Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01807


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Full Text
ANNO DR 1836. QUINTA FEIRA
28 DE ABRIL N. 93.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PitaHAMBDco, Tvr. ob M. F de Fxai*. 1836:
DIA8 DA SEMANA.
35 Segunda 8. Marcos Ev. A. dos Js. do C. de m.
e de L sea. da Thezouraria Publica, e Chae, de
t
26 Terca S. Pedro de Ratea Re- de m- and. do J.
de O. d t.
27 Quarta S. Tertuliano B. se*, da Thcz. Pub.
28 Quinta S. Vital M. Re. dero. aud. do J. do
C. de m. e de t-
29 Sexta S. Pedro M. es. da Thez. P. aud. do J.
de O- de t
30 Sbado S. Catharina Re. de m. e aud. do V. G.
del. em Olinda. L. ch. as 10 h. 46 ny da t.
1 Domingo Prime i ro de Maio A Matemidade de N.
Sra.
Tcdo agora depende de nos meimoi. da nossa prn -
drni-1. moHeracao. e energa.- continuemos OOBM
principiamos, e eremos puntados com admira-
ban entre as Nai;oes mais cultas.
Pvoclamafo da Jittmblta Otra! dt BtatH
8ubcreve-se a lOOOrs. mensaes pagos adiantados
nesta Tipografa, e na Pra<;a da Independencia N.
37 38 i onde se recebem correspondencias legali-
sadas, e amiuncios : nserindo-e te rratit lendo
dos propriosassignantes, rindo assignados.
CAMBIO.
Abl 27.
JyOndres, 39 1|2 Ds. St. poi 1 cid. ouprata
a 50 por cento de premio.
Lisboa 50 por o|o premio, por metal, Nom.
Franca 245 -240 Rs. por franco
Rio de Jan. a par.
Moedas de 6..400 I9..80O
4000 6..8!X>a7000
Pezos I ,,440
Premio da prata 50 p. o
dR lettras, por mea 1 2poro|o
Cobre 25 por cento de ocsconto >
PARTIDA DOS CORHROS." "
Olmda _Todos os dias ao meio dia.
Goiana, Alhandra, Paraiba, Villa do Conde, Mt-
manguape, Pilar, Real de S. Joao, Brejo d'Areia.
Kainha, Pombal, Nova de Soma, Cidade do Natal.
ViMa de Goianninha, e Novada Prneeaa, Cidade
da Fortaleza, Villas do Aquirs, Monte mor novo,
Aracaty Cascavel. Canind, Granja, Impertira,
S. Bernardo, S. Joao do Principe, Sobrar, Novad'
ElRev, Ico, S. Matheus, Reachodo sangue, S.
Antonio do Jardira, Quezeramobim. e Parnahiba-
Segundas e Sextas Jeiras ao meio dia por va da
Paraiba. Santo Anlao Todas as quinta* feiras ao
meio iin. Garanhuns. e Bonitonos lias 10 e 24
de tada mez ao meio da. Floresno dia 13 de
cada mez ao meio dia. Cabo, Serinliaem. Rio Por-
mozo. Agoa Preta e Porto Calvonos dia I, II
e 21 de cada mez* Sernhaem, Rio pormozo, e A
goa Preta Segundas. Quartms, e Sexta* feiras.
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBUCO:
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Acta i2. da Sess-5 ordinaria da Assemblea
Provincial de Peraambuco aos al de A-
bril de 1836.
Presidencia do Sr. Dezembargador 9fa-
ciel Monteiro.
i
Feita a chamada pelo Snr. 1. Secretari-
, acharao se presentes a5 Snrs. Deputa-
dos, faltando 08 Snrs. Lourenco Be/erra,
Antonio Carneiro, Joaquim Francisco,
Dr. Chagas, Dr. Baptista, Francisco de
Carvalho, Meira, Luis Francisco, Dr.
Gomes, Minoel Cavalcanti, e Joze de Al-
buquerque, o Sur. Presidente abri a Ses-
j6.
A acta da ultima Sesso fui lida eap-
provada.
O Sor. i. Secretario declaro" ter rece-
ido parte de doente dos Snrs, Lourenco
Bzerra, e Dr. Baptista e acta do dia lg
remetida pelo Sur. Dr. Baptiza, a qual fui
lida eapprovada.
O expediente f de hum ofiicio do Go-
verno da Provincia remetiendo o orca-
mento do concei to que piecisa a Cadeia
desta Cidade, e aavaluaca do mesmo pre-
dio, que se remetleo a Commissio de pm-
postas das Cmaras.
Huma repiesentaca de Joaquim Fran-
ci-co do Reg; Commissio de contas das
Cmaras.
^A Cotnmis>Io de Orcamenlo deooseu
parecer sobre queixa do Padre Manoel
Alte* de Aguiar declarando ser de justica
a pe tenca do Suppliante puis a vista da
disposica do art. 37 do Regiment de 14
de Janeiro de i832, pois que os berdeiros
sdevem pagar a laxa dos legados sobre as
ditidas a pioporca, que foiemcobrando:
eofeiereu sobre este objeclo o seguinte
ProjeitoA Assemblea Legi l.-tiva Pro vio
il de Ptrnamboio, resolveArt. Uui-
o. Nenhum herdeiro, legatario, ou tes-
tamntelo, be ohrigado n iecolher a The-
louraria, o sello d.i beranca-, e legados,
que se verificaren! em dividas a tivas, an-
tes da occa.-n de receber deseos devel-
les toda, vu pa"i te da respective divida, e
na rasa do que n>r recebendo. Fica ie-
vogdda esta Provincia qualquer disposi-
cio em contrario. Paco da Assemblea Le-
gislativa Provincial de Pernambuco 21 de
Abril de 1836Pedro Francisco de Paula
CavalcantiPirmino Herculano de Mora-
es Ancora Joie Ramos de OliveiraE
posto o parecer em discussio, Ibi appio-
vado.
Foi approvado o parecer da Ccmmsa
dos Negocios EccKaiasticos tsigindo, que
o Reverendo Conego Joze Rebollo Pereira
Torres provasse o direito em que fundava
a sua pertencao.
A mesiiia Commissa foi de parecer,
que o Reverendo Parodio Joao Mauricio
daConceico levasse a sua pertencao ao
conberimento do Governo, a quem com-
peta deferir-lbe na conformidade da Lei;
e linda a d'scnssa, foi approvado.
A Commissa de Posturas das Cmaras,
foi de parecer, que a RepresentacaS da C-
mara de Olinda, em que pede ser eleva-
da a Comarca, devia ser remedida a Com.
de Statistica, e assim foi i esolvido.
A Commisso deCommercio den osea
ptrrcer obre a pertenca de Harrington
& Starr declarando nao pertencer a esta
As-emblea resolver sobre a pertencad dos
Supplicantes por versar sobre objectos de
importacio, eassimfoi resolvido.
Entioii em discussfo o i. art. do proje-
cto n. l6, finda a qnal, ri<> foi aprovado
o art., e julgara-se prejudicados os de
mais aitigos.
Entrou em 3. discu-sio o projerto, que
da os meios para suprir o dficit da Receita
Provincial, e concluida a discussa5 foi re-
gritado o projecto, e aprovado o requer-
ment doSnr. Padre GamaQue se offi-
cie ao Exm. Presidente, que auppnsto es
ta Assemblea reconheca os embaracos
com que o Governo da Provincia tem de
lutar em consequencia do de fu it das Reo-
das Provinciaes, de vid o mesquinha par-
le de impostas, que coube a esta Provin-
cia pela Le da Divisio das Rendas ; com
tudo ella julga fora de suas altiibuices o
legislar proveitosamente a tal rexpeito, re-
conhecendo lodavia, que ao Governo da
Piovincia compete ajuizar acerca dos gra-
ves males, que por ventura sobrevir possa.
da restricta execucio da mencionada Lei
da Divisio das Rendas: e quee-ta Assem-
blea vai dirigir huma representacaS a re-
peito a Assemblea Geral do Imperio.re-
presentando esta Assemblea Assemblea
Geral, sobre este objecto, conforme pro-
poem a Commissa. enomeou oSnr. P>e-
sideute aosSins. Gama, Peixoto, e Ur-
bano para redigiiem ela representaco.
Foi regeitado o Projecto, que rene a
Administiaco do patrimonio da Cmara
de ta Ci'lade, e o dos Orfio>.
Tendodadoa hora o Sor. Pi evidente deo
para oidcm do da pareceres de Gcmmi<-
s-s, i. discussio dos Piojectosnis. 75, 8,
66, e 7O, e em 2. osns. 67 e 7, e levan-
tou a Sesaa. ,
Tliomax Antonio Maciel Munleiro,
Presidente.
Laorentino Antonio Moreira deCarvalbo,
1. Secretaiio.
Luiz Rodrigues Sette,
2. Secretario.
EXPEDIENTE D ASSEMBLEA.
Illm. Snr. A Assemblea Legislativa
Provincial tendo adiado a discussa de
hum Projecto tomado em consideraca,
at apparecerem na Casa os esclarecmen-
to, que se hiu pedir ao Governo da Pi-o
vincia cerca da populaca do Termo de
Garanhuns com dislinccaS do numero de
FregueZes da Freguezia de Garanhuns, e
de Agoas Bellas : me determina assim o
partecipe a V. S. para levar ao conheci-
ment do Exm. Snr. Presidente da Provin-
cia.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da As-
semblea Legislativa Provincial de Per-
nambuco 92 de Abril de 1836Snr. Vi-
cente Thomaz Pires de Figueredo Camar-
go, Secretario da ProvinciaLaurentino
Antonio Moreira de Carvalho, Primeiro
Secretario.
Illm. Snr. Tendo sido por engao ex-
igido do Exm. Snr. Presidente da Provin-
cia o plano sobre a forca Policial dado pe-
lo Brigadeiro Andrea ; devendo antes ser
o de Mlicas: vou por meio desle parte-
cipar-lhe o referido engao, Bm de ser
com lempo remediado.
Dos Guarde a V. S. S<*cetaria da As-
semblea Legislativa Provincial de Per-
nambuco 23 de Abril de i856Illm. Sr.
Vicente Thomaz Pires de Figueredo Ca-
margo, Secielario da Provincia. Lau-
rentino Antouio Moreira de Carvalho 1.
Secretario.
Illm. Snr. A Assemblea Legislativa Pro.
vincial tendo approvado o parecer da
Commissa deEslalistica por copia mclu-
so, dado sobre a representaco dos habi-
tantes do Dislricto Riheira Grande, que
foi enviada a esta Assemblea pela Cmara
Municipal da Villa do Limoetro em seu
oipto.de a3 de Fevereiro do corrente an-
no : manda remeltel-o a V. S. para ser
prese ate a S. Exc. o Snr. Presidente da
P roVncia e elle dar as convenientes 01-
dens a respeilo.
Daos Guarde a V. S. Secretaria da As-
semblea L-gislaliva Provincial de Pernam-
burn a3 de Abril de i836. Illm. Snr.
V. T. P. de F. Camarjj, Secteiario da
Provincia.Laurenlino Antonio Moreira
de Carvalho Secretario,
PARECER.
A Commissio de Eslatistira leo com at-
tenca a representaco dos Habitantes do
Dislricto Ribeiro grande, cubera com
hum OKcio da Cmara da Villa do Limo-
eiro, e.mquepedem a supresso do mesmo
dislrrto, equeloiue elle a pertencer, co-
mo ojiU 'ora aos di-iricios de Bom Jardim,
e Malhadiiiha, por str aquelle de mui pe-
quea extendi, e pouro povoado. e so
frer de tuais a mais'gran le falta de Cidjd-
os eleglveis para os differentes cargos da
publica Administraca ; e peosa a Com-
missa, que com a disposicao do 11 da
Lei Provincial de 14 do corrente mez e
anno fica suprimido dito dislricto, e tem
de fazer parte do districto da Freguezia
doLimoeiro de quem sao Parochianos os
Supplicantes, os quaes, ;tendo de fazer
parte da dita Freguezia, terio hum cir-
culo maior de Cidadios conspicuos, e ele-
g veis para o honroso cargo deJuiz de faz.
Salla das Sesses da Assemblea Legisla*
ti va da Provincia de Pernambuco 22 de
Abril de i836.
Doutor Chagas.
Siqueira Cavalcanti.
Bizerra Cavalcanti de'Albuq.
[governo da provwcia.
Expediente atrazado que nao foi publica-
do.
O Prezidente da Provincia ordena ao
Sr. Administrador Fiscal das Obras Pu-
blias, que forneca aos sentenciados cum-
prindo sentenea, e aos pretos denomina-
dos rbanos a mesuia comida, que se da
aos presos que voluntariamente, trabalha5
de serventes em lugar da diaria de 80 rs.
que se Ibes abonava.
Palacio do Coverno de Pernambuco aO
de Abril de i856. Cavalcanti.
Expediente do dia 25.
Illm. Sr. Remedo a V. S. os
autos inclusos de Revista a Crime em que
he parle o Cadete Francisco Alexandrruo
de Mello, jnlgados pelo Supremo Tribu-
nal de Juslici afim de que Ihe d o conve-
niente desliuo.
DeosCuardea V. S. Palacio do Go-
verno de Pernambuco 25 de Abril de
1836. Francisco de Paula Cavalcanti
d'Albuquerque. = Sr. Commandante das
Armas Joze da Costa Rebello Reg Mon-
teiro.
Illm. Sr. Ten do montado a des-
peza que se fez com o Transporte Oraste
a 1:7 40,7GI rs., o do fbrnecimcnto com
diff rentes Pracas, e de um Pratico, e a-
gnara para o Transporte ActifF, e de g-
neros fornecidosa Ilha de Fernando pela
E'Cuna Victoria a 743,365 rs. ; e finas
mente a que se fez con os presos de
Justica transportados, e vindos da referi-
da Ilha na Escuna Fluminense, a 152:860
rs. como tudo consta do Offieio incluso do
Inspector do Arsenal de Marmita : V. S.
mandar indemnisaUode taesdespeis que
perteocem aos Ministerios da Jusliea e
Guerra, logo que Ibe seja apresentadts as
espectivas coutas em forma.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Go-
verno de Pernambuco a5 de Abril de


SUM


DIARIO DE PERNAMBCO.
:836. F. de P. C. d'Albuquerque
Sr. Inspector da Thesouraria Joao G->n-
salv, s dd Silva.
IIIm. Sr. Remella V. S. rom
brevidade a Secretaria ele.-la Piesidemia
urna tabella dos ordenados da Repiitica
da Saude, corm declaraeNi da Hstaca p r
o*!e sao paga* os respectivos Kinpregados
3NftW%sm urna ontra tabella sperifica-
cla dos direi'os, oh emolumentos do S. u-
de, e por un le sao arrecadados : a fim de
ser ludo presente a Assemblea Legiilativa
Provincial, que as reque-ita.
D. (1. aV. S. P. .lo G. dePein buco a5 de Ah 1 de i856.F. de P. C.
d'Albuquerque. S.. 4nspctor da Th souraii.i Joao Goncalvesda Silva.
Igual officio foi expedido a Cmara
ra Municipal desta Cidade.
- Remello a Vms. o officio incluso por
copia do Secretario da As-emblea Legis'a-
liva Provincial, do qual veraS o que ella
rt$i.lveo acerca do Officio de-sa Can .ra de
i5 deMaio do anno p. p. sobre Cadenas
do Ensino Pubco, e outros ohj.ctns.
D. G. aVms. P. do G. de Pernam-
buco25dedeAb.il de i836. F. de
P. C. d'Albuquerque. Srs. Preziden-
te e Vereadores da Cmara Municial de
Gsranbuns.
Di a a6.
Exm., e R.""> Snr. A Cmara da
Tilla deSimbies no Officio iricitoso lepre-
senla que a Freguesa ina;s re um aino
, seatha.-em P.-racho, e que existe n'esia
Cap-tal o que foi collado para a menciona-
da Frt^uesia desdo o auno pasado. F.u
peco a V. Exc. a sua atlengio sobre este
objecio, e que se si-i va de ordenar que tal
Paracho v preencher as funcoens do seu
Ministeiio.
Dos Guarde a V. Exo. Palacio do G<>-
vei.node Pernambuco -6 de Abril de i836.
Exm. eR."Snr. Bispo de.-ta Deoceze--
, Fr.ncLco de Paula Cavalcanle de Albo-
ajperq.-e.
Illm. Snr. Respondendo o seu offi-
cio filmado ontem 26 do cnente, tenbo
de fasf-r scientea V. S. que ivconheeo o Sr.
G. A. BrenJei a Biandiscomo Erna, lega-
do do Con.-uj'ado de S. M. o Rti .los Paizes
Baixos esla Praca, durante a viageni de
V. S. Emopa, e em quan'o te < btem a
devida sati-af-'<;e>.
Deos.Guaidt-a V. S. Patrio do Gover*
rio de Pe nambu. o 2G de Ab il de 1836.
. Fianci-code paula Cavalcame .fAibuq.er.-
pieSnr. Consol dt S. M. o Rei dos Pai-
,XW Baixos.
Officio. A Cmara de Garantum*,
pai a informar qitalhe boje a populacio do
Termo de Gaiaiiluins, declarando o n. dos
Parocliianos de Garajihuus, o de Aoas Bel-
las, e aquella p.irle da mesma Frevuezia
le G'iaih.ins que pasboo para o Bonito, a
fim d'o Governo podei s; tiafaaer a exigen-
cia da Assemblea L. P.
A" Reverendi.-simo Chantre Jofo da
Silva da Fonceca paia dar ao Governo os
rectenlos que souler a respeito do
objeclo do precedente .ffii io, v,5to que o
memo Cuante, como Viga rio le Gara-
nbun*quefoi, benaluial que saiba algu-
na cousa.
A C mis-o Administrado) a dos Hos-
pile- de Candade para enviar aoGoveruo
ootas ae sua Aduiiniatracao.
g
DIVERSAS BEPARTICOKNS.
*~ummmmm
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A nauta he a mesma do A'.* 76.
OBRAS PUBLICAS.

Os Carpinteiros, Ca pinas, Canteiros,
e iros, ? Srvenles, que quizereyn Ira-
Ilu r as Obras Pi-bliens, firando izentos
ecr..lamento para Tropa de 1.' Linha,
< o ser vico artivodas Gardas Nacionaes,
.ando, os C'rpineMoe, tanto quanlo
iga 110 ^ixnil da Mal inh.i, e todos os
> rj)e>iriii que -e pag-i n*s < bra- parlicu -
\ dn ja se a Caz- da R par(loin das
msObias naua doColegio dasho-

ras, at dus da tai de para fazeiero os ajus-
tes.
Antonio Carneiro Lco.
Iinperlor Geral Inteiino.
AR.pnrtico dos obrss Publicas pre-
cisa compiar 3 jarras de madeirr de am-
lelo [i > a sg >a, e 4 bulos de limpeza da
Ihesma tDadeird, os Ta mu ros que quize-
cm faier dita ob>a podem comparecer no
da -jq lo corren te na cata da Administra-
cao da 9 horas at as 2 da larde.
t ___rs
INTERIOR.
Tem-se nestes ltimos tempos suscitado
no JornaK-m<> do paiz a quistan, vetda-
deiramente imporlanie, sobre e-tas duas
palavras, 011 antes sobre as deias que el-
las designio ; a fce, que ella tomn, he
muito diver.-a da que ella oflVrtria ha 1-
guns anri'-s. A terdade era enla hum
poucosulocada pelo ardor da novidade,
pela impaciencia, pelo as-alto de desejo*
tumultuosos. Hojea magna liga da ex-
periencia deixa fallara Raza, posto que
com huma voz anda alterada por aqul-
las mismas beiiellcas precedencias.
Quiido o Rrasil sabio do astado da de-
pendencia, a opp essa t a!i suppoi la-
da por todas as classes de gente de-appare-
ceoem grande parte: mas a cl..s-e, que
supp'mos a dotada de maior capacidade
moral, era a que coriKecia mclhor ,a exis-
tencia e a njostica desti oppress, equem
tabem nutria o- m'ais arrenles desejs de
sacudi-la ; era' quem conliec ia o mal, e
quem saba, ou se persuada filer, meios proprios de reme lia-lo. e re me'h<>-
var sua so. te moral. Sua appliraro, mes
mo sua revtlacio, Ihe era violentamente
vedada. Mas o momento appareceo des-
sa feliz opporlutiidade, e isla ciaste, a-
proveilaudo-o com avidez, proclama al-
tamente os horiore* desa passada oppres-
sao COrn > estampillo de hum triumplio,
que a Razio e a Jus'iqa tinhSo ol'tido so-
bre a ryrannia. Estil estrondosa procU-
macf re'ioeal ao amigo (!< Indas asou-
fas cUs-'es, e no mesm irt taole todo o
Biasil reconhece seu pa-sa.lo iugo como
injusto, opposlo s> bs intet esses, e flen
sivo a sua dignidtde, mas com Ivuma gii-
de differenca, a que nunca se quiz <-u se
( o.>be dar valor, que s a ranse, de que
; fallamos, linha da, 'a convicco por principios-; "O resto
o conhereo so por revebeio, sn pela elo-
quen.ia dos homens dqoella orlem ; mas
1 nio jtirgava com eX-clidso, nm o mal
pis-aio, nem a preciosa occasio de o re-
mediar : nem tinlia a mais pequea i I-- >
dos meios. a' da sua prv-sibilidade ouexis-
tenciti. Porm apesar de$ta circunsian
cia ludo fie u de acc^rdo na rHMeaoidade
de aprovei'ar o momento pata eslub-lecer
a f-licidade futura.
Ora, eis nos aqui no ponto da partida ,
v jarnos os primeiros passos. .JN6 sup-
pomos que a classe, a que cima nos ief
rimos, era a nica rona'Ma por prncipios
da inconveniencia do passado, e do-meics
de e laliel cer o bem estar fn turo ; mases
ta cla.-se, composta de gente lilterata, de
g nte insti uida nos pi iin ipios s ciae-*, poi
viasens em paizes de alia civili-agio, ou
n fim por outms meios, era a nica ca-
paz, e l b-m a nica que a isso cordeal-
mente se votava, de propor ses meio-,
para cuja adopeo o^resto se acbava immi-
nentemente di-poslo.
Eisnos aqui juntamente no poni don-
de data a origem de todas as desiutelli^en-
rihs futuras, de todos os embaracos, dissi-
d^ncias. e desliarmonia. Esta classe, de-
baixo de cuja tutela se apresenlava a Na-
qo, permit'a-se n s diz. 1, recemnhsci ia
julgnu por si toda a p pul.cao, vio em to-
do o mundo seus p.oprios sen'imenlos, e
propoemos meios em cntiformidade de.ita
fa!s per.iua.-io. A virtude, a moral, i
illuslraca6 publica, eressencia. s condi-
ces para a admissio dos meios proposlos,
os homens de la ordem, nica inlluenle,
as pos-tnio ou se peruadi< possnir, e poi
tanlo vii'i em lodo o resto a n e-nia ca
paii.iade o mesmo estarlo. Todo se sup-
poem .plantado : a pe; IVciil)ilida4e exis-
ten ideia do buj'posto nifelameiito mo-
ral ; precede-se ao fado. Falso progres-
so.
Pensamos que qualquer pessoa imparci-
al e amante da verdade, meis do que de
Hluses, nos nio laxar de temerarios em
avanca mus que a pi incipal rausa de nos-
sas faltas, pornodizei-mosde erros Ca-
pitaes, tem sido, qmsi sempre, o ju'gar-
se sem crjlerio, edelium falso ponto de
vista, o estado de capacidade n-Of- (,e
huma massa popular, em que o in.tnMuo
nt'iiosn, lustrado a coribcio dos lacios,
estnvj para o resto como hum para mi e
que be esta a venladeira bise d.is incouse-
qninci s resullantejda inmensa opera-
rjo s.cial, a que se submelto a Nac".
ftaqui como nos encaramos a conga. Es-
te oniro individuo na n> ssa hyi olhese, en-
tre mil. rom a n-ers-a-ia capacidade, dz
mu'tidio: Calquemos ao* p'e's os fer-
ros da lyrannia. cujo ac<>ile he preferi-
vel a morle. Nao ha felicidade s trra senio em liorna orL'anisacio poltica,
fundara na lib- rdnde civil e religiosa, na
liberdade da expres-So do pensamento,
limitada somenla pela lei, e nunca pelo
horrivel arbitrio ; fundada na ignaldade
porantea Lei, as garontias ros diieilos
do homem. Muito b-m: elle fallara a
mil que senlia estas verdades, quaniosua
inielsencia o permillia, mas "-te senii-
menlo n.- he o da < onriccnS, tal como el-
le menino po-siie, he o sentin ento da pino
gao que dura p>>uro mais que o S.'tn das
nalavras, que a produzio. Osinlimento
forte, permanente, superior a incidentes,
qi)e o rontraraSa cada passo. lie somen-
te filhodo habit, he adquirido ppla re-
Bexa, pelo conhfcimento, e tu 'o. e com-
paTaC dos facts. esobreludo. pelaedu-
cacaS. Segup-se que o resultado deve ser
ephemen. Vamos a pratira : cstaliple-
cem-se-os meios no sentido proposto : esta
ma9a tem que mr/dar de hlitos, tem qu--
sacrificar hum p fi-o de seus com modos
as srrts novas institnces, tem que eslu-
dar para ,->* Compre hender", tem que pas-
sir do medo da esrr^vidaS para o vaf r da
liberdade, para a Coragem da virtude :
mas i-to he qtfsl innpos-ivel em huma gra-
d -parte ; deste numero dois ou Iros oeci
m>s venc iv6 c-tas difiiculdades insrtpera-
veis pa'a o resl". O resultado necesa
rio h- hum conflicto entre bum pequeo
e hum grande numero, laborando inf'.-lli-
velii'Onteem acga enciilrada. Progres
so em s'-nlido falso > verdad, i.'o ngr-s-o.
Q .%! seria rnta oque p.-deiia rlumar-
se propresso verrndiiram. nle til? Paie
ce nos (jue seria levar cousas so hum
p'rlnto, que pudesse tornar imp'-s-ivel I111
ma uni'f 1 mi.la.le g-ral de sentiraento e de
acca6. Mas islo era multo pnuco para a
quelle individuo, p;na ajudla classe, que
inspirava a perfecto, eqoeella>e julga-
va rom diri itns itieonlesti vei<. Sici uni-
os desta naturtza sa5 lo difficeis? .... Se
bum tutor, pnliuma ( epa amizade, qui-
esse emancipar seu tutelado antes do tem-
pe-, e antes d o ter p.epnrado ro-n a e-
du.-aeaS, c seus proprios iuleresses e do mundo, en-
treguido lhe -ua c mplela lilierdade < in
tena dispo/ic^5 de la fortun 1 ; o que he
natural esperar ? O erro, o inloitunio na
carrea d.ste menino, a quem bO depois
de amargas lices vira o juizo, se rteste
compele de paixoe-, de ine\peiiencia, de
provas nao se perder de lodo. Poi bem
este tutor he a classe, de que fallamos, de
gente influente por seu sab-r, por Mas
viitudes; e ju>t.>menle heella, quem ain
da boje deve reclamar, a f.v.r do seu tu-
telado, osdireitos, que lem, p^ra emen-
dar aquelle erro de amizade com seus es
forcos, para illustra-lo, provando-lhe com
o cxeiriplo, com. os factos, com a pala va,
quesem juizo, sem moral e sem virtudes,
a Liberdade, ta longe est de ser hum
b m, que pelo contrario he bum inimigo,
que so proru.a seducir ,-uas virtimas, o a
final pre ipita las nos.b smo- do erro e de
ci ime Rs inceiada a veieda do verdadei-
ro progies-o.
Mas avancando nossas'refl.-xes desde a-
qu- Te pa-s ao e-tado prsenle, vemos que
esta que-la tem > 'o oiacotida por gente
de dite.sas communhes polit cas, e qu<
apesar di-,so cVintorda em rertos pont.s.
H-ina poi hnni erro, outios por hum .le
-engao. Os primeiros por se persuad
roelhor, a monarchia pura, chamada por
elbs, mas que a fundo nao he sena orJes
poti-mo, e mesmo a tyrannia. Illusao -
insupportavel regresso O-segundos, de-
sengaados pelos fados de que huma cou-
sa por ser boa absolutamente nao se seta
que n6 seja sujeila cei tas. mdjt5rg p^_
ra ter eflvito essa b'mdade, ou mes;
o ps-
(jiij
ra nao ter hum eff ito cnntiano. A
sabe o ponto mais interes-anle da quese
Com eff'ito, vemos uue as nossas osttuL
coes polticas fora establecidas no Codi-
go fundamental bem amplamente liberaes j
o que nos fez dar hum salto prod>,,so
que a este Cdigo t'ju'ittou depois h -nj a-
co^ ,,ue augmeniou esta mesma e.-phera
de liber^ad^e, excentrando o poder : que
Domo prccsso criminal anda mais aug.
\ mentn esta mesma espher, deixando a
poi que o Governo foi desfalcado em poder e
acuidades ; que os meios e fo reas de re.
pressaS fora quasi exlinrtos, a ponto b. m
perlo de instifuir-se a impimidade, ea
conceber-se a Liberdade em sua natural
arrepca sem o empecilh de Leis defini-
tivas. Por outro lado nao e tralou con-
venientemente de augmentara capacidade
para receber esees beneficios : e fallara
verdade nem lempo havia : islo he obra
para algumas gerajes Este andamento
nao merece o nome de progn s-o.
Algn- Ecrjptores do da tem encaiado
a questa por aquelle priraeiro lado; mas
r-fazemos juslica ao bnm seuso do Bra-
sil, ni-sle ponto, para snppor-iios necessa
rio mostrar o absnido de laes doulrinas,
ouasuam fe. Outros pela madura re-
flexado- fados, que a pratica faz saltar a
toda a hora dehaixo de no-sos olhos por
toda a exlensa do paiz. Ns concorda-
mos que a a\idez de fal-os progre-s s, a
utopia d.-s perfertibjlidadis, a illns.<5 das
foi muas, sao a pi incipal origem das mi-
serias, e lament ves desastres em nosos
vi-iobos, e de veidadeiro retardamento
em ii- outros : que nos temos a posse
da li.lade, que se anhela paja a nossa Pa-
tiia; as garantas, que se el.'s- jao, e-l;i5
decietadas ; a propriedade he inviolavel ;
a revolucaO esl aechada. O que resta he
consolidar isto : maSrsta estahilidade, que
se deve dar s institnces, n.-.o se alcnta-
ra cei lamente p'lindo e repoliu.lo fodus
os dias o dianiciite.
F-l.01 lo r* na I de a de que temos soe*
jos me'os de liberdade, e que taire?, nietos
/palhads, ou roais ivcoriC'ritradris, pro-
duzissem b ma acca mais uniforme, mais
conduciente .." verdadeiro progresso, nao
queremos n !>ido l.i/.er persuadir, que
ju'g.mo-conveniente tocaros ali'cercesdo
qii" est f ito. Longe de'p6- tal concep-
C'5 : i--o liara ciiin -40 novas difrul-
dades, consequencia-impreviuiveis, e pie
vavelmente tle-grac'das; seria overdadei-
10 regress", talvez al a dissoluca. Na'f
tenhamosao meno- a consolaca que anti-
cipamos e poiip.mo.-. tiabalho no-sos ne
to-, a quem peilencia huma grande par-
le desla obra, e procuremos os meios de
Iba transmittir na posiive) perfeica. E
poder se-ha isto reaisar ? Dizemos que
sim. Basta a leunia de vontades naquel-
es mis.n > que originaiaS a difficuldade,
para ella quasi desapparecer. Sua cnope--
p.raca, em boa f, e desemhaiacada de
mesquinhas prevences, dara huma tal
forra moral so Rrasil e .-u s nstitukes,
que tornara irrisorias as deias ele t fu uros
r.K'lan.olico-'.
Por lano una5-se os homens, dem Tor-
ca ao Governo, s Aulboiidades, s Lei*
por seus exeroplos, por seus escriplos,
e ludo hir bem : nos na5 perlendemos
com isto que selouveao Coverno p. lo fac-
i de at-r Governo, isso seria absurdo e
baixo ; is>o perlence tyrannia ; masque
se n.i procure incutir a sisania nos po-
vps pela ielae;a5 de fictos, acintemente
torcidos, ou desfigurados, costumando-os
a nao respeitar as Aulhoridades, vendo
tio e.stivnhos xemplos as pessoas em
quem suppoem coulierimentos, patriotis-
mo, e amor da ordem, nao lendo a ver-
dareira critica pra distinguir o que .-a5
tuerras de oppozica dasiricera iniengaS
de querer o in< Ihor, em de fazer justica '.
que na6 ab.usem da sua ignorancia ou da
impe fcico> das ! oilos os das a tranquillidade. dos espritus
*- O piiiuciiua i"i ar iiriAUdue (OUU3 w.t uini a imiiuiiiiuaur nua trapu 11 fi
reui que o estado de que sahimos, lie o J com falsas deias de rr.elhoramentc-s ppli-
*"^


DIARIO Dl PERNAMBCO.
^ com o fim de dar inevilav^ orjgem
a rremedaveis divisor-, clalmcumma-
i:/^sacrilcg*.* ii teneres !
Alero di-.so, o Governo deve ter huma
fbrea,: qoe-rontrabalarire avertigra das
l$ttf!U(r5e* em huma g-ande parle da mas-
sapoplda-, hiim suppriroeiito moral
publica, g.ianlia do soreg do' bons, fe
fUriftfco dos Bttos, de rons.dida^ dislo:
hi'mi tVrca nua faca r.speitar e exeeu-
tarasLels, qu* pela sUf p,rle c..rerem
,n.dfir-.c5 s par .-u.fa.il ertetpihffld*.
de- aqu ca"e a in'eressantissima coope-
rac+6 doramo L-gislativo, a quera j se
5 pode dar adesculpa da inexperiencia:
cabecil igualmente modificacfies no Cdigo
de Proceso, pata miiigtr o ff gello daim-
punidade, que tero leito clamar "a-Ll-
berdade s aproveila aos malfeilores.,,
Mas quando sua execuca for embara-
cada pela ignorancia, 011 pelo crime, te-
nha O Govemo no sen alcance a forja,
que nesse caso snpraa moral, e a ciVili-
HIC8 O
Por tanto Irakalbe. o Corpino Central
por de-empenliar sseus fifl, assiro co.
,no os Provinciaes : realise-se a effi *z co
opfracaS dos nossos legisladores Geraes
e Provinciaes ; a coadjuvaga dos h-.-mens
illuslradosromseu s. rvico e vii ludes; e
ir abe a chicana, que conspurca huma g.i
depaite da imprensa peridica, a eivili-
saci., e estabilidad dtt p dadeapp-ncer em todo o sen vgor, e
noso estado progreitf. Soreg., gozo de
direitos garantidos pela Constituiea, obe-
diencia s Leis, raapeitb s Authoridades,
augmento decivdisaca, de moral, de lu-
ze<, heisiooque nos entendemos por pro-
gresso. Tudo o que contrariar esias con-
dices, por mis sublimes, ou especiosas
quefossem as theorias, ou as razes don-
de emanassem. nao regresso no seu sentido
genuino.
(Do Correio Official n. 67.)
EXTEMOR.
Depois da leilura no Senado da mensa-
gem que publicamos h'.nlem, (*) o Sor,
Bnchanam levantou-se pira expiessar a
sua grande satisfcelo. Disse que qu ndo
o Re di s Fran-rezes, ajndado pelo G< ne-
ral Lafayette, sabio ao treno, elle pensara
que seaiiuuii ia as recia inaies do sea paiz :
ni;:-! que as soas esperances haviao sido
baldadas. Peisuadia-se deque aniftl-
sagem do Pi evidente seria inteiramente sa-
tisfactorid para a Franga; mas lamen!?!
ver que 1*50 nobi ta;a paia sati.-fazer o
.GovernoFrancez, a menos que esse go-
verno mudasse de determinado. O Mi-
nislro Francez allirniava que os a5niilh-
es detiao ser pedidos ofiicialinerite por es-
cripio, e que este peditorio devia ir a-
companhado de hum acto reconh cido pir
lodos como huma a litante apologa. Eo
que hara denotavel era que as expresses
dessa apologa seriio dictadas pelo Gover-
no Francez. Eis as expiesses que oDu-
que de Bloglic dictou ao >nr. Bir'on :
O GoTerno Americano nunca teve a idea
de duvidar da b>a le do Governo Francez.
Aindamis, antes de ronliecor a no^sa
deterinm.ua->, aqu< He Governo nos art-
nnmiaque, a nao ser dada a apologia, fi-
cario as cou.sas nomesino estado tro que
seachavo antes dasnegociaces ; e na ul-
tima carta dirigida ao Sor. Bario, diz o
Min;stro que o Governo Aroeiicano sabia
que delle dependa o cump> imento do tra-
tado. Todas as duvidas estao pois re-
movidas : no caso de se nao dar huma a-
P'dogia nos termos exigidos, no se cum-
priiia com o tratado. Persuadante de que
o povo americano nunca sanrcion.iria se-
melhaute apologa ; eesperava que quan-
do esta mensagem chegasse Franga, esta
mudaria de resoluco. Confiara na pro-
bidade e lealdade do Presidente ; sa'iia qu<
sentia particulai mente Indas as arontas
feta ao peiz, e que sempre e por vinga-las; e tinlia pensedo qnea men-
sgern fosse muio mais loi le. Foluava
comtudo ao ver o tora pacifico da mensa-
.(*) Video DiarioN."89.
gem, que con tenia va.-se em rerommendar
a niohibiro dos productos Tr<*nceze<, e da
entrad-' dos navios daquella na,co uosp-n-
tos da IJnio. At ento os vinhos e as se-
das fncelas bavosi'Io admitirlos, e na-
da podia haver de ma'is brando do que ti-
r ~. yr*.""r
res armamento^, at que por lim ser im-
pn*sirl evitara no*"M.'f
A mensagem do Pr'si l-nles foi remet-
tida Commisso de Negocios Pstrang i-
IOS.
Na Cmara rl>s Representantes nao hou-
tLV3i^^^r^rv^.Tt^i'.v*^iy-^^mv^.y....t^^-^.~^j-jarnt
rar Framja os lucros de htini tratado, c-m ye discuss.o. A mensagem I >i tan.bem re-
oqu.d nun'a tinhaun.prido. : uuttida C.rami.^o -le Ngocios I'.-tra-i-
OSnr. Caihoun n-> partilhou aopiniio geiros e ni. ndaro-se imprimir 20^000
do orador (pie acabara, de f.dlar. Tuiha j txerai lares,
pensado at ento que a questo era mu! .
frivola parasurcitar a guerra entre duas
grandes n..?5 s, cujoasentimentos concor-
A mei^agern
(Do Joi nal do Comraercio.)
davio m niuiios pontos.
tinbfeito desvanecer essa i'.lu So, e odis-
cur.-o que arahava deouvir lhe fazia rece-
ar ainda irais tristes con*fq"encias. Nao
diria que o Presidente quera a guerra,
roas sim que a lingnagem do Presidente, ao i
seu ver, mostiava huma di.-posiio para a
guiri a; eque o nico mei*> desusciiar a j
gueiia, eraaqnelle me-mo adoptado pela
idministracfo. Seu amor ao paiz, seu res-
peihi para con todq? osinleres-es, tudo o
ol rigava n dizer, que se bouvesse guerra,
os Americanos seiio os culpados, e que
sobre eHea pesa'iia toda a r'sponsabilida-
d?.
a OReidosFrancezes, continu'.u oo-
raJor, desde o principio do s- u ivinado,
manifesiou s melbores intento s para >'pqj
os Estado.- Unidos. Sbioao tronodeb-i-
xo de principios populares, e O General
Lafiytte conipoi ton-se com" BOBgO de
amb.'S es paizes. Quando o Sr. ires in-
sista sobre as aonsas reciamaepes, disse-lle
0 Piei que esta va promplo a fccomineii'lar
opagimenlo da divida, mas qu* receava
que as Camamas nao volas-em a consi^na-
cao. O pnnviro obstando execuci' do
tratado, da parte do oosso governo, foi a
publicaci" da carta d Snr. Rires4 a qual
irriteu sobremaneira asCaroaras Fraiic
zas ; a >egnnda foi a letra sacada sobre o
Governo Franrez antes qoe a> Cmaras ti-
resMTffl tido o terapo de discutir a ques-
VAHIEDADES.
APOr.OGO.
As du'S Serpentes.
O Dontor Saheb, encarregado pelo Sul-
t > de Caiimza da eduraco de seo filho,
tinha o'rdem de ensinar todos os dias a seo
discpulo huma historia propria a formar os
coslumes d'um overo Principe. Contou-
Ihe hum dia esta, que he tirada dos Anriaes
da Persia, e que nao parecer menos inc i
el.
Apresentou-se hum Mgico ao Rei Zoh -k
d spie,ar oshornen-i, e sua felicidade en^
fc4o^d<.giacadoa.. Que acontece fi-
nalmente? Perdeo a sua Coroa, os seos
tl'ezouios, eseos adoadoies : nlo lhe li-
to., j nioseo orgullioesua mollera e fal-
to i e tudo paia sati.sf zel-os, morreo eu-
veigoahado e rafroso.
Piineipe deCanroza nao paieceo des-
contente desla ultima histo i>i. Ag ada-
me mais que aoutia, diz elle; hmenos"
indigna, e menos ateos. Ai de miro! Prm-
cipe, lepIicou^eo Mestre, he nao obstante
a misma.
(Bib. Orient.;
(Do Recopilador Campista.)
vef
to.
Ap z;ir de todo-e^sses fmba-acos, foi
so mente1 por huma mnioria (te J~v\>ros que
a le foi legeitada. E quem era resnon
sorel pela i erda desses rolos ? CTO*,
que linhamos trazido osob-taculos. L)e-
vramosconsi erara r j" icio do tratado com
tian(|Uliidadee.sem paix". Qual foi pe-
lo contrario a nossa conducta ? Na aber-
tura do.Coogrt's-o r. iira fatal tv ns.'geni do
Piesidente que occasionou todas asseguii
les d fficuldad' s. recommendaolo huma
medida muito semelhante a huma declajea-
q5o de guerra, para obrgir a Fr.wica a
pagar, 0 Re dos Fraucezes apresentou a
queslo s Camaia-i, e a petar de todas as
dilficuldades, passou a tonsiguaco com hu-
ma emenda. Cmsentndo ne.^ta emenda,
Os ministros Franceses c dro necessida-
de, e esta foi a sua apologa.
A presente mensagem deria ser d -
morada at conheeemus a impressio cau->a-
dano Qore no Francs pela mensag^an da
abertura lo Congreso. Comtudo pode
ainda airanju-se a desavenca amiga Vil-
mente; mas se esta mensagerp e estes do-
cumentos ch garerri Franca antes qu<- se
tenba lomado ajguma dec'so, desvanecer-
se han es e-perancas. De todos ospafMM,
este era o que roais fcilmente podia con-
duiir guerra, e qual ser o rcsult ido ?
Declaramos a gueric por cau.-a de cinco
railhs de doUars. A primeira de.carga
sei hum recibo de toda a quaniia. E
quem ter os roaiores piejui/.os? O Coui-
me1 co da Franga o nosso, e seos meios de
preiudicar-no", estn na mesma propor-
cio. Cus ar-lbe-lia pouco paia preparar-
se guerra ; em quanto a nossa deqjeza
ser immensa. N> nhum prejaito podemos
fazer Fianca, emquantoella pode cau-
sar-nos immeiisos damnos. Soffremos ma-
i-n'huma guerra com a Franc duque
n'huma gueira rom a Inglaterra ; e huma
guerra com a Franca Linear nasmios da
Ingleterra todas asrantagens commarcia-
e.s que at agora temos gozado. N'huma
guerra justa e necessaiia odinheiro ea for-
ca do paitacbio oseu mellior emprego ;
mas este nao lie o caso : nao poderla haver
presentero'ote gueira maisCoUliptoM pa-
ra, nos do que huma guerra com a F: mea.
Nao bavia uectSsidade para a guerra e en-
tietanio estamos a ponto de a ter. Nos
aiuiamos, a Franca auna ; estas circun -
tanciasconduze.n nccessariamanlc amaio-
e f-z, aos versos prodigios, 'dos q aes foi aquelle
Principe igualmenteadrai ado e saUsfeilo.
Re.ds Res, di-se-llieeuioo Ivicantidoi,
eses brincos o'diuarios da ni'nha ait- sao
apenas d't'nos de rosas altenco ; porem se
me pe.rmitlis de as"opiar duas vezes n i vos-
sa sagrada or-lha. veris logo a maise-tu-
p ud.i das m.iravilha. Al'anr.u a licenca
que pedia ; e to de pressa fez uso de"a,
que Zdi.k, depois d'algumas vertigens,
sen i o no interior de seo coi po hum movi-
rnento exlraordinai io foi esse mais vilenlo
ipie doloro o, eacabou pela erupeo re-
>entiria de dtns. cabecas de Serpenle, que
anp^'tciio na regio superior do coraeo.
P-rfido exclamou o Rei, qoe mal te fiz ?
N > temis ponaa alguma, Principe, res-
pnodeo o Magiro, e agiadeceime o doro
pe cioso que d*seonhec is. Sao ambas estas
Serpent's:o penhor seguro da llicidade de
faasi vi la, e da g!oi ia de vosso reinada.
Tudo depende de aplai ar S sua f ^me. dan-
do alimento que Ibes rotivenha. Mandai
e-coiher de quando em quando hum rerto
num' o de rossos rassalos, qoe se podeo
tomai-pT entre o p.iro baixo ; sustenta de
aaa cu ue e-tesanimae-i divinos, e dai-lhe a
beber o seo sangute. Tom.ii principa' ni.'
senld."a nao dar ooridox a urna pied.' frou-
xa cpeiia'sa: lembruv.-s bem, q todo q.
vos ag1 ada he justo, e que nao he ser Re o
nao ousar quando he pncizo, fazer hum
pequeo mal aos homens. Assustou se
Zoli.k desse con-e'ho execrando : porra
foziio consistir nelle a sua f licidade, nao
duvidou j a segui-lo. Nao tardou esse
Principe deshumano a felicitir-se de o ter
seguid o. A fome de ambos estes mcn-tr"S
qae lhe tinhio incorpora lo viera a ser a sua
propria, e nao podiio saciaUa ; s-m l.i/er-
Ihe ispri neniar, di/.ia elle, liumi sen-
saco deliciosa. Nao fez pois caso algurn
dos gritos e das lacrimas, o sangue e a vida
dos degragados Persas. Nao vio no seo
Povo sena' bum vil r h nh que s exi-
lia pira ser mino!.do > suas faulazias. O
Povo, pela sua parte, no vioemZoh.k
senio hum monstro nearnicado a dtsii ui-
lo ; e foiga depa iecec, cjssoii de temer.
Lerantarao-se contra o lyranno, airanca-
iSo-o doTliruno que profanava, eo en-
cerraro na horrenda caverna da monta-
nha de Damavend. Alli, scom ambas as
suasSe |ienies, euotendoj que dar
sua voracidide, servio-Ufes de pasto o de-
8 ipiedado Zohak.
Que horrenda historia elmoa ojo-
ven Principe depoi* de ter oseu Mestre a-
oabado. R"g>-vo< de cootar me outra,
que possa "uvir s m estremecer. C"in boa
vontad", S-nhor, i espondeo Saheb ; eis-
ahi huma mui simples, e mu breve.
Hum joven Su I to deo sua confianca a
hum Eunuco artificioso, e corrompido.
W. lie malvado hornera lhe encheo o espi-
rito de fdsi' i;l is, sobre a gloria, e a leli-
cida.ie d"s Reis. F z uascei no neo Cora-
cao o orgulho e a moleay, < p ie e a me de
torios oscrimea. Etr*gue iiinhi- s
paixes, o joven \1'iianlu Ibes-acrilic u
o seopoYoj fez consistir a sua gloria em
Camby.es filho deCyroRei dos Persas
curioso de saber qnal era a maisantiga na-
go do mundo, fez criar secretamente cora
o leite de huma cbea dois meninos paia
argumentar da primeira palavra, que pro-
ferissr-m, qual tora a primeira falla dos ho-
mens. A primeira, e nica palana dos
dois meninos loi Bec, que na lingua dos
Phrygios quer dizer Pao, e desde acuelle
lempo forio osPiu^gios estimados ospri-
meiros homens guidade de huma sllaba deu a toda huma
naco a gloria da primeira nobreza. A
niim nao me ner-uade esta conjectura,
porque rom licensa dosPhiygi s, podio
os dois meninos aprender adizeri?ec da
mesma cabra, que osciiara.
Helado da> Pessoas, que subcrerero na
Comarca do Limoeiio favor do Pai.
Manoel Barbosa da Sil va...... ?.5^)000
sHihitautesdoBom Jardim. 54$aOO
a Habitantes de Malhadinha.. 7<2&'20
O- i :biUnlesdeTaquaiitiiigi. l7$040
Rs 163^960

THEATRO.
DIA. 29 DO CORRENTF-
I
Nao podendo ja suportar as vexagoens e
prepotencias do Governo do uzuipador, os
habitantes deLeiiia unidos ao seu Jniz de
Fora proclamadlo a Raiulia ea Caita: o
Prior de S. domingos, Aliade de S. B'-nto,
e outros eiuarnigados absolutitas se ajun-
t.no ao Destacamento Btiguelista, e mar-
char o coi,ira os Constiluiionaes -, porem
ao pass. r da ponte sao surpiehendidos, e
liveio ositveiendos Miguelistas de Acal-
de Molho dentro d'agoa poralgum lempo,
paia escaparem ao justo recentimento dos
Liberis Poituguezes 5 hocando-se a ale-
gra com que hio cantando o seu Rei
chegou as declamacoe.is de Piedade
n. j queremos a Caita &o. -- E-ta scena
s.i bem desempenhfcds amanh dia a9 era
qu foi dada aos Poitgueaeii asna Crta
Conslilriciuna, a Peca rematar brilhan
temente pas-ando o Juiz de Fora eseiis a-
inigos por baixo de arcos triunfes deflj-
resquelhe prestarlo as farinosas campo-
neZas, e mai habitantes amantes da Rai-
iba e da Carla : toda a pessoa que se apre-
tentar para serrir de Soioado, de caiga
branca egravata, ganhar 3o, as que fo-
rero de calca de cor, poi em calcados, a i6ft,
qutm quier vender ou imprestar os Him-
nos, Miguesta e de D. Maria 2 porom
ero muzica Mi'itar sei generosamente re-
compencado pois he para servir esta mes-
ma noite. O Expectaculo principiar s 8
horas.
ANNUNCIOS.
O 6. N. d Ponte da Boa-xista saio -
je ao toque d'alvorada, e desde esta ora
que espera pelos seus Fregueses, afi 11 de
les dar u m arde sua traca |'i que tenia a-
IVicio le mosliio ter. s logares do seu
. psenlo continua).a ser na loja do Enca-
dis ador em a P.aga da Iudependi-nca ;
ni Tvp. Fidedigna. 111.1. da= Florts;etra
0 inda, ru*do boinfim, casado Dcstriliui-
dor do Diario.


DIARIO DE PERNAMBUCO.

AVIZOS PARTICULARES.
' O abaixo assignado a vis a. pessoa que a
cbou aso certeica, que.perdeo do dia|?3
j do corrente, que pode ficar com as sedulas,
le lite entregar as letras e a conta, visto j
[eaUrem os pagadores avisados para nao
pagaren se ufo ao annuociante, podendo
! para isso lancar a carteira com as letra, e
onta por lima do maro do seu sitio na
Estancia; ficando por esta benevolencia
^eternamente recoohecido.
Joo Alemio Cisneiro.
O Senhor Jote Correia Pimentel
queira procurar a J. N. de Mello, Impres-
or da Fidedigna afim de concluir o nego-
cio, que ensetado.
yy Mara Anglica do Sacramento
Santos faz certo ao Snr. Joio Thomat Pe-
xeira queaonunciou pela Gazeta Universal
de Saltado *3 do. corrente, ter romprado
Gerlrndes Maria do .Sicraroento, um%
casa terrea sita na roa da Praia pelo prego
de500$000 rcis, que tal compra he por
direito nulla, por quanto a dita.Gertrudes
Maria do Sacramento, nio poda de forma
nlguma vender referida caca: .1 "porque
lendo falescido o seu,primeiro marido nio
lea inventario para dar, parlillia dos bens do
casal a seu filho Justino Miguel dos Santos
marido da Annunciante representado boje
por seu filho Joze Mariano pereira dos
Santos, achando-se ainda at hoje os ditos
bens pro-indivo: 2." porque sendo ella
casada com Joze GoroeS'Leio, ou JozeJoa-
quimtla Costa, nio podia tob-'ro vender
dita casa conforme as Leis do Imperio,
m rasode haver ella contraliido as ter-
ceiras nupcias na idade de- 69 anuos. Ma-
ja pois o dito Snr. de reflectir bm no ne-
gocio que fea, ou esta p*ra faser, e nas-ra-
zoens expostas neste annuncio para se nao
in volver em questoens que necessari.men-
te ho de apai ecer, cei to de que os direttos
do mencionado seu filho hio de ser a todo
costo sustentados,.e pela conservarlo dos
quaes desdej protesta.
yy (htam precisar de urna Senhora
p.ra mestra de meninas para o \1 .tto, que
ensina a ler, escrever, coser, e bordar, fal-
-le ao Reverendo Padre S. ,greja le Santa Rila nova, que elle dir
quero a Senhora | vin-va |cap.'Z ]e de, bous
custume*.
mm Quem ti veivura sobrado de.'um t
andar, que quenaalugar, em mi segura
dundoe dois ou trez meses adiantados,
sem exrepgao de roa alguma neste Bairro,
nniiuru ie por esta foiha a Ma morada para
sei procurada, ou dirija-sea ra do Livra-
roento sobrado junto a Botica do S-nhor
Brando onde mota o Snr., Padie. Joio Ta-
vares de Mello, .que se dir quero o quer
alugar.
yy Na ra Nova rasa D. 26 2." andar,
preci-a-se de una mulher, quesaiba cosi*
nhar, e de urna pitia, ou prelo, que saiba
taer o servico ordinal o d'uma casa.
|y> Quem quiser alugar uioa esrrava,
que saib-i vender na ra, e que jaiba I se^
> aerwco ordinariod'uma rasa de pequea
lamilla ; .umurtcie por esta foDia.
^y Qualquer .Ssnhor que precisar de
urna , c,sa D. 2.
M|P Pede-se a S* nhora D. \ijna Cordo-
lina Ban-eira de Mello, que annuncie o
Logar de sua morada, para >e Ihe enlegar
urna carta vinda da Gidade Jas AUgoa-, de
lima saa Mana ali residente.
yy Quem qui er dar a 50$ reisa ja
ros de dois por cento ao mez, daudo-s* de
hipoteca ama morada de c* sita ua Boa-
villa ; annuncie.
yy A'uga-v&e urna morada de rasa ler-
a, ou sobifdo endito primeiro andar
iiitb ras priacipaesdeS. Amonio onde pan-
>e proci sao, dando se ti >d.r, e ni" *xce-
deudo o luguel de oito mil reis; na 5 fon-
tas D. 13. outquem a liver annunrie.
ary Juaquim Joze deSeixa fal puhli
oque tendo nina letra aceita por Manuel
(Jorges de Mendanca da quantia de ;4#000
*,*-s, o quel a perdeo, e por isso ,fa este
s*i.o ao,publico para que ninguem faca
negocio algum com a dita letra, pois a be
arlia a areitanie pi evenido.
a/y Dezejrt-se arrendar nm sitio que
lnhj auftiriciilr casa, assim como est ba-
ja, reta para pretos, diataute desta iraca
at altura do Manguinho, ou distanto meia
legoa ; annuncie.
a/y Quem se acbar as circunstancias
de ir ensinar em um Engeuho, muito pr-
ximo a esta praca, as primeiras letras, a
lingoa latina, e mais alguns estados pre-
paratorios, queira procurar a Antonio Ro-
drigues Sdmico na na larga do Rosario D.
6, loja de tartarugoeiro, oo em Olinda a
Antonio Herculano de Sorna Bandeira, na
roa de S. Pedro Novo.
/y Theotonio da Silva Vieira tendo
de retirar-se breve para f^ra do Imperio
por algum tempo, e nao obstante estar
'bem persuadido nio tenha credor algum,
todava roga a qualquer pessoa com quem
porcazuahdade possa ter contas bajo, de
Ibas apresentar no proso de oito das em
sua residencia na ra do Queimado ou na
ra do Crespo D. 9 a seo Amigo Domin-
gos Antonio Gomes Guimaraens
yy Urna mulher que sabe cosinhar,
engomare todo mais servigo d'uma-casa,
ofFerece se para taes servigos de porta den-
tro, afallar-lhena rea da Flortinina pri-
meira casa de Joio Zurritk, ou a peoa
que a quiser annuncie para se Ihe ir fallar.
/y Jernimo da (Justa Anuda e Mel-
lo, declara ser a sua morada no principio
da ra Direita ao lado do Terco, sobrado
D. 62, primeiro andar.
/y Adiase para alugar, por seachar
desoecupsdo o sobrado junto a Igreja da
de N. S. da Conceigio dos Militares, na roa
Nova, pertencente a mesma Igreja, com
bons comroodos, tanto o hobrado, como as
lujas; e precisando de alguns concertse
Irmandadeeflerece a pes-oa que a queira
aJugar por piasode lempo determinado, a-
fim de que se effectue o concert que pre-
cisa : quem o perlender dirija-seao Procu-
rador na ra das Flores; ou das4 horas
da tarde em diante ate as 6 no consistorio
da mesma a fallar com o actual Tbesourriro
quedar as condigoens da mesma casa.
jty O Abaixo assignado fas sciente ao
publico que se acho chegodos a esta Pro-
vincia os verdadeirosgenoinos poxesanti-
biliozos e purgativos preparados por Mano-
el Lopes, b-.ticario chimico na Corte do
Rio de Janeiro, os quaes tem sido muito
aprovados e com grandes elogios, nio
.por serem tomados como qualquer refres-
co, como pela grande evacuacio de umres
que promovem ; os quaes seachar ven-
da do dia 30 do corrente em diante, no
lugar do costume, que na Praga da In-
dependencia, luje N. a0
Henrique Jorge.
yy Qaem tiver, e quizer allugar 2 ou
um andar d'algum sobrad, em qualquer
das ras dos Bainos de S. Antonio, ou'Boa-
vista ; dirija se a esta TpogiVfia.
%;y Quem anunciou querer 100^)000
ajuios dando pinhores deouio eprata, di-
rija-se ao principio da Ra doftang'd a Lo-
ja de Sera do Si. R quem os d.
a/y Na ra do Fagundes, D. 3 preci-
sa-se por lingual d'um negro, serrador,
ou padeiro.
jry Quem quizer 300^000 apremio
de2 por rento ao mez por 4 me/.es dando
bo^s firmas a contento; anuncie pr e-t fa-
ina ; asaber h em prata a razio de 1:200 o
pdtacio.
%y Quera [quizer d.ir 50&rt. ajaros
de 2 por cento, por espago d'um anuo,
sobre penhor d'ouro ; annuncie.
Sjry Quem pe'Cizar d'um fiomem ca-
paz, edepouca familia, que d fiador de
sua conducta, para administrar ilt>um Rti-
g"iiho ; dinji se ctt'/.t de M.noel Bizerra
Cavah-aiili d'Albuqoeique.
Vy Quem quizer utilicar-ae deh'ini
homem para liir passapoi tes, ouc-i'i-
folhascum presle/.a por pceo cmodo, Ihe
mesenoem carrega-ee do qualquer cobran*
ca ou papis; procure no palio dr Ptnha
Sobrado L). II.
NAVIOS A (VIUA.
Para Amsterdam
S.be at 8 deMaio a Barca 1 tailandesa
Z.'taan, Cap:'VauDnetem.
Para Geiiov.*.
Sihe ate i 5 de M >io j rolara Sar-
da Marianna, Cap. Dodeco, forrada de co-
bre e mui veleira. Quem nellas quiser
carregar ou ir de passagem dirija-se ao
seu consignatario A. Schramm. j
Para o Aracati
>/y Segu Vmgem a bem conceituada
Sumaca S. Joze Palafuz, no dia 11 de maio
prximo vindouro; quem na mesma qui-
ser carregar ou ir de passsgem, dirija-se
a ra da Cruc 0.17 a fallar com LuizJBloy
Dorio.
COMPRAS.
Urna Lgica de Coi-Iba, um? Mftup'i-
sica de Cardozo, um jogo de Dicionarios
de Moraes da \.', e ultima edicio : qoem
os tiver annuncie, ou dirija-se a ra da
Gloria D. 51.
%ry A traduegio da'logica de Genuense
por Colho, ou por Fannha, e Metaphisi-
ca do nu -roo Autor tradusida por Cardo-
zo : annuncie por este Diario.
LEILAO.
N. O. Bieber &omp., Consignatarios
da Galera Hollandeza Cornelia Sara fazem
leilio de urna porcio de cobre velho do
mesmo navio por conla de qoem pertencer
na porta d'A.landega, Segunda luir 2 de
Maiode i836.
^9' A. Schramm faz leilio Terca'fei-
ra 3 de Maio na porta do armasem de An-
tonio Joaquiro Pereira, de 208 caixas com
magas e 5i canastras dita, e 1 hab rom
diversas foseadas, por conta e risco de
quem pertencer.
VENDAS.
Dinheiro de cobre legal: no Escriptorio
de Angelo Francisco Carneiro, ra do Tra-
pixe.
Vy Um relogio Inglez de ouro ab-
nete, com cadeia e si ni'-tes obra prima :
na Botica de Bartolomeo Francisco de
S iu/a, ra do Rosario.
$y Um cofre de ferro grande: no ar-
masen) de Joio Carroll, ra da Cru* n. 4i.
HP1 Um negro, que entende de coi-
nha, e muitodeligente para o-serrco lan-
o Af rasa, como de ra: no Convento de
S. Francisco a fallar com Trajino Comes
de S. Tiago.
iy Um jogo de Breviario, ainda .-em
uso algum : no mesrno lugar cima.
%9 Urna canoa grande em bruto, pro-
pria para fa>er nina b-n c.ssa : na ra do
Collegio, a fallar com Joaquim da Silva
Salles.
fcy Resumo de Arithinelica, em que
se trata das quatro operac f des nmeros
inteiros, pratira dos quebrados, Hecimais, e
propori-Se.s; obra acomodada pempqio
dos meninas : no Recife loja de Joze Gomes
Lial roa da cadeia, e em Santo Antonio
loja de hvros dehonte de Palacio.
Vy Urna porcio de amarras depiassa-
ba linas e gros.as, proprias para curraes
por preco muito commodo : na Alfande-
ga velha n. 5.
W Urna venda na rna do Rosario lar-
ga, a dinheiro, ou a praso com boas Ur-
anos : na tne.S'iia D. 5.
ry O rliate S. Joze Brasileiro de mui-
to boa t ons.riteco, funo'iado na praia do
Coll-gio chegado pioxiinamentr y Ara-
cali', e proinpto a seguir viagem para
((oalquer poi todo Norte, ou frea .^e p.ira
Prahiha, -ou qualquer porto iju.mo
pertender dirij i-se a Praca da I5oi-vi-'. na
Venda junto Botica de Ignacio Joze de
Coato, que la .>-e Ihe dir qoem Lz qual-
quer dos uegorioi.
%9' Um t-M-rivo pardo que representa
lo ;miuo-, muilo gil e proprio para pa-
gem, e olli<'ial dealfaidte: 1 ua do Viga-
rio 11. 3a, 1 andar.
fy Pipas de agoardente de superior
qualidade: na casa \). 5, lado da cadeia.
jry Um crilo de ai anuos, perito of-
fi0jal de calafite, que est ganlwndo l^J
rs. por dia: na praca da Unifo, loje N.
20.
ajry Um escravo da costa, Irabalha.
dor de enxada, e de todo o ser vico de cam-
po : o lado do muro da Panha, casa tar-
ris, D. 10.
C^" Folinhas de porta, de AL
gibeira, e de Padre, para o pre-
sente armo de 1836, por preco
commodo, na Praca da Indepen- I
dencia, loja de Livros N. 37 e
38, e na ra da Madre de Dos
venaa que foi do Rezende.
PERDAS.
Perdeo-seum pente de tartaruga, sen-
do por descuido que cabio de um aobrado
na ra, sem se sentir, na noite de segunda
feira a5 de Abril"; cujos signaes sao : tes-
ta estreita e quadrada, de gomos, e recorte,
e bastante usado : quem o achou o pode
entregar no hecodo Azeite depeixe no so-
brado da padaria n. 7, que recebei o a-
chado.
FURTO.
Furtario na noite de exta feira para
sabbado aa do corrente do Engeoho Pache-
co, freguesia de Santo Amaro Jaboatio,
trez cavallos cujos signaes so : um casta-
nho pequeo, estrella na testa, entre a ven-
tahranco, com urna costura no lrgalo e
a baito da barriga, cauda curta, um p
branco; com 8annospouco mais ou me-
nos; bom passeiro, e bastante pezado.
Dois russos, nm dellescom a orelha esquer-
da tronxa, bom carregador ; oito para dez
anuos: o outro capado, pequeo, curto,
tem urna bexiga no espinhago, de cangt-
Iha : ambos em meias carnes ; os ferros ig-
noram-se. Quem os aprehender ser bem
recompensado, e poder leva-Ios ao dito.
Engenho, ou a ra Nova D. 4-
ESCRA VOS FGIDOS.
Felis, naci'Congo, estatura ordinaria,:
cheio do corpo, barbado, e com suicas, rt*
bastante preta, denles aherlos, pee gran-
des e grocos, calcanhar radiado, que roo
tra ser de Enhenho, as cadeiras do lado
esquerdo urna marca de um caustico; le-
vou camisa e siroula dealgodiosmho, cha-
peo de castor pardo velho e maiocado ; f-
gido no dia 23 do corrente: os aprehende-
dores le vero-no a S. J jse do Manguinho em
casa de Manoel de Carvallio Medeii os, que
serio bem recompengados.
Taboas das mares cheias no Pono de
fernambuco.
10 Segunda i
gilT:-a
J 12Q: o.
|14-W-H 4
x 15 ^*S; "* g
"l6 -D:-J
o
Oh. 30 m
I 18 .
2 &
2-54 VTaaoaJ
3-4
4-30 a
5-42 a
Com ele Diario destribue-se
hoje o N. 12 do Periouico Consti-
tuiyao e Pedio Segundo.
Diario N. 9a.Erratas.
Na Correspondencia do G. A tropelado..
I.inhasi5: ait. 17^2.e diz mais no
4. us clculos Scc. ; lin. 36 Ei-lo pois
|e ti-lo pois ah ; col. 4- ". 9,
de estillasdu esmoler; na mesma col-
lin. 9 tabua lea se taba ....;
ai ligo 54? Iea-se35,
VhH. NA TlP. DO DIARIO.
i8S6,
L


Full Text
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