Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01788


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Full Text
ANNCTDK 1836. QUARTA FEIRA
H
6 DE ABRIL N. 7l
DIARIO DE PERNAMBLCO.
Pbrhamrcco, i Tvp. dr M. F de Paria. 1836;
ax\AASnojMANA.
4 Segunda Jff 1. Qitara S- Izidoro Are.
5 Terca >J< 2. Git. S. Vicente Ferrer.
6 Quarta S. Marcelino ses. da Thez. Pub.
7 Quinta S. F.pifanco B. M. Anniversario da Abdi-
caba? da C. en S. M. I. e C. o Sr I). Pedro II Nao"
ha desp. Qnrc m. as 8 h. e I'- m- da t.
8 Sexta S. Amancio I!, ses. da Thez. P. aud. do J.
de O- de t.
9 Sbado 5. Demetrio Re. de m. e aud. do V. G.
del. fin Ulinda.
3 Domingo da Paschoella S. Ezcquiel Profeta.
Tudo apura depende de nos meamos, da nossa pru
dencia. mrtdf.raqo. e energa l continuemos com
priiiBipiamos. e <>remn* apnntados com admira*
(lo entre ai Nac,oeg mus cultas.
Proclamafo da Jtiemblta Gem do BratH
Subiere re-fie a 1000 rs. mensspi pagos adiantados
nema Tvpografia. e na Praca da Independencia N.
37 e 38 ; onde e receliem correspondencias legali-
sailas. e aniiuucios ; oneroido-e ete gratis sendo
dos propriosassignautes, e viudo assignadoa.
CAMBIO.
Har SI.
iiOndres, 39 Ds- St. por I ctd. ou prata a50
por cento de premio.
Lisboa 50 por o|o premio, por metal, Nom.
Franca 245 -240 Rs. por franco
Rio de Jan. 6a 7 por cento de premio
Moedas de 6400 12,.600 a i '..mki
4000 7.,000 a 7I00
Pezos l4K)
Premio da prata 50 p. c
dae lettras, por me* I 2poro|o
Cobre 25 por cento de dcscouto
PA HTIUA MOSCOKItKIUs.
Olinda_Tinios os diasao meio da.
Goiana, Alhandra. Paraiba, Villa do Conde M-
mauguape, Filar, Real de S. Joo. Breio d'Areia
Ra.nba. Pombal. Nova de Wa, Cid.de do ml
\ .Has de Go.anmnha e Nova da Prineeza, Cidade
si" "i"' V'"T *<*'. Monte mor now,
Aracatv (ascavrU Canind. Granja, Imperatrlz
5. Bernardo, S. Joao do Principe. Sobrar. Novad'
F.H .-v, IC6, 8. Matheet, Rcachodo ,anKe. S.
Anton.o do Jardim, Quexeramobim. e Parnahiba
segundas e Sextas feirai ao meio dia por via da
Paraiba. Santo Antao- Todas as quintss friras ao
meloda. Garanbinis, e Bonito- nos lias 10 e 24
de adame/ ao meio da. Flores-no dia IS de
cada mea ao meio dia. Cabo. Serinhaem. Rio For.
mozo. Agoa Preta e Porto Calvo-nos dia I, ||
e 21 d cada mez. Serinhaem, Rio Formozo, e A
goa I rea-Segundas. QnarlMh. e Sextas feira.
PARTE OFFIUAL.
PERNAMBUCO;
GOVERNO DA PROVlfClA.
Continua o Expediente de 26 de Marco
p: p: ultimo Expediente d'essejmez.
Remedio Vms. com urgencia) Secre-
taria d'esta Piezidencia para ser levado no
ronhecimeiHo da Asseinblea Legislativa
Provincial o orcmeuto da desptza, que
se podei fazer com o reparo da Cadeia
d'edsa Vi la, ou com a|constru<;ao de hu-
ma nova ; podendo na falla de engenhei-
ro ser e.sse o esmerilo feto porjperitos.
Dos Guarde a Vms. Palacio do Go-
verno de Pernambuco 26 de Marco de
1836. -- Francisco de Paula Cavalcanli
d'Albuquerque. Srs. Prezidente, e
Vei iadores da Cmara Municipal deOlin-
da.
Officios do theor do precedente se
enderecaiam as Cmaras do Cabo, Coian-
iia, Serenliaem, Jguarass, Limoeiro, Na-
Zareth, Bonito, Cimbres', Pt> d'Alho,
Garanbuns, llamarac, Bit jo, eRio For-
mozo.
Officio, assigtiado pelo Sr. Secretario
da Provincia ; Ao Secretario da Assenibla
Provincial, remettetido-lhe, para fazer
prezente ajme-ma Assemblca, a exegida
infoi rnaco dada pela Cmara de Goianna
a requt-rmenlo do VgarioJ4da Freguezia
de Taquara.
DIVERSAS REPARTICOENS.
CMARA MUNICIPAl/D'OLINDA.
11." Srs sao Ordinaria de 13 de Fevereiro
de 1830.
Presidencia do Snr. Barros FalcaS.
Abeita a Se.'sio compareceio osSnrs.
Dr. Chapas, Barata, Xavier, Albuqutr-
que, e Oliveira ; fallando com cauza os
benboi es, Cardim, Guedes, Pasaos, e A-
zevedo.
O Secretario dando conta do expediente
mencionou os-eguintes ohcios.
Um do Promotor Publico iolerino Can-
dido Aulian da Mala Albuquerqut-, par-
tecipando mudar-t-e do Municipio, e reme-
tetido hum Officio feixado para sen talo
essor apenas seja Juramentado; inleira-
da.
Outro do Dr.'Juiz Municipal Lourenco
TrigoeLoureiro, puitccipande Ur no-
miado para Promotor Publico, interino
por aii7.eiici.-t do actnal interino ao E-tildan-
te do 5. anno Justiniano B.iptisla deSou-
za, pelo que a Cmara o Juramentou na
forma do e.lill...
Outro do Cidatlo Francisco AI ves de
Mello, partecipando o seu estado de mo-
lestia, com atestaco de Facultativo afim
de ser escuzo do Cargo de Jtiiide Paz Sup-
plente do 7." Districto do Poco : pelo que
rezolverS fosse escuzo e que se chimaste o
imiduito para prestar o competente Jura-
mento.
Outro lo Juiz d Pas do 6 Districto de
Bibiribe lemelendo a copia da Acta do
Concelho de Qualifieaco da G. N. : a C-
mara rezolveo que se lhe olliciai.se para que
remeles-e a Lista geral da Companhia visto
que constando da dita Acta ter, qualifica-
do i4 G. N. do servic ordinaiio nao po-
da formar huma Companhia.
Recibeo-se pela'Secretaria do Governo
3 impre.-sos de Rcz.olui;5es da Assemblea
Geral : inteirada.
Um officio da Juiz de Paz do a Di-tric-
to Joze Eustaquio Maciel Monteiro, reme-
tendo i." alistamento dos G. N. de fea Dis.
trido a fim, de qwe se compra o Art. 32
do ReguUmento arespeilo; visto que a
conimis-Io nomiada pela Cmara para dito
fim tem retardado o seu parecer: a Cma-
ra rezolveo que vis'o a dita Commis.sio nao
ter comparecido com o seu parecer, que
se cump isse a Le, e como o n. de G. N.
alistados erio de 26, que se criassem a
companhias huma com i3a G. eouiracom
o mesino n. sendo a parada da priroeira
Companhia o palio da Igrej i de S. Bento,
e da seguuda o palio da Igreja de S. Pedro
Apostlo, e que dioto inebrio se fizesse
participante ao Juiz de Paz, e igualmente
que a Cam.ua est certa nocumprimento
de seus deveves assim como elle Juiz o de-
ve estar.
O Snr Dr. Chagas, propos que esta
Camira exija com a maior brevidade con-
las ao Procurador na forma da Ley, e que
at o fim do prezente mez se aproo: ptem as
conlas do anno financeiro que acabou eui
1835 : re/olvido a favor da proposta.
O Secretario 1 eprezentou t|ue a referida
i on'a era lalioi io/.a, edegraudts somma-,
e que por tanto se lhe noiniasse urna Com-
misso para o judie: a Cmara nomeou
ao S ir. Vereador Cardim.
Rezolveo fina'mente a Cmara que o
Procurador na primeira Sesso aprezen-
tas-e siias coii'as.
O So. Prezidente requereo 3 mezes de
licenc. : deferido.
Houvero varios requei imenlos de par-
tes, e por dar a hora o Snr. Prezidente
hoifve a Ses.-So por feixada, e fiz esta acia
em que asignarlo : eu Manotl da Moita
Silveira, iecretario da Cam. vi. Barros Faicio, P.; Oliveira, Dr.
Chagas, Xavier, Barata, Albuquerque.
JIUZO DF. PAZ Do PRIMF.TRO DISTRICTO DO
COLLEGIO.
Illm. Snr. Tendo sido qualificados
Cuardaa Nacionaes, pelo respectivo Con-
selho, os Cidadios constantes das listas,
que passo as mos de V. S. para seren
distribuidas por as Companhias de que
secomponhe o Batalba de.sla Freguezia:
pesso a V. S., que a bein daCausa publica,
em cumprimetilo da Ley, eexecuc,.6 de
determinaces supeiioies, baja de dar as
convenientes ordens para que a primeira
Companhia do referido Batalba compare-
$a toda, sera exceptuar mesmo os Guar-
das da rezerva^ com os seus respectivos
Offieiaes na Caza da Cmara desta Cidade
no da 8 do corrente por as nove horas da
manh, afim de se fazerem ahi as novas
eleices, devendo em lodos os subsequen-
tes dias uteis comparecer cada urna dasou-
tras companhias. para o mesmo fim no
lu^ar, e ora indicados nesle officio.
Dos guarde a V. S. Primeiro Di>tric-
to doCollegio 1 de Abil de i836- Illm.
Snr. Francisco Jacinto Pereira, Comman-
danle Superior das Guardas Nacionaes do
Municipio do Recife*-Joz<* Tavares Go-
mes da Fonceca, Juiz de Paz.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
OBRAS PUBLIC.tS.
Os Carpinteiros, Carpiras, Canteiros,
Pedreiros, e Serventes, que quizerem tra-
balhar as Obras Publicas, (cando izen-
tos do recrutamento para Tropa de i."
Linha, do servico activo das Guardas Na-
cionaes, eganhando, os Carpinteiros tan-
to quanto >-e paga no Arsenal de Marinha,
e todos os msis o mesmo que se paga as
obras particulares : dirija-se caza da
Repartic^Sdns mesmas Obras na mi do
Collegio das 9 horas, t as duas da taide
para lazer os ajustes.
InspeccaS Geral das Obras Publicas
26 de Marco de 1836.
Antonio Car.ieiro Lea,
Inspector Geral interino.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A ^auta he a mesma do IV* 68.
CORREIO.
O Brigoe Escuna Matilde de que he Ca-
pilo Joo Ignacio Fe reir, sai para o Rio
de Janeiro no dia 10 do corrtnle.
Do Jornal do Commercio de il de
Marco copiamos o seguinte:
Publicamos boje na parte Iateri-
or ludo qnanto podemos colhpr acer-
ca dasituaca da malfadada Provincia de
S. Pedro do Sul: accrescentaremos aqu
as noticias que colliaimos das cartas parti-
culares e dasrelaces dos passageiros.
Os facciosos de Poito Alegre dera a
Vice-Presidencia ao Doutor Americo Ca-
bral de Mello, e nomearaS Commandan-
te das Armas ao Ifajor Joa5 Manoel de *
Luna.
Bento Goncalves tinha sahido da C-
pilal, ditera que com algnma gente, sem
que sesoubesse positivamente a direccaS
que havia tomado. Pensav^-se que ira
reunir-se ao Neto, para, com as f ,rCas
deste, baterem Silva Tavaivs, que se *-
chava no Arroio Giam'e, 6 legoas dis-
tante do Jaguara5, com 400 a 500 ho-
raen.
O Tenente Silva B dente Joze de Araujo R.beiro, mandaia
em hum lliate c<>m 30 homens para des-
truir fortirn dellapoam, nada conseguio,
porque os rebeldes, avisados a lempo, re-
forcara aquelle pooto. Na volta, o Te-
nente Silva Barbota e dous companheiros
seus tiveio a imprudencia de desembar-
car no Estreito, distante ponco mais ou
menos rl legoas do Norte, e ali foro as-
saltados por huma partida de rebeldes
que os mataraS cruelmente.
^ Bento Manuel achava-se as immedi-
ces do Rio Pardo. Acredi'iava-se geral-
mente que se nao marchava era por nao*
ter gente sufficiente para oppor-se ao
facciosos.
Aviso ao Presidente da Provincia d
Santa Catbaiina, aecusandoa recepca dos
seus ofiit ios de 2 c 3 do mez pasudo, e
Iouvando o acert das providencias que
tem dado para man ter a ordem e a tran-
quillidade da Provincia, < coidjuvar d
Presidente legal da de S. Pedio do Sul,
na lula em q' se acba empenhado contra a
faego aiiaiquicaque ali pretende domi-
nar.
Comosetenha, e por mais de bil-
ma vez, publicado em huma follm Corte, que a expedcio que saldr pira .
Rio Grande no dia 7 Jo corrente, s- de-
ve ao F.xm. Sr. Ministro d* V4aiinha, e
que por aso esleve para ser demiitido, vis-*
lo que encontrara obstinada residencia
em outros membros da admintraco, que
assim queiem desacreditar, podemos ssc-
gtirar na no-sos, que he falso quanto m
diz aos nossos leilorts, que be falso quan-
to se diz a este respeito, e que os Minis-
tros esto todo* p.issiiidos de nobre elm
para servil em a patria, em boa intelligen-
c.i. e de


bastantes pi ovas tem dado de seren ine- nfleclir imparcialmente sobre a nossa his-
xactose iujusts as censuras que Ihesfu-
zem.
No seguinte n. daremos as peraesof-
fciaes que se encontro relativas ao Rio
'Grande do Su!. (Oorreio
Oflicial.)
' J ~Jfdmiai.ilui.t, o imiifjcirvntuio, e
a oppoz.cao.
Foi sempre coslume iizer-s: que tin-
guen* he ootttenle rom a sua sorle : he
hum ditado veididuro; a .\ i i<. m. i 0
comprova a cada pas*o na vida pai{icu-
)^r : rada individuo pr cura, quan.*U> so-
be hum degro na engata oe sua fortuna,
atontar o seguinte, e logo, muirs veres
precipitadamente, os niinediatos. O ne-
goriante piocuia vidamente multiplicar
seus cepilles, o Agricultor spaa colheijas,
o Empreado publico ul.kr act esse-, o
1'.eclesistico poe-rn a nvra na lean, o
Militar no (-n.-raalo, o Nutico no Al
amantando. O un-jlioiamento de eitado
be hum desejo natural, coro o inslimto da < um-ervaca prqpria,
a Le raais&trte o Oodigo'que a n.-. nue-
za ti m insrripto no o gani-mo humano
UeelU a Oligem dos prcgi e.*rS'>s ta civ.li-
aca dos Povos, lie i 01 igi ni fecunda das
giandes e no!)ies arees, qurorna as pa-
ginas da luston da Naces ; be a origun
do.s e( >r/os contra a lyrannia, e dos sa-
ciificios fei'os tantas vezes a fav-or da hoo-
ra, da iHilidade publica, e dos sentimen-
losde philanihropia he ella que tem ele-
vado sua opulencia as grandes Naces do
mundo; he ella eso im qut-m eleva a
nobre emulaciS que tantas vezes lira da
apalbia genios quesero isso se perderia.
Mas este instincto, esta necessidade iro-
pressa pela natureza no >coraca humano,
sendo, como acabimos de dizer, a grande
mola das actes vrtuos-as, o he igualmen-
te do erro, do crime, das catastrnphes : he
tarnbem quem tem fornecido historia dos
Povoasuas ruis negras paginas; be quem
toni spbmei-gido oa miseria milliis de in-
dividunv.; que quero tem fe'do de.-appare-
cer da fice da ienra. Poros inteirns, de
' que apena-* exb>!e o nonie. Oa eis a(|iii
huma contradice**).* huma mesma cansa
.oiifjinan !' resultados de differentissima
natureza, prudtyzindo efleitus diametral*
mente oppo.vtofl.
Mas u> ua- ihe acharemos ooittra'die-
V*3 alguina, se rodlectii m.-aqiie esesenli-
tnento de melhorar onosso oslado, de cor-
roborar por u*ii*pquencia a candieaS da
.cpmjeryaca piopria, huma vez que nao
seja regulado pela raza, esclarecida nos
veid.'deiios inteiessi-s sociaes, e conforme
com os principio*, da Moral e da liclgin,
que uos con euce beio da verdade o da
uecessiddedo grande principio quod liiii
DOn vis, &c, luinja \ ado pela i.z o, iilusliaih rus conheri-
inenlo da-bistoi ia do paasado e do pie n-
_lr, que nos d'inonsl i corn ev denria, que
juiguem pode mi fidie>, un p*fo menos
p n. ..iie.niuiir.-.ile, ao mi i chuma iW
pdesifl(a'Ut, eitjtaBdofsom a miseria,
cora eselemenios jg ,- i a roma
merma .nardWa, t.-f leintiroSi '", diee-
iiios, sui^rdiiudo .-o.i!'.i ute 10 n ;ui > das
paixes. pa iguoi 'H.i.i, d.i baiaezn, tec-
K?-se ero puro e^'ijnm e.s"Brdug Tirtude, Ei t'ido muda : Indo p>>sa
tje b-uj pdiH pe-Miii". dif riubrs para bai-
Xv, ue ocia! p..r.w.i;. icii:ro : e por Hm*- py^i* potreo lempo: a {*"
to fcis-ac; ii ' Ijirrr.a iucsina putenaia direceao, t-empre coni as msinas armas
produz resal. I 6 i ; los! f>enm a inesnn actividad*, aemw cora
aqu como hum elemienlo nn nbnncnlfl
social s- tran.-f ii *w piinoipio de des-
l iiic.i C de miseria.
Tomos ni' i -> i oooa cierto, qneo
Rinpr ,; c oijv rvaca fi o rf?ar-j'> de a me-
Jhorar hei rooa ieal Osa acedes liuma-
r.-s: ni |S tile *-iil;iuento, aeguodo he
iiodilii .ido e guiado p-la rasa6, p-los
principio.^ da honra e da RegiaS, ou dei-
xa de o ser, ou p/.odqj a vulude e l'ea
onte di .s hers so iaes ou ha o eguitmo,
ligem l'uri'fta rieciim.se de miserias.
^s pi-nsaiiiO' qce a raen coni l.ilo
na6 guia em I"1''1 ;| U,< m>gestade este
.entiiieiiio, que a Virtud.', a boma, a
Begia, n mm a pii: cinal parte na sua
influnaia na noAM vida aomal* Ser ne-
ceaaaiip do<"uro*ntar coro fados esta nossa
.penunuM-? BU6 he i>tu t-vid*nje a quero j
oiia dedous diaa ? A Naca lbusilena,
opprimids por hum sysleroa colonial, an-
beia por sa eiuancipaca: e sOa emanci-
par 5 se real'sa. Bello scnlimenlo A
in hiera de espirito acompanha estesuldi-
mn desijo, nao recua diante de siciiipios,
se iieis'ai ios- ; at aqni Indo he gran-
d*3 Hum Principe se poem lefia desta
emanciparaS : mas este Principe que di-
yia arder em d sejos de fazer o bcni do
Brasil, de ser todo Brasileiro, indo nacio-
nal, e que at se chrgava a persuadir dis-
jo, eslava < ngtji.ido, nao eta a iaz'ea
v elude (|Unn diiigia seus uas'os, era o
(.talegoi-nio : esta qnalid d-' n llif* dei-
Knva ve- as realid.ides, esta qualidarle a-
f.stava d- lie os horaens de h-m, q'ie "a0
podera nunca t-ympatisar com ella*' ''s'e
Principe oroquram vn oapoiono* seus
favoritos, estes ss contaminados igual*
mente por fta qu-lidad e por conse-
quenciu incapszes de sacrificios, ile senti-
mctos degeneosidnde, QU gratida. A;
Nac;a mostr.u enei gii rmente p rom ra-
zi, o lesejde melhorar de soite : bo-
ma das ciiili.es era que osle Principe
n gulasse seus actos sofiaus peb s prineipf'S
da i117.... que mu l'j(i;a-se por guia o ego-
smo aseureipeito. e por anmr la ai, a
respeito dos que ,o rercavaS : Imrr.a lula
ieeslabel.ee: e o resultado f.> o aconleci-
mento i!e 7 de Abril. Anda nao ha ale
aqui (seiHda paite dos vencidos) mo'i-
vo desairse que pos-a destruir as ideias
de justas pietences da parte de hum Po-
yo, ruja ceneruli Jade eslava Hum Joven Monarcha sobe ao Throno :
sua idade o i-npossihilila de representar
arlivamenle na sceua po'ica : huma Ad-
fnin'straCa osubstitue com modificaces :
. s' he anda substituida p Ms as cousas snreedem-se rpidamente :
eest" ""-smo Povo comeca a presenten
npcessidade de nselhorar anda nao hp
, as pessoas, he na Lp fundamental. O
(Spjrto desle desojo parece regulado pela
ralaO ?" oeg"i-mo ahi tem a|)parentemen-
|P nnura parie. Era fim huma Reforma,
hum A nos^o Cdigo fundamentid : poem-se em
nrat-'ca ; eemTrtodeda Le huma nova
Adminstracasuccedeainda antecedente.
Ora v. jamos os resultados dos meios de
m'lhoramenlo deseja.los e cmiseguidos :
Vejamos quem be que so desrobre jwi pra-
tica desia reforma: ser a Verdade, a
Paza, ou o F.oismo ? Nos pensamos
serem estes dotM principios juntainente:
mas na m"'* de*abrWa lula. Huma cam-
panba se ab-epara a eleitaS de egente,
mas hua-i campanil*), em que verdadei-
ramenle sse puyera em campo (pode
'ter-seaaaWn ao menos em geraj) es ini-
migos daquelle acto, os seus anteriores
aniagonwiaat emaia algunas quem a illu-
iwo mi a seducca desviou do espirito Verdade: ;| Imprenea Uaballion por sua
eonla cni loda a parle, o aleive, a inlrigf.,
a mtitira, "nunca fiaeraS maior figura;
as pvnmessas de hum futuro hrh. ute, de
f.vorcs, de vindictas erpalbados a torren-
t', o* planos Jiscngeiros, ludo em fim
vabalhon deveras. Maso poder da ver-
dad'e nao 1 'eser tot.dm- ule snffucedo, e
a urna rleitoral de-vamceo tantos caslel-
los, cerno o v. nlo desfaz o fumo. Hum
sPenrin pee fundo succeales psimffiraa 111-
p- es>5es. o amor proprio Iludido fie. 1111
hum estado de inacca e de estupor, mas
erra toma nova
m?is.
O Rrrsil est em perip.0, humacaias-
ropheapparece com lodosos horroiesdo
i iferno em huma das extremidadea do Im-
perio, hum incendio rompe na oulraex-
tremidade, o Govnrno n6 tem forjas,
ni m niorape, os espritus esto divid dus
no recinto das Cmaras Legislativas e fura
delhs, as Lea nao tem cero forca, nem
execiVa para ronijuimir o crime, es
Indo
fao
homens n qm-rem ene pera r,
sub'erfiifii'.s. Mas ludo alo ralo vale:
tudolemsido Falta te h'-ma m>"j babd, o
hornera forte, oe>coHiido, indo ha-de re-
mediar promptamente ; nos o espera-
mos. F,s ac|u' como, na aprazivel per-
>uasa do contrario, -na eonvkc^ da im-
posibilidade do promptamente, va o e-
goismo da] Oppczicn preparando snas
bateras, para fazer rrer por loda a parte
que se isto se n;i verifica, se huma me-
Uoria decncantoroenlo se nao opera ja e
jnonosso estado poltico, ludo be culpa
de huma Admini-tracaS imbcil, e assirn
.poderejn dizer : Aqui tenJes, Brasile- i
lOsit'vrlidos, o prestigio desse bp/Ufin,
qiieelevastes prinieira [)ini lade da Nd-
c',5... o remedio he procurar-evitar a
total ruma. hum meio que nos salve...
Eqiiemeio nc h. r do que por exeit.plo
jlbstiliiir a e.-la huma outra forma que
preencbi nos ai vi-tan, que resista aos
choques da ambici que seja reveslid de
hum leal preslig:o? Fas a lim-ua.:em
que se emp fia, ecom que o ff.eismo, a
titulo de nreMrr, pr.teode levar pura
se.q9 h'ius a '-\i .0 pulilica direoci que
Ihe conven.
Comell'.iioi.-te (il.no he bem combi-
nado, poi.qoe ti.lv 7. nenhuma occasiao se
U11I1 ; prc ei;l;;dnr!e de o cotuCC ) d-. 0.0*-
sa existencia'p liiiv a com mais prpao6-
cs |.oa os v perancas op.r.os. 'Deigrircadamenle os ho.ro ns,
(|"0 ; i1:- 1 ;.le 1: > i m a anaccliia, as rom-
mocSes, va homens, que nao s5 c"ta-
ornados pelo conlag'O das revoltas, as-im
i! 1 E*U0 C| rj ; r-.i paui ajudar y(j"e!les,
anda dohraS sitas loica*, na id.ia de que
ti vi) ando activarnentf, rj5 se metien-
do iks di gocos, e "<;. s contingencias,
e nao fa?.em mal. Na5 le a.-sim que nos
pensames : ellos fatem tolo o mal, o el-
les o senliraS, i a Providencia nao re-
mediar sen ei ro. Quero be q,,e ha de
dirigir a Nao do Esiado ao sen poeto
Ser .-rnente o piloto an teme, e-tando
huma pacte t\,\ Iripolaca empe'ihada em
drsvia-la do verdad, ico iiirtio, n tanto
porperde-la, romo por rr.osliar a inhabi-
lidad* do piloto, entretanto que a mitra
parte deesa mesma tripolac^o nao mano-
bra, ou6edeitaa dormir ? Se isto assim
Hcontecer, nao he reiiiSMm a peda da
Nao, do pilotn, da tripolaca quer activ,
ipier passiva p K que vanlagein tira daqui
o indilTfcrentismo, ta criminosa nestp'ca
so como a ppotoao destruid.oa ? lie a
oaaela rom paraca 5 com o nosso estado.
Que significa por exemplo o ser necessa-
lio, quaudn se Conhere a capacidade no
horoem, e rogar-se Ihe que tome sobre
.-eus honi'bros a Pre.-idenca de-ta ou da-
quella Provineia, adrecc<5 desta OH'do-
quella Repartica dos negocios pblicos,
e ter-se em 1 esposta Na6 posso, as mi-
nlias circunstancias nnS 1110 permittem ?
Sim : que significa tudo i-to. senahuma
falta de intei er-e. hum criminoso egosmo
011 indujeren!i-mo pela causa publica ?
Pitia por ventura O nao ser fulano ou fula-
no, que esteja leta da Adniinislracoo
o na5 ser o Mini-terio coimposlo de-te e
daqudle, com quprn pvinpnlliiso, ser is-
so hum motivo para abandonar I.'talmen-
te as idt-ias de ser utd minha Patria, pa-
ra nao prestar o m< u contingenlef Para
di- a d.-.-assi ada prrs';isa, que no v co
.la ruinas sahiiej a8 e salvo sem me caber
hum tomo de teaponsnbidade, quede
ver .- pezac s'bre a Atlmini-tr $*o, ou
sobre a c-b'ca .' do scu Chele? Misera-
vel Husa !
N nao temos a lo oca pr. V nca de
doiilrinario ; mas a simples Ihi da rar-,
o amor da 1-nti.s pdra nos aiitborisar a pensar as im.
Quando se dizque a actual Administra*
cao, ou sen Chile'', ladofar*indpnden-
le dos nni. s de eooperaca, pre.-cindindo
da l'U dos meios, nos reputamos istaas-
sec-a5 ou hum abomiuavel escarnen da
do'Brasil. 0110 parto da rrvais de-
mente imbecilidad.'. u* Estados .slabe-
leu desea miados na moral e habite fies
, na !'" 1 publica, no gerul patrio-
tismo, |p abaorettamenle neoMiaria esa*
c va.;:i ; sem eila nao existii ia j.i,
cu pelo menos n. 5 prosperariaSl ella a-
iii Be verifica pela couviecu em que estaS
os bomene deata reradv. Como he que
p nao l< m o spoio de huma
s hi.i.iite brrt publica, nem do habito
e moral popular, peder preaMndir des-
sa oooperac teja qui m mr (ue compo-
.inisirac-'. seja quem fir o seu
Chfe-? Pe.-, b 111 : fulano naquz aecti-
lar a Presidencia por exemplo, da Babia;
fulano -eguio o seu exemplo, e anda ou-
tio: suppolji.iiios que ussim vai toe-usa
a respeito das outras Provincias : neste ca-
go todos esses. qn nao quizera acceilar
osencaigos da NacaS, ficara muitosa-
l-fiitos quando se verificar o resultado
infallivel de falta de cooperaca, o tri-
umpho do egosmo, quando ente rnonslro
social arroj^i de seg j.'ioa ..narchia, (|uj-
do a igual tade de faCto legislada pelo pui
nhal, "Ihe entrar em casa, ficai satisfi-ito
de nao ti r sacrificado alguma cousa de suas
commodidades ou de seus caprichos, a
hum objeelo que he tanto seu, como das
entidades queeompoem o AdminislraqsS,
como doChefedessa Administradlo? Ad-
ininist'acio ? A falta de refleetir nesla in-
IM'ivel dedueoio de cousas, nestas conse-
qlleneras, peder fazer a perdicao do Bra-
mI. Mas que importa : a minha opini
o foi avante, ,tou tingado [dessa meta
dnzia de genle, que s querio figurar na
serna em piimeiro lugar, di i algiient..
Para cumulo da desr.r-ca acontece que
quan lo opatriola que nao cncoeda com
os inimigoa da ordem c-tabclecJ,a, nem
directa, noni noirectmenli se presta a
trabalhjflr ,na tatona pealdica, hum monia
de.quoixas sao laucadas por estes mo-smos
inimigos. cu sobre elle emimo incapaz ,pur
suas opinies, 011 por seu iva^cinienlo, ou
por seu haScimehto,oupor qual ontrp pre-
texto, mas que a^inal so consiste esta iu-
capacidade no seu jiali iolismo e na sua
repulsa ajlanos anacchicos, ou cnt.-. so-
bre o Ch.le da Naca que o noroeou : de
forma que qoindo huma R* yapa, cu qiialquer lugrr, grande falta:
qun'ido se preenche, grande fulla : e neste
ciiru'o vicioso gira a linguagem da op-
pozica de m f, ou do egosmo, que re-
putamos aqui synonimos, o qual a limd
ou ha de concluir os .-eus planos e por c-
sequencia a perda geral do Estado, ou ha
de ser snffocado pelo conheciixento quea
Naca ai anca sua custa de suaS mal-
volas intences.
He .para este ultimo resultado, que todo
o homem que l-m inteiesse na conserva-
Ca da ordem publica, deve dirigir seus
esforcos, mostrando quano be criminqso
oprocediroenlo daqueltes, que de roa f
pretendere tirar a fo'Ca moral ao Gove no,
descredta-lo perante a NacaS, seja por
que meio fur, para sacrificar a ordem
suas paixes, ou a seus delirios, quanto
be errneo o procedimenlo dos ou.trps,
que indifferenles ao reclamo degte Gprer-
no nao voa a sustentar e-s,a ,ord blica, de que depende a sua mesma exis-
tencia N^5 e d-gr* 1ue he Por cau^a d.e
sena arriscarero ainvolveiem-se ern cri-
ses: este risco he multo mais provavel
pel seu abandono, e ceitissiroo pelo aban-
dono de muitos, 011 da maior parle dos
hornera de capacidadb. H-- necessariosem-
pie procurar melhoiar de estado, quan-
do o presente be (nao 5 masaos meios de-
voro ser dirigirlos pea raza, sincera coo-
peraca, despico absoluto dos inimigos
da ordem e energa Wo (invern, que, a-
poiado nestes pMiicipio-^U essa in-
danca para rnel.boc, enn Certeza, com il-
(icacia e sem o temar de huma infIhvel
commwca. que reduziria a pecas a ma-
quina sotial, e toruaiia impo-sivtl essa
roelh' ra.
Estando ns nesls ideias nao podemos
dexar de lamentar a fa'la de ilfuslraca
einoidl publica, que emaminbtm os ho-
mens na venda mor da Patria, t huma grande parte da
no sa iioiinlaca, o indifferentismo ero ou-
Ira parle, e sobre ludo a tendencia calcu-
1 la, em huma terceira parle, pira a des-
truicaS do presente com o titulo de melho-
rar, naf.rdom pu'dira, ivas seu interes-
se particular. Alas nos lamentando estes
fados, podemos afiirranr que todos ha
deaer victimas de-a- us erros, e que huma
AdministracaS. s. ja.cl a compeata deAn-
jos, nao pode pistos m.ios orinaiios pre-
enher os altos destinos a que he chama-
da, nao sendo coadjada pelos amantes
.a'ordem. OLVasil tem recursos e mui-
tos 5 mas de que si ivi.a, se os canaes pa-
ra os fazer valer foieui abslruidos? A
nossa riqmza, o nosso coromeicio, ajios-
sa industiia, a nossa agricultura, nao de-
fmha, eso espera p.-la paz, pela forca
doGoverno, pela extincc,a desse partido
autagonita e tm blenlo, que se alimenta
de vis quimeras, mas depes-imas copee
quencias, para iomarcm o alto grao ..dq
assum


.
DIARIO D E P B RNA M li U C O.
&
kwwii-imii. Ata
BBBBppi^nffiWeC^W^^^
tHUlAntf ^ie Ue cf)>p^. -Alas se fin
lugar da sua (Xl>ncca5 elle se coi roborar,
(o que nad esperamos) que acnnleceria ?
Onde pararia5 asconsequeneias? A quem
mpn-ta-Us ? N-Q siria ao Govprno que
trabalba por lodosos meios que pode, em
reslabeUcer a ordem ero remedar os mi-
les pblicos, ein dar an l;,mento s leis, ern
gara,ntir a seguranea publica, em evitar
OS motivos fundados de qiieixa.s: nao se-
ria ,a paite industriosa e inoralisada da
PJacaS que nao bmi a nfra no< empregos
pblicos, nem as endas doE.tado, e He
que buma grande pule nem se qursi-
'beonome dos Ministros d s N'gorios, o
que quer hesuniente que a deixun traba-
lhar. Logo qu'-m carregaria ro n a res-
' ponsablidade ?-He es-e partido, que fon-
dado na ideia da mpo legalmente cuntido, ii6 tj. si>tii,.das-su; pretencSes. Econvii to pi^jl isla lu-
'ta ?! Tratase de huma discuto para a-
purar huma verdade, ou de laclo* que tro-
pecad por lodos os modos o nsub?!ec-
menlo, a perinAiieiieia da ordein ?
*
(Do Cerni OTii i.il )
'
C OR R ESrON QEN CI A S
Snrs. Redactles.
Sem me importar qupm sej o verda-
dero autor da caita, qoevein ineei.ta to
seu eonctiluado Diario de 2 d<> rorrele,
respondemos aoSnr.- Letrado Laneiro,
que o Conselho de Qu tlificapr, que a-
cahou de trahalhar tiesta Freguezia, n. fi
nialiiculou ahum so Cid;.Ja5 Porluguez,
para servir as 6 le ras das Guardas Nac-
otiaes do Imperio, que talvez Ibsse (quem
sabe!) mais fili/,, se taesestrangeiros, por
ora, iwo vivessem entre nos, nem frequrn-
tassem nossos portes, (.'nirulo Conse-
lho comporto de v.n e-, cujas virtudes
respeilanios, naquiz, a f->rca de cabrts-
tante, qualiiicar Guardas Nacionaes
aos Porluguezes. Na5; cada hum
de seus tuerobros lem assas de patri-
otismo para Da5 convir que arrogue o
sagrado direitu polijtico de Cidada Bra-
sileo huin Vtraqgeiro qualquer, quan-
to mais hum Portuguez, que nunca per-
dera o ensejo de vallar contra os Bra-uhi-
ros a arma que se Iheconfiasse para defe-
za da Lberdade; oque o Conselho fez,
lo i exigir dos nascidos em Portugal, e
sitas Colonias, a raz.i por que diaia ser
Porluguezes. E se,ia isto contra a Ley?
Nao certamen te. \'<] alem de tiaSser op-
posto a Lei algurna ebie arbitrio do Con-
selho, pelo contrario beia, o que elle de-
fia fazer v;sla da exprs a e terminante
ordem do M.nistio eS'-crelaiio d'Estado
dos Negocios da Juatca expedida, em n->-
me do Imperador, tum dacta de 2G de
Outubro de 1832, sob>'e represen tacao a
respeilo da milerja suscita, no Ju>2 'le
Paz Supplente da Villa deS. Salvador dos
Campos de Got,ca*es. p, s., 0 Sr.Le-
tra oLaneii o -q,Je leva jeito de ser algum
Regre>sista.--( na5 fosse precipitado em
publicar o projucto do sen jnizo mallun-
dado sobre o procdim' nlo do Cpuselbo
deQualificac^ j,em dolida por o que di*-
se laicamente 0 Correspondente da Gazeta
Universal cot,tra 0 Cidadi Joze Tacares
Gomes da F0nc-ca Jiiiz de, Paz d.. 1 I 'is-
trclo doCo]|(.gi0) e Presidente do Cpn-
selho, que lem ,;na ae ponco* amigos qu-
do desempe^, dpveres de mu caigo, ou
ollicio; Scber;a< que o Conselh > deo logo
por todas aquellas papeletas, ern cujo cul-
po disia o Vire Cnsul, que seus donos
comprovap ser subditos de S. M. F.
por passaportes, ecertid^s de matricula*,
que ticava no archivo do Vict-con~uladoj
e que outros appri*senlava pais^portes,
e seroelbantes ctitide*; eUnto cst^s, co-
mo aquell.s o Ccnselho tuandava embo-
ra, ficando somenle alistado-, aquelle?, cu-
jas papeletas Wu'O ser sub;!os de S. M-
F, em consequeticias ou de jusliliff c s,
ou de bum docunumlo ss'm deiiarar tiu
naturrsa, abeiia finalmente, que o con-
selho foi tai-crupuloso pobre este meamos,
etioso aos diuiios de Cidadio Bra-ileiio,
que osmandou illimiaai-, prefciindo an-
te.*, i|ue escaparse de ser G. N. alijum a-
doptivo, do que, que se matricniane, e
*e ppresenta.se em nossas fil-iias algum
CidadaS Pottuguez. En sou Snrs-. Redac-
tores seu constante Leilor
O Amigo daverdade.
nrs. Jiaiktces.
Cio certos badamecos, e pais da vida
rst.)-e d.ni'> a pi-tros rom u saudave! e
I) -li fioentUsimO P.ojerto de oiganisacio
Judiciaria e Policial, ofl'erecido a nos-a As-
sembla pul Sur.- Oeputado Luiz Cav;il
canti, e suAteiilado pelos mais conspicuos
m.-moros da mesin-i Asse'.-.blea, e baldadas
as suas e-peancas, pioiuio a>soa,lb%r
pela gente iguoiantf, (ue tal Projecto ex-
cdelas alribuies dr As-enihleas Piovin
ciaes, e consrguinleinente deve ?er lido
por millo o Decieio, qu<- sar a semeJban-
le respeilo; ico-IIo s. quoito transcrever
r. leguates Artigo, e Pargrafo da Lei da
Reforma.
Ai-'. iO. Compele asAssemblis P o-
vitit-iaes legislar 7.0 .-obe a rieacao. e
supnao doa 1'mpiigos Mutiiiipjes, e
ProvinciatS, e es'.'beUciint uto dos beusor-
denados. S> F.uiprego.-i Muuiipa.'s, e
Provine aes lodos os (jie existrein nos
Munic pi-.s, e Provincias, a escHper- dos
quedizii renpeno admiiiislrai.-, ar-
r.ecadaclo, e nolabi'Uladi: da Fazen Ja Na-
cin il ; admiiii-tiacij da Guerra, e Ma-
iiu!'a, e dos Correios G-.rae.vj dqs Cargos
de Presidente de Pi-oviucia, Bispo, Com-
man-lante Superior da Guarda Nacional,
Miembros das Relae6-s, eTribunaes Sn-
peri*>res, e Empregadbs das Faculdadss de
iMedecina, Corsos Jurdicos,, t- Academias
ero confu niiJade da doutrina do paiagra-
Ib 2.' desle Artigo.
I)'.(|ui ce v que as AssembleVis Provin-
cjaes podem legislar sobre lodos os Etnpi e-
gos, que nao esto ni.m iouados na exe.p-
cao, ora os Juiz'S de Paz, os Promotores,
os Jurados, os Guardas Narionaes, osjui-
zes de Direito do Gtiine, eCivel nao en-
trio na exeepv' ; logo sio Empreg- s Pro-
vinciaea, e con.-e^uiriteuiente podem as
A-stmhli'-js Prouinciaes legislar bobre a
ereaca, e supressio de lae? Empregos.
Mas crear, e suprimir, (di/.em al^nns
Doulores dVsquina) nS'>heo mesino, q e
marcar-lhes as airibuicoes e deveres. Es-
sa be galante! Onde se vio poder crear,
e nao matear as funre-es dacreatura? Eo
que me dizem esses Pobliri-tas respeitaveis
a auetoridade de suprimir ? He inquesl:o-
navel porque as Assemblas Proviuciaes es
to auetoi izadas nao s aerear, e supri-
mir, como a dar a todo^ esses Empregos a
forma, regnlamento, que bem lliesp-
recer. He preciso, Snrs. Redactores^ he
precio dsv..necer e-sesaidilosos es: lpu-
los, qup inculero na gente tdiola 1 ei tos 111a-
1-tndriuos, que nao podem sofrer, que os
juizes (le Paz sejSo reduzidos a meros conci-
liadores, e que os Ollniats de G. N. RflSo
eleilos pelo Governo ; poique deste n/odo
tae-> figurinhoslicdiS no tinteiro, e redu-
zidos quaudo niuilo a objectos da vigilan*
ca dos P.r 1 fe i tos nova-. Auct' ribades milito
d < sua sua /.anguililla : mas Icnlio paci-
encia : liabalhcm licitamente, se quize-
rem comer, sirvo a Patria no que pode-
efl
aidr
rern servir, ehquem, persuaudos, que os
dias de gloria dos vadios, e peraltas so
passados, e jipie a sorle de huma Pro
vieta lo leapeitavel nao andar mais as
iiios de mtia diizia de t tires, bobos, e
velhacos.
Em verdade, Snrs. Redactores, < u co-
nbec.iaqui eutie nos hum des-es hroes,
quearranjou seus seis uu -ete votos pata
Juiz de Paz, e est fcito Juiz de faz : e
vio ouvir, com |oe impufa anota, que
he hum escolludo do Povo outros anda
lia piois, que esto leitos Juizes de Paz
com hum s.voto, e tambem se dizem el^-
lis ilul'uv! Sei.lo nao he zorobar da
boa f, e paciencia dos Pernambucanos \
cntono sabe cm que mundo est
O Seu muito Venerador
O Sen ato.
omj. /{'(actores, Eits plantas sio as sccointc-s :
A;-!-"i- '; ti,,-,, que dur.
H'*fcle ictiro em que vivo, ap:'as me ; qankos atirile d| ,;';,',,
chega o seu Peiiodico de oi'o, em oit<> di- He onia d s plantas, das n, u ..<11 ti uiaa, '
as, e subscrevo-o mais para raber oque eaonesmo t-mpo das mmssadiasj.a tua
vi pelo mundo, do que por uecessl lade : collieita he '..ib iicil.comoa mu diseca^o
Mais d<' huma vez me lenbo rdo das mu- ; be b>stantemenle pron.pla.
dancas havida1- na nosja trra, muda-cas ; q travo, trif lium, ha de multas empec
quenoltm passado d noine.-, o no en- es; o vernnlio, o branco, e um pequeo
trelant a conluzo reina, o Puazil nao mi- 1 amarello, que se cultiva particularmente
Ibora, oTbozouro enxe-^e, e exgola-se para os rarneiras. Anda |ue, as differen-
todos os dias, os povos nao tem ao menos tes esprries de irevo >ejam vivases, he raro
as comodidades as in.nstrcvwus, cuno bs- com lulo, que .e cultive por muitos annos;
os estradas, facilidade de navegaco, ehu- ordinal mente elle;he saneado com aavei-
ma Polica icgular que IhiSgaranla a so' a, sevada, e poncas vezes dio um producto
nuranca p> sso.d, eos principios geraej de no m.-smo anuo; e nao be sertao m> segun-
Ilyg'ena Publica : As pesaoas tnca regadas le, que d em milito coi tes, una colbeila
da govrrnanca lolh>i-J dez volnmes de .\ ", abun.lante; fituU a qual lavra-se o terreno,
cada hum de poum menos de300 paginas, ; para receher outrassmetes.
e com ludo is. recorrein a mais hun-, qua-
renta a oincoenta das Uys antigs, elio,
o nio l dizem com s agoa na boca, por
nao enronlraiem se BO duvida.-, e desar-
motji, e a tudo is'o bem se pode aplicar o
si'gmniH pasqun)* ^qu'1 apaiecido no tem-
do do General Luir, do Reg.
Ord-ns, e mnisordens,
O ens,. contra oidens,
Ordens, e desordeiis.
A colheila dolrevo nao be to Lcil como
das outras plantas; Bmisterque o booi
lempo continu por algum espaco, para que
S sua dessecacio se laya perfeita, e ao con-
trario ."bievindo mo teropo as folhas ca-
hem,eni grande parte, e a planta ennegre-
c.'.
O'fino, hedysarum onobrychis, he pre-
cioso poique basta Ihe tima Ierra medio-
cre alem de que seos principios nutritivos
sao mu Inicos ecouio esquenta muito ,
di ve->e--d*r nos animars em pequea por-
Lsmenlando poi; iodos esle pnc,ooyen- cao : r>rai vezes d mais de dous coi tes,
entes) sentado a sombra-de um Engazeir o, e quasi sempre urli onco. Osseos talos
li a Lev das Reformas, e sopuz qne mhor sfo bastantemente duro?, e a sua colheila
tenpo bjaapsfiecer, pois a Assembloa ge bemuifac'
ral 1 mcunibida de objects geraes, segu-
ramete bava laucar mo do-s-us trabi-
llios, reformal-os, e hai monizal-os co n os
costumes dos povos, a liro do Brazil milho-
rar de gorte ; e fiqtiei esperancado que a
A"-emb!a l'rovincial cuidasse primeiro
que ludo no milboramento da Ag cultu-
ra, Industria, e Commercio, em estbele-
cer um siitema de |>olica interna capar, de
gai-atilir-nos seguranca individual e de.
propriedade, einiim que no-, fizesse co-
nhecer as comodidades tjue tinba-mos g-
libo com aquella Ley; Reune-sea Assem-
hla desia Provincia ; reina a melhor or-
A erv baca vicia sativa ; a ervilha cicer
aiielinum ; ;< fava ciiuuia ; a lenlilha len-
litula da > anda txcellenle ibrragem : nao
se as cullivam ordinariamente sen'o para
urna collieita. Muilas vezes semeani-se
muilos destes graos misturados, 011 tam-
bem de mistura com a aveia e cevada, e
quasi sempre se colhem quando em perfei-
ta madureza.
Estaforragem he muito nulrictiva, o
bastante quenle pela quantidade degios,
que conlm. Cultiva-se tambem :
Aveia, avena sativa,,que dada verde
he boa e nutritiva.
A sevada verde, ou quadrada halicas-
dem em seus trahalhos; e saetn de seu
seio onze leys, algumas das quacs preen- 1 trum, que se da igualmente verde, he mui
chei 5o minhas vistas; esperei sus execu- 1 nutrictiva, e dispoem os gados a engorda-
rem.
co, ecom el'eito fa I bario algumas; tor-
nase a reunir Assemb!ea, e longe de a-
p'anar as diliculdades encontradas as leys
frita*, de novo nosquer laucar em inaiu-
res ; Para que, Snrs. Redactles es>a au-
thoridade com o norae dePeifeito-, com
atribuiedes lio eb^tuas ? Que quer dizer
a diferenca do industriozo, o Proprieta1-
rio, Agricultor, &c. ? A< cazo o ser Afiri-
cullor, 011 Propiielaiia d senco? Que
fai o Perfeito com tantas atribuices, em
to giandeextengo, sem huma forqa dis-
ponivel ? De cei to nada ; e 6CBremos na
espectativa romo temos estado t boje. He
mui provavd, Snrs. Redactores, que se
lembrem de tudo i so os lllus'res Uepu-
lados, eque n form-ni aquclle Projectode depois de haverero sido esimgados,^ pa
11101I0, que os povos tenho mis seguratipa,
1 ni-, lenha-mos di ixpe iiticrilar a conli-
tiuaco d a males que temos sufrido As-
ina o dezeja
(.) seu Asignante veilio
Igaarassuano.
AGRICULTURA.
AIlyg'tma do Boy.
O nosso milho, ou chamado trigo da
Turqua, zea mays ronlm muitos princi-
pios sacarinos, e no meio dia da Franca, e
na Hispanlia, se d verde aos boy, ou as
palbas das espigas seccas. AsdilTereutes
esptcies de couves, e particularmente a
cotive cavalheia, barrassica sempre vi-
ren, que sobe a muito grande altura, e da
qual se colhe propoi cao as folhas inferio-
les, subministra (um Jt-xcellente alimento,
e he tuliivada em militas paites da Fran-
O tojo, ou giesta espinhosa, arbusto de
que se pode l'azer cercas, eujos ps corta-
tos no oulono, i'e no invern, fornecem
depois de haverero sido esmag
geni. Acacia, robinia picudo acacia. O
Lados goslan de quasi todas as folhas, edos
ps novo-, de-la arvore, cultivando-se em
monta, ou em cerca, poder-se-hia fcil-
mente cortar as suas r.uns novas, que se
daram aos animaes, dep' is de se fazerem
i-aliir os espitihos. As folhas das vinbas
(..iiihem servem cm alguna lugares, em
qaB e-las secullivain para os mesmos u-
sos.
Das pallias.
Como alimento, sao as palbas de trigo,
Extrabido do tratado em Francez das en- I de evada, e de aveia, que conlm anda
fernii iades dos g'dos, por Mr. DeL-
guelte.
(Con'Jnuacj do N............)
Dos fados att'ficiaes.
nina certa quantidade de grios, que me-
lhor coiivm. Os boys, e as vacas comem
a palla da cevada, sobretudo a da aveia,
com mais, 011 menos apetite, segundo o
estado em que ella se acha, e os grios qne
conlm.
A-p nas da palhs, sobretudo as que.
temespigat eque s? juntam particular-
mente depoi d.t dibulha ; estas redusidas
feixes ao muito procuradas pelo gado.
Sabe-se, que esles sio formados pela
cultura particular de algumas plantas,
cino i ludas da familia das l.egoiinno-a-.
lUes prados te, anuos, e dio annualmante muitos cor-- i- apetecida pelo gado, he de a misturar
les eesta creude quantidade de Ibrragem em carnadas con os leos dos prados ar-
f,'i |, la ao La viador poder criar maioi leflciaesj ella contrahe desta maneira o
porciu de animae-, que Ihe fornec- al.uu- gOSto do misino leu*-,
dante eslrume para fecundar n terreno,
que culiiva, sem 05 MMN a cultura pou- Dos graos.
copiospora. Eites sao o tr-go, a aveia, 1 sevada, 0


"
yW,
D
IARIO DE PER^AMBeo!
# milho, o trigo mourisco, os grSot legumi-
nosos, como aervilhaca, o Iremosso, eas
favinha*. Quasi sempre costuiiu-.se dar
<>ktes giios moidos, e lambem a se deitar de
uifuso na agua, como os tremossos, as
tariohas, eo milho par os tornar uiiis
Un ros.
Continuase-d.
CAMBIOS.
Jtio de Janeiro nde Marco de 1836.
Londres........... 39 V4 effeituado
Pariz.............. 245
Hamburgo......... 'j.45
Ouro embarras..... 75 a 78 p. c pre-
Dobroes Hespanbes. 21900
Pesos............. I3ti0
Mot-das de 6400.. 12,, 650
de 4000 .. 6i50 a 6500
Prata............. 4-2
Cobremoedade 80 rs. i3a 14 pe de des.
a plices de 6 pe, juro 86 a 8b /< p. c.
(Do Jornal do Commercio.)
Rio Grande ao de Fe veratro.
Preqos corienles dos gneros do paiz.
Cornos....... 110a ri5 Ib.
de vacoa. i'25 a 130
deegua.. i,540 a i,600
Peles grandes de
rarneiro.... a'o huma
Chibes de vacca a,560 a a,880 cenlo
1 de novilho 10,009 a 12,000
Clina de cVallo 5.000 arroba
Lia..........3.840 y
Graixa.......2,400
Charque...... 1,400 a 1,500
C.bo.........2,400 aa,500
Cambios.
t
Oncas........... 27,500 a 28,000
Moedade 6 400.. 13.500 a 14,000
de 4 000... 7,500 a 8,000
Pr..la........... 75 p. r.
Cobre........... aupar.
(Mercantil.)
THEATRO.
DA 7 1)K IBU1L.
*.nifersaio da acl imacjio deS. M. I. C
0 Sen. D. Pedro 2.* se repneniara um
e*'elleTe Drama anlogo ao a.-sumplo do
cha. O Eutuziasino, o Patriotismo, o a-
mnr inda mai.s, a Idolatra que nos benig-
nos Epccadores se deixav.i distinguir apa-
1 cimento da Efigie da Augusta brasilea
Raiiiha dos Portugueses, o .simptico a-
mor coto que porfa Ihe tribulaeo aplau-
zos, nosdteide aapre-entar oeste Drama
Mapestosamt-nte o seu Joven Inno o Sur.
I). Pedro Segundo canlando-se o Himno
Oonslitucioual Bra-ileiro: o aparerimen-
to da Imperial Efigie era magealoaa-
roente desenvolvido e coni mellior gos-
to que no dia 4 ; representando-.-e a
I mental ivea O Conde Poitiers.
ANN UNCI.
Sahiu o 4 do Aiiii-iegres^i>tfl, e -
nixiiha salina o n. 5.a, e ultimo, por ter
de iel|li-se osen Red Ctor paia O Rio de
.1ami>o, onde Utlvel continu a redigdlo,
hj a-iui Tor preciso, E-tes dois ultimo*
11o* echai-se-lto a venda na casa do Sur.
A''iono AHerro d B-ia-vi ta ; na loja de
flvros e-a Praija d Independen a j e na
Iota doSi.NuiM (Puedes MI cinco Pontax,
deixauuo de vendr se na do Sr. Bandei-
lra.
AVIZOS PARTICULARES.
Antonio Dias dd Silra Caidia!, fazscien-
te aos seus credores que tenciona fazer u-
ma viagem a um dos portos de Portugal,
ficando a sua casa de negocio no mesmo
giro, e debaixo da mesma firma, sendo seu
bastante procurador Jos Domingues da
Costa Ca dial. O annunciante adverle,
que alem do negocio que o acompanha,
diixa com que seus credores sejo pagos, e
talvetdemais duas ou trez partes, como
consta do balanco dado a 2 do coirente,
e do roais que consta da escritura.
jr^P" Os Adrimriislradoies da casa la-
uda deSmitb & Lancaster, participio aos
Snrs. credores da mesma casa, que &e faz
precisa a teunio de todos na mesma casa
no di 8 do corrente sexta feita as dez lio.
ras da manhi para tractar-se de objectoa
pertencenles a mesma Administrado e aos
mesttios Snrs.
fj^fa Precisa-se para alugar um andar,
tendo urna salla grande e com outros com-
modos, em qualquer um dos trez Biirros
do Recife as principies ras : quem tiver
annuncie.
tj-y Quem precisar de urna mulher ca-
paz para ama de qualquer casa, a qual co-
sinba engoma, e cose e d fiador a sua con-
ducta procure na ra do Aragio 'na loja de
sapateiro que fica por baixo da casa do Sr.
Gusnfio.
fy Precsa-se de urna casa que tenha
bastante comniodo para orna grande fa-
milia sendo no B-n'rro de Snto Antonio:
quem tiverannuncie por e te Diario.
Hy Roga-se ao Sur. Fiscal do Bairro
de S mo Antonio o obsequio de mandar
retirar urna porefo de madeira que existe
noneco do Theatro, que alem da poicara
que ali ajunta, e do estorvoque causa pas-
sagem, tobem urna escola de obscenida-
des.
ffry OITercce-se para o servico de urna
casa, urna mulher que faz todo o necessai o
peitencencente a mesena casa : na ra ve-
1 ha (a-a D. *j4.
WW O abaixo asignado Escrivio de
*a7. do !. Destrii to da Bua-visla fazseicn-
teao publico que axando-se restituido ao
seo em prego de que lora esbulhado, conti-
nua a fallar as folhas na casa de sua resi-
dencia na ra do Arago D. I7 das 6 as 8
da mmilii, e na cusa ele seo Juiz das 8 as
iotambem da man ha, e ele tarde das as
4 em qualquer dos lugares cima referi-
dos. .
Francisco Caetano Per^ ira Guimaraens.
\ffl A pessoa que annuneiou queier
hipotecar urna escrava por 250,000 ieis, ou
vt-ndella, dirija>e a ra Direila no apan-
dar do sohrado D. 13.
jrjp Na praga da Independencia loja
de chapeos I). 31 e3' concerla-se, e cbre-
se chapeos de sol.
tty" A pessoa que no Diario n. 72 ele
Quinta feira 31 de Margo anmmciou para
veeider, arrendar, ou locar um grande si-
tio no lugar do Arraial, entre Cruz de Al-
mas e (Jasa-Forlc, querendei-o arrendar,
dii ija-se a ra Velha ca-a terrea de 3 portas
de rotulas verdes D. 4i, que achara com
quem tractar, ou aiinoncie para ser procu-
rado.
\gfft Mr. Emilio Lorouceri |Segeiro sel-
leiro chegado de Pariz e seu runfiado Filip-
pe Cilet pintor de canoagens e de casas,
tem a honra de prevenir ao publico que
rabio de abrir na ra dos Quartei> D. 8
um estabelecimento des'as duas ofhcinas e
tui'-cm cobrem e pinllo palanquins, e
larao seus eslbrcps para merecer a con-
fi-inca queae Ihes quierem dar. A mu-
llierdo dito S-geiroijIerece-se lambein pa-
ra engomar toda a ejialidade de pe.-coci-
nho de Senhora, pierna novo veis de fi-
le'), bicos e rendas, e engoma camisas da
inaneira que se Ihe pedirem.
yT9" Precisa-se d<: trez a quatro con-
tos de rei> a premio ; quem os epiiser dar
solne boas|lii mas.lirija se a eala Typ. e se
dir ijoem epiei.
NAVIOS A CARO A.
Para o R.'o de Jaueirc.
Segu impreterivelmenle no dia 9
do crrente o Brigue Escuna Matilde; Ca-
pilo Joo Ignacio Ferreira : quem nMe
ijuijei ii de pasjagcm, para o que lun ex-
cellentes commodos, dirija-se a ra da
Crus n. a8 a tallar com Roza 6c Irma').
COMPRAS.
Urna mesa de jaotar, e urna] cama em
bom uso : quem tiver annunci.
yy Urnas cazas de sobrado, de um,
dois, ou terceiro andar, em ras que pas-
sem procissoens : na ra do Queimado lo-
ja de fasendas D. II.
*yy Urna escrava que tenha de ia a i4
annos, sendo robusta ; e um cavallo de es-
tribada, sendo novo, e de boas qualidades :
na mesrua casa cima.
%C^ Moleques de i5 a 18 annos: na
ra da cadeia n. 18.
VENDAS.

Urna venda com poucos fundos, na ra
estreita do Rosario D. 20.
tr^p Um carneiro grande manco, sella-
do eenfreiado : no beco do Veras D. 9.
%y Uma'casa na Caza-forte com ta-
pamento e frente de pedra e cal: na mes*
ma casa cima.
jr^ Verdadeiro Arrabeanticiphilitico,
prximamente cliegado de Franca ." no
porto das canoas casa do Mesquita i. an-
dar.
Jr^p 3 ciinoas de carreira novas: na
ra da cadeia n. 47.
%&* Urna escrava crila de 16 jan-
nos, sabe engomar liso, principio de cos-
tura cha, eentende alguma cousa de cosi-
nha : no ateo de S. Joze D. 11.
*y Urna venda na Boa-vista muito
boa, com poucos fundos : na ra Velha D.
I9 se dir aonde *\
*y Urna negra moca, le bonita figu-
ra, engoma liso, ce>se chao, faz renda, C0"i-
nhao diario, lava de sabio, nutra dita en-
goma liso, cosinha bern lava de varela e
sabio, e boa veneledeira : na ra da Alegra
na quarta casa quem sai do beco que volla
da rua Velha.
yy Urna carroca com muito punco
uso, e arreios para um e pira dois cavallo-,
unidos, muito propria para ensino por ser
delanca, ou varae- unidos: no largo da
ISoa-v Isla h fa'lar com o criado do Dezem-
bargador Velloso.
J*3P Urna negra moga, de bonita figu-
ra, de 18 a i9 annos, cosinhar, o diario de
urna casa, engoma, lava de sabio, e var-
rella, faz doces, refina Basurar, e muito
boa boceteira : na rua de Orlas sobrado
D. 47.
|TJ^ Urna negra com cria, sabe cosi-
nhar, lavar, engomar perfeitamente : no
Mundo novo rua detraz do Hospital n 5,
e tractar do seu ajuste com Joze Lazaiy na
rua da cruz n. 5.
fcJP Una porcio de aceite de carrapa-
to, no sobrado ao pe da Matriz de Smlo
Antonio.
tT^P Urna paderia com todos os pectn
ees, por pieco com modo : na rua Nova
loja n. 23.
ypp Urna cama decondnr usada, a
bancas pequeas deangico, 1? cadeiras a-
americunas usadas, 2 espelhos de salla, 1
caxilho de jmila, e 1 volta para pe-cjeo
d Senhora ; no atierro da Boa-vi-ta D.
16.
^3^* Urna casa terrea, de podra o ca',
com um grande quintal com mullas arvo-
rts de fru to, sita na ma do Bom Sucessp,
em Oliuda : a fallar com Emygdio Jos P -
reir Guerra, na ma da cadeia velha n.
40.
T3P" Tvjollo de alvenarra gn ssa, pos-
to em qualquer Porto, a prero de dezuito
mil is. : aliiiuncie para ser procurado.
G=5* Foliitlias (le porta, de Al-
^ribeira, e de Pudre, para o pr-
senle auno de 1836, por pret;o
commodo, Da*Pregada Indeppn-
dencia, loja de Livros N. 37 e
.38, e na rua da Madre de Dos
venca que foi do Rezende.
PERDAS.
Desapareceo no dia 21 de Marco do prc-
tenieanno pelas duas horas da tarde, do
porto junto a ponle da Boa-vista, urna ca-
noa aberta de carregar trastes, grande,
sempandeiro, com urna taboa na poupa
vii-ada, j meia velha, sem corda, ou cor-
rente ; quem a adiar di rija-se atraz da Ma-
triz da Roa-vista em casa do Teen le Co-
ronel Joaquim d'Assiimpcio Siqueira Va*
rejio para ser recompensado.
FURTO.
Furtou-sedo Engenbo S. Paulo um ca-
vallo castanbo pequeo capado, e urna bes-
i tuca gronde e nova, ambos de roda e
com a marca AF: quem dos ditos ani-
mis tiver noticia poder leva-Ios ou dar
parte ao Sor. do dito Eogenho que ser re-
compensado.
ESCRAVOS FGIDOS.
No dia i5 de Janeiro do correte armo,
fugio um escrovo pertencente ao fale.-i-ido
Joze Elebao Ferreira, de nome Joze Ben-
guella, oilicial de sapateiro com os signaes
seguiutes: estatura alta, secco do corpo,
pernas finas, ps b m feitos, e mios com
signal no nariz de um ^talho, um calombo
rio pescoco por cimo do peito esquerdo,
um dente quebrado da parte de cima, 0-
Ihos pequeos, idade 18 annos : os apre-
bendedores levem-no a casa do Teta-
menleiro atraz da Matriz da Boa-vista, o
Tenente Coronel Joaquim d'Assmmpcio
Siqueira Vartjio, para ser procurado.
Taboas das mares chetas no Pono de
Pernambuco.
18Segunda s j\\. 18 m
19-T: i 8 6 .
j20 Q.+. i- 8^5* \Tirde
^21Q:- -: >42
aa S: 10-30
523S:*? 11 18
S4->D:J9 ra 6 Manb
NOTICIAS MA FU TI M \S.
Navios entrados no dia 1.
SANTOS; 20 das; B. Uniio, M. An-
tonio Joze do* liis : parios gneros :
Elias Bipsta da Silva. Passageiros 4-
BIO G. DO SL i Patato Francelina,
M.Jose da Silva Neves : carne secca t ao
mesmo Medir. Ton. i80. Passageira
D. Geitrudes Lui/.a de Miranda com sua
familia.
* Dia 4.
RIO DE JANEIRO; 2a das; B. Oro.
zimbo, M. Antonio Garlos de Azevedo
Coutinho: varios gneros. Passageiros
D. Auna Joaquina Nobre Botelhu e sua fa-
milia, I). Mura Joaquina e sua familia,
Joo Francisco Duarte, Joaquim Jo-e de
Azevedo, Joze Caetano da C>'uz, Manuel
Goncalves Laca, e Jos Nogueira Gaganda.
Navios sabidos no dia 1,
DEMAZ\RA; B. Ing. John Lansaz,"
M. Raimundo : lastro.
STOCALYIA; Pataxo Sueco Matilde,'
M. H"ldt varios gneros.
LIVERPOOL; B. Iag. Cybell, M.
Breustuitng: varios gneros.
HAVRg DE GR^CLC; Gal. Franceza
Camoens, M. Maniere : varios gneros..
Dia a.
GENOVA ; Barca Ing. Hostespur, m.
John Wisharl : varios gneros.
LONDRES J B. Ing. Mary, m. Samuel
G intou : varios gneros. Pas^girol.
Dia 3.
TRESTE ; B. Ing. Mdium. M. Geor*
ge Leslei: varios gneros.

PBti NA TiP, DO DIARIO. 1J36.
L.


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