Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01791


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Full Text
ANNOTDK I8S6.
SBADO
9 E ABRIL N. 76.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Fbrhambvco, Ttp. o M. F de Fasia. 1836'
xaAS nAiAMANA.
4 Segunda >gc i. Qitava S- Izidoro Are.
6 Terca tfc 2. Git. S. Vicente Ferrer.
6 Quarta S. Marcelino es. da The. Pab. (
7 Quinta S. Eptfaneo B. M. A nni versarlo da AMi
cacao da C. em S. M. I. e C. o r D. Pedro II Nnd"
ha desp. Qnrt. m. as 8 b. e 12 tn- da t
8 Sexta S. Amancio B. ses. daThea. P. and- do J.
de O. de t.
9 Sbado S. Demetrioltel. dme and. do V. G.
det. em linda.
3 Domingo da Paschoella S. Ezequiel Profeta.
Tudo agora depende de nos mesmos. da noasa prn -
denoia. modera<;ao, e energa: continuemos coma
principiamos, e eremos apnntados con admira-
fio entre as Nacoes mais caltas.
"roc/smuf 4a Jutmblta Qiral 4* Braiil
labacreva-se a 1000rs. mensaes pagos adlantados
esta Typograna, e na Praca da Independencia N.
37 e 30 i onde sa recebem correspondencias lega-
atlas, e aniMincios i inserindo-se estes (-ralis sendo
dos propriosassignantes, e rindo assignados.
CAMBIO.
Abril 8.
Ondres, 39 1|2 Ds. St. por 1 ccd. ou prata a 50
por cento de premio.
Lisboa 50 por o|o premio, por metal, Nom.
Franca 245-240 Rs. por franco
Rio de Jan. 6a 7 por cento de premio
Moedas de 6400 120OO a 18..800
4..000 7000a 7..100
Pesos I ,,440
Premio da prata 30 p. c
,, da* lettras, por raex I i 2 por o]<*
Cobre 25 por cento de descont
j FAKTIDA OOSCOHKKIS.'
Ulinda_Todns os dias ao meio dia.
Goiana, Alhandra. Paraiba, Villa do Conde, M
U^hTv F^r\RMl S1* 25* "on f Sousa, Cidade do Natal.
Vi Mas de Goianninha, e Nora da Prineeia, Cidade
da Fortaleza, Villas do Aquira, Monte mor noro,
s"E,Ma'Y,CJ"l,,Sd' G"a*< '"Peratria.
S- Bernardo, S.Joo do Pnncipe, Sobrar, Novad'
Bier, Ico, S. Matheos, Reachodo sangve, S.
Antonio do Jerdlm, Qdexeramobioi. e Parnahiba
- Segundas e Sextas eiras ao meio dia por va da
faraiba. Santo Anto-Todas as quimas feirasat
meio da. Garanhuns, e Bonito- nos dias 10 e 24
detada meiaomeio dia. Flores-no dia 13 de
cada mea ao meio dia. Cabo, Serlnhaem, llio For-
mse Agoa Preta e Porto Calvo- nos dias I, 11
e 21 de cada mee- Serinhcem, Rio rormozo, e A
goa PretaSegundas. QuarU. e Sextas feiru.
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBUCO:
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Falla com que o Exm. Snr. Presidente da
Provincia abri asessaS ordinaria no
dia 6 de Abril de j836.
Senhores Membros daAasemblea Provin-
cial.
O dever que roe impoe a Le Fonda
mental de expor-vos o estado dos negocios
pblicos da Provincia e indicar-vos al-
gumaa providencias conducentes a me
lhorallos tero para miin tan'.o de lison-
geiro; e grato por ter occasiio de roe a-
char no meio de vos, como de arduo, e
difcil desempenbo, pelo reconhecimento
de minhas lio limitadas forcas, eestreite-
za de conhccimenlos administrativos \ mas
a esperance nie anima de que os meoa de-
f. tos nao, serio por vos atli buidos a falta
deztllo pelo servigo publico, e a certeza
de que as vossas luzes supriro as omissSes
que eu hoaver de cometer.
Esla Provincia acha-se tranquilla des-
de o incerramento da sessa do anno pas-
sado, e lia dudas as apparencias, de que es-
ta tranquillidade sei duradoraj a expe-
riencia de tantos anuos lendo feito conhe-
rer aos nosaos Comprovincianos que
grande parte das causas do atraZamento
da Piovincia devem reratribuidas asnos-
sas continuadas dUsences polticas; o
espirito de ordem, e amor s insttuicSes
MonrquicasConstitucionaes, vio cada dia
adquiriudo rnaior loica, e. desenvolvmen-
t. He prova irrecosavel desta verdade,
a prontida5 e empenho coro que por todos
os modos nos extorcamos em auxiliar os
tiossos irruios do Para. O Gobern da
Provincia em conseqenca de ordem su-
perior, nio tem poupado meio algnm a
seu alcance p.-ra soccorrer aqoella infelis
Provincia; aos quinhenlos boraens que
daqui aabiiio em a primeira expedica,
que j consta \tter ebegad, e principia a
prestar ser vicos relevantes, deve talvez
boje estar reunidos, maii cento, e seten-
ta sabidos daqui, em trete d pasudo ero
companhia do Presidente do Par. H de
esperar que a ordem seje en breve ali
retabelecds, no que na$ pequeo qui-
nliao de gloria cabera aos'briosos Per-
nambucanos. ,
A desastrosa goeria de Panellas eJi*
cuipe, que por tanto temp incoromodu
a Provincia, acha-se totalmente extincta,
ha mesmo noticia de que o teu chefe a-
companhado de algum squito paseara o
Rio de S. Francisco, todava eu tenho jul-
g'ado de necessidade nio desamparar cer-
to* pontos da visinlianca daquellts logares,
conservando nelles alguns destacamentos
de Gualdas Nacionaes afim de garantir
seguranza dos Cidadios industriosos, e
protegemos no cazo de algum as-salto ines-
perado.
Pura a ex t necio do Quilombo existen-
te as maltas do Cetuc, nos suburbios
desta Cidade julgue conveniente mandar
vir huma companhia de Indios dos Guar-
das Nacionaes de Bai reros, os quaesacos-
tumados a semelhante sorte de guerra em
que tanto se distinguirlo, na perseguicio
dos revoltosos deJacuipe, tem muito con-
corrido se nio para o completo aniquil-
lamento desse bando de barbaros Ali ca-
nos que tanto in'quietio os pacficos, e in-
dustriosos visinboa, ao menos para afu-
gentallos, despersallos, e fazer diminuir
consideravelmerite o seu numero.
A forca policial decretada na Lei Pro-
vincial do anno passado nio be suficiente
para o desempenho dos misteres a seu ca-
go, huma vez que della se tetina de des-
tacar por todas as Comarcas da Provincia
como reclamio os respectivos Juizes de
Dii eito, e parece de razio, por quanto os
habitantes do interior que tambera con-
correm para a despeza publica tem igua-
es diltitos a que Ibes seja garantida a se-
guranza pessoaal, e de Propriedade, mas
a insuficiencia da Torca existente nio tem
perroittido que se manden destacamentos
se nio para aquellas Villas que por cir-
cunstancias paiticulares, nio podem abso-
lutamente dispensar a eiistencia em seo
seio de huma forca permanente. He pois
iudispen.-avel que ou seja marcada sepa-
radamente a Torca policial das Comarcas,
e das Villas, ou que se augmente o nume-
ro de soldados da forca policial da Capi-
tal, para della poderem ser tirados dista*
camentos para as Comarcas.
Nunca entre n-ibouve huma boa po-
lica, e talvez mesmo que ella seja impra-
t populacho for tio diminuta, e dispersa
por tio extensa superficie, mas he tiobero
negavel que em nenhum tempo os cri-
minosos, emalfetores perpetrario os ri-
is horrorosos crimes com tanto escndalo
da moral, e menoscabo da Lei, e das Auc-
toridades, como tem acontecido desde al-
gum tempo nesta Provincia, Os meios
preventivos que a Lei incumbi aos Juizes
de Paz, i experiencia mostra que em na-
da tem melhorado a no.'sa sorte, talvez
por nio tereiii "sido postos em execuca,
entretanto que'hrfm tio terrivel estado de
cousas nio pode deixar d ser atribuido
a impunidade com que contio de certo os
ci iminosos, impunidade para a qual deve-
se cnfessar que a ros.'a defeilaosa legisla-
ci criminal tem oncoriid exuberante-
mente. A otganisacfo de procesaos entre-
gue a Juizes leigos, e de ordinario desco-
nhecedores das formalidades, occasiona
continuadas faltas essenciaes, e nulidades,
cujo resultado iucviiavcl he a sbsolv'icaG
dos culpados com detrimento da cansa pu-
blica, e nio pequeo risco da parte ac-
cosadora, e testemunhasque j experien-
tes do resultado ordinario de tees prores-
sos se flirt5o a comparerimento em Juizos;
o que ainda oais augmenta a probalilda-
de de fica era impunes os delietns.
Outra causa a que deve ser atribuida a
impunidade dos delictos he sem duvida
a falta de prisdes seguras. Quasi todas
as cadeas das nassas Villas, e athe mesmo
a da Capital sio insuficientes e mal segu-
ras, e Villas ha que absolutamente dellas
carecern. Algnraas Cmaras tem pedido
ao Governo da Provincia huma porcio da
consignaco marcada na Lei para reparos
de prises; posto que eu tivesse destinado
essa consignaco para a con caza de correcco nesta Cidade, com
tudo prevendo que na6 se poderia dar
principio a esta obra no decursodeste an-
no por nio haver ainda plano algnm fei
to, tenho exigido das roesmas Cmaras
ornamentos das obra indi-pensavei* para
o reparo de stias pris3es; neubuma res-
posta tenho tido de humas, outraa pedem-
me Engertheiros para fazer taes orcamen-
tos. Escrupuloso em repartir arbitraria-
mente a consignaca e recioso de que a
sua aplicaca se th faca tambera arbitra
riamente e para objectos diversos daquel-
les que a Lei tem marcado, como ja em
outros annos tem acontecido, s teobo
mandado por disposica da Cmara de
Santo Anta a quautia necessarin para a-
rahar a radeia ali comecada, na forma do
orcamenlo enviado pela raesma Cmara ;
e s outras Cmaras tenho ordenado que
man driii fazer o orcamenlo dos reparos ne-
cessarios das priaSef e mesmo da ronstruc-
fa5 decadeias novas aonde ntSas ha, por
peritos atenta a falta abnoluta de Enge-
nheiros qoe delle possaG ser encarrega-
dos.
He outro objecto qae reclama providen-
cias legislativas, o e-iado de nullidade a
que se acha reduzidas a rnaior parte
das Municipalidades da Provincia. Estes
cornos sera patrimonio nao podem de
certo corresponder aos fins da Lei que os
iii.-tiiuio; a obrigaca de promover os es-
tabelciment08 de cemiterios, e matadou-
ros, a propagaca da Vecina, e sustento
dos presos pobres, que a Lei tem deixado
a cargo das Municipalidades as Villas do
interior dio tem passado de letra morta.
E qnando a algumas Cmaras falta5 meios,
j i pao digo para promover qulles etta-
belecimetits de ta conbcida utilidade,
mas at para pagamento d eus embre-
gados, e mai.i despeus de expediente,
quando a muitas falta huma caa, em
que facao as soas sessoes, trovas dspezas
Ihes sao encarregadas pelo Cdigo do'Pr.
Cr. noArt. em que, as obriga aprestar
casa para o Juiz de Direito e para as ses-
soes do Tribunal do Jury. He pois irr-
dispensavel qu seje9* coricedidas as Ca-
rdaras meios para poderem cumprir com
as obrigacSes a seu cargo.
A Meza das diversas rendas que a Le
Prouincial de 6 de Junho de i855 mandn
criar nesta Cidade ainda nao tem podido
ser organisada. A folta de huma raza sf-
ficiente, tendo posto o Governo oa neces-
sidade de alugar huma caza de hum par-
ticular situada no pateo da Ribeira, logar
queme pareceo para isso apropiiado, os
repartimentos que era indispensavel fazer
neste edificio para acomodallo ao arranjo
do servico da reparlicad, occasiona rao
a demora na execuca da Lei. Depois
tendo eu conhecido a necessidade de hume
repartilo fiscal, ou Thesouraria Provin-
cial como j live a honra de voscominu-,
nicar em outra occasia, devendo talvez:
ser ontra a organizacad da Meza dearr-
cadacaS huma vez estabelecida aquella ou-
tra repartica, julguei prudente demorar
por roa:s algum tempo a criaca da me-
za decretada, athe que esta Assemblea de-
termine oque Iheparecer mais conveni-
ente. t
As nossas rendas Provinciaes posto que,
como ja em outra occasia5 vos expaz, in-
suficientes pera as dspezas respectivas per
la m partilha que nos coube, sao com
tudo suseeptiveis de augmento logo que
forera melbor arrecadadas. A experien-
cia tem mostrado que o sistema de Collec-
torias, ha annos introduzido, longe de
produsir as vantagens que se espera va5 tem
causado nao pequeo desfalque nos reri-
dimentos da Provincia. Quando a ri-
queza do Paiz parece ir em progresivo
augmento, como demostr o acrescimo
consderavel das rendas provenientes de
imposlos sobre os gneros importados e
exportados, era natural que hum acresci-
mo proporcional se fizesse sentir no pro-
ducto das rendas provenientes dos disimos,
e mais impostos a cargo das Colctorias;
mas ?so ns5 tem acontecido, resultado
qu nao* pode deixar de ser atribuido ao
de.-leixo e extravio de parte de-tas ren-
das principalmente as Cotertoiias do
interior.
He este sem duvida hum dos objectos
que mais reclamad providencias legisla-
tivas ; talvez qoe o restabelecimento do
bstema de arremataca; especialmente
de alguns impostos, cuja arrecidacaS e
exacta fiscaliscad he dificultosissim'a, seja
a nica medida de que tenhaes de laucar
ma5.
A instrucca publica continua no mes-
mo estado de pouco adisntamento. Ape-
sar da Le ter igulados ordenados de to
dos os professores, inda os dos fugaras
menos importantes, ha algumas cadeiras
vagas. as que se cha6 prvidas, tenho
colligido d3 inormaces dadas pelos en-
carregids de inspeccionar as aulas no in-
terior da Provincia que nao s oapro-
veitameato mas ainda a concurrencia dos
alumnos depende inteiramente, como era'
NUMERACAO INCORRETA


2
DIARIO DE P ERNA VI BUCO.
de arpera r da raptcida(!e dos Professorrs ;
he pois para a formaga de habis Pi ofes-
sores, que leudes de providenciar ; o es-
tabelecinenlo de huma escola normal,
aonde fot-setn habilitadas as pessoas que
tem de tomar sobre si a educaca e ensi-
no da mocidaide me parece la 'maior utili-
dad*, alean disso he nece ssario que orga-
niseis hura regulamento para as escolas em
que se arhem marcados os meiog de re-
primir os Pi ofessi res desleixadus, e pou-
co capazes de dezempenhar as impnrtan-
tissimas funcces do magisterio. Tam-
be m seria de grande interesse se deler-
minasseis ajuniar ao Liceu do Recfe, on-
de j se ensins os elementos das scicnrias
exactas, huma csdeira de pontes e ealsa-
das, por meio da qual podessemos ter com
facilidad* Engenheiros para serem erapre-
gados no serico da Provincia, pela falta
dosquaesua podem ter andamento algu-
mas f bras.
Acha-se criada a repartirn das obras
publicas na conlbrmidade da Lei, e os se-
us trubilhos no'decurso do anno consta
do rrla'orio que conforme o regiment da
repartica me foi dirigido pelo sen Inspe-
ctor. A f4ta de Engenheiros e de obra
KM tem .-ido nao pequeo embarago ao
adiantamenlo das obras publicas ; a pri
rneia km o Governo procurado provi-
denciar fatendo saber para a Corte a.neci-
cidade em que se acha a Provincia, que
leudo tantas obras a couiecar apenas se a
chava ahi huin OTicial de Engenheiros
veio em cpnsequrucia mais oulro Enge-
nheiro: mas dous Oflicaes cs'a bcm longe
do numero suficiente para dar impulso as
obras da Cidade e do inleiior. Tambera
procurou o Governo informar-se porque
pagase sugcitaria hun Engeuheiio hbil
a vir da America do Norte para o nosso
Paiz encarregarse da direcca dus estra-
das, e leve respogta que por menos de
5$ooo rezos fortes se nao poderia ter aqui
En,genheiro que nos podse prestar ser-
vico- ; de&te modo oGvVtvno se tem vi$t<
na piecis; j de impregar no le va mamen! o
de j-lantas, a -algumas pessoasinteligentes,
posto que us Engenbeiros de profi$s*,
squaesalheo pr^/enU anda nao ulti-
ma rao trabalbo a'guui.
' A Lita de brenos tem sido a principal
rauza doatrazaruento em que se acha al-
gunas obras comecadas. Tenho feito bum
contracto com os Indios da C mpanba d
Guardas Nacion. cha destacada no Caluc, para a persigui-
95 dos negros qnilomb >,los naqnejlas Ma-
tas, de eropregallos no fervico da estrada
do Po do Albo, todas as vezts que o seu
ser vico no mato possa ser dispensado, po-
rem os repetidos asaltos daquelle hundo
de seh'Mgens que air-da se nao tem conse-
guido extinguir, pomo tempo deixa aos
Indios para serem em pregados no servico
da estrada ; ltimamente com o um de
remediar a falu de obreiros tenho entrado
em negociaga paia fazer .vir da Europa
colonos engajados para o servico das obras
publicas, e espero que deste modo pode
remos ter nay t brerrs a mais cmodo
rm co, como tambera mais habis por a-
Jestredosa Ira balboa a que os nosos nao
csia acustumados.
Tenho-ine entendido com o encarrega-
dd de Negocios do Brazii em Franca acer-
ca do Engenbeiro que p Goveruo foi aurlo-
rizado a mandar vir para a construy de
Fonte- Artesianas, e live resposta do mes-
ir. o Encarregadoque pagsai ia a tratar.des
Sa incumbencia com a maior brevidade
Tamb ni oiciei ao Encarregado de Neg
cios na H olan di sobre ajuste de bum Eu-
genheiro Hidrulico que possa ser encar-
regado do melboraun uto do nosso porto,
e detse ain % nao tira res posta alguma.
NaS posao exar de chamar a vossa a!*
tenei aobreo estado da Secretaria da Pie
zidenria. Os vencimentos de seos empre
gados ron-tdndo pela maior parte de em-
Jumentos zidoa, i'eooisqo.-, com a extiocadas VIe-
lirias, e OrtJeniu9s, deixara de ser ali
pas^d >s lant s lifulos de que provenha
g^raud^ parte dest cmiilgmnt le modo qijarid') os oiupregados de t - a.i repai tioe te.m do augoaento de or-
denado os d* Secretaria tem sufrido dimi-
naica, nas pela razad expendida, co-
mo por que sendo os emulumentos exis-
ieule fixados no tea>i* da aceda forte,
boje posto que a taxa seja norcinalmea*! a
mesma na realidade he muito menor, em
razaS da caresta proporcional de lodos os
gneros comprados em moeda correnle.
E entretanto eu nao julgo prerieo ponde-
rar-vos a neressidade que ha de que Uea
lugares seja oceupados por pessoas de
alguma instruQ.5, que possab a}udr a
Prezidencia em a multiplicidade de n go-
cos occorrentes, oque ser defiril de con-
seguir, sera que seja estabelecida huma
paga suficiente. Conherendo a difiscen-
cia das rendas da Provincia, eu na5 ou-
saria por agora tocar ueste objecto, se na5
estiveaae persuadida que sean maior grva-
me dos cofres pblicos, alguma couza se
poderia conseguir augmentando a taxa
estabelecida dos emulumentos.
Sa6 estes Senbores, os objeclos quejul-
guei do meu dever submeter a vossa consi-
deraca. He da vossa sabedoria e escla-
recido pali ioli-mo, que os bons Per na m-
bucanos esperan as mais acertadas provi-
dencias para o fim de remediar os seus ma-
les, e promover o engrsndecimento da Pro-
vincia.
Pernambuco 6 de Abril de 1836.
Francisco de Paula Cavaleante d' Albuq'
Qoando a cauza Publica he nada, e o
interesseparticular he tudo ; qusndo os
bomens fascinados pelo espirito de partido
stigmatizam aquillo me-moque elles acha-
riam ptimo se fos-e producca5 ana ; tiulo
se transtorna, e como si a raza5 desertasse
de taes espiritos, sao cepazes de negar at
a existencia de eus, si essa verdade fr
enunciada pelos bonicos a quem sao de-
safectos. Urna pro.va incontestavel dVsta
miseravel contradigan da humanidade, te-
mos na guerra indecente que se tem fn'io
ao Projecto aprezentado em a nossa Assem-
b'ea Provincial ppJo Digno Depntado o
Se. Dr-zembargador Liz Francisco de
Paula Cavalcante. O VeJho Pernambuca-
no, hoje Constilnigs e Pedro a.
orgasdo partido que se baptizou Mo-
derado mas qvce be s intolerante,
combatendo um nofio escripto concor-
dou, e reconheceu de. urna manei-
ra teiminante, que muilas de nossas
Lcis e Authoi idades precizavam refor-
ma, bm como re.luz.ir-.-o os Ju'zcs de
Paz a meros consiliadores, qoartar-se o
elleclivo da Guarda Nacional &. &. Aprc-
zenta o Sr. Lua Cavalcanti um Projecto
n'este sentido ; a Assemblea Provincial re-
conbecea magnitude, e utilidade da ma-
teria ; adopta o Projecto ; Approva o,
com pequeas alteraeoeni rm segunda
discoflsa ; ainda assim be a Reprezenta-
ca5 Provincial ultrajada ; chama-seo Pro-
jecto infame, e monstruoso! E por que?
S por que foi aprezentado pelo Sr- De-
zembargador Luiz Cavalcanti, benemri-
to Cidada, Magistrado iutpgerrimo e Pa-
ti iota a toda a peo va, que por i-so mesmo
dezeja, e coopera para que haja Polica,
e seguranca de pmoHedade, e pe. Deus d juizo, ou faca essa gente menos
intolerante, e alguma couza ao menos sin-
cera.
Tanto se tem fallado sobre a creacaS de
Perfeitos, querendo-se Bculcar, que be
couza nova no Brazal ; ui vamos por
tanto, para desengaaros Iludidos, apre-
zentar aos nossos Leitores a Lei do Pro-
vincia deS. Paulo (queso agora podemos
obter) que cria Peifeitos, s;;bre os quats
na Assemblea Provincial do Rio de Jmeiro
se est labem descutindo outra Lei ; e
respondan nos en ta os Srs. Progressis-
tas. ..
Gm.
Rafael Tobias de Aguisr Presidente da
Provincia de S. Paulo Faco saber a todos
os seus Habitantes, que a Assemblea Le-
gislativa Provincial ecretou, e eu Sanr-
cionei a L' i segBinte.
Art. '1. HHver nVsla Cidade, e em
cada urna das Villas ora Prefeito, que du-
rar em quauto bem servir: romtudo
pasafdoH quatio annos poder escu->ar-se
doEmprego, e s depois de o.tros quatro
poder ser eonslrangido a tornar a servir.
O Prefeito, que deixar de o ser, nao se-
r ruis obligado a exercer qualqucr oulro
encargo Municipal, salvo se for Empre-
o de jursdiccaS.
Art. a. Asua nomeacaS, suspensao, e
demssa ser feita pelo Governo, prece-
deodo informaga da Cmara respectiva
quer sobre a idoneidade das pessoas de
maior consideragaS do Municipio, em,
quem possa recahir tal Emprego, quer so-
bre os defetos, ou crimes do que o esti-
ver exercendo, que o torne inhbil de
continuar no ejercicio.
Art. 3. O Prefeito usar de farda se-
roelhante do Secretario do Governo: e
em todos os actos pblicos ter as conside-
racSes devidas importancia do seu Em-
prego, e o lugar de maior dstnecio, exce-
pto concorrendo a Cmara Municipal, ou
oJuz de Direito, que tero preferencia.
Art. 4. Ao Prefeito compete :
i. Executar, e fazer execntar todas as
Ordens do Governo, que Ibefbrem trans-
mitidas por Portaras, e Tnstruc<;6es, as
quaes o devem dirigir noezercicio do sen
Emprego.
2. As Instrucc5es, que o Governo dr
ao Prefeito, serio poraquelle remettidas
Camal-?, para quees'a a faca publicar
por Edita 1 ; e s desde ento obrigar aos
Cidados do Municipio obdiencia ao
Prefeito sobre o objecto deltas.
3. Inspeccionar todos.os Empregados de
Municipios, excepto os que residirem na
Capital, para cei lificar-se se cumprem com
Os seus deveres, exigindo delles informa-
ces sobre os objeclos de que bouverquei
xa on denuncia ; recotmnendando-lbes a
exec'.icio da Lei, quando haja reconbecida
negl:gpncia ; ou determinando ao Promo-
tor Publico, que promova sua responsabili-
dade, remetiendo Ihe para isso os documen-
tse informacSesque tiver; ou participan-
do documentadamente ao Governo, como
entender mais conveniente.
4 Participar cada mez ao Governo,
ou ainda antes, se for necessario, tudo
qnanto convenha que elle saiba sobre a
conducta dos Empregados Pblicos, es-
tado de seguranza, e tranquilidade do
Monicii io.
6. Tt debaxo dp seu commando e
ordim a Guarda Policial; nomeando para,
ella os Commndanles necessarios ; dis-
tribuindo o servico cora igualdad?, .ejus-
tiga ; o. (leando o nume-ro de patrnlbas
Pociaes, dando-lhesfinstruccSes, a fim
de que a tranquillidade, e seguranca se
conserve, segundo as Leise Posturas.
6. Cumulativamente com as Autori-
dades Policiacs, fazer prender os delin-
quentes, quando a Li o determina ; e to-
mar conhecimento das pessoas que de no-
vo entrarem para o Municipio. Sendo
estas suspeitss, e aquelles presos, os re-
melter Autboridade Policial competen-
te com a necessai a informaca.
7. Executar e fazer executar todas as
Posturas confirmadas, e as deliberarles da
Cmara, que nao forem manifestamente
contranas s Leisesuas attribui^es. Para
essefim Ihe seio transmttidasofficalmen
te, ecom termos nSo imperativos, pela C-
mara as suas Posturas e deliberarles; fican-
do ella na intelgenu'a, de que somante Ihe
compete deliberar, e nunca executar mas
fiscalisar a boa execucao de suas Posturas,
e deliberacoes, pedindo nformacSes ao
Preft ito : e no caso de responsabilidade,
drigindo representacSes documentadas ao
Governo, para que este a faga tffectivs,
quando ella tenha lugar.
8. Scrvir-sedo Procurador da Cmara,
seu Secretario, e Officiaes, qutndo nao
eteja legitimamente impedidos, nos ne-
gocios relativos s Posturas, e dliberaces
da mesma ; e estando impedidos, pedir
Cmara que nomeie quem interinamente
os deva substituir.
9. Assistir abertura de cada Sessao tri-
mensal da Gamara, e nella propor as me-
didas que julgar convenientes rommodi-
d.de, seguranca, e tranquillidade do Mu-
nicipio ; c participar a execftgjS que tem
promovido das Posturas, e deliberacoes
pie Ihe f >r5 communiesdas: os obstacu-
des. Nao podendo porm comparecer pes_
soalmente por motivo legitimo, remetter4
com Officio o seu relatorio, para ser ld0
pelo Presidente da Cmara.
10. Receber da Cmara em aberto, pa-
ra reroelter Autboridade Superior, as
Posturas, Con tas e Orea mentes, que elU
dirigir, dando sobre todos esses objeclos
sua informacio, e parecer, que remetiera
conjunctamente Autboridade Superior.
11. Exigir de qualquer Autboridade da
lugar os eselarecimentos, e infoimacSes,
que percisar r tendentes aoJServico Publi-
co, que se ihenio podero recusar.
Art. 5. O Prefeito nlo poder coi.juik
cttraente exercer qualquer cutio Empre-
go, exopto se este nao tiver jurisdiccio.
Art. 6. O Prefeito pro pora ao Governo
tantos Snb-Prefeitos quantas forem as Fre
guezias e Capellas Curadas do Municipio }
sendo pessoas de probidade, e.que gczem
de con?ideragf o no' Districto.
Art. 7. 0% Sub-Preleitos, depois da
confirmados pelo Governo, serio juramen-
tados, e impossados pela Cmara Sua dura-
cao, Ukpcnaa, deintsw, sei na forma
dos Artigos i. e i., con? a differenca de
nao ser neceasaria informaca da Cmara,
mas a do Prefeito, a qnem sera subordi-
nados ; e por que poderaS ser suspensas
interinamente, nos casos de negligencia
habitual, ou manifesta pretaricaca, at
que o Governo delibere definitivamente,
a que o Prefeito dar parle na primen a
ocrasiaS opporluna.
Ar. B. Sera das altrbuices do Pre-
feito aquellas, que o Governo marcar as
Instrucces que Ihe der, e que devem ser
publicas por Edital da Cmara. Te rao
a mesma farda, e goza rao da mesma con-
sideracaS, e preferencia dentro do seu
Districto.
Art. 9. O Snb-Piefeilo da Frfgueza
caheca do Termo, na5 ter exercicip se
nao na falta, ou legitimo impedimento do
Prefeito : etntaS gozat-de todas as altri-
buicoes, prcrogativas e cpnsiderfes de-
vidas a este.
Art. iO. Faltando qualquer Sub-Pre-
fejto, ou aphando-se legtimamente impe-
dido, o Piefeito designar quem o deva
substituir interinamente.
Art. ii. O-. Inspectores de Quarleii oes
sa5 subordinados aos Piefiitos e Sub-Pre-
feitos, paia enraprirera suas ordens dentro
do Qoarteirao : e todo o Cidada be 0^
brigado a obedece-los, quando for chama-
do pira auxilia-Jo, ou cooperar para exe-
cug6 de ordens, ou sobre objecto de su-
as attributces.
Art. 12. Os Prefetos, e Sub-Prefeitos,
sendo injuriados, ou de-obedecidos, pro-
ceders na forma do Artigo 204 do C-
digo do Processo Criminal.
Art. )3. Os Fiscaes do Municipio se-
ra livn mente nomeados, e demittdos
pelo Prefeito, e sera os Executores de
suas ordens, relativamente s Posturas
e deliberacoes da Cmara Municipal.
Ait. 14. Pica revegadas todas as dis-
pozices em contrario.
Mando por tanto a todas as Authorida-
d-'s, a quem o conhecimento e execucao
da referida Lei pertencer, qe a cum-
pra, e faca cumplir ta inleiramente
como nella se contera. O Secretario des-
ta Provincia a faga imprimir, publicar,
e oorret. Dada no Palacio do Governo
de S. Paulo os orne dias do mez de Abril
de mil otocentos e trinia e cinco. R,
phael Tobas de Agujar.
DIVERSAS REPARTICOENS.
los, ou inconven'entes que tiver encontra-
do, e os meios de os remover. Ne-ta occa
sia ser recebido porta da ra pelo Secre-
tario, e porta da Sala das Sesses por ma-
is dous Camaristas, levantando se todos ao
elle entrar pela Sala : ter assento igual, e
direita do Presidente : fallar sentado, e
ser despedido com as mesmas lormilida-
POLICIA.
Illm. Sr. Partecno a V. S. que
boje entro no exercicio do mpo Emprego
de Juiz de Direito e Chefe de Polica des-
ta Commarca ; pelo que sirva se reme-
ttT-me todos os papis relativos a esta re-
partica, e commuucar-me as ordens do
Governo, que por ventura haja a curo-
prir-se ; assim como dizer-roe que Escri-
va est de Semana.
Reitero a V. S. os meos respeilos.
Dos Guarde a V. S. Rerife 8 de A-
brl de 185(5. Illm. Sr. Doutor Bon-
to Joaquiu de Miranda Henriques, Juiz



DlATllO DE PERNAMBCO,
s
deDiroileda Comarca. -- Joaquim Nu-
nes Maxado, Juiz de Direito Chefde Po-
lica.
Illm. e Eim. Sr. Entrando ho-
je nwroww4U mao Emprego de Juiz
de Direito* Chafe de Polica desta Co-
marca j assimo eorounico a V. Ex. para
certeza na ex, edica de suas ordens. Rei-
tero a V. Ex. meo* respeitos e considera-
cao,
Oes-Guarde a V. Ex. Recie 8 de
Ab*l de r836. Mea. e Exm. Sr.
Fraustacode Paula Cava'leanti de Alba-
Joaqun Nuae* Mechado.
X Constando-roa que bo)e mee* Deg-
trictovai aparecer ama reuoiaft de Povo
fiara o fia de eadereasar a Asamblea Pro-
vincial urna represen tacaS j ciinspre que
V. S. figilantcmente providencie que oaS
' aparecafiexcessos, ese perturbe por qual
quer maneira a ordem, e Paz Publica,
cumprindo exactamente o que lhe incun
beo3.art. 5.-dkLi .de 16 de Outu-
bro ne Sa?, comtnomcando-rae o que
occorrer de, Moistuo para providenciar o
que foT conveniente a segmenta Publica.
Dos Guarde a V. S. Becife 8 de A-
biildel836. Joaqun Nunes Macha'
do. Illm. Sr. Joze Tavarea Gomes da
Fonceca, Juiz de Paz do i.* Destricto do
Collegio.
i-------------
jlUZOnF. PiZ D rRlHKIRO DlSTRCTO lo
COLLEGIO.
Illm. Sur, Quando esla manbi recebi
o 'fficio de V. S. a cerca da reunio que se
tinlia t-nti-m annunciadopara hoje no Con-
venio de S. Francisco deste meu Districto,
j ineeu ahi hchava com os ineus Inspecto-
res, Escrivo, e flleijnho; eio-no V. S.
tarobem abi depois logo chegou, e presen-
ciou o que se pattbu escudado rae parece
referir-lbe nesle officio. Dos guarde e
V. S. Piimeiro Districto do Collegio 8 da
Abtil de i836 Illm. Sor. Dootor Joaquim
Nunes Maxado, Jub do Direito e. CliefTe
de PolicaJoze'lavares Gotnis da Fon-
ceca, Juiz de Paz.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a me.sma do N.* ?5.
ARCEKAL DE MARINHA.
Faz-se scente aos Operarios do Arcenal
de Mai "lia, que hoje 9 de Abril do cor-
rente lera lugar o pagamento da feria ven-
cida de 16 3i de Margo findo. Arcenal
de Marinha 8 de Abril de 1836.
Antonio Pedro de Carvalho
inspector do Arcenal.
CORREIO.
A Sumaca Concekio Flor do mar de
quoMeatre Jos Rodrigues Pinheirosai
para o Aracati no dia do crrante.
O Brigue Orosimbo de que C*pi-
lio Antonio Ca los de Azevedo sai para o
Rio de Janeiro no dia 16 do correte.
CORRESPONDENCIA.!
Snrs. Redactoet.
Eslava en contenlissimo com a declara-
gao do seu correspondente o Amigo da
Verdade, porquejsendo eu Portuguez,e
bum d'aquellesque fui chamado ao Conse-
ibo de Qualificacjo do meu Bairro, que
desattendeu os meus documentos a pesar de
lhe ha ver mostrado alea baixa que tinha
obtido do servico do Batalho 54. por mo-
tivo de mol> stia, e'ainda mais por ser Es-
trangerro,aeentei que semelliante declara-
gio pelo modo e tom dogmtico com que
se enunciava era d'alguma pessoa que ti-
nha feilo parle do Couselho, ou que pelo
menos eslava bem ao facto do que l se pas-
sava, visto que positivamente asseverou
que nem hum t Portugucz haviasido qua-
lilicado.
Corno digo esta va eu satisfcito por me
rer Ifvre de trebalhos, edava grcas a D-
os por ter itispirado ao Conseibo to justa
e patritica resoluco, mas eis se na quan-
do me vejo sarprehendido com o avizo que
rae fazpm para comparecer no da 8 do
con ente como Guarda Nacional cualifica-
do, para reconbeoer os velhos Officaes, e
el legor oe novos! Estou pois prepfexo
Senbores Redactores, sem atinar com o que
devo faser, porque ba verdade he esta ha-
ma terrive! colino para mim. Como Es-
trav^ewoeuaou inhibido deeotar nasE-
fek6e9 exercendo hum | direito que por
nervhum modo me {pertence ; deque me
pode resultar a perdados diretos da minha
Naglo, que nio estou per ora disposto a
renunciar: se nfo comparecer son preso,
porque por ahi segundo me consta ja se
ameaca com o Quarte! dos Municpae!
N'estes termes recorre aos Sor. Redacto-
res, para que se sirvi pela sus bondade
insinuar-mealgum meio de me ver livre
de to terrivel coliseo.
Por ate favo'r lhe aera sumamente o-
biigado .
Se Venerador e asignante
Jlo Antonio dos Santos Andrade.
-
ANNUNCIO.
Hoje sai a quarta remessa do Mee-
quitnba, e vende-se nos lugares do coa tu-
rne, por 40 reis.
AVIZOS PARTICULARES.
Antonio Dias da Silva Cardial retira-se
desta eraca para um dos porfos de Portugal,
a tractar de *eu negocio, continuando este
no mesmo giro, e debaixo da misma fir-
ma, entregue a suamulher com piocura-
cao a seu caixeiro Antonio Faancisco de
Paria, e a Joze Domngues da Costa.
(ty Quem quiser dar 50$ reis a juros
de 2 por cento sobre peuhor d'ouroj an-
nuncie.
^^ Quem perdeo um menino, pro-
cure na rea Nova a Fillipe Lopes Neto.
ajry Precfca-se de urna, ou du;-s pessoas
que saibi trabalha- em padaria, forras,
ou captivas : na ra Direita padaria D. 43,
t u aiinuncie.
r^" Na oote do dia 31 de Marco para
ol.'d'Abiilfugiro de bordo do Brigue
Sardo Pylade e Orestes ancorado na praia
do collegio dois mocos pertencentes tripu-
lai;o do mesmo de nome Guolamo Bixio, e
Lourenco Raimundo ambos subditos Sar-
dos, por tanto roga-se a todas as pessoas
que soubeiem dos mesmos queiio infor-
mar no Vice-Consulado Sardo ou ao Capi-
llo Ghirardello, quepromette urna grati-
ficaco de 50,000 reis a quem lhos enti egar
ou der informacSes que possio conducir a
api chensiodus mesmos, e protesta usar de
todo o rigor da lei contra as pessoas que os
oceultarem, acusta dos quaes deverSo os
fgidos regressar a sua patria, e fz-se es-
te aviso aiim de que ninguem se possa cha-
mar a ignorancia.
ypf Allugo-sa seis, ou oito pretos pa-
ra serventes de pedreiro, pagando-se-lhe
480 reis por dia, almogo e jantar ; noar-
maem de assucar defronte da Igreja do
Corpo Santo.
%p Oabaixo assignado faz publico,
que tendo contracta do em i7u8 huma so-
ri dada com Joaquim Coetbo de Athaide,
morador em Portugal, agora se acha etn
ajuste de contas com o Procurador da casa
do mesmo Athaide, Joaquim Xavier da
Maya : e como este Snr. aprsente pelas
suas contas peculiares hum saldo exorbi-
tante seo favor, e com que o abaixo assig-
nado nao concorda ; por isso desde j faz
certo, que nao se responsabilizar por qual
quer letra, cunta, ou negocio, que o so-
bredito Snr. Maya houver de traspalar,
ou concluir com terceiro, confiado no
norme saldo que apresenta; pois que o
abaixo assignado persuade-se somente de-
ver casa do seo falescido socio tiez coutos
e tantos de reis, mais ou menos.
Joze Bernardinu Lili.
Il^* Felipe Lopes Neto, Juiz de Paz do
2.9 Destricto do Bairro de Santo Antonio
faz scientc, que tem mandado por en depo-
sito atn cavallo sellado e infreiado, que
um destes das fbra encontrado por as du-
as horas da noite atado em parte suspeita
nesta Freguesia : quem for seu dono apa-
rece ao mesmo Juiz com os signaos, idade,
ecor que temo cavallo, assim com a quali-
dade dos arreios.
NAVIOS A CARGA.
Psra A muerda m.
Segu vagem at o fim do corrente mee
a Barca Hollandeza Fevaan, Capitio Dries-
ter.
Para Genova.
%9^ Segu viagem at o da SO do cor-
rente o Brigue Sardo Pylades e Orestes,
Capitio Ghirardello: quem nos mesmos
qOiser can egar ou ir de passagem, dirja-
se ao consignatario A. Schramra.
Para o Rio de Janeiro
%^|Segue viagem com muita brevida-
de o Bergantim Brasileiro Orozimbo, Com-
mandante Antonio Carlos de Azevedo Con-
tinho, tem exeellentes commodos para
passageiros, e de excellente marcha:
quem nelle quiser rarregar ou ir de passa-
gem dirijaae ao Commarulante, ou ao con*
signatario Mauoel Joaquim Ramos e Silva.
Para o Havre.
W^ A Barca Franceza Gene, Capitio
Recouis sahir para aquello porto porto-
do mez d'Abril por ter a sua carga pronto-
ta : (jiim quiser ir de passagem para o
que tem exeellentes commodos, dirija-*e
ao lseripiorio dos Consignatarios Lenoir
Besurhet & Puget, ra da Cruz n. 5.
VEND KS.
Um cavallo de Tubas fs sellas, bora pa-
ce i ro, e furtapaceiro, novo gordo, e sem
axaque : na ra da Conceico D. 30;
Ilpy As seguintes obras latinas em bom
uso ; Virgilio, Saluslio, Horacio, Teren-
cio, Tito Livio, Pedro, Cornelio Nepos,
e Selecta : em Olinda na ra do Varadou-
ro n. 38.
yy SjI do As-u de superior qualidade,
e por preco commodo, e palhos de carna
ba : na ra da Cruz no Recife n. ij.
X8T Um cavallo castanbo com .bons
andares, e novo; na ra do caldeireiro D.
aO.
try Superiores bixas ltimamente che-
gadas de Lisboa, grandes e meaens, por
prego cemmodo : na rraca da Independen-
cia toja n. 20.
Sjry Um relojo Inglez de cima de ban-
ca'ainda novo por ter seis annos de trra,
de minuetes, i -peticio, silencio, esperta-
dor, dias de mez, e regula a la, ludo mui-
to certo: na ra do Cabug loja D. 5.
jry Urna caixa com 4 pecas de msica
de mutobom gosto, e com palmo e meio
desilindro : na ra Nova D. 3.
?jry Urna moiata da idade de 26 an-
uo, bonita figura, sabe cosinhar, engo.
mar, e coser, ludo com pcifeicio, e tom
umfilhodefiaonos: naruadoFogo 11.
jry Urna preta de meia idade, propria
Eara o serAco de campo: na ra do Pires
1. 4 at as 8 horas do da.
Sjry Urna porcio de barricas de fari-
nha do reino vazias: na venda da esquina
da ra dasTrinxeiras.
ijy Chapeos deso do porto : na ra
daCadeia, N. 15.
j,y Urna e-crava crila de 17 a 18 an-
nos, faz renda, e coze perfeito : no beco
da Lingoeta, venda de Manoel Goucalves
Pereira.
yy Um aegro marinheiro, e canoei-
ro : em fora de portas, D. 21, confronte
ao beoo largo, que bota para a mar glan-
de.
%y Capm de planta em bons feixesa
160, diariamente : na venda da ra nova
junto a ponte D. 36.
/y Quatro rodas de ferro proprias pa-
ra arrastar madeiras: na ra da Concei-
^a D, 3o.
jy Vm taxadel arroba e 13 libras,
novo, e bem fornido a 500 reis a libra:
na Typ. deste Diario.
3- Folinhas de porta, de Al-
gibeira, e de Padre, para o pre
sent armo de 1836, por preco
commodo, na Prac,a da Indepen-
dencia, loja de Livros N. 37 e
38, e na ra da Madre de Dos
venda que fbi do Rezende.
ARRENDAMIENTO.
A pessoa que quiser arrendar o sitio que
foi de Paula Chaves, fallena ra velha casa
que foi do Salerno que achara com quem
tractar.
fc9r* Arrenda-se um sitio na Povacio
da Varzea que foi do defunto Vigario;
quem perteudar dirijase ao sobrado junta
a esta Typografia.
FURTO.
Fartou-se na noite do dia 6 do correnta
mez do quintal da cata na ra da. A^fria
que tem grade de ferro e lampiio na 001%
duas bacas de rame sendo urna ja tiza-
da e a outra noa : a quem Ibe foroffereci-
das, ou as liver querendo entregar, ser
bem recompensado.
ESCRAVOS FGIDOS.
Joio, por alcunhoCoxni, parceiro do
Contra metade, ecanoeiro, levou vestida
camisa de algodozwiho, e calsa de risoado
encarnado ; fogio no Domingo 3 do cor-
rente : os apreliendedores levem^ioa ra
do Tiapixe defronte do caes da Lingoeta
D. io, que serio recompensados.
*3T Na noite de 26 de Mareo p. p.
desapareceo um escravo por nome Cacta-
no, naco Angola, idade 35aunos, repre- f
senta anda meos ; estatura mais que re-
gular, ollms pretos, denles iguaes, e sem
falta ; urna grande sicatriz no peito direi-
to, e um defeito no pulso de urna dae
mos: quem o pegar, ou denunciar aonde
elle est, dirija-se a casa do Jacinto Joze
Tliomaz da Silva na estrada de Joio de
Barros, que ser bem recompensado.
Taboas das mares cheias no Peno da
Pernambuce-
18Segunda
19T:i
3 20Qi-ri
aaS:
23 S:i
24D:~J
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- 7h.ig
- 8 i
- 8-54
- 942
- 1030
- 1118
- 12 6
sn
.

H
c
II
*
ii
Tarde
Manhfi
NOTICIAS MARITMAS.
Navio entrado na dia 8,
BOSTON; 41 dias; B. Amr. Floras
day, Cap. D. Cooh : varios gneros : i L.
G. Ferreira & Mansfiold. Ton. i33T
Passageiros 3.
...... *m
ERRATAS.
No Diario de hontem pag. 1, col. 1 lio.
10 em lugar de Ilustre, diga-se Ulustrada
considei acio : na mesma col. lin. 50 em.
lugar de systema de imposicaS, diga-se sys-
tema de imposioes: na mesma coi. lia. 33
em lugar de ilucdaces, diga-se llacida-
cSo : col. 3 lin. 28 em lugar de Lei anfinal,
diga-se Lei annua : col. 3 lin. 1 % em lugar
de elle dera assentar &c, diga-se dava a> *
a-ritar &c. : na mesma col. lia. 38 em la-
gar decontribuinte, diga-ae cootribuiotesr
col. 4 Un. 11 em lugar desalas, diga-se a-
lis: lin. 68 em lugar de jurisdisconal,
diga-se jurisdiccional.
_ j -a
1 ?IK. KA V?. fjtjm&l1! 85flS


.<
f)rm>0 covvenU$. pmtambnc
IMtaBTAfA* IMPORTATION________
de A>K*f*&Ml
GNEROS.
A.(0 de Milito.
* do Suecia
*6..
iterra neo,,

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lAgo* /aa.
' Agardente de Franja
| ,, do Medite
Aieatro Sueco.....
.,, Americano
Alfazema..........
Alvaiade..........
Amarras de ferro conf. snas v.
de linho Ing. pat
d- Russia......
mendoa doce com casca mole
Ancoras' e ancoretas........
Aniagem ordinaria..........
... /,nra..............
. ATarae de ferro............
delalao............
I Arcos de ferro.............
Arroz pilado estrangeiro.....
Azarco....... ......
Azeitedoce de Portugal.....
de Mediterrneo.
" de peixe........
BACALHApeq. seco.....
jBacas delato...
Batatas...........
Bezerros Francezes
Breo..........
Brim da Russia largo
t
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.( .
v
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estreito..
lnglez largo...
estreito.
lussia.
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Bolaxa fina.....
ordinaria .
Bolaxinha
CABOS de linho Ing. nal
da Rus
n "
Caffe'........
Carne secca do Rio-grande ....
v de Monte-video...
de vaca salgada d'Irlanda
,, d'America
de Porco ,, i
,, d Irlanda
Canieiras'VrancezaS de cores..
Carvo de pedra....
Cera amarella.....
branca .......
Cha Hisson superior
Uxim.........
pe*........
Cerveja branca.....
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Chitas azues da fabrica de Lisb.
Chumbo em barras..........
tt em lencol..........
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Cobre para Caldcreiro.......
ENCHA.DAS do Porto.......
Ervadoce..................'
Espingardas lazarinas........
suiilio....................
FAR1NHA de Trigo Ame...
de mitra parte...
de Mandioca.....
Folha de Flandes............
de ferro lnglez
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9000
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Engl, slieeting wide ...
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GNEROS.
Ferro Ing. em barras..
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,, da suecia........
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GARRAFAS pretas.......
Garrafeens empalhados....
Geuebra em pipas.........
,, embotijas........
Grossaria.................
LONAS da Russia largas...
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Inglesas largas.
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[MAMTEIGA Ingleza......
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OLEO do linhaca em pipa.
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Papel Hollanda grande.....
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almaco 1. qualidade. .
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Parnaliibas.................
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rezuntos do Pirto.........
de Inglaterra.....
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RAP da Bahia, rea pieta..
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S*\ Estrangeiro..........
Salca-parrilha........" *
iSelins...................
TABACO maependim....
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VERDETE..............
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Vinho do Porto..........
de Lisboa tinto P R R
,, outros autores
da Figueira
de Prov. e Catalonia .
pipas de 85 Caadas..
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de Bordeaux em B.....
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Vinho de Cette, S. Q. p gr..
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IVine Cette, s. q.......
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Algodo, 1. qualidade.......
Assucar branco, sob Ierro
BF i#3oo, RFi#aoo, BR i#ioo
RBipo, BB800 Bl 65o
Assucar mascav. sobre ferros..
MM 5oo, MR 400, MB3oo
Assucar B. em bar. novo.....
Couros SecosSalgados.......
Vaqueta...................
Ponas deboi...............
Cobre velhe...............
Rum Superior........
Colln .. qualit y .,
Sugar white, Above
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Mide, Ox.............
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Horns, Ox............
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JLondres, 3g 1I1 Ds. St por \g ced.
I ou prata 5o p. cenlo de premio.
Lisboa 5o por 0/0 premio, por metal, Nom
Franca 245140 Rs. por franco
Rio efe J. 6 a 7 por cento de premio
Moedas de 6tf4oo 12^600 a 12^800
1. 4i?ooo 7#ooo 7jjfioo
Pezos 440
Premio da prata 5o p. c.
das lettras por mez 1 3 por 0/0
Nglaterra. Algodo, 7/8 por lib. &5 p. c. n-
,, nom. Assucar 2 i por Ten. 10 ,,
Franca Algodao 5oo rs. ar i 10 por 0/0 No.
,, Assucar 60 fr. nom.
Couros 180 a 200 reis
Hamburgo, Assucar 3 L. 5 e 5 p. o|o Nom
Hollanda 3 L. 10 & 5 .1
Trieste. 5 L. 10, ck 5 por olo
Portugal, Algodo 600 Rs. por Ar.
,, Assucar 3oo .. ,,
Genova, dito 5 10
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B.
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1 Quintal =: 4 arrobas. 1 ar. 5a Lb.
loo Lb. =r o3 meios ki\ = 101 Lb. Ings. = gS Mam.
1 Canad (medida vclka)z= 1 3/5 galn =z 6/7 velle.
ii Alqueires (idem)=z 94 bushel =: 34o titres.
1 Co vado =z 5 palmos, 1 Yard. 4 palmos.
1 Fara 5 palmos, 1 palmo me x. 236, = 8 p. 11 Ing.
Ql. quintal, Lb. libra, Ar. arn.lM, To. tonelada Ba. barrea,
Jrril Cx. caixa, Gl. galio Pp. pipa Alq. alqueire Va. vara,
iiUjiLt rin I.>...,. I I Xl. /', Mna.. i .
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hu. huma Dz. duzi
, Ct. cento Gr. eroia, Mi. mi-
jru Pa-, Re. resma ; -Fa. falu, ab. abundante, Pr. procurado,
uo ha, \f Jarda.
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b^ direitos sao de ii p. e. sobre as avaliacoens.e mais 1 ip de expediento.
fc^> Desde o 1. de Julho, o uino, e a'Carne do Rio Grande nao |--|
gao mais direilo algum de exporta9So, mas continuo a pagar 16 por ccoU
tosobre a avaliaco d Alfan dega, vihdo de payzes etrangeiros.
f^. A Agoardeute paga 2 por cento d'eiportaco sobre o valor de 4oo
rs. a caada. j
f^Subscreve-sena Typografia do Diario, pateo da Matriz i3fooo por MM
7jfooo por bViiieslre 4^000 poi trimestre ; vende-se avulsu no mesrao lugar
4oo Rs. cada bum esendffpara os assiguales i 80 Rs.
IMPRESSO POK M. F. E FARIA.



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