Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01550


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Full Text
NNO XXX. N. 105.
#
r

i

Por 3 mczes adiantados 4,000
''H^^B^Hba' vencdoo BAA
i^^HRIPCAO'.
aria; Rio de Ja-
lartins; Babia, o Sr. F.
;r. Joao^iim Bernardo de Ufen-
, o Sr. Jos Rodrigues da Costa; Na-
m Ignacio Pereira; Aracaty, o Sr,
es; MaranhSo.o Sr. Joaquim Marques
ir, o Sr. Justino Jos Ramos.
Por amo adiantado 15,
cambios. .
Sobre Londres 27 3/4, 28 a 28 i/8 d. por 19
Paris, 340 a 345 rs. por 1 f.
Lisboa, 95 pvr cenlo.
Rio de Jajjeiro* 11/2 a 2 porO/n de rebate.
Accoes do banco 10 O/o de premio.
da companhia de BeberiSe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Discanto detetlras 12 0/0
METAES.
Ouro. Oncas hespanholas. 289500 a 299000
Moedas de 69400 velhas. 169000
de 69400 novas. 169000
de 49000......99000
.Prata. Pataches brasileiros......19930
Peso columnarios......19930
mexicanos.......19800
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda,' todos os dias.
Caruar.'Bonito e Garanhuns nos dias 1 e 15.
Villa Bella Boa-Vista, Ex e Oricury, a 13 e 28.
Goianna e Paralaba, segundas e'sexlas feiras."
Victoria, e Natal, as quintas feiras.
PREAMAR DE MOJE.
Crimeira 1 hora e 18 minutos da da tarde.
Segunda 1 hora e 42 minutos manhaa.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundas e quintasfei'ras.
Relajo, tercas feiras e sabbados.
Fazenda, tercas e sextas feiras s 10 horas.
Juizo de Orphaos, segundas e quintas s 10 horaS.
l.'varadocivel, segundase sextas ?o meio dia.
2.* vara do civel, quartas e sabbados ao'meio dia.
Maio
PARTE 0FF1CUL.
ES.
5 Quarto crescente as 7 horas, 11 mi-
nutos e 48 segundos da manhaa.
12 Luachei a 1 hora, 18 minutos e 48
segundos da tarde.
19 Quarto minguante as 4 horas, 14
minntose 48 segundos da manhaa.
26 La nova as 6 horas, 28 minutos e
48 segundos da tarde.
MINISTERIO DO IMPERIO.
-Rio de Janeiro.Ministerio' dos ne-
impcrio em (3 de abril de 185{.
,vm. Sr. Levei i augusta presen; de
.0 imperador o olcio n. 13 dessa presiden-
a dala de 21 de outubro de 1852, insimulo
m vares documentos, submettendo ao governo im-
ritl deliberarlo que lomou de annnllar as elei-
rereadores e juizes de paz que liveranrlu-
em 7 de selembro do mesmo auno na freguezia
a de Pedras, pertencenle ao municipio da Ca-
te Maraj dessa provincia, e demandar pfo-
ovas em vista das segnintes irregularidades:
1. Ter-se em iim roesmo dia organisado e mesa
ichial, recebidu todas as sedlas, e feila a apu-
racao.
assignado a acta do recebimenlo das se.
na apurarAo un cididAo, qae nao fszia par-
eas, lem constar da dila arta a ratAo porque
k dispensado o membro subst luido.
Ido de noventa c fres o numero das se-
cenidas, e somma em os volos apurados seis-
i vinte um do que resulta urna diminuirlo
rala votos.
moto Aaguslo Senhor de ludo informado,
ir bem, por sua immediata resolucSo do 1.
ite, couformar-se com o parecer da seceso
[ocios do imperio do conselho de estado exa-
insulla de 23 de marco ultimo, mandando
V. Ex.,que merecen sua imperial apro-
ererida deliberaran em virtude do primeiro
oto, visto que no proceso dessa eleirSo
Iropelamento de funcrGes e reunan do aclos
i a le manda separar, exercer e pralicar em dcler-
lado lempo, e'de certo modo, o que vicia essen-
la a cleieSo : curaprindo-me enlrelanlo pre-
le que, a nAo dar-se semelhanle circomslan-
podera ser approvada a medida em qneslAp,
0 que as duas ultimas irregularidades com
qaanlo provadas, nao tem so por isso o alcance da pri-
** | para minificar qualquer cleirAo ; porque essa
de meneio na acta e o engao de pequea
contagem dos "votos podiam ser explicados
lo a pao viciarem'o processo eleitoral, Como a
>' d lerceira irregularidade jn foi resolvido
n. 62 desta repattirao do 21 de fevereiro
wsso. O qoe communico a V. Ex. para
menlo c governo, e para que o faja cons-
ra municipal da mencionada villa da Ca-
choeira de Maraj. .
arde a V. Ex. ir Pedreira Mcoulo
Ferrar.Sr. presidente da provincia do Par.
;3o.Rio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios do Imperio, em 17 de abril de 1854.
lia. e Exoi. Sr.Foi presente a ua magestade
dor o oflicio do antecessor de S. Ex. datado
e levcreiro do anno passado, sol) o n. 15,
1 acompanharam diversos documentos, solli-
do governo imperial approvacau da deci-
r elle proferida sobre o fado de ter a mesa
il de S. Paulo de Olivenca, por occasiso da
i vereadores e juizes de paz, a que all se
i em 7 de setembro-de 1852, rcmeltido
laioipal da villa de Ega, sem ter apurado
recetadas paia a eleicAo de vereadores,or-
mesma cmara, por portara de 11 de ja-
lao cima referido, que, sobrestando na
, ofliriisse ao juiz de paz mais votado da-
arochia no q'uatrienio passado, afim de pro-
mira tleicao, para a qual foi marcado o dia
eguinle, visto qoe a primeira nao po-
i^^^B aprovada.
i augusto senhor, de ludo sciente houve
bem. por sua, immediata resolnrao de 27 do cur-
ie, conformar-se com o parecer da serro
' do imperiodo conselho de estado, exa-
em consulta de 16 do mesmo fnez, mandando
Irtr a V. Ex;, que mereceu** sua imperial ap-
covajaj dila resolucjn de seu antecessor, por ser
doutriua do aviso de 11 do Janeiro de
is que sendo ctente a nullidade de tal elei-
I razao de nao terem do apuradas pela mesa
ehial de qoe se traa, como lhe cumprja, em
le reeulamenlar das eleicoes, as seguas
ebeu para vereadores, devia com efleito pro-
eja nova eleicao pa mesara parocliia, no caso
Mlluir esla, pelo numero do* seus cidadflos
naioria do municipio; cirrumslancias que
idenc nao podia deixar de verificar, qu-indo
loBloa mencionada resolufao.
Ao que aceresce, que actualmente, quando mes-
ireumslaocia nao tivesse sido previamente
examina nao seria razoavel que oulra decisao
lanada, visto como diversos avisos de governos
aaler taao de 21 de fevereiroi)e'IS.'i3^autorisivani
aiedidn. O que communico a V. Ex. para
iliecimento e para Tazer constar sobredita
ra.
s guarde a V. Ex. Luiz Pcdreira do Coulo
HhT- presidente da provincia do Amazonas.
.....QWI"
recerem por si ou por seus procuradores, como adhe-
renles .i mesma concordata, para cuja concessSo se-
rio contados os votos dos ausentes a&sim notificados
(arto. 812 e8i7 do cdigo commercial).
Arl. 2. No caso de destitiiirHo dos administrado-
res de casa fallida (arl. 858 do cdigo commercial),
nao licito aoscrcdores presentes nomearem aquele
les que foram destiluidos : a nomeacHo se haver
por de uculium elTeitn, e ser devolvida aos Iribu-
naes e juizes do commercio.
Art. 3. lia agsravo do policao (arl. 66i), g 15, do
regulameoto n. 737 de 25 do novembro do 1850) do
despachlo juiz municipal que declara ou naon a-
bertura (flrTalleiicia.
Jos Tliomaz Nabuco de Ajaujo, do men conse-
lho, ministro e secretario de estado dos negocios da
justica, assimo leolia'entendido e faca execular. Pa-
lacio do Rio de Janeiro, em 18 de abril de 1854,
33. da independencia e do imperio. Com a ru-
brica dc^S. M. o Imperador.Jos Tltomaz Na-
buca de Araujo.
DECRETO N. l;369 DE 18 DE ABRIL DE 1854.
Da nova organisa'o guarda nacional dos mu-
nicipios de Monte-Santo e Pambu' da provincia da
Baha. .
Aticndendo a proposla do presidente da provin-
cia da Baha, liei por bem decretar o seguinle:
Art. 1. l-'icam crearlos nos municipior de Monte-
Santo c Pambu' da provincia da Bahia dous bala-
Ihoesile infantaria da guarda nacional, de seis com-
panias caria um, cpm os ns. 76 e 77. do servico ac-
tivo.
Art. 2. As pracas qualificadas na reserva no pri-
meiro municipio formarAo urna companhia avulsa, e
as do oulro municipio ficaro adidas ao respectivo
balalbao da activa.
Art. 3. Os batalhocs terilo as suas paradas nos
lugares que llies forem marcados pelo presidente da
provincia, na ronformidade da le.
Jos Tliomaz Nalnico dp Araujo, do meu oonse-
llio, ministro e secretario de estado' dos negocios da
justira, assim o tenha entendido e faca executar.
Palacio do Rio, do Janeiro, em 18 de abril de 1854,
33. da independencia e do imperio..Com a ru-
brica de S. M. o Imperador. Jos Tluma: Sa-
buco de Araujo.
DECRETO N. 1,370 DE 18 DE ABRIL DE 1854.
Crea na provincia do Piauhy o lugar de juiz mu-
cipal, ene accumular as funceet dejuiz de or-
phaos, dos termos reunidos de S. Gnenlo e Je-
rumenha, e -marca a respectivo ordenado.
Ficam rcuuidos os termos de S. Gonzalo c Jero-
inenlia da provincia do Piauhy, sob a jurisdicAo ,de
um juiz municipal'c de orpliAos. que vencer o or-
denado annual de oiloccnlos mil ris.
Jos Tliomaz Nabuco de Araujo, do meu conse^
iho, ministro e secretario de estado dos negocios da
justira assim o tenha entendido e faja executar. Pa-
lacio do Rio de Janeiro, em 18 de abril de 1854, 33.
da independencia edo imperioCoin a rubrica de
S. M. o Imperador. Joti Thomaz Nabuco de\
Araujo.
1854.
mnsTERio da jTjsnqA.
DECRETO N. 1,368 DE 18 DE ABRIL DE
?aiodo por que devem ser observadas as
doeartigot 8*2, 847 e 858 fo .codigt
nmercial do imperio.
n, usando da aMribuicao que rae con
12 da cooslituirao, e de conformi-
ninha imperial resoluc^o do 1 do cor-
nada sol consulta da secraode jusli-
toellio de estado, decretar o segninte:
> cliamamenio dos crcdores de fallido,
sobre a concordata, ter lugar com
hetera havidos os que njo compa-

LHETIM.
IHHIAS_D|^_REI. (*)
foi imn k rntus, e fqeo atcoit,
i i 'aii ii
PRIMEIRA PARTE.
XVIII.
Magia.
( Continuacao)
t duque de Naundorfl" abri os ollioe,
un salAo esplndidamente ornado,
em om divn collocado perto de orna janel-
-sc descobrir o mais radioso espec-
i jamis dado a um liomem contemplar,
"a primciramenle a vista eni torno da
va. Todo alii eslava disposto
^^^^B>; ricos e Biimptuosos estofos
ladrnsde alto nrero atliahian
iliriam o
collcados
m prodiga, e ron-
rlc luxo particular.
i o retrato do
da o del.als. sua fitlia.
'nenio eslranho cn-
moca ; pare-
1 que os
sua fra-
oulro retra-
MINISTERIO DA FAZENDA.
Expediente do lia 22 de marco da 1856.
Ao inspector da alfandega da corte, que lo-
mando em considerarlo o allegado por Daguerre c
Leverd, consignatarios da galera franceza D. Pedro
II, no riquenmcnto de recurso sobre que informo
omesmo inspoator em26 de,Janeiro ultimo; e at-
lendendo a que s por mero engao de quem escre-
veu as duas vias do respectivo manifest se deu o
acrescimo da,caixa n. 388*com a marca V G de que
trata o mesmo requerimento: resolveu o tribunal
do thesouro nacional por equidade dar provimenlo
ao recorso dos upplicanles, mandjuido relevar o
capito ila dita gilera da multa que Jhe fura impos-
ta; e entregar a mencionada caixa a quem prtencer
para ser despachada.
Ao mesmo, que ten do altencao ao que allega-
ramNalhaniel Sands&. C.,' resolveu-se por equidade
mandar restitoir aos supplicanlcs os direilos de con-
sumo que pagaram por arados e outros objectos por
ellcs reexportados para provincia da Bahia ; pois
que lendo cm lempo salisfeito a importancia das
Iellras com que causinnaram os ditos direilos, por
nao. haverem sido al tendidos naquclln repartido os
plimeiros certificados de desembarque, viodos da
referirla provincia, aprosenlaram agora segundos,
que foram achadoscm regra.
Ao administrador da recebedoria do munici-
pio da corte, que, visto o que informo em seu ofli-
cio n.63Ade6 do enren te sobre o requerimento de
Jos Jo^iim de Araujo, dever mandar cobrar a
dcima do predio em que reside o sopplicante silo
no Andarahy pequeo, na razao de 2108, nao obs-
tante haver sido apresenlada a reclamacao fura de
lempo; altemlcndo a que nao he de presumir que
sendo a differenra 13o excessiva deixasse o suppli-
canle de reclamar, se lhe fosse log communicada no
acto do lancnenlo pelo respectivo lanzador.
Ao presidente da provincia rio Para, que o
tribunal do thesouro julgfu fundada a decisao qae
S. Exc. proferto, e deque d conta cm seu oflicio
de 7 do mez Iludo; porqaanto erabora se considere
cxorhtanle a sanecao penal decretada pelo regula-
menlo prbvinciaUquc dea lugar a apprehcnsao de
que tratam os mencionados papis,'foi ella legilima-
( mente esubelecida na forma da conslituicao; e s
. pode ser alterada ou revogada pela dminislracao
competente. Responde-so assim ao citado oflicio,
mas recommenda-se a S. Exc. a conveniencia de pro-
mover a revogac.no do dito regulnmciiln. s
rA' llicsournria de Minas, que, m vista do que
de novo informo em oflicio de 22 de fevereiro ul-
timo acerca da resHtuirao que prctemle Antonio Pi-
nheiro de Ucluia Cintra, dos emolumentos quo pa-
-sc animado,
nrii auVi til !r"j
#
em sua physjonomia semelhancas notaveis com a
de Gcorgele.
Ello linha o mesmo olhar cheio d amor e de di-
vina bondade, a mesma fronte imperiosa; e nos la-
bios a mesma curva < zombeteira e altiva 1...' Porm
havia na disposicao dos arcos que formavam-lhe as
sobrancelhas alguma cnusa demais Iristnnlio, urna
especie de sombra que posta em relevo pelos capri-
chos da luz brilhava como esse raio que urna mo
divina imprimi, segundo dizeim. na fronte dos ao-
jos descabidos I...
. O 4fefe examinava csse retrato, c nao podia des-
viar ilem os olhos. N'ao era precisamente Georgele.
era sun mi ainria moga ouflua irmaa primognita !
Lomo era qoe esse retrato achava-se ah precisaraen-
le em frente do do principe Harlzotl ".' Isso era
nm mjstcrio Mas a existencia de Georgele nao o
era tabem ?... que mora era cssa, donde vinlia, pa-
ra onde la? Donde provinha-lhe este poder occuilo,
mas ternvel <|ue exercia a todas as horas, o cm lo-
dos os Jugues cm torno de si?
n,,86?8 P"cnt."ra a amante do principe Harlzoff,
ou alguma espa s,,a Se nAo era nem urna nem
OBlra causa, que podia ser ?..
O espirito irresoluto do'dque ia de supposices
q Fu d/ir f""1'51 V* as basse odiosas !..
Elle leion ralur a cortina que oceultava o ona-
que descobria-sc alrayezda janella !.,. espeaac,"
-A' direil e a Csquerda montanhas cujos cum'es cs-
tavam cobertos de urna nev brilhanle quo resolana
foOnUo" "a -1"6 tni" iramen80' magelloso,
Ha no espectculo do mar um atractivo particu-
lar que deleita o coracJo e eleva o pensamenlo!
O marulbo montono e majestoso das ondas, o for-
te cheiro das brisas, essa extensao enorme, cujas ul-
timas ludias v5oQ.ucluanlese confusas rohfuiidirem-
se no i-n, c parecem foxmar o limite, aliavezdo
qual soiiba-se outro niilndo !... O liumem lie pe-
jliieno em presenca de semelhanie rsnerluto...
duque aetoii i,i;s.....,.,;,,,, Iiv, (M|i, ,(ir s(< ni (vm
prelieiirler e amar a Dos f...
O duque flroT mullo lempo assim devorando o
gou pela sua nomeacno para o lugar de 3. escrip-
tu'rario da mesma thesouraria : se declara que a or-
dem de 31 de Janeiro desle anno. s trata de no-
vos direilos, e nAo de emolumentos, os quacs, posto
perlcnrara boje renda publica, sao comludo de oa-
lureza diflerent dos sohrcditos direilos, e se devem
cobrar pelo titulo de nwneacao, embora por elle nao
tenha o nomeado melhoramanto'devencimeoto; ad-
verlindo-sc que no officio de? de Janeiro, devia a
thesouraria ter corrigido o engao do supplicanle
quando denominou direilos o que eram emolumen-
tos, evitando assim a expedirlo da citada ordem de
31 de Janeiro.
27 -
Circular s thesouraria, que constando do oflicio
do procurador fiscal da thesouraria. da provincia da
Bahia, de 23 do fevereiro ultimo, que se'tem man-
dado abonar na. mesma thesouraria a quarla parte
da risa dos procesos e autos, em que a fazentla pu-
blica decahe de accao ou dos instrumentos de sen-
tencas quo as parles extrahem para poderem obler
cxccucAn dosjulgados proferidos em sen favor, e nao
das precalorias e instrumentos de sentenra passados
a favor da fazenda publica, quando esta lem neces-
sidade de dar celeridade ao andamento dos seus fri-
tos: rleelHrar-sc-lh.es que tal intclligencia dada ao
art. 8. das inslruccesde 28 do abril de 1851 nao he
fundada em sua lilleral disposicao : e que na con-
fnrmidade do artigo 50 da lei de 28 de'oulubro de
1818, nao esto sajeilos os cofres pblicos ao paga-
mento de castas provenientes de salarios dn juiz, es-
crivAn e ofliciaes do juizo dos feilos, ainda mesmo a
quarta parte da rasa dos instrumentos de sentenra,
e outros quaesquer passados a beneficio das partes
vencedoras, que contendern) com a mesma fazenda;
e que 'a quarta parle que as citadas insIruccOes man-
dam abonar aos escrfvaes, smente tem lugar quando
taes instrumentos o jireeatorias sSo exlrahidas, pro-
movidas e passadas por parte da fazenda .publica.
I-------- -QJiOICH-
MINISTERIO DA GUERRA.
Belaco dos officiaes e pracas de pret, promovidos
> por decreto desta data.
1." hatalhaode infantaria.
Para major, o capilao do stimo balalbao da mes-
ma arma Jos. Antonio da Silva Guimares, por me-
recimento.
Para capilao, o tenenlc-ajudaotedo mesmo ,bata-
lhao LuizRibeirodos I i ui maraes Peixolo, para ase-
lima companhia.
2. balalhao de infantaria.
Para capilao, o tenente-quarlel-mestre do mesmo
balalhao Flix Jos da Silva, para a seguuda compa-
nhia.
3. BalalliAo de infantaria.
Para capilao, o tenenle do stimo batalho da mes-
ma arma Luiz Ferreira Pestaa, para a quinta com-
panhia.
5. Balalhao de infantaria.
Para capilao, o lenle donono balalhao da mes-
ma arma Antonio Manoel de .Oliveira Botas, para a
nitava companhia.
1J. Balalhao de infantaria.
Para capiles, o lenle do mesmo balalhao Jos
JoaquimMeireles, para a oitava companhia ; e o l-
ente do 10 balalhao da mesma arma Antonio Jos
Dias Nunes, para a quarla companhia.
13. Balalhao de infantaria. '
Para capilao, o lente do mesmo balalhao Be-
nedicto Jos do Barros, para a oitava compa-
nhia.
Cor pode guarnicSo fia da Bahia.
Para capilao, o tenenle quarlel-meslre do primeiro
b.alhao de infantaria Luii Anionig Ribeiro, para a
primeira companhia.
Corpu de guarnijao fu de S. Paulo.
Para major, o major graduado do primeiro bala-
lhao de infantaria Cypriano da Rocha Lima, poran-
liguidade. -
Arma de infantaria.
Para lenles; os alferes da mesma arma Ray-
mundo Remigio de Mello, Camillo Xavier de Mel-
lo, Jos HcnriquedeSozaAguiar, Jos Joaqoim
de Figuciredo, Manoel Joaquim da Cosa, Marlinho'
Jos da Silva, Carlos de Olivio Danckwarl, Francis-
co de Assis Brrelo, Manoel Jnaqim Gom'es de Bri-
lo e Bavid Americo de Urzedo.
Para alferes, o alferes-alumno de artilharia Joo
Conrado de Niemejer ; o primeiro cadete do primei-
ro hatalho da mesma arma Francisco de Lima j
Silva ; os segundos cadetes do mesmo balalhao Se-
cundino Filoviano de Mello e Silva, Fernando Mar-
lins Garrocho, Jos Manoel Eduerdode Palva; o
primeiro cadete sargento quartel-mestre do mesmo
balajhao Jooda Guerra P.assos Jnior ; os primei-
roscadeles segundos sargentos do mesmo balalhao
Antonio Candido de Aguiar Almeida e Souza, Fer-
nando Ferreira de Abren, Manoel Joaquim de Al-
meida Cont Sobrinho, Manpel Jos de Magalliaes
Leal; os segundos cadetesegundos sargentos ilo
mesmo balalhao Jos Antonio d Lima Jnior e An-
tonio DioiiysiodoSouto Gondim ; o primeiro cadete
saraento-ajudanle do segundo balalhao da mesma ar-
ma Jos Lzaro Monttiro de Mello ; o primeiro sar-
gento do quinto balalhao da mesma arma Eliodoro
Francisco de Menezi; o particular segundo sar-
gento do nitavo balalhao da mesma arma Joo Cae-
tano Pereira ; o primeiro cadete segundo sargento
do nono balalhao da mesma arma lienrique Jos
"orges Sido; o primeiro cadete sargento- ajudante
do dcimo balalhao da mesma arma Otavo Eloy Pes-
soa da Silva; o sargento-quarlel-meslre do mesmo
balalhao Antonio Alves Feilosa ; o 2." cadete pri-
meiro sargento do mesmo Franklim Antonio de A-
breu ; o sargento-quarlel-meslre do 13 balalhao da
mesma arma Antonio Gomes Rucha ; o primeiro sar-
espaco com a vista, aspirando com avidez o vento
que levava-lhe os perfumes amargos das ondas !
Era nessa hora duvidosa cm que o sol nao tem
anida passado os graos.do horisonte, cmque os ulli-
mos vapores da noite misluram-se com as primeiras
claridades do dia, em crue os objectos tem ainda es-
sa forma vaporosa eimpalpavel quellies da o sonho.
X lam-se refleclir ao longe os cimos dourados das
montanhas, e o mar obliquamente esclarecido pelos
primeiros raios do dia pareca volver milhares de
estrellas era suas ondas azues. "
O duque seno abrir-sc-lhe ocorarao. Coma
rronle apoiada na mao esquceu-sc nessa contem-
placAoexlalica do infinito, de turto que o commov-
ra, de ludo o que o agitara, de seus sonhos de me-
nino, de suas aspiracos e de suas dores demancebo!
Elle vio um inundo novo abrirse diante de si,
e dcscobrio bellezas, que ale enlAo iguorava !...
Tornoua ver todas as imasens amadas da infancia...
a do pai< branda, inquieta, e pensativa, da ma,
cujo olhar sorria aoseu, cujos labios cheios de amor
parecian alrahir-Ihe a fronte.
Sua mai era seu uuico amor, o unicq desejo de
seu coracAo, a mais doce e roais constante aspira-
cao de sua alma !... Essa lemhranca lerna o pe-
nivel ao mesmo lempo abrio-Ilie ito corarAo urna
fonte viva de lagrimas ; elle deixou cahir 'as mAos
e pz-se a chorar.
(Juanlo lempo passou assim, nao podemos dizer*
Quando tomona levantara cabera e a abriros olhos,
vio Georgele em p dianled si, tendo os olhos Otos
nos seus, e a mao esteudida, a qual entrara sem elle
perceber, e esperava para faflan-lhe que sahisse da
meditarlo em que eslava mergulhado I...
Voss, Georgele I exclamou o joven duque,
vosseaqui junio de mim, oh obrigadonor ter viu-
do ver-me, Dos a fez paraminha alegra, e minha
felicidade, poisenvia-m'a todas as vezesque soffro,
ou que choro !... Obrigado! obrigado !.
O joven duque lnba-se apoderado da mAo da mo-
ca, e beijava-a rom um transporte desordenado.
Georgele contemplan-u |Hir nlgum lempa nessa
alliluile tonda os olhos bauhailns em urna laugai-
lez iiuli/ivel, os labias hmidos, e o seio oppiimdo.
Depois desprciidundu braiidaiiieiilc, niAii dos a-
gento do mesmo balalhao Jos Jo3o de Carvalho ; o
particular segundo sargento do balalhao do deposito
da corteMaooel Joaquim de Souza Juntar ; o .pri-
meiro cadete sargenlo-ajudante do corpo da guarni-
cao fija da Bahia Horacio deGusmaoCoelho ; osar-
genio quartel-mestre do mesmo corpo Antonio Jos
Ribeiro: o particular primeirosargenlo do meio
balalhao do Cear Jos Francisco da Costa; o segun-
do sargento do corpo de guarnirlo fija de Goyaz
Joaquim Manoel de Oliveira.
Palacio do Rio de Janeiro, 31 de marco do 1854.
Pedro de Alcntara Bellgarde.
RelacSo dos officiaes promovidos por decreto desta
data, com anliguidade de 29 dejulho de 1852.
3. Balalhao de infantaria.
Para major, o major graduado do quarto balalhao
da mesma arma Domingos Jos da Costa Pereira, por
anliguidade.
6. Balalhao d infantaria.
Para capitn, o tenenle do quarto balalhao da
mesma arma Andr Accioli l'inheiro, para a oitava
companhia.
Balalhao de caradores de Mallo-Grosso.
Para capilao, o lenle do corpo de guarnido fi-
xade Goyaz Feliciano Pereira dos Guimares, para
a quinta companhia.
Meio Balalhao do Piauhy.
Para capilao, o tenenle da companhia fixa de ca-
tadores da Parahiba Claudino Agnello Caslello-Bran-
co, para a lerceira companhia.
Arma de infantaria.
Para lenles, os alferes-da mesma arma Jos
Francisco da Silva,' Domingos Rodrigues Lopes, Luiz
da Franca de Carvalho, Jos Marcellino de Arago,
Francisco de Almeida Feriado e Manoel Antonio
Soares Gama. *
Palacio do Rio de Janeiro, em 31 de marco de
1854. Pedrod Alcntara Bellgarde.
RelacSo do,s officiaes que por diversos motivos dei-
, xam de ter contemplados na promocSo desta
data.
Tenentes.
Americo Antonio Cardoso, por estar em conselho
de inquiricAo.
Joaquim Correia de Faria,por nao ter feilo exame
praticn da arma. <
Manoel Luciano da Cmara Guaran, por uSo ter
sido approvado no dito exame.
Jos Ferreira da Costa, por estar em conselho de
inquirico.
Firmino Jos de Oliveira, por nao ter feilo o so-
breditoexafne.
Joaquim Francisco de 01ivira,~idetn.
Alcxandre Jos da Rocha, dem.
Antonio Cabral de Mello Leoncio, dem.
Jos Aurelio ile Moura, idem.
. Alferes.
Urancisro Bueno Pedroso, por depender do resul-
tado d"inspec;5n de sade. "
Tilo Livo da Silva, por depender de conselho de
inquirirn.
Jos Cosme Damiao, por estar em conselho de
guerra.
Secretaria de estada dos negocios da guerra, 31
de marco de 1854. Libanio Augusto da Ctinha
Mallos.
Por decreto de 31 de marco ultimo passou do ter-
ceiro para o sexto balalhao de infantaria o major
Guilherme Xavier Souza.
Por imperial resolncao foi passado para o eslado-
mior de segunda classe, o capilao de infantaria
Mariano da Silva Goipes.
--------- *ll*tOHHii--------
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 3 de malo da 1854.
Oflicio Ao inspector da thesouraria da fazenda,
inleirando-o de haver concedido ao oflicial escri-
plurario do tribunal do commercio JoSo Facundo da
Silva Guimares, dous mczes de licenca, eom orde-
nado para, tratar de sua saude, fra da provincia.
Igual communicacao se fe#ao presidente daquelle
tribunal.
Dito Ao commaodante do corpo de polica, de-
clarando que segundo informo o inspector da llie-
souraria da fazenda, nao foi ainda entregue aquel-
lo criminando o restante dos objectos da tabella n. 6,
por nao estar concluido o prazo, porque Firmino
Hercnlano da Silva, contralou apromptar taes obje-
ctos.
.Portara Nomeando, de con formularle com a
prop,osla do commandante do balalhao de artelharia
da guarda nacional desle municipio,' ao cidadao
Franojpo Jos da Silveira, para o o posto de capi-
lao da 3. companhia do referido balalhao.Cora-
municou-se ao respectivo commandante superior.
DilaAq presidente da provincia conformndo-
se com o que propoz o chefe de polica era officio
n. 353 do 1. do crrenle, resol ve demittirdos cargos
del. 2.3. 4.e 5- supplenlcs do subdelegado da fre-
guezia doBrejo a Manoel Claudio Bezerra de Menc-
zes, Joao do RegoMaciel, Joao Baplista Muniz Fal-
cao, Jos do Reg Coulo e Francisco Cavalcante de
Albiiquerque Ario', nomeando para ossubsluir aos
cidadaos segoinles: '
1. Supplcnte Joao Marinlio Falcao.
2. 3. < o Heriuino Brasiliense Cavalcanle.
4- Antonio Joaquim de Mello.
5. Manoel Cczar de Andrade.
Communicou-sa ao referidochefe.
5
Oflicio. Ao Exm. 1. vice-presidente das Ala-
goeis, dizendo ficar inleirado de haver S. Exe. no
dia 26 de abril ultimo lomado posse da'administra-
cao daquella provincia por ter seguido para a cr-
pen-los do duque, perguntou-he com urna voz que
proiiurava lomar grave, mas que trema, mo gra.
do seo, com urna enior-Ao sobtrana :
O senhor duque acha-se ajora niel hor 1
' Nao sei, responden o duqie, recordo-me ape -
as do que aconteceu, Creio qie fui ferido, sofiri,
desi naiei, ignoro o que passou-sz... Vejo-a e estou
con tcnlc K..
Nao levo nenhom novo accesso de fraqueza 1
Nennhum.
Seu pulso esta ainda agitada t. ^
O duque estendeu o braco a Georgele, a qual con-
sulto u as pulsares continuando a tallar:
O senhor duque est melhor. Sua ferida era
grave ; mas temos aqni bons mdicos, e elles o sl-
varao .
Ondo eslou eu eniao ?... pergunlou o duque,
cqual. intarmava-se pela primeira vez do lugar em
paeo linham coliocado.
O senhor esl aqni i margem do mar, e cinco
leguas (listante de Mitlau, respoudeu Georgele.
E a quem devo n aflecluosa hospitalidadc que
i-ecebo *.-'
- ** A mm, senhor duque..
O joven duque cncarou a Georgele com adnii ra-
' ;3o. Elle linha jouvidu fallar niuilo iiossa ump.-i,
I inham-lhc dito que era filha re Malhers cslalajadci-
i o ilc Mittau ; mas niiiguem liava-lhe dito que pos-
s uia urna proprie < dle se arhava. Era urna resideucia de prncipe e
a possode tal habacRo era um novo mysleriu que
r eunia-se (os querodcavam a Mascherala !
Esla adeviiibou-llic o pensamenlo e disse-lhe com
f ranqueza.
O senhor admir r .alavras, e custa-lhe dar-tlies crdito... Oh nAo
d efemia-sc, senhor duque, essa admiraran, cat es-
k i duvida lem alguma razao, e nao agaslo-rae por
i| so. Todava julgo dever renovar-lhe a 8BB*veracAo
rl e que o senhor esl aqui em minha. casa, e esta
h abilarao perlence-me !
Entao vosae nao he filha de Malheus !... disse
u duque tentando le\anlar-se.
Georgele responden fazen,do um sigual ncgalivo
ci >m a cabera.
le como deputado i assemblea geral legislativa o
Exm. doulor Jos Antonio Saraiva.
Dito. Ao Exm. director geral da inslrnccflo pu-
cirurgiao cncarregado do hospital rcgimcntal, afim
de servirem no mesmo hospital.
DitoAo I. sapplenle do juiz municipal do ler-
do
blica inleirando-o de haver cm vista de sua infor- ,no de Olinda.-Em resposta ao seu oflicio de 8
macao deferido ryoraveImcnto 6 requerimento em
que os proessores Manoel Joaquim d'Oliveira Ma-
ciel e Joao Braulio Correia e Silva, este da fregue-
sa de Bezerros.e aquello da villa do Bonito, pedi-
ram licenca para permutar as suas cadeiras por as-
sim o terem contratado. Igual communcac,o se
fez a thesouraria provincial.
Dito. Ao Eim. marechal commandante das ar-
mas, dizendo quo pela liturado aviso que remelle
por copia ficani S.'Exc. certo deque foi prorogada
por mais (res me'zes a licena com-que' se acha na
curte o lenle do 10. balalhao de iufanlaria Jos
Joaquim Nunes. Commuuicou-se a thesouraria de
fazenda.
Dito. Ao mesmo, transmi^tindo por copla o a-
viso da repartrao da guerra d 15 de abril ullimo,
do qual consta que se conceden passagem do 8." ba-
lalhao de infantaria para o 9.o da mesma arma, ao
soldado Gregorio Goncalves Suhlil.
Dito. Ao Exm. consclheiro presidente da rc-
lacao inleirando-o de haver o juiz municipal sup,-
penlo da primeira vara deste termo, barjiarel Anto-
nio Mana de Parias Neves, participado que reassu-
mio 0 exereicio da referidavara.
Dito. Ao commahdanlcda estacao naval, di-
zendo que o decreto de 11 de Janeiro" do 1834, e o
regulamenlo de 19 de maio do 1846, marcando as
atlribuisoesdos inspectores dos arsenaesde marinhas
das provincias qae os tem, n3o Ihes d poderes pati
fornecercm sem autorisarao da praidencia o que
for preciso para occorrr- as necesidades exlraordi-
narias dos navios da armada, e oem so pode enten-
der das disposiefles do aviso de 5 de novembro de
1838, que corre a taes-inspeclores a obrigacao de
salistazer os pedidos dos sobreditos navios para ne-
cessidades semelhanles independento da aulorisacao
do que falla, o sendo pralca nesla provinria screm
salisfeilasasrequisicoes exlraordinarias dos mesmos
navios, vista da ordem da presidencia, que sempre
as despacha com promplidao, urna vez que eslejam
nos lemos lgaos, parece porlan'to, que deve ser es-
sa a marcha a seguir-se na conlinuacao de taes for-
necimenlos, visto que delta nao resalta prejuizo a
servico. Remelteu-se copia d oflicio cima ao
inspector do arsenal de marinh.
Dito. Ao inspector da thesouraria de fazenda
remetiendo a portara do conselho supremo militar
do 10 do abril ullimo, c o requerimento i que ella
e retare, afim deque S. S., lendo em vista o que
se exige em dila portara mande com brevidad
passarporcerlidaorlheor do asscnlamenlo da pri-
meira prasa do tenenle graduado reformado M'auoel
Joaquim da Conceirao.
DitoAo mesmo, recommendando a expedicao de
suas ordens para qu n'aqolla tliesouria se abrSo,
avista da nota que remlleos asseiilamentos do
tambor mor e quatro tambores que contralaram
para senrirno i." balalhao de infantaria deste ma-
nicio, providenciando ao mesmo lempo para que se
paguem a essas pravas os seus vencimentos, a con-
tar da dala dos respectivos conlratos__Communi-
cou-se ao respectivo commandante superior.
DiloAo inspector da thesouraria- provincial, re-
metiendo copias, nao s. do oflicio *m que "o direc-
tor das obras publicas, communca haverem appa-
recido rachadurasnos muros de encost da ponte
sobre o rio Pirajiama, mas tambero, do de 24 de
abril ullimo, o das informarles que se refere, no
qual o mesmo director d conta do exame- que se
mandn proceder n'aquella obra, e recommendan-
do que vista deltas mande proceder na forma da
lei contra o ex-engenheiro da mencionada reparti-
CSo, Floriarro Dezcr. Portier, como encarregado
que foi da administrarlo de obra de que se traa.
DiloAo mesmo, para que i vista do compelen-
te certificado, mande Smc. pagar ao arrematante do
8. lauco da estrada rio sul, a importancia da 2."
prestacao a que elle tem dreilo -por ter'feilo dous
tercos das obras de sen contrato.Coromunicou-se
ao director das obras publicas.
DitoAo mesmo, dizendo ficar inleirado de ha-
ver Jos Goncalves da Porciancula, dando por fia-
dor Jos Hygino de Miranda, arrematando a obra
da pintura e alratruanienlo das pontes de Santo A-
maro, Tacaruna, Arrombados, ruada Aurora e.Va-
radouro coraje abate de um por %, e declarando que
approva'cssa arremataran. '
DitoAo mesmo, declarando que maade pagar
ao director geral da iuslruccao publica, com ajuda
de custodo sua viagetn, a quanlia de 132300Urs.,
e nao a de 763000 rs. mencionada em oflicio de 3
do correnle, visto ler elle percorrido 66 leguas, que
a raso de 28000 rs. cada urna, prefaz a primeira
das referidas quaolias.
DitoA o mesmo, approvando a arremataran que
fez Manoel Thomaz de Albuqnerque MaraniAo, da
obra do il.o tanco da estrada do Pao do Allio, com
o alale de 34 por % e sendo fiadores, Joo Mar-
ques Bacalho, e Jos dos Santos Neves:
DiloAo mesmo, declarando que sendo ouvido o
director das obras publicas, acerca do officio com
que Smc. impugnou o pagamento da obra da ponle
ros Alagados, deu elle os esclarec'tmenlos constan-
tes da informa que remelle por copia, nos ter-
mos da qual mandn que fosse reformado o certifi-
cado passado ao mencionado arrematante, fim deJ
quepossa este haver d'aquelta thesouraria a impor-
tancia a que lem direiluOfliciou-so a respeilo ao
mencionado director. ,
DitoAo curador dos africanos livres, enviando
a nota ilos signaos carcter sucos ilos africanos livres,
Jos 3, e Antonio 1., que estando depositados no
arsenal de guerra, foram mandados entregar ao l.
NAo foi creada entr os escravos do principe
Hartzoff ?
Nao.. .
Tambem nao he escrava do principe 7
De uculium modo.
Quem he voss entao *
Sua lillia 1 **
Sua fllha 7
DuvidaT
' Oh nao, mas ludo o que ouco, ludo o que ve-
jo he tao extraordinario, taoincrivel, tao impossi-
vel, que ua-verdade nao sei mais se estou sondando
ou acordado.
Georgele sorrio tristemente, assentou-se dous pas-
sos rl isla ule j) duque, o disse-lhe
, O senflor Vio ha pouco o relralo que ctlbre esla
cortina de vellurjo...
Com efleilo.
passado, e 1. deste mez, pedindo explicaran sobre
o modo de contar oquadrienio dos substituios dos
juizes municipacs, lenho a dizer-Jhe.que'conforme
foi declarado em aviso expedido pela secretaria de
estado dos negocios da juslica, em 20 de marco de
1850( aqui junto por copia ) o referido qualrieonio'
deve contar-se da data em que se fez a primeira
uomeaean, a qual Uve lugar, segundo consta do ar-
chivo da secretaria em 23 de marco de 1842.
DitoA dminislracao do patrimonio dos or-
phaos, dizendo ficar enleirado de- haver fallecido
uo grande hospital de candado onde achava tra-
tando-se, a educanda inlerua do collegio das or-
phSas, Herculana Emilia.
EITERIOH.
EUROPA.
A PreussicA CorreponoVn; publica o artigo se-
guinle que se deve to ofQcial:
o Olanlo mais se aproxima a crise decisiva dt>
conflito no Oriente lano mais razao tomos para nos
congralularmosque a Prussia, gracas a urna poltica
tao honrosa quaato he independente,. sta colloca-
da Tongeda immediata influencia d urna disputa,
que, apesar de tojos os esforcos para urna meda-
cao, ameaca augmentar em importancia e exten-
sao.
o Quem liver seguido imparcialmenle o progres-
so das ultimas negociares, nao poder negar que a
polilica da Prussia e isto lhe segura a sympa-
Ihia nacional tem sido cviracterisada por urna in-
dependencia contra'a qual lem sido impotentes te-
das as instancias de rara.
Porem a polilica, por mais nacioual que baja
sido, nao tem escapado s suspeilas dos eslnmgeiros,
por que proclama abertamente o seu objecto' e as
suas tendencias. Mantee os ileresses da Allema-,
nha.'e o equilibrio da Europa sao%s dous ob-
jectos que nao pode perder de vista, masj pelo con-
trario, deve considera-los cmo inmamcme liga-'
dos.
o A Prussia defini claramente asna posicao a
respeito, a respeilo das naces divergentes pela par-
te que lhe coube as conferencias de Vienna, e ella
mantera essa posicao quando aquellas houverem ces-
sado de existir. .
De accordo com a Austria estendeu a sua mao as
potencias occidentaes; afim de assegurar por um ar-
ranjo, nao s os dominios e independencia da Tur-
qua, mas tambem os direilos que pcTtencem ao cul-
to christilo ou imperio oltomauo.
e Posto que as conferencias de Vienna nao livesd
sem o resultado que linham principalmente om vis-
ta, elles offerceem o leslemunho dos esforcos unidos
dos quatro governos, para manterem o equilibrio
do poder e a paz da Europa. O efleilo dessa uniao'
entre ellas nao se restringe aos limites daquelfes es-
forcos que nao foram coreados com um exilo reliz.
Porem, por mais sincera qu baja sido a inlcn-
eao dos quatro governos, pelo que respeila base
de um honroso comprnmissoentre a Russia e a Por-
ta, os protocolos de Vienna nAo conlem obrgacao
alguma relativa a urna ntervenrAo armada, na ques-
13o oriental. Pelo contrario, deixam a cada, um' dos
governos interessdos a liberdade de empregar os
meios mais appropriadps sua^isieAo com o fim de
manler a polilica, que houvcr adoptado para si mes-
mo. -Segundo a nossa opiniao, as grandes poten-
cias allemAas nAo eslao obrigadas a acceder inleira-
mente a todas as medidas activas, que os doun go-
vernos occidentaes leem posto em execuco em vir-
tude das suas decisoes tanto no andamento das con-
ferencias de Vienna, como quando se fruslruo ob-
jeclo dessas conferencias. Se, mais tarde, se susci-
tarem duvdasineonvenientes a respeilo da indepen-
dencia d'Allemanha, parece-nos que o presente he a
occasiao opporluna para produzir provas de que
essa independencia he completa.
Apesar da sua afleicao para com o governo,
que lem sido seu alliado, por muitos annos, os gover-
nos alemaes nSo hesitaram em defender com lado o
pezo da sua influencia moral,, a independencia da
Porta contra as grandes pertences daquelle alliado.-
Porem e-lhes 'permillido o deixarem s potencias
| cujas esquadra's dominam o Mar Negro, encargo
de darem auxili de guerra ao amcarado imperio ot-
lomano, em quanto que pela sua attitude, reservam
para si o dreilo, quando as circumstacias forem
mais favoraveis, de fazerem com que as pala-'
vras de recoiu-iliagao sejam ouvidag por ambas as
partos. Nulrimos a esperanca de que sobre a ba-
se desta poltica iodependente, a uniao tao felizmen-
te mantida al aqui, entre a Prussia e a Austria, se-
ra cada tez mais consolidada.' e aim de que ella
possa tambem mostrarla quando, debaixo da influ-
encia d'oulros aconlecimenlos," os interesses -da Al-
lemanha e o-cquilibrio do peder europu reclama-1
rem urna a.llilude mais decisiva.
Pelo que respeila Prussia em particular ui pre-
sentes circumstacias a sua attilude neutral eulre
as partes contendoras, he s capaz de preservar a
paz da Europa centralj No momento em que tan-
car maosdas armas ou pelo Oriente ou pelo occi-
dente, far romper infalivelmenle a guerra as mar-
genado Danubio", do Rheno edo Vstula. Tstohe
o que nem a Allemanlia, nem o resto da Europa
podera desejar. Por estas- razoes esperamos' qae o
governo deS. M. se recordar dos deveres que lem
a cumprir como
cmoda respons
lares da Russia e
D Bcrlim, em
A Dinamarca e
parte, tem alean-
polilica da En
ambas as narocs i
A Dinamarca ha
difliculdadesin!
construir a consltuica
conformidade eom o es
rladc polilica enropea,
com os sen!
bem da pro:
O. miniar
minoriaqu
ullimo grao
vio com um volr
A marcha dos
recorrer a um gol
opposicSo.
A/esotocSo desta al|
plmente do aspr
panha naval no
A Suecia e a N
rad manler urna
verab' obrigadas a
Iro Jado,
ticos iuduzi-l
occidentaes, alem do
diados, pelo^^^^H
marca, e 9^^M
esquadrasco
mantiment
los. Esta ull
marca ePru
ja o tratado en
a Russia conta reda
Suecia ea Noi
abandonar a sua
Os deslios das
dedo resul:
occidentaes e a R
apresentar no Ba'.
Emqu
Franca ann
Russospela sua p
As ultimas noli
esforcos para con
uo golphode Fila'
tad possa s,
derrelaoge.
divisao de Revel
Se poderem co:
les entre na"
Golhland, e
anoio e esta
No dia 2(i
porreio russo ( o
Petersburgo,
(iva do gabinete n
da Suecia e Norue
Os despachos foram enln
re, pelo ministro russo. Mi
qnencia disto foram mandado
orderjs do major general Dais
a guarnicaode Golhland que <
lictanos.
A gaerra e
A noticia d'um
lodos os navios fra!
parece porem- fea
portacSo de cerad
ta ultima noticia l
commercio
zes, tem re
pondendo s tres
suppOe ter havid
de de um mo
tados-Unidos
resto do defl.
proprios suM^^^H
dar sahida i
loados nos eelleirosjl
Diz-se lam
exportaeo do
j diesen
sao" alguma dero
augmenlaram, 1
do paiz grandes
pras que ai
d?i Russia.
ouro que par
sea respeito a
bre os cereaes.
de mais, ou
c3o do' imperadoi
.geiros, porque a
tos e dos
julgaram conven
ciernen 11
subditos, clir
christaos sub;
da Russia asfim
desagradavel '-Tfilltrtn
pagar as sua* divadas'tq
Em quam
la um charlalismn que
dos se recordam i
dorda Russia, no temp
50 milhBes, empregai
por intermedio do ban|
aos olhos dos pan
e fazer crer gue
He retrato de minha mai!...
Sua mA foi casada com o principe t
Georgele crou, cruzou os bracos sobre o pcilo
com um gesto cheio de pudor resignado, e abaixan-
do tristemente os olhos, respondeu com a voz vio-
lentamente cominovida :
Miaba mai foi sua'amanto...
11 ouve um momento de silencio solemne. O du-
que linha tomado as niaos de Georgele-cnlre as suas
e aperlava-as brandamenlc.
Georgele eslava vergonhosa, corada, sem forca, e
sem voz...
- Ouca-ni", Georgele, disse cmfim o duque, ha
em nossos destinos urna predestinaran fatal que ap-
proximou-nos sem embargo da distancia, que uni-
nos nao obstante nossas ]iosii;0es diflerentes. Desde
o dia em que a vi, reconheci-a ; ignoro onde a li-
nha j visto ; mas o sonho que fez-me conhecere
amar seu puro semblante era-mc cliaro e sagrado I...
Quando eucoolrei-a, pareceu-me que meu cotacA a
amava ha mnilo lempo, e que minha mai fallra-
me a seu respeilo !
Voss tem sido boa e dedicada para comign. te-
nhii-,i achadu junto de mim em lodasas horas de
duvida amarga, e de desespero cruel... >im preseu-
ea ou sua voz lem-me sempre applacado. o soffrimeu-
lo, resiiluindo-me a esperanca ao coracao! Dos no
fez isso em vAo... e nao se agasle, Georgele, se au-
loriso-me dessas lembranras para fallar-lhe de ua
maneira que talvez a offeuda !.... A' medida que o
duque fallava, Gcorgele levantara os-olhos, que es-,
tavam ha pouco filos no assoalho. Essa'voz soava-.1
lhe aos ouvidos como urna branda msica, urna ler-
na poesa, urna harmona celeste, e drramava-lhe
no coracAo trrenles de amor e de consolacAo.
Quando o duque cesseaj de fallar, seus olhos en-
contraram-se, e urna iorpressflo viva, desconhecida a
ambos, os fez estremecer no fundo de seus coraepes.
Ignoro o qae sinto, Georgele, tornou o duque,
cuja voz a emocao torna va trmula ; mas amo a
meiguice de seu olhar, a pureza de sua fronte, o tor-
no sm de sua voz 1.a Qada urna de suas palavras'
commove-me profundamente... depois qjje eslou a
squ lado o resto da trra desapparefteu, esla sala he
o mundo em que vivo, em que respiro, em qu
feliz... Nunca amei, Georgele, lenho vivido p
tivo c solitario sem cuidar que o amor linha i
rios que eram-me desconhoci
senlimento podesse oflerecer-rae pi
meu corarao !... Tenho passado assim no
pr.azercs deste mundo na idade em que o
leda a vida, lenho fechado o corarSo cm
mulo e nao tenho dado a nenhum ornen-
ma mullier o direito de abri-lo I
O duque fez oulra pausa.
Georgele as suas. e seu olli
da fronte para
A fronte
lava be!
Voss.
pois, I
que souhei.
amor, he un
pareceHue q
pelo propiir
mano podei
isto heybfia
iiuel..iio que u
Georgele 1 Georgele!
He na
urna medida Ufi
mu mieim
hoje de cora Georgele nao res pon
nem defeza contra a con
nao cuidava em retirar
tinha entre as suas
bre a fronte deste.
io soberana deste mu
acodes quando solTremos
mas, que derramas
que cantas s noss i, ca
consolacao .Amo-
a fronte essa ureo
*i)im
duurad .
Odm
norte me seria menos
a mulle rene..
iierde,-me fallar-lhe assim.
nao offenda-se de minas palavras, e.uau rpilla
toUaudo-n jura o duque disse-lhe
l.u7,.a visita do principe be um um faca gra-
ve as circuoMlants em que nos a i iaqn
vossepodera ouvir oque se di visinhi
Aroutecaoque acontecer, anie-me, nao me es^
quera jamis E sem esperar a respoatodo duque
ella abno a porta, e^ssou para a.sala vfcinlia.
Conlinuar-ee-ha.l
1


a-: itm
J
M
DIARIO DE PERMMBUCO, SEGUNDA FEtRA 8 DE MAtO DE 1854.
so, qa
que nao sabia em quo emprega-Io.
i'inar a imaginaran virgen) dos eos
pavos, raiendclhcs crer que della depende,o ahas-
tocimenln das (
quanlo a eere
presci
Icrsba^^^fl
.\us .innata
rnnlramss no
das minas de
Tebeftune e
formarocs oflteiae
da Europa occidental em
jo, as quaes nao poden
w nwwoyila.
^^Bh de 6. Pe-
a este respeito.
^^Jil853),en-
o no joma1
ile general
conten io-
do estado M induslria
na Hustia al o anuo de 1850. Esle docu
ment i m eiaggcradas as infonflarOes
A de minas da Siberia oriental, pro-
duzio de- certo um grande aogmonto na exlraccao
do ouro na ussia. Bis a conta exacta deesa extrae?
*:
. 1,083 kilog.
. 10,730
14,870 d
.....30,350
1844.......' 90,995
1845.......21,350 1.
18*6. .....*. 25,665 >
1847,......28,709
O amere de kilog, relativo a 1847 he o mximo
da producto rusta: em 1848bailen a 27,720 kilog.
e en 1851 og. sen embargo das
medidas .- verno para regular as
roncessOe*. leseobertas. Ora, se-
ios offlciaes russos, tme-
se qoe H$ orne mais cenrideravel:
mas ea^^H 3 como base, termo me-
die, a 1
"04 kilogr. representara qnasi 77:740,107 fran-
certo importante: mas
he o. presentara as minas da
le,1851 a produccao da prata
>g.t representando valor
i ni o total da produccao
U) em 80 railboes .(treze mil
pasco mais ou menos), lie esta
incia dos adiantamentoa que
i coslumava fazer no outono ao
O que guer dizer qne a Russia
es commerciaes com a Ingla-
0 das soas proprias rui-
na exportacao dos melaes pre-
*rir o dficit que a?guerra lbe
; poqto de vista.
-lalisticas dos ltimos an-
iizena da Russia nao
i necesidades, e em
carece de pedir Injrla-
dos melaes preciosos
para acudir as soas neces-
"/oere-H/. do C.)
(Jiem.J
.Pars manto 20, as 6
tor annuucia qu o general
^^Bv> de tropas para o ex-
em as 6 horas da Urde.
il hilador junto as cortes de Franca
enca do rei Leopoldo,
debeiaes, e por essa occa-
ninle discurso.
endoa honra de entregar a V. M.
st Ira m (ue me acredita junto
re. La lior, de haver sido
o momento para representan-
la Blgica. 'As eminentes qualida-
raa bem merecida influencia
paye folgo sobre maneira, que
H'ies de intima amisade entre es gover-
I. da porta ottomana. As relacOes com-
s adquirem diariamente
o, e, espero quecoulinu-
0 a V. M. de, ter a certeza de
-sforcos serio em pregados em es-
dlianca. entre a Rel-
iadla, signifleando-lheaj
lia pelas relacBes d'ami-
re os dous paizes, c pela es-
taque continuaran em augmen-
-sc por liaver o sulloes co-
-cr tanto,. na corte da Helgca,
0 geralmente respeitado
bem em toda a Europa.
o a quem diriga a palavta.
^^^n o rei e foi convida-
nbaixador inglez,'e vol-
. para Paris. '
^^HtnxeUas dizem qoe Ve-
pnceado pela receprao que
ierusalem, meneio-
alli chegou no da 21
^Bt a mais ampia
e ao consol francez.
na de 9 publicada
Untes erectos de Samos.
adiando Turcos que
m alli mu poneos,
coronel francez em Smj r-,
ido, maudou para
vela'Mercure. Urna
m par;iu {ara Samos.
? a Russia ser aevilnvel,
__ m a energa e romplidao,
__[o inimlgo possa respirar,
vulneraveis de seu im-
1 refer, que havia sido
tro da guerra, por
'judi tempo no excrcito
^Hpas recommeirda va qne
10 expedicionario Asia.
^^^B iateressante, n'este
un breve resumo d'al-
ina pessoa que leu
? paiz, com o objeclo de
-ultariam de se raanda-
1 contra as provincias Iraus-
:. he d'nma impor-
^^^^Rtnssia, assim como
es sobre as provincias de-
(onlral. Ha routo
(ersl)urgo tema sua
importancia d'aquella posse,
perigos'que arrastaria a sua

veltando lia pouco d'ma
> de Elbruz, dirigit urna me-
e respeito ao imperador Ni
uiate:
dem a entrada da Russia,
pdem fecliar, e abrir a
oleadas, fomentadas
unirem debaixo d'
squecer, que orna
a de seus anlepas-
minio at s praias
los e endure-
sooreo immciLso <**^^^^^^^^^^^^^^^M
l'anuhio e o ma
as 40,000 bafrac
mucos, alguns de
Ihes resta da st
' hulhados de ledos o* an
'" 800,000 Co
servip militar pesadsimo, e que ainda
das suaSyCpnstituirOes,' detestando um goveruocnjos
cforc>s ndem a eliminar todos 03 senliinentos de
nacionalidade. Ao Occidente eslao os Trtaros .da
Crimea domar d'Azoff, e da Bessarabia, que esUto
bem leoge de screm fivoraveis i Russia: o do lado
asitico do Caucaso anda eti-tem tribus desconten-
te se turbulentas, que anda nao eMo habituada'.' a
^,........,--------r
sollrcrgm o jufc da Russia, e entre ellas no existe
communicacao po.- ida de
Mnzdoc, estrada i| ~ar com soguran-
ta levando fortes deslacaipentos d'infantaria e arti-
Iharia, mas quo podem ser inlcrceplados i>cla.s tri-
bus das monlajthas da um momento, pora oqtro.
Eis aqot os elementos de que se pede tirar partido
n'csla guerra ronlra a Russia. Logo qne a Inglaterra
e a Franen se enlendam com elles, e fhes prestem
socrorros, a Russia lera mais alguma cousa em que
pensar do que urna marcha a Aflghanistau por He-
rat, c nao so perderMs provincias transeaocasianas
mas tambem sera seriamente amentada no sal do
imperio. Accredila-se, sob competente antoridade,
qne nXoserao necessarios grandes sacrificios para esse
Ora. Com um bom fornecimento de plvora, e ba-
las, e nns poneos de batalhOes de tropa liaeira, os
gnerreiros do Caucaso, em ponco lempo, repeliriam
os seusopressores para aquem do Terek e Cuban.
Pode-se ajuizar do que elles fariam, pelo qne tem
feHo, abandonados aos sens esforco, e sem muni-
Bes. Ha 90 innos que o izar tem esgotado todo o
(alent militar do seu imperio contra elles. N3o
tem poupado saor'iBcio algum de gente e dinhcir,
e mu distinrtos generaes, como Yermoloff. Paskie-
witsch, Gortsrhakoff, os dois Valiaminoffs, Rosen,
Aurep, Golovine, Weidhaat, e Woron/.oll, alli tem
commandado por sna vez, porem sem resultado al-
gum permanente.
Pelo contrario, as tribus da montanha tem adqui-
rido mais denodo cora a guerra, e cada da se tor-
uam mais valeules e amearadores. A arle da guerra
tem feilo muilo progressu entre ellas. A victoria
tem inflamado o seu ardor. Amigos odios e rivali-
dades desaparecer gradualmente, e as tribus senlem
mais que nunca necessidade de obrarem d'accordo
contra o inimigo oommum.Ila neste estado de cou-
sas elementos de que a Inglaterra, e a Franca fari-
am mal se os desprezassem, pois queserao de eran-
de vanlagcm na guerra actual. Aquel les governos
achar'ao nos terriveis mridos, ou guardas de corpo
deSchamvl, e nos principes da montanha, poderosos
auxiliares, se forem apoiados por alguns batalhoes
de cacadores de Vincennes, que sao Uto apropriados
para a. guerra das monlanhas.
A infantera rossa he um objecto miscravel para
aquella guerra. Os soldados rnssos em massa sao
excelle'ntes porem ssolados sao fracosCarccem
mais do que iiennuraa outra tropa do miinao o sen-
t rem o contracto uiis dosoutros, e de ouvrem a voz
dos seus rhefes. Formam urna boa machina de guer-
ra acostumados fadiga, doceis ao menor signal,
exactos nos seus movmentos, porem inuteis se se
desarranja a mola principal que os raove. .
Um corpo russo sera offlciaes he urna massa sem
alma, nem vida. Matai os negros coslumam dizer
es-Turcos, fallando dos ofllcaes russos, c os soldados
ficam. perdidos.
, (dem.)
ola dirigida pela Porta flos representantes
da*potenasestrangeirai. "
As preteneoes que acabavam de apparecer em Arla
e Agrapha, os insultos fcitos em Alhenas dianle da
asa da legacao ottomana e os factos incriveis que
tem tido lugar em todas as partes-da Grecia; devem
ser todos condecidos por.V. Fxc.
As respostas dadas s cqmmunicacOes verbacs e
escripias, apresentadas por Nochet-Bey, enearrega-
do de negocios da Sublime Porta ao Sr. Paicos, mi-
nistro dos negocios estrangeiros do governo grego,
assim como as explfcaeSes dadas Sublime Porta
pelo Sr. Melaxa, ministro da (recia, sao pela raaior
parto equivocas e ponco proprias, para eslabele-
xer urna jnsiificarao, e sSo contrarias ao carcter,
que a antoridade deve ter.
Deste modo a Grecia nenhuma parte lera nos acn -
tecimentos que so tem produzido fra das fronlei-
ras gregas ; esses acontecmentos c urna mensagem
dos habitantes .de Arta enviada Grecia, c con leu-
do suas queixas, teriam motivado fa efferyescencia
em AtheJias e em mitras provincias do reino. A
conducta das tres quatro partes da populacSo de Alhe-
nas, composta de emigrados das provincias visinhas,
leria sido a causa de mu tas mauifeslaroes inconve-
nientes. O governo grego, atado pelas leis adminis-
trativas do paiz, nao poderia impedir inmediata-
mente que estes fctos se produzissem, e seria obli-
gado a obrar com morosidade.
O inspector da polica, assim como o professor,
contra o qual a legagao j-se lnha queixado anteri-
ormente, foram dimiltidos pelo comportamento in-
decente qne liveram para com a legacao da Sublime
Porta. As medidas tomadas pelo governo grego pa-
ra impedir, que osGregos passera ao territorio turco,
nao podendo ser considerada como sufflciente, o go-
bern grego e sua missao em Conslantinopla dizem
que, sea Sublime Portase esforcar em apasiguar as
pertarbacOes as fronteiras e obrigar a voltar para
a Grecia os individuos, que d'allilcm viudo, n En-
verno grego os tratar enlao com bstanle rigor. O
Sr. Mctaxa disseanda quesendo enrarregado de dar
seguranras sobre a disposirao em que est seu go-
verno de tomar gradualmente as disposiges neces-
sarias, lim de impedir actos to indecorosos, toda-
va elle nao poderia fazer promessas frraaes.
Primciro que ludo a mensagem que foi publicada
n3o sahio de Arla: ella ffi evidentemente prepara-
da e-forjada na Grecia, no fim de agitar oa espiri-
tes, e se\ ainda outras mnitA pecas semelliantes.
Se |ie verdadeflue a agitaco manifestada na Gre-
cia foi cansada ptlos acontecmentos, que liveram
lugar as fronteiras, sabe-se que estes mesmos acon-
tecmentos foram prodnzidos pelasexrilacOcs ilaqucl-
les que vicram da Grecia para a Turqua. Quando
Griva, Caraiskakl, o general Tzavcllas, Tzmi Ca-
ratasso e oulros lautos homens Uo conhecidos, todos
ao serveo do governo grego, passam, dando urna
demissao simulada, para o territorio turco e provo-
can com mao armada a rcbelliao, como be possivcl
pretender esse governo nao ser o res'pousavel ? '
(i Snppondo ainda que lodos os habitantes de
Alhenas sejam emigrados, he diflicil comprehender
que o-governo grego, do qual elles sao hoje tambem
subditos, se atreva a quexar-sc dellcs e dizer-se im-
potente para puni-los, como se fossem estrangeiros.
Prctende-sc que a coustituicab grega se oppde ao
cumprimenlo conveniente dos deveres da autoridade
emignal circumstancia. Mas pode-se por acaso adinit-
tir que urna conslituicflo seja de talsorte contraria nos
direilos das ontras naroes, que proteja individuos,
que passam as fronteiras, para chamar revolla os
subditos de nma potencia limitroplie com que est
em paz ? Se he por fraqueza e por impotencia que
uto governo d tanta lberdade a pessoas tao perigo-
sas, me|ece elle por ventura o nome de governo ?
As medidas tomadas para as fronteiras, nao poden-
do sef consideradas como suflicientes, dizem que, se
a Porta obrigar aqucllesquo^cm passado para o ter-
ritorio Inrco a voltarem para a Grecia, os Gregos
en tao os traanlo tambem rom rigor; e asseguran-
do-s, qoe se farao esforcos para'se impedir essa's
aggressOes, prelende-so que nao he possivcl fazer-
se promessas formaes. Nao he mislcr refleclr mui-
lo para comprehender-se qoe'es'sa linguagem occul-
ta a inten$to de fugir ohrigarao de executar sem
demora as disposicoes necessarias, e deste modo dar
s agitarles tempo para se exlioguirem. lie ainda
admiravel qut um governo possa castigar rigorosa-
mente os fautores da insurreirao, logo qne entra-
rem em seu paiz, e sejn incapaz de os con ter, quan-
do. querera,sabir delle.
idos sabera que as merelrizes gregas abrem
obscripees em todas as partes da Grecia, qoe sol-
sao esquinados e enviados, e que se remelle
Ierra e por mar plvora e outras munices de
aoa palles, que quercm revoluciouar-se. Re-
| uum al das prises os criminosos e os cuviam s
iras. Em que paiz se veem tae factos produ-
se publicamento, qnando nao slo favorecidos
iias ou pela incuria do governo ?
ansa verdadeira dos aelosde rebelliao, de qua
lime Porta' se qucixa he, e ninguem duvida, o
1 declarado desde algum tempo nos escriplos c
guagem do todos na Grecia, oqual'tem por fim
.1 as provincias de Trcala eJaninaaoics-
is, se n3n poder-se obter ao mesmoTem-
mperio de Cpitantinopla, approveitndo-se
Porta, que se acha oceupada'
seguinlemcntc, e como
o eonvem a um governo
Sublime Porta, afim de conformar sua
acta ulterior rom taes disposicoes, s vio obri-
i expr ao governo grego as exigencias legili-
que julaou, necessario formular para sua se-
guranr^.
Fiel anda aos principios de equidad*- e de
moderarao, que segu em ludo, ella nao pedo-ama
reparadlo exorbitante pelos insultos feilos casa de
sua tezado em Alhenas. So assim como o fcpe.toi
da polica c. o professor foram tlemittidos, se procu-
rasse tambem punir os oulros criminosos, qne o
cncarregado de negocios da Turqua poder desig-
nar, ella se contentar com essa stsfacao. Mas es-
la medida s nao he bastante "a respeito do governo
grego, eonvem tambem que elle faca acabar os aclos
criminosos, que se commetem na Grecia e as
fronteiras. Este deve portanlo declarar cm pri-
meiro lugar e francamente, qne reprova os actos
pralicados pelas merelrizes ; em segundo lugar, de-
ve exercer urna vigilancia leal e efflcaz as frontei-
ras e rulo deixar passar para a Turqua gente 13o
perigosa ; finalmente procurar fazer que voltem pa-
ra Grecia aquellas, quo lem passado as fronteiras,
e declarar publicamente, que serao punidos com to-
do o rigor das leis quelles, qne nao obedecerem
s ordens de se governo. T s sao os deveres de
nm governo, amigo. Mas se nao obtiverem nma
resposta favoravel as propostas que serao fe i las nes-
l sentido pelo cncarregado dos negocios da Subli-
me Porta, elle devora deixar Alhenas e voltar para
aqu com o pessoa! da legacao, e a missao da Gre-
cia devor partir igualmente de Conslantinopla. A
gravidade dos acontecmentos nao permllle que se
interrompam somcnle as relacOes polticas, ser mis-
lcr que os cnsules da Grecia se retiren tambem da
Turqua, e sessem as relacOes commerciaes. Todo
isto foi exposlo por extenso ao Sr. Melaxa, e inslruc-
cOes anlogas foram enviadas ao cncarregado de
negocios da Turqua.
A Sublime Porta julga de seu dever notificar
esle estado de cousas as potencias, que protegen a
Grecia, e esiao em relacOes amigaveis com a Tur-
qua. Confiando bastante na amisade de vosso go-
verno, ella tem a Arme esperanca de que elle re-
provar a conducta'indecorosa da Grecia c tomar
as medidas necessarias.
a Teiiho ordem de S. M. para fazer a prsenle
'ommuuiracao a V. Exc.
Aproveito esla occasiao, etc.
9 Ejemaziul cwel 1270 (9 de marco de 1854.)
(Journal de Dcbatt.)'
INTERIOR.
Rio de Janeiro 23 de abril de 1854.
Por decreto de 12 do corrente mez foi nomeado
bacbarcl Joo Francisco Coelho Rilancourt para jaiz
municipal e de orphos do termo de Ega, da provin-
cia do Amazonas, .
Por carta imperial de 20-do mesmo mez foram
concedidas as honras de eonego da imperial capella
ao padre Antonio Jos Pinto de Oliveira, vigario da
freguezia de reas, na provincia de S. Paulo.
Por ilccrclns|da mesma data :
Foi aposentado o padre Jos Joaqun da Cosa
Mayrink, capellao cantor da imperial capella, com o
ordenado nnual de 6009, dependendo nesla parte
da approvacao da assembla geral, em ailenrao ans
serviros qne tem prestado por mais de 25 annos,
sua idade e molestias.
Foram apresentados as freguezias de
Nossa Senhora do ('.armo de Caparajn no Rio To-
canlis, do bispado do Para, o padre Francisco Anto-
nio d Oliveira Pantoja. > *
Nossa Senhora da Conceicao da villa de Manes,
do mesmo bspado,' o padre Juliao Joaqnim de
Abreo.
Santa Theresa do Tocantins, do mesmo bspado, o
padreF'elix Vicente de LeSo.
Nossa Senhora da Conceicao do rio Max i, do mesmo
bspado, o padre Feliciano Jos Pereira.
Nossa Senhora do Carmo de Canom, do mesmo
bispado, o padre Francisco Pedro de Oliveira.
Nossa Senhora do Carmo de Villa Bella da Impe-
ralrlz, do mesmo bispado, o padre Antonio Augusto
de Mallas.
Santa Anna do Rio Capim, do mesmo bispado, o
padre Milito Manso Muidlo Manilo,
S. Miguel de Reja, do mesmo bispado, o padre
Francisco Manoel Finiente!.
Nossa Senhora da Conceicao de Bemlica, do mes-
mo bspado, o padre Jos Joaqnim de Casllho.
S. Francisco de Paula da villa de Mdan, do mes-
mo bispado, o padre Antonio Bernardo de Sonza
Mara.
Foram removidos os jnizes de dreito
Francisco de Paula de Negreiros Sayao l.obaU
da comarca de Campos para a eje Nilherohy, da pro-
vincia do Rio de Janeiro, por -o haver pedido;
Claudio Manoel de Castro,, da comarca da capital
da provincia 1I0 Rio Grande do Norte para a de Cam-
pos, na provincia, do Rio de Janeiro.
Joaqun Pedro da Costa Lobo, da comarca da
Boa Vista cm Perhambuco.para a da capital da pro.
vincia do Ro Grande do Norte.
Antonio Ruarte Novaes, d,a comarca de Porto
Imperial em Goyaz para o Malto-Grosso, na provin-
cia deste nome, em consequencia da represenlaeao
do presidente daqnella provincia, sobre a qual foi
ouvido o conseibo de estado.
Foram nomeados os juizes de direito, jnizes mu-'
nicipaes :
Joan de Souza Reis para a comarcando Boa-Vista
cm Pernambuco, ficando sem effeito o decreto de 5
deste mez, que o havia nomeado para a comarca da
Mala-Grande as Alagoas.
Ignacio Jos de Almeida Gnu vea para a comarca
de Porto Imperial, em Goyaz.,
Joilo de Carvalh Fernandes Vieira para a comar-
ca da Mala-Grande,nas Alagoas.
Por decretos de 21 do mesmo mez: .
Foi commulada em prisao perpetua com trabalho
na casa de correccao da c.irle, a pena de morle im-
posta ao roescravo Jo3o Raphacl, pelo jory da vil-
la de Camela.
Foi exonerado Jacob Waldemiro Peto de Barros
do cargo de segundo supplenle do subdelegado da
freguezia da Candelaria.
Foram nomeados:
Segnndo supplenle do subdelegado da freguezia
do Sacramento, Francisco Jos Goncalves da Sila.
dem idem da freguezia da Candelaria, Manoel
Ferreira de Faria.
Commandante superior da guarda nacional dos
municipios do' Brcjo eTuloya, da provincia do Ma-
ranhao, o coronel Severno Alves de Carvalh.
Tenenle coronel commandante do batalhao de in-
fanlaria da guarda nacional do municipio do Sania
Helena, da mesma provincia, Antonio Pinto Braga.
Major ajudante de rdeos do commando superior
da guarda nacional dos municipios das Alagoas, S.
Miguel e Alalaia, da provincia das Alagoas, o l-
enlo Jos Guedes Nogueira.
Capitao secretario geral do mesmo commando,
Januario Lopes da Silva.
Foram reformados nos mesmos poslos :
' O coronel da exlincla primeira legio da guarda
nacional do municipio do lien fe, da provincia de
Pernambuco, Jos.Peres Campello.
O lente coronel do exlinclo terceiro halalho da
guanta nacional do mesmo municipio, Joaquim Lu-
cio Monteiro da Franca.
O tenenle coronel do exlinclo batalhao da guarda
nacional do municipio de Bananeiras, da provincia
da Parahiba, Leonardo Bezerra CSvalcanli.
1 O lente coronel do exlinclo batalhu da guarda
nacional do municipio do S. Miguel da Babia da
Trai'cao, da provincia da Parahiba, Antonio Jos da
Silva Lisboa.
O major da anliga guarda nacional do municipio
do Recife', capital do Pernambuco, Joao Francisco
do Ileso Maia. ,
'- O major do exlinclo batalhao da guarda nacional
da capital do Maranhao, Raymundo Carlos Ribeiro.
O major do exlinclo nono batalhao da guarda na-
cional do municipio de S. Jos, da provincia de San-
ta Calharina,.Domingos Jo- da Costa Barbosa.
PROVINCIA DE JMATO-GROSSO.
Calaba' 3 de feverefro.
Esta provincia goza de perfeila paz, e assim conti-
nuar sem a menor duvida emqnanlo cstiver na
admioistracao o Sr. Augusto l.cverger.
J os nossos porlos foram visitados por um vapor
de guerra noVte-americano, o lyaterwitck, que em
das de dezembro do anuo lindo deu fundo em fren-
te da freguezia de Albuquerque, na fronleirado Bai-
xo-t?arguay,' o qual estando alli po alguns das, e
leudo visitado a puvoac,5o de Corumb regressara
com deslino, ao que dizem, de solicitar do governo
imperial liceuca para entrar pelo rio S. I.ourenco e
vir a esta capital, prometiendo estar de volta em
das de mar;o prximo futuro. Com a entrada do
vapor um geral confentamenlo apoderou-se da po-
pularao desta provincia, cujo progresso depende da
franqueza da navegac^lo. Sentimos porm que o
primciro vapor que sulcasse as nossas aguas nao fos-
se brasiieiro !
Visto (ocar-the em nnvegacao, por efleito da qual,
sem duvida esta provincia ser elevada posirao de
urna das mais brilhanles estrellas do diadema impe-
rial, fazem lodosqui votos para qneo'nosso pres-
tante contidadao Jos Antonio Soares leve a effeito,
a empreza, que o partir daqui projeclava, de urna
companhia de uavegacjlo a vapor palas aguas do
Paraguay, dessa corta at esla capital, para cujo fim
foi munido de todosos dados e trabalho* necessarios.
Segundo as cartas qu dalii se nos tem dirigido, essa
impoxtanlissima empreza s depende de'decisao do
governo, que provavelmente nao deixar de alen-
der a r/ma necessidade de Unta urgencia e de fao
reconhecdo inleresse.
He necessario que os iisso governanles nao se
ilcscuidcra de olhar, para esta provincia. O presi-
denta nutre os melhores desejos de promover osseus
melhoramentos, mas debalde se esforca, por que nao
leraos dinheiro. Se nao he possivel consgnar-se
no ornamento um supprimento para os nossos me-
lhoramentos materiaes, tambem nao he Ilegal que
do"artigo Oir Publicat se destaque um adjutorio
para as nbssas obras provinciacs. Repito islo urna
e rail vezes, para que os nossos representantes e o
governo llis dem a importancia que merece. '
Causa-nos pena o ver que nada temos que com-
municar de interessante em progressos materiaes,
vista dos rpidos melhoramentos que vao felicitan-
do outras provincias. Com effeito, como a par de
um artigo do jornal sobre a constroejao' de um di-
que, sobre o estabelecimenlo de urna via frrea, so-
bre urna companhia publica, sobre um banco nacio-
nal, ele., etc., poderia eu .ter a lembraoca de lhe
pedir a cruel obligeanee de cscrever que na provin-
cia de Malo-Grosso fez-se urna ponte de madeira
de linios palmos sobre um ritieirao cujo nome
apenas he condecido dos que habilualmenle o atra-
vessam ou qne na freguezia de tal se estconslruin-
do urna cadeia de taipa, cujo ornamento importa em
700 ou 800? Como nao se cucheri de vexam o
Sr. Lcverger ao ver-se olirigado a mencionar em
seus relatorios semellianles ni libaras ? .
At hoje nSo sao ainda chegadas as ordens para a
elcicao nao podemos contar com um representante no se-
nado.
Se ha urna provincia cm que se possa dizer que
os,partidos acham-se verdaderamente conciliados.he
san duvida a de Malo-Grosso. Amanliaa proceder-
se-ha eleicao dos depulados provinciaes, para a
qual coocorrem tranquillamenle os dous partidos,
dando cada nm ractade dos respectivos membros.
Outro unto succedera bem depressa com a elei-
cao de senador, a cujo respeito como que j se
ichao de accordo os nossos lados polticos. O Sr.
desembargador Joao Antonio de Miranda, qne em
nada tem desmerecido a nossa eslima e sympalhias,
continua a ser candidato de todos os lados, e ser
indspensavelmenle reeleilo. Posta fra de questao a
sna candidatura, Picar cada nm dos dous partidos
com o direito de dar um dos dous candidatos. Quem
entre todos os mais indigitados rene major somma
de probabelidade al a data desta, he o nosso hispo
o Sr. D. Jos.
O Sr. major Jos Joaqnim de Carvalh nao lem o
apoio de nenhom dos dons partidos. Encostado a
um pequeo grupo-dissidente, nao poder por for-
ma alguma entrar na lista. Melhor seria que elle
visse tratar da companhia de mineracao, que mui-
lo inleresse j poderia ter dado aos accionistas.
Conclurei esta noticiando-lhc, qne no quartel do
corpo decavallaria, em Villa Mara, honve um con-i
Hielo en I re o capitao Francisco de Assis Machado
Bueno e o alteres Antonio Joo Ribeiro, d*e que re-
sulloii dar esle naquelle urna estocada de algum,-,
gravidade. Acham-se presos para respondercm o
conselho de guerra nao s esses offlciaes, como um
oulro que por algum modo se comprometiera por
amor desse acontecimenlo. Cada vez mais me cou-
ven^oda nenhuma ulilidade de se achar o corpo de
cav aliara estacionado naquclla villa.
(Carta particular.)
(Jornal do Commercio.)
PEBJrVNBliCO.
ASSEMBLA LEGISLATIVA
. PROVINCIAL. '
Sessao' ordinaria Mi 3 de malo de 1854.
Presidencia do Sr. Pedro Cavalcanti.
Feila a chamada, verifica-se cstarem presentes 30
snhores depulados.
O Sr. Presidente abre a sessao.
O SY. 2. Secretario lea acia da sessao anterior
que he approvada.
O Sr. 1. Secretario mencioua o segu ule
EXPEDIENTE.
Um officio 1 do secretario da provincia, acompa-
nhando um requerimenlo m quejoso Cordeiro de
Carvalh I.eile, pede qoe de novo se mande orear o
empedramento da estrada de Olinda, de que he arre-
matante.A' commissao de obras publicas.
Outro do mesmo secretario, enviando o requeri-
menlo do coronel Jos Pedro Vellozo da Silveira, re-
lativo ao pagamento de dividas de que he credora' a
fazenda provincial.A' commissao de faxenda.
Outro do mesmo secretario, commuoicando ter
remedido a thesonraria a relaco nominal dos Srs.
depulados qne comparecern] as sessoes do mez de
abril.Inleirada.
Redaccao do projecto n. 33 do annopassado.Ap-
provada.
Parecer da commlssa de fazenda sobre o requeri-
menlo de Lniz Jos Marques.Adiado por haver as-
signado vencido o Sr. Jos Pedro.
Helido, julgadc objecto de deliberado e mandado
imprimir o seguinte projecto:
a A commissao de obras publicas, commercio etc.,
examinando o requerimenlo de Claudio Dnbeaux, a
respeito das linhas de mnibus que pretende cslabe-
lecer, e a informacao que sobre elle deu a cmara
municipal do Recife, propoe a esla assembla a reso-
luto seguinte:
A assembla legislativa provincial de Pernambuco
resolve :
a Arl. nico. O emprezario, 00 emprezarta, que
em virtnde da le n. 191 de 30 de marco de 1847*,
conlratarem com o governo linhas de omnibos desla,
cidade para os seus arrebaldes e para a de Olinda, fi-
cam dispensados por 5 annos de pagar pelos ditos'
mnibus imposlos monicipaes e os de Barreira, qne
ja naoesliverem arrematadas, ficando revogadas as
disposicoes em contrario.
1 a Pico da assembla 3 de maio de 1854.
Antonio Alces de Souza Carvalh. Manoel Joa-
quim Carneiro da Cunha.
Primeira parte da ordem do da.
Segunda discussaodo projeclo.n. 30 do anno pas-
sado.
O Sr. .Metra : Sr. presidente, eu reconheco a
ulilidade do projecto que se acha em discussao, "mas
neg a necessidade de que elle seja discutido antcs
do projecto da reforma do regulamento de 12 de
maio de 1851; porque o projecto da reforma apre-
sentado pela commissao, abrange o artigo de que se
compe o projecto, que se acha em discussao, se en-
treunto, he condecida a impossibilidade'de discutir-
se esse projecto de refrma, isto he, qoe nao pode el-
le ser discutido com preferencia aos oulros. que fo-
ram dados para orden do da, se nao ha lempo para
essa discussao,eu juloiva acertado, que esta assem-
bla aulorisasse o gnomo para fazer as reformas
queentendesse convenientes, no mesmo regula men-
t, cque eutaoseciescentasse a idea deque o aug-
mento dos ordenado! dos professores licava em vigor
de ora em dianle, pira que elles nao contnuasseai a
soflrer, como at sgora tem soffrido. Nao sei que
ulilidade possa haver, em que esta casa se oceupe,
com toda a preferencia, s de um artigo da refoifraa,
que manda pagar ordenados aos professores, esque-
cendo tudo mais; isto me nio parece digno de ser-
adoptado.
Eu nao me oppon 10 i 11 teramente a idea, maque-
ro neste caso, que se d autorsacao ao governo para
reformar o regulamento, Unto mais quanlo creio,"
que esta lie a segunda discussao do projecto, e ouvi
dizer, que elle j havia sdp adiado para quando se
disculisseo projecto de reforma, ou mesmo liavia si-.
do remetlido commissao que eslava encarregada de
organisa-lo.
m Sr. Deputado : He unja morle suave.
(f*Sr. Metra: Na quero a morle desleprojec-
lo, pelo contrari, eslou convencido de qne lendo
sido os professores enerados de maior trabalho, obri-
gacOes e responsabilidades, devem ser melhor remu-
nerados, porque o contrario seria injusto e iniquo ;
masao passo que recnheco isto, recondeno tambem,
que igual conveniencia e ulilidade seda a respeito do
projecto de reforma, por cuja falta talvez o governo
se tenha visto em difflculdades, porque he cerlo, que
estes negocios tendentes instruccao publica eslao
em nm cabos.; temos leis anteriores, regulando a
materia ; temos o regulamento, e nao sei -se diga,
quo esle regulamento veo Irazer embarazos acerca
de muilos pontos, como por exemplo, a respeito das
juhilaci.PS; hoje parece duvidar-se e os profnsores
devem ser jubilados pela le de 37, ou ss pelo regu-
lamento de 51.....
Um Sr. Deputado : Isso he muilo claro.
O Sr. Steira : Mas o governo nao o achou cla-i
ro, tem lutado com dMciildades.
Emfim, snhores, eu j disse que me nao opponno
ao proferto, qnero sement, qne elle seja acompa-
nhado dessa auloriacio ao governo, para tomar er
consideradlo o regulamento citado e reforma-lo, co-
mo entender conteniente, visto como, alenla a pro-
ximade do encerramento da presente sessao,'' nio he
possivel passar o projeclo o(Terecido pela commissao
para a reforma do regulamento, e nem me parece
louvavel abandonarmospor mais urna vez materia 13o
importante sem que tomemos a respeito qualquer
providencia. *
Vat mesa e he apoiada a seguinte emenda :
Podendo o presidente da provincia fazer no mes-
mo regulamento as alleracOes que julgar convenien-
te. S. R. Oliveira.
O Sr. Epaminondas: Sr. presidente, nao sei
conio hei de deffender mais o projeclo que se discu-
te, em vista do que disse o nobre deputado que lhe
faz opposicao.
O nobre depntado disse, que o projecto era uti e
conveniente, assim como que havia injuslica e im-
qoidad em nao estarem os professores ja no gozo do
augmento de ordenado, que lhe marcou o regula-
mento. J se v pois que o nobre depnlado mesmo,
forneceu razOes suflicientes para qne o projecto seja
approvado. Apenas o honrado membro oflerecen a
consideraran de que nao se devia discutir solada-
mente esla disposico, e perguntou-nos qual a razao
porque nao haviamos de tratar desta materia quan-
do discolissemos as oulraa disposicoes do regulamen-
to e suas reformas. Snhores, eu direi que a razao
de discutir-se soladnmente este projeclo, o nobre
deputado j a deu. A razao consiste em ser iniquo
e injusto, (como disse o nobre deputado) que os pro-
fessores tendo tido augmento de trabalho e obriga-
c5es, nao percebercm desde enlao o augmento de or-
denado que foi igualmente decretado. Se o nobre
deputado reconhece a juslira da maior paga para es-
ses prolesores.se reconhece, qoe eso paga deve ser
dada desde o momento que esses funcionarios se
acharara sobrecarregados de novos onns, se he ver-
dade que ha mais de dous annos que elles compren
as suas novas obrigacOes, parece inconlcslavel que
nao se deve retardar por mais tempo a approvacao
do projeclo. Eis o fundamento da opportunidade,
b necessidade de disenlir-se isoladamente o pro-
jeclo ; todas as mais disposicoes do regulamento de 12
de maio de 1851, eslao approvadas e em ^xecucao
ha bastante lempo, e s a parle qne diz respeito aos
ordenados he que est dependente de approvacao.
Em relacao.pois ao regulamento, o projecto nao faz
mais do qne complela-lo, e procurar aprova-lo rio
lodo. A conveniencia de sua discussao isoladamen-
te est portento bem patente, e clara.
Sr. presidente, a primeira vez que se trouxe casa
a discussao deste projeclo, fez-se-lhe a mesma op-
posi jiio ; d sscram' que havendo reformas a fazer-se
no regulamento,nao era opportuno discutir-se o pro-
jeclo isoladamente, mas sim qnando se tratasse das
reformas. A materia da casa achou justa semelhan-
te impugnacao, acceilon-a, e por isso o projeclo foi
adiado. Todava os que volaran contra o adiamen-
to, como eu o fiz, compreheuderam mni bem que o
que se tinlia em vistas era tornar o projeclo esque-
cido, e evitar que fosse approvado. O laclo veo
confirmar este nosso juizo; por qnanlo as reformas
ao regulamento j appareceram, e apesar de muilo
tarde, que nao he possivel disculi-las mais nesla ses-
sao, anda se quer novo adiamento do projeclo, o que
importa o mesmo que regeita-lo.
Snhores, eu aprsenla re urna considracSo ca-
sa, que me parece beni a Hend al, e h a seguinte:
A respeilo do projecto nao ha duvidos, lodos os
acham juste, e til, mesmo quelles qne se oppem
a urna discussao solada. O mesmo porem nao. acon-
tece com as novas reformas, que ainda nao eslao bem
apreciadas por lodos, e nao sabjmos se s3o de tanta
juslici), de tanta conveniencia e ulilidade quanto
aquello. Assim me parece, que para a discussao
pode dar-se preferencia ao projeclo, e nao s refor-
mas. '.
Dsse-sc aqui, que podiao haver outras retormas
igualmente interesantes. Nem duvido, nem contes-
te ; mas direi qne as outras reformas que alludem.
nao sao conhecidas, nem a sua conveniencia, c uti
lidade estas to provadas como a do projecto, que
ninguem anda se aniraou a combater directamente,
e apenas o querera discutir englobadamente com as
reformas, no que descubro inconveniencia...
> Um Sr. Deputado da um aparte que nao ouvi moa.
O Sr. Epaminondas : Ja disse, c repelirei,
que o projecto se refere somonte s disposicoes do re-
gnlamento de 12 de maio de 1851, que nao eslao
approvadas; tudo o raaiique contera esse regulamento
j est nao s approvado, mas at em cxecncSo ha
bastante lempo. E a nao quererem os nobres depu-
lados por meio desla e outras tangentes, fazer com
quo os professores continoem a nao perder esse aug-
mente de ordenado, me parece, que se deve discu-
tir ja o projeclo, e mo adia-lo para nm lempo defi-
nido.
Eu vejo, Sr. presidente, pairar sobre as reformas
da instruccao publica, urna tal nu qual fatelidade
que obsta a sua conclusao. Ao principio foi a as-
sembla quem iuiciou reformas na instruccao publi-
ca ; depoisdeu ao governo autorsacao para faze-las,
e este aceitando a autorsacao, eraborou o regula-
mente de 12 de maio, deixando assembla a ap-
provacao de parte d suas disposicoes. A assembla
nao Iratou disto, foi serapre adiando, e aflnal con-
clue com urna nova autorsacao, vaga e indefinida,
para ainda outra vez o governo reformar a instruc-
cao publica.
Um Sr. Deputado: Nao he coosa nova...
O. Sr. Epaminondas: Nao he cousa nova, sei
mas talvez nao seja o melhor, e o mais assiado. Como
o projecto nao soll're contcstacao, e he por lodos aco-
lliido, nao vejo fundamento algum para nao seelle
discutido j, e approvado.'
Sr. presidente, a autorsacao Vaga e indefinida de
qne fallci cima, est contida, creio, em nma emen-
da additiva que mandaren ao projeclo que se discu-
te. Eu devo ser franco i respeito desta emenda, e
por isso declaro que voto costra ella. A commissao
d inslruec.lo publica j apresentou o seu Irabalbo
das refoimas.as quaes sao quasi todas copiadas das
idcasemrtlidas pelo director geral da instruccao pu-
blica. Teein em seu favor taos reformas, a experien-
cia e pralicadaquelle funecionario. Quemler o sen
relalorio, ver qne tedas as suas ideas eslao conlidas
nessas reformas. Tem tambem em seu favor a opi'
uiao desla casa, porque foram approvadas j cm pri-
meira discussao. Ora, achando-se o negocio neste
estado, e pcrmitlam-me a express3o,estando a ques-
tao prevento por esta assembla, qual a necessidade,
qual a conveniencia de incumbirmos ao goveruo esse
Irabalbo '.' Nao ser mesmo mostrar poned apreco c
consideracao para com a Ilustre commissao de ins-
truccao publica, e como que reconhecer incomple-
tos os seus Irabalhos '! Porque nu apreciamos us
essas reformas, porque nao as discutimos, para anual
adopta-las, ou regcila-las, conforme julgarraos qoe
sao ellas boas, ou ms,? Acho islo melhor e mais
conveniente, do que continuarmos nesse jogo de
mandar para o governo, c este para us, sem nadjp
concluir-se. Tanto mais quanto nao partilho aopi-
niao daqnelles que entendera que o governo he o
mais apio para ludo. Estarei sempre pronipto a dei-
xar intacto o seu carcter de regulador, mas uBo o
converlerei em legislador. .Voto contra a emenda,
e em favor da approvacao do projeclo.
O Sr. Augusto de Oliveira sustenta o artigo addi-
livo do Sr. Oliveira, c responde ao precedente ora-
dor.
O Sr. Meira : Sr. presidente, ped a palavra,
para responder no uebre depnlado qne impugnon a
emenda additiva, por me parecer que elle me nao
compreheudeu. Eu disse, be verdade, qoe reco-
nhecia ulillidade no projecto, mas que nao juigava
"conveniente, que elle se discutase isoladamen(e,islo
he, destacado d* todos 09 mais artigps do regula-
mente, sobre os quaes a commissau de instruccao
publica iulerpuz o seu juizo. Creio, Sr. presidente,
que poderei convencer ao nobre deputado, que essa
abslraco do projecto de qu agora se trate e dos ou-
lros pontos da reforma he Inconveniente, porque
tratando projeclo de augmente de ordenados, e po-
dendo a reforma diminuir o trabalho dos professo-
res, nao ser justo talvez que se ihes d essa vanta-
gem; lugo he claro que so nao deve discutir este ar-
tigo sem os oulros com qoe tem elle ligaco. De
mais, que receto haver de que o presidente fa^a
essas reformas 1 Nao disse o nobr depotado que
ellas sao copia das deas do director geral 1 Pois o
governo nao ha de alteuder a isto f Seta duvida
'alguma.
Olnervo anda ,10 nobre dPpQladn, qoe esla refor.
mas aqni sSo dficeis, e a prova est no proprio. re-
gulamento. de 51, que carecendo d'ellas e estando
nos em 54,"ainda nao se poaeram fazer : alem disto
estas reformas, tambem sao extrahdas do regala-
mente da instruccao publica no Rio de Janeiro, por
consequencia o governo tem mu i tas bases para se
regte* ; e se o nebre depolad enlende, qoe os pro-
fesorea devera perceber qualquer augmente desde
j, nao me opporei a isso como j disse; mas passan-
do o projeclo, entendo que deve lamben passar a
autnrisaco ao governo para reformar o regulamento
como entender conveniente, e entretanto melhorar-
mos assim a sor te dos professores mediante o augmen-
to deseos ordenados, e talvez que com relacao a ou-
lros pontos em qoe ella mereja ser atlendida.e final-
mente habilitamos o governo a melhorar a Instruc-
cao publica do paiz em vista dos meips ao seu alcan-
ce,qno podem ser melhormenle estudados, e dos in-
convenientes que a pratica lhe tenha feilo seulir duran-
te a execuco do mesmo regulamento, e desde a
sua pnblieacao, e sobre tudo s*1 elle for animado do
verdadero interese, e zelo por este importante ra-
mo do serveo publico.
Encerrada a discussio,sao approvados o projeclo e
a emenda.
O Sr. Epaminondas requer a dispensa do inte-
reslicio para ser dado para ordem dodia de amandaa,
projecto qoe acaba de discutir-se.
A casa eonvem.
O Sf. Mello Reg manda mesa seguinte in-
dicado.Requciro que sejam chamados lanos sup-
plenles quantas sao as vagas deixadas pelos Srs. depu-
lados que acabam de relirar-se para o Ro de Ja-
neiro.
Approvada a urgencia, he remedida commissao
de conslluicao e poderes.
Sao nomeados para fazer parte desla commissao os
Srs. Ahilio e Francisco Joao, por estarem ausentes
os membros da mesma.
Terceira discussao do projeclo n; 33 daite anno.
Approvado.
Segunda discussao Je projeclo n. 3* deste aBno.
Art.l,.
Q Sr. Jote Pedro oppoe-se ao projecto em discos-
sao, pela impoMbilidadede carrejaremos cofres pro-
vinciaes com a maior parte da despeza com o calca-
mente das ra, e nao se poder conseguir este cala-
mento em menos de 18 20 annos, o que demonstra
por um calculo basetdo no numero de ras e Ira-
vessas que tem esla cidade, na despeza que tem de
fazer, termo medio, o calamento de cada ra, e na
importancia total da contriboicao de 15 por rento,
que licam snjeitos os propnetenos de casas. -
O Sr. Mello Reg : Sr. presidente, quando en
esperava] que o nobre deputado, levantndole para
combater o projecto formulado pela commissao, tra-
tasse de apresnlar casa os mcios mais convenien-
tes para que seja efleeloado o cabimento desta ci-
dade, que todos reconhecem ser necessario, vi que
pelo contrario elle na faz mais do que crear diflicul-
dades, apresnlar argumentos aterradores, qoe se po-
dessem prevalecer no ani'mo da casa, ella necesaria-
mente rejeitaria o projecto, visto como o nobre de-
pulado assegora que elle he inexeqoivel. Ponco;
direi para justifica-Io.
Pela lei de 5 d maio de 1852, foi o governo aulo-
risado a mandar proceder ao cairamente das ras
debaixo de certas condices que todos saben ; esta
lei, apresentou seus embaraces na execuco, e a
commissao attendendo oatoreza delles e as repre-
tentares que a respeilo foram dirigidas ao governo,
julgoa de ella devia ser modificada.
Ora, que ha necessidade Je fazer-se o cairamente
das rnas, ninguem o poder por em duvida, logo
eonvem examinar o como deve ser feito e por quem-
Neste parte me parece que" o primciro arl. do pro-
jeclo he muilo claro : o cairamente necessaramente
ha de ser feito ou pela cmara municipal, ou .cus-
la dos cofres provinciaes; nao he a cmara, porque
o arl. i. diz : O governo da provincia, logo....
Um Sr. Deputado:Aonde esl a exclusao da c-
mara?
0 Sr. Mello Reg : Esl no projecto...
Um Sr. Deputado:No projecto.....aohde?
O Sr. Mello Reg : Est no projeclo quando
diz (l).
Acha.o nobre deputado, que ama dilficuldade
existe para a nao execuco do projecto, e vem a ser,
que sao necessarios 500 cpntes de rs. para o caira-
mente das ras, e que concorrendo os particulares
smente com 225, que he a quanto montam os 15
por cento sobre a renda, teom os cofres pblicos de
supportar urna despeza de 275, contos qoe se acha a
cima de suas forras.
- Mas que meios aprsenla o nobre deputado para
sanar este mal ? Qual o melhor syslema a respeito,
que deva ser proferido ? He o qoe elle n3o nos quer
dizer, e apenas contenta-secom observar qne sao ne-
cessarios 16 annos para se concluir o caifamente to-
tal. Porm qoe mal lio grande ho esse '.' Melhor
he que lenhamos laicamente dentro de 16 annos, da
qne nao o tenhamos nunca, on qne elle continu no
estado em qoe s acha hoje, ou.ainda peior, porque
nao se tratando delle, as ras qoe hoje eslao boas,
com o transito, se arruinarao...
O Sr. Jos Pedro : Se esta he a solacio, esloo
calado.
O Sr. Mello Reg : Qoe duvida, he melhor es-
perar 16 annos,' do que nao ter ateamente nunca.
O nobre deputado piolou ainda 03 males, que re-
sullaro da lei existente, e as difflculdades com que
o governo lem lutado para a -sua execuco, Islo
mesmo r eco 11 lie ce 11 a commissao, c foi essa a razao
porque apresentou este projeclo modificando a-
quella lei, e tornando-a mais suave para os propie-
tarios. Eolrelando o nobre depnlado que acha pes-
sima a lei actual, acha tambem que a emenda he peior
do que o soneto, segundo expressou-se. Mas enlao o
que acha bom? Srs.,naobastedzer qu tudo heruim.
. Um Sr. Deputado : Eu nao disse. _
O Sr. Mello Reg : Se este meio heruim, apre-
senle-se ootro melhor: eu por minha parte o aceila-
rei. He necessario o coicamente, qual o meio de
raze-lo....?
m Sr. Deputado: Faja-se como al aqoi lem
sido feito.
O Sr. Mella Reg : Quer-se o caifamente das
ras, mas nao se quer que elle seja feilo cusa dos
cofres pblicos, nem custo. dos particulares; enlao
o custa de queai deve ser mo?...
l'm Sr. Deputado : A' custa de quem tem sido
feito at agora.
O Sr. Mello Reg : At hoje tem sido feilo
cusa da cmara municipal; eu nao eslou fora disso,
sou mesmo da opinio de que o cairamente das rnas
da cidade pertence rounicipalidade, mas como pr>^
der a cmara faze-Io ?
Um Sr. Deputado: E com que mcios se ffec-
-toar pelos cofres proviociaes?
D Sr. Mello Reg : Os cofres provinciaes, lem
recursos mais valiosos. Com ludo para mim he in-
diferente, que seja pela cmara au pelo governo, com
lano queo cairamente seja feilo : se se quer que seja
feito pela cmara, d-se cmara metes para isso,
'd-se-lhe por exemplo a decima urbana, qoe he um
imposto verdaderamente municipal...
Um Sr. Deputado : Quem d z isso ? .
O Sr. Mello Reg digo eu, diz lodo o muudo ;e
se olharmos para a origem dos impostes, lavemos
de reconhecer que este he municipal. So pois se
quer qoe a cmara crregne com o cairamente de-
em-se-lhe os meios para isso.
Sr. presidente, o nobre depotado tambem nio tem
razao quando diz, que o governo grincipiar cora a
somma de 16 eolitos apenas, que be a quoajjjprotada
no orcamenlo actual.
Isso nao he axacto; o governo comer o calcamen-
lo com a qnola de tres annos, qoe sao 48 contos, por-
que oestes 3 anuos e quota do 16 contos, qoe tem si-
do votada, e nao lem sido gasta, deve existir na.cai-
xa especial que para esse fim foi creada,..
O Sr. Jos Pedro : Esl engaado, a quota es-
t extracta.
O Sr. Mello Reg: Oh isso para mim he ad-
miravel Entiu cm que se lem gasto"'
O Sr. Jos Pedro: Eu sei, a soa reparlisao he
que lem pedido u dinheiro...
O Sr. Mello Reg: -m Mas o nobre depnlado,
como inspector da thesouraria, chele-de repar tifio
fiscal, deve saber em qoe se gastou'essasomma...
O Sr. Jas Pedro :Nao sei, veem os pedidos da
reparlic^o das obras_^Tublicas para cairamente d*
ras, e esses pedidos extinguirn a quota.
OSr. Mello liego : Nao sei em que se tenha
consummido a consignacSo de dons annos : o noto
deputado seto duvida, qpe fiscala a despeza deve
saber em^que se tem gaste 32 contos...
O Sr/jos Pedro : No calgamenlo das ras, se-
gundo/os pedidos da sua reparlicao ; e tendo-se gas-
t, mo liste-
Mello frgo: Eu nSo quero contrariar
ji cIbSIM0 "",irf rputado, mas acho impoMi-
vcf, que se tenha gaste essa dinheiro todo, porque o
que se tem pedido lem sido para o calcamenlo do
pateo da Penda, e para um canno de esgoto, que he
parte do clcame i o qoe mais se tenha
feilo para a
que twtl wij
Emfim,Sr. pre
rondecendo-se os ornar
urna medida qualqo JM H vejo
00 tra seoio eita.qi
res, nao com a quota q
moito onerosa, masii
porcao dos havtres de 1
He isto o que se
marca ato he lio grand
portar. A mim, Sr. i.re
meio he este ;mas
mais conveniente.
O Sr. Augusto de c
5 maio de 1852- nao he
proprietarios, conforme' assevera a I
tambem desptica e ty rannlca em 1
alm de assentar em orna base falsa
votar pete projeclo en discussao, porqui
mesma base, a qual nada menos imn
fazer recahir sobre os proprietarios, em
parte, calcamenlo das roas. Observ
nba portento examinar qual a relai
o prove lo que resolta desse calcamenlo'pl
prietrios, e ss sao elles os nicos que lira!
vamenle eise proveito, porque, examinada
t3o, se se coulieeesse que os propriet
aicos qoe tiraain proveito desse
publico, on ainda os que tiravam
entao nao teria-duvida em volar que 1
zasse esse onus ; mas qoe esla Ibese <
poderia provar.porqoanto o que he ex
calcamenlo aproveito a todos quelles qu!
pelas mas, e nem o clcamente se faj par
valor aos predioj.nem para se alteuder I
dos proprietarios. Explica que te o
faz, he para coraraodidade .dos hahitautj
livos de hygiene publica, como para I__
de ilifercoque existem nacidade, em e.-
das aguas estagnadas em um ou ootro po*
he um bem para lodos que moram e tra^^H
cidade, e nao para os particulares unicam en te.,
do por conseginte a idea, sobre que aM^^H
jecto falsa, visto que suppe que s os pv
liram proveito do calcamenlo, e nao lraaeV
o proveilo, nao devem so concorrer como i
quer, e antes devem concorrer lodos, isto
se a despeza do calcamenlo da massa geral c
iiCOes.
Diz mais que o calcamenlo nao d miioi
propriedades, qne 6 ester a roa calcada nio
tari o rendimento deltas, porque se Q ^^T
augmentar oalugoel por esse molivo,o re
conservar soas casas sem inquilinos, co
prova pela pratica. Qoe por tanto nao ex
'relacao de interesses para com os prop
projecto se torna desptico e tyrannico, e I
mesma base ero que asenla a lei que se quer 1
mar.
Accrescenta, que lamben desejava qael
depulados examinassem, qriaes as vao
tencia dos capitaes empregados em
concluirem desse exame se ainda he. 1
cartega-las de um novo onos -porj
esta qnestao, recondcccr-se-ba
capitaesr empregados' en predios sao os
rendem, islo he, dio quando muilo on 5
animalmente. Observa aiada qoe,'I
note o rendimento dos capitaes essiH
he por essa razao qoe a edilicacSo d 1
deSnhamento.e que per conseguinle n
ente augmentar mais os' onos, porque ai
ser difflcnlter-se mais a edifficacao.'
Faz ver que.se.as propriedades agrien!
lem mais valor do qoe as urbanas, he
dos mapires onus qoe pezam sobre ei
Reconhece que todos devem eoncorrer
pezis publicas; mas que todos
igualmente, e nao ser -urna classe i
gadt do qoe as outras,como se quer lazar
jecto acerca-da classe dos propriela
urbanos.
Faz outras mnilas consideraeas geraes, e rl
ollereeendo a seguinte emenda ao projecto.
Art. 1. O governo da provincia mandar \
der ao calcamenlo desta cidade, de coafonj
com o plano qoe for adoptado, debaixo das
Cees segoiotes.
1. Ser de preferencia calcada aqueBa 1
jos proprietarios e moradores dos predios 1
licados se presterem a pagar parte ou I
despezas de mao d'obra, dando o governo o]
riaes.
2. Os proprietarios de casas e terrenos 1
gem dos rios dentro desta cidade, serio i
a fazer sua costa a parte do caes e ati
pondenle a suas testadas, podendo o
regulamento, qu dever expedir para '
desta le, estabetecef disposicoes
quelles que dentro do praxo marcado M
rem esta obrigacao.
3. O goveruo, se julgar convenid
eslabelecer nas poates deste cidade bar
se cobre pedagio de lodos quelles que I
sarem. S. R. A. de Oliveira.
Apoiada enlra em discussao.
O- Sr. Abilio (Naodevolvu oseo discurso.)
O Sr. A. de Oliveira insisto nas soas idea
responde aos argumentos do precedente orador.
O Sr. Francisco Joao sustenta o projectofom-
dale a emenda, e responde aos argumentos
zdos contra a sua opiniao.
Vai mesa, e he apoiada a seguinte emenda
E os que actualmente nao pagaren decii
isenco legal." S. R. Sonta Carvalh.
.Encerrada a discussao, he regeilada a emenda
do Sr. A. de Oliveira, e approvado o artigo com
a emenda do Sr. Carvalh.
A discussao fca adiada pela hora.
Segunda parte da ardes do dio. ^J~"
Coniinoacao da segunda discossao do orcaroeuto
municipal.
Encerrada a discussao, he .regelado o art. 18, qae
na sessao antecedente ficra empalado,
Foi regeilada a emenda do Sr. Carvalh, man-
dando dar 3008000 rs. ao fiscal da Vctor
Foi approvada a emenda da commissio, mandan-
do dar oabale de 385 rs. ao arrematante de repe- -
sos e imposto de 500 rs. sobre cabeca de gado da
Cidade da Victoria.
Em seguida vem mesa, e sao potados os.j*-
gaintes artigos addiliyos:
A amara municipal do Recife fica aulorisada
aforar.sob as coiidiciJes qoe julgar mais couvi
c forem approvadas pelo presidente da por
terrenos contiguos ao silio do crurgiao 1
no .'ugar do Manguinho. ~~A. de Oliveira,
Laceria. Machado da Silva. 1
Fica a cmara municipal do Recife aulorisada
a marcar', desde, ja om-prazn razoavel para dentro
delle se effeclnar a eobranca dos imposlos atrazados
sobre estebelecimenlos industriaes, -podendo'e
ao d opto do valor dos mesmos imposlos a mi
tres por cento, marcada no art. 5 do regula:
municipal de 26 de agosto de 1851, e eando desde
ja approvado o regulamento de 27 de junlio e
expedido para a,cobranea do imposte sobra carros.
A. de-Oliveira Machado da Silva Barros, de
Lacerda.
Encerrada a discussao, sao approvados, e lam-
ben o projecto em segunda discussao, dispensndo-
se o intersticio para ser. dado para rdem 1
guinte.
Coninoa-se na segunda discussao do projeclo n.
34, adiado na primeira parte da ordem do di
Art. 2. approvado.
Art. 3.
Vao mesa e sao apiadas as seguinles emendas :
Emenda addiliva ao art. 3.
a Devendo preferir a arremalase. S. W.tSom
Carvalh.
a Ficanda o governo autorisado a contestar o
cairamente por empreza, debaixo das rmidroes que
julgar mais convenientes. fl/ert' Reg.
O Sr. Meira : Sr. presidente, eu creio que o
arl. 3. deste projecto autorisa o goveruo a" dar re-
gulamento para a execuco esta lei ; e o ge-ves1"1
sem duvida eseolher os meios que entoader 'n*k
convenientes para esse fim. Nos mesmos crv10 080 podemos desiguar o meio que ser flaib con-
veniente para essa execuco, e como tv* *" de
cetlo modo coarelar a Ireardade do r*"" ?
Assim, estando o governo ao,/'l?aao' *pedr
os regulamenlos necessarios; b f*T,,>> au ella
entender, qoe a arreratactto meio ve-
niente e de maior i.leress-*em dl*V'da a determi-
nara.
Prtenlo, nao sei r-*1w,
BSbbbHMbbsI


N*.
DIARIO DE PERNA
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9
nao lem por fim querer que seja exclusivamente
exeeatada i obra por arremataco, eu nao sei o que
significa a preferencia ; importa dizer ao governo
quoescolha o que julgar melhor. Uto ma parece
desaecesaro, por tanloi Vol pelo artigo como te
aeha no projoeto, deixando ao governo a liberda-
le de tace! f.cil, e maii vanlajosu
da executoc elle quem raeluorroen-
le dan exudar essa questao ; e nem deve.m'os re-
celar que elle deixe de preferir a arremataco, se
tender que hr 'adeiro meio para ene
fim.
" *" Jot Pedro pronuncia-se a favar da emen-
da, do Sr. Canlo.
O Sr. MelhRigo justifica a emenda que man-
da meta, autorsando o governo a contratar o cal-
camenlo por empreza, e d as raines porque nao
tlho que manda preferir o
ie Ibe nao parece con-
itaco trai a idea de di-
hoces qnando aljs convem que
liWMo de uro s pen menlo e de
le per amor'da uniformidade que de-
ve ler.
Carvalho jmtflca a sua emenda.
9 Reg :Sr. presidente, u nao m
aepulado descobrio aulorsasao para o
raur este contrato clandesiinamenle : de-
pe se deaeobrio isto na emenda, e se esta cao-
Ul pensamento, elle nao lie meu. Como sao
os os contratos com o governo? quem exclue a
4ade? quem excine aesse negocio a interven-
rraria como reprtijo fiscal que alias
, qoe deve racimo iolervir ?
M Carualho :Assiru veo fornecei-se
[tes paraacasa de detenco sem annancio, nem
1
Mello Reg:Ora, o uobro depulado quer
eontratoftom fornecimenlo de materiaes
em edificario T Fornecer materiaes he coa-
diversa, nao he urna empreza como esla de
ninha emenda.' ArrematarSo Iraz aida
da obra por empreza, o governo pode con-
tratar Bailo mais barato, porque a reuniao de ho-
capilal suftleiente pode alcancar a pedra
offerecer mais vantagens para a pro-
Na sel onde o nobre depulado descomi
onvenienle na rainha emenda, e acliou ana-
ostoroecimenlosque a repartirlo das obras
contrata sem fazer annuncios, posto qoe Dio
:ja lase iateiramente exacto; larobem se faxem a n n.u u-
dot. E como sao filos esses fornecimentos ? Qiier-
tal material, vem as propostas reparti-
M obras publicas, esta recebe-os, e levaras ao
cimento do governo, propondo que se contrate
cam oqueoffereceosobjeclosmais barato, oa com
eres co'ndicAai. o governo cnlo aoprova ou
uste.e disso se lavra om termo na repartirlo.
lieo das obras publicas, por lano, no faz
ule o qoe quer, como suppoe o nobre depu-
l est a fallar nessas cousas sem saber como
ellas sao totas. -
Cornal*:Mas senao sefazem an-
araatos, com se contrata?
lio Ro :a emenda diz qoe nao haja
aaafim *
Atusa Carvilho:He preciso especificar.
Mo Reg :He preciso que o nobre de-
Wpponba o governo to in>previdente,a pefaj
a prever esses pequeos males que o nobre
aaaajlulo de repente dea Cora elles. .
O Sr. Souza Caroalho :O governo lem feito
roa l/a tos sen> annuncios.
'. Millo Reg :Esses fornecimentos de que
epatado falla, e que diz que sao toitos sem
m que se pagam pela tliesooraria
ci das obras publicas, no entonto
10 do contrato com empreza, o pagamento
pelatbesoursria,porque^at l.t ha urna ca-
ase fim, com o qaTnunca se reali-
sara isso que o nobre depulado receia.
Sr. Meira : Sr. presidente, quando o no-
liado impugnou a emenda do Sr. l)r. Souza
lo me persuada que elle tvesse d' of-
Irl, sendo que as observaces que eu liz
I aquella, proceder lamliefn contra esla. O ar-
risa o governo para dar execncao i lei, ex-
os convenientes regiilamenfos ; ora, o rio-
enlendeu logo que o meio ma; con-
ra a arremataco, e manda urna emenda :
l o nobre depulado que acaba de fallar
npreza, e manda tambero urna emen-
a sentido, de sorte que cada um de nos, que
que a obra se deve fazer deoulro modo,
indar a sua emenda, e finalmente nao sei
em que isto litara.
se eseolba e resolva de urna vez o
or meio, ou alias he cscusado dizer ao governo,
izer ou por este, oa por aqaelle.ou por aqaelle
| modo; devemos pelo menos confiar que o go-
io que for mais conveoiente aos inleresses
viuda e economa dos cofres pblicos,para que
estarme* indicando meios, cuja conveniencia
n*o asta anda prvida? Ora, tanto pelas mesmas
raides porque me oppaz .-i emenda do nobre depu-
Sr. Dr. Carvalho, opponlio-me a do Sr
la Rege ; lauto mais, quaoto esta idea de em-
preza alo me agrada rauito, porque ja ouvi dizer
um preparo, edisposicSo previa para isto.
O Sr. Souza Corcolho : Por isso qacro ar-
remataco.
O Sr. Meira: Mas para que havemos de coarc-
wdade ao averno? se elle ichar mais con-
veaiente este meto, admtli-lo-hn; agora, se o no-
lapalado enleude qu so elle pode ser proficuo
i i indicada no artigo que se discute, e que sub-
isteapezar de sua emenda. *
O 8r. Mello Reg da um aparte.
O Sr. Metra: Nao pos? o, por Unto, votar
patas emendas qne alteram a dispnsicfto do artigo
nos I* or era que se arha concebido, e que me pa-
reeem dignos de ser adoptados.
Encerrada a discussao be o artigo approvado com
emenda do Sr. Carvalho, sendo regeilada a do
Sr. Mello Reg.
a segunda discussao dn projecto n. 29.
Vai mesa e he poiada asegainle emenda :
Em vez* de 90 contos, diga-se 40 conlos, dos
quaesSserao applicados aomelhoramento da cui-
tara doalgodo. S. R. Lu: Filippe. t
Rr-\Bapti$ta com quanto nao concorde no Io-
ta a meio de proteceo. eslabelecido no projecto,
wtar por elle, porque eutende que al-
edusa se deve fazer em favor da industria, e
adanidea como um ensio.
WKppe ("Nao devolven o seo dis-
enrso.
i a discussao, he o artigo approvado
i a emenda 4o Sr. Luiz Filippe.
lado a hora, levaala-se a sessao, depois
la te* sido designada a ordem do dia.
ERRATA.
Sr. I)r. Neiva oOerecida em segunda
discussao ao projecto de orcamento municipal e pu-
blicada no Diario de 6 do-correnle, pag. 2." e col.
(>. que diz : ficando elevado o ordenado do secretario
ara da Villa'da Roa-Vista 3rtrs___deve-
r do secretario da cmara municipal de Villa-
Billa.
DA FE1RA 8 DE MI DE 1854\
RECITE 6 DE MAIO DE i85i.
AS S HORAS DA TARDE.
RET80SPECT0 SEMANAL.
No domingo, :!0 dopassado, chegou dosul o vapor
San Saltador, tendo deixado lodas as provincias
lado em perfeito socego> As noticias por elle
viudas feram destituidas de importancia; e i excep-
ro d sgaos despachos deinteresse particular, na-
da maja liouvo qoe captasse a atteneflo do publico.
O qne porm nao forneceu o vapor ao respeitaecl,
eucontroa-o elle as sedulas falsas rxas de 505 ex-
ilenles na clrcujasae. Tl foi com effeilo o gra
asaantpto da
petrsc
ram d
no dM^^^H
pe i lo nail |aa(
ave^
- do do nesso j
mea: l>* eerj
pee essa muj
8*pMMj^H
o thema das conversa;Oes, o
Por rama de taes sdalas fo-
ogo depois sollos. Anda
iulro. Coiitnm-se a res-
rosegue em diligencias
in que falla-
I liadas;
cr do
car raptos amhici nberto e explora^
do por miiiios; a existencia do crime acha-se prova-
< pataarepetMoa Cela* da cada dia ; reas as crimi-
noos, qe lie dellei ?. Nem nm s exempla de pu-
n,C*e.pSSa dado pelo menos aos incautos e aos pe-
IJrt**?l fl**m nrVO Pafwe que j lodos \c aliram
i boa espeeulaco, tanto he seductora a esperanca
do lucroe da hnpunidadel
NSo baslva pnis o flagello das sdalas dilaceradas,
qne lnto lem amotinado a pupularao; vieran) para
cumulo de males as sdalas rdxas de 30 falsifica-
das; e quem tem hoje urna destas em sea poder, a-
clia-so como la dlzem, entres croz e a caldeirlnha:
de nm lado a possibitldade de ira cadeia, do outro a
privacao do necessario pela falta de bom dinheiro
com que o comprar.
No prhneiro do correte principiou a famosa de-
voaodme: Mariano em mu i las igrejas desla ci-
dade, e mesmoem quasi tedas as casas particulares.
O concurso de povo que em todas as madrugadas af-
flae aos templos, faz admirar o ardor do nosso espi-
rito religioso, e por ama dessas extravagancias do
mundo social, torna quasi inexplicaveis oslrislessoc-
cessos que continuamente nos conlrislam e enver-
gonliam.
No da 2 entrn em nosso porto, procedente da
Europa vapor inaiez Great-Wetlern, trazendo no-
ticias da qocstao do Orientealguro lano significati-
vas. Os Russos liaviam Iransposlo o Danubio, e os
Tarcos seas adversarios, oa naoapresentnram resis-
tencia alcuma, ou smente raui poaea. Todava a-
inda se falla em um arranjo pacifico, e nSo ileixim
de ler razao os que assim o esperam. Entretanto,
os Russos vao cada dia alcansando nolaveis vanla-
sjens, apezar das ileclaracoes de guerra da Franca e
Inglaterra ; e he muito provavel que o primeiro va-
por ou o seguihle nos traga a noticia da invasao de
Constantinopla, ou de novo comeco das negocia^oes
diplomticas. Reinava a maior agitaco em toda a
Europa : os chrislaos gregos hviam-se sublevado,
e os differenles estados"monarchcos, recejando a de-
sordem,preparavam-separa futuras emergencias, pa-
recendo-lhes a paz a lodo cusi o nico meio de sal-
vac.Sb.
Um phenomeno singular lem-se ltimamente ob-
servado na casa dos expostos desta cidade, e vale a
pena que agora o mencionemos. Do 1. de marro
ao ultimo de abril prximo paliado, fonrm all ton-
cadas criancas de 13, 7 e4 annos de idade. He
um facto que depe contra a moratidade do paiz, e
serve para provar que as rodas, longe de curar em on
dminiiirem o mal dosengeiiamcntos, pelo contrario
o fomentam', relaxando os tocos de familia, e fazen-
do com que os pobres sejulguem dispensados da o-
brgaco do crearem mesmo os seus fllhos adul-
tos.
No dia 4 fallecen nesla cidade 'o Sr. Jos Bernar-
dinoLeal, natural de Porlugal.e brasileiro adoptivo,
com 106 a naos de idade. E m lao a vanead a i dad c con-
servava o fallecido a visto e uso de soa razBo. Raros
sao hoje os exemplos de longevidade secular, e por
issosempre que elles apparecem.sflo admirados, e lal-
vez com inveja.
Araba de chegar do Rio de Janeiro o vapor inslez
Brasileira, cujas noticias acharan os lcitore) em lo-
gar competente.
Entraram durante a semana 2t embarcac,oes e sa-
hiram 19.
Rendeua alfandega 67:617.330 rs.
Falleceram43pessnas: sendo 10 homens, 7 mu-
Iheres e 16 prvulos, lvres; 3 homens, 2 mulheres e
7 prvulos, escravos.
CMARA MUNICIPAL DO RECITE.
SESSAO EXTRAORDINARIA DE 26 DE ABRIL
DE 1834.
Presidencia do Sr.Rego.
Presentes os Srs. Reg, Mamode, Gamftro, Ba-
rato e Antonio Marqus d'Amorim, fallando corr
causa participada os Srs. Barao de Capbaribe, Iteuo
e Albuquerqne, Vianna, e Simplicio Jos d Mello,
abrio-se a sessao e foi lida e approvada a acta da an-
Icrcdculc.
Foi lido o segninle
EXPEDIENTE.
_Um offico do Exm. presidente da provincia, di-
zeodo hayer Iransmiltido assembla legislaliva pro-
vincial, para tomar em considerarlo, n ofiicio que
esta cmara Ihe dirigi em 5 do correute, communi-
candoachar-se esgolada a consignacao volada no
32, art. 2 da lei do orcamenlo municipal n. 322, pa-
ra a obra da capilla do cemilerio.Inteirada.
Oulro do mesmo, dizendo ter dado as precisas pro
videncias para que os despejos pblicos senao facam
fora dos logares mencionados na relacSo que acom-
panhou ao'ofiicio desla cmara de 29 de marro ulti-
mo.Iuleirada.
Oulro do mesmo, remetiendo para ser conservado
no archivo d'esia cmara urna copia do tormo lio
laneamento da primeira pedra do edilicio,#que se
maodou construir no quintal do qaarlel do Hospi-
cio paca hospital regimenlal.Que sis archivasse.
Outro do Exm. barao de Capbaribe, participando
que, por achar-se no exercicio de jniz municipal
supplente da primeira vara do termo d'esia cidade,
nao poda accumular as respectivas funerfles com
as de vereador, nos termos do decreto n. 429 de 9
de agoslo de 18i3,peIo que deixava de comparecer
cmara.
Posto em discussao, o Sr. Barato mandou a mesa
o seguinte reqnerimento, qae foi approvado :
Parecendo-meque a disposic.HO do decreto n.
429 de.9 de agosto de 1813, s he applicavet aos
juizes municipaes de nomearao do governo e em
effeciivo exercicio, e nao aos vereadores qne s po-
dem exerecra jurisdicio de juiz municipal, quando
cfteclivamenle exercerem as funeces de vereador,
segundo o disposto na lei, sendo que por isso suppo-
nho nao poder-sa eximir do cargo de vereador o
Exm. barao de Capbaribe; requeiro que a tal res-
peito consnlte-sc ao Exm. Sr. presidente, afim de
que para o futuro a cmara se possa bem dirigir.
Barata. r> ,
Outro ofiicio do vereador Reg e Albnquerque,
participando naolpoder por algum lempo compare-
cer a cmara por se achar doenle, e exigir a sua mo-
lestia rn tralamenlo prolongado.Inteirada e man-
dou-se chamar o supplente competente.
Outro do vereador. supplente, Simplicio Jos de
Mello, dizendo que anda conlinaam os seus sofl'ri-
mentos, como provava esm o atteslado que remetla,
c-que por isso nao poda tomar parte nos trabalhos
da cmara.A mesma resolucn.
Oulro de Carlos Augaslo da Silvera Lobo, de 20
do correte, communicando ter entrado na mesma
dala no exercicio da delegada do primeiro dislricto
d'esle.termo, na qualidade .de segundo sapplenle,
no impedimento do primeiro.Inteirada.
Oulro do subdelegado da fregoezia de S. Jos,
Francisco Bernardo de Carvalho, communicando ler
entrado no dia 20 do crrente no exercicio do dito
cargo, para o qual fora nomeado por portara do
Exm. presidente da provincia de 10 do mesmo mez.
Inteirada, e que se respondesse.
Outro do subdelegado da freguezia de Sanio An-
tonio, transmiltiudo afim de que a cmara lhes des-
seo conveniente destino, duas partes que Ihe dirigi-
r o inspector do segundo dislricto da mesma sub-
delegada, acompanhadas de 2 copos por elle apre-
hendidos a dous escravos, apinhados .em flagrante
beber agurdenle as tabernas de Antonio Joaqun)
Ferreira de Souza, no pateo do Carino, e de Pedro
Bezerra deMenezes, n ra das Flores.Que se of-
ficiasse ao subdelegado ero termos urbanos para pro-
ceder ex-offlcio contra os infractores, como Ihe per-
muto a lei, c coslumam pratirar as subdelegadas de
oulras fregu'ezias, devolvendo-sc as partes do ins-
pector. <
Oulro do procurador, dizendo se haver entendido
com o barao de Cimbres acerca de sua casa n. 1 da
roa do-Pires, qu lera de ser demolida para abertu-
ra da mesma ra, e lhc ter elle declarado que a n.to
ceda por menos de 2:0008 rs., i visto oa a prazos
com o juro de 5 por cento ao anno.Adiado.
Ootro do engenheiro cordeador, participando ter-
se concluido a obra da elevadlo das catacumbas do
cemilerio pertencenles a municipalidade por a qnan-
tia de I:t0t2i8, faltando apenas o fingido, e um
pequeo relevo de cal branca, nao entrando na des-
peza dito as 12 barricas de cemento,' qe foram em-
pregadasna obra.Inteirada.
utro do mesmo, dizendo ter mandado fazer de
povoVi eonformidade do despacho da cmara' ton-
cado ioJb pelicao que devolva de Domingos Bar-
bosa UodriJUjes, a calcada da casa da travessa da ra
das Flores, peWncente ao dito Barbosa e onlros, a
qual calcada forn|eteriorada pela obra doaqueduc-
to do pateo do Carm^juc por all passou ; dispen-
dendo a quanlia de HfflrJS^e que pedia pSgamen-
o.Mandou-se pagar.
Outro do mesmo, informando que tendo examina-
do oh da Praia de Sania Rila, em que
pretende Paulo Jos Gomes Cunslruirynja pequea
rampa de wadeira,-julga poder ter logar essa obra,
urna vez qne o peticionarlo nao embarace o transito
publico, nad obslrua a margem do rio, ^ obtenha
previamente asseulimenlo da capitana do1-porto.
Que se oavitse capilanja, omciando-lhe. v .
Oulra do administrador do cemilerio, dizendo que
o arrematante do servico dos carros fnebres man-
dara tancar ao campo fora do cemilerio dous cada-
veres, que para all couduzira no da sexta-fera da
paxaq da semana Santa, por nao os ler querido re-
cetor o mpregado d'aqaelle eslabelecmento, i
quem elle administrador dera ordem para nao rece-
tor corpas niquelle dia, guardando a anliga pra-
tica religiosa de se nSb sepultar ninguem no mesmo
da, masque logo que soube do faci, mandou m-
medialamente recolher os corpos, para serem inhu-
mados no dia seguinle: rogava que Ihe declarasse a
cmara se approvava o seu procedimento, e hoavesse
de providenciar para qae o mencionado arrematante
nao conlinuasse a praliear acto semelhante.Man-
dou-seresponder ao administrador que elle nao li-
aba obrado bem em ler dado a ordem que deu,
para senao recetorcm cadveres no dito dia; nao s
porque as les cannicas nao prohibem os enterras
nos das de quinto e sexto feira da Semana Santo,
determinando apenas que elles se facam depois dos
officios divinos com cruz baixa e offico rezado, co-
mo porque o art. 28 de regulamenlo do cemilerio
manda que este se conserve abertb, em lempo ordi-
nario das 6 horas da manhaa as 6 da tarde para re-
cetor os cadveres, sem excepcao deste ou d'aquelle
dia; equando prevalecesse em suamenlea pralica
religiosa, que diz ter observado devia nao obstante
receber os corpos para manda-Ios inhumar quando
entendesse que o devia fazer, mas nunca praliear o
contrario, que foi a orgem da impiedade e escnda-
lo, praticada pelo arrematante dos carros.Man-
dou-se tambero officiar ao dito arrematante expro"
bando o seu procedimento irreligioso.
Oulro do mesmo, pedndo houvesse a cmara de
providenciar contra o abuso praticado pelo arrema-
tante dos carros fnebres, de fornecer para os enter-
ras dos cadveres de pessoas pobres, caixes lao mal
felos, de taboas tao delgadas, mal pregadas oa amar-
rados com cordas e lodos de um mesmo tamanbo,
que nao podem encerrar bem os corpos, e mu las ve-
zes se desmancham no acto dos enterramentos..
Mandou-sc ofiiciar ao arrematante para se absler de
semelhante abuso e observar o disposto a tal respeilo
no ai 1.24 do regulamenlo do cemilerio.
Oulro do mesmo, remetiendo a quanlia ue 33000
rs., difterenra paga pelo Ihesoureirn da irmandade
do S. Sacramento da freguezia de S. Antonio, para
se poder sepultar em urna das catacumbas da mesma
rmandade o cadver da prvula Clemenlina, a que
se refere a guia n. 6788, lilha de um irmaoda mes-
ma.Mandou se remetler ao procurador para o fim
conveniente.
Oulro do fiscal 'do bairrodo Recife, dizendo nao
ler sido contemplado na relaco dos repesadores e
guardas municipaes, que a cmara remellen presi-
dencia, requsitondo a sua dispensa do servico da
guarda nacional onome de Jos de Mello.Trindade.
repesador daquella freguezia, o qual fot chamado para
o servico do primeiro balalhao, e compareceu no dia
domingo ultimo, pedndo hoavesse a cmara de pro-
videnciar a respeilo. Resolveu-se que se oflicasse
ao Exm. Sr. presidente da provincia, para fazer ex-
tensiva ao dito repesador a sua ordem dispensando
aos nutras.
Oulro do fiscal de S. Jos, trazando ao conheci-
menlo da cmara o (acto de se tero fiscal do contrato
das carnes verdes iutroroetlido as suas obrigaces,
mandando qne Joaquim Pinto malasse no dia 8 do
correnle a larde, rezes cansadas, chegadasnesse mes-
mo dia deS. Aino, contra a expressa prohibirn do
art. 11 til. 4 das postaras, arrogando-se ingerencia
no matodouro, pedndo o (seal houvesse a cmara
de providenciar de modo que seno repruduza seme-
lhante abuso e infraccSo da postura. Que se sub-
mcllesse oficio em original aoconhecimenlo de S.
Exc. o Sr.^esidente da provincia, para, dando-lhe
a consideracao que irerecer, resolver como Ihe pare-
cer justo.
Oulro do mesmo, remoliendo os mappas do gado
morlo para consumo as semanas de 10 a 16, e de 17
a 23 do correnle, 827 rezes, inclusive 72 pelos parti-
culares.Que se archivasse.
Outro do fiscal do Poro, participando que urnas es-
tradas daquella freguezia eslavam carecedoras da I im-
poza, e oulras se arruinando com as escavarOcs pro-
venientes das aguas pluviaes.Queoengenheiro'rur-
deador, examinando as estradas, declarasse quaes os
reparos de que ellas precisara, oreando logo a des-
peza.
Oulro do mesmo, tratando de urna escavano qoe
pretende fazer Claudio Dubcur n estrada dos Api-
pucos para com a trra que delta tirar, entupir a
valla feita pela compaohia de Reberibe.Maudou-sc
a informar ap engenheiro. '
' Oulro do fiscal de Muribcca, assgnado por outro
no sea impedimento, dizendo achar-se doenle, cm
aso'de remedios e em estado de nao poder escrever.
Adiado. <
Outro do fiscal de Jaboalao, remetiendo o mappa
das rezes moras para consumo naqoella freguezia no
mez de marco nltimo, 39 rezes. Que se archi-
vasse.
O Sr. vereador Gustavo Jos do Reg aprcsenloo
o seguinle requurimenlo, que foi por unanimidade
approvado :
Havendo fallecido o cidadjo Nortorto Joaqnim
Jos Guedes, e tendo esse cidadao prestado a muni-
cipalidade e ao publico oui servico valioso, qual o da
cesso gratuita de urna parle de seu silio contiguo ao
cemilerio publico desta cidado para fazer parte do
mesmo-; e nao devendo lal serviro ficar em olvido,
requeiro que se solicite a S. Exc. o Sr. presidente da
provincia a necessaria licenca para se erigir na mes-
mo cemilerio um modesto, porm decente monumen-
to para guarda dos ossos dq dito finado, no qual se
record aos vindouros a gratidao desla cmara, e
generosdade desse distncto cidadao em prol do bem
publico.
Sala das sessoes da enmara municipal do Recife
26 de abril de 1834.O vereador, Rego.o "*
Entram em discussao os dous votos,em separado,
dados por cada um dos membros da commissao de pe-
lices sobre a de Claudio Dubeux imlererada a as-
sembla, requerendo um privilegio e seero por dez
annos, de pagar impostas municipaes por snas. coehei-
rase carros para o estabelecimeulo, que projecla, de
linhasde mnibus para d i versos arrebaldes desla cida-
de, sendo o Sr. Rarala de vol que se informasse fa-
voravelmcnle, afim de se animar semelhante indus-
tria de tonta utilidade pela facilidade dos transpor-
tes, e o Sr. Reg de opiniao contraria, sustentando
que, sendo esses vehculos de maior peso, c por isso
os que mais eslragam e arruinam o calraraenlo das
ras, nao devam ficar isenlos de cancorrer para os
seus reparos, alm de'qae, urna vezabrlo o prece-
dente a favor do peticionario, ficariam habilitados
outros que de futuro qnizerem eslabeleccr vehculos
para o mesmo fim, a requerer igual sencu.
Posto a votos o parecer do St. Rarala, foi approva-
do, ficando prejudicado ooulro.
A requerimenlo do Sr. (iameiro, rosolveu a c-
mara se expedsse diploma ao Exm. Sr. conselhei-
ro, presidente da provincia, para, na qualidade de
primeiro supplente, tomar assento na cmara qna-
triennal, em logar do Exm. Sr. conslheiro Antonio
Peregrino Maciel Monteiro, que es| de minslro cm
Portugal.
_ Dcspacharam-se as peliroes de' D. Anna Joaqui-
na de Olveira Quntella, de Anua Joaquina do Sa-
cramento, de Adolpho C, de Antonio Jos de
Magalhaes Bastos, de Anna Rila de Millo, de An-
tonio Das da Silva Cardial, de Alcxaudre Rodri-
gues dos Anjos, de Claudio Dubeux, de Joaquim
Antonio Carneiro, de Joao Pacheco de Queiroga,
de Jos Pacheco de Queiroga, de Jos Gomes da
Sii, de Jos Rernardo de Sena, de Joaquim Fer-
reira Ramos, de Joaquim Teixeira Peixoto, de Luiz
Antonio deSiqueira, de Luiz Jos da Costo Amo-
rim, de Miguel Archanjo Fernandes Vianna, do Pe-
dro Jos de Pina ; e levantou-se a sessao.
Eu Manoel Ferreira Accioli a escrevi no impe-
dimento do secretario. Vianna. pro presidente
Mamede (iameiro Reg Barata de Almeida
Marques de Amorim Fonseca Jnior.
DIARIO DE PERMITO?"
, A assembla approvou no dia 6 um parecer da
commissao de orcamenlo municipal sobre as contas
das enmaras da provincia, no qual a mesma com-
missao deplora o estado a que se acba entre nos re-
duzida a instiloigao municipal, visto que em ver-
dade cmaras ha que, longe de promoverem o fim
para que foram instituidas, apenas atlestam sua
existencia pelo dispendio de todas as suas retidas
com o ordenado de empregados, sem currarem do
interease dos muncipes, -olvidando o que be mistar
a bemdestes, e violando com inqoalificavel osendo-
lo a le que as rege.
Nsse parecer nolou a commissao, que de 22 c-
maras que exislem na provincia, apenas enviaran)
suas coulas ti.deixaiulo de faze-lo as do Rio Koi moso,
Agua Prela, Taearal, Ourrury, Serinliaem, Cim-
|hre, Iqgazera, e villa Bella ;e como semelhanle
procedimento. alem de censuravel he illegal, por
isso opinou quo pelos Iramiles do estillo fossem
ellas multadas,de couformid larao exis-
ten te.
Disse mais a commissSa qi ion regala-
res ascontas das cmaras do Recife, Goiauua u Vfc-
lora, sendo (odas as oulras eiyadas de defeilos
que as viciam mais ou menos, por conlerem erros
nolaveis de somma e de dala, recibos falsificados,
despezas nao provadas, irregularidades nos halan-'
jos &c. ; e por consequencia enlende que ta'mbcm
estas cmaras devam ser multadas.
Finalmente, deferindo pelicao de Jos do Mello
Cezar de Andrade, opinou a commissao que se de-
via nomear oulra especial com o fim de examinar as
conlas da cmara de Olnda em vista do sen archi-
vo!* dos documentos com que o pelicionario ins-
truio a saa pe''!^0, concedendo-se nulorisaco ao
presidente da provincia para semelhanle fim, e fican-
do a commissao que se nomear obrgada a commu-
ncar i assembla o resultado de seu exame.
Approvou mais a assembla o^ilro parecer da
commisao de poderes acercada admissao do Sr. de-
pulado supplente Gameiro. Aprecioa e approvou a
redaccSo do projecto n. 29 desle anno.
Adion o parecer da commissao de ili{6>s, sobre
os requerimentos de Jos .Francisco dos Santos, e
Feliciano Pereira de Lyra, por haver pedido a pala-
vrao Sr. Mello Reg.
Entrando na terceira discussao do orcamento pro-
vincial, approvou diversas emendas que ao mesmo
loram offerecidas ; e tendo estas de soflreroalra dis-
cussao, ficou a adopcao do projeclo reservado para
depois della.
Finalmenleapprovouemler;eira|discussoo projec-
lo ti. 34 deste anuo sobro o calcamenlo das ras, re-
sellando a emenda do Sr. A. de Olveira e outros
senlibres,concluindo-se a sessao depois de 4 horas da
tarde.
A ordem do dia de hoje branse, alm da conli-
nuarao da antecedente, a segunda discussao do pro-
jecto n. 28.
Pelo vapor nalez Brasileira, entrado ante-hon-
lem do tul, recebemos jornaes do Rio de Janeiro
que alcanram a 29 do passado, e da Rabia a 4 do.cor-
rente.
No dia 23 celebrou ir cmara dos depulados a sua
primeira sessao preparatoria, achando-se presentes
14 membros ; no dia 27 teve logar a do senado com
igual numero.
Constava queoSr. Francisco Crispnano- Valde-
laro seria nomeado meslre de suas altezas imperiaes,
sendo-lhts ja nesla qualidade apresentado por S. Al.
o Imperador. '
Ti ii ha sido nomeado vce-presidenle do Banco do
Brasil o Sr. barao do Rio Bonito; e director da im-
perial academia das Rellas-Artei, o Sr. Manoel de
Araujo Porto-AIegre.
Os Srs. Drs. F. Octaviano e Jusliniano Rocha fo-
ram tambero nomeados membros do conselho direc-
tor da instruccao publica da corte; e o Sr. Leonel
Martinianode Alencar addid de primeira classe a
legarn brasileira em Montevideo.
-1 .-se no Jornal do Commercio de 27: '
a QARENTENAS. ,
a Entraram hontcm duas embarcacoes da Babia,
lima com 21, oulra com 9 das de. vagem. Ouvimos
dizer que foram postas em quarentena ou em obser-
varan por constar que na Bahia ha febro amarella.
Todos sabem que naqoella cidade tem apparecido
casos desla molestia, mas parece notovel que Dcas-
sem hoje iucommunieaveis oslas duas embarcaroes,
quando o paquete Brasileira que Irouxe 3 dit de
viagerh foi admittido livr'e pratica. Ora, dos dous
barcos hoje impedidos, um sabio da Rabia muitns das
ntes do Rrarileira, e o oatro o Shamrock, no mes-
mo da em que largou n paquete.
a Ha neste procedimento urna desigualdade de
medidas, que lera por certo muito boa execucao,
mas que escapa comprehensao dos'profanos.
Eslava terminada a eleicao de senador peto pro-
vincia do Paran, sendo o seu resultado o seguinle :
barao de Antonina, 109 votos ; lenente-coronel Ma-
noel CnncaIvs de Mnraes Rozcira, 109; dito Mo-
desto Goncalves Cordeiro, 99.
- L-se no Ypiranga de S. Panto :
CONTINUA A MARE' DE SANGUE.
a Publicamos hoje a nossa correspondencia de
Rragauca ; depois de composta nos foi enviada a se-
guiole caria :
a Braganra 1. de abril d 1854.
o Quando na rainha ultima rommunicava os fre
quemes delirios que se commeltem nesto villa,
visto e face da polica, outros mais atrozes se com-
meltiam na freguezia do Amparo, segundo me com-
muncaram.
a l'rn sujeilo que se achava com sua mulher doen-
le, vendo que a enfermidade anda nao a sucrumbia,
fez confessa-la, e na noilc seguinle desfez-se della.
assassinando-a, e frescamente corduzin o cadver pa-
ra aquella freguezia, afim de sepulla-lo ; mas como
hoavesse alguma iresimipcno que a infeliz mulher
lionvcsse sido mora violentamente, foi preso o mari-
do, o qual ronfessou um tao hediondo crime.
Outro assassinato foi commeltido quasi ao mes-
mo lempo na mesma.fregiiozia, e he o seguinle: um
sujeilo leudo recebido um conce de urna hesta que
perlencia a oulra pessoa, nao s malu a besta como
aodono della, em raza o de querer a infeliz vctima
defender a sua propriedade.
FACTO HORROROSO.
n De nma carta de Coritiba extractamos o se-
guinle:
Em Guarapnava atocaramjos Bugres i rasa de
Domingos Floriano Machado c o assassinaram, bem
como a luda a sua familia. Nem se quer pouparam
as enancas (contra o quo geralmente praliram de as
levar para os matos.) ,
. Foi am acto de vinganca, porque nm escravn
do mesmo Machado, em certo dia em que os.Rugres
ahi foram pacificamente, eibordooa umdosselva-
gens. Lamento milo este acontecimonto, porque
vai de novo despertar a sanha dos handeiristas.
Aquelles que em seu desespero teem aqu fallado em
extinguir ferro e fogo esses desgranados, por causa
do que acabaram de praliear em Gurapaava, tenho
respondido com a recordado do qne leve logar em
Macah em 1852. Nesse lempo e nesse municipio o
malvado Coqueiro e seus escravos esequases, extin-
guirn) urna familia inleira, composto de marido,
miilhere oito fillios, uns maiores e oulros menores.'
Nao foram Bugres, foram chrislaos, foram civihsados
que assim procederam! Tlt> i'
. Decobrio-se em Tanbat o plano de orna insur-
reirAo de preles, ramificada na cidade de Puda-
monhangaba e nas- fazendas vizinhas, a qual devia
re brillar na segunda-feira de Paschoa. Estilo pre-
sos os caberas. De urna caria que temosa vista cons-
ta que todos os cidadaos em geral preslaram-se de
bom grado ao servico publico, armndose e concor-
rendo para todas as diligencias: seudo dignos de es-
pedaes lonvores os enflores Joaquim francisco de
Mnura, Geraldo Gomes Nogueira e'o Dr. promotor
publico, pela actividade que desenvolveram, prin-
cipalmente o Sr. Joaquim Francisco, que preslou
inuitos Iwns servisos, commandando ama diligencia
que se dirigi a urna fazenda.n
Na Bahia tinha sido prorogada a assembla pro-
vi

Elle morreu era, Caruar 'aos 29 de abril prximo
passado. contando apenas, vinlc e nm aunot e nove
mezes de idade I
Longe dos queridos pais, da carinhosa av, dos
presados pareles e de seus ntimos amigos concluio
sua existencia na Ierra !... Todos no abraca-lb.qaan-
lirava para campo, afim de
er-se de urna molestia i
"osos den Jo mais torna- i
imaginaco pira ella urna nova cons
ergavam robusto e sSo < OR
inacao do homem a reildadel Qnan-
lo dsl ulra Na dr buscavam sorrisos,
agora no.pranto emtotoro-ae ambos.
Elle morreu.... aquello foi o seu derrsdeiro adens!
O co Itie seja 15o propicio como Ihe fora a trra em
vida. Saa perd, irreparavel para quantos o conde-
can) e Iralavam, infunde ama dr, urna saudade
eterna.
Recito 6 de maio de 1854.
ERRATA.
Na publicarlo das escripluras incertas no Diario
de honlem,onde esto o engento Marazagio la-se
MarzagiJo.ena decesso de tratparoetc. dos engenhos
Berlinga e Bemfiea.que fizeram Bernardo de Alemao
Sianeiroe e a mulher desle dga-se B. de Ale-
mao Sisneiro e sua mulher.
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rndiraenlo do dalas .
dem do da 6 ......
5&224750
9:3929580
67:617J330
da Canb
mais gneros.
BahiaLancha brasileira Ltera
Jos Baplisla, carga varios genere
Mara Thereza de Jess c t menor.
Liverpool pela ParzhibaBrigae inglez Ann
rah, cspiao N. S. Tale, em lastro.
EDITAOS.
Deicarregam hoje 8 de margo.
Brigue inglezCarnlinebacalhao*
Rrsue inglezHeralddem.
Brigue brasileiroBom Fim^eneros do paiz.
Importacao'.
Escuna dinamarqaeza Tritn, viuda de Ham-
burgo. consignada a Timm Momscn & Vihatia. ma-
n festn o seguinte: "
3 caixas lencos de 13a, 2 dlas chales de algoilao,
4 ditas meias de dito 4 ditas ter idos de dito, 2
ditos damascos de algodan c toa, 12 ditas lecidos de
linio, 9 ditas ditos de algodao, e de seda, 1 dita
ditos de algodao e seda, e ditos de seda, e ditos de
algodiio, 1 dita ditos de algodao e seda, 1 dila tinta
asul, 1 dila filella, 24 ditas lvros, l.pipa vinbo, 10
barris repolho, 10 ditos fcijao verde, 2 fardos pape-
15o. 95 barris cemento, 12 caixas cerneja, 1 dita com
1 pianno, 8 ditas palitos de fogo 1 dito miudezas,
13ditas, 4 tordos el barril miudezas, 6 ditos filas,
50 barris genebra, 25 fardos cabos, 4 embrulhos c
1 caixa amostras ; a Timm Morasen & Vinassa.
4 caixas tocinos de lnho ; a Scliaflirllin & C.
8 caixas bdm de lnho e algodao, 1 dila lecidos de
seda, 2 dila; ditos d algodao e seda, 6 ditas dilos de
algodao, 4 ditas garrafas vazias, 100 ditas queijos,
2 ditas meias cartas, 3 embrulhos amostras ; a C.
J. Aslley & C.
2 caixas pennas de palo, 1 dila com 1 burra de
ferro ; .a Domingos Alves Malheus.
1 caixa miudezas ,' 1 .dita relogios de ouro ; a J.
C. Rato.
,1 caixa luvas c meias 4c algodao, 1 dito pennas
de escrever 8 ditas pellos. 4 ditos bezerros enver-
nisados, 21 garrafoes sag', 19 ditos cevadioha, 13
fardos papelao, 1 dito papel de embrulho, 4 caixas
papel, massas. para chapeos, diquelas e pelles de
carneiro, 1 dila massas de linho. 1 barril arenques
e sardnhas, 1 caixa salames, 1 dila rabo de cava lio,
1 dila bolacha, 1 dito frutas ceceas, 7 ditas gomma
lacre, 2 ditas miudezas, 110 ditas e 11 barris ferra-
'ens, 520 caixas fogo da china : a ordem.
2 caixas fazendas de flanella, 4 ditas lenros de
algodao ; a J. H. Gacusly. '
2 fardos lecidos de toa, 1 embrulho amostras ; a
Brunn Praeger & C. ,
3 caixas tinta?, 1 dito cordas para guitarras e ra-
becas, 1 dita dedaes de latan, 1 dita caixinhas com
bataneas, 2 ditas meios de sola de lustre, 1 dita
lecidos de seda, 1 dita agulhas, 20 barris alvaiade,
2 relogios de ouro, I embrnlho lilhogrrphias, 2 pe-
ras carne de fumo, 2 caixas bezerros, 2 ditas cou-
ros ciivTiiisadns,.l dita pelles de carneiro, 2 ditos
chales. 1 embrulho amostras ; a N. O. Bieber&C.
,1 caixa miudezas ; a F. W. Quist.
7 caixas meias para senbora, ditas corlas branca.;
c furtacores, 6ditas gomma lacre, 15 ditas fazen-
das de meias. 5 ditas e 1 barril miudezas, 4 caixas
taboinlias, 1 embrnlho amostras e 1 dito gazelas; a
J. D. Woiniopp&C.
44 caixas e t barrica ferragens, 1 dito quinqui-
lleras, 1 dila coiirosenveniisado,- a E. H. Wyall.
1 embrulho miudezas ; a C. Shuiber.
1 caixa lecidos de la e algodao, 3 embrulhos a-
mostras, 13 caixas lecidos de linho e algodao, e de
algodao, 1 caUinha coritos de viola, 1 caixa ferra-
gens e papel de lxa ; a J. Keller & C
56 fardos cabos, 2 caixas bezerros envernizados,
2 caixas bordes de rame par* guitarras, 20 quei-
jos, 1 dila marroquim ; a Novaes e C.
22 caixas sabooeles e perfumaras 2 ditos coa-
ros enveriiisados; n Manoel Joaquim Ramos e Silva.
CONSULADO GERAL.
Kendimento do dia la5 ,. T 7:3839040
dem do dia 6........1:0079096
i 8:3909136
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendmento do dia 1 a 5 1:1258532
dem do dia 6......... 89990.)
1:2159435
Exportarlo'.-
Rio Grande do Sul, .brigue nacional Marianna,
de 238 tonelada, conduzio o seguinte:1,002
barricas com 7,607 arrobas e 20 libras de assucar,
1,520 alqueires sal, 141 barris doce, 3,000 cocos com
-casca, 1 caixao calcado.
Liverpool pela Paraliiba, brigue inglez Margarel
Ridley, de318 toneladas, conduzio o segninle:
1,400 saceos com 7,000 arrobas de assucar, 92 sac-
ras com 498 arrobas e 23 libras de algodao.
Canal, escuna ingleza Aiexanfre, de 217 tonda-"
das, conduzio o seguinle:3,160 saceos com 15,800
arrobas de assucar.
RECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO:-
Rendmento do dia 6. 6309404
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendmento do dial a 5......6:7129231
dem do dia 6........ 1:3909611
8:1029842
>n o n. de 28, publica o Jornal da Bahia o se-
guinle :
n Honlem noile na ladera de S. Francisco de
Paula, um crionto de nome Marliuho, escravn de
Manoel Francisco Rorges l.eitoo, ferio gravemente
com duas tocadas a Maria Francisca das Dores, mo-
radora no mesmo lugar. Pouco tempo depois o olfen-
sor foi capturado por um dos agentes da illuminarao,
que a essa hora pe -corra o seu dislricto. Comera-se
a experimentar algumas vantagens desses novos en-
carregados da polica, que sera d vida pdenlo pres-
tar muilos beneficios enrrespondendo assim as vistas
c louvaveis esforcos do clual chto de polica, a
quem deve-sen ensato eemprego de novos agentas,
que, m ponto pequeo, pdem ser comparados aos
chamados serenos, i visto das allribuiccs que lhes
confere > regulamenlo policial eerca da illumina
jo da cidade, j publicado nesle jornal.
PUBLIC4C40 A PEDIDO.
Assucar
I
necrologa.
O Dr. Joo Sebasliso Pirelli, filho lesilimo de
Joan SeziMianilo Pirelli e D. Paulina. Alexandrina
Pirelli, nasceu na cidade do Recife de Pernambuco
no di? 29 de jollio de 1832. Educado com todo o
desvelamenlo nos principios da f chrislaa, e, dotado
de urna alma dolil cm receber os preceilos da mo-
ral e nsiriiccjio, fazia as delicias de seus prenles e
amigos.
' Por seus maiores dedicado s sciencias jurdicas e
soces, foi sua iufancia empregada nos esludos pre-
paratorios, e finalisadns estes com inteiro aprnveila-
menlo, mntrculou-se na academia de Olnda, onde,
depois de um glorioso curso de cinco annos, recebeu
o bem merecido grao de hachare! formado no dia"9
de novembro de 1852, nada deixaudo seas lentos e
condiscpulos senao iodeteveis provas do seu talento,
amor c saudade. ,
No da solemne de sua forma'tnra assomaram-lhc
mil esperances ; vida e gloria eram os. tochos que
mais scintillavain, e as flores da feliridade niio se e-
quivarain em exhalar seus perfumes. Qaem ouvin-
do-o pronunciar o sea discurso desle ado, senao dei-
xaria arrebatar pela docura de suas opinics e pela
suavidade de suas ideas? Nesse momento de prazer
inexplicavel o sea corarlo puro, o seu pensameuto
subroe easua voz ebeia de molodia suspiravam
como de concedo. Doce snrriso raion nos labios de
todos quanlos o,ainavam, como a luz que lbe annun-
ciava-npospfros das.
Attlla bem nao linha recolhido a palma da vclo-
ria alcanraila pelas fadigas de seus esludos acadmi-
cos, ej ncioso elle procurava ser til c empregar
as sua forjas e os seus conhecimenlos cm prol do
servido do estado.
Publica-se a lei da reforma do llicsonro nacional,
abre-se o concurso para preenchimento das vagas na
fbesourara de fa/.enda desta provincia; elle apre-
seiil-sc, o governo sabe aprecia-lo.he logo despacha,
do quarlo cscriplurario por decreto imperial de 9 de
setembrodD referido anuo de 1852, em breve promo-
vido n trreeiro, j se achava nltimamenle nomeado
c empossado no lugar de nfflcial. Mas.! ah Quando
a aurora da vida comecava a raac para elle, quan-
do o vico e a fragancia daB rosas da ventura parecan)
rdicila-lo, quando os homens iam vendo nelle um
exemplo do que he ser bom filho, bom amigo e bom
cidadao, as tates e as noiles da tristeza vieran) of-
fuscar as manhiias de pubeedade, os govos e sauda-
des enlnlar o vico e extingair a fragancia de suas
rosas, a foce da marte celfar o'pensamenlo de espe-
ranca que lodos nu-lrtom I
PRAGA DO RECIFE 6 DE MAIO DE 1854,
AS TRES HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios Os saques de que foi portador a
, barca ingleza a vapor Brasileira,
foram trocadas a 27 e 27 i d.
por 19; esobre o Rio de Janeiro
saccou-se com 2 por"", de descont.
.... Os pieros suslenlarain-se, a saber:
do mascvado escolhido de 29 a
29100, c regular de 198,50 a 199.50;
e do branen de 29500 a 39200. As
entradas foram' regulares para a
oslaran ; e se continuaren) talvez
, lenha de baixar.'
Algodao Vieran ao mercado h05 sacras, e
as vendas' parece que foram torea-
das de 59700 a 59900 por arroba
de primeira sorte.
Couros*- i Vcnderam-se francamente de 180
a 185 rs. por libra, e anda sao
procurados.
Agurdente- Tem logrado preco subido, ven-
dendn-su de 809 a 859 por pipa.
Ponas de boi- Vcnderam-se de 39 a 49500 por
cento.
Azeite doce- O de Portugal vendeu-se a 29900
por galao.
Bacalhao -'- O carregamento que ficou por ven-
der a semana passada, negociou-se
a 109500 por barrica, e dous en-
. Irados nesla, um obleve 119700, e
o oulro IO970O. Relalhou-se de
109 a 149, e ficaram em ser 8,500
barricas.
Cafe .-------- Vcndeu-se de 5 a 59400 por ar-
roba.
Carne secca Ti vemos qualro carregamolos do
Ro Grande, com os quaes exislem
boje no mercado 48,000 arrobas,
lendo-se vendido de 340O a 49000
Kor arroba,
au houye entrada, e os precos
esto mais firmes: vendeu-sc a 259
por barrica de Richmond, t 239 a
Ha I limo re, de 249 a 259 a. de Ph-
. ladelphia, a 24 a deNew-Orleaiis.
de 249 a 26 a Fontana, e de 239
a 253 a de l'resic SSSF; ficando
, em ser 0,3300 barricas.
Manlega- Chegaram 250 barris da ingleza,
que nao onusta eslarem vendidos.
Queijos----------Venderam-se a 19300 os flamen-4
pos."
Descontos O banco rebaten de 10 a 12 por %,
e os particulares de 8 a 12 por $
ao anno.
Krete-._______Effecluaram-se para Liverpool a
30, para o Canal a 42-6, e para o
Mediterrneo a 45.
Ficaram no porlo 57 embarcaroes, a saber: 1
amencana, 33 brasileiras, 1 damarqucza, 3 fran-
re/.as, 3 hespanhola, 1 tollaudeza, 10 inglezas, 3
porluguezas e 2 suocas.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
thesournria provincial, cm rurnprimento. da ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia dol'do eor-
renle, manda fazer publico, que nos dias 6, 7 8 de
junho prximo vindonro, pernoto a junto da fazen-
da da mesma thesouraria, se lia de arrematara
quem por menjs fizer, os reparos a fazer-se na ca-
sa destinada para cadeia na villa doOuricary, ava-
llados em 2:7509000 rs.
A arremataco ser feta na forma des iris. 94 e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de mato de 1851,
e sob as clausulas especiaes abaiio copiadas.
As pessoas que se propozerem a esto arrematara
comparecam na sala das sessoes d mesma junto,
no dia cima declarado, peto meio dia, competonle-
.roenlo habilitadas.
E para constar se mandn afiliar o presento e
publicar pelo Diario.
Sccretaria'da thesouraria provincial de Pernan
buco 2 de maio de 1854.O secretario, Antonio
Ferreira da Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arremataco.
1. Todas as obras sero fellas de eonformidade
com o orr.amenlo e planto nesla (lata apresentodos a
approvacao do Exm. presidente da provincia, na
importancia de 2:7509000 rs.
2. As obras sarao principiadas no prazo de dous
mezes, e concluidas no de oito mezes, ambos conto-
dos de eonformidade com os artigo* 31 e 32 da lei
provincial n. 286 de 17 de mao de 1851.
3. O pagamento d importancia destas obras ser
feito em urna a prestacao quando ellas eslive-
rem concluidas, qae sero logo recebidas definitiva-
mente.
4. Para indo o mais qae ri3o esliver determinado'
nas presentes clausulas, seguir-se-ha o disposlo oa re-
rerula le n. 286.Conform__O secretario, Anta-.
mo Ferretea da Annunciacao.
O Illa. Sr. contador servindo de inspector da
thesouraria provincial, em cOrapnmeulo da ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia manda fazer
publico qoe no dia 11 de maio prximo vindouro
vai novamenle a praca para ser arrematado a quero
por menos fizer a obra do melhoramento do Rio
Goianna, avallada em 50:600000 rs.
A arremataco ser feita na forma dos arto. 24 a
27 da le provincial n. 286 de 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas qae se propozerem a esto arremataco
comparecam na sala das sessoes da mesma junta no
dia cima declarado pelo meio da, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou aluzar o prstele e pu-
blicar pelo Diario.
Secretoria da thesouraria provincial de Pernambu-
co 10 de abril de 1854. O secretario,
Antonio Ferreira d"Annunciacao. '
Clausulas especiaes para a arremataco.
1.* As obras do melhoramenlo do rio Goianna far-'
sevhao de eonformidade com o orcamenlo plantas e
Pjjns approvados peto directora era conseibo,
aposentados a approvacao do Exm. presidente da
provincia oa importancia de 50:600.
2." O arrematante dar principio as obras no pra-
zo de tres mezes e as concluir no de tres annos, am-
boas cornados pela forma do artigo 3fcla lei nume-
ro 286. .
3.a Dorante a execucao dos trabalhos o arrema-
tante ser obrigado a proporcionar transito as canoas
e barcacas, ou pelo canal novo oa pelo leilo dn ac-
tual ro.
4.a O arrematante seguir na exccucSo das obras
a ordem do trabalbo que lbe for determinado pelo
engenheiro.
5.' O arrematante ser obrigado a apresentar no
fim do primeiro anno ao menos a qoarto parle das
obras prompla, e oulro tonto no fim do segando an-
no e faltando a qualquer dessas condicees pagar
orna multa de um cont de res.
Conforme. O secretario, Antonio Ferreira da
Annunciacao.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector
da thesouraria provincial, emeumprimentodaordem
do Enni. Sr. presidente da provincia de 27 de abril
prximo passado, manda fazer publico, que no das
jti, 17 e 18 do crrante, peranle a jnnta da fazenda
da mesma thesouraria, se ha de arrematar a quem
por menos fizer, os reparos da ponto dos Carval los,
avaliados cm 1:5409000 rs.
A, arremataco ser feita na forma dos arlgos
24 e 27 da lei provincial n. 286, de 17 de maio de
1851, e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esto arremataco
comparecam na saladas sessoes da mesma junto un
dia cima declarado, pelo meio dia, competente-,
mente habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o presente, e
publicar pelo Diario.
Secretoria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 1 de maio de 1854. O secretorio, Antonio
Ferreira tf Annunciacoo.
Clausulas especiae/para arremataco.
I. Os reparos de que precisa a ponte dos Carva-
llios sero feitos de eonformidade com o orcamenlo
approvado pela directora em conselho e apresenta-
do a approvacao do Exm. Sr. presidente, .na im-
portancia de 1:5409000.
2. O arrematante dar, principio as obras no pra-
zo de uro mez, e as concluir no de 3.mezes ambos
contodos na forma do art. 31 da lei provincial
n. 286. ,
3. O pagamento da importancia ito arremataco
realisar-se-ha em duas prestaces iguses; a primei-
ra quando se achar feita a roetade do. servico, e
outra depois de concluidas e recebidas as obra*)
4. O arrematante nao poder debaixo de pretexto
algum, deixar de dar transito aos anmaes a aos
carros.
5. Nao haver prazo de responsahilidade
6. Para ludo o qae nao se achar determinado nas
prsenles clausulas nem no orcamento, seguir-se-ha
oquedispOe a respeilo a lei provincial n. 286.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da An-
nunciacao.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
thesouraria provincial,, em virtude da resolucdo
da junta da fazenda, manda fazer publico que
em comprmanlo da lei, se ha de arrematar pean-
le a mesma junta no dia 1 de junho prximo vin-
douro a renda do siliodo Jardn) Botnico da cida-
de de Olnda; avahada em 1519000 rs.
A arremataco ser ictta por. tempo de 3 annos,"
a contar do 1 de julho de 1854, ao fim de junho de
1858.
' As pessoas que se propozerern a esta arremataco
comparecam na sala das sessoesua mesma junta no
da cima indicado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para- constar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretoria da thesouraria provincial de Pernam-
buco I do maio de 1854. O secretario. Anto-
nio Ferreira da Annunciacao.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
thesouraria provincial, em virtude da resolueao da
junta da fazenda, manda fazer publico, que erucum-
primenlo da lei, peranle a mesma junta, se too de
arrematar em hasta publica a quem mais der nos
22, 23 e 24 de maio prximo vindouro os mpostos
seguintes:
29500 rs. por cabeca de gado vaecnm que forcon-
summido nos municipios abaixo declarados*
1. As
orcamem
rectora
do Exm.
de.33:L_
2. Oarremats,
as obras no prazo
vinle me
sirflo dO^^^H
3.' Para i
ler um meslre pe
ca do engenheiro!
4.a O pagameii
ser fel lo em seis
da quanlia de
quando estivi
do pavimento
a 2.* da.quantia
fetas todas as paredes
altura de receber o tra
dar, e asseotada
tos; a3.* d.
ver assen
dar, fetas to-Jj
e embudadas
ciraos quando
lado o traveji__
tocado e gu
5. tambem de donad
cluidas lodas
a 6.' finalme
recehida defin
depois do rece!
5." Para tai
nas presentes clausula!
se-ha o que dispon a
286.Conforme. O
da Annunciacao.
Pela inspt
no di 12 do corra
mesaba dr^^H
ter efleclnado
xinha com
donado pe
e avaliada
taejo livre
Alfandega
O inspector!
BI^H
no'dia
da mi
publica'
tortee
da um 792OC
toque avaliada cada
37 chicolea
19500 rs. total
ma de pun
29000 ; 20 dnzfa
duzia em 6900U
matacao livre de
gado este a
de eonformidade
nho de 1853.
Alfandega d
O inspector, i
O cidadao Je
pal supplc
Pernambo
Fajo saber q
douro, em pr.
ser arrematad
ferecr, e sob
Baixo avaliado
vendo lar prii
maio, o qual
nhor da maior
ra. E para que cheq
qne esto seja aflvtado,
villa, e qoe o porleiro!
dias da le:
Dado e pa
sem sello cx-causa n)
mez de abril da 1
Araujo, escrivBo
Falco.
O Dr. Cu
ilireilo da prin
de do Recito (
SenborD. Ped
Faro saber ao^
por est juizo ael
ca publica, que I
a 1 hora da anl
da casa terrea
toda a casa
vai ser
Loiz Ferrdr
cucao de A mor
E para qua,| J
sar o presente
sa, e dous doj
pra(a d
Dado e paj
hoco-aos 5 de
Baplisla,
De ordem
cao publica,
concurso a 4
meiro e
das contados 1
maio de 1854.-1
t
ADM1NIST1
Peto dmii
lia de arremali
decorrer do-dia
de 1855, as re mi i
as pessoa* qua se
das podero com)
de abril,
administracao di
dia.
Saladas
dos orphaos
ca, uecre
nistrolt
alar a qiiem raiig
MOVEVIENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 6.
Rh) de Janeiro e Bahia7 das, vapor iuglez ?ra-
sileira, commandaule Coz. Passageiro para esla
prqvincia., Manoel Francisco Luiz da Silva. Se-
guo para Liverpool e pnrtos intermedios, coudu-
zndo os passageirosdesta provincia, Manoel Tei-
xeira Bastos. David Ferreira Bailar e Francisco
. Ferreira Rallar J unor.
Bahia7 dias, hiate brasildro Fortuna, de 61 tone-
ladas, meslre Pedro Valette Filho', equpagem 7,
carga varios gneros. Passageiros, Angelo Custo-
dio Gomes, Paala Marta da Coaceicio; Jlo Jos
dos Queijos. Ficou de quarentena por 4 das.
.Varo. tahidos n mismo dia.
AracalyHiale brasileiro Oartoaa, meslre jlo
2:3219000
4:0019000
3:5219000
2:5179000
1:6119000
1:1529000
2:9899000
Recife avaliado animalmente por 56:015900o
Olnda avaliado annualmenl* por 2:2469000
Iguarass avaliado annualmente por. 1:7208000
Goianna avaliado annualmeute por. 6:5249000
azareth avallado animalmente por. 4:4309000
Cabo aValiado annualmente por 1:5159000
Sanio Anloavaliado annualmente por. 6:0*19000
Serinliaem avaliado annualmente por 5619000
Rio Formoso e Agua Prela avaliado an-
nualmente por....... 1 .
Pao d'Alho avaliado annualmente por.
E nos municipios seguintes nos qaes s pagam
aquelles quetalnam carne para negocio, e os cria-
dores o dizimo:
l.imoero avaliado animalmente por. .
Bonito e Caruar avaliado aniiualraenle
por. y.......
Brejo avaliado annualmente por~ .
Cimbres avaliado annualmente por. .
Garanhuns avaliado annualmenlc por.
Flores e Floresta avaliado annualmente
por............4:fJfJ4jOOO
Roa-Visto e Exi. ,4:0709000
Nos tres ulliinos municipios, isto he, liaranhuns,
Flores, Floresta, Boa-Vista, e Ex sao arrematados
conjuntamente os imposlos a cargo dos cotleclores
o 20 por cento do consumo de agaardenle,. conforme
determina o arl. 42 da lei provincial n. 286 de 28
dejunho de 1850.
20 por cento sobre a agurdente que*for consu-
mida nos seguintes municipios:
Olnda avaliado annualmente por. .
Iguarass avallado annualmente por.
Goianna avallado annualmenlc por. .
Pao d'Alho avaliado annualmenie per.
azareth avaliado ai
Santo AiilSo avaliado anmalo;
Bonito e Caruar av;
por.
Cabo avahado annualmente pr.
Ro Formoso e Agua Praia avaliado aift
nualmenle por.
Serinliaem avaliado annualmente por.
Limoeiro avallado annualmente
Brejo avaliado auaualmen
Cimbres avaliado annu
As arremalaoae> ser.' lempo de 3 aunos
a coular do 1 de e ano a 30 de ju-
nlftde1857, e so! li;oes das ante-
riores.
As ptsoas que w propozerem a esla arrematocan
cnpti
prim
ceder-se a
marcont?
12. dividen
do artigo 1
bife 3 den Rn
terino, Luis da
Pela subdelr fajk)i e*1
lido cadeia iaa
ma subdele- ijTraocK
co Rodrigues Macli:
para sei* comprado, dizendo ter perle
Antonio Dantas Correa, e hoje a
quem se julgar. pois, com direilo ao mewno escrave
venha reclama-lo convenienlemente docunienlad'
que Ito seni enlregue. Timbauba 2 de maio d
1854.O subdelegado,
Manoel de Az*x4 irSascimenUK
THE4T
TEI(jiVf EIRA
ESPE

309000
Idas Ahoas, Jadas am
. ele, etc.
ttistas D. Amalia,'
onteiro, Costa, Mendes,
U> em scena por J.' De-Vceliy, e exeeutado po-
los artistas De-Verchy, Pessina, a beneficiada e
Cantarelli.
Em seguida ir a scena a multo applandida far^a
A ROSCA.
Depois da qual seguir-se-ha o unto balate joco-
so, coroposio de J. DerVcccky, mlilnlado,





DE
SEGUNDA
TRE DALDEIA.
ilarelli danssr um paa-
Terro> i com um l'asso a dous.
pela Sra. Pessina e a beneb
te ha o espectculo qua aber. ilhen,
""
blico Peruana*
i ni'
recita?
Orj
e t
O
CUTIMOS
^^^^^^^^^^HP ("(ante
rsa. pj;< irrx trravosa frete ;'
loja B. 30.
. bem conheci-
carga e pas-
do Visa rio n. 5.
. FfWA O RO DEJANEIRO
ue escuna na-
iaiorpar-
inte, passage-
secomo con-
mista da fonseca Jnior,
ra do Vigario n. 4 primeiro an-
dar.
salie impeler:
na escala por Macei,
8 do corren te, o hiale
Iter ir de passagem,
ta-se pira ci
ra da Croa1
Para a
(late ^^^H
com 9^^|
jleia do Recife o. 49, primeiro
b Rio de Janeiro
l obrigoe nacional />o ; 1ra-
a frete, uo escriptorio da
[o andar.
nucos dias o veleiro
f o reato da cara, trala-se
inga* Al ves Matheus, na
primeiro andar.
S Janeiro sahe no dia
o multo veleiro brigue
anda lhe falta alguma
n dou camarotes para
Tuaes promette bom ira-
n recebe escravos. para
no consignatario Ma-
cla Silva Carrico, ra do
~tindo andar, ou a bor-
il.moel Jos' Ribeiro.
IXILOES
s 10 horas da ma-
leilauno seu armazem ra
manto de obras de
u mesas redondas de jaca-
^^^Edilas de amarello,
i^i^Bs. de imarello sera
^^^amarcllu para jogo,
de bracos de Jaca-
randa e de amarello,
amarello, marquezas, gojr-
le amarello, secretarias,
toncado* de jaca-
aradores, mesas de amarello
yogado, ditas de louro e
andieiros para meio de sala,
pea de easqujnho, redomas,
parede, e para cima de
elogio, aderemos de ouro com1
le abneles unos, aulejo*|,
eb, quadros com eslampas
da Baha superior quali-
ico de Lisboa em garra-
V ama pia um lavatorio de
i de madeira chapeado de
Hm! que eslarao patentes
10, do correte, as 11 horas dj
, far leilao nb armazem
Trapiche n. 38, a saber :
i e ni mu i lo bom estado, ca-
nburguezas, guarda lou-
, tocadores, br;os, quadros com
espingardas para caca, etc.,
arro de i rodas e um ca -
o leilao, por in len-
le grande sorlimeoto de fa-
mercado : terca-feira 9 do
iaa em ponto, no seu
novo.
i DIVERSOS.
RIO DE-JANEIRO.
ios da 19. lotera con-
ias.casas de carida-
i Rio de Janeiro, ex-r
de abril de 1854.
.....20 :000*
.......10 :000<
..... 4 .0005
... 2 :000#
4545 ,
4865 1 :000#
1429,,
2441 ,
.3049 ,
. 400#
803,
2299 ,
1294 ,
1417 ,
, 4686 ,
, 5144,
200$
255, 593,
586,
809 ,
(H70 ,
1567 ,
1673 ,
2189 ,
2372 ;
2660 ,
5577 ,
5499 ,
1 3934 '
12, 4 4371 ,
4950 ,
5308 ,
bbbbbb! 33 ,
5528 ,
46 ,
5778,
lOOij
40* 20S
da BomI
de omh
es de dous cruartos da sorte
ebero premio a'
ados.
1 bilheles da lote-
uro, que correo
jrrente.
ra Mendesvai a Portugal.
ez de 12 a 14
as: 110 aterro
11*00
tmt* !*' :>-;- ca-
vpnu.aiUlD-
eira

uez, retiran
Pre
" de
.lento ; no sitio que (oi do Sr.
1 do Arraial para a Casa lorie.
'-.* da ama ama forra ou capti
servico de urna casi de' pouca familia ; nattuk D-
reita n. 76.
Aluga-st urna preta que sabe fazer o sen ico de
urna cara de familia ; quera a prender, procre-a
na coutinnacao da na da Aurora, em una casa Uo
Sr..(romos do Correio.
0 eowalido dos Estados-Vnidos est modado
para a na do Trapiche n. 4, primeiro andar.
^ 1--------------
O 9r. Janocl Esleves de Abreu tenha a bon-
dade de dirigtfc-se a praca da Boa-Vista i.' 7.' que
ailo se lhe dse)* fallar.
:a-se urna caia-comboaquinla na Capunga.
meipio da estrada que val para a BaWa-verde:
a Iralar no pateo do Collegio n. i.
D. Anua Joaquina de Jess Queiroz Gnedes,
le seu fallecida marida Norberto
' favor de aprsenlas
Oliveira faz scien
rcer o cargo de agent
* p"r,1"J" ter r-v;'ido ao tribu
d? Anlo-
' de abril do corren te,
trega Juntamente de iodos os trastes e
ojelos que cstavam em ser e qoe pertcnciara
tersos seirtiores, osquaes podero eniender-sc a
^Mpeito tom 0 dito agente Brito, e declara mal
o annoncianle, que ludo quanto foi vendido por sua
mtervenco se acha pa^o a quem compet!, e se por
acaso algoem se jolgar com direito a aigoma recla-
macito, pode dirigir-se ao annunciante dentro do
prazo de oitodias, que ser promptamentc salisfeito:
no aterro da Boa-Vista n. 86, segundo andar.
Deseja-se fallar com o Sr. Jos Anastacio de
Albuquerque, na roa do Cabug Iqia de Joaquim
Jos da Costa Fajozes, a negocio de se\i interesse.
Oraa pessoa que ignora a residencia do Sr. aca-
dmico Joaquim Mendes da Cruz uimaraes J-
nior, pede-lhe o favor de vir fallar-lhe para nego-
cio seu: na rna do Cnllegio casa n. 3, primeiro
andar.
ATTENCAO AS PECHINCHAS.
Chegaram a loja de miudezas da ra do Collesiu
n. 1. os seguinles objectos os quaes se. vendem por
proco mais commodo do que em outra qualquer
fiarle: um grande sorlimento de calungas tic porce-
lana, como sejam: fructas, figuras, gatos, palos, on-
cas, cachorros, tigres, tinleiro de eaiunga tudo pro-
prio para paliteiros e enfeites de mesa; .assim como
S. Jlo Baptisla, S. Pedro, N. Senhora e o Divino
Pastor, eslampas do santos e sanias em ponfo peque-
no e grande, molduras douradlis para estampas,
pentes de marfira para alizar cabello, lliesouras mul-
to finas para aparar papel, trancas de seda de dife-
rentes cores largas e estrellas proprias para vestidos
de senhora e enfeites de roupa de meninos, cestas
para compras, dilas para meninas trazerem no bra-
co, para fructas, llores e outras muitas qoalidades e
goslos, correntes de ac de muitos goslos proprias
para relogios, raiiinhas de costura muito bonitas
com lodos os pe (enees, franjas brancas e de cores
com hellas, proprias para cortinados, capachos
compridus e redondos, fitas de velludo estrellas e lar-
gas, vernicas milagrosas, ditas de S. Francisco,
Dores, S. Anna, coracto de Jess e de Jrlria, S.
Miguel, Crucificado, N, S. do Carmo, CfcceicSo, e
virgera antes do parto, no parto, e depois do parlo,
registos pequeos, contendo cada nma folha de 8
a 30, proprios para o mez Marianno; assim como
onlras muitas cousas que se deixam de annunciar,
pois so a vista do comprador he que se podem
mostrar.
Aluga-se.ositio denominado PirSo Gordo, no
aterro dos Afogados, com bstanles arvoredos de fruc-
lo, c bom parreiral, com grande casa, tendo commo-
dos para dua familias, e reedificada de novo ; os
prebndenles dirjam-se ao proprielario, na roa es-
trella do Rosario 11. 31, armazem de Jos Moreira
da Silva.
Roga-se encarecidamente a qoalquer pessoa
que tenha achado om maco de sedulas com 1:875,
enlre elras 6 sedlas de 20000, o mais do, 50, 20
e 109000, que foi perdida daporlada alfandcga at
#lrapiche da mesma, qoe qoerendn restituir ser
generosamente gratificado, visto que a pessoa que
perdeu nao piide supportar semelhaute prejuizo, e
promette guardar segredo; pode ser entregue na rna
do Vigario n. 5.
ROSAS.
Os enhores qne quizerem ler em seusjardins boas
qualidades de rosas novase aoligas.e moila varieda-
de de dalias e oulras flores, vao a ra da Soledade n.
70, aonde.s de rosas, muilo difterentes enlre si,
acham-se 400|ualida.des.
D-se pequeas qoantias a premio al 50000o
mais, sobre penhores de ouro ou prala ; adverlindo-
se que se nao aceita firma de pessoa alguma ; na ra
do Hospicio, casa n. 17.
Manoel Fernandes de Macedo vai Porlugal
tratar de sua saud.
Urna mulher branca, brasileira, idade, se offerece para criada de nma (asa honesta
com pequea familia, preferindo unta casa de fami-
lia eslrangeira : quem a pretender, procure na es-
quina da ra dos Quarleis por delraz da matriz de
Santo Anlonio, casa n. 10 por cima do bilhar, que
achara alii a dita mulher.
-----Precisa-se alagar urna boa ama de leile, forra
ou captiva; na ruadasCruzes n. 28, segundo andar.
Jos Anlonio.deAraujo Guimaraes re'ra-se
para fora da provincia ; qoem se julgar seu credor,
nnnuncie por esta folha.
. N" di 28 lo passado mez' de abril, cahio da,
algtbeira de Trajano C. Leal, urna lellra aceita pelo
Sr. Jos Joaquim Bczerra Cavalcinli de Albuquer-
que, venada em novembro passado de ris 309540,
a que nada val, por estar prevalido o devedor e o
proprielario da mesma lellra o Sr. Silvestre J. da
Silva : quem a achou querendo restituir leve a ra
Nova n. 37, ou a ra dos Pires n. 28, qoe se lhe re-
compensar.
ArrematacSo.
No diasegunda-feira 8 do corrcnl, depois da
audiencia do juiz de ilireilo do civil, da primeira va-
ra desla cidade cscrlvao Molla, he a ultima praca em
qoe lem de ser arrematado por venda, o sitio de
Ierras proprias da passagem da ponte de chda; o
sitio lem boa casa de vivenda, sallas, quarlos, ele,
e urna espajosa senzala, com urna meia agoa asso-
bradada, cozinha fora eom casa para escravos, eslri-
bana c casa qne serve para cocheira, poco em fren-
te do silio, baixa para capim e com bstanles arvo-
rodos de fmclos de differenlcs qualidades, avallado
em 16 conlos de ris, o qual vai a praca por execu-
cao de Ignez Joviniauna Ramos de Oliveira contra
o respectivo testamenleiro da finada D. Isabel Maria
Ramos da cosa para pagamento de legados.
ATTENCAO.
A nova fabrica de chocolate"homcopatiiico da rna
das Trincheiras n. 8, mudou-se para o paleo do Ter-
co n22, e l se vende um moinho de cafquasi no-
vo, caf puro, chocolate de todas as qualidades, eo
chocolate homeorathico aprovado e applicado pelos
senhores da homeopalhia, cha prelo homeopalhicu e
muitos mais gneros do paiz e eslrangciros.
Antonio da Costa Caldas cidadSo porluguez va'
a Porlugal, leva em sua compauhia sua mnlher e
una sua filha. ,
Attencao. .
Precisa-se de um eapeUSo' para a povoacSo de Ca-
poeiras, sendo bem moralisado e inslruido : quem
pretender dirija-se ra Uireita n. 76, que se dir
quem esta aolorisado para tratar, e declarar s vau-
tagensdacapelania.
Antonio Barbosa de Bairos,
com sala de barbeiro na ra da Cruz do Recife n.
02, faz sciente ao respeitavel publico, e em particu-
laraos seus freguezes qoe vai fazer-uma viagem a
Europa para Iralar de sua saude, ficando fazendo
suas vezes o Sr. Bernardino da Conceicao Reg, o
qual espera que servir com toda promptidao: apro-
veita a occasiao em offerecer seu fraco presumo
naWade do Porlo, ra Nova de Santo Anlonio
o 7U.
~ Aqucm for oUcrecida orna lanlernn, que fotta-
ram de urna escada no dia~2 do corren le, rog-se
Jae apprehenda e leve no alerro da Boa-Vislao.
b, onde se lhe dar boa graliucaco, sedersignaes
certo do ladrao, e muilo melhor anda, se o levar
presenya de alguma autorldade policial, ede lu para
a cadea. r
Carros e colxoes de mola.
O abaiio assignado, segeiro, e morador na ra
dos Pires, casa de porta larga, ouerece-se para pin-
tar, cobrir e forrar carros, com toda a perfeicao pos-
sivel, elpara fazer todo equalquer conserlo que nelles
seja preciso ; assim como encarrega-se de vender car-
ros ou cabriolis ; na mjsma casa acham-se vend
colxoes de molas tanto grandes como pequeos, por
precos commodos, e afianci-se por um anuoporqual-
quer concert que nelles seja preciso : lambem
guardarse carros meaiarite uma'paga mensal.
lAboucier.
O bacharel Wilruvio continna a leccionar em
fraacez, e para este fim recommenda-se aos pais de
familia, aos quacs prometle luda a solicilude possi-
vel no aproveil^menlo de sensfilhos; lecciona lam-
bem pela manhaa ^na praca da Boa Vista em casa do
Sr.Gadault: a Iralar na ruadas Cruzes n.22, pri-
meiro andar.
Alaga-so" loja do soorado da rna estrella do
liosarlo ii. 18, propria para olllcina : a Iralar na ra
llireita 11.106.
Maria Paulina Soares, com ana par-
ticular de pnmeiras lellrafna ra de Aguas-Verdes,
enle que modou a sua residencia para a ra
la, casa n. 19.
e oilavado pillo com a competente
lispensaverpara familia numerosa, e
que tenha mullos escravos: existe na ra eslreila
Rosario padarla n. 13, oodo sera entregue' Dor
bagatella. D *^
Ao ublifo.
Os senhares proprietarlos e meslres de pedreiro,
que precisarem de carrojas de rea fina para flngi-
preoo commodo posta na obra, a%-
n para condarao e todas as quali-
es, ludo por preoo mais commodo
r na rui da Cadeia de Santo A ni
lijlos n. 17.
umar em loja de fazendas ou
i annos. chegado.,..
1 fiador a sua
Senzala Velha, taberna
FEIRA 8 DE MAIO DE 1854.
lotera do rio de Janeiro.
O vapor S. Salvador sahio do Rio de
Janeiro no da 21 a tarde, e nesse mesmo
dia corria a roda da lotera 19 das casas
de candade ; ou poi descuido de nosso
correspondente, ou poique nao podesse
^raviso nlgum em-irtude da roda (
uella lotera correr em Nictheroy, nao
receI)emo8 avisos dos premios desla lote-
ra, cuja lista receberemos por estes das
pelo vapor ingle/, que leava a salir a 29
do mez fndo. Temos exposto a venda os
rovos blhetes da lotera 1 ( do Thesouro,
que deve correr no Rio de Janeiro a 2 ou
5 do corren te'mez. Declaramos, que sup-
posto nao ttvessemos avisos da lotcria 19-
da car idade, lizemos logo lacrar os bilhe-
tes que restavam por vender dessa lote-
ra.
J. Chardon, hachare! em bellas lellras, doulor
em direito formado na universidade de Paris. ensi-
na em sua casa, ra das Flores n. 37, primeiro an-
dar, a lr e escrever, Iraduzir e fallar correcta-
mente a lingoa franceza, e tambm dar licoes par-
ticulares em casa de familia.
4o-
l ar-
ha
negra para lodo o servico de
c*> o do Terco u. 9.
Claudinodo Reg Lima, sogro do alferes I^o-
poWo Borges fialvao Uchoa, declara ao respeilnvel
piiblic.queodilfisen eenro nao foi reformado, e
sim o alferes Leopoldo da Fonseca GalvSo.
I'recjsa-sc de una ama de leile para criar nm
menino: em Fura de Portas n. 135, papase Bem
sendo ba ama.
Homceop athia.
CLNICA ESPECIAL DAS MO-
LESTIAS NERVOSAS.
Hystera, epilepsia ou gota co-
g.ral, rlieumatismo, gota, paraly-
9 sia, defeitos da falla, do ouvido e
|g dosolhos, melancola, cephalalgia
(#J) ou dores de cabera, encliaqueca,
l&f dores e tudo mais que o povo co-
fa nhece pelo nome genrico de ner-
A voso.
As molestias nervosas requerem mnilas ve-
^9 zes, alm dos medicamentos, o kmprego de
Ufa outrus meios, qoe desperlem' on alialam a
Jg sensibilidade. Estes meios possuo cu ago-
Iffl) ra, e os ponho a disposicao do publico.
iPJ pobres), desde s 9 horas da manhaa. al
f* as duasda larde, ra de S. Francisco iMnn-
T do-Novo, n.68 A.Dr. Sabino Olegario
(0 Ludgero Pinho.
Pelo juizo de dircllo da primeira vara e com-
mercio, findos os dias dalci, em pracassuccessivos.se
ha de arrematar urna parle do caisao da casa da ra
dos Pires n. 22. avaliada no todoem800000rs. sendo
aparte 323630rs., por execuco que move Antonio
uomingues de Almeida Po?as, e sua mulher contra
a viuva e herdeiros de Joao Janmnio Serra-Gran-
de, eserrvao Cunha.
O amigo, que qoizer jossuir fielmente o retrato
a oleo do falcado Dr. Jos Eustaquio Gomes, tenha
a bondade de dirigir-se junio a iiireja de S. Jos do
Manguind,ou amado Collegio n.(> botica do
Sr. Cyprano: lambem tira-se relalos a oleo eom
miniatura, e garante a fiel semelhanca.
Na_ praca da Boa-Vlsla n. 7 anda existe um res-
to de hundes, inleirns e meios por vender, e que he
de 5500 e 270O: assim como cautelas: a elles
antes que se acabem.
Precisa-se de um fcilor que entenda de planta-
coes para silio: no armazem da ra Nova n. 67.
Precisa-se de nma mulher para ama interna e
externa d urna casa: na rna de Horlas n. 120.
OITerece-se Um rapaz paracaixeiro de qualquer
casa de negoci de atacados, tanto de fazendas como
de molhados no trapiche, o qual darinformac,oes de
sua conducta ; quem pretender annuncie para ser
procurado.
Na ra de Horlas n. 62, engbmma-se com toda
a porfeirao, e por prec,o commodo.
O abalxo assignado avisa a seas devedores, que
desde j vai chama-Ios a conciliarao, e executar lo-
dos os meios para que seja pago do que lhe devem,
visto nao o lercm fcilo em lempo eom pe en le, e pro-
testa nao ler a menor contemplarao com pessoa al-
guma : o annunciante faz o presente para qoe nin-
guem allegue iguoraucia./'Vauctsco Jos Leile.
CHRYSTALOTY PO.
Galera de ricas pinturas pelo antigo
novo estylo.
Aterro da Boa-Vista n. 4.
. De caixas, quadros, medalhas, alflnetes e polcei-
ras lia .nm rico sorlimento'para col locar retratos,
por preep muito baixo.
Precisa-se alugar urna ama forra ou captiva,
para urna casa eslrangeira de pouca familia, para
Iralar de meninas a fazer mais algum servico se for
preciso : na rus da Senzalla Velha n. 60 primeiro
andar, ou na Capunga sitio do Sr. Brito.
Loja ingfeza dexoupa feta, ruada Cadeia
do Recife n. 16.
Existe nesleestabelecimento um erando sorlimento
de roupa teja de todas as qualidades de fa/eudas
chegadas prximamente de Inglaterra,.como sejam :
palils, casacas, calcas, colleles, camisas, ceroulas,
ele, e os precos serao os mais razoaveis possiveis,
visto serosyslema do dono nao deixar dinheiro sa-
tn-ainda mesmo cum algum prejuizo.
Paulo Gaignou, dentista,
pode ser procurado a qualquer hora em sua casa
na ra larga do Rosario n. 36, segundo andar.
Casa da afericao, na'rua das Aguas-
/ Verdes n. 25.
O aferidor participa, qoe a revisao'teve principio
no dia 1" de abril crrenle, a linalisar-se no dia 30
de junho prximo futuro: segundo o disposto no
arl. 14 do regiment municipal.
Preclsa-se saber quem he nesta praca o corres-
pondente do Sr. Jo3o Alfonso FerreiraCapobre : ra
do Rangel n. 36, segundo andar.

J. Jane dentista,
contina rezidir na ruaNova, primeiro andar n.19.
AO PUBLICO.
No armazem d fazendas bara-
tas, rna do Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimentq
de fazendas, finas e grossas, por
precos. mais baixos do que em ou-
tra qualquer parte, tanto em por-
ches, como a retalho, affiancaiido-
se aos compradores um s prero
para todos : este estabelecimento
abrio-se 'de combinacSo com a
maior parte das casas commerciaes
inglezas, francezas, allemaas e sis-
sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem.venddo, epor
isto olferecendo elle maiores van-
tagens do que outro qualquer ; o*"
propretano deste importante es-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venliam (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, 'no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
O abaixo assignado, nico encarregadn de rc-
ceber os foros das casas da freguezia de S. Jos,
pcrlenccnles ao Sr. Francisco de Paula Correia de
Araiijo, faz scienle aos mesmos foreiros, principal-
mente muelles que nao sahem a sua morada, de
dingirem-sc a ra do Pires na casa nova jnnlo
do finado Gervasio.Manoel Gome riegas
9 O Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho mu- _,
dourse para o palacete da ra de S. Francisco b
** (mundo novo) n. 68 A._
A pessoa que no domingo de pasehoal na mis-
sa cantada de madrugada, na matriz da Boa-Visla,
perdeu um enfcile de bra(o, cncasloado em metal
dourado, dirija-se io guarda da mesma igreja, que
dir quem achou. j^^^
LOTERA DE N. S. DO LIVRAMENTO.
Aos 5:000000 e 2:000j000 rs.
!' O caulclisla Salusliano de Aquiuo Ferreira avi-
sa ao respeilacl publico, que comprou todos os bi-
Iheles' da mesma lotera ao thesourciro, e. as rodas
andam no dia 12 de main; os seus hilheles e caute-
las eslo i venda nos lugares do cosame. Paga sb
sua respousabilidade os dous premios grandes sem o
descont de 8 % do imposto geral.
Bilheles 69000 5:0009000
Meios 38000 2:5009000
Quarlos 1*500 1:2509000
Decimos 700 5009000
Vigsimos 400 250000
Salusliano de quino Ferreira.
Aluga-se tima sala e nma alcova no primeiro
andar de um sobradinho na ra de Apollo, bom pa-
ra algum escriplorinou para qualquer oceuparab ;
qum o preleuder,dirija-se ao terceiro andar do liceo
Largo n. 1.'
Manoel Ferreira de Souza, subdiio perluguez,
relira-se pira Portugal. VjAkH
A quem lhe fallar urna canoa qae pefa 800 a
900 lijlos de alvenaria, a qual esUi pin ada de en-
carnado, dirija-se rna Direita dos Akj?s' a. 13.
Arrenda-se um grande sillo com bt(antea ar-
voredos de fructas, haixai fiara capim, viveken de
peixecom urna graulle casa assnbradaila coui mnos
commoilos, senzala, estribara. Ires cacimbas inrht-
si\e nma com bomba e lauque : uiient o |>releml,.r
dirija-se Antonio (ioncalves de Moraes nos Altnia-
ilos, ou no Recife, ra da Cadiea. I
l con-
sullas lodos os ii iorj0
RUADASCR1JZESN.28.
No "" i orio acha-se venda nm"
grande sorlimento de Tarleiras de todos os
tniuanhoJ^^^^Bi commodisimos.
, CINCO MIL RIS.
1 carliT com 24 tubos a eseolha.
1 tubo grande de glbulos arnls. 500
1 dilo mediano...... 400
' 1 dilo pequeo...... 300 ,
X oncade linturaa eseollia lJJOOO
Elementos de homeopalhia 2 volumes 2.a
Miceao.......... 59000
Palhogenesia dos medicamenlos
brasileiros I volum'e. ...... 29000
Tratado das molestias veuerias
para_se tratar a ji mesmo. 19000
Na ra de Sr. Bom Jess das Crioulas lava-se c
engomma-se com aceio e perfeicao.
O Sr. Antonio Pereira do Lago lem nma carta
na livrana n. 6 e 8 da praca da Independencia. '
Precsa-sc de ama ama para casa de dous mo-
cos solleiros para cozinhar c fazer todo o mais servi-
co interior de urna casa ; na rna da Senzala Hova
n. 4.
COMPRAS.
-. Compram-se pataches brasileiros e hespanhoes
na ra da Cadeia do Recife n. 54, loja de.fazendas.
Compra-se prata brasleira c hespa-
nbola : na ra da Cadea do Recife n.
24, loja de cambio.
Compram-se acjOcs do banco de Pernambuco :
no escriptorio de Manoel Joaqhim llamos e Silva.
Compram-se oncas hespanliolas: na ruadla Ca-
deia do Recife loja de cambio 11. 38 t.
'> Compram-se 12 pes de parreiras de boss quali-
dades para plantar: no armazem da ra Nova n.
67. .
VENDAS.
LOTERA DE N. S. DO LIVRAMENTO.
Aos 5:000,000 e 2:000^000.
Na ra do Cabug, botica de Moreira & Fragoso,
e na ra do Oueiiualo. loja de fazendas de Bernar-
dino Jos Monleiro & Companhia, vendem-se bilhe-
les e meios da dita lotera, que corre no dia 12 do
crrente mez, os quaes sao do caulclisla Salusliano
de Aquino Ferreira, que paga os dous'primeiros pre-
mios grandes em o descont de oilo por rento do
impasto geral.
Blhetes 6S000 5:0009000
Meios 39000 2:5003000
MANUAL DE TARELLIAO*.
Vende-se na livraria n. 0 e 8 da praca
da Independencia.
RA DO QUEI&IADO N. 30.
Vendem-se Tacase garfos de cabo de marfim, o^ra
muilo boa, ditas cora cabo de ai;o de balance, trin-
chantes de cabo de metal, ditos de cabo de ac, bu-
les ecafeleiras de superior metal principe, bandejas
recortadas, obra muito lina, cuias para familia, ie-
souraspara janlineiro, dilas porluguezas paraalfaia-
te, ternos de hcelas de pinho de tamaitos regulares
para botar doce, envidas do Porto, dilas calcadas de
ac, conro de lustro marca castello, e oulros muitos
objectos, qne se vendem por barato pre;o ; na loja de
ferragens da ra do Queimado 11. 30.
COM MUITO BOM LEITE.
. Vende-se urna preta, crinla, de idade de20 a 24
annos, sem achaques nem vicios, a qual pari ha
muilo pouco lempo, tendo mnito bom leile e com
palta abundancia, e por isso capaz de amamenlar.
urna ou dnas chancas ; quem pretender, dirija-se a
rna larga do Rosario em casa de Caelano de Assis
Campos.
FAMA.
Roa-Vista defron.te da boneca n. 8.
Tem a honra de participar aos seus freguezes, qne
lem um completo sorlimento de todos os gneros de
molhados dos ltimos chegados, de superior quali-
dade. preco muilo commodq; manteiga ingleza a
280,400,-480,560, 800 e 8W, da franceza a 600,
640. presunto 440, cha hjson I96OO, 19800, 19920 e
29560, linguicas de Lisboa 400. 480 a libra, peras
seccas, passas, ameixas, nozes, amendoas, etc.,- ele.
ROB LAFFECTUR.
O nico autorUado por decisuo do conselho re
e decreto imperial.
Os mdicos dos hospitaes recommendam o arrobe
Laffeclcuv, como sendo o nico aolorisado pelo go-
vernpe pela Real Sociedade de Medicina. Esle me-
dicamento d'um goslo agradavel. e fcil a tomar
cm secreto, est em uso na marinna real desde mais
de 60 annos; cura radicalmente em pouco lempo,
com pouca despeza, sem mercurio, as, alfecc.Oes da
pellc, impingeos, asconsequencias das sarnas, .ul-
ceras, e os accidentes dos partos, da idade critica e
da acrimonia hereditaria dos humores; convm aos
catharros,'da bciiga, as conlracc, dos orgaos, precedida do abuso das ingcceOes ou de
sbndas. Como anli-syphililico, o arrobe cura em
poued lempo os fluxos recentes ou rebeldes, que vol-
vem incessantes sem consequencia doempregoda co-
paiba, da cubeba, ou das iujeccries que represen-
tam o virus sem neulralisa-lo. O arrobe Lallcclcuv
he especialmente recommeudado contra as doencas
inveteradas OHeheldes ao mercurio e ao iodureto
de potasio. Vcnde-se em Lisboa, na botica de. Bar-
ral, c de Antonio Feliciano Alves de Azevedo, pra-
ca de D. Pedro n. 88, onde acaba de chegar urna
grande porcSo de garrafas grandes e pequeas, via-
das directamente de Paris, de casa do Sr. Boyvcau,
LafTecteuv 12, ru Richev Paris. Os formularios
dam-se gratis em casa do agente Silva, na praca de
D. Pedro n. 82. No Porlo, em casa de Joaquim
Araujo; na Babia, Lima Irmios; em Pernam-
buco, Soum; Rio de Janeiro, Rocha" & Filhos, e
Moreira, loja de drogas; Villa-Nova, Joao Pereira
de Magales Leite; Rio-Grande, Francisco de Pan-
la Couto & (,.
Pelles de guara'.
Vendem-se pelles de guara, chegadas ltimamen-
te do Maranhao: na raa do-Queimado n. 51.
Vende-se ou Iroca-se por urna- negrinha, duas
casas terreas sitas na Capunga n. 41: a tratar no So-
ledade, taberna 11.1.
Vende-se azete de nabo clarificado,
proprio para candieiros de mola pcjjtser
muito lino, a 1^800 rs. a medida: mr ar-
mazem de C. J. Astley& C, ra do Tra-
piche n. 3.
Vende-se urna escrava, crioala, com idade pou-
co mais ou iiieii"s, propria para lodo o servirjo: quem
a pretender, dirija-se i ra dos Burgos, Forte do
Maltn: 31. >
Nos Quatro Cantos n.l, laberna, ha superior
qaeixo do serbio por commodo preco.
Vende-se urna mulata recotliida, de idade 16
annos, com algumas habilidades*; igualmente se
permuta por urna negra de nai-ao, que saiba cozi-
nhar, engommar, ele.: a Iralar na ra da Cadea do
Recife n. 44, loja.
Palitos francezes.
Vendem-se palitos francezes de brira de linho o
brelaim.i a 38000 e 49OOO, ditos de alpaca a 89OOO,
ditos de panno fino a 168000 o 189900, ludo da ul-
tima moda e bem acabados.
Fazendns de gosto.
Vcndem-sc romeiras de cambraia bordada com la-
ce e flor de seda a 39500. visitas de fil e cambraia
bordada com enfeites 79000, capolinhos de seda pre-
lu e de cores com collete e sem elle a 129 e 159000,
corles de caaca de seda a 129000 laa escosseza de
quadros c lislras, fazenda novae de gosto a l9000rs.
o envado, chapeos de seda e de blondo para senhoras
a 128 e 149000, corles de cassas francezas de barra e
babados com 11 1|2 varas a 58000, chitas francezas
de padrocs modernos a 320 o covado, cortes de ram-
braias aberlas de todas as cores a 39000, chales de
laa e seda a 29000, lencos de seda para pescoco a
29OOO, meias de seda preta e de cores para meninas c
senhoras a 29 c 28500 o par. c oulras fazendas de
goslo, que vendem-sc baratas, dando-so amostras
com penhor; ua ra Nova, loja n. 16, de Jos Luiz
Pereira & Filho.
Pannos linos e casemiras-
Vende-se panno fino prelo superior a 28800, 4ty,
>S. 69 c 7^Q00 o covado, dilo verde escuro a 49006,
dilo azul para fardas da guarda nacional 1 39 c 49
rs. o covado, casemiras prclas a 68,7, 88. O9 e lis
rs. o corle, ditas de cores a 49500 e 59000 : 111 ra
Nova, loja 11. 16, de Jos Luiz Pereira & Filho.
Quem deixara' de comprar.
Farinha de mandioca m saccas, muito boa, che-
gada ha pouco de Maritausuape: na ra larira do
Rosario, taberna n. 9. ^
TAIXAS' DE FE
Na fundicao' d'Aurora em SSrrte-l.
Amaro," e tambem no DEPOSITO na
ra do Rrum logo na entrada, e defron-
te do Arsenal de Maiinha ha' sempre
um grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
evistem quindastes, para carregar ca-
noas, Ou carros livres de despeza. Os
precos sao' s mais commodos.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundico de C. Starr & Companhia
ein Santo Amaro, acha-se pana vender
moudas de caimas todas de ferro, de um
nodello e construccao muito superiores
Vende-M urna loja de miudezas, sortida, com
poucos fundos, em um dos melhores lugares, na ra
do Queimado, propria para qualquer pessoa se esta-
belecer ; vende-se a dinheiro ou a prazo: a Iralar
no Livramcnto n. 4. Na mesma caa vende-se uit
relogio de ouro patente inelez, e varias obras de on-
..j-j em feitio.
tas para sala
ja, mtntoem conta assim como quej<
prato para qualquer prefo : em cas;
Adamson Howie i Companhia, ra do
Trapichen. 12.
M1LHO.
Vendem-se saccas coro millio'muilo bom, e bas-
tan le .grandes,, por preco commodo; na loja de fa-
zendas do Passeo Publico n. 17.
t Vende-se rap igual ao de Lisboa a 28000 r#.;
quera o tomar nao deixara de prefcri-lo a oulra qual-
quer pitaa, tanto pela boa qualidade como pela
constancia de nao ha ver falla aos consumidores ; na
rna da Senzala Velha n. 70, segundo e lerceiro an-
dares.
Vendcm-sc saccas com cafe do superior quali-
dade ; ua roa da Moeda n. 11, armazem.
Vende-se nma liberna de molhados, de poneos
fundos, sita na rna das Cinco Ponas : quem quizer
tratar negocio, dirija-se a casa immediata n. 89.
Para a devocao.
VendPm-se lerjos engrasados de differeiiles sorli-
mentos, cruzes e vernicas ditos, resistes grandes e
pequeos, quadros dourados com ditos, rosarios de
osso e pao, pias para agua benta, eamnhas douradas
com om lerco dentro, ludo o mais bem IrabaMiado
possivcl, e por nreen commodo ; a elles, que o lempo
be proprio: na frente do Livramento, loja de miu-
dezas de F. A. de Pinho.
Vende-se feijo mnlalinho muilo bom, em me-
dida de quarla para cima, por preco muilo commor
do ; na na da Senzala Velha n. 15. laberna.
Vende-se om excellenle papagaio com mulla
liabidado ; no aterro da Boa-Vista n. 68.
. Vende-so doco de goiaba de muilo superior
qualidade, proprio para prsenles : na taberna da
ra Direita n. 106.
Vende-se um silio no lugar de N. S. do I.relo,
com 130 bragas de fundo e92de largura, com 56 ps
de coqueiros c bastantes ps de diversas frucleiras ;
faz-se lodo o negocio por s precisar de ultimar con-
tas, ou mesmo se troca por nma casa terrea que nao
ezceda muito do valor do dilo silio : quem taes ne-
gocios quizer fazer, dirija-sc ra de Horlas n. 82.
Vende-se um escravo de 35 annos, bom para
Irabalhar em algum silio, por ter dssopratira, e
tambem sfbe Iralar de cavailo : he muito sadio, e
nao tem o vicio de se embriagar, e nem de fugir ;
quem o pretender, dirija-se a ra Direita, casa jun-
to 11 pallara, n. 67. Vende-se por preco enronla,
o motivo da venda se dir ao comprador.
Quem deixara' de cemprar.
Chita franceza muilo'larga, com assenlos escaros,
pelo bi\o preco de 69000 a peca, e covado a 200 rs.:
na ra do Queimado, loja n. 46.
Vepde-se a loja de calcados da ra Direita n.
11, a qual he bem arreguezada e com, poucos fundos:
a tratar 11a ra do Livramenlo n. 29..
Venderri-sc as casas terreas n. 72 da roa da
Santa Rila, n. 67. da do Jardim, e ns. 68 e 106 da
das Cinco Ponas: na ra Direita n. 40, segundo
andar.
Vendc-se Irincal de superior qualidade, pelo
haralo preco de 720 rs. a libra, ou em porejio a 700
por libra ; na'rua Nova, deposilode caldeireiro n. 27.
Grande e vanado sortimento de fazendas
baratas, na ra do Crespo n. 14, loja
de Dias & Lemos.
Chitas sarasocanas escuras muito fizas c mnito
recommendaveis por sua boa qualidade, padrfles
ainda nao apparecldos, a 160 e 180 rs. o covado
sarja de laa de duas largaras muito encorpada, _
640 rs. o covado; riscadinhos de linho muilo finos,
a 640 rs. o covado; algodo trancado escuro, panno
conro, a 180 rs. o covado: gauga amarella muito
superior, a 360 rs. o.covado; brim trancado d* al-
godo muilo encorpadu a 800 rs. o corte: coberto-
res de algodo grandes, a 640 rs.; pequeos 600 rs.
cada um ; pegas de cambraia muilo QJBp com 8
varas, a 49000 rs.-e a 560 a vara ; canWs de meia
muilo elsticas, a 92OO rs. cada una ; alpaca pre-
ta de duas largurasa 400 rs. o covado ; damasco de
laa de lodas as cores muito superior, a 800 rs. o
covado ; e oulras inuilas fazendas mais baratas do
que em oulra qualquer parle, do-sc amostras das
chitas com penhores.
Vende-se selim prelo lavrado, de mnilo bom
goslo, para vestidos, a 29800 o covado: na ra do
Crespo, loja da esquina qne volla para a cadeia.
A1TENCAO'.
Na ra Dircila 11. 19, lia pura vender-se os se-
cuintes gneros,:
Bolachinha ingleza muito nova,
ila de aramia, franceza
Farinha de tapioca muilo alva.
Dita de araruta.
Amendoas descascadas.
Caslanhas do Porlo.
Esperroacele americano.
Ch superior.
Dito hrasilciro.
Alelria.nova.
Macarrao. '
Talhcrim. '
Linguicas, superior qualidade.
Paios e salpicoes do Porto.
Toucinho de Lisboa.
Queijos muito novos.
Cevada nova. ,
Vinho de Lisboa, jarrafa.
Dilo. engarrafado do Porto /sem casco)
Manteiga ingleza muito boa.
4'J 'li
Na ra do Crespo, loja n. 12, tem para vender trrea, sila na Soledade n. 6
manteletes de seda do ullimo gosto, e de muita va-lanero a pretender, dirija-se/ ria do Queimado n.
vestidos de seda muho rjeos, senrb Estrella, deltVagiirio & Sifveira.
hrirtiiM a ro i>nra< um Bnrlin\nnfi> nnmfilala J^ _-
s e de cores, um sortimento compl
1 os precos, chales de sei
', chape
um cum
ir. Martina,
n novas muito bem
para cavailo ou hoi.
280
480
140
200
320 11
120 i)
900
29240
19500
280 .
280
280d
440 o
480
400
18700
120
400
480 j>
500
Todos csses gneros se responde pela qualidade.
Trancas de Seda.
Chocou a loja de miudezas da roa Direita n. 83,
um rico sorlimentodde trancas de seda do goslos os
mais delicados posTivel, lauto as prclas como as de
cores, amanease que os precos sao favoraveis aos
compradores, e a qualidade nao desagradar a
quem as vir.
Malas para viagem.
Grande sortimento de lodas as qualidades por pre-
co razoavel: na ra do Collegio n.'4.
Vendem-se 4 escravos, 1 mulato de 20 annos,
1 moleque de 1 / aunos, 1 prela lavadeira e engom-
madeira, 1 prelo de 40 annos e 30 Iraves de pao dar-
co : na roa larga do Rosario n. 25.
Meios blhetes da lotera do Livramento.
Na roa do Livramenlo, loja de caljado n. 35, ven-
dem-se a 29700 meios bilheles, cujas rodas andam
imprclenvelmenle no dia 12 def maio ; os bilheles
desla casa tem approVado.por quanto tem sempre sa-
ludo algumas sorles grandes, pelo que vale a pena o
acrescimo de*200 rs. de lucro.
Vende-se aro cofre de madeira coro arcos de
ferro muilo forte e com ires fechaduras muilo segu-
ras, por prec,o commodo : na ra da Senzala defron-
te da loja do Sr. Marlins, pintor.
Eimo>_^
>ra em SSi
Vade-mecum doTbomeopathas bu\
o Dr. Hering traduzidoem por- 1
tuguez.
Acha-se a veuda esla importanlissima o- '
bra do Dr. Herios no consultorio hornero- (
palhico do Dr. Lobo Moscoso na do Colte-'
gio 11. 25, 1" andar.
-*- Vendem-se correntes de ferro usadas, tanto fi-
nas como grossas, as quaes cstao em muilo bom es-
,lado, c por preco muilo commodo: na roa da Sen-
zala, armazem defronte da loja do Sr. Marlins, pin-
tor. No mesmo armazem compram-se ferros velhos,
cobro,, lalo e oulra qualquer qualidade de mclal,
assim como brins, lonas e outros pannos velhos etc.
Vende-se urna prela que sabe cozinhar o diario
de urna casa: na ra d Livramenlo n. 1.
' Vendem-se tres bonitos armarios de amarello.
envidraeados, proprios para biblioteca 011 oulro qual-
quer establecimenlo, por screm muilo bem feitos;
assim como urna mesa de mogno para jaular que ad-
mile mais de 40 pessoas, e oulros trastes que se dao
por preco muilo commodo ; no armazem do corre-
tor Miguel Carnciro, na ra do Trapiche, ou na ra
da Cruz, 11. 34.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba chegada agora do Ara-
caty : ua roa da Cadeia do Rccire n. 49, primeiro
andar.
SALDOASSU".
Vende-so sal chegado agora do Ass, a bordo do
hiale Anglica : a tratar na ra da Cadeia do Recife
n. 41, primeiro andar.
Sementes novas.
Vcnde-sc no armazem de Antonio Francisco Mar-
lins, na rna da Cruz n. 62, as melhores semenles rc-
cenlemente chegadas de Lisboa na barca porluguez
Margarida, como seja : couve Ironxuda, monvarda,
saboia, feijao carrapalo de duas qualidades, ervilha
loria e dircila, coenlro. salsa, nabos e rabaneles do
lodas ns qualidades.
Fazendas baratas.
Vendem-sc casemiras francezas, padrSes modernos
e muilo ^clsticas a 48000, 48500 e 59000 o corle, di-
tas meias casemiras.* 9K0O o orle, panno lino azul
para fardfs de guardas nacionaes a 39500 o covado,
selim prelo Macno a 38000 o covado, casemiras pro-
tas a 2S200, 29100..29300 e 38000 o covado: ua roa
do Crespo n. 15, loja de Andr Guilherme Brecken-
feld.
Saccas com gomma, -
e velas de carnauba simples, ludo chegado ullima-
mente do Aracaly ; na ra da Cruz do Recife 11. 31,
laberna de Luiz Freir de Andrade.
saceos coa- suc
prompta a segn viagem : na ra ds
deia do Recife n. 5, loja,
Na fu do Vigario n. 19 primeiro andar, tem pa-1
ra vender-se chapeos de castor brancopor commodo
preco,
lAy
POTASSA BRASLEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenho os
seus bons effeitos ja' experimen-
tados : na ra da Cruz n. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
A4 Vendem-se relogios de ouro e prala. mais,
4I^L barato de que em qoalquer oulra parle:
" ff na praca da Independencia n. 18 e 20.
Chapeos pretos francezes
.. earij, os melhores e de forma mais eleganle que
tem vindo, e oulros de diversas qualidades por me-
nos preco que m outra parte : na ra da Cadeia do
Recife, n. 17.
Beporito da fabrica de Todos os Santos na Babia.
Vende-se, em casa de N. O. Bicber Cv, na ra
da Cruz n. 4, algodaO trancado d'aquella fabrica,
muilo proprio para saceos de assncar-e roupa de es-
cravos, por prec,o commodo.
Na ra do Vigario n. .19, primeiro andar, h a
para vendor, chegado de Lisboa presentemente pela
barca Olimpia, o seguate: saccas de farello muilo
novo, cera em grume e em velas com bom sorli-
menlo de superior qualidade, mercurio doce e cal
de Lisboa em pedra, novissima.
Vendem-se em casa de Me. Cal moni & Com-
panhia, na praca do Corpo Santn. 11, o seguinte:
vinho deMaaJeillccm caixas de 3 a 6 duzias, lnhas
em novellos ecarrete, breu em barricas muito
grandes, ac Ue milao sortido, ferro inglez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito. V
AOS SENHORES..DE engbnho.
O arcano da invericao' do Dr. Eduar-
do Stolle era Rerlin, empr^gado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhramento do
assucr, acha-se a venda, m latas' de 10
libras, junto com o metliodo de empre-
ga-lo no idioma por tuguez, em casa de
N. O. Rieber & Companhia, na ra da
Cruz, n. 4.
SANDS.
SALSA PARRILHA.
ViccnieJos de Brito, nico agente em Pernam-
buco de^. 1. D. Sands, chimico americano, faz pu-
blico que lem chegado a esla praca ma grande por-
co de" frascos de salsa parrilha de Sands, que sao
verdadeiramenle falsificados, e preparados 110 Rio
de Janeiro, pelo que se devem acautelar os consu-
midores de tao precioso talismn; de cahir nesle
engao, tomando as funestas consequencias que
sempre cosiumam trazer os medicamenlos falsifica-
dos e elaborados pela m3o daquelles, que anlepoem
seus interesses aos males e estragos da hiimanidadc.
Forfanto pede, para que o publico se possa livrar
desla fraude e ilislingua a ver'dadcira salsa parrilha
ile Sands da falsificada e recentemente aqai chega-
da ; o annunciante faz ver que a verdadeira se ven-
de nicamente em sua botica, na roa da Conceicao
do Recife 11..61 ; e, alm do receiluario qne acom-
panha cada frasco, lera embaizo da primeira pagina
seu nome impresso, e se achara sua firma em ma-
nuscriplo sobre invollorio impresso do mesmo
fracos.-
Na rna do Vigario n. 19, primeir
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas flara piano, violab e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, sclic-
tickes, modinhas, tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Janeiro.
FARINHA DE TRIGO.
Vende-se no armazem de Tasso Irmos, farinha de
trigo de todas as qualidades, que existen) no mer-
cado.
Muita attencao.
Cassas do quadros muito largas com 12 jardas a
400 a peca, corles de ganga amarella de quadros
maito lindos"*' 18300, corles de vestido 8e cambraia
de cor'com 6 lr2 varas, muito larga, a 28800, ditos
com81|2 varas a 35000 rs., corles de meia casemra
para calca a 39OOO rs., e outras muitas fazendas por
preco commodo : na ra do Crespo, loja da esquina
que volla para a Cadeia.
"om bomba sil o
de capim. nafoL
do Brumas. 6, (
VINHO DO
Vende-se suj
barrisde4.,^ e 8
do Azete de Peixe n-
escriptorio d Novae
ra do Trapichen. 3*.
Padaria.
Vende-se ama padaria muito afr
com Tasso & Irmos*
de-j^^^^^^B
e "'Ha^Laaaaaaaaaai
il>t
Aos senhores de
Cobertores escaros de
lo grandes e encorpados .
loja da esquina que volla para a (
Grande pecliincli
Vendem-se ci*s de cassa do' nili
fizas, pela baratissimo preco da 1|9S
roa do Crespo n. 5.
Devoto, Chtistao.
Sahio a lu a 2. edico do livrinho denoiij
Devolo Chrislao.mais correcto e acrescentadoj
se tnicamente na livraria n.
dependencia a 640 rs. cada eze,
Redes acolchoa
brancas e^de core de. um s panno, n.
de bom gosto : vendem-se na ra do CresaoJ
esquina que volla para a cadeia.
PECHINCHA.
vendem-se saccas muilo grandes de fejjU
pelo baratissimo preep de 23)600,"di s dU
linho pelo mesmo preco": na ra dQuei
loja da Eslrella.de Gregorio &
NO C6NSILT0MVH0M
DR. P.A.LOBO Jl
Vende-se a melhor de lodas as oh
Tiomeopalhca tST O NOVO MJ^^H
JAHR jsm traduzido em porte
A. Lobo Moscozo, contendo om acercad
parlantes eiplicac.de sobra a applic
dieta, etc., ele. pelo traductor : qoal
cadernados em dous
Diccionario dos termos demedicinr
lomia, pharmaeia, ele. pelo Dr. Mo
nado
Urna carteira de 24 medicamento* com doo
eos de lindaras indispensaveit
Dita de 36 .<.....
Dita, de 48.....
UmadeoOtuboscom 6 frascos de ti nJ^^H
Dila de 144 com 6 ditos ....
_. Cada carteira he acompanhada
las duas obrascjma mencionadas. .
Carleiras de 24 lubWp>Tieltos*^^^H
bera....., .
Dilas de 48 ditos.......
Tubos avulsos de glbulos .
Frascos de meia onc de lindura
ra lambem para vender gcaoi^^^H
tubos de tryslai muilo lino, va-
manhos.
A saperioridide desles medicamenl)
todo reconhecida, e por isso cuspe!
N. B. Os senhores que assignsrav
obra do JAllR^svles de pul) 1
dem mandar reWber esle, qi
augmento de preco.
Ufe baratissimo por 6J00I
de padaria com 4 repartimenlos, miu
queni'ovir nao deixa de comprar, uu
lu
650
\endcm-se na ra da Mangueira n. 5,
(iO tjolos de marmore; baratos e em bom
estado.
Na rna do Vigario n. 19, primeiro andar, lem
venda a superior flanella para forru desellns, che-
-* recenlemenle da America.
Ajonda de Edwia
Na rna de Apollo n. 6, armazem de SIc. Calmon
& Companhia, acha-se constantemente bons sorli-
mentos de laizas de ferro coado c batido, tanto ra-
sa como fundas, moendas inetiras todas de ferro pa-
raanimaes, agoa, etc., ditas para armar, em madei-
ra de lodos os tamanlise modelos os mais modernos,
machina horisonlal para vapor com forja de
4 cavallos, cocos, passadeiras de ferro estnhado
para casa de purgar, por menos preco que os de co-
bre, esco vens para navios, ferro da Suecia, e fo-
1 has d (landres ; tudj por barato preco.
Na ra da Cadeia do Retifc n. 60^ arma
zem dellenrique Gibsou,
yendem-se relogios de ouro de.sabonele, de patente
inglez, da melhor qualidade, e fabricados em ton-
dres, por preso commodo.
Vendem-se pregos americanos, em
barrs, proprios para barricas de assu-
cr, e alvaiade dezinco, superior quali-
dade, por precos commodos: ha ra do
Trapiche Novo n.16.
Na ra da Cadeia Velha n. 52, em casa de
Deane Youle& Companhia,
vende-se um carro americano de 4 rodas ; pode ser
visto na cocheira de Poirricr, no alerro da Boa-Visla.
Vende-so um compldo sorlimento de fazendas
pretas, como : panno fino prelo a 38000, 48000 ,*
58000 e 68000, -dito azol 38000, 48000 e 58000, ca-
semira prela a 2*300, selim prelo muiUi superior ,
38000 e 48000 o covado, sarja prela hespanhola 28 e
28500 rs., setim lavrado proprio para vestidos de se-
nhora a 28600, muilas mais fazendas de muilasqua-
lidades, por prec.0 commodo : na ra do Crespo loja
n. 6.
Velas de carnauba.
Na ra da Cruz n.' 15, segundo andar, vendem-se
velas de carnauba, puras e compostas, feitas uo Ara-
caly, por menos preco do que cm oulra qoalquer
parle. *.-
Vendem-se cobertores'lirancos de algodflo gran-
des, a 18440 ; ditos-de salpico lambem grandes, a
18280, ditos de salpico de tpele, a 18400; na ra do
Crespo loja n. 6.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Rowmann, na ra do Brum,'pastan-
do O chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e. batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.'
Vendem-se cobertores do ajgodao grandes a 640
rs. e pequeos a 560 rs. : na ra do Crespo nume-
ro 12.
Deposito de vinho de cham-
pagne Chateau-Ay, primeira qua-'
. iidade, de propriedade do cohdi
H de Mareuil, ra da Cruz do Re-
cfe n. 20: este vinho, o melhor
9 de toda a champ agrie", vene-
Bl *e a 36$00 rs.-cjUcaixa, acha- i,
se imicamente^ern casa de L. Le-
comte Feron & Companhia. N. B.
As caixas^ sao marcadas a fogo j
I Condeyde Mareuil. e os rtulos]
carrafas sao azues.
auado Crespo, loja n. 12, tem damasco de
seda enc^,la,lo v'do de Lisboa, proprio para corli-
iiadns e i|f f Ji Pr pre^o commodo. >
maXi Companhia : na fu DireiU
RA DO QUEIMADO
Fumo lino para
Chegaram algans fardos do fumo s
capa, ese veudem na ra do Queimado
Attencao.
Na ra do Passeo n. 13, vended
ras de cor, pelo barato preco de I
brins de quadrosde bom eom _________
chales de la e seda por 28000 rs., eot^H
fazendas por precos commodos.
Na loja de fazendas esquina de
26. e no armazem de Jos Joaquim I'
lo no caes da lifandega ra dr
armazem de Francisco Gnede.
simia saccas com superior milho .
le lambem lem bams com 8 libras
Lisboa proprias para casas parlicul.
de he superior por lerem sido
urna familia particular. '
HE IMPOSSIVELi.
Chitas fjancezasescoras, finas largas,a220
covado. dilas eslreiUs muilo linas ^^^H
220 e 240, corles de cassa franceza
cores claras e escoras, a 18600, cortes la
escuras a 48500, muilo boa fazenda,
pardo, de linho puro, muilo boa faze
vara, e oulras muilas fazendas,. r
comprador se dir o preco : na rna 1
Vende-se um-escravo moco,
achaques, oplimo- para engenho f
quem o pretender, dirija-se roa de lien
Vnde-se ou aloga-M^^|
so de chave, por colosal
qner eslabelecimentaH
da Boa-Visla n.49; antar na mesma ra a.
Navalhas n contento e tes
Mi roa da Cadea do Recife n. i
dar, escriptorio de AagostoC.de
am-se a vender a 88000 rs. o par
bem conhecidas e afamadas mvalhts
pelo hbil fabricante qoe foi premiado ni
de Londres, as quacs alm de durarem e
riamente nao se sentem no rosto na
vendem-se com a condico de, nao agrie
rem os compradores devolve-las al 15 dias ipois da
compra, resliluinJo-sc o importe : aa mesma casa
ha ricas lesouriuhas para iinhas feilas pelo mesmo
fabricante.
PTIMO VINHO DE COLLARES,
cm harria de 7 em pipa : no escriplorln de Augusto
C. de Abren, na ra da Cadeia do Recife a. 48, pri-
meiro andar.
Vendem,-se em casa de S. -P. Jofaru-
ton & C, na ra de Senzalla No
Vinho do Porto superior engrt^^H
Sellins inglezes. -
Relogios de ouro patente inglez.
Chicotes de carro.
Farello em saccas de o arrobas.
Fornos de'farinha.
Candelabros e candieiros bu
Despenceira de ferro galvani
Ferro galvanisado em folha para
Cobre de forro.
ESCRAVOS FGIDOS.
l''ueio24 do corren le, um preti
nome Pedro, honla Csura. semjwsba, I
sos, panos no rosto, ps grandes, signaes anti
rclho as costas e pescoco, onde la;
do gancho com qae eslava, e rom
canhotu, e falla enchendo um pouco a I
gua : quemo pegar leve-o ao esc
Vicente F.G., no pateo do Collcc
Ferreira Gomes, 00 silio do fallecido Sil
Casa Forte, onde ser recompensado;
No dia 20 de abril passado dcsapparecto orna
escrava, cabra, de nome Ignucia, baiza, corpo bem
feilo, ps e mos pequeos, com todos os 'I
redonda, levou vestido de chita cor de lirio
muges brancas, c panno da Cosa, andava vem!
alelria e doce : quem pegar pdeei
leo do Carmo 11. 6, ou, na ra da Sen.
segundo e-terceiro andares, qoe ser,
Fugio no dia 25 do correle o c
de nome Vicente com os signa
senla ler_-36'annos,bem prelo, o
bado da pernas, he muilo pr
camisfl'de meia j rola,
porm he de uppor q
cravo he propriedade du
gado, senhor do en ^calda ..-;- -i- Cas,
quem o pegar ou
Ra n. 24 ou uo dil
penssado.
No dia 7 de ppareceu um
escravo, pan del8ao-
nos pouco rn-
bailo 1
bellos cara]
-escravo de Joanna a na
Boa-viagem : de.- uzido, esle
escravo vlnhn todi ao Recife.
uia de ter si
Vaca. ele e
da Rocha Finio, morador no Rio de Janeiro : quem
o pegar eo levar a rna da Cadeia do llecfe, loja 11.
5, receberi 1I0 ah,ii caco. .intijiii" Herminio lazde (arrullu,
-------------------------.------------------.----------------------. ------------------------
Para.- Ti. 4a ML T, U Paria; UM.


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