Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01656


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Full Text
ANNO XXX. 14
Por 3 meses adiantadoe 4,000
Por 3 mezes vencidos 4,500.
SEXTA FEIRA 30 DE JUNHO
Por Anno adiantado 15,O
Porte franco para o snbsf
V
' ....
v
\
ENCAIinBGAnOS DA SUBSCRIPCAO'.
Recifc, o proprietario M. F. de Faria; Rio de Ja-
neiro, oSr. Joo Pereira Marti ns; Bahia, o Sr. F.
Dnpr.id ; Maeei, oSr. Joaquim Bernardo de Men-
donca r ftrahiba, o Sr. Gervazio Vctor da Ntivi-
dade; Hatal, o Sr. Joaquim Ignacio J'ereira^raca-
ly, oSr. Antonio de Lemos Braga ; Gear, o Sr. Vi-
ctoriano AugustoBorges; Maranho, o Sr. Joaquim
II. Rodrigues; Para, o Sr. Justino Jcfe Ramos.
CAMBIOS.
Sobre Londres 26 1/9, 36 3/4 d. por 19
Pars, 360 a 365 rs. por 1 f.
' Lisboa, 100 por 100.
Rio de Janeiro, 11/2 a 2 O/o de rebate.
Accoes do banco Id O/o de premio.
da companhia de Bcberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de ledras'a 7 1/2 a 12 0/0
metaeS~~
Ouro. Oncas hespanholas. afW>500 a 29*000
Moedas de 65HOO velhV 165OOO
"defliHOO novas.\- 169000
deWXJOO. .
Prata. Pataces brasileiios .
Peso columnarios. .
mexicanos .
99000
19930
19930
*800
PARTIDAS DOS CUEIOS.
Olinda, todos os dias.
Caruarii, Bonito e Garanhuns nlias 1 e 15.
Villa Relia, Boa-Vista, Ex *>6iry, 13 e 28.
Goianna e Parahiba, segundas e'.tas feiras.
Victoria, o Natal, as quintas eJ^-v .
PREAMAH DE H&, >v
Primeira s 8 horas 30 minuja manhaaV^
Segunda s 8 horas o 54 minutU tarde. n
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundas e quintasfeiras.
Relacao, tercas feiras. e sabbados.
Fazcnda, tercas e sextas feiras s 10 horas.
JUiizo de Orphos, segundas e quiotes s 10 horas.
1.* vara do civel, segundase sextas omeiodia.
2.* vara do civel, quartas e sabbados ao meio da.
F.PIIEHERIDES.
Junho 4 Qutrto crescente a 1 hora, 48 mi-
nutos e 48 segundos da manhaa.
10 La cheia as9horas, 12 minutos o 48
segundo* da tardo.
17 Quarto minguante aos 5 miontosr
48 segundos da tarde.
25 La nova aos & minutos e 48 f
gundos da larde.
20
27
9
parte ornciAL.
GOVERNO A PROVINCIA.
Expedienta do di* 36 da janko.
\
v

\
V.
*
i
(inicioAo Exm. rice-presidente dn Parahiba,
/ acensando recebidos dous templares do relatorio
a presentado a assembla legislativa d'aquella pro-
vincia pelo Exm. Dr. Joao Capistrand Bandeira de
Mello, na abertura de sua scsso ordinaria desle
auno.
DitoAo Exm. presidente do Cear, IransmiUin-
do, copia do termo de remess de diversos artigo*
defardjtmcnta s in*^ana*-n*B'nniPM>LiiflVn no i j^l
por /operador para o meto balalhao d'aquella pro-
vincia.
DitoAo Exm. marechal commandante Has ar-
mas, enviando copia nao so do aviso do ministerio
da guerra de 19 de maio ultimo, mas tambem das
resolncOes a que elle se refere relativos a neutrali-
dade que eonvem guardar-se na guerra que ipfctiz-
Knte se acha declarada entre a Inglaterra e a Fran-
ca per urna parle a Russia pela ontra.
DitoAo mesmo, remetiendo, a f de officio do
lente do 9 batalltn de infantaria addido ao meio
balalhao do Ceara, l.uiz da Franca de Carvalho.
DitoAo mesrao, accosandorecebido o oflicio a
que veto anncio oulro do eommandanlc da compa-
nhia fixa de eavMIaria desta provincia, fazendo ver
a falta de eapim qne ora se d no mercado, occaso-
nada pela endiente do rio, e declarando em respos-
la, que julga conveniente que o referido curaman-
danle mande os cavados da mencionada companhia
para um pastorador fora, ficando rnente na cochia
Jcns para as pracas empregadas no servioo diario.
DitoAo mesmo, remetiendo duas relceos das
alterarnos accorridas no mex de maio ultimo acerca
dos eapiles do 4o e 10" batalhes de infantaria Jo-
s Luir Teixcira Lopes o Antonio Caetano Travas-
>, addidos ao 3 da mesma arma ora estacionado na
provincia do Maranhao.
DiloAo mesmo, commiinirando, qne, segundo
parlieipouoExm. Sr. viee-presi guio para aqu no vapor Imperatriz, chegado boje a
esle porto o 2 sargento do 10 balalhao de infanta-
ria, Jaa Virgilio de Lemos, que achando-se addido
. ao meio balalhao provisorio d'aqnclla provincia pe-
dio para incorporar-se ao corpo a que pertence, om
razio do meo estado de sua saude.
DiloAfj mesmo.Respondendo so officio qne
V. Exc. acaba dedirigir-mecommunicando quepas-
kasara o rommando das armas ao coronel Manoel Mu-
aiz Tavares, lenho a dizer-lhe que fico inleirado do
se conteudn, e approveito a occasiao nflo so pare
loava-lo pelo zelo, actividadec inlelligencia, qne
desenvolveu durante o lempo em que esleve no rom-
mando das armas desta provincia, mas tambem para
aeradecer-Ihe sua leal coadjuvarao, no desempenho
das ordena do governo imperial.
DiloAo inspector da (hesouraria defazenda, in-
lekando-o, de haver o Exm.' presidente do Para,
participado que pela lliesoorana provincial d'alli se
remellen a essa repartijo no vapor Imperatriz cttW-
aehr bofe a u.u. uoiwi n-UjUanvin ja umjm tn.j
inaporlancia do diversos ohjectosqae foram enviados
para o corpo policial d'aquella provincia.
HiloAo mesmo, para que do lo de julho prxi-
mo vindooro em alante face cessar o pagamento da
preslarAo me usa 1 de 408000 rs. que o major Sergio
Tertuliano Castello Branco, conwaandanle da forta-
leza doCabedello consignara de sen sold nesta pro-
vwia, remetiendo S. S. a competente guia para
ter o conveniente destino.Parlicipou-se ao mare-
chal commandante das armas.
DiloAo mesmo, devolvendo os papis relativos
a pagamento da qiiaolia de 315080 rs., qne pede o
atieres Joaquim Cavalcanti de. Albuqiicrque Bello,
aflm de qne visla de na informado mande effee-
toar dito pagamentoInteiton-se ao marechal com-
mandante das armas.
DiloAo director .do collegio ilos orpli.los, inlei-
rando-o de haver i vista de sua informaran, deferi-
do fare ivelmente o reqnerimento em qoc A*nna
Francisea de Arroda Reg, pedia permisso para sen
filho Joaqnim, educando d'aquelle collegio, passar 10
dias em sua companhia.'
-27 -
OnTcioAo Exm. vice-presidenle das Alagoas.
Acodo necessario concluir-se qoanto antes a ponte
provisoria do Rrcife, afira ilcilar o transito en-
tre o* bairroa destaeidade, enavendo no mercado
falta de madeiras proprias para aquella obra, rogoa V.
Ec que se digne mandar comprar nessa provincia e
remelter para aqu com toda n brevidade, conforme
indica o director das obras publicas em officio de hoje
jnnto, por copia, 120 esleios de imberiba preta com
12 polcgadasde grosura em qsadro e 40 a50 palmos
de comprimenlo, 30 madres de boas madeiras com
f polegadas em quadro e 36 40 palmos de compri-
men!, 1.0 travs de 36 a palmos de comprimenlo e
. 9 polegarlas de grosaura em quadro e 1,200 travs de
32 a 34 palmos de comprimenlo com 8 polegadas de
li qna Ir* ame sao precisas para-attnendo-
nada obra, enviudo a competente conta fim de ser
salisfeila.Communicon-se ao referido director, au-
lorisando-o a ir comprando as madeiras que forem
a ppareccndn proprias para a obra de qne se traa.
DUoAa commandante das armas da Bahia, di-
zeudo qne com a copia, que remelle, da informa-
co do jnixo municipal da primeira vara desta cida
de, responde ao officio de S. Exe. relativo ao toldado
do 2 batalhilo de arlilharia n pe, Gabriel dos Anjos
Pereira.
Dilo*Ao inspector da, iKesonraria de fazenda, re-
metiendo para os con venientes exames, copia o\a acta
do conselh administrativo datada de 10 do cor-
rete.
DitoAo inspector do arsenal do mariima, dizon-
do que pfideSmc. cajitratar cpm Francisco Antonio
Correia Cardoso a farlurada bomba de apagar in-
cendio, de conformidade com o modelo que devolve
e-sob as condi^Ses constantes da proposta que Sinc.
remellen por copia.Communicou-se a (hesouraria
de fazcnda.
PortaraAo director do arsenal de guerra, "para
mandar por um novo couro e panno Aa mesa do ex-
pediente da repartirn da saude, assim como substi-
tuir por oulros os lampees que seempregaru no
servico da mesma repartidlo, apresenlando a com-
petente conta afimde sersatisfeita.Comrr,unicou-s
ao provedor da saude.
DitaMomeando, de conformidado com a propos-
ta do juiz d direilo do civel desta Idadc, a Manoel
Joaquim BaptUta para servir inlcrlnamenle o oflicio
de escrivSo do civel cmquanlo o respectivo serven-
luario esliver no gozo da Itcenca de seis mezes, que
Ihe foi concedida.Fizeram-se as necessarias com-
municaecs.
In dovla,
1 nfia, e\u
I os man.
Jialor, em
pequeuo
eu auxi-
o qnl ter por scu immodialo a Ilaasa1
mandante da divisao egypcia. Tem
reunir, desde, logo, s esqnadras alliada:
rar em todo de accordo com ellas, em i
a eampanha, lito gloriosamente cometa
' a O reforjo que Tos mandamos he,
de pequea monta ; porm o snllo
tambem, em que, tanto os officiaes co
nheiros se esforcarao, com o sen zelo e
InaVeslar bonsservicos, nao obstante o
humero, as csqoadras alliada} ; e que te _,
o, que por oulra parte tortw inulil a fot* "m *"
quadras, he de urna importancia secunda!^ "?"*"
lanca da victoria, ha de. comtudo, fazer f*,"?0*
periaos dos que os desojam participar, inl'sl"-
se dignos de eombator ao voaso lado.
a So me resta, 8r. liunla, nianifesti'->ue,
rnusdeseios deque btennaes grandes lrii\niplio6, r.
de que voltefs com felicidade. Se, dori"!* esta
eampanha, nao fr onir-me a vos, como desejara
ao menos o mea espirito e corajao estarao q'mvosco,
e com csses valcntes officiaes, e inlrepidatnpola-
cobkdcaSndo das armas.
Qnartel do coramando dai ansas de Peroam-
baeo na eidade do Recite, em 28 de junbo
de 1854.
ORDEH DO DA N. 109.
O coronel commandante das armas inlerino, de-
clara para conhecimento da guarnico, que a presi-
dencia desta provincia n 23 do correte, sobre pare-
cer da jnnta de saude, concedeu ao Sr. alferes do cor-
po do eslado-maior de primeira classe JoSo Brrelo
Peganha, tres mezes de liecnca com o sold por in -
teiro, nos termos dos avisos do ministerio da guerra
de 16 de oulubro de 1846, e 10 de Janeiro do anuo
passado.'afim de cuidar doseu restabelcciraonlo fora
da capital.
O mesmo coronel recommenda a execucao do avi-
go expedido pelo sohredilo ministerio 19 de maio
prximo rindo, cm seguida transcripto, n qual Ihe foi
por copia transmiltido pela mesma presidencia com
oflicio datado de 26 do corrente.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da guerra
em 19 de maio de 1834.
Illm. e Exm. Sr.S. M. o Imperador, ollcnduiido
aos inlcresses commerciacs de scus. subditos, e dese-
jando observar extricta nelralidadc na guerra, que^
infelizmenle se acha .leclarada entre a Inglaterra e a
Franca per urna parte.aj-Rjimin rnit,n' X-lionve.1
TOnrltelll ianiiar atlu^tar aTTsoiucOes CnyaTJTerno"
incluso extracto do aviso, que cm dala de 17 do cor-
rente dirigio-me o Sr. ministro dos negocios eslran-
geiros, as qoacs V. Exc. por ordem do"mcsmo augus-
to tenlior farn dcvidamcnle execular na parle que Ihe
loca.
Dos guarde V. Exc___Pedro "Alcntara Blle-
garde. Sr. presidente da provincia de Pernam-
buco.B
Extracto do aviso expedido pelo ministerio dos ne-
gocios cslrangciros cm 17 do corrente, qrte se re
fere a circular desta dala.
1.* Que nenhum corsario com a bandeira de qual-
quer Jas potencias belligerntcs seja armado, apro-
visionado, ou admiltidu com suas prctas nos portes
do imperio.
2." Qoe nenhum subdito brasileiro possa tomar
parte no armamento de corsarios, nem pralicar quaes-
quer actos oppostos aos deveres ||e urna extricla ne-
lralidadc.
secretaria de estado dos negocios da guerra em 19
de maio de 18M. Conforme. lbanio Augutlo
da Cunha Mallos. Aasignado. Manoel Muniz
Tavarei.
Conforme.Candido Leal.Ferreir, ajudanle de
ordeus encarregado do detalhe.
lto xc. quizesse ser o interprete dossentimenfs u* ad-
miraeflo c rcconhecimenlo da narSoa que jertenco.
Queira o co proteger os nobres e generoso^esforcos
^de V. Exc trazendo-o, em breve, glorioso Irium-
iphanla a Conslanlinopla. Recebei etc.-^ Mehe-
med. a
ESTADOS-UNIDOS. i
O Mnnitun'deia Piolte, rofernoc--i"oficias
de Nova York diz. que as duas machinas d vapor,
urna da torca q> 900 cavados, e outra do ^j*' {.tos,
cnlre-
liavam
primei-
nao de
de
ar;
i Czar,
dudo os
no rus-
nsporte
jxpnsas
nto de
porque
mandadas construir, peto governo russo
americanos acabam de concluirle, e de
gues a engenheiros daquelle estado, que
cncar regados de vigiar a sua construeco
ra deslas duas machinas era destinada pai
100 pec,as Paskietcilch, que se acha uos ai
Nicolaiew, devendo ser em breve lan;;
a segunda servir para a nao de 120
construida em Cronsladt. Parece que,
termos da convenci celebrada entre o gi
so e os constructores americanos, deve o
das machinas ser feito pelos ltimos, e
suas, mas nao se pode conseguir o fre
emb.irrac.lo alguma para seraelhante fi
ncnliuma das grandes companhias se qu e,?-c',lTf"
gardo seguro. Os advogadosdestas cc-m i""as "
tendein, que objectos de tal natureza dev i*^ '
siderdos como in.icl.inas de guerra, | *,"
apresados, anda mesmo em embarcarles
( Diario do
O governo dos, Eslados-dos da /lrica do
norte responden no dia 28 d abril a c fmunica-
cSo, que Ihe fora fcila pelo ministro da '"5a' "j8
declaracao das duas grandes potencias n Jlnlas da
Europa qUanto as bandeiras iieutraesdu
senlc guerra
i>hias in-
;ser con-
ser
traes,
o.)
em nuinc
de
ra. Nesta respostaMr. I,.MartexPrime
do presidente da Uniao amerijf* vol
___Z-_____j__._j._ .. I en re a
entre a
que as mximas adoptadas de accon.
Franca p a liurl.ilprra vanlinm a enr ,lv^1
iii'rni.i i...... ......... w. ....^..^j v...is.un. i
Declara mais o inesmo secrelirio dep 1ue
o scu governo lem a firme voolade j Snardar
striclamcnle c de fazer guardar os devef rt* ncH"
tralidade; advcrle que a legislarlo d ^ pan
veda severamente a qualqucr cidadao mencano,
pessoa residente .torntono
da Uniao, o equipamento deVcorsaros cl soes de alistamenlo d homens para tonBm parte
em guerras estrngeiras. '.
Accrescenta qne nao he de recejar len^va a'"-
ma de infraeco dessas leis; porem no *|* c"' ?,,e
fosse Iludida a expectativa do goverm''niao,
o presidente considerava dever seu coil "'Io '"'" Consagrada o |iar imperial, e.i:
,t, .,^--l.i.j.,< r,-v^^iptiT-...ra-n^r r"^n.,Jr *l"l Un uno i aieauaf'iJa1; pessoa ta
las o obstar a sementantes tentativas. 7
FOLHETIM.
LIA HISTUtU Di FAMILIA.
p - I.
O a>aetottaHana.
Ha ama mullidao de historias burguezas que ra0
nao escripias, e que alias eneerram mais li^Oes essen-
ciaes vida cominnm do qne as historias dos Gregos
e des Romanos. Nao tira-se proveilo algum da (si-
tara das guerras Pnicas, das guerras do Peloponesa,
das guerras Sociaes e de todas as batallias que for-
man a hi'loria sanguinolenta denossocemileriouni-
\versal. Peto contraro quer-se combaler porque
sempre se combaten.
Biso proveilo. As ealastropherdomesticas eins-
tructivas passadas sem eslrondo fc.im muilat vezes
sepultadas debaio de um tocio de ardosias entre
qnalre paredes; porem om cerlo numero chega a
Inz per um acaso de pohliridade, a justira apodra-
la dlla, e a liedlo he dada petos debates dos tri-
bnnaea.
Mas a crime tem sobratmlo sua zona nebolosa,
na va lctea. O que o crime commellc em certas
circamstanr jas excepcionaes nem sempre he descc-
herto e punido; porque o olhar da justica nao Ira-
vesaa lona as portas c todas as paredes. Se os depo-
sitarios de segredos escrevessem aa confidencias hor-
riveis qne receberam, os livros de historias domesli-
ras abandariam, e eslariam cheios de lices salu-
\ tares.
A's vetes lem-se o recurso de dis(ar(ar as historias
n romancea, esae proeesso diminue-lhes infcliz-
menta a importancia; porm ao menos'nao sao per
dalas, e resta sempre om cerlo proveilo. Desnatura'
lisam-sc entao os nomesdas personagens, e contam-
se a faclos como neste que agora ofTerecemos ao
setter.
Em Taris ha primaveras que conlinuam o invern
at mes de junho. Asarvores sao verdes, os dias
loaem, os mornngos maduros; mas a chuva caite,
roa esl> cinzento, o chao prcto.
Na* embocaduras das travessas do pnsseio publico
atgnns provincianos melanclicos esi^ritra eslacio-
narios um carro ou um raio de sol, ambos invisiveis.
A' porta dos botequins e casas de pastojm/bjnos con-
tcmplain a ausencia dojou^eiador sf^ ss.lris-
tes, c repetem el
j.-imais urna pri'
roulram-se deT
avidade: Com
este! He a la rotsa.
Ora esa la russa fillta das trisles Hvadas tem
muias vezes doze qnarlos, ergoe-se lutlus os anuos
lia hu-sina tapora, e lodos os aullan .nrmenla os
sarda-cativas, os passageiros, ns cavalhis, ns sallim-
ataiiros, os peripatticos, os randidalo das acade-
nprehen
Vo-se
a (lpnlgns (>ii-
luva trevando osla
mez de -maio como
EXTERIOR.
TURQUA.
Logo que o ministro de marinha do sullao teve
coiihecimenlo to exito da accao contra Odessa, pe-
las esquadras alliadas, dirlgm a almirante Hame-
lin a seguinte carta:
ti Sr. ,11 mirante. -^ A fragata ingleza Terrible
Irouxe-hos a noticia do xito obtido em Odessa, pe-
las esquadras alliadas. lie desnecessario luauifeslar
a alegra de que estamos possuidos.
Por ordem de S. M. o sulto, vai a esquadra
torca cuitar no Mar Negro, e espero qu em breve
A correspondencia autographa transo'0 de_uma
carta do Londres o seguinte paragrapltre'"^vo A
qursino do navio Mack-IVarrior na i.1?'"* Cuba.
a Esperamos aqui rornl^lglmall^Wi,.'c,* noli-
cias dos Estados-Unidos para ver o F'inbo que
tomou a dheussao promovida no seal' a re*Pe'lo
da ilha de Cuba. Ignoro o que em'^P8""* *
pensar c se recear quanto a esle af'*'!"0' P"
rem, posso assegurar que a Inglaterri', a Franca
nunca comerlirao que os stados-Cnid!'COn5unlem
um acto dj iniquitlade, que nao sen nein. Ina.'s
nem mena), do que esse que o impe,'or Nicolao
pretende reilisar contra o imperio oltr*"10-
A Inglaterra e a Franca podem arta dlsPr oe
muitos navios de grande porte para*raa Puerra
martima; e os expedriam sem a mnor demora
quaodo livessem noticia de que a ilhc ^"oa P"
deria corre) o menor risco. Julgo p3fr asseverar
que a est espeito se lem, dado djpi>alicamenle
as seguramjs mais explcitas e comlc,as- ^9lc"
jam, por oilra parle, persuadidos! cldjue M Esta"
dos-Unitlos bo rommettem s tontas;'mPrez".s te-
merarias, na quaes soffria grandes peslreo seu
commercio naritimo. a (llerolurilo dpe'emoro)'
BODA IMPEKIAL.
O Lloyd i: Vienna contm os seg .,es delalhes
acerca do enlec to imperador da Aufia com ar~
rlii-duqneza sabel:
A's qualro toras* da larde se comet*801 a prepa-
rar os arredocs do palacio e as mas ue C0uiluze,n
. igreja parooiardos Agoslinltos, one devia ve"-
ficar-se o casaienlo.
A igreja esla adornada com riqu a e 1)om f08"
lo, e de ama raneira digna ile seroel 'vle solemni-
datle." A par superior da nave esl 'a iberia de
cortinados de Iludo encarnado bort'1'0 a ooro' *
parle inferior rberlade tapejarias (,e 'cpresanla-
vam varios cpbdios da historia aif n'a l'avi"
ment eslava laetado de magnificas Ifombrai, e a
igreja Iluminas, com dez mil velas, a'gumas ser-
pentinas.
Sobre o allamor adornado profot ""enle com as
mais lindas floB, havia um pzvill ^ "elludo
carmezim bordloa uro, e oiilro d velludo bran-
co, bordado lanero a otiro, a baixo reclinatorio
o-X? mesma maneiraque os navilfeSt esqnenla do
s ahtr se elevava nm lhrono espleameute tlccora-
do : delrazdojeclinatorio estaven,asseiilos desti-
nados aos principes c prineezas.; ero oceupava
ambos os lados do alfar: a navadreja eslava re-
servada para a corle ; os grandes lilarios do im-
perio, os gtueracs e officiaes super do corpo di-
plomtico e dentis pessoas ceidas, entre *s
quaes se conlava o primeiroalcaed capital. ,
\A'aseia toda a igreja eslava cbeaStitre os^nios
diguitarios ecclesiaaticos, figuravp nutci/> lo
papa os arcehispnsde Lemberg, Milao,vara, e/-eos
prmeipes bispos da Seckao, Bresleriestelc.
Entre os generaes distinguiara-nBacecPal Rad-
lzk>'i os generaes de Hess e *-'jr o />arao de
8!yBan.*overna(lor militw ,l ^.B ri bao de
Jellachich. Entre o* eStrangekaaWNBahtam
duque do Saxouia-Coburgo GothT^rincipe de
Schlewg llolslein Glucksbourg, o pl, e e a prin-
ecza de liolenchohe-Wuldemburgoio .duque de
Cambridge. ^k
A igreja cheia de pessoas vestidatmi lo
uniformes da Europa, e alm disso liament
viadas, offerecia um espectculo denigrador
(alvez nao lomemos a ver. ,
O cortejo poz-se em marcha ssclmeia ; atra
vessou a ra dos Agoslinltos, cubera (aperara
de velludo carmezim e Iluminada.
Marchavam primeiro os pagen' oiam depois
o genlis lioinena e conselliciros priva ; os repre-
senianle de todas as grandes fomibaires to im-
perio, rom o uniforme de gala OM,utros com
irage nacional hngaro adornado de o e pedra-
na ; os representanles do corpo diplilico, e os
principes em magnificas earrugens, lavis reto
lirilho das suas libres. Vinham depoig archi-du-
ques. egrao duque da ToseaVa eseushos, o da-
que Maximiliano de Baviera. S. M. Imperailor
em uniforme tic feld-marechal austrianom o gritol
cordao da ordem de S. Huberto da Bira, escol
lado pelo capito de sua gnarda e o peiro aj-
dante de campo ; e a arclti-duqueza lia com a
augusla noiva, levando sua esquerdl duqoeza
Luiza de Baviera.
A-noiva levara um vestido branco hndo ou-
ro eprala, com urna cola de ricalela Bda, e nm
veo por cima ; adornava a sua rabera 1 um pre-
cioso diadema, presento de nolvadoquei fez a ar-
chi-duqueza Sofia, e. na cnla oslcnlavan masnt
fico ramano de rosas naturaes. Eseolam-tia a
pouca distancia os grandes mesures de emonias.
O arcebispo, rodeado de todo o clero, i primei-
jo a entrar na igreja. O imperador e irclti-iln-
queza Isabel se situaran) no reclinalorinpnde fo-
ram conducidos pela archi-duqueza Sofia dsque-
za Luiza do Baviera. O arcebispo sulao aliar
aonde eslavam os anneis nupciaes, deponlos em
uma salva de ouro. O arcebispo os beu ; du-
rante o que o imperial par rezou de jos urna
curia oraran no reclinatorio. S. M. c S.. se lN.
yaotaram depois c subiram os degros altar, o
imperador dircila, e a noiva esquerd
O arcebispo pronunciou urna curta wurao, e
dirigi ao imperador e depois a princeza pergen-
ias prescriplas. Depois das apuntas, enra da
igreja dos Agoslinhos apresenlou a salva uro ao
arcebispo, o qual pegou nos anneis e oaTereceu
aoe desposados, que reciprocamente os pram no
dedo, dando-se as maos, depois do qutfo
abencouu o matrimonio segundo o rito.*
Mcste momento o balalhao de granadenostado
sobre o basliao dos Agoslinhos, deu a priva des-
carga, e ouvio-se o primeiro tiro de peca.
Os augustos esposos voltaram ao reclnalo, e"o
arcebispo ajoelhado dianle do aliar, proutiava as
oracSes de despjjsorio; depois auoncoia ct agua
a.SS. MM. uarn, ao
i/tre Uu'aaiil as*oi de-
signado.SS. MM. ajoelharam, e o arceluo -om
as s'eus assislentes se collocou ao'p da ali, ?m-
quanto que na cipella do
Te-eum.
^

ella se ache vossa disposicAo. O mando em che-
fe .da>qiiadra est confna-a Fcrek-AlunedpaclM, .Itslittadoao amulo pansiwiiial se i "aadornado1 vrueSS.MMV'prcorreran.recebendo toglemuos
\ --------^--------- "' ...;..----------------------------------- -------------------- '% : '----------.
..-------_+.,-------------._i!----------------------------- ,--------------r--------*----------- r--------------. r^---------------------- .--------*
mias, os tenores ambulantes, os organistas barbaros,
cm fim loda cssa intercssanle clas-c de pedestres que
na fdtialmanak coulam Com um chao enchunlo,
um tablado soffrivel, um co propicio, urna prima-
vera fiel s suas promessas officiaes.
Um bello dia pelas kalendas de junho a la rnssa
lvteja alba serena!, como diz o proverbio latino, e
he a ressurreicao de urna eidade. O ar torna-se
momo; o co azul, o tablado polido, ochaoserco. A
vida est noar, n alegra as varandas, as filtres nos
lerracos, as mulhercs s jallellas, o sol em toda a par-
te. Nao ha mais passazeiros, ha passeiadores, 09 pa-
villutes, as marquetas, os lambrequius abrigam o ra-
imar das tojas; as letras de ouro brilham as insig-
nias como illilminacea do dia ; as estatuas das Tu-
lherias parccelh sorrir a um poyo vivo, utio veem-
se agua verdes, no passeio publico semblantes ale-
gres ; lotlas as mullicressAo bellas e amadas, passam
com sin risos, trages, c gratas de primavera, casa-
das en solteiras, todas djt mesma idade tendo alegra
na fronte, perolas nos labios, lirios as mijos,'
Nao, nada ha no mundo 13o deleitavel como csse
primeiro dia bello deefaris 1 devia-se pagar vinle
francos a **dosia sobre o lerraco da Opera para ve-lo
passar. a
Era pos um d'ig desses. Pars passeiava muto pa-
ra pagar nm atrazo de sale mezes ao asphallo dn pas-
seio publico desde a Magdalena af a Bastidla au-
sente. O relogjo db Caf de Pars marcava*seis ho-
ras e mea, alravez das vidraras das casas de pasto
viaro-sc rostos frescos inclinados sobre os' pralns, e
conlrahitlos pelo mecanismo cmico da Iritiiraco.
Dianle de Tortoni os gastrnomos regulares loma-
va m um supplemenlo de ppetito com libaees pre-
liminares do absinlhio. Grupos de mancebos bem
vestidos blatn;avam-se em cadeiras esperando seto
lloras, oulros atn e vinham dando signaes de Impa-
ciencia a setts relogios consultados^ e praguejando
contra a infidelidade de urna eutrcvisla. Depois re-
pentinamente se passava urna moca em Irage de ve-
rao, e graciosamente apoada ao braco de um mari-
do qualqucr, as cadeiras suspendan) o bs'nro, os
conversadores ealavam-sc, os olhos nocoflpTtavam
mais os relogios, c os I hedores de bsida** para-
ran) nos labios o copo tinto de verde. Todos di-
ziam em choro e no mesmo lom: Eis urna mullirr
mu linda! Simples tributo que o passageiro julga
dever pagar a belleza.
Urna calera paroii, um hoffem de certa idade des-
ecu ligeiramentc, o offereceu a mao a urna moca,
cuja formiwurn parecen fazer urna viva sensajao os
grupos de conversadores asseulados. Os passeiado-
res pararam iuvolunlaiament, e um longo murmu-
rio melodioso corren entre alte*. Os rostos das vi-
draras Mearam immoveis como os garlos que ttnhain
nas maos.
rondo o p no passcio, a mora Unha am sorriso
de anjo, e laucn rpidamente um olhar circular
para vi-r ao mesmo lempo lodo bollo quadro que a
rodea va : ella leslemunltava a alegra infalil "la ino-
ra do colln, nJWiluitla : sorje.i.ideV- l''r.l.i.lf.
Seis lloras o meia! .liase o hoinenV tuo "'"-
panhava, somos euolos, assenlemo-nof c aperemos.
iccbispo
it maVS.V
ISTERIOP,
RIO DE J,
CARIARA DOS SRS
' Sin da
do ma**-viv0 enlhusiasmo. Calcolam-se em 50:000 qqe for preciso embarcar, conforme as toletee
o, esjrangoiros que forana Vienna assislir ccremo- ^vio, e esUdo-maior das diviaoM navaes.
nj, to casaneolo. fraz Tisana.) *_ ...
2. Em rircumstanctas ordinanas, di
pracas de marinliagem e de pret os corpo
rinha, embarcadas em navios armados c
les ; c de 5,000 em circumstaneias cxlra
o Art. 2. O governo contina auto
completar o corpo de imperiaes marin'
lalhao naval, e a companhia de imper'
ros da provincia de Mal*Grosso, ci
A hora -lo costme feita chamada, e achando^J ^clivos resulan,M">!-
reunido numefo sufficiente do membros abre-sea,, ". Art.- 3. A forra cima roen
sffltev.de#ojfL*lo~que, Uda-jjjpauda*aefc-rla 1 ''da pcljsraeios antorisadoa i>
anlecedenle, o 1. secretario 'd eonfa do segu nlbl ^*Me agosto de 1831.
expediente: i Art. 4^>ficam revogdas
Um requerimenlo de Lniz Gomes da Cunha, pe-j C5e era conlran
dindo que a pensao concedida ao supplicanle em
1839 tenlia vigor desdo a data do decreto que a con-
ceden.A' commiss3o de pensos ordenados.
Ootro uos officiaes dos eres balalhOes que se for-
aram cm 1835 na eidade de Camela, na provincia
Para, pedindo que, em alinelo aos seus rele-
aB\!es serviros preslados durante a rebelliao de
1837, so tom em consideracao o projeclo de


11
lei relativo sua reforma Ao Sr. presdeme,.
-Lim-seV approvam-se varias redarroes.
Proccdc-seVi volajiio do art. 1. do projeclo so-
bre cortos ortSjes commellidos por Brasileiros fura
do imperio. lleNJpprovado com a emenda do Sr.
Taques.
He approvado sem nVbale o art. 2.
O projeclo passa 3." "iscnssao.
Entra em 2. diseussao )o' seguinlc projeclo, qye
he approvado sem debate anteo por artigo :
a Art. I. O segundo anno inaanla do commercio
lera duas cadeiras : na primeira Itor-se-hao todas as
materias relativas a direilo mercaiitirVe a economa
poltica, indicadas no art. 25 do decrCTaeatde C de ju-
lho de 1846; na segunda ler-se-ha^'^^pulras
do mesmo artigo ciiomeradas.
a Arl. _2. A eontriboico com qne na frtoa do
art. 5.-do dilo decreto'deve cada alumno eiKJrar
para o Ihesouro ser de I63.
a Art. :i. Ficam revogadas todas as leisem con-
trario.
Paco da cmara dos deputados, cm 4 de feve-
reiro de 1850. J. C, Bandeira de Mello.Zaca-
ras de Ges e yasamnellos. Justiniano Jos da
Itoclia. /
He adoptado em 3." diseussao e remeltido sanc-
fo imperial o projeclo do senado que autorisa a or-
dem terceira de Nossa Seuhora *o Carmo da eidade
de Santos para possuir heos de raz.
A pedido do Sr. Ferreira de Aguiar decide a c-
mara; que- o seguinte projeclo teuha orna s diseus-
sao.
Artigo nico. Fica approvada a pensao annual
de 1:200 concedida por decreto de 11 de agosto
desle anno a D. Francisca do Reg Brrelo Pereira,
vinva do coronel Francisco Jaciotho Pereira, e s
soas qnatro fiihas solteiras Mara Jacintha Pereira,
lrauciaca Jacinlha Pereira, Joaquina Jachtha l'e-
relra^eUmbelina Jacintha Pereira, atfndo dous ter-
cos para a viuva, c um torco para as fiihas repara-
damente, e devendo contar-so o vencimento desde
os
O Sr. presidente
Se tRTo ha quem pec,a "
volaran.
O Sr, Pacheco: Pejo a pal*,
Sr. presidente, descnlpc-me V. Ex.
ripie fazendo um pequeo reparo contra o
ment de V. Ex., por haver dado para a nrde*.
dia de hoje o projeoto de fixacjlo das forras navaes.
Parece-me que a discossao desle projeclo he prema-
tura, inconveniente, e contraria aos estylos parla-
mentares. Sem duvida V. Ex., que pertence
maiora eque se entende com o gabinete, dara es-
la materia para ordem do dia de combinarlo com
elle, preteriodo a resposla i falla do lhrono ;. seja
como for, permitta-se-me protestar contra urna pra-
lica que reveta a pouca altencao que o governo da
cmara dos Srs. deputados mostrando qne nao tero
pressa de dar coalas da sua poltica, a qual melhor
se conheceria na diseussao da resposla falla do
lhrono ; e se por ventura eu me acho em erro qoan-
to a pensar que o governo presta pouca altencao
a esta cmara, nao seri Ilgico concluir qna elle
quer nulilisar a diseussao poltica, e mudar os osos
parlamentares nesta parte.
Como,""Sr. presidente, poderemos nos dar um vo-
l co tscicnctoso, claro o explcito nestescem oulros
projectos que dependem da raaior oa menor confi-
nes que se possa depositar nos que dirigem o paiz,
naV> tendo primeiro discutido sua poltica, e "uvido
da Diucea dos Srs. ministros o que corre dentro e fo-
ra do ipaz'! Preterida a discossao da resposla
falla do llirono, aotepondo-se-lhe outros projectos
de importaaKiai romo o actual, ha orna tal ou qual
coacto, porqNue ou teremos Uc instituir desde Ja
urna plena disixqssao poltica, ou der prescindindo
dola, limitarmo-uVp a examinar se^ a forra pedida
he ou nao stenfe em relacao ao* servieos que
cos urna prestar a nossaVjnarinha de guewa. E lie o
que eu p.iso a fazer,
Nao tendo a honra de peivtoneer .maiora sa...
O Sr. Correa das l -\Pde pertajeer f
Deu-se neste momento a segundo salva c rti-
Iharia e mosquetara, e lodos os sinos principirai a
repicar ao mesmo lempo.
O arcebispo deu em seguida a lieurau porlcal
e lodos os prelados se formaran) em semi-crcol ao
iojuperadlor 48 euat o dala_ilo
Nao havendo quem peca a palavra, procede-sc
otajo por escrutinio secreto, c he approvada a re-
olusao.
'A pedido do Sr. Paula Candido decide a cmara
qoe o seguinte projeclo tenha tambem urna s*dis-
rettor do lhrono, onde depoisde isclinarem-se Inte cuss50<
deSS. MM. permanecern) em p, Depois sle-
vanlaram esahiram da igreja para regressar apa- Art. 1." Fica approvada a pensao concedida
lacio imperial, segundo a ordem .anterior. Aaan- por decreto do governo de 19 de agosto de 1851 ao
rZdlS^J^&*ma^to^U*^**,^'miiMl ABto iciucu a icrceira saiva. ... ,.. .
ru,d, u ~t'A ce *mu i _.- .. bale na provincia do Rio Grande do Sal
(.negados ao palacio, SS. MM. e as domis psoas .....
entraran) nas habitacoes interiores.-Quando.udo O agraciado tora o direilo deperceber amen-
eslava preparado para o recebimenlli do corp di- co'nada pensao desde a dala do ra/erido decreto.
&^^h^.!ip'^nBam,-'!t emtixaJ. Sala das'commissoes, H de junho de 1852.-
dores separadamente, ejtepois os enviados apiseu f* .
tados poto ministro dos negocios cslrangeiros. Gomes Rtbeiro Anselmo Francisco Perettt.
Depois retirarara-se cmara d conselho.priadc O Sr. Paula Candido observa que vindo sempre
onde permanecern) os que lnharo eslrangefos nos oulros pareceres a declaracao do quantum, bom
V^^'ZZ^TS 'uc-'rem nesle; e por is,**"com-
vilh.lo. missao para otferecer o seguinte artigo substilulivo:
Depois deslas audiencias, SS. MM. passaran a a Ficatapprovada a pensao de 1509 concedida por
Splcgclzimmer para receber ao mesmo lempo as si decreto de 19 de agosto de 1851 ao guarda nacional
Mratr.?"eBV qUe "? aPr05en,a,lasa in Antonio da Cruz, feridtf em combate na provincia
do Rio Grande do Snl, contaud-se a pensao da da-
la'do decreto que a concedeu. Paula Candido.
pergun-
.Ali.' a geepode assentar-se 11u'
ton a moca fechido o chapelnhe-Jt iul-
Sim, Bran, becomoDopassc' da9 Titilas,
em nossa casa. ,
Men Dees quito bello he Par;' ,ornon a-ron-,
ea... Estamos r passeio italiano, ni! '* meo cha-
ro pai?
Sim, roirmnlha.... Eis all t famo*o Caf
de Pars eis all Srlon tao fallado. Aquella casa
grande noe vez lom baixo he a naSt Comjea : a
Opera he nnquelxua'da csquerdaci
son tfOr. I,
Branca experirntava cslremecimeiV *. j* a'erla
ou vindo esse nots parisienses, e sin anua* faces
tomavam o dupluibor do eotliusiasno, e do CV"
tettlamenlo. 1
Eis um quatirao que eu desca 1 habitar,
disse ella, todas aiasas assmelharo-sea ?alaeins.
hahita-lo
n-Ncreo,
inda ca-
'orcm es-
isse bom
icsle mo-
Pois bem, nha fillta, liavemos d
provavelmenlc anm dia... O conde
leu futuro maridoe proprelario de um
sa da ra do Hele bem perlo daqni...
t lardando, leu no!... Ue verdatleqit
San-Nereo occopas provavelmente de ti
ment, faz encom;ud>s em casa de Delt
Ah'! Dclilleim, conheco esse no lc' l',s,e
Branca como pat.^. E Vine, ere, act "sceulou
ella em tom discrf, que Mr. San-Nereo e '' faMn-
tlo eocommendas 1 casa do Delillc'.'
7- L ou em qtijuer oulra parle, di;
sorrndo, o cerlo hque elle oceupa-sc dt
mente o conde Sliereo devia saber que
mos a Pars com a aclido poninal do ca1
ferro, e devia ter dado todas as suas pi
para roceber-nos nugar que elle mesmo
aqu no passeio.
Demais, torniBranca rindo, elle im.
culpa, se est em de Delille como Vn
Porm, disse ca, o conde San-Ncrt
se de ser exacto, hescravo de um plano 1
por elle concebido. Ira eis aqui son plano,
o recebemos em livii.
O pai de Branca*-oa da algbeira ujnl fcarla c
tea:
A's seis hora meia do dia 7 de jl Jiho no
passeio diantedo -Cafe Pars pois jantarer, .ts na vi-
zinhanca. As oito los hei de arompanha 'os a ca-
c o pai
t. So-
te gari a,-
inho de
cau(oes
tarcra,
:ce des-
pensa
udo he
al qual
sa de Saint Mand, ue ludo est promplo
reher-nos. He sua liLeonia a velha aia di
Branca que eslabelecbnlem l segundo su
etc., etc.
Creio, disse Brea, que chegaremo
larde a Saint Mand..las Vmc. comprehen
bom pai, a idea do rile San Nern, o qua
ra-nos para o campo mesmo dia de noss.
da, e pcrmitle-nos apis atravessar Paris 1
Sim, responden oai, elle acrescentot
scu plano. Sau Nereaio nm mancebo ei
lio filho dt; meu anligiompaiiheiro de arm
visAo italiana, e por isiiio-omuilo; mas
50 qu'' lom altfdlias ostvaganejas 110 cararl
uo-o cioso, porm coso tuo ninguem he na
Temes esse deleito, quila Branca 1
para .. ^
de guerra.
nao estar por
,0 mal, como ja
material que o corpo le,
lo contrario, lem-se dado .,
conveniente; o mais he privativ.
A ella compete elevar a marinha ai.
ria de que, he digna, e o resto lempo u
Quando conseguirmos colonisaco, quando ii.
emigrscao para o paiz, a marinha ter enlao os s*.
recursos naturaes, e se- desenvolver. fcv
Tambem por ora urna grande armada no Brasil
seria apenas nm'luxo apparatoso ; com as potencias
martimas europeas, e com os Estados-Unidos nao
podemos competir; leriamos de' nos defender na
nossa casa. Na America Meridional nao ha poten-
cias martimas qoe nos contesten) no mar, e pois po-
demos dispensar grande pessoal e grande material.
Exprmindo-me desTe modo nao prelendo pedir
diminuir.lo de torca ; nao considero demasiada a
forra de 3,000 pracas ; mas o que excede desle nu-
mero lenho por exagerado nas actuaes circumstan-
eias. E na minlta opioio o governo pede mais de
3,000 pracas: se eslon em erro, entao ha defeito na
redaeco do art. 1.' do projeclo.
O governo em circumstaneias ordinarias pode ter
nao s as 3,000 pracas qoe pede, como moitomais,
quantas talvez queira. A marinha tem os corpos
de imperiaes marinheiros e de fuzilciros navaes, pa-
ra elevar os quaes se.pedeaulorsac,ao.
Ora, semme-se o pessoal desses corpos, Ke ver-se-
jha que o governo de faci poderi ter um numero
quizer,
<) Sr. Pacheco : ... sabendo que^ialquer adia-,Jeprasas superior aoque pede neste provecto, e se
ment-poUnhn presentado nao er\(eilo ap-l'^^m tido, ser porque nao tom podido eonse-
prfea-to, cotllento-me em fazer este proteX") ^ T'
"l'l""l"' Q
peratriz.
Depois disto, SS. MM. e s pessoas rcaess; Ira
ladaram sala de ceremonias, passaado pela do coi
seibo, aonde foram inlrodnztdos os membros <
corpo diplomtico e suas senhoras1, os estrangeir
que linham sido apresenlados, assim como os gen
raes e o corpo de.ofriciaes.
O imperador, em pdebaixo do pavilhao, dir:
da imperatz, dignou-sc fallar com osembaixadoi
e mhislros, emqtianto a imperatriz recebia prime)
as senlioras, e depois os cavalleiros da corle, s
senhoras foram admiltidas ao beijamao, para ca
acto S. M. collocou a sua mao em urna almofa
ricamente bordada. Concluida a apresentacao t-
guio-se o banquete nos aposentos de S. A. I. a a-
il uqueza Sopliia.
No dia seguinte esleve a eidade Iluminada, han-
do muilo foso, a gente era immensa pelas re.
A emenda he apoiada.
Nao havendo quem peca a palavra, procede-se
volacao por escrutinio secreto, e a resoluc,ao he
prejudicaila por ser approvado o substitutivo.
Acha-se sabr a mesa, convertida em projeclo de
lei, a prpposta do poder'executivo fixando as torcas
dr Ierra.Vai a imprimir.
Entra em segunda diseussao o art. 1. do seguale
projeclo:
a A assembla gerat legislativa decreta :
a Art. 1. Aforra naval para o anuo financeiro
de 1855 a 1856 constar :
l.o Dos officiaes da armada e das demais clisses
cao, p9jeujoo5JBTr5areconhecer que he ne-
cessarlu que o paix, qne a nae,ao brasileira tenha
urna marinha de guerra. Nao s precisamos della
ena-geral para defender a naco de aggressores ex-
ternos e proteger seu commercio, como especial-
mente hoje para reprimir o trafico, que he um em-
penho de honra para o governo e para o paiz.
Nao sou porm daquelles que lem a pretenrao de
quererem desde ja considerar o Brasil como urna
potencia martima ; he cerlo, nao pode ser anda ;
seria ridiculo'mesmo urna tal pretenrao, parque a
marinha1 se nao improvisa, e os que a tem querido
improvisar se lem sabido sempre mal. He preciso
antes de ludo lancar bases seguras para qne no fu-
turo possamos ter marinha que tal nome merece, e
he o que a poltica que gnverna ha mais de 5 annos
nao lem feito ; apenas vai maniendo o que achou.
Em quanto nao plaannos essas bases, em quan-
to nao adoptarmos um syslema e o auxiliarmbs, an-
dando a par do progresso e dos mejlioramentos que
o mundo aprsenla, pouco importar qoe seja grao-
de ou pequeo o pessoal e material da nossa ma-
rinha. *
Os Eslados-Unidos da America, que hoje se po-
dem considerar urna potencia martima de primeira
ordem, somenle agora, depois de longos anuos, he
que procoram-elevar o pessoal e- o material da ar-
mada ; procoraram primeiro crear es elementos de
ama marinha, e esperaran) qac ostros vieawm com
o dcsenvolvimenlo do commercio e da riqueza pu-
blica.
Se compararmos as forjas martimas daquelle
paiz com as nossas, se esludarmos a populacho de
ambos os paizes, os servic.osu.ue ha a desempenhar.
e os recursos que exislea>,/acil ser concluir que
temos tido at o presente maor forra martima do
que os Estados-Unidos.
E como, essa grande repblica com um pessoal
-a*itorisacao.
goveJB"Hprir eicnt|>to, *WV3 ugcoi'pustD BU-
rinha ao sed estado completo, tira delies aquell
torca que jolga conveniente para guarnecer certrik
vasos, preenche com maruja as 3,000 pracas cmbar%
cadas, e pode conservar em torra 1,000 e 2,000 pra-
cas. Pode pois ler 4,000 al 5,000 prat-as, como
se esliMse em circumslaucas extraordinarias.
Eis o qoe eu deduzo deste projeclo.
Se he as-Sai, sejamos francos: peca o governo o
que realmente^ julga precisar para desempenhar oa
aclualdade os lervicos a seu cargo, mas fiquomos
lodos sabendo qUe a torca que decretamos he supe-
rior a 3,000 praas.
Com o meu voto actualmente o governo nao lera
cm circuinslancias ordinniasmais do qoe 3,000 pra-
vas, porque eonlno a pensar que o brilho futuro
da marinha se nao ha de derivar do maor ,oa me-
nor pessoal na aclualdade. Do-que a marinha ca- \
rece principalmente he de iuslilut^oes qna lhes se-
jam adequadas, a he do que se nao icm tratado em
mais de 5 annos que a poltica alual domina.
Nao temos um conselho naval, urna reprtieao
qoalquer que coadjuve ,0 ministro da marinha. To-
dos os Srs. ministros lem fallado na neceasidade\des-
ta instituicao, mas nao sei porque nao conseguir
leva-la a effeito. Ora, Unto mais necessara se tor--
na ama repartlcSo auxiliadora qoanto ha amitos an-
nos" nao vemos testa da marinha senao homens
qoe nao sao profissionaes; homens que lemneces-
sidade desde o primeiro dia om que lomam conta
da reparlicao de esludar o seu mecanismo ; homens
que nao sabem mesmo osproprios noraes das cou-
sas da reparlicao.
Njo quero com iito fazer injuria alguma ao actual
Sr. ministro da man ruja, cujas talentos sou o pri-
meiro a teconbecer, nem aos seos antecessores.
Creio mesmo qae a admiaislraco suprema, taoto
da marinha como da guerra, pode ser confiada a
homens que tenham tino admnislralive, bem que
En 1 disso a moja ergnendo os hombros, m-
ca retteeft sobre o came ; mas parece-me que>ao
ha um deleito, he um luxo de affcicjio, e amo o xo
em'tudo.... Mas dga-me, meu pai a que propito
falla-me nesse defeito, ou nessa qualdade de mefu-
luro marido 'l
t- A proposito de seu plano do casamento. lle
promctleu-tc mostrar Pars, e cnmpra palavn eis
o passeio dos italianos. e- aqui Paris, a menorlda-
_ de do mundo. Comeen nos Banhos Chinezesara-
ti a j*7at- l no thlro das Variedades. Tude o ftts i he
seno enchimenlo. Depois de mostrar-fe Pai elle
abre-le a ermida de Saint Mand, casa-se nesltolo
dias, e no da seguinte ao das nupcias vai fazeiom-
igo ama viagem de tres anuos. O conde San erf o
tome Paris...
Seu plano foi aceito, disse Branca com oln-
cSo, pela minlta parto nao lenho nenhuma oneci
fazer. He verdade que depois da nossa agem
prelendo decidir o conde San Nereo a mostrame o
enchimento de Paris.
-1- Pode ser, disse o pai, depoisde tres aios de
casamento um marido nao parece mais nm noto.
O conde Caetano de Sullanze. pal de Bra'a era
um coronel da tempera velha habituado a tensar
muito alto, e a fallar mais alio'anda comoqtm du-
ranle urna batalha de vinle annos tinha coiersado
sempre com a arlilharia. Assentado no passo nes-
se momento elle deixava i voz de conversar/o dia-
pazo do lar domestico ile provincia ; os queriavam
assentados a seu lado nao existiam, seu egorno pa-
terno nao tinha olhos nem ouvidos scnAo pra a fi-
lha ; Paris era povoadn,por elle sua liiidfillia, e
esperava-se o terceiro habitante.
Emfim chegou o conde San Nereo, o qua no seu
egosmo de amante Iralou tambem o passeiuomo au-
sente. Com urna mflo na d Branca, o oua na do
sogro eJjeuLeseiilpoii-sed lardanra, contouuas enr-
rt>r8a^ ttS, ctou vinle nomos de mercadores, piferio mil
maldjOes contra Paris, e ^consultando o rlogio ex-
clamou: _^
Agora vamos fantar.
E offerecendo o braco i Branca disse-lln:
A senhora chegar muito larde aSail Mand;
porm achara (udo promplo par.rrcceoe-l;
__Jcremos mo tempo,.disse Jtratra toanlando-
seV mosbando o horizonte. Moilo islim passar a
ara Te- noite no campo, haver frescura debaud ds arvores,
ehora e aprovcla-la-hei.' Prcfiro o passcio ;o senoo quan-
dens, do o ar est quonte.
Estas tres pessoas que acabavam di collar assim
mito seus negocios cm publico causaran) and, urna certa
ieu agitacan depois de sua partida. Todo ditos segui-
;i(,r. rain ate a porta da eslalagem essa moa tro linda que
remo um meteoro de graca e de amo.
(litando a felicidade loma om corpo malerialisa-se
e oslenta-seein publica; em cortossciManlos oliser-
"atn-se conlraccftes extraordinarias. O conde San
Nereo era suspetava qne arabava iisrlar |iara si
iiiosiun iiijinigns nosses tlelronheciilospio alravessa
va. Dzia-se aqu e all na linha dasaderas:
O iiuivo nao lie bonito.
Sua cabera parece um borran de Muta sobre urna
grvala branca.
Est vestido, no ultimo gostodo Senegal.
E essa linda moca que est condemnada a qaa-
renta annos de tal homem !
E innocente 1
He sem appeltarao nem nggravo !
Deve ser um marido da California !
El'.a casa com elle pelo dinheiro.
Ao menos se podesse p-lo no Monte Pi!
, Oo lrca-lo na Casada Moeda.
He horrivel pensar que com dinheiro pode-se
comprar uina moca bonita como essa -
E ha pas que prestam-se a essas vendas!
Esse pai tem mesmo um ar muito alegre.
Parece um accionista armiado.
Cabellos pintando, bigodes brancos, oculos de
ouro, fita eucarnada, aposto dez limes que esse pai
he colleclor provincial.
Isso he iudifferente, sua fillta he encantadora.
Nunca vi nada mais bello! Ella illuminou o
passeio.
Vejam como escurecea depois qae ella reli-
roa-se.
Sim, parece que o sol poz-se s seto horas da
manhaa no mez de junho.
Um mancebo que eslava assentado em qualro ca-
deiras levanlou-se preguicosameote, ajustn o oate,
volveu o itich entre os dedos, e disse em' un tom
secco :
Vamos?
O cantos ? diriga-se a um mancebo de unte e cin-
co annos, dotado dessa obesidade precnce tucltco stg-
nal de ama 'indolencia constitucional -ecebida no
berco e curada na sepultura. Esle lvanlou-se, e
apoiou-se ao braco de seu gigantesco amigo, o qual
rebocou-o sem trabalho at ao angelo do passeio.
Ahi o colosso rebocador pronunciou Jm monosyllaho
gultural, o qual despertou sobresatado um pagem
adormecido sobre o assento de um lilbury.
Vai esperar-nos dantc da segunda pasS3gem
da Opera, disse elle, e nao dunrfls mais.
E deixando cahir o braco de apoio para dar ao
amigo a lberdade de camin)' ssinlto disse-llte cm
voz bal xa:
Corro minha casa, lorna o qoe sabes, e nao
percas um minuto; pois e^iero-te aqui. ^jj
Entao est bem deciiido? pergnnton-lhe o anfP
go trislemenle.
Sim, est dccJido irrevogavelmente.
Essa maldita muher que veio. assentar-se a
nosso lado* pcrgunloi o amigo rasgando ama lava.
Ha de acontecer-noslguma desgrata?
E-a! tontn colosso cm tom severo, queres
ajudar-mc ou nao? Tuas letras vencidas no Am do
mez sertlo pagas ptr quem quizer.
A eseargnmeiooarago abaxou a cabrea edisse :
Tanto peinr! ninguem v o inferno senao
una vez!
E correu a fazer a commissito tle tpie es|av.i en-
carroado.
Fisse manr'lio que pareca-ler s suas onlens um
escravo braico, nao deixou a linha do passeio, e seus
olhos nunca distrahldos concenlraram-se era um s
ponto. Nessa mullidao alegre que fuma, falla, can-
la e grita depois do janlar ninguem reparou em sua
agitacao febril, e no brilho feroz de seus olhos. Essa
mullidao Jo passeio lie urna nuseneta de homens.
Todos sahem da mesa, o vapor dos violtos dos
licores flucta sobre todas as palpebras, cada um se-
gu com a visla a fomaca de seo charuto, e ninguem
repara em nada, os mais visinhos eslito muito apar-
tados.
O dia rxtinguia-se no crepsculo, qnaodo o men-
sageiro chegou carregado de municijes sr reas..
__Mmlo tem, disse o ootro, prmeiramente da-
me minha legitima defeza: be o mrel essencial.
. repenlnamcate levado de um accesso nervoso
arrasioa vivamente o amigo para a passagem da ope-
ra; e disse ao pagem :
Volta, nao preciso mais de ti.
Os dous mancebos subiram no lilbury, e o cayal-
lo gaiado por mo hbil subi lentamente a la-
dera que comeca na altura da (a Richelieu. Con-
vinha deixar-se conduzr por urna calece que ia to-
mar a dianteiraat a ermida de Saint Mand.
Esse prmbiro janlar parisiense linha exaltado a
cabeca de Branca, e seus labios acabavam do tocar o
campo tomavam-lhe urna bella legarellice ou vida
pelo novo com um cxlas misturado de susto. O
conde de Sullauze que condeca a fundo o caracler
de seu futuro genro aproveitava todas as occastoes
para apoderar-se da conversacao, e estancar o louco
enlhusiasmo da filba; mas Branca revollava-se con-
tra as interrupces paternas e continuava a dcsabro-
xar nessa joviaiidade tlelirante excitada anda a cada
passo pelo cxpeclaculo desses pasieios magnficos,
onila os edificios, os theatros, a mullidao, as cquipa-
gens resplandesccm aos raios do gaz, e illuminam.se
com to.da as estrellas cabidas do firmamento.
Senhor conde, San Nereo, dizia ella ao futuro
marido, seu odio mira Parisnao he usto. Que Ihe
fez Paris? Estou certa de que Taris he innocente.
Urna eidade grande como esta n3o nlromelle-se nos
negocios de um mancebo. O senhor detesta Paris as-
sim como eu detesto o encarnado escuro, se pergun-
tar-me porque, nao saberei dize-lo. Porm o senhor
mudara de gosto, nao he assim? Ha de amar o que
eu adoro. Pars he o uuico lugar do mondo digno
de ser habitado: a provincia he o cemiterio dos vi-
vos. Basta-nos o lumulo depois da morte, nao dos
sepultemos cm vida. Quer viajar depois do nosso
casamento? Arceito; viagemos em Paris, visitemos
esse mundo desmidiendo. Mudemos de eslalagem
todas as tipiles, percorramos os passcios em carrua-
gem de posta, tiremos am passapurte para o" depar-
tamento do Sena, respiremos o ar de todos os bair-
r.05 c arrabaldes, levantcmo-nos cada manhaa em
urna eidade uovascm mudar de eidade, deixemos o
resto do mundo onde est, latneutemo-lo por nao es-
tar cm Paris, e nao vamos procurar saudades em ouW
Ip parlo, pois de nada temos saudade aqui.
Como so v a agilacto linha chegadu ao auge na
cabeca da moca, o os iloos onvintes da culeca nao
.icliavam nutra resposla a essa proracSo, seuao risa-
das iolermitenles e serias. Quaodo chegaram dian-
le da grade da ermida,. ella eslava aberta, e a boa!
Leonia esperara.
Leonia esl aqu, estou ero minha casa, dissa
Branca descendo apressadamenle sem o socoorro de
nenhuma mao.
Ella esta oa verdade muilo exaltada esta noile,
dase o conde San Nereo em voz baixa'e pensativa
ao ouvido do pai.
Oh 1 nao he nada, responden o conde de S
lance embaucado, foi um cope de vinho de
pagne demaiK A frescura da noila applacar
essa exallacao^
San Nereo pareceu contenlai-se com essa razao,
despedio-se do futuro sogro e da moca, Irocou tres
at amanhaa, e a calera voltou pela estrada de Paris
levando o mancebo muilo pensativo, e mais enamo-
rado que nunca.
A casiuha de campo obteve primeira v*Bj|^da a
svmpathia de Branca. As arvores, arelva, as rrorc
oslabyrinlhos, as estacadas formavam um todo deli-
cioso, mesmo 11 escuridao de urna nole sem estrel-
las. O ar eslava cheio de urna frescura perfumada,
que pareca um beneficio do co nos ardores de urna
(empestade suspensa no horisonte. Assim .Branca
pmmetleu a si mesma saborear bem durante urna
boa parte da noite essas eihalacoes suaves,' qoe pas-
sam como um balsamo divino sobre as.charo.mas da
fronte.
O conde de Sullanze nada tinha que temer por
siU filha em urna habitado situada s portas de Pa-
rs, rodeada de visinhos, e junto de urna estrada que
lie urna grande roa. Retirau-se, pois, para o quar-
to com toda a segranos, sem fazer a menor recoro-
mendacao de prudencia filha.
Leonia foi oflereccr seas servieos i Branca, a qual
despedio-a abracando-a.
Picando s, a moca deseen do polal em trage de
dormir c atravessando um laboleiro de reir e de
llores achou urna ra de arvores grandes, onde o ar
e a frescura crculavam como na nave de urna igreja
vedada ao sol.
A simetra das aleas verdes conyida aos grandes
passeios. Branca achou esse lugar delicioso e cami-
nhaudo lentamente sobre a relva senlio agradavel-
mente vollar n sercnidBde sua cabera maito exci-
tada pelas emocOes desse dia. ,
Repentinamente quando passava junto de urna
arvore, vio ama mao enorme cahir-lhe sobre a boc-
ea... Um grito de susto violentamente reprimido
sufiocou a moca, a qual perJeu os sentidos e cabio
sobre a relva; .
No dia seguinte o conde de Sullauze levantndo-
se muilo cedo segundo seu cnslume de soldado ve-
Iho, desceu aojardim, e ouvio gemidos surdosdo
lado da alca. Correu nessa. direcrao, e a mao que
elle poz na fronle tomn a cahir pesadamente.
Era sua filha I era o crime sem o criminoso!" i
infeliz pai armon-se de energa, tomou Branca nos
braco, levou-a para a casa, deifnu-a em um #|0, o
Drotligalisou-Hiechoraiiilo os primeiros cotda.lo. oue
itiltiem a gente t vida e ao desespero.^***
(C'oii(iajhl^*-/>.i
y
^
WL
pero. ^
injplMH




PIMO DE PERMMBCO, SA FIERA 30 DE JUNHO DE 1854.
_?-
Sos mis sabemos que o
hahiliiajoes, depende
Mtica que o elcilor
Vetees individuos ;
1 liante aos nossos,
le superabundara
'as por isso'mes-
o, que no que-
1 qae cree
profissionaes
oservijo se
'ei de pro-
> o mcre-
'0 se dl-
levia
Tolili-
oero
o fez para o fitn, nao de dcsallemler i cmara, e sim
de a mais considerar ? Eu folgo antes de sppr mo-
tivos honrosos Das acjcs humanas, e no caso ver-
tente considerarles poderosas pesam em favor da
minlia opiuiao.
Actualmente esla o senado empeuhado na discus-
sao do teu voto de gtajas; do senado nao podem sa-
bir, cmquanlo durar o debate, o Sr. presfaeiite do
couselho dos ministros, que dirige a reparlijao fi.
oancetra, eoSr. ministro dos negocios estrangeiros.
Tratar ao mesmo lempo do voto degradas na cma-
ra dos depulados equivale a prescindir da presenja
daquelles dous ministros, sobro cujos actos especiaes
pode haver importante debate. Ha mais considera-
(ao para com a cmara dos depulados demorar essa
discussao at que lodos os ministros possam aqui
comparecer, e tomar a parte que Ibes caber Yiella.
Mas a fixajao de forras be materia de confianja,
que pode ser concedida ou denegada segundo as ex-
plicajoes do governo, accroscentou o nobre deputa-
do. Entretanto o mesmo honrado membro leve a
iMindade de declarar-nos que nao fazia opposijao
ao governo, que achava razoavel a forja naval por
He pedida, e que votava por ella. Tara que pois
m mais uecessidade de explica.jScs, se seu voto est
olvido e seu animo deliberado ?
honrado membro, se bem que a fixajao de fpr-
'val pedida I be pareja razoavel, llegou que\j-
rios receios de que se pretendesso exagera-la^
e se qoizesse considerar o Brasil potencia
imetitc martima, parecendo-lbe mesmo que
I, em relar.io s suas finanjas e sua po-
n urna marinha superior que tm os
"dos da America do Norte. '
jo da forja naval activa em 3,000
'empo ordinario data entre nos desde
; de enfio para o nao tem havido
erno actual nao pedio senao o que
haviam pedido e obtido. Esl--
' chamada pelo nohro dep-'
iic funda pois seus csCx
'iier para o BrasiL^forja & je-
nciaes, sua/fosicao e ;iSSs
i olhos sobre a -rarta sec-
jieridionai, c rular cwa vasta
la na sociedade de esqueccr o passado, conciliar-sc,
e Iraialliarcm todos para o desenvolvimcnto da pros
peridade material e moral do paiz. que absorve lo-
dos osv-lhimos : as paixOes lom desapparecido e a
verdadeira poltica se firma e se consolida, grajas ao
bom scii'o dos Brasileiros, e i marcha moderada .das
administra ee que, tem dirigido o paiz e preparado
este estado bonanjoso e lisongeiro.
Para, que pois, recriraiuajocs, que nos colloca-
riam no dever do refala-las, ed levantar debales
irrilantes.com que lodo perd e nada ganha o paiz ?
Em vez de usar dellas, eu pejo ao nobre deputado,
que tao bons desejos manifestou no seu discurso de
cooperar para melhorar a administrajao da nossa ma-
rinha, e auxiliaros nossos bravos offtciacs, que sus-
(lenam a honra do parlhao brasileiro, que se una a
nos, e nos ajude em igual empenho a que Umbem
nos propomos.
Senhorcs, lodos nos, lodos os governos que tem
tido o paiz, qoalquer que seja sua poltica, tinbam
interesse mesmo em considerar e honrar a nobre
classe da marinha, que tilo bens servijos tem pres-
tado ao paiz, e que o paiz semprc encon
te e dedicada na sustentarlo das inslit
verno e da honra nacional. Todos ei
e a nenhum pode caber a aecus
nobre deputado.' j>
Procuraram lodos aproveil-
talento, mandando-os estiidjuSSft.thea:
lo, como sao a mai i.
Kjslados-llnidos : o n^bro depredo eii
nomos de dous digijs Bra.itel
navio,; de gucrrft^ra',r(''""''se se di
dellesNhegou JrT jasa e-ta
be; tandocjnc .jI.1i
proveitais -fS ?g*i, ni
podia'- i !S)v;i en sPn favjr. Ajina, qi.
/teS 3le cu u- que o Kafiotoo a1.
podo deduzir, que lie f que dispendamos mais i
do que temos dispcudidoorquanlo elle nosrccom-|
menda que curemoi douro, que nao olliemos so
o presente. Se por timo nos aconselha restric-
joes, nada de despezaslraordinarias; por oulro
Udo reconhece, cono ele esperar de sua sabedo-
ra o de sua experitnc paiz, que he necessario
crear elementos, laijiiases para a marcha pro-
gresiva da nossa iwrii militar.
Em apoiodc suaprisra reflexiio, o nobre depu-
tado nos disse que pnrcionalmente s respecti-
vas poputajcs e (tus financeiros, os Estados-
Unidus tem um peSahcnor do que o pessoal da
marinha brasileira se lo sol mesmo se o nobre de-
putado disse, que >oreioiialmentc aquclle paiz
dispende menos depe nos com a sua marinha.
Kepetirei o que be^sse o nobre deputado,membro
da rummisso de mi lia e guerra; crcio que S. Exc.
est engaado a rejlo dessa pruposijao.
Primeiro, nao legras geracs sob as quaes se
possa fazer essa cofraja; nao se pode dizer que
zer de mim algunsnovos esclarecientes, cora sum-i co enhecdo, c quando me colloco em um lugar,
mo prazer Vhos prestare!. /\ "^''Imenlc saio dfhi, he preciso quctiajam razos
OSr. Pacheco u. que leudo a infelicidade del f*'rtcs> > Preciso <1" as circumstancias do paiz te-
counciar-se muito mal quasi sempre he mal com-
a forja de mar
cr fizada sempre o em toda a
populacho e recursos
tlralando-se da fixajao 'das
lo em vista dos
das necessidade
"'.mentar
uidam da sorte dos
u mitra injnstija in
'pode ella equival!
sajflo geral do Jeloixo, i
critnc. A nosa marinha eonslee
poplajSo.
nao tem usdo na marinha
votvinienw, conio o tem dado
^^^Hl, he porque os Ksta-
UU ndole, nos hbitos, na
s Estados-Unidos lera
^i-kna^el, o essa marinha
ipal preciosoe
o do governo
.aarilma que tem n Brasil, nao do paiz. Apreciar, honraitjs seu offictae,*
I
.o
.ilida-
i venham
^g, obsequia-
guando appareceni
altos do paiz.
.m grande incenlivo a ani-
. genio, que se der motidade
ida martima he dura e perigosa:
. della urna profiMgo he indispensavel
o diialgumas compensajes, e nao simplis-
.e o sold do mariohelro ; couvem adoptar o que
^ulras najAes tem adoptado; e mesmo mais, segundo
nossas circunstancias. He preciso que liomens que
se vio dedicar a semelhanle vida possam dola viver.
Nao he agora occasiode desenvolver.esses meios,
nao s porque eu nao teda o mrito da inven rao,
como porque seria fastidioso vir aqui lomar lempo
cmara-ostentando cousas que ah se acbam nos
livros que audam as maos de lodos. Estas e ou-
tras medidas compete ao co verno estudar e propor.
Pejo-lhe porem que fuja de' copiar smente, como
lano se tem feilo entre nos. O governo incumbe a
un homcm que se diz habilitado a fazer um regula-
mento ; etse homem tem talentos, mas tem preguija
e pen de dw livro de direilo administrativo e copia
com penca dilTorenja com urna ligeireza, com urna
lerntridadcque espanta, o que 1 existe, e eis-ahi
feilo nm regulaaoenlo, multas vezes at mal Iradozi-
do; uaotenlio em vista, como disse no cornejo do Lina maKnli
meu discurso,' negar o roeu voto forja pedida de (ica I
3,000 proras, qoo em miuha consciencia nao acho O illuslrej
exagerada, que se fosee ge verno no pedera menos.
Nao quero larabem actualmente entrar em orna dis-
cnssA larga acerca da poltica do paiz ; cu apenas
qaiz chamar a attenjao do go ve mo para estas curtas;
observar AA, mesmo para dar lugar a alcnme.
ciusSo. Nao pretendo mesmo voltar a qocsia-v
que i.i live a honra do eslabelccer
.11 iJlou. iUU^d su uus
'os illnslres antecess orea do nobre inn;
lias Moas, boa* ou ms, se acham
,eus discursos ; son inimigo de re,
.Mjnillo que disae no a nno anterior
cia liuiitar-mc-hei a ellas breves ob:
lindo qae a minha queslao cao est uo nu
ido; aniinha qneatio, a difiiculdade tod
em esUbclacer atcous as de modo tal quRMrvam de
bases para um grande deseuvolvimjpK futuro ;
porque querer na actoalidade elejpR marinha a
um poni que muitos fantasiam sjflnoucura.
Nio quero sentar-me em qgMbrabem lembre a
S. Etc. a conveniencia dereanrisar os castigos na
armada. Todos os auno finios nesta e em ontras
materias: o nobre minisifda marinha, que sem-
pre professou principiare li berdade c ordem, sem
dovida niio lera abnido esses principios. Se S.
Exc. nao se soobj^proveitar da alta posijao com'
quaohonrou aJm>a paraTazer com que b'paizgoze
dw fraclo di>Pinepio8 por elle mesmn Tem oatro
leimio^iprBMuos, sem dnvida merecer gravissimas
riUrte-'^spero qqe o gr. ministro, entre nutras
cousii'ale da atlender i nacessidade de regulari-
cjfasligosna armada. Nao peco utopias ; o
t'ticossenao fazemsem penas, sera recompensa
.as devemo-nns lembrar que os castigos na armada
eikttm actualmente laea qiiaes existiam antes de
noata emancipajao polilica, quando os costumes, as
rrcunstancas lem variado, os nossos principios po-
lticos e a humanidade reclaman] alguma modi-
ficaelo.
O-presidenle respondendo aos reparos feitos pelo
Sr. Pacheco por haver elledado para ordem do da o
projeclo de fixajao das forjas navaei de preferencia
ao do resposla 'falta do Uirono, declara que ae as-
sim obrara, lio por que diseulindo o senado aftual-
meale o voto de grajas, nlo lena depois da qut se
oceupar cm qnanlo lhe nio fossem enviadas as leis
dafixajaodasforjasdemarc Ierra, coja discussao
levia comejar na cmara, aiem de haver preceden-
te da discusssao de leis annuaes, como a da que se
IraU antes da do vol de grajas ; nao liavendo nisso
ao sea-ver nenhom inconveniente, porquanlo na2.
discassao das dilas leis adrailte-se o exameda poli-
lica geral da mesma forma por qae se faz quando
" traa do voto de grajas.
T. Penira da Silva pedndo a palavra, x-
l>nme-ae da-maneira seguinle :
V. Exc./Sr. presidenta, j rauto bem declarou
que nao era contra os estylos da cmara que a dt-
c,o da llxajao oe forjas precedesse discussao da
re^(aafjJ>-0 throno, e que haviam oxemplos,
exe^|*rde muito recente data, de se haver dado
o fado sobre quo fez boje reparos o honrado membro
que acaba de fallar : j V. Exc. lambem explicou
que pralicando-o hoja leve someulc* em vistas eco-
nomisar o lempo, fazendo com que a cmara dos de-
pulados adianlnsse Irabalhos qae tinliam de ser re-
loeltido para o senado, afiro de poder a outra casa
do parlamento, apenas terminada a discassSo da sua
resposla falla do Ihrono, ler urna das leis annuas
para discutir.
A explicara dadas por V. Exc. sSo cabal res-
posla ao nobre deputado. '
Mas suppoz ainda o Iwnrado membro quo nao
partir easc arlo nicamente de V. Exc. t sim de
UelliKenciafloc com V. Exc, Uvera o^overno. Eu
nadase : nada" posso asseverar. Mas se hauve in-
telligencia do governo com V.Ew. para se discotr
a proposla do fixajao de forjas de mar anlcs da res-
pwia a rali, do Ihrono, eu posso _por forma alguma
UrardessainlelligenciafliHaro que lirou o uobre
depularto, de que, ou era itenjao do governo fal-
tar a allMjjto devda acamara dos deputados, ou
que prclepde assm o governo oullilicar a discussao
do vol de 7-ajps.
Na ha de ncccariamenle (er lugar
do vol de rajas? Ng, ha raeio de evila-la. Que
importa que seja j ou mais depoia ? o lempo nao
lhe (ira a Importancia e ero descnve,meo que
possa ler. E mesmo se ha nacessidade ou conveni-
encia lo honrado membro emj apresentar alguma.
cons.d.rases polilicaa, se bem que a discuasao da fi-
xajao ,le forja oao lhe aprsenle o vasto (healro do
xMiate do vol de grajas, comporta lodavia ella a
ZS?eo irei,opara eI,e ,,e refwi-ias e
r.rill?^rnn "** r*r'e f;",| f*"lo pela
. antever para o 'laajjtpaiz a ne
-na forja de mar que a toiuc naeau mari-
Esl o Brasil dcslinaoq pea I'revidcm
< o ser, e a sua forja inaritiuia he que ha de
pesara sua benfica Uiflueu'iaabre a''nacB*>-que
" circumdam.' Eu una oa,lno3 yotos sinreros ao-*
votos de lodos que procorom ir deoeiivo^H
uassa niariuh-. militara morcante, proparao3ff?5l
sim os ter .,,. do n"sso futuro poder o influ-
encia.
O que ho ,.re. t,c rtio perder de vista iiec.-
sidade presento ..*,, marinfia que sirva pfi,, de-
fender o paiz, pro,.. -, .a 1)l>]ciar a
suas costas e mares.
Devo ainda dizer, sem,,, do hon_'
rado membro, a proposla do v .ritu gfcega apena-
actualmenle para as necessidade, !r,1>j(
de 1844 a 185* lm muito pros|ici ., uev
e populajau. Pedir-se a mcsina forja .. im
1854 he rugir-se talvez muilo ;is razOes
mia, e aos temores de aecusajdes anloga^
fez o honrado deputado.
E permitla-mc o Ilustre membro qu lhe diga qnv !
e punto de itinru dos ministros do pair.
tomo que se qocivou o nobre dcpolaio
'tmpos a .esla'irt* uio estejam a testa j
cao da marmhapess>e#pro8f=:
lores, u respeilo r
; sei i;ue h
:*ri o importante aarRgri
tari de mt ulurial da
Hu npiima e illiutr,
prchendido pelas pessoas aquem se dirige ; que **
mesmo lhe acabava de accontccer com o Sr. m>-"ls"
Iro da marinha, o qual achara que algumas proposijoes eram clnmoro-amanle iujustas/e I"*'
todas fortes ou inexactas, entretanto que/"'e julga-
va que linha sido nimlamenle doce e es/geradamen-
te brando.
O orador congratulando-se com)"> nobre depala-
do pelo Rio de Janeiro, o Sr. Pa*nira da Silva, pola
promessa que zera camar^T8*01 duvida de ac-
cortlb com o gabinete do cut* polilica se mostrara
apostlo e bem inrormadwu qae nnguem deseja
mais que elle a conciURHo, porm nao essa que
diz : Abdicai vosseMireitos que us nao vos per-
seguiremos.
Depois de deoj^r que nao Ozera recriminajes,
uila f as promessas feilas em
1 minislerio de cojo programma ain-
orador continuada maneira seguinle:
SS. EExs. a minha opiniao quanto ao
por; nao s discutir primeiro a respos-
Ihrono. Sempre foi eslylo do nosso
sculir cm primeiro lagar com prefe-
as materias a resposla falla do Ihro-
no ; se h' irecedenles cm contrario sao plantados
10 me pela polilica que domina, no paiz;
I lenho jdaj g0 me record que anteriormente
esta poli tica, a resposla ao discurso do Ihrono de-
rassede iier discalida com preferencia a qoalquer
ou'tro obji|C(0. n8 4|0 o que est na ndole do nos-
so syslcnv,, porque, pela nossa conslituijao, por lo*
dos os pre :edentes, css resposla nunca foi entre nos
considera l8 uma pCca de mera corlezia, como ero
oulras na ;,-ies. Segundo a nossa ronslitiiicJio, se-
e que nao I
nome do ;
dadu
Conl
gundo os Inosaos estylo, he a resposla fallando iro-
no um gi.-mde campo em que se deseavolve a polb
iiham sido lao grandemente modificadas, que exijam
esse sacrificio, que sempre traz tal ou qiialdezar....
O Sr. F. Oclaviano: Tiradas as causas cessam
os effeilos.
. O Sr. Pacheco:A polilica moderada de um go-
verno sem duvida pode concorrer para o bem do
paiz.
O Sr. F. Octavano:-E lem concorrido.
O Sr. Pacheco:Nao sei como; as causas mar-
cham como antes, cu ainda uao sei em que consiste
a poltica conciliatoria do gabinete....
OSr. F. Octavano: Mais do que isso nao he
possivel.
O Sr. Pacheco:Assim oentendeo Sr. depulado
cada um responde por si; e cu por mim (apoiado);
em lempo dirci ao nobre depulado quaes as desgra-
jas que cuxergo no futuro da poltica actual se ella
nao tomar outra direjao.
Coucluo ti que tinlia a dizer; nao goslo de repeli-
jes.
Jolga-se a materia discutida, e poslo a volos o art.
he approvado.
Entra em discussao o art. 2., o qual he-approva-
do sem debate. f
Sao lidos, apoiados e enlr.im em discussao, os se-
suiutes arligos additivos, os quaes sSo igualmente ap-
provados sem dbale:
ArW 1. Fica o governo a u lorsudn :
a 1. A reorgantfar o corpo eceieslastico da ar-
mada.- i
S," A crear al Ires companhiasde aprendizes
marinheiros as provincias em que o julgar conve-
niente.
o 3. A regular as habitajOes dos pilotos dos
navios de guerra e mercantes nacionaes..
cedidos aos marinheiros avalaos engajados voltinta-

illa ad
los. E nao
~1
.sioool, e
B3o
Oes
de
a espe-
rado. A
os possuem
marinha supe-
ia que militas ve-
lera sido minls-
qagistrados e. advo-
h inexacta a sua proposijao de que cm,
suas finanjas e sua popularan lem
dos do Norte menor forja naval di
Conlcsto-lhe esla proposijao.
com as provas officiaes para
ro-lho porem, e quando
pravas, quo o Brasil, em j
e s suas finaujas, i
rioha do que os Js
te, c mesmo i
signi-
vemos t-la ?
Pois nao
f>ouco, e com sysle-
com perseveranja,
rios, conseguirmos re-
baiulona-Ia, negar-lhe os
ho, he condemna-a mortc.
i que se cria.'e a primeira
.le nccnrno de que he
nica a proposfa as > <*** pr-, ,
ap/oria, que as rnelhores admi-
marinh.-! em Franja foram a dos dous
iCbo'isciiil, ile Portal ede Hyde deNeu-
6 rfn* eram profissonacs : homens polticos
i- nao profissionaes, como lord Palmer*-
lem sWo ministros da marinha ; c actualmente
aham e Ducos eslao a (esla das repartijOes
iha cm Inglaterra e Franja,' najcs podero-
mesmo lempo potencias martimas.
Uma proposijao ouvi eu lambem ao nobre depu-
que me causou bastante scntimenlo. Disse o
nobre depulado que,' ao passo que se nao faza caso
entre nos dos Brasileiros, hara urna predilccj3o
pelos estrangeiros.
Senhorcs, quando se trata de promover a emigra-
cao estrangeira para o no'so paiz, quando todos os
poderes do Estado, quando o nobre depulado, quan-
do todos os Brasileiros', curam de offerecer ao es-
trangero asylo seguro, trabalho cerlo, trras feriis,
c a seguranja de um futuro lisongeiro, para o ani-
mar a abandonar seas patrios lares e a adoptar por
sua patria esla trra do Brasil, me parece inconveri-^
ente que uma propnsigao genrica como esla, c mui-
lo, muito injusta e infundada, cscapasse dos labios
de um tao distinelo parlamentar como o nobre depu-
u
nao assentar em base nenhuma o re-
ataggwnlar a nossa forja naval alem das ne-
aaercumsbincias do paiz.
Fea hiara membro algn reparos sobre a re-
iceio da pvatxMta, que snppOc capciosa, porque
alm de 3,M0r. ..asnxadas, se antorisa o governo a
completar corpo de imperiaes marinheiros, ascom-
panhia de apremttae e o corpo naval.
A proposla marca o numero de prajjas para o ser-
rijo activo; no eueetivo : heesse o numero fixado
que o governo pode embarcar. Has para ler esse
numero precisa o governo de completar os corpos de
que irala art. 2, dos quaes lira os contingentes.pre-
cisos para guarnecer os navios de guerra. Oxal pu-
dessemos nos conseguir completar sses corpos! Os
dous nicos meios que lemos, cngajamenlo e recru-
lamento, au bastam, nSo teta bastado. A commis-
sao addila a esta mesma proposta aolorisajSo para
augmentar os premios doeogajamento, para por esle
incentivo ver se se consegue maior numero do pra-
jas. No estado actual cm que se acham estes corpos
nao podem elle fornecer saldenle numero para a
forja effecliva fixada: para conseguir esla precisa-
se uma forja dispop^l en de reserva, da qual ae vao
tirando as prajaanecosarias....
O Sr. Pacheco : Mas eniao excede a 3,000 pra-
jas.
O Sr. pereira ta Silva : A forja activa ou ef-
fecliva para embarcar he a que se fixa em 3,000 pra-
jas. A redaejao da proposta he clara, e direi mesmo
mais clara do que a da lei actual vigente, nascida da
proposta da sessao do ino passado.
O nobre deputado nao enconlra methoramenlo ou
progresso de marinha, enem prev fuluro della, s-
mente em uma porjao de navios, e em numero de
praja maior ou menor ; quer sim instiluijocs que
cre, e desenvolva o brio e o espirito militar. Estou
de accordo com o nobre deputado qqandt aprega a
necessidade da creajSo de um couselho i aval, e de
uma lei de promojOes, que auxilie e anime o mrito
da digna classe dos officiaes de marinha. He preci-
so ler navios, he preciso ter gente para guarnece-los,
e officiaes para cnmmanda-los ; convm cuidar, na
creajo de um couselho naval, como auxiliar do mi-
nistro, como guardador das Iradijoe da marinha ; no
seu rea torio o actual mi-ostro recommenda essa ne-
cessidade, mas dcscreve as suas dilTlculdades. Os
seas antcceraircs como elle pensaram. Nesta cma-
ra na outra casa, do parlamento lem appareciio pro-
jeclos. Mas a queslao lie grave, precisa ser muilo
estudada, e al agora tem encontrado opinies mnilo
deseucontradai. Com o estado e com o lempo ven-
ceremos crear essa inslituijao tao necessaria, e qae
nem he em eousa nenhuma substituida pele actual
conselho supremo militar, e nem pelas fuocjoes da
procoradoria da cora. Mas lambem nao podemos
de chofre crear lal insliluijao ; em vez de bens re-
sullar-noj-hiam'males da o ereajao, e cahiriamos
na censara do nobre depulado de copiar legislajao
ou insliluijOcs estrangeira sem Hender s'circums-
taucias do prir.
Quanto a uma lei de promojocs, que he lambem
trabalho grave, porm entre nos mais esludado j, o
relalorio do Sr. ministro nos promclte eslo anno uma
ru-oposla, e sem duvida delle poderemos Iratar bre-
vemente.
Scnli, senhorcs, que ao nobre depulado escapasse
no meio do seu discurso, nlis 15o reflectido c mode-
radn, uma proposijao que poderla dar lugar a de-
bales longos, o pode appellidar-se uma recriminajao.
Nestescinco anuos de dominio da aclual poltica do-
minante, exelamon o nobre depulado, nadase fez
em prol da classe martima para a considerar e hon-
rar !
Scuhores, eu que apoio a polilica que dirige os
destinos do paiz, desde ) de setembro de 1848, cu
que a sustento sempre coro a minha voz nesta cma-
ra, n>u posso dixar de protestar contra sta propo-
sijao do honrad^ membro, como inexacla e injusta.
NSo deseo a uma defeza especial, nao s porque va-
ga foi a aecusajao, c sem precisar lienhunr faci, se-
nao lamben porque nao julgo conveniente aos inte-
resses pblicos.
"Sim, senhorcs. as pocas de lulas irritantes de par-
lidos.-ile animosidades polticas, de quesles abstrae-
las, lem passado; succi'dau-lhcs uma poca de calma,
ein que as ideas perderam a sua etageracao os ni-
mos se socegaram, e um com que desejo eeral se no -
o assim
da marinha): Per-
tanta focilidade lem o
dos em obler marinheiros,
tratos para esse servico por
e 3 a 5 annos.
em toda a parte entre os homens
pi tsnria pela servijo da marinha mer-
tyra de duvida que o governo dos
tados-UnidScmprcque o paiz carece de-levan-
Vutoi forjajjsideravel, quer de mar, quer de
kerra, cncouli maior dedicajao no seus concida-
daos. Basta a proclamaj3o do governo, um sim-
ples edicto dku'tordjides civis e militares, para
que os cidaditorram a preencher o contingente
que he perciara defeza do paiz
O nobre diado i'isse que os meios at hoje de-
cretados Iheciam sufflcienles para que se pudesse
tratar do intento da nossa marinha de guerra
como elle ende que convinha e cnvm fazer.
He um cnit que o nobre deputado fez a todas as
administrar anteriores,.; que eueio posso deixar
decombaterm a mais intima conviejao de sua in-
jaslica.
O meiosacedidos at hoje a administrajao da
marinha nialao a par de suas necessidades ordi-
naria ; e,s, nao se pode dizer, sem injustija,
que as adiistrajOcs passadas livessem recursos de
que se naeuberim aproveitar para procurar os
elementos prosperidade da marinha de guerra.
O nobrepulado, a proposito dessa censura, qaiz
enxergar usa de alrazo qae elle atlribue ao gto-
verno no Inte marinha de guerra, em que os
ministros marinha de lempos a esta parte tem si-
do pessoairanha a essa profitsio. O nobre de-
pulado qme preceden ja den cabal resposla a es-
la observy. t
Nb ves que nos Estados-Unidos o secretario
da raarinle na Gra-Brctanha o ministro detla re-
parlijao niio officiaes de marinha.
Se o ul> depulado refliclisse sobre semelhanle
proposij.Trcria que nem mesmo um profissional,
o oflicial I marinha o mais consumado, poderla
queixar-om razio que o ministro da marinha nao
seja lirada sua classe; isto he, que o ministro da
marinhno lenhji os conliecimentos proprios do
homem guerra do mar. por auc lio. sabido uno o
profrio icill de marinha nflo rene lodos di co-
uhe:i'iiitus especiaes sua proussSo.
' c/l.at de marinha nao pode, por mais hbil,
poima applicado que elle seja, reunir todo os co-
nhamulos quo dizem respeito ao servijo naval
milar Elle nao pode ser ao mesmo lempo um
jo com i ,aor amplilude podem-se dirigir ao gover-
no, c ped r.|ne explicado, njo ^ da gerencia pat-
sada dos legocios, como do modo por que pretende
dirigir-si no futuro. He, vista desla discussaoj
que os di fiados podem dar maior ou menor somma
de confi npa ao ministerio.
He ve dade que o anno passado nm nobre depu
lado peb, n,-,0 de Janeiro, hoje senador, que be con-
hca do p he ^| onj, m representantes da ua- riameute, e a lo Ojl de .ruioola; -bem assim a
rlnivimii.:.~.iii__i____._____ !'________ .. .. ^~~ ..
sideraddC0B]0 orgao, como chefe do partido qae
actualrrrlnie domina, levantou-se nesta'casa, e exi-
gi qud se nao considerasse a resposla, falta do
Ihrono s^o como uma rnera corlezia ; enunciou
]piiiao, que he actualmente, adoptada pelo
to quo lem tido lugar ; eu porm enlen-
Bo podemos nem devemos considerar a res-
ala do throno como quera esse nobre de-
jiexcmplo da Graa-Bretanha, porque all
' os canaes por onde a vontade do parla-
ser conhecida, pode ser manifesta-
gida ao governo do paiz. Mas anda sen-
pede a delicadeza que se
essa__
^\
do qufc
posla
[Hilado
01
ment
da, edi
doumalera corlezia,
rcspondjogo-
Deixat., 5(3 qjiesiao de parle, na qual nao me
quero d< |orar) m-t qdc [u ^pgrias um reparo para
mostrar |eou e (]cva nsliluir um examc integ-
ramente jiijC0) uma discussao preliminar antes de
descera u^o das forjas navaea, ou cntao devia
esta dise ,5,, 8er adjad^^jiutento ainda o qae dis-
se, a di* mgf[j-|-| riir-n navae he. ama discussao
que se bUj na jonfian^a que se pode depositar no
ministerl QaandaMisse qae nao achava exagera-
da a for^pedida, nao me refera confianja que po-
da depo|gr nn nao no aciua| ministerio ; fallei em
gcral, en re|a(.:-l0 a iodos os governos, era relajao
especialnuie ao servido ; djsse que nao quesliona-
va acerca}, numero de prajas, parque se fosse go-
verno, jujaa nao poder salisfazer o servijo publi-
co com nnor numer0. a queslao de confianja lie
outra, heafejrame,,^ difireme. Nio a institu.
Se as ,n9as chegassem a ponto de insliluir-se
oeste pre^iq a qaestao de confianja ; se a cmara
se acliass.cnnslluij., de modo que valesse a pena
eslabelec gjga qUcsia^ para que. ou livesse lagar
a retirad^,, niiiiislerio, ou a dissulucao da cmara
dos depudos, cu nao duvidaria exprimir franca-
mente 0(t volo contra o projeclo, porque com-
quaulo recite muito as pessoas quotpresenlemente
""Jcsla dos negocios publicas, julgo qae cl-
mclhorar-lhes osjjoldos, dando 20} mesas aos ira
rinheiro da classe superior, 18* aos primeiros, 159
aos segundos, c 10;? aos grumetes.
a 5. A elevar o premio do engajamento para a-
prebdzes, e corpo de imperiaes marinheiros de 60
a 1009; e bem assim o do engajamento para o bata-
Ihao naval, eqaiparando-o ao premio concedido aos
engajamento do exercito.
6. A elevar a 20 annos o lempo de servico da
prajas do corpo de imperiaes marinheiros que, ou
forem Vecruldos, on passarempara elle da com-
pauhias de aprendizes, concedendo-lhes n# fim des-
se praso a pensao da reforma com o sold por iuteiro
podendo entretanto o governo, depois do praso que
fixar em regolamenlo, c antes de se" findarem os men-
cionados 20 anuas licenciar aquellas que o merece-
rem por seu comportamento, com a condijao de se
empregarm a bordo dos navios mercantes tiacic-
naes.
a Art. 2. As dispossijes do artigo antecedente sao
permanentes.
O projeclo passa cm primeira discussao.
Sr. Ferreira de Agniar requer dispensa de.in-
lerslicio para ser dado na ordem do da da 1. sessao
a materia qae se acaba de vnlar, isto he, o projeclo
de fixajao de forjas de mar e de seus aditivos.
Ao consullar-o a' casa sobre esse requerimenlo
reconhece-se n3ohaver numero legar, emeonsequen-
eia do que levan la-se a sessao depois de designada a
ordem do dia.
Sei apreciar seu carcter e suas irilejes patriti-
cas ; mas dessa proposijao impensada e inexacla po-
dem resultar graves males para o paiz, porque alm
de incitar susceptibilidades nos nacionaes incale sus-
tos no cstrangeiro, edesanima-o diante da suppo*i- hal nlolcum hbil arlilhciro.um hbil constructor
cao de que os Brasileiros se rritam com a sua pre- Da''."1 h'bil enjenheiro maehinbta, etc.
seen. Demais aonde eslao os fados que lem a al-
legar o nobre depulado ? A proposijao foi genrica,
e por isso s nma resposla igual lhe posso dar.
Nao mo record de mais resposla qqe deva ao
honrado membro ; vista porm das suas observa-
rnos, devo crer e esperar que, para bem do paiz^e
especialmente da glasse militar, caja causa tao bem
advogou, se una eomnosco e rtos coadjuve no empe-
nho que temo de dolar o paiz e a sua administrajao
com a medidasc providencia que sao reclamadas
dos representantes da najao.
Dando o presidente a palavra, ao Sr. Paranhos,
ministro da marinha, observa-so na casa um movi-
mento de attenjao. S. Exc. exprime-seda manei-
ra segoinle: ,
Sr. presidente, Y. E\c, "o nobre deputado qae
acaba de fallar respondern) qoanto poda' se deso-
jar ao nobre depulado por S. Paulo sobre as refle-
xes que elle fez, por ter a discussao do projeclo de
fixajao de forjas de mar precedido discussao do
volo de grajas.
A's reflexOes de V. Exc. e do> nobre membro da
commissao de marinha e guerra eu aecresecntarei
que.se o governo eslimou o acerbo da deliberajo de
V. Exc, nao fot porque livesse em vistas coarelar a
liberdadc da discussao nesta cmara sobre os seus
aclos. Segundo os estjlos da casa, no- preseute de-
bate se pode instituir exaqie sobre a polilica geral
do gabinete, e pois nao podia o governo procurar
osle meio para escapar, para fugir ao exame e dis-
cussao de sua polilica geral. Os desejos do nobre
deputado, como os do qualquer outro membro da
cmara a esse respeito, nao podem ter soffrido o me-
nor constrangimento ou violencia, porque a discus-
sao desle projeclo precede discussao do voto de
grajas.
O nobre depulado disso : a Como sem alsum cons-
[rangimen lo c iiiconscqucucia pode se discutir o pro-
jeclo de que ora nos vamos oceupar, que envolve
medid de confianja, sem que lenhuinos discutido o
aclos em gcral do gabinete, e sem termos oovidoa
respeito delles as explicajoes dos ministro ? Eu
creiu que se o nobre deputado reflectisse nm poueo
mais sobre essa sua proposijao, reconheccria que nao
(em ella fundamento algum, porque na proposla de
forjas de mar que te discute, o governo uao pedeao
corpo legislativo recursos extraordinarios; nao se
(rala de uma medida de alta confianja a respeito da
qual pudesse prevalecer o reparo do nobre deputado,
governo apenas pedio na sua proposta os meios
inilispeiisavcis para a marcha ordinaria da adminis-
trado da marinha; nao se trata aqui, repito, de re-
cursos novos, de medidas de alia confianja, a respei-
to dav quaes o nobre depulado pudesse pretender
com ratao, que o ministerio houvesse antes respon-
dido portados os seus aclos.
Enlranflo no projeclo de fixajao de forjas de mar,
o nobre debutado foz considerajoes aeraos, para as
quaes nao sn se ello procuren fundamento na pro-
posla ou no relatarlo qtle eu live a honra de apre-
sentar ao corpe legislativo. Disse o nobre depula-
do: Nao pretndame* voar sem a zas, nao que ira-
nios j os foros d!. potencia martima, 350 seria im-
prudente, eal mesmo ridiculo. Mas, pergunlo eu,
o projeclo re fixajn de forjas de mar pede muilo
mais do quo nos anns anteriores se lem pedido 1
Nao, por cerlo. Logo ano se podedizerque ellecon-
lenha prctenjoes deengnndecimenlo superior s nos-
sas circunstancia e s noSas forjas, No meu rela-
lorio parece-mc que lamben nao cahi as evagera-
jes a que nlludio o nobre fcputado. Nada pedi ou
indiquei ah que nao seja raziavel, em meu humilde
parecer, que nao seja desde jcxequivel.
Ao mesmo tempo que o nobi deputado nos deu
esse censclho, parecen cahir em contradiejao quan-
do nos disse : n creemos elemento-, lancemos bases
Solidas pera o futuro,e desenvolvininto ua marinha
de guerra ; cuidemos do futuro dai classes activas
da marinha ; atlcndamos que nao he com medidas
de mero expediente que poderemos tnlar do futuro
da marinha de guerra do paiz...
Deslas proposije^ do nobre dejintaduiren que se
j*' -i-;
l:ii:_p-**x fri'i
'aa-jtaaiaii^rApr^
PERMMBICO.
possam fazea
a queslao de
servijo da 1
Crcio quej
esta em pe.
prajas % que \\
em outro arlij
saca ojiara poq
Eu pejo que |
corpos da ar
excmplo, 2,0
irtanto o reparo do nobre deputado. nao pode en-
corar echo mesmo entre os officiaes de marinha,
piuso podero censurar que ministro da sua re-
>arjo nao seja o que nenhum delles he, nao tenha
o esmo lemp as habilitajes indispensaveis para
ai 1 i 11 slra jo suprema e os conhecimentos espe-
aedo uro completo profissional.
U clamorosamente injusta, senhorcs, a censura
ao nobre depulado fez a aclual ndministrajao c
. amiuislrajOes anteriores, de nao darem o apre-
(dvido a corporajao d a armada. Crio qae ue-
>ur. governo deixou ainda de considerar a mar-
ia a guerra cpmo um dos elementos indispensaveis
'cn.'randecimento do imperio, sua defeza exte-
rr einlcrior ; creio que nenhum governo anda
dxoi de considerar a qualquer ofiicial que se dis-
Iguise no servico do soberano e da najao.
ie as adminislrajes passadas nao poderam elevar
aussa mariohale guerra ao grao de prosperidade
e quo o nobre deputado e todo nos desojamos v-
lo i porque as cirenmstancias os recursos do paiz
nio p'ermiltiram ; foi porque, se o pretendessem ,
leim incorrdo no reparo que fez o nobre deputa-
dquaudo nos aconselhou qae nao prelendessemos
vo sem azas.
tanto ao segundo lenle Rocha Faria, o hon-
ra miembro que me preceden disse quanto occor-
reo esse respeilo. Este oflicial teve lcenja para
ser- na marinha franceza ; servio bem, merecen
elos de seus superiores o do governo francez ;
ac' de chegar, e o governo imperial que Icur mui-
lo psentes estas informa^Ses, importunamente ha
de pmiar esse oflicial, segundo o seu mrito, e na
con'midadc das leis.
Demais o nobre deputado que o projeclo em
disckao continha anda nm vicio de redaejao que
elle tara nos projeclos anteriores. Eulende o uo-
bre ipulado que, segundo a redaejao do projeclo,
a for fixada nao be da 3,000 prajas e sim maior,
porqi no artigo 2 seauturisa o governo para com-
pleta! cornos de marinha
Cieficita, sendo completados os corpos de ma-
rluhaferemos em cjrcumsfancias ordinarias um
pesso;superior a 3,000 prajas, ponco superior a
esse uero. Mas o nobre deputado que quer que
cuidens do fuluro da marinha de guerra, o nobre
depulio qae com prebende bem o que he o Servijo
millnmao pode pretender que tendamos smenle
o pessd indispensavel para o servijo activo.
Pan-cr 3,00(1 prajas em eflccllvidade he ne-
cessarique exisla alguma reserva. Se o governo
s'imcnlprecnchesse o numero de 3,000 prajas, nao
leria pooal sufliciciite para o servijo activo ; por-
que be reciso contar com as baixas, com as licen-
jas, cor as deserjSes, com as molestias, com os fal-
lecimeris. O governo pedndo autorisajao para
complef os corpos de marinha, que silo abaso das
guarnijs dos navios de guerra, pede pouco mais
das 3,(X)ipracas fixadas para circumstancias ordina-
rias ;;c oede porque s assim poder man ter uma
forra acta do 3,000 prajas.
Infelizmente as aulorisajOcs tem licailo em lei, ,.
nao tem do realisadas porque o govf!Tfl!ai|^ ^B
podido coseguir elevar os dous corpos da marinha^
ao seu estilo completo. S^-o^minislerio actual li-
vesse a fotuuu.de conseguir eleva^negdons cor-
pos ao seucslado completo, o nobre depulado devia
applaudr ste resultado, nio devia fazer por isso a
menor cesura, porque eniao teriamos no seu ver-
dadeiro pdeaaganisajao, inslrucjfio e disciplina os
dous elematosprincipaes das guarn jes dos nossos
navios de aiera. '
O nobre lepitado deve entender a proposta, e o
projeclo qus a :onverte em le nestes termos : O
governo In ailorsado a completar os corpos per-
manentes da mrinha ; mas ho desset corpos per-
manen les que eve sabir o pessoal para a forja naval
activa; o gnvrno nao pode ler em servijo activo
mais do 3,000 rajas, que completar com marinha-
gem, se o eslao tffeclivo desses corpo for defici-
ente.
Creio, Sr. pisidr-nlc, ler respondido as observa-
J''"'do uolii-e putadfJHliWlff*^ !
grande mig0 je qU0 se dzem rfearregados, islo
he, a misside salisfazer ao reclamo publico, s re-
formas ind^ensaveis que a najao pede, e cuja jus-
lija o proir^^^^-no recnnhcceu a ponto de de-
clarar perk, 0 paz qUe 0 principio aaquarema, o
principio d*iinantej nao podia governar o paiz,
que era net^riu modilica-lo. Nestas cirenmstan-
cias cu iiaonvdo crer que os membros do governo
queiram m^ 0o monos Iratar de salisfazer as suas
promessas ^j |,e para mim fra de duvida que
havendo Irimpiado 110 paiz os principbs da oppo-
sjao, deve, Kt outros homens e n8c os actuaes
que os ponan em pratica.
Em icm|kCompclcntc apresentarei ai razOes qpe
lenho para um pensar. Comtudo se > actual go-
verno apreaaar reformas que pareja. convinha-
veis, eu nsk-njejiarei; antes cooper.rei para el-
las, porque jj0l podendo fazer qaanb pepso ser
bom, nao 'Iq, rejeitar o pouco que dversarios
Na discussao que estableci eliminei
anja ; limitei-pic s exigencias do
ha.
te respeito a minha igumentajao
lisse eu que o govern pedia 3,000
duvidva d-las, ma quera que
esle pensameA f0SSc expreasade de do que o go-
veruo s tive' ,55,. UUmero cm ciromslancias or-
dinarias. 0 q I quer o governo ? SenOlorisado pa-
ra poder eme ar 3,000 prajas, e aotoesmo tempo
Ipede que se lhe coiiuueaaatori-
completar os corps da armada,
mais claro, que celare qae os
tenham um certa numero, por
'c que no numero ds3,000 prajas
v 2,500, incli do o numero desses prpos, porque
do contrario i> sgeran 3,000 prajae sim 4 e at
5,000. -~vv
De Tacto, o ue ^ o project nao 5o 3,000
prajas, o sim ^ aijntas oHicis, alm do nu-
mero de praja .|e embarque, o gov/no he aulori-
sado a elevar o ,juu9 corpo ao seu nmro comple-
to ; siippouhai B qU0 0 governo coplela estas cor-
pos elevando eu numero de prae a 2,500, pode
^irar dahi 50 'prajas para emb:a-las e deixar
2,000 em terr 'e aim dcsta forjaer mais 2,500
prajas.
Eu nao dig que o governo Ca Isto; nao ano
dos que consid ra0 governo semp hostil, seraneo
disposto a JUrtmas digo que te pode o fazer,
porque 6 ad! 5,Mmo<. E comrf eti tendo que 3,090
prajas cm r rclra,taucas ordinar. para o servijo
que temos a fller |ie uma forjaufllciente, vete
coulra o pr ,;,,,.
Insisliud ainda na eomparajaolos Eslailos-I'ni-
Ios, puja ra de mar aftlrma sean proporjao in-
ssa, pois tendo aquelliajao naos de li-
as, e corvetas, essa fot nao tem exce-
e mil e tantas homens, orador faz depois
uisiderajfies, sobre a siproposijao rcla-
l,crem os ministros da rrinha homens da
"> cooclue seu discursda maneira se-
COMARCA DE PAO D'ALHO.
25 de Junto.
Quando por mais de um mez observei um profan-
do silencio sobre o estado de inaltaravel socego des-,
la comarca, nao pensava eu que um incidente to si-
nistro como o que acabamos de leslerounhar, e que
lanjou geral consternajo me obrigaria boje a ir oc-
eupar na presente exposijta um disincto lugar as
columnas do seu Diario.
No dia quinta feira 22 do corrente, comejou o rio
Capibaribe a derramar alm de suas margens tao ex-
traordinaria quantidaded'agua, que occasionou nma
destrujo quasi completa em lodus os objectas que
enconlrava, subindo a agua a um altura tal, que se
noile_dp~--gtt~-^.l.i. _sido os. a mainr eji^n
feror
nha, frflf.
dido de
algumas
Uva a nil
profissc
guinte:
Torna
Ex. um;
Collega
repart c
na mari
Creio
governo
Ibn
leiln de
tizer he
joes ptii
a discus
se poder
licaf f
creio qn
convert
10 ao numero de prajaiu lembrarei a S.
-mi-a, c vem a serenlder-sc com o seu
'. guerra, para que faj*im corte na sua
e assim possa fazer-salgum augmcrllo
a.
hneitlc no que disse o .' ministro o que o
ao teme a discussao 'diesposla falla do
Crcio pamente no quez S. Ex.; na ver-
jiaqjfouve governo q ser achasse em um
^sas como o actual, .cr isso se elle nao
ao paiz ter sobre su caneca as mald-
icas: concordo que St. nao pode temer
a da resposla falla dhrono. Que vozes
levantar ueste casa ra impugnar a poli-
u creio que u parlamterismo morrea; e
os Srs. ministros t\am a habildade de
; esse parlamenlarismio mais doce e com-
pleto ni ^^rlalismo; esto C os ex parlamenta-
res sao I 10jg M m,s fortes miiteriaes. Quanto a-
08 rr 1 senhores da maioriawdo-se)! creio que
-1 r,\lvidos... a irem leyo... a cruzaoCal-
' lomo acabo de ourir c" nobre deputado di-
zer em J or Darj embora se doeudo do pezo..
o.-:Nao?! 1
Pacheco:-.... masm fita a earregarao
,e isso necessario pa bem de lodos..
Araujo /.fma:-AlV. Ex. no seu dscur-
11111 pouco muistei'isl.a.
Par?!;Pode ee Mas eu bou 11111 poff-
Uma
O s.
porqu'
. O
so pn
O
de qae lia memoria ler dado aquclle rio.
Por mais de 8 dias se manifeslava 13o copiosa
cheia, que nem ao menos por mcia hora nos foi da-
do ver os raios animadores do sol, as humidades se
lornavam incommodas, privando-nosde qualquer ex-
ercicio, e as enchurradas dos montes bem demons-
travam, que nio tardarla apparecer uma grande
inundajao. .Mas nnguem suppoz, que a tanta che-
gasse os excessos da nalureza.
Eram 3 borasda madrugada, quando soou a lerri-
vel noticia que poz em movimento lodos os morado-
res da villa, c apezar da chuva incessaiile, e da es-
pessura danoile lodos concorriam a bera do rio,
que j transpnnha os limites, que. tocava em suas
maiores enchenles. lima torrente caudalosa, acom-
panhando o rugido de militas cscalas semelhavam-se
em todo o vagido da ondas era dia de tormenta, c
ao amanhecer o dia era impossivel ultrapassar as ex
Iremidades da villa as desembocaduras dos riachos
Taiba, e Olho d'Agua. .
As mas da Matriz eCadeia, ficaram nteiramenle
alagadas, e naquella apenas era permiltido frnsilar
pe enchuto nacaljada da parle mais elevada.
Os habitanlcs das casas, cujos fundos deitam para
o rio, foram obrigados abandona-las, retirando
seu trastes, sendo todas essas casas invadidas pelas
ondas do rio, que fez desaliar a mor parta dellas, e
outras soffreram grandes avarias, Mnenle escapan-
do o quarlel do destacamento quo lodavia foi bem
alagado.
As 7 lioras da manhaa boavam sobre a agua mui-
tos ubjectos de casa, taes como : bahs, caixes, pa-
uellas, polea, formas de alambique, e lambem um
cavallo marta, casas de pqlha, um cadver de um
preto descontiecido, e mutas arvores enormes, que
eram levadas pela crrante com a rapidezdo raio. -
Por essa oceasiao chegou villa bailante extenua-
do de forjas, tendo nadado para mais de uma roilhn
l.uiz dos Santos Nunes de Oliveira, pedindo soccor-
ro para sua crescida familia, que ficava em pergo
inminente.
Esse dessrajado habitava uma pequea ilha sita-
la na altura do engenho Belem, onda lambem plan-
lava, e previuido era tempo de pergo quecorria, le-
ve a imprudencia de alli permanecer, confiado ne
experiencia de outros anno mais invernosos qne
pouparam aquella ilha. Porm bem denressa sof-
freu um amargo desengao ; porque fugirido para
esla villa deivava 110 tacto de sua casa aquclles infe-
lizes uma mulherlra'rnlnjs-,- esvciaudu Trmjrrnorle
certa. -.
Foi debalde, que para alli correram rnelhores na-
dadores, e nao pouco* se arriscaram. Apenas a pina
curta distancia, viram.se obrigados a acudir l.uiz do
Santos, que tambem os acompanhara, e nao poden-
do resistir porfiada lula em que se debata, eslava
prestes afogar-sc, quando foi levado para a mar-
gen) opposla pelos nadadores, que partirn) em soc*
corro de sua familia 1
Do repente vist da nm eran do concurso de no-
vo passava sobre as aguas uma palhoja bfttanta des-
trocada, tendo emeima uma mulher etres menino,
que gritavam pedindo soccorro.ra a familia de
l.uiz dos Sanios, que com uma rapidez incrivel se-
gua dorio abaixo. .
Muilos homens, entre os quaes o maior numero
de soldados do destacamento se ajiraram ao rio, em
quanto outros cediam a violenta dr, que se divieava
ero lodos os semblantes; c ludo era baldado, porque
tres enancas cahiratn alternativamente sem mais se"
rem vistas, e apenas um instante parou a infeliz mai
com una enanca de peito, por ter a geringonra que
a levavn encontrado obstculo ; e cutan o Sr. Jos
Geraldo d* Lima, morador dessa praja, teve a extra-
ordinaria coragem de scalrar agua o nadar uma
grande distancia, e quando lhe falta va pouco mai
de uma braja para atrancar a infeliz mulher,-foi es-
ta levada pelo rio com tal rapidez, quedesappareceu
cm um instante.
Como quer que o terror e desanimo se- houvesse
apoderado da mor par|) dos espectadores, resolveu
o nosso vigario mandar locar os sinos, abrir a ma-
triz ; e dentro em pouco sp ouviam as preces de um
concurso inmenso de povo de todas as classes, em
habitas penitentes, e proslrados no pavimento sagra-
do eutoando hymnos devotas ao Omnipotente Di-
vino Padroeiro dcsta villa, cretiraiido-se para suas
casas em religioso recolhimentu comejava o rio a de
diar lentamente. .
Toda a estrada que a corta foi robera pelo rio, e
desabaram para mais de Irnta rasas alm das arrui-
nadas, o talvez que menos de olo nada sofTrctsem.
A igreja de N. S. do Hosario, ficou bastantemente
arruinada, por ter cabido a mor parle do frontis-
picio.
Seria um nunca acabar enumera os estragos dessa
cheia, porqueasaolando militas lavouras nao poupou
a vida aalguns infelizeique pudo pilbar, bem que-. -
entre estes smenle conhejimos os filhos de l.uiz dos
Santos, e um rapaz de nome Jos 'Leal, na povoa-
c,io do Rosarinho, por querer experimentar sua agi-
lidade em estado de embriaguez. Crcmos que maio-
res estragos soffreu essa capital e seos suburbios :
eutretauto desejando anciosamenle ler noticias dalia-,
estremecemos de horror aolcmbrarmo-nos da vali-
dade de nossos pretseDtimcntos' y.
(Carla particular.)
P. S. ao acabar esla aoubemos com certeza, que
110 lugar denominado Qualorze, uma legua 'distante
deta villa, margem dreila do ro encalhou o cor- -
po animado da mulher de Luiz dos Santal, abraja-
da com ama imagem de N. S. da Cooceijo, sendo
lirada de aula posijio ainda arriscada por Fraucjsco
da Molla Cavalcanli, que offucou lodo o realce des-
sa' aejao philanlropica despojandoa iuleliz da mila-
grosa imagem da Virgem,
COMARCA DO BONITO.
A da jambo.
Todo por dentro e fra Iluminado
O castalio feudal pernoita em fesla.
{Catlilho.)
Principio esta annunciando-lhe, que hontem- ero a
nossa casa da camar^ hnuve um baile, o qujl esleve ,.
bem concorrido. J me disseram que esta delinea-
do oulro para o dous de jalho. Por estas repelidas
funejoe que aqui lem havido, e de quo lhe hci fal-
lado sempre, ver que nao estamos lao aira: da I).
Civilisajao, cqueao contrario vamot-lhe no encalco.
Ora, o que ser um baile nojlonitq? Dir algum
nau l*Uor jTjUXuOj pois eu Hiaj.digo: be vm baile
com todas as seas adherencias e inherencia, isto be,
como qualquer oulro. A's nossas Bunitense nio
desamparan a madre nalureza; sao ama veis e-soffri-
velmenle bonitas; e se nao possuem odegagei que
(Companha a uma bella das grandes cidades, dcsein-
penham mais o menos o seu papel nessas reunioe.
Dansam a sua qaadrilhazinlia, Cazem de mudas estatuas, se eocoulran um eaval-
leiro que lhedirija a palavra; walsam, e finalmente
do intervallos nao recusara o> brajo ao ditoso par,
qae a convida a um promemde. E eu guoigue age,
nao deito de ler meu arrepiot, quando' vejo uma
menina estirar o delicado p, e fazer aquello pasti-
nho de ir adianle e voltar a Iraz (o en acanf deuxi
como o deaomiuoo cerlo diieclanti.
S anda nao* vi por c fui a...,- nao me lembra n
nome,' qae m parece ser inglez o allemao. Nao
ha lingua como a nossa, disse um meu compadre,
pois que semellianja tem agoa com eau, e fromage
coro queijo* aporque nao han da os lacs aeuliore .
Francozcs dizer agua e queijo como nos? Vamos as
noticias:
Se o ladres de cavallo eslao activo, polica os
nao perde de vista: hoje na feira foram pela delega-
do presos dous sujeitos, que alm de irmtos Remeso
sao i|r mesma indasfria,am(io fratrn, (airones, nm-
bv, ciamam-se Cosme e Damiao. fl por estas al-
turas uma companhia de galvaolsadores quorum
magna, pars mora em Batateiras, lendo aqui seus
emissarios; por ora estamos livrrs dessa parelha, e
devo crer que o Dr. Delflno qu nao dalia dormir o
somno da innocencia, a esses tonantes e envitdores
dar conta dos mai.
9
Sao seis horas da manhaa, e ah chega uma pairu-
lha fda polica, qae veio Irazer presoa,para o ju-
ry) com um sujeito as corda; entao forminha eu-
riosidade indagar, donde vinha aquello menino, so
be qne hontem a 10 da'noi'te sabio ella em busca
Jos Alexandre, e nm frater ejutdem, homens
mrito, que se achavam emigrados por crlo lugar,
onde o vai havendo bons. Nao Ih6 digo o nome do
tal lugarejo, porque o linhoso he sujo, e pode #er
saiham elle que andam seas nomes em redonda lel-
Ira, e que assim o delegado j tem sb suas vistas a
nova colonia; ho uma raz3o por que larabem oao
Jhe diga o nome desse oaufo, que devia vir com Jo-
s Alexandre para a cadete, e que nao foi adiado,
mesmo devo respeitar o segredo da polica. Mas
iba que elle norlerici-n xsa familia. Varrtalil" ilbn
do Subtertor. O
1
1
J
r-

**
/
\
eu- i
1 e
ertor. O tal Sr. Jos Alexandre he de San-
to Antao; e se elle por la tem alguma eousa, fique'
scenle o Sr. Dr. Cirne Lima, digno delegadod'alli,
que c ett o mecum seguro. A proposito do Dr.
Cirne devo dizcr-lhe, que segundo o que se diz, esla
a Victoria bem servida, porque aquella auloridade
he muito activa, e lem feilo correr a muilos para f-
ra daquelle termo. O camarade de que cima lhe
fallei, he uma desss victimas.
Participo-lhe que estamos para ler dous enforca-
dos de vidro, quo tem de ser acesos durante o reino
da escura Hebe. Um vai ser collocado nos pajos
da Illm., e culro na casa dos innocentes. Se Vmc.
leu os mysteros do Sr. Eugenio Sue, ha de ver na
giria, que este enhor poz na bocea da gente da cit%
de que lhe quero fallar. Acho qu foi uma boa
lembranja da nossa muaicipat-os taes lampeos.
Muilo convm tambem que ella peja autorisaro ao
Sr.jconselheiro presidente da provincia, par apen-
car o excesso de suas rendas no cal jamen loTt-j>xrie
do largo da feira, que por este lempo (lea, como bem .
sabe, intransilavel. Nada ha mais que dizer-lhe;
ah I sim, ia-ine esquecendo de contar-lhe' qae fot
preso pela delegara de Cimbres, Antonio Claudino
de Moraes, criminoso de morte nesle termo, pjla
qnal julgo est procesado. Me parece que esse Clau*
dio he aquello mocapb, de quo lhe tratei em ama
missiva do anno passado, assassino de um to, que o
creou desde pequeo 11
12.
Estamos nn diapara o qual foi adiado o jury pelo
Dr. Chrlstovo. Me afiirmam que ainda hoje nio
Irabalhar, e que fica novamehte adiado para selem-
fcro. Assim brtve ah chegam os presos quastieram,
e mais uma boa quanlilate que ca est. Pens que
a gente que temos nao chega para garjtnfgdera
o trajelo esses amigos, pois qne ser preefto UKm as
oito prajas de linha, e talvez alguma guaran nacio-
nal. O seu a seu dono:.muilo tenUgostadodos
soldado de polica que aqu se acham, andam lint-
pos e fazem bem seu servijo, ele, ele. J os que
vieram outr'ora sb o commando do sargento Rjy-
mundo procedern) da mesma maneira. A princi-
pie embirrava rouito com os taes policas, mas ago-
ra o contrario succede ; e pelo modo porque elle se
conduzem presentemente, jalgo qae esse corpo mui-
to tem"melhorado. Ttesta.
14.
Hoje A-eio a casa do delegado um Maliocl Anlorin
liago pedir-Uie-peta soMm de um seu atilliailo. (I
Dr. Dclfino, pelos signaea que tinlia o lal iulervenlor
conheceu que o marrec era um criminoso de morir,
que lhe linha recommendado o delegado da Victo-
ria. Em vista doque disse aocuj: que fosse com
elle cadete para ver U seu afilbado; o innocente
enhio na corrila; e quando all chegou mandeu-o
fazer companhia ao filho.da comadre.
VARIEDADES.
Dom'jantatcs diminulot
Lucullo gastou enm um jantar os despojos de ama'
provincia. /
O imperador Lucio Vero deu onlro a 12 convivas
em qae n dispendeu meno^ de seis muos de
'extercios.
E era Mirabeau!
Mirabeau, o fogoso tribuno, em fallando do almi-
rante Coligny linha sempre o cuidado de accrescen-
lar, e que, cnlre parcnlhcse, era mea primo.
Foi por cerlo muita crueliade '
O abbade BarUielemy, fallando de un anliqaario
qucllie nao hara querido ceder urna medalhi, dis-
se seriamenle : cu nao pude mo\er esse tigre I
Demasiado amor da scicncia.
Hany celebre mncralogisla, foi mellido durante o
terror cm tima das prises de Pars; seas amigos alie-
nas souberam disso foram ver ama ordem de soltu-
ra para elle, mas como chegassem um pouco larde
e o nosso sabio eslava oceupado, s quiz sabir no dia
seguinle.
*

y
Aa revoir.
lliem.)
DIARIO DE PERNAMBICO.
chusas I
plrit
irbios.
om tempo.
cessodo, c com ellas o
ules desla c i dad o
a de 28 para ri
ilhante esparzio
A novoacJ4lo Kosarinho situada mcia leeua ao
IwiroestedeslaAilta, c tambem margem esquerda
dt'.apiharibelu"ie'i uma derrota quari cnmpjfta
sobre nos um calor viviBanle, conservando-so a alh-
mosphera pura e lmpida como cm alguns dias do
vero.
Na nossa correspondencia de Po-d'Atlio, que de-
lamos copiada ra lugar competente enronlrar-ao os
leilore-i 11 qne alli ocrorreu.


\
Keediemo urna carta da cidide di Victoria (com-
inarca de S. Anlio), em dala de 27 do correnie,
lin- da noticia de dan cuchantes na quella cidade, :
a prmeira sobio 12 palmos cima da respectiva pon-
te, e dcumi-a intacta ; ianundou parte da cidade
causando grandes prejasos na ruad'Alagoa do Barro,
a prmeira entre todas as nutras da mesma cidade, e
varia* rasas ficaram arruinadas. A segunda cnxente
portan, qae leve lugar 26 foi nsito menor,
A sana carta do Bonito, era oasequencia da sua
dala atrasada, nada diz acero las endientes; mas
loJavia lentos para nos que s calaraidade tarubem
havia de (er chcgado naquere lugar.
Teos debaixo dos olhcs uma earta de Barreiros
V 28 do corrente, a qu* di noticia de uma ex-
traordinaria clicia, queinnundara toda a villa i ex-
eepro de ama ou ou>ra casa, eahindo 42, inclusive
i de sobrado. A pe-da do commen-io foi mu con"
Maravel, porque respectivas casas eslavam situa-
das en lugar mais baiio. Era algumas casas a en-
rhente chegoa a" telhado. Na occasiao cm que s
aguas subiam. deu-se ama sceo trgica, quasi in-
discriptivcl: se ouviam gritos de desespero e cons-
ternaeao. A viMa estove invadida polas aguas des-
de 23 al 20.
COMUNICADOS.


iMO OE PEBMMHUC0 SJim
fiM
30 DE JUNH0 DE 1854.
-----


i?

Araba o Sr. I)r. Alexandre Bernardino dos Res e
Silva, juiz de direilo da segunda vara criminal des-
ala romarra, de concluir os seus arduos Iraballios da
rorreiraa ileslc anno, mediante prazo de 2 mezes
qne a lei Ihe facnltra. t
Abe ra a correicSo no dia 24 de abril por edital
nrefixado nos lugares mais pblicos da comarca, e
pelo jornal ofiicial, tivemos pela prmeira vez de
ver em nossa Ierra, essa audiencia da correico, nun
ra vida em nossns das, onde, se apresentaram os
juizes municipal, de orphaos, e de paz, delegados,
subdelegados, promotor, c todas as elasses de empre-
adas judiciarios, c bem assim os representantes das
por aquello maislrado a ordem dos nssenlos, e a-
berla a audiencia a loqne de campa, fez a chamada
de todos quaulos a lei incumbe o sen co m parcoi men-
t, rraliando aquelles qoe o deixaram de fazer.
Recebidosos ttulos dos empreados, papis c livros,
o eorregedor IH. Alexandre Bernardino dos Res e
Sirva, es friera relacionar e conduzir para casa de
ita residencia, onde, com o respectivo escrivo,'de-
pende amparado exa me em lodes os ramos da
publica administrarlo da justica, ordens religiosas,
e irmindades, qae durara por espacode dous mezes,
presentara um trabalho que a todos pareca inven-
ehcl, no cario periodo que Ihe era facultado pela
lei. B, assim, chegado o dia apretado do fecha-
meata da sobredila correico, o Sr. Dr. eorregedor
Alexandre Bernardino, por nutro odilal que fez in-
serir no MVbredito jornal, annunriara audiencia ge-
ral do enccrramcnlo, e a hora designada comparece
e a faz abrir pela raesma forma da prmeira, e ah
publica lodos os seus Irabalhos. Mitigada a justica
-am a equidade, vft-se a maneira porque se partera
esae distincto magistrado, que coma prudencia de
qae he dotado, providenciara ludo quanto se achava
a sen cargo, paaa qne o futuro da justica publica
*rrt)e desempecadamente, e sem o menor cm-
oeraro, providenciando com as admocslaoors severas
a ans, e advertencias a ontros, e fazendo responsabK <
lisar a aquelles qae se haviam desusado do cumpri-
nenlo de seus deveres, nullificando ltalos de nu-
tro, que interinamente exeream, ofllcios de justica
centra as duposto/ie* dos ltimos regutamentos do
governo ; e ja Analmente faie*d|com ques irman-
dades e contrarias nao fotseiu to sobre-earregadas
de i np miele* a que eslavam tujfitas na lomada de
saas coalas, e que os miseros orphios, e os inventa-
rios econlas destes tossem effeclivamenle realisados
con o naior zHo a promplidao, como determinam
as aoaas Iris: emfim ludo ficou por tal maneira
providenciado rom as minuciosidades precisas, que
km era da esperar menos do carcter do i I lastre eor-
regedor Sr. Dr. Alexandre Bernardino dos Res o
Suva. Magistrado probo, jusliceiro, e intellgente,
aaanto prudente e de um corceo bem formado, pra-
liraa lodos os actos na presente correico dignos dus
maiores doctos, porqbe alcm do dever que Ihe im-
poenalei, o Sr. Dr. Alexandre Bernardino, nao
deixava o trabalho um so instante, para vencer as
innamas difculdades que sobre elle pesavam. As-
hro um numero ja ihl
que eslavam modesta
jectos. Em um instan
pedaco e calcado aos
Mr. Peaso observa que oppressao
prensa na Russia.be a causa desse paiz nao ler feilo
maisprogresios na cvlisacao. Qualquer gazcla
que entra em territorio moscovita, he examinada
pela polica, aqual, armada do uma lesoura,'corta
lodos os artgos que nao Ihe pareccm orthodoxost
Outras vezes conlcnta-se com borrar com tinta co/
lumnas inleiras! Mr. l'ease mostrou ao seu and^_
lorio ama gazela que tinha passadu por estas lor.
turas o apresenlava um triste aspecto. Se este sj s-'
lema fosse adoptado em alguna paizes quo nos sa-
hemos, parece-me que nao haveria tesourat nenf
broxas que chegassem.
Continuando a iiarracan da viagqm, tenho a dizer-j
te que os emissaros chegaram a S. Pelersburgo, da-
pois de 14 das de jomada, cm treno e puxados por
6 cavallos. Apenas iustallados em um hotel'inglez,
foram ohrigados a explicar o motivo da sua viauem,
o que foi um pouen dillicil, pois la so admittiam tres
motivos para r i Russaa saborpata negocios
saude ou recrio, ou fin sientilcos. Felizmente
uma caria do principe Mcnschikoff ao conde Nessel-
rode, explicando a missao de que iaro encarregados,
Ibes obleve uma enlcrvisla com esto ultimo, qae os'
acolheu beugnamcnle.
l'ouco depois foram' apresenlados. corle, e Mr."
Pease faz uma magnifica descripeSo do palacio im-
perial que Ihes foi mostrado. Ah Uido era bello e
grandioso por toda a parte os olhos encontravam
vasos magnficos con ten do flores douradas gale-
ras de qaadros dus raelhores autores numerosos
ohjectosde metaos preciosos cmfim, todo eausava
admiracao e pasmo A sala das recepcOes lem Ire-
senlos ps de comprimento c he nlumiada por tinte
mil velas de cera. (Perdao Mr. Pease ; parece-me
que aqu lia velas de mais). Em oulra sala via-se
um grande vaso sobre um enorme pedestal, sendo
lucio cortado de uma nica pedra-de
landia. A sata chamada do Pedro Grande eslava
ornada com objeclos que pertenceram a esse hroe
a salior engenhosos instrumentos de sua inven-
cao pequeas sculpturas em marfim e madeira etc.
Em uma des mesas via-sc uma vclha pennaile ac,
que o duqne de Wcllinglon tinha usado, e que seu
ilho, o duque actual, oITcrecera ao imperador.
Fallando da sua entrevista com o czar, o relator
disse, que tendo alravessado muilas salas cheias de
sentinellas, mudas eintmoveis como estatuas, depois
de meia hora do espera, Ihes foi annuociado que o
imperador eslava disposto a recebe-dos. Ao entra-
re m no gabinete onde eslava o czar, elle levantou-
se e deu nlguns pasaos para vir ao seu encontr; Mr.
Pease diz,qoe o imperador ter ciacoenla e seis ?n-
nos, e heum bello lypo de homem.
O barao Nicholay esleve presente durante a inler-
visla que durou meia hora. A conversado que leve
lugar, a meusagem dosdeputados e a resposla do im-
perador, j lem apparecido nos jornacs.
O czar falln quasi sempre em iitglez, que falla
. mh '! 1______ .1__ i _-_____._ J-iaT-
estava senlada uma mulher, cojo espessoyc
culta va a profunda oxprcsso de tristeza do
-to. Seas Glhinuosarodeiavam. Alguna mear
|M "V)nieslicos eslavam espalhados ao pe desse
pois essas ruinaseram.ainda o seuSar. Ella
'^menjya gua ,oct. cum grande volubildade,
jndofrcqnenlesmaIdices contra os Vosftou c
r.s fiiii nomes com-que osTurcos designan) os Rus-
^sos. Os ofllciaes ptocuraram consolsila, ditendol
quoos Aloskou nao voltatiam mais, WhJ ella olhoa
para seas fllhos laucando nVarilo selvtico; dnpsis
icvanlou as maos para o co. exclamanjo InsK Al-
lah I'ish! .illali! (Prouvera a Dea que assim
fosseV) V
Derccndo i praia\os visitantes a mcontraram
cheia Je destroros e minios cascos de avios meiot
ibmsygidos bem denoiavatn o lugar ib morUwo
.c mbale, Ao longo -do mar \ia-se um. extensa li-
oJh delsepulturas, contondo osVestos d victimas,
rie (irjham sido enterradas lano pres que aqii
Iicolt apparccam alguns membros J cadveres
dk'nilu da arela. \ '
is \para o interior os campos csfSj j caberlos
maculas meio queimadosdos naiosque fi
plosao:viam-sp argolas de cote, corren-
e pedacos do vestuario dos poVes infeli-
orposlinham sidoarremessados tos venios.
|dedu7.enlas jardas da pra-a, c na subida
oileiro, achava-so uma fnadissima
UfMnosj.'esiava um quarl>..rle milba
o a que perleicera. Nes-
upaaa, que as Mas russas
poupao- I
vaccinadores,- e o deleixo ilclle
conslanlemento tenho de vac
com a peste de bexigas qua ci
ora esic, ora aquellc lugar do
Que dila 2*. asserro he int
quanto por vezes tenho prompt
S. lamiuas com vaccina, o qui
prompta, e abundantamenle;
dclla tcuJio sempre lirado o i
que prova a sua boa qualidade
que em maio acontecen cm c.
Antonio Correia Carozo, mora
ondeem muitos individuos pa'
que V. S. me deu. e colhi boa
para o Sr.Dr.'Francisco Xavie Pcreua., luito a
que est no'Rio Grande do Nort que hi -1
ti, i pedido que
'a | iii o centro ;
a: (crenle assola
iny falsa, por-
t'tido de V.
; .nave-la
' vindo-me
cejado, o
: ta! foi o
Francisco
lo Brum,
a lamina
ra mim,
Brillo,-
zer:
les,
zes, cuj
A
de um el
anchora
dislaule d
sa collina
nu tinlian
s com P bndeira
Ideveres da megistrtura i 16 nnos segundo a nossa
r. Dr. eorregedor Alexandre Ber-
differentes lagares onde ha
ridade, muilissimas afTcicoes, e
Praza os ecos, que o go-
nelrado deslas verdades, le-
i das provincias, magistrados
; Dr. Alexandre Bernardino.
i o seu nome he o seu elogio,
lia capital a correiclo do auno
ever palentear ao publico, a
arlara ene digno magistrado, c
*a Ihe seja lecida em honra
nida, e que os seus aclus se-
dados, e opporlunamenle pre-
l ao mereciraente. Nao cnlre-
figslrado maiores reiaedes, mas
lo, deverhos fazer ecuar os eeus
i 'que um da sejam avahados,
ibuitva : receba pois, esse nos-
i expressoes sinceras de um seu
i resumindo lodo esse trabalho
rao paiz, parece qae commen-
i rcflexoes nao se offenda a sua
desla, e antes ser um incenli-
i que lem por norle a justica, c
I seos deveres. Basta.
DKMUtOJ UI.IO AO AM
JULIANO.
de 1854. Amigo Juliano.
i que le causou a recepcSo de
nao escripia em uma folha de
da as columnas donosso Diario.
palavras le explicarei o motivo
bem; mas qnando respondeu i mensagem, dirigi-
se ao barao Nicholay cm [ranrez, lalvcz por n|nbc-
cer melhor o valor das palavras que usava |^uel-
la lingua, do que em inglez. O imperador quiz que
elle fossem apresenlados imperalriz. Quando eu-
"raran no aposento desla, j la eslava o czar que
lnha seguido por uma passagem secreta. A impe-
ralriz pareca estar iodisposla, e tanto ella como a
graa duqueza Olgamostravam-se muilo sentidas-pe-
los insultos que a imprensa ingle/a lnha dirigido
contra o imperador. Mr. Pease lamenta qne. os jor-
iiaes do seu paiz livessem adoptado essa conducta; e
diz qae muitos dos Inslezes residentes cm S. Pelers-
burgo cram da mesma opiuiao. Tudo o qne elle
linha observado o levava a formar uma idea favora-
vel do carcter do roouarclia. O povo da cpital
qnasi que o idolatrava, e muilas vezes elle psseava
sosinho pelas mas. /
O relator observa que a servidlo cxsle nn grande
escala na Rnssia. Muitos dos servos na cram da
nfima classe, e todos pagavam uma quaiila annual
a seus senhores. No hotel onde esleve dr. Pease,
havia um criado que pagava annualmcnle 4 ft'ftrw
tterlinas, c o rendimenlo que alguns fidftlgos rece-
biam por esta forma montava a 300,000 (8,600 con-
los de res I) A guerra caosava um grande prejuizo
a esles proprctarios, pois tendo havido dentro de 6
Da parte ub fa t tavafaenUdouraveaoMusul-
mano de btllissima apiiarencjai 0 com
brancacomo nevo, tumaii-^o no seu cm-j
sua Tace mafeslosa o tranqu|la n5o oei
naesde emctlo, poisosverdi,deiro, Tl
passivajtene fumava semp-^ __^ 1
mesroo ollro para os estraii2eirips que ex ininavam
os moros arruinados da aua ca,ana-_^ jj se m.
U^tm^a^ Era o sou/^,met_ u<8U.ra(i<.
e coulinuava i fumar.
.Eis pois o calado actual de Sim )e, pal ia^de Dio-
Sfflies e anliga capital dcMilhrida es, mapqfc para
reoirdar essa horri el maiauca, que
e unvi mancha no or e russi.-nu e uma
a a armas muscovita Centenares dos
di Turquiae do E ypto dnnem nas
(erribou abra
au arrear!
feili sua mem
ar,umenlo contra a guerf do que
Wia IranquBi, feliz talvez ; mas
de pelas at /Qtstiui qui* aiigmen-
slissim lerrilorio .'cpm mais algumas
Alsun navios parcos esUivim ancora-
e a/esquadra rsta, moito
pto]inr e os dfslruio, ar-
po a pobre cidadeidf Sinope.
de destmico os BWsos se re
esses infelizes dajIRdos sem
das pessoas qae
Si cantar Tc-D,
i lusfia ap
de:se nobre fei\
ao-d'Jvidcniue Mr. Pease,
pelo clarab das tinte
a favoravcl do"earacter do 0 Nicolao,
e del.a mesma opiniao qu en tenho
lArlo nao se ilaria trabalho
le sKargcns do Nova.
Is dessafqualdadc ha amargumen-
forlesi ha uma conversfao possi-
vela dos tiros do cachan,s ha um ^io de Ihe
fazer propostas, e este heapresenlar-lh'i na pona
de uma espada.
Adeos.Brevemente espero dirigir-te otra carta
O amigo Juli
provincia
dosnessa
mais numerosa,
razando ao mcsi
Acabada a su
liraram,e emo;
abrigo choram a
charas, o pai cza
capital, e us /illio'
thealros a represen
Emfim,
deslumbre
forme u
mas se fori
ha ni rilo
de :r inul
Com h
loo do
ura de
pede ; para.o Sr. Dr. aelano vavier fy amigo
Brillo, que empregou com proveo; para ai;
do Pao d'Alho, e outro de Iguarai. ;1 I8it.
Dos guarde a V. S.Recife 2dc junho j\ imis-
Illm, Sr. Dr. Joaquim d'Aquino "ouscca, vJ ve-
sario vaccinadorprovincial.Dr."osme dtjj. -a
reir, epulado provincial, e velador da w
municipal do Recife.
lllm. .?>.Respondendo ao olVio de V. S
que me peds ihe expoha o que ei a resdel
qualidade do pus vaccinieo, c do ciado desla r
licao, bou a dizer -Ihe, que por vrias vc/es l
do a esta repariieno, para pedir V. S. alaun
bos c laminas de pus; < casa com muilissimas pessoos a se veinar, e p
ordem ; assim como o pus v.winio, que dr
tenho servido, he do boa qualiiWiJeud"'
lirnlardade, que vem a ser, moro-jEt"-?'
envolvimenlo, o que parece se eacaV '
ile da oslaran aclusl ; poderia Iresent,.
numero crescido de crianzas por mi vaccina'.
entre estas uma fltliado um. depullo asscmbu
geral; oque nao fco por me nao ruar mais ex-
tenso. Hno que posso dizer-lhe a peilo
f. de um inspector geral.
2. De uma junta vacciniea na capital do imperio,
a qual ser presidida pelo liispeclor geral, o lera
qualro vaccinadores effeclivos, dous wpranumera-
nos, e um secretario ; havendn lambem um porte-
fu, que ao raesmo lempo servir de continuo.
3. De um commissario vaccinador provincial na
capital de cada provincia.
4. De nm commissario vaccinador municipal cm
cada municipio.
f. S: Recife 26 djunho de I84-
oaqnini d'AquinoFonceca, coin-
jbes cram
na sua
em nos
'armas I
ida mcio
telas,
CORRESPONDENCIA:.
Mrs. Redactores.Posto que, com Jlaublicai;o
dos documenlos estampados no Diarlfi Pernam-
bitco de 26 do crrenle, e que acompadWam minha
correspondencia de 21 do mesmo mez, mparec que
hei provado snllieienleinente quo sSo inlactasas as-
-cciuloda assemblairal legisla-
scrces cmitlidasno re
liva,pelor.depulad(opol,cslaprovi'ncii,lchareJFra
_,-nco CarlosRraniUoilodavia.nao lendnuerido de-
sao ise utos, os rendimentos de alguns tinha soffndo Hiuiaiaiiuiiiiaii.amn.,rnn ---i-^c piilapor.c|m; ("i"
nlia resoluro.
a a minha caria de 5 do corrente,
nono antigo amigo Fabrcio, c ton-
que eu te dirigia, principiou a jc-
i que a uzease publicar n Diario
po'sdia elle, essa publieacao
^ Ao principio quiz com-
i sjjfnas por Om declare-me
,iar. ^ ,^of dizer, um ccrlo orgu-
t ser esrriplor publico vencen a mi-
i enlreguci a caria ao Fabrcio, que
c a fazer inserir no Diario.
uila aWrtaJtcta de artigas na t\po-
n quo a tal carinha rlSo.podcsse ser
pu. uuua unqa~ semana.Bem podes fazer idea
que esta demora me causnu algama impaciencia
Finalmente apparcceu impressa ao. numero de se r
gatada (eir (12;. Confesso-le aje nao pode
sistir a lentaco de a ler, apezar de estar bem inlf f-
radodoseu conledo Senta alguma'salisfaro p ir
lar,feilo geraer os prelos oe Gullemberg pela p i-
meira vez.Espero por tanto que nao te escan a-
lixes par en publicar a nossa correspondencia, | ois
cetas anatTM nada conlm de confidencial, e, a m
4im>, ser-te-ha jndto mais fcil ler os bellos t pos
do nossa Diario, qae conlinnarei a enviar-u ', do
uma reduccao do f 20,C K>
Mr. Pease dcscreve as igrejas e mais edificios de
S. Pelersb.urgo.ediz que todas as noiles se represen-
lava nos thealros a barbara carneficina eje Sinpe, o
que desacredita muilo o bom gosto dos! habitantes
da capilaf'russa, '
O relator acabou observando, que prmdo de par-
le a questao de qaem era o causador da prsenle
guerra, nao poda ver nada de ridiculA no procedi-
menlo de uma corporacao de chrislofi os Quakcrs,
que exislndo ha dous seculos, sendo sempre hons
cidadaos, e acreditando que as disputas inlernacio-
naes nao podem ser ajustadas a r#olpes de espada,
procuraram por meo desla depu'racao Irazer a ac-
tual conten la a uma soluro pac (lea.
Finalmente disse, qae elle fivmemenle acredta-
va, que depois de enormes sommas de dinbeiro se-
rem dspeididas e milhares d>9 vidas sacrificadas, a
questao ettaria no mesmo estado em que est pre-
sentemente, c que seria noc osario recorrer a arbi-
tros :c que depois doshomims terem posto em pra-
lica os neios irraemojj-sr, oeshamanos e sacrilego
da guena_>Bi*,'^h:cz enneedessem que nao tinha
havido fiada de absurdo no procedimento da so-
ciedade da paz, qae procurara evitar esses males.
Oxal que lodos os soberanos da Ierra pensassem
como este bom Quakerl Mas.infelizmente assim
nio acontece, e para le dar um excmplo dos males
que a; gaerra causa, procurarei piular-te o aspecto
que apresenlava a desgranada cidade de Sinope,
pouciis das depois da catastrophe de que foi victi-
ma, 'i Para esse flm sorvir-me-hei de uma carln es-
cripi a por om official da nao ingleza Bellerophon.
F >i n'uma bella noile de luar que alguns navios
das osquadras alliadas enlraram nessa pacifica baha
de Sinope, 'cujas aguas encerram os restos de lanos
hei oes.
\ apparencia da pequea cidade c seas subur-
hi >t, era 1,1o linda que custava a acreditar que all
linha dado a triste tragedia, quo (muco antes
d sperlara as sympalhias da Europa.
Na manha seguinle alguns oOtciaes anglos-fran-
1 czes desembarcaran! e foram visitar o lugar.
Apenas enlraram no arrabalde, habitado pelos
Gregos, virain por toda a (irle vestigios do'recente
combate.'
As ca-ns construidas de madeira, mostravam
nos muros buracos redondos, de diflercnles laraa-
nlio, por onde as balas dos navios russos tinham
passadoem alguns edificios mais solidos as balas
ainda se viam. embebidas na parede.
Os visilanlessubiram a collina e apptoxrnaramse
a cidade, e l os estragos cram mais frcquenles. Em
qualquer parleque osofliciaessppareciamasmulhercs
ecriansasfugiam com exelamacocs do susto, e fechan-
do as portas, os observavam cautelosamente, por
entre as rotulas. Mas lgnmas palavras e olliares
de sympathia bastaram para tranqullisar essa po-
bre gente, c ento um bando de meninos, alguns dos
naos de singular belleza, sahiram e convidando os
los c
ll
i pobl
elles, com mina cerla alegra c simplicidad*
:ies explicavam o damno qae esses prnjec-
cm suas casas! mais adianle emquanlo
les .observavam um casebre arruinado,
malher que eslava porta, apnnlou o _
vea a bal. qu. perturbara a paz do setH gj^jjj* *ft
4i ma
lugar don!
lardomeslfv,deoois iidicaniln por aceuos que
mesma linhWa(ravMsaa. 0 coras0 d0 llnla pessoa
de sua ramilSl ,iesfcz_se em pran|0 e desapparecen.
Di/.ia-se quV maisuo ijOpessoasiuofiensivas. en-
tre as quaes al^,ns j0Bn|'e,i iniiam perecido dcsle
modo ou no m0 das ci,araraas!
i
K
qae dedrar os mous garranclios.
Tearonava que aquella carta Tosse logo segal mJ flicaes a entrar, oscondaziam pela mSoe moslran-
aatra. mas cireumstancias alheias minha vo 'Hade1 'do-llies as grandes balas de ferro que liiiham cahi-
anitanun a que esse meu desejo se realisassi o s
hoje me he possivel lomar a cscrcvcr-lc.
Ante*de honlem (20) chegou dos portos d'I uropa
a vapor mglez e l.usitania e no Diario lnrs as
prnripaes noticias que o mesmo Irouxe.Contado,
tu obstante termos dstas Uo rcenles, odeupar-
nw-hei com alguns fados mais anligos, qae nao me
parecen! destituidos do interesse. i
Votes de ludo, quero fallar-te de um icontcci-
nenlo geralmentc sabido, mas cojas circuiaslaneias
muilo ignoraraislo heda depularao qu: os Qua-
kert inclezes mandaramao imperador da Pussia rom
o Km de evitar a guerra com as potencial occiden-
laes, a qual entao ajnda tiSo eslava declarada.Em
- narra panado, Mr. Pease, um dos lr dos, apreaenlou Mcchanir* Intlitute, de Darlin-
gtaa, a relalorio da sua viagem e racei^ao em S.
Pelerslinrco.Procurarej pois fazerp >nio da
saa inleressanle nacrcio Mm
Os tres depaHK Bvdc l-onnl y*ci:uiiido
a raminho de BmuWHPems cliesararr* primeira
alfandega russa, osempregados da mcsnalJies pedi-
rn os pasaportes, e depois revolvern e examina-
ran minuciosamente todo o conledo da sua luga-
gen, para evilarem que entrasse na Rassia qualquer
objerte aaN> desagradan, ainda levenenle, ao m-
peradar. Pnr de-eraca, um dos taet inliores deco
raTTTS pOBtfT, por-rr
scosperava donorte.e nao podendo' offercr "entao a
C'Uisideracao publica cortos documento: que pelo
dito vapor foram remclldos ao gnverno iperial por
intermedio do Sr. inspector ernl da vacua do im-
perio, porque me nao tinham viudo s aos, agora
entrego ao prclo uma copia exacta di mesmds,
afim quo o Sr.llrandao se couvenca de ce procedeu
irreftectidamente.
Creioaue os documentos, abaixo tranriplos, nao
deixamduvHla de que consegu provariuillo a que
me havia proposloem minha primeiraetresponden-
cia;e,se n.Tj e-tou Iludido com estas previ,parece-me
poder dizer que o Sr. Brandao foi lerio, visto ler
alrmado que nao eslava provado a evendo de-
clarar que, le nao fura em altcncao i essoas, cuja
considerable muilo desejo conservar, ui&aria sem
impugnaraD: as asserces do nobre depilado, por-
quanto eslcd convencido de oue, se ha fncciouarios
muitomusitlclligenlc doqie eu, nenlim ho mai's
Ira'nalhador.fiem mais te|o no cuinriinenlo de
seas deverc- gosando da repulajo de e-lo inesmo
enlre meas himigos.
Son, Srs. ledactores.etcDr. Jooftim d'Aquino
Fonseca. '
28 dejuuln de lRVi.
DOCUMBTOS.
Illm. .Sr.-Tendo-se ditolia assenlea geral le-
gislativa,cm na sessan de 9lio corrcitequca vacci-
na e acha nla provincia n comptlc abandono^
e que quasi uto ha uma lamina comipjs vaccinieo,
que preste paa cousa alguna, venhg ijaar a V. S.
que, pelo qudem observada! c sabe, ,e rigne de di-
zer-me com i maior urgaipia, se sb exactas estas
asserces. t, WL^
Dos suard' a V. S. Ht Arli^rM *accina cm
Pernambuco !i de j^olle Hj4r^Um. Sr. Dr,
Cosme de S reir, deputdo as mbl provin-
cial, e vereadr da cmara nunicip; do Recife.
Dr. Joaqvim l/tquino Foncca, con nissario vacci-
nador pi-ovinial.
(Iguacs oflicos foram dirpdos ao: >rs. Drs. Cae-
tano Xavier llrcira de Brilp, deRuliflo assembla
provincial, Alxandre de Siiza Pernra do Carino,
secretario daammissao de iiyucni- publica, Joao
Fcrrcira da Sva, membruda meia commissao,
e Prxedes timesde Souzf tanga,," crurgio cn-
carregado do bspilal rcgimliiUI.) t
Itliu. Hr.'endo-se dtojna asse hla geral le-
gislaliv. om sa sessao de Sdo corr-ule, que a vac-
cina seacha aqi em compito abaiidMfo, e qae qua-
si nao ha umaamiua com |us vaccaico, cAie pres-
te pora cousa iguma, venhorogar a|t'. S. que, rom
a maior urgecia, se digoede dizr-me, pelo que
lem visto e sat, se sao exatas est* asserres; ex-
pondo-me o ue nesles olimos das observara no
Poro da Panoli em um memo por mim vaccinado
na rcpariicao, em oulros iuculado) por V. S. com,
a sement desl.
Dos guarde) V. S.Reprlico ia vaccina cm
Pernambuco 2de junho dei&U..-Ullnvr. Fran-
cisco Jos da Sva, cirurgiaqencarrigado da enfer-
mara da cadciala casa dosejposloslid collegio das
orphaas.Dr.'oai/ulm d'Atiino-Fmttcd, commis-
sario raccinadr provincial.
' lllm. Sr.Indo-se dilo ,ia assenld^a geral lc-
gislaliva, em si sessao de 9 io corrinte* < a vac-
cina nesla provicia achava- em comp aban-
dono, e que qu nao haviaum.i lanrii i com pos
vaccinador, qupreslasse pan cohsi ahuma, o re-
cordando-me qe por algums vezes Icnio vaccina-
do educandos 6 srscnn( de juorra. nenio rogar a
V. S. que, comrgencia.se dgneilaMacl rar-me, se
sao exactas eslrasserces, (fe nada me ios mo paT
receido que na censura amim.
Dos guarde V. S. Reprlicflo da lecina em
Pernambuco 2fc junho di 1854.lili Sr. Dr.
Manuel Duartee Farias, iidicii dos cd candes do
arsenal do guen.Dr.Joaitiiin d'/tquifi Fonseca,
commissario vainador pntincial.
(De igual Ihe'foi dirigid* ao lllm.
coronel JoSo Po d'Arauj c Aguiar,
mesmo arsenal. '
lllms. Srs. lidb-se dito na assembla geral ler
Kslatia, em 6JVsessao do 9 do confute, qne
se n completo aban-
. e se' digne* de decla-
rar-irre.se he exla esla assetco.
Dos guarde "V. S. KepiVljcao da tecina em
Pernambuco 24: junho de 1854.Illn
sitenle e vereadesda carrera niuuicip:
te.Dr.Joaqui d'Aquino Fonseca, -
vaccinador provcial.
Dos guarde a V.
Illm. Sr. D\ Joaq_...
inissario vaccinador provincial.(leputado f~
semble* dtila provincia, Dr. Cacito Xavier Pe-
reir de Brillo. L
lllm. Sr.Era esposU ao nfficoe V. S. datado
de honlem, em o qual pede que lhciga se sao exac-
tas as proposices emillidas na assablea geral le-
gislativa, eniMiu sesssao de 9 do cuente, em desa-
bono da rcpariicao da vaccina tleslaroviaca. leoho
a declarar que asjulgo incxactas.porquaijtii pelo
que observei. quando na qualidatwe mfdico do
municipio interino conjiinetamente js^einiMva com
V. S. cm dita repartija, pelo exnei1uc proced
no respectivo archivo, e mais ubjeos, q^. itK ^
inherentes, a 24 de novemhro do alo proH"1" Pas"
sado, por ler sido para esle fim nocado pesl?01""
missao de hygenc publica, em onsequenn? "e
roquerimenln de V. S., como tudo j acha exaraC0
cm acn da sessao desse dia, e, onm, pelo quann^
posteriormente me lem constado, si que a repart-
cao da vaccina, comquanlo nSo esK montada con-
venientemente, he dirigida com loa rcgularidade
o zelo, nao s no que diz respeila innrularjio do
pns vaccnico, que lie feila scaiiWrupeao, com
bom resultado, alientas as ajteracesthmusphercas,
como na exlsiencia it-fnT*rno pus eeposilo, onde
ha em quanlidade safficiente cm los capillares e
em laminas, oque lem servido pacer distribuido
fiesta, e n'otras provincias, prstalo desl'arte V.
S. salientes servicus i hiimanidadc.
/ Dos guarde a V. S. Recife 25 daubo de 18541
Illm. Sr. Dr. Joaquim d'AquincFonc.eca. com-
missario vaccinador provincial.Di'lexandre de
Souxa Pereira do Carmo, secretaria commissOxt
de fiygienc publica.
Um. Sr.Em resposla aoofficioj V. S. datado
de hontem, tenho do dizer, qu a rerirao fia vac-
cina. desde que ficou additla ao clliii geral. de
saliibridade publica, sempre funeciou com toda a
regularidade, eqnenao s, foram vamadas todas as
pessoas que nella se apresentaram paisso, como se
disiribiiirain laminas e tobos com ido vaccinieo
aquelles qae, morando fra p munitio do Recit,
viuham pedir. ***
A inoculacao nnnea foi iuIerroni(!a, ou deixuu
de fazer-se em os das marcados no enlmenlo; em
aeral a vaccina desenvolvia-se bem, uma ou outra
vez tornava-sc traca por etTcilode Inlenciak atmos-
phericas e independntes da qualiile do fluido,
pois que com a mcllior sement desarolviam-se ao
msmo lempo Tracas vaccinasem lodos vaceinados,
c esse mesmo fluido, inoculado pors a Ires vezes,
vigorava e produzia exrellenlespuslas.Islo sempre
observe! desde o mez de julho de 16, em que co-
mecei a administrar a vaccina,,al mez de agosto
de 1853, que deixei de fazer parte Vsa repuli io.
Em todo esse periodo a sementeiccinci foi a
mesma, e s em 1852 foi que, apreseando-se entre
algumas pessoas vaccinadas pusluiasdb corno rom
a forma da varila, julgamos til landonir esse
fluido, e procurar oulro, o que efleclimente se fez,
hiandantlo-se vir do Ro de Janeiro esta sement
conlinuou a ser propagada at iiiha retirada
tlessa rcpariicao, o sempre com pfcito. Depois
dessa occasiao (ui ama vez a vacel para subsli.-
luir a V. S., c ah exlrahi e inoculcixrcllciitc vac-
cina ; em oulra occasiao neslc ann vaccina, ped a V. S., e havendo-jnorulado em
pessoas de minha casa e de fra, pauzio pstulas
com iodos os caracteres da verdadel vaccina, e se
alguma cousa se Ihe poda imputar o de ser vigo-
rosa de mais, pois que vinham mal grandes, com
do,
forme,
do o ser,
livo, quer i.
emprego.
aJ?'Decommis"i>s vaccinadores parochiaes em lo-
uds a, poyoaces, onde baja pessoas com s necessa-
nas iiabihiacaes, que se proslem a desempenhar es-
se emprego.
Art. 5. Para os lugares de commssarios vaccina-
aores provinciaes scrao preferidos os mdicos, ou ci-
rurgioes, que em vrtude de acto legislativo provin-
cial se acharem incumbidos da propagarlo da vacci-
na na respecliva provincia; e naquelas, em que
honverem eslabelecimentos vaccneos, dar-se-ha esta
1 reicreucia ao metlic^), ou crnrgiao, que servir de
''reo ordenes esUbelccimenlos.
Arl. 6. Os commissariosmuiiicipaesc parochiaes,
scrao nomeados por purlaria do ministro e secreta-
rio ue oslado dos negocios do imperio, sobre propos-
a uo inspector geral, ouvido o commissario provin-
ial respectivo ; sendo porem preferidos para exercer
es empregos os mdicos, ou cirurgies de partido
as cmaras municipaes, ou aquellesque, em virtude
- aclo legislativo provincial, esliverem encarrega-
a propagac^o da vaccina no municipio, ou pa-
: nao vencerao ordenado algum pelos cofres
nas os seus servoos, senda prestados com
> zelo por mais dedez annos, se julgarao
povoncSes onde nao houver faculla-
exercido o lugar de commissario
quer pessoa intellgenle, que se
* importante servicp conomea-
acao, a que liver direto, na
tente, ser dispensado de lo-
-ioua|, quer seja faeulla-
e9tivcr no exercicio do
ESSOAI, DA REt.
CittlTAL DO IMPh.
PEfttiAMBUCO, COM
ORDENADOS.
Capital do imperio,
i inspector geral.
1 secretario. -
4 vaccinadores ellectivoa a 8009
I commissario vaccinatlor provincial.
1 porlero e continuo.
'A .VACCINA NA
PROVINCIA DE
SEUS RESPECTIVOS
Pernambuco.
1 commissario vacciuador provincial. 4009000
------- aalaiiwi''--------
Srs. Redactores. Leudo o Liberal Pernambu-
n. 508 de 21 do corrente, ahi deparsi com
uma\l"s muilas publicacoei pedido que se teem
publicado relativamente aos empregados do consu-
do de WC'"4,a* "e/la cidade, em a qual procuran-
do-se depriF1'' reputac,8o dos Srs. cnsul e Vice-
consulchanr>SJ1.er'se diz que o Sr. tiuilherme Aneuslo
Rodrigues Selr r'!* Portugal Iralar da neitociosrela-
tivos heranra lo fallecido Manoel Radrigues Cos-
ta, de acord e sooifdade com aquelles senhores cm-
pregados, sendo que"10 mesmo espolio de Costa foi
queSahioaquanlia d l'l:t2-23000 rs., empregada
na conipra da lettra qu eu "ealisei na casa dos Srs.
Deane Youle ci Compauh,a nesla P1"?3 i accrescen-
tando que he isso sabido de '"'.'"saqui cm Pernan^
buco, no Porto e mesmo em i>!,.boa
Sem desejar entrar em polenfP1 "I"0 aol?r da
publicacao, que pode mui bem s9C- heder a um
systema oa um calculo csludado,\m,llarme-|lcl
rectificar os fados. \-
He verdade que comprei na casa dos'vrf5* "cane
Voule rSt Companhia uma lettra que riSS. Zl. no
Parto 13:3228000 rs. ; he verdade .que o W t-u|-
Iherme Augusto Rodnjgues. Sette foi a Porlu?"1
lar de negocio rejalivo heranra do finad
(Ido, dalada de 26 de sotombro de 1812, relativa
qnestad que Ihes foi proposlase os olkiacs da se-
gnuda linha, continuando a gozar pela le do foro
militar, devem ser jlgadosemconselho ae guerra
nos crimes poltico-.concebida nesles termos :
a As seccOesobservam, quantouto primeiro quc<-
< to, que a lei n. 261 de 3 de dezembro de 1841 es-
labelecc no art. 109, quequando nas rebellines
a ou sedices entraren militares, serio estes julga-
dos pelas le& e tribsnacs militares.
Sendo inconleslavel que us ofilciaes da geguuda
h linha sao propriamenje militares face da caria
o regia de 22 de marco ae'l"66, e da legislacSo mi-
a litar cm vigor, gozando elles do foro militar, em
a virlude do regiment do 1 dejanho de 1678,
a. 49, roborado pelo regulamento das milicias do an-
te nu de 1808, titulo 9, arl. 3, 1, bem como por
a diversas resolnces regias e imperiaese pelo aviso
a circular de 16 de julho de 1813; foro que nao per-
deram nem deviam perder pelo fado de haver a
a milicianos,nao s porque ficsram'na posse das suas
a patentes, de que nao podiam ser privados sen3o
ti por scnlenca proferida emjuizocompemnte,segun-
a do 0 arl. 149. da cousliluclo ; e por eoosegainte
a conlinuarao na fruicao dos poslos, honras, privile-
tr gos e oulros direijos aonexos is mesmas patentes,
dos quaes um he o foro militar, como porque as
a leis citadas nao exfgcm que os officiaes da tegun-
da lnha, para gozarem do foro militar, se achem
o em efieclivo servico; pelo contrario s expressa-
menle declaran) essa exigencia a respailo dos ca-
a bos de esquadra,_soldados e tambores : mas qaaB-
a do cotnprehendesse lambem os officiaes, nSo dei'
xariam esle* por lal molvo de gozar daqoelle pri-
tc vlegio, porquanto lem ainda hoje exercicio dos
seus poslos, conforme o dbposlo no arl. 24 db de-
creto tle 25 de oulubro de 1832, sendo empregados
n em consolaos de guerra eoutros serviros mlita-
res, subslitando aosofllcnesde primeira linha.
( a Porlantn, parece s secces que os officiaes da
n segunda lnha eslao comprehenddos na dsposirao
tr'do arl. 109 da lei de 3 de dezembro de 1841 ; lito
2005001, s; he,devem ser Jlgados pelas leis e tribunacs milila-
"S quando enlrarem em vebelloes ou sedices,
o m nao quando commelterem algum dos oulros
tt crmt. -eolticos.
80ftJ0
5:2009000
nico que assim praticou ;
la, nSo sendo el
o que nao he verdade e contra o qusjdevo solmn
menle protestar he, que esse dinheiro lenha sabido"'
do consulado portoguez, e que os Srs. consol e vi-
cc-ransul Icnham sido socios comigo e com o 9r.
Sella. a /
Sabe-se que felizmente gozo de algum crdito
nesta pra;a, e qae o Sr. Selle tcm o uso fruclo de
predios de algum valor. Nao houvemos porlanlo
mister do auxi lio do consulado para havermos aquel-
la quanlia, e posso afiirmar ao encapotado publica-
dorjq- */se do maior somma precisassemos, maior
somrr, aouveramos oblido. -
Basui o qne fica dito, como desmentido falsa ar-
guisaoaem que se me comprometleu. E so o autor
da publicnrao quizer entrar em mais ampios escla-
rctmenlos, lenha animo para tirar a mascara ; apre-
sente-se sera ella ; prove suas asserces calumniosas,
que quem nao lem receio de ser confundido apre-
senta-se desencapado como en, que assignu o meu
nome.' Sou senhores rodadores, ele.
Custodio Jos' de Carvalho Guimaraes.
Recife 29 de junho de 1854.
As 00. -^sses.
mentes expen,
proposicao sol)
do arl. 109 da I
ramente nppos:
mesmo artigo.
Paro do ser
J. Clemente F
Caas.Maya
Da commissoBraue -cuna de guerra brasileiro
Ugalidade, cominaiidanie capitSo-lenenle Pedro
Antonio de Lima Ferreira.
EDITAES.
' como seas oa funda-
:cr qoe se rejeitc a
ma interpretoslo i
-o de 1841, inlti-
il e genuino do
v> de .1850.
ihuo. ?*
ASfkx.. "HACAS ^*
Slaba'V.- -DaMa* ; i
1. M. C. P.
2. A L. P. -^ \
3. P. T. P. ^"
Sbj autores.
1, Carneiro Monteiro.
2. Ingnito.
3." Portella, Acadmico.
O decifrador do enigma sopra espora rsceber d
autores cima referidos, urna recompensa generosa
pelo trabalho, que leve de decifrar Uo amoroso
enigma, ou rnenle nm dos vellios bolos de S. Joao,
e promelte-lhcs decifrar todos quaulos fr produzin-
do, graluilamenle. L. A. O.
COMMERCIOT
A cmara municipal tiesta cidade, usando da au-
torisacao, que Ihe coufere o arl. 15 da lei n. 348,
publicada n'esle jornal n. 140 de20 do corrente,mar-
ca o grazo d'mn mez, contado do pr.melro ao ul-
timo de julho subseqoente, para no decurso "elle,
serem pagos os imposlos atrasados sobre ealabeleci-
menlos industriaes, findo o qual, e nao realiaada a
cobranca. ficam oscontribuinles sujellos urna mul-
ta igual ao duplo do valor dnimposto.como dispOe o
citado artigo. E para que chegue ao coohecimenlo
de qnera competir se manda publicar o prsenle.
Paco da. cmara municipal do Recife em sessao
de 28 de junho de 1854.
Barao- de Capibaribe, presdanle. No impedi-
mento do seeretario. O otncal-meior, Manoel
Ferreira Accioli.
Joo Jos de Moraes, Cucarda freguezia de S. Jo-
sedo Recife etc. etc.
Faco poblico, para o devdo conhedmenlo de lo-
dos a quem interessar possa, as dsposicoes dos arls.
abaixo transcriptos das posloras municipaes em vi-
gor.
TITULO. 4.
Arl. 1. Nnguem poder matar e esqaartejar re-
7es Rara o consumo do povo, senao ajps roaladonros
pblicos ou particulares com lcenca da cmara mu-
nicipal, sob pena de ser mnllad em 169000 tis, e
na perda di carne.
*rt- 3. A matanca ser feila das 6 horas at as
10 da manhia, e das 4 as C da tarde : os infractores
serao multado em IO9OOO re, a na rdncideoeia a-
lem do duplo da multa soffrerio 3 diasde prisio. A
cmara municipal poder todava alterar tempora-
riamente a hora da matanca, quando alguma medi-
da sanitaria assim o exigir.
Art. 5, Nnguem poder pendurar as carnes no
acougues publico, ou particulares, em parada oa
porta* se nao encostadas em pannos branca e lim-
pos, os quaes deverto ser modados lodo os dias para
a conservacio do devdo asaeio, ficando abolido o
uso do machado que somenle ser aplicado nos ossos
das articularles, sendo cortadas as carnes com faca
e serra ; os infractores da* dsposicoes deste artigo
serao multados em lOsOOO.ris.
Art. 6. As carnes serao condolidas para os a-
cougues em carrosas bem limpas e lavadas, eobertas
coui palmos braucos e limpos, ficando absolutamente
prohibida a condneSo de oulro qualquer modo, sob
pena de 25S ris de multa.
Art. 9. Todas as rezes qae morrerera na *ua
condu^ao para a praja em qualquer lugar qae seja
dentro to municipio, deverao ser enterratlas logo
pelo condudor da boiada a casia de sea dono, e nos
lagares qoe a cmara municipal houver deslinado:
os infractores serio multados em 1OSO0O ris.
Arl. 10. Os conductores de botadas deverao en-
trar com ellas e renolhe-las ao curraes das (*.!-
Ponas da meia noile ale as 6 horas d -
infractores pajarad 1 mol '
Ar. 11. Nao se*"
nem <"rrW

RACA DO RECIFB 28 DK JTJNHO AS 3
HORAS DA TARDE.
Cola{oes ofilciaes.
inTF lettras de 4 e 5 mezes8 % ao anno.
ALFANDEGA/
Rendimento^*.827- "gj^
dem do dia *.......I
75-.204J607
orias.
alia e cha.
bris, grande prosiracao ele. ; isto'bvvei cm doze
pessoas pouco mais ou menos, em cm inocule!,
cujos nomes Ihe poderci dar.
A escripturaco sempre foi feila s regatar-
mente, como se presta acontecer deiiaeslalistica
pcrfcila.
Qualquer, porlanlo, qae seja o ililcui contrario
he falso, c o sou aulor nao ser capazle provar as
suas a-.-crces.
Eis o quo tenho a informar a V- debaixo de
minha palavra de honra.
Dos guarde a V. S. Recife 25 dejillo de 1854.
Illm. Sr. Dr. Joaquim d'Aquino hceca, disno
commissario vaccinador provincial..-. Joo Fer-
reira da Silva, memoro da commissede hygiene
publica.
lllm. Si-.Respondendo au ofiicio ue V. S. se
dismil de dirigir-me em data de hoi'ii. pedindo-
lhe declare o que souber a rcspeilo 1 estado ta
vaccina sub sua direccau, tenho a signcar-lhe que
(cm sempre V. S. me prestado tubos m pus para
vacclnar as praca, como me ordena artigo 63 do
rcgulamenlo de 17 de fevereiro de'IW tendo lam-
bem V. S. om reserva, qaantiade 1 tubos com
que propaga a vaccina, pelo que faco devida jus-
tica, classificando-o de zeloso no runrunelo de
seus1 deveres.
Aprovcito o ensejo para commiinican V. S. que
tle 19 o)e Janeiro do corrente anno enllante, lenho
vaecinadu a 50 recrulas o pracas, uaorontando a-
quclles, em que a vaccina nao lem aprontado.
Jiilgo^ter. sjlisfeiloao conledo noticio deV. S.
Dos guarde a V. S. Hospital na Sidade 25 do
junho de 1854.Illm. Sr. Dr. Joaqrn d'Aquino
Fonccca, commissario vaccinador.& l'raxedes
Comes de Souza Pitonga, i.- ciruifio encarre-
lotrdo. 1
lllm. Sr.Satisfasendo ao qu V. SJe mim exi-
ge um seu nfiico de 24 do correnie, tiho a^dizer-
llie, que a mais de violo lias me foiaprcentada
pela Sr." I). Maria Thomazia, no Pocatla Panclla,
nina crianca vaccinada por V. S., e mqual se ha-
via desenvolvido excellenlc vaccina, p a que eu a
inuculase em outras crianzas: com efilo passe-a
para dezesciscrianeas successvamonfc,e em todas,
a excepeo de uma, scdesenvolveu nriioa vaccina
com a tlil'ereiica nica do ter sido a su inarrha um
p.uiro lanlia em razao do lempo; e .iida exislem
cinco, que foram ltimamente vaccincs, e vao se-
guindo sua marcha regular. Alm tila consla-mc
queexistem muitos oulros individuos \,ciliados por
V. S., e por alguns ontros collegas noios; e que a
rcpariicao lem funecionadosem inlerrnc.no lodas as
quarlas feiras e sabbados, o que be de publica 110-
loricdade.
. tenente
rector do
Atravesando \ bairro ,arco deSnopei 05 offl.
acs conhcceramVt,, complela Unha sido a obra
de deslruicao. FoUhi qile as homba, ra,sa, cahi.
ram incendiando a cKaae)que ^ maior parle ^
apresenlava ruinas denegridas. S se viam montOes
de pedras e muro ^eio conUrndos: mesquilas,
banhos, fontes, ludo tiieraa mesma sorle, apenas um
alio minaiet eslava <,inda em pc [isnado pe,a9
chamraas. Nesla scen^a,. jeva9|aca0i era lriste e
bem triste ver grupos V Mpeclo mclanco|lco va.
gando enlre as ruinas dos W^go, |ares p,,cu.
ra le alguns objeclos cnlerrada^p,, eil(ulho, ,. ,.,s
triste ainda en ver familias
aessesraasmu muros, agora dosi
n'oob-q lempo Ihe servan de brig
Srs. pre-
, do Rcci-
nmissario
sachadas junio
ados, mas que
lllm. Sr.Ea-esposla ao olucio que S. hon-
ttm larde dirii-me.' pedindo-me que ,e resptln-
desse o que heibservatlo, c sei sobre 1 vaceuia
nesla provincia, do em razao de ter-se lito (como
afilrma V. S. notado ofiicio) na asscnda geral
legislativa em seio tle 9tIt>corrcnlc,qtio l".a vac-
cina nesla provia se acha cm compleb abandono
e 2oque quasienhuma lamina ha con pus que
presumo lenha-cnhoa dizer-Hio qu di 1 l.asser-
rso lem um ladolso, qual he o comprijienderem
sua generalidade capital de Pcrnambud), onde re-
gular, scenle eitlisliiiclamenlo se nfula, ere-
parle a vaccina p lodos aquelles qae i pracuram
uos dias c horas (1 tuto trabalho marcaos,e 011-
IVo infelizmenle irdadeiro,qual he ojeslado da
vaccina pelo cenldcsla provincia ; sen o o modo
pelo qual ogovciijulga que a lleve reularUaro
mais proprio pai ,i ua-la 111.1, e em aban oun. Pan
priiv de minha lima aierco conlo co a falla ffe
Dos guarde a V. S. Recife 26 de juno de 1854.
Tiln.' Sr. Dr. Joaquim d'Aquino r-'uecca, com-
missario vaccinador provincial.Franisco Jos da
Silva, cirurgiao da cmara municipa
lllm.-Se Em resposla ao scn'wiKo de 24 lo
corrente, em que V. S., me pcile/ju II* derlarT
se he exacto que a vaccina nesla prvida se ada
cm completo abandono, e, quasi tjiie wo ha uma
lamina com pus vaccnico, que presl para cousa
alguma, tenho a dizer a V. S. que le publico e
notorio que a rcpariicao da vaccina mociona re-
gulariiienle lodas as quarlas feiras e ibbados sem
interrupoao, onde sao vaccinadas mitas pessoas ;
em quanto aos educamrbs do arsenal e guerra, de
cuja enfermara sou medico, nada poso dizer, por-
que durante o lempo que me acho eipregado nel-
la, nao lem havido educando algum qe tenha sido
vaccinado; mas, segundo cdnsla, lie M a vaccina
de que V. S. se serve.
Dos guarde a V. S. Illm. SrDr. Joaquim
d'Aquino Fonseca, commissario vacctiador provin-
cial.Dr. Manoel Duarle de Furia.
lllm. Sr.Em resposla ao ofiicio le V. S. .datado
de 21 do correnie mez, occorro-ine tizar que desde
Janeiro de 1853 al o prsenle, s rilo vacclnam
menores da companhia de aprendiz* ueste arsenal,
por nao os haver por vaccinar.
Dos guarde a V. S. Directora do arsenal de
guerra de Pernambuco, 27 de Jim* do 1854.
Illm. Sr. Dr. Joaquim d'AquiioFnbera, commis-
sario vaccinador provincial.Joiio'fero Aravjo e
.guiar, tenente coronel director.
Illm. Sr.A cmara municipal tr-sionde ao ofii-
cio, que V. S. Ihe dirigi em dala de 24 to corren-
ie, doclarando-llio, que Ihe nflo coash que a vac-
cina, nesla cidade, esleja em compleb abandono, e,
ao conlraoVsabo quo a rcpariicao competente so
abre tinas vezes por semana, e ahi conparece sempre
nao pequeno numero de vaccinando'. Outro tanto
nao ptlc a cmara dizer cerca doi municipios de
fra, porque Ihe consta que ahi njb he a vaccina
cxeculatla como deve ser, pelo quo a hamanidade
tcm solTrtlo muilo da varila. _
Dcns guarde a V. S.Paco da capara ^municipal
do Recife cm sessao de 28 de junlindc 1854.Illm.
Sr. Or. Joaquim d'Aquino Foncora, commissario
vaccinador provincial.Barao de Capibaribe, Pre-
sidente. No impedimento do secretario, o ofiicial
inaior, Manoel Ferreira Accioli.
PMLICASDES a pedido.
Pata" TOBn Trjnonrrnwii Mbcnilo de-
que honras e privilegios gozam os officiaes
s extincta segunda linha do exercito.
MINISTERIO DA FAZENDA.
Tribunal do thesouro publico nacional.
Joaquim Jos Rodrigues Torres, presidente do Iri-
buual do thesouro publico nacional, conslando-lue
nao existir nma pratica Uniforme nas repartieses de
fazenda a respeito da qualidade das prorurafoes
com que se apresenlam os nomeados procuradores
dos credores da fazenda nacional a qualquer titulo,
para receber o que se Ihes deve, e passar as respecti-
vas quitarcs; e afim de estabelecer regras geraes
que sjam observadas cm todas a* repartirnos, por
onde se fazem pagamentos por conla da mesma fa-
zenda, ordena o seguinle : '
Artigo 1. Quando se nao apresenlarem as pro-
prias parles credoraspara receber e dar quilacao,
poder-se-ha fazer o pagamento a seus legtimos pro-
caradores :
1. Que apresenlarem procurar,oes feilas por ins-
trumentos publieos de labelliScs do lugar em que
estiver a reparlicap, oa rcconhccidos por algum des-
tes,' quando em oulros lugares liverem sido feitos ;
qualquer que seja a qualidade, emprego e dignidade
dos conslituinlee.
2.-Que apresenlarem as procurao,es em inalru-
mento* particulares feos por pessoas, a cujos es-
criptos se d a forcade estripUiras publicas, confor-
me as leis, uso ^e pratica geralmente adoptada no
foro, tribuales e reparlises publicas; e declaradas
nos arls. 6 e*7.
Arl. 2. Qualquer deslas prncuraees deve conler
poderes expressos para receber e dar quilacao, ou
seja pela clausula geral de receber o qae se dever de
quaesqaer reparli5e< de fazenda a estae,6es pobli-
cas ; ou seja pela especial de receber-o que se dever
lio thesouro publico nacional; na Ihesouraria dos
ordenados da corle, na tliesouraria da provincia
de...ou em outra qualquer reparlicao especialmen-
te designada.
Arl. 3. As proenraces. dadas para receber edar
quilacao, terao vigor pelo decurso do exercicio em
qoe forem apresentadas ; salvo o caso de serem ex-
presamente-revogadas por outra* proeorace le-
gaes, dentro do mesmo exercicio. E serao lambem
admiltidas as procurarnos cujos poderes forem sem
lempo delanniasdn, rom tanto quo em, cada exej-ci-
do so aprejentem puWicas-formas dessas procura-
DescarregaTl^'^f'i"
Barca "Slcr.a-Crramo^^'Xrulc
Ilialebrasileiro-.lmeKa^f^'^^
Polaca hespanliola-in-Slverf
Barca ihgleza Philomercao
Barca americanaConradfarl
Importacao'^x ,
. Polaca he.pan.,la Unee iiiida djfrSzSLZ
signada a Oliveira Irmaos & Companl
tou o seguale : -^
32 barrs azeile doce, 52 caixas marrasq^ ^^
'J caixas mana, 5 dilase l.t-hattre- pjppl'^^j?* ^
bailas dito lito le cmbrulho, 28lila tilo ceTesleyW
ditas dito cor vilela, 501) ditas dito tle cmbrulho, V)
dilas dito almaco, 25 lilas dilo de ombriilho grande;.
190 caixas passas, 805 dilas massas, ci)0 barricas fa-
rinha de Irigo, 150 saccas farcllo, 3 barris conservas
de tomates, 16 cadeiras, 4 caixas massas liuas, 4 di-
las ladrilhos de marmore, l_dila com uma lapide
de marmore, 550 ladrilhos de marmore, 1,000 ditos
de louca, 1,800 molhos ceblas, 800 ggos batata ;
aos meamos consignatarios.
- CONSULADO ERAL.
Rendimenlo do da la 27.....22:0649553
Wemdodia28 ........" 1659246
eot.
vnha a soUr,
na, nao dando .
se faz, o Illm. S.
publico, e prevem.. qu.
Iibeleridas duas lindas 1.
erobarcacOes miadas, uma .
para o lado opposlo junto a >
oulra na escadinha da Alfaildos.,
legio, que Ihe lira em frenle ; e
mais, que pela passagem de cad.i
r dar mais de 40 rs., como se espob
na do porto de Pernambuco 28 de junho .
O secrelerio, Alexandre Rodrigues dos An>,
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, em cumprimenlo do
artigo 22do regulamento de 14 de dezembro de
1852, faz publico que foram aceitas as proposlas
de Joaquim Jos Dias Pcreia e Antonio Dias da Sil-
va Cardeal, para fornecerem : o primeiro 150 meios
de sola curtida a 29595 rs. ; o segundo 4 duzias de
laboas de assoalho de amarelln a 70gOOO, 4 costados
de dito a 113000,6 costadinbos de dito a 7(600 ; e
avisa aos supraditos vendedores que devem rccolher
os referiipis objeclos ao arsenal de gaerra no dia 3
deja 1 ho proxi rao v 1 n don ro. Secretarla do cense 1110
administrativo para forneeimento de arsenal de guer-
ra 28 de juaho de 1854^firitortto Pereira do Car-
mo Jnior, vogal secretario.
De ordem do Illm. sr. Inspector- da Ihesooraria
de fazenda, se publica que o mnnw i iTiuj
gajados, vi notamente i praea ue ronda ao fia 4 m-'


r
22:2299799
DIVERSAS- PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia la 27......2:3819173
Idemdodja28......... 32*594
julho prximo vindourO, e que ser esta a ultima
prac.a, apparecendo. lancadores qae fferacara um
preco conveniente fazenda.
Secretaria da Ihesouraria de fazenda de Pernam-
buco 27 de junho de 1854.O ofiicial maior, Emi-
lio Xavier Sobreira de Mello,
mpanhia de paquetes inglezes a
vapor.
No dia I. de julho es-
pera-sc da Europa um
dos vapore da compa-
nhia, o qual depois da
demora do costme se-
assageros, trata-se com os
Companhia, ra do Tra-
>*
2:413J767
Exporta^ao'.
Rio de Janeiro, brigue nacional DamSo, de 284
toneladas, conduzio u seguinle : 2,077 volume
gneros estrangeiros, 3,272 ditos ditos nscionaes.
RECEBEDOK1A DE HENDAS INTERNAS liE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 28 713J580
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo db dia la 27.....35:0349931
dem do dia 28...... 3:2599807
38:2941738
MOVIMENTO DO PORTO.
ntacoes
ities.
maxicauos,
Navio entrado no din 28
Baha4 dias, brigue inglez Bxprm, eommandanle
loejs. Fundeoa no lameirSo.
Navios sonidos no mesmo dia.
BarcellonaPolaca hespanhola Thsrizin, capilao
Francisco Marislany, carga algodo, couros e ja-
caranda.
Nanles-,Briguo franeez Ferdinand, cipilao Hypc-
lilo Le Pautor.nier, carga asucar.
demBrigue franeez Cfctrles Adolphe, capillo i-
Catin, carca assucar.
Em commi*s3o-r-Brigne de guerra brasileiro Cl-
rense, eommandanle o capiao-lcneute Pedro Ig-
nacio Moreno.
Navios entrados no. dia 29.
liallimore52 dias, hiale americano Danville, de
2M toneladas, capilSo Daniel Dodge, cquipagem
' 8. carga 2,950 barricas com farinha de trigo ; a
Deano Youle & Companhia.
Riu de Janeiro10 dias, barca ingleza Emperor, de
368 toneladas, capilo Peter George Mitchell,
equipascm 16, cm lastro; a Deane Yoola LCoro-
1W.
pan
guir para o sul 1
agentes Adamson Howi
piche Novo n. 42.
Passagem para a Babia '.
hrasilcirus ou h
Para o Rio de
Para Monttsvideo 110.
o Para BuenoAyres 120.
Administrarao d patrimODie, do or-
phaot.
Peranle a admioUrrafao do palrin
phoosse ha de arrematara quem por 1
fornccimcnlo dos metlicameolos para o <
orphaos por lempo de um anno, qne ha da |
cipio do I. de julho prximo futuro ao firn o
de 1855: as pessoas que se propozarem ftzer o i
to forneeimento podero, comparecer na casa d
sessocs da mesma admioistratao nos dia 16, 23 e
30 do correnie mez pelas 12 hora da manhia.Se-
cretaria da adminslracp do patrimonio dos or-
phaos, 9 dejuoho de 1854.Antonio /ai it Oh-
veira.
Companhia brasileira de' paquetes de
vapor.
Fica designado d'ora'em diante o diada chegada
dos vapores a este porto, para se engajar a.carga 00
encommendasque se poder receber: al o meto-da
seguinle deverao os remllenles ter acabado o* seus
embarques, e a essa hora presentarSo os despacho
na agencia legalmcnle formlsados, como exige o
consulado geral, para a organisa^ao dos maoifestos
que devem acompanhar b paquete. Por carga fica
entendido, er os objeclos sujeitos a direto, e por
cncommendas os pequeos volume de prodnecao
nacional. dia da sabida do paquete tornete se
admitlr passageiro* e dinheiro frete, e nada mais
sera e*xcepcao alguma al duas liaras anu da mar-
cada para a sabida do vapor. Recito, ra do Trapi-
che n. 40, segundo andar, 13 de Janeiro de 185*.
Por ordem do Exm. Stv presdanle da provin-
cia se faz publico, que. esta iberia a matriculada
aula de desenlio do Lyceu. Directora do Lyceu 17
de juabo da 1854.<) amanuense,
tlcgulamenlo, a que su refere o dicrelo desla dala,
reformando o instituto vaeninNo da corte, e ge-
neralisando-o a todo o imperio.
CAPITULO I.
Do instituto ruccinicoili imperio.
Art. 1. llavera no imperio um instituto varcini
co, que ser compucto :
efies, e eJrlitloes de vida dos cousliluintes nas pocas
competcnles.
Arl.'*-. As que forem'feitas partnstivjmenlos'par-
liculares de pessoa cuja lettra e, assignalura nSo fr
noloriainciite conliocida tu rcpariicao q'ne houver
de fazer o pagainenlo, sorao reconheeidas por tabel-
llo do lugar. ".
Art. 5. Nenhum^ procuracao so aceitar sem que
esteja devidameuto sellada.
Art..'6. Pdem fazer ;fs procuracoes por nslru-
mentns particulares, escriptosporroSo alhcu, e por
elles smenle assgnados:
1. Os condes, marquer.es e duques.
2. Os viscondes e barias com grandeza.
3. Os arcebispos e bspos.
4. Os que teem titulo do conselho.
Arl. 7. Piidcm fazer procura enes por instru-
mentos particulares, por,, elles escriplos e assg-
nados :
1. Os viscondes e barOes sem grandeza.
2. Osfidalgos da casa imperial.
3. Os magistrados.
4. Os doutores e advogados.
5. Os cavalleiros das ordens do imperio.
6. Os officiaes militares al o poslo de captao.
7. Os negociantes matriculados.
8. Os abbades benedictinos, os beneficiados e cl-
rigos de ordens sacras.
Arl. 8. As mulheres casadas, ou viuvas
mesmo pr;- ;'egio de seus maridos.
Ro de .neiro em 30 le marco de 1849Joa-
quim Jos RodrigMts Jorres.
tt As commissOes de legislado c de marinha e
guerra, lendo de inlerptir seu prete, obre ajlro-
posijo da cmara dos dcpnlados de 2 de agosto de
/
SIL AMERICANA DE MEGACAO GER.4L A VAPOR.
toneladas capitao
Bahiana 1,700
Brasileira 1,100
Lusitanta 1,100
Imperai^or 1,800
Impertriz 1,800
I). Cieeu.
H. T. Cox.
J. Brown.
s, teem*v
e
1845, declarando
o art. 109
reram quo
saJisfez esle.
de guerra e
militares l# qoe lt
'dei$4<
. t Vapores noros, ajustados para ficarcm pi-ora-l
1 ptos em agosto e setembro.
Os vaporcsdesla companhia parlirito de Liverpool (al uovo aviso) na carreira de da no dia 1. de
...la mez, e devem chegar em Pernambuco no da 20 do mez, seguindo depois de algumas ora para a
Babia, Riode Jaueiro, eo R daPrala. ,. n,r_m..en i^j
NacarreiiadevollaparlirodoRodeJaneronoda6domez na" n S!,n,a 'nambco, (aogde.
chegarao no dia,12), S. Vicepte, Madeira, Lisboa e Liverpool. ^.m.aM bilhoia
Osvaporerlem lu=ar para passageiro de tn-.lu as classe a procos multo commodos, e- uiineles da
ida e valla jeem um abatimeto de 25 por eenlo, e vslem para 12 mezes.
"m aqr nuro, pratar e miadezas para lodos wporlos do escala. .._,i j
o se tcm publicado qae alguns do. vapo'~ 4 companhia se 1'ravam da cart" rjy do
S^rno nele, pubca-se a seguinle resolucao. ada pela dlrecsao 110 dla26 rt'' "''<-P itania e Brasileira nao serao vendidos .X T <*?>&> dc M""^S J^r^
imperador eo Imperalriz estrecrem promptosp. comptetarem a capara cofi vapores maiores, em
^KK pateros e a oai^ga destinado, para o Rio da*%!&%%?>> S^V^^
vapor ta Plata, o qual depois de locar cm Montevideo segoira y '< to Buenos-Avresde volla no dia 19, e de Monlevido nodiajlj
estahelerimcillos se leve dirigir s a-enras da,


tlME SEXTA-RIBA 30 DE JIMIO DE 1854.
Recita a beneficio do actor
HIENDES.
F.xpeclaeulo rariudo e lodo jocoso.
Km primeiro lugar a muilo engranada comedia
1- No .lia 2 I para 22'do cnrrenio furlararo dous
cavallos uro mellado e ontfo rodado, amitos peque-
o* : qaem dos meamos sonber ou delleslivor iioli-
" rtirim-se ciade de Olnda, roa de Malinas
rr'reirafcasa n. 28, ou annu'cie para ser procu-
\lugs-se una escrava que cozinha, lava een-
liem o diario, e din eteravo que fa
COllima
na ra do
em 3 actos.
RENIFURD
Heipaalia.
Sege-sc o lindo duelo, cantado pelo Sr. Monlei-
rue aSrJ. 1). Gabriel!.
AS TROMBETiHHAS.
Dar (lm ao especl .^ulo a ruito 'iBleressanle co-
media c- dous aclos,
i PRIIEIRA IHFIDELIMDE
DE
ffi BARIBfi,
,
O beneficiado escolheu nm espectculo toilct jo-
coso pinailido rae muilo satisfar ao publico,
(que cu. gal sosia inais de rtr, do que chorar)
de quem espera a protcc;ao coslumada.
Cometer s 8 horas.
,**,- O Mendes pede desculpa das duas transferencias
que le, mas juica que o generoso publico nao Ih'o
levar a mal, avista das grandes chuvas que tem
havido.
servico de casa e na c ooiiuh o diario :
Seve, caca terrea desoan.
(Q*J Christiani <.\Irao com fa-
brica loja de chapen na ra
JBtL. Nova n. 44, trem a honra .le
avisar ao resueilavel publico, em particular aos seus
freguezes, que receberampela barca frauceza Jos,!
ltimamente chegada-do Havre, urna nova factura
de chapeos de caslor brancos, anda nao appareci-
dos ern Pernambuco, comosejam: castor rapado
(Ihibet) branco' dito branca com pello (argenli),
dilos castor prelos (Velours Zephir), ditos sem pello
raollc. copa baixa do melhor goslo possivel, por
seren muilo leves, assim como oulras monas qua-
lidades, por precos razoaveis.
SO' CONSCIENCIA.
Perdeu-se desde a loja de ourives, junio a igreja
do Rosario, seguinllo-se em frente da igreja, enlraii-
lo no becco do Kosario, ra do Foco, paleo le h.
Pedro, ra das Aguas-Verdes, ale a Iravessa da casa
do Joo PalrioU, vollando ah pelo becco dos Fcc-
cados Morlaes, ra Direila, ra do I.ivramento, ra
do Quciroado, praca da Independencia, ra dos
Quarteis e pal, do-Hospital, 2 trancelias de ouro
verdideiro, sendo um delles feilo aqu e pesando,
pouco mais ou menos, 15 oilavas, e outro obra por-
lugueza; pesando mais ou menos 7 a 8 oilavas:
quem os achou, querendo-os restituir, os poder le-
var cocheira de carros funebrqs, que se dar de
irralificacSo melade.de sen valor inlriiiseco.
MEOPATHlA.
0 Dr. Casauova, medico francez, d con-ft
sulla todos os dias no seu consultorio T*
mm BRISES N. 28. 1
NonMSHio consultorio acha-sa vendatmi J
grande sortimento de carleiras de todos os (gfj
brotadlo* por prec/>? confoo-li^simn. G,
CINCO MIL B.IS.
1 carteira com 4 tubos a escolha.
1 tubo grande.de globulosavuls.
1 dilo mediaho. ....
'.c, pOTi'llI l Ui -i
na por queda que di/.
lidenoolho esquerdo.beico inferior um tanto salien-
te, lem um signal de lalho on quemadura cm m
dos bracos ; levou panno da Costa usado, tres ves-
tidos de chita, sendo nmamarello c dous qusi bran-
cos por desbotados, urna saia de chita roa e dous
cabeciles, sendo um de cssa de listras e oulrode
madapoln com babado no lalho. Esta escrava diz
1er viudo do Pombal na Parahida, c-foi aqui vendida
por Jus Maa Navarro, no dia 10 do correte intl
e anno : quem a apprcueuder ou della tiver noticia
dirlja-se ao aterro da Boa-Vista n. 1, ou caes
Alfandega, armazem n. 5, que se gratificar*.
SUCO ,
<|sa ao
rTrltenvel^1"
qual r
carem pe
tes estao
Ofler
casa de ur
cose, en*
s*r dirija
Jo;
30 0E
da
Antonio
_.buco, que
cci^HHPMa eorre im-
"na/lia li de julho seia
lm o' v respectivos bilhe-J
-*ssi \ ugares dp.costumc.
u fec- cr capaz
isa
ho
; para dirigir
ou ilc punca familia,que
m


0
AVISOS martimos.
PARA O CEARA.
vai seguir ncsles oito dias, a escuna .S. Jos, por
-sajado quasi todo o seu catregamento: para o
-"ros lala-so na ra da.Cruz do Re-
" "7 Jos de S Araujo.
.....imprelerivelmenle
b "- '("pue-
500
1 dito pequeo
t onca de tinte
Elementos de I
edieco. '
Pathogcnesia
I brasileiros 1 ve
Tratado d?
para se traj"
'ha
Homceopathia.
CLNICA ESPECIAL DAS MO-
LESTIAS NERVOSAS.
Ilysteria, epilepsia ou gota co-
g ral, rheumatismo, gota, pavaly-
g si a, defeitos da falla, do ouvido e
(^D dosolhos, melancolia, ceplialalgia
!$) ou dores decabeca, enchaqueca,
g, opes e tudo mais que o povo co-^
V) nhece pelo norae genrico de nej; <
&> voso- i
W As molestias nervosas requerem m>' 'las ve- 1
(&} zes, alm dos medicamentos, o en' prego de (
fc*. outro meios, qoe despertem ou abalam a
W sensibilidade. Estes meios pos eu ago- "f
ra, e os ponho a disposicSo (>' publico.
Consultas lodos os dias (d_KCa,para
pobres), desde 9 horj
as duas da larde, ra d,
do-Novo, n. 68 A.-
djera Pinho^ /^ .f-<
DA 110 A-Vl
LOrElUA T>MT:m$E l:000.v000:
. AOS IU:00/sluitiani) de Aqpinn l'rrreirj
O cllclist2*(l,$M*lcofqu.tvas ^ad
sa ao respVi^seu imprelenvel anda
leria, !". "7-^- ytfftBJte
. iij*^*" Dtarto ae l'rn-nrrmbuco
V* pe lo Ihesoureiro o Sr. C
iveira. Os seus afortunados
io exposlos i venda as lojasi
deiadoRecife n. 45, de /'
Porto ; na praca da hule
nato Pereira da Ponaeca
Ionio Augusto dos San
do ii. 44, loja de fa
leiro & C.; ra do
(e a loi
rentas
raserc
I
prio p
offere
prime
o or
l
JSHIuia lira dilo.
o
'da manhaa, aui"
. Francisco (M' ~
Or. Sabino 0^ /arw
o--'P-
0)01
che
-.mitos._
dando opli
a vantag "
francez
illa
I
m i
AS-
Ik:
.rrenlc, as 10 i|2 horas da
.or far leilao no seu ar'ma-
2S de grande sortimento de
a de (iiflerentes qualidades, no-
iavalorio e 1 pia de pedra marraore,
j, rlia|>eliiia de seda do melhor goslo
.a, diversa obras de pratu de lei, cbaru-
jliia de superior qualidade. e oulros muilos
js que estarao n m'osira no dia do leilao.
- Sela fetra, 30 do correnleato.<4gcnle Borja
.ir leilSo em sen armazem, ra do Collcgio n. 14,
as 10 lioras em poni, de grande e variado sortimen-
to de obras de raarcineiria, novas e usadas, varios
ulenrilios de casa'i e oulros mailos objeclo, que so
com a visla se pode apreciar, os quaes estarao mos-
ra no meimo armazem.
O agente Vicio*, Iransfere o seu leilao
ciado para o dia 29 do correte, para o dia
ferra 4 de julho vindouro.
AVISOS" DI
O Dr. Firmo, medico,
-fidcncia para a ra estreili
-r-'~ ,. "f> cogmiJo andar.
primeiro andar,
,eiro que quize-
^crio : promclle-sc
jireco.
uva, bem conhecido por
i lembra a quem convier^
la na ra da Alegra, ua
toe recebo por prcro com
. .tos, |tensionislas e meios pensioi
> lulamento, e lendo os peiis
rnn do lalim.aprenderem
Mus pais pagiiem mais ci
'no. O professor adverte?M
Pssada pelo governo da piorincia.
Antonio dasChagaj
*eira de Jos Loiz r
ra de Pedro
sabilidade o.
I'RANGEIROS. 8 Por ceJ}& 'I
Ilittot
JKios
uartos
Decimos
Vigsimos

, de ce-
MSOOO
l10l)
jBoa-'Vi,.,
.:**50b ""/respo-i-
^OSow
: Hojooo
ODr.
forma
blico dcsla*
Ff qtrilquer h
mirto an
19 erar ""
J. J. PAi
NEW AND ELEC
CQ
IUEAN

^Sg
Bles e
t claro
Bado i vi-
ffa retralar-
ndar.
d'Oliveira, avisa
-se venda os bi-
a matriz da Coa-
las des la provincia, na
'ara da Independencia
ra do Queimodo loja n.
Pereira, ua roa do Livra-
ga, eua praca da Boa-Vista
Pedro lanacio Raplisla. O mesmo
;iEDAE
Annuncia ao pblico,
tomado conta dos acougues
contrato que finda'no dia
corrate jurbo, pretende fo,
a popula cao desta capital e i.
dos, de carne verde, nos sobti
a?ouguesda Ribeira, de
Cinco Pontas, ra do
raizo, itecil'e, Boal-Vist
Manguinho e Afogadj^ sendo
cplixodo 1. de ju,
do mesmo mezj.sito patacas pela
carne daprir^fa.qpalida.ie, esete
patacas pysegundfc qualidade. E
imalme^jr que. trajas as semanas
iiunciado o pisco poir que
s carnes nps $eus acou-
em r.elacfe comosprecosque
im os gados na feira; e que.a-
k os esforcos para queo pu-
st^a bem e satisfactoriamente
servid^.Oadmjnstiador o geren-
te' Acleto Jte de Mea'donca.
ven
Tendo a experiencia de tres "annos
demonstrado, que a causa de baver ma
cante, mal pesada e mal repartida duran-
te o contratp que termina no dia, 30 do
corrnte, proveio deentfarem nelle mar-
chante queestavam coslumados a impp-
mn, aoe'Jibitattte desta cidade a carne
verde pelo pre;x> que qireriam, chegando
stta audacia, mohopoJista a talharem car-
ne "a -4^180 rs. a arroba, ao mesmo tempo
.qHcogado Hie saina a 2^240; e cons-
tando yuealguns destes sanguesugas des-
te povo, nao satiseitos com^ exorbi-
tante lucVos que tem obtido, preteqdem
continuar neste negocio, barateando por
agora a carne para arredar do mercado
ojconOTrrentes.poderemfl seu bel-pra-
7e fazer o mesmo que agries do contt ato,
T^i"'-!.e ao povo, que para nao dar lugar a
aae Tal acontera, nao compre urna t libra
ele carne nos a<;ou;ueS do antigo contrato,'
ponpie, segundo dizem, he nelle que se
pretendeexecutaresteconloio. Tomara' o
traballo de z.nrzir aos monopolistas ille-
gaes. O amigo daliberdade do com-
mercio.
Joaquira Pialo, morador ncsla cidade, e nego-
ciante de carnes verdes, faz ver ao publico, que no
dia 2 de jtrho principiar a vender carne nos eos
acoiiRue da roa do Rangel ns. 62, 63 e 35, e nos
Ouarteis n. 11, carite gorila a 2$j(jU a arroba ale o
tli.v 8 do crrenle, c passando as chuvas vender por
menos, se as circumstancias esigirem,poisque os ser-
les tem muilo gado.
O Sr. Jos Antonio da Cunlia, tem
callana livrarian. Ge 8, da praca da In-
dependencia.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Iloje be o iillimo dia em que se podem
vender cautelas da lotera quart*do bos-
jiiial de Santa Catbarina: os premios se-
i-o >>agos logo qae%e izer a distribuirlo
das \\su$,
* Os a>aiio assignadost passageirosdo vapor por-
nguez /). MQtia II, vein pMn prsenle agradecer
aos s. comnandanle, olliciaes e empregaios do
m.smo apor, .ji0asBianeiras, e o ezcellento Icala-
nicnlo qiie ilura<|e ua'viagem de Lisboa a (Me
porto, pieslaram *, abnizo'nssignado, os quaes Ihc
prwlam esle vol it a2t,dccimenlo, inleiramenle
merecido. Recire dt Pcrhimbuco 27 dejando di
18.4. -inlomo de AZuedo Ivjaroum, Luis Jos
de So Araujo, Mana a\ Coneelffln fieira de Cat-
iro Aranjo, Arma Emilia lirandao Tarares.
A directora do collecu ,|;, Conw3(>, em ra-
Mo dos inconvcnienles 'Oltrevi.do* pela nrliente-o
. tJWharibc, deixa de abrir dilo-ollegin rio 1. de jo-
Ibo, romo .innuiirira, reservanVse a lazedlo lo"0
que 'he Mr posivel.
A peisoa que annuiioioiii i l)<,, ,\,, ,.ulr|a_
Kira -JS do reiile. querer Mu;rat para oc no mu 14 de j'illin rorrerfo im-
rodas da sobreda loloria.
G@g.-49#i;
Alexaudrina deSouza Bandcira,
particular de prirueiras lellris, eos- ffi
e varios bordado, estabelece em sua $>
o doos eosinus de grammalica porlu- tj*
i e msica havendo alli mesmo um pia-
o desuado ao esludo das aprendiz*: a
qiiemconvter, dinja-se ao pateo do Paraizo 36
w segundo andar unkio a igreja. x S
Offerece-se urna ama par? todo o servico de
urna casa e comprar na rua: quem quizer annuneie.
Prccisa-c de um homem para eHor de campo
e engenho, que d conhecimenlo de sua conducta
a Iratar narua Nova n. 50, primeiro andar.
Roga-se a quem pedio urna carta vinda nova-
por ttstlania par* Manoel CaclanoSoaresCarnciro
Monlciro, o obsequio de entregar na rua da Aurora
n. 58, segundo andar.
Roga-se ao Sr. Joao Jos da Mofta,
que declare por este jornal onde he sa
morada para ser procurado, ou dirija-se
a rua da Cruz n. 28, segnrdo andar, a ne-
gocio de seu interesse.
Aolonio Joaquim dos Sanios Andrade vai
Portugal.
D-e6tjO000ajuro sobpenhores ou firmas
conteni : nest typographia se dir quem d, ou
annuneie.
m Antonio Agnpino \}Lavier de Brito
1 Dr. em medicina pela faculdade
gg medica da Babia, reside na rua Nova
n. 67, primeiro andar, onde pode
ser procurado a qualquer hora para
o exercico de sua prolissao.
e Mentv.es, cj
ildade da la-
respeitaycl pu-
podeST ser procurado a
r,f9a rua Nova n. 19,
wio se presta a curar
te aos p jrtres.
K BOA-VISTA N. 48.
l:000#K)0.
da Pama dafjaterro da Boa-
nlouio da Silva (iuiHlarAes. avisa aos
fregu*7.e>. que tem exposlo ;\ venda as sua
orlnnadis cautelas da segunda parle da quinla lo-
'd matriz da Boa-Vista, e sper que deslaiwez
enda a sorle grande, como succedou com a do Li-
raento.
Quartos 2800
Uecimos lylOO
Vigsimos 700
THESOTJRO HOMEOPA
OU
VABE-1ECIH DO IIOMEOPATH
PELO
DR. S. O. LUDGERO PINHO.
Rua de S. Francisco (mundo oco) n.G8A.
FRAGMENTO DEL'MA CARTA.
Foiassasacolhidoesaboreadoaqi oThe- /*
sonro Uomeopalhicn; 'os curiosos no po-
dem deixar de render a V. S. muitos agra-
deeinieutos pela publicacaode 13o importante
obra, a melhor em duvida iienliunia, das
Hdo, "le. ele. etc. ^
tinm,.,K'. u.n...u-. ur-ji.ul.,1 ue lA>i
' _____ Jos Antonio Pires Fatcito,
O abaizo assignado leudo ja escripia aos se-
gundes senhores, e nao lendo reccliidoresposln, re-
corre a eslo mcio para lhes rosar que, quando vic-
rem a esta praca. queiram cntender-sc com o abai-
so assignado, pois he negocio que lhes inleressa.
ir. Antouio Jos Pereira, senhor do encenho Souza,
?.Agu Sr'Jo0 riore"li" Cavalcanli de
Albuquerque,senhor dp engenho Jnssar.Sr.Fran-
cisco de Amorim Lima, e JoSo Cavalcanli de Al-
buquerque ; moradora em Sanio Antao. Sr. An-
louio Jos Vaz Salgado, morador na Villa do Cabo.
Sr. Joao Franciscojoo Allavdc, morador no Paco
de Camaragibe. Sr. Francisco J. Aniones, mora-
dor na I.amella da Barra iranrie. Pernambuco >0
de junho de 1854. J. J. 'listo Jnior.
. jnmi eoziiiha : quem preci-
.ye a PC*U n. (.
tM ijfia. rosa enrarecidameu-
) os sen cewvc*, qae apresenlem a suas
i seu eslalJecimeuto no prazo de 8 dias pa-
cuir.prid is
jrlaram uiijarrodc porcelana lloarado, pro-
ra llores nairae : pede-sb a quem elle for
lo, o favor le leva-lo a rua Oireita n. 82,
o andar, qe se recompensar e se mostrar
igual.
"M'baiv a- cnados. com lalierna na rua es-
isario, i/.em scienle ao Sr. arreulan
i emnlM, 3 da fr ct seu eslahelccimenlc^es bebidas,
-pur-lci) ... harnea ignorairfi!i7 fazemos o'
onho I ikrfii Recife 30 d> junho de 185*.
',111-/ d ;anoel da sMa Mor eir & C.
l^rfA ugijto da SiUeira, lem resolvidot
mancVT *"" ''0'' on^sii (las madjra!f <'NM m"i, perlenccs, e por ;i ju'
hvredeqd|PrV1n',,l'',C:,i elr- ele, faz a prsen-
le declarvdr* T'-uem Imover, que se jujguccoin ,
direila-'W^a .''""''quer lit|. entenda-tn! <^H
mi>* A" "? r-""ea Cardo,.., ,K. ., dia l. d
, a lira dilo,
Oabaiso iienado fai. Je-.n -,. .'.afeilnreif
pnbliaa.cwe niinein faca iiegoci. m.-,-.. Bm a 'JF ,
oAousUinhos n. I. .vmoSf,-!
-ue, porque fa -.sti rte/r a
o pa.i (|. e. n-, ,: nuc.', faayp' a 'annun-
j Oiiceira.
moco ou de meia
a carroca ; se ti-
a fallar atraz da
Bisario Adolphb P
Anlonio Pcxeirajlgs San..
Sanio, e mais filhos e
Francisco Antonio Pereira
r, em virtude do formal de
'deram pelo juizo da comarca do
n vender a liarles que lhes lu-
tos Tenlugal e Tanque, ou Serra
NWis b, previne o abaiio assigntdo a
llrMssoas ie os queiram comprar, que%s di-
pfihos ach,-se hypolliecados a Joio Firminu
P Barrada e hbje, seu lierdeiros) e a oulros
HKianles deslira?a pelo valor da compra, e que
Rntem accoes inundas no juizo do Rio-Formoso
Jara serem pagiWra-diu bens, sendo a do abaixo
iissiguado' pela qmlia dirin-onxxjOK) provctiieulc de
dinlreiro para o slcio dos MiSernTO-^ e nesla-qtra-
lidade de credorntcsta desde ja aunutlar qualqi^er
venda por ns dildterdeiros fcila, valendo-se para
esse fim das leis gente, c mesmo porque as ditas'
parlilhas no tmn os credores contemplado por
suas quanlias* erife 28 do junli de 1H.V(.
Anituiin Comes Villar.
Descja-SB (ter da morada da Illma. Sra. U.
Maria Augusta^agc ; na rua larsa do Rosario
n. 48.
fflECHARJMO PARA ENGE-
NHO.
N\ FLKDIC^ DE FERRO O E\(iEMIEIRO
DAVID W..0W1AX; U BIJA DO BRIH,
PASSlNDO C0AFAUI2, .
ha sempre um me soriimenlo dos seguinles ob-
jeclos de mechaiinos proprios para engenhos, a sa-
ber : moendas taeias' moendas da mais moderna
conslrucjeo ; (las de ferro fundido e balido, de
superior qualWe, e de lodos os lmannos ; rodas
dentadas par a a ou animaes, de todas as propor-
Ses ; crivo e bpas de furnalha e regislros de boe-
ro, aguilhde>,btrtes pararusos e cavilhoes, moinhos
de mandioca, eielc.
A mi FUKMCAO'
se cxerjtlm lotVas enconunendas com a superiori-
dade jafconheci c com a devida presteza e commo-
didade em peco
A laca-sel sitio denominado Mangabcira.com
una boa cafa (sobrado, c um rica cacimbad'agua
do beber, conlnlc ao jardim Botnico: quero o
pretender dirijp a rua larga do Rosario botica
n. 42,
Convirfa-s lelo prsenle a Joo Ferreira Le-
te. que sepresui! eslar aclualmenle em Cariri-Ve-
Ifc, provincia Parahba. fdho do velho Pedro
Ferreira Leile, roes bem conhecido na comarca
de Bonito deslnfovincia, para que venha quanlo
ante satisfazcrjnantia de rs. aKtgOOO, constante
de urna lettta cXnceiloii no dia 7 de abril do cor-
reule anuo, na; comarca de Garanhuns, a prazo
de 23 das, emibr Ae. uoem ello hom sabe ue o
jiau-ixt_cumlnHdariao lar rrf.i: .- -1a,
gocio, que li.; -uutodo (lesairoso ao dilo Leite.
Precisa-ele urna escrava para o servico i'e
urna casa de pea familia : na rua do Hospicio 3
casa nova a dia lpois de passar o- qnarlel.
rua Nova n. 8, umn 1
1 de minos de ouro,
lis quaes se trocam pel-c""
iVantia de 2f000, pagr's
oppnrluna nao pod.- *' -V1
dias de S. Joao eJHfiH
11 fa7.ee pre*
i um preceil
umpri-lov->foj
m. podm saftsr.i/f
>^sea'liam_obri_a
Ao
Na botira da rua larga do Rosario
n. 36, de Rartholomeu F. de Souza, ven-
dem-se pilulas vegetaes verdadeira, arro-
be l'affecteur (verdadeiro, salsa de Sands
verdadeira, vermfugo inglez (emvidro)
verdadeiro.vidrosde bocea larga com 10-
Iha de 1 ate 12 libras. O annunciant af-
ianca a quemnteressarpossa a veracida-
de dos medicamentos cima, vr-nrllrl m
sua botica
licamentoscima, vendidos em
5* **fflffi IgSSBSPfZt
Panlo Gaignoux, eslabelecido na rua larga
do Rosario n. 36, segundo andar, collocaden-
tes com gengivisartiliciaes, e dentadura com- &
38 pela, ou parte della, com a presso do ar. S
2 ,T"m,!em ,em P vender agua denlifricedo
Dr. Picrre, e po para denles. Rna larga do"
_R?uo n. 30 segundo andar. S
do, moradores lodos nert* comca ?i2rleS ,'."rU-
previnem pelo prsenle ao p^blbfo d|a ^"h""S'
limi.rophes pf ra que de nenho^ uSTSgS^
com a madrasla dos mesmos, a Sra. Mara dSaT
taAnna Leile Furlado, a respeilo do .dominio'dr
urna escrava parda, denomc Sabina, que se acha cm
poder da ilila senhora, no valor do cuja escrava tem
os annuuc.anles suas colas-parles. qe em invcnla-
no por fallecmienlo do pai commum, llies cnube; e
para evilaremqualqaer fraude ou prete.lo de igno-
rancia, raxem o prsenle. Villa de Garanhuns 9 de
unliode \*>.-Jos Telles Furlado.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Aos 20:000ji000
mN," TlH^J03 quV M'l,,os da ">a do Ouei-
mado n. 20, osToa venda os muilo afortunados I, -
Hiele, meios. quarto, oitavos c vigsimos lannuri.
lotera de Sania Cathjfea, cuja iXp '
AO PUBLICO.
No armazem de fazendas bara-
tas, rua do Coegio n. 2,
j vende-se um completo sortimento
de fazendas, finas e grossas, por
presos mais baixos do que em ou-
tra qualquer parte, tantp em por-
| ^oes, como a'retalho, affianqando-
' se aos compradores um s preco
para todos : este estabelmmerito
aliric-se de combuiacao com
maior parte das ca^as commercities J
inglezas, francezas.allemaas e suis-
sas.para vender fazendas majp m
conta do que se tem vendido* epor
isto oTerecendo elle maiores van-
tagens do que outro qualquer ; o
proprietarto deste importante es-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, c ao publico em ge-
ral, para que venham (' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da rua do
Coegio n. 2, de
Antonio Lu/, dos Santos SiRolim.
!t>.de 8 anno de idade
a i a para casa de familia: na
. ,*.-ia.
^)p CHITAS A H920.
90 Oiit*i**r<"VVeii(lcr cortes de chita de en- f
;:f res fias a seis palaca cada corle : na loja do j$
jtf nibrado amarello no qualro cantos da rua do dg
't$ Ijueimado n. 99. 4
Velas de carnauba.
Vendcm-sc caitas de 30a 50 libras de superiores
Telas de cera de carnauba, fabricadas no Ararat y:
Jo armazem de couro e sola, rua da Cruz 11. 15.
/ A 500 RS. A VARA.
r Brim trancado branco de puro linho, muilo co-
-pado : na loja da esquina da rua do Crespo que
ra a cadeia.
COBERTORES,
em-se cobertores de tapete a 800 r., dito mul-
ndes a 15400, dilos brancos com barra de ciir a
.colchas brancas com salpico a 10000 : na loja
do Crespo n. 6.
IM DE PURO LINHO, PROPRIO PARA
MILITARES.
1-ttMMWi
endem-te palitos e sobreludo de
1, capa de barragana ede panno Ano de !
enre, ludo por preco enmmodo : na loja do
a sobrado amarello, nos qualro cinto da rua
doQuciniado n. 29.
*^W*:lB8>9fll0r9 W&MMmi
~ Vende-se ama escrava, crioula, com 18 airaos
de idade, boa Rgun, sem achaques, e enm habilida-
des : na rui Qeimado 11. 12, segundo andar.
Farinha.de mandioca.
g, Vende-se*nto hpa farinha de mandioca ;
? a bordo do brigue nacional Inca, chcuado de *
Sania Calharina: par poreoes, lrala-e no
9 escnplorio da rua da Cruz o. 40, primeiro it
andar. ^
Vende-e um prelo de eltognle figura: ba rua
da Senzala Nova n. 30. -
MOENDAS SUPERIORES.
. Na fundicao de C. Starr cV Companhi.i
em Santo Amaro, acha-se para vende
, moendas de canflh todas de ferro, de um >
ciKte-se brim de linho branco muilo encorpado' i 11 .u.*-^____
rs._a vara, corle de osemira elstica a 4000, moael, C COnstruocSO multo superiores.
Na rua da Cruz -t" Recife n. 33 casa de S
Araujo. vende-se esierfa* muilo nova de palha d(
Aracaly, chapeos de palba, courinhos minaos, eer
'amarella, din de carnauba, lodo para liquidar con ,
las e por preco muilo commodo.
/I
leu-
meni-
9500 o
O cova-
demeias
ores pa-
rs! o covado,
cada um,
JtOO, lenco
, chilas fran-
muitas fazen-
sndio grandes a
Crespo o. 12.
SP. Jolins
lla__Nova n. 42.
"ado.
ASMIS
DERSAS'E" RICAS "O
DE OURO.
Os abaizoislgnados, dones da nova loja de
ourives da ado Cabugn n. 11, confronte jo
paleo da rriz c rua Nova, frauqueiam ao
publico enjeral um bello e variado sorii-
menlo d fas de ouro de muitobons gos-
tos e pret;n|ue nao desagradarao a quem
queira conrar ;.os mesmos se obrigam por
qualquer ra que vendercm a passar urna
conla comisponsibilidade, especificando m
qualidade i ouro de H ou 18 quilates. Pi-
cando assiisujeilos por qualquer duvida que
ajmarecer.-.S>rarn & Irmo.
AViO AO COMMERCIO.
Manoel-& Ha-i tem a honra de participar aos
Srs. logistas, ue se achira sempre na sua fabrica,
rua da Cruzo. 30, um esplendido soriimenlo de
chapeos de s< para homen e senhoras, lano de
seda como doanno, os quaes vendem-se em porrflo
de urna dozianra cima, e por preco mdicos.
O baixalgiiado. tendo do retirarse: para
lora do impe. iralac de sua saode, quer deifar
suas conla lindadas, por luso roga .1 lodas as pes-
soas que Ihe (ao a dever, venham salUfaffr seus
debilos no prjo de 5 dia, pastados os .^uaes n.lo
tera remedio ,n,lii empregar os meios judicies. Re-
cife 27 de jufo da 185*.
, Joiio SimSe Pimenla Chaces.
b Na "ruac'o Crespo loja n. l, precsa-se de
ama cozinhci, forra ou captiva ; d-se bom sala-
rio : quem civer ueslas circnmsUncias, dirija-sc a
mesma loja..
Precsale do urna ama com leile : na rua da
ala Nov.n. 30.
COMPRAS.
.Corora-seprata bratiteira e liespa-
nhola : n. rua aa Cadeia do Recife
n.
Precsa-se alugar orna escrava, fiel, que wiha
bem engommar, coser e fazer mais servico de urna
casa de familia, paga-ae bem : na sua Direila u. 131,
por cima da botica do Torres.
a : n
2-i, loja cambio.
Compi.se om mollino de pedra com seus per-
lences, para tocr railho; como tambera um foles,
safra, e lornpara urna leuda de ferreiro : na roa
Nova n. 1.
Compise cffcclivamenle brunze, lalo e co-
rre velho : i> deposito da fumlicao d'Aurora, na
rua do Brun logo na entrada n. 28, e na mesma
liinilirSo em>. Amaro.
O bacharcl formado em malherayti- 4.
a, Bernardo Pereira do Carmo Jnior, en- ^
sipa arilhmelica, algebra e geomelria, das :""*
^fr. 4 ns ,'ic'mci Jioras da larde : na rua Nova
^T sobrado n. 56.
D. W. Baynnn cirursiJo denlisla americano
reside na rua do Trapiche Novo n, 12.
Casa da afericao, na iiia das Aguas-
Verdes n. 25.
as
....ura-
ca'a, dirija-se loja da rna
. Cresl.
vira pelo vapor do dRBIO ; he esla a m^y^ J~
se vende caucas do R.o, porum aprov.Item a Jc-
casiao para tirar os boi^ premios.
-I-rccUa-se de urna Prela escrava, que ewn
Tara lodo mais servico de urna casa l normen h
milia, paga-se l.em : na rua da Cadeia d Recif
J TIIEATRO DE APOLLO.
A commissao ndminislraliva la companliia 'de ac-
cionisla convida a lodos esle senhores para a reu-
nan ordinaria deassembla geral, que devo ter lu-
gar no domingo, 2 do prjimo mez de julho, as 10
lioras da manlifta, como he deleimn.-idu na ultima
parle.do artigo 1" los estatuto la mesma'compa-
iilua, alim de se dar ciunprimenlo ao dsposlo uos
8 do referido arlieo.
Arrenda-se um euupnlin le fazer .istnrar, mo-
eiil e coireiile, disimile desla praca .". leguas : a
Iratar na rua Nova n. 1.
1i ------ ||aVH
mullas imposta pelo art. 2 do lil. 1
niuiiiripao. a,b
Necessila-se de urna escrava ou escravo, nue
seja bom coziiheiro, e que enlenda de ludo pcrteti-
cenle a cozinha : no consulado americano n. 4, rua
do lrapiche, ou no armazem do Davis & Com-a-
nhla, rua da Cruz n. 9. *
Precsa-se contratar por empreita-
da, a conlrucrao de urna coberta de te-
llia, sobre pilares de tijolo ou columnas de
ierro, cm .u terreno murado., na rua de
Santa Rita prximo a' Ribeira,pertencen-
te a companliia brasileira de paquetes de
vapor: quem estiver as circumstancias
de fazer este contrato com as necessarias
garantas, queira apresentar sua proposta
com toda a brevidade ao ageflrrf da dita
companhia : na ruadoTrapicliHl. *0 se-
gundo andar, aonde tambera se dar'
'.ualquer esclarecimento.
.*. Jane dentista,
conlina rczidir na rua Nova, primeiro andar n. 19.
"VENDAS
sar
K-

> r. sabino Olegario Luilgfro Pinho mu- &
r-t dnu-epara o palacete da rua de S. Irancisco a
mundo novo) n. 8 A. S
\ ende-1 urna casa terrea na rua do Pescado-
res u. 27: ., ratar na casa junio a taberna da quina
que rolla pai a rna dos Assogoinhos.
ande-i um jogo de diccionarios, Constancio,
francez e P tuguez : na rna Direila 11. 3.
Vende s una crioula de 28 a 30 alios, qae
cozinha, lava engomma pcrreilamenle ; o motivo
da venda se i^ ao comprador : a tratar ua traves-
a dos Ezposlc 11.18, primeiro andar.
VeuB-tum prelo proprio para servico de en-
genho, de boi(a figura e moco : na rua do Crespo
n. 17 se dir u}em vende.
Vendemw 6 cadeiras de amarello, de asiento
d palliinha, ctp pouco uso e muilo bem feitas : na
rua doCollegi*. 13, loja.
Venderp- duas rollas de jancllas, de ama-
relln.j servid.y porm em perfeilo estado, cum 5
palmos de largit c 7 tpi dcallura : na rua do Col-
lcgio, loja n.l:;.
Vcnden|~r*]icneiras de rame na padaria da
rua larga do Ruino n. 48.
Vende--* ic aterro la Boa-Vista n. 80, gom-
ma para eng(mriar ltimamente chegada do Vraca-
ly, a 1110 rs. htm.
Vendo-* fm escravo de bonita fisura, sodio
que cozinha he proprio para qualquer servico: n
rua da Cadeia Vtilia 11. 45.- *
Vende-suma escrava moca, sadia, de bonita
figura e com .-guias habilidades : na praca da lloa-
Visla venda d; esquino do becco do Veras".
Vende-f.ain sobrado de om andar com solao
em nina das phicipaea mas desU cidade, em chaos
proprios, muil. bem construido c elegante : o qual
accommoda 111 a familia nfio pequea : quemo pre-
tender comprn, dirija-te a rua Direila n. 83, que
ah se inhuman a respeilo.
Vendem- 2 muala prendadas, mocas
boas lisuras, 1 nolequc de 15 annos, o mais I
e de
. bouilo
que se poda enmurar, 4 escravos para lodo o ervi-
o, 2 prela om habilidades, moca c boas lisuras
na rua da Senzala Velha 11. 70, segundo ou Icrceiro
andar, sedi-ra quem vende.
Vende-se rap igual ao de Lisboa a 2s000rs
na rua da Scnzala-Vellia 11. 70, segundo ou lerccir
andar.
Na rua de-se cera lano en -ni....., comoem vellas, cm cai-
ms, com uiuito I -ni sorlimeiilo de uperior ouali-
da.ir-,. heaaila ,\, Lisboa na barca CralidSo, asim
como bolachinhav em latas de s lil.ms.e farello muilo
:io\ocm sacia- drhias le 3 arrobas.

indieiros bronzratlos.
tro gaVanisado.
fo em fllia para forro.
POGRAPHIA.
37 primeiro andar, vende-
nova com ftdos seus perleuces.
I contento e tesouras.
do Ilecifc n. 48, primeiro an-
gusto C. de Abreu, conlinu-
1 rs. o par (preco fizo) asi
amadas navallia de barba felfa
1 que foi premiado na expsito
alem de durarem eztraordina-
1 no roslo na acQo de corlar;
licao de, nao asradaudo, pode-
o azul para fardas de guarda nacional a 3J0O0
X) o covado, dito prelo para palitos a 39000,
e 4J>oOO, lencos de seda de 3 ponas, proprios
ra senhora bolar pelos hombro a 640 cada um, e
milo mais fazendas em conta ; na rua do Crespo,
oja n. 6.
SANDS.
SALSA PABR1LHJL
Vicente Jos eBrilo, nico agente em Pernat-
buco de B. J. D. Sands, chimico americano, faz pu-
blico que lem rbesado a esla praca urna grande por-
cao de frascos de salsa parrilha de Sands, que sao
verdadeiramente falsificados, e preparados no Rio
de Janeiro, pelo que' se devem acautelar o consu-
midores de lao precioso talismn, de cahir Dente
engao, lomando as funeslas consequencias que
sempre costumam trazer o medicamentos falsihca-
dos e elaborados pela mi daquelle, que antepoem
seus interesses aos males e estragos da humanidade.
l'ortaulo pede, para que o publico se possa livrar
fagn .i'i..iBt .. ..'.uanm.ii u..i.-- r-'.iii...
NO ARMAZEM DE C.J.ASTIE!
ECOlPAlffllA, RIA DO TRAPICHE N 3,
ha para vender o seguinte :
Cal branca franceza.
Folha de Flandrs.
Lstanhoem barra.
Cobre de 28 e 30.
A7tede Colza.
Oleo dc'linhara em latas de 5 galocs.. '
Champagne, marca A. C.
Oleados para meta.
-rapena-u,hm pUia totio~o!cla1T .-
Formasdeolha de ferro, pintadas, para.
fabrica deassucar.
Ac de Milao sortido.
Lonas da Russia.
Lazarinas e ca vinote.
Papel de paquete, inglez.
Brim de vela, da Russia.
Graxa ingleza de verniz para arrea.
Arreibs para um e dous cavallos, guarne*
ci dos de prata e de latao
w Chicotese lampees para carro e cabriolet
Arados americanos. $ 'Louros de viado de lustre para" cobertas.
Cabecadas para montara, para senhora.
Esporas de ac prateado.
AS SENHORES DE ENGENHO..
0 arcano da invenqao' do Dr. Eduar-
de Sands da falsilicada'e reeenlemcnte aqui chega-
da ; o anouncianle faz ver que a verdadeira ae ven-
de nicamente em sua botica, na roa da Cnnceiclio
do Recife n. 61; e, alm do receiluario que aeom-
pauha cada frasco, tem embaixo da primeira- pagina
sen uome impresso, ese achara sua firma em ma-
nuaerip^ ^obre o iuvoltorio impresso do mesura
Vende-se um cabrioiet com sua cnmpelenle
coberla,e apreios, ludo quasi novo ; assim como 2
cavallos do mesmo j ensirtados e mansos : para ver,
ua cocheira do Pedro ao pe doarsenal de marinha, e
para Iratir, na rua do Trapiche Novo n. 14, primei-
ro andar.
5 Vendcm-se arados americanos chegados ni-w
^ limameule dos. Estados-Unido,* pelo baralo
preco de 405000 rs. cada um : na ruado Tra-
piche n. 8.
DEPOSITO DE PANNO DE ALGODA'O
DA FABRICA DE TODOS OS SANTOS
VA BAHA.
Vende-se o superior panno de algodao
destAbrica, proprio para saceos e roupa
de csVavos : no escriptorio de Novaes &
Companhia, rua*de-Trapiche n. 54, pri-
meiro andar. ~~~>
Vendem-se 4 escravos, 1 mulato de 20 annos,
1 moleque de 17 annos, 1 preta lavadeira e esgom-
madeira, 1 prelo de 40 annos e 30 travs de pao dar-
co : na roa larga do Rosario n. 25.

n.1
piapaMel
mo toda a q;
e o importe : na mesma casa
[ para minas feilas pelo mesmo
pUIO DE COLLARES,
lipa : 110 escriptorio de Augusto
" Cadeia do Recife n. 48, pri-
!" Pianos.
busica acnam continuadamente
fjeqer c\ Companhia, rua da Cruz
[tmenlo de pianos fo;t?s e fortes
lodellos, boa constricrao e bel-
por mdico preco!; assim co-
inslrumenlos pan msico.
te de nabo cltriflcdo,
djeiros de mol por ser
rs. a medidl: no ar-
tleyS,C.,r*doTra-
QA. EM.BVTIJAS,
tica de Balliolomeu
ra larga POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
ila-se aos senhores de engenho os
seii8 bons elfeitos ja' experimen-
tados : na rua da Cruz n. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron i
f9 Companhia.
OLEO
viaide-sej
I'rancii
n 7)
039 A.
Confronle al Rosarij de Sanio AJIonio vende
cm Lilas e aaeldho novns iiiscolos-Jelisboa, a pri-
meira vez vloilis a este,iercado.
Na bcticKenlral j^bieonalhica.rua de S. i$
Francisto (luiidji ,if lj?. 68 Af Vende-se "
por preio cgmodiSno onovo aanual do ...
# Dr. JohrOI luzid(femi(*prluguez c acenm- ti)
~ modado a i lligeniia do povo. A
SOUTES.
O 3) A, conjunte jo Rosario ci S. Anlonio,
vendem-se asj is ric* bailas de ela.lo para as
nortes de S. JdTe S. ledro qne lemvndo a esla
cidade, e janlaf ote aifendoas a retaho e em fras-
cos.
- Liltitja moda.
Vcndem-se cortesle calca de cjenrira de
cures, patlrjes da qtima moda epor mui-
lo renor eco di que eni oulr;. qualquer
parle : na lo do aorado amarellida roa do
yupimado 29.
Vendefa-se iperiores aieixas fran-
cezasja' beii conlecidas pelapessoas do
bom palad.-u, emlatas de 12 libras : na
rim'da^rCrivprr-i primeiro adar.
-r- Vei}de|ai-se camisas fiacezas com
aberttres^M bretjnha de lino e de ma-
dapolao liPiisimo. por preco commodo.:
na rua a. CruZn. 26, prmero an-
dar. ,
Vejidem-se herturas ddinho linis-
simo e d: madaptlo para emisas : na
ruada Cu n. 2(i primeiro indar.
- Vftoc^se sujerior cliolate fran-
cez.jiorJj'eco conmodo, cheado ultima-
mente: pama da Cruz n. 'J, primeiro
anda. .
Nfcrua da C-uz n. 26,irimeiro an-
dar, tempara venler esptnardas fran-
cezas, con dous cajios, ja' exprimentadas'
para ca), e vendan-sc por aalquerpre-
co, agradando ao .comprad^
Verjem-se Krcche e Aissinth, de
superior'jtialidadc, por precomrrpdo :
na rua ^a Cruz n. 26, pimeiro an-
dar.
O amantes da boa pida, so con-
vidados comparecer na ruiarga do Ro-
sario, lm duCardcal, paiaomprare a-
preciarp boa pitada doRolo fran-
cez.
LOTERJL DA MATRIZ D;B0A VISTA.
CasaJa Esperanca ruado Quei-
madon. 01.
Nesla c!a esl a venda nm coplelo soriimenlo
de canlel desta Idteria. cujas ros andam no dia
li dejulh.
VcnP-se urna batanea roma com lodos os
eu* perleres, em bom uso e dei)0,libras : quem
a piclendt, dirja-se i rua da Cr, armazem n.,4.
ARADOS DE FIRO.
Na {iiidi;:io* de C. Srr. & C. cm
Santo ,in;n o acha-se p.a vender ara-
dos '.jerro de --vioipialidade.
Vendem-se relogios de oaro e prata, mais
barato de que em qualquer oulra parle '
Ji praca da Independencia n. 18 c-JO.
apeos pretos francezes
pelhores e de forma mais eleoanlo nue
v....... i uUlluj utf un i ^qgituuum pul lile-
nos preco, que em oulra parte : na rua da Cadeia do
Kccife, n.\l7.
Oepoiito it fabrioa de Todo o Santo na Baha.
Vende-seLemcasa deN. O. Bieber C, na rua
da Cruz n.| 4, algoda trancado d'aquella fabrica,
milito propn o para saceos deassucar e roupa de es-
cravo, por j ireco commodo..
/ Vend^in-seem casa de Me. Calmont & Com-
panhia, na pi ac do Corpo Santn. 11, o seguate:
vinho de Man eilleem caixas de 3 a 6 diizias, linhas
cm nuvellos ecarreteis, bren em barricas muilo
graneles, aro c'e milao sortido,, ferro iuglez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senz.ala nova n. 42.
Neste estabe lecimento continua alia-
ver um compl at sortimento ce moen-
das e metas moe ndas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ierro batido
e coado, de todi >s os tamaubos, para
dito. \
PECH1HCHA rUM OS SRS.
,, ARMADlufer-
INa loja da rua do Queimado n. 22, vend. -se *e-
Iim azul claro de superior qualidade a 500 rs- o
covado com pequeo toque de mofo, he para icabar.
HE BARATISSIMO.
Corle de brim de cores de puro linho e p 'drde,
modernos a 18750 rs., assim como grvalas i se-.
lim de cores muilo Imiilas a fiOO is. ditas de ehita
a 200 rs. venham ver-fara se capacitar, na lo a (,o
Leopoldo da Silva Quetroz, rua do Queimado i 2-
CHALES DE ALG0D\0 MIJITO
BONITOS A 1,000 RS.
Quem o vir compra, anda que nao lenlia voi *a-
de. na loja de Leopoldo da Silva Oueiroz, rua do
Queimado n. 22.
do Stolle em Rerlin, empregado as co-
lonias inglezas e hoandezas, com gran-
de vantegem para o melhorament do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o memodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa di
i\. O. Ricber Companliia, na rua di
>Cruz, n. 4. '
ESCOCEZDELAA'ESEDA.
Vende-se escocez de Jaa e seda de gos-
tos.os mais modernos, proprio para vesti-
dos de senhora : una do Queimado n.'
38 em frente io becc*da Congregacao,
e da-se amostras deixando penbor.
QUEMSE PmSKTOS.
Na rua da Cruz do Recife no armazem n. 62. de
1 nlonio Francisco Martin, m vende os man supe-
riores queijos londrinos, presunlo para Hambre, l-
timamente chegados na barca ingleza 'afpa-
VINHO DO PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinhb do Porto, em
barr8 de *., 5. e 8.: no armazem da rua
do Azeite de Peixe n. 14, ou a tratar no
escriptorio de Novaes & Companhia, na
rua do Trapichen. 54.
Vende-se urna prela por menos da metade do
seu valor, s por ter um defeilo no brco direilo, le
idade 20 anno, bonita figura,.mnitosadia, de ezcel-
leole enndurla.jM irlo* tiem arlwmMi n alia a
jS* 2? ^SW^'^iTSp-r. o ^- r
% icos de casa como para a rua, e carinhosa para me-1
nim por jn estar costumada ha muitos anno, e o
motivo porque se vende se dir ao comprador: na
rua da Moeda, sobrado de um andar n. 21, entrad*
pelo becco.
Vende-se com cavallos ou
' carro de 4 roda com
' forte o com pouco u:
"bom estado : a falla
pendencia u. 18e20.
Chumbo.
Vende-se chumbo em barra
zem de Eduardo II. Wvalt, ro
n. 18.
Deposito de vin
Eagne Chateau-Ay
dade, de propr;
de Mareuil, rua
cife n. 20: este vinl
de toda a champa
se a 36<000 rs.
se unicamehte em
comte Feron &
As caixas sao marca
Conde deMarcui
das garrafas sao,
Na rua do Vgaro n. 19, primt j-
ro andar, tem para vender diversas mi -
sicas para piano, violao e flauta, com -i
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, schc
tickes,. rnocfinliai, tdo modernistimo
chegado do Rio de Janeiro.
Na rua lo Vigari a. 19 primeiro andar. Icm pa-
ra vender-sechapeos de wslor brancopor commodo
preco,
AseneUe Edwla BU.,
Na ruaUesApolln. 6, armazem de Me. Calmen
ov Companhia, acha-se constanlemcqle bons sorii-
menlo de taixas de ferro coado e balido, lano ra-
sa como fundas, moendas inctiras todas de ferro pa-
ra aiiimaevagon, ele, ditas para a rraar em fliadei-
ra de tndeisos tamaitos e modelos os mais modernos,
machina horisonlal para vapor com forca de
4 cavallos, ceos, passadeiras de ferro eslanhado
para casa de purgar, por menos preco que os de co-
bre, esco vens para navios, ferro la Suecia, e fo-
1 has do flandrs ; tudo por baralo preco.
> Vendem-se pregos americanos, em
barris, pi-oprios para barricas de assu-
car, e alvaiade dezinco, superior quali->.
dade, por precos commados : na ^u '
Trapiche Novo n. 1G.
Velas de carnauba.
Na rua da Cruz n. 15, segundo andar, v
velas de carnauba, poras c compostas, feil;
caly, por menos preco do que em ulr?
parle.
Taixas para engenhr ,9-
Na fundicao' de ferro d e D- W.
Bowmann, na rua do Un tm, passan-
do o chalarte continua
completo sortimento de tai
fundido e batido de 5 a
bocea i as quaes acham-si
preco commodo e con- *
embarcam-se ou carro
sem d3speza ao comp
Bichas de Ha mburgo.
No ulico lepnsilo das hicl ias Ilamburgo, rua
esfreila do Hnsario n. II, ve- .idem-eeas niel boros bi-
chas de Ilamborgo aos cent .os e a relalho, e lamben
dpam por menos I- j que em oulra qualquer
parle.
PALITOS I' AI.I'At'.A I ItANCEZES..
Crainle sorlin1 nln de palitos de alpaca c de lil ini:
na'ra do Culle ;i> n. 4, e n> rua da Cadeia do Reci-
fe n. 17 ; ven.) em-se imr preco muilocommndo.
Na rua da Cadeia do
zem de Henrique
vendem-so relogios de ouro de
le ingleze, da melhor qualidade
Londres, por preco commodo.
Na rua do Vigario n. 19 prii
ven, a superior flanella para ft
gad recentemente da America. ,
-Vende-se um encllente cf '
mu bem construido, embom estad
r do AragSo, casa do Sr. Nesme
o prelendenles examina-lo, o tra
o mesmo senhor cima, ou na rui
u. 27, armazem. \. '
4
Moinbos de
'om bomba sd e repuxo para
decapim, na fundirs de 1)
doBramns. 6,8el0.
Padaria.
Vende-se urna padaria-muiloafre
com Tasso ftjrmaos. v I ^
A'os senliores de
Cobcrtore escoro de algodao a 800 rs., ditos mui-
lo grandes e encorpados a 15400 : na rua do Cresp,
nj.i da esquinadle volla para a Cadeia.
Devoto Christao-
Sabio a luz a 2. edir.ln do livrinho denomindo
ovlo Christao,mais correcto e acrescentado: vende-
unkamenle na livrarla n. 6 e 8 da praca da In-
nendencia a 640 rs. cada exemplar.
Redes acolchoadas,
ncas e de cores de um so panno,' muilo grandes e
liom goslo : vendem-se na rua do Crespo,, roja da
. lina que volla para a cadeia.
ESCRAVOS FGIDOS.
gam-se
ador.
\Z0
.ndein-se
is no Ara-
qualquer
haver um
xas de ferro
8 palmos de
a venda, por
promptidao' :
em carro
JAnlono, moleque, alio bem parecido, ir
averselhada, nnran congo, rosto comprido e barba-
do n;qucixo, pescoco srosso, pos licm feilos, luido
o dC(b ndex da mao direila aleijadn de um latlin.e
Eor i> o o Iraz sempre fechado, com lodos os dente,
em fidino, ofliciai de pedreiro e pesc'dor, levou
roupa de algodao, e urna palhoca para resguar-
dar-seda chuva; ha loda a probabilidade de lee sido
sednzilo por alguem; desappareccu a 12 d maio
curren e pelas 8 hora da manhaa, lendo obtido li-
cenca tira levar para S. Antonio urna bandeija com
roupa iroga-se porlanlo a todas as autoridades e ca-
pilacs S campo, liajam do o appreheuder e leva-lo
a Antm'o Alves Barboza na rua (le A|kiIIo n. 30,'
ou em l,ra de Purlas na rua dos Guararapes, onde
se.pagarlo lodas as despeza.
Fu.io na sexla-fcira 9docorrenl, as II horas
da manliia. um preta crioula de uome Alcxandriua,
de idadc18 a 20 annos, he baixa, lem debaiso do
lado drelo do queixo Ires costuras de gltflidola*. que
se r.isganm, sendo urna deltas mais saliente. Coi es-
crava Ur e lcvaL ^kCreSpon. 10,serigenerosamentere-
compe* ^|t^|^
-^BW\pareceii nar^ri^^rTaiieirn do corren-
leamwo cs-ra\o Josi1 Cacangc, de idade 40 auno,
puucn litis tu menos, com falla de denles na frenlc,
tedenlos crisrdos, e cicalrizes nas nadeeas ; arali-
ik-a-segenerisainenle a quem o levar ao aterro da
Bqa Vista 11.47, secunda andar.
'^../
Para. Ti. *?
*
a Parla. Xibi.
K


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