Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01655


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Full Text
ANUO XXX. N. 146.
OURTA FEIRA 28 OE JUNHO DE 1854.
*
<

Por 3 meses adianlados 4,000
Por 3 meses vencidos 4,500.
Por Anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARRKGADOS DA SUBSCRIPCAO'.
Recife, o proprielario M, F. de Fari; Rio de Ja-
neiro, oSr. Joo Pere.ira Martins; Baha, .0 Sr. F.
uprad ; Murci, oSr. Joaquim Bernardo de Men-
donca ; Parahlba, o Sr. Gervazio Victor da Nativi-
ly, oSr. Antonio de Lemos Braga ; Caar, o Sr. Vi-
ctoriano AugustoBorges; Maranhao, o Sr. Joaquim
H. Rodrigues; Par, o Sf. Justino Jos Ramos.
CAMBIOS-
Sobre Londres 96 i/2, 26 3/4 d. por 1
Pris, 360 a 365 rs. por 1 f.
Lisboa, 100 por 100.
Ri de Janeiro, 11/2 a 2 O/o de rebate.
Aceces do banco 15 O/o de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
n. da companhia de seguros ao par.
Disconto de lettras a 7 1/2 a 12 0/0
___________i________________________i. A
METAES.
Oar. Oncas hespanhols. 289500 a 29JK)00
Moedas de 69400 velhas. 169000
de 6*400 novas. .169000
de 49000. ... NgWOO
Prata. Pataces brasileifos.....1930
Peso columnarios ...... 19&30
mexicanos ....... 1980B
PAIVTroA)OS CORRE es.
Olinda, todos os das
Camar, Bonito e Ganhuns aosdias 1 e 1%.
Villa Bella, Boa-Vis Ex ^Orieury, a 13 Goianna e Parahiba^egundas sextas feiras.
Victoria, o Natal, di quintas jiras.
MASAR DE IIOJE.
Primeira
154 m|tos da manhaa.
i e 18 Mitos da tarde.
r->----------
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundas e quintasfeiras.
Relacao, tercas feiras e sabbados. *
Fazenda, tercas e sextas feiras s 10 horas. -
'uizo de OrphSos, segundas e quintas as 10 horas,
''ara do civel, segundase sextas ao meio dia.
u*do civel, quartas e sabbados
\
>
J
h
PARTE OFFICIAL.
i l i.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Couslando-me cora toda a eecteza,que a gente pao*
perrima, que hahilava margem do rio Capibaribe,
aot lujares dos Remedio e Vanea se acha na mais
deptoravf I mizeria por rama dos traaos que acaba
de faier a cheia do mesmo rio, e querendo esta go-
verno prcslar-lhe algum aoceorro, lem deliberado
ornear a Vroc., o vigario da Vanea e o respectivo
subdelegado, para em csmrnisso distribuirem al-
gn vveres memo algum dinheiro, quauto estric-
tamente liaste para matar a fome dessa pobreza ao
menos por tres das. E contando que Vmc. se pres-
tar de boa vontade a ese cto rito-e* desde j a fazesemessadespeza.aprcsenlando-
ne a adnta della para ser promplamente snlisfeila
pelo cofre geral. Dos guante a Vmc. Palacio do
(overno de Pernambuco 25 de junlio de 1854.Jost
Benlit da Cunha e Figueiredn. Sr. Delfino Gon-
5alves Pereira Lima, subdelegado da freguezia dos
i filiados.No mesme sentido mutati* mutandis,
flicioa-M aos oulros membros da commissan de que
cima se trata.
Tambern fo nomeada urna commissao para o Poro
Apipucos coiuposta do respectivo vigario, do Dr.
Jos Bernardo Galvao Alcanforado, Jos Camello do
Ileso Barres, e Luis do Keco Barros.
>
Expediente do da 31 de Junio.
(inicie Ao Exm. presidente do Maranhito, ro-
gando a eipedirao de suas ordens no sentido de ser
pasa ao capilao de navio Jos da Silva Neves. cou-
(Inctor da barca de eseavacio dcsli nada ao servico
daqajeila provincia,a gralifiraeao decent e cincoen-
ta mil res, porque .elle conlralou lal condujo, alm
da raeXo de bordo durante a viagem e de urna passa-
gem a cusa do governo para o seu regresso a esta
rida.le; e bem assim a soldada de 200o a um prali-
eo da costa 'do norte que tambern foi contratado para
o nesmo lim.-Commuoicoii-se ao capilao do porlo.
DitoAo Exm. marechal commandante das ar-
mas, inteirando-o de haver designado o dia 26 do
crrenle para a remullo da junla de justica militar,e
reeommendando que mande avisar a Ires offciaes
superiores para serrirem de vogaes na mesma jonta.
Fizeram-se as oulras communicaeftes.
IKlo Ao mesmo. reeommendando a expedicAo
de suas ordens, para que ocx-capilito docorpude
polica Kirmino Theolmiio da Cmara Santiago, seja
reeebido como preso no quarlel onde actualmente
se acha aquarlelado o dcimo batalhilo do infatua-
ra, vislo ler elle (le responder ao processo instaura-
do por occasiao do desfalque d'aqoelle eorpo.Cotn-
tunicou-se ao presidente do cnnselho.
Dito Ao inspector da Ihesourria de fazenda,
pata mandar abonar tres mezes de vencimentos a-
dianlados, inclusive os do correle mez, ao alfares
Joaquim Antonio de Morae, que tem de destacar
para a villa do Brejo. Parlicipou-se ao marcclial
enmmandante das armas.
Dita Ao mesmo, reeommendando que mande
foraeeer ,ao commandanlc superior da guarda nacio-
nal dtde aranicipio um litro riscado, rom 150 fo-
Ibas, para o registro das patentes dos ofQciaesda re-
serva. Cominunicou-se ao referido commandante
superior.
Dita Ao mesmo, inteirando-o de haver visla
de sua informaro, deferido favoravelmente o re-
qiierimenlo.em que Joanna Maria das Neves Teixci-
ra, pede licenra para vender a Domneos Jos Pe-
nara da Cosa, pela quanlia da 4009 57 palmos do
terreno da marinlta n. 44i,em Pura de Portas.
Dito Ao mesmo, dizndo que pode S. S. con-
sentir no despacho isenlode direilos, de qualro res-
mas de papel de Mniiiiii. He g|it"P y^-^
omVT ntAmlado *tr-oT-Europa per impectm-j.
alfandesa desta cidade para o expediente da reparti-
rlo a seu cargo. ,
Dita A mesmo, para que vista do recibo que
remelle em duplcala, estando nos termos leeaes,
mande S. S. pagar ao alteres do nono balalbao de
infamara Jos llarlios da Silveira, a quanlia de
11*400 por elle despendida com o alnguel do caval-
lu que ronduzio a lila bagagem de Garanhuns para
Villa Bella. Parlretpoa-*e ao marechal comman-
dante das armas.
Dito Ao chefe de polica, direndo que pode
mandar (azer dnus pares decalcas eduas camisas
risando-o, vista dos papis que devolve, conlralar I qualro pilastras no ponto mais conveniente do
com Mesquila & Dutra, sobre as coudi;6es por Smc
iudicidas, a tapagem da abertura que existe no cor-
rer da ra do Brumera frente do. poriao do fundo
daquelle arsenal.
Dito.Ao inspector da thesouraria provincial, in
teirandn-o de haver em vista do'sua iutormiicilo, de-
ferido favoravHmenleo requerimento, em que Aiilo-
nio da Silva Gesmao pede ficar com os imposlos dos
municipios da Boa Vista e ExtT, pelo pre^o porque
foram ltimamente i praca.
Portara.Ao agente da companhia das barcas de
vapor, para mandar dar passagera para, as Alagoas
pqr coiila do governo, o vapor qoesegde para o sul,
ao soldado do H." balalltaode.iufantoria, Joao M-
rianBodosSaato dido do alfet Ainilio Maia, a rconir-ae a*> refe-
rido balallio.Cqtnmunicou-ie ao commandante
das armas.
Dila.-^-Ao mesmo. para mandar dar urna passa-
gem de oslado, se houver Vaga no primeiro vapor
que passar para o sul, a D. Maria Joaquina da Silva
Pamplona, que segu * de seu' marido, o alferes Francisco Jos Martins
Pamplona.
Hila.Mandando admittir ao servir do exerrilo
como voluntario por lempo de seis anuos, o paisano
JosMatclla do Andrada. que'percber-JIni dos
vencimentos que por le lhe compelirem, premio
de 3009000 rs.Fizeram-se as necessarias co
Dcac,oes,
Alferes^ e o
BISPADO DE PERIfAMBUCo.
Circular aos rntrethmos parochot e prelados
regalares das cidades do Recife e de alinda.
Sendo indubitavel que um dos flagellos com que
adivine jiulira cosluma puuir os crimrs, com que a
provocam, he a inlemperie das estacos, noHe me-
nos cerlo que o meio de applacar a mesma divina
Justina, he dirigir-lhe humildes supplicas em espiri-
to de penitencia. Para que estas supplicas porm,
mais eflicazes se tornem, convm que os fiis, con-
gregados em nome de Jess Cliristo, como elle mes-
mo nosensina, asseverando que estar no meio del-
les, as dirijan) ao Altissimo no seu santo templo, on-
de o Senhor especialmente promelleu altender
oracao dos que orarem neste lugar santificado.
as circunstancias, poit, em que nos achamos,
cumpreque os reverendissiraos parochos as suas res-
pectivas matrizes ha jilo de, com o seu reverendo
clero, recitar as preces prescriptas no ritual romano
ad potlulandam serenilatem -<- por tres das con-
seculivos, principiando no d'amanhita, e igualmente
recommendem aos reverendos sacerdotes, que na ce-
lebrado do sanio sacrificio recitem a correspondente
oracSo ad postulandam serenilatem, durante a
presente calamidade ; afm de que o Pai das Miseri-
cordias e Dos de toda a i-ousojarao aparte de nos o
lerrivel flagello das excesivas chovas, que tao gra-
ves dainos lem causado, e anda amearam causar.
Quauto aos reverijndissimos prolados regulares,
eslou bem persuadido que, pelo seu zelo, de bom
grado ho do preslar-se a recitar as suas igrejas as
inesmas preces c orac3o. >
Recife 27 de juolio de 1854.
Por ordem e no impedimento de S.-Bxc. Rvm.
O provisorFrancisco Jos Tacares da Gama.
1 Ionio
Icos a
INTERIOR.
BELATOHfO
apresentadn assembla geral legislativa na se-
gunda sessdo da nona legislatura, pelo ministro e
secretario apestado dos negocios do imperio Lu:
(Continuacao do n. 141.)
MELUOUAMENTS MATEKIAES NO MUNI-
CIPIO DA CORTE.
s'i>
Dislrilwieito tagua.
Teni-sc contiuuado a dar o desenvolvmento pos-
sivcl s oBras relalivas ao abastecimento d'agua po-
tavel -na cidade e seus suburbios.
Para se preservar o cncanamento do Maracan
dos estragos provenientes das endientes do rio do
para cada nm do. sentenciados Manoel do Csrmo da mesmo nome e do de s. Joao ^n, ,, da( aguas
Slva t escravo Pedro, que se acnam occopados es- ,. .
mo cairelas na Hmpeta das pontes dsla cidade, en- d monlanlia c/errenos adj.eenles, conslrmram-se
4 B J^ _*L_ aB____S-___________J?-#_ ?_ illim.,..^ tHriPnllillrl llAn J1^ lantliArtn ^^ j^ I rt ^^v^.J.b^1
/
J
viando S. me. a conta, aflm de ser salisfeita.
INlo Ao juiz relator da junta de justica, Irans-
miltiado para ser relalailo em sesso da mesma jun-
ta, o procesa frito ao soldado do dcimo batalhau de
infantaria Jos Thom. Parlicipouseao marechal
cornmaadante das armas.
Dilo Ao inspector do arsenal de mariftha, ap-
provando os contratos, cujas copias aeompanharam
ao sea offico n. 670 por S. me. celebrados com os
negociantes C. J. Aslley & C. e Rolh & Bedonlac,
para e fornecimeato de cernalo aquello arsenal.
t>mmunicou-sea thesonraria de fazenda.
Dalo. Ao contador le marinha.Remeltendo i
Vmc: a inclusa copla do aviso do ministerio da mari-
nha de 5 do prsenle mea, no qoal se determina que
bavendo S. M. o Imperador por decreto n. 1,393 de
17 de pausado, axlinguindo as contadoras de mari-
nha desta provincia, da do Para e da Baha, nos ter-
mos do naragraplio 4 do artiga 11 da le n. 719 de
2K de sotembro do anno passado, se expecam as or-
dens necesaarias para execucao do mesmo decreto,
qae lambem lhe remello por copia; tenho a recom-
meadar-lhe, que qoanto antes compra Vmc. por
sua parte com toda a pontualidade o que nelle se
dispne, observando fielmente as inslrucr.&es coudas
no referido avho, certa de quenesta dala remello
lambem copia de ludo a thesouraria de fazenda e ao
snapertor da arsenal de marinha. Fez-se o expe-
diente de que se trata.
Bis A o commandante do destacamento de Na-
zareth, pa. mandar reforjar o destacamento de Po-
dras de Faga., com praras sufllcicntes e um sargento.
r.ommunicou-se ao chefe de potlcia.
Dilu Ao inspector da thesouraria provincial,
inteirando-o de haver de conformidade com a sua
informaro, lineado no requerimento de Joaquim
Candido Ferreira, arrematante da ronservacSo da
estrada da Victoria, o despacho reguinle :Podo o
supplicanle empregar o numero de Irabalhadores
que jatgar snfllcienle, com lano que aprsenle a
estrada bem conservada nos termos do seu contra-
to; qoanto ao abahuhimenlo nao esta obrigado a fa-
ze-lo unde no.eiistia, c sim a conserva-lo nasjuga-
resem que havla quando fez a arreniaUraoaaKom-
munirou-se ao director das obras publicas.
Dito Ao msate,' para que, vista do compe-
tente certificado, mande Smc. pagar a Joaquim
Candido Ferreira, arrematante da conservado da
estrada da Victoria, a importancia da segunda pres-
larao do seu contrato. Communicou-se ao direc-
tor das obras publicas.
Dito Ao mesmo, para que, prestando Fr. Nor-
berto da Puriflcaejio Paiva, prjur do convento do
Carino de Goianna, fianra idnea, mande Smc. cn-
Iregar-llie ou ao seu procurador os seiscentos mil
ris, que pela lei do.ornamento vigente foram con-
signados para as obras do mesmo convenio.
Dito Ao procurador fiscal da thesouraria pro-
vincial, dizendo em reposta ao sea offtcio, qae pu-
de Smc. prupor a demsso do ajudanlc daquella
prciiradorla na cidade de Goianna, indicando ao
mesmo tempo a pesaos que odeva substituir.
Dito A cmara municipal do Recife, approvan-
do a prnposla feita por Hit. ulano Alv. da Silva,
no sentido de ser alterada a planta desta cidade,
a parte relativa dirccrDo da raa projectada na
estrada da Sotedade para a do Chora-Menino.
Parlara. Ao agente da companhia das barcas
de vapor, para mandar dar transporte para a corle
por eonla do governo, no primeiro vapor que se-
guir, para o sul, ao alferes Francisco Jos Martins
Pamplona.
DRa Nomeaudo, de conformidade com a pro-
posta do chefe' de polica, os bichareis Francisco
Gomes Velloso de Alhdqnerqoe l.ins, e Antonio dos
Santos de Siqoeira Cavalcanli, este para quarlo e
aquello para lerceiso sopplentos do subdelegado da
freguezia ^la Boa-Vista uesla cidade. Conimuni-
cau-st ao referido chefe.
23
Ofltri.Ao Eim. marechal commandante das ar-
mas, inteirando-o de haver, vista de sua infurma-
cm, concedido n lircnca de 3 mezes com sold por
iileiro, que pedio o alferes d.. estado maior da pri-
meira rlasse, Joao Brrelo Pecanha para tralar ce
mu mude.Commnuieou-se a thesouraria de fa
acaula.
Hito.Ao mesmo, devolvcndo o pedido c seis
barras de madeira .para a fortaleza do Brum, fim
de que S. Ese. de conformidade com sua informarlo
o mande reformar.
Dilo.Ao inspector da thesouraria de fazenda,
para qae, senda de conformidade coma lei, mande
S. S. adantar Ires mezes de sold a cada um dos
lenles do '.' balalliitn de infantaria, Domingos
K.Hlrigues l.o|ies e Jos Marcellino do Aragiiu, que
1.1 un ullimuiM-nle promovklos.Parlcipua-se ao
marechal roiiiiuandanl das armas.
Dilo.Ao inspector do arsenal de m.ti inlu, atilu-
diversas muralhas. Deu-se tambern mais conveni-
ente direcrao ao primeirodesles ros, rujo leito deve
ser anda.alargado c aprofundado.
As ruinas que solfreu o mesmo encanamento, por
occasiao das copiosas chuvas do mez de muio do anno
passado, foram inleramente reparadas.
Colratou-sc a cantara necessariapara conclusao
do encanamento que communica o acude com as
caxas de purlicacao da Tejuca, e, foram eslas
coberlas.
Comecou-sc o trabalho da cobertura e revesti-
mento do aqneducto que se cxlende desde o acude
al a caixa.do Maracan, e foi reparado o aoligo en-
canamento desle.
As caxas de dslribuiro no Barro Vermelho estilo
promptas, restando apenas alguns trabalhos accesso-
rios, dos quaes se traa.
Levantoii-se urna m'uralha para sustentar as Ier-
ras, cujo dcsmoronamcnlo amearava o encanamento
de Andarahy-Grande, e, as proximidades da caixa
de puriicacRo, limpuu-se o rio, e collocou-se mais
urna lorneira. 4 <
Assenton-se m encanamento d ferro desde o
campo de S. Christovao al a praia dos Lasaros, o
qual fornecc agua a qualro torneiras.
Foram comprados alguns terrenos, por unde pasea
o novo encanamento de Maracan, c bem.assim a-
quelles em que csiao assentadas as caitas do Barro
Vermelho.
Tem-se adiantado a cobertura dos tubos do An-
darahy-Pequeno.
Aclin-se preparada a cantarla necessaria para a
conclusao das tres grandescauas de deposito, e urna
de purificado no nqueducto do Carioca ; junto ao
mesmo aqueduelo acham-se em conslrucciio, em tres
differentes pontos, muralhas para sus seguranza |
roncluio-se o assentamento interior das forras de
cantara ; e foram fitas duas casas para hab tara o
dos guardas. a
Naladeirade Sania Thereza fez-se urna pequea
caixa para abastecerlo encanamento, que se assentou
dahi al a esquina da ra do Resende, e pelo qual
sao alimentadas diversas torneiras; e oulra nasWa-
dera de Sanio Antonio para augmentar o foreci-
mento d'agua no encanamento do chafariz de Santa
Rita.
Conclnio-se o encarmenlo da ra da Real-Gran-
deza, e foram construidas ama pilastra na praca dos
Lees, e oulra na ra de S. Joaquim no bairro deS.
Clemente.
Repararam-se os cncanamentosdas l'aincras, da
ra de Santo Amaro, o assentou-se urna pilastra
para abastecer a mesma ra.
Afim de suprr d'agua as torneiras da praia do
Flamenca, preparoa-sc urna caixa provisoria.
Ullmaram-se a caixa, e o encanamento do morro
do Sacro e da ra de Silva Manoel, bem como os da
Praia Formosa.
Continuaram-se as obras do acude, calas, e en-
canamentosdescohertos para abastecimento dosbair-
ros da Lagoa, S. Clemente, e Botafogo, e concluio-
se o concert da eslrada beira da Lagoa.
Con Ira Ion-se i eonslruccao das caxas de parili-
cacao, e depsitos de reas do encanaraeolo do mes-
mo dstricto, ebem assim oulras obras aceessorias, e
urna casa para morada dos guardas, pela quanlia de
24:000.
Acha-sc promplo o encanamento entre o lugar de-
nominadoCaberae o Caminho novo de Botafo-
go, e assentaram-se nesla linha oito torneiras.
Colloearam-se, na ra deS. Christovao, urna lor-
neira ; duas pilastras na Praia Furmosa, e oulra no
crusamenlo do aterrado com a mesma Praia; e con-
cluio-se o respectivo encanamento, que parte das
caias do Barro Vermelho.
Assonlaiain-se tambern urna orncir.i na ra da
('Horda Velha, oolia na Pedra do s.L e oulra no
Barro V'ernialkn em S. CbrislovSo. i
Ueu-fe 'finaliiH'uie ordem para corB,rac$a ^
ral da cidade para terminaeo dos encanamenlos,
Foi ons-uido um chafariz na Praia d'
em frente ao Caminho Novo, e junio ao ai
faciz da mesma praia, fez-se nma casa'
guardas.
Esto cuncluidos o do Sacco do
pecliro encanamento ; o do largo do Capim, e o
larae &<& Domingos.
. RepaTaram.se, o da morro de Paula Mallos e para
sua seguranca, bem como do encanamento,tevan-
tou-se urna muralha ; o do Campo de S. ChrUwaof
os 0efa^o^doa.tki^eTdo lacsodo VaVWSro;
a caixa do da Gloria ; o de largo de* Santa RJ ; e
o do Campo d'Aedamavao. a*
O amero de bicas, qae 'actualmente ataslccej
esta cidade e seas suburbios, sobe a 385. sen*) ali-
mentadas 208 pelo novo encanamento do Marjcanl,
108 pelas aguas de Carioca, 26 pelo encamelo do
tlheo no Andarahy Grande, 14 pelas aguas |o rio
que desee do Caneca na Lagpa, c 55 por dUTdentes
mananciaes.
A particulares leed sido concedidas 697 jennas
d'.agua, alm das que existem em diversos es^bcle-
cimentos pblicos.
Pde-se calcular, na o pinino do coroni
Joaquim de SouEa, em 413,0(0 pal
quanlidadc.de excellehle agua potavel,quehdassim
distribuida por quasi todos os'barros e r d
cidade. /
Esta poreao d'agua nao excede anda, ^g""do
clculos aproximados, a um quinto da qajJ'tuade
que poderao' fornecer os duTerentes manan(es co-
nhecidos.
Tam-se continuado os trabalhos floresta8 P3'*
conservacao c restabclccimenlo dos arvor"04 nas
proximidades dos mananciaes do Carioca, e/m torno
do aqueduelo. ,
Na monlanha do Corcovado.acham-sc [enarca-
das o limpas 493 quadras de cem bracas *.
Conlam-se nessas quadras 9,637 arvod deira de le cssificadas, das quaes foramllsnladas
6,527 em dilTerenles annos.
Convem que seja levada a effeto a dcsarpPr'3CSo
nao s dos terrenos generativos das aguas i). Carioca
por onde correm os encanamenlos da ljS0inha c
Silvestre,* como, na serra da Tejuca, dar'elles em
que se acham as nascentes do Maracan, i? S- JoBo
e do Andarahy-Grande.
Esta medida deve comprehender lamb'm e* let-
renos de todas as nascenles que) fornecef1 ou P"
dem fornecer agua para .ibasteeimenlo d| cidade e
seus suburbios, como condi;o da conserva10 e pu-
reza deltas.
2.o
Diversos mlhorahuntos.
Acha-sc concluida a obra do rebaixa06"'0 ^
morro do Sacco.para facilitar o transito pe I rua do
mesmo nome. r
Deu-se principio cnnslrucrSo de unu'P0I,'e d
tedra e cal no alio do Corcovado.
JiaxaBfaSs^ifflawtan*es rfiarat n^ R> -
jardim Botnico, e diversas obras nojarOfU
seio Publico.
Foram tambern reparados os edificios i1 collegio
de Pedro 2., da igreja de S. Joaquim,'o Uiealro
provisorio, do curreio-feral, no oaaal se cqIC0U nma
bica d'agua potavel, da bibliolheca publP>> do mu"
seo nacional, da cynara dos Srs. deputai0*' da se-
cretaria do imperio, e do hospital da Jurnba.
Repararam-se finalmente as ruinas caldas pelas
extraordinarias e copiosissimas chuvas q!j!> no mez
de maio do anno (indo, innundaram uha parle da
cidade, obslrndo o damnificando as gJ>des vallas
de esgolo; e reconslr nio-se em grande pai' o caes da
Gloria,* qae o mar eslragou na mesma < "ariao.
Tem dado o governo lodo o impulso ,1e lhe ha
sido possivel, ao callntenlo da cidade |
Com o auxilio dos 200 conlos conced n ultima
lei do ornamento, e com' a somma di .00 conlos,
producto da ollera feita pelos novs Jionistas do
Banco Nacional, traa o governo de n waro ac-
tual syslema de calcadas, sdbstiluim pelo de*
paraUelpi pedos.
Para este fim conlralou j o calram ll das ras
Direila e de S. Pedro. Os respectivos mprezarios
aguardara apenas,'que se prepare o 'erial em
quantdade safflcienle para darem pri ipio a esle
servido, qae deve ficar concluido at ultimo de
dezembro do cnente anno. E
Mandou tambern o governo fazer poi administra-
cjio, soba direogao do engenheiro Lae >ma porcao
de cajeada pelo mesmo syslema em pa e da roa do
Clele, devendo a porc.io restante des! ra er ma-
cadamisada.
O serviro da rrigarilo das mas ten continuado
a ser fcito pouco satisfactoriamente,
exteader a ama pequea parle da cida
burbios, como pelo modo.imperfcil
prallcado.
Resolv ltimamente mandar po-lo
rao, segundo bases que eslabeleci, divid ido a cidade
em dislrictos, e perroillindo o uso da i dos en-
canamentos, .quando nao resaltar pro; i*> >*"
tecimento publico.
Estrada e Andarahy:l'equeno.\ "don o go-
verno repara-la, e ao mesmo lempo da 'be es al-
guns logares a largara de 60 palmos, ci taodo-Se as
tortuosidades, que aprsenla, coustruii mura-
lhas para sustentacao dos atorros, cal, ndo-a nos
ne-
das as des
rio.- EsU em col"%* dc "**> Hosa-
rerrg ucSa otra sobre o rioBe-
Para eslas obras mando. ,
lio de 9:000. ^erno preslar o auxi-
Malto-Grosso. ConcluioW ,
na eslrada da capital para esta c,o.ponle.uo ^'P0-
cipio a outra sobre o -Caxip miri.e *MMe Prin"
Tend-se arruinado a do Sangrad,
recentementa lerminada,' na estraaal^.1^3'''10'
occasiao das endientes n*
ao meio dia.
mi-
i <1 111-MKRII)KS.
Junho 4 Quarto crescente a i hora, 48
utos e'48 segundos da raanhaa-.
10 La cheia as 9 horas, 12 minutos e 48
segundos da tarde.
J 17 Quarto minguanle aos 5 minnUBe
48 segundos da tarde.
> 25 La nova aos; 5 minutos e 48
gundos da tarde. '
se-
arsenal
para lam
te guerra; e
Infantaria e
iram-se os lele-
e edificio
i do Pas-
ar a um accordo
- fcrca do preco desle
utorisacio concedi-
I do anno passado,
dicial a que se
Vai-se
, lem o go-
bos de
Jom
ruada
rador, em;
Joaquim 1
ton. 1087 dot
cadas algumas e
sentacoda baroneza
empfezarios. Algums
bre parte das condi^oes; e;
de novameule oivi-los a n
porlunamenle o que pan
Pela insperrae das obras
difierentes trabalhos por ceel.de
torios.
Ahasleceu-se d'agua
nha, fazendo-se as obras n
poderem abastecer semb;
assim osquarteisdo^" bal
regiment de cavallaria. Coi
graphosda Babilonia do Castio,
secretaria da justica.
'Canal do mangue da Crtji/t A'oro.Foi lti-
mamente apreseolada ao govenjielo commendador
Ireneo Evangelista de Souza ur proposla para le-
var a eueito a abertura Ueste" cal, cuja despeza lie
calcaladaem486 conloa, obrigao-se asalisfazera
todas as coiidicfies de solidez rfeieSo indicadas
pela commissao dq^Bgenhei ro.
Merecendo esta obra a alien do governo pela
sua importancia e grande ulilid- publica, rpre-
ar elle seos esforcos afimdasrealsada pelo mo-
do mais conveniente, se for bililado com suffi-
cienles meios.
Pela munir.ipalidade correrai's seguintesobras :
calcaram-se o macadumisaram-idiversas mas e es-
tradas, e oulras foram reparad; fizeram-se alguns
atorros; eouclao-se a abertura rua dos Benedic-
tinos at commnnicar-se com a i Pescadores, leudo
sido necessario demolir tres pros desta ; prolon-
gou-se oe S. Diogo, demolimie dous predios ;
abrram-se algumas ras no roo, do Neves em se-
guimenlp do de Paula Matloias Larangeras e
no Broc ; construiram-sc um pclhao na praia de
de Santa Luiia, urna ponte sabio rio S. (ioncalo
na estrada da Guaraliba, e outnbie o da Varzca
Grande ; repararam-se vallas e|uns caes; foram
construidas muralhas na rua di onciliacSo. Sacco
da Raposa,novo matadouro, (ir do Botafogo o a
margem da tagua deltodrjgo eitas.e reconstrui-
da, em parte, a do G>imn*%'clb>
aiaxla omplelo e imper-
feilo, o servico da limpeza das ios c roas da| ci-
dade.
He o objecto que oecapa a al^io do governo por
serum dos principies meios hyaicos de.que deve
lanzar mo.
Jtaadotaro em S. CMstaeS- Comcroa a ser
all frito o servico a qae he desldo, no 1 de agosto
do anno (indo, posto que os edos que se acham
construidos BSosejara mais do; a melado da obra
projectada. A sua renda he calada em cerca de
60:00019 aimuacs.
Est em con.strncr.ao urna milis borda do ca-
nal, que passa por nm dos sendos, leudo por fim
nao s dar seguranca aos edificl mas tambern faci-
litar os desembarques.
Para conclusao de toda a ob orea a Illm.-i c-
mara municipal as despezas nasarias na quanlia
de 250" a 300 conlos, mas a exigade de suas rendas
nao permute qae'lhe possar applicada mais do
que a somma de 20 a ,30 contotnualmente.
A falta que neste estabeleciito anda se sent
DAS DA SEMANA. y
26 Segunda. Ss. Joo e Paulo irms. mm. v
27 Terca. S. Ladislao re ; S. Zoilo ni.
28 Quarta. Jejum (Vigilia)S. Leo S.p.
29 Quinta, goj, Ss. Pedro e Paulo ap. S. Cyro
30 Seitta. S. Marcial b.; Ss. Lucianae Alpiniwa
1 Sabbado. S. Aarao 1. sacerdotedaordem Livila
2 Domingo 4. Visitacao da SS. Virgern Wi de
Dos a sua prima S. Isabel. S. Olhon b.
concert,
obras do Varadouro, ^nlre os tie* A
oac, B Brilhanle linham parausado, por
o ollical que aS iospeccionava, e pela
e de serem dadas promnunkrjrovidencias,
grande distancia qae memia enlre e*s-
1 da provincia : havia^|om ja
caminho para carros em ti
venientes originado*,por
nicacoes com a capital da
que ficassem as men-
idenle da do Paran,
sua continuado
io exercicio ser*
ajo so por se
e seus su-
porque be
a arremato-
i de ar-
rie desla
orje, nao
porque
Unos de largura
eanaiSa [>ara a ci-
: sendo a sua exlenso de cer-'
trabahos ne-
pdo
de provisoriamenle servir, esolire.o local emque a
nova deve ser collocada,'mas ainda nao adeu na
parle relativa ao syslema de eonslruccao desla, o que
o governo sement espera para consignar os fnndos
necessarios, afim de que Uo importante obra seja le.-
vada a effeilo no menor espaco de lempo possivel.
As obras da ponto provisoria continuara em anda-
mento.
Aeha-se concluida a.obra do caes d'A pollo.
Manden o governo dar a quanlia de 10jO:>03l9f
para pagamento das ultimas prestacOcs devidas ao
eznprezario desta obra.
Parahiha.-P-jrR contimlrao das obras da eadeia
V-^l"'aotorson o gbverna. despeza de rs.
obra dTande Xorle.Tem lido andamento a
capital cXr. doSalgado, na estrada que liga a
rior da prov8orle' e, por um ramal, com o inte-
que lhe abre coiifazeu,lo parte da eslrada geral.
Para sua conclua.'caCno m a do Cear.
acas, e a conslrucctfa apenas o trabalho de 320
[overno autorisou o'^ni ponte.
ra acablela, assegurando o a'fjeole da provincia pa-
para as respectivas despezas. dos cofres geraes
Cear.Jk^oiiTa da cadeia da c.
pelo governo cornea quanlia de 5:000$. auxiliada:
ercicio, continua erandamento. Nluar ex-
. Acham-se j coucIuiovm differentes repam
do edificio, e em estado deyeceber presos. ^" "^os

o transito
Com esl)
vinci a dis
Espera-se o i
que se mandou
xtorisado o presiilenie ila prB
nlia do 4:000;
i de ettmes e orcam
-i para se tratar do >,. v
liga estra-
bilitou o governo, pondo ana disposico a quantia
de 1&0009. '"' ""r"z-
Cathequese cidlisacao dos indgenas. ^' H
Pouco incremento tem do esle importante ramo *
'do servico publica A
Os aldeamenlds^ue em algumas provincias exis-
tem, ou nao apresentam melhoraj*ni0 notavel, eat-'
sa conservam cslacioinrios. Alguns lem ido em de*
cadencia.
O elemento* religioso, que foi o. poderoso meio
d acsa, aojqul se deveram os =rande* progressas
dacalhequasenoUmpospassados,nao tem |iodido
ser aproveilado por falla de missionarios.
Cuida o governo de providenciar este respeito,
e tem j tomado as medidas que lhe pareceram con-
venicntes para remover os obstacnlos, que ltima-
mente se oppuoham rinda daquelles padres para o .
Brasil.
As medidas e providencias, lomadas palo regala-*
menlo de 24 de julho de 1845, nao toen produzido
os resulladoi beueBcos, que se esperavam de sua
executSo, como por vezes vos tem sido eiposto.
Al* dase nao ler dado toda a importancia de-
vida, eaccao conveniente quelle etefnen.'o, de-
pende essencialmcnle a execucao de bies medidas
do zelo, fe dedicaro dos directores d'aldeas, que fo-
ram instituidos.
Mas, em geral, s pessoas qae leen aceitado estes

\
M
_. r------ cargos, aos quaes sanp ligaram vanlagcnsjlgonu.'s,
A eonslruccao da ponte da^qpilal parou por deNilm de simples honras mililares.uao podendo residir
ramelos, de que necessita aparto da'al
da para a mesma cidade alm do i,
Foi lambem posla dispeneXo di
lea quairtia dc 10:000-3 para melhota
de commiinicacao entre a capital da pro
corte.
S. Paulo. Para conlinuacao dos^pj
Irada que se dirige da'villa da Constil
de de Cuiabi, autorisou o governo a
3:000, e para conservacao da nova via
nicaco entre a mesma provincia e a de'Mlt
so, a de 2:6-205080.
Paran. .Mandou o%overno pir i disposico d
presidencia a quanlia de 12:000$ para auxiliar o
melhoramenlo das estradas, que communicam a ca-
pital com a villa de Antonina, c especialmente a
da Graciosa, ligando as povoaces de Serra-acima
com o littoral Acham-sc estas obras a cargo do ba-
rtlo de Antonina.
J, no correte exercicio, liuha o governo nulo-
rlsado a despeza de 10:000*. com eslas mesmas obras
antes da creaco da nova provincia.
Santa Catharina. Tem-sc continuado os tra-
balhat omprebeiululo pura wnlhnrumnuta darCstrn-
das, qae- alnrwssiiBi esta provincia, abrlnoai-rhrj
communicacao com as do Paran, c de S. Pedro da*
Sul.
Ahim do impulso, qae se deve dar a estes Iraba-
jhos de tonto inleresse para as relatoes commercias
das mencionadas provincias, convem que sejam
aberlas duas estradas interiores, sendo nma para
ligar as estradas geraes das Tres Barras, e do litto-
ral, passando pela colonia de D. Francisca, e ou-
lra, que, parlindo da freguezia de Itajahy, na dia
eslrada do littoral, termine na colonia Blmeneau.
Alm das vanlagens que a oulros respeitos produ-
ziram, conhecc-se primeira visla qaanlo concor-
rcrio para o incremento e prosperidade destas co-
lonias; O governo tratar de dar-lhes o devido im-
pulso, logo que.obtenha todas as informacOes neces-
sarias.
Foi c presidente antrisado a dispender com a*
referidas estradas a quanlia de 20:0001*, alm do
10".0tt| com obras provinciaes mais urgentes.
5. Ptdro do Su*. No artigoNavegado.inte-
rior tralei da obra da abertura do angradouro
beraaoda presidencia da prariniia, pocihe parecer
que o emprezario, que a tomara, nao salisfazia a
condiees de solidez que lal obraexiga-
^ Tem dado o governo as ordens necessarias afim dc
uir inmediatamente para essa provincia um en-
, ao qual se eocarregue a dirceco scienlifi-
la obra.
o pagamento da quanlia de 5:9598
i, importancia da segunda presta-
ematanle.
limamenle o presidente da pro-
necessidade que all se sen-
seja tratada a populado_po-
' >es em qae o flagello da
obtivera de difie-
a somma de 3:450$
eslabeleci raen-,
irmandade de
h
d'agua potavel ser brcvemei preenchida, deri- ^a Lagoa-mirim, quo tem sido auxiliada pelos co-
po nlos mais snseeplve4s-*-nriin,-e-fa!4l,o os i
cessaros boeiros.
Estrada desta corle Pacuna__Sn
gente necessidade reparar e uielhorar f\
eslrada, comprehendida no municipio na
s por ser de mu frequento transito,. devendo brevemente concluir-sc a eslrala para car-
ros, abena por ordem da presidencia ja provincia
do Rio de Janeiro, em conlinuacao aleo arahyba,
e depois al o rio Preto, he de evidenp c iveniep-
cia que toda a linha apreaente a mesna | rfeicao;
mandn o governo proceder aos exanes r cessarios
afim de se lev.-irem a efTeilo os mellirar 'Otos de
que fosse ella suseptivel.
Torna-se necessario, alm de diversa ob 18> abrir
um atalho para evitarse o rio do Faria.uja assagert
he diflicil e perigosa, e bem assim rtbixic 9e alm
de oulros, o morro do.Barro Vermelluem Chris-
tovSo c o do Pedregulho.
1 Deu-se principio a estes trabalhos, r j
descortinado e alinhado qaelle desvii e
descortinada, e nivelada a parle do mrre
rily, por onde tem de correr a eslradaafi
esta fique quasi plana.
Estrada da serra da Ba-Pista 1
Mandou o governo proceder aos exameoec J388***,
aflm de Irasar-se a direceo mais oconveien le P*18
abertura de nma eslrada para seges at il Io ^e5'*
serra, satisfazendo a todas as condljop d|-saH,,z
e perfeicao. I
A prupusta apresenlada pelo Viscondi dij Barba-
cena para cncorporacrui de urna compaoial^
feclue a construcean de nma muralha,qu
tonda desde o arsenal dc guerra al a ir;
Vilhsgaignon, edesta ponto mais salicne d > morro
da Gloria, e bem assim o aterro de Ido } espaco
comprehendido dentro destas linliiis. faznd. .desmo-
ronar para lal lim os hiorros do Castalio i d .Santo
Antonio, nao foi ainda resolvia definitiam sito pe-
lo governo. A importancia da empreza !xi; serios
exanies.
A decjslio de qualquer queslao sobre ele objeclo
depende da definitiva iirquisi^ii do mu ni SJto
Antonio. i,
e acia
lambem
do Me-
de que
\juca<
i se es-
ileza de
vando-se do encanamento, qu esl fazendo na
rua do S. Christovao, um ramaque lhe forn'ecer
quanlidade suflicienta para saUrer a todas as suas
necetsiddes neste ponto.
Obras publicas geraes e ricial* auxiliadas.
O estado do mercado monet da praca dc Lon-
dres nao teta permittido dar-a esenvolvimcnlo a
empreza do lelegrptn) eledrii |ue, na conformi-
dade do arl. .11 3 da lei de 2 setembro do ara-
o passadp, dever communic provincias de
Pernambuco e da Baha e a C
A estrada geral domunicipk corle provincia
de S. Paulo, na arte cuja co vaco se aclla a
cargo do brigadeijo Conrado J de Niemeyer
comprehendida entre o portao : Corral Falso e a
ponto de Itaguahycontinua eier.it em'aoffrivel
estado.'
Provincia do Rio de /awtrrTeem proseguido
as obras da estrada do Pie enlata provincia e a
dc Minas, a cargo do baraode I Alto.
Aclia-sc concluida a magniOqinle do Ribeirflo
do Salto, e praticado um alalhja franco ao pu-
blico, pelo qual se evilam oa rros dos Gees
de iogreme subida, e de diflia perigoso Iransi-
lo^tendo esse atolho l,6ibrale extensBo, e 20
a 22 palmos de largura.
Es'la obra lem corrillo por c da primeira das
ditas provincias. Entrando poi a mesma eslra-
da, em urna peqaena parte, p de S. Paulo, e
achando-sc tamban ah em ptio ealado, o go-
verno autorisou para se/ reparaessa parte, a des-
peza dc 3.-0009
Para conlinuacao das obras drada do Parahy-
buna, consignou governo a sua de 30:0009 ; e
ligando a esto estrada a devida brlancia, preten-
de no prximo exercicio prestan nm auxilio mais
eflicaz, que anido ao que Ihee dar a provincia
do Rio de Janeiro aprestar a samclnto.
He esta obra de urgente needade, por ser lal
eslrada a principal via de oranieacao da provin-
cia de Minas Geraes, e pela qu.ansilam lambem
viandantes, e se tfansporlam as das provincias
de Coyaz e Mallo-Grosso.
Teodo-se preposlo a companhia estrada de fer-
ro de Pelropolis a canalisar a'p do rio Bonga,
que percorre os terrenos,' que auna eslrada atre-
ves, na cxlensao de 880 braem linha redi,
no caso de ser auxiliada pelos co pblicos; e bs-
vendo o governo 'recouhecido, is exames a qie
mandou procederis vanlageresta obra, ja en
relacao salubridade do rounici da Estrella, -
golando-se os pantanos formadclas innundnrics
do" fio, ja por tornar aproveils esses lerreos
ora alagados, e que terao subidnor pela sua po-
ximidade referida estrada ; li ds|>osirao presideote da provincia a quanla 11:0009> ftra
este fim.
Minas Geraes. Concedeu iverno oauxliu
de 10KXWS para eonslruccao den ponte sobo o
rio Preto, na diviso desla prova com a do lio
dc Janeiro.
Por decreto n. 1,336 de 18 fevereiro ulbno
foram approvados os estatuios isorios da c^m-
panhiasL'niao e Industria qe prop&e cms-
Irucc.lo das estradas, de que trattccrelo n. 1,131
de 7 de agosto de 1852.
Coya:. Acham-se concluid Ires ponlMso-
bre os ris dos Bugres, das nas, e Kilnrn
que alravessa a villa de Cataln e foram reara
fres geraas.
Por conla do. crdito de 30:000 concedido pelo
goverm, no correade exercicio, para auxilio s
obras arovinciaes mais imprtenles, tem sido aber-
a a eslrada do Mundo Novo; com o filo de se
eslabilecer ama communicacao, que facilite o com-
niercit entre a capital e os dislrictos da Serra-aci-
ma, i termo da Vaccaria.
Nadata'das ultimas commanicacOes fallava para
sua eanclusio apenas o espado de legua e meia, tea-
do sito feita cora a largura de 80 palmos.
Espirito Santo,A estrada de Santa Thereza
Naliajdade, que lem por fin communlcar a capital
desta provincia com a provincia de Minas pelo ar-
raialde Cuyelhc, acha-se quasi concluida, seguudo
as uljraas informacOes
Mindnu o governo applicar a esta obra a quanlia
dB 4:000.
Par ordem do presidente dc Minas, abre-se ou-a
cslrula, que, parlindo de Cuyelh, deve enconlrar
aquella no referido ponto da Natividade ;. rom-
H'o-se lambem urna picada do Sacrame ulir- Grande
o Cuyelh, para completar-so a cajnmnotoaeSo.
Termiaaram-se os reparos da eslrada de S. Pedro
te .Alcntara entre a capilal da pr"rinrta o~aca4o>
Ji2 de Sania Isabel, mas ainda necesita de muilos
nclhorameotos, para que se possa considerar nma
ve-dadeira estrada.
Tem o governo tambern auxiliado a obra da aber-
tura dos canaes de Una, e de|Ilaunns, dos quaes tra-
te no respectivo artigo,
fahia.l'o'i concedido o crdito de 40:000 para
cinlinuarao das obras necessarias para seguranza nontanlia sobrauceira cidade baixa na capital. Es-
ta trabalhos tecn proseguido.
Mandou lambem o governo por a disposico do
presidente da provincia a quanlia dc 15:000 para
st applicada agua potavel nloda a capilal, o qual foi contra-
do com urna companhia, obrigando-s esta a col-
ficar torneiras em differentes Ctabelermentos p-
nicos.
Finalmente, para esgolo de pantanos e limpeza do
eilo doriu Camarogipe, bem como para canalisacao
le urna seccao do mesmo rio, foi prestada a quan-
lia de 17:830, pela qual linham sido estas obras ar-
rematadas.
Sergipe.A obra que, nesta provincia, tem cor-
rido por conta dos cofres geraes, he a da abertura do
canal entre os rios Pomonga e Japaratuba, que men-
c'umel no artigo competente
Alagas.Poz o governo a disposico do presi-
dente da provincia a quanlia de 16:000 para ser ap-
plicada s seguintes obras : conlidaaeao da abertu-
ra e reparos das duas importantes estradas, queda
capitalse dirigem as villas da Imperalrlz e da As-
sembla ; da Levada, qae liga mesma cidade a
Laga do Sul, e que foi oreada em mais do rs.
60:000 : e a eonslruccao de um cemilcrio ua ca-
pital.
Pernambuco.Para reconstruccito da importante
ponte do Recite foi concedida pelo governo, no exer-
cicio passado, a quanlia de 30:000. Prncedea-se a
trabalhos preparatorios; mas, lendo-se suscitado du-
vidas sobre elles, o governo cncan-egou especialmen-
te o engenheiro hvdranlicoC. Nheals de fazer no-
vos exames, e de dar seu parecer defijiilivo acerca
itlesses Ir.ibalhos segundo instrurriies que rereheu.
lApresentou j suaupinuo quanlo ponte, que ha
oulra
do edi-
ue se
^Racau de
\^K mportau-
fiz menco da
que tem sido
fic
acha
Ph
7:500
tes.
A/aronftIo.-
abertura do
auxiliada pelo gove
Tendo o presidenbfVBta provincia .coasiderado
|lias-grndes vaulawens, que resullarao da abertura
^deriSa'estrada.'que ligue a Yn-poraitle cidade de
Carias nova capital do Piauhy v separadas apenas
pela distancia de 11 leguas, mandou proceder ao or-
namento desla obra, e remetleu-m'o ltimamente,
sendo a sua cifra de 33:242 rs.
Projecta ainda o mesmo presidente fazer cons-
truir as seguintes estradas, tambera de reconhecida
vantagem para o desenvolvimenlo industrial e com-
mercial da provincia, Uo pobre de toes vias de com-
municacao: l., dos serlOes de Vianna villa de
Ourem nos margena do Guama ; 2., do rio Merim
povoacilo da Barra da Corda ; 3.a, desle ponto
villa da Chapada ; 4.a, desla cidade de Casias;
5., da villa de Tary-assn paragem, onde fr situa-
da a cotona militar de Gnrupy ; 6.a, da referida co-
lonia as minas de Maracassum.
Para as poder levar a effeilo intenta, em vista da
deficiencia dos cofres provincUes, obter da respect i-
va assembla aulorisarao para contrahir um empres-
limo com condic&es pouco onerosas provincia.
O governo csperanjiais miadas informacOes para
prestar a estas obras o auxilio que fr possivel, e
Uelle depender.
Para.Tendo sido concedidos pelo governo,no ej-
ercicio de 1851- a 1852, os fundos necessarios para
abertura de urna estrada entre a villa de Macap, e
a colonia militarPedro 2., situada nas margena
do Aragnary, foi esta obra contratada pelo presi-
dente da provincia.
Acaba o contratante de da-la por prompla, e o
presidente mandou examina-la para se -verificar se
todas as coudicoes do contrato foram devidamente
cumpridas.
No correle exercicio foi posto disposico do
presidente a quanlia de 20:QpO para auxilio das
obras mais urgentes.
Entrando nesla ordem a do esgolo dos pantanos,
que se acham nas immediares da capilal, eqnein-
preju-
flu'em sobre suas condicOes hygienicas, bem como a
qne tem por fita defender a importante cidade de
Camela dos desabamentos que ameacam a parto que
se .icha edificada sobre a borda do caudaloso Tocan-
tras, em ponto onde vai quebrar-so eo,m todt r tor-
ca a sua impetuosa corrento, mandaram-se tirar as
plantas e proceder a oulros trabalhos preliminares
aBui de se levarem a efleito estas obras.
~'Frata-tumbeano mesmo presidente dc mandar fa-
zer explorarnos para a abertura de urna eslrada re-
galar ebtre a capital e a villa de Braganca, a quali
devern dahi proseguir, passando pelo Tury-ass, at
cidade dc Casias.
A necessidade [desla via de coranwnieacSo, que
ligar dnus centros commercias de Uan importan-
cia,-lem sido reconhecida d'ha mullo, ej o governo,
em lempos passados lhe consignou fundos especiaes.
Tem ainda era vista mandar reconhecer o terreno
para se romper otra eslrada, .que, parlindo do
ponto que fr mais conveniente do rio Capim, que
desagoa prto da capital, v ler aos feriis campos
da* rades, nos margens do Tocantins, pouco alm
da extrema da provincia do Para com a de Goyaz.
Eslabelecida esla via de communicacao, ficar.lo
vencidas as dflieuldades que oppoem as numerosas
cachoeiras do baixo Tocantins s rclajocs lie impor-
tanlcsdaprovincia de Coyaz, ede parte dado Ma-
ranhao com a do Para.
Amazonas.No exercicio que findou, conceden o
governo o crdito de 12:000para serem applica-
dos s obras mais urgentes desta provincia.
A difculdade, porm, de se acharem operarios e
maleriaes preparados pouco permitlio fazer.
Apenas se deu comeco i eonslruccao d*nma olaria
na margom do Manos para supprir a carencia de
materiaes. Esla mesma eonslruccao progredio omi-
to lentamente por falla dc operarios.
Para diminuir a'difflculdade mandou o governo
ltimamente por disposico do presidente da pro-
vincia, para aercm empregados nas obras desle es-i
lahelecimcoto, algons africanos"livres, e um cou-
demnado, official olelro ; ordenou lambem a com-
pra, em Inglaterra, d'uma machina das mais aper-
feicoadas pera fabrico dc objectos de olaria, afim de
ser remetlida ao mesmo presidente.
Urna das obras dc mais urgente necessidade lie a
abertura d'uma estrada, que eslabeleea communica-
cao enlre a capilal da provincia e os campos do rio
Branco, oude se encontrara extensas o fertilissimas
paslagens, evilando-se as cachoeiras, que lornam dif-
licil e |>ergosa a navegaro do mesmo rio.
He esle um dos nwlliorameidos a que o presiden-
te Irala de dar impulso desde ja, e para o que o Iva-
aldeas, nem mesmo visita-las, e inspecciona-las'
dehlo nos lugares longinquos, em que se acham,
e fiscane exercer sobre ellas a necessaria vigilancia
Por out.
pontos, dadoto tem esla insfituicSo, em algons
governo trata digraves qaeixa por fados que o
Alm disto, entreHgar e cohibir,
pailam-se conflictos, qv^jtorea e missionarios sus-
diciaes- \juzem effeitos
- Em (aes cirramslancias, e*
cursos a seu alcance, nao he r"*i>-najqujulios ro-
cathequese o vigoroso impulso, dSoverno ,jar
poder marchar ventajosamente. ^Mce,para
Este objecto he entretanto digno da hjJs
lencao. Prescindindo dos seos fins humaniL
calhequese deve *r preparada para vir i
dos mais proveiiosos auxiliares da nossa cdlonis
cSo.'
Alm da importancia numrica dos bracos qae po-
dem ser aproveitodos para a agricultura, altrahmdo-
se do centro das florestas a grande porrao de selva-
eos, que ainda vaguejm n'ellas, e que s nas pro-
vincias do Allp Amazonas e Para, sobe, segundo cl-
calos aproximados, a mais de 100,000, dera ler-se
em coula qe, ainda no correr de longos annos, se-
rao os indigenas os nicos colonos, que podero cum
vantagem povoar certas paragens, alias fertilissimas,
dos nossos serloes, que por cireumslancias especiaes
ililucilmenle admitiera ouliu especie dc culoorsa-
cao- *
O governo, tere dado providencias pora a viada
de 30 missionarios, numero ainda inferior ao que re-
damara com instancia os presidentes de diversas
provincias, e tenho entre m3os alguns trabalhos, e
mandei consultar sobre oulros, (anden les a remediar
os priucipaes deteitos do regularanto cima atado.
Se habilitardes o governo com sufliciente* meios,
poder-se-ha organisar um syslema mais conveniente
para se eonsegdirem os grandes fins da cathequese e
civilisacao dos indios.
. Do respectivo mappa annexo a este rclatorio, e
feilo segando ai informacOes, pela mor parte incom-
pletas, que poderam ser obtidas, consta qual o nu-
mero das aldea existentes, e o das seus habitante.
Acerca do estado d'essas aldeas uae tem o governo
reeebido participaces, senSo de pequeas altera-
coes, e ocenrrencias sem importancia real..
Tem-se feilo porm, e continuara a empregar-se
esforcoa para se chamar vida civilisada algumas
tribus, que se mostrara cem mais favoravel disposi-
co. V ^
No Maranhao, tendo illimamente apparectdo em
algumas fazendassituadas nas margenado ri Me-
rim diversos grupos de indios selvagens, qae e pre-
sidente da provincia clcala em cerca de 2,000 pes-
soas; deu esle immediatamente (odas as providencias
a sen alcance, afim de serem acolhidos e aldeados,
para o que deaignou provisoriamente ama loealida-
de mais central, enavoeou am director de ana con-
fiaoca. Ahi mandou preparar rocas e fornecer aes
indios instrumentos aratorios e vveres. Felizmen-
te apresenlaram-se esses indios com carcter pacifi-
co e disposicoes para o trabalho. O governo, para
occorrer a laes despezas, augmentou o crdito auio-
riado para este servico na referida provincia.
Pretende o meimo presidente eslabelecer esle al-
deamento definitivamente em lugar qne offereca lo-.
das as condicOes favoraveia ao tea desenvolvimenlo,
sendo sua opiniSo qae dava elle ser fundado sob am
egimen especial, com certas bases que aprsente*.
Foi este objeclo submellido ao exmc da scelo do
conselho ile estado dos negocios do imperio, e o go-
verno aguarda o sea parecer pera deliberar coma
entender mais acertado.
Na provincia do Paran teta lambem ltimamente
viudo rennir-se grande porcao da indios ao aldea-
mento fundado na margem do rio Tibagi na con-
tinencia do Jatahy, d'endeeomeea a navegaclo para
Mallo Grosso, sem manifestaren! animo hostil. O
prestante eidadio haro de Antonina, que continua
incansavel em sea zelo-pelo servico publieo, avaha
o numero destes indios em cerca de 600, c pansa que
he este'faeto devido pereegutcao, qae os msenos
ndios leem seflrido da parte dos Paraguayos, que
vieram estabelecer-se nas maltas em qae ellas vi-
van.
O presidente da provincia oocorreu pelos metes a
seu alcance a> despezas mais urgentes com o susten-
to e vestuario desses indios. O governo espera no-
vas ioformacaes que exigi, aflm de elevar a consig-
naeao que linha marcado nd corrente exercicio pa-
ra a cathequese na dita provincia.
No Para apresontaram-se ao presidente mais de
60 indios da tribu'Tembdo Gurupy, manifes-
tando desejos de aldearem. Acolhendo-os, como
devia, deu o presideote as providencias que lhe fo-
ram possiveis para este fim.
Infelizmente os indios de algumas tribus selvagens
lera continuado a praticar acto* de violencia nas vi-
stolianc's das maltas que habilam.
rilimaincute na provincia do Amazonas alguns
indios Araras assatsiuarara 5 pessoas que se linham
internado pelo rio Madeira, para colhereu produc-
ios naluraes, e na de Mallo-Grosso foi lambem mor-
ro por iqdios Coroadosum menino que encontraran).
Estes actos sao todava em pequeo numero; e
pao se pode deixar de contessar que boje os indios,
murmenlc de algumas provincias, moslram-se em.
geral de ndole dcil, e propensos ao (rato dos ho-
inens civilizados, nao obstante sonreren) algumas ve-
zes, da parte destes, grandes vexames, qae lie mai
diflicil cohibir completamente.
Colonitaro.
A necessidade dc atlrahir para o paiz nma emigra-
cao morigerada e industriosa acrupa seriamente a
al lo n cao do governo, que v ligados a esle objeclo os
mais \ i laes inleretses do estado.
Removidos felizmente os embaracos, que nbs<
por alguns iinnos execucao da lei das
lendeu o governo que era chegado o
de i lar-1 he conveniente' desenvo'
proposito cnidoa imniedistamenU


\
DIARIO DE PERMMBCO
QUARTA FIERA 28 DE JUNHO DE 1854.
_t-
seus primciro dcvercs, de orgauisar o reguU.mei.ln
para que lava aulorisadu pelo arU 21 da le n.601
le 18 de selembro do 1850;
Acliaodc-se j elaborado o projcclo de gulamen-
to, cotaraeltido por mou antecessor a orna coromis-
sao especial, conforme vo foi communicado no ul-
timo Malorio, para logotratou de ouroinar esteim-
r
reducjao, anda quando fosse scmpre a mais jusla,
excitara infallivelmcnlc os clamores dos que nao
fosse.n aUendidos.
Nio seria porem esle o nico, ncm oprincipal in-
convenienl. Urna vez aduiill.dc- este systema, os
colonos entregue a particulares julgar-sc-hiam do-
baixo da tutela immediata do governo, que teria ele
oceupar-ae de perto com a sna sorte, e de oavir quei-
differenles
nnrlaiui>smo traballio, e de corapaxa-lo com oulro
anteriormente feitos or diversaspsoas,jue.tinhaolua conuu*. ~tra o. pwpr.c.aj.o. rur.es, cojo
.id deltas iocambW.s, e eodfdenou e adoplou o re- procediniento nao podena deixar de fiscalisar. I) al.
galamenlo qoe baixou com o decreto n. 1,318 de 30
de Janeiro do crrante anifl,
Nessc regulame-alo proeuron o governo, como ve-
ris de sua leilura, faciHtar, tanto quanto era possi-
vel, a exeeocao da lei das ierras, concillando sua le-
tra e espirito com a necessidade de respeitar o domi-
nio particular, j legitimado pela anterior legislado,
de avilar veamos, e at violencias, que poderiam
naseer de urna menoseiacta e meno* prudente in-
tclligencia de* grande lim daquella lei.
Comecou o gaverno no roesmo regulamenlo por
organisar a rcparlljSo geral das Ierras publicas por
m.moira que, simplificando o seu pessoal, lornnsse
mais fcil e mais expedito o servico a seu carao.
Assim preferio, a eiemplo dos Estade-a-Unidos,
confia-la a um chefe com o titulo de director gral,
c a ropartijoes espetiaes que lhe sao sujeitas as pro-
vincias. Subordiuou a reparlicao geral ao ministe-
rio do imperio, pelo qual sao transmKlidas as ardeos,
que devem ser observadas as provincias com scien-
' eiae,inlervenco dos respectivos presidentes.
Distingui tres classes de med^Oes; e conforme
devessem versar sobro trras develulas, ou sobro as
sujeitas revalida jao e legilimacjlo, ou sobre as que
originariamente adquiridas por posso, ou por sesma-
ria nao medida, se acbam om poder de lerceiro com
titulo legitimo: assim confinu-as a inspectores e agri-
mensores, a juizes commissarioa do numeajao dos
presidentes de provincia, ob aos jotaes do foro com-
mum, sendo esla ultima medijao facultativa.
Nem em todas estas tres classes de medijocs d-sc
a mesma iraporUnaia, era tedas es-'ieea da parte de
cus encarregados anta habilidad* preBasienal, que
en geral nao tero os pilotos at aqai lacumbidos das
medires de sesmaras. ,
Convinha por jaso nao embarajar o seo progresso
eoinmeltendo-as indislinclameole a inspectores c
agrimensores, cujo numero em nosso paii he ainda
t.to limitado.
Coavinha tambem nio distrahir 6a dito inapectn-
res ou .jgrimensores da medijao das Ierras devolutas
por sera duvida a rosis urgente, afim de que pos"
reaUoar-se a sua venda, no intuito de facilitar-se a
emi,irasao espontanea, o a que o governo tem de
en preender por sua cunta.
Quanto a venda da Ierras, eslabeleceram-sc no
regulamenlo disposijes conforme ie prcscrpjoes
da lei, maatendo-se em sua plenitude o prudente ar-J
bilrio concedido adroinislrajao sobre o modo, ti-
po lugar em que a venda deve ser feita.
O roesmo se fez. no locante as trras reserjrglo de
ra a colonisajao dos indgenas, para abertura de
povoajes e estabelcciraentos publico; e bem as-
estradas, eqnaesquer servidoee pt
a para a coostruejao navaL/publicas incumbe
AreparlijSogeral das l^Sa om dos objeclos,
nropor as medidas que yus ditas Ierras,
para que torean ties-a pablicajan do regulamenlo
Probibio-sc yfi de Ierras devolulas por ou-
am diante, a a/Teja o de compra na forma da lei:
tro ululo qje a excepto n'ella feita quanto s
ma, resalas oas froaleirasdo imperio, onde denlro
Icrta/ona da 10 legues pode ser gratuita a sua
ovideocioo-se acerca da ronservajao das ierras
ovoiulasf estabeleoendo-se as penas, a que ficam
iiiJbHhii acuelles, que as pretenderen) usurpar, e as
autoridades a quem especial c inmediatamente com-
peto velar na execuroo dosto preceilo.
Providencio igualmente sobre o conservado dos
terrenos e mallas de ftopriedade particular. Esta-
belcccram-se regras convenientes quanto ao afora-
menln dos pequeos lotes nos terrenos dcsliua-
dos para povoaroes, c quanto a exclusiva applicajao
ala faro c lamiendo procedentes de tacs terrenos.
Regulmi-se o registro das torras possuidas, incum-
bimlo-o aos parodio*, a quem se permillio acobran-
- ra de um emolumento, laxado ne so para compen-
sar-ibes o trabalho, como tambem afim de que pos-
saan pagar escrevenles, qua os auxilien debaito de
sua direrro c responsabilidad.
TaHvez se julgne menos propria dos parochos esla
incumbencia ; roas torca he altender-se que, nao
estando ainda organisada a escala administrativa por
forma tal que o governo leaba agentes seus espe-
ciaos era tedas as freguezuu, ncnl.unia autoridade
parecen mais asada para isso, do que os paroclius;
porquanto tora pouco prudente encarregar desle
servico os juize de paz ou os subdjlagados, visto
como suas continuas subslHuijes embarajariam a
regetaridade qoe exige lo importante trabalho.
, A reparlic.au geral das trra publicas vai excrcon-
d suas runejes com zelo sob a direejao do seu che-
fe, em cuja inlclUgancia e aclividado o governo
confia.
Ja foi oreada urna repartijao especial na provincia
dottaranliio.seadoeempoela del delegado.1 ofllcial,
1 amanuense e 1 porteiro, e ..orneado o respectivo
inspector geral das medije.
Trato o governo de crar a outras reparlijes; e
o ir talando' de preferencia na provincial em que
la meior perca de torras devolulas afim de prepa-
rareSMc lotes de tena para serena expostos
veada.
O regulamenlo especial para a tedicab e deroar-
eac>> das torras devoluta, e da* sesmaras e posses
sajenas a revalidacao e legilimaco, ja se acna
prasapto e brevemente ser publicado.
Actu-ee tambem conchudo,.e ja provisoriamenlo
opprovado o que deve servir para o rgimen inter-
noda secretaria, quebemeomo o antecedente Ibra
prnposio ao governo pela reparticSo geral.
Apezar dos poneos meio que tem o governo sen'
dispor, continua a iovidar os sens maiores esfortos
afim de fater medir e demarcar, denlro de carto pe-
riodo, nao pequea porc*,o de late de tetra qne
posta expor venda, e aeorocoar a emicraco.
No Intuito de anipia-la nio se tem discudado de
eaapregar os meios seu aleance, prncurando por
todo os modos diminuir os embarazos cpm qne Iota
anda cnle nos a colonsa$3o; ja prestando soccorros
ana colonos, que chegam ao nono portoy ja auxili-
ando a eaiprezas, que, como a do doulor Faivre,
na provincia do Paran, ouerecem coiMcde de por-
maneneia e prosperidade; j facilitando as vias do
rommunicaejo da aleuraas colonia*, como ora traa
de taier na provincia de Santa Cathorina, em
tttras.
Felizmente ja algans joraae acreditados da Euro-
pa leem lomado i peito defender o Brasil eo.ilra as
injustas imputaces que lhe eram feitas, principal-
mena na Allemanha, sobre o Iraiamenlo esorlo dos
coloaos, que para aqui vnham contratados. He de
erar, que a m mptesto causada pelas calumnias
espalhaijas ueste sentido, vi diminuiado proporsu
, que tactos reiterados fizerem restabelecer a verdad c;
a pralicamenle se racoahecer a boa te dea empre-
zario,e o prospero futuro qoe ao imperio encontrara
os colonos, quando amigos do trabalho, e murige.
rados. ~
Nao julgou o governo prudente estabelecer no re-
gulamenlo, de que me tenho oceupado, regras xas
tendentes a peuroover a eolonisatao. Cu.npre que
vo manifete as razoes que pura isso actuaram em
seu animo.
O artigo 18 da lei das trras aulofisa o governo
. para importar annnalmenle certo anmero de colo-
nos cusa -lo thesouro : t para serem empregado
pelo lempo que for marcado, em eslabelecimeulos
agrcolas ; 2" para serem appUeado do mesn.o mo-
do em Iraball.os dirigidos pela administrajao publi-
ca ; 3 para formaciio de coIod em logares om que
oslas mais convicrcni.
Pelo que concerne ao prmeiro fim, que he eaoi-
valenlc a sopprir a actual lavoura da kaaei
que lhe faltan., para qoe ella prospere, (ai he
confessar, com a commissao que formalaa\o ailUn*
prpjeclo de regulamenlo para a execncia da. lei Has
Ierras, que he torera diflicilima, superior s forjas
do thesouru, o nao isenla de inconvc.iienle.
A perda que os lavradores sourem annualmenle
pela morlandade de seos escravos, junta ao desejo,
alias mui natural, que todos teriam de angmcnlar
a prodacrao de suas fazendas o riqueza, elevaran.
'vavelrncnle as solicilajoes do colonos, para esle
um algarismo incalcalavel, e que de crlo
cr satisfeito.
'i necessiriado de rcdnzir os pedidos,
> ero ponco forjado a contemplar
no numero ile l:iMii'lnic Esta
nasceriam complicscOes e cuidados, que denecessl
dade teriam de desviar o goveruo dcoutros deveres
mais essenciaes.
Fora pots pelo menos imprudente, que se cstabe-
lecesseJlajmo regra, a imporlac,ao directa pelo go-
verno de colonos para sopprir de brajos a lavoura
actual.
Fora tambem imprudente prescrever-se em con-
trario urna regra absoluta.
Casos em verdade podem-sc darcomoquando o go-
ver julgue conveniente melhorar e aperfcijoar.ou in-
trmlueir cdesenvolver alguma industria importan-
te e especial, cuque a iniciativa por parte dellc
na imporlajao de colonos affeitos a csSa industria,
nao pode deixar de ser muito louvavel; o bem as-
sim qoando se tratar de introduzr no paiz trabaja-
dores estrangeiros, que nao sondo ainda aqui conde-
cidos, sejam no entonto muito utes para os traba-
lhos agrcolas.
E nesla convieco tern-se ltimamente o governo
lembrado de eosaiar.ou directamente custa do the-
souro, ou por intermedio de algum emprezario, a
iroportajao de colonos Chins, que distribuidos pelos
cultivadores mais notaveisdo cha, faram apeefeicoar
as provincias productoras deste genero a sua cultu-
ra e fabrico.
Fora disto crC o governo que develimlar-se ao of-
ferecimento da premios em favor dos Importadores de
colonos, exigindo-se a prova do que estes se oceupa-
va.n de lavoura no paiz de que Toram transportados,
e a outros favores indirectos, que animen, o acoro-
coeuia emigrajo.
jA' repartijao geral das trras publicas inc_
prpor-lhe as medidas, que nesto intuito
maiseftlcazos. /ae.colc-
Quanlo ao 2 fim, isfo he, a importe^ diriRido
nos para serem empregados em too\ambem gol
pela admuistracao publica, enjj^nda convenien-
verno que nao era nccessariyVcsoIamenlo re
le determinar d'anle-i
certas i tal respeito^, :obras pubJcas^
Aos administradoJe M iroporlacaOj^Rdo ella
indicar a necessj( porque fallen n^piz homens
se torne precjglcnl a trabalhay)Fum salario ra-
livres, qu^julgue sufflcientoapara u" colono im-
soavel^u porque So hsjfo numero necessario
,PJI)alhadores adeslra/os e peritos no genero de
roalho deque se ttarfar. ,
Indicada la^tcessidiide.c conviencido o governo
dola, e da ojP>rtoniiladc da imporlacao, nem urna
duvida tojafm promove-la ; o j assim o praticou,
com ajapTovajao do ministerio do imperio, a Illm.
carnan municipal da curte, mandando vir do Portu-
gal urna porrao de calceteiros para serem emprega-
dos no caljamenlo da cidad.
Quando Analmente i imporlacao de colonos desti-
nados para formare ncleos de colonisac.no nos lu-
gares que mais convierem, est o governo disposlo a
satisfazer esta necessidade por urna maneira pruden-
te, e cfllcaz. a
Dependendo, porm, a sua realisajjlo de medida,
que devem variar, segundo ascircumslanciasdas lo-
calidades, em que se liverem de fundar as colonias,
e a naciooalidade que for escollada, nao convinha
preeisar no regulamenlo regras que cm sua appli-
ccao teriam de falhar talVez na maioria dos ca-
sos.
I.imilou-se, pois, nesla parle, a preparar o cami-
nlio para chegar-se a este fim em breve lempo, faci-
litando por todos os modos as medicos das Ierras
incontestavelmculc devolulas, c regulando as reser-
vas dos terrenos ein que se devem fundar as povoa-
rjes, as' quaes se, conslruiro os abarracamenlos
necessarios, tanto para o'recebimenlo dos colonos,
como para- deposito dos mantimenlus destinados
ao seu sustento, dos instrumentos de lavonra, das se-
men I es, ele; > ..,'
Oque resta sao regras espeeiaes, c medidas pro-
jiriamcnte de execuco que em mus pormenores se-
rio opporlonamenle propostas pela repartidlo geral
das Ierras publicas. Posjo qoe teul.am sido mal suc-
cedidos e. lenham custado muilo caro algn dos n-
cleos de col i lisa cao desta especie at agora ensatados
no paiz, est com ludo o governo convencido que lhe
cumpre ainda fazer algum sacrificio -com a fundacao
de novas colonias, ji nos trrenos situados as froo-
Iciras do imperio, j em lugares recommendados pe-
la ferlilidade das trras, e que forem mais prximos
dos 'mercados de consumo.
A prosperidfde des-as colonias concorrer por sem
duvida para servir de incentivo emigracao espon-
tanea, que ser naturalmente atlrahida-para csse-
lugares, se oscolouos para all transportados pelo gos
vorno se acharem felzes, e se essa noticia cbgaraos
que com elles esliverem relacionados, e em geral aos
Seus compatriotas.
Em regra o governo preferir para os ncleos das
fronleiras os 'colonos naconaes, e depois ou con-
juntamente com estes os Portug\jezes ; e para outros
ncleos, segundo o clima, e diversidade de circuns-
tancias, almdos Porluguezes os Aliemes, e outros
estrangeiros, cuja emigrarlo mellior tiver provado.
Entre elles, pensa o governo, qoe se devem compre-
hender os Asiticos.
Estes parecem muilo proprios pira as colonias qne
se fundarem maisao norte do imperio. Devem 1.a-
biluar-se melhoraosol dos trpicos, do que os euro-
peus; e se excepluar-mos um ou oulro caso em que
o intresse mal entendido, on a m direcc1o dos cm-
prezarios lem dado lugar a desordens, leem elles mos-
trado era geral nos paizes oOde foram admillidos boa
ndole o espirito pacifico.
Os Inglezes e Hcspanhoes com proveilo leem in-
Iroduzhio na Goyaoa,*Trindade, Cuba, e possesses
orientaes grande numero de naloraes da India e da
China, e segundo o que tenho lido, vai-se reconhe-
cendo nesses paizes que o baixo prejo dos salarios, j.
sobriedade desles individuos, e sens hbitos os tor-
nam aptos para a lavoura.
J algumas nares d'America Meridional derarn
igualinente principio imporlacao desles colono;, e
por isso n,1o parece fora de proposite que tambem en-
silemos a sua colonisacio.
Para leva-la a elleilo, bem como para as medidas
que em geral deve-tomar a.governo nara facilitas a j
colonisacao, bo de esperar que o I.abilileis om as
meios necessarios.
^o ornamento da reparicao a meu cargo.indiquei
na respectiva verba a quanlia de 564- cantos, cotn-
prehendeudo-se as despeZas com as medijes e
mais actos para a oxeeuja da lei das trras. lie por
corlo insufliciente essa quantia para de promplo se
occorrer a lao urgente necessidade do paiz, mas lve
de allender aos recursos do thesouro, e por isso nao
me auimei a solicitar maior somma.
Concluirei esla parle, informando-vnsque duran-
te o auno passado enlraram nesle porto 7,475 colo-
nos de duoreules portes da Europa, sendo o numero
qne mais avolla o de porluguezes, o depois o de hes-
panhoes e.'allemSes. E durante os tres prmeiros
mezes do correle auno, (eiu entrado2,25i, ob-
servando-se a mesma dfferenca enlre aquellas na-
cionalidadas.
COLONIAS.
Bio de Janeiro.
Existem nada provincia 7 ncleos colooiaes, com-
prehendendo urna populajao de 4,000 individuos a-
proximadamenle, osquaes formam cerca do 800 fa-
milias. *
Uebaixo deste ponto de vista, nao pode ser j con-
siderada a antiga colonia deNova Fribnrgo, por-
que seus habitantes se achem contendidos na
massa geral da poputajao. Delta, pois, nao traa-
te!.
l'Hropolii. A sua populaco colonial, propria-
mente dita, que no fim do ultimo anno se elevava a
2,959passoas, sendo/tS j nascidas no Brasil, conti-
na a empregar-se qnasi exclusivamente om obras
publicas, consliiiccoes particulares, e tambem," em
parle, em diversos olucios.
A agricultura nao tem lido all descnvolvimoulo,
j, como leudes sido informadon, por se nao presta-
ren) os terrenos a cario gneros de produeco, j
porque os colonos enconlram, por emqunnto, lucros
mais ventajosos e immcdatos em ootros traba-
Ihos.
Acham-se eslabelecidas algumas fabricas, e oITlci-
nas, sendo aquellas ile lecidos, de cenejas, c de pa-
pel, e estas de relojoatia, ferrara*:, nlarias, mane
narias, e oulros msleres perlenccntcs a
ramos da industria fabril. .
O commercio, cm geral, prospera, e maior sera
ainda o seu desenvolvimcnlo, logo qne for conclui-
da para transito de carros e seges a estrada que aira-
vessa a colonia, commumeando Com a.crte a a pro-
vincia de Minas, e so consiga abrir a que deve ligar
a povoajo freguezia do Paty do Alfares.
Alcm de multas tojas, existem tres casas contraes
de commercio.
O numero de predios, que tem a mesma povosSo,
sobe a 773, sendo moilos de grande coste, alm de
27 em eonslroccao. Aquella avliam-se, segundo
os dados fornecidospelo presidente da provincia, a-
proximadamente em l,52C:508OOOr
Manleem-so na colonia, a costada provincia, um
cora ealholko. Miro protestante; c Seselas pu-
blicas, sendo 3 allomis requentadas por 348 alum-
nos, e 2 nacionaes por 53.
la tambenana povoajao 5 collegios parlicnlares,
regularmente montados, nos quaes se contara
alumnos.
Existe orna caia de soccorros, cujo fim ho a
xiliaros colonos as enftmidades c desgraca
A sua renda, no anno passado, conslou de
vos lberalisados pela munificencia imperi
porlanciado 1:951 de desconlos feitos
los colonos; c cootribuicao dos ''"P^
miniSlraao,queproduziramaqo3^ia
Tendo sido despendida gmente "^
houve o galdo de 1:635400 V ,
Alcmdesla ca.xa de o< g anuo fin(] ^
Nelle fora.n tratados, '
enfermos, dosquacfj
na-
fa in-
'salarios
ilos da ad-
ide 457S530.
os ha um
nle o
gmente 6 colonog; fal-
^M 424, e ficaram 32 era trala-
leceram 24, *B%lBMtvu gra,lde numero dos
niento. L doentcs Ira'-'
c,3o pe & 4s[e ^(abaiecimento n$o exceden a
JS- r se fazer face a suas despejas sup-
la margem do rio Iahy, foodou o Dr. Faivre esla
colonia.
Seus habitantes, er. numero do 90, slo lodos na-
cionaes, excepcao dil6 Francezes, qno restam dos
64, com que a colonia bi eslabelccida.
Cullva-se nella o tmo e a canna, e fabrica-se
aguardante. as rwvojOes de Guarapnava e Pona
Orossaacliamoscolonomercados, onde vendemos
genero alimenticios, a, posto cu em qnandade
superior s suas necessijdes.
Conta j um engenholc canna, um raoinho, um
engenho de ralar mandi eAnte ^^
A. vista do fnlnro qaODromelte esta colonia, j
pata terlihdade de ,uas tj-a, e excellencia do sed
clima, ja pela poskao, e r*imidadc de unirlo a-
vegavel, que J* ptoporna randes vaolagens
commerciaes,m retajan s provincias de Mallo
broa, Gnaa,.a Rio Grane do Sol, j por ser o
o pnmeir/ncleo das povooe. que, devendo es-
tabeteorf-se por teda a lnmcomprchendida entre
PXGrossa e Campos de ltaM, wgand 0 ,ys.
adoptado p*, &. Faivl e cok)D|M^0 ^
pos, nos aproxirmrao *,, fronreira resol.
veno governoconcedar-llm oUIilio da'rOOO.
osta somma devert* mesm i)r. Fav. Kgaa.
b.0005nacaU! maltas visinhagdit.colonia.esqHe ova*e..V
formar ; a de 10-.00b>a aberlun de duasdradas-
que d alh dev.rao ir tr a Guorap.ava e Wnla Gros-
sa ; e a de 7:000 ( aqual recebpormprestimo)
nos melhorameolos este ncleo te eolonisasao e na
fundajo, denlro diprazo de3*nnos, do outros
dous. *".
Superaguy. Coape-so de 21 colonos; e pou-
co tem prosperado. ^^
San Caiharina. V
Os ncleos coloBiavpropriamentedjtos^
tn noca m^tirinnC. T_ __ 1_ BB^
? govern proijuWal com a quantia de rs.
389314.
Com esla co^pW, e com as obras publicas da po-
voajilo dina*>- ciaes a qaaFi,a de 6:0008. Os colonas vivera cm ge-
ral sar^tos. Tern-se naluralisadoj 312 em vir-
lud^uo favor concedido pelo decreto n. 518 de 31
de Janeiro de 1850.
O movimento animal da popularan foi o seguin-
le:nascimenlos 92, bitos 26, casamento 31,
sendo 22 catholicos, 7 protestantes e 2 mixtos.
A estatifica criminal da colonia aprsenla ai insig-
nificante algarismo de 12 rrim.es commellidos doran-
te os 9 aunosdecorridos desde a sua fundacao, sen-
do 1 homicidio, 1 roobo, 1 furto, o outros de menor
gravidade.
t'allao dos veadot.Achaudo-se esta colonia em
cstadu crtico, urna sociedade a lomeu a si. Auto-
risado pela respectiva assembla, o governo da pro-
vincia subscreveo, por eonla desta, 300 acces na im-
portancia de 30:000?, afim do auxiliar o desenvol-
vimcnlo da colonia, com a condicao porm de ser
pela dito sociedade construida a estrada que a deve
por em fcil eoramnnicaeao com o porto de S. Fi-
delis, no rio I'arahiba, e bem assim urna ponte pen-
sil sobro oDons Rios.
Situada na margem dcslo rio, possuindo trras
feriis, e aebando-se na visiuhapja de diversas po-
voares, rene esta colonia condiccs ele' prospe-
ridade.
Segundos qadros apresenlados ao governo da
provincia peto presidente da sociedade emprezaria,
be a sua populante de 305 individuos, c no decurso
de 9 aunos lem havido 14 casamentos, 11 bitos
41 nascimenlos. Peta maior parle os colonos sao
Acrtanos: lia tambem alguns Belgas, Francezes e
Brasileos. -, _
O seu principal genero de cultura he o caf, cuja
colheita deven, ser, segundo as mesmas informa-
res, do 400 arrobas, no corrento anno, e elevar-se,
pelo menos, a 6,000 daqui a dous.anuos. Outros
mnitosgeneros tambem se collvam all com van-
tagem.
. A sociedade Irata de montar as machinas noecs-
sarias para facilitar s Iraballios da colonia, prepa-
rar caminhus para communica-la com as povoajes
visinhas, construir difierenles obras, e bem assim es-
tabelecer escolas de inslrucro primaria.
Independencia.Sobre o estado dasta colonia, e
y numero do toa popular,,!, qoe era de 173 indi-
viduos, formando 30 familias, qoasi todas alie-
raaas, nao leem sido sido recebidas informajoes ul-
limamcnte.
Sabe porm o governo, que o seu emprezario, o
veador Nicolao Antonio Nogueira Valle da Gama,
continua a empregar zelo e esteros a bem dos co-
lonos.
Santa Rita.Cornposla de 32 familias allornaas,
comprehcndeiido 150 individuos, acha-se hoje re-
duzida a 132, tendo sido despedidos 7, fgido 1, o
hrrido 21. He seu emprezario o viseando de
Bacpendy.
Depois do acto de iosobordinajao, qoe pralicaram
no anuo passado, e qoe foi inmediatamente repri-
mido, teem os colonos vivido com mais regufarida-
de, e vBo-se acostumando ao trabalho.
Segundo ai conlas que foram presentes ao presi-
dente da provincia, leem os colonos recebido, cora
cxaclidao, em dinheiro e gaereis, a parle qae Ibes
toca das eolheilas de caf: ea divida de seus trans-
portes e desperas, qoe era, no fim do anno passado,
de 19:6439707, acha-se reduzda a 16:83580W, pelo
descont da terecira parlo do* lucros, leuda elles
entretanto recebido 5:702j>)21.
Nao habituados os colonos desta fazenda a Iraba-
ll.os agrcolas, e absolutamente destituidos de for-
tuna no seu paiz, prestam-se ainda dilflcilmanto n
lavoura. .
Santa Justa.Compc-se actualmente' de ii fa-
milias ajlemaas com 162 individuos. He capre-
zario desta colonia o veador Braz Carnciro Blcns.
Apezar de lercm sido estes colonos tambem lira-
dos-de classes menos proprias para o servico di la-
voura, vo-sc todava habituando paulatinamente a
esle, e a urna vida mais regular.
Do producto das eolheilas do caf, teem os sta-
nos recebido a parte, quelhes cabe, feitos os djKorr
tos para amorlisajao da divida, na forma do respec-
tivo contrato. .
Fazenda das Coras. Fundada pelo marruez
do Valenra cm suas lenas, constava o anno passado,
de 173 individuos, formando 28 familias.
Esta colonia, segundo as informarnos recebidas.
tem j alguma exportajao, e possue gado vaceum e
cavallar.
Pedro II. Fundada eml852, por empreza par-
ticular, com 274 individuos, quasi todos Irlnndezes,
nao lm prosperado, por serem as Ierras de rum
qualidade, apezar de ter recebido auxilios da pro-
vincia, c da vantagem de tua posijo, i 2 leguas de
distancia da importante ridade de Palotes.
Monte Bonito. Acha-se reduzida a 3 familias.
Sendo artistas quasi lodos os colonos, que a compu-
nham, procuraram em oulras partes maiores van-
tagens.
Tres forgttt/hat t Tarro. Sens anligos colonos
acham-se confundidos na massa da populacho na-
cional. Dao-se cultura da canna, o fabricara a-
guardenle, que levam cm grande parle ao mercado
da capital da provincia.
Espirito Santo
Sania isabri. He satisfactorio o estado desla
colon la, cpmposla de 203 individen,.
Nella so dcsenvolvcu ltimamente ama tebre de
ruim carcter,, que felizmente' j itesapparcu, e
qualuccuiiibiiam alguna colonos, nao obstante os
soa/jorros que com solicitud Ibes foram prestados
fox ordem e conta do governo, como expuz no lugar
competente.
Culliva-se nella com proveilo diversos gneros, e
especialmente o caf; e prosegue-se da medicao das
dalas do Ierras.
>. Maranho.
Sanfr-jfabcl. Fundada, nos principios do an-
no passadj no, e,^eni10 denominado Freclial,
datante 1( Ieguasda yi,|a de GoimarSes pelo coro-
no! Torqilalo rjoelh0 ae Sonza, ompoe-seesta olc-
,a de *8 Porluguezes.
nas, sendo urna no lugar onde termina a navegarao I das escolas primaras publicas em escolas de pri inci-
do rio Bfilhanle as abas da serra Maracaju', e a ou- ra, e de segnuda classc.

Ira onde corneja a navegajao doAnhuac ou Nhioac,
as quaes deverao ser compostas de familias, conten-
do 1,000 a 1,200 colonos porluguezes, den ordem
ao presidente da provincia para cuidar dos prepa-
rativos necessarios, afim de enconlrarem os colonos,
medida que ehegirora, nio so lodosos meios de
subsistencia, como tambera transporte promplo e cs-
guro para os lugares dos seus destinos
Exped inslrucjesao presidente da provincia,e
forneei-llie os meios necessarios part a respectivas
dcspzas, al a quantia de 27:4703000, em que ti-
nham sido orjadas.
Minas Gertus.
Foi creada urna colonia militar as margena do
Ribcirao do L'rucu', conllnnle do ro Mucury, nd
ponte em que o dilo Ribeiro Blravessa a eslrada de
fSanla Clara para a de Todos os Santos.
Esla colonia, alem de ter de assentar sobre um
territorio ferlilissimo esalubra, Irar consigo a gran-
de vantagem de proteger os viandantes da dita es-
lrada e de, oulras, que a ella se prendera, e servir
de ncleo de urna, povoajao*
* Nao passarei adiante sem communicar-vos que
nesle proposite lem sido o governo imperial efllcaz-
menbjauxiliado pela directora dacompanhia de na-
vegajao do Mucnry, cm cujo nomo ofTiciou-me o seu
presidente, offerecendo a prestajao de seus servicos
a bem da colonia, em todo quanto dependesse 4o
meios a sen alcance. -
THEATBOS E CONSERVATORIO DE MSICA.'
Tendo lindado o contrato feito com o emprezario
do Iheatro provisorio, Joao Caelauo dos Santos, ce-
tebrou o governo com'uma sociedade novo contrato,
j Foi '[tituida era vrtnde deom contrato Celebra- ?".9 VOs *r V"**, tendo sido os respectivos es-
do entr_________-----------------------,__:_, tutos approvados pordeerelon. 1,263de26 de oo-
eris-
tem nesta provincia sSu osde D,'Francisca, e
Blumeoau. Os oobstontcem j ratitas familias
nacionaes, que se Ilkiecm aggregada.
S, Pedro de Ahaam. FundadJT no anno de
1829 com 132 familia' (lleinaas no lugar denomina-
do S. Pedro (TAlcantr, 5 leguas distante do ltto-
ral, na antiga eslradatjie segla para Lagos, pela
margem esquerdadottruhy ; logo desde o sea co:
mejo se lhe addicciaram colonos naconaes. O
numero dos eslranger* nao excede actualmente a
300, fendo-se mudad* nuitos para outros pontos da
provincia.
O restante daquell fopulaco compoe-so de na-
cionaes, grande numfl dos quaes s3o descendente3
dos prmeiros colono 1 tambem de cerca de 80 ts-
cravos.
Cultivam dOerant eneros, e ha all estabeleci-
mentos ruraes impoi liles.
Itajaliy. Estabefcida cm 1836, as margens
do rio liajahy ( man pi do Porto Bello ) por na-
cionaes c eslrangeiro j residentes na provincia,
tem-sc conservado, a zar da visinrlanja incommoda
de tribus selvagens, prosperado pela graude fer-
Ijlidadu de suas (err
O numero dos co os, contando-se nacionaes e
estrangeiros, quasi 1< s catholicos, era em 18al, da-
ta das ultimas infon jes, de 365 almas.
Cultivam di Iteren gneros, e existem all 15
engenhos d'assucar iguardente, e mais 20 de fa-
riul.a de mandioca, rande parle de seus produc-
ios sao exportados c facilidade.
D. Affonto. Fe istabolecida com 180 colonos
Sardos, em 1836, po empreza particular, tendo a
denominajao de No Italia. Tevc o seu assenlo na
margem do rio Tej Grande, 5 leguas distante do
lilloral.
Soflreu grandes ei araros logo depois de sua f un-
dajau por causa das grcssOes dos indios selvagens,
mas lendo o goven provincial lomado medidas
qoe a protegeram, -escnla-sc em estado prospe-
ro. Todos os colon -sao catholicos, e entre elles
ha familias nacional
Empregam-se eaj tal no corte de madeiras, que
exportam, cuidanio .uco da lavoura, posto qne as
trras sejam ferlcii. icl.am-se todava eslabcleci-
dos all algons enfe os de assocar.
Kargem Gran. Foi formada, em 1837, nesto
logar, na margem duhatao{ municipio de S. Jo-
s ), e distante 2 ty i do de g. Pedro d'Alcantara,
por 44 Allcmcs ^u lodos catholicos, que d'alli
vieram para este p lo.
O presidente dap rucla abona multo a saTubri-
dade d'esle logar..
Informa lambe e as trras sao feriis; e que
se cultivam diverts eneros, que abastecen) o mer-
cado da capital da r vii.cia, e da villa de S. Jos.
Belga. A coln que, com esta denominajao
foi eslahelecida pdo pngenl.eiro Wan I.cdc, e ou-
tros, cm trras desi propriedade, sendo compos-
ta de 89 individuo!, :ha-se quasi inteiramente ex
tela. A maior pi e desses colonos existe na de
Ilajahy.
Piedade. Foi a nlada em terrenos da anliga
armajo, ao norteo barra da capital da provincia,
com 150 Allemasic lolicos.
o emprezario e o governo provincial.
"'Ida as margens dos rios Merinzai e Ur,
*^| dupla vantagem da salubridade do clima e
""Jkde do terreno. ,.
O'5,0llos Irabalhadores morigerados", vivem.m
Perreli harmona f om o emprezario, e entregam-
Cl Har da canna, para a qual roram-ll.es- con-
prazos de cinco rail brajas quadradas d ter-
xedido
rno
COLONIAS MILITARES.
Para.
o II. Situada na margem do rio Aragoray,
de 28 prajas de-linha, e de algumas familias
trios nacionaes, os quaes se oceupam na cul-
dversos gneros,
o tambem em sua proxiraidade magnficos
[o creajao, o presidente da provincia man-
i 40 casaes de gado, para promover-se
ceimento de fazendas.
la as frontefras boreaes da provincia, e do
a posirito desta colonia lie de rnanifesta
ca, j cunto ponto militar, j como ncleo
rao; e muilo convera dar-llic o maior de-
ento posslvel.
no eropenliar lodos os sens esforros para
o de Araguaya. Asseotada no pon-
ucncia dos rios Tocantius e Araguaya,
usceplivel de grande desenvolvimcnlo pe-
e excellencia das Ierras e campos adja-
la vantagem de sua posijao commercial,
prestar ( e j presta ) grande auxilio
dos ditos rios. A sua popnlajao, que
pessoas, sendo -28 prajas, e 53 colonos
chltivadifferentes gneros.
, Nesle importaotissimo ponto do rio
'. 1 acaba o governo demandar fuudar por
decreto n .
.. 1,303, de 8 do ipez fmdo, urna colonia,
que se di .
i "i Fera comPor> alem de prajas propnamen-
, 'Ja um ncleo de colonos nacionaes, que se-
r reforjf; '. .
. Ho por eslraugeiros morigerados e indus-
triosos, c|T c ,
jj, .. o numero sera opporlunamcntc r.xadu.
01 j-j;omeado, e para all parti o seu director,
e exped!) -j -r
1 m_;i no nrnt'irtani'iii: i.n^occirn i im ra
der sua fundacao.
10 espera gue esta colonia por sua posijao
as cirenmstancias, que rene, torne-se no
1 graude vantagem para a provincia do
Gurup
noven.
rio deste
um terrii
tura,e
aa proxi
prospera, tendo cessado as molestias que all havan
apparcciduno.dito abno. Ha ji grandes plantajes
A-nattn annn Mnera. o emprezario avultada colheilt
1852, produzio raais de 6:0005.
Martim de S. Contm 66 colonos, l-,
gajados em Hamburgo: e sua principal cultura ke
a do caf. Acha-se situada no promontorio, qae
forma um dos lados da bahiu de Paraly, posijBo va
tajosa pela sua proximidade a mnitos nonios con-
raeiciaes. Sobre osta colonia espera o goverro
iuformajcs a que ulliraamente mandn proce-
der.
? .S'. Paulo.

Senador VergueiroDurante o anno flndo, te
ve esla colonia o augmento de 177 pessoas, forman
do 121 familias, das quaes 71 sao Alternas, 45 Por-
lugnezas c 5 naconaes. A sua populajo eleva-si
actualmente a 556 individuos.
Cultivando o caf com grande proveilo, lera ella
continuado a prosperar a poni, que alguns colonos,
depois de pagaren o que deviam, leem-sc j esla-
bclecido em.tetras proprias.
S. ourcico.-^Em 1852, foi esla colonia fun-
dada com ^27 Allemae, qoe se oceupam na cultora
do caf. \
Em consequcnciaUo medidas policiaca,'que o di-
rector desla colonia, li accordo com o emprezario,
julgou conveniente adoptar, suscitaram-se dosinlel-
ligencias, que tomaram hm carcter dcsagradavel;
porem que, com a intervcn>Sjda autoridade publi-
ca, cjssaram completamente. ^\
Sete Quedas. S. Jeronymo. De Diogo i Be-
nedicto dos Santos Prado. De Jos Elias Pache-
co Jordao. De Benedicto Antonio Camargo.
Eraprezas particulares, como se- dcprcl.ende de suas
denomnajes, eslabeleceram, em 1852, estas colo-
nias, com urna popalajao que se elevava a 513 pes-
soas. Sobre o seu estado nao se tem recenteraente
recebido informajes algumas.
De Imz Antonio de Soma Barros. O peasimo
prorediincDlo dos colonos frustro o progresso des-
la empreza colonial, fundada no engenho de S.
l.uz em 1852, com 12 familias da ilha do Fayal.
, Paran.
There.ta. Na estrada, que da ridade de Corili-
Iir A m qualidade t ses terrenos lem impedido o
seu desenvolvimenii e por isso a maior parte dos
colonos os tem aban nado, rclirando-se para ou-
lras localidades darj| yincia, achando-se o sea uu-
mero actualmente' rrkzdo a 64.
Santa Isabel. i Mielecida na eslrada de Laces,
junio ao dos Bugns.f distante 6 leguas da villa de
S. Jos, tem prog dio, elevando-se actualmente a
sna popularan a 2f eolonos catholicos, dos quaes
58 sSo nascido di ol da sua fundajSo.
A ferlilidade da taras favorece muito as planta-
j6es da canna, do ai, e de ootros genero, qoe ex-
portam, bem com arreajio do gado.
Blumenau. 1 .i fundada por empreza particu-
lar em 1850, na a em do rio Ilajahy. O nume-
ro de colonos qoe ei 1853, sabio a 150, decresccu,
desde enlao, per rein ranilos retirado daqoelle
ponto, para se I. elecerem pelas immediajes
do mesmo rio, un c n lavonra, e outros exercendo
diversos onc'.os( 6 reduzido a 78, os quaes per-
tcnqem, quasi lod s, religao evanglica.
Acham-se cons u as.22 casas, e 2 engenhos, sen-
do 1 d'assucar e a a; dente, e possue ama escola de
instrueja prima a .
Esta,colonia le i le formada por emigracao es-
pontanea, dando e p-atuamcnte a cada chefe de
familia de 50 a 71 i I brajas quadradas de Ierra ;
pretende porem o mprezario marcar d'ora em
diante um preeo ja; aval pelas trras que conceder.
D. Francisca. J- cha-se situada na margem do
rio Cach'oeira, eeica e 5 leguas distante da capital
da provincia, tolo do principio cm 1851.
A sna populajo, |ue se eleva a 757 individuos,
qoasi todo Alienar possue 16*- casas, e oceupa-se
na cultura de clijen s genero. Tem et prospe-
rado, contando-se j orto da 4,000 pos do caf plan-
udos.
Acham-se tambei estabelecida na colonia diver-
sas fabricas o casis i negocio.
Leopoldina. 'l*e principio em 1852, na anti-
ga estrada de S. PJdro do Alcntara para Lages.
CorapOe-se de algu familias allemBas.
S^fedro do Sal.
S. Leopoldo. fevava-so a popalajao desla co-
lunia, no nnno past 1, a 10:576 individuos, nlm
de cerca de 4:000 cidos no Brasil, e do 290 es-
cravos.
. O seu estado con nua floresrenlc, grajas A ferlili-
dade das trras, e llnete de sua posijao na mar-
gem do rio dos Sinej, e sua proximidade ao mer-
ovineia, bem como ao genio
liantes,
la sua evp'orlarao exceden a
iroducjOcs agrcolas, como in-
"*''"" 'm-sc as providencias necessarias, fim de
'q Jto antes, se comeccra os Irabalhos que de-
vem pre
O gov ?
e por oo
futuro
Para.
, ,1 Amazonas.
\ mi ni
. Ja projectada n margem no ro Tcalo',
^^J^Wima do tecle de S. Joaqulm do rteBran-
f^" rrti!" BfT ^"^- ? ailb pac difftcul-
dades> l^teem occorrido.
Maranhao.
Creada por decrete n. 1,284 de 26 de
'lo anno passado, na margem direita do
me, lem a vantagem, nao s de possnir
o qoe se presta a multas especies de cul-
ajn de gado; mas tambem a de se achar
. lade das ricas e abundantes minas do Ma-
racassumi r
O estah
ecimento desla colonia deve produzir im-
P \ *nIlaa0S-
e te tornar ura importante ncleo de po-
pulacho "' feriis sertees que se extendem desde o
IH Jd0Tury ainda em 8Dde parte des-
^de facilitare auxiliar a sua explorarlo,
Ja differentes ros que os atravesiara, e
pe os quaet^ p^g,,, ai,rr vai regulares e intero-
unicaroes enlre as provincias do Mara-
nhao e do proleger.-| gg^ esubclecimenlo mi-
uillidadc publica, e a segoranja indivi-
. sto territorio, no qual se acoutam, des-
e remo \np0S malfeilores e escravos fgidos,
do ambas |C .
nenc.ouadas provincias.
aci ar .nr,|ment0 a ealbeqaeee das numerosas
r. na se v ^ qae agaeam po,. egjj, norestas, c
' dcil, e algumas al industriosas, j
entreten! r ^^ commercaes jon, 0, pontos limi-
ropies o irili fomeceiido as riquezas vegetaes, si-
milares as it provincia, de que as mesmas para-
gens abund '
V Goyaz.
Os presiuT m|itare5i fnndadog" nas margens do
no Araguaj aiQ ieem anua correspondido s __
peran jas d^ crea(.ao> Dricaldades locaes prin-
cipalmente, em de ou(rag cjrcumjtaocia, icm era.
ba?ad00 ,, progresso.
omcnci. p0rem ,|e qu6i t>e[n csiadadas e re-
mov as as e)Hs> ^ tcm convergao para o obs-
|D.0CC0 lulos, podem estes presidios ainda pro-
uzir van ^ 'rcae8 ^^ a navegado daquelle
ro,occui.o> seriamente cora este objecto, ea-
guan iBi ^ informajes, qoe tornei a exigir do
presidente [hrovDCa.
.' Pernambuco.
nha h ~ He Uabilada Pr M P^"9 de U"
ef'BW' ijpara o seu servico. Tem sido nella
construida'
m de urna casa para celebrajao dos
actos reU a^. a^j^bit^^^, neeesMria para o
empregad ooiouos, e estabelecerara-sa doas offl-
cjnaseu.l4aria
.f13 isnestas obras, nao se lem aiila o eolo-
nMd"c,oagrieollura.
Alagos.
opoi'ina;_0numero d09 colono,
he actual iene de K% A p.,pullsao do
sobe ni, w |,D(an|e9 do, .,, 310 iei\aem
poyoajac
e H de i
Estae
matas de
ciento p
districto.
militares
dlslriclo
na
'ea a colonia 13 casas cobertas de tena,
aira corno de guarda e urna prisao.
clonia situada no centro das extensas
.1 icuype. nio ho' ainda de per si s sudi-
i apoliciaxllicaz c completa de lodo o
qua com
Arabos I
lidade, i
lento di
Pora
passado,
cadoda capital
laborioso de seus hi
Em 1852o vate
500-.000, nao sd
dutria.es.
Mundo Novo.gundo omappa do anno ultimo
cimpunl.a-se esla liorna de 400 individuos. A sua
pusperidade, que oda cresccr depois que se con-
chir a estrada do ralsmo nomc, lio devda s mesmas
causas, que leem iufdo para o desenvolvimcnlo da
dcS. Leopoldo. '.
estabelecida porfmprcza parlicolar, na margem
doarroio Santa Mara, 'Oo ponto de sna jnne-
jai com o rio dos linos, compor-se de colonos de
div-rsas nacionalidades, osquaes vivem em perfeila
hamonia e salisfciMs de sna sorte.
lm da agricultura, em prega-se esla popula jo
cnidfferentes gneros de industria, possue diversas
fal.-iras, e sustenta algumas escolas de primeiras
letras.
una Cru:.. Bsta colonia teve cornejo no an-
no lo 1849.
fom quanto fosse menos feliz a escolha da locali-
dad, cm que se Ihedeu nsscnlo, no municipio do
RioPardo, no locante facilidade de communica-
jies, vivem com la*> seus habitantes em abastauja,
por pnssuirem Ierra terlilissimas.
A balojna he dividida em 206 prazos em 2 linlias
paralelas, runa dpi, oiilia ita .1 teuas dVlens.lo ; I Tend
jn 'livrpresdonle,' bem como o da provin-
"nairtco, Iralam de abrir urna eslrada,
- un lie esta colonia com a dasrimenteiras.
icinavam por si mesmo examinar a loca-
ominar nos meios de realisarem esle in-
cormnm accordo,
Santa Cathorina.
:rel n. 1,266 do 8 de novembro do anno
/o .'cada una colonia militar na estrada,
,n iuica a villa de S. Jos com a de Lagc.
jeuriiicipio ao seu estabclecimenlo, tendo
.caos o respectivo director e oulrosempre-
Jwvnd*O presidente da provincia teilo
I palir um prmeiro destaca mente, e alguns
tubro do anno lindo.
Tomando a administrajao e direcjSo do roesmo
thoalro. por espajo de 3 annos a contar do 1. do di-
ta mz. obrigau-sa ala sociedade, com a fundo de
10Q:0t)0IS rs. a sustentar urna co'mpanhia de canto, e
oalra de 'baile com as cc-ndij6eselabelccaas, dan-
do annualmenle 80 recuas pelo menos, mediante a
subvonijao annual de 120:0008 rs., que pelo governo
lhe foi cedida, segando a auterisajao conferida pelo
decreto n. 707 de 3 de selembro do anno passado*
Obrigou-e tambem a restituir cm bom estado, fin-
do o referido prazo, todos os perlences do Iheatro se-
gundo o respectivo inventario e avaltajao, e a faier
sna cuita as obras de aceio e ornato, de que carecer
o edificio.
'wte di nova companhia de canto, quo con (ra-
tn, acha-se j em elTectvidade. A parle restante
inclusive urna prima-dona he esperada brevemente
pela directora da companhia.
Em execujao da sobrcdila lei n. 707, quo aulori-
sou o governo para indemnisar a extncla empreza
do Iheajro de S. Pedro d'Alcantara da importancia
das loteras concedidas pela lei de 4 de selembro de
1846; e de conformdade com o parecer da respec-
tiva sccrao do conselho de estado, foram remedidos
ao thesouro nacional os papis e documentos relati-
vos a este objecto, que, ao ministerio a meu cargo
aprsenlo a commissao liquidadora da dita te-
la empreza, afim de ser a mesma commissao entre-
gue a qnantia proveniente das mencionadas loteras
prestando ella as cautelas, que ao thesouro parecc-
rem sufilcienles para garantirem a applicajtlo del e
exclusiva da referida quantia, segundo se acha ex-
pressamenle designado oo dual do art. 2. da citada
lei.
Este Iheatro continua a estar sob a administra jao
e direcrao do emprezario JoSo Caetano dos Santos,-
sendo anxiliado com a prestajao mensal de 3!000*j,
nos termos da le n. 696 de 20 de agosto do auno
passado.
Rcsenlindo-se o rgimen deste lliealro da falta de
um regotaraento cm qoe se'declarassera as obriga-
jcs do emprezario para com o publico e para com
o governo, foi esta necessidade salisfeita com a pu-
blicaran das instruejoes que haixaram com o decrete
h. 1307 de 30 de dezembro do anno passado,
Para execujao da lei n. 622 de 24 de julho de 1849
foram tambem espedidas pelo governo inslrucjocs
.aquella mesma data, regulando as fuucjoes do
inspector dos tlieatros subvencionados.
Conservatorio de msica.Foi estabelecida, em
novembro do anno passado, a escola de rudimentos
e cauto para o sexo feminino, e he frequentada por
41 al UlUliaS. A.ntnnU Ja. qjggrjria .lal.irp^a pareo
o sexo masculino, creada em 1848, leve no ultimo
anno 49 discpulos.
As oulras quatr cadeiras, que foram tambem cre-
adas, nao tem podido ser eslabelecidas,por deficien-
cia de meios; visto como ainda nSo teve lagar a ex-
Iracrao das ultimas loteras, cujo producto he desti-
nado suslenlajao deltas.
Esto estabelecmenlo nao tem por esla razao, pro-
gredido, e mal pode corresponder aos fin de sua
instiluirao. -
Instruccao publica, e estabelecimentot scientifics
-. e Iliterarios.
Cnmejarei este artigo por dar-vos conta do uso
qoe fez o governo das autorisajOes concedidas pelas
leis s. 608 de 16 de agoste, e 630 de 17 de selembro
de 1851,. e 714 de 19 de selembro de 1853, para a
reforma da inslrucjao primaria e secundara da cor-
te, e do ensino superior do imperio.
Quanto ao primeiro ponto, eram as ideas 'essenci-
aes da reforma as seguioles: vulgarisar e eslender o
ensino publico, organisar mclhor o magisterio, dan-
do vantagens no presente, e seguran ja no futuro aos
professores, mas exigindo deltas tambem mais ap
lidSo e maior zelo; preparar boas professores, regu-
lar as condiejoes do ensino parlicolar; e chamar
para um centro de inspecjio por parle do governo
os collegios e cstabeleciraentos de educa jao da capi-
tal do imperio.
Guiado por tacs'idas, e depois de haver compul-
sado os Irabalhos, que j encontrn adiantados, e de
ter consultado as pessoas habilitadas por sna leilura
e pratica nesle ramo do servijo publico, formulo o
governo pelo ministerio a meu cargo o regulamenlo
que baixoa com o, decrete de 17 de fevereiro do cor-
rente anno.
Ncsse regalamenlo, parece, que foram allendidas
as necessidades, que reclamara o ensino primario
secundario, dando-se-lhes as solajoes raajs, adequa-
das s nosssas circunstancias, e aronselhadas pela-ex-
periencia dos paizes mais Ilustrados.
Pelo regalamenlo, a que me retiro, creou-se nma
inspecrao forte esyslematica para lodos os estabelc-
cimentos de inslrucjao primaria e secundaria, assim
pblicos, como particulares
I- >Jm inspector geral com attrbuljoes claras e defi-
nidas ; ara conselho director composto de pessoas
escolhidas, urnas por suas luzes na materia, e oulras
por sua pratica no ensino; delegados de districtos
que auxiliem o inspector geral na visita e iuspecrao
dos dous gros,"de que me oecnpo: eis o pessoal cre-
ado pela novas duposijOes. afim de vetar no ensino
da mocidade. a
Veris era lodos os seos pormenores, qoando exa-
miiinrdes o regulamenlo, as funcjOes imporlanles
que foram conferidas ao inspector geral, fuucjoes
qua tomaram csse cargo lio elevado, quo para prc-
euche-la o governo imperial noracou um ciqadau
uolavel por soa dedicajflo ao servijo publico, por
seu carcter eillustrajao.
O conselho director foi organisado por modo qne,
auxiliando a inspeejao com soas laxes e experien-
cia, nao pode no entente cmbaracar-lhe acro
prnmpta e enrgica, que he sua principal e mais se-
ga A condijso de efflcacta.
Assim elle examina o compara os methodos e sys-
temas pralicos do ensino; rev e propOeos com pen-
da so
sido no
gados,'
para al
colonos.
" >as \ etensao, ainda por povoar, na eslrada de
Lagos,
da mear
lacamci
preside.
jiig que esta colonia, collocada no centro
a etrada, tenha por subsidiarios dous des-
s filiaes. Is'eslc sentido aulorisci o
e aehan
ra accot
te Paran*.
'"" s culi miado nos Irabalhos preparativos pa-
ra a tur |a5o da c0|0n|a njjijtar do Jalahy, no pon-
0 da c nfliencia du rio deste nomo com o Tebagy;
se luasi concluidas as casas necessarias pa-
odijao do director,edo destacamento, bem
la npcll.-i.
a iivern re^nlvidn crear mais dn cote-
dios, qne julga mclhores; ndica a necessidade de se
crearem novas escolas no municipio, e aulas no col-
legio de Pedro 2.; interpne ico parecer em todas as
medidas de niair alcance: c julga as intraejoesdis-
ciplinaros dos professores, a qoe esleja imposta pona
maior do que as de admocslarao, reprehensao, ou
malta.
Seus aclos sao depois sujeitos, no caso mais im-
porlanles, ao exame e a refiexao do governo, que os
resolve, assim sufficicntemente esclarecido.
No pessoal do conselho director procaroo-screpre-
sentar todos us inleresses, quer do profesorado.
qner da administraran publica.
He elle constituido sob a presidencia do inspector
geral por doas professores pblicos, por um profes-
sor on director de cstabelccimcnlo particular de
inslrucjao primara ou secundaria, pelo reitor do
collegio de Pedro 2., e por mais dous membros no-
meados pelo governo, sem que tenliam c ser lira-
dos de rlasse designada.
A nomeajiio desles dous iillimos membros recado
era pessoas litleratas, equo sempre se lio ilistingoi-
do por seu lo c inlellicencia, dando-se d'ha muito
lempo ao esludo desle ramo do publico servijo.
O decrete 630 de 17 de selembro de 18'.1 esta-
lleeeu, > o* um,. da bastada reforma, dislinsao
' I
Nessa conformdade delneon o regulamenlo o pro-
gramma do ensino primario, referindo-se u essa ba-
se em tedas as medidas ulteriores.
A classe dos professores pblicos, quer primarios,
quer secundarle*, deam-se as vantagens de que ca-
rela, ja quanto ao eu estado presaste, j quanto ao
en futuro, attendendp-M Igualmente s legitimas
ispirajoes, qua ss devem presumir da parte deltas
de dedicaren) seug fllhe* ao ipagiilorie, ou a candi-
r das le Iras em geral.
Por oulro ladoniarcaram-se-lhe otrrigajoes claras
e lerminanles, sujeitando-os a nma diwiplina rigo-
rosa, mas lllnstrad; e proenraado *eat'rle escoi-
maro ensino, lano dos ineptos, como dos deleixados
no rumprimente de seus deveres.
O modo pratico de seformarem professores era ama
necessidade, para cuja salsfajao raais se instava
pela reforma. Em verdade, se ha carreira em qae
a vocajao e a pratica se lormam indispensaveis, lie
seguramente i do ensino. Esta necessidade, pois,
nao poda deixar de ser ailcndida no reculamente.
Nao se adoptou porm u'elle o meio admillido em
diversos paizes, masque vai sendo condemnado em
outros : falto das escolas normaes. Nao he proprio
o ensejo para oxlender-me no desenvolvimente das
razoes, pelas quaes o governo prescindi d'esle
meio.
Basta, pois, que por agora vos observe que sera
pessoal habilissima e dedicado para manler e dirigir
urna institu jao de (al urdem, e tendo dianle dos o-
llios o exemplo das escola* normaes, eslabelecidas
em algumas provincias, que nem om fructe deram
por causa d'aquelta falta, parecera por sem duvida
imprudente arriscar grande sommas e perder in-
tilmente o lempo preciso para no fim de alguns tm-
nos supprimir-se a escota qae se creasse.
Tve por isso o governo por raolhor experimentar
urna aova instHuijaO, e achoa mais acertado ir
educando osjjituros meslres nas proprias escolas pu-
blicas que designar por mais acreditadas, anrovei-
tando-se nesle intuito alguns meninos iiiRUigen-
les.
Serao estes enllocados como adjuntos dos professo-
res maif habis com mdica retriboijSes, at qae
vaogradualmente progredindo no ensino, ponte de
poderem reger as mesraasescolas, quando vagare*,
ou as que de novo se inslluirem.
Paria evitar que este gysleraa, qoe em parte j foi
adoptado na Austria e na Hollanda, e que al cer-
to ponte o foi tambem em Franja, podesso embara-
rar o progresso do ensino, tornando-o algum tanto
estacionario, foi a sua adopjilo entre nos acompanha-
da dos convenanles correctivos, lacs como a insti-
tu jilo de,conferencias dos professores em pocas de
signadas, os exames repetidos todos os annos, c ou-
lros, alm de Picar subordinado ao zelo e vigilan-
cia de ama constante e severa inspeejao.
Parallelamenle aos adjuntos das escolas primarias
creou-se para a inslrucjao secundaria no collegio de
Pedro II ama claise de repetidores.
Esla classe tem de prestar duis vantagens. Nao
s preenche nma lacuna que ha muilo se nntava na
organisajao do ensino d'aquelle collegio, auxiliando
o estado dos alumnos internos, e prestando-lhes os
serviros que a sua propria designaj3o indica, como
tambem pode ainda vir a preparar exccllenles profes-
sores afleilos ao estado e diciplina, e com os habi-
to do magisterio.
Com o Uto de gcneralisar, quanto for possivel, o
ensino primario, aguardo os trabilhos do conselho
director tendentes i creajao de acolas em lodos as
pontos, em qoe houver necessidade deltas. Foi es-
le objecto, na minha opino, dcvdamcnle altendido
no regulamenlo.
, O preceito constitucional, qaa aiaada o estado
dar inslrucjao primaria gratuita, nio deva ser ja-
mis eiecutado por forma, qae anaalle em graude
parle os effeilos, a que elle tendea. *
Nao.he possivel que escotas em numero mui limi-
tado, e mui distantes enlre si sauShcam s vista
daquella providente medida. Cumpre pois estabe-
Jece-las no* lugares, em qne forera precisas, e ttk
distancias rasoaveis.
Compro porem ao mesmo lempo, que o estado nao
faja para slo tantos sacrificios sem fructe, e que nao
se despendan! os dinheiros pblicos sem proveilo, s
porque a ignorancia on falta de zato dos pais assim
o q^-'-p". __ __ ._
Por tas* assenlon-se qae se devia aeompanhar o
que se pratica na Prussia, e era outros paizes, esta-
belecendo-se como obrigajSo dos pais, tutores, ca-
radores ou prolectores dos meninos, o dar-Ibes a ins-
lrucjao primaria, e a exemplo do que se pratica en-
lre nos com a vaccina e outros objeclos menos im-
porlanles, cstabeleceram-se multas para o caaes da
transgressao daqoelle dever.
Convinha tambem, como meio de dar inslrucjao
primaria gratuita, e de tornar cflerliva aquella obri-
gajao, que o estado fosse em auxilio dos meninos,
cujos pais animados dos memores desejos de que ao
menos souhessem 1er e escrever, se arhassem pri-
vados dos meios do faze-los aprender.
Nao lera oeste auxilio o governo por nico alvo
prestar um soccorro publico, mas tambem o inters-
s do estado, preparando em vantagem soa o tutor
da infancia desvalida.
Longa e mal cabida erta aqui por cerlo a Juslifi-
cajao destas medidas, que todas sao coroUarios de
preceilo consliluciooal a que me refer. Termina-
rei, pois, liraitando-me a dizer qae toda ella de-
pendem essencialraeule das instruejoes que o gover-
no tem de dar opporlanamente para a sua execu-
jao.
Nessas Insjrucjcs se providenciar sobre este ob-
jecto, de modo que a sna applicajao nem se lorae ura
vexam aos pais, ou a qaem suas veza Qzer, nem
d jso a aboso cm delrimento dos cofres poti-
cos.
O collegio de Pedro II cominea com o systema de
esludo anteriormente adoptados, com pequeas al-
Icrajies. Separou-se do cano Iliterario e identifi-
co ludo o qoe com elle nao linlia referencia, a jae
s faz parte da educajao pbysicn, ou ceaslilu* ueja
prenda na sociedade. ^^^
lieneralsou-se o diploma de bachsreiaCsalura-
nos al de collegio particulares, que sa/acharem ha-
bilitados, e passarem por exames nas" materias da-
qoelle collegio.
Iniciou-sea idea de concurso geraet de exames de
humanidades e linzuas, sendo ella acompanhada de
premios e vantagens, que estimulen cuespertem os
bros dos collegios particulares, e dem favores aos -
ulu.itnos que mais se distii.guirem.
Esta innovajao, depois de aclimada enlre no*,e de
ser dejanvolvda prudente e convenientemente, es-
pero^K seja um germen fecundo de muilo provei-
lo para o fulcro de nossa mooiiuulc.
Nao a qolz o governo romtudo arriscar, precipi-
tando a soa excujite! Nao toniou por isso desde
logo obrlgatoria a apresentajao a Concurso, e prefe-
rio ladea-la de vantagens, que, seguidas de oulras
medidas posteriores, acorojotm os prmeiros ensatas,
e acreditem.
Com, veris pela leilura do reculamente, sao an-
da necessarios trabalho complementares para a soa
plena observancia.
Delle se ocenpa o conselho director, qae lendo
entrado no exame de suas funejoes no da 2 do. cor-
rente, oest preparandoa fim de iprcseala-los cora
urgencia ao conheclmenlo do governo.
O lempo e a pralica derooostrnrao as vantagens .
oa desvanlagens das diversas providencias do regu-
lamenlo, com quo tenho cnlretido vossa altonjo.
Medidas ha, que'seduzcm cm tlieoria, e qae encon-
trara difiicoldade ou gao condemnadas pela pralica,
e vice versa.
Convir pois, e me animo a soliqla-lo de vossa
benevolencia, qoe por emqoanlo nao se resotva de-
finitivamente a adopjao do mesmo regnlamenfo, e
que se aguarde a experiencia do lempo.
pevo antes de passar adianto informar-vos, que 0
governo julgou prudente nao crear por ora o extr-
nate a que alinde o citado decrete n. 630.
Nao qoiz cora isso condemnar a idea : teve ape-
nas embnrajos e motivos rcaes, qoe o levarara a a-
dia-la. De um lado, a falla de pessoal com as pre-
cisas hablitajOes para o magisterio, e de um edifl-
cia apropriado para o ensino das malcras, qua de-
vem forma-lo : de outro, o receio de aumentar de
um jacto a despezas do estado com essa instituirn,
cm que teria de haver urna duplcala da aulas j
existentes no collegio de Podro II; ludo isso con-
vergi para que se demorasse a sua creajao. Pare-
ceu mellior esperar, que o lempo c a experiencia
approvem as novas medidas do reguhimenlo ; que
se lenhn altendido s que urgentemente exige o pro-
gresso da outros ramos do ensino ; para entjto eom-
plelarom-se com o extrnalo as mitorsajes concedi-
das pelo denote que irlliin.ini.-hli> ritei.
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PWNO OE PERMMBUCO QUARTA FEI* 28 DE JUNHO DE 1854.
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Entretanto coaaervoii-se o extrnalo no collegio de
l'i'.lro II, e procurou-so chamar n imi centro de ins-
[HTr.io as aula* publica* de aetrncfao secundaria,
que, at agora, avuleu, t iscntas da conveni-
ente fiscalisaco, poneos beneficios lecm produ-
cido.
Otuato a aulorisirao para a reforma do entino su-
perior, moreceu ella igualmente a particular alien-
to do governo, que J fez publicar os novos estatu-
ios, que baivaram com os decreto n. 1,386 e n#
1,387de 28 de abril prximo fiado para 01 cursos ju-
rdicos a escolas de medicina.
Koran estes estatutos orga*isndn, como sabis,
em vi rinde das autoriufoes conferidas pelos decre-
tos n. 6(8 de 16 do agosto de 1831, c a. 714 do 19
de setembro do anuo paseado.
Nao abusarei de vossa paciencia expoudo-vos a-
gora o plano sobre que assenla a reforma do ambos
aquelles estabelecimenlos, porqaanlo no que havia
de mais inleressaole j esse plano (gi trasido ao vos-
so coiihrrimento.
Anlorsado o governo pelo ultimo decreto para fa-
zer a* aalcraces, quejnlgasse convenientes nos es-
tatutos, constanles dos decretes n. 1,134 de'30 de
marro de 1,169 de 7 de maio do anno passado; en-
leodeu por man acertado refundir taes alleracoes
em um s.. corpo eom as dteposcoes, que adoploo
referidos estatutos.
Escusado he diner-vos que netto trabalho, que of-
fcreri ao c\ame do governo imperial, e que ora sub-
metto vossa illnstrada consideracin aproveitei-me
de grande parte das luminosas ideas de meu digno
antecessor: diverg todava em alguns pontos, em
parte secundarios, depois de ouvir os lentes das es-
colas de medicina e dos cursos jurdicos. Entend
tambera, quo convinha deixar maltas disposeoes pa-
ra reglamentos e inslrucrdes especiaes. *
Fui a isso levado pela conveniencia de nio pren-
der s leis, que teem de approvsr os estatutos, cer-
tas regrai ou medidas, que nao sendo propiamente
de organisar.lo, ncm estatuando principios impor-
tantes e essenciaes eiistencia das facilidades, dc-
vem antes ser propostas pelas respectivas eongrega-
roes, que as indicariio, bascadas no conhecimento
pralico de sua necessidade e applicacjo.
lluilas pdem de um momeuto para oulr tomar-
se imitis ou menos opportunas, e eligir prorapla e
immediata modilicarao, ao passo que, sendo de sim-
ples exocurao, nao devem oceupar a altencap do cor-
pe legislativo, que lem a sea cargo objaclos de maior
transcendencia.
Assm reservn o governo para regolamentqs e
nstruccAcs especiaes o que Ihe pareceu puramente
regimenlal, cas em que se acham as solemnidades
para a posse do director e lentes, certas rearas so-
bro exames, o modo pralico de fazer-se o servir das
' Wbliomecase das secretarias das faculdades e outros
objectos de semelliante nalureza.
Urna ou outea altcracao mais nolavel fcilmente
ser recouhecida em face dos trabalhos o que me
retiro.
Devo porem chamar vossa attenjao para o se-
griinte ponto.
Entctnleu o governo, que estabelecendo os novos
estatutos medidas mais severas para com os lentes
das faculdades e exigiodo delles maior assduidade
carilucios, era justo que, proporco que assim
...nn,i;. *-- j~ ..ti.__.___ti___/ _.
I
\
t
proceda, tratasse de melhorar-lhes a orle.
M'estt talBilo formuloo a tabella annexa aos di-
tos estatuto, elevando es vencimentos acluaes, e es-
pera que ella mereja a vossa approvacao.
He lempo de nos conveucerraos que nenhuma
rcfoYma, por mais bem pensada e por melhor ela-
borada que soja, produsir vantagens reaes, em
quanlo nao for habilitado o pessoal qoe a tem de
exceptar ; om quinto csse pessoal nRo pudor em-
pregar-se quaai que exclusivamente nos roisleres de
soa proQssao..
Ora, nao ser, pelo menos, (acl esperar-se, que
um homem notavtlpelo seu talento e estudo, que
descortina diante de si tantas outras carreiras de
mais rpido accesso, e de mais brilhanle futuro,
prefira a do magisterio como actualmente se acha
rganisado, afim de nelle servir com a dedicaco c
zelo iiidispcnsavei* ao bom desempenho de suas ar-
duas funcces, enlrcgando-sc seriamente ao estudo,
faaendo a acqusicao dos lvros necessarios, e acom-
. pandando o movimenlo progresivo das scencias,
com que deve entender.
Se um hornera deales. nruenra nhler wimpl^anj"
cargo, Iw-la ordinario com a roira cm oolro meto
de vida, que annexo a esse Ihe anttenue as prt-
vacoes.
Has a ten tu de urna fteuldade da medicina que he
coagido pela necessidade a manler urna dioica rega-
o loute de direito que he abrigado a advogar
os vencimentos dos. lentes, e empreados, deixeis
execular provisoriamente os ditos estatutos.
A pratira sanrcionar as medidas, que em sua
applicacjo forem adoplaveis, condemnar outras,
que falharem n'ella ; e o corno legislativo, sufflci-
entemenle esclarecido, proferir eiitlo a a appro-
vacao deniliva.
Nos lugares competentes solicite, que m autori-
sei tambem para reformar a aula do commereio, e
a academia das bellas arles.
Os mappas aonexos. organisados segundo os da-
dos e infnrmarocs que chegaram ao conhecimento
do governo, demonstram o numero das escolas pri-
marias, e estabelecimenlos de nslrucrao secundaria
existentes nesta corte e nas provincias, e 1>em assim
o numero dos alumnos, quo as frequentaram du-
rante o ultimo asno. s
Tambem consta dos respectivos mappas o nume-
ro dos que frequentaram os cursos jurdicos e escolas
de medicina do imperio, o os resoltados de seus
trabalhos.
Torna-se cada dia mais argente a fundaco da um
edificio para 'a. faculdade" de mediana da corle, e
se desde slguns annos he esta necessidade geral-
mente sentida, sobe ella boje de ponto com a re-
forma.
Pelos novos estatutos cream-se gabinetes e am-
phlheatros indispensaveis para o ensino de diver-
sas material, o este melhoramento, de que tan es-
sencialmente depende o progresso da faculdade, he
impossivcl em quanlo nao se fundar nm edificio
apropriado. Accresce que nem casa para alugar
lem sido encontrada em lugar prximo dos hospi-
laes, de modo que a faculdade Irabalha actualmen-
te em um velha edificio; que ameaca ruina, e onde
nem ao menos lia espaco para se montar conveni-
entemente o laboratorio chimico, e o gabinete de
physica.
Este estado nflo pode por mais lempo continuar,
sob pena de nulliflcar todos os beneficios que se de-
vem esperar da reforma. He urgente,, pois, algu-
ma providencia, que espero ser aulorisda pelo
corpo legislativo. Entretanto nomeei nina commis-
sao de lentes da faculdade, quo (ralo do rounir, para
com ella asscnlar no plano de um edificio, que con-
tenha por alguns annos, ao menos, as divisoes ne-
cesarias para certos gabinetes e amphitheatros. -
He preciso que votis tambem os rr.eios indispen-
saveis para a transferencia da faculdade de'direito
de Olinda para a cidade do Recife. A necessidade
desla mndanca foi j.i reconhecda pelo corpo legis-
lativo, e portanto o carece ser justificada.
Colltgio^de Peifo 2.. Foram frequen'ladas as
suas aulas no anno ultimo por 116 alumnos1. D-
les tiveram approvacao 102, e, lomaram o grao de
bacharel 23. m
Importoii a sua rc'ccita no niesmo anno na quan-
lia de 38:9999566, e a despeza foi de 36:59.V$9i2R.
Honve por tanto um saldo a favor do eslabeleci-
mcnlo.
A' severa liscalisaco exercida por seu digno ni-
tor lie devido este satisfactorio estado, que os de-
;flcit dos annos anteriores nao deixavm esperar.
Por embarazos que teem occorrido, ainda nao
pode ser executado o $ 2 do art. 11 da le n. 638
do 17 de setembro 1851, que aulorisou a venda dos
predios nertenecntes ao estabelecimento para ser o
seu produelo convertido em apolices da divida
publica.
Acham-se em andamento os reparos, de que tan
urgentemente careca a sua greja.
Auta do commereio. Foi freqoealada, doran-
te o anno passado, por 32 alnmnos e 3 ouvints, o
foram approvados 27,
O decreto n. 456 de 6 jnnlio de do 1846, pelo
quaU actualmente se rege a aula do commereio, ca-
rece tambem de algumas alleracoes.
He defeituoso o systema dos exames preparatori-
os, qu all se fazcm, e cada dia se reconhece mais
a necessidade da crearan de urna cadeira de direito
mercantil, ja por vexes indicada por alguns de rae-
us antecessores. .
Se o corpo legislativo entender em sua sabedoria
que deve aulorisar o governo para- esta creaco, e
b-iii assim para alterar o plano de esludos desla au-
la, tratara o mesmo governo de orgnisar um cur-
so regular, cuja utilidade espera ser dentro em
pooco lempo reconhecda.
Continua a servir de director deste eslabeleciraen-
tn o ronselheiro Diogo Snares da Silva de Bvar, que,
desde 1816, tem desempenhado este cargo gratuita-
mente.
Em altenrno ao traballio que sobre elle pesa, que
alm do emprego de director, examina muilas vezes,
e explica materias do curso, resolveu o governo
concflder-lhe provisoriamanle a gralifiracjio de....
1:2008 por anno, contando com a vossa appro-
vacao.
Academia d bellas-artes. Tevc lugar, no an-
no passado, como he de costme, a exposicjlo pu-
blica de trabalhos artislicos : nao foi porem tan bri-
lhanle, como as anteriores, pela falta de artistas
externos, que sao os que mais concorrem com Iraba-
Ihns dignos da alIcucAo do publico.
O governo, tendo meditado sobre os resultados
apresentados por.esta academia; fundada em. 1826,
entende que ella nao tem correspo-'idido ss necesi-
dades do pai, pois que o espirito que presidio a sua
organisacBo, alias mallo louvavel, foi um tanto
mais longc do que peda ento o noss estado de
cvilisacao.
fns ri-Taaii^iiit a > if si i n iiiinMIii Un
se devem fazer no rgimen, economa e ordero do
serviro da biblolhoea.
Alem de qu, a continuar esla por mais lempo no
edificio em que se acha, j insufiiciouie para aernm-
modar os volumes existentes, ter o oslado de soffrer
a pen'a de muitas obras de nao pequeo valor, que
all s: esto damnificando.
Tenciona o governo comprar ou edificar um pre-
dio paroste fim ; nada porem pode faier emquanlo
nao oUtvor autor sacio, qu ora solicita de vosso zelo
pelo bem publico.
dos trabalhos ordinarios
ecios, que com-
uiuilas prepa-
lar ;
Museo
para
poei
racoes
Ada
gunsdei
A secc
cas possue, sci
com mais de i j
Por troca
poncas, Chinezas
quaes havia inteira
O director do institu
Chile offereceu um .
delarvores e arbustos nota
limo, e difieren les amos
especies da plaas cryptogamas da Allcnia
Iros objectos.
A de numismtica, archcolosia u
augiirenlou suas colleccoes com me .
nac-es e medalhas, e objeelos historie
Na ds mineralogia, geologa e sciei.c
continoaram-se os trabalhos de revisito ev
de rochas n mineraes do Brasil, e princl
da colleccao do natnralista Solow, feila n*
deS. Pedro do Sul e no Estado Oriental, e
Oes de fosseis anmaes e vegetacs.
Encetaram-se novos exames sobro mais
amostras de rochas mineraes, com o lim d
rem-so mais completas para o estudo ar eo
geoguoslicas e mineralgicas. .
Recberam-se de difTerenles pessoas offerefimen-
tos de amostras de mineraes do Brasil.
Cnnclniram-se as obras da parle nova do cl'"c'0i
contratadas por 20:000&000 rs. ; mas tendo-screcl>-
nhecido algumas imperfeiefies nessas obras, cstao
sendo cocrigidas pelos empreileiros.
Para os novos salos foram contratados os n'vei'i
necesarios pela qoantia de 7:997J>713 rs. '?
Foi tambem contratada a' pintura da parle .Da
ds edificio o do grande salao di mintralor'";'
quantia de-'1:800*003 rs.
Acaba o governo de remeller ao Musco u
5S0V que recebcu da ossada fossil de um ani
gantesco que foi descobcrla pelo engenheiro
em urna cavidade prxima raohoeira de Pa
fonso, quando percorra o rio de S. Francisco
trabalhos de explorarlo.
Esla ossada, que a principio presumi o
engenheiro porlencer a.um Wegalberioh "
ccu-lhc depois ser os restos fosseis de um -- Y
donte. ),.
He de sentir que, apezar das diligencias qCne_
empregaram por ordem do governo, se P0''61*!!!,"
du colher urna parle da ossada que exista, ."
menle foi oulra parle sublrahida e estragada xjL
guns"habitantes rsticos do lugar, os quaes ent~
d, vista do interesse, com que se prncurav.
ses ossosi que eram objecto d'allo apreco, scn,-
via comprehenderem em qae este cousisliajpj
priaram-se dos que poderam haver. sten-
Noticiou lambem o engenheiro Halfeld a (1
cia de ossailas semelhanlcs nas vi/.nhanras jf,
voacao do Pao de Assucar margem eque|,dKara
de S.Trancisco, na provincia das Alagoas ; rjjgj.
gemCaldeiroesprxima a Jeremoabo, 'iifrnlrZ
hia ;e no lugar denominadoCaboclona 1
da Boa-Vista, provincia de Pcrnambuc.o.
Deu o governo as providencias oecessnrias u..a*
rcm dcscobcilas, e o presidente da Baha *\,/..
com muuicar que o juiz de direito de Sent S j'' "
licipra ter descobertn algumas pecas de um.
em quo esto assgnados; e com esll'ublicacao des-
vanecer qoalqner mo juizo, que pf ventura fa-
jam contra a adminislracao do Sr taetano Pinto
de Veras, e assim faz um dever ao lenlo.CJusto.
CAPITULO XS
Do fuera* e tuffragio* ?<*>* irmaot.
a Art. 166. O irmao fallecido e hu vitr sepul-
tar-se s nosas catacumbas, ou o.s religiosos des-
te convente) do Recife, quando lueiraser sepulta-
do, segundo suas disposicOes Ic^nionlaras, e fr
oulra qualquer irmandade, esla*ein acompanha-
r smenle o seu cadver at o'aar desuado, fa-
zendo-serlhe os lignaes do costo e suffragios res-
pectivos. Mas se o irmao fallec0 for tambem ter-
ceiro de Nossa Seahora do Cas", esla ordem car-
regar o esquife, partilhando *8 trabalho com a-
qcllcs nossos amigos e rmaoierceiros do Carmo.
*)Srt. Rtiacloret.Para" coropleU resposla a
e insolenlis9mo embrogll0118 o Sr. Jo3o Pinto
,emos Jnior, publicou [> seu Diario de 23 do
e, e para convencer.'', publico de quero seja
Jduo que a polica di? prender, e prendeu,
juslica devia pronAf*'' e punir, como in-
icjWde notas falsas, ^efo de ler o processo
a se nstaiiFou acerca ef*rimo.
Par obte-lo tenho feiPor ora sem oxito, as d-
(feucias "v'u alcancrt Prt"nelti, que o mais
1 1 ae copdo mim ao -publico ; a
n-mlriaiito, susp-"'a seu
es|ta^se(n^, tn. -i.i.u prc-^i,,
'!. de J(ae as patavras v.-
Jos mstim-s, e dos credi-
guem irejuilicara.
etst dlscussao.he pelo
Lalenco ao publico,
Tboniei.'i de lion-
to
po-
0 no
pec-^ !*
feridis ossadas, as quaes be 1111114 enviado.
,omar-
ovin-
deu o

para poder melhor vivir, difllcilmcnte concentrar
toda a sua atlencAo no estudo das malcras que lee-
eiana, e empregir oeste estndo a reflexao e cuida-
do que exige o professorado.
Devo aqu dizer-vus que a reforma des estudos
saperiores, aperar deja melhorar muitp, segundo
aapero, ocusino das materias, nao se pode ainda
assim considerar completa.
lima lacuna, e esla importante, contina a haver.
TTe a alta de un grande conselho central, que teja
como que ara conseibo universitario incumbido da
alia drcccSo e da inspecc,ao superior dos diversos
ramos dos-conhecimentos humanos, que se ensinnt
Cta laeuldades ou academias do paiz.
Este eoaselho cliarairia a um centro todos o e-
UMceimenlos deasa ordem, expedria inslruccoes
para pUtw geral do aastno; proporia as altcra-
coei qae no correr dos annos o mesmo plano reda-
*; inspeccionara o lerrico das facilidades por
aieio de delegados lirados de sen seio annualmeole,
mas ca pocas differentes rHtelle seriara jnlgados
taa ultima ioataneii os lentes, que se desKsassem
*> cumprimento de seus deveres; c, rico de expe-
riencia e de saber, tornar-se-hia o mais poderoso
auxiliar da aarninistracao suprema, concorrendo
effieazmeale para a regeneracio do eusino em seos
mais importantes ramos.
as nem o governe julgou-se autorisado para cre-
ar este conseibo, nem Ihe pareceu anda opporluna
a^pa ioiltuico, qne cssencalmonle depende de
horneas muilo habilitados, e nolav'eis por seu pres-
tigio e romeada.
Alem disto, a sua perfeila organisaeSo exigira
poriem dovida avalladas dospezns. Todava para
preparar 1 sui futura creacao por mcio de um en-
Mio limitido ntroduzo-se, desde j, no regala-
rnento da iastruccao primeira e secundara o conse-
lho director, ae que cima tratei.
Oatra lacnm, qne sentimos, he a de um corso
danao teem razes, as artes da pifilVa, da oslatoarla
e da gravara, nao podem sobresaliir, porque'ellas s
prngri.iem quando precedidas por elementos pro-
prios,'qe Ihes abrem camlnho.
Considero por sso "de urgente necessidade para o
paiz a reorganizarlo desteeslahelecimento artstico,
para que elle possa era mais larga escala e mais po-
sitivamente espalhar o seu benigno nfimo sobre as
nutras arles, que teem por base de sua perfeicflo o
decnho, para que estas se desenvolvam no estado do
bello symclrico, e di disciplina da esthciica ; por
que as artes sem um guia permanente, sem esses
excmplares consagrados pelo goslo, podem cahr na
degeneracan de todas as tradicoes recebidas.
A uossa industria nio lem na sna generalidade o
carcter de belleza e perfeic/10 que se enenntra nos
trabalhos do artfice educado em outros paizes, por-
que Ihes tem al hoje faltado o ensino necessario.
A academia das bellas artes pode salisfazer a esta
ui gente necessidade, dirigindo igualmente amocda-
de que se dedica s arles mechanicas e a outras que
nao perlencem categora das arles sublimes.
He-preciso encamar o espirito artstico na indos-
Ira, para que seus'artefaclos se mostrem revestidos
da mesma formosura e elegancia que observamos nos
todnetos da Europa civilisada, e que Ihes dao a pre-
erencia da parte de tedas as pessoas de gosto.
Devc-se confessar que no Brasil lia urna tendencia
natural para a cultura do bello, e para os adornos e
decoracoes das habitares ; o asss convm que se
auxilie esla tendencia, porqne d'ahi nascer o pro-
gresso da industria e sun pcrfeirao, que lano depe
a favor do slado le civilisacjlo de um paiz.
As reformas que se cstao fazendo nas inslituicoes
scientilicas e litterarias exigem que se atienda ao
mesmo lempo ao ensino das artes, afim de que o pen-
samento do governo se gencralise e marche harmni-
camente em lodosos elementos civilisadores.
Pcco-vos por isso que o autojiseis para dar o devi-
do impulso a este-estabelecirento, e lorna-lo de im-
mediala utilidade ao paiz, por mcio do urna nova 01-
ganisac.ui, a que presidir a maior economa pos-
sivel.
Est hoje atesta d'aeademia o lente da escola mili-
lar Manoel de Araujo Porto Alegre, que ao zelo e
iulelligcncia de qoe He dolatlo, rene estudos espe-
ciaes para coadjuvar eflicazmcnle as reformas que o
governo intenta Tazar na mesma academia.
Biblialheca publica.Possuo actualmente estees-
labelecimeulo cerca d 84,000 volumes, constando
em geral de obras importantes sobre diversos ramos
dos couhecimenlos humanos.
Nao ooucas sao de subido valor, -e aieumst raris-
smas. Mas, pertencendn litleralura amiga a m-
xima parte (leslas colteccoes, he sensivel a deficiencia
da nossa biMiotheca naos peto que respelta ;is obras
Constando anda que em alguns lugares daK;
cas de Queixeramobim e da Imperalriz, na^
cia do Cear, se enronlrnvam grandes osead/ '
governo ordem para sercm procuradas. t
Nao cessar o governo de empregar lodos !"*
a seu alcance para enriquecer o museo nac, -.T
estes objectos de tanta curiosidade e nteres}
Academia imperial de medicina.Duran!? ^-
ultimo celebrou duas sessOcs geraes, alm dar
determinadas pelos seos estatutos. orinci-
Ncllas discuti tlieses scientilicas relativatj: "
plmenle ao estado sanitario desta capital, f "
bem seu parecer sobre diversos assumptos-
foi ouvida pelo governo.
Occupou-se liiialinuiitc em' elndicar qn
dirs, qne lbe foram apresenladas, ou que
objecto decommunicacoes que receben.
Inttituto histrico e geograpkico ^ couluuado esta importante iiistiluirflo a j '
com a maior solicitle e regularidade, bonr j *
tantemenle em suas sesses oni a presenr
aogusto prolector.
Alem de diversos trabalhos aprcsenlada"" V,,
membros, quer sobre historia, qaer sobre ge, _' '
e que teem sido mpressos oa anda o seri ^
lisia Trimensal, foram nssas sesses objj: .
clarecdas discussocs. nimios e bam claborJ; '
me-
ram o
,..Tim
I maiorjispeiio.
Mactoir
> Jw l'o. noopar 28 1
iitgiuto .i nilara 'I
filo obrigamo os
"elor.
ue 1854.
St*. ;
ddo os insu
STAOS.
jos jirsw
/-(<,-MiiIj. ine^
ard,.-,
'JMNTl
LE-
iverlam so.
:Se so nmitiic'a
or#-
aranacl, que o t Jloao Proln djaKmbs Jnniur teta
AqneTfa iuleressantc Revista continua
cada regularmente.
Comquanlo se tenha tornado mais fav
lado linancciro do instituto eom o augm
sidio, concedido pelo corpo legislativo 11
sado, nao san todava anda luflicientes
que dispoe, para oomrrer asarlespezas, qi
reimpressao do 1 vWime das suas Ret
Vel oes-
de sub-
nno pus-
eies, de
oxfgem a
,ea im-
pressiio de obras de grande utilidade, a qf Dor
de recursos nao so tem podido realisar. fi .
Conservatorio dramtico.Durante o ",.,
159 pecas foram snjetes censara do cor ""
Foram licenciadas 148, das quaes soffre allera-
Coes :!8. Foram repruvadas 11.
,50"j000rs.
Tcm-se continuado a dar preslacSo di '
mensaes, deiliiiada a auxiliar as despera" csla"
belecimento.
Os credilos que foram aborlos pelo "1,!.16"0-'
meu cargo, na forma da aulorsacao con,' h," *?"
verno no art. 4" da lei n. 589 de 9 do /.m--?,u.,L
1810, imporlaram na quaniia de rs. \-' '""r1'
sendors.8:551S963 para occorrer a desp,'.'-,,p
do exercicio de 1852 a 1853, e rs. 123:fWJA' para
despulas do exercicio actual. IM.
A justificacao da necessidade desses C ac "
res uos decretos e demonstracOes que r pre"
sentes. I .
Sinto nio vos poder minislrar infoi.iT'. ra
completas sobre os vos da reparlirilo que me est confiada
os recursos, que lem por emquanto a
publica para formular um rotatorio
abranja todas as necessidades e
menle ao lim que- a lei leve,
gacflo. '
Resla-me assegurar-vos que cumpri)
o devar que me corre, de preslar-vos "L*.
formadles e esclarccnlentos, que vos rom ,,l-ce3sa"
ros, e qued mira dependercm. ..: j. m
Palacio do Rio de Jaueiro era 14 df 'au> <,0_,BM-
iii; I'cdreira do Cou Ferraz-
Imiiiistrat-
S.lo poucos
iiiinistracao
icio.-o. que
nda plcna-
esta obri-
prazcji

esnecial ran a r>n.i,. a .- r- a nossa Dimioineca naosopeio que respe ta as odras
rt^-i JTA r^ *nWn!ia. Este curso moetn,meBle pubHeaitaSf 0 qu^ representara os iro-
\
P
4
/
devora ser de futnro estabetecido na corte, e coro-
posto das eadeims de setnela tnciaes,' jaes se
annexarto outras qne se julgarem ndispfflslveis.
Ter por fim habilitar os que nelle' se formaren!
para aquella carretea, e conseqoenlemcnlc para os
cargos, era que nao lie necessario om conhecimen-
to particular das scicucias jurdicas.
*Na optaste de algumas pessoas, esla necessidade
poda ter sido, at eerto puni, desde j altcndida,
dmdiado-se em duas cada 004a das acluaes facnt-
ladcs de direito, sendo urna exclusivamente para
a forma tura de scencias sociaes, a oulra para a de
scencias sociaes a jurdicas.
Nao pansa o governo da mesma maneira, e neste
ponto vai uteiramente d accordo com as ralbes j
produsidas por toca digno inlecessor em sen nlmo
rctatorio. Nem a aotorhaejo qne concedesles ao go-
verno foi tao amplg, nem a separacao, a qoe alia
do, seria efflraf. A raz3o, expo-la ron! bera o i*s-
mo mea anleressor, quando vos ponderou, que os
esladantes que eslivessem adslrictos a um facul-
dade, onde por mais dous annos poderiam comple-
tar o curso de direito, que alarga q circulo de suas
aabililarocs, era da presamir, qae, Anda a forma-
tura de scencias sociaes, prefeiissem passsr para
aquclle curso, mudando assim de projecto a mr-
parte, e rednsindo numero mu iniignifieanle o
dos qae se aproveilassem desta medida.
Aeerescc que, nesta hypolhcse, dfllcil, senao inv
1"**"' 8*ri'1 rgantsar-ea o plano de estudos, por
"ao que, lomando a um lempo especial e pertei-
ia a rormalura em scencias sociaes, nao prejudi-
casse o numero de annos marcado para a de scen-
cias sociaes o jurdicas.
Em verdade, lora para isso ndispensavcl craai
mais algumas cadeiras, e annexf-las ao prmeiro
urso, qae nao poderia ser menor detres auno, e
cnlao fiearinm para o ensino das materia jurdicas
dous annos apenas, que por sem duvida seriara in-
su Hilenles.
Este inconveniente so poderia desapparecer, se-
parando-sc do nrso jurdico as novas cadeiras, qae
se creassem, de scencias sociaes; mas isto equiva-
,cr,a <{"' I** fundacSo de mais duas faculdades
, *": P"u, e d* Pernambaeo, e doria lagir, como
lie fcil de compreliender-sc, a complicaces no
servico das congregarles, e em geral no rgimen
acadmico.
Terminam este artigo, pedindo-vns lambem que,
as laMtas anuexnao* rstatatns, marrando
PEBNAMBVCO
HEPARTI^AO DA PO IGIA
Parte do dia 27 de junl
Illa), e Exiri. Sr.-Participo a V. "c" ?"?:Jla'
partes hoje recebidas nesta roparlfcl c"l* *.n
sido presos: ordem do subdelegado 1". ."&?,Z
S. Fre Pedro Gonc.aivcs, o nreto M *'&'%?
Ferretea,' por furto; i oidora do Cnirio nar
freguezia do Santo Antonio, o prele |j'""rnc>i
mensos progressos das scencias e das lettras uos ul-
times ternpos, como especialmente i parte relativa
aos lvros e documentos concernentes historia,
ellinographia e philologia do Brasil, da America
em geral.
A necessidade de se preeneher semelhanle falla,
elevando-se este cslabelecmenlu ao poni que reque-
rem o seu deafnio, e o estado dtfdesenvolvimcnto da
nossa civillsajso, merecer ccrlamenle a vossa -at-
lenrao.
O governosmenteespora,para tralar com esmero
de 15o importante objecto, que o habilitis com suffi-
cienles meios.
Durante o ultimo anno, adquiri a bibliolheca 490
volumes, dos qoaes foram comprados por ordem do
governo 150, versando sobre scencias; 206 oflereci-
dos, e 134 remellidos por diversos editores.
Alm destas obras, ha mais* os importantes raanos-
criptos do finado Dr. Antonio Correa de Lcenla', qne
formara 41 volames, afora urna colleccao, qne os
acompanha, de deieohos coloridos de perfeila exe-1
cucao.
Contcm esleamanuscriplos variadas e preciosas no-
ticias sobre a historia natural, e especialmente sobre
plaas das provincia* do Para e Maranhao, e das
Guyana*, cm rctaclo a suas applcarOes raedicinaes e
osos domsticos.
Foi ullimaraeole a bibliolheca enriquecida com a
compra, que fez o governo, da excedente livrar'ia do
I)r. Pedro de Angjilis. Cumpe-se ella de 2,785 vo-
lumes impressos, alm de 1.291 documentos e map-
pas manuscripios importantes, sendo grande parte
do livros ralaliva historia da America.
Havia o mea antecessor anlorsado a compra desta
iivrria, que rcalisei, tendo sido para isso motar ele-
var a respectiva verba. Assim proced conUado com
a vossa approvacSo.
Tera-si proseguido nos Irahilhos lendenes ao rae-
lhoramenlo dos reguos, caUlogos c taceas foram
cxamioaoos e provisoriamente dassficados muilos pa-
pis interessanles, impressoB e manuscrplos, quonio
se acliavam relacionados, catre os quaes se encoa-
tram desenhos originis de insignes professores ita-
lianos ; mappas geographicos, liydrographicos, esta-
tislicos e architectonicos ; e estampas preciosas.
Nao pode ainda o governo levara clleilo a madan-
Ca da bibliolheca do acanhado e improprio edificio,
em que se aha,- para pairo que oflereca as propor-
oes, que Ihe s3o indispensaveis.
A ditflculdade de se encontrar, afim de sar alaga-
do, ubi edificio, que a essa nroporepes reooa a con-
dc* da eonvenieacia/do lugin-. e outras qua ao es-
peciaes a estabelecimenlos de aainelliantc nalureza,
tem demorado o resultado das dlligWri'ls ernpregadas
pelo governo. ^
lie atrelanlo argenta que se realfie lal mudanca,
porqa sliis, nao wpwhriu' temar ** formas que
averiguac&espoliciaes, e oporlugua { ",8
Oliveira Claro,'-por uso de armas da) ?V? *r
do subdelegado da-fregante da Bo"sUI' lr'"'ce-
cordil de po-;
lino Jos d'Assuniprao, por ebrio...
Communicoii-me o coininaiidanle
liria em .ua Participac9o de hi->, q- "P'^ f"1 *M
guarda nacional. Joaquira Tves4 "' W* ?C como '*
achava recolhido em priso trancado
es,
om sentinela
oorla da pri-
a vista,evadio-se a nole, arrumbando
sabe cscallando a rauralha da forlal ;.,", qr'
fosse presentido da sentiuella, peloqo ";',:' ,,"
colher presos o oflteial de estado, e as! -"Ae"--
qae o guardavam. \,ii.i, a.
, Dos guardo V. Exc. Sccrolaria S"l*e
Pernambuco 27 dejunho de 1854.Ih. .Ji
cpnselhero Jbs Bcnlo da Cuuba e Ru tT""* r'-
s'idente da provincia.m; Carlos 1 1 ^
xeira. ebefe de poficia da provincia.
DU1H DE MIIAJIl
. Poste qnq depois de 8 horas da site
rapparecessem as chuvas, que diir.ini 1
nos inlcrvallos at as 11 horas na mihaa
ro s Irouxe as aguas cujlumadatcm
sics.
S. Exc. Hvm." por circular, 4u
visor, em dala de 27 do correa", mai
l dia 26
.le 27, o
es occa-
d." pio-
S fazei
preces, nos dias 28, 29, e 30, eradas ; /a(lor'a_
e convenios, suppUcando ao Su'pnTo C .
Serehidade do Tcmpn;estaoatra ten
censaras qoe algnns, faziam ao En. Pre'
raodo que est elle enfermo; rcsiqae as
achem vazias, ao dirigir aos ceas saa
*o,gno-
cjas nio
ipplicas.
publicar 23 diJcorrtMiU>,eOf4 e;,r
se acaso nao coneci.c a xiducflte e a ri I
sabridamenre iusole.itodcsseasii'v' n,1"
prever que, analpliaueto comt^^^^H
rigir ao pubnco, linlia i!
guia rabiscador lao baixo, qmJScsUssif;, ,ns-
trumento de sua injusta cote^HMys ir ir01 v^*e ti.
songear o seu Iresloucado o^H |w],ial se per-
suade quo o dinhero (meislH Bitacas se he
que as tem) dispeusa. lodo o^HfKeulo pessoa.
e d ilireito a offender e mmosjyi'r^jgnn alheia.
Nao acompanliarei o Sr. Jefsjiiln a Fjiftda dos
improperios e invectivas a q^,
irei recordar imptftacoes graves, mesmo'
que a fama publica Ihe tem alMu por sol
beca c imfmtacpes que, a serenerdaduiras,
tiram. he verdade, os cobres,qskalvez possua,1
otoniam cerlamentcum ricacp'bominavel e
pre/.ivcl. qual be aquella, por Implo, que se grada ao extremo de querer apifecer Iriumpbante
na sociedade por meio d o lujeidas' vingancas:
ou mesmo que, no templo de 1)6. se rebaixa a ali-
rar urna covarde bofetada a faede um sen seme-
lhanle, por Ihe recasar um volsaja lberdade Ihe
lie garantida pela lei; nao me ouparei mesmo de
prnvar a palpitante justica, cora le meu llho Car-
los, em qualidadede delegado duoticia, e em face
do provas sobejas, al para a declaran de sua pro-
nuncia, o mandou melter em pciD, como indiciado
no vcrgoiihoso crime de inlroducr de moda falsa;
nao me oceuparei disso; porque iredictomeu tildo
cm breve ha de responder ao Sr.iao Pinto, e pu-
blicar em delalhe a provadanv. as razoes do seu
proceder.
Tratarei s do que privalivamec me respaila, c]a
correspondencia qae na precrsrde defeiuter-me,
mandei inserir no Diario de 7 diorrente mez, pa-
ra que o publico possa avaliar alindcchegou o im-
potente arrojo des-e hornera (80 uo, como oeslylo
do sen escrevnhador.
Por si, ou por seos apanigua, espalhou o Sr.
Joilo Pinto, afim de dcscorar osjios motivos desda
|irsao, que havia sido procuradoor mim em saa
casa, para por meio de dinheroigatar a sua l-
berdade. Taes beatos, qne minrhonra ouendiam,
lambem gravemente mole-lavan de men filho.
Foi por isso que este por mim, er si, pedio ex-
plicaoOe pela imprensa.
O Sr. Dr. Alcanforado vete cora tal sua ralifica-
cao que alterou accidenlalmenteilguma cousa ao
que meu filho assevera Ihe haviaivido; mas quan-
lo a substancia, quanlo ao faci, e dava> abena a
essa lerrivel e calumniosa explio contra mim,
quanlo ao Ihe haver dito o Sr. Jo Piulo, que en
fura a sua casa para se arranjaesse negocio em
bem, nao o negou o Sr. Dr. Anforado, apenas
declarou que nao se recordava si Sr. Joao Piulo
Ihe havia dito ter sido procurado! sna casa, ou na
priso.
Por oolro }ado o Sr. Joao Pin prevaleccndo-se
da. mais mizcravel evasiva, probando oh mesmo
aproveitando-se dessa covardia eparavel dos ge-
Jjlios i.isolentes, quando mcltidoeas occasiOes que
rtcmniidan cozajiem^B Vea** *xplica conformo
Ihe ordenavain o principi.os de ura, para arredar
de sobre si a pecha de calumuia,0nge-se desafia-
do, embora nao se trataste do ou cousa, senao da
defea ile minha repntacao; e grda aleivusas res-
trirriies que deixara em suspsuian quer que. seja
de desfavoravel a mim.
Eulendi, como todo hornera sfto e |zclador do
seu crdito devia entender, qaen taes circumslan-
cias me corra ndcclinavelmenli obrigacSo de re-
latar ao publico oque hoiiveem aiim e oSr. Joao
Pinto ; que mecumpia dcfendcuitUa honra, ma-
nifcslar lodosquccu nao conitti, Bem era capaz
de commeller a torpe infamia delcrccer ao Sr. Joao
Pinto resgatede sua lberdade ria (te diiiheiro.
Dci par lano a publicjdadc cssKQo de corlezania,
que nico de mim parti para 61. Joao Finio, e
quo leve lugar conforme publiffli, e hoja confessa
esse senhor na sala publica corrida em que
meu filho,dava audiencia. .. '
Felizmente quanlo ao ponto 1 dial, ou nnico de
grande importancia, quanlo acojecto desea nossa
conversarao, o Sr. J0S0 Pnto.ifezar de toda sua
audacia, nao se alreveu de id ilgum a sasteptar,
que lbe oftertei o|esgaleclmr(Krido. por va de
dinhero, e por es* lado estol sjtisfcilo ; ncm na
qaestaoque arespeltoa calurqakvantoo, poda eu
almcjar oulro maior triumphc '
Mas o Sr. Joao Finio, miioajde intelligoncla e
de cordura, entendu que cuu. tinha direito de
defender-me ; qa* ama defu anda moderada co-
mo a minha, Ihe era urna offesa e, calcando bru-
talmente aos pos deveres, qu o homem probo e
brioso soe sempre respeilsr.'jga algumas das cir-
cumslancas dessa nossa moraataiea conversa, co^
rao em bassa de pretexto paf.djspejar injurias e
convicios propriosde sna cduicane inventa outras
circiimslancias queja mais exliran. Entretanto lie
mais que cerlo, que quanlo eirev m minha cor-
respondencia, he exacto e correlaiiene ludo oque
occorreu entro mime o.Sr. jioPinlo : qualquer
cousa que nella s'nao eocoub lu falsjdadc, que s
o mais revollaate descaro po aseverar.
Nesse meu comprinieuto, qb n leve certameo-
le por fim afligir o Sr, Jo.ta Piajo dissc-llio, que
pelo que tinha ouvido, cnlenia cae uo eslava pro-
vada a sua culpabilidade; 11* nai disse, conforme
corajosamente,afliruia u Sr. JSo Bato, que naquella
larde seria solio um oulro ueiciaileque eslava pre-
so ; nem o pona dizer, pois nSc sabia eu disso ;
nem o podia saber ; vislp com (lo mea filho- me
assegura, c csla prompto a juir, i|nc naos o nin
disse a iiinguum, como quo sa risolucao s lomou
depois do interreiialorio o 0 nc(ociaulo, que ler-
minoii algum totnpo depoisd nosu conversaco.
OSr. Joau PJaio, ou seurabiador, demasiado
fcil em nespra verdade, atejun.lo rae haver di-
to, que escreven a siusogro.contmunicandoo que
ocrnrrer.'i, aesimeomo, quo er. concunliado o Sr.
I'rcilas pan0^ra a Baha 10 vapor de ento, o
Ivia jfientific." aninasmoeeu sogro.
decisiva de ce fa'uil a verdade 110
relatar essn cileumstancia4iid.i era nossa conver-
saco, o nao liaver 110 porto esse lempo vapor al-
gum. Mas qumquzer sairdequ lado osUi o
verdade, vej^o Diario do d. 3 fio maio, ou se in-
forme da agntia ilos \ apon, e saber que nesse da
2 do maio, du que o propriSr. Joao Pinto confessa
ler sido o da nossa converslo, eslava em o nosse
porto ancorado o vapor inez. Great H'cstern, o
qual daqui parti para o solepois das 6 horas da
tarde.
Tive de tellardos favores oeo Sr. Joo Pinto im-
pelrou, o rceaheu do mea 60 Carlos, tlando-os co-
mo prova d qae osse Sr. nnecasia de eer intima-
do, naojulgouasua priso reveniente de vingaufa
ou motivo teprovado, mas si de causa justa ; re-
flecli qne, se assim nao fraleudo com ella se cho-
cado poniere pretender taar sulifaco ao Sr,
Dr. proniolsri que a riquvn, nao tratara mea fi-
lho lao icspeilosamenlecoui Iralou. OSr. Jobo Pin-
to, era a suavccrehrtau respua, a pan ha essa insigni-
licanle circnmslanciado par satisfaganda qui
tao accidentalmente fallci, silicua e oblcm do Si.
Dr. promulof urna carta, e pasa me liaver esmugi-
do rom a sua publicacao.
Saiba-se rjjkam que, mtioa livtsse eu a esse re>-
peito falla' s por informares, e nao porqu lw-
vesse presenciado, relslei a vrdade. Eu nao disse.
senao quo }) Sr. J0S0 Pinte relendeu tomar '-
facio ; c isV.so loferc dessa lesoui caria do Se l".
promotor, te o Sr. Joo Pito lilo ancho poblcou.
viste qnajptan aquello SlDr. quo o Sr. Jcslo
Sr. Dr. promotor ; o afim de qae saibam, que o
grande Sr. Joao Pinlo, nesa eoujiioclura, visitado
pela sombra do infeliz Fte, como elle propro o
confessou, lamentndose,e quasi carpindo a sua
sorle, so deixou nao sei poque inexplicavcl falalda-
de, cahr em abalimento, f em lal desgoveroo de es-
pirilo, -que supplicou mfi filho favores de lao pos-
sicel concedimenlo,.comoesse do ndiamenlo da pri-
sa, do qual falla o Sr. Dr, promotor no' final de sua,
carta ; e com o qual favoi nada menos pretendeu o
Sr. J0S0 Piulo, ilo que se! deixado cm folga aquella
noile. sera duvida para pcssoalraiple arranjar os
seus negocios. ,
Ainda relatando circunstancias inleiramsnlc a-
llicias qoestio, quenos'occupa, vergonliosamenle
fallou o Sr. Joao Pinto a,verdade. Disse que, apezar
dos obstculos oppostosrpr meu irmio, pode pagar-
se da quaniia de 1:233802. que se Ihe devia. Quem
leu essa vagac indterm nada accusac,ao ficou talvez
pensando, que en ou meu irmao, fui o devedor des-
sa quaniia. Mas saiba 1 publico que nem cu, nem
meu,irmao, j mais-dc\i cousa al-'iima aoSi. Joao
Piulo ; quem Iha deveu essa quaniia foi o Sr. Ar-
coverde, e quereiuto o Sr. Joao Pinto pagar-se cora
os assucares que vinharaconsignados aumdemcus
filhos, foi este, e nao moa irmao, qnem Ihe oppoz
embarac.os; sendo inconleslavel que fui cu que con-
corri, c muilo trahalhei, para que o Sr. Joao Pint
fosso coradVoi, embolsado da importancia de sua
divida.
Parece qae tendo dado demasiado, c inmerecido
valor esses rabiscos, 'que leviana e faluoumenle
* escreveram, sem nenhum respeilo a verdade, c
iios>uaes o Sr. Joao Pinto prmeiro reporla-sea
ratific\ qual, o s-^Joao Pinlo disse, quo eu o procurei na
sua casa ou>ao ;e depois mais abaixo confessa
que a nica ve**, o procurei foi no prmeiro an-
dar da casa em qX,mUro, conforme .- -verei im
minha correspondencia
Devera talvoz fechar e^-esposla
inqualilicavel arrojo com qra,. gr
tendeu injariar-me, declarar
e dando-me patente de r
vincia c fra della. O P
dondamente. Se se ref
dade, que, em sua lout
cm minhas palavras,
palma, o titulo de 111
Manilo menos ao Sr. Jo.
' potico a amostrado p.o,
ofrmaces, quo deixo con.
.-.a falidade algumas pouu
pouquidade de meos e recua,
claro-lh que est loucamente- en.
qae isto rebaixa algncm : enlrelai.,.
qni com melado do que tambem se mt
por certas consideraedes, nSo teohb pndid,
solvo todas as minhas dividas.
Saiba finalmente oSr. J0S0 Pinto,' que om
ncm, qne, como eu, exercen tres presidencias..
provincias diversas (desde 1831,) qm que os conlra-
icar no
do pre-
mim,
1 pro-
sere-
ver-
ilrar
1
N3o ulhcs p'ra ella
Se queres viver,
Porque seu poder
He lal e Mo forte '
Sue lula co'a morle.
u (remo de v-la.
Mas qu'bei de fazer
Se morro por ella '.'
Oa snjoou demonio,
A mim que m'imporla,
So v-la conforta
O meu corceo'?
<)uer queira, quer nao,
Escravo bc de ser,
Poi* livrcsem ella
Prefiro^rnorrer.
P.F.
COMMERCIO.
PRACA UO RECIFE 27 OE JUNHO AS 3.
HORAS HA TARDE.
Colaccs oficaes.
Desconlo de leltras de 3 mezes8 % ao ann.
Dito de ditas de 4 mezes7 I {> *; ao anno. .
Frele de Maceiij para Liverpool40( por assucar o
1|2 d. por algodao.
ALFANDEliA.
Rendimenlo do dia 1 a 26 .- 170:100*059
dem do da 27.......* 2:75379
172A13538
Descarregam hojeViejunho.
Barca ingloza 7'Aitemercadorias.
Barca inglozaCreamorebacalho.
Barca americanaConradtertulia.
Polaca hespanholaLincediversas mercadorias.
Ilialc brasleiroAmeliafumo c charutos.
Garopeira nacionalLirrarCodem.
Importacao'.
Barca americana Conrad, viada de Phitedelpha,
consignada a Rostron Rooker & Companhia, roan-
fc-ilon o seguinle i
1IKI barris banda de porco, 500 dlos de breu, 144
meias caxas de cha, 1,300 barricas familia de Irigo,
V) saccas pimenta da India, 100 caxas algodao azul,
'las azeile doce, 1 dita urna espingarda, 1 dila
'cira,20 barra espirito terebenlina; aos con-
aos mesmos coBsignata-
LarcariiisWa Creamore, vimla de Terra Nova,
consignada a atines Crabtree & Companhia, maui-
!slou o segunle.
NfftO barricas bal
s.
CONSOLA
nenio do dial a 26
-> dia 27
dislas do
ite. ._
p, por todos bi
I Jnior,
-enhor de investir
1 er
rafleantes de carne hu-
ioedeiros falsos, mais
eito suas criminosas
gas presidencias, e
Mando no exercicio
1ga de seus pas,
"esacredilado
do.Sr. Joao
1 alheia
seus
Be a
fo
Bendii.
KECliBl.
22:0421011
. 229542
VERSAS PROVINCIAS.
>1ala2fi. ..... 2:38
v DE RENDAS INTERNAS
DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo u 27 ; .*. lr>98}701
CONSl do PilOVINCIAL.
Rendimenlo do da ->6.....33'573|SfJ5
dem do dia 27 ...'... 1:461*726
romparceam na sala das sessBes damesmaTnnTTos
dias cima indicados, pelo meio dia, competen tmete
habilitadas.
E para constar se mandou afflxar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
.Secretaria da Ihesnuraria provincial de Pernam-
buco 14 de jnnho de 1851. O secretario,
Antonio Ferreira d Annunetaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da resolacio da junla da fa-
zenda, manda fazer publico, que nos das 26, 27 e
8 do corrate perante a mesma junta, se ha de ar-
rematar a quem'por menos fizer o fornecimeulo dos
medicamenlos c utencilios para a enfermara da ca-
dete desta cidade, por lempo de um anno, contar do
1 .* de jnlho prximo vindooro a 30 de jaaho de
18..5.
As pessoas que se propozerem a uta arremalacao
comparecam na sala das sesses da mesma junta nos
das cima declarados, pelo meio da, competente-
mente habilitadas, qne ah Iha sorUo prsenles o for-
mulario e condiertes d'arremalarao.
E para constar se mandou afQxar o presaate a pu-
blicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria provincial de Pernam-
buco 14 dejuuho de 1854. O secretario,
Antonio Perrtira dAnnmciacao.
nRCTAtfAsyVRjg,
repu
esforco?
opiuifo 1
de oeste se
Com a pu
milito agradec
Manoel Cobo.de WM
Illm. Sr. Dr. ArrflH
querque.Recife 24sH S5*. Raso
S. o particular obsequia^ WT
la; prmeiro, se na o>
rcu a meu filho Carlos, a pl
Lemas Jnior, como suspei
dulas falsas de 509 rs., estam
iuveslifjaces, depoimenlos e i
feito aiile V. S. ; nao perguntou
va bem refleciido no passo qae
nas conseqnencias para elle, quo lia p
frido a grande imputacio do Uro no Fi
resposla de V. S.; segunilo, so depois desi
nao pedio o Sr. Joao Pinto a dilacao da
dia seguinle 1
Trals-se de orna qnesto de honra, e a todos?
represeutam nesse drama, corre o rigoroso dever
sustentar a verdade, qualquer qne seja.
Son eom teda consideraco, de V. S. amigo respii-
tador r criadoManoel Lobo de Miranda Uenri-
qus.
Illm. Sr. Manoel Lobo de Miranda Henrqus.
Rcspnndendo i caria de V. S., tenho 'a dizer-lhe
quanlo ao prmeiro quisilo, qae a pergunla nao foi-
concebida pos termos, que me diz V. S. na caria,
polo que, das palavras do Sr. Lemos Jnior a mim
dirigidas na occasiao da priso, nao se pode depre-
hender, como succede do modo que diz V. S. que
hnuvesse provocaran ou ameaca. O Sr. Lemos J-
nior, pedio-rae que altendesse repulacao que per-
da, que pensasse nesse negocio, que consullasse;
e pelo modo qae me foi feila essa reclamarao. nao
pude eu comprehender, seuao qae me solicitava di-,
to Sr. Leinoa Janior, quo espa mcnlo onfao apresetando ao Dr. delegado, res-
poodi-lheeu, que pensando nesse negocio cora ma-
dureza, e desde que se eomeepu 3 proceder as averl-
gu'arpes polciaes, entenda que dito reqoerimento
era de meu rigoroso dever, e quando prnvasse elle
sea innocencia salvara sua repulacao. He verdade
que fallou o Sr. Lemos Jnior, em Ihe ser imputada
a morle de Pidi, mas nessa occasjao nao se diriga
a mim, massm se laslimava, e diz.ia que todas essas
cousas cram tramas de seas inimigos, no numero dos
quaes de certo, que nao podia en entrar, por nao
lisver para isso razio plausivel. He tambera verda-
de, que quando me foi feila a reclamaco deque
tratei, n Sr. Dr. delegado o mandou calar, dizendo
que nao admitlia allcrcarao com as autoridades, ao
que muko brandamcnlereplicpu o Sr. Lemos J-
nior, que aquillo nao era altercacao, e sim urna con-
versa, donde mais claramente comprehendi que ha-
via de sua parte'intencao de reclamar, e nao amea-
car ; persuadindo-se que com esse pedido, retirara
eu mea requerimento, aguardando occasiao em 'qne
mais provas apparecessem. Eu, porem, de_muilo
bom modo, lambem Ihe disse, que livesse paciencia
pois que eompra um dever queme imponha a lei.
I.embro-.-ne al, que dissera eu, que era duro o lu-
gar de promotor, o que nao fazia de certo, se me di-
rigisse quem quer qoe fosse, una pergunla no tom
daquella, que diz V. S. em sna carta, me ler sido fei-1
35:034'..31
MOV1MENTO DO PORTO.

itacio saSS-no dia
^jle Janeiro e porlos intermediosV^pr brasi-
|f> Imperalriz, coinmandante o primeire-tenen-
irrezao. Passageiros (teste provincia, ftifea-
Itufiau Wollaire Carpeba, Dr. Fi
de Assis Carvalho, Jos Jeaquim ,
Araal'in Maia e 1 soldado. Jos
antes Andrade, criminoso Manoel
|ia>e 2 soldados, Antonio Francisco
I^Anloiiio de Oliveira Figo, Ange-
marochal Jos Fernandesdos
ante do dito capilo. Salusliar
li c 1 soldado, francisco Joa-
' tioncalvcs Cazeiro, Delphina
'.ceicao Lopes e 2 filhos e 14 recru-
aarinha. .
S. Exc, Kvma. em razie do mo lempo, deixa
de dar a benrao papal na fesla de S. Pedro no dia
29 do crrente.O escrivo presidente,
Padre Jodo /os ata Cotia fibtro.
De ordem do Illm. Sr. inspector di thesouraria
de fazenda, se publica que oarmizem silo em Fora
de Perlas junte i casa que servio da quartel aos en-
gajados, vai novamenle i praea de renda no dia 4 de
jullfQ prximo vindooro, e que ser esta a ullima
praca, apparerendo laucailores que offareeaoi um
preep conveniente fazenda.
Secreiaria da thesouraria de fazenda de Pernaan-
buco 27 de juuho de 1854.O oflteial maior, fimt-
lio Xavier Sonreir de Mello.
N.1o tendo a chuva dado lugar a qoe se effec-
luasse hoje a venda em leilao publico, dos objeelos
a que referio-se o annuotia' desla capitanii, dala-
do de 22 do crranle, extrahidos da remocao do cat-
eo da barca nacional o Esperance do fundo do canal
a entrada deste porto, onde foi a pique, fica pois
lie transferido pelo Sr. capillo do porto, piraama-
nha 28 rio crranle, as 11 horas desla. Capitenia
do porto de Pernambuco 27 de jnnho de 1854.0
secretario, Alexandre Rodrigu dos Autos.
Real companhia de paquetes
vapor.
_ JBB. No'dial.dejulhoes-
Ab4 _____8 pera-se da Europa nm
dos vapores da compa-
nhia, o qual depois da
demora do costume se-
guir para o sul : pira passageiros, trals-se com os
-{.agentes Adamson llowie & Compauhia, roa do Tra-
"Mchc Novo n. 12.
Passqgem para a Baha25 pa lacees mexicanos,
hrasileiros ou bespanhes.
Para o Rio de Janeiro 50.
Para Montevideo 110.
Para Bueooa-Ayres 120.
Adminisrraoo do patrimonio dos or-
plaos.
Pcranle a adminislracao do patrimonio dos or-
phoos se ha de arrematar a quem por menos fizer o
rornecjmcuto dos medicamentos para o collegio dos
orphao\.por lempo de um anno, qae ha de ler prin-
cipio do 1. de julho prximo futuro ao fin da^uohe
de 1855: as pessoas. que se propalareis faaer
to forueciraento podero comparecer na casa
sesses da mesma .adminislracao nos das 16, 23 _
30 do correte mez pelas '12 horas da manbaa,Sel
relaria da adminislracao do patrimonio dos\or-
;, 9 dejnntio de 1854Antonio Jos de CKr
EDITAES.
O illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumprimento da rosolucn da junta da fa-
zenda da mesma ihesouraria, manda fazer publico,
que nos dias 26, 27 c 28 do correte se ha de arre-
matar a quera por menos fizer, as impresioes dos
Irabalhos das diversas rcparlicoes publicas provinci-
aes avalladas em r"is^3:500$UOO.
A arremataran ser feila por lempo de nm anno, a
contar do L* de julho prximo vindooro ao fim de
juuho de 1855.
As pessoas qu* so propozerem esta arremalacao
_-------1------------;---------.!-----------------:-------i
ConiWnliia brasiletra de paquetes de
l vapor.
Fica designld'ora em dianle o dia da ch&tpdi
das vapores a estmjgfta, p^, u engajar a carga ou
encnmmendasqm'AMJJ^jpt. at o meio-dia
segninle deverao os reH tabeabado osieo
embarques, e a assa lior^presel^Hfc% despachos
na agencia legalmeule formlisaool ^tm$ exige o
consulado geral, para a organisaeSo doRKnjifestos
que devem acompanhar o paquete. Por cTajj^a f^a
entendido, ser os objectos sujeilos a direilos, 1
encoinmeodas os pequeos volumes de prodi
nacional. No dia da sabida do paquete smente o"
admilflr passageiros e dinhero a frele, e nada mais
sem excepcao alguma at duas horas aalcs da mar-
cada para a sabida do vapor. Recife, Tua do Trapi-
che 11. 40, segundo andar, 13 de Janeiro de 1851.
for ordem do Exm. Sr. presidale da provin-
cia se faz publico, que est* iberia a matricula da
aula de desenlio do l.vceu. Directora doJtcu 17 "
de junlio de 1854.O aniaquense, -
a i. ':----------
SIL AMERICANA DE NAW4P GE841A \AiOR.
Bahiana
Brasileira
Lusitania 1,100
Impei-ador 1^800
Imperatriz 1,800
1,700 toneladas
1,100
i
ta ; pois que felizmente sabendo sempre guardar as
precisas regras deseortezia, e ser prudente no exer-
cicio de minhas funeepe, nao descerei jamis de
minha dignidade moslrando-mo compadecido ,
quando reconheco altivez da parle daqitellcs contra
quem (asento a espada da justica.
Quutn ao segundo quisilo da caria de V. S., he
verdade ter-me pedido o Sr. Lemos Jnior o favor
de ser recolhido no da seguinle, ao qoe respond,
que isso hao era comigo, e diriglndo-se elle ao Dr.
delegado, naemelembro de sua'reaposla. .Eis a pu-
ra verdade, que eslou prompto a sustentar, e son de
V.S. amigo alenlo venerador e criadoAntonio
Luii CaralcaiUi de Albugaerque.
Recife 21 de jiinlio do 1854.
PUBIMCA0 A PEDIDO.
capilo D. Grecu.
H. T. Gjx.
J. Brown..
Vapores novos, ajustados para Ccarem proni-
ptos em agosto e setembro.
Os vapores desta companhia ptrtrrao da Liverpool (at aovo aviso) na'carretea de ida no dia 1. de
cada mez, e devera chegar *m Pcrnaenbueo no dia 20 do mez, seguindo depote" de algumas- horas para a
Baha, Ro de Janeiro, e o Rio dh Prntn.
Na carrcia de volla panirc-do Rio de Janeiro no dia 6do mez para a Babia, Pernambuco, (aonde
chegarao no da 12), S. Vicente, Hadeira, Lisboa e Liverpool.
Os vapores tem lugar para passageiros de lodas as cUsses a preces mailo commodos, e 05 bilbetes de
ida e volta-teem um abalimento de 25 por cenlo, o valem pan 12 mezes.
Rccebem aqu nuro, nrata e raiudezas para lodos os portes de escala.
Como se tem publicado que alguns do fapores da companhia se tiravam da carretea para servijo do
governo inglez, publica-se a seguinle resolucao tomada pela direccao no dia 26 de maio : Ot vapores
Lwilania e Brasileira no sefao vendidos sm&o com a condifa 4e serem umeiite entregues quando o
Imperador r o fmperatriz^csliterem promytos para completaren a carrtira com raporet motores, em
conjunrilo eom o Bahiana.
As malas, os passageiros e a carga destinado para o Rio da Prata prosegurSo ao Ro de Janeiro pete
vapor La Piala, o qnal depois do locar em Montevideo seguir ate Boenos-Ayres. O La Plata partir
de Buenos-Ayres de volla no da 19, e de Montevideo no dia 21 do mez. Para fretes, passageiros e outros
estabelecirncntos se deve dirigir s agencias da compauhia. Recife 21 da juoho de 1854.O agentes da
companhia, Deane Youle & Companhia.
N. B. As carias para qualquer porto estraugeteo recebefli-se na agencia ; as para os porlos do imperio
smenle no correio.
Kecoramenda-se s pessoas qae Iroaxerem cartas siegelas, sejam acompanhadas logo com seo devido
porte para evitar demoras, como constantemente est aconlacendo, sendo o porte para a Europa 400 rs.,a
para o Rio da Piala 500 ra.
(MpPMflAf
Srs. redactores.Constando quo si
surado ao actual ministro da vicravel e
ceir de S. Francisco da Pcnilcia desla
Sr. Caelano Pinto dr Veras, o andar vi
irraaos terecina no dia 26 do ireute me
4 horas da lardo do mesmo diatomparecr
menlados com seus habito* na M* u* '
neravel ordem, afim de ircm|m coinmi
igreja matriz do Sanlissirho icrarncuro
Aulonio desla roesma cdaf *S"*J! j
meu.lacao do sea finado tem"-00'"''
Manoel Joaquim Ferreira, e ;oinP'"'"'i c '^jucraQ
al o cemiterio publico, so II "M'!L 1 jz senao
pralicando scmelbanlo acto, a0;,'J"Jl
cumprir o determinado no ;* "* "^ra
lei estatuaria porque se rege+mostn; v8'|^
lera cen-
lem ter-
ihlade, o
r os seus
.. para as
;:m para-
rsma ve-
, id.-ide
le Santo
encom-
*r, o Sr.
p cadver
laoa m' j-"-, ,"-
I tan dosl'stelutos,
sumprir o detenniiiado no i*- '"* q7!l,r.,,.,i 0I.
lei estatuaria porque se rege*rn^ma *"
dea, qoe abaixo desla Ira.isVo. P".'*? gi"
testes eesofM./abrirTOte d; ****** Jrt ^'rw
Pinlo Ihe pnderou, que nltodcsse a reputacai.que
perda enm aquella priso. '. nole-le que ei'nSo
disse, que o Sr. Joac Pinlo, m o pretender ornar
satisfojacpasoude amcacis, u mesmo de privoca-
coes, odos speros ; leveiiin menle dizer s, que
Sr. Joao Pinto quiz ser satfeilo quanlo a azao,
e a segurniica con que o Sr Dr. promotor assim
proceda, sum excluir, he verade, nessa miulii men-
te, a dea de /.inga 011 colera.
Que liouve essa especie de-xtisfacao, plenancntc
eoinprove com esta outra can 'do mesmo S. Dr.
promotor, publicada em segua estas linhas.Pecu
a lodos que leiam com nleir atlcncao essa carta,
afim de que conliecam que a jelamario, qucntao
fez o Sr. JuSo Pinto ao Sr. D promotor, mis le-
ve seus visos de MuafusSIo, coio de algum molo de-
generouem nma lal ouqual 4ercaco, que ocasin-
nou admoestaco de que endita sua carlafalla o
AS TRES GRAQAS.
S. Y. I).
, Porcao formo'sa
- Da nalureza,
Cuja belleza
Captiva tanto,
V o rneu pranlo
tliive as meus ais
De puro amor
Temos slguaol.
Como puilcra-
Della esquecer-me,
t'.omo osconder-me
Para a nao ver"?
Ah 1 nao me fujas
Mana querida.
V que me Toabas
Alma e a* ida.
A o ver seus orbes,
Seu lindo rosto,
Bate de gosto
Meu edracao;
Mas o seu gesto
Logo me diz
Que serei sempre
Muilo infeliz, i
\
A^W
S2
M
C. Al.
Seus lindos olbos
Seu eolio erguido
Sgrate Cupido
A estaucia bella;
Morro por ella
Sem qu'um favor
Meri'ca ao menos
A minha dr.
Brando sorriso
Ar d'ionoccncla
Sao da caslenca
Cruel marlyrio.
N'o mais delirio,
Basla de amor!
Vaj a me mata
Co' seu rigor.
C.B.
() A curre*pondencia supi foi-nos eulrjue no
da 26 para ser publicada a 2 o que nao pilemos
fa/i-r.
Risonha, travesea,
l.oquaz eugrarada.
Feliz como a I-.ida
Une vive solleira-,
Fugaz e ligeira
t .011111 o lieija-fior ;
Mas ella nao sabe
11 que seja nraor I
Se queres saber
Ouein he este anjo.
Se demo ou archanjo,
Namc bemfazejo.
Modera o desejo,
Porque seu olliar
Tem fino veneno
Que pode malar.
Qarla-feira 98 de Jnnho da 1814
wmm w ictor
saaasait sasr ataste s-
Depoi de execdteda a snphonia
C4VHW BE BR8SZE,
Rcpresentar-se-h o magnifico vaudcvilte em 4
arlos
a 81iiOUI<
Segnir-se-lia pelo Sr. Jos De-Veccby, o bcUo
sollo inglez, (tensado cm figura de
Dar lim ao especlacnlo a mullo engraf,axla ee'-
media '! Sr. Pcnna, cm 3 acto*,:
Os nlervallosdos actosserilo p>eenrhids cora a
esnhites pocas de msica :
I. liiMiim.i do Vray.II. Quadrilha brasileira.
__III. Muda de Pnrliccj.IV. Batalha de Aliuos-
ter.V. Partida do Maroheiro.
Q beneficiado escolheu eslo cspeclarulo para po-
der afllancar ao respeitavel publico uma bella
escolha, preferiudoro a qualquer drama novo, que
j\iais |MMlcria ir hem, ensaiado, por falla de lera-
f iiccessario na couclusao da actual empreza.
S ando este a primeira vez que o beneficiado recor-
re a generosa proteccSo do llnslrado publico desta
capital, espera do mesmo seu ceslumado aeolh-
mento.
Os bilhclcs acham-se venda em casa do bene-
ficiado, ra de Santa Isabel 11. 9, e no dia do es-
pectculo, no cscriptorio do Thealro.
Principiar s 8 horas.
Para o Rio de Janeiro sali al o dia 2 de jo-
lho, o brigue nacional Sagitario, de primeira mar-
cha, para o reatante da carga, pasaceiros-e estraves
trala-se com o consignatario Manoel Fraecisco da
Sil vi Carricp ; na ra do Collegio n. 17, segundo
andar, eu com o capiao a bordo,
ARAOATV.
Paiaetio Santa Crus, segu no da 30 do cor-
rentes recete carga e passageiros; Irala-se enm Cy-
riiceda C.M., 10 lado do Corpo Santo, leja n.25.
I'ara Ijsboa segu viagem mprcterlvetmenle
ate 11 do prximo mez de julho,.a barca portague-
u (rctidao % quem na mesma qaiser carreear ou
ir de pessagem, para o qae tem superiores commo- .
dos, entenda-se com- e unaignalarios Thoraaz da*
Aquinu Fonseca & Filho ua ra du Vigario n. 19
ptimoiro andar, ou com o capiUo Antelo Alves
Pedro)., na pre.
-r f-axi a Bdlasegnecom brevidade
o hiate nacional Amelia por ter parte
da caiga ptompta ; pan o restante, trta-
se com ? mestre Joaquim Jos da Silvd-
r, no trapiche do algodao 011 com
Novae$& Companhia, na ra doTiapicbc
n. 54,prmeiro andar.
Para o Rio de Janeiro segu o bri-
gue nacional Darnao >j no dia 29 do cor-
rente: os senhoresque tem de embarcar
escravos, si rvam*se p-Ios a bordo hoje ate
as 5 horas ta tarde.
LEJXOES
SeTla-feira, 30 do corrente, as 10 1|2 horas da
ananha, o-Tigenle Vctor far leiUo no-seuarma-
zem, rui da Cruz n. 25, de grande sorlimenlo de
obras de marcineiria de diffcrenlcs qualidades, no-
vks e usada.., 1 lavatorio e 1 pa de pedra marmore,
obrado Porto, chapelinas de seda do melhor goslo
para senhora, diversas 6hras de prala de lei, charu-
tos da Baha de superior quilidade, c oulros muilos
objectpe que estarao njostra no dia do leilao.
Sexta feira, 30 do corrente, o agente Borja
faT> teiMk) em seu armaiem, ra do Collegio n. 14,
as 10 horas em ponto, oe grande e variado sorlimen-
lo de obras de marcineiria, novas e usadas, varios
utencilios de casa, e outros muilos objectos, quo s
com a vteta se pude apreciar, os qmes eeUrao raos-
ra no mesmo armazem.
LEI l.AO' DE MASSAS.
O leilao das massas anounciado licou Irausferido
para hoje 28.
AVISOS DIVERSOS. ~
AVISOS MARTIMOS.
Para o ceaba,
vai seguir neslcs oto das, a escuna S. Jos, por
ler engajado quasi lodo o sen carregamenlo: para o
reslo e itassageiros Irala-se na ra da Ou/. do Re-
cite "0 .eni casa de Lu/ Jos de S Aiaujo,
>
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Hoje e sexta-feira sao os ltimos dias om
que se podem vender as cautelas da ol
ra quarta do hospital de Santa Ca*'^'
depois desles dias nada mais scv^D'


*w^~- .
DIARIO QE PERHRMBCO QUARTA FEIRA28 DE JUNHO DE 1854.
Precisa-se de uma escrava pira o servir unta rau de pouca familia : na ra ilo Hospicio 3
cui nova direila depoisde passar o qnartel.
Anlouio Actu&io Xavier de Brito
Dr. em medicina pela faculdade
medica da Baliia, reside na rua Nova
n. 67, primeiro andar, onde pode
ser procurado a iinalquor hora para |
o evercicio de sita profisso.
Na botica da ra larga do Rosario
n. 36, de Bartholomeu F. de Souza, vn-
dame pilulas vegetaes verdadeira, arro-
be l'aU'ecteui verdadeiro/salsa de Sands
verdadeira, vermfugo inglez (emvidro)
verdadeiro.vidros de bocea larga com ro-
lda de 1 at 12 libras: O aun uncanle af-
lianca a queminteressar possa a veracida-
de dos medicamentos cima, vendidos em
sua botica
V
UOUBO.
3008000 de p-tificncao.
Francisco Jos Caite gratifica com 5001000 a pes-
ma que descobrr o roubo pralicado em sua taberna,
na ra do Collegio n. 12, na noilc do 22 para 2,'t do
enrrente junho, e descuberlo e nao adquirida toda a
quanlia, dar a gratificado em relacSo ao que se ad-
quiir, prometiendo o amiuociantc guardar todo o
aegredo a reapelto para com a pessoa descubridora.
As autoridades policiaca competentes estao informa-
das das minuciosidades do roubo, e o annnncinte
esaera medidas enrgicas que esljo a alcance da po-
lid; mas para que tal aconlecimenlo cheguo ao
coiihccimeulo de todos, e possa mais fcilmente
acliar-se a oiigero, passa o annuncianlo a expo-lo.
Na mantilla do mencionado dia 23 ao levatitarem-se
os caixeiros encontraram aberta urna das portas da
sua taberna referida, e sorprehendidos por esse indi*
ci foram ao escriptorio onde encontraram arromba-
da a carteira que continha dinheiro : immediala-
menlc cliamaram o annuneianle, e este verifico*
achar-se roubadu na quautia de 3:5029080, sendo
1:7809280 no seguiole diuheiro; 2 olas de 5008,
2 de 90O8000, t de IUO5O, e 1568000 em notas de
508000 para baixo, 2 oucas lie'panholas, 3 a 4 moe-
das de 90000, e algunas de IC5OOO, meia libra eler-
lina ou meio soberano, e prala brasilcira, hespanbo-
la e mexicana; e 1:7218800 nos seguiuies vales :
1 de 1:0008000 a vencer'-se cm jullio vindouro, dos
Srs. Olivtira Irmiss & C, 1 dito de 4218800 do Sr.
Jos Rodrigues Pereira, e 1 de 3008000 do Sr. Can-
dido Alberto Sodr da Molla. O annuneianle roga
particularmente a quantos tiverem conliecimento do
presente, o grande obsequio de se iuteressarem pelo
desmbrmento do nicncinnado roubo, contando
Iiesaua que descobrir possa, com a gratificajo esl i
ada, e imiolavel segredo. ? .A
Joaquim Pinto est justo a comprar ao-Sr-*3''"
linho Jos de Souza Reg, doai moradini decasas
terreas n. 1t e 19 no logar do Cortoeic "> -inco
Ponas, cujas casas no inventario quf' procedeu
por morle do pai do vendedor o *. Marlioho Josc
de Souza, se declarou que er*> roreins, mas nilo se
indicou a quem ; e porque *? nardos mais de 12
innos e nao lem apparerW alguem a receber o Toro,
por isso se ignora qaem seja o scnliorio directo; de-
cUra-sequese vi P***T *> escriplura. e que o com-
prador fica obrando a salisfazer o laudemio relativo
i preco da compra, e os foros vencidos a
__________________ "*
j_ Mrcce-se ama ama para .lodo o servir de
_jue*sa comprar na ra: quem quzerannuncie.
frecisa-sc de um hornera para feitor de campo
e^ngenho, que d conlu-ciment de sua conducl.
a tratar na ra Nova 11. 50, primeiro andar.
Koga-se a quem pedio nma carta viuda
por r.usitania para Manuel Caetano Soarcj^rrlleiro
Monleiro, o obsequio de entregar na ra*a Aui
. 58, segando andar. f,
Roga-se ao Sr. JoaoJ*6 da Motta,
que 4eclare por este jo/*3' onde J1? sua
morada para seftarc*^'3110 ou dirija-se
a ra da Ccpa*^-28> segnt'do andar, a ne-
gocio Aguisa interesse.
,iiiilonio Joaquim dos Santos Andrade vai
ryoTliigal, e vende sua escrava, crioula, com 18 au-
j+,-iiOt de idade : na ra doljucimado n. 12.
y? Mi-te 6008000 juros ton Deudores ou firmas a
1 ntenlo : nesta lypographia se dir quem di, ou
aununcie.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Aos 20:000#000
Na casa Feliz dos quatro cautos da ra do Quei-
niado n. 20k estao venda os muito afortunados bi-
llicles, inetos, quarlos, oitavos e vigsimos da quarla
loteria de Sania Catharina, cuja lista suppOe-se que
vira pelo va|Mir do dia 30 ; lie esta a ultima vez que
te vende cautelas do Rio, portanto aproveitein a oc-
casio para tirar os bous premios.
Aluga-se o terceiro andar do sobra-
do n. 41 da ra estreita do Rosario, muito
fresco, com sotaocontendomuitasaccom-
modacoes para numerosa familia, e mi-
rante cm exceflente* vista, por preco
commodo : a fallar no primeiro andar do,
mesino sobrado, ou defronte ao den. 52
A, segundo andar.
g@sa* a* @@
$ DENTISTA FRANCEZ. #
@ Paulo Gaignoux, estabelecido 11a roa larga
4) do Rosario n. 36, segundo andar, enlloca den- 0
3$ tes com gengivns artiticiaes, e dentadura coro-
@ pela, ou parte della, com a presso do ar. S
;:; Tambem lem para vender agua denlifrice do S)
& Dr. Fierre, c po para denles. Rna larga do
Kosario n. 36 segundo andar.
Quem precisar de on homcm para padaria, o
qual lem bastante pralii, para forurirn ou para
masseira, dirija-se ra lo Cabug n. 2, que acha-
ra com quem tratar.
O abaixo assignado, novamente declara polo
presente, qUe a lettra qic annunciou no Diario
de Pernambuco ni. 142, t'i e 1 i ler-sc-llie desen-
caminhado, hede620800(e uode 6:0208000, como
declaram ditos annuncioi, e por ser erro typogra-
phico, faz a presente declirariio.
Joo Femante Prente Vianna. .
Acha-se desde o dia '.3 do correnle afllxadn o
editalquea requerimenlo te Mauoel de Souza Pe-
reira, mandou passar o Sr.juiz de paz do diatriclo
de S. Jos desla cidade, coilra Manuel de Hesende
do Reg Barros, para concilarcm-se sobre o paga-
mento da quautia de 4628010 rs., com o prazo de 15
dias.
-
m
' Convida-se pelo presente a Joo Ferreira Lei-
te, que se presumo estar actualmente ero Cariri-Ve-
Iho, provincia da Parnhiba, fillio do velho Pedro
Ferreira Leite, hroes bem conhecidos na comarca
de Bonito desla provincia, para que venda quanlo
antes salisfazer a quanlia de rs. 2008000, constante
de urna lellra que aceitou no dia 7 de abril do cor-
renle annn, nesta comarca de Garanhuns, a prazo
de 23 das, em favor de quem elle bem sabe : se o
nao lzer com brevidadese far publico todo esse ne-
gocio, que he sobremodo dcsairoso ao dito l.eite.
l'recisa-se de urna prela escrava, que cozinhe o
fa?a todo mais serv de urna casa de pequea fa-
milia, paga-se bem : na ra da Cadeia do Recite
n. 23.
O abaixo assignadn por si c por parte de seus
irmflus Honorio Telles Furtado e Joo Telles Fnrt?
do, moradores todos nesta comarca de Garab'
previncm pelo presente ao publico desla W
limilrophes, para que de nenhuina frm!^*el c '
com a madrasta dos mesmos, a Sra. M'"* *n";
ta'Anna l.eite FurUdo, a respeif d0 dominio de
una escrava parda, denomeS*'""' Suese <*"
poder da dita senhora, 110 v* de cuJa escrava Ir
os annuncianles suas co^-Ilr,es' Io?,em ,0\c'
rio por rallecimcntaV* I '">""">> M'f cnur
par evitarem qu*uer fra"d' ou pretexto .!
rancia, Azem cV*ne;, >'" de taranb
unhode isHj^o" '* Furtado.
precisar alugar um escravo A
) sfto^8 wsa e ra, c para qualqn
' .a, trapiche e Mensa, ilirij?
dia i\ ra da Soledade, log,-
ansuindn, no sitio dos 4 lees.
quem tratar.
PASSAPORTE PARA PAIZE' ,1'RANGEIROS.
Na ra da Cadeia du RecifM. J, primeiro andar,
tirain-se passaporles para osfr-irangeiros que quize-
rem viajar dentro e (imMK imperio : prometise
premptnlAo e commodidme de preco,
Jos Valeutim/Xa Silva, bem condecido por
cnsinar lalim ha lJKaniios, lembra a quem ronvicr,
que a sua aula existe aberta na ra da Alegra, na
Boa-Vista d^i onde recebe por prejo* commodo
alumnos exXernos, pensionistas c meios pensionistas,
dando oomo Iratameulo, e lendo os pensionistas
Homceopatbia.
CLNICA ESPECIAL* DAS MO-
LESTIAS NERVOSAS. l
Hysteria, epilepsia ou gota co-
ral, rheumatismo, gota, paraly-
sia, defeitos da falla, do ouvido e
dos olhos, melancolia, cephalalgia
ou dores de cabera, encliaqueca,
dores e tudo mais que o povo eo-
nhece pelo nome genrico de ner-
voso.
As molestias nervosas requerem ro""^ ve-
tes, alm dos medicamenlos, o "pre^o ae
oulros meios, que desperterf"' ani a
sen- dade. **&' nho a rfPs?0 Il0 P"bhco-
alas (de gi
O
po1
rog r (de BritSa P^ra os
c j, 9 horas da manhaa. at
' de S. Francisco (Mnn-
^r. Sabino Olegario
-m,
iquer
.r para o
.-hani com
l~ Z DA BOA-VISTA
E 1:000^000 n.
jA.quino Ferreira avi-
.|iie^^rxidai da raesma lo-
erivcl aiidameulo no dia 14
. cm virludedo annuncio publi-
. Pernambuco de 8 de junbo n.
oireirooSr. Francisco Antonio de
seus afortunados bilhetes e cautelas es-
.s i venda as tojas seguintes: roa da Ca-
itecifc n, 45, de Jos Fortunato dos Santos
j ; na praca da Independencia n. 4, de Fortu-
..1 Pereira da Fonseca Bastos, ns. 37 e 39, de An-
.onio Augusto dos Santos Porto ; ra do Queima-
do n. 44, loja detazendasde Bcruardino Jos Mon-
leiro & C. ; ra do Livramento botica do Francisco
Antonio dasChagas ; ruadoCbug botica de Mo-
reira r\ Fragoso ; ra Nova n. 16, loja de fazeqdas
de Jos i.uiz Pereira i Filho; Boa-Vista loja de ce-
ra de Pedro Ignacio Baptisla. Paga ob sua respon-
sabilidade os tres premios grandes sem o descont de
S por cento do imposto eral.
Auscnlotse a escrava, crioola, de nome Ve-
rnica, idade 1 auno, com os signaes seguintes :
alia, corpo refiado, cr prela, tem lodos os den-
te, porm comSjsigualdsdo. e aroolgados os de ci-
ma por queda qi diz ter levado, umi pequea be-
lideo olho esqrdo,beicQ inferior uro Unto salien-
te, tem um sigu de talho ou queimadura cm um,
dos bracos ; levq panno da Cosa usado, tres ves-
tidos de chita, sen> nm amarello e dous quasi Man-
cos por desboladnuuia saia de chita roxa e dous
cbec<>es, sendo u, de cassa de listrat e oulro de
madapolo com b*iio no talho. Esta escrava diz
ter vindo do l'omtmia Paradida, e fui aqui vendida
por Jos Maria Nayro, no dia 16 do correute mez
e^nno : quem a frehender ou della tiver noticia,
dirija-so ao aterro qBoa-W61" n. 19, 00 caes da
Albudeca, arma/eni 5, que se cralificar*.
Em addilamen ao annuncio publicado no
Diario n. 129 e 131 fe' d uma leltra deWOOO
r., que se fingi estaprmad pela abaixo asigna-
da, declara que o andjcio ae refere quer a lellra se
Mr de 4:0008000, quite oulra qualquer quanlia,
vitto que nao lera cerl\ de que valor seja a lellra
que llie consta gvrar ekeu nome falsamente- lle-
cife26dejunho"de18o
Leopoldincfaria da Cotia Krmger.
Perdeu-se na madgada de 23 do corrate, a
nma hora, ufcachorro Traca estrangeir, muito
novo, cor i""1) iucbIiotiplido, orellias randes,
aberlo ,i|la rrenle de pal atoV cabo ; perdeu-se
na r.casiaVsmi traeTrmMilia fiigf< da chela que
..nuodava a n;a'iugustequem o achou leve-o i
"estado* "* 1B(*<,1n,o"'teHrecom-
Aluga-se o Ipimeiro hdar do sobmdo n. 22
da ra arga do Roario, orte morou o Dr. Firmo,,
o qual ler.i mnitdj commodt: quem nrelcn;ler ir
morar elle, dirijan tratar na loja por baixD do
mesmo sobrado. ,
SOTONSClEiCIA.
lerdeu-se desde Hoja de ouives, junto a igreja
do Rosario, teguiut-ae em frene da igreja, entran-
do no becco do lloirio, ra daFogo; pateo de S.
Pedro, ra das Agus-Verdes, d a travess da casa
do Joo Patriota, vitando ah po beecq dos Pee-
cade! Murlnes, roa >ircita, ra do Queimado, pija da ludcptndeiiria, ra dos
Quarlcis e pale dollospilal, 2 liancelins de ouro
verdadeiro, sendo ro delles feito aqbi e pesando,
pouco mais ou mena, 15oilavas, u oulro obra.por-
lugneza. pesando nais ou menos 7 a 8 aitavas:
quem osachou, auetndo-ns reslituir, ea-poder le-
" A cocheira da irro fnebres, que te dar de
c
AIS MODERNASTTRIC
DE 0URO.;
Os abaixo assignados, donos da nova loja de
ourives da ra do C;d)iig;i n. 11, confrouleao
paleo da matriz! c ra Nova, frauqueiam ao
publico em geral um bello o variado sorli-
menlo de obras de ouro de muitobons gos-
los e precos que n5o detagradaro a quem
querr comprar ; os mesmos se obrigan, pwt-
qu.'ilquer obra que venderem a passar uma
canta com responsahilidade, especificando a
qHaiidade do ouro de 14. ou 18 quilate, B-.
cando assiin sujeitos por qualqoer duvida que
apparecer.Serafim &lrm
de.alm do lalim,aprenderem lanibem o
fraoj*z sera que seus pais paguein mais cousa algu-
por este ensiuo. O professor adverte que elle
proviao passada pelo goveruo da provincia.
J. J. PACHECO.
NEW AND ELEGANT DAGUERREAN
GALLERY.
Piclures iaken at litis Esla-
blisdmcnt Warranted to give sa-
tisfaction, n. 4, aterro dn Boa-
Vista, terceiro floor, chrystalo-
typu. Gallera enriquecida de
magnficos quadros dourados e
de alabastro, primorosas caitas
e lidas castoletas, alfinetes e
anneis. Tiram-se retratos quer esleja o lempo claro
ou escaro. O respcilavel publico he convidado a vi-
sitar o estabelecimento, embora nao qneira retratar-
te : aterro da Boa-Vista n. 4, terceiro andar.
Loteras da provincia.
O Ihesoureiro Francisco Antonio d'Oliveira, avisa
ao respeitavel publico, que ncliam-se vende os bi-
lhetes da 2. parte da 5. lotera da matriz da Boa-
Vista, na fhesouraria das loteras desta provincia, na
ra do Collegio n. 15 ; na praca da Independencia
loja do Sr. Fortnalo, na ra do Queimodo loja n.
10 do Sr. Luh Antonio Pereira, na roa do Livra-
mento botica do Sr. Cdagas, ena grata da Boa-Vista
loja de cera do Sr. Pedro Ignacio Baplsta. O mesmo
Ihesoureiro, espera a eoadjuvacae do respeilavel pu-
blico, e aflinna que no da 14 de jolho corrern im-
prelerivelmenle at rodas da sobredta loloria.
AVISO AO COMMERCIO.
Manoel & Villan tem a honra da participar aos
Srs. logislas, que so achara sempre na sua fabrica,
rua da Cruz u. ">0, um esplendido tnrlimento de
chapeos de sol para homens e sanhoras, tanto de
seda como, de panno, os quaes vendem-so em porcjlo
de uma dzia pa'ra cima, e por presos mdicos.

I>. Thereza Alexandrina de Souza Baudcira,"
professora particular de primeiras letlras^ cos-
v turas e varios bordados, estabalece em sua
# aula os dous' ensiuut de grammalica porlu-
gueza o msica havendo all mesmo nm pia-
no desuado ao estudo das aprendzes: a
quem convier, dirija-se ao paleo do Parazo
segundo andar unido a igreja.
9
OBRAS COMPUTAS
/
VIRT10S0 E SABIO PRELADO
0 CARDEAL PATRIARCHA DE. LISBOA
SARAI7A m 8.'LSI2.
ch, *lG^^tell! '**- do virmoso. sabio pre.ado, o cardeal pa.riar-
indo os Leos do sangue, a a graldflo e sandade, devidas memoria d
lesvelado,onao obrioassim a empregar nesta dicao o maior esmeroVa idea de adiUr ,s paginasdaTiU
/
Je om lio extremoso e
a oulra
peridicos lilterarios cuja publicaso cestn ha muilo.
*o de iodos os escripto. na ^"ZZZ^'&EZicn- "^'-W.' "".'So e encorpo-
roa das sciencias, que limbrou por esle modo em flunlar s ant"a
A^ oVaf c^nT/rr ^"ra de, T 8eu ^-p"Sdenfeatau?:S lempo.
As obras completas do sabio prelado abraneem vara,l, mii ^
lar as antigs uma nova prova de considerac pelo
.idele lauto lempo,
ngem variadas materias, que por suas especialidades podemos
Bdeles
Meios
Guarios
Decimos
Vigsimos
10:000SOOO
5:000?!OO
. 2-.5005OOO
1:0008000
5005000
f
II9OOO
595OO
29800
13300
700
_ #*
O Dr. Joo Honorio Bezerra"d Mnezes,
formado em medicina pela taculdadeda Ba-
bia, olcrcce seus prestimos ao respeitavel pu-
blico desla capital, podendo ser procurado a
qualquer hora em sua casa rua Nova n. 19,
segundo andar: o mesmo se presta a eurar
gratuitamente aos pobres.
JL
JL
ATERRO DA ROA-VISTA N. 48.
Aos 10:000<000.
O canlelista da casa da Fama do aterro da Boa-
Vista n. 48, Antonio da Silva t'.uimarSes, avisa aos
seus freguezea, que tem exposto 1 venda as suas
afortunadas cautelas da segunda parle da quinta lo-
tera da matriz da Boa-Vista, e espera qne desla vez
venda a sorle grande, como succedeu com a do l.i-
vrameuto.
Quartos 2$800
Decimos 19300,
Vicsimos 700 .
THESOTJBO HOMEOPATHIGO
OU
VADK-1ECU1 DO IIOMEOPATHA
PELO
DR. S. O. LUDGERO PINHO.
|flua de S. Francisco (mundo novo) n. 68 A.
FRAGMENTO DEMA CARTA.
Foi astas acolhido e saboreado aqui oThe-
souro Homeopalhico; ns curiosos n3o po-
dein deixtr de render a V. S. muitos agra-
decimentos pela publicacaode tao importaute
obra, a melhor sem duvida nenhuma, das
que tem apparecido, etc. etc. etc.'
Engeoho Guerra 1. de janho de 1854.
Jote Antonio Pires Falcao.
O abaixo assignado lendo ja escriplo aos se-
guintes senhores, e nao teodo receido resposla, re-
corre a esle racio para Ihes roaar que, quando vo-
rem a esta praca, queiram entender-se com o abai-
xo assignado, pois lie negocio que lhes interesa.
Sr. Anlouio Jos Pereira, >enhor do eneenho Souza,
em Agua-1'rela.Sr. Joao Florentino Cavalcenti de
Albuqoerque.seuhor do engenho Jussari.Sr.Fran-
cisco de Amorim I.ima, e Joao Cavalcanli de Al-
huquerque ; moradores em Santo Antao. Sr. An-
tonio Jos Vai Salgado, morador na Villa do Cabo.
Sr. JoSo Francisco de Altaydc, morador no Paco
de Camaragibe. Sr. Francisco J. Antuncs, mora-
dor na Camella da Barra Grande. -Pernambuco 20
de junho de 1854. J. J. Tauo Jnior.
gratificado meladele sea valor inlrinteco.
Chrisliti & Irmo com fa-
brica e lt de chapeos na rua
Nova n. I, teem a honra de
avisar ao respeilavenublico, em partioalar aos seus
freguezes, que receam pela jiarca franceza Jos,
ltimamente chegait do Havre, uma nova factura
de chapeos de caslo|anc3, anda nao appareci-
do em VernambuJ' como sejam: castor rapado
(Ihibct) braueos" dlj brancos com pello (argenli),
ditos caslor pretos (ilours Zcghir., ditos sem pello
inolle copa baixa o tiiellmr gotlo possWel, por
screm muito levetlssim como outras muilas qut-
lidades, por precos eoaveis.
Aotonio Josfrarabra Cuimares vai Euro-
pa, levando em suanmpanhia sua scuhora.
No da 21 parz2 do correnle furlaram dous
cavallos, um mellade oulro rodado, ambos pequo-
nos : quem dos meaos souber ou delles (iver noti-
cia, dirija-so cidle daOliiida, roa de Malinas
Ferreira, casa n. 2Sou- aoiiuncie para ser procu-
rado.
Aluga-se am*crava qne cozinha, lava e en-
gomma bem o dial, e um escravo que faz lodo o
servico de-casa e r<* cozinha o diario: na rua do
Seve, casa lerrca doiao. .
l'recisa-se far com o. Sr. tenente-coronel
Manoel Pereira dnMoraes, ou a pessoa que Ihe
diz respeilo : na roda Assumpcao 11. 36, segando
andar, a negocio dieu interesse. Na mesma cata
vende-se umcachoi alravessado muilo bravo, pro-
prurpara sitio ou gtda de quintal.
I'recisa-se-de ta ama; na rua estrella do Ro-
sario 11. 6, primairtndar.
Ha duas cari para seren entregues aot Srt.
Antonio de S e Atquerque e Francisco Paet Bar-
reto ; na roa da Ccia do Recife a. 41.
. Ero acrllo de acas ao Todo Poderoso, por ka-
ver suslido a innuucao que princpiou a invadir
as ras dos dous baos desla cidade, em a noile da
dia 22 i 23 do corrie, ameacamla at vidas, e alta
de que o mesmo Oiipolenle, aplacando a rua co-
lera, continu a prirvar a liumanidade de lamatiho
mal, pretende-te etarao dia 29 do |mesmo mez,
noite, na igreja rS. Goncalo, urna ladainh so-
lemne ; c para ma- brildanli-mo dense acto pura-
mente religioso, e;ra-sc a concurrencia dos fiis
chrislos. F
, O abaixo assiado. tendo de retirar-te para
lora do imperio lar de sua taode, quer deixar
tuas contas liquida!, e por isso roga a todas as pes-
soas que Ihe esto dever, venliam salisfazer seus
dbitos no prazo dio dias, passados os quaes nao
ter remedio seuaotpregar os meios judiciaes. Re-
cife 27 de junho de354.
JoSimBe* Pimenta Chaces.
Antonio Jos Costa Cabral embarca para o
Rio de Janeiro a suescrava, crioula, de nome An-
tonia, de idade tunos.
Joaquim Goa luarle,,reti _
Jaueiro, levando cena coropanhia
jo o sen escravo, cilo, de nomo Jos.
Na_ rua do (spo loja a. 11, precisa-se de
uma cozinheira, foiou captiva ; d-se bom sala-
rio : quem estiver itas circumslancias, dirija-se a
mesma loja.
Precisa-se de ia ama cora leile: na ruada
Senzala Nova n. 30
VenJe-se fio do sapaleiro.'bom : em casa deS.
P. Jqhnslon & Compauhia, rua da Sensata Novo
u.42.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
ma do Brum logo na entrada, e defion
te do Arsenal de Marinha na' sempre.
um grande sortimento de taiclias tanto
de fabrica nacional como, estrangeir,
batidas, fundidas, grandes', pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos o logares
e\istem quindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. Os
pi-ecos sao' os mais commodos.
Veodem-se no armtzcm ji. 7,de Jos Joaquim
Pereira de Mello, 110 caes da alfandega, sacras com
superior farnha de mandioca de Sania Catharina,
que parece da Muribcca.
Vendam-se na rua do Collegio, loja de enca-
dernacao-n. 8, as obras segnintes : legislacao por
Bentham, lgica por Perrard, geometra por Legen-
dre, arithraelica, algebra e geometra por Lacroi,
tudo em bom uto e pyr preco commodo.
Rua dr Queimado n. 1.
Pecas e brefanha de linho com 6 vara a 28500,
pecas dNtarnbjia lisa, fina, de 6 varas a 30000, di-
las de dastum pouco maia inferiores, a 29500, len-
co* branros, cercadura de cor, proprios para meni-
not, a qrrs. cada um", catemira prela a 4*500 o
cortede calca, riscados francezes fixos a 120 o cava-
do, c >d* 5 t, de padrees raesclados, a 800 rt. o covado,
calca de bnm de linho a 18600 cada um,
1 .alVle a,?odao de duat faces a 19200, Unco,
de rede, ,3000, dilos bo^^ a 1828ei chiUg frJn.
cleMni8,i a2W o^do, e oulras muiUs fazen-
oas porbarato preco.
Attencao.
Vlnde-se nicamente para embarcar,
ou fera engenho, urna preta de muito
bpata ligura, deM a.25 annos de idade,
con ig habilidades seguintes : borda o me-
lhoi pie he possivel, cose, engomma mui-
to b n, z toda a qualidade de labyrin-
tho zinba o diario de uma casa,' lava
des wo e brrela", nao tem molestia nem
ach pede qualidade alguma, e nao tem
vick aeidium, p ^ue se alianra ; o moti-
'" Pt venda se dir ao comprador : no
Vende-se uma mulatinha de 8 annot de idade
c de linda figura, prnpria para casa de familia: na
rua Direila n. 82, padaria.
do, c
- case
a cor?.
j;io, sitio da Sra. vinva Cunhan- 6.
', -.,..,, rtitouioficos, e ue
iffer*nlespontoshis\ric^Vmdiverair^Sr^d?d0,0 Pciro volume ns '"dos e eotstos sa-
seguntes, se a edicanobT?^aa^l^^^nU^T1, Succes"v"me,n,e ontuinarto a tahir os
patria*, formando '(quanlo pode calcu-lTUmST "i n,e,T'r *os ca}l das letlras e gloria,
giuatde tcxlo cada tomo. P calcu,?r-'*' ,uma m de onze a doze tomos de oitavo francez, e 400 pa-
A edicoser acompanhada de umjuizo critico. escTinlonolnUr 1 a n.h.11. a. g-i ,
ronSE? r"C0,lMS ^P'eU no escriptorio de Novaes i C., rua do Trapichen. 34, prnei-
Precode cadi volume por a*g.lora. .'........ tmo rs. fl)rlw.
2* RUA DO GOIiLBGIO 1 ABIIAB *><
-0^elS~r^ ^
rlS-agaaS^^ a qual-
M-GMnMU DO DR. P. A. LOBO M0SC0Z0
25 RUA DO COLLEGIO 25
VENDE-SE O SEGUINTE:
lumeTe'atdernados em l'J^' ,rad0Id0 em W* *' Dr. Moscozo, quatro
Al) PUBLICO.
No armazem de fazeodas bara-
tas, rua do Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, linas e grossas, por
precos mais baixos do aue em ou-
tra qualquer parte, tanto em por-
^oes, como a retalho, amanendo-
se aos compradores um s preco
para todos : este estabelecimento
ahrio-se de combinarlo com a
maior parte das casas commerciaes
inglezas, francezas, allemSas e eus-
sas.para vender fazendas mais em
con ta do que se tem vendido, e por
isto oflerecendo elle maires van-
tagens do que outro qualquer ; o
proprietano deste importante es-
tabelecimento convida a' todos o*
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venham (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da rua do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos &Rolim.
Manual
Esta
quizerem
mesma : iuteressa a lodos oTse'nliores'dc
eos: interesa* -
20S000
os mediros que
-,-..-, conveiicerem da verdade da
f^enderosque estao tonge dos recursos dos medi-
doulrina deHahnemann, e pVsFprVp'r'
iJ.."n_d^ *eus 'ripolantes; e inleressa
iwstoa detla.
) vade-mecom do homcopatha on Iradaccdo do Dr Hri... i.
dedfeamao estudo da homeopaUi. Si. P'-J.6""8' obra '8>>"ente .il
por circumslai.ciat, qentaWn^pode^r"v?nh,e TT*" 1 l0dos cl,efc, de fmili r prevenidas, sao obrigados a prcslar soccorros a qualquer
.-patina um volume craiutu '"inicme um as pessoas que se
-S^rmacia^./e.c.Wal.dls-- ^
pmsavel s pessoas que querem dar-se '
rio dos terir"-
Pila de 36 com
Pila de.48 com os dilos.
alean o manuaoV. jbr*e o'diccona-
rio dos termos de medicina, etc., etc.
lilla de J6 com os matmos livros. ... --...,.
Pila ne.48 com os dilos. '"......-.
UiU^orTult" lat,ffW; ^ dl ''** dC 'i"'3 '"'Wonsiveis, !i
Dita de 14* com ditos ".........- .
EslassaoacompnhadasdeGvidrc^dclioliiVas'cscolh.......
J-er^aXra^a'Sild,^ **"*' **A*
^<|^l^^uP-Ig!r........
Tnbos grandes avalsos ". '. ,\ '......
Vidrot de meia on^a de liulura
escolha.
409000
4.80O0
509000
609000
1009000
o abatimento de 109000 rs. em qual-
Sua.hia'dt?.L(;i:e.m P^P^^m^^niVnos'nao se"
tiomeopalha.eo proprielario ilesee
Vm .luv.da boje da supe.ioridade
< ?a inosau caa h.,
ldclecmanlofc. lsongea de le-li
dos -seus medicamenlos.
ipode^ar um pasto
seguro na
89000
169000
19000
2*000
pralica da
o mais hein inonlado |>ossivelc nin-
nronipia je
pre ;, VPlu|b mpdf nMnwrn ,, ||l|mS(|e e[..lat (|
^"-*TJ!SS
com luda a brevidade e

lversos (.imanhos, e
por precoi; muilu com-
e alagar orna escrava, fiel, que saiba
bem engommar. eaatr e fazer mais servido de urna
casa defamilin, paga-ee bem : na sua Direila n. 131,
por rima da botica do Torres.
tr#MMSSSSS@S
O bacharel formado em malhemali- St
cas, BernardoPereiradoCariiioJiiuinr, en- ^*
tina arilhmetica, algebra o geometra, das ^
4 i'is 5 e meia horas 4a tarde : na rua K'ova n.
tnhrado n. 56. V
COPRAS.
, ; Cmpra-te ur escrava preta, anda moca,
bem parecida, sem desla nem vicio algum, eqiie
se venda poralgamailra circumstancia, que saiba
coser, engommar, lar e coziirliar o diario, e sirva
para casae rua : juc a tiver, dirija-te a qualquer
liara do dia a ruad iledide', logo ao sahir para o
Manguinho, no ilidos 4 leOes, que achara eom
quem tratar.
Compr-serata brasilcira e hespa-
nhola : na rija Cadeia do Recife n.
2*,>loja de capto.
Compra-sc Tcivamenle bronze, lalo e co-
bre velbo: no deSos da fundicao d'Aurora, na
ruadoBrum, lo>nanlradan.'28, o na mesma
fundicao em S. Jmat
VED.
Falitos francezes.
fcndem-se palitos/rancezeade brm de lir
"Je bretanha a 3&.500, 49000;'Atot de alpa-
'^irelos c de cores, a 89000 dilos de panno
'" proloe decoresa 14,16,189000; ludo:
^"ma moda e bera acabados; na rua No-
de fazendas n. 16 de Jos Luiz Perei-
Filho.
..dem-sc cobertores de algodao grandes a
MU< e tqoenot a 560: na rua do Crespo 11. 12.
endem-se em casa de S. P. Johps
tn C., na rtta de Senzalla Nova n. 42.
Linhcdo Porto superior engarrafado
sei'innglezes.
RelogL e ouro patente inglez.
Lhicoj, e erro.
Farell cm jaecas de 5 arrobas.
Forndle farnba.
Cana bros e candieiros bronzeados.
^P* ;eira de ferro galvanisado.
rem alvanisado em folha para forro.
Cobn e forro.
TYPOT,RAPHIA.
se um! I?*8 Florts 3" Pr'meiro andar, veode-
96 um> pographia nova com todos seos pertences.'
'allias a contento e tesouras.
eT i8*8 ^aae'a d Recife n. 48, primeiro an-
m'. r,orio de Augusto' C. de Abrcu, contino-
bem ce '"der a S5000 Dar !PTeW flxo' "i*
nelo h *"*"*'" afamadts navalhas de barba feilas
de Lon 'fab,ic,lule 1u. foi premiado na exposirao
ramenll
venden
rem os 1
COKTES 1)E CUITAS A 19920.
4j| Cnntinua-se a vender cortes de chita de cu- f)
^ res fitas a seis patacas cada corte : na loja do $
g; sobrado amarello not qcairo cantos da roa do A
ffi Queimado n. 29. A
Vejas de carnauba.
Vendcm-te caitas de 30a 50 libras de superiores
velas de cera de.carnauba, fabricadas n Araealy:
no armazem de couro e sola, rua da Cruz n. 15.
A 500 RS. A YARA.
Brlm trancado branco de paro linlm, muilo en-
cornado : na loja da esquina, da rua,do Crespo que
volla para a cadeia.
COBERTORES.
Vendem-se cobertores de tpele a 800 rs., dilos mui-
lo grandes a 19400, dilos brancos com barra de cor a
19280,colchat brancas com salpico* a 19000 : na loja
da rua do Crespo a. 6.
BRIM PE PURO LINHO. PROPRIO PARA
MILITARES.
Vende-se brim de linho branco muilo encornado
a 500 rs. a vara, cortes de catemira elstica a 49000,
panno azul para fardas de guarda nacional a 39000
e 49000 o covado, dita preto para palitos a 39000,
49OOO e 49500, lencos de teda de 3 ponas, proprios
para senhora botar pelea -hombros a 640 cada um, e
muito mais fazendas ea coala; na roa do Crespo,
loja D. 6.
SANDS.
SALSA PARRILHA.
Vicente Jos de Brito, nico agente em Pernam-
buco de B. i. D. Sands, chimico americano, faz pu-
blico que lem chegado a osla praca ama grande por-
clo de frascos de salsa parrilha de Sands, que sao
verdaderamente falsificados, e preparados no Rio
de Janeiro, pelo que se devem acaulelar os consu-
midores de tao precioso talismn, de cahir oeste
engao, tomando as funestas consecuencias que
sempre eoslumam trazer os medicamentoe, falsifica-
dos e elaborados pela ma"o daquelles, que antepoem
seus interesses aos males e estragos da liumanidade.
Portanto pede, pwtnrie o publicte poeta Hvrar
desla fraude e dislinaua a verdadeira salsa parrilha
He Sanda da falsificada e receolerneulc aqui chega-
11; annuneianle faz ver que a verdadeira se ven-
e uajcamenle cm sua botica, na rua da Conceicao
do Recife n. 61 ; e, alm do rceiuario que acom-
panha cada frasco, lem embaixo da primeira pagina
seu nome imprestu, e te achara sua firma em ina-
nuscripto sobre o invollorio impresso do mesmo
jraoos.
Vende-te am eabrioiet com sua competente
coberta e arreios, ludo quasi novo ; assim como 2
cavallos do mesmo j ensinfcdose mansos : para ver,
na cocheira do Pedro ao pe do arsenal de nrarinhav e
para Iralar, na roa do Trapiche Novo o. 14, primei-
ro andar.
Arados americanos.
Vendem-se arados americanos chegadas ul-
5} tmameule, dos Estados-Unidos, pelo baralo
preco de 405000 rs. cada um : na ruadoTra-
@ piche n.8.
Na
, as quaes alm de du/arem extraordina-
lo se sent* no rosto ra ac;ao de corlar ;
feorn a enndieao de, nao agradando, pode-
Jnpra'dores devolve-las al 15 das depois da
iiul""""rslilnindo-e o importo : na mesma casa
fabricaiinsour'Dnas P"3 uulias feila9 P*10 m^"">
Augusto
48, pri-
ira- para o Rio ae -em barri^^10 YW&0 l)E ^LARES,
hit cara son serv, r a. akc "m P^P* : no cscrlplorfn de .
meu-o aufc M "" da Cadea d ReCfe "
Pianos.
am^!es da mui' acham continuadamente
em casa di0runil praea^r Companhia. ma da Cruz
"' "."Vnde sorlimento de janos fortes e fortes
pianos.oe (Herenie, raodellos, ola conslruccu e bel-
las vozes, ,e yendem por mdicos presos; assim co-
mo toda ajialdade de instrumentos para msica.
\eile-se azeite de nabo clarificado,
proprto ara candieiros de mola por ser
mmto hr,, a i^qq a medida: no ar-
n^afni e C. J. Astlcy & C,' rua do Tra-
piche n.g.
OLEO Je LINHACA EM ROTIJAS,
^pm a botica de Rartbolomeu
!e Souza, rua larga do Rosario
Francisc
n..36.
. Confronl
em lalas e
meira vez
)AS
O 39 A. A
Rosario de Sanio' Antonio vende
ilho novos biscoitos de Lisboa, a pri-
Tdos a esle mercado.
MECHAHu'l
EHGE-
D. W. Baynon cirurcio dentista americano
reside na rua do Trapiche Novo n, 12.
Casa da afericao, na rua das Aguas-
"^ Verdes n. 25.
O aferidor. faz scienle, qae o prazo marcado pelo
arl. 11 do regiment municipal para pagamento da
revisao, finalisa-se no dia 30 de junho correnle ; (in-
do o qual estao as pessoas interessadas incursas as
mullas impostas pelo art. 2 do lit. 11 das posturas
manicipaes. *
Necessla-se do uma escrava ou escravo, que.
seja bom cozinlreiro, e que entenila de tudo perlen-
cente a cozinha : no consulado americano n. 4, rua
do Trapiche, ou no armazem de Pavis <& Compa-
uhia, ruada Cruz n. 9.
Prec8a*se contratar por empreita-
da, a construccao de urna coberta de te-
lha, sobre pilares detijolo ou columnas de
ferro, em um terreno murado., na rua de
Santa Rita prximo a' Riljeira.pertencen-
tc a' companbia brasileira de paquetes de
vapor: quem.estiver as circumstancias
de fazer este contrato com as necessarias
garantas, queira api-esentar sua proposta
com toda a brevidade ao agente da dita
compauhia : na rua do Trapiche n. iO se-
gundo andar, aonde tambem se dar'
qualquer esclareciment.
J. Jane dentista,
ron lin na rczdir na rua Nova, primeiro andar n. 19.
PARA
J
NA FUNDICAO Df ERRO DO ENGENHFJRO
DAVID J. I0VHAN, U KA DO BRIM,
PASSANDOICFARIZ,
ha sempre um gnndeorlinienlo*dos seguintes ob-
jectos de meclianimosjroprios |5ara engenhos, a sa-
ber : moendas e meia moendas da mais moderna
construccao ; taitas o ferro fundido balido, de
superior qualidale, ele lodos os tamaitos ; rodas
dentadas para aga ou nimaes, de todas as propor-
Jes ; "trivos e bocas o formdlia e registros de boei-
ro, aguilhOes.broizet frafusos c cavilhoes, moiudos
de mandioca, ele.etc.
A MESmFUNDICAO"
se execulam loda at etoiiimendas enm a superiori-
dade ja couhecida, e coi a dev'ida |
didade em preco.
He chegado a' ruiNova n.8f\imc gran-
de quantidade d anneis de onro, e de
bom go8to,os (jaes s trocara pela di-
minuta quantin.de 2j00%. pagos a'
bocea do oflfro.
A occasiSn maii opplfnna nao poda ser; pois a
approxiraaco dot xlale S. Joao eS. Pedro, dias
em que se cosliinam fier presentes, balem por-
ta, e os amantes e umpreceilo le TBltigo nSo so
devem fortar em cumpi-ln, visto que eom a mdica
quanlia de gOO rs. iilem salUfine-lo e se livra-
reni do dever a qne te diam obrgados.
Aojarato.
Na rua Nova n. 52, ija e fabrica do.chapeos de
Boavcnlura Jos de Caro Azevedo, vendem-se as
fazendas abaixo mencioadas, e oulras muilas que
serio entregues sem rieio do menor lucro que por
ellas forem oflereeidas tiorzeguins jnglezcs para se-
nhora a 29300, cpalos itos de duraque para senho-
ra a 15000, dilos de bearn francez para homem a
11*100, ditos de panno lara senhora a 320, um rico
bauzinho com 12 frasco de extracto prnprio para os
'.......a 2JJ800, camiis de meia para homem a
'20. excedentes bonelede oteado de seda a 800 rs..
lieos de puro linho pe lalhos de vestidos a 500 rs.
i vara, 4 novellos de lha de cores por 20 rs., ama
(uzia de grampas.paraabcllo por 10 rs.
OS O llr. Sabino Olegario l.udgera l'iiihn nui-
;-; dnu-iF pitra o palacete da 1 ua de S. t'ranciteu
*f inundo novo) 11. lis A.
i
Vendem-se palils e sobreludo de borra-
Echa, capas de bangana ede panno fino de
\ cores, ludo por prio commodo : na loja do
i sobrado amarelle, os quatro cantos da rua
! lo Queimado n. 29
- Vende-te urna eirava, crioula, cem 18 annos
de iade, boa figura, sn achaques, e com habilida-
des na rua do Queindo n. 12, segundo- andar.
Fatinhale mandioca.
Vende-se muilo oa farinha de mandioca
abordo do brigie acional Inca, chegado de
Snla Calharinaj: ara porrocs, Irata-se no
ecriplorio da ruada Cruz n. 40, primeiro ft
aidar. S
Vende-ee muilo oa manleiga ngleza o 560 e
G40 alibra : na rua d< Cruzes 11. 20.
Vendem-se saces eom farinha da Ierra : na
rua lis Flores, coufrW ao |orlo das canoas 11. 2t.
Veinli-iii se qiliMK do scilao muilo fresraes,
inleins as libras, ni. Iiaialn do que em oulra"
parle na Hoa-Visla, ua da Santa tu/, taberna u.
1 juuli a ribuiru.
Na b< ,central homeopalhica, tua de S7'
rranat (mundo novo) n. 68 A, vende-se
P"r Pre' cominodissimo onovo manual do
ur. Jan traduzido em porluguez; e accom-
>u nlelligcnca do povo.
" (999f ~
SORTES.
O 39 A, Infronic no
vendem-se ;
noiles de S.
cidade, e jui
eos.
to em S. AMonio,
mais ricas bailas de ctalo para as
So e S. Pedro qne tem vindo a esta
menta amendoas a retalho em frat-
Ultima moda.
Vendern' corleado cal^a de catemira de
cores, .page, ,ia nnma moda e por mai-
. (o menoi
parte
DEPOSITO DE PANNO DE ALGODA'O
DA FABRICA DE TODOS OS SANTOS
NA BAHIA.
Vende-se o superior panno de algodao
desta fabrica, proprio para.saccos e roupa
de escravos : no escriptorio de Novaes <&
Companbia, rua do Trapiche n. 54, pri-
meiro andar.
Vendem-se 4 escravos, t mulato de 20 annos,
1 moleque de 17 annos, 1 preta lavadeira e engom-
madeira, 1 preto de 40 annos e 30'travs de pao dar-
co : na rua larga do ltosario n. 25.
POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentement, recomrnen-
da-se aos senhores de engenho os
seus bons el'eitos ja' experimen-
tados : na rua da Cruz n. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron 4
Companhia.'
Vende-te um preto de elegante figura: na roa
da Senzala Nova n. 30.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Companhia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de cannas todas de ferro, de um
modello e construccao multo superiores.
Na roa da Cruz do Recife n. 38 casa de S
Araujo. vende-se esleirs muito novas de palha do
Araealy, chapeos de palha, conrinhos miados, cera
amarella, dita dt carnauba, tudo para liquidar con-
tal e por preco muilo commodo.
NOARMAZEIDECJ.ASTLEY
, EC0IPANBjA,IUAMmPICHIPI3,
na pira vender o segaintc :
Cal branca franceza.
Folha de Flandres.
Estanhoem barra.
Cobre de 28 e 50.
Azeite de Colza.
Oleo de nhaca em latas de 5 galocs.
Champagne, marca A. G
Oleados para mesas.
Tapetes de laa para forro desalas.
Formas de olha de fisrro, pintadas, para
fabrica deassucar.
A90 de Milao sortido.
Lonas da Russia.
Lazarinos e clavinotes.
Papel de paquete, inglez.
Brim de vela, da Russia-
Graxa.ingleza d verniz para arreios.
Arreios para ura e dous cavallos, guarne-
c dos de prata e de lauto
Chicotes e lampees para carro e cabiiolet.
Couros de viado de lustre para cobertas.
Cabera das para montara, parasrnhora.
Esporas-de axp prateado.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O arcano da nvencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melboramcnto do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa re
N. O. Bieber Companhia, na rita da
Cruz, n. 4.
ESCOCEZ DE LAA' E SEDA.
Vende-se escocez de lia e seda de gos-
tos.os mais modernos, proprio para vesti-
dos de senhora : na rua do Queimado n.
58 em trente do becco da Congregaco,
e da-se amostras deixando penhor.
Vende-te urna carrosa com o seu compleme
boi: quem quizer negociar, drija-se a rua du Sebo
sobrado amarello.
QPIJ09E PRESUNTOS.
.Na roa da Cruz do Recife no armazem n. 62. de
A nlonio Francisco Martina, se vende es mais tape*
riores queijos londrinos, presuntos para Hambre,' l-
timamente chegados na barca ingteza Valpa-
raso.
VINHO DO PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barrisde4., 5. e 8.: no armazem da rua
do Azeite de Peixe n. 14, ou a tratar no
escriptorio de Novaes & Companhia, na
rua do Trapichen. 34.
Vende-se uma preta por menos da raetade da
eu-valor, s por ter um defeito no braco dirello, de
idade 20 annos, bonita figura, maitosadia, de exl-
tente conducta, tem vicios nem aehaqaet, qae se
pode afianzar, bem desembaracada tanto para oa ser-
vicos de casa como para rea, carinhota pira me-
ninos por j estar cosluroada ha muilos annot, e o
molivo porque te vende se dir ao comprador : na-
roa da Moeda, obrado de enr andar n. 21, entrada
pelo becco.
Vende-se com carauot ou tem eHes um
carro-de 4 rodas com 6 asientos, muilu
forte e com pouco oto, om tflbiirv em
bom eslado i
/
ik
Vendem-se relogios de ouro e prita, mai
baralo de que em qualquer oulra parte :
na praca da Independencia n. 18 e 20.
Chapeos pretos francezes
ir-cm-yo, os roerhorei as rom,. ,tu
a fallar oa praet da Inde-
pendencia n. 18 e 20.
Chumbo.
Vende-se chumbo em barra e lencol : no arma-
zem de Eduardo U. Wyatt, rua do Trapiche Novo
n. 18.
1 irec^i do que em nutra qualquer
. : "f |a do sobrado amarello da rua
Queimad oi_
'. ,'fla-se superiores'ameixasfran-
cezasja t?j conhecidas pelas pessoas do
bom palac era iata8 ae 12 libras : na
rua da Cri,n 2G, primeiro andar.
"ei,ljm-se camisas francezas com
aberturas bretanha de linho e de ma-
dapolo lshiMar por preco commodo :
na rita c' 3ruz n. 2G, primeiro an-
dar. P
. "W."fmr8eaherturasdelinho nis-
stmo e a iadar>olao para camisas : na
ruada C-un. 26, primeiro andar.
V ac-se superior chocolate fran-
ir naua da Cruzn. 26, primeiro
cez.por
mente:'
anda.
I
dar, te
1 ru da Cruz n. 26, primeiro an-
1 paa vender espingardas fran-
C6238' c m cus canos, ja' experimentadas
paraca j,, eendem-se por <|ualquerpre-
co, ag an3 n^ comprador.
Y idense Kircche e Abissinthe, de
superif ciiiadade, por preco commodo :
na Mta Ja GjZ n- 26, primeiro an-
dar.
" s amates da boa pitada, sao con-
vidados .1 comarecer na rua larga doRo-
ario^, i ja doardeal, pata comprare a-
precia. a bo pitada db Rolao fran-
cez.
LOTE1 ATAllATRIZ DA BOA VISTA.,
Cas. ca Estanca rj.ta do Quei-
adon. 61.
Nesta (ta est aeuda nm completo sorlimento
de caute desta loria, cujas rodas audim nodia
14dejU!lw.
I PZIIINCHA.
Vend m ama Ittnn muito afresuezada nara a
va nn .. ..... ._-.
tem vindo, e oulros de diversa* qualidades por me-
nos preco que em oulra parte : na rua da Cadeia do
Red re, n. 17.
Beporfto da fabrica de Todos oa Santo na Babia.
Vende-se, em casa* de N. O. Bieber &C, na roa!
da Cruz n. 4, algodaO trancado d'aquetla fabrica,
muito proprio para saceos de assucar e roupa de es-
cravos, por preco commodo.
Vendem-se em casa de Me. Calraon t & Com-
panhia, na prac,ado Corpo.Santon.il, o segninle:
vinho deMarscllcem caitas de 3 a 6 duzias, linhas
em novellos e carreleit, breu em barricas muilo
grandes, ac,o de milao sortido, ferroinglez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n.. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
PECHINCHA PARA OS SRS.
ARMADORES.
Na loja da rua do Queimado n. j, vende-se se-
tim azul claro de superior qualidade a 500 rs. o
covado com pequeo toque de mofo, be para acabar.
HE BARATISSIMO.
Corles de brim de cores de puro- linho e padrde
modernos a 1&750 rs., assim como grvalas de se'
tim de cores muilo bonitas ta 600 rs. ditas de chita
a20rs., venliam ver parase capacitar, na loja de
Leopoldo da Silva Queiroz, rua do Queimado n. 22.
CUALES DE ALGODAO MIJITO
BONITOS A 1,000 RS
Quem os vir-compra, ainda qae nao (enda vonla-
de, na loja de Leopoldo 41 Silva .Queiroz, rua do
Queimado n. 22.
Na 'rua- do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinha, tudo modernissimo
chegado do Rio de Janeiro.
Na rua do Vigario n. 19 primeiro andar, lem pa-
ra vender-sechapeos de caslor brancopor commodo
preco,
Ateoaiaa* Edwia Btjiw.
Na rua de Apollo n. 6, armazem de*Mc. Calmon
& Companhia, acha-se constanleme'nle bons sorli-
menlos de taitas de ferro coado e batido, tanto ra-
sa como fundas, moendas iuetiras todas de ferro pa-
ra animaes, agoa, etc., ditas para armar em madei-
ra.de lodos os tamanhose modelos os mais modernos,
machina horisontal para vapor com forca de
4 cavallos, cocos, passadeiras de ferro esianhadu
Eara casa de purgar, por meaos preco que os de co-
re, esco vens para navios, ferro da Saecia, e fo-
l das de (landres ; ludo por baralo preco.
Ierra e |
propria
eos fundft
Ve
a prelcn
Deposito de vinho de cham-
& pagne Cliateau-Ay, primeira qua-
SL lidade, de propriedade do condi
" de Mreuil, rua da Cruz do-Re-
^ cife n. 20: este vinho, o melhor
f) de toda a champagne vende-
se a 561000 rs. cada caixa, acha-
~ se nicamente em casa de L. Lu-
comte Feron & Companhia. N. B.
As caixas sao marcadas a fogo
Conde de Marcul e os rotulo
das garrafas sao azttes

a o maltona rua da l'raia n. 44, mnilo
ra um prtipianlc, poit tem muilo pon-
j; vende-spnr o proprielario nao necet-
: a tratar com Isso Irmos.
de-se uma i.-ilanrn romana rom lodos ot
seus per peg,, cm ha uso c de 2,000 libras : qacm
drija-se rua da Cruz, armazem u. 4.
ARADO IIE FERRO.
, Na Ifim.Kcao'lle C. Starr. C.
Santo linaro atia-
dos df f^ro d
ijitu
em
i-se para vender ara-
prior iptalida.le.
Vendem-se prgos americanos, em
barris, proprios para barricas de assu-
car, e aivaiade dezinco, surlerior quali-
dade, por presos commodos: na rua do
Trapiche Novo n. 16. *
Velas de carnauba.
Na rua da Crnz n. 15, segundo andar, vendem-se
velas de carnauba, paras e com postas, feilas no Ara-
ealy, por menos preco do que em oulra qualquer
pacte.
Taixas para engenhos.
Na jfundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Brum, pascan-
do o cliafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-sc em cario
sem despeza ao comprador.
Bichas de Hamburgo.
No tntigo deposito das liwhas de Hamburgo, rua
estreita do Rosario n. 11, vendem-se as lucidores bi-
chas de Hambureo aos ceios e a relalho, e tambem
se alugam por menos do que em oulra qualquer
parle. *
PAl.lTO'S'l'K ALPACA FKANCF.7.KS.
Grande Jili-'."*"1" de palitos de alpaca e de brm:
na rua do Collef"' < na rua da Ca.leia d fa u. 17 ; veinga,"s* l'ur preco muilu commodo.
ESCRAVOS FGIDOS.
Ha 15 dat, pouco mais oa menos, desappare-
cen da povoaco do Monleiro, e tppoe-se andar
fgido aqui mesmo no Recife, o escravo crioulo de
nome Filippe, de estatura regolar, cor preta e nm
tanto barrigudo, foi vestido com camisa de madapo-
ln j velha, calca azul de catemira osada c jaqueta
de riscadinho de cor j nm pouco desbolada, porm
anda nova, chapeo de seda prela, calcado de sapa-
loescom um lenco de-seda roa bastante usado : re-
commenda-te pon ai autoridades policiaes a captu-
ra do referido escraVo, lano desta cidade como as
de fura, visto qde elle se intitula fujro, c bem assim
a qualqner pessoa particular, a quem se gratificar o
seu trabalho. Appreheodido que seja levem-Bo a
seu senhor Jos Rodrigues de-Mello naqoella povoa-
cio, ou a Jos Maranno de Albuquerqud oa roa da
Uns
l
idrigue
riai
TniSo da Boa Vista.
Antonio, moleqnc, alto bem parecido, cor
avermelhada, nac3o congo, rosto comprido e barba- '
do no queixo, pescoco srosto, ps bem fcilos, lendo
o dedo ndex da mao direila aleijado de um talho, e
Cor isso o traz sempre fechado, com lodos os denles,
em ladino, official de pedrero e pescador, levon
roupa de algodiln, c uma palhoca para resguar-
d seduzido por alguem; desappareceu a 12 d makj
crrente pelas 8 liorat da manhSa, lendo ohlido li-
cenca para levar para S- Antonio ama bandeja com
roupa : roga-sc portanto a todas at autoridades e ca-
pules de campo, hajam de o apprchender c levj-lo
a Anlnnio Alves Barboza na raa de Apollo n. DO,
ou em Fura de Tortas na rua dos Cuararapes, onde
se pagarao todas at despezas.
-. Fugio na scila-teira 9 do correnle, at II horas
da maullas, urna preta crioula de nome Alexandrina,
de idade 18 a 29 annos, he baixa, tem debaiso do
lado direito do queixo Ires costuras de dndola* qua
se rasitaram, sendo uma aellas mais aliente, fot et-
rrava do Sr. padre-meslre Capistrano: quem a pegar
e levar ,i rua dn Crespo n. 10, ser generosamente re-
compensado.
Desappareceu no dia 15 de Janeiro do corren-
le annoo escravo Jos Caranue, de dade 40 annos,
poNco mais ou menos, com falla de denles nn frente,
leliciilos rresciilos, e ccalrizes as uadegas ; gral-
'ica-se uenerosaiueiile a quem o levar an alerro da
Boa-Vida n. 47, segunda auilar.
Fe.- Tjr. WM. I"".-

t
\
t
i
Na rua da Cadeia do.Recri n. 60, arma-
zem de Henrique Gibson:
vendem-se relogios de onro de saboneta, de paten-
te inglezes, da melhor qualidade e fabricados em
Londres, por preco commodo.
Na rna do Vigario n. IB primeiro andar, una
venda a superior flanella para forro de sellins ede-
gada recentement da Amrica.
Vende-se am excedente earrinho de 4 redas
mu bem construido, embom estado; est ex posta na
raa do AragSo, casa do Sr. Nesme n. 6, onde podem
os pretendentet exaanua-lo, c tratar do tjnsle com
o mesmo senhor cima, oa na fha da Cruz no Recife
n. 27, armazem.
Moinhosde vento
om bombas de reposo para regar"4iortat e batial
de capim, na fundicao de W. Bowman : na tu
do Brum ns. 6,8 e 10.
Padaria.
Vende-se nma padaria muilo afregneztda: a Irjjst"^^"
com Tasso & Irmaoe.
Aos senhores de en;
Coberlores escaros de algoilan
lo grandes e encorpados a 1JH00 : na ra do Crespo,
loja da esquina que volla para a Gsdeta.
Devoto Christao.
Sahio a luz a 2.* ediato do livrinho denominado
Devoto ChristBoimais correlo e acreteenlado: vnde-
se unicamenle na livraria n. 6 e 8 da praca d Inr
dependencia a 640 rs. cada exemplar.
Redes acolchoadas,
brancas e de cores de um s panno, moflo grandes e
de bom gosto : vendem-se na rna d Crespo, loja da
esquina qae volta para a cadeia.
mgenji4)r
i a Sport-, dllot mui-
)

i"
a


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