunia cous C"s!ura cliia :
nuera a pretender dinja-se a Bia-vistn, to
beco to Veras, sobrado novo de um andar.
\|_y" Diariamente capim em bons fei-
x. s a i20 ieis : na venda i ra Nuva jun-
to p.-nle D. 30.
%3^ Arrtios de cannbo pronlo^fhe
{julos prximamente le Inglaterra, selins
Ingle 'es de patente c!n gado agoia, DtUins
d Lisboa, sapato-tp as qualidades, di'os de senliora de todas s
jualidades, ditos* para menino, clavinotes
proprio para pag-ni, ludo por preco c-
modo: na ra Nova loja c'o Braga.
^3" Um negro Ci sinheiro de ao annos
ou se troed por urna negra costureira : na
tn sin i casa cima.
9* Uma preta naci Angola, com i-
ilad-' de 26 anuos puucu m>is ui menos:
no lorie lo Mallos, arinascm n. i2.
&&* Licores de varias ipnlijade-, car-
tas de sitiabas, dita- de euteiio e para o
7." dia, e rezistos de todos os Santos; na
1 ua do FagundesD. 10.
1X&* Urna preta de 18 annos, sabp en-
gomar, coser, cosinhar : na ra do I'ogo
. II.
1 Urna preta de 18 anuos, sabe co-
linhar, engomar, coser, e todo o servico
de uuia casa, com pe feico: na ra do Fo-
gu D. T I.
tjy L'ma preta crila, dade rameo ma-
isou menos 16 annos, sabeengowiar mul-
to bem, co>inbaro diario le una caa, en-
saboa e faz todo mais .-ervico de urna casa
rom todo desembarazo: na ra do Quei-
raado que vira para o Collegio tercero an-
dar po sima da Botica.
T* A Sumaca Gentil Americana, no-
va, e deitada a0 mar no me^ de Abil le
1835, de 47 toneltadas, rauito b.a de vel-
la, chegada proximente da Babia, est de-
fronte do'l'rapixe daAlfandegr: na lo|a
de ferragem ao p do Corpo Santo n. 69.
*3T Vellas de espe. mcele Inglez de
superior qualidade : no armasetn n. 5,
ruado Trpixe.
tW* Dois molecotes ladinos, e amalan-
xa para urna Embarcaceo de 5 6 mil ariou-
bjs : na ra da Alfandega velha n. 5.
y rj;na mu|ata bem parecida e mui-
to rapaiiga: as 5 Ponas D. al.
iqp- TijoUod'alvenaria grossa. e lodo
o mas medial reUivo: n payane da
Magdalena, na >laria de J. M Joaqaun Bi-
zerra Cavalcanli.
y Um Burrinho capado, propno
para meninos ; ou troca-se por nutro que
sirva para pai de besias : na <-aza junto a
mesma olaria, fallar com Joze Apuhi'a-
rio.
rT" Urna iieg>-a hbil para lodo o ser-
vio: na ra da Cadea do Recife, loje
N. 19
ff Urna armaco para v-.nda : na ra
d'Agoas verdes, por baixo dosobrado de
Antonio Joi.quim Rams. .
|fy Urna armaco para verfda ou loje :
na ra d.'S Quarieis, D. a.
*^jr A posee de um terreno no fim da
ra deS. Rita Nova, om 7a palmos de
freute, fundos atea b-ixa Mar, e fot es
quina rom a ra que atravessa pe|o fundo
daltfieja de S. Joze, cojo terreno se acba
todo e-laquiado, e part-ja alienado, com
maisue 1200 palmos de pedra de dentro,
capaz de formar paite do ces do rnesmo
terreno: na ra do Collegio, 1. andar da
caza em que inora o Dr. Guimaraens.
qp- Rape P.inceza de Lis'ioa, da Ba-
bia, eaieia preta, ch Lsoii da priraeira
sorlc, perol, aljfar, e imperial em ca-
xinhas de a libias e meia, escellen'e lint-
de eierever ingle/.a, di'a mais ordinaria,
graxa de dar lustro sem pocizar de escova,
dita 97, Gta de tranca, dita bianea,bo
t.sdeunha, ditos de sela, pilla le fa-
milia, bixas,de superior qualidade, e ou-
Iras mullas miudezas : na praca da Inde-
pendencia, loje N. 2O.
p^y- Dous e-cravos, um pardo de 16
annos, ura crilo de 17 ambos de boa figu-
ra, age< e vigorozo> : na la dos \!ar-
lyrios lati da Igreja D. 8.
' U3p- Taboado de pinlio, farnlia de
trigo, polv,.ra fina, e panacea : na ra
da Cruz D. 16.
tOP" L'ma banda de lia pro^ria para
qualqer Official Inferior de Priraeira 011
2/ Linlia e em bom tizo, as^im como um
Livru de Matricula de companhia para
qualqer orpo de i.' I.'mba: na venda
da rua novaao p da Paute D. 36; as-
sim como capiui de planta m bora fei-
xes a iao, e bichas negadas ultimamrnte,
e de loilus os taniatibos e por coramodo
preco : na mesraa caza a cima.
ARUENDAMENTO.
Arrenla-se urna cua tenia, na Boa-
vista, rua velba com bom qunt*l murado,
cacimba, cozinha fura, duas salhs e 2 al-
cova, dando fiador a filiar na ua do
Quart-1, p idaria U. 6.
Arrendare annualmente urna morada
dj -asa na esquina que volla para a Ig-eja
di E-Uncid onigranle piinUl, e ufu a-
legrete ao lido ( quem a pretender dinja-
s-a rua lo Livramnito D. i2 paia tractar
do ajuste.
ALUGUEIS.
Alliign-se a loje do sobrado de An-
tonio Joaquira Ramos, na rua d'Agoas-
verdes, prupria para venda, cotn 4 portJS
de frente, e unid pira o beco : na mes
ina.caza.
PERDAS.
No da quarta feira 1. do corren-
te, a larde desencamiiibou-se da rua do
Queimado um quartau cabmho, capado,
cora ura signal branco entie as ventas e
eslava encangalbado : quera u acbou ou
delle liver noticia, diVija-se a venda da
esquina da rua das aguas verdes que ser
generosamente recompensado.
A CU A DOS.
A pessoa que Ihe faltar uma canoa aber-
ta, dirjase a caza da Furidicio, ruada
Aurora, que Ihe sei entregue.
ESCRAVOS FGIDOS.
Vicente, do gento de angola, r'e 10 a 12
Ottus, cara redonda, cor ocular, tem os
dedos dos pez abettus; fgido a 2 do cr-
renle, e levou vestida um. camisa dexila,
e uma cal-a de brfm paidode liuhoj enliS-
cado groqoe ja uzada, este moleque di/, ler
atpii pas por ler vindo'pequen: os apre-
bendedores levem-no a rua .i cadeia e-
Iha loja que fia por baixo da cai-l do fales-
cdo Coronel Berilo Joze da Coj, que seio
recompensados.
?y Fug'O no lia 19 de Marco to cor-"
rente um negro ci iolo, de notne Joaquim,
lep-esenta ler 26 anuos, cora os signis
.-e^uintes, altura regular, cor fulla na 1
tm quasi barba, muito ladino, teur urna
coroa na cabeca de carregar pfzo : us a-
prthendedore.i levem-no a Pracitih doLi-
vramento loja D. i9, que recebec 50-25 rs.
de gratifieaco.
1Z9* Fugio no dia 5 do corrente,. umi
pietii de iioine Auna, levando vestifhi de
xita por baixo de un branco, bata, e
a c. dedores levetn-a a rua da Senzalla Velba
. 67.
Taboas das mares eheias no Fono de
Pernambuco.
ue
11Segunda i iOh. 30 ra ( T
23T:^ S II-18 .(
^24Q: 12- 6
-J25Q:r 0-54 >
/ 26-S:: 4 1 Ai
^27 S: 230
"28O: .3-54
NOTICIAS MARTIMAS.
Navio entrado no dia 6.
BALTIMOriE; 44diat; P. Arar.' Co-
lon, bia, Cap. John Wood : faiinha emais
ppneos : Fet reir & Mansfield. Ton.
147.
P.S.
Rio de Janeiro 4 de Vlaio : o Snr. An-
tonio Ferraz Heixoto, pas-ando antelion-
lei.i s Ave Mara, em companhia de sua
senliora, na rua dosurives, foiacommet-
tido na Osquina da rua de S. Pedro por
hura prelo que Ihe ciavou huma lacea per-
to do coraco. I)uida-se que po.sa so-
breviver leiida. O asas:iiio conseguio
escapar.
(Do Jornal do Comercio.)
Acontecera tsta desgraca por falta de
Joizesde Pai? seria por influencia da Le
Pernambucana de 14 de Abi il p. p ?.....
MU. NA TIP., IK) D1AKIO Ib?**.


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