Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01798


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Full Text

ANNO fcfc 18.%. SEGUNDA FfclKA
,1
18 DE BKIL N. .
PERNAMBUCO.


fitnHAiiRcoo, Tvp.m M. F de F*ri*- 836.
DAS A SEMANA.
I.*-fr-gena GabGno K. A. dos Js.do C. den.
e de eses, da TllfWfl PultJica. e Citano, de
t-
l<* Terca S. H/Tmegew* SL Re. 4c and. do J-
Ir SI linaria S. gnea de.'Moat. en. 21 Quinte 8- Anselmo Are-1leLdeib. ad.do J. do
C. de M. de *.
22 Se*ta S. Setter e Cii es. da Tbeu. P.aud.do J.
de O.Aei. .
S3 Sbado Si porge. M- ReJ. de .and. do V. Ti.
dr t. em Oinda. Onartecr. i -n. e 59 Lola AL
"Ji ftwalDS FffWlr deN.;Sr*. 8. FieL
TVdo soradeprnde de nos mesirmi. d nrsn pru
dtvie... luodej-aqan. energ ia : coniioiieiuoscoiii.
.principiamos, e eremos apnntadoa com admira-
o entre a Nacoes tnaiscultas.
rVi>cantv-# Ha JittmtUa Gtrn 4i Brmtil
trltscrere-se a WWw.Mmi l>go adia-ntados
esta T^ografta, c na Praea da 1in1iV,'"l"r' N-
7 -e X onde rooeMew correspondencias legab-
a*a*. aniiimcios; iMse.riiolo-e aM* eran* <*<>
>l<.~ protriosasoig-nanteti, e indo assignado.
CMRIO.
dOrfl 15,
JLOn.lirs, IW 4i2 .i 4 Da, St. nor lryd ou {trate
a SO por ceHto de premio.
Liabas, SO ,pnr o|o pTCOll*, |>or raf tal, Nota.
Franca 845 -440 Ra. por franco ,
Rio le Jan. *> par.
Moe.tasde 6..40O I3JKM
4..000 6..H;)'Ja 7 ,.000
Pesos 1.440
Premio da (trata 50 p. e.
da leltras, por me* I i'.' por a(i
Cobre '23 por rento de oraosate
P A HTIOA ()()s COKIt K'lOa.
Oliuda ..Todos (M das a ueio dia.
(Soiaia, Albandra. Parailia, Villa do ("onde, Ma
manguape. rMar, Real de fl. Joto, Brej d rela.
Kainlia, Pomltal, Nora de Souaa, Cidade do Natal,
Villa de (oiaiiiiinba. e Novada Pruieexa, Cidade
da Fortaleza, Villas do Aquirs, Mimtc mor oni,
Aracau, Cascavvl. Canhid, Granja, Imperstriz,
."i. Be ruar do, S. Joo do Principe. Sobrar. Novad'
EIKev. lo, S. Matheus. Reacbodo nangiie. S.
Antonio do Jardra, Quexeramobim. e Parnabiba
Segunda* e Sextas le iras ao aiei dia ^>or va da
l'.ujilu. Santo AiUaoTudas as<(uH>a ti-iran a
oieio iba. Garanbuns, e Uonilo nos da* 10 t l
de lada me/, an meto di. Floreno da VA de
cada oiez ao oieio lia- Caito, SerilMetn. Rio For-
nii'/o. Agoa l'reta e Porto Calwo nos das 1, II
c '21 de rada inez- Serinbeiu, Rio vormozo, e A
goa Preta Sen midas. Quaru*. Sellas leiras.
PABTE OFFICAL.
PCRNAM0UGO;
ASSEMBLE1 PROVINCIAL.
Acta da 4. Sess.iS ordioat-ia da Asi*oibla
Provincial de Pwiutuliueu us Ix d A-
bril de i836.
Presidencia do Sr. Dezembargador Ma-
ciel Motila*.
Fora |>ilentes 51 Sehores Deptiti-
do.s e faUara m Sius. Fraadscw de Car-
valho, Leoaardo Beaeira, Doular Bap-
liala,
O Snr. Presidente lela roa aberla ases*
sao-
Fot lula e ap prora da a aeta da se.-sa an-
teoelente.
O Sur. l. Sectetati deo parle fle estar
doente o Sr. eputado Fraacwco de Car-
valh. Meacioriou oiufsmoSnr. Seere-
tariu hum equerimentu oe Manoei Al-
*w de Agttiar eoitrot|ueixand-e de te-
lera do obrigailoua pairar a taxa de le-
vado* sWe divida nao cobrar-is e ou-
tro objecto, Ciorssa de Faeenda.
Oulro req.ueiimeno a-iqu-e de Alb*iiju'rque derecendo buta
compendio para as aulas de primeiras te-
tra*: a CtMRioMai de l ti-truc cao Publi-
ca.
Outro do Vigirio Scbaslia Joie Pei-
xoto dosGuimaiics pedindo augmeat Congrua.
Outro dos Religiosos Carmelitas di-.-ta
Provincia pedindo permissa para ad-
miliiein tritita Novioos; Coui. de Nego-
cioa Ceolfsiaalicos.
Outro de Francisco de Campos, Mes-
tieraruinteiro doArserml de Cuerra pe-
lindo, que o .-*-u jornal M?j elevado
J&&00 l. por da; e outro doCirurgia
JoaqM Caetano Montes pedindo o di-
lei.iiuenlt deoulio roquerinienlo, oti cpje
Me seta5 eotieuties os seos pape^j am-
itos a Couwhmki de Pelices.
Foi aprovdo o roquerimeato do Sor,
Padre Foinec* para pedirem se nfonna-
t.-a ao Gowrno da Provincia hohre o
na unipritnento te de MotoCduiub.
O Sur. PeiKoto leo o parecer da Cotn-
iiissj colii-e a represai.'C 5 contra o
Projecco r. i, que licou adiado portero
5nr. De Biito pedido a p da va. ,
Uikir, Britu pedio diamento da 3.
diicussa solve-se sobre o parecer da CommisSao so-
l>ie sobre a representaca contra o mes-
jmi Projecto, eeomo nao pataUM o adia-
inenlo nqieiido, o Snr. Presidente de-
larot coutiuuar a 5. diacusaa do dito
pi Ojl cto-
O Snr. Reg Birros'oferereo a .segtiiii-
te emenda substitutiva. Os Ollktaes Su-
p 'i i ores dos Batalhdea da Guarda Nacio-
nal M-ra lomeados pelo Preidente da
Provincia dentie os Cidados htbftentes
na Comarca. Os OHiciaes Subalternos se-
raS iiomeado> pelo Prndente da Provin-
cia sol proposta dos lepectivosComnian-
(Latites de B> us logares ijuando o Presidente entender,
queassitn convemao ser vico publico, con-
servando to !'M > as honras inherentes ao
.sen posto. Os Ofliciaes inferiores do Es-
lado menor, os das Co tupa tibias sera
BOueados, aqu^lles pelo Ctitimandante
do Batallia, ej-tes pelos Commandantes
de. Compatj|ij,,s co>n aprovacaS do Com-
mandanle d Bal lb. E tendo-se con-
cluido a discussa l'oi o projecto aprovado
com as emendas recebidas na i. discussa,
menos- ad Snr. Tiburtino, quefoiiubli.
luida pela do Sor. Bego 8irr dafi as palavras e todos pe dera at iofie-
rente* ao seo Posto, e coin as teguinles
da 3. discussa: doSnr. Peixoto deBii-
tooart. i.-Depois do % 4. accrescente-
e osseguintes^-5. mandar dissolver
osajunlaraenlos peiigoso-. 6. mandar ron-
dar os logares onde convier. 7. rnaiidar
dar hoscas. Alem destas atribuices ex-
ercer tambera as que competen! ao Ju
rleDireit, Clefe de P-dicia. Do roesmo
Snr. Pciioto ao ait. 3. Depois das pala-
vraa l>ens de iaie-accrescente-se -011 em-
preo publico-Do Snr. Pessoa de Mel-
lo-No art. 9.--soprima-se do p.iocipio a-
t*5 a palavra eoociliaces, e ponha-se--Fi-
Ci suprimidos os Inspectores de Quar-
teiae limitados osJuizes de Paaalaaer
con.iliices, e juagar definitivam.nte as
eauxas civeis al a quantia de cincoenta
milreis. Do Snr. Dr. Pedro Cav.,!cant
em aditamento ao artigo 9.--OsJuizes de
Pa sera elleitos por 4 Mi0j| da merma
maneira, porque ellegem os Veriado-
res das Cmaras. O Cidada, queobliver
maior numero devotos sei Juix de Paz,
osmrnediitos em votos sera Supl-ntes.-
I)o Snr. Vieira de Mello-ao art. 1 1 Os
Promotores Sfrvira por 5 irnos Do Sr.
LuizCavaleanli--OsSub|)M.,i.,s s pode-
ra prender a erdem doPreeito, aqoem
rametterafl immediataniente os pretos. O
Betarie* perceb rao osemolumniios mar-
cades para o.sTobeliies. 0*EstMxie* de
Par ica inhibidos de ecrever actos da
competencia dos Notario!. A forca Poli-
cial ser subordinada ao Pe feito. Do Sr.
Vieia deMcllo-ait. aditivo ao ait. l5-
O Pe feito ornear para cada Paioclua
da Cotuaica hum Sobpiefeito litado d'en-
tre osCilados dameama Porocbia. oqnal
nao ncer ordenatlo al^um. H-'daat-
tiibulc doSubprel'ito. I. execotar as
ordena du Prefeito. 2. BemeMer immedi-
atainente ao Prel'eito todos os presos, qoe
o forem a ordem do me.-mo Pivfeito at-
paubjdo dos respectivos Corpos de dclx-
tos, e teslemunba do fai to ciininoso. 3.
Ao Subprrfoito firo imraedialamente su
bofdinnd>'S os Cidadios, que nao forem
Guartlas Naciontes sendo irgeitado o 5 2
desla emenda.
Entrn em discnssa o ait. 1. d.s Pos-
toras da Cmara do Limoeito, e resolveu-
se, que vollasse a respectiva Commissa
para int reque Entrando em discussa as Posturas da
Cmara de Natareth, a requerimenlo do
Snr. Vieira de Mello, esolveo-se que
hca-w adiada a discussa.
O mesmo aconteceo as da Camai de Se-
rinhaem requeiioaento do Snr. P.ssoa de
Mello.
Entroa em discussa o Cap. 4> do Rpgi-
m.'iitii iiteitii), que foi spprovado: o 5.
tambem foi com asuppiessa do ait. 3D.
O Capit. 6 foi aprovado com as seguintes
alteraces. Os a. t o 9. do art. 4. -
que fossem substituidos pelas Caimmisses
Horneadas n-.ta Sessa, sendo a de Justi-
ca Civil e Criminal huma, e a de Negoci-
os Eccltsiasiicos outra, e que da 1O do
Begimento fo-s<; suprimida a palavra- Pen-
ses. O Cap. 7. depois de discutido foi a-
provado.
Nao havendo mais nada a tratar o Snr.
Presidente deo para ordem do da a con-
tinuaca da 2. discussa do Regiment in-
terno, edos Projeitos ns. 3, e 53, e le-
vantou a Sessa depois de huma hora da
tarde.
Tliomat Antonio Maciel Monteiw,
Presidente.
Laurcntino Antonio Moreira deCarvalho,
1. Secreta lio.
Luir Rodrigues Selle,
2. Secretario.
EXPEDIENTE d'aSSEMBLEA.
Illm. Snr. TeiHo a Assemblea Lcgis-
l.tiva Provincial r.-solvido a reqoerunen-
10 tleum de seos Membros, que m per-
gunte ao Eim. Snr. Presidente da Provin-
cia tw ja se aolia completo o numero de
lecrutns, que deve dar esta Provincia,
em cumprim-nto do Decreto de 2 de No-
ven.b'o de i835; e cato esteja prehenclii-
do; o numero que taita pata completar.
Oqoecommnnicoa V.S. para levar aoco-
11 her mente do mesmo F.xm. Snr. esta
rsoluc-, a lim de qoe se sirva dar oses-
jareeimentoa exigidos.
Dos Guanle a V. S. SerntaPia da A8-
seinlilea Legislativa Provincial dePriiam-
bu.o i3 de Abril de i83G. Illm. Sor.
V. T. P. de F. Camargo, Seciejaiio da
Provincia. Laurentino Antonio Morciva
de Ca valho 1. Secretario.
PARA'.
ARTIGOS tfoFFICTO.
Illm. e Exra. Sr. 'Feliz foi o resul-
tado da segunda operaca em qoe entrn,
parte da Brigada do tueu^Cumiii -ndo Pe-
lo officioconstante da copia inclu-a orde-
nou uExm. Sr. Presidente desta Provin-
cia marcha de 200 pracas da Brigada,
cuja Forca sabio desla Ilha no dia 6 du>
correte, cotnmandada pelo Major Fran -
cisco Sergio de Oliveia, e composta de
todas s pracas do I.* Balalha, e Com na-
nhia de Artelheria capases de servico, ent
numero de 30 inclusivel os OiTiciaes.
Algumas pracas de Marinfia, e 50 pai-
sanos, quase todos moradores da Villa da\
Viga, e refugiados na Ilha de Taloca,
engrossai- a Expedica, queljdesembar-
cando as 11 horas do dia 9, duas Jegoas ao*-'
Sul da Villa, marchou pelo interior o res- ''
lo do dia, e toda nome condasida pelo
Juiz de Pae, Vigario, e moradores da ntes*'
ma Villa, para onde se dirijia a Expedi-
ca, eao amanhecer do dia iO, estar ~'-
Tropa em posica.
As forcas Navaes devia i uiesma ho-
ra, apparecer em frente da Villa, para'
chamar a allenca dos cabaos, empe- '
nhal-os na acca, e poder Tropa operar '
com vantagem pela retaguarda ; mais o
lempo, torrate das aguas, o outrosin-
couvinientesretardara a chegada dasem- '
harcaces; e huma vdela dos cabanos,
fasendo logo sobre a avanzada da Expedi-
C', que k: compunba dos paieanos guias,
despertoa os rebeldes, que alguns tiros fi- '
sera em qn nao reconliecera qoe Tro-
pa regular operara contra elles, depodo
que fugira largando as armas. Trtt dea-
tes rebeldes fora 11101 tos, e q 11atorre pre-
sos ; e sou informado que depois arhara-
se mais dous cadveres, e be natural que
muilos outros tenba laiecidodosfireiueu-
los que soberao : a nossa Tropa fcou ilo
sa, e na posse d6 Pecas de Arlelheria.
Consta que todos os rebeldes fgidos da
Viga, eos cabanos do Chapeo virado se
lem reunido na Povoaca de Colares, o
contra elles maichaia Tropas, e o resul-
tado communicaiei a V. Fs.
Mais de 300 familias se lem aprecentado
na Villa da Viga, e consta que esta apre-
.sentaca continua de todos os lugares visi-
tihos. A Ti upa em sua marcha, encon-
troug'upos de horneas armados, quesa
Ihe leunira por peitencereai ao partido
da Legalidade, eeatarem eotre os revolto-
sos por nece.-sidade, e lo.-inuaces do Go-
vertu", com qurm mar.tiuba relarSes, e
a quem pedia forca r talielecer ordem.
Digne-be V. Ex. i-oinmonic.tr quanlo'
tenbo referido ao Exinf Sr. Presiden'
dessa Prt.vincia.
Dos Guarde a V. E*;. Quartel do'Com1'
mando da Brig ,da de peruamb^cj rtatW fc


J
-*&


DIARIO DE PERNAMBUCO.
l'W
deCotjuba i9 de Fevereiro de i836.
lllm. e Exm. Sr. Jure da Costa Rtbello
Reg Monteiro, Cqmmandante das Arma*
de Pemambuco. Joaquim Jure Luis de
Souza, Gommandante da Brigada.
PROCLAMABAS.
* Vigense: desde o itoraenlo en que os
VotSs Concid*as fora victimas dVsses
monstros de crueldade, porque era liis
Lei, e Religia que piofessamos, (o
que para taes leras he o maior ci ime) no
meio da dor que dilacera o meu coraca,
conservei os mais vehementes desejos de
vos libertar do jugo dos liranosque vosop-
primem, e relituirvo ao goso da liberda-
de legal: he chegado o momento de reali-
sar os meussenlimentos, e nao o demoro,
entregando esta Commissa corajosos
OHiciaes dignos de toda contianca, sobre
cujas ordenspartem a brava Maruha, ea
valorosa Tropa de Pernambuco queaban-
donando seus lares correrlo em nosso soc-
ror.ro a libertronos da Urania.
Vigienses o voso Pre>idente e.'t bem
informado de que nutrs os mesrnos sen'i-
anentos de amor Ordem, e ao ligilimo
Governo do n* sso Augusto Imperador o
Senbor Don Pedro Segundo ; e queam-
bicionaes ver-vos livres do captiveiroem
quejareis : uni-vos as bravas Trops que
vws vG proiejer para de huma vez desel-
lar os Rtbeldes : s Authoridades ligitiraas
rao ser restituidas ao ex ei cirio de suas lun-
ces ; denui.ciai-lbes toda* os n.alvados
para que a Lei os puna, e para nao serem
confundidos com honrados Cidadas, non
estes com quelles ; o que jamis deveis te-
mer da julica do Governo, que est bem
informado, que as circunstancias tem feito
q'alguns mais fracos conslrangidos, appa-
remlem connivencia com o.s malvados, pa-
ja aesim escapar a seu brutal furor : per-
segu os musal que sej,. presos, e en-
tregues ao rjgor da Lei que vingar vossas
offensan. Citladas habitantes de S. Cae-
tano, Villa nova, e Cintra, vos igual-
mente me dirijo ; sei que ambicionaes do
mesmo modo sacudir o vergonhnso jugo
que vos abite ; eia poisempunhai s armas
para unidy* vossns prolectores de huma
vez ficar livres, e recobrara paz, e micego
de que todos lanto precisaes para viverdes
felices no meio de viaas f.milirfS. Viva
Sagrada Religia Catholca Apohtolica Ro-
mana. Viva a.Assembla Leg-lativa. Vi-
va o Nosso Augusto Imperador o Senhor
Don Pedro Segundo. Viva os Amigos da
Lei, e da Ordem. Bordo da Fragata Cam
psta Surta na Babia de Sanio Antonio no
Pura G de Fevereiro de i83G. Manuel
Jorge Rodrigues, Prezidente.
Conforme.
Ernesto Emiliano de Medeiros,
Ajudante de Campo da Brigada
oficiodeV. S., com dacta de l3docov-
rente, em resposUi ao que Ihe dirig eo
i O, eacho ta ponderlos, e de taritope-
7.0 os arg tientos e expreses delte, que
nao merecen apena respondwae-lhe; coa
ludo, se elle fosse de oulra pefsoe, eu o
respoiUrU ; mas, acbo tanta distancia de
mim a V. S., que me foiso a esse traba-
lbo.
Dos Guarde a V. S. Quartel da i."
Legia i5 de Abril de i836. Mn. Sr.
Francisco 'Jacinto Pereira, Commandante
Supeiicr. Francisco Joze da Cosa,
Coronel Chile da 1.* Legia.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a meuna do N. 76.
A RCEU AL DE MARINHA.
O Arsenal de Marinha, precisa com-
prar, 110 dia 18 do crrente, huma quar-
tola com oleo de linhaca, e 6 caixas con
\ellas de sebo.
Arsenal de Marinha 16 de Abril de
i836.
Antonio Pedro de Carvalho.
Inspector do Arsenal.
INTERIOR.
a.s-im despojada do sru necessario presti-
gio cali ir em baque a e despreso ; faltan-
do o centro da acca administrativa, ou
enfraquecidas as uas molas, a anarqua
infalivelmenleseder.Htai ; e en'a os que
Iroj* (Ulvez por mola) se disem Mona/quis-,
tas, se levantaran furiosos demagogos e
rrpobliranos, dando livre carrea per-
veriidade, que ainda nao podera de todo
descubrir. Eis em que por im dar o in-
tenlo dos Selistas ; espesar de quesaiba-
mos, que o nao levai tffeilo, cumpre
roedilal-o em todas as suas peri^osas co"-
cequencias para nao engolnios as pilulas
doiradas, que m,s leceita os ciirandeiros
do regresso.
Lembiemo-nos, que as R. formas rom
tanto calor requerida*, e coro lanto enlhu-
siasmo ineftM pelas Provincias, apenas
romecara regeUr para produ/.rem os
fructos, queospovosdellase*pera>. Hu-
ma revoluto, no SMitido da que se ras-
tre, sei hura golpe moital no Acto Ad-
ditioual, promulgado, depois de pasaaij
por (odas as solemnidades e providentes
cautelas Conslitueionaes. Querora os Bia
Mleiros, empei.hados em promover paz
e a o,dem, que sabor de mea duzia de
ambiciosos se dlL.6 de dia dia os funda-
mentos do nosso edificio social ? Nao de
e he por hso que elles sem renunciarem
soidesmaiLvdaamhica, se qiiere, h '
bil.laraos cargos pblicos pelas dezr(jp
que promovem, pelo descrdito qUe \
cura aos amigos da paz, ,)elos ndeel
tes insultos que publica no infame Sel
no porco Bacurinbo, que bem d^ane'
nba o seu titulo, eem nutras Foiha,-, V'
cva Setisla. A' nosso ver.
sura que incorre o nosso
Tenha V. S. promptas a embarcar
para a Villa da Viga piiu.eira ordem
ausentas pracas com manda das por hum
Official Supeiior, di vendo ser acompa-
ibadas de hum Cirurgia-mor rom os pi<-
cisbs medicamentos : para que os Olliciae.-
va prevenidos, f.iya-lhes V. S. saber
qne a dijge.jcia pode demorar-se quinze,
u mais dias segundo as circunstancias :
Os mantimenlos para Ti opa tenho dado
ordem para que daqui se ponha bordo
das Embarcaces de Guerra ; smpreboin,
que o Soldado traga alguma r. c o de car-
ne cosida. Tt-iiciono mandar embarcar
mma peca de calibre G, com as monices,
PUrnenla precisas; anda que no de-
sembarque, talvez se nao possa faser uso
lella ; mas que se deve colocar naquelle
!'onto. Vai Commandanie das Furcas
Naraefl o Capila de Fragata llaydem.
Dos Guarde a V. S. Bordo da Fra-
'a Campista Surta na Babia de Santo An-
io no Para 4 de Fevereiro de i836.
lirioel Jorge Rodrigues, Presidente.
Sr. Major Comunndante da Brigada de
'ernambuco Joaquim Joze Luiz de Souza.
Conforme
Ernesto Emiliano de Medeiros,
Ajudante de Campo.
nn
DIVERSAS REPARTICOKNS.
COMMAapO DA I.* LFGIA.
lm. Sr. Agora mesmo recebo o
Pelos convicios que as Folhas da chama-
da opposica todos os dias arroja ao Exm.
Regente, piova-seque hum furor faccio-
so os arrastra desacreditar, e fazer ba-
quear da eluvaca, em ime o posesa a mai-
uria dos Eleitoies, o C^idada, que cerlo
paitido auarquico n,<5 queira ver regen do
0 I- me da Nao do Estado. A in esponsab-
lidade, que lhe garante a Com-tituica,
nao laz peso nos ecripios los insultantes
piovocadoies, e tes tamben r^Fendem
1 evi 'l, ntemenlc a ma-.sa dos Cidadas de
todas as Proviarias, que negando on vides
milharesde caliallas de-sa j;enle fui osa,
coniorrera con ajtOd voos pa.ra levar
Regencia do Impeiio o Sr. Feij. E nao
est bem claro o .prfido intento dos que
assira proceden] ? Seus desejos nBse nia-
nifesta em seus escriptos, e at mesmo no
bem conhecido carcter de seus aurtors ?
A roda dos agitadores tem o seu eixo no
Setede Abril, e circunscripta ao Rio de
Janeiro piocura communicar o sea giro
todos os pontos do Imperio. Huma re
voluca se piepara emhandeirada com a
Ilusoria Regencia da Senboia Princesa D.
Januaiia; oSeleqne foi quem piimeiro
saltou esseg'ito, qoeo Biasil re pindn
com garga'hadas, tiabulha afincadamenl"
ne^ie sentido, d spondo o seu g'lpe dics-
sivo pelo decredto do Regente, e estada-
da alleraca de !odo-> o- Actos do seu Go-
verno ; roas sao conhrcidos os reiiosrol-
laboradores dets* Folha injuries, e por
Mflfl conhecirnento podem os Brazleiros
calcularas desgiacas, que infalivclrnente
caliir de cholee sobre a no-sa Patiia,
se infelismente>e realisissem os perveisos
planos de ta emperrados ambicios.
A nova reV'ilooa, quese prepara, pa-
recen do s hum esfurso de vincang de
certa gaule despiitada, e contra o Se. Fei-
j, que a tem na omsideraca, que ella
meter por .seus actos assas pblicos, ar-
raetrar ao Brasil males incalculaves. O
bom senso dos nossos ('oncidadas deve
necesnaiiamente i-osopn heiide-r e la ver-
dade ; porm nos a puremos mais ao alcan-
ce de certos Lei lores, que podem ser em-
bados com os sophismas e falsas arcusac-
es do calumnioso S-. lie, e de mais gente da
sua propaganda. Se essa gente medita
elevar Regencia do Imperio huma Prin-
cesa de 13 auno-, he porque quer g>ver-
nar em seu nome ; as piovas anteceden-
tes, que nos ufererem du. seu tiuoAdmi-
n^lrativo, e de suas virtudes, eses mais se
afidig ern levar avante seus criminosos
planos, fa/.ein crer que o nome da Augusta
Princesa .ser em breve romprornettido j
o de.icotnediment'i habitual dos e>criptores
desmoralisados far chegar os seus insultos
sua pessoa, como j vimos em pocas bem
prximas. A Monar bia Couslilucional
certo l.ogo huma tonlra-icvoluca ser
itifallvel ; mas nao perigtj assim a mesma
Consiiluic? Nao se desmoralsa muilo
mais o povo por fssas guerras civis ? N.-
se retarda considtravelmente a marcha da
**f aseente prosperidade ? Nao se e-
temisaosodiosde paT-tidos, que hoie lan-
o convtm extinguir ? Nao nos cobrmos
de misen.i.H, como alguns povos nossos
conleira.neos ? N damos motivos s N.i-
eoes cultas para nos despresarem, e rii era-
se de tantas intrigas ?
N.nguem dir quea noga prosprridade
f.ende de r<.vu|uces, antes sim que por
ellas a pederemos e por mu.tos lempos,
como a experiencia desgracadamente no-
eawua rom e-xPmpI0S de' cata e de lora.
jNem a nossa Uberdadp, nema rmssa In-
dependencia perg., para que ta caloro-
samente seaciiem os'espii itos, sob pretex-
to de palrioii^mo, 4 fim de coadjuvarem
a ambic. infernal, de quem > procura
promover a sua particular fortuna, cus-
a do socrgo publico, do rrediio Nacio-
nal, das fortunas e commod<>s de seus
Coiicidada,. Mas se ta grande haru-
Ibo, e com lauta indignidi-dese concita por
ceita propaganda desorganizadora, quese
deve concluir, sena que elle aborreefm
a tranrjuillijJade publiea, que renasce de-
Pois de tantos disturbios, e aroa o- vwi
vens polticos, que por 13 anuos nos tem
embaracado os necessarios melhoramen-
tos l O Governo nao pode folgadamente
oceupar-se da reforma de certos abusos,
em qnanto houverem anarquioo-', que
envenenando os seus Actos, rbamem bil-
ma indigna ausoeila. e huma prejudicial
deconfianca sobre sua Administraca. Cla-
mava-se contra elle por que nao no>neava
Mmislros pira as Rerurlices do Imperio
e da Marinha ; insinuava-se vista dessa
demora, queninguem quera servir com
0 actual Regente, apesar de militas roga-
tivas, como impudentemente se assegu-
rava : apparerera os dous M ni-tios, sem
que fossem pnsos e recrutados, comocho
crieiramentcdisse o Raio de Jpiter, Pe-
1 indico semi Galego, alabado pelo Sete,
por que apesar dos pesares Ven engrossar
as fihiras regre dia da Torre de Babel ; e nao esperara
por mais nada as-cigarras felcularias para
{lies dar hum descante de seu gosto, ocen-
pando-se das pessoas dos Ministros, com
suas cnstu meiras acbi.iclhac. s, como se
v no Pao d'Assucar, e DO injurioso Sete.
Parece que o mesmo plano, tracado ha
poucosannos, para apear os Regentes por
falla de quem aceitasse as pastas, va sen-
do agora promovido em adjulorio ao da
Regencia d Senhora D. Januaiia, Os
Setistas n.i sinvestem aos acluaes Minis-
tros com calumnias de toda a especie, co-
mo tambero injuria a qualquer Cida-
da, que elbs sonha que pode ser cha-
mado ao Ministerio. Ora, ns Redactores
a re-
a maior cen-
Governo n
nao chamar a jiiiso estes eseriptores n
taesrandalosanienle abozau da lber,
dalmpreiisa. A fioxesa do Sr
'lade
p
tor le respeilod maior mohvo dser'
seque as Autoridades est.. conniveni "
comosanarquislas, do que a amr.isiia a!,S
P.iog.andenses, com que argumenta 2
p.e o S.te, e agora principalmente den.k
que areitou para seu colaborador hum R*
Piesidenle. x*
(Do Fluminen-e.)
S. PEDRO DOSL.
IHm. e'Esm. SnrParticipo a V.Ex
quecbegando a este lugar no 1. do coi'
rente, rindo de Tia-Aona o lenle Da
vidLmz daCunha, queali fura a neguc.
os, diz que o Coronel Biilo recebera rom-
municaces do Commandante de Sandu'
participando-lbe que 11a P.nvinca de En!
tie- Ros, onde se acha Lavalieja, ba,i|
movimenlo promovido poresle, com pro-
texto de deporo Governo; e que Pare-da
fora pre>o destelado do Uruguay condu-
zindo ofiicios de Lavalieja, de Paulino
Fontoura para o Coronel Bruto Goncal.
ves. O Coronel Brito, diz o mesmo IV
neute, acha se com gente reunidj. Fruc-
tueso Rivera est as tresaivores coro 500
horneas a obervar l.avalbja. A Provin.
ca deCorrienlesest se pondo toda emar.
roas, segundo me afiirnia o Coronel Ca|.
deira, para repel-r Lavalieja, eauxili-
ar oGovernador Ecbuac. Por esta parle
nada ha que recear, os Orientaes, e ij
Con entines obstar marcha de Laval-
leja. Amanh sigo para Algrete a mar-
char com a forca reunida, que creio exce-
der de 300 homens. Tive pa.ticpac
que ja chegou o armamento de S. Borja,
Ueos guarde a V. Ex. Quartel na Boa.'
vista, 10 de Fevereiro de i836__Ulna, e
Ea. Sr. BeriloManoelRibero, Comman-
danle das Aunas.Joze Antonio Alvej.
-- Constando que o Coronel Chefe de
Legia de Guardas Nacionaes, Antonio de
Souza Netto, rene os Guardas do srn
coro mando nontra a expressa disposica
da lei. coro manifest perigo da seguran-
ca publica, o Presidente da Provincia re-
holveo fuspendelo do mesmo commando,
e assim Iho oommunica para sua intelli-
gencia e exed-caS. Rio Grande, aos i
le Fevereiro de 1836. Joze de A ra
Ribtiro.
lujo
Sendo manifsto que o Coronel Ben-
to Gongabes da Silva se tem arrogado, e
effec t va-mente exerce attribuices que ilie
nao competem, j praticando actos como
commandante superior da Guarda Nacio-
nal de toda a Provincia, quando a le de
28 de Agosto del83l, quecreou esseem-
prego, o restringi aos limites de hum s
Municipio; eja proclamando e convoca-
do a menina Guarda contra a expressa de-
leiminaca da referida lei; o Presidente
da Provincia resolveo suspende-lu dodilo
commando, e assim Ihx communica para
ua nlelligenria e execuca. ("idade de
Pelotas, aos i5 de Fevereiro de i836.Jo-
ze de Araujo Ribeiro.
do Sele, do Pao d'Assucar, ata*, devem
eslar convencidos que o Sr. Feij os nao
cha-mar para eropr-gos ainda menos im-
portantes da Adnainistraco, poique fora
querer dar com o Brasil mu vasa birria ;
vendo lomado asarmas huma parti-
da de anarcliistas, commandada pelo Ira-
hidor Joze Jernimo do A roa ral, para ag-
gi edir as forcaslegaes ao mando do Capitn
Procopio Gomes de Mello, e sendo coro-
pletamenta destruida, e presos os que cons-
to da relaco junta, Yin. far cahir sobre
taes facciosos todo oiigor das leis, a-smi
como sobre o dlo Joze Jernimo do Ama-
ra!, como caheca dos aggressores, depre-
cando sua captura a todas as autoridades
rivise militares. Dos guarde a Vm. Rio
Grande, 23 de Eevcireiro de 1-836. Jo-
ze de Araujo Ribeiro. Snr. Juiz dePat
do 1." Distiicto desta Cidade.


DVI A H I Q 'M,; p PR N A M B u c o.
M
Snr. Redactor do Liberal. Tenho al
o presente-guardado per fe ito silencio sobre
os negocios polticos, em que actualmente
se aoha ..volvida a nlf.idada Provine ia de
S, Pedro; porem clxgandoao roeu conhe-
cio.ento a resolutoda Asserabla l\r[m,\Ci-
a\ de 16 do mes pasado, pela qu^lioi cha-
mado para oecupar o lugar de- Vice-1 resi-
dente da Provincia oDr. A meneo Cabral
de Mello, nao p*.aso ero mesmo deFocon-
heivar-inesiUdo.~o, e por isso sirvo-ine
de su bam conceituad folha para huer pa-
' tente a toda a Provincia, eao Brazilifllei-
ro, que protesto contra huro tal irzolugo,
nao porqne em corilorrnidade da Jei de
12 de Agosto de i834, compete-me tomar
M redeas da Adminislracio Provincial,
mas muito principalmente porque seaclia
legalmenle empOssado o Excel. Si'. Dr. Jo-
2ed* AxaujoRibeiro. Outrosm protesto,
na qualidade de Deputado, contra todos os
actos emanados da Assembla Provincial,
desde odia 9 de Dezembiodoanno.passado,
por isso que os concidero anarehicose fac-
ciosos, em naife de se adiar a niesroa As-
sembla corapo&t em grande parte de fal-
sos e sediciosos procurad0.1 es.
Rio-G.randeiis.es, nao he a amb4,p do
mando que me move a dar esie pas3o (po-
iss aspiro vida privada), nwnMOiusar.
denles desejosque tenjio de ver restubele-
cido na nossa patria o imperio da lei, que
boje, por mais que ninguem he atropelado
do que por essa que se diz Assembla Pro-
vincial. Ella se constituio em congresso
Soberano ; d o Governo da Provincia a
. riuem Ihe parece, e demite o Cooimandan-
te das Armas, arrogando dest'irte asi, cqiii
criminosa infraccio da lei, poderes que-
competem ao Enecotivo. Rio Grande, i
de Maico de i836. Joequim Vieira da
' Cunb-i.
5e!-
Rio Grande, 2 de Marco.
Causo horror as atrocidades que tem
praticado os malvados revoltosos em todos
os pontos em qne se acho. O assassnio,
o estupro, o roubo sao quotidianamente
feitos por estes cauuibees, que nao respei-
tio nem seso, nemidade; que nao tem
sombra de moral e de Religio; eqge pa-
recm mais beatas ferozes que creaturas
humanas, de que s lem a se.nellianca.
Hej bein Sabido oque tem havido em
Pollo Alegre, e swas nnmedi-tes. No
Estrello, Mostardas, e Camacuan scenus
igualmente horrorosas se tem praticado:
dezems deassassinios, milhares de atroci-
dades tem sido lenas uestes lugares. Hor-
ror isa o que acontecen cora a deuracada fa-
milia do Sur. Capa-Verde, eoutros! Nao
iiepossivel referi-lo : a mi recua e pudor
me>mo exige que se orculte factos que en-
vergonhi a natureza O infeliz Silva Bar-
bosa fot estrangulado, escus ojerobros mu-
tilados e divididos pelos seos atgozes, se-
gundo affirmio osq&e desses lagares se te'm
escapado. Ehave.aainda quein emboa
fe pertenca a essa infame seita ? Nio he
possivel. Todoaquelle taes homens nutre os mesmos seutiroentos
queelles, e por isso he capaz de praticar o
mesmo que elles pratico. Gumpre pois
renegar essa horda de Hottentotes, e fazer-
lhe decedida guerra ; alias (eremos- a mes-
nn sorte dos iufelizes Coronel Vicente,
Tenente Silva Barbosa e a desgranada fa-
1 rnilia do Snr. Capa-Verde, e de outras
muilas victimas sacrificadas por esses tigres,
esfaimados. Nao he pos co se elles triunlo. Mas o morrer he o
menor dos males : a terrivel soi te das nos-
sas amarguradas familias, e a lemhranca
dos insultos a qne ficio sugeitos osnossos
cadveres, he peior ainda que sof.er mil
mortes. Cumpre oppr constante resis-
tencia, do contraiio morreremos cnber-
tos deopprobrio, e deixaremos bum triste
legado, huma mancha itidelevel na nossa
desdilosa prole. Empuntamos todos as
armas sem excepeo de pessoa, facamos que
a justica triomptie, e que os scelcratos pa-
guen? os seos horrorosos crimes. A divina
providencia nos protgela, porque a causa'
he da rasSo e da bumanidade.
Nao sao meros boatos, nem suspeitas
infundadas, sao verdades puras que todos
leslemunho. Os anarchistas, os verdu-
gos da Patria, vendo que seus embustes e
damnados planos sao j conhecidos ; e nao
podendo por isso engrossar Anas patricidas
fileiras, ao passb qu as do Governo legal
se enchem dos bons cidadios, e mesmo de
milites que espavoridos, echeios de terror
do que tem vislo praticar entre elles^ fogem
a buscar guarida sob o estandarte da lei,
tem lanoado rpio da escrayalHra Sim,
nos vimos chegar boje a residencia de S.
E\. escollados por dous Guardas Nacio-
nasdecavallaria, tres inimigos dessa es-
pecie, que com as armas na mo, se princi-
piando a reunir. Esses barbaros, na"o po-
det.do resistir escrita, que os surprehen-
de'u, depu/.ero as langas, e confessario
que na lllia do Pavio havia j renniao del-
le-, e, o que mais be, que seu Snr. o J'Z
de Paz dn Povo Nov, e Joze Jernimo do
Amaral alise achavio Que horror, C"n-
cidadus! Que malvadcza Ebaverquem
vista disto, possa dormir tranquillo '
Haver qoem, surdu aos gemidos da Pati i",
nao empunheas armas? Con>entiremos
compatriotas, que o continente frtil, rico,
ej industrioso tenha o desljno da Illia de
S, Domingos ? Sobre vi veremos a deshon-
ra de nossas familias, vrndo-as em contac-
to eallianca com os entes mais abjectos da
especie humanos ? Nio, caros patricios,
he lempo de mostrar que somos livres, que
temos civilisacp, e que presamos a Hon-
ro? Os malvados que deio to ahomim-
vel passo, os monstrosque prestio seos es-
cravos e allicio osalheios para verter o san-
gue deseusconcidados, devem exhalar o
ultimo suspiro as golpes de nossas vinga-
doras espadas : acabe-se de huma v.z com
estes Brazileiros degenerados, e a paz, o
soreg e a concordia leapparecer entre
nos: desprezemos caprixos particulares,
nao olliemos para o pascado : tudo -e deve
esquecer quando se trata rlesalvar a Patria :
tila a longos brados nos chama em seu soc-
corro, nio trepidemos bum momento :
s armas, s armas !
5 de Maico.
No 2 do presente mPZ entrn do Rio de
Janeiro a Escuna de Guerra Bella America
na, a qrul sahio daquello porto com mais
duas Embarcaces tamhem de Guerra. Pe-
la mesma Escuna se soube, que no Ai^e-
nal se preparava alggmas Escunas desli-
nalas para esta Provincia, e que os 2 bata-
Ihes j anunciados estava a emdarcar.
Ue Santos aflirma-se que deve em breve se-
guir par aqu porqao de gente. O Corpo
d; ar' i.heria de S. C tharina acha-se na La-
guna, para onde seguio no dia 3 huma
E.nbircc.. com o fim de o conduzir para
qni.
A Barca de vapor, eolliate de Guerra
Ocano partiraS para S. Goncalo, a im'de
guarnecere.il os dilTe re rites passos daquel-
le rio, com mais outras Embarcaces que
se estaS armando, e as forcas de tena ao
mando do Capita Vieira. O Tenente Coro-
nel Silva Tavares devia fazer junecio no
dia 3 com as forcas do Tenente Coronel
Medeiros. D.z-se que os Coronis Calderio
e Jos Antonio Martins, que se acho tes-
ta de forca leaes, se derigem para este lado
da fronteira. Tudo vai tomando <> melhor
aspecto para infundir terror as fileiras da
rbelliio, e foi titicara coragem dos que ju-
rio antes morrer do que abandonar os
pend5es da lidelidade.
(Liberal.)
6 de Marco.
..... Dizem que Bento Goncalves
frente de 1,200 bornees, e Neltocom 7OO
marchio a atacar Silva que ter 600 a 7OO
homens. Assegurro-me hontem, que in-
deciso quanto s disposict-s dos soldados,
S Iva os havia rusificado para conhecer
aquelles com os quaes poderia contar. O
resultado parece pouco duvidoso, e nio
pens que Silva queira expr sua vida e a
dos seus componheiros n'hum combate lio
desigual. Fnt.etanto os homens da leg.li-
dade contiocom a victoiia do seu partido ;
po.e.n, suppunhamos lium instante Silva
vencido ; o que ha de acontecer ? Bento
Goncalves entrar provHvelmente no Rio
Gaande, onde ninguem Ihe podera resistir
Senhor deste ponto, com 600 homens no
Estreito, oceupando todo o espaco entre
Rio Grande e Porto Alegre, que fim leva-
rio as forcas concentradas do Norte ?
Donde lirariio os mant'.mentos? Tentaiiio
effertuar humasoitida contra as forcas d'>
E-treito ? he oque duvido. O Presidente
acha-se n'buma posico mui critica. Mais
alguns dias, conheeciemoso desfecho do
drama.
Balito Manbel nao d sinaes de vida, o q'
atemorisa os seus partida, ios. Que faz elle ?
Onde est ? Estar de acord rom Bento
Goncalves, oti esperar conh-cer o lesulla-
do do primeiro .hoque, para depois dar
hum golpe decisivo, ou retirare ? Taes
sao asquest.s que a lodos occonem e (|Ue
ninguem pode reiulier. Pessoas ultima-
menie chegadas de Porto Alegre allirmo
que elle nao tem mais de 400 homens, e
que est cercado por C'te Real Irente de
400 a 500 soldados. Nao se sabe o que pen-
sar de lodos eses boatos 5 poim o que pa-
rece certo, be que se Bento Matine!, votado
ao partido do Presidente, tivesseas loicas
que se tem dilo, nio (icaria na inaccio as
(ronti iras da Provincia.....
1 (Carta particular.)
(Co Jornal do Commercio de 21 de Marco)
RTICOS COM MU NICA DOS.

Continuaco do Artigo
Tolerancia.
A Tolerancia Civil.
O poder civil nao concidera a Religio,
se nio em suas relacrs com o interesse da
sociedade, eocupa-.e menos da verdade
do> dogmas, do que da sua influencia po-
ltica. Mas supposto que a verdade de hu-
ma doiitrina, e sua utilidade poltica sejio
cousas distinctas, tem todava entre si es-
trella ligaco, e dve-se ter por certo, pri-
meiramente que a verdadeira Religio nun-
ca pode ser oppota aobem da sociedade;
em'segundo lugar que todo o culto, cujos
dogmas, e moral forero azados para pertur-
bar, ou corromper o Estado, ou as fami-
lias, nao he o cuito rerdadeiro ; por quan-
to sendo Dos o prolector da sociedade civil,
8ssim como he auclor da Religio, nao qu certa.nente, que os deveres da Religio se-
jio oppo.-lo a os ititercsses da sociedade ;
pois que as virtudes civiz, e mocaos sao hu-
ma parle essencial do culto Religioso.
D'ahi nascemduas corsequencias incon-
I esta veis : primeiro, que o poder civil nun-
ca lem odiieito de procrever a verdadeira
Religio ; por que contra a verdade nio
pode haver direito: segunda, que huma
Religio lalsa nio tem verdadeiro direito
proteceo do Estado *, por is-o que o erro
nunca pode fundar direito propriamente
dicto. Por oulra parte o conhecimento, e
intima convicQo da verdade nao auctoriso
a perseguir osqueerro. E cerlamente o
erro nio he criminoso, senio quando anda
de pai ceria coro a toi l, e s aquelle pode
julgardaboa, ou m f, que sonda os se-
gredosda consciencia.
Em segundo lugar a auctordade do So-
berano nio se eitende directamente Reli-
gio ; por que a Religio nao lie o lim pri-
mitivo, e principal da inslitu'cio das socie-
dad, sciviz. Os homens, reunindo-se em
corpo de Naco, submettero a o poder pu-
blico seus bens, e pessoas, mas nio a sua
consciencia, de soiteque maisco.no ho-
mens, do que como cidadios be, q.'deve-
nios hum culto Divindade, A heresia
(diz lu ni dos piis respeitaveis Prelados
desles ltimos lempos ) nio he criminosa,
se nio relativamente a huma ordem sobre-
natural : pelo que nao he do numero dos
deudos, que perturbando directamente a
ordem natural Ha sociedade civil, sosujei
tos, nde|ietidentemriile dos supplicios da
oulra vida, juslica vingadora ds Magis-
trados polticos.
Em te.ceiro lugar a forca publica, de
que be depositario o soberano, nao pode
t> r uso algum nesta materia ; por que a
forca nao persuade, esem persuasad, o 1110
observa Teriulano, nao h R.ligiad
Nec Relgi-misesl coger Regioue .ju;r
sponle suscip debet, non vi rim et h r-
ti.t! ab animo voleoti expostub-ntur. Es-
capa-se s lea da intolerancia pela mentira i
da apostaba 5 mas ellas sainuteis a respei- j
to do homem de tanta congrio, que nac
mente su a consciencia com perigo da for-B
luna, e da prdpria vida 5 parquea prese i
guic-ofa hypocritas, peina creles nun-S
ca.
Finalmente atribuir verdadeira Reli- ,1
g.a o direito de coagir, e perseguir seria j
convidar a todas as sceitas para o 'revend- I
car; por que nenh'uma h, quese nao gabe '
de p .s-uir exculsiamentea verdadeira lie- ,
ligia. Na h duvida, como j die, que 1
o erro nao tem os mesmos direilos, que a j
v. rdade : mas quando h discrepancia 1
rio que se deve rh^mar verdade, cu .ro; 1
claro est que todos os p..rtidos aspii io a os !
direilos da verdade.
Regra geral : a niguem be jamis per-
mili ido o perseguir por moliro de Religi-
o. Todava como os principios Peliaiosos
lem grande moem oscostumes pblicos;
pode, Je deve o S .bcrano lomar 'conheci-
mento las ReligiSes, que se eslabelecem em
seus Estados ; por quanto em matei ia de
Religio h opiniSes, que o Soberano deve
proscrerer, outras, que oVve proteger, e
outras, que deve deixar consciencia dos
cidacios.
Toda a oplnio pois, que s'encntuinhaa
abalar os fundamentos da Moral, e da
Sociedade, be huru delicio castiga ve!. A
exigencia de huma Divindade poderosa 111-
tellig\nle, bemfazeja, previdente, e provi-
dente, a vida futura, a b-Iicidade dos justos
o castigo don maus-, a sanciidade do contra-
cto social, e das leis, sao dogmas (dis Rous-
seau) sem os quaes he impossivel ser bom
cidado, e subdito fiel. O Soberano sem
obrigar, que ninguem os crea, pode todava
bar ir do Estado a os que os nao creem,
nao como impos, se nao como insoria veis,
incapazes de amar sinceramente as leis, e
de immolar em caso de ne-essdade a vida
a os seus deveres. Pode por tanto o So-
berano promulgar penas contra os que
combatem estesdogmas fundamenUes quer
por esc.iptos, quer por| discursos pbli-
cos ; por que alem de ser impossivel pre-
zumir boa f no atheismo, esta excusa nao
pode descnlpar aos olhos da lei rrros ma-
nile-tamenlc contrarios boa ordem da
Sociedade. De mais a nao podendo hum
albeo, como diz Bayle, ser impedido a dog-,
matizar por raolivo algum de consciencia,
nunca poder alegar aos Magistrados esla
o Menea de S Pedro Val mais obe-
decer a Dos, do que a os homens sen-
tenca, que nos justamente reputamos hu-
ma barreira mpeuttravel a lodo o juis se-
cular, e etilo inviolavel da consciencia.
Hum albeo, destituido, como be, dessa
grande p.oteco, est justamente ex posto
a todo o rigor das leis; e logo que queira
e-p ill.ar os seus sentimentos contra a pro-
hilrco das leis, poder ser castigado, co-
mo hum sedicioso, que nao crendo em
couaa alguma superior s leis humanas,
todava atreve-se a calcal-es a os pea.
Olanlo s doulrinas adicionadas a esses
dogmas fundamenlaes, que tambem se po-
dem chamar dogmas cvis, o Soberano s
lem direito de os proscrever sob penas afli-
ctivas, quando elles periui harem a ordem
publica, ou pozerem em perigo a Religio
do Estado sem o subsletuir por alguma
rousa evidentemente melhor. Eu digo
Religo do Estado, pr que em todo o Estado
pobciado deve de haver una Religio pu-
blica, reconhecida, e protegida pela lei ;
e assim se fas mister, por isso que o Estado
he huma pessoa moral, que lem precises,
interesses, e Perigos, que o adverlem de
recorrer incessantemente Devindade As-
sim se faz mister ; por isso que hum Estado
nio pode subsistir sem moral publico, e
nin pode e-ta ler melhor fundamento, que
huma Religio commum. Assrn se fas ims-
ter finalmente por isso que se no Estado
nio hvesse huma Religio publica, e pro-
legida pela lei ; a mor parte dos cidados,
e i)i inripalmenle o Povo; que s se leva do
exemplo, nao terio Religio alguma, eo
athii-mo social propagara rpidamente o
atheismo individual.
Continuar-f^-d. ,
INSTRt (,* plDLlCA.
Aprendem osestudanles em hum anno
a lingoa Fianccza^ e fasem exame : aprc-



-
DIARIO tm *mi A'MfRCO.
_ i em nutra ImAii teaapo a lia <>a l ile-
M, e mimaiaia-ne oa appravaeie ptea a, e
[-perqu a ha deannnfder asta oeaw a la-
IgnaLaaa? Seietaisiasdifit? M<*
4oadeeta ptetendadi. e esagerad* ckfli-
exdiade? Se a dt**er que pravent aV
S'w. Uedrafataaoraslaae oo ad/aam-
| vm<(a das *tnd*ute, levantarle -ha* lo-
.io*cttura**ai, con aro-tunada mbo-
fta com que aa ceisns aneaendada* na t-
haaa GramnacaL ditia de mim e que
faena Ibes parecer. Se aoeaatiatia eu par s as aap tees p/r oa nappltcacfto a-
uilc(ic.a, e*a-s*elsr**hun!a quinada,
liano neo aome de tlecotles para Palams,
e pr-nai-ho pela im da Auaatgura. Ora
w- asiin he, a quem atribuirei tanu.ba
per da d'te Califl? A iag-a Lalua i iegiti-
m a da Portuguera, que d coatem essa
numerosa urvj le verbos irregulareseo-
WWa tagleza, nem Canta* troca* e bdro-
cm ca suta orthograiia, nem e*s flcete*
< m o* protunKjga ha le ser ma dficil de
omprelitri-o da qne aquadla? Credat
Ju'att Apella.* oca egp. O methooo
luctuoso, edestefiado de iteciauar qne
Aprendenesta lii.goa, a* tnaita* dla* da
PmMMI em *> va fria* h qe km hxeitar da* *uU* pu-
hli.as d**eiasde estaiautes, eqoeemMaar-
a seos rapiduc prtogresaos oeste prove toso
etoda, tratado boje de aesto pelo inoran-
te eapadocisoao. Masque?... Jada **-
sin? Uum ldante de tilinto lelas twmo-
ria. de lgeira e penetrante percepcia, i-
le Mr. Gonnet teaip da para adiaatar o*twnhcimealossendo
doutrinado* par bun* Caen miadas, que
ab-orreui me/es, e me*es ateiro* coai a
mfii ekplicacu d* magra Aneciaba de
Antonia Perera: quando no neo rasleiro
pensar pode, ia qualquer estudante de me-
diana capacidade meatal oap<*- i>i', emacoas assidua appbeacia XHihe-
:er peif io* de Latinidade para traducir *fai
o o das Aulas.
I )< spreras-ern o* aossos rrf*ni de La-
tiin easea m s(eri,
, m que oeiifolvera (parece que de prop<#-
iu.) ecom a metade do tenipo que ordiia-
rattieo tetiiiJttH, perilits, e ineas li.tpedes, quaa-
d. hedejped,eaipar p^taarema oudua e-
t.id..s. Acabeni de liunu vez com tantos
4'ii'baracos gr*ciut*f, uio caiieguem os
rrti'iios de sec* tu ni nos cora e.*e jga de
jmiifs de noine ; sejio mais ofaroa, bre-
tes, e sucosos na expwic" d que ensi-
nao, que he bt'ra simple* a Grtn*tca t<<-
tidaernsuMiiegras. Nada digo do oosso
<;!i.todas Altes reiativatneule a sle ei
tulo preparaloiio, e o coocdto que elle
uieiececada boca podeajliar. Al se n'
iaa cr, e uiorrer, o annotetivo *w nt-
lihum aproit-il.iiiiento d* qe o freqaen-
i<-, ea causa dw? Dicant l'a'luani.
fio anaodeiS35, vimos como fui quilla
|iui- l. K>ie auno temos humsuustiluto.
CAMBIOS.
fiij de Janclo a i de Marco de 1836.
I. .ndres........... 39 '/< a39 /,
I'am.............. 24
llantbutfo......... 445 450
Ouro embarras.....* 7H 80 p. c.pre.
Dobres llespaiihc'es. 21^700
l'eso.-.............. 13).-ii0
Aloedas de 6400... 12$650
* de 4000 .. 0^2)500
IV.t.............. 4*
t obre moeda de 80 rs. i3pc.de des.
At>olicede6 pe, juro 86 86 '/< p. c.
(Do Jinal do Couimercio.)
"' i
Publicaco Literaria.
Sabio a bit um Compendio de (Jeome-
( tria Hiatica, proprio para o unidas Aulas
primarias, par & H. d'Albuquercjue, Pru-
hm Publico de Pntn(-iias Letra* da Fre-
gu ta de S. Pedro mji lir daCidade i 01 ri-
el... acM-aea venda na loia de litros da
Tacada Independencia n. 37e33.
^wxjt^^^m^
AKSI.TSCIS.
.Kh aWaila, -r** ^ie"
rONtE, e*e mOESPEXT\OQ&* *-
chaoise ***!ates |l aau>ncadas-
A VIWS PAanCUf-AJtES.
G f i da Biio Ara Fiordo fita, a<3ha-edearrai*d n <+
ta a%oaa, e porw-a ruga a q-uatqaer Sur-
que (precisar do me-a<* para qal<|wer -
tix-acia, h*a de praeaiar na Praca do
C^awiw^cv, < aniKMiciar paresia fdh.
ajjr O Rfvereado rad< Juo Js^e de
Med*iVc. deciaca qe a ua esiieacaa *
Coeltio, aa pruera casa de FaaacisO da
Suva.
*^y Anunei-9ereotave! pubh.
co, quehq'ieoa *e pr da* Lijos F^acacer.a, e (a^teea, e igud-
tseotede 8 ata- As ptsso&c q *e quise-
irm apphcar a alguaa dos i<>teiidaa esta-
do* oder-se-feo dia^gr aa Recfe, ra da
Crua.3>:5;o<4e achaa** e*na qaeaa trac-
lac, *hre as horas, qaelhe oretw mais con-
venientes paia a apheaca deqaaqaer do*
aaesa*s todo*.
f/jp O Sur. Aitanio Fraacsco Carra -
V.ttt Bia^a t{9>ic* ai inundar a na morada
para e tra roa da Cr
*jy tj'ti i tx precisar de um caxero Bra-
ileira p oa de carae, ou pata Mitro qu^tquer em-
prego; aanjancie, on dirija-se aa atteiro
das Alogadia ta prioaera casa passando a
de AotosuGraade.
NAVIOS A CAUGa.
Para o Porto.
S fiae viajera a Galera PoctugueTa Flor
do Potto, deqoe G^p icira Borges : queai eha quiser canelar,
cu ictiti pscageai diiij' e ao meatao Ca-
pt quB de Sul Bibeuo.
COMPRAS.
Da escrava de 18 a 19 mnos, que sat-
ba coser, cagoaar com p^rleicio, tarr
tanto de rarieha como de sabio, e que 1e-
nlu leite paraeiar um meiiimt, com e*ia,
ou sem ella: na la do Hospicio ca:* junto
O lampiio.
try Uma rotula de porta, e orna dita
dej.meJia, ova-, oa com pouco i; oa
ra estrella do Rosario padaia D. I 7.
VKNDAS.
Urna pretade 18 anno, sabe ccaiahar,
eugoiuar. coser, e fae renda, e 11 m mole-
quede i8aao-, b 111 cosinbeiro, e pti-
mo liara p<(jem, sem virio alguiu : ua ra
do F"!" D. 11.
Itfjf Plvora tina em barrir, e latas ^e
libra : em casa de Ufiiriquc Forsler &
\, inp., roa d Seoelia Velha n. 1.
%jf 15 ir 1 ir df cante >alada de boa
({ii.iiidadf : etneaM dos ideamos.
^ry Fio d<* India -n fardos de 40 li-
bras: ni nitsitia caja cima.1
^3^ Urna negra coMiilieira : nesla Ty-
pogiaiia s*dir quem vende.
^t^P* Urna venda com poucos fundos na
ra ireka 64 : fu inesiua se dir
quem vende.
VJT" Oois taxos de cobre, tendo am 24
libias, e o nutro una arrouba, proprio*
para rtfiiacii, ou varcella por seren lur-
nidoi,e pon o usadus, a preco de 500 res
.. libra: na ral streila do Rosario padana
D. 17.
%dT Una morada de casa sita noatler-
io dos Afogadosda parte da marc giande:
na ra do Jardiin D. 9.
/y Una escrava de naci de 30 an-
uos poucu maia ou meaos, multo gil para
Coda a <<; de ama -ca* <, rende ata
na, boa laradeira, taaaheaa me*c*-
vadeaueia ae, jaropraoparat*dea *er-
wicotaate de camp* eonsa da pa-asa: aa
tasados artiri ^^ Aiada meras as *eguuSes <^^
m pM*gJ*; Aasaes de CJorneli* Taci-
ta por J. L. F.ere de Carralho, ICeSbras de
ISanitelhmte, Efstai!as afrodita*, e filosa-
las, a .lidmdeCarfiN. Ga* fraeei; Re-
aolttcia d Frauca 'em 10 roloimes por M.
A. Thiees, propin-sse do epiiit hamatia
parC lailrace, Oi oesa, c port*g;esa de Constaaoia, ficooo-
cmi palita, duAlema para o Fiaacer
par w. Fritot: quinta casa das de
Jo* Zuiric7, ifidoparaa raan, das 3ho-
aa< aa tardes*d da raauhi.
^ry Um eoeraro do gento de Angola,
de i5 aanos, boaitafigura : *tU-r^ro dos
Affopados, ra do Canija, ddfrente a pe-
d eir a fa liar coaxi Jare Iguact-a deeae-
zes.
|rjp Ven*e-eeffectiraniiente em casa
_ PoncHet Fieres& Comp. na aua Nura
O. 5 e6 <>s sej;uiate* litros: Obras ouiu-
piletas de C ores, ora ediio em rauito
bom papeJ vetan, <>stTe Fram.ee, Novo
Metlwdo de rea-eira, Oraces de Ciceo,
Ouidto porsti*ella, Breviario Romano,
Kaio*obie a* arantia* ladividuaes. Me-
moria iJiieodireita e pralica d*< licita-
edes, CoroeSio Ifepete, Compendia de
Poetiea, TitoLifH#e Latim, Lgica em
portugus. Etica em porlugue:, Ortogra-
phia de Madareira, Ortograpbia de Pi-
nheiro Recreacio Filosophiea rascoal
Jos de Meilo, Vigillioeui Latim, Diccio-
narios Fraacea, Lgica de Candilae m
portugus-, roe do Patu; Cota bate espi-
ritt-al, Beligo Poema, Tiaciado Rega-
lar epiatiio dos testamento* e acesias
Fedr^^na L.itn. Ait Potica, primeras
lioha* sobre o p"r Pe-
reira e S >uea, Arkbmetica de 8*out,
Theologia moral por Linaga, Meditacn-
s da *< Chiista, Espiito eousolador,
Imtroceesdeam pai a^ew ilho, Ailh-
metieade Carvalho, Arte de cosinba, E-
leanentos da civiilidade, Lunario rerpetutt,
Kmbrio logia adrada. Escolla de Poltica,
Regulador dos Juixes te rax. Guia d*&
Jurados, acodello det os Jutzes de rae, Folbiuha de porta, di-
C-s de atgbeira com o Cdigos do processo
criiiiioal, ditas coro a Coostituico e Ley
da reforma, eonlieeiment em varios i-
diomas, Letra* de caanbio em Poi togoet,
papetj pautado para msica, Lirros em
iranro de tollos OS (amarillos, e um i pm -
<>< de ou tros lirros tudo por preco 00 iu-
modo.
y Una porca de Rap Princeza,
em botes de chumbo, e em irascos ultima-
mente ebegado de Lisboa,-'uos Brigues
Anua & M cipe, o mais superior p<-sivrl, e tanto
bum, coimiout'O, se vende etn poii;5e>,
e a re albo : ua ra da Cruz du Recife 11 .
6.
f3* Ftiiihas tle porta, de Al-
jrifieira, e de Padre, para o pre-
sente atino de 1836, por prero
emiimotiO, na Praqa da Indepen-
dencia, loja de Livros N. 37 e
.'?8, e na rita da Madre de Ditos
ventia tjne fii do Rezende.
PER DAS.
Anlofio da Suva Gusinio, fa/. acente ao
respeitavel publico, qu-* tem perdolo una
ordem de Rs. 25J280, p.-s-da por An-
tonio Loiz Ribeiro de linio com data de
/.(i de M o cu p. p., e por u o iiin.u. 111 a
d-ve aceitar, e o me ni paiaadoc da d la
ordein j-i sia pieveuido para a nao pagar,
no caso de .-er aprcentada.
C3^ J)c-Hnrei cu do sitio do Bebedor
Freauegia da Vanea urna lesta ruca uova
peijuenaa 18 meses, deS'flliU figura, cu-
nase rauda grande-, beiu encalcada com o
ferro F' em um auarto, julga-e j ter pa-
rido por e.itar pienbe; a paaMM que delta
(iver noticia, ou aurebcudella, dirija se a
ruada MaJru de eos 11. i9.
/{^CHAVOS FGIDOS.
1 *
Miguel de naca, *;* medaaa
clwiodoicorp*,de*9 naos dedade; Ta.
ewosih tJ docorrente; quem o pegar
leve-e m -cas* de eu enhor) H-miqoe.
Fordernaraa daSsnealiavelha n. t.
*flp fo da 6 do cari'eaate fgte um ne-
^rope- taovie Manoe de acia Cabi.iaa,
que nspuesentateitSaanos de dade, cont
os sigBes*eguiiics : bailante baixo eu
carpo groeo; levou calsa de algodio da
sigaaes mais vieveis um fam n< fp aco-
co (e aada o tive), e tem de menos os de-
dos poegares de ambas asmaos: os apre-
headedore* ievem-no ao hugo doCorpo
Santo a casa do Snr. Mamede primeara an-
d*rp que serio geneosamenle aecomjien-
sados.
qrjp Joqu, ci il", estatua regu-
lar- cor fulla, sem hacha, tem a eaheca
urna 5010.1 de arregar peso, mnito Ui~
o, tempaientes para a* maltas; fugdo
a 19 da passado: os aprehendedoies te-
reui-ooarraciohado Liv-ameato lo ja d
fasendas O. ji9, que aeceberio 0J> iis
degratificacio.
"%ry Jos, natjioeongo, de*S a-26 an-
rtos pouco mais ou meno*, estatua regu-
lar, toi-to do ollw e*'|uerdo, o cabello at-
gorn tanto grawJe, e tem pouca barita,
moKo rtgri^ta; fogidua <* Ho cor 1 ente, e
h-vou camisa o sroala de <*s'pa : os apre-
hendtdore* leveni-no a padaria da cu* dos
Quartcis 0.4* q**e receber iO$ res de
gratificacao.
cy joio, ealtra, estafara oadinaria,
c\)OS anuos de dade, o 1-Oato < heio de
espiabas e panos, dentes abeat* tem
barba lalla bem; fugioeiu o principia da
Jaueiro do cociente anno, e desconfii so
ter hdo para o Bonito ouCaobotor osa-
pielvendedoaes -ondusitia paa a ma da
Madre de eos n. 10,5.
Tobaos dtu mires cketa* ma /'orto de
Permuitbuco. -
3
-;
ai
-o
3-Segunda i
5-Q:-^ Si
6 -Q:4 -
7S:i -
8 -S-.t -
9,,D:-^a

a
- 6li.5 l4
- 7-4*
-8-30
- 9 t* a
-01-6
- 10 -5f a
- n- 4*
Manl
NOlIClASMARtTIlfAS.
Navios entrados ao da 16.
STOCKIIOLM; i58 dias; R. Sueco
Colomba, Cap. N. P. Spboliw; varios
geoeros N. O. Bieber & Cooap.
' SERtNH!r-M .4 horas ; S. S. Jor-e Ven-
cedor, M Rento J->ce da Slva: a-sui;ar :
A. M.C S.are.
RIO FORMOZO; l horas; S. S. I-
te Viaj inte, M. Hetirique Carneiro de At-
nieida : as->ucar : m. G. da Silva. Pa*-
hageiios 2.
Kavio saludo no da 15.
RIO DE JANEIKO pon MACEI0, n BA-
HA ; Paquete N. Leopoluina, Com. o2*
Ttuente Cndido de Castro Menezes. Pas-
sageiros o Capilao de Mar e Guerra Gui-
lliermeCypriaiio Ribeiro, e sita familia, os
a Tenealei Augusto de Castro Menetes,
e Rodaigo Antonio Lama 1 e, o EaCi*iu da
Armada Aletandre La/.anda, Joo Jure
Ferreira de Fieilas, Franci-co Manuel da
Silva Goiiuaians, eMathusJoze dtCa-
vallio.
Dia iG.
LISBOA 5 B. Santa Bita, Cap. Alejan-
dre Joje AUes: as>ucar, e taiiu* g. eros.
Pas-agero 5.
Bfi|t\; S Gentil Americana, M. Luis
Gome.-* de Figueiedo : varios genero*.
Passieirus 4.
LISBOA ; B. S. J-Ze Triunfante, Cap.
JooGoiiAalves da Ruxa : assucar.
ri.v. NA TlP. OOOIARtU. |856.
a


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