Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01502


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Full Text
<"-- I
ANNO XXX. N. 156.
Por 3 mczes adiantados 4,000
Por 3 mczes vencidos 4,500.
min

TERSA FEIRA II OE JULH DE 1854.
Por Armo adiantado 15,000.
Porte franco para o subscriptor.
!**
DE PERNAMBUGO
i;m \mu:(. vimis da scbscripcao'.
Rccifc, o proprielaro M. F. de Faria; Rio de Ja-
neiro, oSr. Joo Pemira Martins; Bahia, o Sr. F.
Un piad ; Macei, oSr. Joaquim Bernardo de Men-
donca. ; Parahiba, o Sr. Gervazio Viclor da Nativi-
dadc; Natal, o Sr. Joaquim Ignacio Pereira; Araca
ty, oSr. Antonio de Lemos Braga ; Ceara, o Sr.Vi-
r-toriano AugustoBorges; Maranho, o Sr. Joaquim
M. Rodrigues; Para, o Sr. Justino Jos Hamos.
'CAMBIOS.
Sobre Pnd res 2 (i 5/8, 20 1/2 d. por it>
Pars, 3G5rs. por 1 f.
jt Lisboa, 100 por 100.
Rio de Janeiro, a 2 O/o de rebate,
i&ies do banco 15 O/o de premio.
L" t da companhia de Bcberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de leltras a 6 e 9 0/0
METAES.
Ouro. Oncas hespanbolas....., 299000
Moedas de 69400 velhas.
de 69400 novas.
de 49000 ....
Prata. Palacoes brasileiros .
Peso columnarios....
169000
169000
99000
19940
19940
mexicanos.......19800
PARTIDAS DOS COR RE OS.
Olinda, todos os dias.
f.aruar. Bonito e Garanhuns nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex e Oricury, a 13 e 28.
Goinnna e Parahiba, segundas e sextas feiras. -
Victoria, e Natal, as quintas fetns.
l'ltr.AM.Mt 1E IIOJE.
Primeira s 0 horas e 6 mnalos da manha.
Segunda as fi horas e 30 minutos da tarde.
INTERIOR.
CORRES PONDENCI AS DO DIARIO D
PERNAMBUGO.
Parahiba *> ltto.
Depois du ter-me aquerido um pouco ao sol, que
tao ingratamente Icm nos abandonado |wr muilos
lias, pasto a dar-lhe noticias ininh i.
Este sen amigo, alende lodosos -.mis achaques n-
imos, vni todo regelado com as cliuvas, e com as cos-
tas duid.udcter levado lodo* estes dias encostado
auoililoda casa para que ella naocaia; c assim mes-
mo lenho sido mais felizdo que muitus oulros que
ii'in andodo com o* trastes a cabecil procuramlo tima
puntada; Indo isto porque? pur causa lo Sr. Ni-
colao, que quer por forra brisar: nao basta a frouxi-
dao do iiosm mercado, a caresta do hb que taz
rom que o pao de vintc rcis soja du tamaito da
inrsina muda, nao basta, nao; o Si. sul tambemquer
se mlter no barullio, para proteger a la sua lilha.
Os nosso- ros eslao chcios como ha muilo naoesto,
leudo ir.urlu quasi toda a planlacu de legumes, as
nossas vaneas se coovertcrain em lasos, as nossas
canoas afoladas, as no3sas casascahidas, ou por ca-
liir, as nossas ras intransilaveis pelos buracos e val-
lados, os nonos movis e roupas morados, e alm
de ludo isto corre que na Jacoca dcsappareceu urna
porrao to terreno, com uina marga d'agua, e ou-
lros diicui que foi um terremoto, pelo que as velhas
.cst.lo muito lanzadas, e disso-mc o ex-coroneli que
iiniuearain urna eommissao composta do itreles,
Rento da secretaria c Barrlo da alian lesa, para
fazerem ama represonlarao ao lulo padre, al'nn
desle restituir os dias santos, pois < i/rm que lie cas-
liso do co, e provam com o fenmeno' de nao ler
ctiuvido as vespora* e dias dos santos fulgazet, e cu
r por mim acho justo, ptto que voto na commissao
pois foi bem scolliiila.
Alm das ovidades das cliuvas, pouco lia, pois
qnasi lodos anilam pelos telbados romo gatos.
A nossa assembla provincial, so foi prorogada por
tres dias, oque he urna felicidade visto ella sse ter
urcupado .em augmentaras despezas, votando at
emprcslimos sem juros a algnem deseu recinto, nao
se lembraudo que a provincia paja juros de urna
divida anliga, c comu eu gito da moral ilos uli-
cos ditos de nossos tveVs, lenho mcus recejos que se
reilise o rif.lo, que ni d o que Icm a pedir vem a
c enlao para o anuo futuro nao :eremos augmento
de ordenado, mas sim augmento ce imposlos, para
os quaeseu lerei de pagar.
Os lliogss ai ham-se quietos, mas o delegado en-
i'ommeudailc do Pianr mandou lia pouens dias uina
porrao de presos deixando l os qrc mais incommo-
dam. pelo que vcio de l um magosta, com isto, e
rom um recucrimento nao sci para que, porque quem
nieilcu estas noticias, foi o ei-coioneli que estaudo
mal comigo, fez aspases. < ha dot.s das conlou-inc
estas coiisinli ai, porcm \iudo um importuno elle
nao con I ou-me o resto; porm apegar de lodo isto
aclio ra/..lo no tal delegado, porque de gcnle ruini
lemos nos ca do sobra.
- inzem, c o cx-coroncli confirria, que o nosso vice-
presidente vai mandar para Pianco capitn Antonio
Juliana/, Corroa de Parias, este 11 Vicia I nos parece
apto, e as informaroes que lemos dcllc sao as me-
I hores.
Bem prximo desla cidade existe um completa
anarchia, e cu temo algum desastre, no Cabcdcllo
qucrein fazer reviver o lempo de nossos a vos, quanln
a audarem os espadachn* rebu;adus de capoles
com urua espada uua de copos de cuia, dizendo a
quem njo Ihe lirva o chapeo i laca jogoj, o que
de faci acontecer se nao se tomurein providencias,
pois la su existe um meslrc de e*iada e sous disc-
pulos, entrando neslo numero lodo o pessoal da for-
taleza, pelo que nao se ve se nao liomrus, galos, ca-
chorros tuJo de espadas, c que espadas, parece d'a-
qucllas do lempo do D. Quixote, e em cada canto s
se ouve, seu? em guarda, traz las u ceg, p
aira/, punta ilireitn, espiante, faca jogo, lalho, re-
ver, c nSo sei e que mais.
O nomo thealrinhocontinua, porm esl em crise,
da qnal supponlio que se safar, pois a dama que ti-
nli.un contratado que he urna clebre Maria da (.lo-
ria, que depois de ler pastad at p'iascs'de.sua-vida
, como a lua que tem a sua uoile negra, qirtz-se fazer
de manto de seda nao querendu rspresenlar na imi-
te do ultimo espectculo, porm Tonsta-me que j
fura despedida.
ou.i iio a saude nao vamos muito mal, apezar dos
Srs. dmilnres nao dizerem isto. porm eu direi
que se ftwe rcrlu o que clles zein, lodos esta-
riamus morios, pois o Pugge diz que ha a rholcra-
morhus, nao a azialica caminha lauto quanlo oju-
'l-o errante, easa persunagem. loo ilecanlada pur E.
Sue, mas sim o cholera morbus,cachorro de roca
. que se agasalliou no quarlel de primeira linha
eahiespreila a pr.u;a ou pravas que coniem mclan-
cia, e bumba, morlc ncllc.
OVidal, este sonha com a febre amarella, pois lem
lautos casos della, porm vai salvando a ledos, diz
alie ; c quanlu ao krauze esle s lem duentcs de Iv-
phu. tanto he assim que leudo o padre l.cilao o que
ulicamente chamava-se estupor, por subir a ladei-
ra suado, li/.cram urna conferencia, c no nutro da
um dos Srs. mdicos disse ao nosso ex-coroneli urna
molestia cumplicnda com o nome de cholera-mor-
bos, amarellooide l.phode.
Neuhuma alleracAo apparecc cm o nosso mercado
de gneros de exportado, que segu anda inactivo
em cousequencia das grandes cliuvas que temos tido,
as quacslem posto os caminlios de tal forma inlran-
associados a l.acheses, digo l.acheses. tropos e Ci-
lo vito i-rilan lo a hnmanidade a punhados. Por
aqu at as senhoras j applieam suas doses, e rara
he aquella que falla; por aqu veja o como anda ge-
neralisada a senhora Isomeoptlhi.'
Hesite que encetei a carreira jomalistica, anda
nao nccupci-me, nao sei por que falalidade, com a
parle administrativa e religiosa desta nossa villa,
que nao deiva de estar a meu ver muito desejosa ;
silaveis, que ha muilos dias nao enlram gneros, pe mi atienta urna nica circumslancia eu desla vez
lendo-se, porlanlo, colar os procos uominaes, e pele passO adianle, e talvez que com algum vagar e tem-
Ifmile de meits .Ierra.leiros avisos. Despachoii a se-
mana passida para .> (jbo .la Itoa-Esperanca a bar-
ca inglcza Miranda, conduzindo os salvados dasua
patricia que aqu tifiasen, segundo lh avisHrts-
lo sem o menor tropero por parte da alfaudega. ape-
zar do zum-zum que faziam cerlos empregados, que
querim conslranger u inspector a impor mullas a
seu hel-prazer. Trahalhem, meu- amigumhos, que
nao se enriquece assim do pe para a niuo, como sde
ilizer o vulgo.
Fizeram-se mais alguns teiles do reslo das faz.Mi-
das encontradas com avarias, sempre com a preseoca
do Sr. pro-consul iuglez, cujo carcter integro, c
vastos conhecimeutos foram por mais esla uccasio
apreciados, mrmente a sua delicadeza sempre cres-
cenle para com os negocios da alfandega, islo he,
ledente as cmhirrancias dos laes cer'o emprega-
dos que cnxcrgavain em todos esles processos com
novo bezerro de ouro.
Fica entrado neste porto a bergentim hespauhol
Julio, que, segando me informam, vem destinado a
tomar una carga de algodao para Barcellona Ahi.
fica o amavel 'i.re consuli com mais esses cobrilot,
alcm do inexpliravcl prazer que sempre sent, quan-
dn v tromular a bandeira, no mastro de algum bu-
que, de coja na\o he digno diplmala.'
Conlou-nie o Barrom que o ct-coroneli despa-
chando cousularmcute um destes buques arranjra
urna oula muito rompnda, e muito sainada, nao
sei se do oilcnla e tantos mil res, com a qual o ca-
pilflo muito arripiou, e pedio modilicacSo que
Ihe sendo negada, vingeu-se em. vociferar contra o
seu autor hespanlioiadas de grosso calibre, com os
quaeslicou o bixc-consuli, sem mostrar altcra'roes
cm sua cara diplomtica : entrou hontem mais urna
barca da mesma nac'io. '
Sinln os scus inrummodes produzidos pelas cliu-
vas, c lemhro-lhe de'cscrever ao sen correspondente
do Rio para empenhar-sc com algum dos dcpulados
do norte, alim (lestes alcaiicareui da assembla algu
na quanlia para concerlos das nossas ras e cauaes
ou leilos d..s ros damuificados pelas chuvas, lem-
hiando-lhes que solTrcmos mais que o Riu de Ja-
ueiro no anuo passado, e nos coiileulamos com mui-
to menor quanlia da que os senhoras dignissimos
voiaram para os reparos da chuvas na.mella occ.1-
sulo.
po volle a materia para fazer certa analvsc.
, A |Rilicia por esles lempos ou dias, tem estado
activa com o rccrutamenlo, e o r.imigcradu Joao
Cometa, inspector de quarteirao, .u-llj se aclia en-
carregado pelo nosso delegado, lia pouco indo fa-
zer urna diligencia diatante daqui oito leguas, en-
controu-se com um valento ; e no j o 'enxutou
comd a sua exullante polica; a razao n3o Ihe digo
por tamhein ignorar; mas o cerlo heque elle nao he
peco.e por mais de nina vez Icm feito suas estraladas.
Tambem cercou i casa de outro a titulo de recru-
(ar, e ahi vio-se em amarellas. I m nico velho que
Ihe sahio em frente o fez comer candeias de sebo:
baleudu man a sua chavasca, cspalhou uus pnucos,
culros enrreram por prevencao, c assim ficuu o po-
bre velho esgravatando os denles, sem adiar com
quem divertir-se.
O nosso allopalha Menezes, fiscal aclual por graja
oe Dos e do Cambra licite, ao depois que vio que
andava com a calva ao mundo, deu algumas provi-
dencias anda que indignas de mencao, mas Me de-
vemos desesperar que elle be moco, sabe e pode. So
desejamos que nao continuo fazenda de seu bello
acougue estribara de cavallos, e nem consinta em
fazer-se dentro delle salgadcira de couros, porque
S. S. benv sabe que isto nao esl as posturas da
municipal.
Agura, meu amigo, lenha mais um bocado de pa-
ciencia, que vuu dirigir duas palavras a [Um.' as-
seinhlca provincial, e Deosqneira quaMninhas pala-
vras nao tejan inuleis. lie Banaueiras urna das
villas mais populosas da provincia, leudo paramis
deduzeiilose cincoenla fogos, e at agora anda nao
Ihe derain urna cadeira de primeiras leltras para me-
ninas; mas por ventura levemos desesperar de nos-
sas situadles ".' Achoque nao. Medidas adequadas
senlu tomadas por essa legislatura que honra a pro-
vincia, c nem oulra cuusa deviamos esperar do na-
cionalismo desse briosos brasileiros.
He uina privaran ou melliorinenle um grande mal
que solTrcmos, e que nao dcixa de ser de vital inte-
resse e engrandccimenlo iiitelleclu.il e moral para os
Bananeirenses, c como por falta de lempo ainda nao
linha delle tratado, agora o faco, cerlo de que rninhas
vozes se nublo coro as dos Bananeirenses para
bemdizermus e engrandecerme* aquellos, que de lao
inlercasante materia se oceuparem na presento le-
gislatura.
He upa-si mais agigantado para chegarmos a esse
Banaueiras 19 de janho.
I.onge esteva cu' nesle moiiiiMil
do crrelo, se um curioso no me despertaste, que.
a suacJcgadV ponen lardara de nos Irazcr noticias vi,,a "" Parie >' "i.i ednearflo da adotcsrrttcta femi-
le leaalirar-meiaso>te rxariidcrcconhecer, quea nossa rclr.igia.lac.io he de-
slas e desse velho mundo, que com pouco arder,
ino grado dos que amam a paz, em u* conflagra-
ban geral ; e cun essa noticia pooco lisongcira da
guerra, corr penna, para rabisrar mais por esla
vez o seu jornal, e lamhcm dar-lhe noticias minhas,
e desla decantada Bananeiras.
Conversando c rom os meus boles, e querendo
l^emprc exercer o mo oflicio de Tallador, principia-
re! por desdohrar o passado e o futuro destes poucos
dias de iievoada, c agora com sinceridade Ihe digo
que, nao obstante um individuo possuir. o mo habi-
to de choealhar, nem sempre esla com estomago de
por no albo da ra ludo o que sabe ; e por agora
eu desejaria um armisticio, mas que! uira torca in-
cgnita me impeli a dizer ludo, e assim nao |K>sso
desmentir a aquelles que me lacham de gloto.
O que levo dito he urna verdade, e uinguem me
dir ipi nao ando regulando; que bem posso por
qualquer eventualulade ou metamorphose mudar-
me derahiscadnr em homeopatha, c ai cutan de vos
oulros '. .'
Meu amigo, ja que a sorte me trouxe ao luco da
penna os laes honieopalhas, principiare! por elles
que por aqu os ha em abundancia. Eu at Ihe digo
que com facilidadc se mandara ao imperador Ni-
colao, um bem Imm esquadro desses zangues phi-
lanlropicos, para inelhor drcm que fazer a orgulho-
sa Alliion, c sua amiga a Frailea. Dos nos acuda
e livre-noi de clles se lemhrarem da alavanca de Ar-
chimedes, que em pouco leriamos este mundo vira-
do s avessas. Eu achava bastante proveiloso que o
nosso governu que, boje se diz ter cen olhos, como
Argos, rcllexionasse um pouco sobre esta chusma
de parsitas ;com alguma excepc.au) eo residuo man-
da-se-o explorar alguma guerra externa,que com isso
lucrara a hnmanidade quinhcnlos por cenlo. Eu
reliro-mc aus nos-os; porlanlo longe de mim naore-
cunhecer a supremaca da nova scicucia humeopa-
tilica, c jiinlainenlc o Den que ella ha trazido a mi-
litares de individuos; como tambem obrisado a eon-
fessar a impericia e charlalanismo de muilos, que
FOLHETIM.
114 HISTORIA m P.UDUA. (*)
POR tlEI.
Reralao'es.
A espera foi tonga. O sol linda desapparecido, as
sombras desriam aos \i das arvores, a lloresla lor-
nava-se tenebrosa, mas a elaridade reiiuva ainda na
estrada. Sanente os hoiTelao nao passavam mais,
as pessoas a p lornavam-se raras, uenhiima carrua-
gein da cid.ule dispoutava lio horisonlc parisiense.
Elle culendeu talvez oito horas, disse o conde
en. (i liarle.
Sao mais de oito horas ol.scrvoii impelaosa-
iii.Miic san Nereo.
E conliiiiiaram sen passcio a cincoenla pastos do
lado da Xoiirclle, r do lado de Taris, o vai-vcm da
espera febril. O crepsculo impoz logo silencio as
escusas, e a uoile supprimiu-as inluiraucnle.
O conde Caelano parou. aliaivo i a caliera, c apoi-
ando o qucixo na inao dirrita rellerlio alguns ins-
tantes. Depois balendo com o p no chao, disse com
raiva !
Oh '. o poda mala-lo esla manhaa !... mta-
lo coinn na IBiBdidoquc elle he !... Eis o que acnn-
lece l quem he generoso e leal com laes entes !...
Ma. que lento infernal protege sempre os faciiiuru-
sos l... .Moslraiii-se alguns punidos aqui c alli...
Sim, lic-se a genio na etlaslica do archivo publi-
co !... Kts mais um qvc escapa Escapado tribunal
e do duelo do jutgamenlo do liouiem c do juba-
ment de lieos '.... Oh '. nao nao joro pela cabe-
ra de minlia lilha. hei de lirar-lhe o sanano evida,
hci de senni-lo al ao Tnn do mundo, se elle Iu:i !
A Ierra nao he lao grande que esconda um crimino
so, (piando olhos cncarnicadus o procurauf!... San-
Nereo. men lillio, VOBS me ajnlar, nao he*.'... Se-
reiiiosmuito fortes sendo doos... Minba pobre lilha!...
O rapaz aperlnu energicanienle a man do pai de
II......a. BlM mido apcrlo quena dizei ludo.
I'orni vos- nao me eompivlionile, Saav-Ne-
reo '.'... Seu po-ventura absurdo !... Eslou comple-
tamente livie !... poss.i dizer Ind..... Sim, men li-
Ibn, VOM vai saber lud..... moliere sua alegn.i...
reulUI todas as Toreas do su.i alma .. (,)iiaudo rere-
ber esse rao. lique impa-sivcl, >ois lera tesleinu-
iiluis que over.o... Entre un bnlequim, abra men
Inlliel'. e lea. Espero-n aqu* A note esla e-cuia
dobaito eslas arvores, uiiiiiem pdela ver o que
so pajiaf cm sua volla... qi.andn VOSjte livor lido.
Sim. lenho ra/ao de estar aleare .' llitse Sau-
>. reo aperlaudu iiovamenle a m.io do euinte. IJue
me iiipin la o raio, se elle me etrlarece '. II que nao
pj.so .upporlar lie a noile !
,*, Vil u Diario n. Ijti,
nl, e -'liando nao ao pooco gusto que loman pela
lilleraliirac sciencia, aliento n cuidado della se adiar
em maos de meslras ponen aptas c instruidas.
O'iau lo ni, grandes cidades ciiconlram-so bem
poucas senhoras instruidas, c sem essa educacao pre-
cisa, esse goslo europeu aomle ha escolas, esse pa-
radigma para ellas atlingirem ao verdadeiro grao de
civilisaciio, quanlo mais nos, quenada disto leos !
Sora porventura porque ellas nao precisem ".' Ca-
minharemos para este lempo brbaro e selvagem,
cmque ellas eram consideradas como membros inuleis
e gangrenados da sociedade, romu miseravelmcnle
ho|> se pralica cm toda a Asia ?'.'. Nao he por cerlo
que'uevemosanlolhar-uos com ideas lao alij.ei.i-. e
j lao prescriplas pelo eiigraiidccimento de nossas
luzes, nao. Outro fanal devenios Irilhar, c nem he
putsivcl que um tao bello sexo, lio aniavcl, merecaa
sorle de dormitar na ignorancia, sendo esla a cau-
sadora dos males que solTrcm, e a ellas mo deve-
nios culpar, e sim aquelles que devem velar por sua
prusperi lado c engrandecimento; por lano para nao
cansar-Ibes mais a paciencia, perorarei aqui, espe-
rando que a Illm. assembla provincial, ornada na
presente sesso pelas nnlabilidadetda provincia, tra-
(OTn como de urgencia a crcacao de una cadeira de
meninas nesta villa, que seus nomes ficarao gravados
no augusto templo de Minerva, onde os Banaucireii-
ses irao depositar as suas oblacOcs, em paga de seu
mutuo reronhecimciilo.
Por agora deixarei de noliciar-lhe mais algumas
novidades novas, por roe adiar muito adianlado.
Detejo que nunca passeie por esla nossa Ierra,
para nao rnconlrar-sc com caminhus escabrosos e
alcaiililados : porlanlo, saude, paz e patacos, e li-
vre-sc do dinheirode sacrislao. que chorando vem
c rhnrandn vo. Atleos,
O rapaz deu um saln e entrou no botcquim ras-
gando o sello do lolhele.
A alma teni como o corpo apetites violentos que
i.iu solTrem demora, quando as necessidades sao im-
periosas. San-Nereo leu ou pafa dizer melhor, devo-
r.ni esse bilhele como se tivesse s tuna linha. e um
instante depois cabio nos bracos do conde sulliicau-
do solucos.
Sim, meu filbo, disse Caelano, vate sabe lu-
do, e comprehende agora miaba conducta extraor-
dinaria asen respeilo. O que esse bilhele Ihe revela
era sufliciciilc para forca-lo a punir o crime, se mi-
nba corasen! Hoovesse sido haldada nesla empreza ;
mas devo uileira-lo de ludon que li/. para descobrir
Saiul-Servais. D-me o braco, tome animo, c ou-
ca-mc.
Entao o conde Caelano complclou a confidencia e
referi circunistauciadamente tudas as secnas que
imaginara desde o cncnnlro do passeio e do Ranc-
lag.li al a ceia da Maisou d'Or, o ultima secna de
Saint Mand. Quando o coronel acabou, um grilo
lros parti do pcilodo maiicehn, o qual disse :
E o senhor leve esta manhaa esse bandido em
seu poder, c nao o inaluu como un cao !... Sim,
sim, siga as leis da honra e da lealdadc com taca
malvados !
Meu filhii, lornou o conde, ludo havia surtido
hoin cITeito al essa inanlila, eu devia Icrniiuar por
uina Taita... Ouem nao le-la-bia commellido .'...
lim rapaz de tinte e cinco annos iosollado, injuria-
do, e-hoTcleado, que...
Esa he boa interrumpen San-Nereo arran-
cando com as millas a casca de una arvore ; que im-
porlam os insultos, o as injurias, essas mateas de
carne sem alma O senhor bem condece essa raca
de Antinoiis-niandrillcs que precisam de belier la-
srinis; para experimentar lima delicia Oulro tanto
Valeria marcar um poni de rcunio .iehonra a una
h\ na, a um vampiro, ao algo/. !... Na verdade isso
lio inroncebivel Que o senhor esgola o engenbo
para descobrir o infame assas-ino da honra de sua li-
lha, c (piando o acha contenla-sc de injuria-lo !
Ah '. ei-'n hcn triste !
o conde de Sullauze eslava de Cabecabaila, e nao
dizia nada. San-Nereo conliniitiii:
Elle Toi injuriado! injuriado em pina enlre-
visla nivsli iio.i. ^cin testcmuiihas. sem eslrmidu !
Pude vullar p.ia a boa companhia com a cabeca
et-inda, con a fronte para, e viver con a eslima
la- pessoas honestas, na meio de nina sociedade Alie
so exige appart'iici.n de proliidade Fui injuriado por
nina vozisol.ida, por una man que nao misar ja-
mis resislrar a injuria nos archivos pblicos da
liouia, ti bandido injuriado zumba j dessa injuria
seerela, arma llovOSklarus au pudor das niiilhercs.
prepara novos ataque- a sautida.le das familias \.
(piem sabe*.' iiiii di.i pude vir. e vira em que esse ho-
ntem injuriado, cau-a.h. de por em exoenrao sua |s
bullir-, eallejado uo crime. salurad.i de atrocidades
nocturnas, pedir u mJu deuma bella e rica lierdri-
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundas e quintasfeiras.
Rela^o, tercas feiras e sabbados.
Fazenda, tercas e-sextas feiras s 10 horas.
Juizo de Orphos, segundas e quintas s 10 horas.
1." vara do civel, segundase sextas ao ircio dia.
2.* vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia.
i .riii.vuimrs.
Julbo 3 Quarto crescente as 4 horas, 1 mi-
nuto 48 se gundos da tarde.
10 Lua cheia as -i horas, G minutos c 48
segundos da manhaa.
> 17 Quarlo minguanle a 1 hora, i- minu-
tse 48 segundos da manhaa.
25 Lua nova aos 47 minutos 'e 48 se-
gundos da tarde.
DAS DA SEMANA.
10 Segunda. S. Selvano m. ; S.Bianor nuil.
11 Terca. S. Sabino m. Ss. Silvano e AMandiu.
12 Quarta. S. Joo llnalberto Ab. ; Sr Jason.
13 Quinta. S. Anacle f. m. Ss. Jaoel e.Esdras.
14 Sexta. S. Boavenlura B. Canl. Dr. Seralieo.
1 j Sabbado. S. Gamillo de Lclis Fundador.
l'i Domingo 6. Triumplio da S. Cruz ; N. S.
do Carino. C) Aojo Custodio do Imperio.
PERWMBLCO.
II'OJt'CA.
2 de julbo.
0 fatalisimojunhoenlrcgouo baalle ao -eminme-
diato, deixando fekmimoria dolidos os horrores por
elle causados, talvez que cm toia a provincia, c em
militas oulra-, Julbo nos mo-lia un rosto mas be-
nigno, se bem que as cliuvas de lodo nao ccssarai,
Alguns ros menores, que o Ipnjuca, cederam eom-
plel.imenie, mas esle indapermacece com pouca rlifu
fereni;a cheio. As noticias chegam cada qual mais
aterradora de todos as parles.
Consta-mc. que u digno parodio da Escada duran-
te os dias de amarcura invocara poblicame^eo au-
xilio do co por meio de exercicos piedesosVcm os
quaes o povo assistra sinceramente movidos ^>elo
temor de Dos, o esperand nuilado na bondade
Divina aocssacAo de um tal fla'ellO: Dos ouvio as
preces de seu povo.
Lembramnsaes senhores parocbos. padre-! religi-
osos, c a todos os liis em geral os votos pblicos de
aeces .le eraras ao Allissimo. Subscrevam lodos pa-,
ra urna fe-la aos oragus de suas malrizes; reconhe-
cam qpe as muilas preces, que de lodos os lugares
p.n lii .un ao seio do Criador, aplacaran! a colera do
eterno. Aconsclha-mos aqs senhores proprielaro,
que livercm capcllas em scus egeunhos com capel-
bles, cbamciii a ellas seus moradores, e facam-lhes
persuadir que nao foi a suhlrarTtn tle alguns dias
santos a causa de laes nundac/ics. O povo he fcil
ao fanatismo, que nao dissuadidu em principio pude
crear corpo e ser funesto; surcetlain as preces as ac-
eesde gracas.
Convidamos com especialidade aos dignos I poja-
cano-para que unnimes concurrain para urna mis-
sa solemne no convenio dos religiosos, logo, que os
ros iIimuii lugar ao Iransilo.
Ilaja quem promuva esto acto de rcligio^c
grande rcconheciineiito que todas ine persuadu cun-
currerao salisfeilot a elle.
Nao seria desaprovailu qua ^g Oenses promoves-
sem lambem em seu pavuado .o signal publico de
agradcrimcnlu a Mai de Dos, por baver intercedi-
do por lodos nos durante es-et dias de Icrror.
(iracas a Dos, meu charo, respiro porque j vejo
o sol fulgurar no firmamento; vejo ot montes; e ot
vales; as vaneas, c as mata, surrircur para u co...
ouro o trinado festivo do canario, .as saudosas no-
tas du sabia, o triste rular do pombitiho, e os gemi-
dos da innocente rolinha, que bem dizem o ne-
me do Creador.... que fez upparecer o sol para nao
perecerem de fri, e Tome no meio das florestas.
Vejo o semblante fauueiro da camponeza, (pica
perla cm seu seio o bello lilinho, qu nAo mais tre-
me de fri. Vejo.... sim vejo, meu charo, que Dos
se amerciou de mis.
Chegam as noticias dessa prari. cada qual mais
triste, e aterradora. A vali coa/usan, c u susto,
que reinoii uessa linda capital.' sei do quanlo o dig-
no administrador se presin a soccorrer os habitan-
tes do Rccife'com suas adquadas provideucint, c tam-
bem quanlu auinoil com suas preces o povo os mis-
siunarios rapuchiiihos. Julgiic porlanlo, de l
|ielo quepassamos, e passaram os 'abitantes do cam-
po, desdo que principiaran as ckJjvas.
Ammihii leHcionn ver se rompntvs grandes dillie.il-
dades dos ramiuhos, e dar una rheuadn al I. Se-
rei o portador da prsenle, c se 'nao poder Ihe irei
relatando o que se for dando por ca al que baja
um expresso. Adeos, e aempre adeot saude livre
das chcios, bem com Dos, e com ot boment.
1
Moje o dia esl lao brilhaiilc como houlem.
Por diversas pessoas v indas dessa capital sube,
que os caminhus estAo enlransiraveis,que s ap po-
de-; nesta qnadra tormentosa fazer-se urna jornada
rorrendo-se muito periao. As duas pontes principa-
sea do Maranho c Trapiche foram completamente
destruidas, c o transito pelo rio he feito com muilu
ctiidailu cm balsas; mais logo, qdc cu soube, que
urna familia ia pereceada em una balsa, que
virou na passagem do engenho Feriiandcsdesanime
por que Dos sabe ns*uislos, que rapci durante os
Uia>:inhos gastosos, c nao eslava mais resolvido a
gracas lao penadas.
lima parte da capaila de-etutenho Bemfie aba-
len, e o reiideiro vio-sc em clicas, pensando, que
ira a mais! Pindnh.i pcrdcu quasc lodas as suas
roca-, c a agua invadi a dcslillacao, a ponto dews
pipas de agurdenle qurrerem puupar ao proprieta-
rio a despezado frcte.porqucdispozcrani-sc a viajar
pelo rio, se em lempo nao se aecudisse-. A des-
lillacjo do Guerra, que cm minha primeira missiva
disse-lhe ser urna delillaeao modelo, cm cuja faclu-
gastouo proprielain seisconlos de rcis, lirou arrzada,
sem nada poder salvar-te.
O Salgado consla haver perdido cincoenla hois, e
maiores seriam os prejuizos se o aclivissimo admi-
nislrailor em lempo nao desse promplas providen-
cias.
Em Crauassu o Ipojuca nao leve a menor ceriino-
nia cm invadir ii interior da casa com tal imperio e
arrogancia, que de boa \ untado o proprielaro, c sua
familia reden a casa a tao intolito hospide. Ahi
perdeu-se guando parle dacafra plantada.
Em Gaipi dcsahou um grande monte onde esla-
va plantada una mala, c colirio com destruidlo
muilos recados dos quaes, nuda se pode aproveilar.
Em Siliirn de Santa Cruz a caa de vivenda amea-
eou ciiiinenle -perigo, bem romo o engenba. mas o
. proprielaro em lempo remediou.
En Caxoeira, Justara, Capohre, e tniao, os acu-
des e pontes deslruiram-se. c foi cm parte urna fe-
licidade porque do contrario as endientes das leva-
das levaran! ot cngeiihot. Houveram poreni alguns
estragos em casas dos moradores.
As casas de Gitahy ficaram pela mainr parle arra-
sadat, bem como muitas de Ipojuca.
Em Santa Rusa cunta lerem-te afogado urna gran-
de pon-ao. ou toda dut mais gordot, e lusidos ani-
maes da roda, ficaudo urna pequea porcao do re-
fugo;
Em Boacica houveram muilos estragos, renlas
ronsiduraveit, bem como no Macaro, e mais ou me-
nos no Dourado, Saco, Trapiche, Montevideo.
EmArimhi.e Tapera su perderam as caimas,e ro-
cas plantadas as vaneas, o rio retrocedeu das for-
nalhas.
Em S. Maria o engaito nada soffreii a eveopcao
das cannas de'varse'.-is, tima grande parle d'ellas per-
deram-se, nada liouve de nolavel.
. / urna hora da larde.
Por noticias ehegadas agora da Escada, sube que
toda ou |iarle da rica capella de Noruega licou des-
truida ; as utidas que dei cima, dessa villa, sao
mais uu menos acertados, bem como as desla fro-
gue/.ia.
Do Cabo sci com certeza, que Buranhcm ficuu
totalmente destruido, assim o janlim, e parte de Cou-
Iracutlc.
l'.ni tiii.iln informam-me agora, que houveram
muilas victimas, pois sendo um arraialzinho muito
contiguo ao Ipojuca. e de casas de taipa, a cheia o
sorprendeu com violencia.
. ------ \
ra para gozar lambem dos prazeres legtimos fingindo
avirlude' A lei Ihe prodigalisar seus direjlns ci-
vis, c a socioihi.lp sempre engallada pelas mascaras o
rodear de sua veneraedo, cenliar-lbe-ha sua defeza
as cadeiras do jury t'm da esse homcm revcsli-
do de um sacerdocio jurdico julgara um criminoso
inexperto, e o condennari as gales pur ter oflendi-
do os bous costones, e riri dcbaixo da mascara dan-
do seu voto com voz crave, e com a man aborta to-
bre o cor,,cao Oh ei-lo bem triste, esta injuriado !
.San-Nereo, diste o conde com voz supplicanle
a falta esla cummellida... procuremos' o meio de
repara-la.
l'riiiieiramenle, tornou o rapaz, coiivm se-
guir o prncedimentu usado.em scinclbanlc caso. Sou
sua tctlemunba. e nesla qualidaile lenho o direilo
de ir casa delle a qualquer hora, e corro para l...
San-Nereo tiulia j dado tres pauses na estrada de
Varis quando o conde Caelano o releve, e disse :
Meu fillio, dcixe de precipitaran, he esle meu
principio immiilavel... Vn-s nAo lem o meu -angue
fri, ha de cxallar-se muilo mais a visla desse ho-
meni, e...
au, inlerrompcii San-Nereo, cu fugirei de
exaltar-ule em casa delle. Sorei calmo, e conserva.
re minha dignidade de teslemunlia ; mas an me-
nos couhecerc suas inlenrei, o quando esliver bem
dcinonslrado que elle nilo'quer combaler, entao...
Entao '.' |ierguutou o conde Caelano.
San-Nereo procurso alguns minutos um expedi-
ente c nao adiando nada, responden lentamente :
Sun, entao... Mas vejamos primeiro se elle re-
cusa mauifeslamciile... Conde Caelano, eu sonde ra-
ra corsa... O senhor sabe o que i-so quer dizer '....
Coinbatemos corajosamente cm campo cerrado, di-
anle de lodo o inmolo, face do sol... Dos he les-
temiinha de que aceito alegremente um duelo com
qualquer arma, e qualquer cundicau; mal se o ban-
dido aferrar-se a recusa...
Nasas caso '.' pergunlou o conde.
Nesse casu. SOBtiaueu u mancebo rnm vnz cs-
Iridenle, maildu gravar o nome de Branca sobre a
lamina desle punbal, c mata-o se......iscricurdia !
O -eiiluir ver.
O cunde cubri os olhos com as maos e recuou
sulfurando um unto ; depois agarrando a m.iu do ca-
la/, dise-lhe :
Meu filhu. meu lilho, acalme-te ; nan cslaiuos
as monUnhas da Cursegn, estamos em Paria...
Bem o \ojn inleiruiiipeii u mancebo, Sumos
barbaros; mas aqui estamos no meio da civilisar.ln !
Collnque-se sobre a cpula do Pantheon meia noi-
le, pera magia do Inferno ou ao pealar du co o
don de abarcar ludo con um ulhar, c de ver a
ulna serela do Paria alravcz de viole mil ledos dia-
phaiins, eo senhor vera un bello Irabalhu decivili-
saeao !... Ilemais, pune.i me impnrla que l*aris fica
oque quixer. minha de-giaea lorna-me egoistai nao
ha nada em ruda de mlil sena.ii nina luuea niitiha
A agricultura, ngo resta duvida, que soffreu um
prejuizo cunsiderabilissimo.
A fonie, como j disse, invade-nos desaoiedada-
mi'iite.
E o que resta a fazer? Tralar-se enm a brevi-
(ladc peesivel das viat de coiiiiiiiin'u'ai_.'in. sem at
quaes a agricultura depois de um tao penivel succesio
dcfinhar.i totalmente. D'ora cm diante a escassez
do pruduelos do solo, augmentar considervelmeiite
o valor dos mcsmnt;ora islo junio a falta de estra-
das |iara o mercado dessa praea Irar o desespero
aos aamponeze', queja preveem enmo lulo de tran-
sitar em somclhaiites estradas. II f.nti coir pour le rains.
croire. Smenle a grande neccssi.lade vital poder
obrigar aus nossos bnns ramponezes trans lar com
grande perigo no meio das lamas, c sorvedouros, at-
Iravcssan.ln rios a nado, arriscado, a cada instadlo
a perderem a vida, e com ella a carga c o cavallu,
como tem acontecido a muilos, alcm de pagaren
barreirus o Irihiilosinho estipulado i carga, que ao
meu ver nao ss deveria pagar, quando a carga fosso
de assucar, ou algodao, gneros esles, que pagan
na capital iim imposto.
Seria, pelo que hci dito, da mainr importancia,
que as cainuas miuiiripaes ennvi.bissem os proprie-
laros a concertar os camnhos na exleflake de suas
Ierras, comu j lizeram, e teiiciouam fazer alguns
firopriclarios desla freguezi, us quaes mererem um
voto tle graliilao d,i povo por lao grande beneficio
prestado ao publico sem 0 auxilio dos cofres provin-
ciaes. v
Seria lambem da mainr urgencia, que o governo
tralasse da ponte sobro o rio Ipojuca na direccao da
estrada do sul, collocando-a j na verdadeira direc-
cao da estrada cm execacSu, e sendo que por moti-
vos pblicos nao se po-sa levar a elleito j a factura
della, entao, que se incumba a urna sociedade para
dc|iois serpelus cufret iademmaada. Se nsis/o ties-
ta necessidade be por ver nell.i um soccorro real
agricultura, que agora mais que em lempo algum
precisa de prolecrao to governo e da assembla
provincial, c lambem para facilitar classe pobre
dos campone/cs o commercio da farinha, aproYcita-
da das rocas, que ficaram sobre a Ierra.
Mudemos por momentos de assumplo. Ha muito
que a voz publica indigilaas mallas do Ca^u (Alli-
anra) romo um coillo dos malditos serenos,'sen
nunca a polica poder dar caca dclles. O mema
Sr. Antonio Luiz Gonjalves tem sido por varias
vetea victima desses ladrees; consta ja ler encontra-
do as matas vestigios de acampamento, isto be es-
tribaras voanle-, dioiroes com curdas, murambus
ele. sem ler podido conseguir a captura de nem um
esperlalliiio; c no enlauto de agesto do auno passado
.paraca h,lo-scurladu onza cavallui desde (aipin al
Suledade, ficfhdosem elles muilus pobres. Eis por
que u meu amigtiinho Cazuza-sargeulo nao quer ca-
vallo'.
No dia i porcm do mez pastado] fui prezo as" ho-
ras do dia.einlcrrasilcGaipii.in lodejornaila para o
KecifeMauoelJoaqiiim dos Saiitus.coiihecido geraU
mnte por Manuel Contente, e pelo mais famigerado
ameno, desses que nao oceultam tao nobre pro/iisao,c
Joaquim Josdc Santa-Anua; aquello tem-branca,
idoso, e .maneta, e esle crioulo, e pe? que pareca
indicava ser um esclavo feriado. Conduziam ambos
um cas alio havendo dcixado outro em caminlin por
nao podercm comluzir, o qual foi logo restituido ao
proprielaro do Oicua, a quem ambos pertcnci.im.
Presos osdous mecas pelo iuspectur do quarlcirau de
Gaipi, que em todo este negocio porlou-sn com ac-
Hvdade, interrogou-u*. Foi en 1.1o, que se apanhnu
o fio dessa tea de Penelope e licou a descuberto essa
quadrillia, que lano- males ha causado nesta, e tal-
vez cm muitas taguezias. .Manuel Contente linha
viudo do Rerife atnandadn de lo.lo dosjReis Goueeia,
ftalvcz por tncliea falte um nome que deve ser subs-
titu.In uu de Coaveia para Carua, a entender-se
com o morador, ou lavrador d'aquellc eugenlro Joao
Pinbeiro, o qual foi igualmente preso, e remcllidut
lodos an Sr. ii icio- no eiigeitlio Firme/.a.
Fui no segundo interrogatorio, que Manocl Con-
tente rcvelou com cinismo rcvullante, o curamercio
(|tie bavia entre Pinheiru e Reis. O subdelegado
Icm desenvolvido muila energa uestes processut,
nao querendo nutras testemunbassenn at que as-
sistiram conlissao primaria do Cnnlenlc, c j os
enviou para Santo Antao: de Firmeza escrevem-me
contando, que o Contente protestara contra a sua
prisau, por quanlo sendo elle suas funnaes palavras
ladro muito anliga, e leuda muilos lugares onde
/arlar,nan se arriscara a lir (NHMmJo riot chcios
a Cjrmi para furlar doits carallos, seno fau
mandado com algum inlercsi'e pelo liis do fe-
cife'.
Nao seria man, que o Sr. Barros rcmetlesse alguns
lopiros do processo ao Sr. Dr. chufe de polica, alim
de ver se alcanca a captura desse Rcis, que, pelo
que dizem negocia, uu cousa que u valha, com ca-
vallos. 0 que porm tem sorprendido a todos he a
pessoa de Pinbeiro do Cucua, envolvida nessas tor-
pezas; um homem geralmenle coiihecido por bo-
uesto, ms que interesse lambem tiulia Contente
em conipromctter um liumem que Ihe dera tao bom
agasalho em tua casa? Emlini, foi um servido ex-
traordinario, que'fez a polica de Ipojuca de in.lo-
da.las com a da Escada hnmanidade, marlvrisada
pelus senhores serenos, Dcsejo, que o honesto Pi-
nlleiru naosollra emtcu crdito, o que breve jmli-
lique-se. Rcspcile-se a "verdade.
As dez horas da noile.
I, i esta, meu bom amigo, clavado un manto azul
do firmamento o astro daaaudadc, que derrama por
Inda nalureza una tristeza jndelinivel, bem como o
sol do dia que precede ao de una batalliatanguino-
loula derrama no campo da accao scus primeirot
miilher, e um bandido quo.ponho fiira da minha
lei. Ilei de mala-lo assim como rasgo esta luva !
San-Nereo, disse o conde assustado pela cxalla-
cao furiosa deseu joven amigo, nao se pude rariori-
nar com vostC em scmrlhanle momento. Amanhaa
e-iar.i mais tranquillo...
Amanhaa. interrumpen San-Nereo, cstarci as.iin
como c-inu buje, l-i-arei tranquillo quando vir esse
bandido cahir debaixo de sua espada de combate, ou
debatan desle punbal v
Mas, Panoli o conde eom solemnidailc, pro-
melle-me cumprir esla noile com urna serenidade
digna, rom o sanguc fro pulido de um genlilhomcm
seu dever sagrado detcstemunha ".'
Ilei de cumprir o que promet i.
Pois bem. vamos. Arntnpaiiha-lo-liei at pia-
ra dns Campos Elseos, e ah a esperarei.
San-Ncrco fez com a cabera um signal alllrm-i-
(ivn.
Subiram ambos ao carro, C atravessaram Paris em
toda a sua exlensao sem Irocar urna palavra. De
quando em quando o rapaz agilava-se como sol o
dominio de um ataque nervoso, o que aiiniinciava
nina irrilacao permanente. O Conde conservava uina
immubilidade de estatua, o que aiinunriava um tra-
balbo continuo de fria reflexao. A earrtiagem |iarou
na prara, elles desceran! e o conde designou mu
claramente an amign a casa de Saint Servis. San
Nereo reparn a desordem de seus vestidos e cabel-
los, e disse au cunde con voz artificialmente serena :
Esperc-me alli.
Depois apatlou-se a passo lento.
As indicaees eran (lo bem dadas que San-Nereo
acerlnu logo con a casa. Cosleou o muro dojardim
e chegaudu a purla cxperinientouavuz para tomar o
tom natural, e locou a silleta.
Neiihum runor interior de vqzes uu de passosfoi
ouvido, o a porta licou imninvel sobre seus gomo*.
0 rapaz locou segunda c lereeira vez a sitela ob-
servando a lei du r'esrcndo. O mesmn siteuciu.
Dcixnu pastar um tungo inlervallo. e vcnlurou
mu quarlo toque de sincla ingieza, islo he, violen-
to e prolongado. Teria sidu melhur snecedidobatea-
da a grade de um tmulo.
A serenidade ficticia evapurou-sc, a febre vulliu
an coraran, e agilouus ervos. San-Ncren |iercnrreu
u jarditu e\pluraiidu-u cuinn um (Migenheiru e ven-
de urna arvore cuja bsica deluada apoiava--e un
muru, suliin farilinenle at a altura da cornija, e
assentnn-se para continuar suas utiservaees.
Facn como elle, disse consigo o rapa/, escale
os muros dnsjardius... mas eslejar.liiu esla deserto.
Do lugar que uceupava. San-Nereu viaperfela-
inente a frente da rasa. Tudas as jmilas e-Iavaiii
abortas para dar frescura aus quatius; porm ne-
uhuma tu/brilhav.i uu interior. F'lle applirouat-
; liMitanieiile o iiuvi.lu, e mnipruhundeii que Ida liavia
i ahi iiingurm. Ha un -ileuei.i especial para as casis
j deserta-.
I Nn e-lailn de excilac.lo febril em que se qrhava
San-Nereo, a determinaran que loinou parecer na-
tural, e nao causar adniraejto. Moco, delgado o
ligeiru elle dcsceu fcilmente", c s'm'cuidar na rol-
la lancou-se no jardini repetudo :
Fao comu elle.
A casa eslava fechada someule por urna porta fal-
sa tle laminas de gelusias. San Nereo abrio-a c en-
trn. Depois con o sucurro dcss*phosphuFos por-
laleit que amiam buje em todas aa mies, reconheceu
o quarlo du Saint Servis pela aramia de que Ihe
Tallara o conde em sua narrarlo. Os SS. ligadas
deram-lhe primeiro na visla, e'pureciam dizer : He
aqui mesmn.
Repentinamente San Nereo estromeceu como de
medo vendo o relogio. Nao era o modelo indicado
na narracao, represeotava Lenidas nasTermvpylat
segundo uqiiadrodc David.
Com ludo nao havia engao, era essa mesma a ca-
sa de Saint Servis. Eni rima da mesa alguna jur-
naestinban anda as ataduras, e deitavao ver esse
nome c u numero da habitaran, o rapaz reconhe-
ceu lambem a Faosa livraria no lugar indicado c
rennvot suas pequeas btigias para laucar um ulhar
sobre os liv rus infames que liuhain educado Saint
Servis.
Enia.iseu pasmo fui ainda maiur.do que fora (li-
ante de Lenidas, eclle leu esles ttulos ; Curso de
lilleratura de I.aharpc, Historia natural de Bulln,
Historia da igrrja purFTeurv,7ro,u phos de Warhurlnn. Historia dos l'aizes llauus
pur Metieren, Messiniennes de Casimiro de l.avig-
ne, l'iagem do jnren Annacharsis Gre-ia, Espeta-
olio da nalureza pur Pinche. Historia de Franca
purAnquelil. A Galilia potica pur Marcliangv.'
Nem u menor volme ertico, uumdassas livrarias
serias que OS homem ricos compran quando se ca-
tan, o que nao abreni jamis. Cun essas livrarias
elles vem a ser roiisellicirus municipaes aos cincu-
enta anuos ; pnrquc os eleilores dizem : He um
humem sisu.lo Entretanto o candidato quando
pur acaso be humem de espritu subsereve s escon-
didas cm un gabinete de feiturada viarahanca, ele
clandestinamente todo u Alexandre Humas.
San Nereu reconheceu vagamente nessas sbitas
melamurphnses alguma cousa tic sinislrn ; todava fe-
l ilou-se por es-a descoberta e pela sua audacia, e
liinilaudn a isso sua expedirn aventurcira. vol'.uu
rpidamente ao jardim. perrurreu-u t-m lodosas sen-
tidos (tara adiar nina sabida, c adiando su por tuda
a parle-iHii muro liso como un espelho, e muilo e-
Iciado. subi nos vares da grade de ferro, agarrnu-
se a um dos vasos de gerauiuiu que ailurnavam a
cornija da porta, > chegando ao cune nao leve Ira-
balhu para dcscer, saltn sobre arelva.
O rotule Caelano esperavs com auciedade a tulla
de San Nereu. a la/.ia as cunjecluias mais evlraurdi-
narius jnalilicdas pela .1.....ora da visita.
Eis que cniuce.ini as fallas peusava elle, eis
ahi nuil a de que me acuso. Mimi lieos I iic-u lie..-!
devia eu tei jamar, COItaeuUdo em etpur gssim essa
Ah o qu.ma- lagrimas ueste momento se derra-
m un no campo e na cidade Quantos ais lloridos,
quanlos gemidos pungentes da cu inhus.i mai, que
vio a chara porcao de sua alma lular cm vlu com
o elemento furioso, accnar-lhe nm soecurro, e des-
liis.... s ver um grilo de suprema agona, e para
sempre dcscer ao abvsino o querido filhilio "?! Do
extremoso cunsrto, do amaulc fiel, do amigo siuee-
ro, do lilho amoroso que perderam o que no mundn
liaban de mais precioso sua cqiosa, sua amante,
sen amigo, seus pais 'f Meu Dos '....
Siiilu.qae uina onda de lavrima-. all'n^a-nic o ro-
racan. Mcdilu, que ainda ha dias a esla mesma hura
talvez o terror pnico invada a causara do poderoso
e a chuca du miseravel, que ambos s liuliam um
pensanienle, que os dominavu a morle, queam-
hos medilavamcm salvar oprerioso cofre a vida.
Ehojc talvez, nem o rico, nem o pulir se lemhrem
que Iremcram em preseiiea do lerrivcl cortejo da
murle...
Iloje, que a tormenta passuu. que a idea tcrrivel
de una morlc alllicliva na i reina,meu amigo, va ao
gabinete du ncu avarenlu, c o veta contando alegre
o ouro amonloado, que usurpou a orpha. Ver o
impo zoinbaiido das preces do povo, as quaes elle
chama prejuizos. Ver o juiz iniquo sacrificando
aos seus caprichos a Causa ju-l.i. Ver o libertino
ultrajando com infames sedueces o pudor da vir-
gen!. Ver o esposo adultero mofando da justa dor
da sua esposa, eem face della beijar a- amante. Ve-
r o lilho perverso desrespcilando publicamente scus
pais. Ver o sacerdote sacrilego manchando em
maos polluidas n Cordeiro Inunaculado. Ver o
militar cobarde veiidendu as baionelas iiiimigas, e a
bandeira de sua nac,r>. Ver o polilico incendiario
minando o llironn, o o edificio social. Ver o tica-
rio com urna m.m recebendo a bolsa, e com a oulra
aguraudo, a laminaqtie lem deferir viclima. Ve-
ra finalmente, um esquecimciilo total do que ainda
ha dias observou.
Eu, meu charo, nao sei se porque e>lou com os pe
nos umhraes da elernidade, lamento denlro dVIma,
que se procure dar una causa remla a rcenle, e
medonha endiente, que lanas vidas ccifou, e incal-
culaveis prejuizos causn.
Digam embora os sabios, ler sido ella occasiona-
da pela apparicilo de algum planeta, por influeu-
cia extraordinaria da lua etc. ; eu direi que fui um
aviso la de .cima, para que eu, e oulrus vivamos mi-
Ihur/.iuhus....
Basta de scrmcs, que afta me encomendaran):
von dcitar-ine confiado na Providencia, que nos da-
r bom dia, assim, como not deu urna boa noile.
Comn havia previslu pela noile de hunlein, o dia
amauliccein claree bello, com urna ou oulra nuvem
petada indicando que ainda reta invern.
As casas de farinha Irahalham de dia i uoife, mas
o clamor he geral, pur quanlo nao leudo ainda o
Ipojuca facilitado passagem, os frinheirus esUo
vendo-se em apuros.
Era da m.iior conveniencia, inda repito, que o
Exm. presidente, que lanos bens hl feito ao povo
nesta desastrosa calamida.le mandatsc por em arre-
mataran duas pontes provisorias, urna no engenho
Trapiche, e oulra lo Maranho. Com dout eoulos
de ris pode-se com muila fcil idade dar Uo gran-
de remedio as offlicOcs do povo ipojucano.
Nao teuho tido mais noticias, tenao, que Mercs
solfrcu dainos em suas obras,mas n3o sabemos quaes
por ura.
Quer Vmc. saber de urna cuota '.' Esla o seu ve-
lho corresponde ule de Ipojuca condemnado ao c-
cele Oh meu Dos que mal caotei eu tu
imperdoavel, que merec ser esburdnadu t Ouvi
dizer ijuc por eu haver dito na minha primeira
missiva, que Manocl Pacova eslava em casa gran-
de valha-me Dos! pois que crime foi este, meu se-
nhor. quem quer que sejais, que raereca pouicjio Uo
cruel'.'! Nlo vosargne a conscienria, plauejar.les
a quebr do< ossos de umvosso scmelliante ? Ouvi,
alto senhor, ouvi o humilde correspondente, que
vos supplica cumpaixao. Nao, senhor.... o Sr. Pa-
cova nao attava em casa grande, foi um lapso de
penna, fui uina grusseria do vosso patricio, eslava
cm casa muilo n'iutilinha, muilo, muilu.... Falle-
mos serio.
He por certn muila barbaridade querer-se esoan-
cir um escriptor por elle nao haver iudividualita-
do, por elle guardar polticas conveniencias, por nao
qoercr ser delator !
Em que lempo, cm que poca estamos, quo j se
quer espancar por una su'pposirao "! Eis por que o f
Omnipotente mo impele cllirazmente a peste, a To-
me, a guerra, as cheias.
Eis porpue observamos ha pouco tantas desgranas,
lautos prejuis ot !
Nosserles ha correspondentes que trio eu, que
aponlamao criminoso, casa e o nome do dono della;
eiiao consla, que so lentassc otteiide-lo; em Ipojuca
pVrem hequeasssiisceplibiladcssao Uo melindrosas,
que se rcsseiilem al de conjecluras iufund'adas. A
voz publica he mais ouvida, que a imprensa ; es-
pan.-ai, apres ceder como homem educado, eque tem livre a con--.
ciencia : Nao temo. Apello para Dos.
Se algnem sabe quem eu sou. onde resido, nada
mais fcil : mas sabei, vos que me queris defen-
derque nada ha escondido, que nao se saina, e uc-
eo Ho que nao se revele.
6
Por noticias de Agua Prcla soube, que.foram alli
extraordinarios us estragos.
O prnprietario de Japaranduba prcslou servidos
relevantes ao povo de suas trras, mandando fabri-
car tres balsas, as quaes elle mesmo transporlou
an sen cugcnlio muilas familias, que sucumbiran!-*e
seu coracao nlo fo&se dolado do lana hnmanidade.
Nada mais por ora senio qua me d milicias do qua
fer occojrcndu acerca dos estragos, que fez a chela.
W-
I Carla particular.)
latosai-' ------
i
rapaz susiiiho s dez horas da noile em um verda-
deiro c'ovil de malfeituret!...
E para reparar essa falla elle ia commelter oulra.
e correr cm soccorro de San Nereo quando tornou a
aplarecer o joven enviado. As primeiras frases que
trocaran leriaui po lulo parecer cmicas, e provoca-
ran a hilaridadc dos dous interlocutores em urna
circiiinstancia menos grave. O fervoroso rapaz rhc-
gando-se ao pai de Branca, disse-lhe sem neiihum
prembulo: ,
Agora he um Lenidas que est sobre a cha-
min! Comprehende isso?
NMo; disse o conde eslupefacln.
Quo viu o senhor sobre a chaniin '.'... Lina
Psvch... urna niulher uua enHim?...
Sim, disse Caelano marhinalnieiile.
Pois comprehenda to Ahi ha uina idea in-
fernal. Psvch ilesappareceti, e em seu lugar esl
um Lenidas dizendo : Caminhanle, rai dizer d
Sport* gue torremos O'/itt para obedecer s suas
leis !
Mis emlim que se passou '.' pergunlou o conde
com nina viveza que perde a paciencia.
__Nada... c n senhor nAo achara mais a sombra
de um livre ertico... Leu o curso de lilleratura
de I.aharpc'.'
Elle esta doutlo '. disse ti conde liamnho pondo
as maos.
Leu a l'iagcm de Anarcliarsis.' prosegua Sin Ne-
reu, i Historia de trama de Anquclil '.' Pois bem,
todoino esl l agora enm Lenidas '.
Lenidas lio bibliolliecarin !
Mas que disse-lhe elle '.' pergunlou o conde de
maos postas.
Elle quem '.'
Sainl Servis.
E eu vi-o porventura '.'
Vo-s nao o vio '.... Falln ao criado ?
A ninguem... a rasa est deserta.
1) conde criiznii n- liracos subre u pcito incarando
San Nereo peruunluu cuiu espaulu:
Luan vusse entrou na casa '!
Oh ha iiniii hora que digu-lhe isso.
Absoliilaueule na..... San Nereu, vuss failuu-
ine de Lenidas, de Laharpe, e nSo sei de que mais;
porm nao conlnu-nie iienhiniia part cularidade...
Acaline-se. meu lilhu.suas maos (|ueiiiiam-inc como
dous tienes em braga... Acalme-se, conte-nc tjido
ci i nriieni .ios incidentes...
A vuz branda du pai de Branca pruduzio seu elfeilo;
San Nereo derramou algumas dess-s lagrimas que
stloo elixir da dore tpie alliviam. e depois de pas-
sada a primeira eniocao, fez una narracao melhodi-
ca de sua expedicao.
X'us-e fui mais du que e-louvado, fui Inuco,
disse-lhe a cunde cun blandura ; putm gaiihamos
algusaa cousa com essa visita ta.i imprudente. Es-
luu agora certa dasiuteneikea des-e uixeravel. Elle
receta um processo criminal, nao quer fueir, e lo-
men, ledas as medidas de precauco.
COMARCA DO BOMT.
1 de junho.
Ja nos fica pela popa o senhor maio, boje entra-
mos em junho ou mez de S. Joao, como vulgarnen-
le se diz. Estamos pois no meio do aurto. Quo do
presta se nassa o lempo! parecia-me que ainda hon-
tem foi a festa do Natal, e j marchamos para o lim
do i !! Ah meu amigo, quaudo vejo a rapidez
com que se muvem os anuos, quando me lembro que
a proporcao que ellos vo pastando se vai de mim a-
proximando oiufallivel tmulo, e quo talvez breve
lerei de dar do meu bolo ao barqueiro, Charout
frgidos horror memliraquaUt mihi...
a E n.a'i (ico homem, nao, mas nudo equedo.
Junto de um penedo oulro penedo !
Purem, te por oolro lado entro no dominio da ra-
zao, me admiro de ler'vivido lano. Como he pos-
siv el,'digo comigo mesmo, ler eu neste abrolhoso
mar da vida feitoalonga viagem de 70 annos eu
que alem dot perigot que me rercam, tenlto em
mim 2i00 humores, e estou sujeito diariamente a
327ncridenles !! (I) Enlodou gracaao Allissimo
[i) Lebequede Preslc, esse medico amigo de Ros-
seau. couta (27 accidentes que podem acontecer ao
homem em ura s dia. Como os evitar Val cem
veres, diz Parize, nos nao oceupar delles e deixa-
los ir scguudo a vonUde do destino.
O relebre Sanclorius conlava al tOO humores,
que faziam parte da economa animel, e se um del-
les chegava a viciar-sc (se depraser ),' a saudo se a-
chava logo conpromellida. Isto faz tremer, e nao
nos deve caosar admiraran, se o medico que lemos
cilado passou, como aflirma um autor, 30 annos de
tua vida com urna halanca na mao, para conheccr
com exacii.iao o que ganhava e perda em rehiri
a transpiracao. Sota do Correspondente'.
E er que nao combater '! pergunlou o man-
cebu.
Pelo contrario, creio agora que combater. Na
nossa legislacao um duelo be sempre atormentado
pela ii-iiea; Saint Servis ha previdentc quiz mo-
ralisar seu quarto.c essa operacao sanitaria oceupou-
o (o.ln odia. He evidente que nao podia combaler es-
la noile.
Eiilo er que combater ananhia '.'
Creio.
Dos o permita !, Visto isso irei fazer-lhc mi-
nha Visita.., quando ?
Vosee he aubirNi lo a fazei-Iba um pouco de-
pois de uascer o sul. '
Pois bem esperarei o sol aqui.
Nao, meu lilho, lome algum repoiiso, o dia da
nianhaa ser rudo ; a gente fica mais forte depois
que dorme. ,
Pur ventura dormimos em smelhanlet mo-
melos'.' Meu av.i patsoo dous mezet not desfiladei-
ros de Moitticcli para esperar a passagem de pai de
Santa Luzia, o qual linha in-ullado meuav, e re-
cusado dar Ihe satisfacao. Dous mezes Beba a-
gua de funle, ecomia peras selvagem e torvas ama-
d ii reculas ao sol. Dormia com ot olhos abcrlos, em
|i, e a carabina na mlo esquerda. Eis os iiomens de
meu sangue,crea que uilo lenho degenerado. Con-
de Caelano, lemos nossos arebivus domsticos em
nussat montaiihas, e com elles nns cairelemos as
vigilias das noitcs de invern. A civilisacao puli
nosso epiderme ; mas conservamos no fundo do co-
raran os in-tinelo- recebidos nu lier^o. Quando o
paci social prohibe-nos urna vinganr,a legitima,
rasgamos o pacto social. Se nossa irma, nossa li-
lha, ou nossa niulher cabe debaixo das nUo violen-
tas de um aa-sino da honra, entregamo-to aos deo-
ses iiiferuaes de nussas monlaubas c o injuriamos
cun a bala uu com o punbal O coude CaeUuo
julgou dever dissimular a dor e o susto que Ihe cau-
savam essas palavras sclvagens, uperlou-lhea mo, c
disse:
Vejo que sua resuluQo he inabalavel, a quero
respeila-la; mascunjuro-ocni nome de minha, fllha,
nessa visita nao saia da decencia impusU pela honra
u inissao das lestemnahas.
Conde Caelano, Branca falla pela sua bocea,
disse o mancebo iiiclinandu-se, obedecerei.
Pois al ananhaa, meu lilho, irti espralo as
oito horas na ponte dos Invlidos.
Charo conde, disse San Nereo com voz suffocada
pela runelo, peco-lbe pur meu pai que pronuncie
esta uoile meu nome, meu nome smenle dianle de
sua lilha.
Seu pai falla-iue, obedecerei, responden o cun-
de abracan.lu n rapaz.
Depuis dessa despedida, qualquer palavra novae-
ra su perlina.
O conde Caetauu e San Nereu se(iararam-se pois
sem aceresceutar nada : ambo- liuliam de pastar
urna h.'tinel noile, ^Continuar-se-ha.)



i
*
"*tas9*r'
1
por me Icr por imilo leni|i tolerado Mata valle,
apczar Je lodos e-sc-. cnlravcs.
Ora, charissiino, se continuar, uan teiondc re llar
coiii as vtmUsjH oloquciicia, por que a pancada ja
vai alia. Forlanlo dcixcnios o uatihro eaminho, e
volvamos a peuna para o que lia da plus intercsranl
neslas ribas, co faro oom lano niais ;razan, quanlo
Dans mares anda-mo o bai se a holina.
Vamos pois as noticiai : pone 011 nada tenlio a
wkteianar a caria que ltimamente Dio dirig, e
que lalvez nao li.ija levantado o ferro dele porto,
poiquanlo o senhor correio linda nao vollou para o
Recito, oueniao segu o geomtricamente, Isla he, pe-,
lncaiiiiiilio iiiiii< cerl ; aiwcs eoslumu iseo, cuino'
Hie par vezes lici dito ; o ja cstou com meus reccios
le que se nao Icnlia verilicado a hypolhc.se figu-
rada-.
Os Srs. filo-quadrupcdes-alhekit eslao um nouco
activos ; lia das foram presos dous no Verde, c ante-
Imutcih nuposto emseguranca uinSr. Thumlu doS.
Aullo, que com nutro camaruda seachavam enunis-
sao especial junio cslr i barias Ueste termo. -f)
tal diplmala lio milito mndcslo ; apenas squbc ejtt
a polica Ihc mandava fazer as routinenrias de. vidas
asua alia rajhegerii, fez-se ao mar, pois a palmilla:
qnando all rliegou ( Riacho Seca,) j achou desa-
nclados os ten torios Danubianos, c dcsassomhrados
os propietarios da relinchante rica, que inuilo se
luviam incommodido com a presenta daquelle*
dous em, O Thom vcio a esla villa assstir as bo-
das de mili irma.i; c o delegado,que j tinha em sen
|M)dcr os miribiis do i,niaiidou-o chamar
a sua presenca, o nesciu cahio na isucira do vir,
(maspor ver aupredt sa peronne um filho do Mirle)
foi para a cadela.
Otivi diier por boceas grandes e pequenas, que
algosa moradores da ra do Fogo de Bezerros repre-
sentaran! contra a ractura de assudc, que all se vi
fazer ; hei ouvido lambem dizer por oulras boceas,
que os laes Srs. receiam Icr liquido de mais, e que a
sua ra passeda ruado Fcgo para ra d'Agua ; o
_lucquando nada pode Irazcr algiima constiparan.
segundo pensam os mais experimentados lean-
ciadot da Ierra Pelo que Ibes acho razao.
Ncsle momento me dizein ter cabido as unlias
do Camisao em Garanhuui aquelle Florencio, que
maln no lugar do Capivara, 2 leguis de Caraam',
a um miscravel por causa de questes de Ierras, o
i|ual Florencio foi urn dos que fugio im a serra da
Kussa naque;la lomada de presos. Nao se pode ne-
gar que alquelle ollicial mis lem prestado bem boas
serviros na prisao dos criminosos ; elle os lem acos-
sado Unto em Garanliuns, que imiilos lian emigrado
para o Altiiibo, que vai precisando de una manga
do CaroHo.
, Digam o que quizercm ; o que mais lem distingui-
do a Ilustrada asscmbtei do Exm. Sr. con-
sclheiro J.is-Bciito he a seria perseguirlo docrime.
Ertn provincia com a presidencia daquelle honrado
i uu-ellicir vio diante de si abrir-se-iima nova era :
ao menos pens assim.
Variedades.
Perguntarim a um joven pintor ( o escultor
Covsevox que eslava lalhando im pedaro de pao,
se elle nao fazia a figura de um cu alio; cu nao a
laco porein descubro, respoudeu.
Diziam a um esculplor r'limengo ( Duquesnnv ),
vos concluste vossa estatura ; assim o credos, por-
que nao leudes dianle dos olhos, o que eu leuho no
pcnsameulo.
Nao ha quem nao procure moiiDpolisar a atlein.au
publica.
Vollaire se mostruu iuvejoso de um criminoso que
ia ser rodado i rou ) de quem muito se fallava.
Napoleo, csscYullos'o dj gloria, nao gostava qflfe
se fallassedc Cczar nos discursos ofliciacs ; elle nao
gostava mc-smoda repu tacar > de GcofTroi,critico mor-
daz e espirituoso, o Freron da poca.
Jlobcrl Ilook foi o (ormcnlo da vida de Newton.
A gloria de Lineo fez pr der boas uoiles de som-
no a Huiln.
Bjron leve qucixas de um magistrado, porque
c-quereu o sen Ululo de par de Franca.
Morgagni o anatomista, n.lo podeperdoara iimscti
rollega que o bavia citado sem fazer preceder ao seu
UM o trajamento de illusli issimo.
O grave lloileau dizia a Frerel rapaz : deves pen-
sar na gloria, o que seniprc Idilio em vistas ; minea
uucolouvar, aiuda me sino um capalciro, que me nao
cause inveja.
Adcos que islo nao vai a morrer. .tu recoir.
N. B. As chuvas i onliouan.
19 .
Faz boje um anno que dcbulei, c'esl a dir, que
ixTciilhcminha primeira epistoli. Estamos assim
no anniversario de nossa currespundeucia. Colille-
ro, lici litado nmito a quem dos oulros seus noticia-
dores, pois nao po-suo, como elles o sal, com que
adubam suas cartas, e se nao os posso aeompanhar
nessa parle, porque a capacidadc deexprimir-secom
Rraca nao he ilada, como diz um escriptor, cufio a
um pequeo numero, patiei quus wt/uus amanl
Jpiter; nao Ibes cedo, a palma, quanlo fidelidaile
na exposicao dos fados, o que presumo ler felo, sem
molestara niuguem, |r quanlo ha-de sem dutida
ler.observado que s individualsc, quando sou a isso
obrigado por forra da historia que lenliu de narrar
e semprc o faro por modo Ul qoj na escandaliso:
proredendo por este modo, nao s salisfaro o que me
iwdio Vine, porque,'como me disse, o seu. fin he
publicar o que vai pela provincia e nao oflender a
pHsUa al^uma,.como a mira mesmo, que. iudepen-
dente d sua recoramendac io havia programitado
itemu raia a pobre penni.
Est celebrado o anmvenario. Vamos ao que ha.
Mallicus primeiro ios leus; prnripiarei por lauto
tallando domim : en ipessoa vai nial, porque adian-
- tado em aunoa, como sabe, nao pode passar bem em
um lempo como este, em que o fro invadndo as
mais bem construidas e forradas alcovas vai bulir
com o septuagenario, que do mais a mais al o pre-
sente dcsconhece as docuras do hv meneo, e licpro*
vavel, v a lousa fria sem Icr comido do boceado
que,dizem mo sermi), os que han panado pela pro-
itiiirrt. Ja leuho lido minbas colegas de ver se an-
da encontr urna coslella, que queira felicitar miaba
cncr.tuic, 'eivHido-the de amparoe encost, e sup-
|Hirlan>lo esle mcu pesado fardo, durante a eslarao
hmida e fria, que he quanlo in.iis siulo a uecessi-
dade de viversocialmenle.
No riacho Sccco, que nos fica dislanlc doas Icsuas
ii-se formando urna colonia soffri fcl; a maior parle
dos colonos era de Sanio Aniao. que linham daixada
com o fim de afaslar o seu todo di respectiva basti-
lla, perqu entre clics havia de ludo: ladrOes, as-
sa^inos, desertores, etc., ele. O nosso dalegado-
mandou-o< visitar, a pedido do da Victoria, e saben-
ilo que la existan! es*.is crea turas 13o amaseis ; ape-
ii < prendeu Ires, porque laes biebinhus farejan a
polica ; ocaso he que com a mema presteza, com
que vieram, com a mesma se es ao decolcendo nao
sci para ende, pois muilas casas osiao vazias; os que
n*o c.icetscrunt, el ecaserunl, etc. dormem no mal-
lo, porque o Mimar os nao garaiue. O Dr. Delfino
as vezes lira-sede seus cuidados, c quando menos
esperam alira-lbes pela alia noilc com soldados, pelo
que c.-lao um pouco rapozas, slo he, sages. Ain-
. daquo.com cssas dilgenci.is se nao agarre, semprc
se lucra em dissolver a sociedade dos maos, que di-
vididos e cspalhadosse cxliiiguein mcllior.
Ilonlcm fallcceu na cadeia Joan Tcixcira l.ins, cri-
minoso do marte, de m ataque de astbma, que pc-
riodicamcnlelbo apparecia. Es;c infeliz havia sido
coiulemnado pelo jury, o tinha tic ser submelldo
mu i j ii 1 Mnenlo por decs lo da relacAo.
H 8 dias ndo vejo a vernica do Sr. l'hebo, |wr-
que em ludo esse espaeo as chuvas chovem.
Desde a tumba do sol
Ao rir da aurora.
PUMO DE PERMWBCO,jRQft FEIR* II DE JULHO DE 1854
Naila Ihe posso dizer de Carur, porque ale esla
dala nao achei lili quem quizesse substituir ao cx-
compadre. Mas aiuda nao perdi as esperancas de
rrduzir a roma Ir, que lalvez para o lempo ailiante
se eocarregue de wraelhapto missao. Como por ho-
ra esta nao seguir seu destino por falla de um bi-
pe'le que aconduza, ngurdarci mais lgum'a cnusa
que noliciar Ihe possa. /
i>
As chuvas conlinnam, honteni pelas II horas da
noilc ouvio-se um groada Miranda* c boje ao ama-
nhecer vio-se do meio de um monta para baixo por
Judie*** di/icile, experientia fa'.lax, disco o pai
da medicina, o divino Hypocrales naturalmente rc-
ferindo-se aos fados de sua prolissao.'nao he so-
mcnle na scienria de dar a cande ao homem, que he
pliravcl o aforismo do primeiro medico : a Sr. ex-
periencia vale algunias vezes, mais estando romo
celan todas as couaas dcslemundo vonlade daquel-
le, que leudo com um simpleslialcreado o que
cxisle, e acabar pelo mesmo modo, se assim Ihe a-
prouver, toda sua crcaro, nao mis podo ella servir
de liussuli infnllivel, pois a nicsml bussula est su-
|ela a variaefics, porque s Dros pode saber do fu-
entre granos mallos urna estrada de mal de :l bra- turo, e nao o pobre homem, que alm de um ser m-
as de largura, Mo limpa como se livesse sido feila a
ciliada ; iiotam-se-lbc riscos pelo meio, como os
que dcixam as rodas de um carro, lem sido boje
aquello lugar ohjerlode curio-idadf, muilu o lem
ido ver. Disseram uns que tinha sido |uma nuvem
quo ea.'iira: oulros que nina bomba d'agua; oulros
o efleilo de um raio. Mas os laes gemetras n.lo
acertaram, poisesses meus senhores lamliem erran :
Plus lune crrrur passe el repasse
/ii}tre les branc/ics /Cun rompas,
Disse Forenellc,fallando das dispulas havidas por
ocrasiao d mclhodo geomelric ides infinits pelits.
Nada disso foi, e siin urna formidavcl pedra que de-
sabou de I .i de rima, licitando o lujar que sem du-
vida oceupava ha muilossceulos !! He bem certo o
dictado que dizal as podras se encontramesta
que se chava i'epimpada em poni 13o elevado se
pensara nunca vir mislurar-sc com as oulras qu'e
Ihe estavam Uo inferiores!! que bello cxcnjplo para
os que oceupam alias posircs, c nao se lembram que
um dia vira, em que como i pedra da monlauba,
cihirao para nivelar-se com .muelles a quem olhaiu
com desiirezo.
-23- *
Com fogueires de espantar;
Foro acceudido na Ierra 9
Sobe em scnlelhas ao ai !
Daquelles fogos neesos
Em roda os vclhos eslao,
E asdouzellas feilirciras
Com sorrizo folgazao,
('.alitando cov las de amores,
Quites de cov las enlao.
E a noilc milagroso
Do Baptistasmilagrosa,
T dos Mouros da mourama
llavido por aloroso : ^
Foigam nohres c senhores,
. Folga o vllao dc.seuidoso.
(Gonculve* Dias.)
Estamos na noile mais festejada que temos, noilc
de prazer c alecria. A cada cantse sanda o mila-
groso S. Joile Baplisla, a quem al o invern quiz
liibularbomcnagein, porque suspenden as chuvas, e
deilun que o re dos astros appareces'e com lodo
seu briUjassimo.
En militas casas estajo as mojas consultando ao
Sanio a respeilo de seu futuro, islo be, de seu casa-
mcnlo, por quanlo csse he o futuro de una joven.
Eu so nao liro sortc, por nao cuidar mais nisso,es-
lou manducando meu pedarilo de bolo, nico des-
pojo que me cabe da festanra. A noilc nao esla m
e felizmente vai m nouco em mais de mei sem
Icr havido sinislro, ulgum o que he raro em laes oc-
casiocs.
lloras de noile folgada
Naolardam, nao tcm vagar :
A noile assim do Baplisla
Vai serena a escorregar,
Como rea da ampulhela,
Um.grae outro a lombar.
Vai assim como o perfume
Respirado de una fru, ,
Que nao vemos, mas senljmos:
Que sentimos no arrebol
Da manbaa, que pela (ai de
Se cspalba em antes do sol:
Vai assim como'o roeio
Do serena madrugada,
Korejado gota gota
De branca nuvem prenliada
Sobre o clice musgozo
De urna flor avclludada.'
Vai assim qual soe prender-se,
Em quem de amores uu cura.
Doce pern lia de amores:
Douzclla de vida para,
Quando lia temores de havc-lo,
lie que elle j nao lem cura.
(dem.)
i-
Aschuvas que honlcm suspeuderam suas hostili-
dades boje continala, nao com tanto furor. J vou
saliendo dos eatrasos que as laes senhorjs fizeram.
I'ur aqui raro fui o assude que n.lo roou. Todos os
ros, como Ihc disse, estiveram de nado, para Ihe
fallar com a linguagem da trra, salvo o de Bonito.
O da l'i.ila eiicheu extraordinariamente; o t. na nao
flcou atraz; Capneiras esla situada enlre os dous
rios, esles se uniram ,'crcio nao in lotum,porque en-
lao se teria arrasado a povoaeao) faca idea em quo
calrcn nao se vram as gallinhas. O ipojuca veio
ciu abono dos representantes da ra do Fugo de
Bezerrvs mostrar, que elle nao precisa mclainorpho-
searse em assude para alagar alai ra, pois por
all andou pondo as casas conjugar o verboWcojfo,
it, cecidi, casum; c o* flonus cm risco de pcrdc-las.
Dizcin.que algiima anda fni-sc abnixo. Corre que o
a'jude do Caruar foi a radice levado; que a ponte
de S. Antfmlcve igual sortc. A respeilo dessesdous
efleitus do poder da tymplia rlara nao Hie dou certe-
za. Mas as chuvas foram militas c Ihc aflirnio que
s em 42 vomilaram'as nuvens tanta agua. Esque-
cia-mc dizer-lhe que cm Batateiras passou na .c-
chenla um cavallo sellado seguido de um homem
fmorlos.)
Chamoii o delegado i sala om qudam, que aqui
parece viver vida folgada c milagrosa,' porque nao
lem rorado c uein desejos de o fazer, para dizer a
S. S. que n ui leudo inodus rcendi coiibccido, con-
vm pateulea-h), pois a curiosa e abtlh.rda pulicia
lem muilo em vistas esses citoyem que vendem ca-
/irfoxnao leudo cabras.
VARIEDADES.
Dous Iwmens enciclopdicos e um wicu's que outro.
Leilmitz era pblosophu, jurisconsulto, hisloria-
dor, tbcologo. malhcmalico, anliquario, pbilologo,
ele., etc.
Cuvier era hbil analliomista, grande e profundo
naturalista, cliimico, medico, philosopho, |irofcs*or.
legislador, administrador, homem de letlras, dese-
nliador, gravador. Estes dous liomens, diz um dou-
lor, linham no cerebro oreaos particulares a cada
atiende.
.Sai cuique tribuere.
O duque de Gurkingnan, sendo acliincalhado (ba-
foue) por urna maneira picante em um poema, rcsol-
vcu vingar-sc : depois de dar no autor boas basto-
nadas pelo seu ilrcvimculo, apprcsenlou-llic lima
bolsa (icio sen espirito !
Quanlo rale digerir bem !
Vollaire cm fallando do presidente Ilcnaull, chelo
de bens da fortuna c da nalureza, accrcscn(ava
mas elle nada lem, porque nao diger.
Os ovos.
Niuguem calculou linda que inflluenria tem os
oto* sobre um principe desterrado.;o romanee do
marquez de Koudras e Pedro Xacconc.
O caso nao era para menos.
L'm dia o conde de Avarx intimo amigo c confi-
dente de l.uiz XVIII, cliegou ao castello do duque
le Cuuerlanda com ar espantado, e quasi sem fazer-
perfeilo lula com ludo que o cerra, 13o imperrcilo
como elle. Quem dlria, que esle auno havia de ser
o mais elinvoso que leuho conhecido, quando at j
se receiava urna boa secca? porein do fulnro s co-
nhece ^eos, que moslrou ser anda o Dos de Jacob
c de Israel. A missiva vai tomando leicesde ser-
ni.lo, Mi isso basla ; eslava subiudo multo, c pode
ser qiigpc expiche, se be queja n.lo o fiz.
(inaavmos da dore e branda paz, sem que des-
gosto algnm viene nodoa-la ; diz o Sr. "Ilofinian, o
autor dos conlos 1'antaslicos, nao ha nada em que o
diabo nao mela sen rabo, le diahle mel sa qiteue
sur toules les chostf, Sim.Sr., mnndou o inspec-
tor do quarleirao da Onca, prender urna rnulhcr,
disse a tropa que um homem, em cuja casa ella se
achava, se oppz ; e temos la tratada; o co he
que cm resultado, depois de dar o oppocntc urna fa-
eada, pequea' leva um tiro, que Ihe poz o brajo
em estado de ser amputado, como o foi ; e ahi vem
o preso ea presa, esla pe, e aquelle ni rede. O
lente coronel Bezerra (subdelegado) quz logo dir
o agarrabuntur nos laes que os couduziram, e o nao
fez por saber que a patrulha da diligencia nao eral
porladora. Proceden veslorin no ferimenlo, que
era asss grave. Corluu-sc o braro ao leudo, que
foi tratado conforme as circumslancias do lugar,
com algum zelo; pile (inha contra si o ler passado 21
lloras sem curativo algum, e morreu honlem.
O Dr. I le! lino ordenou ao inspector, que Ihe len-
xesso lodos que foram fazer essa prisao,c eoni/eitu
o inspector isso cumprio fielmente, e depois que Ihe
foram apprescnlailus, mandou-os lodos para a cadeia
pdra respunderem por lao denusiada ncli\ idade po-
licial. Procedan!, quando se derenicasos semelban-
tcs, por esta maneira lodas as autoridades, que logo
uo leremos tropas que vSo prender, e porque o
individuo quer fugir, on di qualquer signal do ar-
mar-se, chucha logo um tiro, como se fosse um pas-
sarinho. O delegado fez o aulo de corpo de delicio
na ferida do cabo da palrullia, que lie o que sof-
freu a facada, julerrogou a rnulhcr do preso c mor-
lo. e a mais tres da Iropinba, e conhecendo pelo que
colbeu da infeliz \ uva c dos mais, que s tres eram
os criminosos, porque um dera o liro. c os dous cs-
bordoaram ; niandou por em libcrdadc aos oulros
tres, dous dos quacs sao muito ciauras.Vai ins-
taurarse o procesenA' vista do inleressc que se
ha lomado contra css escandaloso facto. eslou que
serao severamente punidos os taes meninos.
Passcmos ao que fizeram as aguasaflirmam n.lo
ser exacta a .noticia da da do acude do Caruar e
ponleda Victoria, e acude apenas soflrcu do ladoop-
poslo ao em que esl-se fazeudo o concert.
Corre que algons engenhos foram levados; que o
Duas Barras licou em areia; que muito soflrcu o do
lencnlc-coronclMariaiino(Cachanga). Um senbor de
engenho me escreveu o seguale : a 21 para 22 en-
ebeu o rio que bolou as moendas desle engenho, a
casa de purgar ficou em miscravel estado, nerdi 86
paes de assucar, as palliocas da beira do rio foram-sc,
m o Hieres de 3 dias de paridas saiii rain para fra.per-
deu-sc muila roupa e nerita lavoura.Em Rio-For-
moso no principio das chuvas as casas romecaram a
desaliar ; os caminhos estao interceptados, cspccial-
, guente para quem anda a cavallo. Ha snspeibu de que
muilp padeccrain os engenhos da Becada. Na ilba
de Flores, n.lo sei em que lugar, esleve una familia
loda cercada d'agua durante urna noilc ; felizmente
para clla.a cncbenlc litaba chegado ao sen apogeo.
Em outro ciigi-nbn urna familia aconiou cercada do
rio, c com agua dentro de casa es'avan sem espe-
ranza de vida, mas he no maior aperlo que Dos
vem em snecorro nosso, casualmente apparece urna
jangada >< milagre) Irazida pela crrenle, ella sal-
va-se perdendo loda roupa. c um dinlicirinho que
tinha.
Em outro arrcbcnloii o acude que eslava u caval-
Iciro do engenho, c li foi-sc homem, rnulhcr e li-
llios : no oulro dia apparcccu salvo o marido ; ea
rnulhcr, prob dolor! segura n'um Ralbo de malo loda
ferida dos peixeoe em risco de vida. Ncssas oecasiocs
os fados se alteran, e Dos queira que seja falso o
que Ihc digo, e o muilo que me haocontado. Adeos
para aproveilar o portador nao sou mais exlenso.
3
Nada ha mais de novo; e boje seguein os presos
para ah talvez uns 12; e a cadeia anda fica cheia.

Da Victoria me cscrcvcm o seguinte: a cheia aqui
fez mudos estragos, deiiou abaixo varios engenhos ;
na cidade vinlc c lanas casas cahiram. c muilas sof-
freram ruinasbajas de fazendas fiearam prenbes
d'aguafaca idea ilas averias. {dem,)
-------eaaii
9 Manoel, pardo, Idade 14 mezes; de mal de
denles: ingenuo.
dem. Francisca, branca, idade anno e meio ; de
mal de denles.
dem. I.uiz de QueirozCoulinbn, braceo, casado,
idade 22 innos ; de febre.
dem. Feliciana Isabel de Oliveira, parda, sol-
leirn, idade di 31 annos ; de um cancro no ulero,
com lodos os Sacramentos : ingenua.
3 Atbauazio, pardo, eseravo, dado um mez ; de
desinlcria.
dem. Eusebia, parda, ingenua, idade cinco mc-
zes ; de molestia interna ; pobre,
dem Manuel, llranco ; rcccmnascido.
4 Eduvige, parda, escrava, 1annos; de febres.
dem. Jnaqiiim Jos dos Sanios, brinco, casado,
idade 60 anuos ; pthysicu, com os Sacramentos.
6 Francisca Mari da Conccico, crioula, sollera,
ingenua ; de cmaras de saiigtie, idade 21 anuos,
com lodos os sacramentos: pobre.
11 Rita, crioula, escrava, idade qualro annos ; de
tosse. .'
dem. Manoel Francisco do Carvalho.branco, sol-
leiro, idade 20 aunos ; plhysico, com lodos os Sacra-
mentos.
dem. Antonio Soarcs.pardo, viuvo, idade 30 an-
nos ; herisipela : pobre.
12 Joaquim Jos de Araujo. pardo solleiro, idade
37 anuos ; de febre amarrlla, com todos os Sacra-
mentos.
dem. Jos Cardos dos Reis.branco, viuvo. idade
70 annos ; de herisipela, receheu Santa UncSo.
dem. Callela, crioula, escrava, idade de 35 an-
nos ; de febre.
dem. Roberto Dias Torres, pardo, viuvo, preso
da cadeiaJdade 75 anuos; gaslroinleriles chronica :
pobre, f
dem- Joao Gomes da Silva, branco, casado, idade
21 annos, preso da cadeia ; phlysicu : pobre.
16 Manoel Francisco Ribciro, branco, casado,
idade 60 annos ; de um cancro.com lodos os Sacra-
mentos.
dem. Umacia Severina Pires Fcrreira, branca,
casada, idade 50 annos ; de molestia interior, coro
lodos os Sacramentos.
dem. Francisca Mara de I.ocio, branca, solleira,
idade 25 anuos, recebeu Sania lueao.
17 Mara, branca, i Ja le 1 auno ; de mal dos
deules.
dem. Mara, branca, idade um anuo ; molestia
interior.
dem. Um rcccmnascido, adiado na porla do Pa-
raizo : pobre.
18 Jos Amonio Soares, branco, solleiro, idade 14
anuos ; de febre maligna.
dem. Joaquim Jaciulho l.eal, branco, casado,
idade 52 anuos ; de estupor.
19 Bernarda, parda escrava. idade 30 annos;
phtysica.
dem. Antonio, crioulo, eseravo, idade 7 das ;
de, asinina.
21 Jos, pardo, ingenuo, idade (i mezes ; de in-
llaminaean.
dem. Antonio, pnto, liberto, idade mais do 100
annos ; de velbiee: pobre.
dem. Albina, prela, escrava, africana, idade 60
annos ; de estupor.
dem. lienta Miquclina do Rosario, branca, sol-
leira, idade 62 annos;olyca, com todos es Sacramen-
tos.
22 Margarida, prela, escrava, africana, idade 45
anuos ; de parlo.
23 Bcrnardno Francisco rfo, branco solleiro,
idade 11 aunos; de febres.
Idoin. Joo, liberto,idade 90 annos ; de dores :
pobre.
25 Francisco do Reg, pardo, casado, cora 25 an-
uos, preso da ctricia ; phlysico, com lodos as Sacra-
mentos : pobre.
26 Manoel Joaquim Fcrreira. branco, casado,
idade 75 anuos ; de molestia interior, com todos os
Sacramenlos.
dem. Manoel Francisco .Vives, pardo casado, de
27 anuos, preso da cadeia ; phlvsico : pobre.
dem. Olimpio, pardo, ngcnio, coM 5 mezes!
pobre.
28 Manoel. erioido. idade 8 dias.
29 Manoel da Oi-ia Rihciru, branco, rasado, ida-
de 80 annos ; de KMeslU interior, Com lodos os Sa-
cramenlos. v
Somma 42.
Sauto Antonio do'Recito 6 de julho de 1851.
O vigario leando Ilcnriquesde Rezende.
CORRESPONDERAS.
.
c a lal ponto que bao anacarado a ruina de alguns- "* aununciar. Esse esquccimcnlo de etiqueta era
edificio*, e posto a calca ao sol de alguns quinlaav ;
os nc*sos twrtt, que sao urna combinanu de esta-
cas, raras, sipo c barro, uaoresistem por lempo lon-
go n injurias do aborrecido, c impertinente nvcrii -,
derrelem-sc faeilmente,por cuja cau-ararobeoquii-
tal por aqui que mo esteja em o'sida.
hirios estao fartos d*agae. Niio ha por c o mais
pequeo membro da grande familia fluvial que \Ao
nluapassassc suas mtirgem. O que corre junl da
villcwt, como se diz, de barrera barreara, mas
veja que lal he'elle que aiida necsasua anormal si-
liurao nao mpedio que o vadeassem os viandantes.
Ollie quo este Bonito lie ii supor'.avel quan lochove,
pas-:iiu-se as vezes 15 o mais dias quo nao se piHlc
sabira ra, a nao ser com um lium guarda china, e
mcllim* par de lmar eos de ataitrado calibre, sob
pean de licar a gente com os pus afogados na lama.
Nao lenho mais o que oHecerer possa aos seus htito-
res quorum magna par* mm.
Voit n'irons plus mi bois
Ijt* laurleri con' Otrart.
crave da parle d conde, e devia ler por dcsculpa
una razao legitima- Con cflcilno conde d'Avarv vi-
nha aununciar ao rei que na cidade de Mlau (Rus-
si.ij iam fallar oto.(dem, idem.)
Dunque non furo pin venere.
Cus' exclasMva Caanva eagolado palo Irabalho e
prximo a morrer. Eu nao lace! mais urna Venus!!
Basta por agora./ recoir.
N. B. A* ebuva* eos rios por c Serinbaem, Rio
Fornn i e Erada li/.eram inuilns estragos. Ensc-
nhoshouv.'ramqiie Rearan arrasados: na missiva
futura scrci minucioso.
3 de jolho ,
De futuro setos Deu*.\t chuvas continan, nao
com aquelle vigor desses oilo dias, que lautos eslra-,
gos li/.eram, segundo as nolicias que vou Icn lo, po-
rein quanlo bastam para caraclerisar um lempo in-
veriuno. Eslu auno he secco, diziam por r muilos
propliela* ; t al eu lambem autorsado pela idade
e experiencia, arnuipanliava os laes annunciadorrs
do ful UM.
EI.yCAO' DQS BAPT1SADS DA FJtECUEZIAR
DE SANTO ANTONIO 1)0 RECIFE DESTE
MEZ DE JUN 110 DE 1851.
1. Josefina, branca, nascida a doze de foverei-
ro do anno prximo passado.
3. Msrcellina, parda, escrava, nascida a dte
de marro do rorrete auno.
i. Miuiocl, pardo, eseravo, nascido a oito de
niaio do corrcnlc anuo.
dem. Devine, parda,' nasflda a vinlc e tres
de aRoslo do anno prximo passado.
dem. Francisco, pardo, com nove mezes de
idade. .
dem. Rodolpho. branco, Sanios Milcos, nasci-
do no primeiro de agosto do anno prximo passado.
dem. Clcinentiiia, branca, Santos Olos, nas-
cida a doze de jambe de 1851.
dem. Custodio, branco, nascido a Irinla de
Janeiro do corrcnlc anuo.
dem. Maria, branca, nascida a dez de selem-
bro do auno prximo passado.
dem. Joo, branco, nascido a vinlc coito de
marro do corrcnlc auno.
dem. Joaquim, branco, Santos Olos, nasci-
do a dessete de Janeiro do corrcnlc anuo.
dem. Jovcncia, prela, escrava, com Ircs me-
zes de idade.
5. Felicidad'c. parda, Santos Olees, com tres
anuos de idade.
10. Antonio, pardo, com qualro a cinco annos
do idade.
dem. I diabla, parda, com um anno.
11- Francisco, pirdo, com seis mese* de idade.
dem. Manoel, branco nascido a dezescs de
dezeinbrodo anuo prximo passado.
dem. Hcrmira, branca, nascida a oilo de fc-
vereiro do crrenle auno.
13. Maximino, branco, Santos Ole, nascido
a nove de julho do auno prximo passado.
dem..Maria, parda, nascida a vinlc de feve-
rciro ilo correle anuo.
dem. Angela, parda, nascida a vinlc do feve-
rciro do crrenle anno.
11. Filippc, brinco, Saldos Olos, nascido a
quinzo de julbu de 1850.
18. l.uiz, branco, u.ascido a dczcsclc de junbo
do ajino prximo passido.
dem.' Seipao, pardo.nascido a seis de Janeiro
do correute auno.
19. Maria, branca, nascida a quinze de no-
vembro do auno prximo passado.
20. Jovino, branco, nascido a dous de marco
do corrcnlc auno.
23. tisldiuo, brinco, nascido a vinlc do junbo
de 1852.
2*. Canuda, branca, nascida a onze de maio
do crreme auno.
dem. Anua, branca, nascida a qualro de no-
vembra da auno prximo paseado.
dem. Jamarla, prela, ShlttM Olos, nascida
a dezenovede aetettbro do ai.no prximo passado.
25. Domingo-, prelo, sob condilione, com tres
aunos de idade.
dem. Olimpio, prelo, com quatro mezes de
idade.
Ao todo 33.
Fregueiia de Sanio Antonio do Recite, 30 di: ju-
nlio de 1854.
O vigario l'enaii'i) /leuriqucx Ce llezcmic,
Srs. redactores.Na discussao que tui obrigado a
sustentar, contra a calumnia que me prelendeu ir-
rogar o Sr. Joo Piulo de I.cmos Jnior anle o Sr.
Dr. Alcanforado, e nesses boatos boje distruidos,
obtive a completo triumpho de Irazer o Sr. Joao
Piulo convierto de sua calumnia, i coofessar ludo
o que na rcalidade, pelo que loca ao essencial, parti
de iniui para esse senhor por occasian das averigua-
res policiaes sobre sedulas falsas.
Nao pudendo niai, um lal respeilo, investir
contra a luz da evidencia, a4ira-se esse senhor ao
camiubo das recriminacefe, c quer fazer reviver o
lao amigo e Uo debalido negocio do processo do
liro do Sr. Pedro Chaves.
Niio ha quem nao saiba, pela grande discussao que
houve a respeilodesse facto, da Ucnliuma parle que
nclle live, e dos mesquinhos c rcpiovados inleresses
polticos, que motivaran! que tao injuslameule e
me compreheudosse nesse processo, s por ser eu a
csse lempo um dos Chetos do partido opposto ao Sr.
Pedro Chaves e o primeiro vice-presidenle da Para-
biba.
Julgo nleiramcnlc ocioso renovar essa discosso ;
basla responder ao Sr. Joao Piulo, que em dous jul-
gamentos o tribunal dos jurados, alias qualilicados
pelo partido do Sr. Pedro Chaves anda dominante,
declarou a ininha innocencia o de mais uutros amigos
polticos, que o mesmo tribunal reconheceu ucnliu-
ma parte haverem lido nesse allcnlado.
He quanlo julgo sullicicntc responder ao Sr. Joan
Pinlo.
Recito 10 de ulho de 1851.
Manoel Lobo de Miranda Ilenriques.
---------imbu-
correr ao palcrnal goveruo de V. M., supplirando
remedio proraploccflicaz, que ponha lermo ao qua-
si abandono cm que se acbam em trra eitranha,
abandono motivado pela incuria do agente consular
Joaquim Baplisla Moreira, e do vicc-consul Miguel
Jos AI ves. Estes dous empregados, a quem por
desventura dos abaixo assignados foi confiada a sua
curalclla, tcem abusivo da coufian;a que nclles de-
posilou o goveruo de V. M., n.lo possucm virtudes,
nao teem a precisa rapacidade, sAo inimigos um do
oulro, c por isso carecem de loda a forra polilica pi-
ra manlerem* a dignidade do goveruo, e assim
preilarem proleccao lquelles que teem direilo a se-
ren garantidos em suas pessoas e bens. Seria quasi
impn.-shel. scnhpr. referir em um requei menlo lo-
dos quintosyftetos comprovam os qiieixumes dos
abaixo assignados ; se, porm, naovao lodos, aluuns
se referiram, que com quanlo nao sejam dos mais
revoljanles, bastarle com ludo a conseguir o reme-
djjyquc os abaixo assignados imploram, nulrindo a
Consoladora esperanza de screm removidos dos em:
pregosdo ronsul c vice-consul dous homens motores
de tantas desventuras.
He sabido, c al proverbial, que os agentes consu-
lares portuguezes em Periiambucn.so os her de iros na-
tos de quintos subditos de V. M. pereccm sem tes-
tamento, c com berdeiros ausentes; c este proverbio
se baseia no procedimonto dos mesmos agentes con-
sulares, que a--i-lindo aos sequcslros e inventarios,
nao curam dos inleresses dos que Ibes merecem pro-
loec.'io, cerram os olhos a extravos, nao se oppoem
devidamenlc a pbanlasticos processosdos qoe se fin-
gem credores dos morios, e o que anda lie mais, se
algiima cousa Ibes resta e passa ao seu poder, nao
cnlregim aos ausentes herdeiros, sendo que se al-
gum occorre por si, ou por seu procuradores, tcm
de lutar com mil embaraces, e a final ludo se conso-
m cm des pe/as !
Este modo de proceder, esta filia de zelo e esta
criminosa condescendencia dos amigos agentes, pes-
sou como.rm heranca para o actual consol Joaquim
Baplisla Moreira, e o vice-consul Miguel Jos Al-
ves, sendo esle a quem todo o mal se deveatlribnir,
romo aquelle, que sendo empregado antigo do con-
sulado, ha qoalidade de chanceller, tudo mova, e
boje he quem dirige o actual consol Joaquim Baplis-
la Moreira, que na direceo^os negocios consulares
nao be levado por seu p, ja pela soa idade, euhu-
ma experiencia, e mesmo iiicapacidadel!
Nao sao, Senhor, vagas estas assercoes; no conso-
lado cm Pcrnambuco, e lalvez cm Portugal se en-
conlrem as suas pro vas : urna relacao dos finados em
loda a provincia de Pernamhuro, com herdeiros au-
sentes, arompanbada do urna demostracao legal de
seu activo, e qual o seu destino levar evidencia o
quanlo se expoe :
Quando mesmo nao cxislissera cssas tao vigorosas
provas, nao seria diflicil acreditar que o consulado
cm Pcrnambuco nao consegue o fim de sua iustilui-
(8o, a quem nao ignorar que elle est confiado ao
actual ageule Joaquim Baptisla Moreira, c que elle
he guiado por Miguel Jos Alves, vice-consul, qoe
despeitadopornao recibir nclle a nomearao,. lodo se
estorea, como lie fama publica, cm, comprometler o
agente Moreira, que nclle se confia, nao tendo a pre-
cisa capacidade para conhecer a nfideldade de seus
consol luis !
Sendo desgraciadamente moo estado do consula-
do em Pernambuco, quanlo i arrecadacao, fiscalisa-
cao, e conta das heraneas dos portuguezes. finados
sem testamento ou herdeiros prsenles, quando pela
le eram dados a laes heraneas um'curador, que so-
bre prestar a ellas um fiador, era obrigado no termo
de 21 horas, a rccolhcr ao Ihesouro publico Jtodu o
dinhciro, joias e mais Objectos preciosos; peior se
tornou pan os herdeiros ausentes, depois que se pro-
raulgnu o decrelo n. 855 de 8 de novembro de 1851
pelo qual foi conferida aosnsenles consulares essa cu-
radora das heraneas dos finados de sua naco, e
nesla qualidade dispensados de eolrarem para o Ihe-
souro, e lerem cm segnranca o quanlo aos ausentes
perlcncc, pela falta de fianra.
O prnccdimcnlo havido na arrecadacao c adminis-
traran da heranca do primeiro portugoez fallecido
depois que foi posto cm execueo o citado decreto de
8 de novembro de 1851, nao deixa a duvidar de que
os portuguezes e seus herdeiros ausentes nao podem
mclborar rom a procidencia do mesmo decrelo, aca-
llo cm Pernambuco agente consular Joaquim Bap-
lisla Moreira, c vico ronsul Miguel Jus Alves, j
bem conbecidos pelos seus toitos, e iucapacidade de
serem corrizidos.
BITOS DA FRF.CIEZIA DE SANTO ANTONIO
DO RECIFE EM Jl NHO DE 18 51,
1 Francisca dasCImgas Aleas, branca, viuva, ida-
de 80 annos; de bydronbia, sem San menles.
AO PUBLICO.
Tendo lido nao sii a re>posla do Sr. Joo Pinlo de
l.emos Jnior ao Dr. Carlos, como urna explicaran
que d o meu prezado amigo Dr. Loula s duas carias
publicadas pelo Sr. J. P. ; apresso-me a declarar
n.lo s que na occa-iao em quo fui com elle a forta-
leza, nunca pronuncou o Sr. Joo Pinto'"palavra ne-
uh-imada qual se podesse induzir urna proposla in-
digna de um homem honesto, como que em lodo o
lempo, que estive na furtaleza, o que foram poneos
momelos, nunca esteve o Sr. Joo Pinto s com
o meu amigo e conversou semprc em minha presen-
ca. Declaro mais que quando por elle foram entre-
gues as cartas ao S. Joo Pinto, disse-lbe : Bom,
asora o que cumpre he remoller inmediatamente os
os papis a autorididc competente : e o Sr. Joo
Pinto respoudeu Pois. fara-mc este favor u e as-
sim nos despedimos. Agora cuinpre-me anda dizer,
que s fui visitar o Sr. Joao Pinlo a instancias do
meu amigo Dr. Loula, que ficou sentidissimo com o
aconicciuiento dessa prisao, c que oovi elle laxar
esse acto de precipitado o offensivo as garanta* in-
dividuaos : mudando de oCjiutto logo que leu as pe-
tas de averiguarlo.
O Sr. Joao Piulo, de quem jamis desejarei apro-
ximar-me. foi alm de ingrato, alcivoso.
Descolpem-se cssas expressocs arrancadas do mcu
corarn, c em dcsabafo a um amigo que foi ferido
por causa de um fado de que fui leslcmunba.
./oilo .Intanio Cavalranli de Albuqu erque.
Para que o publieoillustrado, sensato o imparcial,
fique sabendo o que centn reprcscr.larao feila
nesla ridade contra o cnsul de S. M. Y. ; a cxccl-
lenle e genuina redaeco, c as verdades manifeslas
que oncena essa obra prima no seH genero, aqui a
Irnnscrovemos com todas as suas usignaturas, extra-
biili do Diario itii Ooteruo itc Lisboa de 21 de
abril do rorrele anno. Das pessoas que eslao ins-
criptas, cromos que as de boa f, nao uegarao que
quanlo se diz nesse papel, nem he verdadeiro, nein
est provado, c depois do exame rousciencioso das
assignaturas, estamos cerlos que cssas incsmas pes-
soas nao poderte igualmente negar, que o exame a
que procedern os io conmerclanles, foi fciio com
loda a exactide, e escrpulo.

Senhor Os abaixo assignados, subditos purlu-
guezes, residentes em Pernamhuro, onde se acliam
Haheleciilos com casa de romncirio, respeilnsos re-
Fallcceudo emdias de dezembro de 1852 o porlu-
guez Manoel Rodrigues Costa, sem testamento, e
ncm herdeiros presentes, dirigio-se o agente consu-
lar com as justiras da trra casa do fallecido Cosa,
procedeu a aequealro do quanlo Ihe pertencia e fra
encontrado, e lomando assim.cun I a do espolio, lc>vou
comsigo, nao sendo pequea a somma em sedulas,
prata, e Iclrasde cambio, alm de outros objeclos.
Recta diligencia o ageete consular seporloo pela ma-
neira mais reprehensivel, ja pela filli deactvidadee
conhecimenlos jurdicos, eji porque censenlo,tue
o domicilio do finado fosse evadido por quem o quiz
fazer, e at varejado os lugares interiores da casa;
donde se sesuio, sania o extravio, como se diz e af-
lirm, pelo menos o agente consular consentindo nis-
to, deu occasiao a que tivesse lugar.
Nao satsfeito com abrir elle a porta ataxlravios,
elle se quiz mostrar bizarro, e .generoso com aquillo
deque nao era senhor, e assim cerrou os olhos e
mesmo ronsentio, que algunsobjcctos do espolio, que
por pequeos nao deixavam de ler valor, fossem pre-
sa do alguns que o acompanharam na diligencia !
Na possee administrarlo dessa malfadadaherancs,
montante a mais de cem contus de res em dinhciro
apurado, lelras do cambio de boas firmas e bons pre-
dios, be que o cnsul Joaquim Baplista Moreira
lem dado as mais inconcussas provas da sua inhahi-
lidade para exercer o lugar) que Ihe esl confiado,
senhoreando-sc de lodo activo, como se fosse heran-
ca sua, se "ella tivesse dominio, lbcrlou cllum es-
eravo por melado de seu valor, prelerndo as forma-
lidades de basla publica, c consentindo que sobre os
predios da heranca se abram janellas, em prejuizo
dos mesmos predios : lem pago avultadas dividas,
sem processos, e nem pelo menos justificaces, aclos
esles que s.lo cffeito do dominio, que nao teem os a-
genlcs consulares, ncm quando curadores
Alm dj quanlo. senhor, se ha dito do cnsul Joa-
quim Baplisla Moreira, ser de pubtira notoriedade
cm Pcrnambuco, tanto que faz objecto de reflexes,
quo nada alionam a sua capacidade e reputadlo, ou-
lros faelos anda se dao acerca do mesma heranca, os
quaes os abaixo assignados passam a referir.
O finado Manoel Rodrigues Costa, tinha em Por-
tugal urna nica herdeira, a sua irmaa Joanna Rita,
casada com Jos Piihciro, residentes' no lugar da
Serra, freguezia de Santa Maria de Lousada, julga-
do de villa-nova de Famalicao, a qual competente-
mente spltabililou em juizodn-scii foro, onde-obte-
ve sentenra, que a reconheceu nica e universal her-
deira de seu finado irmao Manoel" Rodrigues Cosa.
Constitu.i ella cm Pernambuco seus bastantes pro-
curadores, e cses com a lentoaca oblida em Portu-
gal, Iratando como lhes cumpria, do cfTeclivar em
Pcrnambuco, peranlc as suasjuslicas c trihunaes, a
aildicio de sua heranca,teem eiiconlradoda parte do
agente consular Joaquim Baplista Moreira, lodo o
cstorvo.a poni de negaren suas allc-.'acocsaos Iri-
biiuaes dopaiz jurisdicroa conheccrcindc lal pro-
cesso, em ordem a fazer entrega da heranca pingue,
que cm i conserva e usofrue ha mais Je anuo !
Nao se podendo negar a existencia dcsles fados,
que se nao vio documentados, he esta falla moliva-
da pelo facto de estarcm os autos no tribunal da
relsrao.-e nao se poder por isso exlrahir documentos,
niuguem baver que possa fazer Tavoravcl conecito
do asente consular, que asim pralira, nenhum her-
deiro cesuppor garanddo em suas heraneas.
Nao san os herdeiros do finado Cosa, os nicos
prejudiradis, que lem direilo de se qiicixarcm do
cnsul Joaquim Baplisla : loreira ; nao foi s nesli
heranca, que elle se tem [Mirlado de modo ponlvell
A heranca do porliisucz Jaaio Rodrigos Noves, por
alcuuha o lle.riga, barba menle assassinado no lu-
gar da Boa-Viagem, foi arrecadada pelo coanal, e
seus ("cravos tojos arrematados por menos de niela-
de do sen valor, o que to:i devido ao deslaselo do
cnsul, e mesmo ao MUhttn caso que dclle se faz
cm Pernambuco.
Fallereu oulro porluguei Francisco Jos da Silva
Araujo, en de/.c:nbr.i do auno passado, no hospital,
aonde fura levado por de mente, c arrecadando o
cnsul osen nao pequeo e polio, se mo sabe o fim
que Ihe den! Mullos outros tartos desta nalureza
se po.lcriam referir se fosse possivel.
Nao sendo pois possivel, Senhor, expOT todo o
proredimenio do agente consular em Pernambuco,
havido na nrrecadar e ai(ninistraeSo dos bens dos
l^iorlugnezes, qoe falleccm rom herdeiros ausentes,
os abaixo assignados se conlcnlams com a narrarlo
dos toitos indicados, para passarem a referir um gra-
ve acontccimcnlo que os cnchcu de conslcrnaeao,
c a todos os habitantes -de Pernambuco, que foram
delle leslemuuhas preseiiciacs.
Chegando a Pernambuco no dia 27 de dezembro
do anno prximo passado o patacho porlusncz Ar-
rogante, vindo da ilha de S. Miguel, don fundo no
I imeirao, e o seu capilo Joao dos Sanios, porlu-
gnez, filho do Algarve, veio i Ierra no mesmo dia, e
inlendeu-se com o cnsul e consignatarios, e islo
feilo, voltou para bordo.
No seguinte dia 28 do mesmo mez vagn e fui gc-
ralmenle sabido, que o referido patacho (razia a seu
bordo mais do qualroecntos colonos de ambos os se-
xos, c que elles vinham lodos no porao.mal tratados,
sendo que pan chegaram i Pernimbuco, inister fra
alijar logo do comcro da viagem mais de nem caixas,
pertencentes a esses dcsgricidos.
Esle facto moveu a compaixao de alguns portu-
guezes negociantes, e fez com qoe dirigindo-se elles
ao cnsul Ihe narrassem o acontecido (que qllc nao
ignoravaj concluiudo de sua exposicao a neccsslda-
de de providencias qucimploravam em nome da hu-
manidade, c em cumprimenlo de seu dever ; e lodo
ouvindoo agente consular Joaquim Baplista Morei-
ra, com liquidar "m sim, mas sem deliberaran, que
nao lem,nem dclli he susceptivo!, nada obrou, nada
providenciou 1
Com o correr do dia 28, mais se souhe, que no nu-
mero dos passageiros vinham muilos, ou quasi lo-
dos, sem passaportes, e alguns pas de familias, sor-
prcheuddos ni occisio em que dava vli o pata-
cho, estando elles i bordo, uns por lerem ido ao bo-
l fra de seus prenles, e oulros como vendedores
de fruclas ; e o que mais he [horrorice dizer) que al-
guns dos passageiros linbim em seu desespero, lan-
eado-se ao mar, c dous fallecido,; accommellidos da
loucara, exislindo anda um demente ; eorreram os
mesmos portuguezes ao cnsul, e com elles muilos
outros redobrarim suas suppleis, imploraran! em
nome de Vossi Migestide soccorro aquellos inteli-
zes, o i nida se moveu o cnsul obdurecido o ini-
migo capital de reflexOes !
Cuta acreditar, Senhor, mas nem por isso deixa
de ser verdide,queo cnsul Joaquim Baplista Morei-
ra, a qnem estes, e outros fictos fon in presentes, se
portassecom criminosa indiuerenca.
Cusa acreditar, que ubendo elle das violencias
occorridaa a bordo, e tomando o protesto junto sob
n. 1, ebem assim que algomas raparigas linham si-
do trazidas de bordo do patacho Arrogante, para
fins Minios.c nutras pare lupanares conbecidos; que
pelas ras de Pernambuco vagiva ama demenle, es-
lado a que i reduzio i crueldade do capltSo do pa-
lacho, consentindo al que durante a viagem Ihe
fosse alada ao pescoro ama corda para diverlimento
dos mais passageiros ; nao provideneiasse acerca de
seu desgracado estado, sendo.levada ao hospital aonT
de cxisle, por um portuguez compadecido, nao fi-
zesse responsabilisar o capito, causador de tantos
males 1 Ningnem se persuadir que o cnsul sa-
bendo, o que nao podo entrar em duvida,' que a
bordo do patacho Arrogante se diriga qaem tinha
a quantia de 769800 rs. e de l tirara urna Portu-
guez!, como consta do documento que se ouerece
sob n. 2, para seus fins, niuguem acreditar, repeti-
mos, a tal aviltamenlo dos de sos naco se prestasee
o cnsul. Os faelos expendidos foram pblicos, del-
les lem conhecimento nacime e estrangeiros resi-
dentes em Pernambuco ; e sobremaneira o prova o
seu silencio, quando publicamente increpado.
Com tantas indiuerenca se portou o agente Joa-
quim Baplista Moreira, com lano empenbo se mos-
lrou na presenca de tantas desgracias para salvar o
capito do Arrogante, case homem, para nao dizer
mitra coosa, (3o criminoso i face das leis divinas e
humanas, que mandou prendero passageiro Sebas-
tao Botelho de Sampaio Amida, qiie primeiro ap-
pireceu no consulado fazendo a sua manifestarlo
do qoanto na viagem occorrera, ameacaudo-o com
torturas se prop ilass.', e assignasie qualquer docu-
mento a respeilo, e anda mais fez o cnsul, elle
proprio foi a bordo do patacho, e deu pressa a que
se fizesse de vela !
Os abaixo augnados querain e deviam, como Ibes
cumpria, levar imiisiducumcnta los os faelos, que af-
lirmam e impulam a cnsul e vice-consul, mas co-
mo f.izc-lo se esles se erapcnhim com aquellos que
doviam passar laes documentos, c elle mesmo cn-
sul se recusou a prestar um dellcs,como prova o du-
cumenlo sob n. 3'!
Ninguem ha em Pernambuco, Sonhor, dos subdi-
tos de V. Mageslade, que lenha confiartca, nem mes-
mo possa esperar do cnsul Joaquim Baplisla Mo-
reira, e vice-consul Miguel Jos Alves, o desempe-
nho das fuuccOes que Ibes estao confiadas: seus" pre-
cedeules ; seus aclos desregrados em lodas as poca?
pralicados, e principalmente o acontecido com a
ebegada do patacho Arrgame a Pernambuco, fa-
zem perder a todos os portuguezes a esperanca de
cguraiica e proleccao Alem disto:
Nao se satisfazendo o cnsul Joaquim Baplisla
Moreira com o pingue rdito d consulado, a sua
ambicao o levou a constiluir-se advogado, e pela
circular que se ouerece sob n. 4, fazer isso publico.
Esle procedimento, reprovado pelo regnlamenlo dos
consolados portuguezes de 26 de novembro de 1851,
o fez associar a om circulo nao fuvoravel aos inle-
resses dos portuguezes, a quem o cnsul deve pro-
leccao ; e be por isso que elle so inlrometle nos ne-
gocios do paiz aonde assisle, negocios a que devia
ser i midieren le por sua dignidade e honra da nardo.
A lodo quinto se ha expendido se pode juntar.
que o cnsul Joaquim Baplisla Moreira contralle
empenhos, que, ou nao satisfaz oo cnsla, donde Ihc
nao provm o crdito correspondente soa posicao.
Nlo lem noces do justo, nao rom prebende a sua
missao, todo o seu alvo estem vantagens, que pro-
cura lirar do consulado para fazer a sua subsisten-
cia, que de outro modo Ihc era diflicil, seoAo im-
possivel consesuir por destituido de capacidade.
Os subditos portuguezes em Pcrnambnco, oppri-
midos, submissa c rcspeilosamenlc abrigados so di-
reilo do policio, recorrem i vossa mageslade, im-
plorando por sua alia munificencia se digne dar as
sabias providencia-, que ponham termo aos desva-
rios desregrados do cnsul Joaquim Baplisla Mo-
reira, e vice-consul e chanceller Miguel Jos Al-
ves. ,
Os supplicantes, Senhor, (cm loda a esperanca
em que V. II., ouvir seus lirados, e por isso, rcs-
peilosamenlc, podem a V. M. deferimenlo. E
R. M.
Pernambuco 8 de Janeiro de 1851.
Jo3o lavares Cordeirn, cominerci.iiile.
Francisco Jos de Magilh.lcs Bastos, negociante.
Joaquim Marlins Moreira, negociante.
Vicente Ferreira Similo Sampaio Lcilc.
Jos Moreira Lopes, negociante matriculado.
Antonio Jos de Faria M ichado. negociante.
Antonio Magalhaes da Silva, ncgocranle.
Jos Azevedo de Andradc. negociante.
Manuel Pereira de Carvalbo, negociante.
Aeoslinho Vicira Cocido, cum casa de negocio.
Joaquim Correa de Rezende Uonn, commercianle.
Ignacio Luiz-dc Brilo 'I aborda, proprielario.
Bcrnardino Comes de Carvalbo. coinmerciaiile.
Salusliano Augusto rmenla de Souza Peres, pro-
prielario.
Antonio Anluocs Lobo.
Joao Fernn les Blplisll.
Manuel Jos de Oliveira.
Miguel da Silva Morar tjuerra.
Manoel Joaquim ('. >sio.
Jos Alves de Monas.
Clemente da Silva Lima.
Joaquim Anlonio'Riposo.
Antonio do Reg Medeiros.
Jordn Jos de Oliveira.
Cuslodio da Silva Lima.
Domingos Rodrigues de Carvalbo.
Joao Simoes Pntenla Chaves.
Jus Fraucisco Marlins Cabial.
Germano Antonio de Souza Martn-.
Manoel Fcrreira de Sa.
Augusto Frederieu dos S. Porto.
Adolpbo do Espirito Sauto.
Manoel Antonio Flores.
Joan r"raucisco de Souza.
Joaquim Jos da Cunh.i Osario.
Joso Maria Machado.
Antonio Fernandos Duarlc.
Jola Baplista Gonealvcs.
Chrislovad Fcrreira Campos,
francisco Custodio do Sacipaio.
Jos Joaquim Pereira Campos.
Jos Fortunato dos Sanios Porto.
Jos Vrenle do Lima.
Manoel Jo de Araujo.
Joao Claudino Hilarle.
Francisco Jos Pinto de Oliveira.
Manoel Rodrigues da Rocha.
Joo Jacinto Fernandos Chaves.
Manoel lavares Cordeiro.
Joaquim Piulo Lapa.
Antonio Jos remandes de Carvalbo,
Manuel da Silva Puntos.
Dauiel Jos Pereira Lima.
Antonio Lopes Pereira de Mello.
Manoel Augusto CandidoTcreira.
Jernnxino Pinlo de Souza.
l.uiz Jos Pinto da Costa.
Agostinho Fcrreira Souza (uintares.
Joao Maria Ferreira.
Joao Jus Feriiaudes de Carvalho,
Antonio Jos Brum da Mlveira.
Jos Maria Ribeirn.
Manuel Alves Cardozo.
Manoel Maja da Silva.
Joao Correii de Carvalho,
Manoel da Cnsla Mamonea da Silva.
tiaspar Pereira di Silva.
Joaquim Jos de AOonscca.
l.uiz Jos Moreira Pinito.
Antonio Baplista Duarte.
Joao Corris da Silva.
Jos Ribeiro Punios.
Manoel Goncalvesda Silva B'rros.
Joaquim Francisco da Silva Jnior.
Miguel Jos da Costa Mein.
Manoel Joaquim de Oliveira.
Francisco Ribciro Pinlo Guimanes.
Manoel Joaquim Pereira Alhayde.
Narciso Ferreira do Valle.
Jos Antonio dos Santos Peres.
CactanoSimcs de AI meida.
Francisco Jos Resallo Braga.
J. Marque Airosa.
Miximo Jo* d0 Andrade.
Narciso JoscNello.
JnsMarii I i "i i cahes.
Manuel Barbosa Ribeiro.
Sebasliao Jos de Oliveiri.
Mmoel Jus de Acunar.
Joo Perein di Silva.
Princisco Perein de Mcdeitus.
Jicino de Almeida.
Manuel Max a de Jess.
.lulo Simao'de Almeida.
I.uiz de Medeiros de Aranrim.
JoaoGoncilves Pereira.
Jos Goncalves de Brilo.
Antonio l'erreira da Silva.
Manoel Jos Amorim.
Joao Gomes Jinlim.
Malinas Gomes remandes.
Princisco Correii Soares.
Manoel Ferreira dos Santos Portugal.
Jos remandes Ribeiro.
Joaquim Soares da Rocha.
I.uiz Correia Duarte.
Antonio Alberto de Souza Azular.
Bernardo Rodrigues Grimoso e Costa.
Joo Antonio do Reg.
Jos Frincisro da Silva.
Joaquim P. Pitia.
Caelano Alfonso Tcixcira.
Manoel Moreira Campos.
Jos Marlins Dias.
Antonio Joc Coimbra Guimaraes.
Antonio Jos Carneiro Gumares.
Antonio Pedro Rodrisues.
Antonio Jos Barros Veiga.
Bcrnardino de Sousa Pinto.
Mai t'iibn Lopes dos Res
Jos ds Silva Ferreira Jnior.
Antonio Jos Mendes.
Miguel Goncalves de Brilo.
Joaquim Alfonso dos Res.
Claudio Ayres de Souza.
Antonio Uamausor.
Jos de Souza Barrciros.
Antonio de Souza Cunh.i.
Joaquim de SouZc Silva Cunda.
Antonio Alves Piedle.
Manoel Jos de Miranda.
Antonio di Silva Bragi.
Minoel Michado e Silva.
l.uiz Antonio Borges e Souza.
Antonio Jos Correia.
Jooquim Jos de Figueiredo.
Luiz Jos de Oliveira. ,
Antonio de Souza Marlins.
Jos Domingucs de Sonsa.
Antonio Domingues de Souza. *
Salusliano da Silva Porto.
Jos Matheus Ferreira.
Joaquim Vieira di Silva e Si Jnior.
Bernardo Pereira do Valle.
Joaquim Luiz Vieira.
Domneos Tcxeira Basto.
Goncilo de Carvalho Porgas.
Jos Ribeiro Basto.
Joaquim da Silva Santos.
Antonio da C. Ferreira Estrella.
Manoel Jos de Almeida Nones.
Manoel Antonio da Silva Ribeiro.
Jos Nctto da Silva Dias.
Jos Gomes Vieira.
Joan .\nluuio Sinies.
Jos Boavenlura Moreira.
Antonio Caelano da Molla.
Por Joaquim Jos de Moura, Jos Boavenlura Mo-
reira.
Jos Joaquim de Castro Monra.
Avelino Candido Pereira da Fouseca.
Diogo Tcxeira Camello.
Jos Joaquim Dias Ferreira.
Antonio Manuel Basto.
Placido Jos do Reg Araujo.
Manoel da (".osla Ventura.
Antonio Luiz Vicira.
Jos de !'ieilas Ribeiro.
Paulo Jos de Araujo.
Antonio Gomes da Cunlia e Silva. '
Benlo do F'rcilas Guimircs.
Mmoel l-'i ancisco da Silva Bordallo Juiiior.
Jos Correa de Oliveira.
Cuslodio da Costa Guimaraes.
.Manuel Autonio Monleiro dos Santos.
Jos Antonio Bernardino.
Manoel Francisco Moraes.
Antonio Maria de Magalhaes.
Antonio Leile Bastos.
Joao Antonio Marlins Braga.
Manoel da Sjlva gueda.
Joaquim Moreira do B. Neves.
T11 o maz Ferreira da Cunlia.
Manoel Benlo Silvestre.
Joao Baptisla da Silva.
Joao Jacintho Rapozo.
Jos Antonio da Costa Meire.
Domingos Jos de Frcilas.
Manoel Jos do Nascimenlo Silva.
Bernardiuo Francisco Juoqueira.
Joao Pereira Mnutinho
Jos Bernardo Goncalves Vieira. v
Mmoel Rodrigues Ribeiro da Cruz.
Thom Francisco da Costa.
Manoel Joaquim Correa.
Joao Jos do Cuuha Lages.
Jos Maria Nugucira.
Jos Dias da Cuuha.
Jacintho do Reg Meirclles.
Joao V.dente da Cruz.
Jos Manoel da Silva.
Joao Pires Soares.
Por Joao Marques deOiivoira, Jos Joaquim Pereira
Campos.
Jos Joaquim Pires Soares.
Alberto Jacintho de Souza. -
Domingos Jos Vieira Braga.
Joan Xavier da Maia.
Antonio dos Santos Vieira.
Antonio da Silva Guerra.
.Miguel Antonio di Cuuha.
Jos Benlo Gil Carmina.
Manoel Joaquim Alves Pilomba.
Ginlberme Augusto de Azevedo.
Thomaz Pereira de Millos Estima.
Jos Marlins Ferreira Couliubu.
Jos Pinto Ribeiro.
Antonio de Azevedo Ramos.
Manoel Joaquim Moreira.
Francisco Jos Ferreira Veiga.
Manoel Jos Pereira Goncalves.
Fraucisco Moreira Maia Firmes.
Jeronymo Pereira Campos.
Pedro Claudino Duarte.
J oso Faustino de I.cmos. u _
Joaquim Ramos da Silva;
Jus Joaquim Goncalves da Silva;
Antonio Jos Barros Braga.
Manoel Pinlo de Oliveira.
Francisco Rodrisodos Sanlus.
Joaquim Lucio Rodrigues.
Manuel Jorge da Silva Jnior.
Manuel Cardozo de Souza.
Antonio Joaquim de Moraes.
Antonio de Almeida Brindan e Souza.
Luiz Antonio da Silva Guimaraes.
Joaquim Baptisla di Silva. '
Manuel Cabial de Medeiros.
Joo Moreira da Silva.
Francisca Jos Aspra.
.lose Joaquim de Abren Cerdoso Jnior.
Joaquim Francisco de Acevedo Lima.
A rom de Jos Vicira da Silva, Roroao Joso da
Silva.
Jos de Billancourl Amarante.
Jos Maria Goncalves Vieira Guimaiaes.
Franrisro Jos Goncalves da Silva. '
.loiquim Ribeiro de Mcirellrs.
Manoel Joaquim Goncalves.
Antonio Allonso Novaos.
Dominaos Pereira da Silva.
Joao Pereira Goncalves.
Joao Jos da Luz Ferreira.
Joao da Silva Augusto.
Autonio Francisco de Mcdeitus.
Joao Goncalves Villaverdc.
Bcrnardino Jos da Costa.
Antonio Jos Pereira Bastos.
Antonio Jos Garca.
Jos Francisco te Faria.
Jos di Silv Garra.
Francisco Jos da Fonscca.
.loaquim de Caslro,__
JoseJoaquim da frlva Guimaraes.
Dominaos Jos-Martins.
Antonio Lopes da Rosa.
Antonio Pereira Velloso.
Manoel Jos Alves.
Manoel Jos da Rusa.
Antonio Manuel de Souza.
Julio Ribciro da Silva.
Francisco de Souza Rcbcllo.
Franciaro Bernardo de Oliveira.
Jos Maria.
Franjeases Jos Vicira Machado.
Joao Marques Fernandos.
Manoel Rodrigues de Albuqucrque.
Marrellino Marques,
rternnrdiun da Coat Ferreira,
'

J-



V
1

-
A


*
,.
Antonio aSilva Lyo.
Luiz Joio Vffonso.
Joao da Silva Velloso.
Maiiul Jos Moreira.
Manoel Luiz deAbreu (pharmuceulico).
Antonio Jos Pereira Sampaio. ,
I.uiz Jas da Rocha.
Luiz lloreira da Silva.
Jos Antonio da Silva.
Antonio Fernandes de Azevedo.
Victorino de souza Piulo.
Jos Antonio Ferreira.
Jos il.i Costa Araujo.
Domingos Bernardmo da Cunda.
Domingos .los da Silva.
Domingos Pereira.
Malliias ('nuiles.
Bernardo Joaquim (lomes.
Manoel Joaquim Marlins Comee.
Joao Jos Lopes da Silva.
Joa Mara Jorge de Azevedo.
Jos Pires Teiieira de Carvalho.
Victorino Ferreira de Souza.
Joo de Almeida Arruda.
Antonio de Almeida Arruda.
Jos Manoel Leonardo.
Joio Rodrigues Branca.
Joaquim Ferreira Hamos Jnior.
Francisco da Cusa Amaral.
Antonio Jos Arantes.
at Dia Caslello.
-A rogo, Anlonio Jote Hachado.
Miguel Jos da Costa.
Jos Feliciano da Silva.
Miguel Jos Rodrigues da Costa.
Joto Machado Brandao.
Jos Francisco Rodrigues du Costa.
Antonio Alves Vil lela.
Joao Caetano de Magalhaes.
Constantino Jos G alambaEspartero.
Antonio Gomes do Sobral.
Francisco Caetano de Souza.
Tlieotonio de Oliveira Neves.
Ignacio Jos Soares.
Domingos Jos F'erreira.
Miguel dos Santos Almeida.
Antonio Jote de Souza.
Manoel Jos Pereira.
Anlonio de Souza Barroso.
Lourenco Marlins das Neves.
Luiz Francisco da Silva.
Jos Vleira.
Ambrozto Henriquet.
Joao Machado Soares. ~^a
Aulonio Joaquim de AnJrade.
Antonio Ferreira Coelho.
Anlonio Pinto Cardoso.
Jos Antonio Raposo.
Jos Eslevao Borges.
Manoel Jos da Silva Mello Braga.
A rogo de Jos Anlonio de Mallos, Mauoel Jos da
Cosa Reg.
Jos Mara Jorge.
Antonio Rodrigues Pinto.
Joaquim Coelho de Almeida.
Miguel da Silva Paula.
Antonio Ferreira Braga.
Pedro Jos da Costa.
Manoel Jos Correa Braga.
Zeferino Domingue Moreira.
Antonio Rodrigues-Costa Campos.
Uomingoa Correa de Kezcu.de Reg.
Joo Goncalves Casanova.
Jos Antonio FerrSo de Figueiredu.
Joaquim Jos d Costa l'inheiro.
Antonio da Silva Maia.
Anlonio da Silva Ramos.
Jacinto Jos de Sampaio.
Joao Ignacio de Arruda*.
domingos Ferreira Lima.
Antonio Jos Pereira.
Jos Ignacio Arruda.
Mauoel Jos de Mallos.
Bernardin Jos da Silva.
Por Joio Pinto de Araujo, Anlonio Ferreira Braga.
J. Joaquim Gomes Duarle.
Anlonio Jos da Rocha.
Manoel Caetano Borges Silva.. '
M.moel de Souza S. -
Fortunato Jos Marques.
Anlonio Pinto de Azevedo.
Joaqoim Duarte Pinto eSilva.,
Miguel Marques Nogueira.
Manoel Joaquim da Silva Figueiredo.
Joao Goncalves Moreira.
Jos Joaquim Ferreira.
Jos Pereira da Silva.
Antonio de Cont Vieira.
Manoel Justino Floriano de Araujo.
A rogo de Antonio dos Sanios Freitas, Manoel Jus-
tino F. de Araujo.
loaqnim Jacinlu.l
lanoel de Souza Tavares.
I-.'cisco Jos|Ferreira Baiioi.
Anlonio de Azevedo Canario.
Domingos Itiboiro da Cunha Ullveiri.
Antonio Tavares Ferreira.
Luiz Jos Ferreira.
Jos Xavier Coelho. -
Antonio Domingos Alves Maia.
Joaquim Ferreira Silva Salles.
Antonio Jos Moreira.
DominnoB Clemente Guinarae*.
Manoel le Azevedo Canario.
Antonio Ferreira de Lima.
Joo Ignacio de Figueiredo Triota Jnior.
Manoel Antouio da Conceicjto Malla.
Manoel Jos Marques de Abreu.
Joao Jacinto do Medeiros Rezende.
Jos Pestaa da Silva.
Aulooio Jos Ferreira Vilella.
Iranoisco de Oliveira Franco.
Manoel Jacinto de Souza.
Jos Coelho da Rocha.
Bernardin Correa de Rezende Reg.
Antonio de Rezende Reg.
David Ferreira Bailar.
Antonio Henriques Rodrigues.
Edgardo Ferreira Bailar.
Manoel Joaquim Ferreira da Silva Braga.
Domingo* de Oliveira Pinlo.
Joao Jos de Lima.
Antonio Francisco Lisboa.
Francisco Jos Pacheco de Oliveira.
Autonio Joaquim de Campos.
Jos Alfonso Moreira.)
Firmino Cesar do-Almeida.
Bernardina Aii2iisli> JJupral.
Ernesto Adolpno Vidal. .
Bernardo Augusto de Abren.
Antonio Eslevao de Figueiredo.
Jun Anlonio l'inheiro.
Jos Pedro de Alcntara Lopes.
Bernardin Jos da Silva Braga.
Jos da Almeida Feliz.
Francisco Marlins de Agoiar e Silva.
Manoel [leroandes de Macado.
Custodio Luiz de Freitas.
M. Ferreira da Silva Tnrrozo.
Joaquim Lopes Ferreira.
Joao Paes de Oliveira.
Manoel da Silva Amorim.
Luiz Augusto Fernandas Vieira.
Andr Manoel d'Arruda.
Joo Duarte das Neves.
Francisco Anlonio de Abrcu.
Jos Mendes de Araujo.
Jos da Silva Loxo.
Jos Pinto F'erreira.
Manoel Marlins da Silva:
Antonio Fernandas de Castro.
Domingos Soares de Almeida e Alviui. *
Joaquim Gomes de Oliveira Lima.
Manoel Luiz dos Res. ,
Antonio de Albuquerque Mello.
Joo Chrisoslomo da Silva.
Francisco Antonio Corra Cardoso.
Mauoel Goncalves de Oliveira.
Fortunato Ferreira da Silva.
Anlonio Rodrigues Fernandes Vieira.
Thomaz Soares Brinco.
Auloniode Oliveira e Cosa.
Manon! dos Res Quareama.
Ka.mundo da Sha Gomes.
Mi noel do Souza Paes. x>.
Antonio Lopes Braga.
Jos Jorge Piulo.
Joaqoim Jos de Faria Machado.
Ricardo F'erreira da Silva.
Manoel Jos Dantas.
Francisco Marlins de Amorim.
Manoel Teiieira de Andrade.
Antonio Ferreira de Azevedo.
Joao Pereira da Silva.
Andr Barbozd Soarcss -
Augusto Duarte do Moura.
Anlonio Francisco Correa Cardoso.
Guilherme Luiz de Almeida.
Manoel Jos de Brilo Barreiros.
Joo Correa Carneiro.
Manoel Joaquim da Cunha.
Jos Joaquim da Cunha.
Joaquim Domingos da Cunha.
Antonio Joaquim Pacheco Bastos.
Jos Duarle Coolinho.
Joo Fernandes de Castro.
Antonio Fernandes da Gama.
Anlonio Furlado Quieto.
Antonio FortunatosdeAssit. x
ose Manoel de Araujo.
oao Baptisla Rodrigues.
Anlonio Luiz Correa.
Manoel da Silva Costa.
Domneos Gomes da Silva.
Antonio Jos Pereira.
Anlonio Marlins de Carneiro Azevedo.
Jos Gomes Fonseca.
Jos F'erreira Leite.
Jos Gomes da Silva Saraiva.
Joaquim Antonio Pedro.
Ignacio Nuncs de Oliveira.
Manoel Joaquim de Abreu.
Jos Francisco da Silva.
Anlonio Marlins Goncalves.
Jos Dearruda. ,. '
, Joso Alves de Oliveira.
Manoel Correa da Costa.
Joaquim Adelo AtTonao.
Jacintho Pavao de Medeiros.
Jet Luiz Coelho.
A rogo do Sr. Joao de Coulo Soares, Antonio For-
tanalo. Quieto.
A rogo do Sr. Joao de Dos, Joaqoim de S Lopes.
Jos Antonio da Silva.
Domingos Antonio da Silva rWiris.
Domingos ]&. ,|r (arvalho.
A rogo do Sr. JoAo Alves de Monra, Anlonio For-
tunato Quieto.
Urbano Jos de Souza.
F'rancisco do I.mmenlo Gomes.
Jos de Oliveira Paraohos.
Jos Joaquim Pereira.
Joo Francisco Amado.
A rogo do Sr. Manoel da Silva, Domingos Jos
Marlins.
Antonio Jos de Freitas.
Miguel Marques de I.eruos.
Jos Prancisco Collares.
Bernardina Nuncs da Conceico.
Antonio Marques de I,eros.
Jos de Almeida Ferreira.
A rogo do Sr. Manoel Das Jnior, Jos de Almei-
da Ferreira.
Jos Jacintho Barbosa.
Alvaro Jos Teiieira.
Jacinlho de Sonza Travassos."
A rogo de Francisco Antonio do Coulo. Joao Mar-
ques Fernandes. t
Joo Cardoso Ka helio.
Manoel Goncalves Moraes.
Anlonio Julio de Miranda Oliveira.
Anlonio Joaquim de Oliveira.
A rogo de Manoel Domingos dos Santos, Joo Ma-
chado Brandao.
Jos Manoel F'erreira Ribeiro.
Manoel Ferreira Fialho.
Anlonio Pavao de Oliveira Jnior.
A rogo do Sr. Antonio Maia, Jos Mamede F'errei-
ra Kibeiro.
Manoel Ferreira de Araujo Castro.
Francisco de Mello Braga.
Joo Jacinto de Souza Valles.
Antouio Constantino Pereira Deigues.
Antonio dos Santos e Silva.
A rogo do Sr. Anlonio Jacinlho Botelho, Antonio
Constantino Pereiro Deigues
Jacintho Bento.
Joaquim Jos F'erreira Guimares.
Antonio Francisco dos Santos.
Jos Leiles de Azevedo Henil."
Anlonio Avelno Leile Braga.
Antonio Joaquim Ferreira.
Malillas Antonio de Miranda.
Jos Eusebio da Costa DurSo.
Joaquim Coelho de Mello.
Luiz Goncalves de Souza.
Joaquim Anlonio da Silveira.
Jos Francisco Caznllo.
Victorino Jos Ignacio da Cosa.
Manoel Ferreira da Silva.
Cusiodio de Sa Barbosa.
Antonio Francisco dos Santas.
Vicente Monleiio Borges.
Dioclcciaiio Fonlc Botelho. .
Joao Piolo da Costa Lima.
Antonio Joaquim Martina.
Francisco Jos GoncalvesSequeira.
Jos Antonio da Costa Si.
B. Maia da Silva.
Jos Jacintho Pavao.
Manoel Rodrigues Mendes.
Firmo Candido da Silva Jnior.
Antonio Joaquim de Almeida Cruz.
Antonio Domingos Pinlo.
Albino Jos Goncalves.
Victorino Marlins Fernandes.
Joao Fernandes Prenle Vianna.
Manoel Jos Soares Guimares.
Manoel Coelho Guimares.
Manoel Jos da Cunha Faria.
Manoel da Silva Marques.
Francisco da Cosa Maruja C.
Sebastiao Botelho de Sampaio Arruda, passageiro
a bordo do patacho Arrogante.
Jos de Almeida Nune- Lima,
Jos Goncalves Villa-verde.
JoJo Pereira Cardoso Guimares.
Manoel Jos Alexaudre Ferreira..
Joso Teiieira Leite.
Francisco Pereira da Costa.
Albino Jos Ferreira da Cunha.
Joaquim Mailins Dias dos Sanios.
Acurcio Jos de Medeiros. .
Pedro de Almeida Guimares.
Antonio "Joaquina Teiieira Basto.
Joto Sabino da Silva.
Custodio Pinlo Ribeiro.
Antonio Goncalves da Silva.
Jos Luiz Alfonso Marques. ,
Jos Joaquim dos Santos.
Jos do Nascimento Lopes.
Manoel Jos de Souza.
Anlonio da Silva Rocha.
Francisco ta Siva Fonceca.
Joaquim Jos de Faria Machado Juuior.
Anlonio Jos dos Res.
Carlos Moreira Marlins da F'onceca.
Antonio Goncalves de Oliveira.
Manoel Goncalves Ribeiro.
Francisco Pereira da Silva.
Jos Ferreira da Silva.
Joo Manoel Rezende.
Jos Joaquim de Lima.
Jos Ribeiro da Gosta.
Francisco Lr.iz da Costa.
Joao Antonio de Mallos Abreu.
Fortnalo Correa de Mcnezes. -.
Anlonio Joaquim Pauase-i. ^
'" inuin Jos .Rodrigues da Cos(
tosa Joaquim Goncalves.
lanoel do Reg Soares.
Joaquim Goncalves Salgado.
Jos Bernardin Alves.
Joao Lopes Ribeiro. ,, ,
Jos Joaquim Pereira de Mendonca.
Jos Joaquim Pinto Mendonca.
Joaquim Ferreira de S,
Francisco Goncalves Braga.
uve lo Joaquim Gomes.
Manoel Ribeiro de Carvalho.
Antonio Bernirdo Soares Guimares.
Manoel Joaquim Barbn.
Joaquim Mendes Ferreira.
Antonio Jos Ennes Braga.
Julio da Costa Ribeiro." ^
Jos Dias Ja Silva Guimares. ^V
Anlonio Monleiro Pereira.
Joaqnim Dias da Silva Guimares.
Jos Jeronymo da Silva.
Jos Moreira de Souza.
Jos Francisco Gomes dos Sanios.
Joaquim de Araujo Pinto.
Joaqoim Correa de Rezende Reg.
Bernardo Jos da Costa Valente.'
Manoel Ferreira da Silva Vianna.
A rogo de Anlonio Dias Marlios Moreira, Jos Ro-
drigues Salazar.
Antonio Rodrigo de Gouva.
Manoel Pereira Marques.
Francisco Tavares Correa.
Francisco Tavares Ledo.
Miguel dos Anjos Machado.
Jos Carneiro da Silva.
Manoel de Mello Pires.
Anlonio de S Maia.
Manoel Pereira de Carvalho.
Manoel Ignacio Ferreira.
Mancel Fernandes Mascarendas.
Francisco Antonio.
Manoel de Azevedo Almeida.
Manoel Gaspar da Silva.
Antonio Jos Borges.
Manosl Jos da Silva.
Antonio do Reg Soares.
Fraucisco Soares Cordeiro.
Leonardo Jos Velloso Braga.
Antonio Moreira Res.
Luiz Ferreira da Cosa.
Bento Jos Rodrigues.
Jos Bernardo Alves de Almeida.
Manoel Dias Fernandes.
Francisco Antonio Marlins.
Jos Mara S. da Molla.
Jos Joaquim Brandao.
joaquim Jos de Azevedo.
Manoel Jos Alves Pinheiro.
I. dos Santos e Silva.
Domingos An'.nnes Ferreira Tasso.
Joaquim Ferreira Valenle.
Autonio Marlins Duarle.
Francisco Jos Gomes J unior.
Jos Anlonio dos Santos Fonles.
Domingos Jos Aflonso Alves.
Jo-e A ulonio da Silva Maia.
Joaquim Paz Pereira da Silva.
Domingos Lzaro de Barros.
Manoel Soares Cardoso.
Jos Antonio Pinto.
Joaquim Vieira Coelho.
Francisco Ignacio Tinoco de Souza.
Antonio Luiz de Barros.
Anlonio Joaquim Moreira Sampaio.
Jos Francisco Dias.
Jos Domingos da Cosa e Silva.
A rogo de Antonio Joaquim Pereira, Jos Domin-
gos da Costa e Silva.
Joaquim Fernandes da Silva Campos.
Carlos Eslevao Pinheiro.
A rogo de Joaquim Pacheco da Silva, Mauoel Mo-
reira da Rosa.
Jos Maria da Silva Machado.
Joio Brotado Soares Guimares.
Joaquim Jos de Oliveira.
Bernardin Ferreira Lessa.
Bernardin Jos Leilao.
Anlonio Rodrigues Arca.
Manoel Jos Marlins Viuda.
Jos Ribeiro de Faria.
Antonio Joaquim F'erreira Marlins.
I.ourenco Anlonio da Silva.
Fraucisco Fernandes de Marcea.
Jos Ferreira dos Santos.
Manoel Francisco Maia.
Duarle Ferreira da Cosa.
Jos de s.i Lopes Fernandes
Jos Joaquim Pinlo Marlins.
Anlonio Azevedo Eiras.
Manoel Nogueira dos Sanios.
Joao Vicente Ventura.
Jos Joaquim Ribeiro.
Anlonio Rodrigues da Costa.
Anlonio Augusto dos Sanios Porto.
Jos Joaquim Barbosa Amorim.
Francisco Jos Guimares.
Antonio PeYeira da Rocha Bastos.
Jos Domingos Mendes.
Antonio Joaquim Pereira da Silva.
Joaqnim Antonio Pereira.
Jus Ferreira da Silva Magalhaes.
Manoel Joaquim Pereira.
Jos Caetano da Carvalho.
I Joao Antonio Vieira.
Jos Dias da Silva Cacical.
Joaquim Lopes da Cruz.
Jos Antouio Braga.
Jos Antonio Silva Araujo.
Bernardin Coelho Teiieira Soares.
Manoel Jos da Cunda.
Jos Joaquim Teiieira.
Joaquim da Silva Costa.
Ignacio Marlins Eiras.
Luiz Cabral de Medeiros.
Manoel Ribeiro Fernandes.
Jos Anlonio da Silva Guimares.
Jos de Oliveira Ramos e Silva.
Joo da Cosa Mcalo. *
Joao Marlins da Cosa.
Jos Fernandes Agras.
Joaquim da Costa Pinto.
Silvestre Jos Ferreira.
Francisco Jos Leite. *
Antonio Jos da Costa.
Anlonio Pereira Mendes.
Manoel da Silva Moreira.
Albino Francisco Dias.
Joaquim Dias da Silva Lemos.
Fraucisco Jos Rodrigues ilutellto.
Joo de Souza Ramos.
Manoel Jos de Souza. *
BoavcnluraA. de Andrade.
Joaquim Duarle Campos.
Anlonio Duarte Campos.
Anlonio Nuncs de Almeida.
Joao Casemiro da Silva Machado.
Jos Goncalves Oliveira Maia.
Antonio da Silva Maia.
Manoel Azevedo de Andrade. *
Anlonio de Souza Reg.
Jos Baptisla Braga.
Antonio Dias de Freitas Guimares.
Custodio Moulinho da Silva.
Manoel Fernandes da Silva.
Anlonio Joaquim Fernandes da Silva.
F'rancisco Jos Carneiro.
Joo Aleandre Vieira.
Albino Jos Leile.
Antonio Jos Ribeiro da Silva Guimares.
Narciso Ferreira Vciga.
Jos da Silva Pinto.
Anlonio Pereira de Miranda.
Manoel Anlonio dos Santos Fontes.
Bernardo Francisco Fontes.
Jos Manoel de S. Vellaca.
Manoel de Oliveira Costa Maia.
Joao Antonio da Silva Pinto.
Manoel Francisco Alves.
Manoel Vieira Franja.
Ignacio Jos Cabral.
Antonio Caetano Martin- Marques.
Jos Maria Regallo Braga.
Francisco Jos Coelho.
Jos Ramalho de Souza.
Joaquim de Almeida e Albuquerque.
Antonio Domingues F'erreira.
Antonio Bernardo de Araujo.
JoSo Jos de Souza.
Marcelino Jos Anlunes.
Paulo Jos Gomes.
Raphael Antonio da Silva Guimares.
Francisco Fernandes Thomaz.
Manbel de Almeida Lopes.
Miguel Jos Barbosa Guimares.
Antonio Ferreira Leal.
Joaquim de Magalhaes Bastos.
Joaquim de Souza Maia.
Joo Jos Gomes Pinheiro.
Jos Joaquim da Costa Maciel.
Jos Joaquim Coelho Brandao.
Joao Jos Mendes da Silva.
Jos Antonio Fernandos Fradique.
Jos Peres de Carvalho.
Manoel Jos Leile.
Antonio Correa Vasconrellos. .
Miguel Mara d'Assumpco Lopes.
Joao Moreira Lopes.
Anlonio Jos Lopes.
Joaquim Jos de Arruda.
Manoel Jos Ferreira.
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello.
Antonio Pereira Bispo.
Domingos Jos Ferreira Guimares.
Christovao Jos de Abreu Guimares.
Anlonio de Souza Teiieira.
Jos Autonio de Freitas.
Albino Jos da Silva.
Anlontu Jos de Azevedo.
Luiz Joaquim Ferreira.
Domingos Jos da Costa.
Joaquim Francisco da Silva Azevedo.
Joaquim Ferreira de Araujo Guimares.
Jos de Azevedo Maia.
Joao Antonio de Araujo.
Antonio Jos Barbosa Vianna.
Diogo Pereira de Souza.
Joaquim Rodrigues Pinlo.
Vicloriuo Jos Monteiro.
Francisco Ferreira da Rocha Leal.
Francisco Alves Monleiro.
Jos Alves Monleiro.
Francisco Jos Pereira Borges.
Narciso Jos da Silva.
Anlonio Jos da Silva.
Joao Lopes de Oliveira. ,
Manoel Fraucisco da Silva Axevedo.
. Keroardino lpcs de Oliveira.
Joao Augusto de Carvalho Marinho.
Anlonio Augusto de Carvalho Marinho.
Joaquim Francisco dos Santos.
Ifenrique de Oliveira Soares.
Luiz Antonio de Souza Ribeiro.
Luiz Goncalves Maia.
Antonio Goncalves de Azevedo.
Jos Rodrigues da Silva Rocha.
Jos dos Sanios de Oliveira. v
Antonio Luiz Machado Brandao.
Francisco Jos Alves Pitomba.
Joao Jacinlho de Oliveira.
Bento Candido Botelho de Azevedo.
Manoel Rabello Almeida.
Jos Joaquim Alves.
Fulgencio Jos de Oliveira.
Manoel Aleandre da Costa.
Manoel Jos da Silva Cabral.
Manoel Moreira da Costa.
Joaquim da Costa Maia.
Osorio Jos dos Sautos.
Jos Lopes da Silva Guimares.
Diogo Jos da Costa.
LuizThom Gouzaga Jnior.
Jos Goncalves Marlins.
Joaquim da Cruz Lima.
Clemente Ferreira de Mallos.
Diogo Jos da Cosa Fontes.
Joaquim Marques dos Santos Souza e Telles.
A rogo de Silverio Manoel da Silva.
Diogo Jos da Costa Fonles.
Joo Jos Leite Guimares. I*
Jos Domingues Maia.
Joaquim Rodrigues Duarle.
Manoel Antonio Passos Oliveira.
Jos Ignacio Dias do Reg.
Manoel Anlonio Goncalves.
Jos Domingues dos Santos.
Francisco Pinto da Cosa Lima.
Jeronymo da Costa Lima.
Vicente Jos da Cosa.
Antonio Ferreira Braga.
Jos Ferreira Braga.
Aleandre Jos Ribeiro.
A rogo de Francisco Jos Ferreira, Aniceto Firmino
Ferreira Monra.
Antonio Manoel da Conceico.
Manoel Joaquim Dias de Castro.
Joaquim Autonio Dias de Castro.
Manoel Tavares de Pinho Jnior.
Jos Alves da Silva Guimares.
Joaquim G. P. Caveoa.
Domingos da Costa Dias.
Torquato Jos Alves da Silva Guimares.
Antonio Pereira de Uliveira Ramos.
Antonio Moreira da Silva.
Damin Pereira dos Sanios.
Joao Ignacio Avila.
Thomaz da Armio Pereira Vasconcclloi.
Victorino Jos Parreira.
Joaquim Dias Fernandes.
Joao Duarte Maginario.
Jos Rodrigues de Carvalho.
Anlonio Alves de Souza e Araujo.
Domingos da Silva Campos.
I.ourenco de Oliveira Claro.
Joao Joaquim Baptisla.
Antonio Joo Coelho.
Sebastiao Jos da Silva.
Antonio Duarte Carneiro Jnior.
Jos Mendes Fernandes de Oliveira.
F*. Ribeiro Bastos.
Jos Casemiro da Silva Pura.
Manoel Francisco.
Jos Domingues da Costo.
Sebastiao Luiz F'erreira.
liento Alves da Cruz.
Jos Sun -o Loureiro.
Antonio Manoel Silva Maia.
Joao da Costa Campos.
Joaquim de Azevedo Maia.
Jos Francisco de Lima.
Narcizo Jos da Cosa.
Francisco .le Mallo-- Vieira,
Mximo .lose dos Santos Andrade.
Antonio Lourenco dos Sanios.
Jos Maria Monleiro.
Joo Frcderico de Abrcu Reg.
Joaquim Mauoel F'erreira de Souza.
Jos Aniones ilc Azevedo.
Anlonio da Silva Ferreira.
Jos Joaquim da Silva.
Jos Pinheiro Nogueira.
Antonio Caetano da Silva.
Manoel Francisco dos Santos e Silva.
Bernardo Alves l'inheiro Jnior.
Manoel Jos Carneiro.
Manoel Jos Fernandes Eiras.
Antonio Di4- Forte.
Francisco Alves Veiga.
Domingos Vieira de Carvalho.
Manoel Jos da Silva Bellomonle.
Silverio Ferreiaa da Silva.
Jus Jacintho Pacheco.
Antouio de Souza Coulo.
Bernardin Joaquim Barbosa.
Jos Pedro Marques da Silva.
Joaquim Francisco Moreira.
Jos Francisco F'erreira.
Anlonio Jos das Neves.
Joaquim Jos da Cunha.
Manoel Joaquim l'oules.
Joaquim Jos Bernardin de Oliveira.
Joao Manoel de Barros.
Anlonio Pereira da Silva.
Custodio I.ourenco Gomes.
Jos Joaquim Goncalves Bastos.
Manoel Joaquim da Silva Ierra/.
Jos Francisco de Azevedo.
Francisco Paulino Cabral.
Mauoel Antonio de Carvalho.
Jos Joaquim de Nouar.
Antonio Piolo de Magalhaes.
Joaquim Fernandes de Oliveira.
Joan Antonio de Macedo.
Jos Pinto da Costa.
Antonio Fragaz.
Bernardin Antonio Pereira Basto.
Mauoel Goncalves Meirelles,
Jos Joaquim Lima Itairao.
Francisco Joaquim Teiieira.
Joao Jos de Miranda.
Joaquim Anlunes da Silva.
Anlonio Maooel de Oliveira Villa.
Ignacio Ferreira da Costa.
I.ourenco Ribeiro da Costa Oliveira. .
Francisco Alves Moreira.
Anlonio Joaquim Rebello Bastos.
Francisco Joaquim Lopes.
Joao Goncalve..
Jos Pereira de Magalhaes Bastos.
Bernardin Jos da Fonseca.
Jos da Costa Gomes.
Jos de Souza Pereira.
Manoel da Silva Medeiros.
Manoel Jos Marlins.
Domingos Jos Pereira Goncalves.
Jos Antonio de Araujo.
-Manoel Jos Machado.
Joao Baplisl'a da Silva.
Manoel Jos Vieira.
A. J. Vieira de A.
Domingos da Cunha Lages.
Manoel Ribeiro Bastos.
Ventura Pereira Pena.
Manoel Jos Lopes.
Joao Jos Lopes.
Antonio Gomos de Araujo.
Manoel Joaquim Botelho.
Paulino Ferreira Nunes.
Anianno de Souza Araujo.
Victorino Domingues Alves Maia.
Rnphacl Flix Jos Garca.
Anlonio Pereira dos Santos.
Aolonio da Costa Maiato.
Luiz Antonio da Silva.
Jos Soares da Silva Pifnenlel.
Romo Jos da Silva.
Luiz Anlonio Honrado.
Anlonio Jos de Frcilas Guimares.
Joaquim Jos de Barros e Silva.
Anlonio Goncalves de Barros.
Jos da Costa Maia.
Manoel de Oliveira Maia Jnior.
Joaquim de Souza Maia Calcada.
Anlonio Jos Rodrigues da Cunha.
Jos Pereira da Silva Vianna,
Manoel Antonio da Silva.
Francisco Jos Fernandes Pires.
Joilo de Coulo Alves da Silva.
Manoel Jos Dias de Carvalho.
Joao da Silva Leite.
Manoel Arruda de Medeiros.
Jos Joaquim Gomes de Abreu.
Jo3o Lniz da Silva.
Manoel Francisco Paredes.
Jos Anlunes da Silva.
Joao do Amaral Rapuzo.
Luiz Jacintho Sodr.
Manoel Marlins Lopes.
Anlonio Jos da Costa Cabral.
Jos Mara Goncalves Pereira.
Augusto Jos Baptisla.
Anlonio Jos Marlins.
Bernardin Jos da Silva.
Caetano Jos Pinto.
Luiz Deascencao Macedo:
Jos Joaquim Alves da Silva.
Jjao Pinto da Costa.
Anlonio Jos Nogueira.
Thomaz Jos de Oliveira.
Antonio Jos de Arantes.
Jos Joaquim Barbosa da Silva.
Francisco Jos da Silva.
Antonio Jos Lisboa de Oliveira.
Jos Fernandes dus Santos Bastos.
Kv cardo Jos Dias da Cruz.
Jos Manoel Pereira de Mendanha.
Jos Ferreira Jnior.
Jos Dnsda Costa Cardeal.
Jos Cordeiro do Reg Ponte-.
Josc Joaquim Barros Bastos.
Ventura Jos Ferreira.
Malinas Jorge da Silva.
Jos Moreira Gomas.
Bernardo Jos Lopes Braga.
Antonio Jos Villar.
Antonio Pinlo de Souza.
Manoel Monleiro Braga.
Jos Anlonio Monteiro.
Antonio de Azevedo Carvallio.
Manoel Baptisla Cordeiro.
Jos da Costa Guimares.
i Joao da Silva Magalhaes Bastos.
Jos da Silva Moreira.
Francisco Jos da Costa Ribeiro.
Luiz Jos Marques.
Francisco Marques da Suva Mendes.
Bernardo de Cerqneira Castro Monteiro.
Fortunato Francisco Marques.
Manoel Aolonio de Carvalho a Sjlva.
Anlonio Jos Ferreira.
Theolonio Flix da Mello.
Joao Flix de Mello.
Dionizio Goncalves Maia.
Antonio Francisco de Medeiros.
Anlonio Fernandes Ramos de Oliveira.
Manoel Soares de Souza.
Pedro Jos de Mello.
Manoel Joaquim de Souza Ramos.
Joao Fernandes Ramos de Oliveira.
Domingos Jos Ferreira.
Jos Antonio Leite Guimares.
Domingos da Fonseca Suzano.
Antonio Joaquim Vaz de Miranda.
Apolinario Jos dos Santos Andrade.
loao Ribeiro de Castro.
Elias de Almeida Lima.
Jos AfTonso Larangeira.
A rogo de Anlonio Joaquim Marqus dos Santos,
Joaquim da Silva Nunes.
A rogo de Anlonio Diogo Va Carreiro, Jos Anto-
nio de Magalhaes Bastos.
Jos Gomes da Silva.
Manoel Gomes Silva.
Manoel Paulino. "
Jos Antonio Fernandes Guimares.
Justino da Silva Maia Jnior.
Joso Goncalves de Sonza.
Malinas J. da Maia.
I.ourenco Antonio de Azevedo.
Joao Teiieira Basto Silva.
Joaquim Jos Arantes.
Jos Francisco de Braz.
Jos Anlonio de Magalhaes Basto.
Antonio Ferreira Lima'.
Jos I-i-mandes Lima.
Diogo Jos Leite Guimares.
Jos Antonio de Souza Freitas.
Jordao Jos Fragoso.
Joao Antonio Machado.
Manoel Jos da Silva Pimenlel.
Francisco Manoel de Freitas.
A rogo de Luiz Jos de Medeiros, Custodi Cuelho
de Azevedo.
Jos dos Santos Souza.
Domingos Ferreira de Souza Vasconcellos.
V iclorun Jos Correia de S.
Jos de Souza Braz.
Henrique da Silva Moreira.
Jos dos Santos Moreira.
Francisco dos Sanios Moreira.
Jos Luiz de Azevedo.
Jos Rodrigues Salazar.
Antouio Rufino Pereira.
Victorino Anlonio da Silva.
Anlonio Fraucisco Alves Ferreira.
Jos da Costa Carvalho Guimares.
Manoel Carreiro da Silva.
Ilenrique Jos dos Siutos.
Fraucisco Jos Cosme Guimares.
Francisco Jos Correa Marques.
Manuel Jos Dias Minence.
Jos do Reg Mello.
Joao Ferreira da Silva.
Joao Anlonio Anlunes
Antonio de Araujo Lima.
Joao rio Araujo Lima.
Joao Baptisla da Rocha.
Kecanlieco verdadeiras as assignalnras, que prin-
cipiam no llm do requerimcnlo al follias 18, que
vao por mim numeradas e rubricadas com a rubrica
de que uso Cotia Monleiro Cidade do Recile
de Pernambuco, 17 d Janeiro de I8.'il.-Em leslc-
munho de verdade, Francitco de Salles da Costa
Monleiro.
Certifico que a assignalura supra he a propra'e
verdadeirn de Francisco de Salles da Costa Monleiro,
labelliao publico tiesta cidade. Dado sob o sello do
consulado de Portugal em Pernambuco, aos 18 de
Janeiro de 1854. ti'ta Moreira, consol.
Esta conforme. Secretaria do estado dos nego-
cios cslrangeiros, ero 22 demarco de 1851.Emilio
Achilles Montecerde.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE 10 DK JULHO AS 3
HORAS DA TARDE.
CotacOcs oliciaes.
Cambio sobre Londresa 26 3| d. 60 d|v. lellras
de fra.
Dinheiro por menos de um mez7 % ao anuo.
ALFANDEGA.
Rendimenlo do dia 1 a 8 ... 70:07638*1
dem do dia 10........13:90i92ii
83:9783085
Detearregam hoje 11 d julho.
Brgu^ francezBeaujeumercaduras.
Barca inglezaToum of Liverpooldem.
Barco ingleza 'hilocarvAo e ferro.
Brigue nollandezGoudkmtgenebra, queijos e
velas.
Brigue liamliureuPZHerri'l A Mollymerca-
dorias.
Importacao'.
Vapor nacional Imperador, vindo dos portos do
1101 le. manilo.Ion o seguinte :
1 caiiole ignora-se ; a Francisco Jos' Alves Gui-
mares.
60 rolos salsa; a Brandao & Dioganes.
111 ditos dita ; a viuva Amorim & Filho.
200 cestos yazios ; a Jos Antonio de Araujo*
1 sacco arroz ; a J. J. Rodrigues Lopes.
1 encapado ignora-se ; a Anlonio Lopes Rodri-
gues.
1 caixa dita ; a Cyriaco Santos Silva.
Brigue hamburguez Hirriet & Molly, vindo de
Hamburgo, consignado a Brunn Praeger&C., ma-
nifeslou*o soguiule :
7 caitas tecidos de algodao, 8 ditas ditos de linho
c dilo, 2 ditas ditos de linho, 6 pacotes amostras. 2
caixas lirios, 1 dita boloes, 4 ditas lencosde algodao,
8 ditas ferrageos, 1 dita obras de ac, 3 ditas palitos
de fogo ; a Timtn Mouscn & Vinassa.
1 caia eapelhos ; a Manuel J.uaquitn Ramos e
Silva.
15 caixas lecidos de algodao, 2 pacoles amostras,
2 caixas tintas azues, 1 fardo lecidos de Ua ; a J.
Keller&C.
1 caita lencos de algodao ; a Schapheitliti & Com-
panhia.
3 caixas couros envernisados, 1 dita couros de boi,
53ditas vidros, 1 dia filas, 1 pacole amostras, 1 dilo
gazetas, 4 Tardos raizes de altea, 1 caia verdete, 4
barricas lilhargiras, 8 ditas minios, 6 caixas. drogas,
1 dila retratos, 30 presuntos, 3 caixas conleilos, 1 di-
ta chocolate, 4 ditas sangoesugas ; a orden).
1 caia e 1 caiiinha meias de algodao, 7 fardos
panno de Lia ; a J. Ryder & C.
5 caixas c 3 barricas tintas para pintar, 2 caixas
lecidos de seda, 5 ditas couros envernisados, 12 ditas
meias de algodao, 3 pacotes amostras, 4 fardos leci-
dos de algodao para calcas. 1 caixa couros: a N. O.
Bieber & C.
3 caixas pianos, 17 dilas miudezas. 1 pacole amos-
tras, 2 caixas couros envernisados, 1 dita obras de
couro ; a I. C Rabe.
2 calas pianos, 144 ditas obras de vidro, 4 ditas
amostras, 20 barricas alvaiade, 30 caixas lecidos de
seda, 2 ditas ditos de algodao e seda, 1 dita ditos de
lia algodao, e de seda e algodao, :iditas ditos de li-
nho e algodao, 5 ditas dilos de algodao ; a C. J. As-
lley 4 C.
t caixa fechaduras de lalao, 1 dita agulhas: a E.
H. Wyatt.
50 barricas potassa, 10 harris oleo de lindara, 3
caixas pianos ; a Rothe & Bidoulac.
2 caixas peluda de seda para chapeos, -3 ditas
gomma lacre, 1 djla pcrlences para chapeos, 1 dila
massa, couros e forro de seda para dilos, 1 dita vi-
nho do Rheno, 1 dila charutos e livrinhos; a Chris-
liani.
5 fardos pannos, 1 caixa vinho, 1 dita com um cha-
peo, 1 dita miudezas, 1 fardo e 31 caixa diversos te-
cidus, 1 caixa amostra, 10 ditas palitos do fogo, 200
barricas cimento ; a Brunn Praeger & C.
20 caixas queijos, 2 dilas couros envernisados ; a
Novaes & C.
2 caixas pannos, 1 pacole amoslras; a I. H. Ga-
ensly.
Brigue escuna hollandez Gandkiut, vindo de Rot-
terdam, consignado a Brander Brandis & C, en-
trado por franqua,rnanifc-lnn o seguinte :
120 barricas e 150 frasqueiras genebra, 250
caixas de 24, e 100 dilas de 12 queijos flamengos,
160 caixas com vidros para vidraca, 40 feixos ro-
tim 1 caixa agnlhas, 5 caixas tapetes, 9 caixas
liedla- marmore, 1.-caixa esporas, 3 fardos lonas,
1 caixa_ quinquilharias, 20 caixas papel para impri-
mir, 25 Tardos papel de emhrulho, 50 caixas velas
(lecompo-icaii. 11 caixas papel e mais 1 pacote. 1
barrica secante, 120 barris pregos, 300barras fer-
ro ; aos consignatarios.
4 caixas obrasde papel, 1 barril objectos de cohre,
12 barris com pregos, 14 caixas chrystaes em obra,
300 caixas vidros ; a ordem.
31 caixas e 20 fardos papel ; a Me. Calmont &
Companhia.
40 caixas papel ; a N. O. Bieber & C.
12caixase 36 cestos chrystaes em obra, e 150
caixas vidros ; a J. Keller C.
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do dia 1 a 8.....6:3943006
dem do dia 10........ 4913192
6:8855198
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 1 a 8..... 8023926
Exportacao .
Rio de Janeiro, brigue nacional Sagitario,tis 266
toneladas, condozio o seguinle:2 caixas fazendas,
6t barris e65meiusmauteiga, 110 pipas e 6 quarto-
las com 180 medidas de vinagre cada urna, 4 caixas
com 180 libros de oleo de amendoa, 4 fardos com 58
arrobas de cravo da India, 20 saceas eptn 103 arro-
bas e 12 libras de algodao, 85 dilas com 361 arrobas
ile arroz, 20 caixas com 22 arrobas e 29 libras de
velas de carnauba, 4,287 raeios de vaquetas, 270
barris, 200 saceos e 150 ditos com 3,857 arrobas e
11 libras de assucar, 1 caixole com 3,000 anzoes, 40
rolos fumo, 64 mullios couros de cabra, 52 rolos com
24 arrobas de salsa, 5 pipas agurdenle com 92 me-
didas cada urna, 1 caixa com 120 espanadores, 54 ta-
huas de amarello, 1 commnda, 1 hauheiro.
Rio Grande do Sul, brigue brasileiro O. Affbnso,
de 212 toneladas, conduzio o seguinte :I:t7.t bar-
ricas e 30 meias dilas com 10,697 arrobas e 7 libras
de assurar, 50 latas com 300 libras de doce de calda.
dem patacho brasileiro Duu.s de Agosto, de 164
toneladas, conduzio o seguinle :600 atqueires sal,
650 barricas e 100 meias dilas com 5,518 arrobas e
27 libras de assucar.
Falinoutli, briguo inglez Carreckfergus, de 267
toneladas, conduzio u seguinle :3,800 saceos com
19,000 arrobas de assucar.
Aracatx, hiate nacional Incencitel, conduzio o se-
guinle :254 volumes gneros estrangeiros, 99 ditos
dilos nacionaes.
KECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 10.......1:0113719
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimento do dia 1 a 8.....20:I219I2
dem do dia 10........4:2583935
24:3803817
PALTA #
dos preces cor rentes do assucar, algodao', e mais
gneros do paiz, que se detparham na mesa do
consulado de Pernambuco, na semana de 10
ato de Julho de 1854.
Assucar emcaiasbranco 1.a qualidade 2700
> I 3.a 29300
o mase........ o I99OO
n bar. esac. branco. ....... i> 2}700
mascavado..... 13950
refinado......... ,. 33200
Algodao em pluma de 1.a qualidade 60300
s d 2. : 53800
d 3.a s 534OO
" era caroco.......... >> 19550
Espirito de agurdente.......caada 9700
Agoardente cachaca........ 9360
de canua....... 9160
0 restilada........ 9360
Genebra.............. 9480
...............botija 9220
Licor..............-. caada 9480
...............garrafa 9220
Arroz pilado duas arrobas, um alqueire 50000
b em casca........... I96OO
Azeile de mamona.........caada 9H80
mendoim e de coco. 19280
b de peixe......... 132X0
Cacau................. .53000
Aves araras.............urna 103000
papagaios...........um SfOOO
Bolachas................@ sjilSal
Bisroitos............... T.-Osii
Caf bom........*..... .r>3800
o rcslolho............. o i.^HXJ
b com casca............ > 336OO
b moido.............. (;-i011
Carn secca............. b 33800
Cocos com casca..........cenlo 23560
Charutos bons............ 19200
ordinarios......... b 96OO
regalia e primor..... 2>2O0
Cera de carnauba.......... @ 73500
em velas............ b 93000
Cobre novo mo d'obra........ S 9160
Couros de boi salgados......... 3I8O
espixados........... b 9190
b verdes............. 9090
de onca............b 159000
b b de cabra cedidos...... 9190
Doce de calda............. b 3280
b b soiaba............ b 3I6O
scr-cu .......... b 3100
b jalea................ 3320
Estopa nacional........... @ I32HO
- eslraugcir.1, mao d'obra. 13000
Espanadores grandes..........um SfOOO
pequeos.......... I9000
Fariuha de mandioca.......alqueire 34 b milhn.......... a' 29500
b ararula......... JFQJflM
Feijao...............alqueife 59500
Fumo bom............. 73000
b ordinario........... 33000
em folha bom......... 83000
b b ordinario...... b 4)000
rcslolho....... b 3.3OOO
Tix'.iacuanha ........... 323000
Gumma...............alqueire 330<
Gengibro...............@ ls.,00
Lcnha de adas srandes........cento 23560
b b b pequeas........b 13000
b loros............ b IO3OOO
Prauchasde amarello de2 (-oslados. urna 123000
b b louro.......... b 79OOO
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
' c. e 2 yT a 3 de I....... 208000
n de Sito usuaes........ 103000
Cosladinhu de dilo.......... 83000
Soalho de dito............ 69000
Forro de dilo............ sjjjoo
Costado de louro........... 69000
Costadinho de dito.......... b 53200
Soalho de dito............ faOO
Forro de dito..........*. b 232)
b cedro............ ,, 33000
Toros de latajuba..........quintal I9MO
Varas de parreira...........duzia 19280
b aguilhadas......... I9600
quiris............ ,1 -siMiii
Em "litas rodas desicupira pan canos, par 403000
a b eiius b b
Molaco..........
Milho..........
Pedra de amolar. .
b d filtrar.....
b b relilos .
I'onlas de boi......
Piassaba.........
Sola ou vaqueta.....
Sebo em rama.....
Pellcs de carneiro .
Salsa parrilha.
Tapioca.....; '. .
Unhas de boi......
Sabn ..........
Esleirs de perperi.' .
Vinagre pipa......'
Caberas de cachimbo de
barro.
11 n 16JO0O
. ranada 9240
alqueire 33000
. urna 9640
. b 65OOO
. b 3800
. cento 43000
. mull 9320
. meio 23100
. 63001)
. nina 9190
. UJ9000
.. b 23500
. cotillo 3210
. S 3090
. urna 3160
. > 3O3OOO
milheiro 9OOO
MOVIMIENTO DO PORTO.
Nacios entrados no dia 10.
Calho de Lima82 dias, barca ingleza JVanfi, de
302 toneladas, capitao George Hepplevhite. eqoi-
pagem 13, carga guano ; ao cnsul inglez. Vem
com agua abarla.
Londresro dias, barca ingleza Goc'ernor, de 281
toneladas, capito Thomaz Pely, equipagem 14,
carga fazendas e mais gneros ; a Johnslon Pater
& Companhia. Conduz 2 passageiros. Veio refres-
car e traz agua aberla, seu deslino he para Porl
Felipe.
Natos sahidos no mesmo dia.
ParahibaHiate brasileiro Conceico de Maria,
meslre Francisco Justino Valentim, carga fariuha
de trigo e mais gneros. Passageiros, Bernardo
de Cerqueira Castro Monteiroe Justioo Norat. l)e-
pois de ter saludo entrn arribado com omastaro
grande partido.
AracatyHiato brasileiro Incencitel, meslre Joa-
quim Jos Marlins, carga varius gneros. Passa-
Seiros, Joao Fiuza Lima Jnior e 1 criado, Joio
iogaeira Babello e 1 criado.
Rio de Janeiro e porlos intermediosVapor brasi-
leiro Imperador, commandante o capitao-lenle
Mancebo. Passaseiros desla provincia, o alferes
Antonio Alves Feitosa, Manoel Francisco dos San-
ios, Luiz Gomes Ferreira, sua irnia. 1 escrava e
1 criada, Augusto Cesar da Silva Rosas, Anto-
nio Domingues M. Marlins. Dr. Jos Anlonio
do Figueiredo, Antonio Joaquim de Carvalho
Jnior, Henriquela Pcssina, Augusto Duarte de
Muura, Joao Francisco Marques, Victorino do
Reg Toscano Brrelo. Luiz.Carlos Amoedo, Ma-
noel Archanjo de Mello, Jos Manoel Cardoso,
Manoel Luciano menor, n Exm. brigadeiro Jos
Leite Pachecos seu ajudante de nrdens-secretario
e 4 ordenancas, Jos Francisco do Reg Barros,
Carlos Augusto da Silveira Lobo e 1 escravo, le-
ante Temoleao Perts de Albuquerqae Maraoho,
Francisco de Paula da Silveira Lobo e 2 escravos,
5 praras de prel, 4 escravos a entregar, Antonio
Manoel, o criminoso Antonio Jos dos Sanios Per-
nambuco com 1 cabo e 2 soldados de polica.
EDITAES.
Domingos AlfonsoNery Ferreira, otlicial da imperial
ordem da Rosa, coronel commandante do 1 bala,-
lho de iufaiilariada guarda nacional,e comman-
dante superior interino, por S. M. I. que Dos
guarde etc., etc. .
Fajo saber, que em virtude da segunda parle do
artigo 25 do decreto n. 1130 de 12 de marca de
1853, tcm de principiar os trabajhos do conselho de
revista da guarda nacional desfo municipio na 3
duminga 16 do correte, ua sala das sesses da c-
mara municipal desla cidade, as 10 horas da ma-
nhaa, na cooformidade do artigo 44 das ioslruccoes
n. 722 de 25 de ontubro de 1850 ^ afim de lomar
conhecimenlo dos recursos que versarem sobre us
casos indicados no artigo 33 e que forem interpos-
tos pela maneirn determinada no aligo 38 das ditas
InstruccSes. E para constara quemeonvierman-
de! pubicar pela imprensa.
Quarlel do cumulando superior interino 10 de ju-
lho de 1854. Domingos AfTonso Nery Ferreira.
. O Illm. Sr. inspector da thesonraria provin-
cial, em cumprimeulo do disposto do art. 31 da lei
provincial n. 129, manda fazer publico, para co-
nhecimenlo dos credores hypolhecarios e quaesqner
inleressados, que as propriedades abaiio declaradas,
foram dcsapropriadas, e que us respectivos proprie-
tarios lem de ser pagos do que se lites deve por es-
ta di'sapropriaco, logo que terminar o prazo de 15
dias, contados da data deste, que he dado para as
reclama(es.
E para constar se mandou affiar o presente e pu-
blicar pelo Diario, por quinze 'dias successivos.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 30 dejuuho de 1854. O secretario,
Antonio Ferreira tC Annunciacio.
lima casa de taipa, sita u direccao do
2l. lauca da estrada da Victoria, per-
tencente a D. Rita de Cassia Pcssoa de
Mello, pela quantia de....., 603000
Um lauco de muro e urna parte do sitio
no lugar do Pit, na cidade de Olinda,
pcrlencente ao Sr. Antonio Jos Coe-
lho, pela quantia de. 5989000
Conforme. O secretario, Antonio Ferreira da
Annunciaco.
A cmara municipal desla cidade, usando da
auioi isacao que Ih'e coofere o art. 15 da lei n. 348,
publicada nesle jornal, n. 140 de 20 do correte,
marca o prazo de um mez, contado do primeiro ao
ultimo de julho subsequenle, para no decurso delle,
serem pagos os imposto* alrazados sobre eslaheleci-
mentos industriaes; lindo o qual, e nao re-alisada a
cobranza, licain os conlribuinles sujeitos a urna
mulla igual ae duplo 4o valor do imposto, como
dispoe o citado artigo.E para que chegue ao co-
nhecimenlo de quem competir se manda publicar o
presente. Paco da cmara municipal do Recite
em -e-sao de 28 de junho de 1854.faro de Ca-
pibaribe, presidente.No impedimento do secreta-
rio. O official-maior, Manoel Ferreira Accioli.
Perante a cmara municipal desla cidade es-
tar em pr?r,a no dia 12 do crrente, a obra de urna
bomba de alvenaria, sobre a caraboa, na passagem
de Sant'Anna, oreada em 1:0409. Os que se propo-
zerem a arrematar dita obra, podem comparecer na
casa das sessOes da mesma cmara no indicado dia.
Paso da cmara municipal do Recife em sessao de
5 de julho de 1854. Bario de Capibaribe, presi-
dente. No impedimento'du secretario, o ofhcial-
maior, Manoel Ferreira Accioli.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial em cumprimentoda ordem do Eim. Sr. presi-
dente provincia, de 6 do corrente, manda fazer pu-
blico, que no dia 20 do corrente, perante a junla da
fazenda da mesma thesouraria, vai novainente a pra-
ta para ser arrematado a quem por menos fizer, o
fornecimento dus medicamentos e ulencilios para a
enfermara da cadeia desta cidade, servindo de base
a arremalacaoo ahatimenlo, de 30,por cenlo efloreci-
do pelo licitante Manoel Elias de Moura.
Arrcmatacao ser feila por lempo de onze mo-
zos, contar do primeiro de agosto do correte au-
no ao fin de juuho de 1855.
As pessoas que se propozerem a esla arremnlaco
comparecam na sala das sesses da mesma, junta no
dia cima declarado, pelo meio dia, competentemen-
te habilitadas, que ah lite serao presentes o formu-
lario e coudijOes da arrematarlo. _____
E para constar se mandou afiliar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria de Pernambuco 8 de ju-
lho de 1854. O secreUu"o, Antonio Ferreira da
Annunciarao.
O Illm. Sr. director das obras publicas, de
conformidade com a ordem.do Eim. presidente da
provincia de 7 do crrenle mez, manda convidar as
pessoas, que quizerem contratar o fornecimento
de pedras para o calamento das mas desta cidade,
semelhantes as que se acham depositadas no largo
da l'enlia. para que comparecam na mesma repar-
toslo no dia 18 do crrenle mez ao meio dia, visto
que o menor prego at hoje olferccidn foi de qitatro
mil reis a tonelada.
Secretaria da directora das obras publicas 8 de
julho de 1854------O secretario, Joaquim Francisco
de Mello Santos.
DECLARARES.
-^JSK
ss
TA
--- 3
/QUARTA FEIRA 12 DE Jl.'LHO.
Beneficio de Bernardin i Sena Loureiro.
Snbir scena o novo drama era tres actos, qaa
em por titulo
O MOSTEIRO ABANDONADO,
ou
A MALDIQAO' PATERNA.
No flrn do drama lera lugar a representarlo da
graciosa comedia em um acto
O met paizinho.
, O artista beneficiado, achaodo-se ha quatro mezes
desligado do ihealro, e desde esse lempo sempredo-
ente, e ltimamente, ha duus znezes. entrevado com
eicessivasdores rheumaticas, oe cujo estado teus
companheiros artistas se compadecern] para Irte pro-
porciona rem esta recita em seu favor, na qual todos
de, bom grado vao trabalhar ; roga lamben nesla
oecasiao aos seus affeicoados e ao publico pernambu-
cano, queja exuberantes provas de protecfio Ihe
lem dado, o nao desamparan agora qne mais de au-
ilio necessita.
Os b I heles vendem-se desde j em casa do bene-
ficiado na ra do Mundo-Novo o. 36, e no dia do
espectculo das9 hora em diante 00 escriptorio do
Iheatro.
Principiar s horas do contorne.
SABBADO 15 DE JILHO.
Recita a favor do actor
ROZENDO.
Depoisda eiecucao de urna eseolhida ou ver tura.
a pedido de muilas pessoas, subir a scena o magni-
fico vaudeville em 3 actos
0 REMENDAD DE SIIRNA.
qne tanto agradou no beneficio do Sr. Monteiro.
Terminara o espectculo com alinda e mnito ap-
plaudtda comedia em 3 actos
o Novigo.
Tomarao parte no espectculo em grande obsequio
ao beneficiado os Srs. Bezerra, Monteiro, Costa,
Mendes, Pinlo, Santa Rosa, Pereira e o beneficiado ;
as Sras. D. Amalia, D. Leonor, D. Luiza e D. Je-
saina.
Este he o espectculo que pela primeira vez lem a
honra de apresentar ao Ilustrado publico desla pro-
vincia, o beneficiado, para o qual de boa mente se
prestam osseuscompaoheiros, e, fiado na benignida-
de dos cora$oes deste mesmo publico, que sempre
esla promptoa^proteger as artes, espera que pela pri-
meira vez qoe os invoca seja Hendido.
O beneficiado.penhorado pelo obsequio qne acaba
de receber de seus eorapanheiros, pois que nao ten-
do direilo a ter beneficio-segundo o contrato, mesmo
assim graluitamente se preslam com lio boa venta-
do a ajuda-lo, jutga opportuua esta oecasiao para
maufeslar-lhes sua gralidao e eterno reconlieci-
menlo.
Osbilhetesacham-se a dispotic&o do respeilavel
publico, na ra das Aguas-Verdes n. 3, e no escTin-
torio do thealro no dia do espectculo.
Principiar s8 horas.
AVISOS martimos.
COMPANHIA DE NAVEACO A VAPOR LU-
ZO-BRASILEIRA.
, Os Srs. accionistas
desta companhia sao
convidados a realisar a
quarla presticiode suas
w aeces cora a maior
brevidade, pa "r Temeltida a direccao na cidado
do Porto, dirigindo-ae ao baiio assignarto na roa do
trapiche n.26.Manoel Duarte Rodrigues.
Para o Ceara'
Sane imprelerivelment* no dia 16 do corrente, o
hiate Sergipano, por ler a maior parle de sua carga
prompta : para o resto trala-se na ra do Trapiche
n. 17.
Companhia de Liverpool,
Espera-se no dia 12 o
vapor Lusitana, rom-
,'..j mandante J. Bro*n,de-
pois da demora do cos-
tme seauir.i para Li-
verpool, tocando nos portos de S. Vicente, Madeira
e Lisboa: para passageiros e mais esclarecimentos
dirjam-se Deane \'oole& C, ru da Cadeia Ve-
Iha 11. 52.
RABIA. .
O' bem conhecido hiate Amelia se-
gu em poucos dia para a Rahia, por ter
a maior parte da carga prompta : para o
resto trata-se com Novae & Companhia,
ra do Trapiche n. 34, primeiro andar.
Para o Maranhao e Par, sabe com multa bre- .
vidade-, o muiloveleiro brigue Recife, o qual j lem
a maior parte deseu carregamento prompto: para o
restante e passageiros, trala-se com o consignatario
Manoel Francisco da Silva Carrico, na roa do Colle- '
go n. 17, segundo andar, ou cm o capillo Manoel
Jos Ribeiro.
* LEILO'ES. ~
Terca felra 11 do crranle, s 10 e mcia horas
da raatihaa, o agente Vctor far laaJo no seu aruia-
zem tua da Cruz n. 25, de grande e variado sorli-
mento de obras de marcineiria de ditlerentcs quali-
dades, novas e osadas, relogias do metal galvanisa-
dos para algibeira, ricas chapelinas de seda para se-
nhora, chapeos brancos de castor, pretos, candiei-
ro para meio de sala, lanlernas pes d vidro, cas-
quinho, o restante dos livros que foram do finado
Dr. Jos Francisco de Paiva, diversas obras da prala
de lei, um cavallo para carro bom trotador: e oulros
omites objectos que eslarao patentes no dia do
leilao.
Qninta-feira, 13 do corrente, as 10 horas da
manha, o agente Borja, far leilao em seu armazem,
ra do Collegio n. 14, de um grande e variado sor-
lmenlo de obras de marcineria de toda qualidade,
obras de ouro'e prata, relogios de diflerenleS quali-
dades, chapeos de Italia, bonetes de oleado, etc. etc.,
e nutras muilas quiuquilharias que erlarao amos-
tra no mesmo armazem ; assim como dous ptimos
cochichos que estaro patentes no dia do leilao.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo em virtude do aoto
risac,3o do Eira. Sr. presidente da provincia, lem de
compraros ohjeclosseguinles:
Para o meio balalhao da Parahiba.
Livro meslre impressn para registro das prncas ef-
feclivas e agregadas, conleudo 300 folhas; sendo -220
para soldados e 80 para officiaes 1 ; dito para regis-
tro das pracasaddidas. conleudo 150 folhas, sendo 110
para soldados e 40 para officiaes 1; dilos para regis-
tro das praras elleclivas e agregadas de cada compa-
nhia, conleudo 150 folhas, sendo 110 para soldados
e 40 para oliciaes 4; ditos para o das praeas adidas
de cada companhia, contendo 100 folhas, sendo 80
para soldados e 20 para officiaes 4; dilos cm branco
paulados de 200 folhas 10; ditos de 150 folhas 3..;
ditos de 100 folhas 8 ; copo de vidro 1; prato de
louca para o mesmo 1; bracos de ferro para balanca
com 35 pollegadas de comprimento 4 ; caldeiras de
ferro balido para 50 praeas 8; pus de ferro 6; en-
\adas6; machados 7; barpleira imperial de seda I;
bastea para dita 1; porte agaloado para dila 1; capa
de brim para a mesma 1; dila de uleado 1. A
Dcimo balalhao de infantaria de linda. ,
Carlas de a, b, c 20; tabeadas 20; traslados de li-
ndas 20; ditos de bastardo 20; ditos-do bastardinho
10; dilos de cursivo 10; podras de louza 10, caive-
tes para pennas2; linleiros 10; areeiros 10.
Para o esqoadrio de cavallaria da guarda nacional.
Estandarte nacional de seda 1; liaste para o mes-
mo 1; porte para a dila 1; capa de brim para a dila
1; dita de oleado 1.
Piovimenlo dos armazeits do arsenal de guerra.
Caias com vidros 2.
UHioina-da primeira e segunda classes.
Costados de pao d'oleo 6; tahuas de assoalho de
louro duzias 4.
Fortalezas da provincia,
Bandeiras grandes de flele, de 8 pannos 2; dilas
pequeas de dito de 6 dilos 4.
Diversos balalhes.
Mantas de Ma ou cobertores de papa 271.
Quem os quizer vender aprsente as suas propos-
tas em carta fechada na secretaria do conseibo as 10
horas do dia 15 do corrente mez. Secretaria do
conselho administrativo para fornecimento do arse-
nal de guerra 8 do julho de 1854. Jos de Brito
Inglez, coronel presidente. Bernardo Pereira do
l'arwn Jnior, vogal psecretario.
AVISOS DIVERSOS.
Aluga-se orna ama forra ou escrava para casa
de pouca familia, paga-se OJOOO rs. mensaes : su
ra das Larangeiras n. 13.
PnblicacSO littraiia.
Insiiiujcoes de Dreito Civil Portuguez por M. A.
Coelho da Rocha, lente da faeuldde de dreito da
universidade de Coimbra, terceira e ntida edicao,
em 2 volumes em oilavo, adaptadas ao foro do Bra-
sil, com a legislarlo brasileira vigente, e algdmas
notas explicativas itrahiilas das obras dos mais eii-
raius Icios para melhor illustracao.das dootrinas nes-
so eicellenle compendio ensilladas, por Auloniode
Vasconcellos M cuezos de Drummond, hachar el for-
mado em sciencias jurdicas e snciaes pela academia,
de Olinda, advogado nos auditorios do Recife. Para
a publicacjo dessa obra tao interessante e indispen-
savel a lodos os seuhores juizes, advogadose mais
pessoas, que se dedicara s mesmas pi-ofissoes, ou alias
precisan! possuir nma minuciosa e methodicacompi-
lado do Direilo Civil Patrio, tendente a adquirir
pleno conderime'nlo dos seus dircitos e ohrigacOes ;
subscreve-se em Pernambuco, na praca da Indepen-
dencia, loja n. 6 e 8 j no paleo du Collegio, casa n.
29, lojas 11. 6 c 20, e na ra do Hospicio n. 9. O
preco da assignalura ser de 168000, pagos a en-
trega de cada eiemplar, c logo qoe haja numere de
assignaturas sufflciente para salisfazer as avulladas
despezas da impressao, ir para o prelo, 110 dia da
publicarlo da mesma, encerrar-se-li a assignalura,
vender-se-da mais caro.
LOTERAS da provincia.
. O thesoureiro Francisco Antonio d'Oli-
veira, avisa ao respeitavel publico que em-
preterivelmcnte se\ta-feira 1.4- deste mez
amlaiao as rodas da lotera da matriz da
Boa-Vista, no consistorio da mesma ma-
triz pois ja' o Eun-Sr. presidente nomeou
o juiz que deve presidir a sobredita lote-
ra ; os bilhetes acham-se a venda nos lu-
gares do costume: precointeiros I O.sOl)
meios.sOOO.
Q Sr. M. de A. Villrouco pt muilo atacado
do typnO. olhem como delira no Diario de Pernam-
buco 11. 155, delO du corrente'.'! mesmo se esque-
ceu d"e que certa palavra por elle sjnpregada alli
sa mal ouvidos pouco alleilos a eipressdes des-
comedidas 11 um mojo que se corresponde com per-
sonagens da mais alta jerarclia, s atacado de febre
lal faria, cniladinho: uao selembrou quandu oes-
calheram entre os dezpara secretario, dos riscos
que corra '.'! n3o so com perguotasno Diario, como
com algumas feilas de cara a cara ? fique o 9r.
Villrouco scicute que nao o cncommodaro para
ir aos (ribouaes responder pelas mizerias que escre-
veu, basti ellas, e os chasques que j lem sotTrido
para seu castigo, de lodo olal conselhopelo ri-
diculo em quecahiram.
Os signatarios do requerimenlo.
Precisa-se de um fomeiro para a padariajoa ra
iln 1 .niovello n. 29,
i
^r^ --

aaal


4
SYSTEMA
MEDICO DE
UOLLOWAV,
P1LIIAS HOLLOWAY.
Kilo iiiestirnavel especifico, cranoslo inleiramen-
Ic do liervas medicinaos, niio coulcm mercurio, nem
nutra alguma substancia delccterea. Benicno i mais
lenra inTaiicia, e eomplcigao mais delicada, lie
igualmente prompln e seguro para desarraigar o
la! na complejo niais robusta; he inleicamente
innocente-em suas operagoes e clfeitos; pois busca e
remov- as doenras de qualquer especie e grao, por
mais antigs e lenazcs que sejam.
Entre milhares de pessoas curada", com este reme-
dio, muilas queja estavam is porlas da morte, per-
severando em sen uso, conseguirn) recobrar a sali-
do e forras, depois de liaver tentado iuulilroenlc,
Indos os outros remedios.
As mais afDiclas nao devem entreRar-se deses-
peragito: fagam um competente ensaio dos chicases
lcitos desta assombrosa medicina, e prestes recu-
perarlo o beneficio da sade.
Nao se perca lempo em lomar esse remedio para
qualquer das scguiites enfermidades:
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolis.
Areias (mal d".
Aslltma.
Clicas.
Convulsdes.
Debitidade ou eitenua-
ejio.
Debitidade ou.falla de
forgas para qualquer
rousa.
Desiuteria.
Uor de garganta.
de barriga.
I>ureza no ventre.
Enfermidades no ligado.
n venreas.
Envaquera.
tlervsipela.
Fehfcs biliosas.
inlermiltentcs.
n de toda especie.
Gola.
Hemorrlioidas.
Hydropisia.
Ictericia.
Indigestes.
Iiiflanimages.
Irregularidades-da mens-
trnaro.
Lombrigas de toda espe-
cie.
Mal-de-pedra.
Mnnrlias na culis.
Ohslruceao de ventre.
l'hlhisic ou consumpgao
pulmonar.
Relengao d'ourina.
Kheumasmo.
Svmplomas segundarios.
Temores.
Tico doloroso.
I'leers.
Venreo mal .
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Oflcrece-se ?ualmente para praikar qualquer operarn de cirurKia. e ;acudir promplamenle a qual-
quer mull.'i-que esteja mal de parto, e cujascircunisianrias nOo pertrultam pasar ao medico.
NO C0S8DLT0U0 DO Dlt. P. A. LOBO MOSCO/0.
25 RA DO C LLEGIO 25
VENDE-SE O SEGUINTE:
Manual completo do Pr. G. H. Jabr, Iraduzidoem portuguez pelo Dr. Moscozo, qualro
voluntes encadernados em dous;........_......... 20fOOO
Esta obra, a mais imporlanle de todas as que Iralam da homcopalhia, interessa a lodos os mediros que
quizerem experimentar a doutrina de llabneniann, e por si proprios se convencerem da verdade da
inesma : inleressa a lodosos senborcs de engenho e faicudeiros que eslao longe dos recursos dos medi-
co : inleressa a lodosos capilar* de navio, que nao podem dcixar urna vez ou outra de ler preciso de
acudir a qualquer incommodo seu ou de scus Iripolanlcs ; e inleressa a todos os cliefcs de familia ru
por circunstancias, que nem senipre podem ser prevenidas, sAo obrigados a prestar soccorros a qualquer
pessoa della. ,
O vade-mecum do homeopatha ou tradurcan do Dr. llering, obra igualmente til s pessoasquese
dedican) ao esludo da bomcopalliia um' volme grande..........
O diccionario dos termos de medicina, cirqrgia, anatoma, pbarmacia, etc., etc.: obra indis-
pensavel s pessoas que querem dar-se ao esludo de medicina........
Urna carleira de 24 lubos grandes de finissimo cbristal com o manual do Dr. Jabr c o diccio-
nario dos termos de medicina, ele, ele.......-.......,.
Dita de 36 com os mesmos livros...................\.
Dita de 48 ruin os ditos. ,..... .,............
Cada carleira he acompanhada de dous frascos de tinturas iodispensaveis, a oscolha. .
Dila de t>0 lubos com ditos......................
Dita de 144 com ditos........................
Estas sao acompanhadas de 6 vldros de tinturas esculla.
As pessoas que em lugar de Jabr quizerem o llering, terao o abatimento de 10JJO00 rs. em qualquer
das carleiras cima mencionadas.
Carleiras de -24 lubos pequeos para algiheira............... 88000
Ditas de 48 ditos......................... 169000
Tubos grandes avulsus....................... I 000
Vidros de meia onca de tintura................... ".000
Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo segn na pralica da
homeopathis, c o proprielario deste eslahclecimenln se lisongeia de te-lo o mais bem montado possivel e
uinguera duvi.la boje da superioridade dos seus medicamenlos.
Na inesma casa lia semprc a venda grande numero de lubos de rrvstal de diversos lamanhos, e
aprompla-se qualquer eucommenda de medicamentos com toda a hrevidade c por procos muito cora-
modos.
9000
49000
UNIDO
458000
508000
603000
IOO9OOO
Vendcm-se estas plalas no estahelerimcnto geral
de landres, n. '244, Slrand, e na loja de lodos os
boticarios, droguistas e outra pessoas encarregadas
ile su venda em toda a America do Sul, liavana e
Hcspanha.
Velidem-se as bocelinhas a 800. Cada urna del-
tas ciinlm urna iu*i rucean em portuguez para ex-
plicar o modo de se usar deslas pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum, pharma-
ceulico, na ra da Cruz n. 22, em Pernamboco.
V
'

C. STARR&C
respeitosamente annunciam que no seu extenso es
tabelccimenlo em Sanio Amaro, continua a fabricar
coi a maior perfeicoepromptidao.loda a qualidade
de machinismo para o uso da agricultura, navega-
cao e manufactura, e que para maior commodo de
seus numerosos freguezes e do publico em geral, tem
aberlo em um dos grandes armazens doSr. Mosqui-
ta na roa do Bruna, aira/, do arsenal de marinha
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dito seu esUbelecimentu.
.vili acharo os compradores um completo sorti-
mento de moendas de caima, com lodos os mclbo-
ramcnlos (alguns delles novos e originaos) de que a
experiencia de mu i 1 os anuos tem mostrado a neces-
sidade. Machinas de vapor de baixa e alta pressao,
taixas de todo tamaito, tanto batidas como fundidas,
carros de mo e ditos para conduzir formas de assu-
car, machinas para moer mandioca, prensas para di-
to, fornos de ferro batido para familia, arados de
ierro da mais approvada construcgSo, fundos para
alambiques, crivos e portas para fornalkas, c urna
inlinidade de obras de ferro, que seria enfadonbn
enumerar. iNo'mesmo deposito exisle urna pessoa
inlelligenle c habilitada para receber todas as en-
commeudas, etc., etc., que os annuncianles contan-
do com acapacidadede suas offic inas e machinismo,
e pericia de seus officiaes, se compromettem a fazer
rxecutar, com a maior presteza, pe feigo, e exacta
eonlorinidade com os modeios ou d( senbs, e instrnc
< otte H:e fercm forneciilas.
- Aluga-se o primeiro andar da casa da ra do
Vigario n. 5, proprio para um encllenle escriplorio:
a tratar na casa n.7.
Arrenda-se urna propriedade as Canileias.com
4,000 pes de coqneiros dando fruclo, e 6,000 do pri-
n miro fructo, com bstanle Ierra para plan taces, pe-
dra para se fazer cal pura assucar, e outros comino-
dos; os pretendentes dirijam-se mesma proprieda-
de, que acliar.ii) com quera tratar.-
luga-s'e um sitio com proporgoes para susten-
tar 6 vaceas de leite, de invern a vero : quem qui-
zer arrendar, dirija-se ra dos Quarteis n. 24. que
achara com quem tratar, ou annuncie.
Os abaixo assiguados, residentes no hairro da
Boa-Vista Hesta cidade,sendo signatarios da repre-
senlagao que os portuguezes euviaram a S.M. F.,
contra o cnsul portuguez Joaquim Baplista Morei-
ra.e seu chanceller Miguel Jos Alves, exigem que
os muilo dignos membros do conseibo dos Dez ha-
jam de declarar se elles se acham comprehendidos no
numero dos vadios, reos de polica, cgos, morios,
fgidos e apocriphos, como se v na classilicagUo fei-
la pelo mencionado conselho ; na certeza de que em
quanlo a nao fueran serao considerados pelos abaixo
assiguados comoyis detractores das honras alheias.
ntonio Marlws de Carvalho A:eiedo, Doniingos
Comes da Silva, Jote Francisco ,de Teire, Antonio
Pereira Pelln. A rogo deSilverioManoel daSilva,
Antonio JoaquimFerreiraBeiriz,Jote DomingoPe-
reira da S.'Oruga, caixeiro, Jo' AtvetdetHiceira,
Jote Manoel de Araujo,Joao Baplista Rodrigues.Joo
Fernanda da Si lea Oticeira, Antonio Fernanda
da Silea. Jote Ovarte Coulinho, Jos Hilan nurt
Amarante, A. J. PaeKeen Bastos, Manoel Joaquim
Moreira, Joao Correa Carneiro, Jos Pinto liibei-
ro, Jos Soares da Silva Pimentel. A rogo de An-
tonio Fraucisco de Medeiros, Francisco \Ferreira
Fialho.
O ahaixo assignado, tabellio interino do regis-
1 tro geral de hypothecas, declara que (em seu carlorio
na casa de sua resideucia, Da ra Direila 11. 131, ou
em casa das aferiroes, na ra das Aguas Verdes n. 25,
aonde podem as partes procurar a qualquer hora do
dia, e declara que serve as parles com promptido.
' Antonio da Silva Gusmao Jnior.
Na ra de Hortas, primeiro andar, junto a igre-
ja dos Marlv ros, necessila-se de urna ama para p
servico interno eexlerno, de casa de pouca familia.
Roga-se ao Sr.Silvestre, thesoureiro da irman-
dade do Senlior Bom Jess dos Mari) ros, erecta na
igreja de N. S. do Rosario de Santo Antonio, que ve-
nli.i quinto antes tirar os castices que mandou pra-
lear e dourar, na ra do Vigario, loja de pintura,
pois se cstao estragando, e o abaixo assignado nao se
responsabilisa pelo que possa-acontecer.
Jos Antonio dos Santos.
Os araixo assignados, caixeiros na ra larga do
Rosario, tendo assignado a represcnlacao enderessa-
da ao governo de S. M. F. o Sr. I). Pedro V contra
o cnsul de Portugal e seu chanceller ncsla cidade,
pelo seu procedimenlo brbaro para com seus com-
patriotas viudos pelo Arrobante ; e vendo agora que
os mesmos aecusados para sua defeza laucaran mao
de 10 individuos a quem deram honrasde inquisido-
Ires, em razSo delles se preslarem fcilmente s suas
vistas, de modo que classfiearam aos assignatarios a
un- de vadios, a outros de reos de polica ele, quan-
do lodos sao superiores em brios e generosos senli-
mcnlos aos 10 inquisidores, vecm por meio desta
pedir aos mesmos, que lhes declaren) quaes sao os
reos de polica, os alieuados, os vadios etc. etc., para
que os abaixo assignados nao fiquem comprehendidos
esta proposicau, e os que forera assim classificados
poderem exigir urna reparaeao semelhante injuria
irrogad, por essa dezena, que se compondo de fazo-
dores de velas, de caixeiros, de Ira pichen os ele. etc.,
em nada pode pretender superioridade aos assigna-
tarios da representaco, que, como portuguezes,
qualquer que seja a sua profisso, qualquer que -cja
o seu estado, tem livreodireito de peticito consagra-
do na caria porlugneza.Joaquim Lopes da Cruz,
Thtoloniodc Oliceira, Jos Joaquim Teixeira, Joa-
quim da Silva Costa, Ignacio Ferttandes kiras,
Manoel Ribeiro Fernandes, l.uiz Cabra! de Medei-
' ros, Antonio Fernandes Eira.*, Silvestre Jote Fer-
reira.
Pede-se ao autor do artigo da 'Vniao n. 685,
sob a epjgrapheA innundacano favor de decla-
rar qual a pessoaque na Passagem ou Chora-meni-
no, negou a sua canoa para a condcelo de fami-
lias,durante a extraordinaria endiento do Capiha-
ribe nos dias 22 e2:l dejunho, por quanto a canoa
que exista entre a ponte grande e a pequea, c'quc
era tripulada por escravos do Sr. Dr. Rufino Augus-
to de Alie ida, foi posta a dis|M>sico de l'odos os mo-
radores, niio s para eondiiceaodestes, como de.scus
movis, nnlando-se que o uicsmo Sr. r. Rufino e
seu rundido o Sr. Francisco Augusto de Oliveira
Barros.foram incausaveis em preslarem seus sem-
en* a todos qqp deltcs precisaran!, indo ora embar-
cados na mancinnada canoa, ora a nado, como suc-
cedeu quando foram salvar a familia do Sr. capimo
.lia" Jos de I- aria ; sendo que, depnis das 9 horas da
noite do dia 22, quaudo seus servicosj n3o eram re-
clamados nesse lugar, passarain a canoa para o Cho-
ra-menino, onde recelioram as familias qrte dahi se
quizeram retirar para o Recife por searharem as
casas Diadas.lint dos torcorridos pelos Srs. Dr.
tufiio e cunhaio.
Quem precisar de urna ama para lodo o servido
de urna casa, piale proruiar na na da Cruz
n. 30.
Thomaz Walter, cidado peruviano, vni para
o Alio Amazonas.
O abaixo assisnado, em resposta ao atrauncio do
Sr. Jos de Medeiros Tavarcs, e de seu procurador
o Sr. Antonia Dulninguesde Almeida Pojas, publica-
do no Diario de Pernambnro, no dia 7 e 8 de julho
do con niio anuo de 1854, tem a declarar-Ibes, que
quando o Sr. Joaquim Soares Rapnzo da Cmara fez
o arrendainentn era que falla no seu dilo aiiuuncio,
anda era vivo o Sr. major Luiz Soares Rapozo da
Cmara, pai do dilo meu consliluinlc, e que ainda
viveu at 1853, logo o dilo arrendamenlu do Sr. Joa-
quim Soares ao Sr. Domingos Hcnriques de Oli-
veira, he iuleiramentc millo, pois mo poda dspor
do que ainda Ihe niio perlencia, e mesmo que na
procurado que o meu consliluinlc me remellen,
annulla iuleiramentc o lal arrendamento, como pro-
va com a mesma que abaixo vai publicada, alm de
que est como ja disse ratificado o arrendamento
pelo Sr. Joaquim Soares, por urna escriplura publi-
ca no carlorio do Sr. Sales da Costa Monleiro.a vista
do que nada prova o aiuiuiicio dos Srs. Tavares e
Pocas.Jos Dias da Silva.
Procuraran bastante, que faz Joaquim Soares Ra-
pozo da Cmara.Saibam quanlos este publico ins-
trumento de prornraCHo bastante virem, que no
auno do nascimento de Nosso Scnhor Jess Chrislu,
de 1853, aoslOdiasdeasosto, ncsla cidade do Natal,
e escriplorio de mim labeliao, comparereu Joaquim
Soares Kapozo da Cantan, casado, e morador nesla
mesma cidade, que o reronheco pelo proprio. E
por elle me ri dilo em presenta das testemunhas
abaixo assignadas, que pelo prsenle na melhor for-
ma, e viadedireto ordenava, e constitua por seu
rerto om ludo bstanle procurador na prac,a de Per-
namhuco, e cm qualquer parle, onde for mislcr a
Jos Dias da Silva, eespecialmente para fazer eflec-
tivo o arrendamento fcito pelo fallecido pai delleou-
lorganle, o major Iaiz Soares Rapozo da Cmara
do vinculo da lina de S. Miguel, |>or escriplura pas-
sada ao Dr. Francisco Connives de Moraes, em 30
de julho de 1851, que boje perlence o dito vinculo
a elle outorgante, ficando de nenhum elteilo a pro-
curarlo bastante passada a Domingos Henriques de
Oliveira, em abril de 1848, mostrador, que ser do
presente, au qual disse,dava, ceda c Iraspassava todo
o seu livre e cumplido poder, mandado especial e
geral quanlo em dircilo se'requer, para que o dilo
seu procurador oudo'roin esta se adiar e for neces-
sario possa em nomc dellc consliluinlc procurar, e
requerer lodo seu direilo e justica, em todas as suas
causas, e demandas, crimes e civeis. movidas c por
mover, nos auditorios c tribunaes a que locar de um
c nutro foro ; e n'elles ouvir as seutciic,as, e despa-
chos favoraveis e faze-los tirar do processo, e dar o
seu devido rumprimento, e dar contrarias, appellar,
aagravr,embargar, ludo seguir renunciar al mor
aleada do supremo senado : citar e demandar a
seus devedores, c 1 quem mais que por direilo deva
ser : contra elles propnr qualquer acc,ao compelen-
te : requerer embargos, sequeslros, penhoras, pri-
sdes, arremalaccs de bens, e nelles laucar para seu
paamiit<> dar quilaciodo que receber. e posse to-
mar de ludo que for sen, c Ihe perleucer ; levantar
dinheirus de deposito* ; e de cofres d'Orphaos, au-
sentes, c do thesouro publico; protestar e contra-
protestar : fazer pedimentos, desistencias, cesses,
Iransaccocs e aifgavejs composic^es ; cnutraditar
(eslemunhas, requerer instrumentos de aggravos, e
cartas lestemunhavcis, e dia de apparecr ; jurar
em sua alma qualquer licito juramento decisorio,
suppleclorioede calumnia ; e consentir nos das par-
les, querendo : chamar a coiiciliac.io os scus deve-
dores, ea quem mais que por direilo o deva ser
responder as mesmas quando for reo, nellas reque-
rer e assignar ludo quanto for bemdelleconstiliiin-
tc, que para isso Ihe concede illimilados puderes,
confessar, suspeilar, requerer invenanos, c p-irti-
Ihas : licuar e relicitar, requerendo marcacOes, e
comparecer as mesmas em qualquer predio, que
Ihe pertenrer. requerendo cm aecao ludo quanto for
mislcr; assianar requerimentos,termos e ludo o mais
que for necessario : e para embargos de lercero
senhorc possuidor e prejodicadu; seguir em ludo
suas cartas de oroens, que valerao como parle da pr-
senle : requerer revistas para o supremo tribunal
competente : darjustificacoes, haln,hlacoes, e inqui-
rir e contestar testemunhas, e poder substabelecer
esla nos procuradores que quizer, e estes em oulros
e para dillereulcs logares, ainda msmo para reinos
eslrangeiros, firaudo-lhc os mesmos poderes em seu
inteiro vigor, para delles usar, sendo-lhe necessario:
reservar para a sua pessoa toda nova citaran salvo as
de conciliacao, que com sua informac,ao a far.
Em fe teslemunho de verdade," assim o disse e
outorgnu, e fu a presente por me ser pedida, em
que depois de Ihe ser lida, assignou com as leslemu-
nhas prsenles.
Escrevi e assignei em f e teslemunho de verdade.
Signal publico.O Tabelao publico.Antonio Phi-
ladelpho da Rocha.Joaquim Soares Rapozo da C-
mara. Joao Chrisostomo de Oliveira.Jos Anto-
nio de Souza Ralo.
Eslava sellado c reconhecido.
'Kof;a-se a quem nesta piara for cre-
dor de Vicente Thomaz de Carvalho, mo-
rador na Serta do.Teixeira, e que falle-
ceu em Piauhi, que se dirija a na do
Crespn. 17, para se Ihe dar algumas in-
formacoes.
Precisa-se alosar nraa negra mesmo velha:
no atierre da Boa Vista, loja de sapatos n. 16.
Um prenle e amigo do alferes Antonio Jos
Pinto Bandcra, pertencente ao quarlo balalhao de
iiifanlaria, e boje addido a um dos rorpos tiesta capi-
tal, deseja fallar-lhe, e pede-lhe que annuncie o lu-
gar de sua residencia.
Para afinar pianos.
Quem tiverseu piano desafinado, achara o melhor
dos afinadores: no paleo do Paraizo,segundo andar
junto a igreja
O abaixo assignado, encarrega-sc de tirar pas
saporle para dentro e fura do imperio, correr (binas,
tirar tilulos de marinha, despachar escravos, procu-
rar no (oro, fazer concla{5M ; quem do seu presu-
mo precisar, pode procurar em sua casa ou na rua
da Cruz 11. 31, ou na rua do Collegio, botica do Sr.
CypriMM l.uiz da Paz, ou defronle da Cadeia, ar-
mazein do Sr. Rezende.
Manoel Antonio da SHra Molla.
No lugar denominado Cabera de Cavallo, pou-
co alm do engenho Gruguea, dislricto de S. Lou-
renco da Malla, foi tomado no dia 26 de jiinho do
poder de dous horaens armados um escravo que ia
preso para ser entregue na praca ; este caso extraor-
dinario e escandaloso, pralicadoas 2 doras da larde
em urna estrada publica, nao dcixou de admirar a
todos ; os conduclores do negro queixando-se ao
subdelegado do lugar, este ofiicira inmediatamente
ao inspector daquclle dislricto, exigindo toda dili-
gencia c presteza para captura dos aggressores, po-
rm o tal inspectiTr nada* fez, ou por nao querer, ou
por medo, porque consta que o negro fra lomado
por tres deseilores aggrcgados por urna pessoa da-
quella redondeza. Pedimos ao Sr. chefe de polica
loda providencia para nao Bear impune semelhante
fado, que pode acarrelar lerrivcis exemplos, e dei-
xar inlraiisiiavvl aquella estrada. O escravo loma-
dmphama-se l.uiz, representa ler 35 anuos, he alto.
serlo, tem urna grande bellido 110 olho esquerdo, he
muito sagaz e rapaz de ludo : quera o pegar, pode-
r levar ao engenho Coluiiguba da comarca de Naza-
rett, ao abaixo assignado, ou 11a rua do Apollo, no
arma/eni de asquear da viuva Pereira da Cunda,
quesera generosamente recompensado.
Joaquim da Silva Pessoa.
Taberna.
Nao se tendo ultimado a .venda da taberna, sita
na rua dos Mari) rios n. 36, com os prclendeiiles que
a queriam. e de alguma forma se perdeu de vender
a oulros, de unvo se chama atlenran as pessoas, que
tendo dinheiro e crdito, e quizerem obler uina casa
boa no todo, aenlender-se com o dono da mesma ;
aceita-sc desoneracao da praca.
Jos Gomes Ferreira da Silva.
No dia 12 do correnle, depois da audiencia do
tiln. Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara, na
piala.11 casada audiencia do mesmo, na rua eslreila
doRosarinn.31.se lia de arrematar por venda a
quem mais .lar. una casa terrea, sila na rila impe-
rial n. 37, por execncao de A. A. M. tiuimar.les,
contra I). Marceliua Mara da Pureza Oliveira, es-
crivao Cunha.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acliain-se a venda os bilheles e meios
bilheles originaes da lotera nona, das
obras publicas de Nictheroy. O paga-
mento dos premios sera' ell'ecltiado lo;;o
que se (izer a distribuioao das lisias que
se esperam ate f2 do torrente.
Manoel Jos de S Araujo relrn-se para fura
desta provincia, c pelo presente pede a quera se jul-
gar seu credor aprsente sua conla para ser paga,
isto no prazo de 8 dias, na rua da Cruz do Recife
n. 33.
PIANOS.
Paln Nasli & C- acabam de receber de Londres
dous elegantes pianos, feilio vertical, de Jacaranda,
iguaes em qualidade e vozes aos dosh em conhecid
.nitores Collard (S Collard, rua do Trapiche Nov
n.10.
Roga-sc a pessoa queapanhou um papagaio queo
voon no dia 2 do correlo mez, da rasa o. 12, pri-
meiro andar, da ru do 'Araga, o qual lem em um
pe dous dedos rodos e sem unhas, e no outro una
india bastante crescida, se digne leva-lo menciona-
da casa, quesera generosamente gratificada.
5:0 DENTISTA FRANCEZ.
Paulo Gaiguoux, cstabelecido na rua larga (|
@ do Rosario n. 36, segnndo aTidar, colloca den- %
;i~ les com gengivas arliliciaes, c dentadura com- 3t
60 pleta, ou parte della, com a pressao do ar. ($
,':; Tambem tem para vender agua dentifricedo $
;:; Dr. Picrre, e p para denles. Rna larga do 0
35 Rosario n. 36 segundo andar. :<
Hf@ifS em @esa@ &
Traspassa-se o arrendamenlo lo perlo desta praca, que accommoda annualmenle
16 vaceas de leilc, com a cundirn de quem o pre-
tender, comprar as vareas e crias que ncllc existir :
na rua do Oueimado, loja n. 31.
ATTENCAO'.
No dia da grande ebria desappareceu urna canoa
grande, aberta, j usada e sem numero, amarrada
cm uina estaca margem do rio Capibanhe, por dc-
Iraz da casa do Sr. Luiz Antonio de Siqueira, na
ponte de I cima : quera a liver pesado, ou soubcr
onde est cncalhada, dirija-se rua da Aurora n.
26, primeiro andar, que sera hem recompensado.
Anda continua a estar fgida i c-crava cri-
oula de nomo Bemviuda, de estatura ordinaria, tem
bastantes marcas de tosigas no rosto ; levou vestido
de chita desbolado : quem a pegar leve a rua do
Queimado 11. 61, que ser recompensado.
Roga-se ao lllm. Sr. cajiitao do porln, lenha a
hondade mandar examinar o insthomo pelo lado do
mar grande, logo em scguimenlo a fortaleza do Bu-
raco, o .|ua se acha com menos de 30 palmos em
sua largura, por consegumte quasi a arrombar-sc,
por lauto escapando das mares deste mez; tfllvez nao
escape n#s de agosto, quando sao as mates do cqui-
uocio.Um que conliece o perigo.
Aluga-se uro pequeo sitio com muito boa
casa, no principio da estrada dos A MI icio- ao p da
ponte do Manguind, com varias arvores de frutos e
parreiral, com excellenle agua de beber: quemo
pretender alugar falle no largo da Trempc. sobrado
11. I, que tem venda por baixo, que achara rom
quera tratar.
Antonio Joaquim dos Santos Andrac'e julga
nada dever nesta praca, e se alguem se julgar seu
credor aprsenle suas cuntas ale o da 12 para serem
immedialamente pagas ; ficam sendo seus procura-
dores: 1. l.uiz Jos Rodrigues de Souza, 2. Ange-
lim Jos dos Santos Andrade, e 3. Joilo Baplista
Bodrigues de Souza.
Joao Pedro Vogeley, fabricante de pianos,
alia c conceda com loda a perfeicao, leudo chega-
do recentemenle dos portoa da Europa, de visitar as
niel hoces fabricas de pianos, c leudo ganho nelles lo-
dos os conheciraentos e pratica de conslruccocs de
modernos pianos, oflerece o seu prestimo ao respei-
tavel publico para qualquer concert eafinacOes com
todo o esmero, tendo loda a certeza que nada lica a
desejar as pessoas que o incumbam de qualquer Ira-
balho, tanto em brevidade como em mdico prero :
na rua Nova n. 41, primeiro andar.
Precisa-sc de urna ama de leite, forra ou cap-
tiva, para se encarregar da criaran de urna menina
nascida ha pnucos dias : na rua larga do Bosnrio 11.
30, lerceiro andar.
O abaixo assignado tem justo e contralado com
o Sr. Jos Carlos Mari 11 lio, a ron.pra de urna casa
terrea e um terreno contiguo a mesma, na passa-
gem da Magdalena : quem se julgar com direto a
ditos bens, dirija-se ao largo da Alfaudega n. 63, c
isto no prazn de 3 dias.
Francisco de Paula Dias Fernandes,
Joao Fernandes, subdito norluguez, morador
na rua detraz da matriz da Boa-Vista 11. 64, de boje
em dianle assignar-se-ha Joao Ferdandes da Silva
Oliveira.
O proprielario de duas pedral de moinho que
estao ha lempos np pateo da Alfaudega. junio a igre-
ja da Madre de Dos, querendo as vender, dirija-se a
rua da Senzala Velha, lerceiro audar da casa 11. 112,
ou annuncie para ser procurado.
O abaixo assignado faz scienle ao publico, que
nao se respousabilisa por divida alguma de seu lilho
Jos Joaquim da Costa.
Joaquim Jos da Costa Fajozes.
PASSAPOBTES.
Tiram-se passaportes para dentro e fra do impe-
li, despacham-sc escravos e liram-sc ttulos de re-
sidencia ; para esle lim, procure-sc na rua do Qnci-
mado n. 25, loja de miudezas do Sr. Joaquim Mon-
teiro da Cruz.
A CONSULTORIO llMEOIVVTIIICO. M
HLA7VX30 A.A OS fCSMS.
2S HIJA LAS UKtjkiUa 2K W
0 Dr. CASANOVA medico francez, d (&
consullas lodos os dias, c pode ser procu- 7
lado a qualquer hora. iSj
No mesmo CONSULTORIO RLA DAS *
CRT7.ES N. 28, aonde morn o Sr. COS- W
SEI BIMONT, acha-se venda um gran-
de sorlimento de CaRTEIKAS de todos 1
. os lamanhos, pr precos commodissimos. 'ov
I ELEMENTOS de homeopalhia e palhoge- (d!\
?L nesia luasileira. Esla obia he muito im- /(
..-../ portante para as pessoas que se querem VV
A tratar a si mesmo, seudo a maior parle Ira- (t?,
duccjlo das obaas do Dr. JAIIR, arromino- ^9
dada a inlelligencia do povo, 4 volumes. (>;
pelo baralissitno pre^o de. 65OOO /{*
1 carleira de 60 tubos grandes. 309000
1 dila de 48. .
1 dila de 36. .
I dila de 2S. .
1 dita de 24 tubo
34 dilo*.
Desapparccen do caes de Joaquim Lobato, na
noite iln dia 22 dejunho, um batelodr 12 a 20 pal-
mos encareruado, piulado e embonado : quem o
mesmo achou, leve-o rua de Hurtas n. 15, que se
dir quem he seu dono e se recompensar.
Precisa-se de urna ama, nao sendo que trage
de limao : na rua Direila n. 72.
No armazem de niateriacs de Jos Piulo de
Magalhes. sito na rua da Concordia, ultima casa ao
sol do lado do nascente. em cuja frente e oilao lem
tabulla, vende-se lijlo quadrado e romprido para
ladrilho, alvenarin grossa e batida, lelha, lapamen-
to, barro', cal branca e prela, e ara, tudo da melhor
qualidade, e manilao botar lias obras. No mesmo
alugam-se crnicas para condcelo de quaesquer
objectos para dentro e fra da cidade, e vende-se
tambem um bom quarto para carga.
Engoinraa-se, lava-se. e cose-se cora perfeic.to
c por precos commodos : na rna do oilao da matriz
da lina-Vista 11. 34. .
Ha uina carta para ser entregue ao Sr. Anlo-
nio de Sa' c Alhiiqaerquc. e nutra para Francisco
Paes Brrelo : na rua da Cadeia do Recife n. 41.
J. II. DenLrr mudou o seu rmazem e escrip-
lorio da casa da rua da Cruz rf. 18. para o primeiro
andar da de 11. 13 da mesma rua.
Precisa-se alugar um bom cozinheiro, prrfe-
rc-se escravo, para urna casa eslrangeira de pouca
familia : na rua da Senzala Velha, na esquina do
becco do Capim, n. 60. *
Aluea-sc o segunde andar com sotam de um
obrado, alraz do (healro velho : a Iralar com Lmz
Comes Ferreira 110 Mondgo.
Ollerece-se urna mulher rapaz para ama de ca-
sa de um homem solteiro ou de pom-a familia, en-
feude do servico, e por isso quera della precisar, di-
rija-se rua da Assumpcao 11. 64.
Precisa-se alugar urna prela que seja boa ven-
dedora, ainda mesmo nao tendo habilidades ; paga-
se bem : na rua do Padre Flonano n. 27.
THESOURO HOMEOPATHICO
YADE-MECIM DO HOMEOPATHA
PELO
DR. S. O. LUDEKO PINHO.
\Rua de S. Francisco (mundo novo) n. 68 A.
FRAGMENTO DEUMA CARTA.
F aseas acolhido e saboreado aqu oThe-
souro llomeopathiro; os curiosos nao po-
dem deixar de render a V. S. mullos agra-
deeiraeiilos pela publicaban de tao importante
obra, a melhor sem duvida nenhuma, das
que lem apparecdo, ele. etc. etc.
Engenho Guerra 1. de junho de 1854.
Jos Antonio Pires Faleilo.
Joaquim da Silva Santos,relira-se para Torada .
provincia.
0 abaixo assignado. julga nada dever tiesta
ia,o_a. e se alguem se considerar seu credor, pode
tirar a sua conla e ir receber, que sera pago com
ponlualidade : assim como pede as pessoas que Ihe
estao devendo, na loja 11. 1, da rua do Crespo, aonde
foi caixeiro, que hajam de vir pagar ; e igualmente
offerece o seu diminuto prestimo no Maranhao, a
lodos os seas amigos e collegas caixeiros.
Marcellino Jos Antuncs.
Ricardo Roylevai a Inglaterra, ficando encar-
regadoda gerencia de sua casa Frederico Guilherme
Ouist.
Aluga-sc o segundo andar da rasa 11. 7. da rua
do Queimado, rom bons commodos para familia, sen-
do tambem muito propria para algum Sr. advogado,
por ser em muilo boa localidade :a tratar na loja da
mesma casa.
Precisa-se de nm molcqae de idade de 12 a 14
anuos: na rua largado Rosario casa de pasto da co-
va ila I Inca.
JoaoSimoes Pimcnla, subdito portuguez, reti-
ra-se para Porlugal.a tratar de sua saude.
Quen liver fazendas para lingir, 011 obras de
panno lino, de casemira, de. Uaon seda de qualquer
cor, dirija-se a rua do Mundo Novo onde sabe para
a rua Bella, encostado ao segundo sobrado casa de
um miranle que ah tinge pelo menor prec,o que cm
outra qualquer parle.
Aluga-se timmoleque para o servico de urna
casa, e dirija-se a praca da Independencia loja n. 3.
AVISO AO COMMEKCIO.
. Manoel & Vllan lem a honra de participar aos
Srs. logslas, que se achara sempre na sua fabrica,
rua da Cruz n. 50, um esplendido sorlimento de
chapeos de sol para homens e senhoras, lano de
seda como de panno, os quaes vendem-se em por^ao
de urna duzia para cima, epor presos mdicos.
m
COMPRAS.
Compra-se prata brasileira e despa-
tillla : na rna da Cadeia do Recife n.
2i, loja de cambio.
Compram-se peridicos para cmbrulho a 3S800
a arroba, garrafas e botijas vasias de todos os lama-
nhos e qitalidades, vidros tambem de lodos os lama-
nhos e potes de grafa, ludo usado: no paleo do
Darmo venda da esquina da rua de Hortas 11. 2.
Compram-se ac(esdo Banco de Pernambuco:
na rua da Cruz, rasa n. 3, de Amorim Irmaos.
Compram-se acrfles do banco de Pernambuco:
na rua do Queimado n. 0, casa de Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo.
Compram se os seguinles nmeros da Marmo-
ta Pernambiie.ana 1.2. 3, i, 5, 6, 7, 8, 3, 10, 11,
12, 13, 16, 17, 20. 2, 25, 96, 27e41 : quem os li-
ver annuncie por esle Diario, ou drija-sc a loja do
Sr. Boavenlura Jos de Caslro Azevedo na rua No-
va, ou na Boa Vla loja do Sr. Eslima.
Comprase um preto velho, que possa tratar Me
um cavallo, e fazer algiim-scrvi<;o leve: na rua da
Praia de-Santa Bita.
Na loja do marrineiro francez, rua Nova n. 45,
compram-se mnbilias novas e usadas; na mesma ra-
sa alugam-sc trastes c mohilias completas, por prec,o
razoavel.
Compra-se urna escrava, preferindo-se prcta,
que saiba engommar e fazer os mais arraujos de urna
na rna da Cruz do Recife n. 33.
Antonio Agripino Xavier de frito
i Dr. em medicina pela laculdade
?5 medica da Bahia, reside na rua Nova
i n. 07, primeiro andar, onde pode
I ser procurado a c|uak|uor hora para
8 o evercicio de sua prolissao.
O-Sr. Jos Antonio da Cunha, tem
carta na livrarian. 6e 8, da praca da In-
dependencia.
0 abaixo assignado por si c por parle de seus
irmaos 11 omino Te] lo- Furlado e Jo. o I elles Furla-
do, moradores lodos nesla comarca de Garanhuris,
previncm pelu. presente ao publico desla provincia e
limilropbes, para que de nenhuma forma negociem
com a madrasta dos mesmos, a Sra. Mara de San-
la'Anna Leilc Furlado, a rcpeilo do dominio de
urna escrava parda, denome Sabina, que se acha em
poder da dita senhnra, no valor de cuja escrava lem
os annuncianles suas cotas-parles, que em inventa-
rio por falleciuiento do pai commum, lhes rnubc; e
para evilarcm qualquer fraude ou pretexto de igno-
rancia, fazem o prsenle. Villa de Garanhuns'J de
unho de t85'i.Jos Telles Furlado.
Precisa-se alugar urna escrava para o serviro
interna e extcVno de urna casa de pouca familia ; na
rua da Qonceicjto n. 9.
JoaoSimoes l'imenla, erjhdito portuguez, rcli-
rA-sr para fora do Imperio.
O secretario da irmandade do palriarcha S.
Joscd'Agonia erecta no convento de N. S. do Car-
mo, oonvida em ronformidade do rompromisso que
rege a irmandade, a lodos os irmaos que j tenham
excrcido cargo um meza regedora, para uina reu-
nin de mesa coujuncla, quar'.a-feira 12 do rorrele
pelas 3 lloras da larde no respectivo consistorio, *)
' O Dr. Joan Honorio Brzerra de Meneze
Aviso interessante aos sapateiros.
Na rua Nova n. 52, loja de Boavantnra Jos
,loj-
Castro Azevedo, compra-se calcado- de todas os
manilos e qualidades.
Hepechincha.
Vende-se nm ptimo bilhar, com panno novo e to-
dos os seus perlences, a Iralar na langucia nume-
ro 8*
Vendem-se |I0 escravos, sendo i lindos mua-
los, um delles he bom ofllcial de pedreiro, 4 ditos de
Indo o servijo, e 2 escravas mocas ; na rus Direi-
la n. 3.
Vende-se um escravo pardo, com o oflicio de
sapeleiro e perito rosinheiro em loda a qualidade de
assados e massas, e de urna conduela boa, o que se
afiance ao comprador : na rua larga do Rosario n.
22, segundo andar
No beceo do Goncalves, armazens de Deane
Youly, acha-se a venda um snrlimeiilodas mais a-
rreditadas farisilias no mercado, inclusive as bem co-
nhecidas nieias barricas eallegas.
Vendem-se 5 vacca paridas, de excellenle
qualidade, do paslo, e ptima* de leile : qnem as
pretender comprar, dirija-se refinarAo de assurar
da rua Direila n. 32, que ahi se dir quem as vende.
Vende-se urna, negra crioula, de
meia idade, muito sadia, sem vicise nem
achaques, lava bem de sabo e bar relia,
propria para servico de casa e de campo,
pelo baratissimo preco de 300#000 : a
tratar na rua, do Livramento n. 4, segun-
do andar, das 6 as 9 horas da manha, e
das i ||2da tarde em diante.
A taberna do largo do Carino, quina da rna de
Horlas n. 2, acha-se surtida de lodos o* gneros no-
vos, de boa qualidade c baratos; manleiga ingleza e
franceza, boa, de 100 at 800 rs., loucinho novo, o
melhor que ha no mercado a 360 a libra, chaa2080
e 29560, azeite doce a 640a garrafa, vinho o melhor
possivel a'4O0rs. e 480 1 garrafa, queijos muilo
bous a quatrn patacas e doze vinlens, lambem se
vende pao como na padara a cinco por qualro, pe-
neiras de rame para os senhores padeiros e refina-
dores a 73 e H000 rs.
SACCOS COM MILHO.
Na taberna de Joao aplista do Santos Lobo, na
Iravessa do arsenal de guerra, n. 1A.
PARA A FESTA.
Sellins 11gle7.es para homem e sen hora
Vendem-se sellins iuglezes de pa-
tente, com todos os perlences. da me-
lhor qualidade que lem viudo a esle
mercado, lisos e de mirraiine, por
prero muilo rommodn : em rasa de
Adamson Hovtic & Companhia, roa
do Trapiche II. 42.
Na rna dasCruzes taberna do Campos, vendem-
se c alusam-se, tanto a relalho como por junto, as
mclhores que ha no mercado bichas hamburguezas,
por preco commodo.
LOTERA da provincia.
Aos 10:000$.
Na casa feliz dos qualro cantos da rua do Queima-
do n. 20 estao venda os afortunados bilhelese can-
tollas da lotera da Boa-Vista que corre no dia 14 e
paga-seos premios de 1.-000$ para cima sem descon-
t algum.
Vende-se urna cabra com bastante leile e mul-
te mansa, no areial do forte das Cinco Ponas, casa
ila esquina do laflo da mar, n. 49.
Vende-se urna canoa aberta. propria para ara
ou lijlo : quem a pretender, dirija-se a roa Impe-
rial b. 31, que achara com quem Iralar.
TaBerna em bom Lugar.
Vende-se a taberna do paleo do Terco n. 2, a di-
nheiro, 00 a prazo com boa firma : quem pretender
dirija-se a Iravessa da Madre de Dos, armazem nu-
mero 7.
Vende-ee tima escrava de naeao, por precisSo,
com idade de 38a 40 annos, pela quanlia de 3509 :
a tratar na rua do Brum, casa de solio, confronte a
undirao ingleza.
Vende-se sola muilo lio?, em pequeas e gran-
des porees, cliegada ulliraameDie do Ararat) : na
rua da Cadeia do Recife n. 49, primeiro andar.
VELAS DE CERA DE CAKNai>BA.
Vendem-se velas de cera de carnauba, ,,m raixils
pequeas e grande*, de muito boa qualidade, feilas -
no Ararat) : na rua da Cadeia do Recife n. 49, prj.
meiro andar.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba, chegada agora do A-
racaty : na rua da Cadeia do Recife n. 49, primeiro
andar.
Vende-se um carrinho de 4 rodas,
novo, muito elegante e maneiro, vindo de
Franca : na rua da Cruz n. 26, primeiiO/
andar. (
Vende-se vinho branco de BordeaZix,
em garrafas, a 9g500 a duzia : no R^'"
fe, rua do Trapiche, em casa do Si. He-
brard e Fernando de Lucas.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se cera lano em grame, como em vellas, em cal-
as, com muito bom sorlimentoe de stperinr quali-
dade, chegada de Lisboa na barca Gralido, assim
como bolachinhas em latas, de 8 libras.e farello mnilo
1 ovo em saccas de mais de 3 arrobas.
-
VENDAS
CARTAS DE ENTERRO.
Vendetn-se'cartasdeconvite para enter-
ro de gosto moderno: nalivraria n. t, e
8 da praca da Independencia.
NO ARMAZEM DE C.J.ASTLEY
ECOMPAMM, RlA DO TRAPICHE N ,
ha para vender o seguinte :
Cal branca franceza.
Folba de f landres.
Estanto em verguinha.
Cobre de 24 a 28.
Azeite de Colza.
Champagne, marca A C.
Oleados para mesas..
Tapetes de lita para forro de salas.
Formas de follia de ferro, pintadas, para
labrica de assucar.
Ac de Mtlao^ortido.
Lazarinas e clavinotes-
Papel de paquete, ingle/..
Brim'de vela da Russia. ,
Graxa ingleza de verniz para arreios.
Arreiospara um e dous cavallos, guarne-
cidos de prata ede lato. "
Chicotes e lampeoes para carro c cabriolet.
Cabecadas para montana, para senhora.
Farinha de mandioca.
Vende-se muito boa farinlia de mandioca ;
a bordo do brigue nacional Inca, chegado de
Santa Calliarina: para porcoes, trata-se no
escriplorio da rua da Cruz 11. 40, primeiro
andar.
formado em medicina pela laculdade da Ba- j j r-sporas de aci> prateadas.
tjft h'a, olferoee seus prestimos ao rcspeilavel pu-
jj hlico desta capital, pode.mlo ser procurado a $if
t qualquer hora em sua casa roa Nova n. 19, ;.j
segundo andar: o mesmo se presta a curar t$
f gratuitamente aos pobres. g$
J. J. PACBECO.
NEW AND ELEGANT DAGLERREAN
GALLERY.
Piclures Iaken al Ihis Esla-
hlishmcnt Warranled lo give sa-
lisfaclion, n. 4, atorro da Boa-
Visla, lerceiro floor, chryslalo-
lypo. Calleria enriquecida de
magnficos quadros dourados c
de alabastro, primorosas caixas
e lindas cassolelas, allinetes e
anneis. Tiram-se retratos quer esteja o lempo claro
on escuro. O respeilavel publico he convidado a vi-
sitar o estabelecimenlo, embora nao queira retratar-
se : aterro da Boa-Vista n. 4, lerceiro andar.
O bacharel formado em malhemali- ^N
cas, Herminio IVrcirailo Carino .luniir, en- ^*
sina arilhmelica, algebra e geometra, das ^^
4 s "i e meia horas da tarde : na rua Nova 5,
obrado n. .">6. -^
forro.
i
i
i
8
i?tKK>
KigOOU
1-J9000
60000
430IK
.VIO
300
1K)0
pequcuos. .
J7 dita de 24 ditos......
fff Cilios grandes avulsos a cscolher
A Ditos pequeos dem.....
W 'j oni;.a de liatn a esculla .
') Avia-se qualquer eucommenda com pres-
/(, lesa, e por precos muito em conla. /j*
Wr Esle cslabeleciinenlo esla bem conhecido V
A e bastante acreditado em lodo o imperio, e (\
!J7 acha-se o mais bem montado possivel, e es-' J
t^J rosado he querer elogia-lo. t^i
lotera da matriz da boa-vista.
Aos 10:0()().S0()I).
O caulelisla da casada Fama do aterro da Boa-
Vista n. iK, Antonio da Silva Guimaraes, avisa aos
seus freguezes, que a lotera corre no dia 14 do cr-
reme, c que se achim a venda as suas afortuna las
cntelas, e espera vender a sorle grande rumo sueco
deu com a do I.iuj nenio.
guarios 2>K)
Decimos I531HI
Vigsimos 700
Aehou-seuna canoa aberta rom 1 palmse
lo-io de largura e 3 e meio de lincea, altura 1 palmo
e meio ; foi adiada M dia 1(1 de jiinho do Crrante
1......: arha-se em una rasa M aterro dos Afoga.los
11. 111.
Jos (Jomes Tavares remelle para o Rio de Ja-
neiro o sen t9cravo l.uiz, crioulu.
I). W. Bavnou cirurgio dentista americano
reside na rua do Trapiche Novo n, I 2
ATTENCAO'
Roga-se ao amigo, caina de oculos, qoe scdeiie de
fazer lijlos as 3 horas da madrugada, pois alm de
inrimmoilar a visinhanra, piulo licar maduro.
f'm inr.ommodado.
i. Jane dentista,
contina rczidir na rua Nova, primeiro andar n. 19.
;i-p-;as:2;:s>s!t;8
9 O Dr. Nibino Olegario langero l'inho mu- aj>
( dnu-se para o palacete da rua de S. Francisco 9
9 mundo novo) n. lis A. m
Convida-se pelo prsenle a Joao Ferreira Lei-
te, que se presume estar actualmente em Cariri-Ve-
llio, provincia da ljir,ihiba, filho do velho Pedro
Ferreira Leile, hroes bem rouhecidos na comarca
de Bonito desta provincia, para que venha quanlo
antes satisfacer a quanlia de rs. 900)000, constante
de urna letlra que aceilou no dia 7 de abril do cor-
renle annn, nesla comarca de Caranhuns, a prazo
de 23 das, em favor de quem elle bem sabe : se o
nao lizer com brevidade se fara puldieo todo esse ne-
gocio, que he sobremodo desairosd ao dito Leile.
Precisa-se de urna escrava para o servico de
urna casa de pouca familia : na rua do Hospicio 3"
casa nova a direila depois de passar o qnarlcl.
' Na rua de Moras n. 112, primeiro andar, pre-
cisa-se de urna prela escrava para o serviro de
deopuca familia.
lotera da matriz da boa-vista
AOS 10:00(>.S'4:000s E !<:000$000 rs.
O caulelisla Salusliano de Aquino Ferreira avi-
sa ao respeilavel publico, que as rodas da mesma lo-
tera, tem o seu mprelerivel andamento no dia 14
de julho do correle, em virludedo aonunco publi-
cado no Diario de Pernambnro de 8 de junho n.
131, pelo the>oiireiro o Sr. Francisco Antonio de
Oliveira. Os seos afortunados bilheles e (cautelas es-
tao o\(asios > venda as lujas seguinles: ruada Ca-
deia do lie,'le n. 4.1, de Jos Fortnate dos Santos
Porto ; na praca da Independencia n. 4, de Fort-
nalo Pereira da Fonseca Bastos; ns. 37 e 30, de An-
tonio Augusto dos Santos Porto ; rua do Queima-
do 11. 41, loja de fazendas de liernardino Jos Mon-
leiro & C. ; rua do l.ivramento botica de Francisco
Antonio das ('.hagas ; rua do Chug botica de Mo-
reira i\ Fragoso ; rua Nova n. lli. loja de fazendas
de Jos l.niz Pereira & Filho; Boa-Vista loja de ce-
ra de Pedro Ignacio Baplista. Paga sol sua respon-
sabilidadc os lies premios grandes sem o descont de
8 por cenlo i Deposito de vinho de cham-
10) pagne Chateau-Ay, primeiraqua-
^ lidade, de propriedade do condi
I de Mareuil, rua da Cruz do Re-
cife n. 20: este vinho, o melhor
t de toda a champagne vende-
| se a 56$000 rs. cada caixa, acha-
se nicamente emeaca de L. Le-
t comte Feron & Companhia. N. B.
* As caixas sao marcadas a fogo
) Conde d Mareuil e os rtulos
i das garrafas sao azues.
1
I

V

Bilheles II3OOO 10:0003001)
Meios 59300 5:0008000
IJuarlos 39800 2:500f000
Decimos 133(K> 1:0009000
Vigsimos 700 5003000
DE OL'RO.
Os ahaito assiguados. donas da nova loja de
ourises da ruado Calinga 11.II, ronfrouteao
paleo da matriz e rua Nova, frauquciam ao
publico era geral um bello c variado sorli-
mento de obras de ouro de inuilohons gos-
tus e precos que niio desagradaran a quem
queira comprar ; os mesmos se obrigam por
qualquer obra que veiidercm a passar uina
conla rom responsubilidade, cspeeilirando a g
qualidade do ouro de 14 011 18 quilates, li- i
raudo assim sujeilospor qualquer duvida que >
6 apparerer.Serafm firman. Ig
O Dr. Firmo, medico, mudou sua
residencia para a rita eslreila do Rosario
Cata n. 30, Segundo, andar >.
Chumbo einlencl.
Pianos.
Os amadores da msica acham conlinuadamedte
em casa de BruuuPraeger& Companhia. rua da Cruz
11. 10, um grande sorlimento de pianos fortes e fortes
pianos.de dillerenles modellos, boa construccAu e bel-
las vozes, que yendem por mdicos precos; assim co-
mo toda a qualidade de instrumentos pai a, msica.
Vende-se azeite de nabo clarificado,
proprio para candieiros de mola por ser
muito lino, a 1{800 i-s. a medida: no ar-
mazem de C. J. Astley& C, rua do Tra-
pich n. 5.
r Vendem-se em casa de S. P. Jolms
ton & C, na rua de Senzalla Nova n. 42.
I.111I10 do Porto superior engarrafado.
Sellins iugle/.es.
Relogios de ouro patente inglez.
Chicotes de carro.
Farello em saccas de 3 arrobas.
Fornos de farinha.
Candelabros e candieiros bronzeados.
Despenceira de ferro galvanisado.
Ferro galvanisado em folha para
Cobre de forro.
Cliegtiem a pecliinclia.
Os mais modernos padrees de chitas franceza de
1 palmos de largura, polo diminuto preco de 200 rs.
o covado; na rua do Crespo n. Iti,segunda loja quem
vem da roa das Cruzes.
Vende-se um quarto bonito, novo ecaslrado :
na rua Nova, taberna n. 55.
Vendoc- nina prela, crioula. moca, cose.cozi-
nha e eugomma perfeilaracnte : na rua do Vigario
n. 10, loja de pintura.
Vende-se leite pagao todos os dias
de manhaa, a preco do costume : em
frente da taberna do Campos, rua das
Cruzes.
Bom e barato.
Paulos de panno fino a 123000, 143000. 103000
e 203000; ditos de alpaka de cordao, a "3000 ; di-
tos de dila prela, TfiOOOe 83OOO ; ditos de prnceza
de cor, a 5$;ditosmea casemira, a5> ; calca- de ca-
semira a 5380O e 63; colletes de setim preto, a 43 e
5 ; dilos de fusISo, a 13000 c -23 ; e outras muilas
obras omais barato que se pdc encontrar : na rua
da Cadeia do Recife 11. 3.
Vende-se urna morada de casa terrea na rua
da Guia n. 17 : quem a pretender, dirija-se a taber-
na junto do Paraso n. 18.
Chitas francesas largas a 200 rs.ocovado.
Na loja ila esquina da rua do Collegio n. 5, ven-
dem-se chitas francezas largas de lindos padres, pelo
barato prego de 200 rs. o covado ; e nutras multas
fazendas por preco muito commodo.
LINCOS DE CAMBRAIA DE I.INIIO A 53000 A
DUZIA.
Na rua do Crespo n. 5, esquina que volla para a
rua do Collegio, vendcm-se lencos de cambraia dp
linho linos em caixinhas com lindas eslampas, pelo
barato preco d* 13500 rs. a duzia, para acabar urna
pequea poroto que ainda reta.
NA RIJA DO QUEIMADO N. 1,
Vende-se um missal romano novo, vindo ha pouco
.le Lisboa, vasos delouca proprios para jardim mui-
lo cm cunta.
Rita do Queimado 11. I.
Continua r a vender os lenco- Inanciis proprios
para meninos e meninas a 100 rs., pecas de brelanha
de linho rom (i varas, a 23-100 ; peras decamhraia
branca lina com ti '.. varas, a 23500 33000 ; rodea
decaigas de hrim de linho de cor de quadros e lis-
Iras, a 19600; ditos de hrim escuro transado a 13100;
chitas francezas largas, a 210 rs. o cavado ; coberto-
res de dous pelos, a 13200 ; lengos de rteos, a 13 ;
chitas de cor muilo boas, a 110 rs. o covado ; e ou-
tras limitas blendas por barato prero.
Veo.le-se lio de sapatero, hom : em rasa deS
P. Johnslon & Companhia, rua da Sensala Novo
n.J.
AO BARATO.
Na rua Nova n. 52, loja c fabrica de chapeos de
iloavenlura Jos de Castro Azevedo vendem-se as
fazendas abaixo mencionadas e outras mnjla- que
por se querer acabar cora ellas, ufo se enjeita lucro
por mais diminuto que seja : lavas de seda prela pa-
ra humera a I3, ditas de lio de Escocia a 500 rs.,
lindos estnjos de escovas a 23, que s a caiva val o
dinheiro; lenriiihos de cambraia pintada c com ma-
tamos pela beira a 2S0 rs. ; sapalinhns de laa para
menino a 500; uina ramulla com mil e lanos alli-
neles com caneca de cristal, roiiteudu todas as cores
e tamaito, proprios para ornamentos de senhora a
500 rs.; ricas crrenles para relogio, de ooro da Ca-
lifornia a 23500; chave para os dilos do mesmo ou-
o a 500 rs.; lindas alioloadiiras para palil de alpa-
ca a I tai-, una rai.a eoin 100 charolas da Baha a
H00 rs.; medidas para alfaiate a SO rs.
TYPOGRAPHIA.
Na rua das Flores 11. 37 primeiro andar, vnde-
se urna lypographia nova com lodos Mas perlences.
Vendem-se camisas de meia para crias recem-
na-e 1 das, pelo diminuto prego de 300rs. rada urna :
no Bazar Pernambucano, rua Nova n.33.
lotera da matriz da boa vista.
Casa da Esperanca rua do Quei-
mado n. 61.
Nesta casa est a venda um completo sorlimcnlo
de cautelas desla lotera, cujas rodas andam no dia
14 de julho.
Vende-se urna balanga romana com lodos os
seus perlences. cm bom uso e de 2,000 libras : quem
a pretender, dirija-se a rua da Cruz, armazem n.4.
500 RS. A VARA.
Brim trangado branco de puro linho, muito cn-
rorpado : na loja da esquina da rua do Crespo que
volla para a cadeia.
COBERTORES.
Vendem-se cobertores de tpele a 800 rs., ditas mui-
lo grandes a 13100, dilos hrancos com barra de edr a
13280,coIchas brancas com -lpicos a IgOO : na loja
da rua do Crespo n. 6.
BRIM DE PURO UNHO. PROPRIO PARA
MILITARES.
Vende-se brim de linho branco mnilo eocorpado
a 500 rs. a vara, cortes de casemira elstica a 19O0.
panno azul para fardas de guarda nacional a 33000
e 13000 o covado, dito preto para palito* a 33000,
43000 e 13500, lengos de seda de 3 ponas, proprios
para senhora holn "pelos hombros a 610 cada um, e
muilo mais fazenu.'s cm j*onta ; na rua do Crespo,
loja n. 6.
SANDS.
SALSA PARRILI1A.
Vicente Jos de Brito, nico agente em Pernam-
buco de B. J. D. Sands, chinden americano, faz pu-
blico que tem chegado a esla praga urna grande por-
gan de frascos de salsa parrilha de Sands, que silo
verdadeiramenle falsificados, e preparados no Rio
de Janeiro, pelo que se devem acaulelar os consu-
midores de tao precioso talismn, de cabir nesle
engao, tomando as funestas consequeucias que
sempre costumam trazer os medicamentos falsifica-
dos e elaborados pela mao daquelles, que anlepoem
seus inlcresses aos males e estragos da humanidade.
Portanlo pede, para que o publico se possa livrar
desla fraude e dislingua a verdadeira salsa parrilha
de Sands da falsificada e recen lemen le aqni chega-
da ; o annunciante faz ver que a verdadeira se ven-
de nicamente em sna botica, na rua da Conceicao
do Recife n. 61 ; e, alm do receiluario que acom-
panha cada frasco, tem embaiso da primeira pagina
seu nome impress, e se achara sna firma era ma-
nuscriplo sobre o involtorio impress do mesmo
jreos.
Vende-se nm cabrioiel com sua competente
robera e arreios, ludo quasi novo ; assim como 2
cavallos do mesmo j ensillados e mansos : para ver,
na cocheira do Pedro ao p do arsenal de marinha, e
para Iralar, na rua do Trapiche Novo n. 14, primei-
ro andar.
DEPOSITO DE PANNO DE ALGQDA'O
DA FABRICA DE TODOS OS SANTOS
NA BAHA.
Vende-se o superior panno de algodao
desta fabrica, proprio para saceos e roupa
de escravos : no escriptorio de Novaes &
Companhia, rua do Trapiche n. 3-i-, pri-
meiro andar.
Vendem-se chapos de seda para meninas de
10 anuos, os mais bonitos que he possivel pelo dimi-
nuto prego de 7.5OOO rs. cada um ; e para senhora a
K3OOO rs.: no Bazar Pernambucano na rua Nova
11. 33.
Na rua do Vigario h. 19 primeiro andar, lem pa-
ra vehder-sechapeos de castor brancopor commodo
prego,
Vendem-se pregos americanos, em
barris, proprios para barricas de assu-
car, e alvaiade de zinco, superior quali-
dade, por precos commodos : na rua do
Trapiche Novo n416.
Taixas para; engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sorlimento de taixas de.ferro
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
prero commodo. e com promptido' :
embarcam-se ou carregam-s em carro
sem despeza ao comprador.
Vende-se pefxe secco de varias qnalidades e
muilo bom : na rua da Cruz 11.15, segundo andar ;
assim como bolins de couro pelo diminuto prego de
23500 o par.
' 5J00 cada um.
Vendem-se chapeos de sol de seda, boa qualida-
de, por 59OOO rs. cada om, dilos de panninho, por
1-32S0 : na praga da Independencia n. 35.
Vendem-se cobertores de alcodso grandes a ^m*y.
640, e pequeos a 560: na rua do Crespo n. 12. f
QUEIJOS E PRESUNTOS. ^"J~
Na rua da Cruz do Recife no armazem n. 62. de
Antonio Francisco Martina, se vende os mais supe-
riores queijos londrnos, presuntos para fiambre, l-
timamente chegados na barca ingleza- Valpa-
raso.
Vende-se urna dislilaco completamente mon-
tada : o alambique he escolenle por saa fornida
conslrucgSo, e ser de co'ire puro ; a serpentina he
de cstanbn, e s essu peca lem o peso de -}0n libras,
a bomba he igualmente de cobre, as cubas sao de p-
timo amarello vinhalico, e mu bem construidas.
Tudo est em proporgao para prodirar uina pipa de
agurdente diaria: Irata-se na roa da Cadeia do Re-
cife 11. 3, primeiro andar.
Na rua da Cadeia do Becife n. 60, arma-
zem de Henrique Gibson :
vendem-se relogios de ouro de sahouele, de pale-
le ingtezea, da melhor qualidade e fabricados em
Londres, por prego commodo.
Na rua do Vigario o. 19 primeiro andar, tem
venda a superior flanella para forro de sellins che-
gada recentemenle da America.
Moinhos de vento
"ombombasde repuso para regar hortas e baixat
de capim, nafundigaOdeD. W. Bowman : na rua
do Brum us. 6,8 e 10.
t
POTASSA BRASILEIRA-
Vende-se superior potassa, fa-
6 lineada no Bio de Janeiro, che-
/gj gana recentemente, recommen-
22 da-se aos senhores de engenho os
2? seus hons ell'eitos ja' experimen-
' tados t na rua da Cruz n. 20, ar-
mazem de L. Lcconte Feron &
fiS) Companhia.
J
Padaria.
Vende-se orna padarja mufoarregaezsda: a Iralar
com 1 a-so A Irmaos. j
Aos senhores dt engenho.
Cobertores escaros de algodao a 800 r., ditos mui-
lo grandes e encorpados 19400 : ua roa do Crespo,
loja da esquina que volla para a Cadeia.
Devoto Chtistao.
Sahio a luz a 2." edigAo do livrinho denominado
Dcvulo Chris(3o,mais correcto e acrescentado: vende-
se nicamente na livrana n. 6 e 8 da praga da In-
dependencia a 640 rs. cada ejemplar.
Bedes acolclioadas,
brancas e de cores de um s panno, moito grandes e
de bom goslo : vendem-se na ros d Crespo, lojarfla
esquina que volla para a cadeia.
No pateo do Carmo, taberna n. 1, vende-se um
escravo de bonita figura, proprio para todo serviro.
AOS SENHORES DE ENGENHO. '
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas,. com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assuca'r, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na rua da
Cruz, n.-4. ,
VINHO DO PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barrisdeA., 5. e 8.: no armazem da rua
do Azeite de Peixe n. 14, ou a trafar no
escriptorio de Novaes & Companhia, na
rua do Trapichen. 34.
1
1
e
&
Vendem-se relogios de ouro e prata, mais
haralo de que em qoalqucr outra parte :
na praca da Independencia n. 18 e 20.
SSepotito da fabrica de Todo, os Snutoa na Babia.
Vende-se, m casa de N. O. Bieber &C, na rua
da Cruz n. 4, algodaO Irangado d'aquella fabrica,
muito proprio para sarcos de assucar e roupa de es-
cravos, por prego commodo.
Vendem-se em casa de Me. Calmonl iS Com-
panhia, na praga do Corpo Santn. Il.o seguinte:
vinho deMarseillcem caixas de 3 a 6 duzias, liuhas
em novcllos ecarreteis, bren era barricas muilo
grandes, ago de milaO sortldo, ferroinglcz.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala novi n. 42.
Ncste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e metas moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e tai\as de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
N rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violao e flauta, como
scjam.quadrilhas, valsas, redowas, sclio-
tickes, modinhas, tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Janeiro.
Agenciad* Edwin Hiw,
Na rua de Apollo n. 6, armazem de Me. Calmonl
; Companhia. acha-se constantemente bous sorli-
menlos de taivas de ferro coado e batido, lauto ra-
sa como fundas, moendas ineliras todas de ferro pa-
ra animaes, agoa, etc., ditas para a rmar em inadei-
ra de lodos os lamanhos e modelo- ns mais modernos,
machina lioii-oiil.il para vaiior rom forra de
4 cavallos, coros, passadeiras de ferro eslanhado
para casa de purgar, por menos proco que ua de co-
bre, esco vens para navios, ferro da Suecia, e fo-
1 has de (landres ; tudo por barato prego.
ESCRAVOS FGIDOS.
509000 de aralificagao
a qnem pegar o molequr, crioulo, de nomc And(c,
ralraeiro. idade 17 a 18 annos, secco do corpo e al-
to ; fugio no dia 24 de maio prosimn pas-sado ; ro-
ga-se a todas as autoridades' polieiaes e rapilSes de
campo, que levem-o a seu enhor, no Forte de Mal-
tos, trapiche do algodio, ou na ddade de Olinda, no '
Varsdouro, a J0A0 Antonio Moreira, que prompla-
menle dar o promeltido.
Aosentou-se da casa do Sr. Sebaslilo Antonio
do Bego Barros, em agosto de 18.">1, em occasiao que
se achava morando no aterro da Boa-Visla, o sen es-
cravo, pardo, de nome Vrenle, de altura regular,
que representa ler 30 annos de idade. pouca barba,
hons denles, oaos na flor do rosto, corpo e nemas
bem feilas. lenno nos cotovrllos dos bracos dous lo-
binhos ; suppoe-se estar acontado em pma casa nes-
la cidade, e seu enhor protesta desde j por perdas,
dmeos, dias deservigo, etc. ele.; assim como gra-
tifica a qnem o apprchender.
Antonio, moleque, alio, bem parecido, rr aver
melhada. nago Congo, rosto comprido, barbado no
queiso, pescogo grosso. ps hem feilos, leudo o dedo
iudev da mo direila aleijado de nm talho, e por is- .
so o traz sempre fechado, com todos os denles, bem
ladino, oicial de pedreiro e. pescador ; levou roupa
de algodio e urna paihoga para resguardar da chu-
va. Ha Inda probabilidade de ler sido seiluzido por
alguem ; fgido a 12 de maio do crrente auno, pe-
las 8-horas da mantilla, leudo ohlido Indica para le-
1 var para Sanio Antonio urna bandeja com roupa :
roga-se, portanlo, a todas as auluridades e capilar*
.le campo, hajam de o upprehcnder e leva-lo An-
tonio Alves Barbosa, na na de Apollo n. :ll), 00 em
Fra de Portas, rua dos Guararapes, onde e paga-
ro todas as despeza*.
Desappareceu no dia 1.~> de Janeiro do corren-
le aunuo escravo Jos Cagancc, de idade -10 annos,
poacu mais ou menos, rom falla de denles na frente,
testculo, orescido-, e ciratrizes .....uadegas ; (rali-,
lira generosamente a quem o levar au aleo da
Boa-Visla 11. 17, seguudu audar.
Per, Tf-, a. f. W. *e rarta.
V
1
N
^v

-=*aJ


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