Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01801


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Full Text
ANNTO DK 1836. QUINTA PETRA
21 DR ABRIL N. 87.
pRBAco. M Tvr. n* M. F le Fa*.a- 886
Dltfl DA SEMAMA.
l*Se*inda 8. GaMIno B. A. los J.do C. dem.
e de t. ses. da Theaooraria Publica. ( hanc. de
i<) Terca S. Homognea M. Re. de m. aud. do J-
MQaarta S." !" Mont- e*. da The. Puta
l Quinta S. Anselmo Are Re. dem. aud. lo J. do
C. de m. e de t- ,
02 Sexta S. Soter Calo ea. da Tlic*. P. and. lo J.
83 SbadoCS. JorgS M. Re. lo m. r anrt lo V. G.
det. em linda. *rtocr. a I h. e52m.dam.
25 DomingoZFagidr deN. Sra. S. Fiel.
BBaaiBKgn^^: -wBcvsaavSff^BU imlwiid
Ti Ho acora depenc. H,.;o no^rafao. e,M,er,1a:Tntinu,,Mo:;n,,
principiamot. .Tremo, ap.mt.doi con. admira-
QO eiur.- as Naques niais cultas.
Proclamad A* Jt.'rnhle* G~al do Brd.fl
Subsorere-sr a 1000 rs. mr-nsaps paSo. abantado*
rJuT/poBr.l. e na Praea da '''^n.dnc'*J.
i- e ss '; onde se recel.....i.corroa|oudeciaj legan
UU ......atoa i iro- M.e.r-lfiemlo
dot proprioaasaisnantet, e viudo awignadoa.
CAMBIO.
Abrtt "-'>
Londren 39 Ir* o 1' Da- ?t. 1"> ctd. on
a 60 por eento de premio,
Lisboa M) por o|o premio, por metal, Nom.
Franca 245 --I" R*. P"r cmico
11 o de Jan. a par.
Moeila de 6,.400 ["-.fiOO
4.,(MM) 6..30a7000
Premio Ha prata 50 p- <
., dfl letrraa, por me* 1 2poro|o
Cobre 26 porcento de descont
prata
CAIt TIJA l)<>> (OKKBIOS.
OlindaToilos o iliasno meio dia.
Goiana, Allmndra. Paralja, Villa do Conde, Ma-
manguapei Piar, Real de S. Jlo, Rrejo d'Areia,
Kainha, l'nmlial. Nova de Soiiza, Cidade do Natal.
Villas de Goianninha, e Nova da Prineeza, Cidade
da Fortaleza, Villas do A fruir, Monte mor novo,
Aracatj Caacavel, Canind, Granja, lmperatriz.
S- Bernardo, S. Joao do Principe, SobraR Novad*
ElRev, lej, S. Matheni, ReachOdo sangue, S.
Antonio do Jardim, tiuexeramoliim. e Parnahilia
Segunda* e Sextas teirns ao meio dia por via da
Paraili.i. Santo A nlao-Todas as quilina fe i ras no
meio da. Qaranhun, e Bonito noa dial 10 e 24
de iada mes aonteio lia. Flores-no dia ISde
rada mea ao meio riii- Cabo. Serinliaem. Kio For-
mozo. Agoa Preta Porto Calvo- nos das 1, II
c'.'l decada mee Serinhaem, Rio pormoao, e A
Coa Preta-Seitunda. Quaria. o Sextas feirat.___
&mi:w&mtm-mm',
^^j&mjm*-^. **L.-----------a
PARTE OFFICIAL.
PERNAM BUCO-
EXPEDIENTE d'ASSEWBLBA
IUm. Stir. A Assemblea Legislativa
Provincial len.lo approvad o wqueri-
menio de um de seus Membros, para que
se peca ao Exm. Sor. Presente da Pro-
vincia iiilbrmecoea, do numero de preces
de que deve ser comporto o Corpo I Oll-
cial, lendo-secn constderaen os destaca-
mento, quedevem ser repa.tidos pelas
Comarcas : me determina leve ao conheci-
menlO de V. S, para EiMT presente ao
roes.i.o Exm. Sor., e elle mandar as in-
formacSes exigidas. ...
De.* Guarde a V. 5. Secretarte da As-
srmMea Legislativa Provincial de P- rnam-
fcuco .8 de Abril de i836. IUm. Snr.
V. T. P. de F. Camargo, 8ecieano iU
Provincia. Laurentino Antonio Moreira
de Carvalho I. Secretario.
Illm. Snr. Tendo sido approvado pe-
U A*semWea Legislo!* P'ovinrial o
renueri.nenlo de u.n da seua Membros,
pa .p.esepecaai.Evmbor. Presulen-
te da P.ovinna, o plano da forca Policial
fcito pelo Brigadeiro Andreas: a.-sim o
commiinicoaV. S. para levar OO corme*
cimento do ExA. sSnr. Pres.dente, a fim de
dar as ne. essat i-s nrden a napeito.
Dos Guarde a V. S S-celana da A-
semblea Legislslia Prutinmal de Per-
nandM.co .8 do Abril do iJ.i6-Hlm.Sr.
Vicente Thomat Pires de riguervdo t-
maro.., See.elatio da Provincia. Laa^
>,.tinu Antonio Moreir.i de Csrwlbo I.
Secretario.
sim o fazer puMieo, a'fim de que as Cida-
daos Brazileiros que a ellas pretenderem
onpor-se, apretentem os seus reqnerimen-
tot documentados no pra/n !e 30 dias da
dala d'es'e, para seren habilitados para
o concurso.
Secretaria da Provincia de Pernambu-
co iG de Abril de i83G.
Vicente Thoroar Pires de Fipuercdo Caro.
Secretario da Provincia.
ContinuacaS do Expedinte Dia 18.
Oflifio ; Ao Exm. Prezidenle da
Relac-a, remetlendo-lbe para sua intelli-
gencia, e pita serem arclnvados na Secre-
taria da mma Re!ac* dt F.x^mpl.res da
Carla de Le Provinciul de |4 do conenle
sebrearova nrganiacafi da Administro-
cao Provincial, p dots Exeroplares das
Iiislincoens respectivas.
__ A'Cmara da Villa do Cabo, di/.en-
do-lbe que nao satisfaiendo o orsamento
englobado das debers para a constroca
de urna Cadeia n'aquella Vill*. qQe a mes-
maCamn-a remettetl 5 f-s-se ..usier que
ella mande faser oulro, 110 ijual se eapeci-
fiquem lodos os niotoraoi, sa quantida-
de, e pteco, e a ma d'ebra.
__ A'Cmara d'esta Cidade, remeitcn-
do-IhedoiaExemplarM da Lei Provincial
,e i4 do presente me/., so'ue a organizo-
c-6 da Adminitraca5 Policial, a don Ex-
emplarxfl das Instrtic>ens respectivas.
_- Oficios do theor do precedente, re-
metlendo um Exemplar de cada pe?a,
sP enderecaram ao Promotor Publico, aoa
aiaesdo Civ-l. onJuii de Diieitodn en-
-, a.. luis Municipal, o ao Common-
danledo Corpo Policial.
oovF.nvo da PBOVnrc*.
Expeliente do dia 1 (>.
OtReio; \<> S'.xni. Proridoute da P.r-t-
,,;,M enviando Ihe o ..iib-cmenlo dos
quarro b.r.i* dooWtra, W 'hn loram
|1TmettdosootJ.;go= Rio d Oaro.
rn-TT-.
Teodo de ser prvidas no Liceo_ d>sta
Cidade, emvirtude do Decreto de 7 de A-
ShqilHii France. rom ****
oo^ooor.. 5 do Gcometm opp dj as
A,.s, segundo o Melbodo de M.'Dupi^,
de Fsica, e te Agricultura como ordeno-
do da GOOOOOO ,s. cada una : Rl"
c, Es. eSr. Pietidcnte da Provincia as-
l\\m, Sr. S. T.tt. o Sr. Preiidpnie
manda .emettof a V. S. pira mt pr.
tea Assmblea Legislativa Proitncial o 10-
cluso oflicfo da Catmra Murncipa >i-
I. do Cabo, ira'anto das soax necessid*.
res e reclamando o ConfirmaCtS daauas
Posturas, queja foram pato abi remelti-
"eos Guarde a V. S. Secretaria da
Provincia de Pernamboc 18 de Abril de
,836 Sr. Lavirentino Amonio Morei.
rn de Carvalho, Secrelario da As.emblea
Piovinr4kl. VicenteThoins Pues de
Fsueredo Camaig.
Dia .0.
Gmlintia a relaj dos Empregados da
Saade, que tarde, o ms horas Utem a
vi.sita das Embsrcscoens, <)"e enirao, co-
mo Vm. vea di < flcio incluso do Com-
mandante da EscunaVi loria Eu ch..-
mopoisasfaatlencaa sobre rale objecto
vu-a qii" corregido! leoiolliODle Emprega.
doacnidm melbor de suas obiigacoens,
alias sera despedido-.
DeoaGuarde a Vm. Palacio do Gnver-
nodePernambuco i9deAb.il de 18.16.
Francisco de Paula Cavalcanli d'Albuquer-
qoe. __ Sr. ProvedordaSaude.
__ N*5se acbanlo ainda nomeado o
Prefeiio d'esla Comman-a, rumpre que
Vm. em virlude do arl. 9 da Lei de iG do
crtenlenasse a xerceras respectivas lun-
eoens, Horneando Promotor, que o subi-
' DsOS Guarde a Vm. Palacio do Gover-
nodePernanbnco i9de Abril de 1856-
Franoisco de Paula Cavolcantid'Albaquer-
qU0, __ Sr. InM Thoms NabttCO de A-
raujo Jnior, Promotor Publico.
Continuar se-a.
DIVERSAS REPARTICOENS.
CAHAR* MHfCIPAt no reCIFE.
SessaS odinaria do dia aG de Marco,
de. 1836.
Presidencia do Snr. Gusmfo.
CoimiarereraS os Sra. Branco, Mame-
de, Miranda, e t'e-soa ; faltando com cau-
za os Snrs. Silva, e Mena.
Abe. ta a sessa e lida a arta da antece-
derle IV. approvada por estar conlorrte.
O Secretario dando conla do excediente
manciononosseanintesoBcios:
mdoJaMunicipal declarando naver
orneado interin.raente para servir oomo
Pr. m.tnr Publico d.ste Miin.cipto o Ur.
Acos.in!.. da Silva Noves : que fos-e con-
vidadopara vir tomar p.ssfl o prestar p-
ron.ento no di* 8 de Abfl.
O.nrodoVipariodeS. Loorencoremet-
tendo a informaco pedida .cerca das esc I-
Lsdeprimeira ktren? inteirada.
OatrodoJuir.dePadoi.'D>tr.ctoda
Ron nata sil." aedilicoclo, e temada de
aerrenti.pubiica qnoeslava fatend.. pata
..handui dosi.lo doCajueiro, o Cidadlo
Fr,riacoRib.irodeBrilo: ioeroda.
Outrodo r. Luir. Angelo Victouo do
NVrimento Crespo para que selhedis.g-
MMed.aem que viesep. estar mnmirt.toe
lomar pes.e......rgo de Jni de Orf.osad
koo rara o l.bello de Luis Forreiro Csm-
B. contra Antonio Pereira. E por se.
dd ahora nlevantm.-se aS4*o. Jos
r.v.re. Gome* da Conree. Secretario a
,';,;,, Gusmi.., P. P- i Pw, Mfi,
Maiuede, Mirando.
EDITA1
A Cmara Municipal da Cidade doRecife
e seu termo em virtude da Le.
Faz saber aos habitantes do Municipio,
que no dia 8 do seguinte mez de Maio, por"
as 9 horas do dia, deve ter principio em
todas aslgrejas Matrizes, que estiverem
dentro do mesino, as eleicesde Juises, de
Paz, e Supplenies, que para esda huma
das Parocbias se deve azer, na conformi-
dadeda Lei Proviucial de i4 do corrente
mez, elnslruces de 16 do mesmo, para
sua execuclo, e das mais ley em vigor,
presididas por os Vereadore?, e bomens
bous que para isso fot o nomeados, e cora
asistencia dos respectivos Parochos, que
na porta de suas Matrizes deve o por as
listas dos que tem direito a votar em dilas
eleicoens. E para que chegue a noticia a
lodos os interes.ados, mandn, em cura-
primenlo da referida Lei, e ordena do Ex-
cel. Presidente da Provincia, publicar por ^
a lrapsensa o presente edita I por ella aaaig-
nado. Dado e passado na Cidade do Reci-
l'e dePernambucoaos 19'de Abril.de 1836.'
Joze Tararea Gomes da Fonceca Secreta-
rio da Cmara o escrevi.
Tbomai Joze da Silva Gusmse, P.
Antonio Gomes Pessoa.
Francisco Mamede de Almeid.
Joaqu'ni Joze de Miranda. ^
Antonio Joo da Ressurreicio Silva.'
Ex^lindo nos Arroazens N. 3, e 4 des-
ta AH'andega a mais de trez annos os vo-
111 roes constantes das marcas, e numero
declarados em Edi'al dota data afixado na
noria da dita ReputicaS se aviza aos seus
propietario*, para que no praso de trin-
lBdiascontadoa.de boje, os despcheme
removasob pena de serem vendidas em
hasla publica as mercadorias que taes vo-
l.niescontverem, como di>poem o ArU
,58 do negulamenlode 20 de Selembro
d 1834. ... .
E para que ehegoe a nolicta de todos os
nltre.-sadossealixou o prsenle nos luga-
res do cosltime, e mandou publicar pela
iroptensa. ,.
Alfandega de Pernambuco i9 de Abril
de io36. .
O Inspector interino
J..come Gerardo riaLtitoache de Mello.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A paula hf. a mestna do A.* 75.
ARCN AI. DE GUERRA.
O Arsenal de Guerra convida Ofnc.aej
de Corpino quequeiro rlr trabalhar serT-
do berr. pagos, assim como tobem recebo
serventes pagando 4S0 por da.
Jco ^epomuceiio da Costa Monteiro*
Director do Arsenal.


P7


DIARIO DE P.J3 R N A M D C O.
OBRAS PUBLICAS.
A repartido des Obras Publica, preci-
sa comprar diariamente carne fresca para
suaten tapio dos preoa, que voluntaria-
mente, trabalho na dita Repartico : as
pttaoa que quizerem fater dito fcroeei-
cisnerito diario, pod*m concorrer na caa
da dita Repai tico, na ra do Collegio, no
da 50 do crrente Abril, para se tratar do
negocio, e lmar-m a quetn por menor
preco o fizer.
O Sor. Arrematante da Ponte do Mo-
tocolomb quena dirjgir-se a Repartirlo
das Obras Publicas, o mais breve possivel,
das nove horas al as duas da tarde para fal
lar sobre aa Obra daqualU. po!v.
-liUditi Antonio Carneiro L'io.
-n .. Inspector Geral interino.
da Silva, e Joo Agostinho
de Castro..............
Outubro.
Entre partes, Jozefa Caeta-
n* de Frehas, e D. Mario da
Perilla Bevlaqne, e scu- fi-
Ihos...................
Novembro 3.
#990
i$6S0
CORRFIO.

As pestoas nteressadas nos Auctos abaixo
declarados dirijio-ec Airainlraco
doCoueio para depois de pagarem os
respectivos portes serem remettidos a
fielato desta Provincia.
'835 Margo.
fortes.
Autos entre partes, Izidro de Pau-
la Mesquita, e sua mulher,
com Joaquim Aurelio Pe-
reira de Carvalho........ 2$700
Abril.
De habilitarlo, de Benedic-
to Joae de Matlos Lima. .
Maio.
#630
Entre partes, Antonio Bor-
ges da Fonceca, e os Ven-
adores da Cmara Munici-
pal Antonio Htniiqued'Al-
meida, Manuel Francisco
de Dos, e Amaro Victori'-
no da pama----------------... $100
Entre partes, Antonio Mo-
seira da Costa, e Luiz Go-
mes Ferreir & MaruGeld. #750
Fnire partes, Wanoel Paes
d'Azevedo, e D. Aona Fran-
cisca de Mendoza........ i$570
Entre partes, Luiz Fernan-
des Urna, e Juze Rodrigues
TOliveira................ #950
h Entre parles, o Padre Joio
Capristano de Mnraes, e
outros, e Jlo Pinto de
Q*roi................ ]$130
k Entre partes, CorduTo Can-
dido de Gu-mo Borralbo,
eafastica.............. #73o
dem 4.
k Entre partes, Vicente da
Hosa, e Marcelino Joie da
Silva.................. $570
Dezembro 2.
Suroai io crime do Juiz de Paz da
Villa de S. Jco do Principe,
Relxcio desta Provincia...... $900
Carta Preratiria de deligencia
Civeldo Juiz de Paz da Cidade
da Forlalesa, ao Juizo de Paz do
2." DisU icio desta Provincia.. $.ib'0
I Jem 9.
Auctos enire partes, Jor.e Fran-
ciscp Pmto Guimarae-s, e
iternardino Antonio Dotriin-
g"es------............... 1$210
BtUre partes, Joo Bapi.-ta
do Reg Cvale anti, e BraZ
da Costa de Medeiros..... 1&120
i836 Marco 3p.
Entre parles, Antonio Mu-
n 7. Per. ira, eNcoloOtlo
Bieber & Companhia..... $780
Entre partes, Jwio Pe eir
dos Santos, e Manocl Joze
Peieira................ 1$000
droinistmca da Justica, faltando os ho-
rnees honrados, em cujo votse deposita-
va6 melhores esperancas. O sysleraa e-
lectivo est muito vulgarisado por exem-
plo ern a A merioa Ingleza, faz-se o mesmo
ntrenos, seni prereder hum serio exo-
rne, fe as nossas circnnstancas sao idn-
ticas. A Guarda Nacional na-Franca he
otganisada desta un daquella serte, trans-
planta-se para o Brazal como objetto de
moda, nao se indaga, se o terreno esta
pn parado, e appropriado para oaroanho
da nova planta, que extica no peiz defi-
nbar em pronto pelo inappropriado cul-
tivo. Asim liamos apuntando outros
tpicos, que sserviria de magonr-noS
eque (leporino contra a impericia de al
guns nossos Legisladores, queoasoube-
ra manejar a forte alavanca da recom-
pensa, e castigo da gloria, e infamia, pa-
ra conduzirem os homens felicidade, nao
deixando evasivas ao crime, nem desalen-
tando avirtude, que carece ser excitada
pelo premio, ep.-otecca. Fazemosjus-
lica as inttnces de muitos dos nossos Le-
gisladores, mas existindo a grande luta
entre o poder, que revolucionava no sen
sentido, eo partido popular, que tambem
revolucionava anda mais violentamente;
nao admira, que a exce-siva cond.sren-
dencia com a demagogia, e ambica da
lalsa popuUridade arrastar-se a excesos,
cojos recitados nao podia sr previstos.
Compre agota que os nossos Legisladores,
dep.ois depas.sada a tormenta, estudando
bem as nossas naressidades, desempenheiii
melhor a sua missaS, e nao se tornem
merecedores da reprehensa do Sulta Ma.
liomete.
(Do Astro de Minas.)
mi 1
Ouro-Preto 15 de Janeiro de 1836.
, Jenhoai,
Entrenarles,Francisco An-
tonio da Sil va, a Manoel Jo
n Duaile, e sua mulher... 1$680
Entre partes, Joze Felicia-
nj(M)o Qouto, por cabeca de
ma mulher e nutras, com
'Mara Francisca do Espirito
osnio..................
INTERIOR.
i$980
Setembro 7.
$670
'Catre partes, Thereza de
Jezus Banden-a e Mello, e
Francisco d'Oanda Chacn
Entre partes, Antonio Pe-
dro de Mendcnca Corte Re-
al, e Joaquim de Batos... i$a 0
dem ai.
Entre parte, Jom Roberto
d-- Moraes e Silva, e Joo
Francisco Regia Quintella. $470
dem 5Q.
finir partes, Francbco dos
Santos e Silva, e Antonio
Jorga da Cruz, e sua mu-
Parere-nos acertado o pensamento de
HeIftcio quando quer que a felicidade de
lium povo dependa utiicamnte da pe.-
feiqaS da legislaca, q*e tej. apropiiada
s suasnecessidades. Em v.., diz elle,
ospovos loucamerite apaixonados pela sua
legislaca lazem cosislira causa de sua.s
desgrapas na inexi cuca de soas Leis.
A inobservancia d. 3 Leis, diz o Sulta
Mahomet, depe contra o Legislador, e
n-
>a, e o castigo, a gloria, e infnnir, sub-
mettidas debaizu da aleada do Legislador,
sao quatro esperie.? de divindades com
que pode sernpre operar o bem publico,
e crear bomens illu'tres em lodos os g-
neros. Por otes principios podemos in-
ferir, qua mujlo boas Le em llieo ia, que
na pratica rijo fizem a felicidade do povo,
queaspossue, devem ser corrigidas, nu'
sobitiluidas, por nao preencheiem o fim
principal a que sao destinadas, slo he, por
nao fazerem a felicidade da associaca.
Nesse sentido parecemos estar acerra de
alguma parte de nossa legislaci.8. A mo-
ral publica nao setem ape feicoado j to-
dos prelendem dii eitos, e regalas em po-
t subido, mui poucos sao os que cuida
de cumprir religiosamente os seua devore^
julgando Ioucamenle q.iea Liberdade pos-
8a vingar sem que o Cidada *eja o servo
da L da N.icional; como se considera nivella-
y~... com o se 11 Superior (.burdo este ca-
er--------............. l$000/paz de trastornar toda a ordem pobli-
Entre parles Diogo le- ^ Ca) nao Ihe obedece, e militas veaes ainda
wa de Macedo, e Antonio U itootta, jactndose que psra as EleiQ6 8
da Silva & Companhia----- $730 wh.;.-------....._1-
Entre parles, Baitholameu
Joze de Ca vaJho, e Joio
JtHe do Espirito Santo, e
utro?.............: ^>8So
oire prtcs; AntonioLipD
se conluiar com outros de sua feica pa
ra profanaren! os seus votos, prestando-os
a qiiem osmio roereca. He convocado o
Ojulgamenlo doscrimes pelos jurados,
que a Consiiiuica nos offereceo como unja
garanta dos nossos direitos, eque, quan-
do dado ao Brasil por seus Legisladores,
lora recebido com eiithusiasmo e agradeci-
roento pela populagad, vai-se tornando
entre nos ta5 impopular, que raro boje
lr se un Jornal onde nafi appareci que-
xumes, e bem amargos, contra urna Ins
l Inici que outr'ora se suppunba vir per-
nos ao abrigo dos erros e da prepotencia
da Magistratura. Nos tambem Ihe ti ibu
tamos elogios ; e se tveramos de ju'gar
vdmente pelo que observamos em a nos a
provincia, ainda agora conservaramos a
m.'sma opiniri. Ta5 escandalosos poiem
e 116 repetidos tm siJo os fados que altes-
a contra os nossos actuaes Jurados, q'
tura preciso resistir luz da evidencia pa-
Tj deixar de conhecer que a populaca
'em justos motivos para qoeixar-se. Ao
lr-se a historia de tantos julgamentos que
revoltaG a raz. 5 e .1 Li, quein desconhe-
cei ()iie def-'ito existe, se tu5 na luslilui-
C'-O considerada de p.'r si, d cert na sua
orgaosacad entre n-? Acosiumados a a-
propriar-nos de tudo quanto encontramos
de bom nose.-trangeiro-, ni transpltinta-
mos as niais sublimes theoiias para o nos-
so Paz sem examinarmos com a devida
ci:cunspecc.a5 se o terreno ja estar prepa-
lado para receber a planta que se Ihe des-
tina ; e, pnrumv jspecie de orgulho pou-
co desculpavel, na5 queremos imitar a sua
prudencia, deixando de generalizar por
toda a parteessas mesmas plantas que s
em uoi ou outro terreno podei ia medrar.
A e.-U sem duvida, e a nenhuma nutra
causa, se pode attriboir a decadencia de
conceito que o Jury v Nem por issoque o julgamento dos reos
por seus proprios pares ou concidadas se-
ja a todas as luzes o mais bello e mais con-
sentaneo com a ndole do Systema Repre-
sentativo, devej-a ser ntioduzidoem to-
dos os lugares do Imperio, faltando a ne-
cess;>ria mstrucca que elle exige do povo
a que vai regar. De que a provey as ma-
quinas mais perfeitas na mao do artfice
inerte ou ignorante? Muitas vezes trazem
a sua propria ruina, quas sernpre o des-
crtdilo dVllas. P..ia que posaa apnnei-
tar a um l'a'u o estabelet ment doa Jura-
dos, mi,lerque seus habitantes tenido
ellessejarespeiuda, de maneira qe neV
huma se atreva vommetter acp5es tornes
s para que ellas nalheseja Janeadas en!
rosto. Sefaltapois estes requisitos .
dispdnsavea na populapaS, ella na6 est
a.ndaapta para entrar 'um exercicio .5
melindroso. Nem basta s que po,.u, Z
ma ou outra d'est.s qualidade-; ellas deven!
existir todirs conjuntamente para que ?
sa haver ura verdadeiro Jury. De
serve que um Jurado tenha intrf|RPll?f
e Ihe falta i probidad } e qua5 *
grao de wi.elhgencia qe *. reqaer Sj?
o conhecimento de um delcto ?
Nos nao duvjdamoa quealgous poni.
do Braz.l es.eja as circunstancias de e
ceber desde,a, depra.icar mesmo couV0
se deve esperar de um povo Ilustrado
morahsado o actual Cdigo do Procesa
mas em todo o Imperio elle nao certa
mente exequivel. Se os Legisladores JS
zessem veconlucer que nao importa Val
da ao crdito do Paiz a confias* de Z
nem todo elle se acha igualmente ci,
do, seqmzessem n'e>te sentido legislar
accomodar 6S In,uices capacidade
dosmd, ,,duoa que poVO*5 esta o aquella
porpadot lonob,asi av ob,e el es nao pesase hoje tanta reSpo!
sabilidade moral, taftto sentimento del
baverem anticipado a dar um p.sso
que agora pa.ece necessario retrogradar
INaonos mo desairlo i sel-o-hi", nel
ronirano, reconhecer o mal e deixar de
nrl7 Mm l'*e- "que compre
proceder com demasiada c,cuSpecca
n.sso que deve haver a mais perfrita bar-
ra na, tola a boa fe. Bem diflicultofo
6 o 1 a,s.. entre os ex Iremos de tirar ludo
a populaci.se de tudo conceder Maeis-
tratura. Se hoje popuf.c.6, ri.,fd-
pela impunidade dos dehclos que desera-
cadamente teoa sido apoiada com escn-
dalo pejos Jurados, ella clama com toda a
razad contra o Jury, se s suas vozea te u-
nent as de muitos cdados que, amigos
das InslituicSes livres e dos verdadeiros
progressos nacionaes, lemem ver a anar-
qua e a desordem produzdas pelos er-
ros dos julgadorcs, nao recebera de bom
.:.,-, ------;------------ 1 -----> """ 4"e mus iiiuiianics icnn. o
Ju.z de tarto para exercer o importante adquirido um certo grao de nslrucca,
cargo deJuiz, par, despresa a Le, e nao que lenb..5 nina forca de caraaler i bem
cepa^tcem uitas veiw, eassim padece a a- | desvolvida, eque a moraSdade earc
erado, nem estes nem aquelles, urna le
que prive oscdadios de lodo o direito do
julgar as causas de feus pares.
Con-ulte-se po bem quaes os pontos do
Imperio onde a populaca tem chegadoa
aquelle grao de llustrapa proprio para
exercer o ministerio doa Jurados, e ai te-
nha o Cdigo nteira execupa: veja e
os outros onde um ponco mais de atrazo
na5 premitle que se Ihes conceda o tomar
conhecimento e decidir de todos os nego-
cios crimes. e n'esses se exceptuem os ca-
sos mais delicados e importantes; e final-
mente n'aquelles onde ou a falla depopu-
Uoa ou a sua pouca il.'ustraca forem re-
conhecida, nsltua-se Juizes proprios
p ra a decisa das causas. Com estas dis-
tinccO.s poder-se-ha mesmo estimular a
populaca a que se torne mais industrio-
sa, mais illuslrada, para que ganbe a-
quelles privilegios, evnntagens de que g-
za5 as suas visirjhas. Nem s i.sto impor-
ta faier-se para que alosluipa progri-
da. m novo syslema de ahstamento
dos Jurados misler : os lequizitos que o
Cdigo do Processo ex-'ge sao ta vagos,
as Autoridades encairegadas da classfica-
cao t pouco proprias prtra faze-la com
exaciida, que muito deve ter i.-so contri-
buido para os raaos resultados que se bao
colhido doprimero ensaio dos Jurados.
Tassado o lempo das commoces pol-
ticas, csmiiihando o Brazil por urna vere-
da mais desempedida e livre ja de tantos
tropeos parece ^ne devenios esperar
que aquelles qUe por suas luzes, sua opi-
niaemerrto justamente adquerido go-
za de maior estima e con-ideraca soci-
al, .-eapiessem a fazer na leg slapa aquel-
las emendas de que lanto carece; que o
Governo ou auxilie com os trabalboa da
sua experiencia e da de seus delegados e
funecionarios, mostrando os deffeilos e os
mi ios que acredita mais proprios para
niodilic.ii- o Cdigo no sentido de melhor
pieencherem os lins de tima v.'idadeira
legislapa. N< devenios reconhecer que
esse Cdigo, embora fos.se meditado, era
si excellentes dsposges, comegou toda-
va a ser observado quando o Brasil eslava
a bracos coro partidos heterogneos, e quo


D I A R I O 1) E PERNAMBCO.
fortes por diversas circunstancias, najul-
gara illicito meio algum de obteiem ca-
da um osea triunfo.
pD'- essas exageraces que nos trou-
xera setn duvida rales gravisiimos, esaa
intolerancia que aoedou deuns e de ou-
tros mu i los individuos, s porque se na5
quizer- sngeilar a ludoquauto elles en-
tenda conveniente. No meio desta lula
U porfiada, com poderes disc* icionanos
confiados a quera podia delles btisar, co-
mo eaperar-se a perfeita execuc de urna
le Bva? regularidad* era Una no vo*yi-
tema? aprfeic- de um trabaiho para
que nadaestva preparado, ninguem pre-
dsposto ? Coro raza pois se queixa da
Legislatura, porque, devendo antes curar
de arredar os males que sobre nos pesavaS,
' te deo ao trabalho de formar lea que de-
via esperar portempos mais tranquillos
para serem ensaiadas. Possa a expenen-
* cia do pastado desengaar aos Iludidos de,
que oo avancando sena prudencia que
se consegue firmar as Instituices de um
Poiz e asspgui ar a sua verdadeira liber-
dade; e possa tambera abrir os olhos dos
Legisladores para Ir.-carem um novo ca
rninho, oais proveiloso Ncfo e mais
glorioso paradles! Bstanle temos de l-
berdade ern nossas'Instituices; filta-nos
ter baslante seguranca no gozo dessa mes-
nia l.berdade e no de nossa propriedade,
de qual quer genero que lia soja. Pa-
ra sdevem convergir todas as attencons,
j lempo de dar aos Braseiros algum
fructo doSystema Representativo porel-
Jes abracado. Que se preencbo os Votos
dos liomens verdaderamente filntropos,
Bnceramente livres, que desejio a par do
gozo do primeiro bem, aLiberdade,
o nao menos indispi nsavel, a-seguranca
sera os qoaes nunca ser a Naci verda
deiramente feliz^ nem solido o aeu engran-
dm'mento e prosperidade.
(Do Universal de Minas.)
.i
(Carta de B. Franklin.)
Philadelphia lf de Abril 1787.
Meus charos Amigos. As vo.'sas refle-
xes sobre a nossa siluaca, comparada
de rouitas Naces da Europa, sao mu
justas e sensatas. Permilti me com ludo
accrescentar, que bum povo virtu-
oso he que pode aer livre. Tanto ruis cor-
rompidas sa5 as Naces* mais piecisa de
buro Senhor.
As nossas comas va5 bem, quanto se
pode razoavelmente esperar depois de hu-
ma ta5 grande revoluca. Temos lido
alguns bailbos em difFerenles partes ;
mas nos os vamos arcomodando medida
queparecem, e somos coutiuuameuleoc-
cupadosem fazer reformas emelhoramen-
tof, nem duvido que ludo va bem com o
tempo.
Sou todo vosso.
A carta antecedente escripia por Iram
sabio patriota Americano, sendo medita-
da por qur-m Unha a rataS despida de cel-
los preioios, e o coraca inflamado no
amor da Patria, be huma ulilissima lica
em nossas circunstancias. O aballo, que
o Brasil sofFreo com a sua emancipaca,
anda de todo se nao extingui, nem isso '
fra possivel, por que diversas causas man-
tern essas vibraces, que de quando em
'quando apparecem as Provincias, sem
completo triumpho de seus auloies, por
que a liherdade est plantada no Brasil, e
os repelles dos aafbiciosos nao fazem pa-
rar mais a sua necessaria vegetaca. A-
peaar de se dizer, vista de certas desor-
dena infaliveisrm nosso tirocinio poltico,
que o Brasil nao eslava apto para o sisthe-
ma que abracara, comtudo, nos corifes-
sando em parte essa asserca, negamos q'
a liberdade pereca, eo mais que se pode
aflrmarhe, que o nosso estado de baru-
lhos, aqui, e acola, ser por mais lempo
repetido em quanto a nossa educaca nao
for toda moldada pelas ideas Constitocio-
naes, que ainda se nao lem bem firmadas,
por isso mesmo que luctames com hbitos
e costumes oppostos aos libera s, e inve-
terados p'>rmuitos anuos. Mais aptos es-
ta>5 os Nort, Americanos, e todavia an-
da por alguns annos depois de firmada a
sua Independencia elles tivera da ac-
comodar barulfcos *em diversas partes,
Hnedida que apparecia ; e se Franklin
fta dbaldeesperou do tempo, a prospe-
ridade que hoje gosa easa briosa Nac, co-
mo na6 esperaremos o mesmo felis resulta-
do, acceleraodo-o por todos os meios que
esta nosso alcance?
No primiro'periodo da carta desse Phi-
fosopho Estadista apparecea tnaiorcaos,
que poile fazer perigar a Liberdade ; ella
deve andar casada Com a virtude, e a sua
seguranca est no respeito as leis, e as Au-
c toi ida des constituida para as fdzeremexe-
rutar; sem isto degenera em anarqua, e
a anarqua he o'mais bomitivel dos des-
potismos. A corrupca do* pdvos faz ne-
ressario o Governo desptico, e elles se
corrompem quando ignaros dos perigos
que os arraitra os excessos da Liberdade,
ou seduzidos por fccioz o bem particular ao de toda a Naca, des-
presa as leis dando largas s suas paixS-
s. passmos de hura estado em que nao
tinhamos verdadeira posse dos nossos pen-
samentos, para outroem que a franca Li-
berdade de publicar o que sentimos he hu-
ma preciosa garanta dos Cidadaoa livres ;
mas minease devia entender que a Cons-
titirca nos da va essa arma de nossa defe-
za para com ella assassinarmosa honra dos
nossos Concidadao.', ou para os desinquie-
tar huma nsubordinacaS que desacredi-
ta a liberdade, e torna peces os seus fru-
< tos. A gente pouco instruida julgou que
devia saltar sobre todas as leis para gosar
da liberdade de satiifaser os seues mais loc-
eos caprichos; muitos que por seus talen-
tos deveria Ilustrar a raza do povo oc-
c upa rao se em ob-curecel-a com seus o-
phismas, escaldando as sua* paixSes; e
nao poneos privados dassimplices ideas da
verdadfira liberdade acrescentar os des-
temperos de seus escriptos e discursos aos
pensamenlos dos ignorantes, sempre mais
propensos a abracar o que mais agrada
seos vicios e a sua malignidade.
Desla coufuzad nasceo retai (lamento do
nosso bem ser, que s do t> mpo, e das
fadigas dos verdadeiros Patriotas, devemos
espeiar melhorado. A 'ignorancia hade
vencer-se pelas luzes de bohs escriplores ;
os mos va sendo despresados como per
(ubadores da Ordem publica; e quando se
desenganarem os povos que sCm fiel exe-
cus-.a das Leis, e sem Authoridades zelo-
sas de sua mantenca, nao ha seguranza,
nem prosperidade, elles se hira recoihen-
do ao circulo dt s deveres, que a Liherda-
de pi escreve, e que a raza recomenda.
A instruga, mii de todos os hens, tiara
erasigo o triumpho da Moral Publica,
hoje U ultrajada por igporantes e per-
versos, que se meltera a doutrinar o po-
vo com escripios revoltosos, insultantes,
injuriosos, emfim contrarios s leis e
decencia. Os que nos julgarem por es-
ses miseraveis escriptos, que at nos peja
nomear, dir.', como ja di/em, que so-
mos loucos, barbaros, e indignos da Li-
berdade,
(Do Fluminense.)
deiros, porm ao p dpslas esta as forcas
de B> nto Goncalves e Neto, j reunidas, e
isto he pelo Tlho o imrnediaces doJa-
guara e para concluir a ideia que vou
dar disto devo dizer que 'ainda quando
este golpe que se espera (dando o Silva Ta-
vares, e Beolo Gncalves a acca) seja o
nasso favor, nao se pode bum s momen-
to pensar que esteja concluida a guerra ci-
vil desta Provincia ; antes cada vez mais
se precisar qoe o Covern'o Central dos
auxilios que poder, porque na s aug-
mentar a forca phisica do pailido da le-
galidade, cmo a forca moral, ao mes-
mo tempo que enfraquecer a dos anar
quistas, que at agora (at que entrou o
Sr. Maciel) com a indillerenca doGover-
no tanto se animra. O lugre Caboclo
anda ha apparecea.
(Garla particular.)
5. PEDRO DO SUL.
Norte, 10 de Marco.
Estamos em sitio por 400 homens que
viera por e*te lado com Cabo Bocha, e
boje com mandados pelo Ouofre. Nao
trra podido entrar porque temos 400 ho-
mens de inf.-nteria ntrincheirados com
nove pecas, e duas embarcaces de guerra
colloftJas huma para o Cascalbo, eou-
tra pt't as'Casimbas ; porcm nao temos
hum cavallo, nem huma rez, porque elles
at a barra domina ludo quanto est fra
do alcance de arlilheria.
Aroeaca que ha de entrar, e qoeespe-
raartilhen* de Poito Alegre. Todo o
BiodeS. Goncalo est oceupado por hia-
tes armados, e pela Barca de vapor, pa-
ra impedirero a passagem de forgan paira
o Bio Grande> a Cidade de Pelotas, e
chaiqueadas, quasi de todo abandonadas
e desertas. Para o Caguen e Lagoa fora
a BKuna Bella Americana e o Patacho Ve-
nus que veio com 1Ib. Ainda est em du-
vida. a jiyiccn de Silva Tavares com Me-
A Corveta Americana Ontario poucas
noticias traz do Bio da Prata.
Em Buenos Aires reinava o socego, bem
como na Bepoblica Oriental do Uruguay.
D. Fructo Rivera entregou o commando
do exercito apenas recebeu o decreto de
sua demissa. Na parte que dirige ao Mi-
nistro, dando conta de haver obedecido s
ordena do Coverno, diz elle que, com
quanto lbe fosse mui sensivel aquella me-
dida, nem por isso deizar de prestar todo
o apoio adminisiraca ; e que dentro em
poucos das vira a Montevideo para peso-
atinente ass-gurar o Presidente da sua
franca e leal cooperaca.
(Co Jornal do Commercio de 21 de Margo)
ARTIGO COMMUNICADO.
Gontnuacio do Artigo
Tolerancia.
A Religifo pede hum culto exterior,
templos, ministros, solemnidades, e por
issoacha-se ligada com a ordem publica.
Para que os deveresciviz nunca sejid con
trariados pelos dveresReligiosos he indis-
'pensvelmerte necesfario, que as duas Aa-
ctoi'idades se entendi, eobrem deaccor-
do ; oque nao teria logar, se a Religifo
deixasse deser hum estabelecimento pu-
blico approvado, e protegido pela lei.
O Estado finalmente, a quem importa
grandemente, qoe lodos oscidedios se to-
rnera dos principios, e sentimentos da
Religifo, d'-ve crear os fundos necessario^
para as despezas do culto Divino, excepto
se tiyer afelicidade deosachar j creados,
e estabelecidoi. in perpetuum pela piedosa
I beralidade das geraces precedentes. Se
fosse preciso, que cada cidadio, depois de
havr safisfeto os enraigos pblicos na ra-
so dos S' us teres, de mais a mais se impo-
ei,e voluntariamente para manutencio dos
Templos, e subsistencia des Ministros na
rasa o da assiduidode destes em as pretanc-
ces do cultor comprom- tt-r-se ia a conci-
deracio lo necessaria a os Ministros da Be-
ligo, e f.ltara solidez a osestabeleci-
roentos Religiosos. A mema Religifo tor
nar-se-ia odiosa ao Povo, o qnal em vez de
consolaces, e instrueces, que a sua mi-
sera, ignorancia reclamfo, quica a en-
carara, corno 'bum imposto oneroso, de
que desejara lorrar-se todos os d as. As
dispezas do culta sao buma divida do Esta-
do, nao menos qoe as do Governo, e deve-
ra ser feita's nao s cusa dos que creem na
Rel'go, como por todos os pr-.pretarios :
porque a Rli*:io protege a todas .ss pro-
piedades, e os meamos, que nao a prvuM-
sio, aproveilfio-se da aa influeuca sobre
a multidfo.
Quando huma Religifo faz paite da
con tituico do Estado, he dominante de
direto: e quando existe separada dacons-
tituico, e todava a profesa o maior UU-
meroilostidadios, he dominante de UciV.
No primeiro caso asoutras Relig oes nao
podem ser se tifo toleradas ; no segundo
lod-s gozio de igual liberdade, e nao ha
tolerancia propriameote dicta.
O Soberano deve a Religifo dominante
qruer dedireito, quer de facto lodo o favor
corrpativel com osdreitos da conscienefa ;
e sem que todavia possa coagir os cidadfos
a que creio nella, ou a pratiquem ; por-
que a Beligifo deve ser fructo da persuasfd,
e esta nfo ae opera pela violencia ; mas ef-
le pode, e deve reprimir os innovadores,
que sem mosliarem missfo Divina, dog-
matizaren) publicamente contra a crtica es-
tabelecda ; devendo punir nfo s a os que
perlurbfo o exerccio do culto, como a os
que recusfo conformarle a os regula meti-
los de polica, estabelecidos pelo Magistra-
do m favor da Religifo.
Toda a Religifo auctorisada pelo Estadd,
e mais se he a Religifo da maioiia, tem di-
reito protecefo do Governo ; o que bern
sedednz'do piincipio da tolerancia. In-
miI ar huma Beligifo, quer seja emsu.i
doulrioa, qer em seus exerccios, quer
finalmente na pe-soa de seus Ministros be
hum acto de intolerancia, e perseguicfo.
Se huma Soriedade Beligios uto pode u-
sar de violencia contra os disidentes, tam-
bera estes nio a devi m perturbar no exer-
ciciodoseu culto ; por isso que osdreitos
da consciencia nio sao menos sagrados a
respeito das sociedades, que a respeito dos
individuos.
Eu deixo p>'o Governo, e Polica 9 de-
terminar, se devem ser ponidos, como
actos de intolerancia esses misiraveislihl-
los, em que a Beligifo he exposta a os apo-
dos dos ignorantes, eleberlinos, ou se bas-
ta largar por mo os seus sudores, entr-
gando-os a o desprtzo das pessoas honestas.
Resumihdo finalmente todos os deveres do
Soberano relativamente Religifo, drei,
que elle pode, e deve fazer por ella o que
faria, em favor da virtude, e bons c stu-
mes ; por que a Religifo he o nico funda-
mento da virtude, e o mais seguro fiador
dos ro.turnes pblicos.
A Religifo, e o Governo sio duas Poten-
cias distim tas, e separadas ; mas que por
sen proprio inleresse, e dos Poves devem
d'existir estreitamenle unidas. Seja qual
for a difierenca, que baja em heu fin im-
mediato, e em seus meios, estas duas Po-
teniis prestfo-se huma forija auxiliar*,
que Ihe ajudfo mrarvilhosameate a forca
natural. A Riligo he o alicerce do edifi-
cio social ella imprime o cello daivin-
dade em o contracto, que liga os cidadfos
entre si, e com o Governo : ella consagra
as leis'cviz, encorporando-as emseo pro-
prio Cdigo; ellaestreita com lar,os indis-
soluveis o interes.-e geral, e os interesses
particulares, ind'gitando na outra vida
preco dos sact ificio", que a Patria exige dos
cidadfos ; ella satisfaz para com a sociedade
os tributos da v. tude, que os homens rifo
sabpm conhecer nem reconpensar, e a vin-
ga do crime, muilas vezes sequeslrado
puncfo das leis j pilo segredo, j pelo
cieditodo delinquenle, ej pelaeorrupefo
dos jiiizes. Mas se a Religiao protege o Go-
verno, o Governo deve proteger a Religi-
fo ; pelo que nunca sao sobejos os esforcos
do huma e otra para manter entre os ho-
mens a ordem, e a paz, Sem as quas nio
pdem Ira ver sociedade.
E>sa protecefo declarada, que o Sobera-
no deve Religifo do Estado nfo be todava
mompalivel com huma sabia tolerancia',
que respeita a liberdade das conciencias, e
nfo cura de punir, como crimes d'Estado
opin oes errneas, que nfo interessfo or-
dem publica. Por outra paite a perseguicfo
nfo he menos contraria ao espirito, e mxi-
mas do Christianismo, do que a os princi-
pios da Poltica, e a os direitos da conscien-
ca. ,
J. C. deo-ncj a lelo, e exempo di to-
lerancia. V> nfo sab is de que espirit
sois fneeiiis cujus spirstuse.lis islo' ;
nfo conheceis o espirito da mioha Religifo,
dizia elle a os dous Apostlos, que queiiaV,
de*ce>se fogo do'Ceo sobre huma Cidade,
que recusara,receblos. OFilhodoHo-
rnem veio para salvar ss almas, e nfo para
as deitar a perder : tanto assim que o Di-
vino Leg slador estnbeleceo a sua doutrinai
pela instrucefio, e miUgres de beneficencia;
fetinnca por prodigios de puncfo, e error.
Bem poda elle armar legies de Anjos con-
tra os seus inimigos; mas espira, orando
pellos seus algoZes.
Todos os Padres da Igreja ensinaro po-
sitivamente, que nao era permeltido usar
de violencia em materia de Religifo. Ja
vimos cima o que a este proposito pen-
sava Ttrlulliano : e nfo se e.xpi imem com


w
I
I
DIARI O DE
PERNAMBCO._________-
menos energa Orgenes, S. Cy.iriano,
Lactancio, e S. Alhunazio. Dos eosi-
non-nos a conhecelo (diz S. Hilario do
l'oitiers) ; mas nio nos loreou a isso. El-
la deo auetoridade aseuspreceitos, faien-
lo, que admrassem/>s assuas operadnos
Divinas st-m que todava queira lium s-
^enso forcado. Se para estabelecer a ver-
ladeira F usarse de violencia, a doutnna
F.aiscopal levantar-se-ia contra PSSfl abuso.
F.lla exclamariadizendo: Dos he Dos de
lodos os hornero, e nio precisa de huma o-
hediencia fem liberdade : elle nao aree'a
huma pios-o, que o coracio repelle;
porque nao se Iracta de o iludir, se nio de
servir, nao s nd p>u-i')-, mas s'm por
tile, que lhe devenios obedecer.
O que esles Santos Doctorea ensillarlo
jios temos, em que a Igreja era persegui-
da j pellos pagina, j pellos Alanos os
seus lureasoree o applicaito ro*ma Igre-
ja victoriosa, e triunfante sobre os Impera-
dores orlbodoxos. S. Jlo lluy-ostomo
ondeiiiia tod.i, e qual quer perseguido, e
funda-se pai a isso no excmplo, e mximas
de J. C. Nao be permitido a ( hristfos
( d i elle) combatej o erro pela violencia ;
pois que os bomens deveni ser levtfdoS a
halvaio pelos discursos, p.roaclo, e do-
cora. O.' Impealores Cliristcs nunca se
ajudaro contra vos dos suplicios, a que
t..unos expo.-tos dmante o dominio dos
PlDCSpea da VOSM Relig o.
Continuar'se .
THEATRO.
F.in conseqiicnria da muita cluiva de
nirlem fcou a Opera dos Poitnguezes em
Aigel para h"je 21 do correte.
ANS UNCIOS.
Sabio je o 4. N. da Bmte da Boa vista
conten lo pecad as miis interessantes. Na
Iota do Eocadernador, em a piac,a da In-
Up-ndemia; na Typ. Fidedigna ra
das Flores ; e em Oliuda. ra rio BomliflO
casa do de.-tiibudor du Diario a acharad
a qualqoer llora do da.
i>tsr Boje sab o a sexta remesas do Mes-
inita rom |6 paginas, e por isso cu-tara
SO reis. \'endc-se nos lugates do coslu-
me.
AV1ZOS PARTCULA HES.
Propoem-f-e urna S-nhora capaz, casada,
a en-inar meninas a ler, soev.r, contar,
r. cover: todos es Pais de (amilia, i|ue se
qui.-ernn ulVisai do sen piestimo duijo-
v a na to Uangel D. 29.
tJC? Prcrisa-.-e de un menino Brtsei-
io, mi Europeo que perciba devora, a
ovado, paia undarconi mu pelo vtnden-
lo lasendas na im: quero ealiver neataa
nconstancias dii ij.i-se ao principie t. rro dos Ai g'ds roa do Mimii em casa
ue Jote Apofmario para tractor duajusle.
tj3T" Precisa-se de urna aun, que c^j-
suhe o diai o de u ia cas;>, engome, e
que nao lenlia filos: na roa daCuyei
od Boa-vita vendaD. 30.
fjQP" 'l i ndo--e disslvido ro 13 Jo cr-
lenle a S icie.l.uie que exislia entre J. a-
quini Antonio de Vasconcellos, e Nico'"
Daruiv, dbiso da fi ipa de Joaqun)
Antonio de \ acourelli lnmp., o alud
Roassignsdo l-z scienle ao p'-bbooqne des
U il.x'l.i m di.mle i o lic.i i espoiis ve! por
ii.in-.aiao alguma bita pelo seu e*-sucio
joaquim Antonio dt Va-cnu ellos.
I\ icolo lai lery.
if?^ Anna Joaqun i Pe*noa de m>iI>.,
{/. .-Collle ao icspeil.iM'l publtCO <|iie niu
ftt-m conti ai t iiegoeio coni Antonio da
i clii 0>iic..ihvs em heos peitencenlesao
la.-al, pois a annunciante nio se re-p i -.-
biiisa por divida alguma que o d i > |\$i
desde o ante se echa em diverciu com o ct. .
ijtjr F.ngoma-se com pefeiqio e mui'o
iceio, rupt de todaa qualidade ; as pea-
h -. aue (jui-'ieni, po lem dirigir-ae
loa do Pi.llii.ei d< IVont-- do ni\o, i asa 1er-
mm !'. 21. (jue ihi characom ''"m trac-
l.r.
& Precisarse de um felor, que s.iba
tractor de pomar, e liorta para un sitio
perlo deslaC'dade; no atierro da Boavis-
ta casa do Medico Brito.
fcy Da se 200^3 reis a juros de dois
por cenlo ao mes, sobre penborej le ou-
tro e prata : na rus do Caldeireiro casa que
liu frente com o fundo da Igreja dos Mar-
ti, ios D. 26.
ijr3" Nesta Tvpografia se dir quem
preci a alagSC um moleqne, ou preta para
vender aseite de carrapalo.
tpy Na ra Nova, rasa D. ?.G, i." in-
dar; precisa-sed'oma mulher, que saiba
cosiirh'r, e n'iiraa pela, ou preto, que
saiba faser o servico ordinario T^ Quem liver para tjogar nma ea-
crnva, que saiba faser o servico ordinario
d'nma casa, e que saiba vender na ra,
annuncie por esta folha para ser procura-
da.
Aluga-se um sobrado r'e um s andar em
qualquer das ras desle Bait ro, ou nina ca-
za terrea com quintil que nao exceda de
7$)reis: quem o tiverannuncie por esta
lolhi, ou procure na roa do Livramento
por sima da Botica doSrfr. B'ando onde
mora o Reverendo Padre Joio Tavares de
Mello, que se dii quero aluga.
Ijcy" No largo do paleo da Pcnhn, jun-
to a ca^a das Beodas Provinciaes b grande
qtisnli lade de estreo podre, e mais que
snfficiente para estrumsr plantas, e que se
d de graca todo quinto qniserem tirar ;
unem o pertender lirija-se a rua d<> padre
Floiiano casa de dois andares D. 27, que
hhi achara quero o entregue.
Vy Pede-se, supplioa **, e roga-'e ao
Illro. Snr, Juii de paz, o Sur. Fiscal, eao
Exro. Snr. Prefeito do Bairro do Recife te-
nha a bondade maridar tirar urna porco
de farinba ile trigo, quede podre deita lo
man ebeiro, que .su di cente para pdrdoeil-
te ao bi mern de. eon-tiluipfn anda mais
i< bista : esta farmha es a cobei la com um
enserado no pal.' da Aifandega, d'onde o
I-ispeelof da mesma j a devia ler manda
deaahir: Exm. Sur. prel'eito castigue es-
te Inspector para ser m>is cuidadoso 110
i 'ifrop imento de seos deveres: V. Kxc.,
laiaj os.SniSi Pcrtiambucan".s irem co-
iihecendo que um Tribunal de pretexta-
ra, e que o lugar de prel'eito nio foi cria-
do para cap luUr rom o crime e s< para a-
nimar aimpniUto deescravos Aliicanos,
como j por abi di>em es'es bomens que
nao rabeo) mohecer a distan a que en-
tie o orgnlhoso, peralta e julgador do
hoinem de bem, amante da sua patria, in>
dustrioso, e resp. i'alor das Le-.
TJ* Joze da Cosa Domado retiratq
drsia provincia para a Emopa tivclac da
sua snele; e como julgf*. nada dever
nes'a Piaga, purisco fas o presente I vino,
para que, no lempo iinprorcgavt-l de ana-
lco dias quem se < ousiderar. sen credor,
b.ja de appTesenlar su muta na rasj d.i
hUJ residencia, p. r cima du l. 11 jue d'agoa,
junio u> Thealio.
^?" FJoi. paida a'nda meca seoffere-
ce pira costurar em alguma luja Franceja.
ou para o servico interior da casa de qual-
quer homem solicito: na 1 ua \.|ha
casa terrea D. I7 dtsfrouteda ula de J.a-
quim B( 1:1a 1 i. 1. ,,
?" Perg ihta-se ao S ir ManoelTho-
maz da Silva se .m'i periende continuar
com a.> destr buicoensda> Letras com gii
de atropelloh- par'e*, ou se conliAua pois
parece-me nio ha ver uuior piebioxa, e
rom u.r.spoota lere ijueilis.r a 1^.1 ren-
peili .
J F.& M.J.
ARRKMATACAO.

No dia 21 do f" 1 rente ta roa Nova na
Ir c 1 do Juit do (. vel e hade arieniatai
rie arreu-iainenio trienal, 1 quem mar- del
o '. igenbo S V. iime mo- iie e itirri ule,
tvabado fin LIOOj^OOO reis cada anuo,
peno di Pibcr, e icoi o l>jiu, .ssiin roniu
..- i negocia com os bena movis em qu.
lose tas'in as pailbas.
COMPRAS.
\ Una Diccionario M>gno L?xicum, e utni
selecta, e o livro intitulado Dabo Coxo :
quem tiver annuncie. ,
t^y A obra de Camoens anda sendo
usada : na venda da rua Nova junto a pun-
te D. 3, se dir quem compra.
fcy Compra-se, ou hipoteca-se urna
morada de casa terrea no Bairro de Snto
Antonio en rua principal: na rua da Con-
ceico da Boa-vista D. 30.
^5" 3 ou 4 porlas de ama/ello oulou-
ro que estejo em mcio uso, porem que te-
uba5 de cumplido 10 palmos para sima, e
4 e meio a 5 de largura : na praca da Inde-
pendencia loja n. 20, se dita quam com-
pra.
^y 0 livro intitulado Mestre da vida
anda sendo un meio uzo : quem tiver an-
iiiincie.
53T* O tractado sobre a cultura da ca-
na, e outras obras, que pertencioa planta*
ci como do cha, caf, fumo &c. : annun-
cie.
VENDAS.
O Bi gue N. General Cmara de
"40 "toneladas, e de superior marcha, de
muilo bons arranjos, e bem aparelhado
de seus pertences ; de< de-.ve desta vt-nda
dentro em tres tnala ao porto do Rio de Janeiro, trata-se
a bordo do refei do Brigue' luudiado no
Forte do Mallos.
ify> Una barretina com o seo compe-
tente aparelbo, paraGuaida Nacional : na
loja de ferragens da esquina do beco do Lo-
bato D. 69.
j^r" Rap da Babia, chegad prxi-
mamente, de boa qualidade alareis: na
rua da Cadeia do Recife armasem do Nata.
IQB Urna escrava de naco de 26 a ?.8
anno, do servico do campo : na rua larga
do Rosario D. 7.
|LJ|- Um escravo de 18 a 20 annos, ro-
busto e bonita figura, proprio para todo o
servigo, piincipalmente p.ua Engenho de
une tni muita pratic: no largo do Forte
do Mallos sobrado n. 9.
*fjr" Urna preta moca, milito b>a p-
nbi, cose xo muilo bem, msinba, en-
goma, e ensaboa : na rua da cadeia velba
n. 3") e 26.
jry- Um ne^ro de bonita figura, pti-
mo oboial fie pedreiro i no fim da rua da
S'nz.dla velha 11. 6t.
*3^ Umapscrava crila de 18 anno--,
engoma, co^inha, e ese chao : na rua Di-
reita loja de caldeireiro D. 50.
y3P* (Jma escrava de naco de i7 sn-
nos, pe feita engomadeira, boa cosiuln-ra,
cosechan, e lav.i mui bem : na ana Direi-
la obrado do beco do S-rigado primeiro
andar.
-r3?" Para fura da Provincia um mole-
qne crilo, de 16 a S annos, cosnha sofi i-
v I o diai 11 de urna casa, e lem principio
de podara : ni rua das Cn/,-s D. 9.
^ry Urna casa terrea.rita na ruad'A
cruas ver leu 2a : na mesma adiar c^m
quem iractar.
H9m Un 1 rica (1 ir decaheijrt de meios
brilhanles p*ra Suihora, brincos de lui-
Ibani.s de hom '>>to, a I fi 09 tes de brilhan>
'i>, hbitos d*C'irTsto de brillnntes, ata*
eus de diatnanteM brincos de ditos, rosetas
argolai de diamantes, alfineles de tutos,
hrin <*' lilagran de Lisboa, cordoens e
ci rl in de Livhoa '- nuito hom imi o, f <-
qneiroH dedil ia, e meia insta, barias
anos redondos, tudo de hom pura i i ci p 1- i goa, bolsas de prata, ca xas
de I--li.if". c "li;aes, ( orillos de oliro : em
asa iie Joaqnin de Obveira e Souza no
1, -.o da Boa-vista.
*~ ll-.n e-cravo ni do d t>. annos:
na 1 ; Di re I a loja de c uros I). 4.
fT|~ Urna armado e s*ih peifence,
n>' didas de I di a e de pan ludas nlejradas:
lid roa dosQuai tei I). 10.
&3" Fulinhits do porti, cid Al-
gib ira, e (1 Padre,para o pr-
senle anuo de 1836, por preeo
com modo, ra Prat^a (ii Indeijen
denca, loja de Livros N. 'tf e
3 I, c na rua ila Madre de Dos
veiioa (uie Ibi 1I0 Rezende.
ALUGUEIS.
Quem precisar de alugar um pretocos-
nheno, e proprio para lodo o servico tan-
to de casa como de rua ; queira annunciar
por este Diario.
|jTJ" Aluga-se um preto bom cosinhei-
ro para qualquer casa de pasto, ou parlicu.
lar : quero pertender dirija-se a rua Dire-
ta D. 1 j, que achara com quem Iractar.
PERDAS.
O abaiso as^ignado pardeo um requeri-
mentOdespachado pelo Exm. Sur. Presi-
dente, esttestado pelo Sur. Francisco Car-
neim Machado Ros, do temno que servio
no Acampamento de Agua Pretu : quemo
adiar, quuira annunciar, ou baja de le-
va-lo a Rja-visla, rua deS. Cunalo, casa
11. 1.
Antonio Pereira da Silva.
A CHA DOS.
Na noile do da 10 do correte achou-se
em Oliuda, rua do Varadouro, urna maca,
quem for sen dono a pode procurar na dita
rua, casa do B.nilv, que dando os signofel
cerios, lhe ser entregue.
ESCRAVOS^FUGIDOS.
Joaquina, naci da costa, estatura me-
diana, magro, cig<> d'um olbo, turto de
nina peina, em tim imperfeito de todo ;
fugioa a4 ae Dezembro do auno p. p. le-
vou vestido calas branca de estopa, e ca-
misa da mesma: os aprehendedores leveni-
no em ca de Francisco Pacheco de Su,
ruada cadeia I). 4' que serio generosa-
mente recompensados.
Taboas das mares cheias no Pono de
Pernambuco.
5Segunda i 6h.5 m\
m -- 4 -T:s 5-O:* | 7-42 H 30 0
V ^1 6-Q: _: 9 ,8 n Manlii
r 8 -:-_-. j 0 i (i m 10 54
9 D: 11- 4a 1
{b"<--.-.
X^;^S NOTICIAS MARITIM\S. *j^0^'
Navios entrados no dia ?.o.
LIVERPOOL ; 51 dias 5 IV Ing. Chup-
Ull'i,Cap. Ni.ueV : la*end.s : Caht.ree.
RIO <-. no NORTE; 5d'us; lli.-.le S.
Antonio F-l 7, M. ICntevio Das dos SinUis:
algodlo. Ton. 3i.
Saludo no mesmo dia.
PONTOS no SL; Paquete Conslan-
ga, Com. o 2 l'enente Jezuioo Lamegn
Cos.. PassageiroH o Senador Manuel de
Cu valho i' 1/. il'A ndrad Lui* A o Ionio da
Costa, oAlfeeesdei,* Linha Antonio Al-
v.s p.iva. 1 s Officiaes de Marinjia Antonio
Joaquimde Oifveia,Lui Francisco F.sie-
Ja/e Mara llodrgues, e o Escn'vo da F.s-
cuna I. Francisca Luiz da Silva Gom
B Itrio.
Com e?Ie Diario detribue-se
ln je o N. I do Peridico Consti-
luico c Podro Seffuiulo.
N. 11.-
O aii'go, que ontem sabio snh o litul"
de Interiora.-si^nado G111 ; enUnda-sJ
por Communicado.
PEM. N.v TU'. DO DIAKIO. l'S^


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