Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01808


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Full Text
ANNO DE 1836. SEXTA FEIRA
l
i
, 29 DE ABKIL N. 94.
DIARIO BE PERMAMBUCO.
Pkrhambuco, ha Tvr.oa M. F de Paria. 1836.
DAS DA SEMANA.
25 Segunda 8. Marcos Ev. A. dos Js. do C. de m.
e de t. ses. da Thezouraria Publica, e Chae, de
t
26 Terca S. Pedro de Ratcs Re. de m- aud. do J.
de O. d t.
27 Quarta S. Tertuliano B. ses. da Thez. Pul.
28 Quinta S- Vital M. Rcl. dem. aud. do J. do
C. de m. e de t.
29 Sexta S. Pedio "M. ses. da Thez. P. aud. do J.
de O- de t.
90 Sbado Catharina Re. de m. e aud. do V. G.
det. em ( lin' i. L. ch. as 10 h. 46 m. da t.
J Domingo Primeiro de Maio A Matcrnidadc de X.
sra.
Ttdo agora depende de nos mesmos. da riossa prn-
deucia. moderacao, e energa: continuemos c principiamos, e aeremos tpnntados com admira*
Qao entre as Naques maiscultas.
Proclamafio da tiemblen Qtral do Braiil
8nbscreTe.se a 1000 rs. mensa?* pago* adiantados
nesia Typojrafia, e na Praca da Independencia N.
Si e 38 : onde f. receliein correspondencias legali-
sadas. e anniinci'is ; 'iiserHlo-s** chice gr^(ia sendo
dos propriosassigiianles, e rindo assignado.
CAMBIO.
Abril 28.
-I-iOndro. 39 l|2 Ds. St. poi 1 cid. ou prata
a 50 por cento de premio.
Lisboa 50 por o|o premio, por metal, Nora.
Flanea 245-240 Rs. por franco
Rio de Jan. ao par.
Moetlai de 0400 l?..800
4..000 6..8:X)a 7000
P.zos l41U
Premio da prata 50 p. c.
ds lettraa, pormez 1 2 por 0|O
Cobre 25 [j< r cento de descont
PARTIDA DOXJORHKIOa.
Olinda_Todos os diasao meio dia.
oiana, Alhandra. Paraiba. Vilfa do Conde Ma-
manKuape Pilar, Real de S. Joao. Brejo d'Areia.
Rainha. Poml.al, Nova de Souza. Cidade do Natal.
Vil as de Goianninha, e Novada Prineeza, Cidade
darortalcza. Villas do Aquirs. Monte mor novo,
Aracatv CascaveK Canind, Granja, Imperatriz.
S>.Bernardo S. Joao do Principe. Sobrar, Novad'
KIRev. ico, S. Mathens, Reachodo sangue. S
Antonio doJardim, Quexeramobim. e ParnAhiba
-segundase Sextas eiras ao meio dia por via da
Paraiba. Santo A ntao-Todas as quinas feiras ao
meio da. Garanhims, e Bonito nos das 10 e 24
de iada mez aomeio da. Flores-no dia S de
cada mea ao meio dia. Cabo. Serinhaem., Rio For.
mozo. Apoa Preta e Porto Calvonos dias II
e 21 d cada mez. Serinhaem, Rio rormozo, e A
goa l'reta Segundas. Quarias. e Sextas fe i ras.
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBUCO:
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Acta i3. da Sess; 5 ordinaria da Assemblea
Provincial de Pernambuco aos 22 de A-
bril de i836.
Presidencia do Sr. Dezembargador Ma-
ciel Mon tetro.
Feita a'chamadaas horas do cotume,
arhaio-se prsenles a6Snrs. Deputados;
faltando com cau-a paitecipada os Snrs.
Jo7.e Rarooc, Moraes Ancora, Dr. Pedro
Cavalcanti, Francisco de'Carvalho, Dr.
Baplista, Jozc de Albuquerque, esem ella
Doulor Monleiro, Dezembargador Luir
Francisco, Dr. Gomes, e Dr. Manoel
Francisco.
O Snr. Piesidenle declarou aberta a
Sessa.
O Snr. a. Serretario leo a acia da Ses-
ao antecedente aqal lo i approvida.
OSnr.'l. Serretaiio deo conta do ex-
pediente o qual coristou de dama petigo
de Joaquim Pedio de Souza Magalhes,
que foi remetlida Commisso de Petic-
es; e de huma represen tacio do Vigario
Antonio Julio Rogerio, que foi de Ne-
gocios Ecclesiasticos.
Entrando a ordem do dia leo-se o pare-
cer da Comm. dos Negocios das Cmaras
s<.hre a rtquisico da Cmara de Gara-
nhims, pedindo patrimonio para pagar
aosceus Emprtgados, e sustentar o* pre-
sos pobres; o qual parecer foi que quanto
a primeira parle, aquella 'Cmara deve
impor, segundo Ihe faculta a Lei ; e qui-
lo a segunda, qbe em tempo competente
sediiigisse ao Exm. Presidente da Provin-
cia : foi approvado.
A Commi.-so de Estalislica apresenlou
habitantes do Districto Ribeiro Grande,
pedindo a supressa daquelle distii.to, c
que tornaste a pertencer, romo outr'ora,
ao Bom Jardiru, e M.ilba'iinha : a Com.
mtendeo que com a disposicio do 11
da Lei Provincial de i4 do crreme mes e
anuo est satisleita aquella requi.-ico : foi
approvado.
Leo-se o parecer adiado da Commisso
dePetices sobre a pertenrio do Bedel do
Liceo; julgando ser de Juslica; porem
;que nao podn fixar o quanlitxtivo do au-
mento de Ordenado, que pedi-i, sem ser
ouvida a Gommisso de Fazenda: foi ap-
pi ovado.
Entrn em 1. discussi a resoluca a-
presentada pela Commisso de Juslica Ci-
vil, na qual se dtspoetn que reverla ao
Mrquez do Recifea administraca do Pa-
trimonio, e do H.ispitdl do Paraizo : depuis
de grande debate foi approvada, sendo re-
geilado o requerimentodo Snr. Dr. Biito,
que pedia fosse adiada a di.scus^a, al que
fosse prseme a Assemblea o livro dos Es-
tatutos do exlincto Hospital do Parai-
zo.
Enlrou em t. d'scssio o Proiecto n.
8. que permillia a admisso detrinta No-
vicos Ordem Carmelitana desla Provin-
cia : depois de algum dbale fui approV'a-
do.
A huma hora da tarde declarou o Snr. a.
Secretario char-sP *ncommodado, e oc-
cupou o seu lugar o Suplente.
Enhou em I. disco*sa5 o Projecto n.
66, o qual tcou adiado pela hora.
O Sor. Pie.sidente deo para ordem do
da seguinte Pareceres de Commisso, a
cnntinuaco da discus>o do Projecto n.
66, al. discusso doP. n. 7O, a. dos P.
ns. 7, e 67, e 1. das Po-tura das Cama*
ras de Serinhaem, Bonito, eNazareth; e
levantou a Sesso depois de 2 horas da tar-
de. 4
Tliomaz Antonio Maciel Monteiro,
Presidente.
Latir entino Antonio Moreira de Carvalho,
1. Secretaiio.
semhlea Legislativa Provincial de Per-
nambuco a3 de Abril de 1836Snr. Vi-
cente Thomxz Pires de Figueredo Camar-
go, Secretario da ProvinciaLaurentino
Antonio Moreira de Carvalho, Primeiro
Secretario.
Illm. Snr. A Asamblea Legislativa Pro.
vinc consideraco da Assemblea Ceral do Im-
perio, a inclusa Representarlo, pedindo
providencias para ocerrer de prompto
a mingoa r\a Receila Provincial: manda
envia-la V. S. para ser apresenlada ao
Exm. Snr. Presidente da Provincia, fim
de lhe dar com urgencia o competente des*
tino.
Dos Guarde a V. S. Spc.etan'a da As-
semblea Legislativa Provincial de Per-
narobiico 9.3 de Abril de 1806Illm. Sr.
Vicente Thomaz Pires de Figueredo Ca-
ma' go, Secretario da Provincia. Lau-
rentino Antonio Moreira de Carvalho 1.
Secretario.
Joaquim Rafael da Silva,
2. Secretario.
EXPEDIENTE D ASSEMBLEA.
Illm. Snr. A Assemblea Legislativa
Provincial tomando na devida considera-
os o a exposica do Exm. Snr. Presidente
em a falla da abertura da Sesso extraor-
dinaria d'este anno, acerca das dificulda-
descomque tem de lutar o Governo da
Provincia contra o decit das Rendas Pro-
vinciaes procedido da insignificante, e
mesquinha parle deimpnstos, que a esta
Provincia coube pela Lei da diviso das
Rendas, betn quisera roucorrer effiraz-
tnente para livrar a Adminislraco Pro-
vincial de humacrise lo ponderosa ; mas
com pesar manda declarar a S. Exc., que
em o circulo dassuas attribuices nao cabo
hnm meio para de prompto acudir a tan-
ta dibculdade, sem expor-se a ultrapas-
sar com escndalo as di-posices do Acto
addiccional, e Constiluico do Imperio.
O Governo da Provincia as.-s concebe
agravidade dos males, que por ventura
sobrevir pos-;i da restricta eseciic< da
mencionada Lei da divi.-o das Rendas, a
elle compete dar-lbe aquella execuco,
que for mais concentanea com o he do
Imperio, e bem eUc da Provincia, em
quanto e-ta Assamblea v.i dirigir a As-
semblea Geral huma representagau a es-
peilo. Q'ueira V. S. levar oexpostoslo ao
mc-mo Exm. Sur. Presidente.
Dl-os Guarde a V. S. Secretaria da As*
Augustos e Dignissimos Snrs. Represen-
tantes da N;ca5.
A Asseinblea Legislativa Provincial de
Pernambuco, que ora convocada extra-
ordinariamente pelo Presidente da Pro-
vincia para providenciar respeito de gra-
ves fiecessidades, com que se via embira-
cada a sua Admini traca, mormente na
parte finanreira, impelida j do desejo de
arudir com prompta, eefficaz provider
cia, como lhe fra recommendado na fal-
la do mesmo Presidente, ja firme em
nao sobresaltar o circulo das suas attribui-
5es, procedimento, que alias tornaria
nullos todos os seus actos a sse respeito;
leva respei tosa mente Augusta Repre
tentaco Nacional a seguinte PelicaS.
O Presidente desta Provincia fcZ ver o
Dficit da rereita Provincial, e que ne-
nhum recurso tinha para lazer faces des-
pezas mais urgentes da sua Administrarn;
e que tendo de sesar pela aclual Lei do
Orcamento o recurso de supn'r da receila
Geral oque faltasse para a despeza Pro-
vincial, nenhum meio lhe resta va de sa-
ir do gravsimo embaraco, emquesea-
ohava, tjuando a Adminislraco alias re
clamava huma medida nao detencosa se
nao prompta, e terminante. A' vista do
exposlo, tiez meinl orcorrernS a esta As-
semblea de remediar hum inconveniente
de tanta magnitud*, q"ue nada menos im-
borla, que o focrgo, e prospe iJade de ta
Provincia, to populosa, e consideravel.
O primeiro era sy>lemaii/.ar os imposlos,
que noi fora at|uinhoados, e.-tabeheer
novos: o segundo tornar mais exacto, e
restricto o metliodo da arrecadacc5 Pro-
vincial : o 3. finalmente recorrer aos co-
fres da Receila Geral : mas o primeiro,
Snrs., ainda que comprehendido no cir-
culo das nossas attribuices depende He
mais pesiido tvabalho, de comhinaces ma-
is arduas, e certamente mu lard vira a
sassear hum mal, que cumpre remediar do
prompto, e quanto a impor de novo, se-
ria islo sobrecarregar talvez incompor-
tavelmentea huma Provincia j de sobejo'
gravada com tributos.
Sendo pois a necessidade to urgente,
como he, s reslava o terceiro remedio,
ou deixar por ma as precis5ess mais vfla
es, emomentosas desta Provincia, provo-
cando aest arta por ventura a desesperaaS
dehumPovo, queconttibue para o fisco
com mais de mil esetecentos conlos. Mas;
este mtio, alias dictado pela extrema ne-
cessidade, nao devia sem duvida ser au-
torisado por hum Acto Legislativo. Nes-
te sentido se respondo a esae ponto carde-
ai da falla do Presidente da Provincia.
Em que triste collisa porem, Augustos,
e Dignissimos Snrs., se n.<5 tea nossa Ad-
ministraca Provincial ? Cumpre-lhe galis-
fazer set vicos indispensaveis, e quolidia-
nasdespezas; existe hum Deficite, e a Le
do actual Orcamento embargoudhe as por-
tas dos cofres da Receila Geral!
Todava esta As cida da benevolencia, e juslica, que cara-
cteriza Augusta Representarlo Nacional,
devidamente imagina, qu ta sabios, e
prudentes Legisladores nao duvidariro
annuir medida proposta do recorrer
Receita Geral, se previamente houve.-so
chegado ao seu conhecimento a perigosa,
elamentatel ciise desla Provincia; poi*
nao cabe em raza, que os Escolhidosda
Naca, os Dignos Representanles da Gran-
de Familia Brazileira possaS ver imper-
trrito, e indifferentes o vexame, e pa-
dedimento de huma Provincia, que con-
corre com ta consideravel quota para ost
cofr.s Nacionaes.
Neste apuro de circunstancias a Assem-
blea Legislativa Provincial de Pernambu-
co, Snrs., vos dirige as suas suplicas, pe-
dindo-vos instantemente, que sobrepensan-
do com acostumada sabedora em tudo,
que expendido fica, Mandis autorizar
Adminislraco desta Provincia para ti-
rar dos cofres da Receita Geral o quanti-
tativo preeso para occorrer de pronto
mingoa da nosa Receita Provincial, em
quanto se nao pe em effectividade os mei-
os deaugmenlar a mesma Receita, reme-
dio, que segundo j ponderamos, nao po-
de effectuar-se de prompto, coma alias im-
periosamente o exigem as necessidades pu-
blicas desta Provincia.
Confiada pois no vosso zelo, sahedoria,
e juslica, esta Assemblea, Sun., asim of
espera, eoliricso, e heroico Povo Per-
nambucano tei; mais hum poderoso moti-
vo de bem dizer, elogiar, e amar os Dig-
nissimos Representantes da Naca. SaU
dasSsses d' Assemblea Provincial de Per-
nambuco 22 deAbfil de i836.ThomaK
Antonio Maciel Monteiro, P. Laurentino
Antonio Moreira de Carvalho, 1. Secreta-
rio.Joaquim Rafael da Silva, S. Su.


i
DIARIO DEPERMAMBUCO.
GOVKRNO DA PROVlBClA.
Expediente atrasado que na5 foi publica-
do.
Convindo que a Cadeia dessa Villa seja
fornecida iegi. rmente de zeite eagua,
a Vms. curopre faier este iornecitneiito,
cujas despesas dever5 ser satisfeitas pelas
rendas dessa ('amara.
D. G. aVms. P. do G. de Pernam-
bucoS5de de Abril de i836. F. de
P.'C. d'Albuquerque. Srs. Presiden-
t e Venadores da Cmara Municiai de
Naxoreth.
Illtn. Sr. S. Ex. o Sr. Prezi-
dente satisfazendoa nquesici da Assem-
ble Legislativa 'Provincial que Ihe foi
communicada em officio de 21 do presen-
te mez manda rememeiter-lhe a conta
daRereita, e despeza do.Piliimonio Ho3
O. Los do anno de 1835, acompanhada
de tres relaces e duas conlas rorrenies;
urna do 1." de Dezernbro de i833 ao ulti-
mo de Junho de it34, eoura d 1. de
Jlho a 3i de Dez< mhro do dito anno.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da
Provincia 2a de Abiil de 1836. Sr.
Laoreotino Antonio Moieirade Carvalho,
No impedimento do Secretario da Pro-
vincia. ManoelPa o Quinte!!, Of-
icial Maior.
Illrn. Sr. S. Lx. o Sr. Presi-
ente manda remeter a Assemblea Legis-
aliva Pr. vii.ci, ais de Dtreito da Comarca de Flores a -
rea da lepreseirtacio dos moradores da
Villa da Assnmpcio pieiendendo qu ei-
f lugar continu a ser V f| a. '
Dos (:-..ie a V. 81 Secretaria da
.. viuei* de Pernambuco a5 de Abril de
J- N\ Liiireiiiiuo Antonio Mou-
'/ir*ueCarvalho. --No Impedimento do
-ctelaiia da Piov ca, ManoJ Paulo
>nud|a, Ofli, ial Mai.r.:
*t Il'ai Sr. Sriente do que V. S.
ommunica em sen ffico de 25 do cor-
-nte acerca do engao havido naexn'en-
. ia do plano da Forca Policial dado pelo
rinadeiro Audrcts, devej.do antis ser do
.. ano de Milicias organizado pelo dito Bri-
* radeio, tenho de participar a V. S. de
-dea de,S. Ex. o Sr. Prezidente que
r saliafeita a rnesma ex'gencia rom a
>ievidadeque f. r possivel,' nao obstante
t o referido piano as>s extensa.
. DtoaGuirdea V. S. Secretaia da Pro-
. .ncia de 'ein'imbuco 23 de Abiil de
, ?36. Sr. Lauientino Antonio, Mo-
de Ca valho, Secretario da A sera-
* Provincial. No impedimento do
relario da Provincia, Manoel Paul o
. jintella, Officjal .Maior.
Illin. Sr. Sendo apresentado ao
/iin. Sr. Presidente da Provincia o in-
C j!> lelatoiio do estado do Collegio dos
, -..&*, avista do qual se jostra .a nrces-
ada de serem reformados os respectivos
t tutos, manda S. Ex. remett.r o di-
pnoa Assemblea Legislativa Povin-
a m de que di libere a tal respeito o
> J"biar mw-. conveniente.
Jeos Guarde a V S. Secretaria da
P oiiocia dePornambuco 25 de Abril de
>6 Sr. Laorentino Antonio Morei-
a de CaiVdlho. ** No impedimento do
retario da Provincia, Manoel Paulo
ilella, Oirial Maior.
Kxis lindo nos Armazens N.0' 6 e 7 desta
Alfandiga a mais de trez annos os Totumes
constantes das marcan, e n.* declarados
em edital desta data atxado na porta da di-
ta'Bepai tirio se avisa ausseus pro prieta 1 ios
pata que no pi'Ato de Ir iota das outados de
h- je, i's despacliein, e removi sob pena
de serem vendidas em liaste.publica as mer-
caduras que taes volume* conver< m, co-
mo de-poem o Art. 158 ilo R-gu amento de
20deSelembrodel834.
E para uue xeg-.e a noticia dos enteres-
sados seafixou o presente nos lugares do
roslume, e mandn publicar pela impren-
sa. Alfandiga de Pe narubuco 28 de Abi il
de I83t>.
O Inspector interino.
Jacome Geraldo Maiia Luuuic'l.i de Mello.
Rdacio das Letras. ;} Thetooraria da
Fast-nda da Po ncia de P.ri b..-
temcomprad" a Luiz Gom^s Finei,
aotan.bi'i de39 Dinheiru Sterh'oos por
1$000, pera serem remedidas casa de
S.ini.jel & Pliiilins, de Londres, na con-
formidade das Ordens doTiibunal do
Tbesoiiio Publico Nacional; a saber
mesmas Obi as na Ra do Collegio da 9 ho-
ras, at duas da tarde para fazeiem os ajus-
tes.
Antonio Cvrneirn Leo.
Inipector Geral Interino.
DISCURSO.
Recitado na Sessio d'Assemb'ea Geral da
Sociidade d'Agricultiira, Commercio,
e Industria da Babia, no da 3l
deJanciio de 1836.
WR
Miguel Cal/non Du Pin e Almeida,
Do Confino de S. M. o Imperador, e Vi-
ee-.Presidente da mesma Sociedade.
l. de L St 1059-3 4-A GO d/r Saque
de'2j de Abril de 1836 de H. A. Hongljton,
sobre N. M, Rothscliild & Comp., a or-
dem de Luiz Gomes Ferreira & iiarisfield,
endosssda a Luiz Comes Ferreira, e por
estesa Samuel & Phillips.'
a.*3440 16-8-M-DitQ ditp de Luiz
Gomes.Ferreira & Vlau.fieid, sobre Ba-
ring Bi-i.iheis &Cornp., a orJeui d. I ui?.
Gome* Ferreira, e eudvssada aos ditos. Si-
mut-l & Phillips.
3.*-2200- -.Dito dito de Luiz
Gomes Ferien a & Man$6eld sobre Mairi-
son Crvder & Comp a ordem de Luiz
Gomes rVrrerraj e nlossada aos refci-
dos Samuel & Phillips.
4 *300 Dito dito de James
Mor, t xbre N, M. R"th-child Se C.mp. ,
a nrdem de Luiz Gomes Ferreira & Mans-
fi<'ld, endosada a Luiz Gomes Ferreira, e
por eviesaossobreditos Samuel & PhiUips.
5.'1000---Dito dito de Luiz
Gomes Fe reir Si Manfield sobre Door-
rnarin de Londres, a ordem de Luiz Gomes
Ferreira, e endossada por este aos sobre-
ditos S-moel & Philips.
L St 8,000
Theoura co a7 ceAbi.l de i836.
(Asignado) Joio Goijcahes da Silva.
MEZA DAS DIVERSAS RENDA8.
Pauta do preco correte dos gneros pelo
qual se fazetn os despachos do assucar e
algodo na Meza das Diversas Rendas
d'es'a Provincia de Pernambuco na se-
mana de 28 de Abril a 4-le Maio de 1836.
. Velho Novo
1200 As. B. p l.'sorte 2JJ250 2^-'io
? a.* ,, 2&0a5 2^/25
1000 velho ) 3.* i^)725 1&925 1
DIVERSAS REPARTICOriVS.
1200 Dito M.li.'st.*
1000
2.'
velho 13.'
Algodo em pluma
2&000 2^J200
1 #500 1 #700
l#i00 i#600
l#300 i#5oo
8vJ)000
EDITAES.
A Tbesoraria de Fazenda desta Provin-
<> ten de saccar w.-bie a da Baha, huma
-a da quantiad300^000 em S^duia* j
- por taso aaPes'oas, quequizeiem fazer
1 ta usar cao hajio de comparecer na
r ama Tliezorari, nos dias do seu expe-
o. nifi.
i cretaia da Thezorai de Pernambu-
7 de Abril de 1836.
Jcaqoim Francisco Basto.
O/Ti--. I Ma-or.
Monteiro, Adminisf.ulor.
J'o Pinto de I .......
MaiiOflG"nca'cMda Sil"?.
Antonio Jozede Albuqueique.
OBRAS PUBLICAS.
Os Carpinteros, Ca pinas, Canteiros,
Pedreiros, eSe ventea, que quizerem tra-
balher nasQhras Publicas, ruando izentos
da recrolamento para Tropa de 1.' Linha,
e do ser vico activo di Gardas Naoiooaes,
grtnharido, osCarpioteiros, tanto quanlo
S" paga no Arsenal da Mal inha, e todos os
mais o mesmu que te paga uaa obras par t icu-
li-es j dirijio-se a Caa da Repartico du
Senhores! Cabal seria a satialacio, que
tenho ao dirig-vos a palavra desta Cadei-'
ra, ieno d^vera e$ mente aprecie. un accontecimento, que
nos cade lamentar. O nosso bene <>erito
Presidente o Sur. Conselheiro > Senador,
Manoel Ferreiu da Cmara fiilfjncourt e
S, ja nao vive sean em nos-a embranca.
No dia 13 de Dezembro do inuo prximo
passado, fallecen nestd Cid'de, e d-cuic.i
para sempre no jarigo dos Religiosos Fran-
ciscanos. Ilavendo-lhe p'-'-stado, em seos
derradeiros instante-, oeoficioa, quedeyia
mais sincera nmisade, posso te-temu-
nbar-vo*. <|iie no Sol posto da vida elle
1 nao desmentir o carcter do Sabio. A
serenidade com que pedio jt socoorros da
Reli^iio, e com qua se nou, he o mais
brilhanle colorido do ultimo retrato do
hoinem esclr.r- ido e justo. Sos'feitos
cornoC>d.>Jo de 40
aunos de vida publica, o recommndam
mmoi ia da Pati ia, ag adecida ; e seos" ex-
foi eos liara o d nossa Agricultura e Industiia, o recom-
momlam nossa justa Saudade. Honre-
mos, pois, as cinzas do nosso i. Presi-
dente !
Outra perda, i,g0 menos.depIorSvel,
qil Providencia, qdu Houvess-mos de
solTrer: p*. ece que o anno de i835 loni
aziago par os raros ornamentos do no acauhado Templo das Sciencias, e Litte-
ratura. O Sor. V>sconde de Caiu, An-
cio veneravel, e um dos Socios Honora-
rios, com qtie mais se ufanara a nossa So-
cied.de, deixou tan.bem de exi-tic A
moi te inexoravel corlou o fio, ja a. Iga-
C'do p>.losannos, ue prenda vida esse
N tor da nossa Gente Erudita, esse Brasi-
leiroSmitli, quem devenios as primeirai
ideas econmico polticas, esse Legislador
do Comniercio, e impvido Orador, que,
na Tribuna parlamentar, soube aliar (o
que he liem raro l) o saber de Cicero
constancia de Scrates, e o talento de Se-
nec virio le'de Catio. Na f.Ja ousa, que
cobre os seos restos mortaes, a nossa Mo-
cidadeachai repre. ntadas, como em lu-
cido espelho, asimagens do S*her, da Le-
aldaile, e'da Honra. Homernos igualmen-
te > tmulo deste Ilustre Bahiano.
Taes f rarn, Sur*. os desastres, que o
Brasil, e a nossa Sociedade experimenta-
ra m ; e' magoa, qUe sinto a relatal-os
accre-ce-me a di dn confessar, que, nao
avallando entre nos o numero dos homens
encanecidos na cultura das'Sciencias, ja
pou.-osem verdade nos 1 estaco ta plana dos
Vr6es, cuja Huerta arabei de memurar.
Oxal, que napiesente, ou anda na to-
tora geraco po-rn elles ser dignamente
sulislUnido-! Volvamos porrn os olhos
para oulms ol'jectos, que nosanedem de
ta'o lgubres i.leas.
pof ventura ha ainda bomens, que nio
crean na ulilidade e prefino do nosso
Instituto, nenhuffi outro remedio para ij-
so encontr sno o da nossa paciencien-
ca. Nao profesaron, o Islamismo, j,eJ
o* nosso- Estatutos s para que facam s creles golpes de semi!
Iair Deixem s por tanto ao pregresso
da civilisacio, e ao curso do tempo o cuida.
doeempenho detrajel-os razio. New
he esta a primeira hoa Instiioicio, que te-
nha sofrido, ao estrear-se, odespeito de/
algnns, e a ndiTerenca de muilos.
O quadro 'numnal dos nosso Socios.
F.lecti vos eleva.se ao n. de 276 ; masdes-
tes fomente 110 tem pagoas joyas, e con-
tribuido com os mensaes. A'esta Assemble''
compete resolver .^sobreo modo de extre-
ma r os verdadeiros Socios daquelles, que
tem renunciado tcitamente esse Ttulo.
Comamos ja o Humero de 22 Socios Hono-
rari.<8j que tem respondido Sociedade;
assimcomoo de SCorrespondentefeEdran!
geiros. Cnnrir publicar ienitivamente a
leUcio lutbeMca de ldos os Membroi da
nossa Sociedade.
Continua-se .
CORRESPNDRNCIAS.
Snrs. Redactres.
Estado da Sociedade.
Organizada em Marco de 1852, eraal-
vista oos tres primeiros anuos de ana exis-
tencia, a nossa Sociedade vai ja a'raldndo
j algumassimpalhias, elogiando
; e^ureco dos amibos da pro-pordade Pu-
blica. O fado inn^g-ivel de hter ella so-
brevivido quantasoutras Soc.dades fo-
ram geradas na mesma quad.a, a marcha
regular dos^o Conselho de Direccio, ea
luuvavel constancia dos 9eos Meinbi o-, tem
v desvanecido alguna preconceilos, e desar-
mado otando dos mol quereates. Ese'
Nunca pencei escrever para o seu est-
mavel Diario, a tanto hoje me obriga a
ordem dudia ia do coi rente, do Coman-
dante do Corpo Policial o Si-. Teniente Co-
ronel Francisca Antonio do S Brrelo.
Aparecen no Diario de 11 do crrente me*
urna coi rtspondeucia do Sr. Feliciano Jot
aquim dos S ntos na qual dizia que o Sur.
Sa Brrelo tinha deixado de eutiar para
o Thezouropo ajuste de con tas do Corpo
com aqosnt
zenle estava o Thezouro no desfalcue des-a
tjunta : esta carta excandalisnir 'Je morte
ao Snr. S Barreto, e o que esl' Snr. de-
va inserir mediatamente mostrar ao Pu-
biipo, e ao Governo que elle tinha entrado
com osmeucionados 500$ rs. (o que ja
mais no taeu fiaco pencar pudei pi ovar),
ed'esta ai le destruir a' censura ou arcu/.a-
cio feita por o Snr. Santos; fez poim o
que ninguecq e.-pera va, e pasto a narrar.
Oidnou oSjir. S Brrelo em ordem
do dia 1 a do correle mee que o Snr. San-
Ios, eeu fiavamos privados de entrar no
Quartel, respuuc<>brIizfndo ao OHtial de
Estado, como se o Snr, Santos, etu as
poocas vezes que ali temo bido tem sido
para ulgnni fim injusto. D sse, Snrs. Be-
d. dores des.- hafo muis pequeo? Na>
0 Srir. S Barreto como todo o Corpo Po-
licial sabe que o Snr. S-mtos tendo alguns.
bensda fortuua, e um genio a toda prova
bem fatejo, presiou sempre o sen dinhei-
1 o, sem o menor iuteresse a aquellesSolda-
dos do Corpo que d'elle prcizivo (oxal
lojse s a Soldados), e mormenteaos de sua
Companhia ja por emprestimo, e ja pas*
sando ordens para se darera fardamentos
a os meamos, e por istotrasia sempre nao
mu pequea quantia por mios de alguns
individuos do Coi po.
FoioS'ir. Santos demetido, tem hido
nasoccaies de p-g^mento ao Quartel
ver se vai recebendo algum dinheiro do que
tem em desemboten: eis o fim deleroSr.
Santos hido ao Quai le etu Snrs. Re-
dactores porque razio t< bem fui privado
de entrar no Quartel ? Nio sabe, pois eu
Ibedig'i, foi poique o Snr. Santos depois
da sua demisso foi a muba caza por duas
vezes, vi,ia de quantos ektuvio na fren-
te do Quartel aoride moro ; ju'g<>u talvez
0 Snr. Sr. Barreto que eu teria dadoalgum
Con'igenl.- para poder apaixi.r essa cor-
1 espondencia que lana honra Cae ao Sar.
S Brrelo, enganou se perfeitamente,
porque o Sr. Sanios para a publuacao des?
sacarla nao havia mister de mim. Snrs.
Redactores quem anda a os Porros a toda
parte Ihe roncio : o Sur. S Brrelo sabe
que sou incapaz de faltar a verdade, se for
algum* vez chamado a Juizo, p,-.i depr
confia oSnr. S Baricio, ou contra outra
alguma pesst-a. Tornq.a repetir, dasse de*
sabafo mais pequeo, do que o do Sor. S
Bar etu, cora o Snr. Santos e com-migo
nio obstante nio ter sido demetido por per
dei a ronfiauca, c sin porque pe di, po*


B l A E \ O D & PER :4 A MBBC O.
*
re en ja era mal visto nos ultimes das exn
qucseiyi, e porque? porque, vohinlaria-
irie it3 dis-e'no Quarlel que o Sar. Santos
en ora Official probo, e que se da va a res-
peilo Are. &c. e desde e*te dia o motivo de
pedir demissio, Ali Snrs. Redactores o
tiro do Snr. Santos ferio muito na asa do
Sr. S Bar.eto. Nao dt>" a ninguei,i ad-,
roii.ii' semilhanle ordem do.Sr. S Brrelo
quando este mesmo Sin. Comandante Ge
ral ja oulr'pra ordenou em ordem do dia
que individuo algum de seu Comando po-
dara escrever pava,o Diario contra o seus
S perioie, fubuipando peur-s contra os
que o contraro fizessem. .
Snr. S Ban .lo este nio lie o desab'fo,
que V. S. deve tornar do Snr. Sant -s e dos
que Ibbfo afec'qs, deve sim mostiar com
maioi evi-'ni.a que ntroucopv os taes
500$ rs. p .a o Thezpuro,- porque, quan-
do en para vivir nio pei^zo liii* aoQuar-
Icl qtianto mais o Snr. Santos. Outia Ov-
deni, Snr. SBanto, i>ai i que os indivi-
duos do seu Caminando fiquem iuteiramen-
te prohibidos d cortejar, e mesmo de fal-
lar com o Snr. Sontos, quer emsuu caza,
ou na roa. -i
B*s'a Surs. Redactores rogo-lh e o,nhze-
quio inserir esa no seu Diario no qu> m.i-
to ubrigai ao
, S..u Resignante
Matmel A. Nunea Machado.
lista correspondencia existe i roais
de 10 dia" era no-s mo, pequeos moti-
vos d C*RR.
affirmar isto em Pemamouco ; affirmar j Q' mais qnerem ? Po.de hav r opposica
islo perante o nosso Povo, ou a fin mar que
ura boi vopu, ou que a nev he quet-te
n5 he urna, e a mesma couz ? Quat foi
o Prezidente, que, como o Sr. Paula Ca-
valcanli, j runu em se'! favor a oppi-
ni-5 de todos os paitido? Qual a vm,
como S. Ex., coroadoM de feliz exiti iodos
os actos de sua adroinistraca 7 Qual ero
fim i se achou, como seacha o ir. Pau-
la Cavalcanti, na brilhant a\\ lude de fa-
zer imperar a Lei, sustentar a diguidade
da Provincia, ea do G'rrcmo sem se ver
obligado a tranzigir com a sucia, au/inta-
da al oanno pas-ado, como directora das
Autboridades iie Pe nos apuntar d< pois doluluo*o7 de AI-riL
de i83r, a excepcf do muito honrado,
IntegerHmo Magistrado o Sr. Francisco
de Paula Almeida e Albcqueique ; mas
nimiamente sincero, e de um ,enio algum
tanto b>ando pri-fiT'U reixar as redi as do
mas delirante ? Quem deu o tiio no Ju-
rado ? Igno. se. Mas que lem S. Fx.
com este fact< ? Uvsnhedereu-se por ventu-
ra a S. Ex., fez-se lhe algum desaralp ?
Um malvado coni'teu um crime h-i-
roso, e o commetteria anda que fi.s.e o
Prezidente um Anjo. nada mais hoove.
Si este focto po'e S| rvir de desgosto, pre-
cindindo dos sedimentos, de humanidade;
ai o numero do ioubo, e as-assinios que
houveiam, e tem bavdo (nunca, nem
em termo medio dos que houveram no
tempo dos predecesores de S. Ex.) de-
ve.-sem d i mesn a soite cauzar desgos<- a
a'guma Aulhuridadc, cauznr>*m sement
ai s Sis. Jnize* de paz, a q."* exrlu va-
mente eslava incumbida a p..lir e a ruja
malvadeza, (sa'vH em ludo semnie M hon
rozas'.xc-pcoeri*) de uns, cmivencia de
outros, e impericia di q"-sp tod'i 8 deve-
ra attubuir a rep- tico de taes rr-mes. s
Gov i lio a ignominia de Iranzegir... (d) J 0 pul)li' o nao sou'iesse u 'I! s -.i li ii
Snrs. Redactles.
Muito me alegiei quan-lo vi o projecto
sancion-H^ por S. Ex. o Snr. Presidente,
ti ve o nui-r psazer que poda ler : mil
louvores tenho dad^ao UeosSopremo pa-
ra que o mesmo Snr. de tantos anima de
vida a S. F.x. como deo a M*ihu*alrm,
para coneei vitjlo dosucego esta Piovin-
cia ; e j passo a ir ao matt- manifestar a
meus Con.padres, amigos a prosperida-
deque agora va i ler o socegn Pub'u-o. Te-
nho a advertir a S. Ex. que a proposta que
fizer para osOffijcmes de G. Naci^nae.s, se-
ja .dos que exi-tem com Patentes confirma-
das, oU naquees do conceito de S. Ex. ;
e os que fortn fritos de consistorio chme-
os para o ser vico activo ; p<>is que a L-y
nao os i/en(a dose vico, para elle sabeiem
se a granadiira tem i t au-a lei-, ou nio ;
e nao terem tantas impostu 'as. Alerta
meos Cam; radas Soldados ; olh9 bertos,
clamem pelo seo direitc, que S. Ex. fai
justiqa.
Queio Snrs. Redactores, iis'rir es-
ts Unas lionas de hum seo asignante, que
lhe ser assas agradecido
O Vci'dedeiio amigo do Socego Publico.
. ..... .--- -..... -
- BB
ARTIGO COMMUNICADO.
O numero la da s lhoPernambucano, publicad. ontem, ou
o Cnsuluicio e Pedro 2 n. la, conti-
jiua com o maioi despejo a calumniar ; e
e a<> mesupo passo que finge reprovar os.es
criptts i-i.e se publicain sob o li'ulode
Meaquia Jpniur, e P.mte da Baavista,
cuja acrimonia e s iras reprovamos, e
sempre reprovaremos. ca na mesma falt i
aeciavando-a anda riis com o lado a
mentir despejada mente em suas mu in-
scas stiras : m- sentreguemos ao despie-
zo que merece entes talvez bem d-spre-
ziveis, equecuberl" de oiimes, Btizam-
se da salutar lil'erdade da imprensa, pa-
ra, sobacapa uoai;onism< e como o in-
fame salteador, atac r quem nio 01 cul-
ta seu nome, e que obrigaiia a seus co-
bardes inimigoa a lhe darem urna satis-
facio, si nio receiasse encontiar algara reo
de pulHa, cuja sali>fa< io envergonha o
hooiem que muito preza a honra; vamos
por tanto duer alguma couZa *ohre o qae
no tal numero i2 se l em ou'ro sentido.
Diz e e numero*. que inda nern
um Gobernante cotitoii < m Pcinamr'O-
co em menos tempo mais revezes do
que o Exn. actual Preziden'.e !! Ora
Acazo .'C peisuadii o Jori al Gonati
tuija e P. dio 2..0 que grande d- sgoslo
ha tido S. Ex. emque certas pescase-m-
punham a actual opposicaS ? S" he isto,
muito se engaa : be t-i6 ideidente a S.
Ex. que lhe f.eam cpncsic.-S, como que a
*~ 1' L__1 i_ fl( ___K_A ^ Hf. *!..(. i-i .-a 1 ~
pm grande parle d immiralidade Nm
tinh"1 G-ivrno antes do tiro dos Jurado*
mandado por a dtsposicaS d<. Sr. J.-z de
OirVitoa forya que nqu-sitoi. ? N. 6 sa-
bia dos piectdentes o Sr. Juiz de pa rio
I)estr''o do Colegio P Sim tudo asim fui;
ri- fiQam 5 sa5 pefoS que na& da ornis i mas o tiro despaiou-s-p, e dua W'imas i-
peqoeno moVimentoao fiel da batanea po- j nKn.lM perectrm Que Anlhnridade
liiiea tie Pernamtac ; e que nun.ca te- j pois sorfreu um revs n'e-te foeto ? O Exm.
di
Sr, Prezidente ? Nao : logo furarn em
duyiaa os Srs. Juiz de Deito, e Juiz de
Paz. 'I alvez, e at sem 1 ico de errar se
pode affirmar, que si a policia 'aquella
actoestvesse incoml-ida a ura Oficial de
priineirH Linh, e nao a Jnites, cuja les-
popaabilidade he um illusa, tal vez di
Governo over-se respeitdo, e amado por j amosque, o malvados desp/iraseoli-
uin povo inleiro ?! Para qe maisP Po- r0f on se 0 fizesse. a -leixnsse de ser co-
mn diz mais o Jornd, enumerando sera nhecdo. e ptxo Deu-se um tiro i>e-
riam dado esse pequeo qe deram, si
sempre tivessemos tid- por Prezidente, um
Paula Cavalcant'. Q' momentos de mai-
or prazer para o u Vv-no o ver sabir pela
barra urna Criada completamente pada e armada, a despeito da intriga dos
Marreos ? Que maior prazer para um
duvida < s itve7e-. que tem S. Ex. offit-
do luante sua Adaiini-traca e O tiro
i dado no Jur,.do, os infinitos roubos, o
assas-inio3, que houvj;ram o'esta Cida-
de, ei'S ve/inhancas, mal tomou
S. Ex. a*rdeas da adroinis'raqaS Pu-
blica, eos que agora l-6 h^vendo, is
desordena deGoiana, Mocos, Paj de
Flores, e asub'.eviQ^p dos Soldados no
Aeampomenio d'Agoa preta, fazein .
(a) Nap pretenda mos dar cavaro com
a rorie.-p. icia de um tal Adoptivo do
n. 8 dp Coi-4iluica6 e Pedro a j por que
estamos resolvid" a nao riai p.Jha a hes'tas,
mormente ao tal Adoptivo, que he'.1 pode
ser algum laberneiro que as-im mesmo su-
jo de azeite 'Qliveia, de manieiga &c.
&c. sespiezenta leplo no -Con-t. e P.
2. paianos insultar ; cqrn tudo veu
pelo, e n..5 podemos rraeafir a sorega de
lhe responder : Lvai respo ta N.>5 t
vemos a menor paite na rusga do Campo
dos Canecas, antes sencurames a precipi-
tar;/ d'es-e acto ; lea-se um dos Diarios
da Administrag..5 de Janeiro de |834. Na
rusga das 5 Pon's, santas int- n?oens ali
nos levaran; e diga-o o S-1. Coronel Fr-
cisco Jacinto que enta commandava) as
Armas, e que de tudo sabe. O nosso com-
poi lamento na BahU nada tee de repre-
hensivel ; na6 temos cutp de ter grave-
medte adoecido, lea-se 9 Diario do Gov.
de Peni, de 16 de Ji/lh de i8a3, e se ve
si o nosso compoi lamento tem marulia,
ou'se nieiece louvor. Nunca em nossa
vida fomos Agoa Preta, por ta-tlo a!ij
mente com todo o despejo o tal Aloplivo.
S. feixamos as porta- de Palacio na rus-
gas de 1835, foi por que o Exm. Sr. Ex
Prezidente primeira, e segunda vez mis
orrierinoo que o mandassemo fazer como
foi tts'.emunlu o Sr.' T> n-nte Coronel
Francisco Antonio de S B>rretto, e ou-
tros. Si finalmente o tal Adoptivo qner
devertir-se meta se em alguma lUSgoinh,
ever para quan'o prestamos ; e ver que
si em Abril de 183a nos destiiiguimo-, ex-
pondo-nos tantas vezes at que em urna
d'e-tas foi atravessado de urna baila oca-
vallo em que iamOs montado, agora meu
Adoptivo, eide pol-o, e aus da sua sucia,
em urna dubadoura : metam-se.
P. S. Tomamos a ler a carta, e descu-
lo mos mais urna menina que vem a ser
o solicito- mos asignaturas contra o Sr.
Lamenha '/resp nd*ra islo ? He melhor
o desprezo do que altercar com um ani-
^eirocomo p tal Adopti'p.
Om.
raote mais oVcem f>es-oa-, nmrreram du-
as ; e o assasin, nao s fngip. como ale'
n-m foi enhecidn O* I"MI de p,.z
eram grandes fomens para p lii ia As
' sordens de G"in<, M's e pai de
Floi-- or'-arara din ante o tempo da Ad-
mnistrc5 dos Antecessores de S. Ex.,
e ttnto assim nne at um d'Elles ft,'. m
pessea Goia.ma, e pouco con enu, |-or
que as desorden!* depois pparceiarn.
Tompu porem o Exm. Sr. Paula conta
da PrezMeiicia, deu as sua* ordena, impar-
ciaes, sem afastar-ae um mnmer'o da Le,
no fim de Irez mezes socegou se Paja,
fi,.rdo lodos salisfito-; acal- a.-a m-se da
mesma -orte em Goianna, e Mocos cerias
tas rivalidades, real'uindo se a p< enl.e
as faroibas; e at ltimamente um toando
de 'adioens que a^olava estes logares
mas de trez annos, foi comp'elamente des-
pegado, comamoite de a guns de s-us
infame-.ros : um descmenlo do mu
honrado Corpo da Polica, inanifdo a
despozica do r*,efe de Polica 01 bastan-
te para expurgar aqoellea lugares de assas-
sinos o ladreen*. Ser<.5 estes os r-veres de
S. Fx ? Ser revtz restituir a ps? N'gue
agora o Jornal esi.. f dos, que pn
sua cnnfuza tereraos o irabalho de Ih o.
provar com documentos. A suWevaca
do Acampamento d'Ag. a Preta. Qb!
Qqi descuberla fizeram os homens do
Const., e P. a sse facto he um
dos que mais abonam a capacidade admi-
nistrativa de S. Ex., e a sua energa. S.
Ex. contava com os >'Jados do Acam-
pamento para organisar a expedi;a do
Para ; manda por tanto o Exm. Sr. Com.
das Armas para os fazer marchar mas
osfnarrhistas maneos vin-gristas, sedu-
zem os Soldados, estes itbelLm-.e, e a fi-
nal o Sr. Coinmandantedas Armas toma
pnr si raesmoa providepcia de momento,
de Ihesdar baixa. Chega esta noticia a
S. Ex. : e quaes fpram as primeiras pala
vra qoedisseS Ex. depois d'-ll.-? Ei las
Mas a exped; 6 marcha, os rabecas
revi Iuca5 ba5 desee punido-, e a maior
m prtedos n-ubudinalos h-o-^e mar-
m ch-i. Com efleito tudo e-icuopi-
do, eemmuipouc i-mpa. J ei-t- 5 no
Pa>700 bravos Pernamhucan s, dando
que facer ao Marrequismo Vin.gisla, os
Cahicas da subleacap do Ae-mpamento
V AKoa P,'<"u e,," PrMO,i e tw conselhn
de guerra ; ealemd'isto os dois C"i pos
de uriuieira Linha e.sta.5 quase comp!ei. s !
Seraest.sos leveze^? ber isto motivo
dedesgosto, pude grande gloria paia um
Covernante ? Bespondam o homens do
Jornal, ou n*gueno e-tes f.icts, quesera
meirpo que negar a existencia do Sol. (!
Sis. ( oruman -nti.s dos Gorpos de prj
meira Linha bno-^ni" \- off. r-cemni-s
quando souberam da uMe\MC ! dados, para marcharem ; mss aU-m ilVsl
heroico acto piopri" de Pernaaih., nev
urna oulr'a inieifeiem i< l v*-ram no apies
lo da expedic.,5, alem da d. uproi. piaiem
e fazerem rrebarcar (|in>ndo o Govem<
Ibes ordemnou, i>a paveas em que f-.ra i
colados, que nao chegaram a duzenia:
Muito ra--- ajulon o Sr. Douior J^aqnia
Nnnrs VJacha'ia, ese Magistrado incansa-
l'el, e honrado, fazendo prender, equa
lificando os lecrulis, a-sim como o Sr
Capitad Antonio Gomes Leal.
Continua o n. ia, dz'ndo que o Jor-
nalConst. e P. a.nao procura de-
piiuir o crdito de S. Ex. Lease esst
mesmo n. ia, e veja-se, como os homem
dizem urna cou/a, e n<> mesmo moaien'o
ibramou'it l Mas nao admira. O ere-
dito de S. Ex. M como Millar, ja como
Eirpregado P ob'iro, e ja como p.iriku-
Ur. tem'.) si lid ssimas ; au lie pois o
Coritt. e P. 1, e m-ni 1 utr qual
tuei juinal ba-tante para iiem por mo-
mentos in.,nch..l o,
CvJiiinua o J01 nal censurando a 8. .\.
por lr .i!fiiar!o as ( amra^ Mu 11 C'li. q"
ria apruvassem pira I sp c'ons de Q iBrj
lei"a os Guardas N u ionats d serv c 1
ordinarjo, e depois de liiar um ArtigM
do Cdigo contra pruducenlein, eonclud
com a seguinte ti-ada jN-6 rabt-moi
corpo S. Et. que at lioje n .J leni que
rido dar pose aos Gdadaa, que lr<.ni
d diz 'jiji-i Governo Supremo na5 pooia
a fazer l< -1 mrb-s, obedeceoao xni.
Mini-tro cuita Le, Xe< utando o A-
1 vizode 4 deMaio. RiBrondMn- a *
to. S. Ex. nao tem quei i '<' dar a po* uo
Empegados da Aliidegappr que o Go-
vernu Grr-l nap OS poda ti ap*t hr, ^
isla da c'ara e termn-ni" de*psii;,,6 Js
Lei Con.-.iitucional de i4 d- J o.hv de
1Q3I, Ar|. 14. qae tira o Gowrw" Gu-
ra I a at'ibuicno de Numear u.e>, Empreta-
dos, e a d exclusiva.! ente a<*s P'-eiideo-
tes, Lei esta que anda nao fui derogada
ecumpiiuS. Ex. a despo.-i,a5 do Aa>
de 4 de M..O de i833, por qae sendo da
atiib ica5 do Govemo Geral dar Instru-
coeua para a execupaS das Leis, e nao ten-
do o mencionado Aviso em nada feridoa
de-po8ca de alguma Lei, (est claro que
devia ser executado ; no qu S. Ex. o-
brou coherente com eus piincipiosde le-
galidede ; por quanlo despondo o Aitigo
16 do Cdigo do Processo para cuja exe-
cuce expediu o Governo Gerai alnslm-
pa exarada no dito Aviso ; qu'i em
eadaQ arteiraB heja um Inspecior, no-
meado pela Cmara Municipal, e pro-
poste pelo Juiz de Pa-/. dentre as pessoas
bem lonc.iiuadas do Quarleirn, que
sejaai maioies de 2i annos e dt pon-
do o Art. 17 do mesmo Codito o seguin-
e Os Inspectores sei *5 despencados de
todooservico militar de primeira boba
das Guardas Nacionae* etc. etc. n he
e"' ente que determinando o Avizo que I
os In-pectoress fossem tii.iJos da reser-
va em nada ferio. > despo>ica.5 do -Cdigo,
por quanto o que este esencialn ente dcs-
poem he que os Inspertor-s de Quar-
leic sejaiii piopostos pelo Juiz de Paz,
confirmados pela Cmara, e despencos de
todo o servido militar ; \>Q> na5 lendo o
Avizo em nada alterado estas desposicoens,
tif evidente que devia ser executado. E
nem se diga que a parte do Ai t. do Cod. q'
determina que o Inspectores sejam tira-
dos dtnie as pes-i s bem cpnceitadas do
QuarteiaS, e qoe tenham mais de ai an-
uos de dade, importa est'ouli : Logo
que um Cdad5 fo,r propo-to para Inspe-
ctor, n5podei mais o Goterian *nler-
yir n'esa prono ta -- N..5 Senh--r : essa
pai te d- Cdigo he urna do p> sicc que tQ
diz respeito a- s Jnites de Paz, e as Cama*
ras; (joeiemos dizer, he a regr.. pela
qual aquelhs se de?iam g' quando fi-
z- s-fiii as piopu.slas, e esias quando asap-
picas-em; e si na ic-spoiidam-nos : po-
i'i-m ser nrnneedo lospeeterva de Quar
ei-a osilfi' i-e>, e Sol.'ados de piiuieira
Linha? Nao; n as nao diz o Go lig ,
que ti liispe' i-re sejam despi nc do- do
ser ico de primeira Liona, e do UaG. Wa-
i MUTILADO


DIARIO DE PERNAMBCO.'
oiorul ? Dizsim; n'este cazo a mililira
rtgra sem excepcaS para estes, necesaria-
mente devia militar para aquelles : mas-
nao militando, segue-se que o Cdigo si)
o que despoem he que depois de um Cida-
daser Horneado Inspector nad po'-sa ser
ronstrangido aoservico Militar, e foi isto
queoCuveruofez, e nada mais i Q.edi-
jerenca pois nao ha entre a nomeaca dos
Ofliciaes da Alfatidega, e a desposica Tes-
te A vi/.? Aquella o Governo Geral nao
a podia fater; e para esta completamente
eslava aothorisado pela-Constituidas Art.
122 10.
l'.laiera o Jornal Const., e P. a. ;
esbraveja, e, no aparo de seu desespero
por ver a Polica arrancada das mns da
mberilidade, vomita urna enxonada de
injurias contra o Sr. Doutor Nobuco, no-
ineado Promotor Publico, e nao conten
leainda ; anda nao satisfeita a gana que
iem a esse Brazileiio instruido, que muita
honra taz asna Patria, a hospitalera e a-
prazivel Babia, continua com destruidor
espirito de bairrisroo a de-seminar a de-u-
nra6 entre os Brazileros; mas em balde,
Pernambuco despreza essa tatica sedica,
reconhece-o acert da nomeacad do Sr.
Doutor Nabuco cujo elogio consiste na
mrsoa npposica que Ihe fazem. Mas
ainda que o Jornal mostra um odio impla-
ca vel contra todos os Srs. Habanos, de-
lie taftbem na5 api ova muiloque em Per-
nambuco se empreguem pessoas, que a-
qui na5 naseeram : 'porem querendo nos
atinar com a coherencia d'esle anl'Naco-
nal hainismo, roui diverso d'aquelle hem
entendido Provincialismo, que em paite
constitue o carcter do nosso Povo, ja-
mis o podemos conseguir A mais de
tres anuos que o Velho Pernambucano,
Jn'je Constituica e Pedro i.", se pos em
campo ; todas suas paginas temos lido ;
masen nem uma encontramos, que se re-
provasse a Nomeaca do Sr. Camargo pa-
ra Secretario do Govarno, guaidando-se-
be o seo lugar durante o lempo que mu
Joamente ocropou a Ptezidenria das
Alagoas ; nao i'urarp reprovadas tabem
is aceitadas Noroeacoens do Sr. Jo*5 Gon-
, a I ves para Inspector da Thezouraria, do
Sr* Manoel Giegorio para e Alfandega,
4'ivel, a do Sr. Paquete etc. etc. V. nao
viascei am todos estes Srs. fura de Pe nam-
bur? Si-n. Ser s contra Badianas o
hainismo? Nao; porque nunca >foi re-
-provada a nomeaca do Sr. Barata (que
mui bem lem servid") para Fiscal dVsta
Fregoari*, e de outro Srs. Babianos, que
e arha eniprcgados. Avista d'isto, que
eronclue ? Que a sanha contra os Brd-
anos, e deseovolvens porq' oExm. Sr.
Paula nomeou um Bah.ano Q' misera-
vel opposica tem a actual Prezidenria !
Continu pois S. Ek. a dar-nos seguran-
ca, e a escolher o mrito, encontr o on-
de o encontrar, que cada vez mais captar
a amizade de sens Patricios : ees (a ex-
repcad da gente do Jornal) muilo se alis-
zeram eom a nomeaca do Mouarchisla,
lo muito honrado, independente, instru-
ido Sr. Doutor Joze Thomaz Nabuco de
Araujo Jnior para Promotor Publico.
Sensura o Jornal o Ezm. S Presiden-
te, porque ainda nos conserva noempre-
go que mais de tres annos exeicemo,
-v so que sencuramos os ctos da Admi-
11 i-traga Geral, e mostramos que o Extr.
e Rm. Sr. I ^re Regente nao be efse ho-
sai para Lisboa no dia i4 de ftaio prximo
futuro.
ARCENAL DE MARINHA.
No Arsenal de Marinha se admite dois
ca pinas para as obras occorrentes no ser -
vi;o do mesmo.
O mesmo Arsenal de Marinha tem de
comprar no dia 2 do prximo mez de
Maio os gneros seg i ntes : 6 saccas com
arroz, >. pipas de vinho hom de Lisboa, 10
alqueires de feijo, 1 quartola com 8 a 10
arrobas de touciuho hom, 2 pipas com a-
/.eite doce, 8 arrobas de caf, 10 arrobas
de assucar branco, e A grandes toneis de
5 6 pipas.
Arsenal de Marinha 28 de Abril de
i836.
Antonio Pedro de Carvalho
Inspector do Arsenal.
AVIZOS PARTICULARES.
Perguntase meza actual da liman la-
de doS. Sacramento da Freguezia de San-
to Antonio, qual o motivo de ja, ej nao
teiem nomeado hum interino Procurador
Geral, t que baja huma meza conjuncta
para ractar-se do novo compromiso), vis-
to que o actual Procurador Geral Iucape
-Joaquim Ignacio Con ea de Brito, nao tem
comparecido as mezs que tem havido,
como he de seu dever e ohrigaco, vis'0
ser avisado para ellasOh'Tmpora, oh*
Moresisto dezeja saber o
Devo Faustin.
que tando aparecido por mais d'uma vez
encontr de pe-soa de igual noffle, assigna- !
se d'boje em diante por Joio Haplisla de
Souza Lemos.
*xy Pergunta-seao Snr. Commandan-
tedoy.0 B.talho se no dia 24 do corren-
te autborisou ao Sargento Padilha do mes-
mo Batalhio para Foiteiro do Theatro,
visto acbar-se elle oceupando o dito em-
prego e probibindo a todas as pessoas que
alli pietendiio entrar, assim como fez com
um Soldado do Coi po Policial que nao i6
o de.-authoi isou com palavras, como at o
prenden.
OG.P.
Grande sortimento de calsado d8
Lisboa ? botins, sapatos para homem d
todas as qualidades e de senhora, de tnlr
roquim, cordavo e duraque de todas a"
qualidades, selins ingleses muito supera
res efrancesesjde todas as qualidades, to-
do por preco commodo: na ra Nova D~
i 3 leja deseleiro.
Urna negra de meia dade, muita
^dia, cosmha o diario^de uma casa, ei
Precisa-se de um homem que sai-
ha desletar vacas de leite, e para pastora-
las, dando conhecimeoto de sua conducta :
quem a isto se quiser pro por dirija-se a
a ra do Queimadoloja de fasendas D. 8.
mem extraordinario, que seapregoa. Ora
ao Jornal tem c.ouzas grandes, e he mesmo
urna Constitucionalidadeem pesooa. Nos
wimos criminoso, porque seru desacatar,
tratando com o mais piofundo respeito ns
Pessoas. e ^ emportando-nns cuta os fi-
ctos, ossencoramos ; os Srs. da Cons-
tituica e P. 2.* sao uns aantrihos,
insultando, atacando a Pe*soa do l'.xm.
Sr. Presidente, econcitando a popuUcaa
4ima rebcllia Com H'.-ifo os hoineiis
sao imparciaes, querem mesmo para os
nitros 0 que querem pura i>i! Dos os A-
hencoe.
Om.
CORREIO.
A Galera Brasileira Nova Aurora de que
* Capillo Jt'ie Joaquim Das dos Ofaires
Na padaria da ra do Rosario lar-
ga de Joio Manoel Rodrigues Valenca pre-
cisa-se de um honieni que trabalhe de ma-
ceira, mi tamhem sealuga ulb preto para
o mesmo fim : quem se achar tiestas cr-
cunstancixs dirija-itea mesma paratractar.
Cav* A pessoa que avisou pelo Diario
precisar de 1:000^)000 iris a premio, por
lempo d om anuo dando uma casa por hi-
poteca em Ob'nda, dirija-se ao Fo< te ,do
Maltos a prensa de Joaquim Pereira Bastos
que o m-^smo dir quem os il.
%9 Quem precisar de uma mu'hcr
sem pencioalguma para ama de uma casa
de homem soltriro, e que seja desapencio-
nado, dirij.i- se a ra da Lapa na loja do
sobrado defronte de uma nova casa de pas-
to.
MP Jlo Galdino dosSantos Vita!. No-
tario da Freguezia de S. Frei Pedro Gon-
calves do Recife, faz sciente ao Pnbco, que
lem oseo Carioriem casa do suh-Prefeilo
da mesma Freguezia Joze Antonio la Sil-
va Grillo na ruado Vigario onde oachaio
a qualquer hora.
jcy O ab.iixo assignado faz sciente oa
respeitavel publico, que se retira desta Ci-
dade para a Europa : as pe.-soas que furom
seos credores, queirio a presentar as suas*
contas no praso de quinze das, alim de se-
rem pagas; as.-ioi como liobem aquellas
que Ihe sao de vedoras, qneirio saldar qui-
to antes as Mas, fien de poder milhor lser
a sua pi c-tenco.
Fernando Joze Brague7.
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio de Janeiro.
r O Bigue N. General Cmara de
superior maroh*, o qual partir infallivel-
u. en te no da 10 de Maio : quem no mesmo
quiser car regir, ou ir de passagem, para
o que tem excelentes comodidades, diri-
ja-se abordo do referido Brigue fundiado
no Forte do Mallos.
COMPRAS.
Urna porcio de pennas para flores; na
ruado Cabug luja de miudesas D. 4. ou
aununcie. ,
MT A obra Paraizo perdiJo, era Inglez
ououtro |ualquer livro de verso inglez:
annuncie.
%C^ Uma pretir.ha, ou molalinha de
6a 8 anuos pouco mais ou menos: na lo-
ja de le lagem ao p do Corpo Santo n. 69.
LEILAO.
Diogo Ha'liday pertende fazer leilaTo
d'alguuia niobiiia da casa na Terca feira
3 de Junho pelas 10 hoias na casa da sua
residencia, ruad'Amorim.
ma sofrivelmente, lava de barrella, e ca
paz de qualquer servigo de casa e ra : n* t
ra da Cruz do Recife n. 6l, segundo an- ,
dar por sima do Consulado de Franca.
%Q^ Um taxo de cobre proprio para re-
finacio, com 4 libras de peso, ja 500 res
cada libra, e umaescumadeira tambem de
cobre: na ra da Cruz em casa de Joio
Mallieus.
^fW Uma pessoa que se retira fcPesta
Provincia vende uma escrava de 20 a 24
annos, lava, engoma, cose, ecosinba : nes-
ta Typografia se dir he.
Vtf Um cravo ainda *em [muito bota
uso, e de boas voses: na ma da Penba
D. 5.
'IG""""* Vende-se ou'frenta-se o muito ve-
leiro, forte, e bem construido Brigue Es-
cuna Oriental Bella Uniio, de porte dsete
mil arrobas: a quom Ihe convier a com na
ou a fretamentose pode dirigir bordo do*
dito Brigue, fundiado na praia do co.fe-
gio, otra ruado Vigario D. 12.
G=3* Foliabas de porta, de Al-
gibeira, e de Padre, para o pre-
sente auno de 1836, por preco
commodo, na Praca da Indepen-
dencia, loja de Livros N. 37 e
.38, e na ma da Madre de Dos
venca que foi do Rezende.
ARRENDAMIENTO.
Arrenda-se annualmente, uma bonita
casa (abarracada) prximamente acabada,
com cinco quarts, e defronte da casa de
D. Lautiana no Manguinho: os perten-
dentes, dirijio-se a casa de Lourenco Jus-
tiniano de Sigueira, no mesmo lugar que
alii se contratar o ajuste annual.
VENDAS.
Os Administradores cas* do
fjencido Jos Francisco da Costa ahnixo
asignados, deSejando dar conta dos actos
de sua Administracio, por acabaren) de
liquidarob|ect> s, queais-o se oppunliio,
convidoa todos os Srs. Credores mesma
e*>u, para compaiecerem impretervel-
mente no dia ultimo do correle mez d'A-
bril, pelas 10 horas da manha, na ra da
Cruz n. 39.
Rita de Almeida Costa.
Joaquim de S'iuza P nto.
Francisco de Paula Pires Ramos.
OflTererc-se para ser caixriro de
c*sa, ou de ra um mopo Bi a-ileiro, pres-
tando fianza a sua conducta : quem quiser,
annuncie a sua morada para ser procura
da.
|f]^ Precisa-se a lugar uma negra, para
o servico de pouca familia; d.ndo-se o sus-
tento, e boa paga: na ra Direita Tjpo-
gralia D. ao.
Jvle Baptisla deStizafaz sciente
Uma legoa le trras com meia de lar-
po, pitipria para toda a qualidade de plan-
tacio, na freguezia d> B.ejode Arria Pro-
vincia da Parahiha do Norte : a billar com
o Snr. Doutor Francisco de paula Gomes
na roa Nova.
W^ Um sitio no Arraial naencruzilha-
da qoe va para Apipucos om grande rasa
de vi ven da, e para negocio, com estriba-
ra, algumas arvores de fructa e muito boa
agoa de beber: nesla Typografia se dir
quem vende.
WT* Urna pnt-co de louga azul com
pouco uso; copos, calis e garrafas de vidro
moldado no mesmo estado: n'esta Tvoo-
gr-B.. ,K
*y* Uma escrava crila, que represen-
ta a8 a 0 annos de bonita figura, sabe la-
var, e osinhar : na ra do Queimado lo-
ja defase trias D. 8, se dir quem vende.
}&* Um molalinho de quasi quinze an-
uos, promplo no ofHcio de sapateiro, bo-
nita figura para pagem, belicima educa-
cao, e albeio a vicios al o presente: no
Rcijftur0 da Companhia ra dos Qi.ar-
leis.
ta^ Umcavallo preto com lodos os
andares muito manso al para Senhora
com aparelbo de elini, e coldres como no-
vo, etima ptima espingardinhu de expo-
leta : no dito Escriptorio.
Wpr B.tiiisdeLisIxi, sapatos de mar-
roquim p.ra senhoras, ditos desetim fran-
eeses, tamancos tanjo pira homem como
de senhora, ponas de ;isso em carteiras de
muito boa qualidade, e miudeas de todas
as qualidades ludo p modo : na praca da Independencia n. p
Taboas das mares cheias no Pono de
, Pernambuco.
10Segunda - Ol. 30 m
,,T:-^. j i*-Q:-j s 03 i/ c 0. - I-18 2- (i N
-S.^-Q:-- - 2-54 N
v,4_S:: ca 3-42
5 -:, ce - 4-30 l>
16-D:* a - 542
Tarde.
NOTICIAS MARTIMAS.
Navios entrados no dia 27.
ARACATT; aa dias; S. Delmira, M.
Jor.e Joaquim AI ves : varios gneros : a
Thomaed'Aquino pinto Bandeira. Ton.
61. Paasageiros 6.
PORTO; 28 dias; B. P or. Importa-
dor, Cap. Manoel Pinto de Araujo : va-
rios gneros: Manoel Joequim Ramos e
S lv*. Ton. 344. Passaeiros30.
RIOGRANK do NORTE; i4dias;
Esc. Couceicao, M. Joze Jiuqum Duarta
Pereira : vai ios geneos: Lui Joze Coe-
Ibo. Ton. 63. Passageiros 3.
Saludo no mesmo dia.
SALEM ; Palaxo Amr. Amitby A., M.
Rachard H. M. : varios gneros.
HAV1BURGO; B. Esc. Hamburguez
Fortuna, M. P. Pe terson : varios gne-
ros. Pas-ageiro 1.
LISBOA; B. P. Felicidade, Cap. Mi-
guel Ribeiro: varios gneros. Paesagri-
103 5, e2 esclavos.
pe a. na Tip, no diario. i836.
MUTILADO


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