Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01800


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Full Text

ANNO DE 1830. QUARTA FEIRA
i,
20 DE ABRIL N. 86.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Phhambcoo, w Tvr.o M. F de Fia. 1836*
DAS DA SEMANA
18 Segunda 8. Galdino B. A. do. Ja, do C. de m.
e de U se, da Thezouraria Publica, e Chae, de
19 Terca S. Hermogenes M. Re. de m. aud. do J.
20 uarla S.' Ignez de Mont sea. da Thez. Pub.
21 Quinta S. Anselmo Are Re. dem. and. do J. do
C. de m. e de t- .
22 Sexta S. Soter e Caio ses. da Thez. P. aud. do J.
de O. de t. r
23 Sbado S. Jorge M- Re. de m. e and. do V. G.
del. em linda. Quartocr. a I h. e 52 m. da m.
25 Domingo Fugidr de N. Sra. S. Fiel.
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBUCO;
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
AcU da 6. SesaaS ordinaria da' Asamblea
Proriucial dePernambuco aoa 14 de A-
bril de 1836.
Presidencia do Sr. Dezembargador Ma-
ciel Montevo.
For5 presentes 30 Senhorea Deputa-
dos e fallaran os Sm 8. Joaquim Francisco,
Barata, Chagas, Meira, Fraaciaeo de Car-
valho, e Brilo.
O Sor. Presidente dec la ra aberta a $es
.6.
A presentou-se, e tomoo assento o ar.
Padre Francisco Joze Correia.
Fora lidaa eappiovadas aa actas da 4.
e 5. Sessa.
O Sur. i. Secretario declarou ter re-
cebidu bum officiu du Governo da Pro-
vincia declarando, que boje rrcebeiiaS.
Exc. oSnr. Presidente pelo meio dia a
Commissao testa Asamblea.
Otilio ofnio da Cmara desta Cidade
cora coritas da sua Recada e Despepeza do
tino prximo passado; Commissao de
Conta daa Cmaras, e mais trez oflicios
da menina Cmara sobre di verso-, objeclos,
que seremeltera Commissao de propos-
tas daa Cmaras.
Hura da Cmara deOlinda, em que pe-
de ser elevada a calhegoria de Comarca,
eoulros objectos, mesma Commissao de
propostas.
Menciouou mais o mesmo Snr. Secre-
tario diversos requerimenlos; de Joze
Peulino da Silva, Jote Ignacio Ribeiro, a
Joze Machado, que fora lemellidos a
Oomoiissa de Polica ; o de Ca los Van
INes, a delnstruccad Publica; e o de Jo-
to Ferrera da Sirva, a de petices.
A' requerimenlo do Sur. Vieira de Mel-
lo resolveo-se, que se separassem o Nego-
cios Eiclesiaolicos da Commissao de Juan-
ea Civil e Criminal, e fora Horneados pa-
l-a a d'aquelles negocios osSnrs. Padie Jo-
aquim Rafael, Padre FoactHs), e Padre
Jo.. 5 Rodrigues.
A Commiska de proponas das Cmaras
teooseo parecer sobre o re-|uermenlo du
Joade D*s da Cota Sobreira para que
fbh* o rlilo requerimenlo a Commissao*'
de Fazenda das Cainaras, e assiru se re-
bolveo.
Foi lido o parecer da Commissao de
InstrucctS Public* sobre a* inl'ormaces
do Governo da Provincia relativaojeiiie
ao nacumprimenio doDecieto de 7 de
Agosto de i83a sobre en.ino da lingua
Inglesa no Lyceo desta Cidade; e-eudo-
Comoii-sao de parecer, que o Governo
Tudo acora depende de ni raeimoa. ta nossa prn
lene. moderacSo, e enercia: continuemos coui.
.rmoipiamos, e eremos apnniados com admira-
principiamos,
c,o eutre as Natjors mais culta.
Proclamado da JuembUa Gsral do Brasil
Sabscreve-se a lOOOr. mensaes pagos adiantados
neta Trpoe.afi, e na Praca da Independencia N.
37eS8t onde se recebem correspondencias iegali-
sa*at, e annuiicios; inserind..-* e..e. *rt.s sendo
dos propnosassignantes, t viudo assignados.
CAMBIO.
Abril 19.
JLiOndres, Sf> l|2 a 40 Ds. St. poi 1 ctd. ou prata
a 50 por cento de premio.
Lisboa 50 por o|o premio, por metal, Nom.
Franca 245 -240 Rs. por trauco
Rio de Jan. a par.
Woedas de 6400 H800
4000 6..8J0a7000
PewM ..O
Premio da prata 50 p. O
da lettras, por mea 1 2 por o|0
Cobre 25 por cento de descont
PARTIDA DOS CORK RIO.
Olinda _Todos os dias ao meio dia.
Goiana, Alhandra. Paraiba, Villa do Conde, Ma-
mangiiape, filar, Real de S. Joao, Brejo d'Area.
llanilia, Pombal, Nova de Souaa, Cidade do Natal.
Villa de (ioiamiinha. e Novada Prineeia, Cidade
da Fortaleza, Villas do Aqu ras. Monte mor novo,
A1 ai -n v Cascavel. Canind, Granja, Imperatri*.
S- Bernardo, S. Joao do Principe, Sobrar, Nova d*
El lio. Ico, S. Matheus, Reschodo sangue. 8.
Aotoaio do Jardim, Qoexeramohim. e Parnahiba,
Segundas e Sextas (eiras ao meio dia por via da
Paraiba. Santo AntaoToda as quintas feiras ao
meio dia. Garaiibuns, e Bonitono dias 10 e 24
de tada mez aomeio dia. Floresno dia lSde
cada C* ao meio dia. Cabo, Serinbaem. Rio For-
mozo. Agoa Preta c Porto Calvo-no dias I, It
e2l d'cada mez. Serinhaem, Rio Formozo, e A
gna PretaSegundas. Qiiarta. e Sextas fejra^
nao deve estar na expectativa de medidas
Legislativas da Assetnblea Geral por ser q
negocio Provincial, e que nenbum acto
desta Assemblea be neressai io para o cura-
primento daquella disposica5 do citado
Decreto, assim foi resolv ido.
Foi approvado o parecer da Commissao
de Justica, que diz, o reqnerimeoto de
Fernando Francisco da Silva seja remet-
lido CommiasaS de Polica.
Entrou ero discussaS o Gap. 16 do Re-
giment, e o Snr. Dur. Pedro Cavalcanti
fez o seguinte 1 equerimento-Seja supri
mido o Cap. 16 do R.gimento, e a Cora-
mis.sa de Legislaca encarregada de or-
ganizar hum projecto de Le, determi-
nando o modo porque esta AsnembUa ba-
da exercer nsaitiibuices, que Ibe aa5
designadas nos 6 e 7 doarl. 11 do Acto
dictional.--e tendftVM concluido a discus-
sao, Ibi o lequerimento aprovado, e re-
geitado o Cap., e a eguinie emenda do
Snr. Francisco CarneiioDepois das pa-
la vras denuncia, ou queixadiga se-se-
ja eaa remettida ao Tribunal competen-
te para que julgue como de Direito for
supriina o reato do meamo art. e os a06
at2t0.
O Cap. 2i7 sendo em di.^cus-a, oSr.
Luiz Cavalcanti oF.receo as seguinte e-
mendas--Noart. 214 depois da palavra
suspensos -acrescente-aeou dimit'idoa
e supi ima se as p .lavra--temada em vir-
tude de pioposta da Meta.-Suprima se o
art. a 15 e tendo-se concluido a discus-
sa foi o Capitulo com as emendas sp-
provado. .
O Projecto n. 3, que dispensa, e inhi-
be dos Cargos deJuir.es de Fado, Pro-
,notors Pblicos, e Juizes de Paz M Cl-
rigos Ordenados in Sacris, foi na 2. diacus-
S4 re^eitdo, asim como a emenda subi-
tiiutiva do Snr. Vieira de Mello-D* pro-
raulgaca desle Decreto em diante fica
livio aosCleiigos ordenados in Sacris o
actitar oscargos de Juitesde Paz, eJuiaes
de Farto; e inhibidos de exercerem as
fuucces de Promotor Publico.
Projecto n. 55 quetrau de Jubilaccs
para o Profesare; de Escola roenorea
enlrot tu a. diacusaa, e reaolveo-se,
que ficasse adiado a requerimenlo do Snr.
Padre Josqtiim Rafael.
Entrou em 2. dscus-a5 o Projecto, que
authoi iza ao Governo da Provincia para
suplir a despeza Provincial com a Recei-
ta eral; e tendo dado a hora ficoii a di>-
cuss ada 1a.
O Snr. Prvsidcnte deo para ordero do
dia parecercis de comraisses, a cotitioua-
9 da di'Ctibsa adiada, o projecto, que
cria huma caza deairecadaea e li-c..lis,t-
ca Provincial, e os projeelos ns. 75 em
3. diacussa, e o 48 em 2.. e l^vantou a
Sessa depois de duas bora da tai de.
Tioaia* Antonio Maoiel Monteiio,
PlL-5lJtU'.f.
Laurentino Antonio Moreira de Carvalho,
1. Secretaiio.
Luiz Rodrigues Sette,
2. Secretario.
EXPEDIENTE d'ASSEMBLEA,
Illm. Snr. A Assemblea Legislativa Pro-
vincial, tendo approvado o psrecer da
Con.mi-.sao de Instrurca Publica por
copia incluso, acerca da Cadeira de Fran-
cez, elngez do Lyreo desta Cidade j man-
daremettel-o aV. S. para leval-o ao co-
nhecimento do Exm. Snr. Presidente da
Provincia, fin. de dar as necessanas or-
dens a respeilo. ...
Dos Guarde a V. S. Secretaria da As-
semblea Legislativa Provincial de Peinam-
buco 16 de Abril de i836. Illm. Snr.
V. T. P. deF. Camargo, Secietano da
Provincia.Laurentino Antonio Moreira
de Carvalho l. Secretario.
PARECER.
A Commissao de Instrurca8 P. exami-
nou ooflcio doSecretaiio do Governo
da Provincia, em que se achafc expendi-
dos os motivos por que o Governo nao
tem posto em execuc*6 o Art. do Decre-
to de 7 de Agosto de 1852 relativamente
aoensinodalingua inglesa no Li.eo; ese
declara, qe o Governo se acha oa exp*c-
taiiva de medidas tanto desta Assemblea,
a rujo conheeimenlo foi o negocio aub-
mellid na sessa psssada; como d-. Go-
verno G,-ral por ter o Exm. Minirtro do
Imperio em datado 1. de Junho de iBSa
mandado snstar a resolucafi do Conselho
do Governo que mandava poc em con-
curso a Cadeira de Ingles e Francs na
forma da citad Lei, ecouservar o actual
Profeaaor de FranceZ em sua Cadeira at
decisa da Assemblea Geral qutmpassa-
va a suhroeter o negocio.
N-' iulga a Cumi'nisaaS, que o Gover-
no da Piuvincia dt-va conlinuar na ex-
pectativa de me idas que o Exm. Mi-
ni-tro do Imperio lenba de levar ao co-
nhecunt-nto da Assemblea Geral por ser
esle negocio boje Piovincial, e conse-
guin temenle esta Assemblea compelen-
le pra providenciar sobre qalqner in-
leipietapa, ou ulleraca deque prerisas-
e a L-i. M> tendo sido ltimamente re-
geitado na Cita sem que losse substituido
por alguma outra medida o projecto da
Commissao delu^trucca P. doannopas-
aado, em que se propunha a diMsa do
ciisiuo das duaa linguas em Cadenas dis-
linctas, unir medida que sobre oassun-
to timba sido proposta esta Assemblea,
cntende a('ommi>sa6, que se deve fazer
constar ao ExrD. Presidente que'Aa>em-
bka tm resolvido que nenbuuia medida
legislativa he neceasaria a tal repeito^ -
Salla da A>semblea P rovinciat l3 de A
bril de 1836.
Pedro Francisco de P. Cavalcanti,
A11 Ionio da T. A. Meira.
O Padre Joaquim Rafael da Silva.
Illm. Snr. Tendo comparecido
tomar assenlo, que Ihe compete, como
Diputado mais votado, e ProprieUrio, o
Snr. Vigario Joaquim Joze d'Asevedo.
tem cesaadoga nerevtidade do comparec*
ment da V. S. como Suplente j incum-
be-ine pois a Assemblea Provincial que
emseo nome agradeca a V. S. o zello,.,o
assiduidade com que concorreo para a atil-
dar em seus Augustos Trabalhos, espe-
rando, que continuar com a mesm pi-,
tida e honradez, logo que for chamado
para tornar a prebenchera falta de alguna
Snis. Depulados, que iem deauseotar-ae
para a Assemblea Geral. Aproveito es-
la occasia para scignificar a V. S. 09
meos respeitos. ,
Dos Guarde a V. S. Secretaria da A.
L. Provincial de Pernambuco i5 de Abrii1
de 1836.Illm. Snr. Padre Mnoel da
Finiera Silva.Laurentino Antonio Mo-
reira de Carvalho, 1. Secretario.
Illm. Snr.Tendo. cido presenta, a
esta Assemblea Legislativo Provincial a ra-
preaenlaca daCamaia Municipal da Vil-
la da Villa do Bonito do 1. de Abril de
1835, naqual pede a criaeaS de urna Ca->
den a de primeiras letras para a Povoacatf
de Cravat atienta asoa cresrida popp-
laca, e bem as-im oura de Grammalica
Latina para a niesma Villa : resol veo de-
pois de mvir a respectiva Commissao, que
se re^pondesse a referida Cair.^ra, que qui-
to a primeira, a Assenjilea tomar em
OonajderacaQ quando se organisar a Le
Regulamentar das Aulas Menores; equi-
to a segunda, que nao sendo tal Cadeira
pertencente a Instrucced primaria nao he
uecessaria a sua criaca nesse lugar: assim
o communico a V. S., para que levando
ao conheeimenlo do Exm. Sur. Presiden-
te da Provincia, elle h.ija de dar as suae
orden-, fim de ser transmettida estare-
soluca a ra, iu ioiud.i Cmara.
Dos Guarde a V. S. S oelaiia da As-
sembiea Legislativa Provincial de Per- L
nauburo 18 de Ab'il de i856 Illm. Sr. I
Vicente Thomaz Pires de Figueiedo Ca- ma'go, Secielario da Provincia. Lau- J
lentitio Autouio Moreira de Carvalho, 1. ]
Secretario.
GOVERNO DA PKOVWCIA.
Expediente do dia i4.
Illm. e Exm. Sr. Cumprndo n que.
me foi ordenada pelo Regente em-NomeJ
d fmpa-ador o Sv. D. Pedro > tm A1


DIARIO DEERMAMBCO,
viso de 97 de Fevereiro d'esteanno, ex-
pedido pela Secretaria d'Estado dos Ne-
gocios do Imperio, tenho a honra de re-
metter V. Ex. dous exemplares dos
Actos Legislativos da Assemblea dVsla Pro-
vincia de N. 1 11,.esperando, de V. Ex.
militante it 1 ibuica, eprometiendonon-
tinnar a remessa dos Actos da mesma As-
sembl., quelorem sendo saneeonados.
Dos Guarde a V. Ex. muitos nnos.
Palacio do Governo de Pernamhuco 14 de
Abril de i836. Illni. e Exm. Sr. Pre-
sidente da Provincia do Espirito Santo.
Franci.-co de Paula Cavalcanti d'Albu-
querque.
Officios do theor do precedente se
enderocar.au aos Exms. Presidentes de
todas as oulras Provincias, aos quaes se
fe* igual remessas de exemplares de Leis.
Officios; A' Cmara deGoiana, di-
tendo-Ihe que foi altendida a representa-
. Cd que ella deiigiu ao Governo em officio
deS3do passado sobre o augmentar seo
destacamento Pol cial, para o que se ex-
pediram as oidens convenientes.
K

d

Trez officios assignados pelo Sr.
Secretario da Provincia ; Ao Secretario da
Assemblea Provincial, remetiendo-Ihe pa-
ra ser presente mesma Assembl<-a, o re-
ocultado de conferencia das duas Conttns-
aocns da Cmara de Iguarasi e Itamira-
c, a respeito da divizaS dos Termos res-
pectivos ; um officio da Camaia de Igua
- vassosobie as Aula* do Municipio ; eo
Regul.menlo da Repartido das Obra* Pu-
bijca, feito emoonsequeuria da Lei Pro-
vincial de 10 de Junho do anuo passado.
, tMBcjo assignado pelo Sr. Secreta-
rio ; Ao SecreUiio da Assemblea Provin-
t cial, dizendo-lhe, para o fazer aciente a
mesma Assemblea, queem cumpriroenio
do Decreto de 2 de Nov.mbro de ig35
im do recrutaclos n'esta Provincia 228
* individuos ; tem assentado p.aca volun-
tarios 88, faltando ainda 204 recruta pa-
ra prefazer os 5a0 que tem de dar esia
Piovincia, e que dentasorte se satisfaz o
requeriroentu de um do Mtmbros da-mes-
ma Assemblea.
Da 15.
Officio ; Ao Eim. Presidente das
Alagoas, tr.nsmettindo-lhe 4 processos
julgados pela Junta de Joslia, pert. n
cen'tessos reos os Soldad.>s Manoel Pereira,
Joaquim Jos Basilio, Antonio Gonsalves
de Miranda, e Carlos J. se.
Ao Exm. Puntenle da Paralaba,
fazendo-lhe goal remessa dos piocessos dos
reos os Soldados, Joze Campes, e Joze
da Silva Machado.
Ao Inspector da Thetnuraria, trana*
mettindo-lhe a ordem o Thitouro Pu-
* bheo sob dv* a.
Ao mesmo, para mandar aprnmp-
tarpels terca parte a relagaS de medica-
nenlos pedid, s p. lo Commandante da Bri-
jada destacada no Para, a a outra dufl u-
jensii para o Hospital, nao sendo preciso
Iencoenepor que j se mandaram aprom-
piars 200, o que ludo deve seguir no nri
meiro de Maio no Paque B.azilu.
Ao Cbefe de Polica do Bonito, di-
tcndo-lhe que o Governo na5 pode satisfa-
ser a requ.sica de um jogo de pistola-,
por que as nao h no Arsenal de guerra.
Ao Consol Ingles, enwandollie um
officio do Juiz de Uireito d'esta Ci.lade,
para qoe o mesmo Cnsul faca constar o
sen centheudo a John Climente, Subdito
des. Naca, a im de satisfastr as exi-
gencias do mesmo Juiz.
Ao Bachaiel Bernardo Rebello da
Silva Pereira, enviando Ihe o requerimen-
t, emais documentos, que acompanliam
* q- eixi de Jase Francisco de Souxa So-
!>ral, cujos papis foram enviados a G.-
verno com offirio do Exm. Piezidentedo
' ear, a fim de que o mesmo Bachaiel le-
ja ouvido sobre as arguico*ns no mesmo
mencionado, o que o dito Bacharel deve
rumprir reenviando com a sua 1 evposta
cretara do Governo os papis que se lhe
enviara*.
Portara j Ao Director do Arsenal
le Guerra, paia remelter a Secretaria do
Goveinounsa copia suthentica dos Estatu-
tos quefojam dados peto-mesmo Gover-
no ios Educando?, acompanhardo ac- l fa) He do B"; o de Jpiter, folba
pia da ordem que mandou comprir os di- acieditdissima, ptimamente redegida,
tos Estatutos.
- Ao rrKsmo, para remelter Secre-
taria do Governo o Livio da raixa dos E-
ducandos.
Ao Commandante do Registro do
Porto, para na5 por impedimento a sabi-
da de um Tenente de G. N. de Goiana,
que paraalli condus armamento.
DIVERSAS REPARTICOF.NS.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
-A pauta he a mesma do N" 75.
y1-------
ARCSlfAL DE MARINHA.
Pelo Arsenal de Marinha s fas publico,
qneamanhf (-20 do corrente) ter lug.ir o
pagamento i a feria dos Operarios do mes-
mo Arsenal, vencida do i. i5 de Abril.
Arsenal de Marmita 19 de'Abril de
1856.
Antonio' Pedro de Carvalho
Inspector do Arcenal.
OBRAS PUBLICAS.
A repartirlo las Obras Publicas, preci-
sa comprar diariamente carne fresca para
susteniacio do-i presos, que voluntaria-
mente, trabalho na dita Reparlico : as
pessoas que quiserem faser dito forneci-
cimento diario, podem concorrer na caza<
da dita Reparlicio, na ra do Collegio, no
dia 20 do correntc Abril, para se tratar do
negork, e tomar se a quem por menor
preco o fizer.
INTERIOR.
Eate Diario tea aprezentado rm suas
publicao. ns a msior impnrcialidade pos
sivel : deiejo-o, romosempre ha sido, de
augmentar, quanto em suas foreas 1 abe,
a forsa moral do Governo da Menoi-Ua-
de, elle lera lansado m 5 de tu.lo quanto
o pode cnnduzir a esse fim ; mas su..s la
lo-nvavtis intencoens tem .sido borlada-; o
mesmo Govemn o tem constantemente
desmentiito I D'esl'arlej o Diai i. pare-
ce ronivente; nn, pelo menos, auxiliador
da de piog'fdi ; 1 eleva pois salvar o seu crdi-
to. Unr.a couza he dar f.usa moral, des-
culpando peipiena^ faltas in-eparveis dos
actos humanes : a outra he ser vil instru-
mento de um partido que trm infelieitado
o Brasil, eqne para -a. iar-se de sangue,
e d'oiTo cnopea para arrojar a au do
Estado sobre unta rocha, on.de niuguem
rspacara. Cumpre pois, que se falle aos
Pe namhucanos a lingoagem da verdade,
desma-c raudo a impostora de ahjectose
infames folicolarios. Mas nao se per.-ii'da
ali;iiem, q' como o atrevido, e anarcliico
Jornal, p' chincllie chamado Constitu
Oio e Pedro a. nos concitemos a popo-
laca reheilii, como impunemente est
elle fazendo contra o mu pti iota, osem-
pre elleilo de Pernambuco, o Exm. Sr.
Presidente Francisco de Paula1 Cavalcan-
ti de Albuquerque, que por nao ter de-
gredado-sp, dando ouv os a certa sucia,
a qual se Iheenea-qui t.>ii que he azada pa-
ra diieclora das Authoridades, tem sido o
alvodamais porca e indecente diatribe,
cuspida pore.ssa ^ucia de Maneos no re-
ferido anarcluco Jornal; (j Dos nos Du
Promotor) | elo r.ontiario, nunca desviar-
do-nos um seitil d. S' nda legal e lionenla,
vamos, como nos permite a Con.stiluicad,
expor no>sas ideas a reapeifo das comas
do Brazl, na5 invectivando, roas sim fil-
mando no-em fados nai r-idos por um im-
parcial, oqu-l nem 'trabalbou para que
o'Sr. Deputado Hollanda Cavalcanti fosse
o R gente do Imp. rio, e ripm para que o
Sr. Reverendo Feij o Fosse. (Lea-ae o
n.# 81 d'esie Diario de i5 do cor rente
eArtigo EEUO; E l. CAVALCAN-
patriotreii,. e Crnstitucional Monarchica,
que vamos copiara frizanteanaliza da ta
gahada energa da Administraca do Exm.
e Rm. Sr. Padre Regente Diogo Antonio
Feij. Perroiia-.-e-iios porem que a pro-
posito digamos alguma couza pnmeiro em
respo^ta ao insultante, anarchico, e lata-
mente calumnioso Ai t'go do n. 10 do Jor-
nal Constituido e Pedro a.* outr'o-
ra -Velho Pernambucano.
Diz-se n'esse artigo revdltale, qne o
Exm. Sr. Presidente, feixando os olhos
desposicaS da Lei, *m ?" de dar prefe-
rencia para os Cargos Pblicos aos homens
de talentos e virtudes u,ga ma'8 "'osos
os lacos desangne ou afinidade a que tem
-attendido. Que )e'ol*' O" calumnia | Sera prenles, ou afins
de S. Ex. os Srs. Joze &beir do Ama-
rl, prvido no officio de solicitador dos
Feilos da Faxenda ; Jos Felis de Moraes,
no de Boticario da liba de Fernando ; Jo-
aquim Rodrigues de Almeid'9 Pm'Pat.a
Mor da Barra ; Thoms Antonio Nu^es.
em Almoxarife das Obras Publicas; Joa
quim Jernimo Serpa, em Director do
Jardim Botnico; Manoel Joaquim de
Sampain. e Mnoel Antonio de Souza, ero
Desenhtstas Ho Archivo Militar; Doroin
gos AfTonco Neri Ferreira. em Theiou-
reiro da Provincia ; Jo/e Tavmesde Sou-
z, Jos Innorencio Pereira da Costa, e
Luix Ignacio Cielito" Borges, em Guardas
da Alfandf-ga; Francisco Serfico de As-
six Carvalho, em Escripturario do Arse
nal de Guerrs ; Elias Joze Martins Perei-
ra, em Escriplorario das Obras Publi-
cas; Alexandre Rodrigues dos Anjos, em
Secietario do Arsenal de Marinha, eou-
trosmnilos qne foram prvidos^ por S.
Ex., e qne seria fastidioso repetir ? Sers5
prenles de S* Ex. todos 09 despachados
para Juiresd'OrfaSs das'Villas da Provin-
cia ? Sera'S em fim parentes os diversos
Pofe-sores e outros muitos Empregado-
qoe tem sido prvidos por S. Ex. ? N5
emveidade. E faltara na numerosa fa-
milia dos Sis. Cavalcantis gente ap'a pa-
ra quaze lodos estes Emprego, si S. Ex.
qoixfsse empregar seus parantes? Nao
por rerto : todo o Pernambuco o sabe e
isto basta.
S. Ex. tpra -nomeado alguna de seus
prente^ (mui poneos) para os Emprego-
vagos ; m* he por que estes nomeados
temos requesitos que a Gonsiiloicad exi-
gp, e tem requeiido os Empregos, como
r-quereriam si o Piezidenle Ihes fosse um
hornera inieiramente estranho : 'm de
que ; si tives*e voga a regia,: de que o
Presidente'liad deves-e empregar osseu-
par^ntes ; n<-5stria para unta familia, em
vez de legosijo, um motivo para iiistesa,
o ver um le seos Memb> os feito Pi eziden-
I', por que viam-se todos os outros priva-
dos de .-eiem mpiegados, embo -ern diivitoe i> uecessarios requesitos, co-
mo tem os que o Exm. Sr. Presidente
nomeiot V A pasar esse errneo piece
dente que ptimos Empegtdofl n..5 perd<-
ria o Estado ? NVste cazo deixariammui
os Cidadas h.ibilissimos, cujos nones
mui fcil nos feria c tar, de acceitarero,
e procurarem Empiegos a que tinhavn n-
despntavel direilo, porque sen Pai, Tio,
ou Primo era o Prezidente .' S estas ra-
zoens fundadas cm juslica, justificam as
nomeacoens que S. Ex. ha feito, e mos-
'tram quanto he falto de boa le o Jornal
Conslituica&e Pedro i.
do o Sr. Bento Bandeira servido na Col
lectora do Poco da Panella, e na cobra
?a dos D.zimos dll. Alagoas ate a extinc
deMe Emprego, f0 pro?fIo nQ Wo
Escrtpturar.o da Repartigao das Obr.8en!
4 de Novemb, o de ^833, pelo- Vire-P,.!?
dente o Sr. Felis Joze Tavares de Lira"
mas sendo precizo agora maia-oulro &'
ciipluratio, ju.stamente S. Ex o S
P.eziden.e Francisco de Paula nomeou 0
Sr. Baitdeua ,. Escriplurario, a que ,
nha indepultM dire.to, e mell,or q"
outro qualquer concoirente ; visto mi-
desde 1833 j er.Eawiptar.rio 2!
ticao, ondesempre desempenbou os seus
deveres, com muita inelligencia, honra
eactmdade como terminantemente o.
lirmaraniem suas informacoens os Si^
EngeherOS F. rmino Herculano de M*
''.es Ancor8 Joaquim Ignacio de Crv.
'ho Mondonga, Chefes da mesma Repart-
gao das Obras Publicas.
OSr. Luiz Francisco de Mello, tetn
no-lita p.obida',e, alguns serviecs, eins-
tmcade mais paraexercer o lugar dePoi-
teiro ; foi por 'anto mui bem e Jegalnien-
te nomeido. 'Sera -precizos talentos pa-
ra biir, efi-ixar uma porta, e mand-r
varrer a caza ? Que esfarrapada oppo-i-
?a5 tem o actual Presidente Q' miseria !
O Sr. Guilheritie Patricio lirzrrra Ca-
valcanti, qnenem um-parentesco nema-
fenidade temeom o-Erm. Sr. Prezidente
n.5 he esse'horoem ignorante da practica
do foro, como calumniosamente diz o Jor-
nal ; por quanto servio 11'esta Cidade, j
como Escrevente juramentailo, e j como
e Conejead
Escriva do ordinario
pin-
c>
Drix.ndo nos de espouder increpa-
5 h-ita sobre a nomeacd dos Offi<-iae?
do Corpo Policial; porque tendo n'ell.
S. Es. exactamente cumprido o Art. 8
da Lei Proviociil de 6 de Junho de i855,
e>colhHndo-os d'entre os Officiaes avuls.s
de 1/ Linha, e IiI-uoips do Corpo (nica
. ircunstaricia que a Lei naS de-pen-a) tor-
na-se por isso octiosa toda qualquer res-
posta, fallemos dosE.xpreg..dos jas n.-meacoens tanto doeram os Srs. do
Jornal.
O Sr. Bento Bandeira de Mello, de u-
ma probidide ilhbada, como o Jornal na5
p le negar; Gidadh pai de familia, e de
uma instruid muito a sima de mediocre,
nao foi einpr-g adunas Obras Publicas pe-
lo Exm. Sr. Prezidente Francisco de Pau-1
la, como o Jornal falsamente diz Ten- |
muitosannos, sendo por sua boma capa-
cidade, e rhtelgencia escolhidoa fim de
esciever .as sendicancias, para o que nao
servia qualquer bixocaieta. Todo o ex-
posto o"S'. Guilherme provou em docu-
mentos inenntestaveis filmados pelo Dt.
Joaquim Coelho d Mesquita, e pelos Ad-
vog.dos mui notaveis "Francisco de Brito
Bezerra Cavalcanti de Albuquerque, Joze
LuizdeMindonca, Francisco' Soares MV-
r/, e Antonio Coelho de Mello, e pelos
Excrivaens Francisco Gomes da Fonceca
Joa5 Rernardino de L;ma G'ondim, Joze
Felis de Souza, Francisco Fidelis Xavier
Antonio Joze Pereira da Silva, Joze Fran-
cisco d'Oliveira, Antonio Marciano Ro-
drigues Citxarra, e Manoel Alvaies V.rel-
Is. Alem d'i-to o S'. Guillarme provou
qu.-serviu ptimamente desde 9 de Marco
de 1810 al i6fde Marco de 1822 o lugar
de Almoxarife e Pagidor da Intendencia
da Marinha ; foi por tanto eim 1 entune-
raca de servicos antigos mui bt^m confe-
rido ao Sr. Guilherme Patricio o Officio
que est xercendo de Escriv.-5 do Judici-
al. T. m virtudes, por que he pai d nu-
meioa familia, e d'ella muitc-cura, e tem
os necessarios talentos, si nao superfTuos
para ser E-criva ; logo o Jornal Constii
tuicae Pedro a.% alem de anarchico,
he calumniador, tanto mais quando diz em
o Artigo que estamos respondendo, que
pessoas mui aptas e munidas de ptima?
uforroacueiis do Mini-tro competente
t-ndo repierido o officio foram preferidas
pelo Sr. Cuilherme. Aponte'o Jornal
quaes foram essas pessoas que reque-
reram, e que esta va m em melhores
(ircur'Slariciasqiieo Sr. Guilherme. Nao
ha de poder apuntar de certo.
Continua o Jornal Criou S. Ex.
mui de proposito uma segunda Legia
no Municipio de Guiara, a fim de n <-
mear para Commandante Superior .
Prancisco de Paula de Albuquerque
Lacerda. S. Ex: n^ criou de pro-
posito uma Legia, para encaixar no Co-
mando Supeior o Sr. Lacerda; creou-a
sim, por que o Municipio de Goiana, tem
muito mais de duas mil praqas de G. Na-
cionacs, eo Ai t'go 48 da Lei de 18 de A-
gosto de 1831, manda n'ele cazo organi-
zar duas Legioens. Relt-va agora qu o
Jornal Constituicto e'Pedro i." a-m-
t-nte um individuo no Municipio de Go'-
' anua que esteja em melhores, ou u.u-m.
em id miras circunstancias as do Sr. F-
cisro de Paula Cavalcanti de Albuquerque
Lacerda paia ser Commandante Superior,
e qie na5 sej prximo, ou remoto paren-
te de S. Ex. P.reee nos e sem lisco de
errar afirmamt'S, que nao mustiar um
que como o Sr. Lacerda rena as quali-
dades de OfnVial Superior do Exercito, d*
k


DIARIO D E > ERNA Si BC O.
1
Jrfe
**apretntaca; influencia, e fortuna avul-
a' c ir
Finalmente diz o Jornal: que S; Lx.
' collocou no comiriando de cima Compa-
nbU do Corpa Policial Joa do Reg
, M Barros. He falso, o Sv. Joa5 do Re-
g Barros na5 he Commandante de C~
panhia, tem a graduac& de Alferes, f*tta-
. lhe por tanto p ara ser commandante de
Companhiaag.arudQade Tenepte, e de
Capita. Basta : dexe-.nos por umpou-
. co de por mais a calva a mostra do Velho
Peroarobucano crismado ; e iiera tanto
cavaco elle 'merece : quero a'elle ere?
V GoiUdQ vsroQs a analiza da tt gabada
Energa.
He verdadeirmente redirulo o ouvir-
1 nios a cad pas$o, e a cada instante poro-
pozo* gabos da energa do Regente, do
Governo, como si fossems urnas enancas,
a quem he misler embalar para calar-nos.
, Energa he Um dote d'alm, ou d Corpo,
queabrangearclividade, aaccio, aforca,
e nSo s consiste no constante trahalho, e
no infatigavel desvellocom q.' se-dse m pe-
nba urna funciu publica, como ti.obem na
eficacia do* iheios que seempregam pr*
obier um resultado fdvoravel e'util. Pas
sarerooi agora pruvar que nem o Regen-
te nem osen Ministerio, tero poespaco
de 4 mezes dado mostras de energa, e
muito menos da eficacia de snas medidas,
, que sio na ver Jade as mais absurdas, e in-
congruentes que podem darse. Primei-
ramente convidamos a lados os nosso* Lej-
. lores para q* prestem alencio ao Cor-
. reioOnicidl (Peridico do Rio de Ja-
Janeiic ero qpe se publicam osados do
.Governo) e desafiamos aquem nos mostr
urna s medida de publica utlidade, oude
. energa, oude grande inteligencia do Go-
. ven.no,. alero dorniseravel expediente das
. Secretarias de Estado, e do da Provincia
do Rio de Janeiro. Que importa ao. pu-
. Mico o uzo que se fas do papel sujo da Im-
. Prensa Nacional, ou a impertinencia de
i urna nfullier que pede o loro de Fidalgo
i para seus filbus, ou a estulticia de un velho
Capitio, que pede o habito de Aviz, ou
um asassiuo, que importuna as .Secretari-
as cora lequerimenlos de perdi, de co-
-motacio, de mtidtnca de prizio &o. Ao. ?
Ao passo que diariamente se repele esse a-
r rarlz'el de inepcis, e que Se'occu'pa a at-
tencio do publico coro couzas que lhe nao
impurtam; otauisinteie.-sante para o pa-
iz, o que mais, excita a ciu osidade e inte-
resse de todos, parece ser o q' menos orctrpa
a attenca" do Goveno. Chegou ao Rio de
Janeiro nodia 38 de-.. Ourbro do ahno
passado a noticia dos desgranados suressos
do Pjj, cono o* Oflicos du Chefe da Es-
qnadra, emquedizia (00 meiado de Agos-
to) que ellelicava PF" a meia racio com
-mais de duas mil pelmas emigradas abor-
do ; tf"*i e quando todo o inundo supii-
nha que se desenyolvesse cssa tio g bada
energa, fazendo sahir ao terceiro da pela
barra foca um transporte c>m vveres, s
se vereficou no da 2*4 ^eNovembro, islo
he, 11 das depois, e islo mesmo do modo
o mais meSquinho, que he possivel imagi-
' nar-se ; passando se ordena as diferentes
embarracoens surtas iroPoito do Rio de
Janeiro, a fim de que enviassem para a
Charra os vveres sobrantes ; e ftzendo-
ae urna resenha do peior que hvia, visto
qne nem um Goinandante mandara do
memor, acabou se de carregar a'Charrua
com todos os fardamentos velhos, que so-
'braram da guerra do sul, npartiu como
urna Adela a fazer feira no Para de roupa
- uzada, e a levar mais esse elemento (maos
"rivere) para o contagio do escorbuto, e da
diarrea, que tem ja consumido urna boa
parte da no-sfrotinha, como se deprehen-
de pelo estado em que chegou Babia a
Fragata Imperatiz Finalmente era
"ttister salvar os restos de urna expedicio
malograda, ea honra da nova Adminstra-
clo exegia que ( ao mais ") em um mez par-
ts* urna expedicio, qae pelo menos con-
tassecom um'Gorpo disciplinado, que po-
desse servir dequadro a nova Brgida ou
Divizio, qne se deva formir das esmolas,
que o novoPrezidente vinha pedindo de
noria em porta pelo amor de Ueus, visto
que com toda a energa doGoverno so se
tinha podido arranjar uns quanto9 recru-
tas no Rio de Jsneii o, ou soldados incorre-
giveis dos CoTpoa, que tio pomo serviam
deforca, como de estimulo. Perguntamos
agora, oque sefia-d'esta gorda cdean'tada
expedicio do Para, sem a Brigada de Per-
rfanibuc ? B quem mandou organizad esta
Brigada ? Quem fez sabir do nosso porto
sette centos hravo, arregimentados,' ence-
pados armados, e promplos para entrarem
em acco a primeira vos, de matieira que
sio hoje o terror dos infames Vnagiistas?
Quem superou os grandes obstculos e
sducoens empregados pelos IVhrrecos ?
De certo nao foi o Governo Geral ; foi
sim o enrgico, omni enrgico Sr. f**-
dente Francisco de Paula Cavalcanti d*A.
E que lempo se gastou em apromptar a
pii'meira expedido dePernamhuco com
posta de 500 pragas promptas como ja di-'
cemos, e todo Pernambucnsabe ? Pouco
mSis "de do;s mezes.: E que tempo se pas-
roa pai-asahir do Rio de Janeiro os trans-
portes, que mais avuharam na fama,
do que na realidade ? Dots mezes e
meio, em cojo tempo hum Governo
verdadeiramente nergiro, e hbil te-
ria feito marchar do Ro. de Janeiro,
como marcharan) em i8i7, em'lb'a4tres
milhomenscom alg desciplina : nio se
diga qneao Gorrerno' faltaram meios, pe-
lo contrario Elle ostinlu em abiVndancia;
o que Elle careca, e parece qne'carece,
carecer,em qt. continuara influir Chi-
mangada Marreca, de energa, e h-ibilid.'
Desde o 7 de Abril" que a gente (Jo Gover-
no be'a mesma, por tanioi os" resiHados
bio-de ter sem pie os mesrrros....' Nio se
rganisou no Rio d Janeiro urna', fwa ex-
pediefd, por que bsbomens nio '"q'bizeram
lan-ar mi1 dos meios qne estavama sua
desposico, bu nio sberam : estolbam
qual das duas mais agradar.u "..
" assemoao RioGrandwaq'Sdl. Che-
ga a Corte a noticia 'd*'urna' sedicio, e de
muitasdesgracas, e o Governo ehvia 'para
conter os sediciosos rim Prezidente, e oro
Juiz de Direit, e mez emeio'depis en-
viou-Ihes o auxilio de urna Proclamaco
(urna Pastoral-do Bispotalvez ti se proficua ; mas esqueceo !') amnistiando
os revoltosos, e pedindo-ths que coadju-
vem com seus exforgos (Que maiorprova
de energa ) o Regente, que promete
ser fiel em manter enlacia* as nossasisli-
tacon-1, e dar-Ibes um abraco &c. Ao
primeiro assomo o Presidente foi rerTiassa-
do, e sem as intrigas entre os Vinagres e os
'Malchers do R<( Grande, de certo o novo
Presidente nio tomara poste : foi poi- o
Snr. liento Manoel o Arijo tutelar que gui-
n a'port seguro a nova Authoridade, de*
pois de ama scaramnfa de proclamacoens,
fficos, cartas, ecomisoens em que asa-
meicas, e os rpqnebros fizeram o farnel da
Cesta. Perguntamos agora, onde est a e-
nergia do Governo? Preparou-sa por
ventura para faxer entrar os revoltozos nos
"seus deveres, cazo presi-tssem em deso-
bedecel-o, com" ja o tinho feito? Supo-
nhamosqoe o Snr. Perito Manoel se ar-
rependedo que lez, e torna ao fadario de
aO de Selenibro (da da sed icio do Rio
Grande) que far o Excel. Snr. Presiden
te d'aquella Provincia ? Que garahtias
pode o Governo do Imperio ofTerecer aos
emigrados que vollarem para o Rio Gran-
de ? Ficar o Snr. Denlo Manoel Com-
mandante de Armas? Com que dueito
se intitula tal urn. Chele rebelde, que usur-
pou es-a AuthnHdddedo Chefe que a tinha
legalmente ? Qul he a nica medida que
o Governo teiiha tomado em que mostr e-
nerga, 011 pelo menos prudencia, ou pre-
videncia ?! Na Capital do Imperio, se
tem apenas pretendido deslumhrar o Po^o
com rep'tidas ordeps, e contra ordens, ex-
plicacoe-ns, e ampliagoens sobre exercicio
da Guarda Na.ionai, q.' longe de haverem
produsido confianca para.o Governo, tem
pelo 'contrario excitado desconfiarle cuidados futuros, que tem alienado o es-
pirito publico ; mormente nio sendo es-
tratibo ouvir-se j a muito- Chimangos di-
zerem que o seu homem para nada serve,
e que elles estavam Iludidos. C m effei-
to, e oque se pode esperar boamente de
um complexo de circunstancias lio pouro
fa vora'viis para a tr.mqiilidade publica ?
Que gente cerca o actual Chefe da Admi-
nistracio, quem sao seus agentes ? S >bre
nio abundronos de grandes.capacidades,
o" sf'o os homens de talento q' iufluem nos
nossos negocios? O primirjpa actos do
Governo depoem muito contra o talento, e
jui-io do seu Chefe ; uro Ministerio com-
posto de gpne du inferior capacidade po-
" litict, havendt> no paiz onde adiar muito
melhor, nio arrdita muito os talentos d'a-
quelle que o legeO. O Exm. Repente,
obra do partido'Chimango, a primeira cou-
za que fez foi nomear Ministro da Justica
e do Imperio ao mesmo homem, qne ti-
nha causado a sisio d'e.sse partido; um ho-
mem elevado a Regencia pelo odio que se
tinha ao Provisorio, rhamnu ainds dois
Membrosd'csta stigmatisada Adminstracio
para'carregarcom o odioso que lhe resta-
va; um homem que protesta conservar
nos seU^pojtos e destinos os empregados
pnboos sem dar ouvid< s as intrigas e as
sugestnens da calumnia, dimitte o Snr.
Doutr J io Candido de Dos e Silva, pa-
ra empreg- em seu lugar o Redactor da_
Mutuca; o Chefe de una A Iministiuco no-
va, que se quer assignatar por actos de re-
conh'ecida justica, preft-rindo os talento,
e as virtudes como baze de suas novas elei-
coetis, entrega duas pastas ao Snr. Manoel
do Wrimento, e nio muda do C--;ir o
desptico Snr. Padre Alencar! Final-
mente para que havelfaos de estar com mais
lamuria, o homem nio he oque os Chi-
mangos de boa fe* (I sobemos b)se persua-
dan!, e nem nanea foi tal qual o inculca-
V'tii seus apaniguados; he um simples
Clrigo, que seria mui bom saeristio,' e
que nao ser muita cousa n Bispado; po-
rem para Chfe do Rrazil, pira Represen-
iap o IMPERADOR, Deus os acuda !
E como o mal est feito, he mster ver co-;
mo o remediarnos, sem provocar um
transtorno, que no nosso estado de mani-
cio poltica, nos levara de. rojo para um
perfeito marasmo. Anda tornaremos a
materia.
Gm.
CORRESPONDENCIAS.
Snrs. Redactores.
He delamenfar, que huma repartido
pobica, Corno da Diversas Rendas Na-
cionaes d'esta Provincia, que tem mezes de
render de noventa a cem contos de reis, a-
onde urna concorrencia i menea de Povo,
e agora por mais peccadns, d'uns Seroulas
com os badamecos a emhalarem.-se de^te
bordo, a born bordo, perante oTropbeo
Nacional que alli existe, sem nenhuma
desceheia," como se estivessem as suas ca.
nas,'e Jangadas ; mis que patfaria 1
tratar'muito de resto alem disso eolio,
cada em urna pequea caza, sem commo.
do para os seus Empregados, sem refrige.
rio algum, calmo-a como huma estufa^
motivo p"rque indio sempre a doentdos c
que mizeria que vergonha par* a Naci !
urna'casa digo, que s tm serventa para
Piotestut de pote, e esteira : tantas re-
piesentacoes, consta-me se fam fetr a se-
melhante 1 espeilo ao Sr. Inspector do Tbe-
sooro, e e-te sempre sordo a ellas, que a-
banlono? e porqne-er i-to Snrs. Redac-
tores?? quera Dos iiueesta chrgasse as
mos do Excel. Snr. Prudente, para ver
se, secorapades.se daquelles Empregados,
e remove-los de semelhante caza, ainda
pue seja para a do In-pector do Areenal da
Mrinha, que este nio precisa para si s
d'uma tio grande, tendo all outras da Na-
ci, mtiisulficiente para residir, sem dis-
pendio algum do Thesouro, para urna, e
nutra remoco ; al mesmo a bem das par-
tes que al vio fazer os seus despachos co-
rno eu, que as ve/.es nioposso fallar o Ad
ministrador, com os trops-os pelas meza-,
e estrado; mas a nada se repara, trabalbe-
se das q, ;,, ai o, e 4 horas da tarde con-
tnuadam*nte, venht o dioheiro para a-
urpencas do Cofre. ( Miranda) que de foi tuna paca alguna!! i
sejio pagos os seuS Empregados dCpoisque
o das mais Repartirjoens o sio, para qiiHrn
sempre dinbeib seja Dos louvado, eo
Snr. Thezoureiro dos miud s, e padeca
quem padecer ; diz'a UlinJll Av que D-
os ha ja (qum nao tem Padruhos m^u fi-
lho, morre pagio) enlendio-me l corno
quizeieni, eucacom os roeus botoens sem-
pre direi, que os Empregados das Diversas
Rendas sio un- Candelas, muito promptos
e homens de bem, comprio assucar para o
cha ; algodio para torcidas; e nio se tor-
ean ? ser por so Snrs. Redactores, o
motivo de serem tio maltratados ? ora fcto
nio tem resposta ; ainda mais agoentio-se
como gente vira, al quando o Adminis-
trador levanta o expediente, isto se nio
ebega alguma conferencia de Navios que
rouhe mais urna, ou duas oras, porque ]
sachio na pesia e amar f.lsando, &c.
irra tambero com tanta condescendencia?
principalmente com certos individuos, que
mui anozamenta promettem o D. Quinde
Meodonca sfaisbirro; eapeninha Tt
de mi em mi-, nio sei que mais hio de
sollier os pobie-Empregados.
Snrs. Redactores tudo isto tem presenci-
ado
O seu Atiento e Criado.
O Despachante dastrez ra'f.
Snrs. Redactores.
Para o re'peitavel Publico ajuzar o que
muitosfazem com aanbcio no Cobr,
faco-lhesas seguintes perguntas, quedeze-
jo'me responda ; e por este favor lhe lica-
r obrigado
Seu ltenlo Venerador e Criado
O Morador do Pilar.
1, Se um Vigario'podedeixar a sira Ma-
triz, e ir pregar toda Quaresmi em hum
Engenlio a 4$ rj- Sermio deixando os
Freguezes na mesma.
a. Se pode, no dia de festa dizer 'i, ou
2 Mis-as na Matriz, ea outra fora del-
la?
3. Se tendo uro hotnem oceupado todos
os Cargos em huma Matriz, tanto na lr-
maiidade do S. S. como na do Orago,
morrendo, em vez de ser recebdo como
devia pelos seos Ir maos, e Vgario, este
foi loijo hrindando-o com agoa Renta em
hum Bulle de cha Velho, e quebrado Un-
cando-se-lhe goa Benta com huma vass-
ra, tendo a Matriz os pertences necessa-
ris ?
Basta dei.\are de'patentiar factos ami-
gos do dito Vfgario, que seofizesse estoa
quea Auctoridade competente devia man-
dal-o comer os seos 200^5 rs. emqualquer
dos Conventos da Cidade; prem fica a
meo cuidado patentiar os que se seguirem,
findando em dizer que sem Cade-a, Ponte,
Matriz, e Vgario esli mal s habitantes
de'I'.amarac.
Snrs. Redactores.
Da mesma Forma que o D-. Promotor
Publico deste Municipio, Elias Coelbo Cin-
tra, fez publico pela sua esti navel foi ha,
huma Denuncia que de mim dera, por en-
me de responsabilidade 110 eXercicio de mi-
rillas funces, desta forma mesmo detejo
que Vms. bajo de inserir qual resultado
qiihoave a respeito, dando a necessara
pblicidade a Sentnnca, e cordo, que
no.Ti bunal competente obteve.
Perdoar a iiuportunaqio Snrs. Redac-
tores do
Seu muito obrigadissiroo Serv.
Jote Antonio Correia Gomes.
Ex 'Juiz de P. do 1 > D. de S. J. da Varze.
Senlenca.
Vistos 'stes autos de Denoncia'&c. He
acuzado o ex Juiz de Paz deste Dislricto
J-.z- Antonio Correia Gomes, de ha ver
roubado de Luii Gonaga Ferreira, a
qumlia de 10.^ r-. em dinheiro quando
cercara a casa do mesmo em i3 de Agosto
do ahno passado, e que igualmente lhe
flirt ara a cavallos, e os empregara em seu
-ervicosem delles dar con tas a seu dono e
que se proceda contra o mesmb ex Juiz de
Paz na forma da Le. l)rfende-eo accu-
tadb'cotn a materia relevante de sua res-
posta'a fl. haieada nos documentos que se
leem de fl. fl. pelos qu es se roostra o con-
tia.io da aecuzacio a fl. e pelos ditos das
propiias lestemunhas do Denunc.ante se
v qae ellas al abouo o quinto ser^od


. _.

DIARIO BE PERNAMBCO.
a conducta e comportamento do accuzado
para tora os seas Deslucanos, e igualmen-
1e desf.i7.em essa falca arguicio de que o ac-
cuzado tirara de Luiz Gonzaga Ferreir a
quantia apuntada na peticao 11. 2, e quin-
to aus animae.s quefuio aprehendidos por
o accuzado de sua i esposta e pelos docu-
mentos juntos a ella consta, qual o destino
que elles tivero. Por tanto, e mais dos
utos, e dispozicoens de Direito com que
me conformo ; julgo improcedente a pr-
senle Denuncia ; e livre o accuzado do im-
putado crime pelo qual be argido,' visto
que pelas nullidades insanaveis que se a-
presentao nesle prscesso qual o recouheci-
rnento perciso da asignatura do Queixoso
e documentos perciios daacreditaco do
laclo, nioexistem, igualmente pelas pro-
vas era que em sua drfeza a presenta o ac-
cuzado. pague o Cot e da Municipalida-
de as cusas. E de confoi midade rom o
Ait,. 167 do C>d>go do Processo Criminal.
Apello para o Superior Tribunal da Rela-
Co desta Provincia. i. Districto de S.
Joao da Varzea 14 de Dezembro e 1835.
Francisco Joze Germano de Aguiar.
Acord&o.
Acordao em Kelacio &c. Que confir-
inio asentenca recorrida por falta de pro-
va visto os putos e depoimentos das tesle-
niunhas inquiridas de fl. 4 a fl. 9 nomeadas
na denuncia pelo Promotor|pubiico e do-
cumentos juntos pelo Denunciado com ua
res posta de.fl. 19 a fl. 23 pagas as custas pe
lo Cofre da Municipal idade. Recife 12 de
Abril e 1836. Lima, Presidente interi-
no. Ramos. Belmont. Vellozo.
ANNUCIS.
. O Cominandante das Armas estando au-
tborisad pelo Exm. Snr. Presidente da
Provincia psra.engajar um boticario, que
aleve servir na Brigada Expedicionaria ao
Para ; convida a qualquer Farmacutico,
atendido em sua ai te, que a este servico
ve quiser prestar, para que se entenda com
lie na Secretaria Militar nos dias uteis das
iu botas, as 2 da tarde dos referidos dias
preveniiido-se que logo que o enjamenlo
iie eftVctue seguir a seu destino na primei-
id emba cacao.
fcjp Joze Thomaz Nabuco de Araujo
Jnior, Prefeito Interino desta Commar-
re, participa que asiste na ruada Aurora
1 .* sobrado 3. andar.
. THEATRO.
H je 20 do crrante. Havi mo.*nos
pOUlfidp 3 I uios da immor|a-l re-
Os Portuguezfs em Argelrepresen-
tid* no dm Ndlalicioda Snr.* D- Mara 2.*
Kainha dos Portugueses, j mu certos de
que a totalidad? dos Espectadores nadan-
il.- em praser, o exultando de jub.io a colo-
r*ctm naquelle gio de .superioridad* t
deudo aos sublimes Genios; rom iffeito
1 foi ilusoria a nossa K-peranga, e nos
i* sensivel o desconhecimeoto de seu
r: a ligaco de pens-imenlus sublimes,
io, a mural, o patriotismo, a jocosi-
o rediculo, tudo e achou co-
. ; diferentes parles que reunidas
1 -.ioa beleza do Drama ; ella em !im
.eo a apiovagio de tudus os Especia-
. .1 pois do nosso dever a sua repel*
,km afn deque aquellas petSuaa que a nao
'.^io se cei tifijiiem da veraci lade de. (a
1 cao, e os Genios amadores da Scena
onfiracm assaz na lieloZa desta produ-
0 desenvolvida as palacrasda drses-
jeao se gera herosmo. O l.*2. 3 *
5. actos serio prebendado com su-
es pecas de Huzica, 1 enlatando o ex-
. .culo com o Paiiiomiuio den mimado
Saldado e o Fiade.
.xtramos concunfiiia dos beneme-
eupeclaru'o que foi asaat decantado
l.^r-inpenho. ________.
AVIZOS PARTICU LA-RES.
C outor Jote Caetano da Silva Ui sa-
ber ao publico, que mudou a sua residen-
cia da ra das Crozes para a do Rosario lar-
ga, casa D. 8, prinieiro andar.
VOy A pessoa, que quiser dar 300$ rs.
a premio de 2 por cento, com hipoteca em
urna casa ; annnncie para ser procurado.
%9 Qualquer senhor de Eugenbo que
precisar d'uma pessoa que sabe pe feita-
mente Gramtica Portagueza, Anthmeti-
ca, e j teve ato de ensinar 5 annuncie,
para ser procurado.
W* O Barharel Casimiro de Sena Ma-
dureira, Advogado nesta Cidade, temmu-
dado sua residencia para a ra das Trinxei.
ras, casa D. 24, onde as pessoas, que Ibe
quiserem incumbir alguma causa, o pode-
r procurar.
*Q^ Piecisa-se de urna ama para criar
urna crianca, e que tenha muito e bom lei-
te : annnncie, ou dirija-se a ra doCiespo
laja D. 12.
%W Tendo-se dissolvido era i3 do cor-
rente a Sociedade que existia entre Joa-
quim Antonio de Vasconcellos, e Nicolao
Harlery, debaixo da firma de Joaquim
Antonio de Vasconcellos & Comp., o abai-
zoassignado faz scienteao publico que des-
ta dacta em diante nao tica responsavel por
transaefo alguma ieita pelo seu ex-socio
Joaquim Antonio d Vasconcellos.
Nicolao Hartery.
IQP O Snr. que annunciou querer u-
ma mulher para o servico de pequea fa-
milia ; dirija-se a casa do Reverendo Pa-
dre Francisco, primeira casa na ra das
Flores.
UP Qualquer senhor que precisar de
um homem capaz, o qual se offerece para
ensinar fora desta praga a ler, etorever,
contar, e gramtica Portugueza ; annun-
cie para ser procurado.
%t^ Qualquer caixeiro que entenda de
padaria, e quiser ir para a Cidade da pa-
rabiba, para urna padaria, dando fiador a
sua conducta, queira falar com Bernardi-
no de Sena Dias, na ra do Rosario, que
vira para o Colbgio, venda D. 11. para se
trarlar do ordenado.'
tjry Na ra do Rosario larga, na ven*
dadefionte do beco do peixe frito, preci-
sa de um caixeiro que tenha pi tica, e d
fiador a sua conducta.
fcjr" A praga do Fugen hoS. Cosme an>
nuuciada para odia 20 fica transferida pa-
ra o da 22 do corrente, na Boa-vista na
porta do Snr. Doutor Juiz do Civel Marti-
niano da Rocha Bastos.
fc^ Precisa-se fallar rom a Senhora
D. Alexandrina d'Almeida Forte a urgooio
de urna casa da dita Senhora sita no lugar
deApipuco: annuncie sua morada.
W Quem annunciou na Gaceta Uni-
versal n. 6, precisar a juros 400$ rs.,
sendo sobre penhores de prata, ououro,
ou boa firma a letra, e endossante, dirja-
se ra da Cruz n. 5;, 2. andar.
COMPRAS.
Um buhar, que seja mais pequeo que
os da marca : na ra Direita sobrado por
sima daTypografia, ou annuncie.
V7"' Um banco de maicineiro, com a
sua competente prenca : annuncie.
Tfy Um Diccionario latino deFonceca,
e urna selecta emmeiouzo: annuncie.
VENDAS.
O Brigue N. General Cmara de
i40 toneladas, e de superior marcha, de
muito bous arraujos, e bem aparelhado
de seus pertences j decide-se deala venda
d< ntro emtiez dias, findosos quaessedes*
tinaiao porto du Rio de Janeiro, trata-se
* bor lo do refeiido B.iguo fundiado uo
Forte do Mtioa.
fcjf* Um exrellente Oitante chega lo
proximni..-i.1h de Li-boa, por preco coiu-
modo y ua luja junta ao arco tonio esquina que vira para a cadeia.
V3F* Um terreno com alicerces na ra
do palacete : as 5 romas sobrado da equi>
uadefioute da Fortdlesa.
r^p Do Lmente capin de planta em
ooOaTtflxes, a 120' reis ; na veodd da ua
Nova junto a ponte D. 36.
Ur* Urna loja de fasendaa com pou-
eos: as 5 Ponas D. 10.
VP* Uma morada de casa, livre, e des-
embarazada, com cbios proprios, sita na
ra dos -ires D. 10: na ra do Fogo D.
a3.
^fW Um negro, que entende de cosi-
nha, e muito deligente para o servico tan-
to de casa, como de ra : no Convento de
S, Francisco a fallar com Trajano Gomes
de S. Tiago.
tqp" Ura jogo de Breviarios, ainda sem
uzo algum ; em o mesmo lugar cima.
%ry 20 barriz com mel, por preco c-
modo : na ra da Cruz n. 62, ou no ar-
masen) de Jos Luiz Goncalves ao p do
arco da Conceicio.
%t*^ Um cavallo : ra da Cruz n. 4.
t3P** Ricas pastas para o 5." anno, I~
vrosem branco de differentes tamanhos, e
com abedarios, cartas de si liabas em ma-
nuscripta encadernadas, taboadas &c : na
loja do encadei nador lado da ra dos Quar-
teis D. 26.
%ry Rap da Bahia, ebecado prxima-
mente de boa qualidade a 1$ reis : na ra
da cadeia do Rvcife armasem do Matta.
fcy1 Larangeiras pequeas para serem
mudadas a 60 o p, novas camas de ven-
to a 4*^320 reis : no atierro da Boa-vista
D. 16.
%r^ Urna preta de meia idade: na ra
do pires D. 4 a, A" 8 horas do dia para ser
vigode campo.
*f*^> 60 e lantss estacas de boa madei-
ra e tsmbem de boa grocura e de compri-
men to, as quaes ach o se j com ponas
feitas para qualquer estacada: na Praga da
Independencia loja n. 20.
jrjr Um cavallo de cor caxilo bom
carregador baixo, e passeiro, novo proprio
para senhora, vende-se com os aparelhos,
ou sem elles, por preco com modo porque
est magro o dito cavallo, e muito man-
co : a fallar com Jo- Caelano Ourives mo-
rador na ra Direita casa n. 12, que dir
quem o vende.
ttqpr* Um cavallo em meias carnes, com
carregosnaturaes, novo e de bonita figu-
ra : atraz da Matriz de Santo Antonio D.
6 em um Buhar.
%C*v* Uma cmoda de Jacaranda bem
propria para sacrista de alguma igre-a por
ter bons gavetoens para ornamentos Sacer-
dolaes, e 2 rotulas de ama re lio para portas
de 6 palmos: nc atierro da Boa-lista ven-
da que tem arco D. i4>
tCp* Pilulas verdadeiras de familia,
Tamancos para homem e Sra., Sag. 1 ,
e 2.'surte, Rap Princesa da Bahia mui-
to fresca 1 a botes e retalho, Xouri.s-.os de
Lisboa, Barricas com eizadas, cunbeles
com fouces e Maxados, do Porto, Mar-
mellada em bocetas, Barriz cora vinho
de PRR : na ra do Vigario N. i4, Ar-
mazem do Maxado.
(t3" Folinhas de porta, de Al-
gibeira, e de Padre, para o pre-
sente auno de 1836, por preoo
commodo, na Praca da indepen-
dencia, loja de Livros N. 37 e
38, e na na da Madre de Dos
venaa que foi do Rezende.
ARRENDAMENTO.
Arrenda-se sn.mal mente urna casa do
dois andares, ta na ra do Rosario larga
D. /, peraale o Juix d Orflloa, peilenceu-
tea Vuvae Fjlhos de Fiancuco dos Le.;
ss pesoas quequ -e em tancar na dita casa
comparego no dia 20 do crrente mes de
Abril em ca.-a do memo Juiz de Orlaos.
PERDAS.
No dia 15 do corrente desaparecen um
Pai'.tinbo forro de noine Lourenco com 10
anuos de idaue, reforcado do corpo, de coi-
nao muito triguea, tem o cabello um tan-
ti ai u i vado, os dentes da frente largos,
muito esperto, e levou vestido camisa
de madapolio, e caiga de ginga azul qlia-
za nova : quem delle souber auununcie.
ESCRAVOS FGIDOS.
No Domingo de ramos 27 de Mareo pv
p. fugirfo do lugar do Cumar, Termo
da Villa do Limosiro quatro escravos de
Francisco Antonio da Silva : Joio de An-
gola, estatura ordinaria, com marcas de
3exigas em abundancia pela cara, largo
os encontroa, e as peinas muito finas
com idade de 34 annos pouco mais, ou
menos : Mara mulher do dito cima tam-
ben) de Angola, alta, grocura ordinaria,
meia fulla da cor, com enfeites de sua Ier-
ra nos peilos; e as costas, e esta foi coq.
piada na praga a Francisco de Bor ja G rai-
des, bem tallante, e tem idade de 36 an-
nos : um muleque filho da dita, crilo-
de nome Joaquim, de i4 a i5 annos, meiu
fulla, com os pez apalhetadus, com o ca-
bello rente a testa bem vermelho; Maooel
de Angola, alto, seco do corpo, beicosgro-
eos, falla greco, e meio atravessado, toma
muito tabaco, de idade pouco mais, ou me-
nos 46 annos. Esles escra i os fugiio jun-
ios, porem pode acontecer a terem-se se-
parado, roga-se a qualquer aprehendedor
os conduza ao dito lugar do Cumar a casa
de seo senhor, que ali ser recompensado
de tudo quanto tiverem ganho pela sua de-
ligencia, etrabalbo; dando-se o caso que
sejio pegados na Cidade do Recife e seos
suburbios, os levarioa casa de Manoel Joze
Eendes na ra da cadeia que vai para o
Collegio, onde serio iodenzidos do seo ira.
balho.
Ity Jos, crilo, estatura alta, corpo
em pioporcio, sem barba, bracos bantan-
tes grocos cor folla, pernas um pouro ar-
quiadas ; fgido na noito do dia 8 do cor-
rete, com calsa de brim pardo, e camisa
branca, e alem do vestuario levou com>igo
diversas pecasde roupa, echapeos: eslees-
cravo filbo do logar Terra Cuca na fre-
guezia deS. Bento em Porto Calvo, onde
tem pai entes, e desconfia-se biria pai.a o
mesmo lugar por mar em uma jangada
que no dia seguinte ao da fuga, sanio para
ali: os aprehendedores o podero lavar a
ra da Cruz n. 28 a Rosa & Irroio, que se-
rio generosamente gratificados.
Taboat das mares cheias no Pono dm
Pernambuco.
5Segunda i - 6h.5i m
4-T:-* - 7-42 .
5 Q:4 4 6- - fl 18 m
3 7S:*t ^ -01 6
2 8 S:*a - 10-54
Manhf
fl-D:-
B 11-42 a
.J.Tl-T.-" -
NOTICIAS MAIUTniAS.
Navio entrado ao dia 18.
SALEM; 36 dias; Pataxo Anjr. Ama-
hite, m. Richor D. Hdl: vaiioa gneros I
ao mesmo Mestre. Ton. i09.
Dia i9.
RIO GRANDE DOSUL; 31 dias; B.
Feliz Destino, Cap. Antonio Joze ue A-
bieu: carne seca. Tun. i98.
CaMARAGIBE; 4 dia-; S. Conceiyio
Felicidade do Brasil, M. Manoel Domiu-
gues : caxss, e madeira : ao mesmo Mes-
tre. Ton. 9i. Passageiros 2.
Navio sahido no dia 18.
GOTHEMBURG; B. Sueco George
Whashigtoii, M. Slalhnske; varios gene-
ros.
Dia 19.
HAMBURGO; B. Dinamarquez Joban-
na, M. Regemburg : varios gneros.
^^
ERRATA.
O N. de ontem 19 do correle deve,
contar-.se 85.
PEi, XA TP. DO DIARIO. IJ50


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