Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01552


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Full Text

M-
ANNO XXX. N. 107.
.-.-.. -
v

l
Y
Por 3 mezes adiantados 4,000
I mezra vencidos 4,500
Por Anno adiantado 15,000.
ara o
.-F. de Faria; Rio de 4a-
Joao Peroira Martins; Bahia, o Sr. F.
eei, o Sr. Joaquim Bernardo de Men-
ihib, o Sr. Jos Rodrigues da Cosa; Na-
tal, oSr. Joi>quim^neioFercira;Aracaty, o Sr.
Antonio de temos Braga ; Cear, o Sr. Victoriano
AugustoBorges; Marnhao, o Sr. Joaquim Marques
Rodrigues; Para, o Sr. Justino Jos Ramos.
CAMBIOS.
Sobre Londres 27 3/4, 28 e 28 1/8 d. por 13
Pars, 340 a 345 rs. por 1 f.
a i Lisboa, 96 porcento.
Rio de Janeiro, 11/2 a 2 pYO/fj de rebate.
Acces do banco 10 O/o de premio.
da companhiade Beberibe ao par.
da companhia de segurosfo par.
Disconto de lettras 12 0/0
METAES.
Ouro. Oncas hespanholas. 288500 a 299000
Moedas de 65*400 velhas. 6&000
de 6*400 novas. 165*000
de 4000......95*000
Prata. Patacoes brasileiros .'.... 15*930
Peso columnarios. ..... 15*930
raexicahos.......15*800
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda, todos os dias.
Caruar, Bonito e Garanhuns nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex e Oricury, a 13 e 28.
Goianna e Parahiba, segundas e settas feiras.
Victoria, e Natal, as quintas feiras.
< PREAMAR DE HOJE.
Pnmeira as 2 horas e 54 minutos da Urde.
Segunda s 3 horas e 18 minutos da manhaa.
t AUDIENCIAS.
1 do Commercio, segundas e quintasfeiras.
Relacao, tercas feiras e sabbados.
Fazenda, tercas e sextas feiras s 10 horas.
Juizo de Orphaos, segundas e quintas s 10 horas.
1 .* vara do civel, segundase sextas ao meio dia.
2.* vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia.
PARTE OFFICIAL.
respondeu que ncste caso, nao podia prometter o
que lhe propunham ; e acresccntou que permanece-
ra fiel nos principio, que tinlia adoptado de acord
com a* tres oulras potencias, o seria guiado cm sim
eondocta pelos interesses e pela digndade do impe-
rio. Dcpois de ler sabido o resaltado da misslo do
conde OrloH e Ipr recebido o protocolo da conferen-
cia assignada honlem, V. Exc. nao ficar admirado
ao ser informado, de qne governo austraco deci-
di immedialamenle augmentar o cordiio, que elle
tem as fronlciras da Transylvania, al i cifra de
30,000 homens.
N. 58.
O CONDE DE WESTMORELAND AO CONDE DE
CLARENDON.
ijtcccbida a 13 de ferereiro.)
Mylord, venho neste momento da conferencia,
para a qual o conde Buol tinha convidado a mim e
aos meus cullegas. O conde Buol nos disse, que nao
nha propostas que fazer-nos, mas em allenrao
nnanimidade queexiste entre nos sobre a queslao do
Oriente, entende servir a uossa cansa commum, fa-
zendo-nos cenhecer os despachos dirigidos por elle
ao conde Estcrhazy afim.de erem subraetlidos ao
conde Nesselrode. O conde Buol nos leu esses des-
pachos. O primeiro d conla da proposta do conde
OrlotTa'qnal pedia que o imperador da Austria, e
conjuntamente u rei da Prussia promellessem ao im-
perador da Russia manler urna estrela neolralidade
na guerra com a Porta, na qual as potencias mar-
timas pareciam inclinadas a lomar parle. O conde
Buol, em seu despacho, desenvolve nos termos os
maisclarse osmais precisos a impossibitidade de
urna promessa desla natureza para o imperador.
Elle proclama com lodo o respeito devido ao impe-
rador Nicolao as obrigarf.es, em virtude das quaes o
governo austraco he obrigado a vigiar a estrela
conservarlo dos principios de independencia e de
inlegridadcda Turqua, principios proclamados pelo
Vroprio imperador Nicolao, mas que a passagem ao
Maio 5 Qu iras, 11 mi-
nutos.e 48 segundo! da manhaa.
12 Loa cheiaa 1 hora, 18 minutos e 48
segundos da tarde.
19 Quarto minguante as 4 horas, 14
minntos 8 48 segundos da, manhaa.
26 La nova as 6 horas, 28 minutos e
48 segundos da larde.
9 Tere^S. Gi
10 Quarta. 9.1
11 Quii
12 Sexi
13 Sabb
14 Don
Bou
GOVERNO DA PROVINCIA.
Ezpeieate do 41a 4 de malo da I8M.
lorteiia O presiden le da provincia, atienden-
nos qne nao sao moradores no termo-do Ro For-
mo m hachareis Jlo Hircano AI vea Maciel c
tterculanei (.oncalves da Rocha, que por portara
a) de abril lindo foram nomeados, o 1. para 3.
!. nya 6. supplenles do juiz municipal da-
He lermo, resolve que seja reformada a mencio-
.oa portara pela maneira seguinte : serlo supplen-
les do juiz municipal do termo do Rio Formoso
1. Bacharrl Quintino Jos de Miranda.
2. Racharel Jos Luiz de Caldas Lina Jnior
3. Joaquim Curdeiro Kbeiro Campos.
4. Paulo de Amorim Sainado.
5. Uurentino Jos de Miranda.
6. Leandro Jos da Silva Santiago.Fizcram-sc
as necessanas coramanicacOcs a respeilo.
.8
Oflicio As Etm. presidente do Para, envian-
do a conla da despeza eita com 14 seliuse mais ob-
, jeel s- que ltimamente foram remellidos para
lia provincia, e rogaudo a ejpedicSo das con-
nrdens no sentid; de ser o cofre da the-
i de faenda desla provincia iudemnsado
iiiporlancia da referida conla Couimunicou-
sc referida thesonraria. ^
- Ao Eim. riarechal commandanle da ar-
para mandar por em liberdade o recruta Jos
relia Bandeira de Mello,' visto ler sido julgado in-
-*M chefe de polica, iiiteirando-o deha-
ilttlo Ihesoararia provincial para ser
indo nos termos leaaes, conla que. Smc.
ru da despeza Ceil eom o suslenlo dos presos
i.s'deia do Brejo durante omz de abril.
Ao capillo ilo porto, para mandar per
le orccrula Francisco das Chagas. vslo
peccao de saude foi elle julgado incapaz
da, manaba.
Dito Ao director das obras publicas, inleirn-
do-o de liavcr a cmara municipal destn cidade deca -
i que expedir as convenientes ordena para se-
ren oreado os reparos de que precisa o calcamenlo
ru^ do Aterro da Boa-Vista, e quo apenas lhe
-hec.ua as mitos esse tratallio, mandara lazer o;
. mencionados reparos. \ .--- r-----=-
Ao inspector da tbesouraria prvoMjJs-i-'*&1UI^io Pelas lr0PasrussasP0llcr'am por em Deri-
vando u contrato quequer fazer Joaquim Moti-
la Cruz como procurador de Manuel Francisco
Azevcdo Lira, para a eiecucio da obra do a;udc
.da pevoacao de Bezerros, pelo valor do novo orca-
raeni
.o mesmo, transmitliuda por Copia a re-
s despezas feilas no porrenle mez para o ex-
lapar.tiQo das obras pblicos.
esmo, para que nos termos de sna
, mande S. me. pagar a Simplicio Jos de
aqaanlia de 1559720, constante dos documen-
lue'davoive, a qual Coi dispendida pelo dcleaa-
nl do tormo do Brejo, com os colcerlos
firecisava a respectiva cadeia. Fizcram-se
^^^^^^Baa communica;Ges,
Ha Ao engenheiro encarregado ensobras mi-
litaras, para mandar Cazer com br'cvidade os conscr-
^^becenitam o lelhado e as larimba's do
t Panizo, onde se acha alojado o 10." bata-
rorogando uovymente al o dia 11
rente a. presente* s da assembla legislativa
.
orneando professora da radeira de ins-
lrucc.ao primaria da villa de Ttamarac, a urea e-
nuina da Cruz Ferreira, que obteve preferencia no
[ro a que se proceden para provimeuto da
tcionada cadeira. Fizeram-se as uecessaras
communicac/Ses a respeito^
| ^ e
presidenle da provincia, lerido em consideraco
^^^^^wtsenlou a directora do Ihealro publi-
anta Isabel,em olflcio de 4 do torrente, sobre
ossibidade moral da parte do emprezario do
mesmo Ihealro Manoel Goacalves Aera, para conli-
nnara se-lo por mais lemjft na forma do contrato
com elle celebrado em 1* de jullio doanno prximo
""""1 o seguinte: *w
I dala reacindidn o citado comralo,
ferido emprezario, ou sena fiadores,
"araento da malta do um cont de rs..
Uo pelo caso qu ora se d, previsto
i o 19 do mesmo contrato.
aportaucia desla multa, assim como a da
subvenrflo addiclonal de seisconlos de res, ullimn-
mente concedidos pela assembla legislativa pro-
vincial, e do subsidio ordijario de rs. 1:7H285
perlencenle av mez de.abril prozimo findo, serao ap-
plicadue (pro-rala) para pagamento do que se deve
aos artistas entregados subalternos e orchestra
dolheatro, al o ultimo do mencionado mez de a-
brii.
." A sernela dos espectculos ser desde j en-
tregue ao administrador do Ihealro, sob a immcdi.i-
tco e ordena da directora, aleo fim de ju-
nlro prximo futuro.
I-0 Samo applicados os subsidios ordinarios de
mlia e pnho, e mais o que o ihealro render nesses
BaWMs jnxe*para pagamento das novas folbu men-
saes aos artistas, e para o cosleio de lodoB thea-
1ra. W
5. A thesonraria provincial far eflecliva a arre-
cadacio da referida molla, afim de que com as de-
ntis quaalas declaradas no artigo 2,*ejam entregues
ao administrador para o fim uclle especificado.
Palacio do governo de Pemambuco 6 de maio de
de 1854. Jos liento da Cunhae Figueiredo
EXTERIOR.
taponaleacUs diplomticas.
N. 31.
O CONDE DE WESTMORELAND AO CONDE DE
CLARENDON.
{Rteebidaai de fetertiro de 1832.)
4 de fevereiro. Despacho lelegraphco.
O conde, de Buol fe* saber ao embaixador de
Franca e a mim, que a proposta do conde Orifl" u
imperador da Austria qra, que o imperador da Aus-
tria promellesse orna estricta neutralidade no caso
da guerra entre Turqua e a Russia, na qual a
Franca e a Inglaterra pareciam disposlas a lo-
mar parle. O toperador da Austria respondeu ao
JtIIT: Promelle o imperador da Russia
a promessas de nao pnssir o Danubio,
os principados depois da guerra e nao
aeombinacao geral actualmente existente
das provincias turcas?
O eafldte Orloft* respondeu que o imperado*, da
Russia o itfo promedia; o imperador da Aus
r
OLHETIM.
st'is
EJl^REI. (*)
nu uma n ronus, e rmo uccmi.
-aixa. <
PRIMEIRA PARTE.
XX.
0 re de Fritura.
( contniM{So )
Todos os espectadores dessa scenn, inquietos c
perturbadoe, Cormavao om circulo restricto cni tor-
no do duque de NaundurT e do viseonde de Cha-
deuil, o qual beijava eom transporte, fouco de ale-
gra as mflps que 'o duque procura va em vio lirar-llie.
orgele sosioha relirada a um canto da sala se-
ygaia esaa n \e qne crescia de
-------------
indo pareca roubar-lhe
seu coraja"
irresoluc/):s.
as maos das
aflec-
- o,c disse lhe
inslanlo
lo voss est
p Caz he
liando, meo charo
> he assim que
.......
_ ; em diante coh-
^^^nPaaos que me'tem amado... a voss pri-
inerran Hn amiao, a.^ss lamben (leoagle,
Ida ollocou no meo aminlio para fazer-me
"peral nellc :...
O duque dirigio-se i Georoele, e qnz lomar-llie
as4wau,,..asella reapondu _ttm aemaSS^
{*) Vide Diario n. loti.
go, animarido insarreii;0es as provincias turcas
Por cofjfrointe nao he possivel fazer-se a -promessa
pedida.*
O segundo despacho refere-se i resposta dada s
propostas do negociac.oes transmillidas a 13 desle
mei, pelo conde Baol com a saneco da confe-
rencia.
Nesle despacho o conde Buol faz sobresahir com
energa o conbratempo do imperador ao ver o mo
successo de sa recoiumcndar:io pessoal em favor
das proposlas turcas. Elle trata profundamente a
queslo e reitera a ezpresslo do vivissimo desejo do
imperador da Austria, de que o imperador Nicolao
anda possa aceitar estas proposlas.
ultimo despacho he a resposta que o conde
O
Buol di a cxpmbracjlo dirigida ap governo austra-
co de abandonar, com soa conducta actual, os prin-
cipios em virtude dus quaes os tres governos da RuS-
sia, da Austria e da Prussia tem obrado al aqui na
coojervac,ao dos inlcrcsses establecidos e da inde-
pendencia de diversos estados da Europa. Fazendo
isto, elle compromelte a ordem de cousas estabele-
eidaana Europa e a seguranca actual. A resposta
do(conde Bool i esta argirn he'muito firme e
clara.
Estes despachos, dos quaes sinlo nao poder dar-
vos urna analyse mais substancial, visto a hora do
corrcio, liveram a approvacilo plena dos membros
da conferenciar* que os acharam habilissimamenlc
redgidos. Conservando sempre uma linguagem po-
lida e amlgavcl para com o imperador Nicolao, elles
cslahlecerhClaraincnle a posirao actual, que o go-
verno aoslrico quer ter no fim de consagrar os
principios, que tem proclamado, e os contratos cele-
brados para a sustentado desses meslos princi-
pios.
O despacho n. Uhede lord Cowlay ao conde de
Clarenden, recebido a 23'de fevereiro e datado de
Pars a 22 do mesmo mez e nesse despacho se l :
O conde Buol. assegura a Mr. de Bausqnfipcy
que, se a Inglaterra c a Franca fixarem para a eva-
cuarlo dos principados um prazo.cuja expirarlo seja
o signal das hostilidades, o gabinete de Vienna est
promplo para sustentar essa inlimacao. Mr. Drouyn
de Lhuys he de parecer, que islo deve ser feito in-
mediatamente, e que asdaaspeteneras devem escre-
ver ao conde de Nesselrode pedindo o comeco imme-
dialo da cvacuaiao, a qnal deve estar acabada no
fim do marra, o silencio ou a recusa sei consi-
derada como uma delaracao de .guerra' pela Rus-
sia. '
N.108.
LORD BLOOMFIELD AO CONDE DE CLA-
RENDON.
(Recebida a 28 de fevereiro.)
Berlim 25 de fevereiro de 1854. "
O despacho lelegraphco de V. ExC (despacho em
que o conde de Clarendon exprime o pensamenlo,
de que o governo prussiano se reunira as oulras po-
tencias para intimar ao imperador da Russia a eva-
cuao dos principados), me veio s raaos hoje. Tive
immediatamenle uma conferencia com o barao de
Manteufiel, e lhe communqaei a substancia de
vosso despacho, pedindo-lhe que recebesse ordens
do rei a ase respeito. Respondeu-me que pensava
que o rei nao poria obstculo em lomar parle na
inlimacao. que se propon fazer ao governo russo,
para que faca evacuar os principados; mas nao cria,
ajunlou elle, que o rei tomasse uma parte activa
as hostilidades, no caso do recusa da parte da
Russia. /
Repliquei-lhe que a inlimacao seria de pooca im-
portancia, se a Prossia recusasse apoiar sua inli-
macao com as armas na mo; mas eu espera va que,
governo austraco, como tinhamos direito para
', se reunisse a nos, essa resolurao poderia pro-
duzir algum elfeto sobre o rei. A Prussia nao que-
que a penelrava, fazendo nm Irista sianal com a
cabera, e sorrindo melanclicamente.
O que o senhor duque quer ftizer he d ora
emdianle impossivel, disse ella, a vida tem suas nc-
cessidades crois, e a felicidade est muitas vezes
toda na submisso a essas necessidades.
E como o duque no pareeja coroprchender o sen-
tido dessas palavras, ella accrescentou: ,
Perguute a Mr. de Cbadcuil. se .nao digo a
verdade, e se desde esle momento nao abre-se para
o senhor uma vida iutciramenle nova, que ten suas
exigencias imperiosas, e sa grandeza, seus emba-
rarosesua gloria 1...
O duque vollou-se' admirado para Chadeuil, o
qual abaixou osolhos'e plreceu nao atinar com o
que respondesse.
Oh! disse elle depois de-alguns. instantes de
llamos todos
n3o enlendo
.., explique-se sem
rodeos para eu saber que devo pensar das palavras
de Georcelc, c de sua allludc embarajada.
A nica rcspesla de Chadeuil fo aresentar ao
duqu' a medalha que levava na mao qoahdo cnlni-
ra. O duque apoderou-se vivamente della, o de-
poisde eiamina-la, deu um grilpdc sorprc'z*.
Que significa isso ? exclammi elle inlcrrogan-
do com o olhar a physinnomia de Chadeuil,
- Essa medniha eslava encerrada no deposit que
o senhor confiou-me honlem...
0 retrato de minlia ma, interrompeuo joven
duque.
Sim, senhor.... .Iulcamlo-o perdido sem reme-
dioj.qucbrei o sinete, e soube...
Mintltr mai I niiiiha mai! di;
quauto Chadeuil/jllava, e beiji
o mesmo abandono, e com mesm ai
fosse o original.
Oue soulie* pergunlou elle repenliiatamenie
erguendo a fronte, e filando em Chadeuil doinWolhos
anlenles.
Soube que o senhor pra,
Ilavta uma carta reria sem duvda ficar alraz quando entilo se tratasse
de fazer omaclo dessa importancia. .Como V. Exc.
me dssesse qne linha escrpto para Vienna, nao in-
sist mais, esperando que um pouco de refiexo faria
moraficar suas opinies actuaes.
N. 127.
L D BLOOMFIELD AO CONDE CLARENDON.
( Reeebida a 7 de marco.)
Berlim 4 de marco de 1854.
O barao. d Manteufiel me diz ter apresentado ao
rei a copia do|despachode V. Exc. e a de vossa car-
ta o conde de Nesselrode pedindo a evacuado dos
principados danubianos, e que o rei lhe ordenara
que inmediatamente desse inslrucres ao general
Rocho no sentido, que desoja o govefbo da rainha.
Estas inslrucries redigidas em uma linguagem bem
clara, foram enviadas' honlem a noite a S. Peters-
burgo, e pedindo com instancia ao governo russo,
que considere os perigos, aos quaes ama recusa ex-
pora a pa do mundo, proclamaran! "que a respon-
sahilidadc da guerra, que poder resultar de sua re-
cusa, recahir sobre o'imperador. O barSo de Man-
teuOell acrescentou quo o rei, approvando a redac-
Cto, (To'despacho que lhe fi apresentado, fez obser-
var, qujulgava ser do seu dever dar todo o apoio a
qualquer vicio que anda possa culretir uma espe-
ranca-posto que fraqnissima da eonservac.ao da
paz.
N. 137.
O CNSUL MIGUEL, AO CONDE CLAREN-
DON
( Recebida em 25 de marco )
S. Pelcrsburgo 19 de marco.
Acenso a recepcao do despacho quo V. Exc. me
fez a honra de dirigir em 27 de (everciro passado.
Esse despacho com a carta de V. Exc. para o conde
de Nesselrode, me foi entregue pelo corrcio da rai-
nha, o capilo Blacwood, em 13 do crreme. Nao
perdi um'momento cm executar as ordens de V.
Exc.
Uma hora depois da chegada dp correio, o despa-
cho, que me era dirigido por V. Exc. lord Cowley
( rontendo uma coinmunicarao do governo francez
aofjeu consol aqui residente ) foi entregue por mim
a Mr. de Caslillon, e em menos de urna hora, eu e
Mr. de Caslillon nos apresen lavamos ao .ministerio
imperial dos negocios eslrangeiros, solicitando uvna
audiencia ao chancellerdo imperador, afim de apfe-
senlarmos simullancamente as olas dos gabinetes
francez einglez. O conde de Nesselrode nos Cez sa-
ber pele orgao do director de sua chancellara, que
lhe nao era possivel receber-nos naquelle momenjp.
Designou o dia segumlc ao meio dia para receber os
nossos despachos. Concordci cojn Mr. de Caslillon
em ir ler com elle s anze horas e meia do'd'ia se*
guile, para dirigirmo-nos juntos a/i chanceller.
No dia 14, pouco antes to meio dia, eu e Mr. de
Caslillon chagamos ao ministerio imperialados nego-
cios eslrangeiros. Depois de uma ucraora de alguns
minutos, me Coi dito pelo direclor da chancellara,
que o conde de Nesselrode receberia o cnsul de
Inglaterra : fizeram-me enlran O conde de Nes-
selrode me recebeu com sua urbanidado habitual ;
entreguei-lhe vossa carta e especifiquei, conforme
um memorndum que eu havia redigido, os termon
precisos das nstruesees de V. Exc. relativamente a
volla do correio da rainha para a Inglaterra. O con-
de de Nesselrode pedio-me o memorndum para ler,
e Ih'o entreguei. Fez-mc saber que o imperador
nao eslava naquelle momento em S. Pelersburgo, e
qae quando voltasse, o que provavclmente teri lu-
gar no dia 17 do corrente. o despacho de V. Exc.
lhe seria apresentado, eelle conde rece"beria as or-
dens do imperador, enviando-me urna resposta
*. 'Exc.
Ochanceller me fez observar o longo intervallo,
que linha decorrido entre a data do despacho de V.
Exc. ( 17 de fevereiro) e dia de sua chegada. Per-
gunlou-mc, que causa linha demorado o correio tan-;
to tlmpo em caminho. Expliquei-lhe, dizendo, que
o correio da rainha nao linha vin'do directamente d4
Londres a S. Pelersburgo ; que havia Irazido despa-
chos para os ministros inglezes em Pars, Berlim o
Vienna ; que o capitao Blackwood deixando essa ul-
tima capital a 7, havia chegado a S. Pelersburgo al
13, fazendo deste modo ura rpido Irajecto, attenlo|
o mo estado das estradas.
Ao deixar o conde de Nesselrode, ia levar o meo
memorndum, quando elle me rogou o obsequio de
o deixar. Respondi-lhe que nao linha transcripto
as instrucroes do V Exc. senSo para meu governo, i
e para que nao houvesse erro cqmmellido nuanto d
poca fixada para a errada do corrcio da raiuha da
Inglaterra. Eu nao Tinha rdem de deixar instrui-
fOes escripias, mas nao va inconveniente era* dei-
xar naa mos do chanceller o memorndum, de envo copia a V. Exc e caja comraunicacao 'dalia
por objecto fazer impossivel todo, o erro relativa-
mente partida do correio da rainha. O ..impera-
dor vollou a 17 da Fandia, para onde linha ido a
12 conuwuS tres llbos os grao-duques Alexandre,
Nicolao e Miguel, afim de inspeccionar as. Corlifica-
COes de Wiborg, HellsingCors e Sweaborg,'tendo ido o
grao-duque Constantino alguns dias antes para a
Filandia.
Ilontcm os dez horas da noite rece!bi um convite
do chanceller do imperio, para quef me dirigisse a
elle hoje a uma hora. Fui ponlual, e quando mau-
demeu nomeao chanceller, soube. que o cnsul de
Franca eslava com S. Exc.
Depois de ler esperado um pr/co, disseram-me
que o conde de Nesselrode ia rr eber-me. Quando
foi
enlrei no salao, a recepcao, que me fez S. Exc.
amaisamigavel possivel. Elludisse-me : a Rece-
bi ordens do S. M. sobre a nolri de lord Clarendon,
e o imperador nao julga conveliente dar-lhe respos-
la alguma Eniao lhe re-jjfkradieu: o Sr. conde,
em negocio de tao grande i mporlancia estou certo,
que me desculpareis,se desejo transmitir ao meu go-
verno as expressoes textuaes de V. Exc.
O conde sorrio-se destas expressoes : o S. M. nao
pulga ser conveniente dar resposta alguma a carta de
lord Clarendon. d Como eu repetase esta phrase
conforme dia S. Exc. o conde Nesselrode disse :
O imperador nao julga ser conveniente ele
e como eu mesmo repetisse segunda vez, o conde a-
juntou : c Sim, tal he a resposta que desejo que
transmiltaes ao vosso governo. a.
Depois de rae ter entregado osla mensagem ofll-
cial, o conde de Nesselrode pedio que me senlassei
e disse-mc yue leve de esperar a volla do imperador
para lhe apresentar a carta de S. Exc. Pergunlou-
me quando eu tencionava enviar o correio da rai-
nha, e respondendo-lhe que : hoje mesmo tarde
se seu passporte esliver promplo disse-me que
j linha remetlidoto Barao de Plessen um passa--
portede correio para o capita Blackood.
Prgunlon-me anda mais: Nao fazcm hoje seis
dias ? Respondi-lhe que havia seis dias que o cor-
rcio linha chegado a S. Pelersburgo ; e como me
nao Uvessem dado a resposta on o aviso, que acabo
de receber hoje de V. Exc. nao poda fazer partir o
corrcio sean amanhaa, 20, ao meio dia, no momen-
to cm que acabavam expirar os seis dias, depois da
entrega do despacho de lord Clarendon.
Como estivessemos conversando, pergunlci ao
conde de Nesselrode, quaes eram asinlenc&es de seu
governo relativamente aos arranjos consulares entre
os dous paizes uo caso de d*lararao de guerra ; S.
Exc respondeu : Isto depender completamente
da marcha que o governo de S. M. britnica bouver
adoptado : nos nao declararemos a guerra.
, SOBSCRIPTO DA NOTA N. 37.
Memorndum dado pelo cormtl Miguel ao conde
Nettelrode.
, De conformidade com as instrucroes que me Co-
ram transmillidas por seu governo, com data de 27
de fevereiro passado, leoho a honra de entregar a
V. Exc. uma carta do honrabilissimo conde de Cla-
rendon, secretario de estado dos negocios eslrangei-
ros de S. M. britnica.
Tambera (eolio rdem para informar a V. Exc.
de que o mensageiro da rainha, portador desla com-
municacao, tejido chegado honlem de manilla a S.
Pelersburgo, estar promplo para vollar Inglater-
ra com a resposta de V. Exc logo que ella for en-
viada. Mas se ao findar o prazo de seis ditas, con-
tados de hoje, V. Exc. nao me tiver remellido ne-
nhuma carta em resposta do conde Clarendon, ou
se antes de leVminar o prazo, V. Exc. taie informar
que nao he mister que o mensageiro se demore cm
S. Pclersburco,' em ambos os casos devo ordenar ao
correio da rainha, que volle para a Inglaterra com
a maier presteza.
N.65..
O CONDE CLARENDON A MR. WYSE.
Secretariados negocios eslrangeiros 16 de feverei-
ro de 1854.
O Sr. Tricoupi veio ver-me hoje para dar-meDar-
te das ultimas noticias, que recebeu sobre o movi-
menlo da insurreirlo de Arla ode seus nrrabaldes*'.
Leu-iiicalguns extractos dos despachos do Sr. Paicos,
nos quaes se reconhecia que um lenle e alguns
soldados da fronteica linham desertado do exercilo
grego para irem-se reunir aos rebeldes; mas o Sr.
Tricoupi me assegurou que o seu governo faria es-
forcis incessautes pira pacificara agilacKo ; e com-
prehendia muo bem que elle nada tinha a ganhar
animando a desaQcirao pela Porta, ao passo que
ama neutralidade absoluta poderia valer-lhe o fa-
vor das grandes potencias.
Respond ao Sr. Tricoupi que, se seu governo
nao provocava directamente a insurrerao, nada fa-
zia contra ella e nao declarava que o rei e seu gover-
no a olhavam com lcsfavor, que a gazeta, orgao
da Russia, chamava a popularlo s armas, annun-
ciava a queda prxima do imperio oltomano e o Iri-
umpho dosRossos, samque os orglos do governo o
reprovassem. Demais, ajuntei eu, nao fallam pro-
vas, que justificam a opiniao gcral na Grecia de que
o governo he favoravel insurreirao, e previni ao
Sr. Tricoupi, de que seu governo linha presentemen-
te a opclo entre a benevolencia dos dous .governos
da Franca edalnglaterra.e o bloqueio de Alhenas,
porque tendo os dous governos promettido defen-
der o imperio ottomano contra a aggressao russa.nlo
consenliriam que os sobdilosgregos do sullo fossem
excitados revolta por artos approvados pelo gover-
no grego.
O Sr. Tricoupi mostrou-se rauito assoslado cora a
ideia de um bloqueio que, disse elle, seria fatal ao
eommercio e a marinha mercante da Grecia, e injus-
to, acrescentou anda, porque o governo grego se linha
tornado impop.ularcurvando-se intenrao do gover-
no de S. M. de um modo contrario opiniao que
he muilo hostil aos Turcos. Eu lhe respond, qne
conhecia a impopularidade do governo, mas que
ella nao tinha por causa aquella que o Sr Tricoupi
indicava, e se o governo grego quizesse evilar um
bloqueio, devia sem perda de lempo mudar de con-
ducta relativamente a grande questao, que, se de-
bate neste momento.
Roguei ao Sr. Tricoupi a bondade de levar ao ct>-
nhecment doSr. Paicos, qneeuacabava de dizer,
e assim m'o prometleu. -Informareis ao Sr. Paicos
que o governo da rainha e o do imperedor dos Fran-
cezes tem perfeitamente o mesmo pensamenlo sobre
a marcha imprudente, que segu o governo grego,
e juntos lomam as medidas que essa conducta pare-
ce fazer necessarias actualmente. *
Assignado. Clarendon.
N. 122.
O CONDE WESTMORELANDE AO COND DE
CLARENDON.
(Reeebida a 4 de'marco.)
Vienna 1 de marco de 1851.
Milord, commnniquei ao conde Buol a substancia
Mavia uma ; mas.-ao a abri...
Como entao soi i'be ?...
Por esse retrat o.,.
Voss ronheci a minha mi, Chadeuil... oh 1
nem v que fo o c o que m'o enviou...
Todos mis a vo.iheciamos, senhor, c amava~
mos aponte de n orrer por ella se preciso Cosse.
I ca miiiha parle. ie nao recebi a morle nessa po-
ca, nao Toi por falla de te-la procurado.
Bom Chadeuil.^ ph conhero sua dedicacao
por aquclles aquem .4ma... mas diga-me, meu a-
migo, quaes eram esse? ( amigos qne como'voss lhe
eram dedicados... A es ses devo lodo o meu reconbe-
cimento I
Todos senhor, toda a nobreza de Franca que
nessa poca era anda numerosa, e respeitavel... ,
Toda a nobrez^ de Franca I murmurou o jo-
ven duque dcxand cahir a cabeca sobre o paito...
toda a nobra/if*3e Franca 1
E poz^M nueditar..."
avernas t/ilavtas de Cliadeuil um myslero
io wis/ava "|----; n ~Ttii|,m_ ri*>iin i ilf"f ii
iai, a qur. classe pertencia, que revelarao estrat.ha
ia elle ouv/ir ?...
llouve/um silencio, e ninguera alretcu-se a pr-
lurba-lo/, ninguem excepto Georgele, a qoal adian-
tou-se A passos lenlos, foi por-lho a mao.no hombro,
ahra-lo rcpcuuamenlo da meditado, jizen-1
Venha !.v
duque seguio macliinalmenle a moca, a qnal o
couduzio ao augulo mais escuro dasala. Ahi Geor-j
gele leudo empurrado uma mola occulla na madei-
ra, o forro abrio-se em toda a altura, e deixou ver
um retrato de mulher.
Minha mai !... exclamou o duque depois de
ler laucado rpidamente os olhos sobre a mcdalha
que lhe tinha entregue o viseonde.
Sim, senhor, sua mai...
Mas isso he magia !...
He historia,senhor, lea cm baixo do quadru...
O duque aproxiuiou-su trmulo do retrato, e ape-
sua
da
qas lancou a vista sobre o lugar designado por Ge-
orgele, deu um grito lerrivel, que relinio em lodo
o rastello.
Em baixo do quadro havia esta simples linha;
Mara Antuinetic, rainha d Franca.
Na verdade era uma secna nao Calla de grandeza,
nem de originalidad a qae passava-se nesse mo-
mento nessa sala. .
Bergalassc e Dimitr em um canto, o principe
Ilartzoff e a filba no oulro, Georgele e Chadeuil na
extremidade da sala, lodos alias agitados por senli-
menlos contrarios uniam-se por uma hora, por um
minuto em um mesmo senilmente de impaciencia e
de cunosidade, com vido olhar, ouvidos ltenlos,
e peilo arquejante esperavam o cacito que ia pro-
duzr cm Naundorff a revolacao que ncabavade ser-
llie fcila !...
Naumlorir. recno dons passos alormentsdo ao
mesmo lempo nelasapteza. pela alegra, pelo re-
cei". rrl" rj^aiidrCfii pera duvda, por tudo o que
ue^Kanfar ou esmagar um hornera I Sosinho,
lono meio da sala, leudo os olhos llxos no
chao, e a mao sobre a Cronlo paluda, elle deixava o
pensamenlo rcmover-llie um mundo inleiro no cor
rarac, e sem dar fe daquclles que podiam v-lo ou
ouvi-lo tornava n subir penivclmente a ladeira dos
annos decorridos, c procurava na lembranra reedi-
ficar um passado, para o qnal acabavam de Caz-lo
vollar tao repentinamente.
A's vezes um grito cseapava-lhe do peilo, um sor-
riso de salisfarao dcslisava-sc-llic dos labios... elle
recordava-sc I...
Oulras vezes deixava cahir a cabera sobre o peilo
agitado, as sobraucettps approximavara-se-lhe com
uma sombra tristeza; sua m3o arripiava-se, e passa-
va rapidameute pela fronte, como se dessa pressao
magntica' tivesse de sallar a luz.. mus o passado
eslava anda cheio de sombra... elle no rerorda,-
va-se!...
Em um desses inomenlus, em que muitas cousas
de son passado osquecidas ou perdidas pareciam fu-
gir diaule de sua pesquiza impaciente, o duque s-
lemlcu as maos para Chadeuil e Georgele, com de-
das nstrucoes de V. Exc. a o Sr. Wyse sobre a all-
tnde do governo grego nascircumstancas da iusur-
icao das provincias da Turqua a respeito da fron-
Ira do reirto da Grecia. O conde Baol exprimi
saturaran pela polilica proclamada pelo governo
rainha, e disse-me que havia rcpresentacjlo da
mesm natureza em Alhenas,pelo orgao do ministro
austraco.
Informei ao conde Buol das inslrucres dadas ao
capitSo Peel a respeilo dos movimenlos snppostos dos
rebeldes de Prevesa.o conde Buol approvou-as com-
pletamonle. Moslrpu-se descontcnlissimodo movi-
mento do Montenegro. Declarou tambem que ti-
nha feito e continuara a fazer todos os esforrus a-
fim de arabar com aquella movimentn, que elle re-
ceiava muilo ter sido animado por agentes russos, c
sobre tudo pelo coronel Kowalowsky, que se tinha
dirigido ltimamente para aquello paiz.
O conde Buol ordenou que se fzesse em 8. Pelers-
burgo uma representarlo a este respeilo, como se
Cez sobre 05 rommandantes rassos na Moldavia e
Valchia, as quaes compoemabertamenle umalegio
com subditos do sultao, legiao heje Corte de 3,000
homens, no interesse da guerra Ceita ao imperio lur-
O conde Buol qualficou este aclo como me-
dida da natureza a mais revolucionaria, e deu or-
dem ao conde Estcrhazy que, a representare como
tal ao conde d Nesselrode.
Assignado. Westmoreland
(Timet.')
CII ROICA DA QUINZENA. -
Parit li de marco de 1851.
As sitnacoes polticas nao se caracterisam tanto
pelos pormenores como por um pequeo numero de
Cactos priucipaes e sallienles. O discurso imperial
pronunciado a 2 de marco na abertura da sessao le-
gislativa, couflrmava ainda uma vez mais esta ver-
dade 13o simples, representando o estado actual da
Franca, como debaixo do imperio de duas quesles
de uma gravidade real, anda que de uma impor-
tancia desigual: de um lado era a crise das subsis-
tencias, debaixo do ponto de vista do.interior;do
ontro lado, a queslao 0*0 Oriente, de baixo do pon-
to de vista das relaroes geracs da Europa.
'A crise alimenticia parece perder pouco a pouco
sua intcnsidade. A Calla de graos he supprida gra-
dualmente. A aceflo lrvre do commercio, forliCica-
da por algumas medidas providentes, tem sidosuf-
licicnte para accelerar os abastecimentos e po-lqs
qasi ao nivel das necessidades da alimenlarao pu-
blica. A colaco actual, modificando a mizeria, e
reanimando a actividade do trabalho, pode acabar
delirar a esta crise o que ella tinha de mais serio e
de mais perigoso. Exislem anda as complicares
europeas, que conservara sempre toda a sua> gravi-
dade, e nao delxam de ser a queslo dominante da
Franca, como das oulras potencias do continente,
He para la effcclivamente que ludo se encamiuha
e converge hoje como para a aueslao, da qual de-
pende todas as entras.
A'vista de um debate diplomtico, c'ujo resultado
lodos conhecem, nao era mister qae o imperador
rcuovasse em sen discurso ao corno legislativo a his-
toria desse poderoso conflicto; elle resumi o todo
desla situaran, fixandoo ponto decisivo a que ella
tem chegado, notando o interesse poltico de nosso
poiz 110 Oriente, mostrando a Inglaterra e a Franra
inicuamente uuidas em seusesforros, representan-
do a Austria como inclinaodo-se cada vez mais para
os gabinetes ocridenlaes, omillindo a Prussia, fal-
lando das disposicoes da Allemanha e dando a esta
exposicao ura sentido caracterstico com uma expres-
so, que pode parecer singular na abertura de uma
guerra, e he profundamente verdadeira: o lempo
das conquistas passou para nao vollar! > Qual foi
com efleito o primeiro pensamenlo dos governos no
momento do enlrarem nesse conflicto? Comeraram
renunciando em convenres mutuas todo o pensa-
menlo de conquista pessoal e de engrandecimento;
viram seu proprio interesse. nos inlcrcsses geraes do
Occidente. Nao aceilaram a guerra por si mesma,
como uma possiliilidad* que podia abrir caminho
as sasambicOes; nao rerorreram a esse extremo
recurso, sem uma repugnancia evidente fundada no
seflimente generoso das necessidades da civilisarao
e do estado actual da Europa.
Mas de uma vez se acharara ent vespera de cho-
qoes bastante formidaveis; a espada talvez nao brl-
Ihou jamis as raaos dos povos em CondicOes taesr
em que uma lula fosse mais visvelmente emprehen-
dida no pensamente nico e desnleressado de as-
signar o imperio do direito, proteger a independen-
cia poltica e moral do continente e pedir a victoria
uma paz cercada desta vez de bastantes garantas,
para nao ser perturbada impunemute, segundo a
palavra do imperador* No he esle o resumo da si-
111 aran actual? .
A FraDc*. e a Inglaterra obligadas a armarem-se
contra a Russia o levadas a essa lata por todas as
ronsiderares do direito europea, da civilisarao oc-
cidental, da seguranca publica do continente, he
esta pis uma das faces, a face principal para fl-
tennos a verdade, da queslo do Oriente presente-
mente. Ha era teda esta crise um outro lado,
qne nao fora -intil dar-lhe publicidade, ainda que
fosse so para ver por que caminhos se chegou a si-
tuario actual. O que ha de resultar da guerra en-
tre as potenciasoccidenlaes, he o'segredo do futuro
porem as ncociarcs, que tem precedido este
guerra sao em si mesmo, de baixo de cerlo ponto
de viste, uma lula das mais curiosas, e que tem sua
moralidade. Observa-se a poltica, eo procedimen-
16 do governo russo, desde o principio da queslao
do Oriente estende-sc com alinelo a todos os des-
pachos e circulares at a ullinta carta do czar
ao imperador dos Franceses e ao memorndum, que
o gabinete de S. Pelersburgo acaba de dirigir a
sespero, e approximou-se de ambos,' dizeodo-lhes
Com um acento que revelava toda a tristeza de sua
alma :
Oh nao me enganem, nao me enganem...
minlias lembrancas exislem ainda confusas na me-
moria ; mas a cada instante uma revelacao nova e
inesperada vem soccorrer-mo... Nao me deixem
nesta incerteza qiietrai malar-me, a digam-me, se o
que ouso apenas entrever, he a verdsde...
Depois comose a duvida tivesse tornado a vencer-
me o rorarao, 11c accrescentava logo :
Nao, nao, be impossivel, eu, Cu, filbo do rei
de Franca !... oh estou lonco ou para cnlouque-
cer...
Q lilho do re de Franca 1 murmurou Dimitr
ao ouvido de Bcrgalasse.
Bergalassc respondeu por um signal aflirmaliao,
e-poz o index sobre os labios.
Naundorff pegou da mSo de Chadenil, o disse-lhe:
Responda-me, he verdade ?
He verdade, respondeu Chadeuil.
Seu lilho !... mas entao... poisacada passo
que dou neste ddalo do passado, encontr uma aC-
lirmarao que assusta-me, mo grado meu. Se sou
lilho do rei de Franca, Chadeuil, quem he o conde
de Provenca ? t
Seu ti E eu cu '
O senhor he o reda Franca !
O rei da Franan balbuciou Dimitr cslreme-
cendo, e apartandd-se involuntariamente de Bcrga-
lasse para approximar-se do principe ilartzolf.
Entretanto o principe Hartzoff que permanecer
at entao altelo nao conservou mais lempo essa at-
titude passiva, dirigindo-se a Chadeuil quando esle
acabou de'proniinciar essas ultimas palavras, disse-
Ihe em lom grave:
Mr. de Chadeuil, o qae o senhor Caz nao he
acrilo de nm verdadeiro geutilhoincni, e se o rei ile
Franca soubesse dessa conduela", estou icerlo de que
lhe leslemunliara seu vivo descuntentamentu.
O lilho de Luiz XVI he o onico rei de Frioca.
lodos os seus agentes no eslrangeiro; todos estes do-
cumentos da diplomacia russa, ninguem pode duvi-
dar, trazem o cunho de uma hablidade singular.
H> uma existencia de pensamentos e de assar-
cGes maravilhosameate combinadas para illudrrou
Catigar toda rali fi cacao; ha nislo paixlo muitas Ve-
zes occulla em muila industria, um grao de nolavel
artificio modificando a audacia. Segundo a occa-
siao, a Russia desfarra seus planos ou manifesla-os
alrevidamcnte, e parece desafiar para que a facam
parar n conquista polilica do Oriente. Obrigada
a defender-se, ella procura laucar a perlurbarao e
o odio entre os governos. Quem pode ddvidar hoje
do quanlo ella tem feito para separar a Inglaterra1
da Franca? Ella finge uma confianca particular
para como governoinglez; ella tem conseguido sens
meios reservados cm caso de necessbjade, ella toma
parte em seas .designios acerca da independencia do
imperio ultemano.e le mostea a Franca como a nica
inimiga desla independencia. as relaedes do gabi-
nete de S. Petersburgo com ma% de um paiz, se
emeontram indubitavelmente os vestigios dos meus
exforcos. A diplomacia russa em Constanlinopla,
marchando directamente ao seu fim, nao possne me-
nos seus segredos, que ella quer -impor ae divn.
Sallemos a qu resultado chegou toda este hablida-
de. Alem disto nao foi falando com artificios,
que os governos a malograram. ( O gabinete inglez
merecen ser laxadode crdulo n parlamente, e'lord
Clarendon foi obngado a reunir em seus despachos
quinze protestos do.govemo russo a.favor do impe-
rio oltomano, quinze protestos desmentidos pelos
factos!
Pode-se realmente dizer que os gabinetes do Oc-
cidente de' nenhum modo tem procurado ser habis,
sua verdadeira terca tem consistido era sua sinceri-
dade, reclidao,. apiada em um justo senlimenlode
seus interesses n Oriente.
Neste duelo diplomtico da hablidade e da boa
f iulelligcnte, a hablidade he que foi vencida, e
li esla a verdadeira moralidade destas tengas ne-
oeiarcs. De mais. nu fura impossivel que toda a
sagacidade da Russia se voltasse contra ella mes-
mo. Nao se vio ainda ha pouco o gabinete de S.
Pelresburgo, irritado pelas qualificaces severas que
linha recebido no parlamente inglez, insinuar que
honvera enlre o governo do czar e o da rainha Vi-
ctoria uma correspondencia misteriosa, na qual fra
debatida a posbilidadc de um desmembramento
da Turqua ? Ora dizem que o governo inglez, ae-
commettido por estas iusinuaroes assaz prfidas, es-
t resolvido a publicar essa correspondencia, que
cn^, todo caso parece ofCerecer uma nova prova des
sensiveij" esforcos da Russia em favor da integrida-
dedojmperio oltomano.. Se pelas palavras. da Rus-
sia e lodos os actos, que ella tem pralicado ha um
anno, se quizesse fazer uma idea ultima, a mais
exacta telvec fra que o goverqo russo conlava tan-'
to com a sua preponderancia, no Oriente, a ponte de
julgar que podia tentar um golpe decisivo, sem sup-
por que devia encontrar um obstculo serio ; por
essa razao, sua sorpreza Coi grande, ao ver-se- diau-
le da Europa, que elle julgaya adnrmecida 011 des-
unida. Sua poltica e sua dignidade sem duvida se
acharam era jogo era uma certa medida, mas elle
mesmo he que as tinha empenhado, sem que a Eu-
ropa tivesse a menor parte nisso. Deste modp ba-
queiam as interpretarles o lodos os commenlarios
esgotados pela Rus-ia afim de illribuir a uma pres-
sao europea esla serie de actos violentos e aggressj-
vos, que a polilica russa tem pralicado ha um an-
no. .Dentis he uma guerra de peona, que hoje, nao
tem mais logar. Ha momentos em que tuda esla s-'
btileza bysanlina, condensada no ultimo memorn-
dum russo no tem mais nenhum peso na batanea;
he quando, os/actos Callara, quando a diplomacia se'
calla, quaodo os exrcitos vio obrar.
Infelizmente isto acontece hoje. A Russia conii-
nOa seu papel, representando em seos manifestos as
potencias occidenlaes como indo fazer a guerra to
chrislianismo no Oriente. A Franja e a Inglaterra
nao esto mais hoje por palavras e.por manifestos,
obrara conforme o conflicto, que esto decididas a
lehninar pela espada. Uma parte das tropas ingle-
zas, destinadas a operar na Oriente, j embarcou.
Os cornos qoe devem compor o exercilo francez es-
lo designado? ; Mr. de Saint-Arnaud he quem tem
o commando superior das forjas combinadas, as
quaes devem'elevar-se por agora a setenta mil ho-
mens. Do oolro lado, duas esquadras da Inglaterra
e da Franea se preparara, para fazerem-se vela pa-
ra o mar Bltico ; a esquadra iogleza j parti, se-
gundo dizem, para poder traballiar no quebramen-
to do gelo. Em sumina sao preparativos estes, que na-
da tem de myslertoso e alo feilos em pleno dia. Ainda
h pouco o chefe das tercas navaes inglezas no Bl-
tico, sir Charles Nipier, era objecto da uma ova-
co das mais humorsticas, na qnal lord Palmers-
ten tomava parle. Lord Palmersten conlava,
com o copo na mao, alguns dos feilos da vida
militar de sir Charles Napier ; talvez que soa
imaginarlo os augmentasse um pouco. O que resul-
ta cm lodo o caso he, que sir Charles Napier he
um chefe Ilustre, que no precisa dar pravas de sua
energa c de sua audacia; e como disse em presen-
ra do primeiro lord do atmiranladot parte para fa-
zer a guerra,-repetiudo esta exprselo de' Nelsou :
i( A Inglaterra conla que cada um Cara o seu dever.
Como se v, tudo boje precipta-se ; entre o esta-
do actual e uma guerra declarada, que falte ? Uma
simples formalidade talvez, a qual no tardara sem
duvida a ser preeochida. A Russia j tei intimada
nos primeiros .dias deste mez por um aclo especial
da Inglaterra e da Franca, para que evacuasse os
principados danubianos ; poucos dios lhe erao con-
cedidos para subscrever. promessa de operar esla
evacuarlo antes do fim de abril, e como he pouco
provavel que a Russia sobscreva estas condicoes, a
guerra existe pelo
mo xesolUdo de i.
Assim se desenlia eoi t.
Co daFranr;
He um anta
por meio da* armas.
Nao hesobreeste
pode existir ama ob
gero desconhece que baol
con fondera nesta crise e poi|
nuir os seas 1 perigc
oriental pode' circums. rr\ a
seus.resultados, exacuiaai 1
formo a altitude d
lea Prussia, e t
dos moviment
mesmo'nomci
Oriente. Q que d<
potatveluma d
manha, representa.
Com efleito nio le
potencias al
a todas as i>
las>nIo te
uili mos paizes,
activa, sua
deliberado nos
mesmos, protocolos,!
marebaram igualmeu^
cendo o-direito do sal;
coes da polilica ran,
sentido no remouu
marco. Com efleito
devia encarregar o cej
tas. Pondo de
Nicolgjjlriga-lae eil
rae de n preliminarn
subsliluiam
que o4
comeco, ajun
Sao estas a*, propostas!
ericarregado de romau|
suhmetteu conferej
motivada de 7 de
declarou mais
preliminares de paz (
mo.acfo Ceili
remonta a pon
ra que os esla
da acrSo, era reCugiaj
neutralidade? Hev
po se raciocina na iie>aiiEr|
ahq,
Com efleito dizen
independencia d-'Or
condicao do equ^^^^^^^H
mondo. Contra to
dos do Danubio foram i'
occidenlaes, nao Cazeis 1
dade d direilo, intima
d'aquellas provincias. Tudo
sentido como, meio deplomj
mos, ancoiotremos
mos com a's nossas
nao aceitar o verdil
executa-lo, entlo
zer que he este o
dias se soeeedtn, eal
larmente inclinada pl
ter pronunciado mal
Russia. Asmissoes d
inarigen em Pars, e j
dres, no podem ler \
mentes sobre esa atj
Orase este
da AllemanJi
da para um estado ce|
ra que uma abdjcac,
inconsquencia, 'a Pr
aceiten essa' neutr:
ella pareceu i
menos nos
do uma solid,,
potencias occidentee
ainda oeste momee!
cees. -
Nisto he qu
a Prussia pastara
sia para o estado-de!
tura nao he a este
segunda ordem,
tenda rednzir a Prosa
rite to distinctr
uma vez mais a hist
deslruiodd e abdicar
prussiana.
Opal he pois a r
zem, e que se n3i
so na esperanca di
xa repetir, que elle
umaPofoniaindepc
duque Miguel, e d
rcriamo risco de vo
nez. He este por 1
pbaniasmas k
o cnfessar te
pronunciar, e essa
riamente reagir em
Austria,- quer o gov
os hbilmente pro)
acclp pona^ezur,
decisa. Todava he
de neutralidade nao
papel da Prussia.
racler a respeito da Auslr
' Tudo chama a Austria [
sua polilica tradicional; o cuidado
seos interesses os mais immedial
responden Chadeuil, meu dever de geutilhomem he
servi-lo, c nao fallarei a elle !
Isso he rcbclllo, Mr. de Chadeuil, o filho de
Luiz XVI morreo no Templo, e o conde de Proven-
a foi reconhecido por toda a nobreza do exilio.
Que importa ? .
Acautele-se. /
Porque entao ?
Porque no posso consentir qae um nvenla-
reiro...
Senhor interrompeu Chadeuil levando a mo
espada.
E meu dever como chefe da polica russa, pro-
seguio. o principe sem commover-se, he fazer pren-
der os-ayentureiros que nao podem justificar sua.
.condirao !...
E voltando-sc para Dimitr, o principe accrescen-
tou com uma a'ntorldade soberba 1
Dimitr, vai prevenir a gente que deixei no
pateo do castello, de que sua presenca he1 necessa-
sa aqui.
Dimitr hesilo um instante, depoit deu alguns
passos para a porta romo para sabir.
Dimitri, disse repentinamente Georgele con)
voz alrondora, fica !...
Ordeno-te disse o principe.
I'rohibo-te I accrescentou Georgele.
Depois como se houvesse recejado que Dimitri, o
qual ella vira um instante antes hesitar, deixasse
ganhar novamenlc pelp movimento de terror, que o
zcra perder a firmeza, Georgele dirigio-se rpida-
mente a elle, e disse-lhe em voz baixa e apees
Dimlri, loma a chave da'.porlinha que d
ra o mar, previne de passagem os escravos que Ma-
Iheus reuni, prepara o bolee espera-me. Mas com
arande admiraclode Georgele, Dimitri no mova-
se e seu olhar carreaado de odio e de maldicao nao
podia desprender-se da physionomia de Naundorff.
He verdade, Georgele; disse elle emfira. que
esse homem he o rei de Franca !...
He verdade, responden Georgele."
E quer salva-lo '.'
Qnero,
WKKKKKKt
leutrali
glflosda^^^^H
Todava juramos
Este no reinar jan
Quem m'o assegura
Eu.
Voss nunca menlio/Gorgele, nSo contece
hoje I
Nao le engao, Dimitri, e nao te eugauarei
nunca... para raaior seguranca la e tambem .mi-
nha... vai preparar o barco, e sobe eom etes...- I.e-
segue-o por teda
va-o para onde
te como sua soa
>rimeiro
sua srl, eu l'o
Enta.
so que acabas di
pidez Jo retinpi
A ..'>;
que. Geernac <
um nftanle.., C
fortu'^ nle me I
prese vois
ba*ta-te isso?,,.
surada do du-
ir-lhe ts>.
perder'
"ompanbar,
R'ocoe .soa wagera.
minha nova
rato, quer ausente quer
loce iiensa-
deos '. Georgele...
O brincipe Hartzoff que torca os hraros de impa-
... Chadeuil pnxoii da
espada, ahrio a perla, edlfando |>ssar Nauhdorff-
disse ao principe llarl/.ofl ;
Meu papel comer, desgracado daquelle que
ousar tentar contra os dias ou contra a Iiberdade do
re Luiz XVII !...
l'm instante depois um barco corra silenciosa-
mente sobre as ondas levando Luiz XVII, o viseon-
de de Chadeuil e Dimitri.^
FIM DA PRIMEIRA PAR
(Cont
\Rm


1,1 neulialidade um carcter parli-
rutor; contribuira lie seu (nodo para a conservacSo
da integridade da Turante, comprunindo as.iusui-
reires qastpodcsseni ameca-la na Servia, na Boc-
mia, no Henegovioe. So lia mna difliculdadc, e
beque por esle ene uslria
';'. ..
A
DIARIO DE PERMMBUCO, QUARTA FE>RA
1854.


ofendera a lodos sem
renes. Kmprii
as pravilKlM ture*
nicntr
lereisnniir.
ua on bra. i
>a iole-
ntervir
nsenli-
seiu duvida fMi so
:tede Vien-i
i denuda peniaeaque
a nte Uro favoravel os estorcoada
Austria em comprimir os mov meo los das popula-
ego-stova da Turqua t Assim a Austria con-
sammiria mas forras em uma obra estril, defraud-
se debater ao leuge, debtor as gran. Ies'queslies, em
que 1* de
recto en 11
headeur*
senlarem u
l*ttaa-
racima ve
Kan le
'ia doOrii
ques
lado.
estado de ineerte
muto ler
mar
que se de
'iJarease inlervirdi-
' dos govemos allemacs
ie elle poderiam aprc-
o. A questao nao at
Franca e da Inglaler-
i ate-s de uraf paz que
Russia, e colloque a indepen-
protnecao da Europa. Toda a
moa alenles est em saber, se
a m cooperar para este resul-
io superior que nos pare-
; finalmente he este um
o pode durar ruis por
i reserva que* Prussia e'a Aus-
ii medida Uo diferente,
Prussia, se esta hesi -
influencia inevitevel na*
Orient, as InsurreicOes
entre as populacpes chrislaas da
0 liellenico, nao sito am
nplicacao. Estas insnr-
^^Btmentc e lavram as di-
a que domina, a popula-
atdnde em que se vio o gouerno
a cobranca dos imposto, para'
ar os descontentes,
velo in-
testo-iod he que o es-
agota-SB na Epiro, a-
upas tareas foram obri-
ios' pontos. A fortaleza
te nao esta tomada pe-
a frente eneres ener-
^mue goza hoje de
'. Alhenas mesmo
irbacOes em consequen-
por essa leva de escudos.
pattiram para tomar par-
no grego.de algum mo-
tecSo, hckinfelizmente incapaz
ario. De oulrolado, as re-
cansa desles factos, pare-
1 aaapendidas entre o go-
onsiderarmos que
^^Br Alhenashe pre-
eonhecido pela Si pac-
cil qne se nao chegue
lypoWfca

das potencias occi-
Ella' est inteira-
rslada por fados, Dr-
ica e a Inglaterra obtive-
ite umasorle de e-
istaos do imperio
nao foi inda com-
^^Buido'. Com effei-
^^Hjfias occidenlaes
lerado como corn-
jiae o mellioramento
^^H^staas. Pelo contrario,
depoudencia e a paz do
Resolta da!i para
> um duplo dever : o
ilo do divn- para
^^^P0 clirisiaa, e o de
i 'erial ,oii moral s
para com-
r hoje quesea
^^K be, a que Ibes
njao-das potencias occi-
so em seus planos,
i eroja, a despeilo
^Hp"? a reconstituiro do
s forcmas compli-
i nsurreii;6es das
^Be possa subsistir
ustria e da
defra por isso de
n a Inglaterra e a
dnio da accao.
le preparar armas e
lalidade conduz fs
apparece logo ama
[ue nSo he menos
^^Hocursos financei-
reearsas de am paiz se
ancorram para o
ceorrer a
'ios, duplican-
manea. O income
^Hhi os momen-
i denaoaug-
vel ja doqueto-
is, e. nao locar de
radas -depois
'
no uro, que he pro-
mprestimo' reali-
-ure o successo.
B da essao, o corpo
cto, que autorisa
restimo de 250milh6cs.
^^^Epontencamcnte por
do proprio presi-
' monada pe-
ca deste em-
'rocuraria o
com sgaos capi-
ma soeiedade finaneci ra 1
s processos habitoaes e
ira ir directamente mas-
"stimo actual a forma de
podem concorrer,
;ver para 10 francos de
toses desta ordem, qne
.'aToreedos, nao sendo
^^^Hporcional no caso em que
cedida pelas subscrip-'
mpreslimo hegp si mesmo
ilt em aUenaf^or 250 mi-
92 fr. e 5 cenli-
i fr. e 25 cent, a a
iles fundos coma-
ndo remonta a
ibuicao de um
masoento mesmo da subs-
zos de
is que offe-
n em-
^^^^^Bs garantas
complicac5es que tomam pronorOes lemivefiph
outras deflieuldades, que linliam lambem sua
vidade a priucipi mente, Se
ha povos e govern,os entre os q'uaes as relaes se
vam, h|lambcm,relac.Oesqne se tornim mais
estrellas a tomam um novo carcter de benevolen-
cia conciliadora e mutua. Hoje nao se pode fallar
das saspeias, da* desconflancas, que ha dous annos
ar entre a Franca e a Balgica, se-
,ra moslrar-sea harmona actual dos dous pal-
i manifestada por mais de um facto poltico,
cpiooa'Tiagsm do principe Napaleao a BruTellas.vin
do acabar em uma jaste defnnitivo dasdifflculdades
commsrciaes nascldas da epiracSo do tratado de
1845. A situaoo dos dous paizes se acha d hoje
em diante coltdcada-debafro do imperio de diversas
transaceqes. que regulm lodosos interesses. Es-
Uoem prmeiro lugar as dua's convenefies que li-
nhamsido assignadasa22 de agosto de 1852, e es-
to postas hoje em vigor; e sobre ludo o tratado de
commsrcio, queseaba de ser concluido eassignado-a
21 de fevareiro de 185J.
Entre as convenctSes de 1852, lia uma que, como
sabe-sc, eslipulava em favoida Blgica diminuico
de tarifa sobre os tecidos de algodao, sobre o lpulo
e o gado ; oulra conveucao, que era IncoDtestavel-
menle a mais iir portante, tinba por fim a garanta re-
ciproca da propriedade Iliteraria e artstica nos dous
paizesl Fdra inulil entrar em todas as particularida-
des desla convenci ; sua importancia est no prin-
cipio, em que repousa, principio sobre ludo moral e
justo,, qaccolloca debaixo da proleccSo dodireito
internacional uma propriedade tilo sagrada como to-
das-as propriedades. A falsificacao acha-se pois de-
finilamenle abolida dedireilo na Blgica, ea Franca
deu um passo dicisivo no caminho em que linha en-
trado, negociando successivamente tratados para a
garanta da propriedade lilleraria com a Sordenha,
Uespanha, Portugal, llanovrc e oulros estados ainda.
Finalmente veio o ultimo tratado de commercio, que
foi assignado em Bruxellas a 27 de fevereiro pelo re-
presentante da Franca, e Mr. Adolpho Barrol e o
ministro dos negocios estrangeiros da Blgica, o Sr.
de Brouckre. O tratado actual amplia, em mais de
um caso, as coneessOes reciprocas, que os dous paizes
se fariam pelo tratado de 1845. A Franca garante a
Blgica contra toda a elevacao de direitos de entrada
sobre o carvlo de jedra, ferro broto e manufactura-
do belgas, modifica a favor da Blgica a tarifa dos
(ios e dos pannos de linlio. A cale maleriaes decons-
Irncao belga scrao de hoje em dianle recebidos li-
vresem nossas ronleiras. A Blgica, do seu lado,
assegur is nossas sedas, vinhos e saes, a garantiade
am tralamento iavoravel igual ao que a Franca asse-
gur ao seu carvSo de pedra e aos seos ferros. O I r a la-
do actual se funda na cecessidade^gue os dous paizes
reciprocamentesenlcm de seus productos; elle da um
carcter mais simples e mais racional s suas Iransa-
ces commerciaes, e por islo mesmo nao pode defrar.
de activar essas transijues, que j se elevam a uma
cifra superior a do commercio, da Franca e da Alle-
manha. Em nossas relacOes commerciaes a Blgica
vem depois da Inglaterra e dos Estados-Unidos.
Assim os interesses da Franca e da Blgica se acham
sob o.imperio de um rgimen normal e seguro, e a
allianca dos interesses nao pode defrar de ser vanta-
josa as relaces polticas dos dous paizes. Portento
este faci he de uma importancia real para a Franca
como para a Blgica, por isso que elle pode contri-
buir para a prosperidade de sua industria e de seu
commercio,
A Uollanda nao est menos oceupada que a Blgi-
ca, em seus interesses positivos no meio das preoecu-
paces geraes. As cmaras tem continuado seu tra-
badlos depois de algumas semanas, tendo-se separa-
do no fim do anuo depois da discussao prolongada da
lei do orcamenlo e da regeicao desta proposta sobre
o syslema do imposto das bebidas, a qnal fez lia pou-
eo nrezes nm grande mido. Finalmente esta propos-
ta linha tido em resultado uma modificado do ga-
binete de Haya. Hoje o ministerio hollaudezac^ja
de apresenlar s cmaras novos projectos liuanceiros.
O primero desles projectos he, o qne prope, ama
conversan da di vid 4 por 100 em 3 por 100. Urna
somma de 248 miUioes seria convenida ; amortisa^oes
annuaes seriam effecluadas a partir do lerceiro auno
da nova emissao. O rejultado o mais essencial desla
oneraco seria oroduiir uma economa bastante im-
portante, qual, jante ao excedente dos ejercicios fi-
nanceiros anteriores, permiltiria chegar desone-
ra^ao de certos ioipostos. O proprio governo se tem
preoccopado de projectos, que tem por fim reduzir
os imposto*, que pesam sobre os objeclos de primeira
necessidade, sobre o commercio e navegacao, assim
com de nm novo meio de memorar a conlribuicao
pessoal, que recabe sobre as classes medias. Estes
diverso* projectos deviam ser submeltidos s cama-
ras ; porm nao sejulgon a occasio opporluna, e o
evernn parou dianle da siluacao geral da Europa,
que Ihe nao prmitlia diminuir seus recursos. He
[ja um animo haslante grande propdr em semelhanle
circumstancia uma operarao como a converso, e os
proprios adversarios do gabinete lhe tem (eito este
jusca. He telvez por causa desse animo.que o pro-
jeclo encentra tao vivas contradiques ns cmaras.
Esta questao estar sem duvida brevemente resolvida
no parlamento hollandez, qae se acha collocado enlre
o receio de ir com demasiada pressa as reformas
dcste genero, e' o prazer natural, que se lem sempre
em diminuir os encargos pblicos.
(Rtvue don detur monde.)
A commissilo enlendeu que.q peticionario nao ti-
nha direilo a fazer recl amaces; mas lambem at-
tendeodo circumstancia de falhar a base do''brea-
raenlo, por equidade ella autorisa o g%verno, no
caso de o arremtenlo nao querer continuar com o
coulrato, a reseiodi-lo.
Xasim o governo obron mallo regularmente,
mandando este negocioi ssembla, e a asamblea
faz o que he possivtl e razoavei, absolvendo o arre-'
mtenle da malte, por entender que s d em favor
delle uma razao valiosa, qnal a- de ter falhadoa base
do oramento. Agora ao'nobre depulado qne man-
qou'a emenda, para qu se delira no sentido da pe-
1icao do snpplicanle, enmpre jiislifica-la : sei que
o arrematante requeren ao governo que lhe indicar-
se o lugar onde devia lirar a pedra para a obra qae
arrcmalou, ou allorasse os presos marcados, paja ca-
da braca deempedraroento, o governo remeflkislo
para a ssembla ; porm nao sei se o nobre depula-
do quer. obrigar o governo a marcar o lugar onde se
deve tirar a pedra, ou maudar alterar, o orja-
menlo. ,
PERJIAMBtCO.
O Sr, Abilio:Sr. presidente, lenho minhas ap-
prehensues e escrpulos mesmo em proferir o meu
voto na questao hoje sujeita ao conhecimento desta
casa, por quanto, por um lado vejo a reparlirilo de
obras publicas, concedendo ao arrematante do em-
pedramento da estrada do norle, o prover-se para
esse fim, da pedra que coslumam Irazer em las-
tro o navios que vem carregar ao nosso porto, ao
passo que a mesma reparlirao de obras publicas,
ha muilo ja havia destinado aquella pedra para as
obras do melhoramenlo do porlo desla cidade ; oque
ludo foi causa para que ao comecar a obra da estra-
da, se Iravasseum conflicto entre o arremtenle, e o
capitao do porto, por isso que cada nm se julgava
com melbor direilo a essa pedra, em viste da cou-
cesso da reparlico competente. E, assim, Sr.pre-
sidente, quem nao v que a reparlicao. de obras pu-
blicas indutio erro in venc vela esse arremtenle,
consignando uma base falsa no contrato, quando dis-
se que elle servir-se-hia para o empedramenlo, da
pedra do lastro dos navios t...
; O Sr. Mello Reg: Nao disse islo, essa foi
mente do eogenheiro.
O Sr. Abilio : Concedo, .nao o disse positiva-
mente, mas tuddisso eu noto, ao fazer n orcamenlo
den-o claramente a entender ao arremtenle, quan
do liuha elle certeza, ou pelo menos devia te-la, de
que tal pedra nao podia ler outr deslina, senao
aquelle que anteriormente se lhe tinha dado ; por
tolo enganou-se o engenheiro, ou enganou olhos
vistos o arrematante. O arrematante ncsla circums-
tancia, apresenla-se ao governo, pedido que lhe
houvesse de indicar o lugar onde se podesse elle pro-
ver da pedra prmeiro. visto como era um da bases
de sen contrato, proveu-o elle desse material gra-
tis....
O Sr. Mello Reg:Gratis nao.
OSr. Abilio iOu mediante pequea despea.
Ouvindo o inspector do arsenal de marinha res-
peilo, alarma este, que a pedra do lastro dos na-
vios, fra desuada pela mesma reparlicao de obras
publicas, para as obras do porto, o que tudo foi lam-
bem confirmado pelo director daquella reparlicao ;
ueste apuros o arrematante obrigado a obra do em-
pedramenlo, tendo-lbe falhado a base de seu con-
trato, vio-se elle na necessidade indeclinavel de com-
prar a pedra precisa, despeza esta com que de modo
algum podia contar' pelas razies expendidas, e com o
que ser evidentemente defraudado, e he islo o que
de modo algum pode querer este casa. Assim, Sr.
presidente, temos chegado ao resultado de que. ouse
ha de rescindir o contrato, cora o actual arremten-
le, ou permillir que elle o continu sob as bases do
novo orcamento, sem que no\ menle seja posta em
praca a obra do empedramenlo da estrada do norle.
Has, Sr. presidente, eu vejo n'esse alvilre gra-
ves inconvenientes, por um lado o arrematante
firmado no orcamenlo primitivo feilo pela, repart-
cao competente, tem adiantedo despezas para o co-
meco da obra, tees como sejam a compra de male-
riaes, de carros, carrocas, bois, ferramenla, ele,
ele, e at algaraa pedra, como disse elle em sua pe-
licao : e a rescisao do contrato neslas circumsten-
cias, importara um prejuizo so arrematante, por
facto alheio, oque meu ver lhed direilo uma
indemnisaco por pydas e dainos.
Por oulro lado a ralificaco do contrato com o tal
arrematante, sobre bases differenles, tees como o
augmento do prec,o em cada uma braca de estrada,
Irar necessariamente um prejuizo, fazenda.
Um Sr. Deputado :NSo tem direiro indemni-
saco
O Sr. Abilio :E a reparlicao de obras pnblicas
tem direilo de por facto seu, induzir os par-
liculares para prejudica-tos ? He provavel que fi-
que prejudicado p arremtenle actual, lendo de con-
correr com oulro, visto como ha hoje am insenlivo
para a concurrencia. O prmeiro orcamenlo feilo pelas
obras publicas foi 105500, por braca crrente de es-
trada, boje quereconhecea reparlicao seu engano.or-
caem 185 cada braca; v-se pois, que ha ama difle-
renca de 79500 por braca, a qual he uma circums-
tancia poderosa para haverera concurrentes, e neste
circumstancia, se nao ficar o actual arrematante
como contrato sera evidentemente prejudicado,
sendo de ludo causa o erro commettido pela repar-
licao de obras publicas.
He preciso, Sr; presidente, acabar por uma vez
com o abuso, que os pretendenles ja allegan)
de que qualquer arrematante lem direilo, sob
qualqucr pretexto a uma indemnisaco ; he sabido
arrematante est coroprehsndido na segunda parle
do artigo...
Um Sr. Diputado : Se no est na segunda,
menos na primeira.
I O Sr. Mello Reg: Sendo para raim evidente,
qne a prsenle reclamado nasca da diflerenca de
preco nos materiies, claro est, que o arremtente
nao lem direilo a nenhuma indemnisaco ; e islo
responde a loda a argumentado do nobre diputado
quando disse, que o arrematante nao devia Gcar pre-
judicado por um erro commeliido pete repartijao das
obras publicas : se elle nao queria expor-se a es-
sas eventualidades, nao arreroatesse a factura de o-
hras publicas, que he um negocio como outro qual-
quer, em qae ha riscos de perder ou ganhar
Os arrematantes e lodos os que fazem contratos
com a fazenda devem conhecer a legislac.no respecti-
va, e devem contar, que no caso de uma emergencia
deslas, nao podem fazer reclamacOes.
Agora, Sr. presidente, eu mostrarei ao nobre de-
pulado, que esse engao nao tema origenque elle
quer suppor, apezar de achar-se elle muilo informa-
do a respeilo deste questao*..
O Sr. Abilio : f.i o parecer e os mais pa-
pis.
,0 Sr. Mello Reg : Eu nada vi nesses papis
que lambem li, que me diga, qae o arrematante j
fez despezas com a compra de pedra e atenis ; pelo
conlrariu.o que se collige do requerimento lie,que o
arrematante ainda nao gastn nada em pedra ; por-
que, pedindo elle ao governo que lhe seja marcado o
lugar em que deve exlrahir a pedra, ignorando
donde deve ella vir, nao pode ter feilo os gastos que
diz"o nobre depulado, o que seria suppor queja fo*
descoberto esselugar que he ignorado e que di mo-
tivo a reclamarlo.
Nao pode, pois, o arrematante, lerj pedra junta ;
elle est a espara que se lhe indique u lugar della
para eniao irexlrahida. Entretanto, o nobre depu-
lado conheceu e vio pelos documentos, que eu lam-
bem 11, que o arrematante j tem uma porco de pe-
dra bstenle para calcar a quinta parle do laneoque
arrrematou...
O Sr. Abilio : E nao he despeza adian-
tada >.
O Sr. Mello Reg : O nobre depulado lambem
vio oestes papis, que a braca de empedramenlo este
novamenle oreada em 181)000 rs., c eu declaro que
nao encontr nelles semelhanle cousa.
Ora, j se v, que o nebre depulado lem infor-
marles de oalra origem, que nao a que veio casa
e a que recorreu a commissao.
O Sr. Abilio : Quid inde *
O Sr. Mello Reg : Qaero mostrar, qne o no-
bre depulado nao lem razio as increparas que fez
commissao em vista dos dados, pelos quaesella se'
regulou: a commissao nao podia apreciar circuns-
tancias que nao conhecia.
Mas, Sr. presidente,en von mostrar, qne na po-
ca em que foi felto o armamento, uma braca crran-
le de empedramenlo no lugar du prmeiro tonco da
estrada do norte, nao podia cuslar mais de 10*500
rs., e islo em viste mesmo da opinigo dn nobre ins-
pector do arsenal de marioha, qat nao he suspeilo.
O orcamento foi feilo em agosto, e V. Exc. sabe, que
hedessa poca por diante, que costumam chegar a-
qui os navios que veem buscar assucar, muitos dos
quaes Irazem lastro de pedra. Durante o tempo da
safra, diz Sr. inspector que entrara regularmente no
nosso parto, lermo medio, de 12 a 14 mil toneladas
de pedra.
Ora, lendo sido o orcamenlo feilo naqnella poca,
e na mesma occasio em que a reparlicao das obras
publicas comprava pedra para calcar o pateo da
I'enha, a razao de menos de 19500 por tonelada, ve-
se bem que ella nao devia calcula-la por preco supe-
rior a esse, s porque era para uma obra que devia,
ser arrematada.
Diz lambem o Sr. inspector do arsenal de mari-
nha, que cada tonelada de pedra poste na Tacaruna
pode cuslar 10200 ; entretanto, como naquella oc-
casio a repartilo das obras publicas a tinha com-
prado mais caro do que isso, como acabo de dizer,
ella procedeu com Uo boa f, que orcou cada canoa
de pedra, que costuma regular 10 toneladas, por
15*000 poste no lugar da obra. E como cada ca-
noa d duas bracas correnles de empedramenlo, te-
mos que,a pedra neressari para cada ama, devia
custer 79500 : para as despezas de quebramento da
pedra e collocacao, deq o orcamento 3000, quantia
que ninguem que liver pratica de semelhanle traba-
iho, dir que he insufllcienle ; antes pelo contraro
he quantia telvez superior ao Irabalho. Portento,
109500 na poca em que o orcamenlo foi confeccio-
nado, era preco muilo vantajoso para quem fizesse
uma braca correte de empedramenlo. Todava,
posteriormente tendo-se dado maior desenvolvimen-J
lo obra do mellioramento do porlo, o Sr. capitn'
do porlo evilou que fosse vendida a pedra dos las-
Iros dos navios aos particulares, e empedramenlo
que eslava em praja desde o lempo a que me refiro
s ltimamente he que foi arrematado. Varias pes-
soas procuraram hincar e arrematar aquella obra ;\
mas saliendo que j enlao havia essa ordem do Sr.
capilodo porte, deixaram de o fazer.
Agora, devo fazer uma deelaracao casa ; spu
muilo franco e nao goslo de Iludir a ninguem ; co-
olieco que a minlia reparlicao commetleu um erro ;
na occasio em que se arrcmalou a obra j os navios
naopodiam dispor do seu lastro, e eutao o qae se
devera ter feilo era, quando se bou be qne havia
quem lancasse na obra, ter-se dito ao governo que
era melhor retirar-se o orcamenlo da praca. Mas
liouve lambem uma razao que concorrea para essa
SSEMBLA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
Benao' ordinaria em 4 de malo, de 1854.
Presidencia do Sr. Pedro Cavalcanli.
(Conelusao.)
Q 'JSr. Metra :Sr. presidente, eu son forjado a
provocar algons, esclarecimenlos da parte da Ilustre
commissao, lano mais quanlo existe sobre a mesa
ama emenda, que altera' esencialmente o parecer
que se discute; e pens que so por este motivo
corra Ilustre commissilo a obrigacao de sustentar
o sen parecer, e impugnar a emenda ; e eisa razao
porque me dirijo, a ella : sendo que nao posso erer,
que a urgencia fosse pedida para fazer passar este
negocio em silencio e de chfre, como me este pa-
recendo, visto que nada se discute...
OSr. Epamimndat:Est engaado.
O Sr. Meira:Mas o nobre depulado nao im-
pugnou o parecer, nem juslificou a emenda de qne
be autor, e que altera conaideravelmente o mesmo
parecer.
O Sr. Augusto de Oliteira: Pois nao est de
voto formado T
O Sr, Meira :Pelo que sabia viste do pare-
cer, mas nao agora, que elle he impugnado por orna
emenda de nm nobre membro da cafe.
lozes :Diga o que se ule...
O Sr. Meira :-Nao examin! a queslo, mas ja
que me chamam a ella, dirci que me parece mais
acertado, que lendo havido um erro no orcamenlo
dessa obra, seja ella de novo arrematada, parecen-
do-me lambem de equidade qne em igualdade de
circumslancias prelira o actual arrematante ; mas
que se mande fazer novo orcamenlo, e o governo fi-
que obrigado a contratar com o mesmo individuo,
tendo-se dado esto erro, na he quanlo a mim razo-
avei. Se o err he de natureza tal qae bem se po-
dislancial, e n3o accidental ao contrato,
matante lhe nao dea causa, e sim o enge-
te visivelmeote errou o orcamento, he claro
anlrato esl por sua natureza rescindido, e
mtente nao deve ser compellido a cumpri-lo
(nem o governo deve ser obrigado
a contratar com elle a factura da
^amento ; se por entura nao en-
le, ou apparecerem concurrentes^
aaes garantas se comprometanla
economa para os cofres da pro-
que na arremalacao de obras publicas os licuantes fal,a: a reparlicao sabia que lodos tinham conheci-
Hc-ioit e em suas
ina conelusao, q
blema. Emtodoc*> d vidente
do Irabalho, que s faz, dos impulsos que reinara e
propagam-se em nosso paiz "
A pinoso das maiores qnesles este entregue hoje
asorta.dasarmas. He para admirar qae lodos os pai-
res da'Europa, posto que em uma medida difieren-
te, se rstete deste sttuacjio geral 1 Prcm oque
Bt* ao mesmo lempo he que, s ha
i seja verdade, odamno qae de Ul
arremtenle, como se diz; parece
juidade que elle seja razoavelmcnlc
relevada a mulla em que possa
i demnisasSo ;
idia dever ser ella pre-
ias na arremalacao, a
a proceder. (.Ipoiadm.)
presidente, ea no vejo
pan o nobre depulado censurar a commissao,
encelado a discussao ; porque lendo-se
apresentedo ama emenda em contrario conelusao
do parecer, que alias se acha justificado, eu espera-
va que o nobre autor d emenda a justificasse 'pri-
meiramente. '
O Sr. Meira :Mas elle nao a justificon.
O .Sr. Mello Reg:A conelusao do parecer se
acha justificada no prembulo do mesmo parecer.
contara tanto com este favor, que por mais alto que
seja o preco do orcamenlo, cites concorrem, arre-
dando os prelendenles, mediante quantias ahui-
ladas 1 E, Sr. presidente, ellos senao embaracariam
em emprezas Uo arriscadas e custosas, senao contas-
sem com a indulgencia da ssembla, em conceder-
Ibes abates, moratorias, e remisides.
Eu desejo ver cortados todos esses abusos, esoude
opinao que se eslabeleca como principio correte,
uma vez por.todas, que qualquer arrematante de
Obra publica, que esiudou oeplano della e seu or-
camento feito pet reparlicao competente, e depois
emprehendeu obra, de modo algum possa dizer no
fim della, eu nao tuidei.Es, Sr. presidente, em
que se fundam as minhas apprehensOes; receio que
para o inno nos tenhamos de ver em embaraces com
umaf nueimiisacao para os arrcmalanles da eslrada
do norle, com quanto a considere Orna das mais
bem merecidas; que por ventura se leu lia m aprese li-
tado ncsla casa.
Assim, Sr. presidente, espero que nao s os mem-
bro- da commissao, como o nubre autor da emenda,
me dissipem estas duvidas, meapresenlcm um re-
medio para o mal, um meio termo, pelo qual eu
possa volar sem escrpulos.
Resumirei tm poucas palavrasaminha argumenta-
cao. Cnnvenho que o arrematante tora Iludido,
dando-se-Ihe uma base falsa, como a propria repart
cao hoje confessa ; vejo que viste do conlrato
feito por esse hornera, elle j adianlara despezas, is-
lo he inegnvel; vejo afinal, que a ralificaco do con-
lrato pode prejuilicar a fazenda, e que a sua reseiso
prejudicra o arrematante ; e se nos nao queremos
que a fazenda sofira prejnizo em sua renda, lam-
bom nao podemos querer que um particular illndido
pela.reparlicao de obras publicas, seja defraudado ;
por lauto tnuito desejo ouvir as razes dos nobres
membros da commissao, e o do autor da emenda,
para que*nossa dar um voto esclarecido.
O Sr. Mello Reg : Sr. presidente, com quan-
to en nao tenha comprchendido bem o que he que
quer o nobre depulado que acaba de fallar, todava
noto que elle nao apreciou bem a qnsto.
Se o nobre depulado livesse allendidn para o arti-
go 40 da le qae trata das arremalacoes, teria ah
visto as obrigaces que conlrahein os arrematantes, e
convencer-se-hia de que a elles nunca assiste" direilo
ara pedir indemnisneoes sob p pretexto em que se
fonda o presente peticionario.
O arl. 40 diz :
a Os arremtenles nao podero sob pretexte de
qualquer erra ou augmento de preco non m-
riaet, exigir modifleacao algum no preco das o-
bras...
He este o caso precisamente em que se acha o pe-
ticionario; Dorque*querendo elle nm novo orcamen-
lo em vir lude de erro ou augmento no preco daspe-
dras, que sao maleriaes....
Outro Sr. Depulado : Lela o resto do ar-
tigo.
Sr. Mello Reg (lendo) ....: a Podando, po-
rm, ter allendkel a sua reclamacSo quaudo funda-
da em erro deifedico. >
Ora, ninguem dir que no orcamenlo de que se
Irnla, houvesse erro de medicao.
(Fia um aparte.)
OSr. Mello Reg : F.u desejava que o nobre
depulado lomas a palana, e demon-Hrasse que o
*
ment daquella circumstancia, e nao cuidava, qae
passados lanos mezes alguem houvesse que quizesse
arriscar-se...
OSr. Abilio : Sorprender a parte...
O Sr. Mello Reg : Responder-lhehei cerno '
o nobre inspector da thesouraria, quando era aqu
acensado por nao ter mandado de preferencia as
conlas do corpo de polica : -r nao tomei contas ao
corpo de polica, porque nao cuide! nunca all po-
desse acontecer semelhanle cousa...
O Sr. Jote Pedro : Esl engaado* eu nao dis-
se islo ; ss nao se tomaran) contas- foi porque nao
liaviam eropregados.
. O Sr. Mello Reg : Assim lambem succedeu
reparlicao das obras publicasbe a razao do nao
caidei.
Cuid*, Sr. presidente, ler mostrado ao nobre de-
puladoqueo orcamenlo confeccionado napoca que
me refer, foi calculado por nm preep vantajoso para
os arremtenles.
Agora devo ainda declarar casa, que o arrema-
tante nao foi Iludido neste negocio, como se quer
suppor.
OSr. director das obras publicas me disse^que
a viso u ao arrematante do que tinha occorrido, edas
difliculdades que havia para obter-se pedra, quando
a lal respeito, antes da arremalacao, elle lhe fra
pedir informarles e esclarerimentos.
O Sr, Abilio : Enlao lambem tem informa-
epes.
O Sr; Mello Reg : Nao admira, que eu as te-
nha do chefe da minha reparlicao, quando o nobre
depulado as lem 1.1o minuciosas.
O Sr. director das obras publicas,disse francamen-
te ao arremtenle, que lendo falhado b recurso dae
lastros dos navios, era diflicil obter-se pedras, pelo
que a arremalacao nao podia ser vantejosa. Nao se
diga, pois, que b arrematante foi Iludido ; diga-se
anles, que elle contou com a hondade desta casa.
O Sr. Abilio; d um aparte.
, O .Sr. Mello Reg : Sr. presidente, os orca-
menlos promplns, por qual quer obra que lenba de
ser levada a praca, s3o poslos na reparlicao dispo-
sicaodo publico ; a reparlicao d todos osesclare-
cimentosquesc pedem, nao oi smenle o peticiona-
rio que quiz arrematar essa obra, muilos onlros pro-
curaram esclarecerle a cerca della, eem viste do
que se lites disse, desanimaram....
(Ha nm aparte.)
O Sr. Mello Reg:J disse, qne foj essa a ni-
ca falla que bou Ve, fui cu quem dei esse afgflmenjn^
ao nobre depulado, era|mulo sincero ; liouve esta
falla, eu o disse. Quando a repartlclo soubc que a
obra linha sido arrematada, devera dirijir-se ao go-
verno, e dizer-lhe que a base para o calculo tinha
desapparecido; mas ella se jolgou dispensada disso por
ler fallado com franqueza ausquequizeram ouvir suas
informaces. o entao n3o se diga que o arrematante
fei Iludido, porque elle {oi avisado, posto que diga
o nobre depulado que islo nada vate por ser uma
informa cao verbal, que este ho que me parece urna
raz3o bem fraca. O arremtenle contou com oulros
meios, vio que anda que sahisse prejudicado na ar-
remalacao. havia de ler por si ou a bondade do gover-
no, ou a d'esta ssembla 'esta he que he a pura
verdade.
Sr. presidente, nao anleveem os nobres depulados
asronseqnencias, que podem resullar d'esse pa'sn
qae etes querem dar 1 Achm que he regalar, que
he admissivel e conveniente que tedas as vezes que
um arremtente faca qualquer rerlamacao, dizendo
que houve nm erro ou engao no orcamenlo, ee au-
torise o governo a fazer um novo conlrato particu-
lar, clandestinamente', sem que o publico lenha co-
nhecimento delle, sem qne a. obra v novamenle
praca, quando alus se faz m oulro orcamento qne
altera inleiramerile as condeces do prmeiro ?...
O Sr. Abilio : Na* lem appliracilo ao caso.
O Sr. Mello Reg : Eu, Sr. presidente, nao
quero, que nenhum particular sacrifique a sua for-
tuna em beneficio da fazenda publica, nao ; nao sou
dessa opinao ; mas lambem nao qaero qae os cofres
pblicos sejam .iberios para se derramar dnheiro
as algheiras dos particulares. Por tonto se est
provado, que o arrematante nao pode eflccluar uma
obra que arrematen com o orcamento que lhe ser-
vio de base, com quanto nao lhe asiste direilo para
fazer reclamacOes, deiie-se ao governo a reseiso do
contrato, ecomo em tees casos a lei impe aa arre-
matante uma multa, da qual s a ssembla o pode
aliviar, porque importe nma dispensa na lei, o que
o goveano han pode fazer, seja o arrematante dispen-
sado dessa multa, fique o contrato sem efleilo. Islo
j he um grande favor. O arremtenle nao ser obri-
gado a fazer uma obra em que tem de perder, nao
ser obrigado a sacrificar sua fortuna em favor dos
cofres pblicos; he o mais que elle pode desejar, no
caso em qne se acha.
O Sr. Abilio: E a despeza que elle fez ?
O Sr. Mello Reg: Eu nao sei se elle lem 'eito
despeza, devo antes crer que nao fez nenhuma
que, qual a primeira cousa de que o arrema 4
precisava para fazer o empedramenlo de pedr
Ora, he justamente a pedra que elle ainda nao
lem, que ainda nao extrahio, visto que diz que nao
sabe onde he que ha de ir busca-la : he este o seu
embararo, e lano que teve prorogacao de prazo para
cometo da obra. .
O Sr. Abilio : E d mais que he preciso para o
comecoda obfa?
O Sr. Mello Reg:He a extraccaoda pedra an-
tes de tudo; e desde ,que 0 arremtenle conheceu
que esta lhe falteva, eslacou e pedio ao governo que
lhe indicasse o lngar em que devia lira-la. Como
he eulo que elle j ajunlou pedra, islo he, como he
que j descobrio o lugar que diz que ignora ?
OSr. Abilio i um aparte.
O Sr. Mello Reg : Se se podesse dqcdir a
qocslo pelas informaees do nobre depulado-, bem,
eu as aceitera todas ;. mas nos temos de nos dirijr,
peto que diz o arrematante no sen requerimento ; e se
elle para tirar pedra de outro qualquer lugar que nao
o suppe que o governo he obrigado a indicar, re-
conheceu que ella sahna por preco muito superior
ao calculado, como he que havia de proceder a essa
eslraccao, sem que, o governo lhe indicasse o lugar
para isso, segundo elle espera e pedio ?
Um Sr. Deputodo: Enlendeu-se que as minas
do Forno da Cal eram devoto las c podia quem quizes-
se tirar pedra l. *
O Sr. Mello. Reg : Declaro. que lod
informaces s sao para o nobre depulado, por que
o que cu vejo he que o arrematante na impssibili-
dade de adiar, pedra por aquelle preco, pedio ao go-
verno que lhe designasse o lagar em que devia tira-
la. Concluindo, Sr. presidente, direi que a casa fa-
ca o que entender, adopte se qorZefa emenda, auto-
risa ndo' o governo a fizer contratos particulares com
os arrematantes, que por minha parle nunca
correrei para isso : meu voto he o que se acha no
parecer, e me parece que elle he .tonto mais rasoa-
vel, quanto convem firmar uma regra a respeito de
tees materias.
O Sr. Baplisla levanta-so para reforcar os argu-
mentos do nobre depulado o Sr. Abilio, e moslra a
obrigacao em que est a ssembla de adoptar a
emenda oflerecida ao parecer, pois que o arremten-
lo foi victima do erro commeliido pela reparlicao
das objas publicas, e lendo viste disso direilo a
uma indemnisaco, por ser losado em seus interesses
.por circumslancias filhas desse erro, convm que se-
ja reparado, aulprisando-se o governo a fazer o con-
lrato segundo o orcamenlo novamenle feito.
Sr. Carneiro da Cunha diz, que pedir a pala-
vra smenle para justificar o parecer da commissao,
|no querendo nvolver-se as oulras qustesque se
lem Irazido discussao. Faz ver que a commissao
nao poda dar oulro parecer senao o qae dea, e que
mesmo nem oalra cousa se pedio ssembla, por
buaotoo que succedeu foi que, tendo-se arrematado
o empedramenlo da eslrada do norle, ou de um lau-
ro dessa eslrada, o arrematante, lendo encontrado
dfiiculdades, nao execoloo seu conlrato, e pedio i
ssembla que mandando fazer outro orcamento, se
prooedesse a nova arremalacao, relev audo-o da mul-
te. Que sendo islo o que se pedio, o que conste dos
papis, e ao flue a commissao deferio, segua-se que
nao querendo os nobres depulados o parecer, be por-
que que riam tralar a materia por outro modo, po-
deudo faze-lo, mas sem com tudo accu missao, porque ella nao faz mais nem menos do que
\devia fazer. Que se assim fizerem os nobres depute-
fdos, elle orador prometle nada dizer, conservando a
bocea hermtica mente fechada, mas sendo acensada
commissao, tinha elle obrigacao dedeffeude-la.
Accrescente que o que se diz no requerimento, he
ne houve um engao ou defeilo no calculo, o qual
az com que falhe a base do contrato, nao podendo
le por conseguinte manter-se; porm que diste
nao se pode imputar culpa ao arrematante, e nem
pode elle soffrer pena, sendo enlao de equidade que
a ssembla o releve da multe em que pelo contra-
to acorrera pelo nao haver. ctecutedo. Que as con-
sequencias qUe dahi provm, nao eram da conla da
commissao; que este nao podia propor indemnisa-
co, nem lio pouco qne a obra conlinoasse com uo-
>yo orcamento, porque nada disso foi pedido pelo ar-
matante; que a existencia dfsses trabalhos prepa-
lorios nao fra allegada.nenrprovaSa a sua impro-
cedencia pelo arrematante, sendo isso mais uma ra-
zaov para a commissao nao poder dar indemnisaco
alguVna por taes trbateos.'
Observa que o erro proveniente do engao de pro-
cos nos Knateriaes de qualquer obra, nao deve apro-
veilar aos. arrematantes, porque elles muilo bem sa-
ben) que esses precos podem variar, e a acciter-se es-
se principio, o resultado seria nao haverem contra-
tos, o que p'or certo a ssembla nao quer, pois que
manda arrematar essas obras, evitando assim a oscl-
lacao dos preces dos maleriaes.
Confessa ser verdade que a pedra qne se conla-
va para este minter, fra destinada para outro, mas
que isso era cousa muito conhecida, porque essa
obra para a qual a pedra foi destinada, que he o
mellioramento dc> porlo, nao he uma obra que se
inveulasse hoje, ptrm urna obra, velha, e por con-
seguinte conhecida do arremtenle ; que por tanto,
a falla, quando muilo, seria de nao ler a reparli-
cao em lempo participado ao governo que base,
sobre que assenteva o orcamento desle empedra-
menlo, havia desapparecido ; mas que isso linha
sido olvidado, e entao fcavendo o arrematante con-
tado com essa base, e ioao sendo responsavel pelo
desapparecimenlo delta,1 era de equidade que fosse
alteiiddo em seu pedido. ^I^lo ac',a I"6 esle defe-
rimeiito seja de uma jaslira e direilo rigoroso, co-
mo alguem suppe, porque o arrematante tem obri-
gacao de teteirar-se dos factos '. e que por conse-
quencia, se houve omissao de parle da reparlicao
em nao participar o desapparec'"mento da base de
sea orcamento, tembem ah d' parle do arrema-
tante, em nao ler examinado a-obra, e a sofregui-
dao que elle teve em arremi-te-la, n3o o absolve
de ludo, porque he priucipi o universal que, em
um conlrato enlrc partes, a mbos tenbam direitos
e obrigaces. Diz que nao d uvida da boa f do ar-
rabiatante, porm que o qute era exacto, he que
oulros concurrentes tinham-st retirado por reconlic-
cerem que o orcamento estaj falseado em sua
base. ^^.'
Declara que da melhor vonlade des('Tari qae nma
ndeniuisaco fosse dada ao arremate^' porque el-
le foi Uvada erro, e erro commeliido ,oor ama f-
parlica publica; porm que nao sabia de quanlo
deveria ser essa indemnisaco, enlendendi com '""
do que nao ha direilo para se lhe entregar u ma 0Dra
de novo, faVseando-se a base de todas as ar^*ms'*-
ces, 1|uo he a concurrencia. Finalmente coVcln
que, passando esle principio, nao haver mais qi tem
defre de arremalar, nao procurando examinarV*
orcameulos c o mais, liaudo-se em qae, no caso de^
erro, se far novo orcamento, e continuar com a
ubra, o que nao he conveniente ; porm em quanto
a indemnisaco declara que se soiibsse a quanto el-
la monlava, estara prompto a concede-la pelas ra-
zOesj esposlas,
Val o mesa e he apoiada a seguinle emenda :
Que fique o-governo autorisado a resolver de-
finitivamente, como jutear conveniente, e mesmo.
relevar da multe o peticionario, se entender de jus-
tica. Metra.
Encerrada a discussao, he regeilada a .emenda do
Sr. Meira, approvada a do Sr. Epaminondas, e pre-
judicado o perecer.
Parecer da commissao de conslftuico e poderes
sobre a indica cao do Sr. Mallo Reg, acerca da
mada dos supplentes. Approvado.
Primeira parte daordtM do dia.
3.< discuisSo do projecto n.30 com a emenda do
Sr. Oliveira approvada em segtfnda discussao. He
approvada.
3.o discussao do orcamenlo municipal.
Vao mesa e sao apoiadas, para entraren) em
disculsao as segnintes emendas:
N. 1. Fica a cmara municipal da Victoria au-
lorisada a pagar a Hermes Plinto de Borba Caval-
canti, a quantia de 1909900 rs. de cusas, em que
fra condemuada a mesma cmara nos processos
qne contra elle foram ex-offieio instaurados em cri-
mede responsabilidade, pelo I)r. "juiz de direilo do
crime daquella enmarca S. R. Veiga Peuoa.n
N. 2. A cmara municipal de Olinda he auto-
risada a conceder a Joo Pessoa de Melle, um aba-
le da quinte parteada quantia de 7269 rs. por qne
arrema tou o imposto de 500 rs. por cabeca. de gado
vaceum. S. B. Carneiro da Cunha.
N.3Accrescenle-seao 5.do arl.2."Com as
cusas devidas ao Dr. Alexandre Bernardino dos Keis
e Silva, a quantia de 1209500 rs. Barros de La-
cerda A. de Olieeira Tlteoioro da Silca.t
e N. 4. Para se enllocar aonde convier. Com
o pagamento do qne se deve ao porlciro da cmara
do Brejo a quantia de9O90OO rs. Barroi de La-
cerda A. de Olieeira Theodoro da Silva.
N. 5." Ao 4. do arl. 2. Depois da emenda
do Sr. Paes Brralo, diga-se,i vista da folha ru-
bricada peto administrador, corlando-se as pala-
vras revistas pela ontedoria. Soma Carta-
Uto.
O Sr. Veiga Pessoa justifica a sua emenda,
apresentendo diversas razoes para mostrar que ella
esl no. caso de oulras, que lem sido adoptadas pe-
la casa.
Depois de brevsimas reflexes, he encerrada a
discussao, e sao approvadas as seguintes emendas :
do Sr. Carvalho na primeira parte, regeilada a se-
gunda ; as da commissao, e a do Sr. Veiga Pessoa,
e fica adiada a do Sr. Carneiro da Cunha, por em-
pate na volacao.
A volacao do projecto fica reservada para depois
da segunda discussao'das emendas approvadas.
Conlinaacao da segunda discussao do projecto n.
29 deste auno. Art. 2.
O Sr. Barros Brrelo : A importancia da ma-
teria que se discute, Sr. presidente, me conslilue no
imperioso dever de tomar a palavra para expor com
a franqueza que me caracterisa as aprehencoes, os
recetes, qne lenho de votar nao s pelo artigo, qne
se acna em discussao, como por todo o projecto. u
sei mni bellamente, que a occasio mais opportnna
para expender casa esses meus receios era sem du-
vida, quando se discuti o projecto em primeira dis-
cussao, ou quando se Iratou do artigo prmeiro em
segunda discussao, porem quef n'uma quer na oolra
discussao coube-me a palavra, estando quas a hora
a dar e a casa ja fatigada, e entao nao live oulro re-J
mofliri ennTIn >)n.>!il_ J l.> J^ll.__
nos meios proposlos iwla nobre commissao, porque
ella propon o emprego dos meios directos, com os
quaes, repilo.naoteremos nenhum mellioramento na
agricultura. Bntendo.quesmento per meios^ndirec-
ios,podermoaeliearaoniiafim,oprimeiro e maisim-
g,lef horar o mais que for pos-.
:nJos
^^Hiaros
is se-
^tende
cntAmuca
o h
medio senao desistir da palavra para usar della na
primeira occasio que se me offerecesse. A discussao
eete ar ligo par ece-mc occasio azada para isto.
Sr. presidente, tratando-se de ir em sowbrro de
nossa agricultura, de duas nalurezas sao os meios,
que podem ser escolhidos para tal fim, ou meios di-
rectos, ou os indirectos. Os directos sap' os que ofie-
rece a commissao, que sao: primeiramente dar-se
uma quantia por erapresrao, a quem se queira en-
carregar de apresenlar machinas, ou apparelbos que
fonecionem de modo tal, que deem em resultado
uma melhora no fabrico do assucar ou em qualquer
nutra industria agrcola. Em segundo lugar, dndo-
se essa quantia a qualquer particular que se queira
encarregar de mandar vir esses apparelhos para fa-
ze-los funecionar com aproveilamento para os nos-
sos agricultores. E em lerceiro finalmente, conce-
der-se lal quantia jcomo premio ao agricultor que
liver a sua cusa e nicamente com os seos esforeps
conseguido esse mellioramento. Ha ainda oulro
meio directo de que a commissao nao tratou e vem
a ser aquelle,que foiproposto pelos nobresdepulidos
que apresentaram o projecto, sobre o qnal fundn
a commissao o que se discute ; islo he, autorinar o
presidente, da provincia a crear uma fazenda
normal....
O 5r. Manoel Clementino e Luij Filippe :
O projecto nao dfria isto....
O Sr. Barros Brrelo : Ea Jigo fazenda nor-
mal, porque os nobres depulados noseu projecto au-
lorisam o governo,por sua conla,faz^r esse melliora-
mento.
Um Sr. Depulado:O projecto primitivo nao
exclue a inslruccau professional e pralic^. /
O Sr. Barros Brrelo: Essa inslruccao nao se
d senao em urna fazenda normal, logo o meio nao
pode ser onlro senao a creaco da fazenda normal....
l'm Sr. Deputado : Nao he isso.
O Sr. Carneiro da Cunha: No sendo os
meios d.i projecto,que se discute nao ha outro meio
senao esle. 1
0 Sr. Barros Brrelo: Dizia eu, Sr. presiden-
te, qne outro mejo qne exista, lm desles propos-
los pela commissao,era aquelle, qae tendease a aa-
torisar a presidencia a empregaf ama certa quantia
no mellioramento do fabrico do assucar ; isto he,
mandando virapparel^os.e tratando de faze-los fune-
cionar sua custe. Sr. presidente,esle mcio.quanlo
mim,tem o grande inconveniente,que tem todasasem-
prezas.nasquaes o governo figura como priuc pal agen-
te; seelleforadoptadoieremosinfalivelmenteo gover-
no fazendo papel de Xabricanle,oque nao he tudo,por
que o malor inconveniente he virmos a ter infafvei-
raenle um grande cqrtjo de empregados" publico,
como sejam administradores, feilores,' pagadores,
Irabalhadores, e depois pagamente de ferias etc. ele.
(Ha tm aparte.)
Para se dar o ensino pralico nesle rama de servi-
CO publico, nao sei qne possa haver outro meio mais
por'?1
moramente das jete* de cananj
o tran
mpregados nos tr,
pregados as agr
valor as Ierras que al !
dfiiculdades de Irans
seus producios eheguem ao 1
O segundo meio he a exec
eujo regulamonlo foi ha pouco
A eiecucao deste. lei segundo o
(rara* a grande vantegem de pode
der com o conhecimento preciso
maior parle das nossas Ierras devoto!
poderao' ser vendidas, ainda mesmo
Europa. Esta medida Irar^umif grand
que he promover n emlgravao eslrao
o nosso paiz, nico meio de termos a
voluntaria. Digo voluntaria, porq
nao acredito na colonUatao toreada, na
Cao estipendiada. Sem que o colono traba'
sua coala, sem que esteja perfeilamente
com a propriedade, com os interesses delta rio Bra-
sil, ninguem espere por colousacao entra
O lerceiro meio, Sr. presidente, vem a
forma completa, de qne ja aqu falln amj
putedo (o Sr. Manoel Clementino) da leg'n
pothecaria.
Senhores, lodos nos sabemos que nm.privilegio
que foi concedido cm beneficio dsfazeudas
hoje considerado como o maior obstacufc que en-
contra o estabelecimento do.credito rural entre nos;
porque ninguem quer adiautar os seus capitee
para s por na contingencia de os receber somente
na hypothese de querer o proprielario rural pagar.
(Ha um aparte).
O proprielorio de uma fazenda rural no valor de .
100 cantos de rs. nao pode obter tas noeus praras -
nem 10 contos a premio sobre sua propriedade
que o emp'rcsladnr nao leni garanta de poder haver
o seu dinheiro ; nao ha garanta, digo, porque
mo todos sabem, sem que a divida seja mai
que a melade Jo valor da propriedade raral
nao pode ser vendida judicialmente.
Portento, Sr. presidente, v a casa qne na
com o emprego dos meios directos qoo se pode
ter esse mellioramento ; he preciso que
do paiz, que os poderes geraes do eslado
maior attenco para coro a classo agrcola
riso qne o governo geral Irate seriamente
mover ou de satisfazer a todas essas neee
visto que nos nao podemos satisfazer aeai
deslas, que he o mellioramento das vas d&c
nietco__
O Sr. Su Pereira : Melhor do qne too
es meios, acho eu o da instrucc^o profe
O Sr. Barros Brrelo : Tamben;
meio, e agradeco ao nobre deputado o apar
me fazer lembrar o que neste momento me 1
capado ; be preciso que o governo cu id a
Co professional, para que, quando
rem importadas, baja entre nos quem a
as-faya funecionar.
Sr. presidente, eu disse qae' lenho pona
meios directos, que dos meios apresenlad
commissao e do premie mesmo s benefid
pessoa a quem for elle concedido ; que nao tililisa-
r a mais ninguem.
(lifl nm aparte.)
Por consequencia lenho coeviccaa^^H
meios directos a agricultura nao salar da
alrazo em qne se acha.
Sr. presidente, a maior falte de qne se ree>
nossa agricultura, he de capitees e de braco.
estou convencido de que com 20 ou 30 coni
lera nem ama, nem outra cousa ; logo^^^H
que adoptemos os meios indirectos, porqne san
les afflrmo qae a agricultura nao sahir do-atrazo
em que se acha.'.:
Um Sr. Deputado: elimo, ou nada.
O Sr. Barros Brrelo _>^u ^ao Irato do opli- ,
mo, trato dos meios apropnados a dar machina.,
agrcola, permilla-se-me a expresso, o impulso
conveniente para que seja mais accelerado esse passo
tardo e pesado com que ella camnha ; estou moa-
i
I
rando que nao he edm o emprego de 20 ou 30
os que o governo poder dar esse impulso e me-
lhorar a nossa agricultura.
Sr. presidente, peco I i cenca para citar a respeito
oexemplo da Prussia. Est nutiloem moda citar-
se a Prussia, e eu goslenMa moda...
O Sr. presidente : I.embro ao nobre depula-
do qua o que est em discussao he o arl. 2. do pro-
jecto n. 29.
O Sr. Barros Brrelo : Se V. Ex. enleiide
que eu nao devo continuar, sento-me, porque res-
peito muilo as deliberacoes de V. Ex.
O Se. Presidente : O nobre depulado pode
continuar a fallar sobre o ri- 2. do projecto.
O Sr. Barros Brrelo : Perde-me V. Ex.,
quando eu principiei a fallar disse logo que conhe-
cia bellamente qu a occasio mais azada para expor
as minhas duvidas acerca do projecto foi q
discuti o projecto em primeira disej^^^H
do se discuti o art. 1. em segunda ;
n'uma como n'oulra occasio caber
quando eslava a dar a hora, nao quiz fazer
la, protestando faze-lo na primeira
isjo o que agora faco, mostrando
que traja o art. 2 do projecto que i
tem otJPgor preciso para operar o melhor
que se deseja, e vou trazer em abono
opinao o exemplo da Prussia, qne muii
aproveilar.
Frederico, o Grande^ empregou lados
directos para promover a industria agricc
sia, porm luteva com ama- grande difficuldada
que era a propriedade territorial estar toda enfeu-
dada. Frederico Guilherme III, nao se importando-'
com as leis existentes, autorisou a todo aquelle que
K
proficuo do qae fazer funecionar uma machina com- eslivesse de possede Ierras, islo he, na posse til de
pletamenle montada. qualquer parle do territorio do reino a que ficasse
Um Sr. Deputado: Sim, mas nao prodazndo. I enhor dellas, pagando smenle a terceira par
O Sr. Barros Brrelo : Mas eu creio que os
productos, qae resultaren) dsse Irabalho, on dssas
liries pralicas,os nobres depulados nao quererao,
qne o governo os d, ha de aproveila-los, logo ha de
vende-los.
Portento, Sr. presidente, esle meio nao me pare-
ce que deva ser adoptado pela casa, em vista dos in-
convenientes que acabo de apuntar.
Os meios oOerecidos pela commissao lambem nao
me parecem convenientes. Dous desses meios con-
sistem cm dar-se a quantia a qualquer particular
que queira encarregar-se de eflccluar o melliora-
mento proposlo, ou recebendo-a por empreslirao,
ou encarregando-sc de obler os apparelhos precisos
e assente-Ios convenientemente, mediante essa quan-
tia de que trata o projecto, sem ler de paga-la oTa-
zenda publica. Anda enxergo inconvenientes, co-
mo disse, na adopro destes meios, porqne nao sei se
haverao garantas bstenles para que o particular
que obtiver a q'uantia proscripta nao a empregue de
modo que fique Iludido o fim que se tem cm viste.
Fica-nos pois o ultimo meio, que he o dos premios,
que o governo dever conceder ao particular, que
apresenlar uma machinS funecionando perfeilamen
le, ero ordem proporcionar o mellioramento dese-
jado ho fabrico do assucar.
Mas, Sr. presidente, posto que esle mio me para-
ca melhor,porque s deverajser concedido o premio
ao agricultor que liver oblido o mellioramento ; to-
dava eu entendo, que a commissao nao lera chega-
do ao seu fim, que a ssembla decretando essa
quantia nao ter conseguido o que deseja, nao me-
lhorarasortc de nossa agricultura: ter sim be-
neficiado a pessoa que receber o premio ; isto he.qoe
usar da machina, e que liver conseguido tal mellio-
ramento ; mas nenhumjynvcilo trari nossa agri-
cultura.
Sr. prejjffenle.a falte de machinas de qne se res-
agricullura,para mellioramento dosaeus
produclos.no se d porque os nossos agricultores
ignorara que ellas oxistem, nao, senhores ; da-se
por que a maior parte dos nossos agricultores nao
tem osameios pecuniarios precisos para importar es-
sas machinas, emprega-las a. fazo-las funecionar com
aprovei lamento:. he por esse motivo ; por conse-
q,'ueneia naos* persuadan) os nobresdepulados,-que
esfi medidfcscado por qualqucr mejo- executeda,te-
nha a .torca o valor solficiene para arrancara
nossa agyicullura da borda do abysmo em V"e infa-
livclmr mte ella precipilar-se-ba se nao for soccorrida.
p0r .tanto, senhores, a casa deve coocluir, que nao
\en\f nenharaa f, nenhuma esperanca no emprego
rl sis meios direclo ; nao lenho nenhnma esperanca
valor se me nao engao, ao proprielario. Ora eis-
aqui um argumento ou um facto em fi
nha opinao, isto he, que a execuco da
Ierras ha de trazer vantageus agricultura
lambem um exemplo deque os meios indirectos sao
mais psoveilosos do que os directos. Com efleilo
depois dessa medida tomada por. F. Guilherme III,
a qual foi seguida'da abertura de estradas em gran-
de escalla, dacreacaode cateas de crdito rural,etc.,
a Prussia lem conseguido o qne denjava e tornou-se
um paiz agrcola; mas com meios arrecios nada po-
de fazer; e assim se exprime tembem o 9r. Vis<
de branles.
Um Sr. Depulado:Elle diz o contrari disso.
O Sr. Barros Brrelo :Nao, senhor, elle quer
a ojeteeeSo da parle do governo; mas a protoeeo
qiie elle quer nao he a que resulte do emprego dos
n vlos directos; he, por exemplo, a iaeneso dos di-
reitos sobre machinas o materias primas mpre:
na industria de um paiz, he promover a cr-
sociedades, a diminuico de tizas, como |
po a que paga a propriedade territorial emalguns
lugares da Prussia etc.
Sr. presidente, eu respeito a impaciencia da casa ;
pretenda fazer largas consideracOes sobre esle pro-
jecto ; porm nao he possivel faze-lo agora pela ino-
porlunidade da Occasio. Tenho entretena, -
tostado a minha opinio sobre o projecto da modo a
p-la bem clara; oque enlendi dever fazer, parque
enxergo algum prigo na passagera d'este prpjeclo.
V. Exc. telvez nao ignore, que a n
nossas agricultores lem os olhos filo-
parando que elle v melhorar a sorle de nossa agri-
cultura ; eu porm que tenho convfcclto contraria,
nao quero concorrer para que a
se esperancas qae tenho a certeza d
gradas, de nao se realisarcm com
meios pro posto. Ha algum perigc
pelo menos no malogra das esperancas que o projec-
to faro nascer ue espirito dos nossos agricultor
Sr. presidente, repito, dessjava faxer largas con-
slderacOea sobre este objecto, mas respejteado a im-
paciencia da casa, tlmito-me s consideracOes que
aprsente!.
O Sr. Jos Pedro faz reflexoes sobre o rrtgo
em discussao.
Encerrada a discussao, he o artigo sttbmettido
votacSo e approvado.
Artigo 3. approvado, bem como o projecto em
segunda disso.
O. Sr. Baptisia requor dispensa da impaessao.ilo
projecto n. 3fi, acerca dos mnibus.
A cita* cnnveio.
-..*.
. *


DIARIO DEKJMUNBUCO, QUITO. FEIRA 10 D MAIO DE 1854.
s
He approvado em lerceira discutsao o projeclo
n. 9dle anno.
Tamban) aa approva eroprimeiradiscassao o pro-
jeclo ii. 31 desle ano.
O Sr. Carntiro da Cunfia requer dispinsa do
intersticio para ser o f
ra disalo para urda
Ha concedida.
den/i i
vaota se
Sempr-t
29 dado em lercei
da sessflo seguiet
e MM.
\n ditadoa dos antigs sao
f
Tmais do
W~
seutei disiam : Quem mais vive
-he esta urna verdade in-
> antea, fleava ignoran-
niado, nao deve def-
|t apa defeza, e por Torca, d'ar-
pitter de tocar, anda que per
> de 3 deste raez, e consla-
i minha pobre epstola n'elle
e sorprendida*, por verem que
dido na calumnia que me irrogou
limado, para quero a Talla debom
bento do respeito de si, o dos mais
a to lgica e natural, quanlo a greca
para as ores, chegando al a proferirera (esses al-
guns) que, rom guamo eslivessemeertos da calum-
na, &> tetera deffender-m para nao fazer
menead i, promotor!
re, com quanlo eu estejasempre promp-
to a aceita o papef de Christo deixando o de Ju-
qoizer, confesso-vos que minha lo-
a Dio val at o ponto de deixar-rae calum-
punsmente, s para nao fallar em mi-
i, de b, ou de e ; tanto roas quanlo pare-
i ler Irrogado a menor injuria ao promotor,
ta autoridad para um dos termos do di-
lerama qoe, composlo da. conclusSo lgica que se
pode tirar das palavras do calumniador rcduiidas a
syllogismo, propui ao mesmo calumniador para re-
solver ; sendo que, te em Indo isto ha alguma inju-
ria ao promotor, pod cita enxergar-se implci-
tamente na proprias palavras do dilo calumniador,
o qae todo para maior evidencia passo a reprodu-
ziraqui.
sse o salanico calumniador, quem quer que elle
feipugaram ao correspondente do Diario,pra nao
suas musical do recurso, interposto por
F..., ata reforma da pronuncia.
.Bem: destas palavras u formo o ieguinle syllo.
rimo;
S o erime procura occultar-se : Qoizeram oc-
cullar o recurso que de F., procurando delle senso
firesss* menco em um artigo de gazcla; Logo Acune
trrirode formulfx,ou cousa que o vaina.
oso lgica, e oalural, nica que se po-
logismo cima,eu formo o meudlemnia,
e o proi a ao calumniador nos aegnlnles termos:
tfuefes opromolor quehe como
a mancada dalei ; sem cuja scien-
cim, nada sepode^fazer no foro criminal! !
MU mesmo mais claro, do que azeile.
dtas palavras nao offendi ao promotor;
io parece que,de(fendendo-me,deffeodi-o
la que implcitamente irrogou-lhe o taliW-
o falso testemnnho, com que quiz esraagM
|m melhor se ver reduzindo-se o dilemma
VH egtrinte enthymema:
nformou-se com lodo.
tutenme, nem pretericao alguma
deduzir-se d*ahi, como eorolla-
uem procuro fazer desee- negocio un
ido nao passou de ama calumnia,
sram mimosear ao correspondente do>
mais a mais nao foi estrivao, juiz, ou
Htqnesto de recurso, nem pojia sa-
que aquillo, que todos sabem ; isto be.
icurso do urna pronuncia, e que
i reformada.
I da susceptibilidado, ubei que a
reito natural; e que o correspon-
da disposto a osar deste direilo lo-
or agzredido, anda Quando lenha
mencionar simples/nenie, mas' fa-
tponsabilidade de si para qnem jus-
regar com ella, (em mporlar-se
; phitosopho, e al mesmo Sanio
des influencia com os calurania-
te abstenham desse pessimo coslu-
M a resultar raales.e j oo terei* de
qne se ja citado em justa defeza o nome
toridade diquelle.
aero desee o cavaco por miaa po-
i a patblea/do ajbugue, chegando
liruma cousa, que se pareca com
i nno ha receios, em quanto.aquy
Sr. Camisio, que tambem sa be ta-
pidas em ordem a garantir a lodoti.
a passada nm baile masque dado
i de rapazes no theatrinbo desla
va preparado com aeeio, bom
rencia de familia!., e de
i,pBssandp-se Bisem a me or novi-
a nossas ras ainda sejam pouco im-
umi estribara em um q-uinlal, e
esgoto,. qo vem ter orna
idas; e como eesa ra nao te-
lo, segne-se que flea m empo-
is no meie dn mesma (rua) todas
as provenientes da estribara, a* quaes
lado de fermenlacao, em que natural-
ehiro,So constanlemenle revolvidas
i, nafande um odor capaz de
i porcos. O'.que ainda lie mais
apoco ou charco, onde parara as im-
slamente entorna das portas.da
cjmA
^^Hftrir-se at que poni he a pollci
municipal restricta, e cuidadosa nesta Ierra..
i, corre por boceas pequesus, que
ajoes entre a cmara, e sesu procu-
rador. i e que aquella j tem querida- despe-
mas que o nao pode fazer; o por quen,o
la para desejar qUe a cmara e li-
, que n3o Ihe sSo muilo decorosos,
ontera. aesla cidada oSr. Vctor I.ieuer
que,* do oo vi dizer, velo e laminar o astado da
deia, a qoal nao sei porque mlaf.Te con-
serva em p; Bees queira que 8- Eie. se
ciinnenetre. pelas informa(o>t que nccclsatmenle
dar o Se. Victr, da necestidade dar quaniu antes reedificar, on ante adMcsr a ca-
deia.
Acibara de eertmear-me que. aqoelle padre, de
le lia pouco, que estiva tirando o deroo do
coro de ama rapariga, tem feilo bichas1.
como elle mesmo gibi-se,ao demo a deiiar
a rapariga, sahindo por melho, justfonente por
jq em forma de um bizouro, o crue foi pre-
mmrtli per mais alguern 1
Caroisao nao iqaenta logar I Saino
camenlo volante lino sei /para onde,
queflm ; mas oovi dizer que. fora fazer
repblica da cliaa do EstetSo.cujo pre-
cisco de Paula) nao sei se jji tari cliega-
aaeio, em que andn.
mito descontente s, por ter da-
do urna pesie de lagartas ns plantat, qu eslao
las, sendo que por iaso o i telo desappa-
aute
eatli
*
recimej
ptreca,
lacas vi
duvas, esperara qu i eolheila seja
SBk*MM.
Main lia ultima feira foi de 4%pa-
fre ; e o da carne 10 pa lacas por .ar-
>m srmde aniKfiTica foram frac-
(Carta particular.)
COUICA .88 BOIVJJO.
M de abrUde V UH.
\
ena parle do
nlefaz
. Flo-
ase-
n boje
e aqoi
la, leve a idea de os experimentar dando-os a beber
aosseusderviches um pouco dorminbocos, quando
psalmodiavam os vrseles do olcorao. J ve Vmc.
que Um fallo do caf, (refer-me a sna descoberla)
do por seas entusiastas, licor iulellcctual, a
os primeros bous din na presente es la-
men charo, nao obstante o Sr. Fonlenel-
que odenominaram, veneno lenlo, eque
en carestani, u muito aprecio ama bella chi-
cara desse liquido precioso, a respeito do quil dizia
NgpolcSo em Santa Helena, ja dotte e consallando
ao Ur. Arnilt: o forte muito me reanima il me cau-
se rnn cuissons, um rongement singulier, un dou-
teur, fui nett pat san* plaisir. Alm deste tam-
bera acho oulros apologistas de alio cothurno. flos-
seau dala a Bernardin de Sant Fierre alravessando
as Tulberias, onde se senlia um forte cheiro de caf:
eis-aqui um aroma que muilo me agrada; na minha
ra quando o torram, muilos feiiam sua portad eu
abre a minba. O autor da Solidflo (Zimermam) lo-
roava por moderacSo qoatro chicaras diariamente, e
quem pode, exclamara oulros, pensar e escrever sem
esse licor activo, que excita o cerebro, crea idase
deixa a razao em paz 1
A doce agricultura, o brando armenio,
Foi da industria mortal primeiro emprego.
(J. A. de Maeedo.l
J que trato do caf, devo dizer-lhe que elle mui-
lo se da nesle solo, onde he hoje um ramo de nego-
cio, posto que em ponto pequeo, porque os nossos
homeos de c ainda se nao desengaaran) do algo-
dio, que para elles he cebla do Egypto, nao obstan-
te o pouco lucro que d aos que delle se oceupam,
pelo preco e por causa do mofo.
aluilo convinha que houvsse algum incentivo
para animar a cultura desea planta, que fazJioje a
principal riqueza do Rio de Janeiro, e creio, de San
Pacto eHias; por exemplo, dando o governo um
premio ao que no annn colhesse cerlo numero'de
arrobas; mandando ver por sua con la machinas de
despolpar, e dislribuindo-as, senao gratis, ao meiio,
mediante o cusi, pelos plantadores, etc., ele.
Temos muitos terrenos incultos, que nio servindo
para^ngcnlios, porque eslao muilo distantes da ca-
pital, e porque para esse trafego he preciso maot
somma de capitaes, podem com vantagem ser em-
pregados no cultivo do caf e do fumo, que he tam-
bem um importante ramo de negocio.
Infelizmente as pessoas que se oceupam enlre nos
da lavoura, nao tem (com honrosas excepcoes) a ins-
lruc;ao relativa sua profissio; e por isso a maior
parle dos nossos agricultores nao fazem mais do que
faziam nossos pas. Elles nao especulan), cultivan-
do de preferencia essa ou aquella planta, para que
he mais adaptado o terreno que possuem, 'pois nem
todas as trras produzem ludo nec vero terne ferr
omnes omni posiunt, diz Virgilio, nio procurara
no genero de cultura, a que se dedicara, um meio de
produzir mais barato para assim lerem mais lucros.
Fallo no'geral.
Os nossos serios dao excellento trigo; em Carua-
ru, v. g., ha um homem que o planta, e prepara a
farinha, deque faz pao para vender; notando-se-
Ihe smente a dill'erenra de ser mais Irigueiro qne os.
oulros; .he islo resultante da imperfeican do processo
empregado para moer o trigo, ou antes por fal ta de
machina propria. J com desse p3o, e acho-o mais
saboroso.
Se por aqu houvsse quem seriamente se empre-
gassem nessa industria,muilo ganhariamlodos,e prin-
cipalmente eu, que j nao poseo soflrer o embirran-
tissimo pao de milho, ea massanle bolacha, que nos
clicga um pouco cara e com difficuldade. Vou-me
metttudo em muitas funduras, e assim parabulam.
hanc, paremos aqu.
Passemos s noticias.,
Aqui esleve o promotor nao s para o sorleio do
jury, coja abertura lera lugar no dia 22 do fuluro
maio, como para assistir ao processo de moeda falsa
instaurado por denuncia do mesmo peranle, o juizo
municipal, pois onvi dizer que o l)r. Delfio lhe
officira, duendo convinha vesse estar prsenle a in-
quirido das lestemanhas.
J oavia fallar no Dr. Rento pelo aperlo em que
elle tem poslo alguns subdelegados,, pedodo-lbes
esclarecimentos sobre os faetos criminosos do seus
dislriclos e activando o andamento dos respectivos
processos, e os das que nesta villa esteve vi quanlo
he solicito no cumprimento de seus deveres, pois o
homem nao descansa.
Vllemosao jury: j est sorteado o digno eonse-
Iho dos 48, o qual tem de dispor da sorte desses-in-
nocentes, que' se acham na cadeia. Cliamo-os de
innocentes, porque de cerlo falle Vmc. com qual-
puer dessas almas candidas, ellas lhe dirao as injus-
lifas que solfrem, e a lem razao porque lhe deram
aquella moreda; mas, meu amigo, Dos livre a cada
um de nossos fardos o encontrar-seem lugar occullo
com orna dessas pambas. Este costme de se julga-
rem os maiores criminosos mansas otelkas j heve-
llio e muilo anligo, tanto que me parece foi o duqce
dessuna, que indo visitar urna prisao, acbou U
lana gente Honrada que mandn por delli para fu-
ra, para ol nio deiiar a perder, a um que franca-
mente Me confessou seus crimes, concordando que
soflria merecidamente, porm este foi certamente
um rari nantes in gurgite vasto Denla vez te-
mos muitos reos para entrarem em julgamenlo.e del-
les lhe fallare em lempo opportuim.
J,'enhum' fado de nota lem havido por^ i a ex-
ceptaOiR prisoei de criminosos. A cadeia nao sei
como se ha agenlado, pois agora nao lem menos de
:(0 supplirantes; \ se della se n3o pode dizer como o
infeliz amante da filha do duque de Ferrara disseda
sos dous paseos basam para medir seu fondo
afflrmo-lhe que he extremamente pequea.
Acham-se prests pcrle.icenles a este termo: cm
Csruar um sojeilo que h tres para quatro annos
se desembaracou da chora melSde com urna mao de
pilo. Em Barreiros oulro, cujoUpme ignoro, (cri-
raiposo demorle) e na Victoria um tal.'-idoro, sem
ser o cognominado mercador daquellas celebresDe-
crelaes (lambem de morle.) O delegado lem-se
visto embancado para mandar basca-Ios, porque s
dispe de urnas oito ou nove pravas, que nem che-
gam para a guarda da cadeia, a ponto de mandar o
teucnle-coroiicl Beaerra refor?a-la todas a{ noiles
com tres paisanos. A polica aqoi muilo ten) que
fazer, eao menos uns 20 soldados sSo.iudiepensavfis.
Principiou-se, como lhe disse,o processo das sed-
las, e o meu Ralalu, que a principio >confessou.
eram de Jos Rufino, e outrogi excessit, evasit,
erupit,seus corapanheiros de campanba, islo he,
dos que bem emitlem por sua conl papel moeda,
aflirmou agora coram judice el auditorio, que os
dous referidos nio lverara parte no seu crime, roas
queso elle os quiz comprometer para ter campa-
nilla na cadeia e esta! em vista do que fez este
lllm., quem est livre de urna complicidade? met-
lonsnoui en garde.eU., e pecamos ao Altissimo
para que nao faca apparecer por ahi alguma segun-
da edirSo do lal respeilablissimo Sr. I.alan mais
correcta e augmentada (porque tal vez nio tenha a
generoiidade de relralar-se,' c nos d algumas des-
sas, e sejamos obrigados
velholui tibi te.
Alguns mais macacorios vem na ultima decla-
rarlo do sectario da liberdade de industria urna
tangente para salvar ao menos as duas almas.
Estes meninos incentam cousas. '
Concluo esta com o segunfe faci da historia
Napolitana que ir sob a epgrnphe
VARI DADE.
(Catallo de Virgilio.)
Mavia antigamenle em aples n meio de ama
praca um cavallo de bronze, que represetav a ei-
dade de aples, em cujas armas ainda *e v boj,
aquelie animal. Nio .linha frcio a principio,'* m
o emblema da liberdade que desfruclava aqu
bella cidade emqoanlo regida^ior governo republi-
cano ; apoderando-se todavnrWella o re Conrado,
depoh de nm sitio pertinaz, mandou por freio ere-
deas ao animal, e gravar esle dstico no pedestal do
monumento.
Ilaclcnus effrenis donrini nunc paret habenit,
Rex domaf lutnc aquus Parthenopentls equum.
,0 que quer dizer 1
Ja" mordeo freio;
J reconhece a dexlra de um aenhor!
De Parthenope o Jierc doma-lo veio,
Cede i justiea o bellico fnror.
encontrn com o formidavel amigo de cousas alheias
especialmente as de 4 pe, e cmplice no assasSinato
do infeliz tioncalo Jos do Araujo morlo em 1852,
Anselmo Jos da Cruz, quej est pronunciado por
aquella subdelegada, e logo o prenden, recolhen-
do-o cadeia deeta villa que augmenlou a cifrados
aens adeptos com mais esta unidade. A farinha
sabbado ultimo du 320 a cuia, e para tarde com-
prou-se a 240 e 220 rs. O milho a 8 patacas o al-
queire, o feijo deu a pataca e mera e a cruzado.
Aa chovas continan); o lempo para nos prometle
fartufa. Durante o mez que findou s houve em to-
do este termo urna lacada, cajo autor foi logo cap-
turado, e me parece est em andamento o respectivo
processo, o que lhe affirmo 'n ftde officii mei.
. (dem.)
Contrato das carnes verdes.
RelacBo das pessoas que mataram rezes, mediante
a multa de laOOO rs. por cabefa, na conformi-
dad do art. 9 do contrato das carnes verdes, e
resolucSo da presidencia de 21 de dezembro do
annoprximo pastado, sendo ditas multas dos
dios 1 al do mez de maio corrente.
Portugal em Pernambuco aos 46 de Janeiro de 1854
Miguel Jote Alvtt, vice cor
Esta conforme. Sccrclarin^^H lo do negocio*
slrangeiros, em d feverero de 1854. HmUio
Achules Monlneric.
VAMEDADE.
Total.
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CORRESPONDENCIA.
Srs. redactores.Lendo seu Diario de hontem na
parle da publicarlo da sesso da assembla provin-
cial do dio 3 de maio crranle, deparei com nm
aparte dado pelo Sr. Jos Pedro da Silva, quando
fallava o Sr. Moli Reg, sobre, a lei do calcamenlo
das ras desla cidadq, em que diz, que a quanlia de
32:000!>000 votada para o calcamenlo das ras as
leis do ore,menlo do anno financeiro corrente, e do
anno prximo (Indo, acliava-se extracta ou esgolada,
por haver sido dispendida pela reparticio das obras
publicas. Suppuz primeramente haver ah encano
de imprensa, ou lalvez da parle dos tachigrapbos,
qne tomaran) os discursos ; e entao esperei para ver
se na sessao de hontem na assembla provincial era
rectificado esse erro ; mas como assim nao aconle-
ccii.'devotoa qualidade de director da repartirn das
obras publicas corregi-lo, para que desapercebida-
meule nao fosse acoberlado com o cunho da voraci-
dad*, que devem ter as informacjOes dadas pelo Sr.
Jos Pedro da Silva, inspector da thesouraria pro-
vincial.
Examioando-se os halrteos da thesouraria provin-
cial, publicados mensalmente no Diario de /eraam-
liico desde a creaco da caixa especial para calca-
ment das ras, v-se que al a dala' do 1" do cor-
rente mez, apenas lem entrado para essa caixa a
quanlia de 16:0009000 rs., e pelo ultimo bataneo pu-
blicado no Diario de 2 do correle mez, recontie-
ce-se haver um saldttde 5:349809T rs., donde se de-
ve conaluir (como defacto be exacto) que a despeza
al boje feila por conla desla verba tem sido de
1O;65O09O3 rs. Por tanto deve existir em. caixa nao
s a quanlia de 5:3498097 rs., constante do ullimo
bataneo, mas ainda u de 16:0009000 rs., consignada
no exercicio corrente, e qae ainda nao entrn para
respectiva caixa para prefazer o saldo real de
21:3499097 rs., resultante da somma de 32:0009000
rs., consignada nos dous annos, para o calcamenlo
das ras. Ora, sendo esse saldo mais de dous trros
da consignado,n3o se poder de maneira alguma di-
zer, que esta estrja oxtincla ou esgolada.
A quantia pois de 10:6509903 rs., constilue todas
as despezas feilas at a dala do 1o do corrente mez
por confa da verba especial do calcamenlo das ras,
e se algum erro existe nesla assercao (o que be fcil
de verificar pelos batneos e documentos existentes
na thesouraria provincial) seria muito conveniente a
publicacao de sua correccao, para que o publico co-
nlleva onde existe o erro.
Em outra parle da mesma discussao, oppondo-se o
Sr. Souza Carvalho a autorisacio de emprezas, disse
ero um aparte, que os materiaes para a cata de de-
tencao eram fornecidos sem annuncio. nem nada.
Sem entrar na qUestao da ntilidade de taes annuo-
cos, devo declarar que S. S. esl engaado, porque
se se der ao trabalbo de lr com alienlo o Diario
de Pernambuco ver, que os fornecimentos dos ma-
teriaes ahi regularmente consumidos, sempre sao con-
tratados precedendo os annuncios do costume, e'ap-
provadas as propostas pelo governo da provincia,
ejcepcaoVimente dos maseriaes, para os quaes nao
apparecem concurrentes, ou alguns oulros de pouca
importancia, que todava nao sao comprados sem or-
dem do governo da provincia, por presos determi-
nados. E se o Sr. Souza Carvalho duvida d'isso po-
de quando quizar diriair-se a reparticao'das obras
publicas, onde lhe ser.'io aprcsenladus as respectivas
ordena.
' Por lano, se sua senhoria deseja tratar desla qnes-
lo seriamente, exija as informarles precisas, que
[iromplamente I'ie seo fornecidas, e em vista d'el-
s poder fazer as considerac&es e censuras que lhe
aprouver; certo de que aonde nao ha materia com-
bnstivel o fogo nao ollerece perigo.
Com a publicacao destas linhas mui(o gralo lhe
ser sea constante leilor.
Recife 9 de maio de 1854.
Jote Mamtm Alces Ferreira.
PUBLICACAO A PEDIDO.
Auto de veiloria feita no patacho Arrogante.
Copia.lllm. Sr.Pela parlara de V. S., datada
de hontem, dirigimo-nos abordo do patacho portu-
guez Arrogante, e indagamos minuciosamente ludo
quanlo V. S. nos ordenen. Quanlo ao 1.* quisito, do
officio do cnsul de Portugal, se o dito navio se acha*
estanque o prvido do necessario apparelbo e na i,
aprestes para seguir directamente ao porto do seu
destino : somos de parecer que o dilo navio he novo rJ
com ludo embom estado, at para seguir urna wS"-
gem de mais durarao, do qoe ir d'aqui^oo Rio de
Janeiro.kQuanto ao 2.* quisito, que \uyr numero dos
passageires que tem a bordo do dilo.fatacho, e des-
tes quaes ofe que vieram para licarcm nesle porto:
temos a informar a V. S. que as- foi impqssivel po-
der contar a cada um d ner si, por seren elle bs-
tantele com facilidade confondirem-se, ainda que a
pee >ez ds ::avio, cm allencio ao nnmero; foi o
r Aslaculo que'encontramos: porem, por orna
que nos foi apresen lada pelo sobre-carga, que
remellemos por copia, coohecemos sercm 202
o seguctn para o Rio*Je Janeiro, e 31 que ficaram
a recorrer ao dativo do ,e5t, provincia, fazendo o total de 233, parecendo-
nos todava, qoe pelo.numero de pessoas existentes
a bordo, e j cm attenrjao aos desembarcados, qne
alguns nomes tos foram eubtralddos, e mais nos fun-
damos nesta proposicao, quando pelo mesmo sobre-
carga somos informados que fra da barra da ilha
de S. Miguel lhe apparecera gente com que elle nao
contava, c sendo por nos interpellado a respeito do
numero dcstcs,dsse nao poder saber, porserem mui-
los, e nao os poder contar. Quanlo ao 3.' quisito,
se existiam a bordo doenles; temos a informar a V.
S. qne encontramos no rancho de proa a um bas-
tante doenle, e qne o]e mos postas nos pedia qu
pelo amor de Dos o maudassemos para Ierra, que
elle all pouco viveria ; e informando-nos dos que
morreram peta viagem, nos foi dito pelos ofliciaes e
alguns passageicos, que morreram 2, um qne enluu-
TJrr^g**" c aliron-se.ao mar, e o segundo de molestia.
Quanto.ao 4.-, islo he, se os passageiros eslSo ou nao
salisfeilos,e se furam beta tratados: indagamos do
um numero su Paciente de passageiros.uns mostraram-
se salisfeitos, o'ulrus nada diziam, e alguns mostra-
ran) querer oonlrarjar aquelles ; porem, por nm re-
ceto a nos dejsconhccido, faziam elles s daremeom a
cabeca econ signal dedesdem.Quanlo ao 5.*,-se tem
a seu bordo bao s iccommodacoes, mas os necessa-
riosmanlmewo para o sustento regular e abrigo dos
pssageirovqua eslao destinados ao Rio de Janejm,
somos de parecerque o navio he BMiieno^nfirho para
o numero de pjssoas que hontem lhe vimos a bordo,
lendo eomtudo listantes mantiiiienlos.e mesmo agua-
da sufficiente pitra suslenta-los al o porto do Rio de
Janeiro, ainda mesmo que fosse em urna monclo
contraria ; porefn he lal o aperlo e portara em que
por
,(Persuadiam-se qoe tal cavallo era obra do magio1* acnara' .ue bfe}" "e,ia' no caso de nao poder n-
j.gUloi, trar, seguir semyeraora para o porlo do seu destino.
u" "*r encape liado e lorme Dioso
Onde o hornero pavgaa, mfim nintragi.
B^^^^B seuio fossem ai ca brinhas daquelle
coeveoU nmilmano, ea euriosidude doreapeclivo
pidra mestre guardeo, qoe notao( lo mais alegres e
tira ti qae eomiam os grgos d*rtn itt pequetM frue-
Vlreilio),
ude e dinheiro, e qae sempre esteja longe d*j
laLiu, de quem infelizmente eslou perlo.A
reroir.
1 de maio \
N. B.Sao duas -horas di Urde, aqui chega o
subdelegado do Allinho cora um bicho naembira; he
o caso : vinhji aquella autoridad* acompanhada de
4 pessoas paran casa do juiz de direilo inlertoo. na-
turalmente a tratar de negocios de seu dislrvii0
sem
a ni vitar bue se desenvolvam molestias que
acaWmsem reculrsos o numero crescido daquellcsin-
felizes; sendo tallo estado de immundicias que temjo
dito navio, que basta dizcr-se.que desde que sahio a
barra da ilha dais. Miguel com tantos passageiros,
nao tem sido baldeado ; he o que nos cumpre infor-
mar a V.S.Capitana do porto de Pernambuco, 29
de dezembro de f 833.lllm. Sr.Elmario Antonio dos
Santos, dignissiuto capiln-teneiite, e eapilao do por-1
to. Assignados Jiicardo da Silva Seces, primeiro
lente ajudantcJos Faustino Porto, capiUo
mor.Conforme >-- o secretario, Tliom Fernandet
no lugar dos Cnrraes iljalante denla villa 2 le^'.l Madiira'ie Ca*tro Esl conforme. Consulado de
~^'
CAOTA DO BARAO DE K1K1RIKI, E
TADO, A SHA ESPOSA, A BARN
MESMO TITULO.
1.
A' baroa, a mais Ilustre
Dis baroas do universo,
Para a qoal a prosa, .e o verso
Da fama todos os das
Alagan as melodas.
2.
Saude, c paz; venlre livre :
Cabeca fresca); ps quentes.
E nada de dr de denles:
Bis aqui, filha de Dos,
Quaes sao os desejos meus.
" 3.
Eu por ca vou vegelando,
Sem visos de novidade,
Nesla mu nobre cidade.
Na qual o Castilho ensina
* A leilura repentina.
4.
A'cerca desla leilura
Diz-se mal, e diz-se bem.
O senhor de Borratem,
Que nao lem trave na falla,
Continua a seringa-la.
5.
Ralbar de tddo, e de lodos,
E ralbar sem tom nem ,som,
Contra o mo, e coqtra o bom,
Eis a moda, que feliz
Reina no nosso paiz.
6. -
Ralhaih dos lyphos dos padres!
Das corles 1 do ministerio !
Do Fontes do salvaterip !
E se ralba a cada instante
Contra a pomada brilbanle.
7.
Ralham do conde da Taipa !
Ralham do tio do Quelhas 1
Ralham do Flix das Velhas !
Do Laborim 1 do Ferrao .'
E do conde castellao !
8.
E das estradas d ferro !
Dos pagamentos em di !
E he tio forte a tal mana,
E he tio mo seu mo intento
Que al ralham do fomento!
9.
Tambem ralham por ahi
Em estilo agreste, e rude
Do conselho da saude. ,
E do Moacho tambem.
Que ludo sujado tem I
10.
E dos caxas do tabaco.
Que nos vendem por dinheiro
O tal charuto bregeiro.
De podro folha formado,
E d'um goslo depravado !
11.
Porm que quer. se at ralham
Do nosso Joao Baplista :
Cujo nome anda na lista
Dos grandes sabios, que sao,
Honra, e brilho da naci !
12* .
He verdado, que o poeta
Me um grande Iliterato.
Mas parece um carrapato' ;
Quando em cortes poltica, .
E quasi sempre mal fiea.
13.
Ralham do Jos Serrale ,
Ralham do baile da Guia!
Das curas r.om agua fra !
Mas que quer ? se naq escapa
A propria bulla do Papa !
14.
* J que em bulla lhe fallei,
Dir-lbe-hei, meu doce encanto,
Qne o nosso bom padre sanio,
Que he o pai chrislo. dos poyos ,
Ja nos deixa comer ovos!
15.
Ralham do grande Vitry,
Que os nossos denles transforma .'
E do Simao, que reforma,
Mas a cusa do thesouro,
O normal theatro d'onro.
16.
- E do grande Pedicuro,
, Que cura os ps s rainhas !
A'cerca do mal das vinhas.
Ando, baroa, a compor
Um folheio animador.
17.
Examino bago a bago
Todos os cachos das ovas;
Espero ler boas luvas,
Oflerecendo este thesouro'
, A qtiem tem quintas no Douro.
18.
Ja ouco ralbar lambem
Da minha obra, baroa,
Apczar de ser mui boa!
Mas como ralham de ludo,
Nio respondo, Reo mudo.
19.- ,
Tambem se ralha dos pares
Qne gastam trinta sessoes.
Com trjnla mil palavroes,
Que segundo a taboada,
Sommados, a prova lie nada.
20.
Tambem lecem carapuras
A rerlos depuladinhos.
Que deixando os patrios nnhos
Para a patria vir salvar.
S tratara de namorar.
21.
Nem escapa aos maldizcules .
O bom Jos de Moraes!
Que interpella por dentis,
tiasiando a manha inteira
Com barra da Figoeira.
22:
Ralha o liemos, o Sampayo,
O Sant'Annaj o Rebellinho ;
Ralba lambem Affonsinho !
O Dom Joio da Tapada *
E al o Matheus Torrada 1
23. -
Y urna palavra, baroa,
Nao ouco senao ralbar ;
En mesmo vou seringar
Nosso primo Dom Joio,
Que esta sendo um valentio.
24.
Saberes que o bom prenle
Acceitou o desafio .
Do Victoria ; e por um lio
Nos ia dizefido adeus.
Deixando os amigos seus !
25.|
Que horror, baroa, que horror !
Que desarranjo na bola !
1.anear mo d'unia pistola !
E nietter em tal canudo
Vida, bens, scicncia, ludo!
26.
Aos vinte passos, senhora,
' Toda a patria estremecen !
A propria Espermunt gemeo! ,
E lhe deu um faniquito
E desmaawu um patito l
27.
As acjfweirdos llieatros
eram do rosto a cor !
Temendo que o seu cantor
Pela honra, e sem demora
Tivesse as tripas de fra !
28.
liu rqcsmo, chara baroa,
Confesso que encordoei;
Por alma logo lhe dei
A descont um.padre-nosso,
Que he despeza com qoe posso,
29.
Mas por fim nem arranhados
Os ralazanas ficaram,
Pois as pistolas mostr rara,
E confessa-lo en preciso,
Que inda tinham mais j izo.
30.
Aliaos, priminha d'ura anjo,
Ralbe coniiftx tamben) -,
Vou jaiitar hoje aBelm
Cm tres patuscos, que dao
Per ostras um cavacao. *
( Brat Twtna.%.
rancio.
DE MATO AS
iRDE
;alododiaia8
dem do dia 9 .
f otuciaes.
JvDEGA.
73:9r9088
5:979952*
oa de Baixo ; com
das cooados da dala deste. Direcl
maio de ia54.O amanuense arehiv
"ttnr d* \*U
79r968612
D'tearregam hojiiOdemaio.
Rrigae inglezHeraldbaealhas.
iliale brasileire Fortunafumo a charutos.
Mk Intportacao'.
IliauVbwuna, viudo da Babia, consignado a An-
tonio de AlmeidaGomes & C", raanifeslouo seguiu-
te :
1 caita livros impressos, 2 caixbles mana, 1 bar-
nquinha crmor, 9 saceos colla, 4 fardos fumo, 2
barricas barro amarelio, 200 molbos piassaba, 1.2 cai-
xoes charutos ; aos consignatarios.
13 cartees e 3919 caixinhas charolo, 5 saceaa eaf
pilado, 14 fardos fumo, 2400 quarlinhas, 19 talhas
loaja, i eadeira de arruar, 2 caxes doce, 4 fardos
tabaco, 1 barrica tapioca, 2 latas de araruta
ordem.
ISOfoIhas de zinco ; Manoelda Silva Santos.
6 caixOes algodo, 30 caitas fogo da India ;
Dominaos Alves Matheus.
1 embrulbo livros impressos; ao barao da Boa-
Vista.
1 caixole pos- de alabastro ; E. A. Burle.
1 caixa batas para chapeos e latas de ervilhas, 2
ditas latas com ervilhas ; J. Kcller & Compa-
nhia.
4 quartolas cal em pedra ; Meuron & Compa-
nhia.
1 caixan charutos ; Johnoston Paler & Compa-
nhia.
1 dito ditos ; Jos Antonio da Cunha & Compa-
nhia.
1 caixao doce ; i Jos Pires Falcao.
. 1 caixao charutos ; Guilherme da Costa Correa
Lei le.
retario, Ani
O lllm. Sr. contador servin.
thesoora
da junta da fazenda
em comprimenlo do
tea mesma junta no *d: o prximo vn-
douro a renda do sitio do Jardim'BQlanieo da cida-
de d Olinda, avallada em 15i000rs.
A arremalacjo er feita por-terapo de S anno,
a contar do 1 de julho de 1854, ao fim de junho de
1858.
As pessoas que se propozerem a esta arrematarlo
comparecam na sala das sessoes d mesma junta no
dia acinta indicado, pelo meio da, cbntpetente-
mente habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesonraria provincial de Pernam-
buco 1 de maio de 1854. t- O secretario, ^nio-
nio Ferreira da AnnunciaeSo. '
O lllm. Sr. contador servindo de inspector da
thesouraria provincial, em virlude da resolucao da
junta da fazem.a, manda fazer publico, que era cum-
primento da lei, perante a mesma jphta, se bao de
arrematar em hasta publica a quem mais der nos
22, 23 e 24 de maio prximo vindouro os impostas
seguinles:
29500 rs. por cabeca de gado vaceum que forcon-
summido nos municipios abaixo declarados;
Recife avaliadq annalroenle por 56:015900o
Olinda avahado annoalmeole por 2:24)
Iguarass avallado aunualmenle por. 1:721
Goianna avahado annualmenle por. 6:521)
Nazarelh avaliado animalmente por. 4:4309C
Cabo nvaliado annualmenle por I^ISSOOC
Santo A nlo avaliado animalmente por. 6:0119000
Serinhaem avaliado annualmenle por 5619000
tap
no ai
cripj
prinj
cedej
marco]
12.!
cife 5 de mal
terino, Lu
Pelan
lhidp
na su
co Rodrigues
para ser com.
Antonio
quem se jult
venba reclama
que lhe" ser entregu.
1854,-rO subdelegado
Iliate .tragan, viudo de Colingoiba, consignado Bio Formoso e Agua Preta avaliado an- -
Vicente Ferreira' du Costa, manifestou o seguin-
le :
209 saceos assucar branco, 178 ditos ditoraarcava-
do ; Manoel Alves Guerra Jnior.
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do dia 1 a8.....9:9489736
dem do dia 9...... 4.-2399093
14:1879829
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 1 a 8 1:5339107
dem do dia 9.........1469518
1:6799625
Exportacao".
Porlo com escala por Lisboa, brigue porloguez S.
Manoel I, de 255 toneladas, condazio o segrate :
1,867 saceos e 2 barricas com 6,339 arrobas de usu-
rar, 100 couros seceos espichados, 42* ditos salga-
dos, 103saccascom 597 arrobase 17libras de alao-
dao, 2 barricas cora 3 arrobas de caf, 1 (landres
com 2 alqueires de fariuha. 1 caixao doce.
Rio de Janeiro com escala por Macei, hiate na-
cional Anglica, de 82 toneladas, condnzio o segua-
le :18 volumes gneros estrangeiros, 202 ditos di-
tas nacionaes.
KECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS E-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 9.......9849022
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendimeotododiala8. ". &342f784
Idemdod4a9....... .2:4009627
11:7439411
Comp
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 9.
I'arahiba3 das, hiale brasileiro ExalacSO, de|37
toneladas, mestre Estacio Mendes da Silva, equi-
pagem 4, carga toros de mangue; a Manoel da
Silva Mendora Vianna. Passageiro, Jos Rodri-
gues da Silva. ,
Cotinguiba3 das, biate brasileiro Aragao, de 31
toneladas) mestre Henrique de Souza Maura, equi-
pagem 5, carga assucar ; a Vicente Ferreira da
Costa. Passageiro, Manoel Jnaquim de Parias.
Montevideo23 dias, nfUca hcspanhola Joven Ade-
la. de 128 toneladas, capitao Pablo Pa, eqoipa-
gem 10, em lastro; a Amorim Irmaos.
Navios sahidos no mesmo dia.
CanalEscuna ingleza Alexandrc, capillo John
Daives, carga assucar.
Rio de Janeiro por MaeeiHiatc bUsileiro Ang-
lica, mestre losloaquim Alves da Silva, carga
varios gneros. Passageiro, Augusta Cesar da
Silva.
EDITAES. .
-%I
liesonra
8109000
849000
649000
769000
639000
2029000
339000;
4-19000
419000
269000,
909000
309000
309000
Jllm. Sr. contador servindo de inspector da
thesouraria provincial, cm cumprimento da ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia do 1' do cor-
rente, manda fazer publico, que nos dias 6, 7 8 de
junho prximo vindouro, perante a junta da fazen-,
da da mesma thesouraria, se ha de arrematar a
quem por menos 'fizer, os reparos a fazer-se na ca-
sa desuada para cadeia na villa do Onricury, ava-
llados em 2:7509000 rs.
A arrematarlo ser feita na forma dos arls. 24 e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas especian abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrematadlo
comparecam na sala das sessoes da mesma junta,
no dia cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas*
E para constarse mandou aflixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial do Pernam-
buco 2 de maio de 1854.O secretario, Antonio
Ferreira da AnnunciaeSo. ,
Clausulas espeeiaes para a arremataco.
1. Todas as obras serao feilas de conformidade
com oprramento e planta nesta data apresentados a
approvacao do Exm. presidenta da provincia, na
importancia de 2:7509000 rs.
2. As obras serao principiadas no prazu de dous
mezes, e concluidas no de oito mez.es, ambos conta-
dos de Conformidade cornos artigos 31 e 39 da lei
provincial n. 286 de 17 de roao de 1851.
- 3. O pagamento da importancia dslas obras ser
feita em urna s prestacSo quando ellas estive-
rem concluidas, que Serio logo recebidas definitiva-
mente.
4. Para ludo o mais que nao estiver determinado
uas presentes clausulas, seguir-sc-ba o disposto na re-
ferida lei n. 286.Conforme.O secretario, Anto-
nio Ferreira da AnnunciaeSo.
O lllm. Sr. contador servindo de inspector da
thesouraria provincial, em cumprimento da ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia manda fazer
publico qoe no da 11 de maio prximo vindouro
vai novamenle a praca para ser arrematado a quem
por menos fizer a obra do melhorameolo do Bio
Goianna, avaliada em 50:6009000 rs.
A arrematado sera feita na forma'dos arls. 24 a
27 da lei provincial n. 286 de 17 de' maio de 1851,
e sob as clausulas espeeiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrematarlo
comparecam na sala das sessoes da mesma junta no
dia cima declarado pelo meio dia, competenleraente
habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernambu-
co 10.de abril de 1854. O secretario,
Antonio Ferreira Clausulas espeeiaes para a arrematacao.
1. As obras du melhoramenlo do rio Goianna far-
se-hio de conformidade com o ornamento plantas e
perlis approvados pela directora cm conselho, e
apresentados a approvacao do Exm. presidente da
provincia na importancia de 50:6009.
12, O arrematante dar principio as obras no pra-
zode tres mezes e as concluir no de tres annos, ara-
boas contados pela forma do artigo 31 da lei nume-
ro 286. <
3. Durante a execurao dos trabilhos o arrema-
tante ser obrigado a proporcionar transito as canoas
e barcacas, ou pelo canal novo ou pelo leito do ac-
tuar'rio.
4." O arrematante seguir na execurao das obras
a ordem do trabalbo <\m lhe tur determinado pelo
engenheiro. *
5.a O arrematante ser- obrigado a apresentar no
fim do primeiro anno ao menos a quarta parte das
obras prompta, e oulro tanto no fim do segundean-
no e fallando a qualquer dessas condiegoes pagar
urna multa de um cont de ris.
Conforme. O secretario, Antonio Ferreira da
AnnunciaeSo.
O lllm. Sr. contador servindo de inspector
da Ibesourariaprovincial, eracumprimenlodaordem
do Enro. Sr. presidente da provincia de 27 de abril
prximo passado, manda fazer publico, que no dias
16,17 e 18 do corrente, perante a junta da fazenda
da mesma thesouraria, se ha de arrematar a quem
por menos fizer, os reparos da ponte dos Carvalhos,
avaliados em 1:5409000 rs.
A arrematacao aera fe'rta na forma dos artigos
24 e. 27 da lei provincial n. 286, de'17 de maio de
1851, e sob as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrenia4%ao
compareram na saladas sessoes da mesma junta no
dia cima declarado, pelo meio di, competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o prjfcnle, e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 1 de Vnaio de 1854. O secretario
Ferreira f AnnunciaeSo.
Clausulas especits para arremate
1. Os reparos de que precisa a p '.arva-
Ihos serao feitos de conformidade cora o orearoento
approvado pela directora em conselho e aprsenla-
do a approvacao do Exm. Sr. presidente, na im-
portancia de !:5fB9000.
I 2, O arrematante dar principio; a* ofaraji'no nra-
nualmenle por....... 2:5219000
Pao d'Alho avaliado annualmenle por. 4:0019000
E nos municipios seguinfes as quaes s pagam
aquelles que talham carne para negocio, o* cria-
dores o dizimo:
I.imoeiro avaliado annualmenle por. ,. 3:5219000
Bonito e Caruar avaliado annualmenle
por............2:5179000
Brejo avaliado annualmenle por. ., 1 .-6119000
Gimbres avaliado annualmenle por. 1:1529000
Garanhuns avaliado annualmenle por. 2:9899000
Flores e Floresta avaliado annualmenle -
Boa-Vista e Ex. .' .' ';. .' .' 1:0709000
Nos tres ullimoa municipios, islo he, Garanhuns,
Flores, Floresta, Boa-Visla, e Ex sao arrematados
conjuntamente os impostas a cargo dos collectores
e 20 por cento do consumo de agurdente, conforme
determina o rt. 42 da lei provincial n. 286 de 28
de junho de 1850.
20 por cento sobre a agurdente que for consu-
mida nos seguinles municipios:
Olinda avaliado annualmenle por. .
Iguarass avaliado annualmenle por.
Goianna avaliado annualmenle por. .
Pao d'Alho avaliado annualmenle por.
Nazarelh avaliado annualmenle por. .
Sanio Antao avaliado annualmenle por.
Bonito e Carnai avaliado annualmenle
por......... .
Cabo avaliado tnnualmente por. .
Rio Formoso e Agua Preta avallado an-
nualmenle por........
Serinhaem avaliado annualmenle por.
Limoeiro avaliado annualmenle por. .
Brejo avaliado annualmenle por. .
Cimbres avaliado annualmenle por. .
As arrematarles serio feilas por lempo de 3 annos1
a etntar do 1 de julho do corrente anno a 30 de ju-
nho de 1857, e sob as mesraas condiroes das 'ante-
riores.
As pessoas que se propozerem a esta arrematante
comparecam na sata das sessoes da mesma junta^nos
dias cima indicado: pelo meio dia,competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandou aflfrar o presente e pr>
blicar pelo Diario*
Secreta-te da thesouraria provincial de Pernam-
buco 20Ve abril de 1854.O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnuciacSo.
O lllm. Sr. contador servindo de inspector da
thesouraria provincial, em cumprimento da ordem
do Exm. Sr. presidenta da provincia, manda fazer
pubUco, que no dia 18 de maio prximo vindouro,
vai novamenle a praca para ser arrematada a quera
por menos fizer, a obra da cadeia do Ro Formoso,
avaliada em 33:0009000
A arrematacao ser feita na forma dos arls. 24 e
27 da lei provincial n. 286-d 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas espeeiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerero a esta arrematacao
comparecam na sala das sessoes da mesma junta no
dia cima declarado pelo meio dia, competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ibesouraria provincial d Permun-
buco 15 de abril de 1854.O secretario,
Antonio Ferreira da AnnunciaeSo,
Clausulas, espeeiaes para a arrematacao. .
1.' As obras serao feilas de conformidade com o
orcamento e planta nesta data approvados pela di-
rectora era conselho e apresentados a appprovaeao
do Exm. Sr. presidente da provincia na importancia
d 33:0009000 rs.
2.* O arrematante ser obrigado a dar principio
as obras no prazo de deas mezese eonciai-tas no de
vinte mezes, contados de conformidade cam adispo-
sisSo do art. 31 da lei n. 286..
3.' Para execucao das obras o arrematante dever
ler um mestre pedreiro, e oulro car pina da confian-
ca do engenheiro.
4.a O pagamenlo da importancia ifarrematacio
ser feita em seis prestarles da forma seguiste: a 1.
da quantia de um dcimo do valor da arrematacao
quando estiverem feilas todas as paredes al o nivel
do pavimento terreo, e juntamente o cano de esgoto;
a 2.a da quanlia de dous decimos quando estiverem
feilas todas as paredes exterioras e interiores at a
altura de receber o travejamnto do primeiro a-
ilar, e assentadas todas as grades de ferro das janel-
las; a 3.a da quanlia de dous decimos quando- esti-
ver assentado toda o travejamnto do primeiro an-
dar, fritas todas as paredes at a altura da eoberta,
e embucadas as cornijas; a 4.a lambem de dous de-
cimos quando estiver prompta todaa eoberta, assen-
tado o travejamnto do forro do primeiro andar, re-
bocado e guarnecido lodo o exterior do edificio; a
5.a tambem de dous decimos quando estiverem con-
cluidas ludas as obras e recebidas provisoriamente ;
a 6.a finalmente de um dcimo quando for a otra
recebida definitivamente o que ter lugar um- anno
depois do recebimenlo provisorio.
5.a Para ludo o mais que nio estiver determinado
as presentes clausulas, e nem no orcamento seguir-
sf-ha o que dispoc a respeito a le provincial n.
286.Conforme. O secretario, Antonio Ferreira
da AnnunciaeSo.
Dever segu
Maria, para
trata-se na ra
segu em p
cional D-
te da carga
ro e eacra\
signatario Jos Ba
na ra do Viga
dar.
Para
lem de seguir esle:
la-se para ra
ra da Cru
Para a Balui
hiato Novo Acco'i
com sen consi|
ra da Cruz
- Par
15 do co:
Recife
carga, e an
passageiros;
tamento, etej
ratan
Collegion. 17
do com o capi'
LEILAO
Sexla-feira 1*2
nhaa na^^^H
lao de 3
dras sem ellas,
obras de roarrim
deiras, um limi-
glez de armario,
ouro e prata, 'e
sala, ca lidieirr
vidros p
estante r
0
i dourac'
ara o le'
armaxerr
laitao urna arm
de miudezas di|
bolOes(
i_
de lastre,'
qualquer preco que
Quarta-fetrr
manha, o agente
de M. Carne
orna mobilia
deiris americanas.
^, mesas, lvalo
estampas, eradi
assim co
vajlo melado-!.
eiro e eaqtripad
Brunn T
intervenrao do ageolj
tirnento de fatendasj
quinla-
na sen arraas^^^H
T.F.fTT.AW AtyvTaa-
GORREIO GERAL.
Cartas seguras existentes na adminislraslo do cr-
rete para os senhores:
Anna Joaquina- do S. Jos, Francisco Jos da
Silva e Almeida, Joaquina Maria da Conceicao Vi-
eira e Suva, Jobo dos Santos Sarahiba, padre Ma--
noel (vigaro de S. Loureneo da Malta), Manoel da
Conceicao Percir'a Castro, Raymuodo Nonato da
Silva, Thomaz de Aquino Fonseca Acha-se rccolhido a cadeia da cidade do Recife
a ordem desta subdelegacia por estar fgido, o preto
que diz ser de Manoel Ferreira Barbosa, morador
na Lago da Onr,a. ,
Subdelecacia da fresuezia da Vanea 8da maio de
1854. O subdelegado, Francisco Joaquim Ma-
chado.
O conselho administrativo, em virtude d ao-
lorisacao do Exm. Sr. presidenl*da proviacia, ta
de comprar os objectosseguinles:
Para o 2 batalhao de infantaria.
Bonetecompridos com o n. 2 de metal, 123; pao-
no azul para sobrecasacas e raleas,, covados 585;
holanda de forro, covados 543; chouriras de lia
branca, pares 123; brim branco lizo, varas 865;
grvalas de sota de bistre 123; algodaoziuho para
carnizas, varas 558 J^ianno preto para polainas, co-
vados 60; esleirs de palha de carnauba 223; spa-
los, pares 712; boloes brancas do osso, groaas 10;
dilo pretos de osso, grozas 16 ; pelles de earnej-
ro 100.
1 batalhao de infantaria da guarda nacional.
Bandeira imperial'de sedal; pfanos 2; porte
para a bandeira 1; hasle para bandeira ; apa
de oleado 1.
Para os armazens do arsenal de guerra.
Sola curtida, mh 100; laboas de pioho, du-
ziaslO; papel almaco perlina, resmas 30; papel de
peso, resmas/10; pennas de ganco 800; li
braajfa de 100 foihas 8; livros em bn
foi has 8. }
>" batalhao denfanUrln.
Caldcira de ferro balido
Coropanbi
Pares de coturn 16
Diversos batalU
Mantas de 13a.
Arsenal .
. Costados de pao d'oleo
louio 12.
as que quizerem vend
LQTEfi
Acliau
16doThesr
neiro no di
devem tejr part
do corrente pelo va
aqui deve c
presente st
eos logo
Offerece-
casa de sVJPT*
serview^^^^^^^^H
i ra da Rnr
OOerec
16 auno-
prestin
do S. Antonio, u iniiiiallarti'
-P!
tara
Dreit
gueira n
Preca-se paai* lj
ra da cidade: Ira
-Rosa M.
Antonio dos S
luido seu bas
quim de
poderes,
canda s
cinllio Elesl.
de eoni tahaeaut
sendo que desde J protr
dimenlododiloSr. ElesbSo d.
Desappareceu
escravo de nome C;> **ail
pouco mais o
dedo da mao direita iumas marcas j
chicote as costas, usada, rimi
de algodSo. i ^^H
bastante vel!;
liciaes e capit

jfH
dei
der bies obieetoa
Uo Oi^B^B^B^B^B^Bfl
necimento dn
Jmc de Brito I,
Pereira do Carmo Jun\
dem do Exm. Sr.arreclor geral da inslruc-
co publica, faro saber a quem convter, que esl em
concurso a cadtira de InstrurcSu elemenlar dq pri-
-
s do
do liquidar todas
istransaccfies com a prac, ga aos
^^P&evedores tratem quanto antes de re-
alisarem seus dbitos sem que sejam a isso
forreados.
No becco do Peixe Frito ba exceenle doceae
gniab: quem quizar comprar, dirija-se a dita ta*
lierua, que ahi mesmo se dir o prec^


SHKrVos c colxGes de mola. .
aiu aasnado, sejeiro, e morador na ra
., .-asa deporla larga, ofierect--
l'orrar carros.
-vel, elpara
cja preciso ;
ros ou cabrio!'
rolxoes de i
qoer. t
guarda-se carros
HLI

s-so,* nm escravo del pira lodo ser-
viro de urna casa'cslrangeini: no alerto di Bda-Vis-
ia n. 11.
AHlonio JoaqoimMonleiro, morador Hn Con-
tador, do lermo de Cimbres, faz publico, que appa-
nro Joao Leile jlc A Ibuqucrque, em
craviiihadc
e que

28.
onda u m
; de lodos os
500
40O<
..... 300!
colha 19000 [
^^opalliia 2 voluntes 2.'
... 59000
medicamentos
. 28000 -
^^wlias veHerias

SUPERIORIDAD*
DA
LHA DE BRISTOL
IRILHA DE SANOS.
enero'
DE BRISTOL dala dos
lente mantillo a sua re~
e. recorrer a pomposos
- preparacOes de mrito podem
successu do Dr. BRISTOL lem
t invejas, e, entre ootras, as dos
New-Vork, preparadore-
rilba conhecida pelo no
*
aagencia de Salsa par-
odessem obter, fa-
^^^^^^^b Brislol.
Ara. A. R. D. Sands es-
^tde abril de 1842,
Sr. pr. C. C. Briitoi.
^ohor.
loriemos vendido quanti-
clo de Salsa parrillia de
diicr de suas virludei
Pjulgamos qne a venda da
^^^mmuititsimo. Se Vmc.
^^^Hfcomnosco,' eremos que
uto a nos como a
me. nos responda
m Vmc. vier a esta cidade
usa semelhanle, teriamos
pasa botica^ ra :J de Ful-
^^ftn seguros servidores.
t^^M^R- d. Sands.
.TJSAO'.
i parrilha d Brislol he
| que ella dala desde 1832,
aarecen em 1842, poca na
fd obter a agencia do Dr.
Isa parrilha de Brislol
^^Kstante a concur-
^Bo de outras pre-
^fcular/io em qua-
Incias feilas com o oso da
i enfermidades originadas
ii ex i lo obtido nes-
ind, presidente da
. pelo Ilustrado Sr.
lo em sua clnica, e em sua
o Gamboa, pelo Ilim. Sr.
^^^Hfc do ejercito, e
^^Htttem boje de pro-
ales da salsa para
IMJO o vidro.
^^^Hn-separa a notic-
ie ao chafariz.
Sua
Cabo.
alcanti mudou-se
a Jar ^
a Iralar os pobres
I
rpsia ou gota co-
nraT, rheumatismo, gota, paraly-
. *a, defeitos da falla, do uvido e
dos olfaos, melancola, cepJiaklgia
ou dores de cabera, encliaqueca,
, dores e tudo mais que o povo co-
nliece pelo nome genrico dener-^
JVOSO.
As molestias nervosas requerem militas ve-1
es, alcm dos medicamentos, o eroprego de
outrus meios, que despertem ou abatam a
sensibilidade. Estes meios possilo eu ago-
ra, aos ponhn a disposicllo do publico.
Consultas todos os das (de grasa para os
pobres), desde s 9 horas da raanhaa, al
as duasda larde, ra de S. Francisco (Mnn-
do-Tiovo, n. 68 A.Dr. Sabino Olegario
I Ludgero Pinho.
Avisa-sea quem interesar, que anda est por
se pasar o funeral de certo grande, que montou em
300*000, e que em quanlo nao pagar nao 'so sahir
este, como tambem se dir claramente de quem foi,
visto que lendo-se engolado lodos os meos do bran-
dura e condescendencia, a nada se movern)*, he jus-
to, portanto, que ao menos o publico saiba que foi
dito funeral a cusa doPaciente.
Precisa-sede urna ama que saiba cozinhar e
fazer lodoomaisservcodeuma casa; no largo do
Terco n. 27, segundo andar.
Rebatem-se ordenados : no paleo do Terco n.
18, segundo andar:
O Sr. Gonzalo Marinho Falcao tfm urna carU
na ra do Crespo n. 9, viuda das Alagoas.
Deseja-se fallar a Sra. D. Anna Joaquina do
Sacramento a negocio de seo jnteresse: na ruada
Cruz do Recife n. 66, escriptorio.
Precisa-se de um horaem de meia idade para
reitor de nm engenho: no aterro da Boa-Visla loja
n lo.
O Dr. Thomassin, medico Tranccz, di cn-
sul tas todos os dias uleis, das 9 horas da ma-
ntisa at o meio dia. em sua casa rna da Ca-
deia de Sanio Antonio n.7.
Aluga-se o primeiro andar da easa n. 1*, da
rna Bella, lem quintal e cacimba com muito boa
agua: na ra larga do Rosario n.2* segundo andar.
RESTURANT FRANCAIS. .,
Hebrard l'honneur' de fairc par au public.
qutl vient de recervir de Franca, nm assorlimant
complet de commestibles & Boissons, le toul pre-
miere quelite, sarbu, sacistons d'Arles & de Lvon,
Sancisses daos le Saint-doux & andouiHeles, liar-
colsdc Soisson, liqueurs supertines a maraskius, cu-
rasao, cognac, IrulTes du Perigon, ceps, thon mari-
n, olives, cornichons, variantes, anchoies, huile
fine de Plasnol de Marseillc, Kirck & absinthe suis-
se, vin de Rordeaux, em caisse & aulres qualita.
Joaquim Francisco de Alm lem contratado a
compra de urna parte da casa n. 8 si la no largo
da assembla no Forte do Mallos, com seu proprie-
tario Francelino da Fouseca Coulinlio: se esle ne-
gocio prejudiea a alguem, queira declarar no pra-
zo deoilo dias, findosos quaes ser passada a compe-
tente escriptura.
O abaixo assgnado, leudo cedido o seu depo-
sito de charutos da ra' eslreila do Rosario, scientifi-
ca as pesoasque ahi deviam, que podem ir pagar
seus dbitos na sua loja da ra larga do Rosariatn.
32, onde seus freguezes sempre enconlraro um
completo e variadosortimento.de charutos, tanto da
Babia como da Ierra.Joaquim Bernardodos Reii.
Precisa-se de urna ama para rasa de dous mo-
jos solteiros, para cozinhar e fazer lodo o mais servi-
o-inlerior de urna casa: na ra da Senzala-Nova
n. 4.
9 Antonio Ferreira d 'Cunha faz pulieo, ffi
9 para que ninguem ao depois se chame a en-
A gano, qne a casa assobradada da ra Mova na "5
# esquina do berco dos Goes na cidade da Pa-@
0 raliiba, nao pode ser vendida, pois por morle Kj
do padre Manoel Mara Ferreira da Cunha
9 (em de passar para u annuncianle, e seus co@
herdei
Trecisa-se alusar um pretoescravo para Iraba-
Hios de sitio, nagando-se 12000 mensacs alm do
sustento JJ no sitio que foi do Sr. Paulino, na travaf-
sa doArraial para a Casa Forte.
t Precisa-se de urna esenva para cozinhar, com-
prar e o mais servico ; nos qualro cantos da Boa-
Visla n. 1. i-atB,
Trecisa-se do ama ama forra ou captiva, para
rvico de urna casa de pouca farailU ; na ra'Di-
DIARIO DE PERNAMBUCO, QRJIRTA
servico
re la'n. 76.

Alnga-se urna prelaque Sabe fazer o servicn de
urna casa de familia ; quem a pretender, procure-
na cnntioacao d*ua da'Anrora, cm urna casa do
Sr. Gomos do Crrelo.
Antonio Pereira Metidos vai a Portugal.
-,N rna de Sr. Bom Jesurdas Crioolas lava-je e
engomma-se rom aceiu e perfeisilq. -
0 Sr Antonio Pereira do Lago lem urna carta
na livraria n. 6 e 8 da prara da. Independencia.
Offerece-se um rapaz para caxeiro dejualquer
cast de negocio de atacados, tanto de fazeftfc como
de molhados no Irapjche, o qual dar informales de
sua condneta ; quem pretender annuncie para ser
procurado.
O Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho mi
9 dou-se para o palacete da ra de S. Francisco
**" (mundo novo) n. 68 A.
O abaixo assignado avisa a seus devedors, que
desde j vai chama-losa conciliacao, e execular lo-
dosos meios para qne seja* pago do que Ihe devem,
visto nao o lerem feito em lempo competente, e pro-
testa nao ter a menor conteniplarao com pessoa al-
guma : o annuncianle faz o presente para qoe nin-
guem allegue ignoranciaFrancisco Jos Leilt.
. CHR1STAL0TYP0.
Galena de ricas pinturas pelo antigo e
novo esrvlo.
Aterro da Boa-Visla n. *.
De caixaskquadros, medalhas, alfinetes e pulcei-
ras ha um rico sorlimento para collocar retratos,
por prejo multo baixo.
Precisa-se alugar -ama ama forra ou captiva,
para orna casa eslrangeira de pouca familia, para
tratar de meninas a fazer mais algum servido se for
preciso : na ida da Senzalla Velha n. 60 primeiro
andar, ou na Capunga sitio do Sr. Brito.
Loja ingleza de ronpa feita, rna da Gadeia
do Recife n. 1(3.
Existe nesle eslabelecimenlo nm grande sorlimento
de roupa feita de todas as qnalidades de fazendas
chegadas prximamente de Inglaterra, como sejam :
palilos, casacas, calcas, coiletes, camisas, ceroulas,
etc., e os preeps serao os mais razoayeis- possiveis,
vislo serosystema do dono nao deixar dinheiro sa-
bir anda mesmo com algum prejuizo.
Paulo Gaignu', dentista,
pode ser procurado a qualquer hora emsua casa
na ra larga do Rosario n. 36, segundo andar.
Casa da aferirao, na ra das Aguas-
Verdes n. 25.
O aferidor participa, qne a revisan leve principio
no dia 1 de abril corrente, a inalisar-se no dia 30
de junho prximo futuro: segundo o disposto no
arl. 14 do regiment municipal.
Precisa-se saber quem he nesta prara o corres-
pondente doSr. Joao A ffonso Ferreira Capobre : ra
do Rangel n. 36, segundo andar.
JRIDICO.
^^^B* elementos prali-
!o, acrescenlada,
^^Hi le da reforma,
^^Hkotoris e deflnili-
-ssanle aos prn-
i ir de o conduc-
mm aaa aitetmi es
nlinua a fabricar
alidade
'pao da agricullofa, navega-
:odp' de
n geral, lem
.eos do Sr. Meaqui-
cnal de marutba,
^^MCHIXAS
^^^Hiplelo sorti-
los os melho-
.: i iiaes) de que a
oslrado a. neees-
ixae aUapresjso,
las coreo fundidas,
- formas'de assu-
prensas para di-
iulia, arados de
undos para
rnalhas, e. urna
9 seria enfadonho
existe urna pessoa
eber todas asen.
annonciantes' contan-
M okinas e machinismu,
i compromettem a fazer
ata, petfeicao, e' exacta
i ou desenhos, e instrnc-
I furnecidas.
EUR.
w deciio do consellio
re
mendam o arroba
Hko anlorisado pelo g-
^e Medicina. Este me-
^^^Be fcil a tomar
real desde mais
era pouco lempo,
, as affeccOea da
pncias das sarnas, al-
inde critica e
res; convm aos
e fraqueza
roes ou de
ara. em
que vol-
!g da ce-
de MaBBBBBBBl
LOTERA
Aos 5:0^BBBj
O caolelisl.i Sal
sa ao respeil:
I heles da inesma i
andam no di
lai esli venda i
sua respsoaMKda
desconlo de 8 i >
Bilhetea 6^000
Meios 3000
Otarlos ijoo
Decimos 700
4 Vlgasimos 400
in-
i.l as
i|.- -
'BfOOO
VTOJfJO
1:250JKXXI
50090IM)
25O90OO
SaluMliano de quino Ferreira.
O Se. Manoel Estevt.de Abreu lenlia a bonda-
LL'r "" mpo 0> ""co d sen in-
Precisa-se de um homem que saiba ler e escre-
ver para caxeiro de balcao: na padaria da ra das
Cruzes n. 30.
Aviuvado falecido Jos Antonio da Silva VI-
anna, convida,aos credores de seu finado marid a
reunirem-se no segundo andar da casa n. 10 da
roa da Mpeda, no dia r2do correle pelas 10 horas
da muha, pra deiiberarem e tomarem conheci-
meo do misero estado do casal: a mesma vHiva
pedo por obsequio aos seas benignos' credores qpe
Ihe nao fallem a 13o justo pedido.
O Sr. Joaquim Miqoilioo Souza San-Tiago le-
ona a bondade de dirigir-se a ra do Queimado
n. 25.
-Jos Antonio Leile Guimaraes, retira-se para
Europa. '
Aluga-se o primeiro andar da casa da roa do
Vigario n. 5, contendo ama grande sala, com alc-
va e 3 quartos, lodos bastantes grandes.: quem pre-
tender dirije-se easa cima, que achara com quem
tratar.
Perante o Ilim. 'Sr. Dr. juiz dos ausentes, se
hao de arrematar por venda, a quem mais der, os
bancos, bancos, ferragens, ferramentas, madeiras, e
obras feilas, e por acabar, que foram do fallecido
Joao Frederico Scheredre, coja arremalacao lera lu-
gar na roa da Concordia n. 2, na qainla-Yira 11 do
crrenle, depois das 11 horas da manhaa impreleri-
velmente.
Fagio no dia 24 de abril, am escravo de nacao
de nome Jos, velho. pinta bastante na barba e ca-
bello, lem alguma falta de denles, cor prela, estala
ra regular, calcas acinzenladas, encorpadas, e remen-
dadas no joellip, jaquela de riscadinho miudo, cha-
peo de palha grosso; levou conuigo om taboleiro
cum (amneos que andava veudendo: quem o pe-
gar dirija-se a Iravessa do Rosario taberna n. 1, que
sera recompensado.
O Sr. Manoel Esleves de Abru lenha a bon-
dade de dirigir-se a praca da Boa-Visla n. 7, que
muilo se Ihe deseja fallar.
Aluga-se ama casa com boa quinta na Capunsa,
no principio da estrada que vai para a Baixa-verde:
i Iralar no paleo do Collegio n. 4.
D,. Anna Joaquina de Jess Queiroz Guedcs.
roga aos credores de seu fallecido marido Norbcrlo
Joaquim Jos Guedcs, o favor de apresenlarem suas
coalas. *
Gregorio Aniones de Oliveira faz scienle ao
publico, que deixou de exercer o cargo de agente
de Ieildeg, por assim o ter requerido ao tribunal do
cpmmcrcio, e tendo cedido o seu arraaem de leilOes
da ruada Cruz rts. 23 e 25, ao agenle Vctor Anto-
nio de Rnlo desde o dia 1 de abril do correte,
ez-lhe entrega juntamente de lodos os trastes e
mais objectos que estavam em ser e que pertenciam
a diversos senhores, os quaes podero eutender-se a
este rcspeilo com o dito agente Brito, o declara mais
o annuncianle, que ludo quanlo foi vendido por sua
intervcncSo se acha pago a quera competa, e se por
acaso alguem se julgar com direilo a alguma recla-
niacao, pode drigir-se ao annuncianle dentro do
prazo de oito das, que ser promptameiitesatisfcilo;
no aterro da Boa-Vista n. 86, segundo andar.
*Deseja-se fallar com o Sr. Jos Anastacio de
Albuquerquc, na ra do Cabug loja de Joaquim
Jos da Lala 1-ajozes, a negocio de seu inleresse.
Attencao.
Precisa-se de um capellao para a povoacao de Ca-
poeiras, sendo liem moralisado e instruido: quem
pretender dlrija-te ra Direila n. 76, que se dir
quem est anlorisado para tratar, e declarar as vau-
tageos da capelania.
Antonio Barbosa de Barros,
com sala de barbeiro na ra da Cruz do Recife n.
62, faz scente ao respeilavel publico, e cm parlicu-
(*> oezes qoe vai fazer urna viagem a
tropa para (ratar de sua sode, ficando fazendo
vezes q Sr. Bernardiao da ConceicSo Reg, o
| qual espera que servir com loda promptidao: apre-
| veila a occasiSo em offerecer seu fraco presumo
na cidade do Porto, ra Nova^Be Santo Antonio
*
) hachare! Wilruvio conlinna a leccionarem
para esle lim recommenda-se aos pais de
taca prometle toda a solicitude possi-
veitamento de seusfilhos; lecciona lam-
| bam pela raaohea na praa da Boa Vista em casa do
jsr.GadaoH: a tratar na ruadas Cruzes o.22, pri-
"rumar em
um mojo da 16 a i ido lia
pa, de boa educacao, e'd fiador a sua
r na ra da Senzala Velha, taberna
:ns da Silva.relira-se para a
I Portugal.
-Dcseja^e filiar com o Sr. Antonio Fornandes
Ignacio Cucllw eAgoslinho Jos da
[Mtva a negocio de seus iuterewes: na ra do Cabu-
- ga loja de Joaquim Jqs da Costa Fajozes.
Arreiida-se um grandfe sitio cum bastantes ar-
voredosde frurtas, balxas para copim,'vveiros de
peixe com urna grande casa assobradada com muilos
commodos, senzala, eslribarja, Ir* cacimba, inclu-
sive unta com bomba e tanque : quem o pretender
dinja.se a Antonio Gonealves de Moraes nus Afoa-
dus;ou no Keeife, rna da Cadiea.
J. Jane dentista,
contina rezdir na raKova, primeiro andar n. lu.
AO PUBLICO.
Na armazem de fazendas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
i 'vende-se um completo sorti ment
de fazendas,-finas e grossas, por
precos mais baixos do que emou-
tra qualquer parte, tanto eni por-
cOes, como a retalho, affianc^andcH
se aos compradores um s prero
para todos : este estabetecimento
alirio-se de combinacSo com a
maior parte das casas commerciaes
inglezas, francezas, allemaas e suij-
'sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido; e por
isto oerecendo elle maiores van-
tagens do que outro qualquer ; o
proprietano deste importante e$-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, e arjpublico em ge-
ral, para que venham (a' bemdos
seus interesses) comprar fazendas"
baratas, no armazem da ra do
Collegi#n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
LLOWVY
hrlduos de todas as nacoes podem
leslenninliaras virtudes deste remedio iucomparavel,
que e provar, em caso necessario, que, pelo uso
ellzeram, tem seu corpoe mcmbrosintcirameule
sSos, depois de liaver empregado intilmente oulro
Iralamentos. Gada pessoa poder-se-haconvencer dessas
corasmaravilhosaspela leilura dos peridicos que Ih'as
relatara lodos os das ha muilos annus; e, a maior
parle dellas sao 13o sorprendentes que admiram o.
mdicos mais clebres. Quantas pessoas recobraran!
com esle soberano remedio o uso de seus bracos e
erns, depois de ler permanecido longo lempo nos
ospilaes, onde deviam soflYer a ampulaco Dellas
ha muilas qoe havendo deixado esses asjlos de pa-
decimenlo, para se nao submelterem a essa opcrarilo
dolorosa, foram curadas complelamcnlc, mediante
o aso desse precioso remedio. Alsdmas das laes pes-
soas, na efusao de seu rcconhccimenlo, declararam
esles resultados benficos danlc do lord corregedor,
e outros magistrados, alim de mais aulenlicarem
sua^flirmnliva.
Nincuem desesperara do estado de sua saude 'se
tvesse bastante confianza para ensaiar esle remedio
constan lmenle, seguindo algum lempo o Iralamen-
lo que necessilasse a nalureza do mal, cojo resulla-
ro serla provar incoutestavelraente: Que Indo cura!
O ungento he ntil mais particularmente nos
seguintet casos :
da matriz.
Lepra.
Males das pernas.
. dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picaduras de mosquitos.
PulmOes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuracdes ptridas.
Ti ola, em qualquer parle
que seja
do ligado.
das arlcularcs.
Veas torcidas, ou nodadas
as pernas.
Alporcas.
Cambras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabera.
das costas.
dos memhros.
Enfermidades da culis em
geral.
Enfermidades do anas.
Erupcoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdadu ou fall lor as extremidades. Ulcera na bocea.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Incb.ac.oes.
Intlammaro do figado.
da bexiga.
Vende-sc este ungento no eslahelecimento geral
de Londres, 2ii, strand, e na loja de todos os boti-1 tas, ou mesmo se troca por ama 'asa terrea que nao
Vende-se um prelo sapateiro do meia idade:
na praca da Independencia n. 33, loja de calcado.
"Vende-se urna escrava muito moca, crioula,
perila em habilidades, urna (lila quecozinha, engom-
raa, cose e lava, urna dita quecozinha, lava, e lie boa
quiUndeira, um vicios; um lindo molequedel8an-
rvco, um prelo de 25 an-
i armazem de assuear:

Vende-se urna mulata recollilda, de idade 16
anuos, com ilcumas habilidades; igualmente se
permuta por uin'a negra de nacao, que saiba cozi-
nhar, engommar, etc.: a Iralar na ra da,Cadeia do
Recife n. 44, loja.
RIJA DO QUEIMADO N. 30.
Vcndera-sc facas e garfos de cabo de marfil, obra
multo boa, ditas com cabo de ac de balanco', trin-
chantes de cabo de metal, ditos de cabo de aro, bu-
les e cafeteiras de superior metal prncipe, bandejas
recortadas, obra muilo fina, cuias para farinha, le-
souras para jardineiro, ditas portuguezas para alfaia-
le, lernos de hcelas de pinho de lmannos regulares,
para botar doce, enxadasdo Porto, ditas calcadas de
aro, eouro de lustre marca castello, e outros muilos
objectos, qne se vendem por barato prec,o ; na loja de
ferragens da ra do Qaeimado n. 30.
Vende-se alcatifas para sala o igre-
ja, gnito em conta,' assim como queijosde
prajtopara qualquer prero : em casa de
Adamson Howie & Companhia, ra do
Trapiche n. 42.
M1LHO.
|Vendem-se saccas com milho muito bom, e bas-
tante grandes, por preco commodo; na loja de fa-
zendas do Passeio Publico n. 17.
Vende-se rap igual ao d Lisboa a 2JJO00 rs. ;
quem o lomar nao deixar de preferi-lo a outra qual-
quer pitada, lano pela boa qualdade como pela
constancia de uo liaver falla aos consumidores ; na
roa da Senzala Velha n. 70, segundo e terceiro an-
dares, a
Vendem-se saccas com caf de superior qual-
dade ; na roa da Moeda n. 11, armazem.
Para a_ devocao.
Vendem-se trros engrasados de dfferentes sorli-
monlos, cruzes e vernicas ditos, resistos grandes e
pequeos, quadros doorados com ditos, rosarios de
osso o pao, pas para agaa benla, ramullas douradas
com um ter$o dentro, tudo o mais bem trabalbado
possvet, e por preso commodo ; a elles, que o lempo
he proprio: na frente do Livraraenlo, loja de miu-
dezas de F. A. de Pinho.
' Vende-se feijo mnlalinho muilo bom, em me-
dida de quarla para cima, por preso muito commo-
do ; na ra da Senzala Velha n. 15, taberna.
Vende-se nm silio no lugar de N. S. do Lorelo,
com 130 brabas de fundo e 92 de largura, com 56 ps
de coqoeiros c bistaotes ps de diversas frocleiras;
faz-se lodo o negocio por se precisar de ultimar con-
Veudem-se velas de carnauba sem mistura, em
grandes c pequeas porres, e esleirs de palha de
carnauba: na ra do Vigario n. .5.
Vende-se um excelleole carrinho do 4 rodss
mu bem construido, embom estado; est exnoslo na
------ -------------- --------. (i, onde,---------
'do ajn
Cruz no'
No armazem cdnfronle a loja do Sr. Martins,
pintor, vendem-se doas carrocas novas moit bam
es serv,cm para cavado ou boi, a
saceos com assuca
prompta a seguir viagei
dei do Recife n. 5, loja.
. Na roa do Vigario n. 19 primeiro andar, lem pa-
ra vender-se chapeos de castor brancopor commodo
& POTASSA BRASILEIRA.
hi Vende-se superior potassa, fa- jfa
bricada no Rio de Janeiro, che-
tada recentemente, recommen-
a-se aos senhores de engenho os
seus bons elfeitos ja' experimen-i
tados: na ra da Cruz n. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
FRANCEZE:
de brim
do Red-
k
do Azeite de Pe
priptorio de Novac>
ra do Trapichen. 54
Padaria.
Vende-M ama padaria muilo al
com Tassoji Irmos.
Aluga-se ama sala e urna alcova no primeiro
andar de um sobradinho na ra de Apollo, bom pa-
ra algum escriptorio ou para qualquer ocruparao ;
quem o pretender,dirij-se ao terceiro andar dojjecco
Largo n. 1. 9
No collegio Santo Alfonso rrecisa-sc alugar um
cozinheiro forro ou escravo, e bem assim um inole-
que diligente para copciro.
COMPRAS.
Compram-se pataces brasileiros ehespanhoes:
na ruada Cadeia do Recife n. 54, loja de fazendas.
Compra-se prata braseira e hespa-
nhola : na ra da Cadeia do Recife n.
24, loja de cambio.
Compram-se oncas hespanholas: na roa da Ca-
deia do Recife loja de cambio n. 38.
Compra-se um methodo para violan do aalor
Caroli sendo em bom estado e por preso commodo;
lrala-se na ra da Cruz, armazem n. 2.
Compram-e palncaes brasileiros e hespanhocs
a 1^940 ; ua ra da Cadeia du Recife, loja n. 54.
VENDAS
' Farinha ,de mandioca.
No trapiche do Cunha vendem-se saccas de mui-
to boa*qualdade de farinha de mandioca, e por pre-
ro muilo commodo.
50$000Attencao50#000.
Na ra larga do Rosario n. 22 loja. d Victorino
& Moreira, vendem-se pelo diminuto prego de 50
rs.. a ceixa com calungas pruprios para mandar
vender na ra.
Vende-se o sobrado da ra das Cruzes n. 11;
e aluga-se o segundo dudar do mesmo: a tratar na
ra Direila n. 36, segundo andar.
Vendem-se duas ptimas canoas, sendo urna
para familia, eoatra decarreira: na ra Nova Un
ja n. 4-. .
Vendem-se as madeiras do Iheatrinho da ra
Augusta, sendo parte de forro de luuro, e parle de
pinho: a tratar no mesmo Iheatrinho.
Na taberna n. 1 do uceen do Peixe Frilo, vnde-
se o melhor doce de goiiba que se faz nesla provin-
cia: e quem quizer se desengaar, dirija-se a mes-
ma taberna que saben o preso.
Vende-se.uma spada com pouco uso, por preso
commodo: a tratar na taberna da ra de I lorias n. 31.
Vcudem-se no armazem de \ ictor Lasne, na
da Cruz n.27, couro de lustre de muilo superior qua-
ldade, e charutos' lanceiros de muito acreditada
marca, tudo por preso commodo.'
Vende-se um negro sadio e sem vicio algnm,
com bons principios de padero ; o motivo desla ven-
da se dir ao comprador ; no deposito da ra eslrei-
la do Rosario n. 4.
Vende-se um carro americano de4 rodas, che-
gado ltimamente a esta cidade, e juntamente um
coupe com a competente parelha ; para ver e tratar,
dirija-se ao Sr. Quintciro, na ra Nova.
Cera da nova, em sancas: no caes
daAlfandega, armazem de Antonio An-
nes.
sr Vende-se um negro da Cosa, moso e do bonita
ligura, sem vicios nem achaques ; o motivo por que
se veude se dir ao comprador : na ra do QUcima-
do, loja de miudezas n. 33.
Vendem-se latas com 5, 6 e 12 li-
bras de ameixas francezas de superior
qualdade: na ruadMjGruz n. 26, primei-
ro andar.
Vende-se superior kirechs e abscin-
tlie : na ra da Cruz n. 26, primeiro
andar. *
Vende-se chocolate de Pars, o me*
Uior que tem apparecido ate hoje neste
mercado, por preco commodo : na ra
da Cruz n. 26, primeiro andar.
Vendem-se espingardas francezas
de dous cannos fingindo tronxado, mui-
to bonitas, e por preqo baratissimo : na
ra da Cruz n. 26..primeiro andar.
Vende-se, azeite de nabo clarificado,
proprio para candieiros de mola por ser
milito fino, a 1#800 rs. a medida: po ar-
mazem de C. Astley&'C., ra do Tra-
pichpn. 5.
Vende-se'o engenho Limeirinha, situado a mar
gero doTracunhaem, com 600 bracas de testada e
urna legar de fundo, com as. obras mais precisas, lo-
das novas, eoplimamoenda, com bons partidos,qoe
com 2 carros e 4quar1os podem moer at 2,000 pes
o que he de grande vantagem para am principiante.
He de ptimo assuear e de boa producrSo, tanto de
canna romo de leuunies : vende-se com algum di-
nheiro vista, e/o mais a pagamento conforme se
poder conveiicoRar : os prelendentes drijaiu-se ao
engenho Tamalape de Flores,
carios, drdguislas e oulras pessoas enrarrecdas de
sua venda em loda a America do Sal, Havana e
Hespapha.
Asbocclas vendem-se a 330. 800c 1*100 rs. Ca-
da bocclinha contm urna inslrurro em portuguez
para explicar o modo de fazer uso desle ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum, phar.'
maleutico, na ra da Cruz, n. 22, em Pernarabuco-
Vendem-se seis travs de massaranduba e sa-
pacaia, de sessenla e cinco a setenta palmos, e 10
polesadas de tice, c Iraves de louro de 30 a 40 pal-
illos, o mais barato que he possivel: na roa do Ro-
sario larga taberna n. 9.
Vende-se ama parle do engenho Arand da
freguezia daEscade, cuja parte offerece vantagem a
quem a quizer comprar por ser do valor da terca
parte do engenho como se ver vista dos documen-
tos que o vendedor entregar ao comprador, e o dilo
engenho ser de agua, inocule e corrale, distante
desla prasa 10 leguas ; quem pretender, dirija-se ao
engenho Uhaquinha, em Serinhaem, a tratar com
Thom Joaquim de Oliveira.
Vendem-se saccas com muito superior milho,
por commodo preso; no terceiro andar do becco
Largon. 1.
L1NGXJAS DO RIO GRANDE.
Vendem-se linguas seccas do Rio Gran-
de, muito novas : Ua ra da Praia, arma-
zem n. 66.
f Vende-se por ser a ultima prasa do Dr. juiz da
segunda vara do civel urna casa terrea no aterro da
Boa-Visla n. 27, c urna dita no fondo da mesma de
am andar.
Pianos.
Em casa de Rolhe Bidnulacrua do Trapiche o. 12,-
tem para se vender 2 ptimos pianos.
Taixas de ferro.
Veudcro-se taixas de Trro tanto fundidas como ba-
tidas, em casa de Rothe Bidoulac, ra do Trapiche
o. 12.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro jior preso commodo,
para fechar cartas, no escriptorio de Rothe Bidoulac,
na ra do Trapiche n. 12.
Folhade Flandres.
Folha de Flandres (charcoal) de ptima qualdade,
vende-se em casa de Rolhe Bidoulac rna do Tra-
piche n. 12.
Vendem-se 8 escravos, sendo ama ptima mu-
lata boa costorera e engommadeira, 2 escravos de
nacao, am delles bom canaciro, 5 ditas moras de
bonitas figuras com algamas habilidades, tendo urna
excedente leile e sem cria: na ra Direila n. 3.
Na Iravessa da Madre de Dos n. 9, vendem-se
as afamadas bichas de Hamburgo por preso com-
modo, assim como lem para vender o muilo supe-
rior papel chamado marfim, dlo perlina, dilo de
machina, dito de peso, tudo chegado agora.
No aterro da Boa-Visla n. 80, vende-se vinho
Lisboa bom a 280 e 320 rs., gomma para engom-
mar a 39000 a arroba e a 100 rs. a libra, feijo mu-
latinho a 320 rs. a ruia.ebranco a 240, gruguluba
* 240, fradnho 320, tapioca a 120 rs. a libra.
ATTENCAO'.
Chitas caboclas de quatro palmos de
largura pelo baratissimo prego de 200 rs.
o covado, ditas miudinhas de diversas co-
res a 160 rs. cobertores de algodo muito
grandes a 640 rs. : na ra do Crespo n.
16, segunda loja. quem vem da ra das
Cruzes.
1 BAZAR PERNAMBCANO.
Nesle estabelecimeni se encontrara latas
com bolinholos inglezes, pelo diminuto preco
9 de 29OOO rs. cada urna; assim como urna ca- A
xinha com mais de oilenla duzias de calungas
f>_ para folguedos de criansas por muilo pouco
dinheiro: e quem duvidar vetolia comprar,
da
LOTERA DE N. S. DO MVEtAMENTO.
Aos 5:000000 e 2:000($000.
Na ra to Cabug, bolica de Moreira e na ra do Queimado, loja de fazendas de Bernar-
dino Jos Monleiro & Companhia, vendem-se bilhe-
tes e meos da dita lotera, que corre no dia 12 do
corrente mez, os quaes sao do cautelista Salustano
de Aquino Ferreira, que paga os dous primeiros pre-
mios grandes sem o desconlo de oilo por canto do
imposto geral.
Bilheles 69000 5:000000
Meios 39OOO 2:5009000
MANUAL DE TABELLIAO'.
Vende-se na.livraria n. 6 e 8 da praca
da Independencia.
Vende-se a casa terrea, sita na Soledade n. 6:
quem a pretender, dirija-se ra do Qaeimado n.
7, loja da Eslreila, de Gregorio & Silveira.
Pelles de guara'.
Vendem-se pedes de guara, chegadas ltimamen-
te do Waranhao : na ra do Queimado n. 51.
Vende-se ou Iroca-sc por urna negrinha, doas
casas leu-eas silas na Capunga n. 41: a tratar no So-
ledade, taberna n.l.
* Venda|se urna escrava, crioula, com idade pou-
co mais ou menos, propria'pan todo o serviso: quem
a pretender, dirija-se ra dos Burgos, Forte do
Mallo n. 31. ,
Nos Qualro Cantos 11.1. taberna, ha superior
queixo do sertSo por commodo preco.
Palitos francezes.
Vendem-se palitos franceses de brim de linho o
brelanlia a 39000 e 49OOO, dilos de alpaca a 8l<000,
ditos de panno fino a I69OOO e I83OOO, ludo da ul-
tima moda e bem acabados.
Fazendas de gosto.
Vendem-se romeiras de cambraia bordada com la-
50 e flor de seda a 39500, visitas de fil e cambraia
bordada com 'enfeites 7j000, capotiohos de seda pre-
la e de cores com coete e sem elle a 129 e 159000,
corles de casaca de seda a 129000, laa escosseza de
quadros e lislras, fazenda novaedegoslo a l9000rs.
o covado, chapeos de seda e de bloude para sehhoras
a 129 e 149000, cortes de cassas francezas de 'arra e
babados com 11 1|2 varas a 59000, chitas france?.isjtedas asqualidades.
exceda muilo do valor do dlo sitio : quem laes ne-
gocios quizer fazer, dirija-se ra de Horlas n. 82.
Veudc-sc um escravo de 35 aonos, bem para
Irabalhar cm algum sitio, por ler disso ortica, e
tambem sabe Iralar de cavado : he muito slio, c
nao lem o vicio de se embriagar, e nem de fugir ;
quera o pretender, dirija-se a roa Direila, rasa jun-
to t padaria, n. 67. Vende-sc por preso enconla, e
o motivo da venda se dir ao comprador.
Vendem-se as casas terreas n. 72 da rna da
Santa Rila, n. 67 da do Jardim, e ns.'68e 106 da
das Cinco Ponas: na ra Direila n. 40, segundo
andar.
Vende-se trinca! de superior qualdade, pelo
barato preso de 720 rs. a libra, ou em porsao a 700
por libra; na ra Nova, deposito de caldeireiro n. 27.
Grande e variado sorti ment de fazendas
baratas, na ra do Crespo n". 14, loja
de Dias & Lomos.
Chitas saragosanas escuras milito fixas e muito
recommendaveis por sua boa qualdade, padrees
anda nao apparecidos, a 160 e 180 rs. 01 covado ;
sarja de laa de duas larguras muilo cncorpada, a
640 rs. o covado; riscadnhos de linho muilo finos,
a 640 rs. o cuvado; algodao transado escuro, panno
couro, a 180 rs. o covado: ganga amarella muito
superior; a 360'rs. o covado; rim transado de al-
godao muito encorpado a 800 rs. o corte: coberto-
res de algodo grandes, a 640 rs.; pequeos 600 rs.
cada am; pesas de cambraia muito finas com 8 %
varas, a 49000 rs. e a 560 a vara ; camisas de meia
muilo elsticas, a 19200 rs. cada urna ; alpaca pre-
la de duas larguras a 400 rs. o covado ; damasco de
laa de todas as cores muilo superior, a 800 rs. o
covado ; e oulras muitas fazeadas mais baratas do
qeem oulra qualquer parte,pao-se amostras das
chilas com penhores.
Vende-se setim preto lavrado, de moilo bom
gosto, para vestidos, a 29800 o covado: na ru do
Crespo, loja da esquina que volta para a cadeia.
ATTENQAO'.
Na ra Direila n. 19,-ha para venderse os se-
grales gneros:
Bolachinha ingleza muito nova. 280 f
DiM de aramia, franceza 480 $
Farinha de tapioca muilo alva. 140 n
Dita de aramia. 200
Amendoas descascadas. .320
Cas la n lias do Porlo. 120 1)
Espermarete americano. 900
Cha superior. ', 29240 t
Dito brasileiro. 19500
Alelria nova. 280
Macarrao. 280
Talhcrim. 280
Linguisas, superior qualdade. 440 a
l'aios e salpcOes do Furto. 480
Toucinho de Lisboa. 400
Queijos muito novos. 19700
Cevada nova: 120
Vinho de Lisboa, garrafa. 400 o
Dilo engarrafado do Porlo (sem casco) 480
Manteiga ingleza muilo boa. 500
Todos esses gneros se responde pela qualdade.
, Trancas de seda.
Chcgou a loja de miudezas da ra Direila n. 83,
um rico sorlimento de transas de seda do gostos os
mais delicados possivel, tanto as prelas como as de
cores, allianra-se que os presos s3o favoraveis aos
compradores, e a qualdade nao- desagradar a
quem as vir.
Malas para viagem.
Grande sorlimento de todas as qnalidades por pre-
co razoavel: na ria do Collegio n. 4.
Vendem-se 4 escravos, 1 mulato de 20 annos,
1 moleque de 17 annos, 1 preta lavadeira e engom-
madeira, 1 preto de 40 annos e 30 travs de pao dar-
co : na ra larga do Rosario n. 25.
Meios bilhetes da loteria do Livramento.
Na roa do Livramcnlo-Joja de ralrado n. 35, ven-
dem-se a 29700 meios meles, cujas rodas andam
imprctcrivelmenle 110 di 12 de maio ; os bilhetes
desta casa tem approvado.por quanlo lem sempre sa-
ludo algumas sorlcs grandes, pelo que vale a pena o
acrescimo de 200 rs. de lucro.
Vende-se am cofre de madeira com arcos de
ferro muilo forte e com tres fechaduras muito segu-
ras, por preso commodo: na ra d Senzala defron-
le da loj 1 do Sr. Martins, pintor.
Vade-mecum dos homeopathas ou
o Dr. Heringtraduzidoem por-
tuguez.
Acha-sc a venda esU importanlissima o-
bra do Dr. Hefng no cousullorto horewo-
palhico do Dr. Lobo Moscoso rila do Colle-
gio 11. 2">, )o andar.
de padroes modernos a 320 o covado, corles de cam-
braias bertas de todas as cores a 3-2000, chales de
laa eseda a; 29000, lenros de seda para pescoso a
29000, meias de seda preta e de cores para meninasc
senhoras a 29 e 29500 o par. e outras fazendas de
goslo, que vendem-se baratas, dando-se amostras
rom peulior; ua roa Nova, loja 11. 16, de Jos Luiz
Pereira & Filho.
Pannos finos e casemiras.
Vende-se panno fino prelo superior a 29800,49,
5, 69 e 7#0OO o covado, dilo verde escuro a 49000,
dito azul para fardas da guarda nacional a 39 e 49
rs. o covado, casemiras piolas a 69. 79, 89, 109 e 129
rs. o corte, ditas de cores a 49.OO e 59OOO : na ra
Nova, loja n. 16, de Jos Luiz Pereira & F'illio.
Quem deixara' de comprar.
Farinha de mandioca em sacras, muilo boa, che-
gada ha pouro de Maraaniiuape: na ra larga do
Rosario, taberna n,,
Vendem-se correntcs de ferrojisadas, tent fi-
nas como grossas, as quaes cstS(XcnNBi|o I 1 es-
tado, e por preso imiiioVominndo : na ros n-
zala, armazem defronle da loja do Sr. Mari,
lor. No mesmo armazem compram-se ferros
cobre, lalo e oulra qualquer qualdade de 1-
assim como brins, lonas e outros pannos velhos c. .
Vende-se um preta qu* sabe cozinhar o diario
de urna casa: na ra do Livramento n. 1.
Vendem-se tres bonitas armarios de amarcllo,
envidrarados, proprios para biblioteca ou outro qual-
quer eslahelecimento, por seren muilo bem feilos;'
assim como urna mesa de mogno para janlar qne ad-
mitte mais de 40 pessoas, e oulrm trastes que se do
por preso muito commodo ; no armazem do eorre-
lor Miguel Carneirn, na ra do Trapiche, ou da ra
da Cruz n. 34.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba chegada agora do Ara-
rat y : na ra da Cadeia do Recife n. 49, primeiro
andar.
SAL DO ASSlU'.
Vende-se sal chegado agora do Ass, a bordo do
hiato Anglica : a tratar na rna da Cadeia do Recife
n. 41, primeiro andar. s~~~
Semen tes novas.
Vende-se no armazem de Antonio Francisco Mar-
tins, na ra da Cruz 11. 62, as melhorcK scmenles re-
centemente chegadas de Lisboa na barcia porlugueza
Margarita, como seja : couve Ironxud'a, qionvarda,
saboia. fejao carrapalo de duas quiljklades, ervilha
torta e direila, coenlro. salsa, nabos/e rabanet'es de
Fazendas barata'.
Vendem-se casemiras francezas, p adroes modernos
e muilo elaslicus a 49000. 49500 e 59000 o corle, di-
las meias casemiras a 29800 o crte., panno Goo azul
para fardra de guardas narionaes a 39500 o covado,
selim prelo Macao a 39000 o cavado, casemiras pri J
Us a 29200, 29100, 29800 e 39000 j covado: na n
respo n. 15, loja de Andr ui Iherme Bracken-
feld.
Saccas com gom'mai
e velas de carnauba simples, lado chegado ltima-
mente do Aracaty ; na rna da Cruk do Recife n. 31,
taberna de Luiz Freir de Andrad
650
Vendem-sc na ra da
6">0 lijlos de inarmorc;
estado.
Vendem-se relogios de ooro e prata, mais
barato de qne em qualquer oulra parte :
na prasa da Independencia n. 18 e 20.
Chapeos pretos francezes
a carij, os melhores e de forma mais elegante que
tem vindo, e outros de diversas qualidades por rae-
nos preso que em oulra parte : na na da Cadeia do,
Recife, n. 17.
Xtepoiito da fabrica de Todas o Santo* na Baha.
Vende-se, em casa de N. O. Bieber &C, na ra
da Cruz n. 4, algodao trancado d'aquella fabrica,
muito proprio para saceos de assuear e roupa de es-
cravos, por preso commodo.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, h a
para vender, chegado de Lisboa presentemente pela
barca Olimpia, o seguinte: saccas de farello muilo
novo, cera em grume e em velas com bom sorli-
mento de superior qualdade, mercurio doce e cal
de Lisboa em pedra, novissima.
Vendem-se em casa de Me. Calmen t & Com-
panhia, na praca do Corpo Santo n. 11, o seguinte:
vinho de Marseilleem caixas de 3 a 6 duzias, linhas
em novellos ecarreleis, bren em barricas muito
grandes, aro de mila sortido, ferro inglez.
1 AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moqr. Ra
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a lia-
ver un* completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ierro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
aos senhores' de engenho.
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e holLindezas, com. gran-
de vantagem para o mellioramento do
assuear, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ra da
Cruz, n. 4. i
SANDS.
SALSA PARRILHA. *
Vicente Jos de Brilo, anico agenle em Peroam-
buco de B. J. D. Sands, chiraico americano, faz pu-
blico que tem chegado a esta praca urna grande por-
Sao de frascos de salsa parrilha de Sands, que sao
verdaderamente falsificados, e preparados no Ro
de Janeiro, pelo que se devem acautelar os consu-
midores de (So precioso talismn, de cahir neste
engao, lomando as funestas consequencias que
sempre coslomam Irazer os medicamentos falsifica-
dos c elaborados pela mao daquellcs, que anlepocm
seus interesses aos ma*es e estragos da humanidade.
I'orlanto pede, para que o publicse possa livrar
desla fraude e dislingua a verdadcjra salsa parrilha
de Sands da falsificada e recentemente aqui chega-
da ; o annuncianle faz ver que a verdadeira se ven-
de nicamente em sua bolica, na na' da Cnnceirio
do Recife n, 61 ; e, alm do receiluario que acom-
panha cada frasco, lem embaixo da primeira pagina
seu nome impresso, ese achar sua firma em ma-
nuscriplo sobre o nvoltorio impresso do mesmo
f reos.
Na ra do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, sclio-
tickes, mpdinlias tudo modernissimp ,
chegadojcTo Rio de Janeiro.
FARINHA DE TRIGO.
Vende-fe no armazem de Tasso Irmos, farinha de
triga, de lodas as qualidades, que existem no mer-t
Milita attencao.

Cassas de quadros muilo largas com 12 jardas a
29400 a pesa, corles de ganga amarella- de qoadros
muilo lindos a 19500, cortes de vestido de cambraia
de cor com G 1|2 vara, muilo larga, a 29800, ditos
com81|2 varas a 39000 rs., corles de meia rasemira
para cah;a a 39000 rs., e oulras muitas fazendas por
preso commodo : na ra do Crespo, loja da esquina
que volta para a Cadeia.
Ajenelade EdwU Maw..._ --'
Na rna de Apollo n. 6, armazem de~Bc. Calmon
cV Companhia, acha-se constantemente bons sorli-
mentos de taixas de ferro coado e batido, tanto ra-
sa como fundas, moendas inetiras todas de ferro pa-
ra auimaes, agoa, etc.; ditas para armar em madei-
ra de lodos os tAianhos e modelos os mais modernos,
machina horisontal para -vapor com forsa do
4 cavallos, cocos, passleiras de ferro estnbado
Eara casa de purgar, por menos preco que os de co-
re, esco vens para navios, ferro da Siecia, e fo-
lhas de flandres ; ludo^Hir barato preco.
Na ra da Cadeia do Recife n. 60, arma;
zem deHenrique Gibso'n,
vendem-se relogios de poro de sabonele de patente
inglez, da melhor qualdade, e fabricados em Lon-
dres, por preso commodo.
. Vendem-se pregos americanos, em
barrs, proprios para barricas de assu-
ear, e alvaiade dezinco, superipr qual-
dade, por preeps commodos: na, ra do
Trapiche Novo n.16.
Na rua'da Cadeia Vellia n. 52, em casa de
Deane Youle & Companhia,
vende-se nm carro americano de rodas ; pode ser
vislo na cocheira de Poirrier. no aterro da Roa-Vista.
Vende-se um completo sorlimento de fazendas
pretas, como : panno fino prelo a 39000, 49000
5*000 e 69000, dlo azal 39000, 49000 e 59OOO, cal
semira prela a 29500, selim preto muilo superior ,
'39000 e 49000 o covado, sarja preta hespanhola 29 e
29500 rs., selim lavrado proprio para vestidos de se-
nhora a 296OO muilas mais fazendas de muitas qua-
lidades, por preso rommodo : na ra do Crespo loja
n. 6. '
Velas de carnauba.
Na ra da Crux n. 15, sesundo andar, vendem-se
velas de carnauba, puras e compostas, feilas no Ara-
caty, por menos preco do que em outra qualquer
parte.
Vendem-se cobertores brancos de algodao gran-
des, a 19440 ; ditos de salpico tambem grandes, a
19280, ditos de salpico de tpele, a IsiOO na ra do
Crespo loja n. 6.
Taixas para engenhos.
, Na fundicab' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Brum, passan-
do o cbafariz continua liaver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-sc a venda,, por
,-precp commodo' e com promptidao'
ou carregam-se em carro
a#co
Aos senhores de ,engc
Cobertores escaros de algodao a t
lo grandes e encorpado a 19!
loja da esquina que volta para a Cadeia.
Grande pecliinchr
Vendem-se corles de casa do M^^^H
fixas, pelo baratissimo preso de );,-!>'-'i
rna Jo Crespo n. 5.
Devoto Chrsl
Saho a Ioz a 2. ediso do livrinbo j
Devoto ChrisU1o,mais correcto e acresc1
se unieamenle'n livraria n. 6
dependencia a 640 rs. cada exemplar. !
Redes acolchoadas,
brancas e de core* de um s pa
de bom goslo : vendem-se na ra do C|
esquina que vglta para a cadi
M CONSULTORIO H(
do
DR. P. LORO 1
Vende-se a melhor de lodas as obras
Tiomopalhica tar O NOVO MAN
JAIiR ^5 Iraduzido em porlu
A.Lobo Moscozo, coutendo um no
portanlesexplicasoes sobr a appl
dieta, etc., etc. pelo traductor : qualro]
cadernados em dous
Diccionario dos termos de medicina,
tomia, pbarmacia, etc. pelo Dr. Moscozi
nado
lima carteira de 21 medicamentos com
eos de linduras indispensaveis
Dila de 36.........
Dila, de. 48 '......
Urna de GOlnboscnm 6 frascos delim
Dita de 144 com 6 ditos .....
Cada carteira'he acompanhada de um
das doas obras cima mencionadas.
Carteiras de 24 tubos pequeos para alsij
beira..... T ..... ^
Ditas de 48 ditos.....'..."']
Tubos avulsos de glbulos ....
Frascos de roeiaouca de lindura
Ha tambem para vender
tubos de crystal muilo fino, vi
manhos.
4
commodo
embarca m-se
sem despeza
Vendem-se cobertores de algodo grandes a 640
rs. c pequeos a 560 rs. : na ra do Crespo nume-
ampi-ador.
nde quantidade de
ed
000
langueira 11. ;">,
IratciScem bom
Deposito de vinho de cliam- -_
pagn^thateau-Aj, primeira qua- S
hdade, de propriedade do condi S
de Mareuil, ra da Cruz do Re- \
cife n. 20: este vinlio, o melhor "
de toda a champagne vende- O
sea36$00Ors.cadacaxa, acha- i
se nicamente emeasa de L.
comte FeronjSt-Companliia. N. B.
Ascaixas-sao marcadas a fogo
Conde de Mareuil. e osro
das garrafas sao azues.
*-Po. loja n. 12,
ntjAte igrej, e por preco coinraodo.
)tul
dain asco de
A superioridade dess medir ru1
todos reconhecida, e por isso disper
N. B. Os senhores que assignarai.
obra do JA1IK, anles de publicado!
den mandar receber esle, que ^
PUTroenlo de preco.
-He haralissimo por 609000
de padaria com 4 reparlimenlos, muj
quem o vir nao deixa de compn:
ruao & Companhia : na ra Direila u,
Attencao
Na ra do Passeio n. 13, vende-se
ras de cor, pelo barato preco de loj
brins de quadros de bom gosto 32J
chales de laa e seda por*23P0'
fazendas por precos commodos.
>Na loja de fazendas esquina do
26, e no armazem de Jas Joaquim f1
lo 110 caes da alfandega ra de
arniacem de Francisco tucd.
ainda saccas com superior mil)
te lambem lem barrs com 8 libra
Lisboa pruprias para cisas parlical.
de he superior por lerem sido atli^^^H
urna familia particular.
NOARIAZEI
EG0HPfl|^^^^^^^H
ha para vender o segun
Oleo de linhaqa em latas de 5 galocs.-
Champagne, marca A. C.
Oleados para mesas.
Tapetes de laa para forro desala.
Formas deolha de ferro, pintadas, pal
fabrica de assuear..
A90 de MiIao.sorldo.
Carne devacca em samoura.
Lomis da Russa.
Lazsirinas e clavinotes.
Papel de paquete, inglez.,
Brim de vela, da Russa.
Relojiios de ouro, patente inglez.
Graxa ingleza de verniz para* algisev-
Arreos para um edous"cavallos, g
cido sd prata e de lato
Chicbfos e lampeoespara carro e c;
Couros, de viado de lustre para c<
Cabecf. das-para montara, para
Espora s de acp prateado.
ABADOS DE FERI?
Na fundicao' de C. Star
Santo Amaro acha-se para
dos de ferro de superior qi;
OCEO DE LINHAfA E P
vende -se em a botica de!
Francisco de SoUza, ru& larg^
u. 06
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurpra em Santo
Amari, e tambem no DE S1T01 na )
ra do Brum logo na entrac ron""^^.
te'do Arsenal de Marinha lia' sempre I
um g rande sortimento de taichas tanto
de fa.brca nacional como estrangeira, '
batide^, fundidas, grandes
razas, e fundas ; e em ambos \
exista -xi quindastes, para cu^fc
Poas, ou carros livres de da lza. Os'
precos sao' os mais commodos.
Navallias a contento e teso
Na ra da Cadeia do Recife n.48, primeiro an-
dar, es-Tiptorio de Augusto C. de Abreu, contiuu-
am-se a vender a 89OOO rs. o par (preso fixo) as j
bem condecidas e afamadas avalhu de barba feilas
Selo hbil fabricante que foi premir osicao
e Londres, as quaes alm de duraran eitraordina-
riamenle nao se sentem no rosto naacc.".
vendem-si com a condisao de, nao agrad
rcm os compradores devol ve-las al ISdUsdepoBda
compra,, resliluindose o importe ; 11 casa
ha ricas tesourinhas para uuhas feitas pelo mesmo
fabricanhi.
O.PT1MO VINHO DE COLLARES,
em barra de 7 em pipa : no escriptorio de Angosto
C. de Abre u, na ra da Cadeia do Reate n. 4>-
meiro andar.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio 24 do correnle um prelo crioulo, de
nome Pedro, bonita figura, sem barba, beicos gros-
sos, panos o o rosto, ps grandes, signaesinliRus de
relbo as ci> tita o pescoso,. onde talvez lenha signal
do gancho ci un que eslava, e com o qual fugio: he
raajiolo, e fa lia enchendo um jkiuco a bocea de lin-
gos : quem 1 > pegar.leve-o ao eseriptorio do doulor
Vicente F. O ., no paleo do Colle Idino
Ferreira Gomes, no silio do fallec
Casa Fort?., 011 de ser recompen
Fugio no dia 25 do-con
de nome Vicenile com .os
sen la ler 30amios,bcn^^H
bdo das pernaa ( he moit afl|
camisa de meia. lTOla, cal^a
porm he de sd| >por que mu
cravo lie propriedade >
gado, schlior do ingenho Cc
quem o pegar o 1 der 11
penssado
CSCr.T I 0f^^^^^^BBBBBBBBBBal
nos pou;
bajo i
e

I
is diss vender
I vislo no ser
.scravo pcrlcncc a re
da Rocha PinUsmorador 110Rio de Janeiro: quem
o pegar p o lev ac a rna da Cadeia do Recife, loja n.
.1, receber do .abaixo assignado 2009 r. de gralilf-.
raro. Jn/01 lio Bermrn la: de Crralhn.

*,- T; r. 4*m r. Farta.-liM


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