Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01536


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Full Text
**
ANNO m 1831.
BABA
P^
MU
-
>EJ)EZEMBR
NUMERO 73-
Mi HWi
DIARIO DE PERMAMBUCO.
fjlinj.llij.OiiifiSigiS^gw^^
?vi!scrt;ve-*e raeasalmente a 640 rs., adiantados, na Tipografa-do Diario, ra da Soledade X. 498; na loja de Iivros do Snr. Fifrue*
roa, PraQa da Uniao V.3 8); na ra do Livramento lado do Xascente D. 16; onde se recebeui correspondencias, e anuncios; estes insi-
rem-se satis seildo dos proprios ssignantes sement e vindo assignados.
Os anuncios, que nao forera dos assignantes deverao alemdas
^ie mais condi^oes, pairar por cada linha impressa 40 rs., e ser en-
tregues na loja de Lweiro da ra do Livramento D. 16, ou na
Tipografa do Diario.
Tudo agora depende de nos mesmos, da nossa prudencia, mo-
derado, e energa; continuemos como principiamos e seremos a-
pontados com admirac/ao entre as Nacoes mais cultas.
Proclnmaqao da itemblut Geral do lirazil.
y


%mpttm em pttmxabuco por Stitoirino 3|oge De tSHrau&a Falcao.
-*&&@$@&*-
Quartel do Commnndo das Armas de Per-
nambuco'\9 de Dezembro de 1831
Ordem Audicin al a do da.
t,
Endo-se de por em eXccucao a Lei de
18 de Agoste do corrente anto, que man-
da criar as guardas Nacionaes, e devendo
eu pefe parte, que me dis rospeito facilitar
o andamento Je tao Saudavel IiHtihiicao:
determino os nrs. Coamandantes dos
Corpos de segunda Linha ordeero aos In-
dividuos de seus Corpos, que obedeci ao
chamado dos Snrs. Juizcs de Paz respecti-
vos, logo que estes houverem de proceder
ao alistamento para a organisacao de taes
guardas, que so deverao entrar em servido
depois de organisados os Corpos, e abuli-
dos os actuaes na conformidade da Lei. Os
Snrs. Commandantes dos Corpos assima
mencionados faro 1er esta Ordem na fren-
te delles, formando-os para isto amis bre-
ve possivel, a fim de que se nao chamem a
ignorancia. Assignado Francisco Ja-
cinto Pereira, Commandante das Armas
Interino.-
Quartel do Caminando das Armas de Per*
nambuco 20 de Dezembro de 1831.
Ordem Addicional a do da.
f
Ac publicar o Officio abaixo trans-
cripto, que de S. Ex. o Snr. Prezidente
recebi datado de 16 do mez corrente para
que tenhao delle conheeimrnto.
OFFICIO.
Para bem e exactamente cumprir-se o
Imperial Avizo6 incluzo por copia, no qual
Determina a Regencia emNome do Impe-
rador, que avista dos requerimentos, e do-
cumentos dos Officiaes, aos quaes dev1 a-
proveitar a dispozicao do Decreto de 1.3 de
3etembro p. p. haja eu de confrontar refle-
.<
'
tidamente as circunstancias delles com a
referida dispozicao, e uroa vez que estejao
nella compreltendidos, Hips d logo exerci-
ci e vencimento do Posto, a que tiverein
direito, dantlo corita pla Secretaria d'Es-
tado dos Negocios da Guerra para se lhes
expedir os. respectivos ttulos, o lhes inde-,
ferir-sp no cazo de ser a pertencao destitui-
da de fundamento, e nao lhes aproveitar o
Decreto em questao ; convrm, que V.Ex.
nomeie urna Commissao de trez Membros
escolhidos d'entre os Officiaes de reconhe-
cida probidade, intellgencia, e rectidao, os
quaes poderao ser indestintamente de pri-
meira ou segunda Linha, e ainda dos re-
formados, para que esta Commissao haja
de proceder as necessarias informacoes, e
excrupuloza confrontacao, dando conta a
este Governo do resultado para levar ao
conhecimento da Regencia em Nome Im-
perador, que so dezeja fazer prompta e de-
vida Justina, pela qual jtem reclamado os
Officiaes constantes da Rellacao incluza,
cujos requerimentos. me forao remettidos
pela Secretaria respectiva, os quaes eu trans-
miti agora a V. Ex. que igualmente
submetter ao Juizo dessa Commissao os
documentos dos Officiaes Joze de Barros
Falcao, e Joze Francisco Vaz d Pinho
Carapeba, que exigir, assim 'como os de
quaes quer Officiaes, que se julguem com
igual direito, fazendo-lhes constar em Or-
dem do Dia, que se acha creada a Com-
missao para o fim, que levo xposto. D-
os Guarde a V. Ex. Palacio do Governo
dv' P mambuco 16 de Dezembro de 1831.
Francisco de Carvalho Paes d' Andra
de Illust. e Excel. Snr. Francisco Ja-
. cinto Pereira, Commandante das Armas
interino desta Provincia.
Em consequencia pois do mesmo officio
nomeio para Prezidente da Commissao ao

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Snr. Coronel Reformado de primeira Linh
Antonio Joze Victorianno, e para vogaes
os Snrs. Tenente Coronel Joze Bernardo
Salgueiro, e Major Antonio Pedro de S
Barreto; a Commssao dever dar princi-
pio a seus trabalhos o mais breve, que lhe
for possivel, e os Snrs. Officiaes compre-
hendidos no espirito do referido Officio e
Decreto de 1.3 de Septembro deste anno,
j publicado enviarao a Commissao os do-
cumentos que possao comprovar o direito
que lhe assiste. Devendo todo o Cidadao
concorrer para o bein ser da boa ordem, e
tranquilidade publica; mormente em o es-
tado actual de coizas, convido em confor-
midade da Ordem do Dia de 16 do crren-
te aosSnrs. Officiaes Reformados eAvulsos
de primeira e segunda Linha para que se
aprezentem ao Snr. Coronel Joze de Bar-
ros Falefio de Lacerda, nomeido Coin-
pandante do Corpo de Officiaes, a fim de
que prestem aquelles servicos que liles fo-
rem compativeis, e que a Patria tanto exi-
ge. Assignado Francisco Jacinto Pe-
reir, Commandante das Armas Interino.
A
COMMUNICADO.
j Impunidade do crime, a indulgencia
para o culpado, o abuzo das gracas, o per-
dao dos condemnados forao sempre signa
es nao equvocos da decadencia da Rep-
blica. ssim o etenderao Platao, Cicero,
e todos os Filsofos antigos; e Escriptores
modernos empregarao toda a sua razao e
eloqencra para dar novo desenvolvimento
' esta verdade.
Penetrado e convencido da sanidade, e
utilidade dessa mxima, eu estara em
contradicao com os meus principios, se de-
zejasse a impunidade desses perversos, ou
iludidos ( ou tudo ao mesmo tempo ) que
fizerao estremecer est Cidade desde a noi
te do dia 15 at o dia 18 do prximo pas-
sado Novembro. E por certo nada mais
intoleravel, do que ver certa gente d ne-
rmuma importancia, seja por seus talentos,
e-regularidade de conducta, seja por sua
fortuna, ou qualquer oiitra representacao,
arrogar se o dicidir da Cauza Publica, e
por urna maneira desconhecida, at mes-
mo em Athens e Roa, quando o Pavo
ali de tudo dicidia. Esses homens, verda-
deramente inimigos da Patria, cuja pros-
peridade desaparecer ao aparecimento da
_*:"
anarcjii, cometerao indotstav Imente
um. crime grave. Mas havia por isso lu-
gar proceder o Snr. Desembargador Ouvi-
dor do Crime a um sumario, em o qual
forao pronunciados pouquissimos d'aquel-
es individuos, sendo-o outros muitos, que
entre elles nao estiverao com as armas as
maos, alguns dos quats por decizivos fao*
tos anteriores mereciao a estima dos verda-
deros Amigos da Patria, e a presumpcao
de nao pertencerem eles a urna faeco a-
narchica ? Entendo, que nao.
Fosse por malentendida poltica, fosse
por um terror pnico, o Exm. Snr. Presi-
dente desta Provincia ( sem cluvida sem
tal ser a sua intensao) 'mito encorajou aos
sediciosos na manhaa do dia 16, mandan-
do dissolver a Forca, que se liavia reuni-
do no largo do Palacio, e no Bairro do
Recife, s por lhe constar, que a Boavis-
ta, e tal vez no mesmo largo do Palacio,
havia soado a blasfemia politica de nao se
faser fogo contra Patricios. Outra, e
muitissimo outra devia ser entao a resolu-
cao, e conducta do Snr. Presidente. Sim :
elle devia apresentar-se instantneamente
nos pontos, de que sira aquella blas'emi-
a, e faser ver com franquesa enrgica, que
nao erao Patricios os que to insolente-
mente espesinhavao a Ia, procuravao
romper os lacos sociaes, e queriao cobrir
a Patria de lagrimas, sangue e lucio. E
teriao sido em Vao esses passos do Sr. Pre-
zidente, tendo elle sobre oiitras qualidades
a de ser Pernambucano, e a de ter sorido in-
cmodos por a cauza da liberdade da Pa-
tria, embora entao mal eniprehndida, e
peior sustentada ? Seria preciso desconhecer
a docilidade dos Pernambucanos, e a sua
divpo^icao natural para quanto glorioso, .
entendndo-o elles assm, para nao convir
em que o Snr. Presidente ouviria entao
um s grito Vamos xamar os illudidos a
ordem, vamos vingar a Lei, e abater os
inimigos da Cauza Publica Quando
muito, haveria a reclam^eo de nao se
empregarem n'essa accao bracos nascidos
em Portugal, nao s por nao ser necessa-
ria a sua coadjuvacao, mas tambem por
que d'ahi rezultaria exaltar-se mais a per-
niciosa rivalidade entre Brasileiros e Por-
tugueses.
Por a dissolucao da Forca derao-se os
sediciosos a maior importancia, o querelles
bem mostrarlo por o despreso, que fizerao"
das intimacoes, que lhes dirigi o Sur.
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V
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"* "I i.....' ... '
'V,
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Presidente, e dos sal litares 'conectivos, e
proposites, que por insinuacoes do mes-
mo Sur. Presidente, e de acord com elle,
llies apresentarao algumas pessoas de con-
sideracao, e finalmente a Sociedade Fede-
ral; e se, eu fosse inclinado a admitir mi-
lagree, cu teria por um d'elles o nao ha-
verem platicado os sediciosos toda a sorte
de hostilidades nesta Cidade desde aquella
manha at a madrugada do dia 18; pois
que oi smente depois de avansada a noi-
te do dia 17 que se entrou a reunir alguma
Forca na Fortalesa do Brnm, e< no Bairro
do Recite.
Na manhaa-do dia 18, ja muito levan-
tada a cortina da da a Sociedade Federal remover esse fla-
gelo, que torna aos Pas inimigos dos fi~
lhos, e aos filhos inimigos dos Pas; e ten-
do encarregado a una Comissao nomeada
d'entre os seus Membros de procurar mo-
ver aos, que se xarnavao cidadaos reunidos,
a que deposessem as armas, e fizessem as
suas representares por os ineios marcados
na Lei, por urna Depiitacao de cinco
Membros dirigi ao Snr. Presidente a res-
posta, que d'elles teve, e que se reduzia a
deporem elles as. armas, assintiudo o Go-
veruo a que as depozessem os Portugueses,
o tbssem deportados os nao adoptivos, que
nao fossem cazados, nem artistas, ou Ca-
pitalistas de 2.OOO#O0O de rs. para sima,
e nao tivessem influencia no Comercio as-
segurando-lhes o mesmo Governo, que a-
qulie sen procedimento jamis seria julga-
do criminoso.
O Snr. Prezidente em Concelho anuio
a aquella pioposi^o, com o que se estn*
cou o sangue, que enlao j principava a
correr, cessando o combate travado entre
algumas patmlhas dos Sediciosos, e da
Forca obediente ao Governo, no que sem
duvkla obrou o Snr. Presidente muito a-
eei'tadamente, pois que, sendo correntissi-
mo ser o mal menor um grande bem na
eolizao dos males, e nao %ha vendo entre es-
tes outro comparavel guerra civil, para
arredala nao era sem duvida grande sacri-
ficio o cerrar os olhos por um pouco des-
pozicao de una Lei positiva, assima da
qual est a da salvacao Publica: e at
porque a excep^ao, quanto aos deportave-
is, tornara illuzoria a prentendida deper-
tacao.
s Sediciosos ero sem duvida grande-
mente criminosos; e ninguem enisaojuizo
emprehender sustentar, que estava as at*
tribuices do Snr. Prezidente o Direito de
agraciar, fosse em Concelho, fosse fore
d'elle. Nem o Snr. Prezidente era capaz
de se arrogar urna atribuicao, que nao es-
t as da mesma Regencia do Imperio se-
gundo a Lei de 14 de Julho do corren te
auno. Mas como se houve elle a esse res*
peito ? Eis a concluzao da sua delibera-
cao em data d'aquelle dia O Governo,
em Concelho, promete nao perseguir a-
quella gente, e se obriga a levar suplicas
ao Governo Supremo para serem presentes
a x\ssmblea Geral, afim de nunca ser jul-
gado criminoso o acto da reuniao, como
pedem
Se tal foi pois a deiiberacao do Sr. Pre-
zidente em Concelho, como, e com que
boa f authorizar elle o monstruoso, e il-
legal procedimento d'aquelle sumario ?
Siro: monstruoso* e illegal procedimento,
porque em a nossa LegislacSo criminal, a
excepcSo de pouquissimos cazos, em cuja
esfera nao est o de que se trata, nao se
conhecem outros procesaos para o conheci-
nlento dos criminosos, que aquella, e a
Devassa ; e quanto a est sabido ainda
mesmo por os mais fracos Rotineiros, nao
haver ella cabimento tora dos casos marca-
dos na Lei, emosquaesno est compre-
hendida a sedicao. A Lei de 26 de Ou-
tubrodo corrnte anno no art. 1. alte-
rou sem duvida essa regra: mas, sendo
Jurisprudencia nicamente recebida^ nao
obrigar a Lei antes da sua publicado,
obvio nao se poder fundar aquelle Sumario
nessa Lei, entao, e taivez anda agora,
nao publicada nesta Cidade.
Por genio, e por principios sou incapaz
de concorrer directa, ou indirectamente,
para que se perca, ou ainda se diminna o
respeito, que' por bem da ordem social se
deve guardar as Authoridades Constitui-
das, no que muito vai a conservacao da
Cauza Publica. Nao posso porem deixar
de censurar a conducta do Snr. Prezidente
em authorisar o referido Sumario, dando
assim motivo a ser havida a do Governo
por urna f Pnica, o que nao pode dei*
xar de o desacreditar, e fazelo perder a forca
moral, que lhe tanto mister. O Snr.
Presidente, a quem nao falto bom senso,
e boas intenc,oes, deixou de olhar a san-
gue fri para a crize, em que nos axa-
mos: elle devia respeitar o futuro. Por
desgraca nossa nao pequeo o numero


s
. .


'lHMWll
dos Exaltados, que, mesmo sm pensa-
ren!, sedeixao escorregar para anarchia.
Nao permita Dos que essa gente, que
contunde o verdadeiro amor da Patria
com 0 fanatismo, e desvario poltico, se
aoite a outra semelhante empresa. Se as-
sim acontecer, entao infalivelmente o san-
gue Pernambucano correr em borbotoes;
pois que os desharmonisadores nao desce-
rno das suas pretencoes, se nao depois de
urna decizao por meio das armas. A cau-
za delles, por ser injusta, ser desaprovada
por todos os homens sensatos, por todos os
Cidados, que desejao o bem estar da Pa-
tria. Mas nao se tem visto tantas veses a
cauza da justica desfavorecida na sorte das
armas, e suplantada por a da iniquidade ?
Consulte pois oSenhor Presidente ao seo
proprio coraco; e como bom Administra-
dor Publico, bom Cidado, e bom Per-
nambucano, procure soldar a fe* da sua pa-
lavra, cuja quebra poder motivar aconte-
cimentos estragadores. Emendar o erro
a partilha do sabio, e por isso mesmo do
homem de bem. Faca oSenhor Presiden-
te suspender o efeito desse impoltico, ille-
gal sumario, determinando que sejao sol-
tos os que por a sua pronuncia estiverem
prezos; e que nao se proceda contra os
pronunciados ainda nao prezos, at que a.
Assemblea Geral em sua sabedoria resolva
o que (he parecer mais conveniente. Quan-
to aos Militares, que figuraro de Coman-
dantes na Fortaleza das Cinco pontas, e
que se acho prezos, tomem-se as medidas,
que parecerem mais adquadas para a con-
servado da tranquilidade Publica.
Sirva-se Sua Exc. de refletir um pouco
sobre o acontecido na Capital do Imperio
do dia 6 ao dia 7 de Abril. Por o Artigo
101 6 da Constituicao do Imperio muito
Jiyre era aD. Pedro de Alcntara (prescn-
dindo da sua perfidia para com o Brazil)
dimitir o seu penltimo Ministerio, e nome-
ar outro do seu agrado, embora nao fosse
da con nanea da Nacao, que por certo nao
se comprehendia em urna fraceao da Popu-
lacho da Cidade do Rio de Janeiro. Por
os artigos99,e 133 da mesma Constituicao
a pessoa do Imperador inviolavel e sa-
grada ; e a responsabilidade so est nos se-
os Ministros. Logo se esse Ministerio lti-
mamente nomeado por D. Pedro de Alean-
tara, e logo por elle dimittido, faltasse ao
seu dever, offendesse, e traisse a Naci, na
mm
.
1 meb" nao era armar-se a Tropa, e Calvez
menos da vigsima parte dos habitantes do
Rio de Janeiro contra o entao Chefe da
Nacao. Sirva-se mais S. Exc. de laucar
as suas vistas sobre os acontecimientos em
Goiaes, Baha, Maranho, e Para, e no-
tar, que nessas Provincias, segundo consta,
nao se tem procedido a Sumarios, que nao
podem ter outro prestmo, que a Satisfaco
de paixoes particulares, seja qual for a
probidade do Juiz, a quem a Lei someiite
incumbe interrogar a testemunlia, e pedir-
lhe a razao doseu dito, sem que possa dei-
xar de fazer escrever o seu depoi ment,
por se persuadir do perjurio. Muito rece-
nhecida a probidade do Snr. Dezembar-
gador Cornelio Ferfeira Franca. Mas o
Juiz de Paz de um dos Bairros d'esta Ci-
dade surprendeo a boa fe, sngeleza, e pro-
bidade desse Ministro, envando-lhe teste-
munhas, que nao po liao merecer a conti
anca d'elle Juiz de Paz, por tactos ainda
bem frescos, e com os quaes haviao sido a-
trdidos os seus ouvidos, como eile mesmo
declarou a pessoas fidedignas.
______
-*???*
Cotre^ponDeuca,

^3 N. Editor. Diversas pessoas tem
afirmado ao Snr. Intendente da Marinha
desta Provincia (a quem sempre tributei
ainizade, por conhecer, que elle me consa-
grava a mesma) que por minha cauza ti-
nlia o dito Snr. sido incluido na lista qu a>
dias passados dirig rao ao Excellentissimo
Snr. Prezidente os reunidos na Fortaleza?
das Cinco pontas para serem deportadas al-
gumas pessoas rezidentes nesta Provincia ;
calumnia esta que alem de enserrar em si
a maior perversidade se torna bastante o-
dioza, por ser como j disse amigo do dito
Snr.: eu j mais devia produzir em meu
abono defeza alguma pois que o Snr. In-
tendente tem dados mais que sufficientes
para suplantar esta tao negra e atrs per-
versidade, da parte do seu auctor; porem
com tudo dirijo estas toscas linhas para
que a pessoa que tenha dados de provar o
contrario do que levo expendido, por meio
do seu mui asseito Diario o publique, aini
de que eu o possa contrariar, e mostrar ao
Publico imparcial que o Snr. Antonio Pe-
dro de Carvalho foi bastante crdulo,
que deve antes de faser suas conjcotufas,
Le esta va o remedio a esse mal; e esse re- recordar factos passados, os quaes jamis


1

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l*1l I I 'I I I ________- ___
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(1109)
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.
poderi combinar, e mesmo ter a menor
verozimilhanca, com este que me foi im-
putado fallamente.
Sou Snr. Editor
Seu amigo mui obrigado
Joze Guedes Salgueiro.
Stoto Do corve.
O Paquete Nacional da Bahia de
que Com mandante o 1. Tenente Anto-
nio Conrado Sabino, sai para o Rio de
Janeiro, tocando nos Portos de Jaragu, e
Bahia nodia 5 de Janeiro; quem nelle qui-
zer carregar, ou ir de passagem dirjanse a
AdministracSo do Correio. As mallas sao
entregues no da 4 pelas 9 horas da noite.
D
THEATRO D'OLINDA.
'Omngo 25 do correnteja beneficio de
Maria Joaquina da Conceicjio, se hade re-
presentar no Theatro de Olinda pela com-
panhia Cmica do Theatro desta Cidade a
Pessa Amor e Philosophia, ou o Triun-
fo das Mulheres no fim do primeiro Acto
se cantar o Dueto Vou na barca de va-
por no fim da pessa o Dueto Quando
seu Pai foi carrasco findando o divert -
ment com o entremez A Dama enfactu-
ada ou o Par de Franca.
J9atto0 a Carga
JBkPara Masseio a Sumaca Imperial
brasileira pertencle sahir th o fim do pre-
sente : quem nella quizer carregar ou ir de
passagem dirija-se a bordo da mesrna. A-
dverte-se que tambem se freta ha vendo fre-
* tador para este porto ou para a Bahia por
conta.

eittra*.
M negro proprio para todo o servido e
com particularidade para sitio ou Engenho:
em fora de Portas N. 9.
3*Uma barretina de fundo de sola no-
va e de boa qualidade sem aparelho : na
ra Nova D. 8.
{3* Duas canoas novas 1 de 66 pal
mos de comprido, e outra de 62 sem mer-
mla alguma; no Forte do Matto casa de
de Antonio Joaquim da Silva Guimaraes.
3* Azuleijos brancos e azues; na ra
da C>uz N. 4.
{T* Rap da Bahia milito fresco, d
boa qualidade, chegado pelo ultio Pa-
quete a 1000 reis a libra, nico deposito
em casa de Lenoir Bessuhet & Puget, na
ra da Cadeia N. 57.
(^ Vinho de Lisboa PRR. e Porto;
serveja, genebra e licores; manteiga, cafle
torrado e cru, cha Isson, e assucar refina-
do, tndo a libras: no botequim da ra do
Rozario D. 6, assim como se d almezos
decaflf, cha, chocolate, e bifes, ej anta-
res.
A,
antigete.
-,LLUGA-se urna caza na ra do Boni
fim, N. 21 para passar a festa com com-
modos sufficientes para urna familia : em
Olinda ra de Mathias Ferreira caiaN. 6.
C^3 Alluga-se urna caza grande e boa
para passar a Festa na ra da caza Forte
daparte da sombra: na ra do Fagundes
D. 2.
p,
pttM.
Erderao-se dois bilhetes de 50$ cada
um firmados por Manoel Cardoso da Fon-
ceca, desde a ra da Cadeia at o Trapi-
xe d'Alfandega Nova, qualquer Snr. que
os achar os poder entregar Antonio
Joao da Silva, na ra da Cadeia casa N.
53, que ser recompensado.
N,
furto.
, O dia 21 do corrente um cavallo na
praia do Colegio em quanto o preto que ia
com elle desmentava e entra va em um ar-
mazem, para comprar, o ladro montou
no mesmo cavallo, e correo: o cavallo he
ruco pedrez, e ja velho: quem delle tiver
noticia pode leval-o a ra do Livramento
sobrado D. 18, que ser bem recompensa-
do.
o
at?oj5 particulares
Abaixo assignado partecipa, que ten-
do emprestado um cavallo aoSenhor Fran-
cisco Antonio de Carvalho, para ir ao lu-
gar dos Affogados; e chegando o dito ca-
vallo no atterro junto ao viveiro de Anto-
nio Joze Muniz ahi acoou se odito cavallo
entrando por urna caza que fica defronte
do dito viveiro, e aparecend* neste mesm

...
______


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*m
Slr
(II10)
Lr

instante um homem branco, alto, aqueta
amarella, caicas brancas ps no chao, pe-
di ndo o cavaJlo ao dito Carvalho para des-
acoto, e dando o dito Carvallio as espo-
ras e o cavallo selado e enfreado com urna
picadeira de prata c o selim em bom uzo,
este homem apanhando se montado fugio
com o cavallo: por isso aviza-se para nin-
guem fazer negocio com o dito cavallo; e
toda a pessoa que descubrir'ser recompen-
sado do premio do dito cavaljo cujos sig-
naes sao os seguintes lazo amarello, di-
nas brancas, dois peis e urna mao branca,
tendo o pe direitp mais grosso com a mar-
ca seguinte : g cabo cortado e com um ca-
oco sobre a sarnclha, orelhas cabanas, lie
aeostumado acoaivse dando-se-llie com es-
poras, cujo cavallo foi possuido em Seri-
nuera por varios, e por isso bastante co-
nliecido: quem souber de dito cavallo en-
tregar ao mesmo abaixo assignado que he
seo dono, morador em S. Antonio com lo-
ja de asendas junto ao Arco de S< Anto-
nio.
N.B.O cavallo foi furtado as 9 horas da
manha do dia 17 cima declarado.
Manoel Joze Goncalces Braga.
fl=3" A pessoa que an mciou no Diario
N. 268 de Sabbado 17 do corrente ter 2 es-
cravas para alugar, umadaa quaes serve para
o trafico de urna caza, quere^do alugar
esta, dirjanse ao Forte do Mattos, ra de
Joze da Costa junto a caza de 4 andares
do falecido Joze Antonio Lopes, ou anun-
cie a sua morada.,
C^T- Roga-se ao Senhor ou Senhores a
quem est incumbido a extraeao da segun-
da parte da stima Lotera do Seminario
de Oliuda queiro declarar os motivos por
que anda nao se da extraeao a esta Lote-
ra, pois que o respeitavel Publico, que
tem comprado bilhetes desta Latera est
em expectacao vista de tal demora.
3" O Sur. Francisco Ludgero Rodri-
gues Cancello tendo-se mudado para a Ci-
dade de Olinda queira de novo anunciar a
sua moradia ou aparecer na ra da Auro-
ra D. 11 alias o anunciante se ver na du-
ra necessidade bem contra sua vontade de
procurar os meios que lhe facultan as Leis.
3* Precisa-se de um bom official de o*
leiro e mais 3 ou 4 homens para trabalhar
no mesmo officio; e igualmente se recebem
estrangeiros de qualquer Naco, que1 se
queirao sugeitar a trabalho de engenho :
aquelles que estiverem nesta* circunstanci-
V
as queirao dirigir se na ra de S. Francis-
co defronte da Cadeia D. 7 para tractarem
de seo ajuste.
fr3" O Sur. Tencnte Coronel Joze de
Medeiros Maciel tenha a lx>ndade de man-
dar receber na ra do Livraniento, lado
direito, no 1. andar dos sobrados D. 13, urna
carta importante do Rio de Janeiro, um a
vez que em vao tem sido procurado nesta Ci- ^
dade para lhe ser entregue a referida carta; i
na mesma caza se acha hum pequeo J
masso de Gazetas vindo da Corte, com di-
reccao ao Senhor Antonio Joze Correia de
Lira, que o pode mandar receber, vislo \
ignorarse a caza de sua residencia.
{j^ Quem quizer dar a juros de 2 por / t
cento o mez a quantia de 100$ re. por al*
gum tempo, com hypoteca; anuncie.
(J^f* Joze Goncalves Pereira pertende
retirar se para a Europa, e faz o prezen-
te anuncio para cumprir as ordens do Go-
verno.
(^ Quem tiver para alugar urna negra
para todo o ser vico de urna, caza de penca
familia; anuncie.
OCr" O Sur. Antonio da Silva Cabral,
e o Snr. Manoel Cabral podem procurar 2
cartas vindas da Ilha de S. Miguel, as 5
Pontos loje D. 22.
(fcf" Quem tiver para alugar urna negra
que sirva para o servico de urna caza, e
vender na ra; anuncie.
C^f3 A pessoa que anunciou no Diario
N. 271 querer urna caza tenia as ras de
S. Rita, ou Ortas; dirija-se a ra Direita
venda 35. \
3* Quem anunciou pelo Diario de Se- '
gunda feira querer comprar um craveiro
encarnado: dirija-se a ladeira da Mizeri-
cordia caza N. 1Q. # >
0=3* Quem tiver para alugar urna preta,
ou muleque que sirva para vender na ra;
anuncie.
0=3=* Quem anunciou no Diario N. 270
ter urna ama com bom leite; dirjase ao
Patio do Livramento loje de couros N. 2.
f=3* O abaixo assignado lendo o Diario
de 20 do corrente acliou um anuncio feito
por Jos da Silva Monteiro contra elle, e
por isso nao escuza de lser sciente ao res-
peitavel Publico, que nenhuma offenca fes
ao supra dito Monteiro em cobrar delle a
quantia de 1:222$000 e tantos reis, de
que lhe he devedor por um crdito de sua
letra e sgnal e visto nao puder cobrar pur
outro modo tendo lhe jKdido por neritas
+?

.
MH^k


riMMM
M
,
ii ni mili

'(lili)
-vzes; o homem.de caYacter nao neo-a o
que deve, antes procura o seu credor para
se entender com elle e nao diz que tem o
que d?zer, quando o abaixo assignado nao
tem o que recear 4e factos ocultos que te-
rina praticado, e se tem que dizer tacado
logo, este lugar deve ser serio, e nao de
desputar que se fora mal ficaria o anunci-
ante.
E quanto ao convite que faz o tal
JMoiitemo aos mais credores para se acha-
ran no fim^e Ja^^^ prximo em casa
ren pagos por seus bens a excecao do a-
baixo assignado, he este um procedimento
ciequem.nao est aconcelhado pois nao
hade faser entrega do que tem tcando o
abaixo assignado sem ter em que se pegar
e protesta mostrar que tudo isto he um
absurdo, e machavelismo.
t^. ^ Jotz forrea Lima.
\T Quem percizar de um oaixeiro Bra
zileiro, fwraloje, Escriptorio, ou ra: it-
nucie.
G^ ip ; .ior da caca previne aos
que sejao afeicoados ao mesmo flivertimen-
lo que e ac..;st;>lem de entrar em cercado
pertenccnlte ao Snr. do Engenho da Torre-
para se livrarem de algum insulto, com
que costura tratar a quem alli encontra,
anda sem Ihe cauzar o roedor mal.
3* Quem quizer dar .300$ rs. a juros
de 2 por cento, corn hipoteca emescravos-
a i unci. .
s,
<&acra)o$ fugDo&
visto em Beberibe debaixo: k ra do Quei*
mado loje de fazendas D. 5.
C^. Andr, Mozambique, baixo, cara
compnda, fulo, marca da na^ao na cara
um pe apalheitado que quando anda pare-
ce que puxa por a perha. Miguel, nacao
da Costa que foi marinheiro na Sumaca
Matuto, rogarse a Sirs. Mestres de bar-
cos ou outra qualquer embarcacao llie nao
cleem passaje para fora da trra por me
serao responsaveis, seus signaes sao os se-
gumtes: naris grande, cara comprida, bei-
eos grandes, falla puxand a nacao porerii
he ladino, tem os dedos grandes dospes vi-
rados para fora: Silvestre Joaquim do
Nasa ment.
1
EXPEDIENTE da ALFANDGA.
Em 22 de Dezembrode 1831.
B
'Elestrino, crilo, 26* annos, boa es-
tatura, cara redonda, cor fula, bem pare-
cido, pouca barba, e olhar zarolho; fgi-
do a 22 do corrente com carniza, siroula,
e calca de algodao, com um surrao de o-
velha, e levou 2 feixes com 50 couros de
cabra curtidos marca JL entrancado, cu-
j escravo chegou do sertao a 20 dias:
ra dos Tanoeiros N. 12, 2. andar.
G^ Um negro, nacao Camundongo,
18 a 20 annos, com officio de Pedreiro,
tem um signal de ferida por baixo da ore-
Hia; fvgido a 24 de Novembro com calca
de brim, carniza de maclapolao, e jaqueta
de^anga azul ja vellia, 0 qual tem sido
'Rigue Portuguez Importador, vind
do Porto
34 Caixas com fio de porrete
16 Ditos )
62 Conhetes ^Ferragem
26 Barris )
56 Ditos com azehe
93 Ditos com vinho
5 Ditos com pixe '
13 Caixoes com chapeos *
3 Caixotes com viho engarrafado
3 Caixas ") ,
1 Cunhete )Fazendas V
30 Saceos com tfeijao
2 Caixas com violas
50 Pacotes de panno de tnho *
36 Barricas com castanhas
21 Caixas com Tinha de Gutmaraus
36 Feixos d'Alhos
294 Restas)c
1 Gigo )Sebo,,as
12 Barris ")_,
5 Canastras)Fmtas
1 Caixao com Obras de prata
3 Barris ) .
1 Ancoreta )Prezu"t(*
1 Caixa com Nozes
I Dita com chapeos de sol de seda
5 Milheiros de sal.
-r O Bergantim Brazileiro Bella Joan-
nica que havia dado entrada por franqua,
deo sita entrada redonda, vindo de Buenos-
Ayres.
6000 Arrobas de carne secca
1 Maquina de ferro.




r
. L'HWWP ..iiiiu
T

i
\

M*
~*~T*
(1113)
^
?
Brigue Americano Maine, vindo de
'Bostet
919 Caixas com sabao
50 Ditas com vellas de Espermacete
100 Ditas com ditas de sebo
299 Feixos abatidos
153 Barricas com bolaxinha
18 Fardos com fazendas
19 Pessas de cabo
Brigue Mariana vindo de Lisboa
110 Moios de sal
200 Pipas com vihho
20 Ditas com vinagre
121 Barris com vinho
2 Caixotes com dito
41 Caixas com chapeos, e barretinas
20 Ditas com rap
1 Dita ")r* i ~a^
3 Bahs)Cal?adci
Bah com chapeos de sol
5 Ditos com fazendas
44 Ancoretas com carne
1 Caixao com violas, e guitarras
2 Barricas) r*
11 Caixotes)
1 Caixote com missangas
7 Ditos com doce
5 Ditos )rrrasles
11 Volumes)
1 Cunhete com livros
1 Berco de, madeira
1000 Molhosdesebollas.
NOTICIAS
MARTIMAS.
R
Navios entrados no da 20.
/IOFORMOZO; 1 dia; L. Felis
Pernambucana, M. Joao Francisco Par-
delhas: caixas: de Francisco Xavier Par-
delhas.
Dia2l.
- LISBOA; 50 dias; B. Mananta,
Cap. Joaquim Francisco de Almeida: sal,
e fasendas: de Ellias Coelho Cintra.
-RIO de JANEIRO; 16 dias; G.
Nova Aurora, Cap. Frederico Ricardo
de Souza: lastro: de Bento Jos da Cos-
t. Passageiros Manoel Jos de Ma-
galbacs, Portuguez e Jos Lazari, Ale-
mao.
Dia 22.
- RIO de S. FRANCISCO j 5 dias;
L. Marta da Gloria, M. Francisco Fer-
nandes Candido: arroz, pedras de amolar,
e esteiras: de Antonio dos Santos Serpa.
~S. CATHARINA; 17 dias; Frag.
N. Bahiana, Com. o Capitao de Fragata
Guilherme James English. Conduz o Ba-
talhao 17 de primeira Linha com 242 pra-
cas, e 125 de outras Provincias, e avulsas;
16 mulheresj e 5 meninos, e outros passa-
geiros Militares com baixa.
- RIO FORMOZO; 1 d>; S. S. An-
tonio Ligeiro, M. Jos Joaquim da Cos-
ta : caixas: de Jos Luiz.
- DITO; DITO; S. Thetes M. Hen
rique Carvalho de Almeida: caixas: de
Jos Antonio Lopes.
p,
Navios sahidos no dia 20.
ONTA DE PEDRAS; L. S. Anto-
nio Flor do Brasil, M. Joaquim Joze
Martins: lastro.
- PORTO DE PEDRAS; S. Temeri-
dade, M. Victor Ferreira do Vale: lastro.
Dia 21.
- UNA ; S. N. S. do Monte Pernam-
bucana, M. Joze Rodrigues Freir: las-
tro. Passageiros Fernando Affbnso de
Mello, e Antonio Alione^ de Oliveira.
-LIVERPOOL; B. Ing. Thomas
Battersby, Cap. T. Japp: algodao, as-
sucar, e couros.
-FERNANDO; B. Barca N. Pira-
j, Com. o Capitao Tenente Joao Baptis-
ta de Souza. Conduzio, o Com. da Ilha
Major Francisco Joaquim Pereira [de Car-
valho, o Cirurgiao, Boticario, e vivandei-
ros.
-UNA; C. S. Cruz, M. Simao Roiz*
de Faria: lastro.
Dia 22.
-LIVEROOL; B. Ing. Aquatic, Cap.
Thomaz Major: algodao e assucar.
Dia 23.
~ RIO GRANDE doSUL; B. Acti*
vo, Cap. Luis Gomes de Figueredo: sal,,
e assucar. Passageiros-" Jos Ricardo de
Mendonca com mulher e filho, Antonio
Joze Rodrigues, e alguns escravos.
-.
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\\
V
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PBRATdMBVeO #A TIPOGRAFA DO DlABIO, RuA DA $Q LEDA DE N. 498. 183^. A
<
>--


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