Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01792


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Full Text
- -.-TU
ANNOJDE 1836. SEGUNDA FEIRA
11 DE ABKIL N. 77.
c.maa
DIARIO DE PERJNAMBUCO.
Pkrnamhdco, m Tvr. db M. F de Par. 1836.
aagaraag r rnirTMKS
DAS DA SEMANA.
11 Segunda N. 8. dos Praz. A. dos Js. do C. de m.
edelses. da Tliezouraria Puhlica.eClianc.de
t.
12 Terca S. Vctor M. Re. de m- aud. do J.
de O. de t.
13 liiiarU S. Herraenelgido M. scs. da Thcz. Pul).
14 Quinta S. Tiburcio c V- Re. dem. aud. do J. do
C. de ni. e de t-
15 Sexta S. Bazilissa c A. es. da The. P. aud. do J.
de () de t. La n. a9 4 h. e 38 m. da t.
16 Sbado S. Engracia v.m. Re. de ui. e aud. do V. G.
del. em Olinda.
17 Domingo do^Botn Pastor S. Aniceto P. M.
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBUCO:
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Acta da 13.a Sessa extraordinaria d'As-
sembla Provincial aos 30 de Marco de
1836.
Presidencia do Snr. Dezembargadot
Aluciel Monleo.
Estando presentes a5 Snrs. Deputados,
e fallando com causa os Snrs. Padre Lau-
rentino, Joaqtiim Rafael, e Meira, e sem
paitecipaca os Snrs. Ramos, Dr. Gomes,
e Padre Fonceca, o Sur. Presidente de-
clarou aberla a sessa.
O Snr. i. Secretario deu conta de ham
requerimento do Padre Antonio Pedro de
Souza, professor de primen as letras, pe-
dindo a gratifieaca, de que trata o art.
lOdaLei de 15 de O-itubro de i827;
Commissa de luslrucca Publica.
O Snr. De7.embarg.idor Luiz Cavalcan-
ti pedio a palavra, e leo o parecer da
Commi-sa sobre a segunda parle da
Meii-agem do Exm. Sur. Presidente na
abertura destasessa; mandou-sc impri-
mir.
Deo-se principio com a discussa adia-
da do art. 11, e emenda do Sur. Lopes
Gama ; eao memo arl. o Snr. Dr. Bap-
tista flereceo a emenda seguinleO Pro-
motor nao pnder dar denuncia contra o
Prefeito que for da confianca do Presi-
dente, menos podei denunciar contra o
nipsroo Presidentee sendo descutida, foi
esta emenda retirada a pedido do seu
auctor, e aprovado o art., e emenda do
Snr. Lopes Gama.
Da descussa do art. la,.vera a meza
s seguintes emendas ; a do Snr. Lopes
GamaDepois da palavra vencimentos,
acresrente-se, preferindo sempieosEm-
pregodo 6em nota das extinclas Repart
toes e Olliciosa do Snr. Dr. Monteiro
accrescente-se no fimfioando ludo de-
pendente da approvacad'Assemblea Pro-
vincial na pi imtira ses.a, e tendo o
Snr. Lopes Gama retirado asna emenda;
concluida adiscussa, Ii o artigo apro-
vado com a emenda do Sur. Dr. Moiitei-
ro" r
Aoart. i3oSnr. Dr. Monteiro olere-
eco a emenda substiluitivaem lagar da
palavra T-belia, digaNotario. Con-
cluida a di>cusa, fora aprovados o art.
e emenda.
O Art. 14 em discus-a, o Snr. Lopes
Cuma oleceo a emenda seguinledepo-
is das patarrascorpos de delictosacres
cente-se--directos; e o Sur. Dezembar-
gador Luiz Cavalcani O Perfeito poi
'..I-mis Soldados Muukipaes P.iniaueuus,
- ido igoradependede n* mesmo. da nossa pru-
dr.'tia, moderaco. e energa: continuemos com
priiic.,.amos. e i*r*MM s-pnntados com admira-
cao entre as Nacoes mais cultas.
Proclamafio dn JutmbUa Qtral do Bratil
Snhcreve-se a 1000 r. mensacs pago adiantados
testa T^pografia, e na Praca da Independencia N.
37 e .18 : onde e receliem correspondencias lenali-
sadas, e aimuiicios; i aseriado*** este trrtis sendo
dos propriosassiguantes, e viudo assignados.
ou da Guarda Nacional dispnsce dos
Notarios, qnando a necessidade o exigir
para o desempenbo de qualquer deligen-
ciaconcluida a discussa, o art. e emen-
das oferecidas fora aprovadas.
Aoart. i5 o Snr. Lopes Cama fez a
seguinte emendaDepois das palavras
semejantemente nomeadosdiga sepe-
lo Presidente sob propostas dos respecti-
vos Commandantes dos Coi pos -no fim a-
crescente-se--0 Presidente dar ttulos aos
OITkiaese o Snr. Tiburtino nfereceo a
seguinte emenda substitutiva O Oicia-
es Superiores dos Balalhes da Guarda Na-
cional serio nomeados pelo Presidente da
Provincia dentre os Cidados habitante
na Comarca, na forma, em que o sao os
Chefes de I.egia. OsOfliciaes Subalter-
nos, e os Inferiores do estado menor dos
Balalhes sera nomeados pelo respecti-
vo Ch-fe de Legip, e n* falta leste pelo
Comraandante dn Ralalba, dependente
da apr\aca do Presidente da Provincia,
a quetn ser levada a lista dos nomeados
para he mandar passar sens Ttulos. Os
Officiaes inferiores das CompanhiaS su-
rao nomeados pelos Commandant'S des-
las rom aprovaca do Commandante do
Bal llia- e tendo o Snr. Lopes Gama re-
tirado a sua emenda, foi aprorada a do
Snr. Tiburtino, epr O art. 16 estando em discussa o Snr.
Tiburtino ofereceo a emenda seguinte
no fim da palavra-com recursodiga-se
rom recurso aoCbefe Superior cu ao Che
fe de Legia, e na falla ao Peifeiloe
tendo o mestno Sur. retirado a sua emen-
da, foi aprovado.
Fin da asegunda disen-sa o Snr. Pre-
sidente propoz seo projedo passava a ter-
ct-ira discussa, e a Assemblea resolveo
pela afirmativa.
O Snr. Dezcmbargador Luiz. Cavalcan-
i requereo, que se mandassern imprimir
as emendas aprovadas na 2. discussa, as-
sim se resolveo.
Passou-se a 2. parte daordem dodia,
Entrou em discussa o i. art. das Pos-
turas da Camaia do Limoeiro, e parecer
da respectiva Commissa, e concluida a
discussa, foi regeitado o art.
Posto o a. ait. em discussa o Snr. Pe
xoto requeieo tpie se remele-sem as pos-
tii'us a respectiva Cmara pira as ledigir
coui rnais clareza ; toSnr. Dr. Montei-
ro que fossem notamente a Coinmissa
para dar o seu parecer; e tendo -se' relira-
do a'guns Snrs. Deputados, o Sur. Pre-
sidente vendo, que nao havia 0 numero
de Deputados pora continuar o ti a bullios,
levautou a sessa.
Thinaz Antonio Maciel Mouteiro,
P residente.
L urentioo Antonio Moreira de Carvalho,
i. Secretario.
. Loii Rodrigues Selle..
2. Secretario.
CAMBIO.
Abril 8.
J-iOndrcs. 39 \\2 lis. St. por 1 cid. ou prata a 50
por canto de premio.
Lisboa 30 por o|o premio, por metal, N'om.
Franca'43 .440 Its. por trinco
Kio de Jan. 6a 7 porcento de premio
Moedas de 6..400 I2,.600 a 1*,,K00
4000 7.,(KK)a 7IX)
Pezos l.,440
Premio da prata 50 p. c
das lettras, por mez 1 2 por o|0
Cobre 25 porcento de ocsconto
rMKTIDA l)(COKI linda_Toilos os das ao meio ilia.
Goiana. Alli.tmlra. Paralba. Villa do Conde, Ma-
maiiguape. Hilar, Real de S. Joo. Brejo d'Arria.
Kainha, l'ombal. Nova de Sonza. Cidade do Natal.
Villas de Goiauniilia. e Novada Prlneeza, Cidade
da Fortaleza, Villas do Autiirs. Monte mor novo,
Aracatt Cascavel. Canind, (ranja. Imperatriz,
S. Bernardo, S. Joo do Principe, S EIRev, Ico, S. Mathrns, Hcjchodo sancue. S.
Antonio do Jardim, Quexeramoltiin. e Parnahiba
Segundas e Sextas feiras ao meio dia por va da
Paraiba. Santo Antao Todas a quin'-is leiras ao
meiodia. Garanhunt, e Bonito nos aia- 10 e 24
de cada mez ao meio dia. Cabo, Serinliaein. Kio For.
mozo. Agoa Preta e Porto Calvonos ilias I, |l
e3l d" cada mez. Serinhcem, Rio rormoao, e A
goa PretaSeronda*, (i.ii,.- e Sextas teira*.
Mniujmmmu.\mdMMjiMM.tHi.m.....mummr
Acta da i. Sessa ordinaria da Assemblea
Provincial de Pernambuco aos 6 de A-
bnl de i836.
Presidencia do Sr. Dezcmbargador Ma-
ciel Monteiro.
Sendo presentes 27 Snrs. Deputadns,
e fallando os Snrs. Fianuisco do Carvalho,
I )r. linio, Vaz Salgado, ejoaquim Rafa-
el o Sur. Presidente declatou aberla a
sessa.
Apresentara se, o tnmara assenlo os
Snrs. Deputados Lbano Sabino Pessoa
de Mello, Manoel Francisco de Paula Ca-
valcani de Albuquerque, Benlo Joze da
Costa, e Lourenco Bizerra de Siqueira Ca-
valcani.
O Snr. Presidente, depois de ter no-
meado a Depu'aga para receber o Exm.
Snr. Prezidente da Provincia, suspendeo
a Sessa.
Depois de 11 horaschegou o Exm. Snr.
Pnzidente, e sendo introducido com as
formalidades do estilo, fezasua filia dan-
do tonta ta sna admiuislraca, e apun-
tando aqueliesobjictos, que precisava de
providencias, e concluio declarando en-
cerrada a Sessa eitraortlinatia, e aberla
h ordinal ia, depois do que retirou-se com
as mesmas formalidades.
O Snr. 1. Secretario coromunicoii, ter
recebido parteripacao do Sr. Depulado
Fraocisco Honorio Bezerra de estar mo-
lesto, por cuja cauza nao poda vir tomar
a.ssento, oquefaria lego que ficasse hom.
Procedeu-se a elleiga da meza, e fora
elleito.s para Piezidenle o Snr. Dezembtr-
gador Thomaz Antonio Maciel Monteiro
com 2 1 votos: para Vire-Presidente o Snr.
Dr. Pedro Francisco de Paula Cavalcanti
He Albuquerque com aO rotos : para 1.
S cretaiio o Snr. Padre Laurentino Anto
tiio Moreira de Carvalho com 19 votos, e
para 2., Luiz Rodrigu votos, e para Suplentes, o Snr. Dr. Bap-
tinta com 8 votos, e o Snr. Padre Joa-
quim Rafael com 7 votos.
Pa*sou-se a elleica das Commisses ; e
para a de fazenda e otcamento fora ellei-
tos os Snrs. Ramos com 26 votos, Ancora
com 15, e Dr. Pedro Cavalcanti com t2.
Para a de cuntas e despezas Provinciaes
os Sur. Brito, e Barata, tendo cada huru
12 votos, e tendo empatado os Srs. Dr.
l),iiti-ta, e Francisco de Carvalho com 9
v<-los cada hum, a sorte decidi a favor do
Snr. Dr. Baplista. Para a de Agricu'tura,
Comiiiercio 6lC. fora e'lcitos hs Snrs Cos-
ta ctnc 14 votos. Ancora com 13, e Ma-
noel Cavalcanti com 7. Para a de redac-
ca os Snrs. Urbano com 15 votos, Dr.
Pedro Cavalcanti com ll, e tendo 10 vo-
tos o Snr. Mendes, e igual numero o Snr.
Padre Gama, a sorte dei dio a .avor do
Snr. Mendes. Para a de Instrucca Pu-
blica os Snrs. Padre Gama com 20 votos,
Padre Joaquitu Rafael com i3, e Padre
Meira com 9. Para a de Slati-lira sahira
el hitos os Snrs. Dr. Chagas com il vo-
tos, Leonardo Bezerra com 11, e Louren-
co Bezerra com 9 votos.
A requerimento do Snr. Luiz Cavalcan-
ti delibereu a Assemblea, que as Comiss-
es, que faltava elleger, fossem nomeadas
pelo Snr. Presidente.
Sendo duas horas o Snr. Presidente deo
paia ordem do dia, discussa dos Parece-
res das Commisses sobre os dous objecin
damensagem do Exm. Snr. Presidente na
abertura da {Sessa extraordinaria, e 3.
discussa do Projecto n. 1, e levantou a
sessa.
Thomaz Antonio Maciel Monteiro,
Presidente.
Laurentino Antonio Moreira de Carvalho,
1. Secreta lio.
Luiz Rodrigues Sette,
2. Secretario.
Cs>
EXPEDIENTE d'aSSEMBI.EA.
Ilm. Snr. Depoisde instalada a Assem-
blea Legislativa Provincial, passoute a
nnmear na fuma da Lei o Presidente,
Vice-Presidente, e Secretarios, e sahia
el.itus osSms. Dezembargador Thomaz
Antonio Maciel Monteiro Piesidente; Dr.
Pedro Francisco de Paula Cavalcanti d'
Albuquerque, Vice Presidente; En, 1.
Secretario; Luiz Rodrigues Sette, 1. Se-
cretario. Oque communico a V. S-,
fim de levar ao conhecimento do Exm.
Snr. Presidente da Provincia.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da As-
semblea Legislativa Provincial de Pernam-
buco b' de Abril de iSiC. Illm. Snr.
V. T. P. de F. Camargo, Secretorio d*
Provincia. -Laurentino Antonio Moreira
de Caivalho, 1. Secretario.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expedienta do dia 8.
Illm. Sr. Podendo acontecer que
nos Cofres de Depsitos Pblicos eviato
eonliecimentos, 011 sedulas de differeules
Provincias, e mesmo Notas do Banco,
compre que V. S. previne aos Deposita-
rios para que ta occazia de se dar execu-
ca a L'y dc6 deuluhrodo arino p: p;
Sfja tk-es conhecimentos, sedulas, ou
Notas reniettidas as respectivas Provincias
para n'ellas ter lugar a .subtlituica ; de-
vendo-se seguraras renussas por conta dn
quem pe tencer ; como he 01 denado pelo
Governo Imperial em Aizo de 8 de Feve-
leirop: p: expedido pela Kepaitica dos
Negocios da Fazenda.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Go-
verno de Pernambuco 8 de Abril de i83H.

1
MiiMirDAPA lMrr.DRP"TA


Fv't
^^
3
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Francisco de Paula Cavalcanti d'AI-
boquerque. Sr. Inspector da Thnou-
xai a Joa Gordalv s da Silva.
Determinando o Coverno de S. M.
o Imperado', a hero do reginv n interno
da Alfandega que todas as Mezas seja
collonadas om huma > salla para ficarem
vista de Inspector, e de prompto stis-
ftaev-e ao que occorrer entra estis, e a
Meza Giande, devendo-se para esse fim
romper as paredes do edelrio em que
collorada rs' a Alfandega ; ordena) Pre-
sidente ila Provincia que o Sr. In-pector
Intirino das Obras Publicas deiigindo-se
a Alfandega, e entenderuio-se rom o res-
pectivo In pecior sobre este objecto proce-
da a faZer o tiecessario orcamen'o la des-
peca d'esta obra, a fim de Mr ella arre-
matada na forma das Lea, ou feita por
sirfmim-.ilac5, quando nao appaieca ar-
rematante.
Palacio do Governo de Pernamliuco 8
de Abril de i836. Cavalcanti.
Exijo que quinto antes me sej en
viada a t exposta do nflii io que por esta Pre-
sidencia foi enviada ao Inspector Geral das
^Hwas Pblicas, e por este entregue a
Vm. 5 arompanhaudo a copia de bum
ofiiioda Cmara Municipal d'es-ta Cida-
a venda das cazas da Cadea.
Deof Guarde a Vm. Palacio do Gover-
no de Pernambuco 8 de Abril de 1836
Trancisco de Paula Cavalcanti d'Mbu-
queiqu". Sr. 1 Tenente de E-ge-
beirc-8 Antonio Carneiro L''a, eiirar-
regadointirinamente da Impecija Geral
daa Obras Publicas.
Illm. e l'.xm. Sr. -- Annuindoa
requisica de V. Ex. feita em oficio de
i5 de Marco p: p: acabo de commonicar
lo taz a reparlica da Saude 5 e de sua res-
posta se \ que ellas sao infundadas, e
que os L'mpregados Subalternos dVlla nao
fazem o servico que Ihes he proptiocom
aquella exxctidaS, e brevidsde conv. n-
ente, eque por tanto compre que o mes-
mo i-rov )|.>r os admoeste, fr/endo por em
pralica o que indica o inferido Comman-
danle no oficio, que incluso a esle se Ihe
renvtteu ; equeem fim d'esla Mirle ica
providenciado )> que reprezentou em seu
oficio da 14 do passado Mateo*
Continuar se-.
polica.
DIVERSAS RF.PARTICOFNS.
Quarlel do Commando Superior das G.
N. do Municipio do Recife 8 de Abiil
de i856.
O dem Addic'ioual a do Da.
O Cnmmandante Superior a quem foi
dada a honra de commandar a Dviza, que
onlem formn em grande parada para so-
l<*mnizar Glorioxo Anniversario do Om
em que a Lhcrdade. ohtendo um Triun-
fo, elevnu ao nico Throno d'Ame. ica um
Monarrha della Fillio, o Joven Senhor
Dom Pedro 2., diu'ge aoa S Biigadas, ('ommandnnles de Corpus, e a
todas as Pracas, lant'. Nacionaes, como
de Linda, os elogios le que se fazem di-
gnas, e merecedoras pelo aceio, e unifor-
midad pie apresentara. N5 pode o
< 'oiii'iKiii lanli' Superior dcixar de fazr
particular, e honro/a menca da brioza
Dos Guarde a V. Ex. Palacio do
Coverno de Pernambuco 8 de Abril de
3836. Illm. eExm- Sr. Bszilio Qua-
sesma TorreaS, Prezideute da Provincia
do Re Grande do Norte. Francisco
de Pau'a Cavalcanti d'Albuquerque.
'Oficio ; Ao Coiiimandanle das Ar-
*mS, para ficar na inteligencia de que o
].* Sargento Particular, de que tracta o
precedente oficio, eque se ada com 1-
cenca no Rio Grande do Norte, pansa a
pe lancee Guarnica d'aqnella Provin-
ca, como requesitou o ic.-pectivo F.xin.
Prezidente.
Ao mesmo, rommimicando Ihe, que
odia 13 do coi rente e-t designado para
a reunan da Junta de JuilHM,
Ao Dezembargador Rdator da mes-
mi Junta Gregorio da Costa f,ima De|-
monte, e eos Dczembaigadnres Henriqoe
Juze Velloso da Silveira, e Tibor, io Va-
leriano da Silva Tavares se fez igual com-
municaca.
Ao Inspector da Thozoiiraiia, para
mandar salisfazer ao C me* Leal a importancia do faldamento d. s
iracas, que formal am a a. cxpedieaao
'Par a vista da conla indusa 11 e-te.
Ao mesmo, para mandar enticg.r
o Oficial da Secretaria da Presidencia
Fraccisco Xavier e Silva a quantia de
4')2q5JiOo rs. em rprala emporlancia da
graulicaca que lem vencido os Bator*
gadowdd o.em Secretada quart.l que lin-
dou no ultimo do m 7 proiimo picado.
Ao mesmo, para informar se nVsia
Provincia, haalgum edeficio Nac-mal no
qual se possa cofiocar a Meza das Diver-
sas Rendas da receita Geral.
Ao V, xm. Presidente do Rio Gran
de do Norte acensando a recepca de 5 re-
crutas, q'enriou pelo Paquete C'onstanca.
Ao In-pector da Tbezourau'a, para
enviar Secretaria da Prezidencia a conla
da divida pasiva Militar p.isten'or ao an-
uo de 1826, que ae liquidar n'esta Po
vimia ate o fim do coi rente anno finaii-
reiro, com declaraga5da que j se lenba
amortizado com as quaniiag a ea*e fim des-
tinadas, a fim de ser enviada a Scretaiia
d?Es'ado dos Negocios da Guerra, que a
reijursila para a deatribuieao d.is quautias
que o Cvipo Legidili*o houver de votar
para sua amoi li/.aca.
Ao Provt-dor da Saudedo Porto, d-
zendo-lbeque u Governo da Provincia ou-
viouo Commandanle da E-cuna Vitoria
obre asqueixas que do Registro do Pir-
'iierole Pragas em rig"iozo areio, e uni-
formiilade, oque >em duvida devido, ja
a pericia de seus dignos Cnmmandaute, e
Officiaes, j ao brio que caracteriza, em
geral, a todas as Piacas : louvorea Ibes
stjx ilailos-
Oulio lano sent o Commandanle Su-
perior n..o poder diser do i. e 3." Bata-
Ifioens, que a despeilodas ordens superio-
res ; da obediencia devida a L~; da roa-
gnitude do objecio que se solemnizava, e
doaexforcos de seus dignos Command.>n-
tPS, os Sis. Tenenle Coronel Jo/.e Rento
da Cosa, e Capital*) Antonio Carlos de
Pmbo Rorges, ap- iris sa frtrio U10 mui
diminuto n. de Pracas 5 conducta ass-.
criminte, e indigna de G. N., e de Bia-
7.ileiros Parece, uue o espirito de insii-
bordinac.-, e desobediencia Se ha de tal
maneira desenvolvido nestts dous corpos,
que para chama-loa ao cumprimento de
eus deveres sej^ lalv, z poncas as'peuav
d. a Guarda Nacional : ellas sera, nao obs-
tante, p.njta em inleiro vigor. Oxal le-
a a ultim* ves, que o Commandanle Si
peiior lenha de estranhar a estes corp..s,
011 a algu.n dos oulros que compoem as
Legiesa seu mando, semelbantes proce-
dimenlos. Francisco Jacinto Pereira
Conlorme Ji.ze Joaquim dy Funoeca
Capibaribe, Capita decretal o Geral.
Illm. Sr. >m il. V'iido ica- im-
pune o procedimento ass.is criminoso dos
CXfiriaea, e C. N. dos Corpos da Legia
do seu Commando, q-iea de.-peito das or- J
dens superiores, e da obediencia devida
a L i, ontem senao reunira para a gran-
de Parada que leve luga1; tendo de roais
a audacia le s^ apresenlarem a paisana, e
na frente da Dv/.ri, que lormou, como
alardiando de seu cridae; cumpie, que
V. S empregando toda a sua bera conhe-
cida aclividade, e energia, faca recolher
presos a minbaordema quants faltaia.
DeusGuarde a V. S. Quarlel do Com-
mando Superior das G. N. 8 de Abril de
183G. Francisco Jacinto Pereira, Com-
mandanle Sup rior. Illm. Sr. Mano-
ej Thomai Uodriaues Campello, Coronel
Cb.fida 1 *Lfg... De igual leor ao
Illm. S Jze Rento da Cost, Tenenle
Coronrl Chefe interino da 1/ Legia. __
Conforme JZt. Joaquim da Fonceca
Capibaiibe, Capila Secieiario Geral.
lllu. e Excel. S. Parlecipo a V. Ev.
one ero s noile pas.-ada nao ocorro nesla
Cidade novidade algnma. Pelas qualro
horas da tarde de h ntem constando-me
que em o Paleo da l'eiiba e.-t.iva uuia por-
co de gente leunida, ofiiciei iminediata-
m nte ao 5u' de Paz respectivo para que a-
l se dii igisse a indagar do l lo ; e leudo a
resposta doollicio incluzo, nao obstante
fui mesmo pessoal, crom efliilo serlifi-
quei-me que os reunidos erio(iuardasNa-
cionaes novamente qualificados, que esla-
vo em parada para seren deslribuidos
pelas companhias ; e por conseguinte que
nada havia desenistm.
Dos Guarde a V. Ex. Recife q de A-
biil 18^6. Illu-t. e Excel. Sur. Francis-
co de Paula Cavalcanti d'Albuquerque,
Prezidente da Provincia. Joaquim Nu-
ne Melado, Chefe de Polica.
= Sirva-se V. S. dar sua ordens para
qneseja sapti>feita.a requisiff do Juiz de
Paz do 2 o Dislriclo d ver do'IIicio em original incluzo.
Peo Guarde a V. S. R< cile 9 de Abril
1836. Illust. Sor. Francisco Antonio
de S Brrelo, Commandanle Geral do
Coi po Policial, Joaqun) Nunes Maxa-
do, Chefe de Polica.
=3 Sirva-se V. S. remeter ao Juil de Paz
do 4.0 Dislriclo Ja Ribeira o Cvalo que -e
aclia na Coxia, apinbado pela Patrulha de
polica rondante, a fim de ter o compe-
tente destino.
Dos Guarde a V. S. Recife 9 de Abril
1836. Illust. Sur. Francisco Antonio
de S Barieto, Commandanle do'Corno
Policial. Joaquim NunesMaxado, Che-
fe de Polica.
a:635#8*4
16#584
458#74 r
3v2SO3
Rendiinento de Diversas
Provincias.
Dizimo do Assucar das Ala-
goas.................
Meo p% dos Assignalos do
do.................
Dizimo do Algod da ra a-
hil.................
Meio p/0 dos Assignad.s do
dito.................
Dzimo do Algodo do Rio
Grande do No. le....... 'S'iVH^n
DilodeditodoCear....._ SfgSS
. O Administrador.
Miguel Arcanjo Monteiro d'Andrade.
A pauta he a mesma do N 75.
ARCEWAL DE MARINHA.
OAr.-enal deMari.be tem precizao de
comprar 100 bons Ig|e.s, ,0 alquei-
reMlefeijao, e na fa| de>Ie ^
alque.res de erv.lbas ou de grao de hic.
l83GSe" "V,arnha 9 dc Abril de
Antonio Pedro de Carvalho,
Inspector do Arsenal.
CORKEIO.
Ren.Iimento d'Alfandcga de Pernambuco,
em o mez de Marco ultimo ; a saber:
Dircitos de l5p/....... 90:670^018*
Premio de '/, p0/,, ao mez
sbieos Drspachosa pra-
20.................. i:733^?32
Expediente de 1 /, p%. .. 10:229^362
Armazonagein '/.; y/0.... 1:057^03
Direitos de Polvo.a 50 p% i:68l$574
D de Reexpoi tagio 2 p"/'1 396v5)57a
Multas impostas pelo R< gu-
la menlc............. 118^409
S:'ll dos jiapeis do expedi-
ente................. ;a$320
A Galera S. Rita recelie a malla para
Lisboa no da 15 do corrente as 4 oras da
tarde.
-- A Sumaca Ave Mara de que o" Mes-
treAns.lo.0 Jze dos Santos sai para o
Ceaia no da 15 lo coi rente.
OUrigueS. Joa Raptsta reob"
malla para o Rio Grande do Sul no di..
(i3;as. 9 huras da man I,i.
Rs. i05:o93^J990
O Escrivo da Meza Grande interino.
Manuel Gregorio da Silva.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
Rendimento da Meza de Diversas Rendas
do mez de Marco de 1856.
Dizimo do Assucardetts Pro-
vincia ...............
Dito do Alg..do de dita.. .
Duo de Minutas..........
Meios j.% dos Assignados...
Silo dos documentos dos
l'assapoi t.'s e Despaxos. .
Diieitos de 2 \,0fo de Hipor-
laci.............____
Dil. s de 2 p% d'Agoardente
de consumo............
Imposto de 50 rs. poi couro
Dito de 60 rs. por marca e
pezo das sacas d'Algodio
C))iitiibuico de iOO rs. por
saca de dito...........
Dito de 20 rs. por couro, e
vaqueta..............
Imposto animal das Kmbii-
caves ...............
Contribuicio de i500rs. por
descaiga do* Navios.....
Ani
4.9^32i
20:313V299
3q584l
605,2) 150
36$310
i7:307^334
ia^896
S67 JJ950
340^380
521#900
308^)980
332^)800
55^500
!-*">.............. 3.048#4f,0
Farol.
Imposto da S.iude........
E.uolumentos das Vizitasda
dita.................
Depozito, que excedeio de
anuo.................
858&800
78$00O
336^200
O que se qoer ? Para que sao estes cla-
mores desentoados do Jornalismo da oppo-
sicio? Em vez de censurar, m os Acto, la
Administrarn, com mais ou menos cisude-
a, notando o q'nellesha de repreencivel
<>u prejudicial, estaa5 se por confundir
verdades e mei tiras, por desfigurar fados,
para excitar desconfianca-", e finalmente
por c< brr de improperios e de aleives 0
Regente,-.responsavel Heque o mez de
Maio So ap.oxima, e com este, o dia enj
que lem de prestar juramento huma Au-
gusta P. inceza, de cujo n .me os descon-
tantes sequereinservir. Convem disporas
cousas para al tentad), quesemedua .011-
Ira as bis, contra o Regente, contra ,1
ConsltuicaG, e contra o Brasil. E ate
q.lando andarem'S assim, de tentativa em
tentativa, _de revoluca em refolufsft, oa
para den ibar I). Pedro, ora para o res-
taurar, ora para arrancar as Reformas
Conslitucionaes com ;.s armas na raa, ora
para anullar em seus effcilos essas mesmas
Reformas, ora para el- var Regencia os
bomens da Repblica, ora para .hi collocar
huma Princeza de i3 annos, victima, q'a
auibcaeo orgulho nao duvid. 5 sacrificar
desgracas ? Os fados do povo Brasilciro
quiser.16 q' ha i3 annos ahsorvidos nos cui-
dadosde novas revoluces, quesuccedem,
ou que se trabalha paia que succeda hu-
mas s outras, nada ou pouco cuidemos
do tiosso rgimen, dos nossos inelhora-
mentos, dos arranjos de no-sa caza em
huma palavra. E continuaremos assim,
por que alguus senbores, que erra nos
seus clculos, o pretenden) ? Confiaren!
os perpetuamente em agitadores, e con-
tadores de buena dicha? 'anta credulidad
ja honra pouco o rarater Brazileiro.
Sumos Monarquistas, dizem; queremos
fechar o abismo das revoluco s.--Parerenos
ouvir o Baibeiro Nunes, q' hia despedii-se
das Muzas com hum Soneto. Se queris fei-
i-bsr o abismo d.is revolucovs, coaio Ira-
maes outra denovo ? Por que os meios,
que pon des em ac;a5; a agilaca.
curses inspirar 110 povo ; os devios da lei
87^)980 I o* cstigmalsa os TOtiC
q pro-
a lei
s Jornacs; a Pn-jua-


DIARIO DEPERNAMBCO.
Bum
gem fren*!!*- d* siguas d*Hes; do*
rom que recrutaes toda a especie de par-
tidistas; o fundo mesmo do vosso plano,
ludomoslra que vos nao illudis, e q'e
sabis pe fei la mente, que he de huma re-
volucaquese traa, que he huma revo-
luca o mechanismo, que queris empre-
ar para levardrs o pefe ao fogeo da feli-
cidade, e para fechar o ab smo, qne pa-
Provini i fui entregue lea'dade de seus
habitantes, e nao nos acharemos rosl com
essa confianza, que nelles se depnsitou.
Hum Prezidente hbil, nao suspeito de
partilhar as ideas exageradas, foi ornea-
do peloGoverno, que se quer pintar con-
nivente com os rebeldes, e foi apoiado so-
bie tuda a forca moral, que tern no R>o
Grande o nome do Sf. Feij. EStse Pe-
recis encarar com horror. Mas quero vos j ijodico citado pelo Sete de Abril, tiun-
disseqtieesla revolucaB ser a ultima, e cando-o : esse Peridico cuja linguagem
quealcancareis a nieta fl"S vossos desejos ? I hoM.il ao governo, he mesmo o melhor tes-
Sea na5 abancardes, M vos virdes fcua- i temunho cnnlra a infame calumnia do
trados. em fMW esperancas, depois de I Sete; se affecta algum aoatamento pelo
vos terdes posto em movimento, tirareis Regente, he que conhice qual seja rs-e
com os bracos cruzados, e respeitosamen- resucito o espirito da roaioru da Provincia.
1e curvados debaixo da lei ? Zombaes de OQuebra-anti-Evari^o, lalves obra dos
certo. Huma revolucaS de ordinario pi- ntimos de alguem que presidio a redacca
ra hum cento dellas; e a grande bri do do Sete, na5 pode manchar o crdito de
partido, que insultaes, sem o saberdes hum Girfadad Ilustre, elevado hoje a pjl-
substituir, por que podei levantar dique meira dignidade, de que a Naca dispe,
mo
mira a torrente depois de 7 de Abril,
nao hade b.quear, como esperaes; esse
partido n5 f destruido, o espirito Na-
cional sempre decidido a sustentar a lei e
aordem, he quem Ibe d vida e forc
par combater os seus perlurbado.es;
hum tal espirito na5 morre. Soi- Mo-
narquistas ; mas como preters o res-
p. lo, que a Consliluka manda guardar
ao Regente gove nando ero nome do Im-
perador .' He a-sim que ac stumacs o po-
vnao misleiioso acata ment, q"e s po-
de guardar Ilesa a Monarqua e o *eu
pre-tig'O ? Insensatos! Cavaes todos os
das no abismo, que pode engoli--vos a to-
dos e blasonaes de vossa prudencia,
e afnmies que hides fecliar e-se abis-
i
Deixemos a turba mulla, e vamos ao
CapitaS, d'anteslrombela noexercilo con-
trario. O qne se v" no Sele de Abril ? A
intenca de barulhar todas as cousas, de
tudo intrigar, e de desaire litar o Regen-
te, seja como for. Oqueganhamos com
sao? N* fallaiemos nos sarcasmos, as
chocarrces, e indignidades, ellas de cerlo
nausead quero tero juizo e boa educaca5;
seus mesmos auctorea nao se atreveria
dizel-as sena o miseravel di.-farce de an-
nimos, que Ihes presta oedictor de ta in-
jurioso peii-'dico. Os negocios do Rio
Grande doSul, os embareos, em que se
tena achado oGoverno e dos quaes se tero
habido multo melhor, do que talvez alguna
espenvaS, assinha o Sete de Abril, eo
enchem d* huma diablica alegra. Elle
tinha promettido principio n*6 dzer
cousa alguma, e decidir se pelos resulta-
dos d.'S providencias lomados. Nao era
anda teropo, e esperar* apanhar em todo
o caso o Regente no formidavel dilemna :
empregou o rigor, as ameacas, afor-
ra armada, e nao piuduziraS boro (Teil
eisoque tiramos de hum Governo op-
pressivo, duro anlogo no carcter do Re-
gentele, etc. > Ponha se em exer-
cicio outros meios, os da brandura, da
conciliaCaS, aquelles, que a Polica parece
ai'onselh'ar. EntaS clara est va a conni-
vencia ; he a Repblica o que se pretende;
he aos republicanos que se d favor e aju-
da* da Corle >e inandara as ordens ele.
t.if. __ I", lem o Sete de Aril julgido das
cousas, ao menos pelo resultado, como
assegurara ? Quaes f>ra5 os rebultados ?
Gracas o bom nome de Regente, o aos
ineios de brandura, proposito usados,
la temos que quasi toda Provincia se ar-
ma eoi favor da Aucloridade legitima, e
que segundo as piobabdidades, nao tar-
tadar a noticia de que o Sor. Araujo
Ribeiroenlrou presidente em rorlo Alo-
e quero se na5 recnsir o liiulo de ho
rnem de bem.
(Do Fluminense.}
ARTIGO COMMUNICADO.
Sobie a palavra Regresso.
Olbando para a opinio publica do Bra-
zil, (ao menos nesla Provincia) quer-me
parecer, que mui pouros cidadios haver,
que n" desejem ardentemenle reformas
cqnvinhaveisem certas leis, e Insliluices,
por SAiem humas inerequveis, e o'uira
prejudiciaes prosperidade geral. Nislo
creio, e.ilio de accordo todas as pessoas
sensatas, e quantos e-to escramentados
pela propria experiencia. Mas chamar a
taes reformas Regresso he em me 11 fraco
entender o que me nao parece nem exacto,
nem poltico. Nao exacto; por que tefor-
mar nao he ynonimo de.regrrs^ar, antes
mais se compadece com a idea de progresan;
por isso que emendar o que vai lorio, con
cerlar o que ha de defeituoso as leis e Im
ttuices niu he lomar atraZ, se nao ir por
diante em o melhoiamento social : nao
poltico; porque tendoj havido, e mais
pe ta Provincia, ensaios para volver o
Brazil aoantigo Rgimen absoluto, tal ex-
presso nao pode vogar limpa, eescoimada
de desconliancas, e mil receios popula-
res.
Entre tanto atirou-se com essa palavra
no nuio do Brazil, talvez sem a devda
u Masa amnista A carencia do em-
prego de foroa armada A Provincia en-
tregue si mesma .... A amnis ia
he algumas vezes remedio heroico, e deve
ser applicado em circunstancias comoa-
quellas, em que o Rio Grande se achava.
Esta verdade, que n<-s parece intuitiva,
pode ser prvida com bons argumentos,
(uando seja seria e razoadamente comba-
tida pelo Ste, ou por algum dos seus hu-
mildes satlites. A forca------Mas que
forc.a na5 fora precisa para subjugar o R;o
Grandde ? E existe ella ? E a presenca
dessa foica us reunira os }pailides,
ou ao menos as fi*cc5 cuja diiecca boje perniilte eslabelerer
lia hgalidade ? .. Em que sentido, e
contra qutm ae iiunniaO (Iba? S;m, a
se o pomo da discordia; por que nao po-
di'Tidosignificar outracousa, se nao rollar
sobre os passosdado1', desandar, &c. ; ca-
da hum entender esse Re^iesso de hum
modo indefinido, e eudelerminabo e mu-
tos desconfiars, que se deseja al tentar
contra as garantas, e liberdades publicas.
Mas eu eslou persuadido, que nenhum
Brazilero cordato, e amigo da sua Patria
querer destruir o Paladio da prosperidade
publica, a Arca Snela do no-so Pacto so-
cial, a Constituido em fim, sem a qual
nulla, ou quasi milla se tornara a Inde-
pendencia, e toda aconciderac do Bra-
zil.
Ao q' todos aspiro pois nio a Regres-
so ( expresso suspeta,*e odiosa) ; pore'ro
sim Reforma de certas leis, e Insliluices,
que a experiencia nos tero mostrado, seren
imcompalveiscom as nossa cirrnnsiancias,
ou inexequiveis, ltenlos os hbitos, e
coslumes de longos annos. Mas anda a-sim
releva em meu humilde entender, que taes
r fo m e O Teilas com tllenlo, e pru-
denc i 1, qup ao depois nfl recia soJne nos
o diclodo Evangelho Eterit novissimus
erros pejor priore Reformem-se com a
devida madureza, e piudencia os defeito*,
inexactides, e manqueiras das nossas leis
Administrativas, sem locar em hum so i >ta
da nossa Constituidlo : mas aesse verdadei-
ro melhoramento, a e-se progvesso verda-
d' iro nunca se d a fatal denominaco de
Regresso; por que nenhum Poro, que hu-
ma vez saboreou o gozo dos seus direitos
civiz, e polticos, sujeita-se a |rcpdar,
nem pode ouvir de bom grado, que o que-
rero f'azer retroceder. De grande reforn a
hio mister, por ex, osnossos dom Cdi-
gos, que quanto a mim, (em dado azo a
ii'uilissimas desordena. O rgimen do Ju-
ry, instituicio alias lio proficua, e inlis-
pensavel em os Governos Kepresenlalivos,
carece de eer organi>ado de oulra roaueia
ende nos. A administrago Ja Jnstica, e u
nossosystema policial precisio oulra orga-
nisago. Os Jui/es de Paz nao de\em, a
meu ver, continuar do modo, ero qne es-
to, acumulado- de atribuices judicialias,
inon-lruosidade, que se nao enconlra nem
em Franca, nem na Gr Rietanha, nem
nos Estados Unidos, sendo alias, como se
sabe, paizes amestrados no.<-yslema Repre-
sentativo. Eoque di re das Guardas Nacio-
mes, ujos Officiaes to aclualmenle da es-*J
Collia dos proprios soldados ? F.scuso re-
produzir o queja dissea esle proposito, e o
que a propria experiencia sohejamenle nos
h ensinado are.-piilo dos inconvenientes,
p males, que de tal absurdo se bao segui-
do.
EsIs, e oulras cousas sao asq'iees'S
reclamando promplas, eeficazes reformas,
que nos desviem do despenhadeiro do des-
potismo, sobie cuja boida j temos o p ;
porque em verdade o despotismo, q.' quasi
sempre succede anarqua, s< r oparadei-
rod notad Brazil, se as cousas conlinuarem
do mdo por que vio. Sempre houve rou-
bos, sempre houve assassinios ; mas corn
tanla xlenco, e impiinidade nunca. Os
Juizes de Paz (eu seropie fac< honrosas
excepces) revestidos de poderes extraordi-
narios, e nunca vis'os, eleitos pela mor
paite por cabalas, e caprixos departidos,
tem-se tornado cutios tantos despolas,
tanto mais insupoilavis, quanto so pela
mor parte mais ignorantes, e gnobeis : e
como os horneas piobos> esisudos tem-se
excusado de exercer tal em prego, reche as
eleices na pior gente ; e por sm> vemos
lodosos dias occupaiem e-se caigo lo con-
cideravel homensde nnhuina concideracio
publica, homenscohertos de vicios, feri-
mes, alguns dos quaes esto deridindo da
sorte de centenares de cidados conspicuos,
e honestos : por que olitivero hum so voto
no sen Destn'cto E-ses Juizes de Paz,
mor mente pelos malos sio os biabaros in-
ventles dos assa'sinios dos criminosos sem
nenhumi firma de processo, de surte que
o ni- S'tio he ser capturi do qual quer crimi-
noso por esses Juizes de Pan, que ser logo
fuzilado pela escolta dos I.clores, que o
act-ompanlio prizo : mas como hum
abysmo chama sempre outro, os Povos
tambem vio tirando a sloi ra, matando
nelles, como em revendida.
lito nio he declamacin : he a verdade,
que est a escala vista de lodos, he oque
passa nos nossos das ero gravissimo piejui-
ponderaco, e portfervecencia de partido;
eem verdade essa palavra Regresso lornou-7Szo da Moral Publica, e com horror de to-
. ___ j_ i!____i- ___ __ .1... n -..s.. ..;..:. .> 1.^..,..- 1?
dos oscoraces sensiveis, e honesto*. E
anda haver quem sustente, que a-sim va-
mos bem ? Anda haver quem deseje,
cotitiuiiem em Ues mos poderes judiciari-
0- ? A melindrosa tarefa de julgar, e sen-
tencear coinetlida a individuos de elricio
popular Islo se v no Brazil, paiz,
que parece talhado paraarmazem de rari-
dades.
O que muito falli, e deca mo sobre
garantas, e beneficios do Povo, nem sem-
pre sao os seus melhores amibos, e fazem
huma di-linccio odiosa, e uadmissivel ;
porque po somos todos noi: desd' o Im-
perante at o ultimo dos homens de hum
Estado ludo he Povo; e por is o os bens,
011 mal s de qnalquer Sociedade vero a re-
cahir sobre todos mais, ou menos, con-
forme pozicio, e circunstancias de cada
hum. Finalmente cuidemos ero melhorar
as nosses InstituigSes : sejamos unnimes
nesle senlimento, e nao uemos para isso
da palavra Regresso, que ero vez de harmo-
nizar-n< >. vera suscitar duvds,{e (ncut r
cismas per'g'sos causa Publica. Taes
sio ossenlimentos do
Esciplor do Carapuceiro.
CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redactores.
7 Se he justo Jouvar o Em pregado Publico
que he probo, e que desempenha suas o-
brigave, julo be tiobem que se censure
aquel le que quer paasar por honrado, ven-
r 1 Timan1
dendo-nos Gato bor Le.re, e(x o fado
quepasso a censurar. No anno de i832
quando oCorpo, boje Policial, era Muni-
cipal havia urna Muzca paga pelos indivi-
duos do mesmo Corpo, poique a Ley de
sua criaco nao Ihe coucedi'U ser paga pela
Naci : esta Muzca linha marchado com
a segunda Expedido doGorpo para Panel-
las em Oulubro do mesmo anno. e regres-
sou pua a Capital no anuo de i833, depo-
is de 8 a 9 mezes de sua e. lada em Panel-
las, edurante lodo esle lempo nao se Ihe
pode pagar osseus vencimiutos, poique,
estando liobem em PanelLs a mi/i parte
do Corpo eslava a dev r-se-lhe quaie um
anno de sold. Logo que a muiica regres-
sou para a Culada o mestre da mesma que
era Joaquim Jnze de Mendanha, represen-
lou-roe (por ser eu entio Commandanto
interino do Corpo) que nio pudiio o mu-
zicos exercer assuaa iuncts p fardamenlo, e que nio o uodiio f'azer si 111
que piimeiro fossem pagos. Como Com-
mandante interino do Corpo vetido-me o-
brigado a conservar a mu.-ica, porque nao
os havia despedir sem lhes pagar pe lo de
dnis contos de res que o Corpo Ihe devia,
(1) lembreu-me recorrer entio ao Prezi-
dciiic da Provincia, reprezenlando-lhe
que, sendo a muzca do Coi po paga pelos
individuos do mesmo. e estando o Estado a
dever a mor parle do Corpo os vencimen-
tos de q uase um anno, eslava igualmente 1
msica por pagar, e que por sio pedia Ihe
mandasse adianlar pela Thesouiaria das
Tropas a quantia de quiuheulos mil reis por
ronla do que o Thesouro eslava a dever ao
Corpo, para puder dar essa quantia com
outra menor que existia em caixa aos mu-
zico, porque leudo esles regiessado de Pa-
nelUs sem uniformes nao podiioexercilir
oseu emprpgo, e nem eu os devia despe-
dir seu lhes pagar : que essa quantia seria
encontrada com o Thesouio, logo que o
Corpo regrecasse no ajuste de contas com o
mesmo : forio-roe assim adianlados os
mencionados quuhentos mil reis. Sendo
isto feito mui prximo a morte do finado
Caiapeba, e passando o Corpo oto dias
depois da morte do mesmo a ser Commau-
dado pelo mui digno .Sur. S Brrelo, re- <
mel-lhe ofiicalmenle o reribo dos qui-
ndenios mil reis passado pelo roeslre di
muzica, f.isendo-lhe saber, o meio, e con-
diciocoro que havia eu recebido aquella
quantia doTheeouro. Regressou de Pa
nelias o Guipo no tirn do atino de 1834 :
ajustou o Sur. S Barrito as contas do Cor-
po com o Thesouro, recebendo deste tudo
quanto devia ao Corpo, e os quinhentos
mil reis (icario athe hoje em puder de
quem, Snrs Redactores? Sem ruedo de
errar posso eu mesmo responder-lhe ; que
em mo do Snr. S Barreto.
He bem bom, Snrs. Redactores, (nao
para mim) ler por semelhanle forma di-
n heiro para dar a dois por cento ao mez, e
melhor seria ainda se nio houvesse um 1-
foito que nunca teve mdo do Art. 1O da
Ley Provincial de 6 de Junbode i855 pa
ra levar ao conhecimento do Publico, e
Governo es'a, e oulras malvercasses. Srs.
Redactores, resla-me fazer-lhe jduas per-
guntas, que espero se dignard responder-
me. 1.* Deve S. Ex. o Snr. Piezideule
el legando ao seu conhecimento semelhanle
fado, examinando o com prudencia, ea-
chando-o verdico ordenar aoComman-
dante Geral do Coi po Policial que entre
para o Thesouro com os quinhentos mil
reis, ouno? 2.* Se a censura feita far
augmentar, 011 diminuir a coufianca ?
Nao seenfddemSi. Redactores, que bre-
ve Os incomodan i cum outro ludo mais
honro/o para seu auctor.
Sou Snrs. Redactores
Seu assgnante e obrigado
Feliciano Joaquim dos Santos.
(1) O que nio causn obstculo algum
ao actual Commandaule que quando Ihe
parecen conveninetite despedi-os, sero pa-
gar aos mesmos Irezentos e setenta e tantos
mil leis, e ainda hoje esli olbando aosig-
rial.
(Nota do Coi respndeme).


4
DI ARIO DE PERNAMBCO.
ANNUNCIO.
Rossussitou a mu apreciavel Ponte da
Boa-vista, depois de quseoto meses d'au-
zencia O artigos de que ella se com-
poem a torno d'gna de todo o merecimen-
\i>. Quem della for apaixonado, ou ti
fnrmaces boas d'ellas tiver, qnerendo-a
possuir dirjja-se praca da Independencia
loja do Enquadernador ao sair pra a ra
do Quartel,ou Typ. Fidedigna, ra das
Florea, oU a Olinda ra do Amparo, esa
do" Destribuidor do Diario, que a acharad
com os bracos a herios toda a ver, que de-
re4n em gratificlo para a corda do vino
40 reis em raoeda correte.
AV1ZOS PARTICULARES.
" Tendochegadoao ronhecimento do an-
riincianle que o Sr. Tenante Coronel Ma-
no I Tjjtiaci* Biserra de Mello embriagara
o'crte de varantes que em (lias deJaneiro
do corrite tnno, ouDesenibro do passa-
do por ordem de- urna pessoa authoi isada
pelo annunciantese eslava fasendonas mal
tas do Riacho Mumbea ; sabendo inais o
nnunciante que o dilo Snr. Tenen'e Co-
ronel se considera rom dir i tos senhoriaes
s trras do Vianna naquelles mesmos hj-
gaVes'que. por'-uma posse immemorial, e
nunca '"".pertulbada peitenceio semine
(Vm como as do Mumbeca) ao Vinculo
le Paratibede lima 'de que he o annunci-
ante Administrador : roga por meio deste
aquelle Snr. Teueiit Coronel que se quei-
ia dar aolrabalbo de investigar rom inais
escrpulo quaessejo os v<-rdader<>s lemi-
tea do s.eu sitioGracia Velha boje Jar-
- t.im e depois combinando as informac5-
es, queobliver de pessoas antigs eimpar-
caes, com os ti lulos anti^os ou primor-
'dia'-s, que S. S. deve ter em sen poder, sa-
liera o que que na verdade perience a sua
. propriedade : e deata manen a evitar o
exbulho, que com notavel admiraco das
""jptsso* antigs da visinhanca, e nao pe-
iiueno dao do annunriante est pratiran-
do, e ronlia cojos actos o anmmciantp pro
testa desde), nio-conjentindo nelles nem
'tarita, tem expressamente; assim orno
de haver pelos meioscompetentes qualquer
irideronisaco a que direito tivgr, embora
est/ja oannunciatitepersuadi lo de-quetaes
artos sao filbos de erro, e nao de m .
lspera por tanto o arinunciaiite .que nao
S'-ro precisos nteios judiciaes para que o
Snr. Tenent Coronel reconhega a verda-
de e jtfslifja que assiste a
..SaJvador Coelbo de Drumond e Albu-
querque.
fc3T" Como a piincpal causa, sobre que
3 deve velar com mais alLeiigio, aeja a ins-
triK^So ; por isso pede a Ass^inheV Pro-
v'incia.', .que lance su** benignas vistas so-
bre o'lugar chamado llapiuurna, creando-
lln'Uin cadeia de Pnmeira, Letras, i i to
que, outroslugares talvtz de menos popu-
Ui'aoj a possuem.
O Itapicumense.
V_9' As pessoas quem con*ier stu-
dar particularmente no dei u< so de-te an-
uo lectivo Rheloi ira, e Potica, Geogra-
; ta, Historia ; dirijo-se ra do Ro-a-
rioestreita sobrado L). 26 segundo andar
a" billar com a pe*;oa, que isso se pro-
uoeih.
%y Quera precisar de urn criado, an-
DQilt'ie por eala lolha para ser procurado.
ty!f O Sur. a quem I he fo presentada
no dia 9 do crtente urna letra de reis
63$6o,7 vencida a 5 de Jultio de 1831
(pirita ter a bondade de mmdar saTisfater
paia.st- livjar de ver .-eu uome por inteiro
nesta'folba, e remetidas alguuias para a
Villa de M. onde campa de homeai de
be ni.
Jojsp Luiz Pereira.
fry A pessoa, que auoiini ion no Da
w rio de quai t.i feira ti do coi rente, querer
vender lijlo de alvenari.i posto em qual-
quer porto preco de i8<35000 reis o mi-
Jh*ii o, sendo o tijollo de boa ma< ca, o bar-
io de boa qualidade, e bem cosido-pode
procurar J teo da Santa Cruz em casa de sua residen-
cu.
$? Precisa-sc de um hoxnem que sai-
ha destellar vaneas, dando-se as para
morar, e trras muito boa de plantacvs
distantedesta Cidade legua e meia, a quem
convier dando fiador de sua conducta,
comparece na toja de fasendas ra do Quei-
inado D. 8, que se dir quptu pretende.
W^ Um moleque de 12 a i4 annos,
com urna ferida na peina, que a tero mui-
to arquiada, o qual apareeeo no mez de
.lulio do armo passado, no Dest rielo da
fasenda de Santa Cruz Freguezia de Ta-
quaralinga, e diz que o iea senbor mora
_perto da Praca ; por tanto quem for seo
' legitimo dono procure ao Juit de Faz do
mesmo Dest rielo.
fcy* Quem annunciou no Diario de 6
do crreme querer vender tijollo de alve-
narU groca a i8^J reis o milheiro, posto
no porto ; declare a sua morada.
Ity- Precisa-sede urna ama deleite for-
ra, ou cativa : na ra do Crespo D. 3.
-fcjp Quem annunriou precisar de urna
preta cativa para o servigo de urna casa de
pouca familia, queesta-tenba amor a me-
ninos, sendo que a queira de Maio em d
ante, poder ser servido.
W Na noile do dia 31 de Marco para
o l.d''Abril fugiro de bordo do Rrigue
Sardo Pyiade e Orestes ancorado na praia
do colhgio dois mocos pertencentes tripu-
lacio do mesmo de nome Guulamo Bixio, e
Loarenco Raimundo ambos subditos Sar-
dos, por tanto roga-se a todas as pessoas
que souberem dos mesmos queiro infor-
mar no Vice-Consulado Sardo ou ao Capi-
tn Ghirardello, quepromette urna grati-
f'natio de 50,000 reia a quem Utos entiegar
ou der informac*- que posso conducir a
aprtbenso dos mesmos, e protesta uzarde
todo o rigor da lei contra as pessoas que os
ocrultarem, acusta dos quaes devprio os
fgidos regressar a sua patria, e faz-se es-
te aviso aim de que ninguem se possa cha-
mara ignorancia.
NAVIOS A CARGA.
Para Amsterdam.
'S'gtie viagem at <> fim do corren le mez
a Barca Hollandeza Fevaau, Capilo Drie-
ter.
Para Genova.
Sgue vigem ati4 odia 20 do cor
rente o Rrigue $ardo Pylades e Orestes,
C-tpitio Glnrardello : quem nos meamos
<|uiser canegar ou ir dp passagem, dinja-
e.'ao consignatario A. Schramm.
Para Li.-boa.
1p^" Sihir infallivelmente o Brigue
Africano-, t o fim do coi rente mez, por
ter a maior parte da sua carga prompta :
qu-ti* no mesmo qniser earrpgar ou ir de
passagem, para o que tem excelleutes c-
modos, falle com O Capitio.
Para Loanda com escalla por Beaguella
LEILAO.
1 S-gue viager o Pataxo Brasileiro
Doa-viagem : qu-m no mesmo quiser car-
regar, dirija-^e a ma eslreita do Rosario
pauaria D. i7.
COMPRAS.
A obra de Panafil: qnem a liver anun-
cie por mile Diario.
%E^> O livro intitulado Novo e velho
Testamento! quemuliver annunci''.
H.y Um Ail-isemhom uso, sendo em
foi malo srande, einodiruo; annuucie.
try U'ita porco de simentes de espi-
nbeiio de Cuaua: no sobrado junto a esta
Typ.
*(W Compra-se ou hipoteca-se urna
morada de ca.'a terrea no Borro de Suilo
Antonio; n la U Cooceic" 1). 3o.
^V A vista da Cidade de Olinda, e Re-
cife : auniincie.
IfS-" Um piano forte usado: annunci.?.
}&P Limoeiros.em vive^ para cerca,
e larangeirepara mudar : quem tiver an-
nuncie, ou (brija-se a ra d'Aguas verdes
sobrado D. 20.
fy Um seiimem "bom uso, e que te-
nha coldes: quem o tiver annuncie.
Bento Joze Alves faz leilo por conta de
quem pertencer, do casco do Brigue Es-
peculador, com "mastros reaes, gurupas,
amarra de ferro, bombas, e 3 ferros, em
lotes; no dia'Terca feira 12 do corrente
na Praga do commercio, as 10 hora?.
Joaquina Gonsa'Tes Vieira Guimaraeus.
yy Arrenda-se um sitio era Beberibe
de baixo,com trras de plantar, maltas, e
casa de vivenda : na casa D. 15 da ra das
Trinxeiras.
VENDAS.
as lojas do Senhor Affongo Saint-
mariin, ra Nova, acha-se a venda um
grande sortimento de chapeos, tocas, bo-
ne"s, cami/inbas e mais enfeito para senho-
ras, tudochegado prximamente pela Ga-
lera Genie : urna rica e boa flauta com 8
chaves, um melhodo para a dita, 54 quar-
tetos para finita, rebeca, violeta, e violoh-
cello de differentes autores, a Gazza La-
dra em quartelos, flauta, rebeca, violeta,
e violoncello, Barbeiro de Sivilha dito,
Otello dito, Ricardo e Ziraide dito, Italia-
na em Alger dito, Cenerentola dito, Tan-
credi dito. Simiramis dito, quarUtos esco-
Ihidosde Z.ydem para duas rebecas, vio-
leta e violoncello, um melhodo de rebeca,
e um dito de clai jneta.
IBfP Um bom relojo Inglez de ouro,
sabonete, com cadpias tambem de ouro, o-
bia prima: na Botica de BaitholomeO
Francisco de Suiza, ra do Rosario.
WJ* Um tscravo de nago Angola,
mosso, e de bonilajigura, e sem axaques,
proprio p*ira todo e qualquer servigo de
campo, por ser bom trabalhador de enxa-
da : em Fora de Portas 2 andar na casa
confronte o Arsenal de Marinha n. 212
das.'ti horas al as nove da maubi, e das a
aleas 6 da tarde.
%"9 A collerglo dajLeis do Brasil des-
de 18aaat i833, e Silva Lisboa, Direito
Mercantil: na ra do Livramento loja n.
i3.
Vy* Urna preta de 18 annos, bonita fi-
gura, sabe rosinhar, engomar, coser, lu-
do com peifeicao: na ra do Fogo D. II.
ICJf" Vende se ou I roca-se urna casa
terrea de duas portas e urna janella, com
quintal, nos Afogados, ra do Molocolom-
I (. por outra em.S mto Antonio, ou Boa-
vista, tornando-se o que for de ra-o : na
Camboa do Carino sobrado de dois anda-
res D. 11.
fc^ Urna niolatinha de i4 annos, cose
xio, engoma Liso, cosinha o diario: no
sobrado deiroute ao lampio da esquina Ha
Igreja do Terco no sgundo andar, por
prego de 500$ reis em prata com o cam-
bio.
jG^ 3 a 4 milheiros de telba, por pre-
go commodo : na ra da Cadeia Vellu 11.
58.
3" Urna boa morada de casa de 3 an-
dares, sita por delraz da Matiiz de Santo
Antonio: no pleo da S*nta Cruz sobrado
de a andares que fica defronte do oilo da
Igreja do mesmo nuine.
ALUGUEI&.
-Aluga-se nnj.i casa terrea com gra-
des commodos, e quintal com arvoredos de
espinhos, e cacimba de beber, na estrada
do Mondego, debonte do portio da casa de
Luis Gomes Ferreira : quem a pertender
procure 110 Recite ra da Cruz raa do
Padre Francisco Jos Tavare da G^ma
^ty Alluga se urna morada de ca>a
no paleo do Amparo em Olinda : quem
a pertender di-ija-sea mesma Cidade ra
do Bomti'u n. a.
W Quem qui-er alugar urna preta
boa vendedeira de ra, e de servico de ca-
za, procure 110 Forte do Mallos segundo
andar casa da Boeeleira Catbarina.
ARRENDAMENTO.
Arrenda-se urna casa terrea pegada
ponte da passagem da Magdalena com 11 m
pequeo quintal, e cacimba, e lugar pro-
prio para umi rcn-J, tendo ja arm^o
para a raum : quem a pertender, dirija-se
ao Recite ra da Madre Dos em ca-a de
PERDAS.
Eitratiaro-se das Tribunas da Matriz
da Boa-vista seis cadeiras, duas de jacaran.
d, equatrode angico, que servirlo nos
das da Semana Santa j ju'ga-se que con-
tundidas com ou tras, que alguns Senhores
fizero collocar no coro, e naa mesmas Tri-
bunas ; e por isso se roga a quem estiver
na posse das ditas cadeiras, queira avisar
ao S cnsto da Irmandante para as mandar
receber.
1f&' Perdeo-se da ra Velha ate* o Ba-
talho do Hospicio, embrulhado em um
papel dois historia curvos; e duas agitas
curvas : quem achou querendo entregar,
leve ao Cirurgio Mor Caneca na mesma
Hu Velha D. a3que ser gratificado.
$ty Sexta feira 8 do corrente desapa-
receo do bolso da casaca de Joaquina Vic
torianode Almeida Hyacinto urna cartei-
ra com varios bilheles da Lotera, e rispas
e urna obrigaco de 500 e tantos mil reis
passada em 18a4 por Joze da Costa Albu-
querque Mello, e abonada por Francisco
Sibino de tala Joze Pioheiro de Almeida :
quema tirou ou achou querendo restituir
dirija-se a ra do Queimado casa D. a, e
entregue a Firmiano Joze Rodrigues Fer-
reira, que tem poder para isto. Por este
mesmo annuncio se avisa a quem a tiver
que o devedor ja tica sciente que nao a pa-
sjai se nao ao anounciante.
ESCRAVOS FGIDOS.
Matheos de naci Mocambique com os
signaes seguintes ; urna marca redonda na
testa que tronce da sua ierra, alto e cor-
ptenlo, e rendido de urna verilha, re-
prsenla ter 28 annos, e condusio una
preta de naci Quine, de nome Maria, al-
ia, tiem preta, pe as finas, pe pequeos,
lera de idade25 annos, peilos pequeos;
um cabra de nome Luiz, pernas zajmbas
nomuito, pez apalhetados, uns panos pe-
lo rosto : os aprelien ledores leiem-uo a
Antonio Joze de Alhuquerque morador
junto a Igreja de N. S. do Tergo, sobrado
de dois andares do Muniz, que sero re-
compensados generosamente.
%^ Manuel, naco Congo, estatura
mediana, e tem um signal em um hom-
bro que parece ter sido ferido de baila, e
foi um lobinho. tem o ar alegre, denles
abertos na sua trra : os aprehendedo'-es
Ievem-110 a Manoel Biserra Cavalcanle de
Albuquerque uas 5 pontas D. 13, que te-
ro 20^ reis de gralificacio.
siy Hum negro, cnlo, idade de a.9
annos, estatura ordinaria, rosto cumprido,
tem falla de alguns denles, e bem conhe-
cidopor ama sicatriz de urna fstula qua
teve na cara do lado esquerdo ; este e-
cravo cnsinheiro e foi pouco compradu
Manoel Francisco Al ves da Silva, chama-
se Silvestre: quem o pegar e levar seu
senbor Luiz Gomes Ferreira no Mondego,
aleui do a.-liado receber mais 20$ reis de.
gratificago.
a^m^m^m^^^^m^^m^^^^^
Tahuas das mares cheias no Pono de
Pernambuco.
26 Segunda i Oh. 5* m ^
-25 T:- i42 .
27_Q:_^ i a 30
^28-Q:r - 318 Ma
-29-S:---- - 4- ti
q 1S:* K 5 18 6- 6 /
2-D:
NOTICIAS MARTIMAS, t
Obsfi vacos.
Fundiou no Lameiiio ( no dia ft ) un
Biigue Americano viudo do Rio Grande
do Sal, com 18 dias de viagem.
11 ..... _________ -J. ^ <
PBX. NA TlP. DO DIARIO. lb56.


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