Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01773


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Full Text

S. ,/m>o r.ip RelUcao e aud- do 0 da Ce
l't
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Terra. / '> j cim
deV ti tk'i t m da* -
Coarta- lOfcMj in 'i'
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'Tudo (! dopend Me ni mwmiit, JA bofs prodeci,
doraS, e ene?** cmitinBmoc joto priue<|rius ert
ueatad* comadwimoi enirr u Na^ie nuil cttltaa.
'j7^ .1 frocmttmfo da JtumHtm GWarf Si
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4 JM|
^OfM*Hf
ARTIGOS DE OFFICIO.

JLljLM.'tnCbcm. Snhor-Os estrago, que
a niuli-ni^fiurbus na Europa, e n'Ameri-
* ca fuseiu corr razan V. Bxc. temer que el-
la venha logo invadir esta Provincia. O
cuidado que'V. Exc. tem pelos seoii lia hi-
lantes, cu jo governo I he fin confiado ihe
dispertou a lemhraca de indagar qnaes se-
riaoos meios de presrvalo oeste terrfrvel
flagello Com aquella "fta^Ueza. que V,
Exc. ^Ireoi^xigir eu direi quse nao tem
ainda cxweguulo por nenhum meio #^v i. ;iz
resultado, que a hygiena s he ct> paz* pela
sua accao salgtar, obre a organizacao de
turnar os corpos menos preclispostos a x-
perimeojaro efFajto da influencia (feletere,
freir de propagar nos *' 'ramos,
Resultado sabemos tyle lie huma
violenta irujteniiaeo dos oreaos os mais ea-
senciaes f^i, e algumas vezes huma es-
pi'cie de envelenamento communicado ao
sistema nervofc," qu mata instantaniamen-
* te; cotn ojobservei multas vezes nos
Exercitos FraWzs, qufrtb o-Thiphns
esta terrivel molestia, cujos estragos colo-
cao a par da Cholera morbus os roubavao
niais da metade dos Soldados, que delle e-
rao acommettidos. A Hyffiena $6 appli-
cada a todas as classes da Socied|de fie o
c Wco erncaz preservativo, que temo* para
fer arredar, bu diminuir os effeilo^deM n
r inal que parece inevitavel. Maj ite |aino
L yd Medicina lie tao ex teen, gfte os'seos
jfr/ dfole*, nao podem ser feitos sfe nao por
i hi/iaajreurrio de" Mdicos esclarecidos, cliei
o dezllo. pelos intereses da'hujani lde;
quali'iudes queassas destiii^u^ a Couiuvw-
r ''-
;
sao de Mdicos escoihida |tor V, Bxc pa
1k-tratar desbe objct.
Himi dns seos Membros me tem dito cm
hre\' ment a Conimisaao publicarecrjton
queHndiearo aos Cidadaos, qual a omis i
ducta e rgimen, que devem ter a fim de
Bt prepararem para aluta que temem, e qt
esrlav^cerao aaGuverno sobre os mios,
qie srao necessarios empregar muito au-
|^pad-uente.
Persuadido de que. V. Exc. est como-
dix prompto a se opor por totkm os efoiw
cov e sacrificios possiveis, mesino com o-.
seus das o assalto do flagello devastados^
peTsuaddo que a Ccauniissao creada appre-
sentar Parecer, e Coosplhos tnuito aieot
do que da se poderi desejar, eu nao' te-
nho se nao huma inquieta^ao, e he ajlW
ni inspira a pouca contianca que o publi-
co teta naqueras pessoas, que a todos o
r>pt'itos a mereca mteiramente, tendo a
tao grae, to cega, e mtiitas veZes to fu-
neste ein cJarlataens, que c^shonto a hu-
ma mdade, e mesmo iAu dirvio de ho-
mens cohnecides pelo non^ de curiosos*
J^uanto a miin Exm. Senlioiv eu nao
mconteitarei de ^azer somen4e ostentaco
do'uieo zello ; deixarei s circunstancias, e
&mRo pfovarem queluin Francs
he toiiem pfrtlantropO, e**que ppr toda a
parte >nde elle ve desgranados, e doentes,
elle Vfcirmos. Tenbota lionradeserKxoiw
Senhot Presidente com toda a coisideracao
De r. Exc.--Muito humilde servo *~
DoutorBeuiU ?

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A)a ha nu\ifl coiumum, e ordinaiif
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r, y Beprem 1 Vel,
arlis* $j^uc as sempre ]
apjl so nao -
as fazem
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trc nos 30 que rm/\n
-)*" Facao-se
governo4 <&c.
Zi& mpstra i*mo se est"!
nem ainejaib examinabas cauzas, que nos-
sos males produzem, para que apartadas,
eq (instruidas etas se melhore^^'^clesia-
do. Parece,, que bem se potle aplicara
taes rehVxes, o que refutando os partida-
r'!^ftU3)S? mora^ berva Coote"qu ^sua
lingSagems assemelha k do Matlemanwv
. que ensenando Seus discpulos Bies dissc
*juue deviao ser exactos, calcular com exac-
e,ao &c. sem mostrar os meios porque o de-
viao fosar PaYavra* vaes urnas, e outraap
ou peio menos dezejos imitis a que tantos
embaraces obstae. Examinemo-lo. Quem
ti% as Jis entre nos ? Nos mesmos; porie-j
mo-lo dizer; os nossos escolhidos. Ep<
que ento as nao temos perfeitas? Poi*qu
-impedem a natureza, e o nosso estado.
Nao sendo outracansa as leis, se nao ades-
^ripeao, munida de Sanean, s.hbitos,
s, e costme de um Povo, leudo por
base a moral,, por-guia a ilIustracao,'s te*-
remos leis perfeitas, ou boas, absolutmer^J
t'j Ins, qxiando nossos costumes, nossa i
raitbrem perfeitas, oubons, nossailiu3tr.
rao completa, ou adiantaev Se porem rao
U pee ainda aquellas, que nossas cireuns*
ancias'peri'nv be porque? gasta-se em frf-
volid'ades o tempo, que as nossas precises
&fSto dar os Legisladores; he porqueelle*
i;o de esfera superior nowa, e part-
ulhao todos nossos eiros, e pnconceit*>s
\m porque em Jim nao temos m was esco-
llas ou virio nicamente ara. .o; mas te-
mos attendido, e muito a amizads., espi'i-
to de partido, qfmsirieracoes de familia &c.
desorte que Ijio be mu diftieil a apro-
ximacao de quaLjuer eleriao calcular seos
resultados*
Nao procuremos pore* so us j.dlas
Ix\g*la;o a causal dos nossos, poucos r&t
*s-os recrrlrJS^4 suaine^cucaoe^a-
is iivvi;? j. i-,, irtfMe queixnf**Guaru: >s
prtrffl de todo imputar o Governo, 'ssitw
como de tudo esparar eitet Tiradotl'pn-
ti*e nos o Governo .partiiha tan bein fe hos-
cos erros, c preeonceitos b se perfita fos*>
%os, perfeito elle seria ; eso'se acla&exem-
irio dett&overno* mais illustrado, que*a Na-
^fSoiras Colonia rec<*m fiafecidas, ot Po-
vos conquistados. Tanto mais o G.)voruo
he popular, quantoxnais est ao nisci,>ou
abaixo da lustrayao geral, e sei<*r .
A /
ufiera o belf da Nac
ossive! const
mr.
iu uavr tildo ?e'mpre feferiv>l aos Uovernos nao
; ma^'i Nacionaes, qui poucas vezes conbecem, e
nunca querem jWbem general. O Gover^**
no *5 deve obr/W^undo as Us, sra Na-
(;aofor i!lutraa, e virtuosa, elle aau n-
eo o l rara agentes submissos, e cegle execu5

tores de filias vontades arbitrarias, o Depu-
tdo o ceusar, os Juizes se rao rectos, c
^nparciaesj os Cida^aos levantaratw todos
aJKf em apoio.da pei, e oiflcom temor el *,
3rra**
rjjjciisar-etn^eu' intentos ou castigado
secorrlgir. ^)e^fr31s di-so o Governo %
nao cifra so Jnefittfer^*id, *seos actosj
mlutos compete*executar todosapoia.-,
be preciso, que srjao torKs estes bons .a/u'
que tudo se possa imputar nal pessoa= do
Governo. d-se isto entrenes? Sao
todos os Ministros; e Pr^sident^s^^xr.clfs
ein cumprir seos devoras: Silo l^dos os
Juizes. rectos nos seos julguUK'tps ? Tra
bMao, como devem, ;tn bcneiicio 0*0 pw
bllco, toc)o= os. .Mcmbros dos Conselitos Ge-
raes, ('(i I Uoj de Guerra, Cainftras Mu-
nicipaes r lodos os Jujacs de -Paz vi
rilantes, e aelivos no exaui c caji'ura d<>.>
drinliuofSos? C-umprem em.geral t >i,.s <.s
emprentados s^jis deveresr K jvae9fl^ todos no .-tos em os nossQ?* Coneipoa
a voz ila-PJliia como Qnjarda Raj^iai'fl,
persegualas os crjminosos, juramos contra
ellos? A!>slen!o nos de excitar a \,w -variea-
cao d ofieai de Fazenda, o Aifandraa,
do Magistradof somos zeMw>s .atwblui
das Au'tboridafteip"cuja elejeao nos \
te ? Suportarnos *ekgianos os qV^.e;, s^
comportao, e fugimos sentir ^qpffNf, nos-a
indignacio aos que abuzodfn^ssa aonti-
anca? Oxal o izesseiiaw ne^sa eiieida-
de seria sern |)ar. Mas ja quejo, nlo aZe;
mos deixemos de.aAribuir "n Gmuno,
e Legisla-fiO os nos^e^ males,e iv^o^iiq
ceudo, que txlos para elies concern mos
uns mais, outros n;eu;> procuiy u.-o- < n
dar-nos, ^in.x u-..-a Tairii, hi uv.c-
remos ser lizes aoja cv. dao, h(ni\ amiii'o, bom espo^s bi -l'\ji
bom iitnao. 'l'rateuh.K de iiluslrai a gcr.Y
1
<*
|M
TT
Vao Y'lndoiTra; mas cojo boa-1 rispias,
,C0i f^recciHis, e nao s go.:a- \ .;:- .#
tageus, que c?bm sigo traz rao oom fiovM-
U% mas .logaremos aos nos.n-, viiiroisr}*
ion Efcta io lloivront.:. Se poret eoijiau-
aroKis a nttri^uir os males, que sotretuai ao
n<4^> visiolKp^iJnar oGfyiAi> eMB^Le-
-TTT
I


adoi
jarnai
tmente .gcremos
ovres.
ANUNCIOS.
AHjrof luz^foticias Td&J^tugal, desu-
de 30,de.'lulho ato II de Seulnbro proxV
^jj^preteij^, exlrabidas das fallas F^ariV
cesas vinda/s pea Galera Henriaue^a, e
das cartas viudas do Porto, kistjoa,eS.
Migueb^ Vendein-se/ na ioja de 1 ivros da
cja da iniao^,^7r;a 8w/e no neci'
4 iU^Sr. JBarao ra 2f\ .Cadeiaa 6Q
Jolha deimpressao. .
Sexta fera mlm.oj^jft^ 7 do Epa~
Ldas contendo um ar*i9[ extrahido ,1o
o principi;) da Analizo a Consti*
i^ao Brasileifa, a eontiuuac.ao do Pare-
cer da Sociedade Medica do Rio do Janei-
ro sobre^jkiQtrodue.yaoKio Colera-Morbus;
t irma ccjfespo.udencia do Escrivaodp Paz
fia Boa-vista era res posta a do Amigo, e
* I ni irrigo, do J ti izo do Paz. E oje ahio o para'Senbora ; na ruadas Cruzes 1). 9

n. I^contendo mu artigo obre osab^ulntis
tas ; dras Proclamarles de dous Jni>< i
Paz de di iteren tes cltst relos do Rio de Ja-
neiro na qiu-da o l\]i.sterio ; e a. conti-
nua cao da Ana!;.: &e ; c do Parecer da>
Hopiedi^Mediea V e. Yeodenwse avul-
sos,.c|&ece)jm-.*" asignaturas no*, lugares
ji au^.cind^ ,, / i-
mbio a. Carga.
Sumaca Aui^\!o^ Feliz que se
nena nH p-iqia.do(llegio* pertende,seguir
jrag'era<*?|)|.,a Babia easo'liaja quem te-
tojia alguniYet e'queira iobarcar, dirija-
Be a tallar cfnn o Mestre abordo, e tambenr
ir. tu para outra qualquer parte.
*#- '
Itfifaft
_ daCruzJV.'4. ...$
Urna cai/oa graptte nova;
abrir, com 65 pajmdlde cumpi
tro e mei desboca: no fim da ra Ta Flo-
ren t]gflasj&a esquina confrontandoHh^
PaIacio\elh^jgnde padaria.
(3* Rap Prince'za a'30 reis a o taya
e e^ Aibras^a 2880 js., de .uperioroi^^-
cegado na Gallera Aurora: 9fffflfra'&o
Queim.adcl.P^ir.
$$r Urna pscrava.de todo o servico : na
Aia^do Roza ro: Q. 23.
V.$>?" Urna venda na esquina da ra do
Rosario com alffdjp Anido, a dinheiro a-
^ta: na Pada'ia do beco da Larangeira
i (j^* Atqz de casca, cominbos em sacan,^. >
ini.cas.com cavalinha?, e umoavajlo cas-
ta nho pequeo bom X'arregacjor, .proprio
(
3" Mauteiga nova de Cork.de superior .
qualidade; a 210 reis em barris, e a 320
aVetalbo; na ra da Cadea velba U. 58.
/<'??* Rap de Lisboa chgaxiona. Galle-
r.yAurora a- ts, t as meias libras, e
da Baliia rea preta : na ra da Cadeia do '
Recito N.; m
C3* :-Um a ;lgue*crilo com 5 &6 an-
uos: na ra da Gloria D. 21.
.G-.?* Farinba de trigo, manteiga ltima-
mente chegada,t cb issop, genebra, sabao,
carne salgada ce vaca, e de'porco, veilas
de esprmaeete, papel almaco, bacatjab^J
salinao, viuho em barrjs de p u r : no ar-
mazem de Joao Carrol! & Gorapanhia n'a
ra da Cruz N. 41. ,


s

TvFART Brotiers, fazom leilao de fu'
zeiuias. liinpan e variada.v boje tere*
fe,ira 6 do correte p*.las 10 boras do dia
/a casa N. 55, da ra da Crug.
(J^ Johnston PaUr &Comp. fa^em lei-
/ \im de diverjas faz^iulas avar)das alampas
^.#y an.anlia. quarta tena 7 dp crlente na rwt,;
y*2? Ala Madre de Debs.
!
Sfendag.
de na

ailuguep
I^luga se Im sitio na Passageni' da
dalena \na ra do C^iug. D. 7.
3-, Um;Engenbo STiestas proaipto^de
tudd, com T)ons brejos, boas .matas para
toda o necessari do mesmo Eugenlio por
preco cmodo, no Termo da Villa de S.
Antin na Pra^a do Corpo Santo D. 1^.


aca^eo
i
congo; engoma

1 Kri Diw-se. m par de >otoens de ouro-.
com amabas, desdea, ra.q^m.at a
Qluyb ;. quem o adiar e quizer restituir, r"!
?
J\
t


w*pptp***^ff^e"'
- r i^tacyif **>
fhesi

vacafiaran]
laVftdd^uem deltesi '-riuliift
querr declrate ^firad, bu feyos^i
1
)
vs^nado faz, sabe ti^a-
blico, tju rfngtftn 'contraje, negocio l -
gum cora Mara francisca ; *dc^h$e$So,
u sua may fghacia l^rJad&Nascimeto,
moradoras era Fora de portas, sobre com-
pra de um escrava de rime Mara, crila,
e fmd criW de'heme Luis, por andar m

fitgo com a mprfi dHa^nliora, quem
dita escrava esta va allugada; e para que
nao se chame a ignorancia, protesta c*a-.
mincia nte ha ve-la do poder em que estiver. *
Qatetano 'theodr Jntuncs Viltaqd: *
p$* Prciz^-ifl de um ama para caza
ciscottei
jalcao. J* v
ifcf' Perciba se d$ umrc#xejro menino
d boa conduUj, paWiuia venda : na ra
d# Cotoyllo vfJa I). 15. V"
C^hLavVse t#>g&!ia-se ro^pa, tatlofeo
cOmddepiVgafqdklquei Sri q* qui*r aj*W-
Ur por m5, o^ jjor ahno, ou semMrta e*tya***
di^ao, o qiie ^omte;se t'aser cora todo o "'
asseo e pri$rty|)tidao^e'por preco cmodo:
Wrij-sea'ruada^uia^^caza tefreu^ 40.
^(|Sp O abar^ a.^gnVdo s scieate b to-J<* <
Vl|be o quiere^ prteraT para twW*
%um negflciot^sjSo'; pr>curem m
na sua antigl^tnc^na roa da Au
ra, porque saludara a commissao da
Iradas: mas dei* na ra da Conctfc.
N. 131 pessoa com quera pos5o tratar.
Joao Shan-.
THEATIO DO RECIFT^
I
A
i
LOj terca feira O do corren t a Be
v i ~ W ... *- i>
que seja forra, parda, ou preta; na ruado neficio de Joao Baptista Guimaraes se re-
LlvtapfeehtoUD1 13, L andar. prezentari a insigne Pe,a

fc^ Alluga-se prts, pretas s tarden,
para vender azit de carra pato, a 240 ra
por canda : na ra do Roza rio estreit DJ.
ID.
$$ Na. ra do Caldereiro, O. f7 ha li-
ma mulhr brarjc?, d> 40 amino9, de re-
*
**
CAMILA NO StTBTEHBANEO.
guiar conducta, que se propoe a ser ama
4e cas, e promette, tanto satisfazer os d-
ganos trabalhos, de urna caza, como engfo-
W4*>snhar Sufrivelment; e da fiador
ua conducta.
A C^ O Sur. Joao Joze eje Frotas, queU
\ r ter abondade de procurar, a Joao Joze
^Ferreira de Freita% porq* em seo poder se a-
W cha urna carta fjuveiode Lisboa para o dito
Snr.,' e que por srgano \\\e foi entregue.
%$ A Academic* de Muzca, que devia
ter lugar ontem 5 ficou transferida, panafij
exta iira 9 So correhte, para cujo dia^
valern os mesmos^ilbetes ja distribuidos.^
6^ Quem ti ver jjm sitio pequeo, e o
^ueira arrendar, nao sendo partes do Affo-
^r^gado: anuncie.
t^ Quem ti ver para allugar urna caza
terna, ou sobrado as ras do Cab g,
TjAlcheires, Rozario, e R^ngal: anuncie.
*jfct Quem quizer bastante intulhc de
k -' \ i 'i i i i i i n
Os intervallos serao preeadd^v le ex*
cellenos <3vcrturas, dons eseofedos isle-
tos, e varias habilidades ^e for^tt, e equi-
librio dsempenhadas pelo mesmo Beneh^
ado. Dando fim o divertimento conf Q eu-
tremez
3L crtaa ajstuctia. <**offy
NOTICIAR MaKITIMAS. l
Navs entrado no rfisd^*'
ONORES; ($0 dias; Hiafe DaahH,
Cap. Wra Taylor: fazendas. Passagr' J
ros 2. f
GOUNNA ; 3 das ; Hiate GonceigS?^
M. Antonio dos Santos: lenha. Passagei-
ros 3. ^
A 8aJudos no dia 4. '
SSU'; $5. Vez Reinos. M. Francia
Joae Lopes : lastro. V
r Da 5. T *
SANTOS com ESCALLA pelo ASSU, \
Berg. Passo^ Victorio, Cap. Manoel
Joze Ribeiro; lastro.
*
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