Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01717


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Full Text
'..


NUMER 45
^jfitiTi2B^aMa32JSt^vr
S-,i!sc revece meiisaliritinti a 6*0 rs.. adantados, na Tipografa do Diario, ra do Sol D. I; onde se recehem corresponderas, i
n' nances de veri') alem Jas de utais condijoes, paffar par cada linha irapressa 40 rs.
Sabhado S Lniz Rellacio de manha" e ad enca do W 6"
de tarde preamar as 3 horas e 42 m da m
Domingo O Sagrado Corafio de Mara Freamar as 5 horas '"
42 minutos da tarde
Tudo agora depende de nos mesmos, da nossa prudencia, mo*
deracao, e fnerfcla; Continuemos cmo rincipiamos e seremes a-
pontadbs com'admlraijao entre as Natjocs mais cultas.
Proclamaqao da Aittmblta Gersl do Bratil.
r*.
3mpte&?o em ^eritattibuco por 3o$e (Stttorrto ae Sbtt-

A

-*&&&&&&&*-
S
v


falsa opinio, de que so depende dad
form s .^do Governo o bom ou mau anda-
damento da cauza publica, o bem estar e
fecidade das Nacoes; opiniao para que
limito teni concorrido os males, quejiosGo-
vernos absolutos estas tein sofrdo, tra-
zando nos povos modernos, e novamente
caiistitiiidos hum dezejo insaciayel, urna to-
me devorante de reformas, e com estas hum
espirito de leviandade, de inconstancia, e
de ocio, contribuir ainda por muito tem-
po para reter os povos na ignorancia, na
eseravidao, e na miseria. Correndo a por
meHioramentos quimricos, mudando todos
os das as formas, desprezando o essencial,
elles poderao ter huma liberdade poltica
sempre bambaleante, ora para o lado do
despotismo ora para o lado da anarquia,
mas nunca conseguirn a liberdade Civil,
nica que os pode faze? felices por cuja
aquiric.o a liberdade poltica nao lie si nao
hum meio. Sem irmos mais ionge pode-
mos entre nos achar hum bem sencivel ex-
emplo do que afirmamos. I\o en tanto que
a reforma federal, aliaz mui necessaria,
absorve todas as attencoes, que Peridicos,
e Sociedades se votao exclusivamente a-pro-
move-la, que hum novo Frankln Brzi-
leiro se propoem mostrar (talvez com bel-
las theorias) as vantagens das Repblicas
Federadas, ninguem se lembra das refor-
mas, que merece a nossa organizaeao Ju-
diciaria, que a par das financas deve mere-
43er o primario cuidado dos nossos Legisla-
dores.
Huma boa organizaeao Judiciaria he
a salva guarda da liberdade dos povos, e
k protectora das vidas, e propriedade dos
Cidadaos; ella deve a Inglaterra a prin-
cipal parte da sua grandeza ; e he tal a
concideracao, que nos Estados Unidos go-
za este Poder, que em certos cazos lhe c5-
pete o exame das Leis com o direit de*re-
geita ias, viudo assim a ser all o primeiro
de todos os Poderes. Sem huma boa or-
ganizaeao judiciaria todas as outras refor-
mas poderao trazer hum outro bem, mas
nunca fazer-nos felices, e poderozos. E
na vefdade sem a represso do.crime, pro-
tecao da innocencia, garantida por boas
formas, e Juizes imparciaes, nos seremos
sempre o ludribrio dos poderes dos man-
does, dos seeleratos, e assim toda, e qual
quer liberdade, a mesma Federado que
consegu runos nao sera, para nos hum meio
de felicidade, mas para aquelles outros tan-
tos meios de impumdade, que augmentara
os crines, e com elles nossos males. Ex-
pendendo estes principios chamamos a al-
ten cao dos nossos co;wcidado8, a fino de
que deixando de parte o dezejode refor-
mas totaes a respeitoda divizao, eaHribui-
e,oes de poderes, contentando^se com o
augmento das attribuicoes dos Concelhos
Geraes de Provincia, e algumas outras,
mais indispensaveis, que devemos esperar
da Assemblea Geral, lancem sas vistas
para reforma da organizaeao judiciaria, e
promulgado d hum Cdigo Civil e de
processo criminal, e civil como essenciae
as reformas dos nossos costumes e meiho-
ramentos, de todos os ramos de prosperida-
de publica.
A nossa Constituicao no Titulo > Po-
der Judiciariq determina .que a Elei-
cao dos, juizes seja teita pel Executivo,
que elle ejao mudados o1* huns para or

...
-^
^ .i
w


(1816)
/-
-"
.-:_
-
trosTugares, qa sejao promovidos a maior
aleada pelo Imperante, e que so percao os
*ugares por sen tenga. Alem disto-segundo
a otganizacao actual he necessario hum
grande n. de Juizes, e que a sua nomea-
cao sej feita sem attenqao a pratica, d'a-
qui rezultao vicios, e excessos das apella*
coes, revistas, e outros muitos defeitos, que
mostraremos.
A nomeae/ao dos Juizes pelo. Poder traz
cpmsigo muitos inconvenientes, por que
. m o Imperante, nem os seus Ministros po-
dem as mais das vezes conhecer as qualida-
des do Individuo, que pretenderen! nomear
e milito menos conhecer o mais digno, e
anda mesme no cazo de os conhecer, os
mpenhos, e patronatos umitas vezes deci-
di rao da Eleicao.
Mwto mlhor nos parece que os Juizes
fossem eleitos pelos Eleitres do destrie to a
qae pertencessem, settdo escoltados d'ntre
acuelles cidadaos que tivessein Carlas de
Hachareis Formados. A mudanca d'hum
logar para outro, toma o Juiz dependente
* esgeito ao Poder, que em cazo de desa-
grado pode muda-lo d'hum lugar prximo
ao do sti nascimento para outro longiquo,
e^)demioo. Igualmente julgamos mnito
vantajozo para aadmiFistfcicrio da justica
& perpetuitde, e inamobilidade dos Juizes
n lugar para que forao eleitos1, exeepto
quarido por hiftrm arttguidde, como de-
pti$ mostraremos Ibe perteneer promocao
a lugar de maior aleada.
Continuar-se-ka.
i p- JtUJl
> COMMUNICADO.



:;..!]

Nthe os individuos de diversas Na coes,
qte s aeharao na Piafado nosso Theatro
no da 21 do cor rente, nenhum mostru
tanta esperteza, tanta capacidade como uta
Portugus, de ra so oho; o que por corto
nao me admirou por que este fiomem ja
ffitttttm muila perspicacia as garrafadas
de Marco tm Rio d Janeiro. 'Tambetn
fia mostrou menos dkericao 6 !a Cam3es
ftffs aforradas detentes com; que mimb-
zeou as familias, qu se achavao prezentes.
Mas que multo ,- que elle fizeSse tildo isso,
si* aSSim nesmo garrafeno orno foi ro-
deado e "acompanhado de alguns Officiaes
de'Karihha/ o tetk.
O garttifeir* dt rodela wrifc.

>Si
Comgpott&enca.

.
*Nr Redactor. Qarido pensavamos,
que com a creacao das Guardas Nacipnaes
vi riamos a ter, si nao grandes, ao menos
alguns beneficios, por isso que ellas sao or-
ganizadas de Cidadaos, que fcndo alguma
couza a perder sao obligados a vellar so-
bre os interessea, pblicos, eaomesmotem-
po sobre os seus particulares, pois evi-
dente, que destes que se formao acuelles,
quando desgranada mente vemos que es-
sa organizacao veio dar nw novo motivo
para a intriga ja bastante dissiminada em
todo o Brazil.
Alguns Snrs. Officiaes de Milicias sobre
quem nao recahio a escolha por seus con-
cidadaos feita para officiaes das mesmas
Guardas, sendo avizados cmo soldados
dellas para se apresentarem em parada a
fim de se nomear o quarto, que deo a
guarnicao desta Praea no dia 20"do cor-
rente, comparecern, sim, porem de baixo
0*0 rigorozo uniforme, e insignias Milicia-
nas, e sendo al tronicados .para;monlar
guarda, responderao que so frio o serv--
c como officiaes^ que erao, e ja mais de
soldados sob o Com mando de Paizanos:
ouve tal que s apresentou cavallo, por
ter sido da Arma de Cavada ra, e caval-
lo msmo foi para a Fortaleza!
Este procedmhT, Shr. Reactor, en-
tre Pernambcanos, e qae sejactao de
Hvres, com effeito o mais rcprebeiisivel,
que possivel. Ferguutarei aqulles Snrs.
e a outros, que pensao aemethantmente,
qual mais hohrozo ser soldado de urna
corporacao Ilustre, i-nstituic&o verdadeira-
rhente Nacional, composta de Cftladaos a-
mants da Patria, e do bem publico, "para
manterem ilesos os seUs drreitos; e.servirem
sob o mando'de outros Cidadaos, por eUes
niernosesCollidoS para tal -fim; oti bmjkeg
d Tropas mercenarias, feitas a nir parle
por via de baixezas, adulclb; servilismo,
e a custa mintrfs vezes d boti prezentes
dados a lira Ajudante d'Ordenstle Lu do
Reg, do Lima, do Anterb, e &c, em
tempOs mais ditozos? O que era o estes1
Snrs. Officiaes antes de o seriW? Todos,
ou quaze todos paizanos, e revdosaos di-
tos postos pelos friiios ja ditos re como en-
to esquicidos disso dizem (jue n?lo qu^rem
ser commandados por Paizanos ? O Prii-
Zano, e o Militar nao sao por ventura Ci-
dadaos; nio tena ambos os mesmos 't r-'
>


(1817)

iT
- '

'
tos, e deveres para com a Patria ? Con-
fessem, meos Snrs., que a ignorancia, a-
ju-clada de prfidas ensinuacoes de nossos
implapaveis ininiugos, os columnas, que
trabaliao com todo o afinco por meios in-
directos ("e alguns directamente^) para'fa-
zerem odiadas todas as instituic^es Nacio-
naes, quem 'os induz assiin obrar. E.
verdade, que a Lei da creacao das G. N
* um pouco manca ; mas por que ella tetn
defeitos filhos da pressa com que foi feita,
e que nao podem deixar de merecer^. Jal
vez tiesta Sesssao, a attenco dos nqpos
Legisladores, devemos nos por um mal
entendido caprixo, ou espirito aristocrti-
co, deixar de observar? No por certo,
Eia, pois concidadaos ofirciaes ce Meli-
cias; jMclei um pouco de vqsso orgulho
bem da cauza publica: vos tendes na filei-
ras das G. N. como Soldado, a um M&-
noel de Carvalho, queja ocupou a Cadei-
ra da Presidencia desta Provincia, e que
no ce) i m foser sua senlinela com urna gra-
nadera a'ffomtirb; t-n !e> mesmo mu tos de
vossos corli:-gas despidos desse prejuiso; e ten -
desjaobeiu Officiaesde linha reforniados,aos
irmaes a fci senta do servisso activo, eque
o cntanto con,parecen) nelle de motu pro
j;rio, couo Soldados. Olhai para o Rio de
Janeiro, e ali veris Ofqiaes Gneraes fa-
zendo servico de Soldados, eomrnandados
por subalternos por elles escol Indos: corai
a vista de taes exemplos,, sde obdjentes a
Lei, e fasei-vos dignos d estima de vossos
concidadaos para mereeerdes os seus sufra-
gios. Tende sobre* tudo em vistas os^Jra-
mas prfidos dos iuimigQS 4, sistema ^te-
ral para nos fazerem retrogradar: a s^a
poderoza arma a intriga, aborrcela/v- I
nivos,e seremos felices. Lancai ps 'ollips pa$
a Franca, e vede que tantos bedneios es-
sa venturoza Nacao teiri cqlhidocorti ains-
tituicao das G. N., motivo pelo qual ella *
odeada dos realistas; sirvao vos estes exem-
plos de emulado.
Praza aos Ceos, que estas reflexoen^di
tarifas pelo amor da Patria*, e Liberdade'pe-
netrem em vossos coraqoens. ,
Queira, Si;.. Redactor ter a boudade en-
serir estas mal trucadas linhas nos/e Qja-
rio, com o que julgo far m-servico
publico, e em particular a
Um, queja cinglo vma banda3 e hoje
Soldado da G. N.
Socledade Patritica Harfti&nisadora.
S-r'
Essao Ordinaria hoje as si neo horas da
tarde, qual roga-se aos Snrs. Socio nab
deixeni.de comparecer por ser o objeCfe
mterpvsnntp.
interessante.
*
v
ANNUNCIO.
Oje #ahiu o N. 18 do Carapucejra
tractando dos mal cazados. Esta rao ayetv-
da avulsos nos lugares do costme*
i; -i;
THEATRO DO RECFE.
Phizica, Molinet, e VefrtrilochiO.
Expectaculo Extraordinario,
Domingo 26 de Agosto as18 hra d noite
_ltXR. Fortier participa ao respetavl
Publico, que elle nao sabe decidir se sobre
o juizo qu se ha ferto do seu tratlho por-
que muitos dos Expeetaors lho aplaud -
rao, e outros mostravao desprazer, Mr. su-
poem ser ta'lvez nascido esse suposto des-
contentamento por ter sido parte do seu tr-
balho ja exeeutdo aqui riest Provincia
por outros da mesrha profisso, e nSo agra-
dar por ser ja couza vista, pftartto Mfc se
oliriga a dar o sCguinte divertimerito nov.
Primeira parte. Phizica de novas sorles-
Razao porttue pedb ins tempo de reflec-
to para o dirzemperih dks mfesms> pbr
is$6 tranferib o expectaclb f(fara hoje.' Se-
giitida. par te. MoHhts* Torhntr. ; Anda
riSo visto, nem ejecutado hestapitah cofa
o que espera deixar saptisfeitos os Espec-
tadores. Terceira parte. Grande arte
ventrilochio. incfe :ao vista nem execu-
tada neste Paiz. Quarta parte. Dia
sobre fkrrb ei brb. Mr.J para eVifer
q alquer suspeita qu p^a hver{t reatt-
d da eXec^ab Wrttrilc^b e'dan^a
sobre o efrdefri; braza1, tra cofeqMas d-
as pranxas da Plateia para o Parche, para
se dezenganarem os incrdulos que quize-
rem observar estes oftf irtigos, e far por
em braza ern fogareiros a vista driiP*)
O ferro sobre qlide d^r. Wc sequencia de st rJslWtfnente nVo'ste
expectaculo espera dfeikar aritistetos s
Srs. que o quiz^rem honrar.
Mr.Fosrjust arrived from FrancpWdl
perform on Teusday the 2.* ihstanVat the
Theater of this CitisWhere heWill per forra
varion eats of,Montnts Tormans of Venti-
loclii & ant Aiet thhgs never seen befow
A

T
r
T


w
in thisCity &. ..-,--. .
Mr.' Fortier previent que donnera le 26
d'Aont um Specrade extraordiuaire qui
sera Compos des les grans Moulinets Tor-
naos Vantilochi il dancer sur une pla-
que de fer rougell Mr. Fortier Croit bien
de raerler l'attencion du publique.
' p i-i
'Abe' Princeza Jgraxu potes grandes,
e pequeos, cordas.de tripa, ditas de ra-
me, bordons de varios instrumentos, papel
a I maco,' dito de pezo, dito de Olanda gra-
de, e pequeo-, dito doorado, e pintado,
violas; guitarras de Lisboa, fio-de sapatei-
ro, dito de vella, linhas finas de bordar,
meias pretas de laia, ditas de algodo, bor-
dadas, e lizas, chapeos de seda de maca,
gravatas brancas e pintadas, suspensorios
de seda, ganga, brim trancado branco, e
pardo, dito de forro, barretes brancos finos
e riscads de bom gosto: na ra do Colle-
gio loja D. 2.
3" Manteiga nova, prezuntos, gene-
bra m pipas, tintas, oleo de linhaca, con-
servas de varias quatidades ltimamente
chegada de Inglaterra: na ra da Cruz n.
41.
G~^* Um selin para senhora com assento
de veludo, um diccionario magholexicen,-
um escravo moco, bonita figura, bom off-
cial de sapateiro, e cosinheiro, sem vicios,
por 400$ res: na- ra do Queimado loja
D.L."
Comprad




Ma boa caza terrea, ou duas peque*
as, que sejao cituadas em> boa ra em
Santo Antonio, ou Boa vista, at o pree;o
de 1:400$ rs.: na Praca da Uniao loja n.
20.
IM dias da semana passada perderao se
na Cidade de Olinda uns corazer encarna-
dos, com pangas, ou enfeites: ra de S.
Pedro novo n. 4,
J3" Perdeo-se um cavallo castanho no
da 20 do cor rente desde a ra d Coto ve-
1SS
lo at o Manguinho,. he esquilador, teui
na mac esquerda urna plana, frente aberta
trez ps calcados: Boa-vista venda ao p
do Rozarlo, onde se d 8$ rs. de gratn-
cacao.
C^" ma ataca de ouro com transa de
corases, desde-a ra de S. Joze at o pateo
da Santa Cruzr na npit do*domingo do*
fogo na mesma Igreja: ra de S. Joze
D. 13.

N.

A noite do da 24 de Junho achou-se
na ra de Mathias Ferreira, urna troxa
com um vestido de cassa transparente, e I
lenco de filo bordado: ra de S-. Pedro
novo n. 4.
3bi? os particulareg.
p,
RECsA-se de luna" ama com muito, e
bom leite,. forra, ou escrava: anuncie.
#3* Quem anunciou querer vender urna
escrava, com 30 anuos, que sabe engomar,-
cozinhar, e boa para vender na ra, cora
um filho de # mezes; assim como outra
com leite que se pertende hipotecar por
200$ rs. ou vender, dirija-se ao principio
do aterro dos Affogados no segundo sobra-
do do lado esquerdo.
3* Manoel Machado e sua molher, re^
tirao-se desta Provincia.
NOTICIAS MARTIMAS.
R,
Navios entrados no dia 23.
ID GRANDE do SUL, pela BA-
HA ;-B. Imperador do Brazily Cap. Bel-
chor Joze dos Reis: carne: Angelo
Francisco Carneiro. Pssa^eiros Antonia
Joze Rodrigues Maia, e I>. Barbara Ma-
ra- da Conceiclo.-
A,
Saludos fi mesmo da.
.Racati ; S. Laurentin-a, M. Joze par-
ques : deferentes gneros. Passageiros. 9.
Dia 24.
HAVRE de GRACE* G. Franc. Ca-
moes, Cap. Vctor Flix: algodo. Pas
sageiros 6.
*
Pmba-jmbuco xa Tipogjufij do Diario, Ra do Sol B. I. 1832
f
."
%


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