Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01488


This item is only available as the following downloads:


Full Text
' r

ANODE 183.1.' O :t FEtRA"24 OF IITRO "MJMKiWI a.*j-
TiMiw*i*.-.^^vTw'-'W'^sm>!s-aPE>nraKB:i
"7TV----
SljI8tlCVe-:.c llUiSil-icilt" 0 110 riv-. .1!l,.5llt,<.ij-. MU t'it'Oirmfia
ad iinno. paiPo mm '' i.'// !: S. Antooi'i .i: i'.io (i., i'.ir'.i tar>i
ivl,1 se ri'H'liei i^lr.-tl,!l^'i\lC^.^, V aKUitdfM i"-.u-s in-irrui-v
rat> rNda tu.'-. irio .i.-.-.ii^ii.ii.ii'i uniente viuda .ssjwios.
Tydo a r.i (U.peile de nos mcmos, da n-?s nwidencia, *-
drrai', .. .rul.i: coici.-.m-mos como urtncipJMIM C crcno*
fcpirtiftalto* o> i.';ii;iHrai;i!' entre'as Naccfos mai-<;ults*.
l'turluma/p.da Assemblen teral do Bratit.
<
i.xtxnv.Kiemtiv**-*. i-j-.iifiiM.iagjwnw
i
Impreco em pemanumeo por SJofc actortm De abreu*
car HWarSS-*^*' flBMHKan
DAS da semana.
'.........v..v..v.m^i.vWvvmMvv.vvv.>
V.'-S. Erfuvigfs- Relam dfi m., And. dos J.* do, t oo
>n: o ci t., c Ch. Pp. a 1 h. e 18 m. da t.
.-S. Ziic/M-Ses. da Thoz. P. de m.eAud.doJ.
de Orfos det. Pr. as 2 h. e 0 m. da t.
Sabbado-5. Evaristo- R I'- de m. r aud. do Vig.
G. de t. Preamar as 2 h. 54 m. di t.
Domingo-S. Elesbo Imperador. Pr. as 3 b. 41
m. da t.
.%%*%*%?*?**
,,*>*
Pcnminenlos do grande Napoleao.
fApo-Lio, esse Homero, raro, que fez o assomhro
Jbro da Europa inleira, he inrontcslavelmente u-
ma hnn aulhnridadca citar em poli lira ? E quem po-
derr desconhecer sen genio transcendente ao leio se-
guinte tpico de suas Memorias e:u que com lano ti-
no o exaclido pinla as cousequencias que um Goveruo
fraoo produz ?!.....
Qiando, diz o grande hornero, o Poder prin-
cipia a manifestar em todas as suas deferminacoes hu-
ma lastimosa fraqueza, e em todas ellas caininha como
ns apalpadellas, quando d proras evidentes de sua in-
suficiencia, eedendo reciproramonle influencia de
partidos o pos tos, vivendo para sabir do da, sern pla-
no fixo, sem firmeza na sua marcha ; quando os Cida-
dos os mai.s modernos por suas opinies se vem na
necessidade de corifessar, que Governo marcha sem
regra ;. quando aquella por fim rene sua nullidade
interior o deffeilo. que mais fere o pundonor de hum
povo brioso, isto he, ver-se envilecido aos olhos do
mundo, a sociedade comeca a sentir certa anciedade
Interna ; o drseo de sua conservadlo a poem em mo-
rimento, e laucando as vistas sobre si mesma busca
primeira o homem capaz de empunhar o leme, e le-
var a nao do Estado 'ao porto de salvamento.
Urna Naci numerosa tem sempre dentro em si es-
te genio Julolar, porem ha occasics em quw tarda a
appresentar se na Seena. Nao basta, que exista, he
preciso que se ja conhecido, que se con beca a si pro-
prio, e at que tal se verifique, toda a tentativa he
van, todo o intento intil, porque a energa da grade
omas^ protejo um Governo que s o he de nome, e a-
pez-u- da sua impericia, apezar da sua debilidade,
nada sao contra elle os esfor^os de todos os seus ui-
i!i';os. Prem indique este ancioso LIBERTADOR
a sua existencia tle qualquer maneira queseja : o ins-
tiuCt nacional o apuntar ao dedo, o chamar em seu
socorro, e lodo um povo sabindo ao encontr excla-
ma!;! ar< ipareeer-le este.
Das Memorias de JVapolio.
(Do Settede Abril.)
%%%'%*v%* **
T
CORRESPONDENCIA.
Sur- Redactor.
Ehdo ajkparccido no seu Diario de 21 ^Q corren-
te o Offieio do Ministro (lo fmper*u>, escrito ao
Exm. Presidehte da Provmcra, em que Ibe dizia que
a Regencia n5o havia annuido sua supplica para no-
mear entro Presidente, e Iendo-o depois na Quotidi-
ona, e Diario da Administradlo de 22, note que nes
te ultimo vinha acreScenfado rom estas palavrasRe-
g'iste-se. Palacio do Governo de Pernambuco 17 de
Outuhro de 1833Lira; e julgando que tanto Vmc-
como o Redactor da Quotidiana nao haviao querido
Irawrever aquellas palavras, talvez por aspilgarem '!'
nenbuma entidade, quando alias podem ser de mili-
ta, secundo as circunstancias, por isso corri sua Ti-
pografa confiado n nfessa familiaridade para o adver-
tir da omissao, como Ihe disse ; e Vmc. sabe qual fui
a minha admirncao, quando me apresentou o autgra-
fo, vindo do Rio de Janeiro, que me disse haver re-
cebido do Presidente sem aquella adicao. Por tanto,
nao lendo com o respeilavel Redactor do Diario da Ad-
minislraco alguma rclr.cao. e devendo este Jornal iter
rrtais acreditado do que osoutros, aA menos na publi-
cato de papis officiaes, "v<4tp que o seo Redactor na
Declararlo do seu Diario de 19 do correte, confessii*
que tudo ropia na mesma Secretaria de Governo, e
como as copias devb ser conformes aos or'iginaes, e ti
muito deseje saber o motivo da alteraco.df-sta.; por
isso me sirvo do seu Diario para o pedir ao Redactor
do Diario da Administradlo. Sou Senbor Redactor
seu atiento venerador
* *
PERGUNTAS.
PEncnjiTA-SF. ao Senhor Antonio Francisco Raplia-
ta de Almeida. Juiz de Paz do 3. Destricto do
Carmo do Bairro de Santo Antonio; qual seria o mo-
tivo porque Sua Senhoria nao i riel u o na lista dos Ci-
dados apurados para Jurados os Senhores Jernimo
Vuela Tavares, Cirurgiao ; Miguel Filicio da Silva,
dito; Tbom Pereira Lagos, Proprietario: Caetano
Pinto de Veras, dito ; Ignacio Neri da Fouceca Ju<-
nior, dito; Ignacio da Fonceca dos Santos, Empre-
gado Publico; Mnnoel Antonio Monteiro de Aridra-
de, dito; Manoel de Pao la Qnintella, dito;3oquim
Joze Ferreira, Proprietario; Joaquim .Joze Vietra,
dito ; Francisco Joze de Oliveira, (Comerciante; Fe-
lis Pereira de Lira, Capito; Agostinho Henriqies
da Silva, Comerciante; e Antonio Lufa Ribeiro de Bri-
to, Proprietario; ser porque assenta oSr. BaplUta, q'
osles Senhores nao sao Cidados Brasileiros, que nao
teio os rendimeutos e asqualidades que marca a Lei,
para ocupar o honroso cargo de Juiz le Faci, ou se-
r porque nao so do afecto do Snr. Antonio Francis-
co Bastilla de Almeida, por acaso nao scro estes Se-
nhores conh.ee.idos pelo Senbor Juiz de Paz, no ma-
pa doalistamento dos moradores do seu dislricto, tio
(Staro os nomes destes Senhores, por ventura os seus
Direiteres s fariao o alistamenlo das pessoas que o S.
Almeida ineluio na lista qu mnndou publie.ir no Dia-


*o
pioN.* 228 : assento que nao, porque en fui aliado,
-.' nao tai contemplado no mo ha. celarn, nSo-scr hu-
ma, injuria que oSrtr. Antonio Pranciscq Baptfst Se
\lmvida nos acaba de faser, o que nSo'dirS os ngs-
;.':s CrtncMadSos nao vendo na lista os nossos nome,
dirfi :' nao dtr5 que nao somos capazos de oceupar
estenio digno lugar, porque raclivo nao querer., o
Senhor Baplista o que quer para si, porque nao quer
. para os seus Concidadns, ser isso ser Patriota ? a
paueo das, ou meses, nao se achara o Senhor Arto-
nio Francisco Baplista ile Almei.la, s com jus no lu-
gar de Juiz de Orfos desta Cidade, alegando o mo-
tivo de.ter huma triste Provisao para advogar, nao
dra S. S. que era huma injustica que Ule azia a nos-
sa Cmara caso nao |be diferiste o sen requer ment
para oceupar o honroso cajjp de hih de Orfos quei-
xando-se o Senhor Baplista desta mam-ira or nao ser
difirido para_o dito lugar de Juiz de -Orfos, por
ter esta provisto, que queixa neo teria aquel le que
deu a unos aos estudos, queimando as pestaas, nm
estu4ar, nhtendo por isso huma, carta de Baxarel'e
DouJor formado, e quehoje anda estn desinprega-
dos romo o Senhor Dacia e outros, que anda nao ti-
verao o gdslo de ser empreados, nem mesmo alean-
car a maioria de votos para ser Juiz de Paz, pelas
grandes caballas que apparecem naseleicoes Popula-
res? Oque nao dir de V. S. .Senhor Baptista, hum
Empreado Publico,, hum Propietario, hum Comer-
ciante', &c. &c. Scc. que est nogOso de seus direitos,
c tem as qaidads eligidas na Le pora ser Juiz .le
Pacto, nao ler5 razo d diserque V. S. nao cum-
pre exactamente o seu lugar, que Ihe fez huma injori-
a, p hum furto, como a disse o Senhor Caetano Pin-
to de \ eras, nao ter razio sufficiertte para se apresen-
. tir perante o Tribunal da Opiniao Publica clamando
contra V. S. porassim prstiear?
Pergnfo-sc mais ao Senhor Antonio Francisco Bap-
lista .de Almeida, se hum individuo que nao est no
caso da Lei para ser G. Nacional, por nao ter os ron-
dimentos e. os quinto* que marra a mesma Lei, se est
no caso do ser Juiz de Facto : eom a sua resposta dir
rocote com o Sargento Asede por o dito Cabo con- u
somente ao Sargento zedo tlcpois de alguns passos
vofton, e dera-me ordem de prezo, partecipanao ao
Sor. Commandaute (ler.il, que o fizera por rile Ca-
bo ihe nao faser a continencia, e que por tanto nao
mentio o Vigilante no seu avizo antecedente tambera
pede que nao pegue maisem pena, para nao dizer as-
neiras, comeescrever no Publico (porque o Publi-
co no In papel ou cotiza que o vaina) o que nao in-
do mais responder asneiras-firmando too descarada--
mente, que j tem respondido asneiras : porem que < -
ses pontos de atreviment e ignorancia d'ora em dian
te sao disprezados pelo
Vigilante inirjdso da impiistwa.
Convencidos como estamos de.qoe de taes pej'-
gunt'as, e aviy.es sobre o Corpo Municipal Permaoeute
beneficio penhum lem rezullado, antes polo contrario,
pode abrir raminho a insubordinado : e tamendo nos
vermos e cia declaramos ser esta a uifitni que publicamos.
ANUNCIOS.
TEwdo sido visto D. PEDRO 1." pelas taberna da
ra de S. Ocnlo, besuntado de azeite do peixe, o
heirando a bacalho indagou-se a causa desta desgra-
ca, e soube-se, que os Caramnrs seus captivos Ihe
derao este destino por precisaren-, de cobres! Pergun-
ta-se ao Jurista se he decente, que seu Senhor seja
assim vendido por uns tristes seis dinheiros de metal
to relies ?
Do Sette /lo Ahrxl.
Roga-se aos Senhores enearregados da Polica
da Cidade, que tenhao a maior vigilancia, sobre os
ratoneirds; porqu andio metendo D. PEDRO .*
por barxo das portas das familias honesta* e pacificas.
lo mesmo.
mais alguma cotiza
O que nao fot contemplado.
%3F Pergunt|-se1 Se o Exro. Senhor Tice
Presidente Lira nao acbou com'quem seaeonselhar
pe nao com o Senhor Manoel Paulo Quintella, e
se verdade que o Senhor Quintella campa de ser o
mentor de.S. Esc. ? 2." Se o Senhor Quintella nao
reconhec a .sua insuficiencia' scientifica para se meter
a aconselhar sobre coisas de maior monta. 3." Qnan-
do pertende o Exm. Snr. Lira convocar o Conselho
oGoverno?.
O Perguntador.
*r^ Pergunti-seao Senhor Administrador da Me-
za das Diversas Rendas, ou a quera competir, ma I a
razio por que nao ha o pezo de huma libra na casa da
Inspecyao, e Pezo do Agodo ; resultando da falta de
tal pezo, prejuizo ora a JVaeao, e ora ao Agricultor ?
Vaina-nos Dos com tantas faltas.!
W^ Pergunta-se ao Cobrador das medidas da Pra-
ea da firinha da Boa-vista, quem o authorisou a rece-
ber dos almucrcvesquarenta rcise um prato do farinba
de cada urna ear^a, alem disto o monopolito que ha
com os desgranados matutos, fasem disso a pr'ivncao
que Ihe friera de estaera na prac 'atoa rioite, so nao
he licito qqalquer vender osen gnero onde. Ihecon-
vier, estar por ventura as Posturas da Cmara Mu-
nicipal ?
K?- Pedc-sa ao Snr. Furriel- Silva que se lembre
de que passando urna vez depoisld^rsriside ieis ho-
pelo Snr.Ca!.;; lYtt.To da 6:* Compnhia ]unts-
** v%v^*>
THEATft.
O Actual Empresario do Thentro Vnrional desta
Cidade est a pro m piando hum Ex pee tac lo intei-
ramente novo para o dia 26 do crrente mez, n qual
nao tem ti do lugar ha mais tempo, por n5o ter sido
nossivel concluir as obras, e maqumismos que so csto
fasendo para elle.
He pela prime ira ver. que vfo laser-se neste Thear
roOS JOGOS HYOIUULICOSe he de esperar
que o Respr-tavel Publico fique satisfeit com as dif-
ferentes difiieuldades, e,galanteras que se apresento
leitas por hum dos Elementos fo eonlvcido, como a
Agoa ; por este meio se fqaanto achimica he diver-
tida, cao mesmo tempo inleressanle, e a quanto tem
chegado o ettndo dos Homens, que por meio de ser-
tas oombinacoes cheg*o a ftzer couzas que precem
tmpossiveis, equoem outro tempo serian suffiriete
cauza para hum pobre homem ir finar ses dias no
Santo rribnal da InquisicSo, ou dabi em hunft fo-
gneira.
He hum discpulo de Mr. Robertson que immitan-
do o maraVilhosamente vai apresentar ete expectarn-
o. o qual he de esperar que agrade ao Respeitavel Pn-
nh^o.
: Era conscquencia das despezas considerayeis que fo
preciso faser-se para esteeipectaculo os procos' serlo
o.> mesmos rio dia 10.
N. 0J Tendo-se scandalisad no da lOalgumas
pessoas, de acharem no Theatrp huma ordem pac se
nao fiar a alguem fosse quem fosse son obrigado a di-
zer qUebe muite injustamente (no assim o fi-^r.-To, r,f)r
tsso que medidas geraes nao olendem em particular:
eorno o Theatro est no desemholco >


i ........mii
n I I II
rfiiin

quaniia, em epiwequencia de so trr fiado a todo o mu-
'. : rogo por tanto i lodosos meo amigos e pessoaa
cpate, se nao offendo de huma medida, que. posto,
que osabranja nao se entende com ellos.
\ O Empresatia.
M brm construido, e novo sobrado de dois anda-
ros, e sblo muito decente, com sufficiontes eom-
modo9 pira nao pequea familia, com grande, c mui-
o seguro armnzem proprio par qnalquer negocio de
vivires, emnlhados pela su a boa loealidade, grande
quint. 1 eotn alnimas pa ritas, carimba, e caes de po-
dra, no ajtcrro dos A (Togados, lado esquerdo pouco
alem do viveirodo M'uniz, cu troea-se por outro qual
quer eos Bairros do Recife, Santa Antonio, e Roa-vis-
ta, ou por urn sitio perlo com arvoredo:; de frutas, o
boa casa d vivonda, ou finalmente por qualquer ou-
Irp negocio; advertindb-se porem que io favorvei
enndicoens nao sao fritas de dfelto do predio; mas
aimdp circunstancias, que sero patentes ao compra-
dor : no mesmo das Irez horas da tarde em diante.
V3"" Urn pedaco de trras prnprias. na estrada do
Arraial com duas cazinhas do taip.i cobertas de telha,
dentro do mesmo terreno, por preco commodo : triiz
da Motriz da Boa-vista D. 11, fallar com Pedro Joze
de Olive ira.
3^* Toii'inho de superior qualidade a 4$160 rs.
a srrba : na ra d Cadeia do Reeife armazem n. 12.
K'^sm Vndese, ou alluga-se um sitio com caca de
tiveda na campia \j If;reja da Gasa forte com tr-
ras pira plantar arvoredo de toda a qualidade, e bai-
x pava capim Cercado todo de cspinbo, e limo, por
proco commodo : na ra da Cruz atraz do Corpo San-
to n. 33.
t3^" Rcbique da 1.a sorte, livrodcouro, e prata,
vidros de opigicldo : na ra do Cahug D. o.
rj?" Um selim em b9i uzo : na ra Vclha da
Roa-v isla O. 36.
^r^ Rixas de Lisboa, de boa qualidade: nonr-
mazem do Machado ra do Viga rio n. 14. ,
%'T?* UmcavalJo de estribara bom esqupador, e
enrregador de baixo a meio, benita figura, e bastante
novo: na ra do ftangel I). 22, defronte do Juiz (le
Direito.
*TvF" Algumas caixasque j servirn de assucar,: na
ra das Cruzes D. 6, r en na cao de assucar.
^?" Um prelo padeiro e canoeiro : na ra da Ca-
deia do Recite n. 23.
^?~ Potassa de superior qualidade por preco com-
modo, c urna cama grande : n:i ra da Lirangeirr de-
fronte do Cirurgio Peixpta l). l.
V3P" 2 moradas de casas de pedra e cu!, quintal
muratio, e cacimba de muito boa agoa, citas nos A (To-
gados, na ra re S Miguel : na ra doQueimado 2.*
yodar do sobrado D. 11.
*&* Papel de cmbrulho : na Tipografa do Dia-
rio.
W^ Urna venda com poneos fundos defronte da
Cadeia ). 10 : na mesma.
viuho do Porto caada 1000, garrafa 260; dito en-
garrafado bem claro 400 ; dito 320 ; dito de Lisboa
velbo, e claro caada 800, garrafa 200; dito mais
tinto caada 600, gorrafa 160; dito 480, garrafa 140;
dito branco caada 800, e600; dito moscatel caada
1000, garrafa 260, engarrafado 320; barra de v-
nho com 20 caadas medida velha a 16000; presunto
bom a libra 2S0 ; loncinho a 200; pimenla do Pit.fi
boa a 220 j eravoda IiffKa a 800; cha hisson a reOO;
caf 1.* sorte do Rio de Janeiro 250,; v$as de spal-
macote de 5 e*6 em libra a 64 ; ssrVeja preta, e bra-
ca, a 280; manteiga nova .a 320,, 2S0, e 200^ botijas
de azeite doce bem araarelo sem raneo, com urna caua-
da cau*a um., medida vclha a 2000 : na ra do Livr-
mtfntq esquina do becq do Padre D. 1.
$y Urna negra moca, que sabe bem lavar ; no
beco tapado dentro do poro.
^r* Um bote de 2 proas : na ra de S. Rila nova
D. 15. i
^T^ Cassas adamascadas para ricos cortinados (o,
cama', c cambraias pioladas de cores fixas para vestlfl
dos de senhora : na ra da Cadeia loja do Barroso n."
^3 Urna caza terrea de pedra e cal, chaos propri-
os, para pequea familia, sita na Cidade de Olida ra
do Aliube D. 4 : na ra do Carino da mesma Cidade
D. 13,
Compra*-
UM a preta mossa que sai ba engomar lizo, cosinbar
o diario i\^ urna casa sem vicio algum : dfronte
do Roza rio sobrado I"). 0.
r^- Urn Dercicnario de Porluguez para Francez :
r.a ra do Palacete D. 23.
\t^ 2 escravos para fora da Proviecia, um offiei*
1 de carpinteiro, e. outro.de j.edreiro : na ra da
Al'andega velha n. 9.
tf3- Um habito em bom estado da Ordem terceira
de S" Francisco : na ra da Senzala velha n. 44.
fjs3 Umaescrava costreira e engomadeira, tenclo
de i dado al 20 annos : na loja de Manoel Joaquim
da Silva nos 4 cantos da ra do Queimado.
^rjj* Urna casa terria em boa ra at um oontc
a um cont e duzentos mil reis : na ra do Cllegio
loja de vidros so dir quem compra.
I '^y Uma Gramtica Poriugucza, nova, ou em
Imeiouzo, pelo auctor Pedro Joze de Figuerdo : an-
inuncie.
^g" Um moleque que nao tenha jicios, e tambem
uma negra moca que saiba lavar, e engomar : na ra
da Alandega velha n. 0.
^t3- Urna escrava costreira, engomadeira, e co-
zinheira, tendo de idade at 20 a 25 anuos : na ra
Nova D. 20.
m Li.rr. i-separa passar a festa uma casa trrria no
A.lugar do Poro da Panella, na ra por d( vaz da [-
greja : na ra do Cllegio 8, 1> andar.
^3* Alluga-se uma casi.de pedra e cal no Poco da
Panella defronte do rio, para passar a festa : fallar
com a dona na ra do Palacete ultimo sobrado da viu-
va de Antonio doCarmo.
persas*.
TEsoo^se;perdido um Bhcte de cem mil reis era
cobre com o N. 954 passado por Antonio Gomes
Pcssoa em 20 de Setembro docorrente anuo, sobre o
qual j se fizero dous anuncios nos Diarios de 5 c 19
do crvente mez de Outubro ; roga-se de novo a qual
quer pessoa que o tiver achado, de o levar ao mesmo
Pessoa dentro dorprazo de oito dias depois da publi-
cacodo prezentc, aoc.de receber suas alviraras: o



n*o aprezentado dentro deste pray.o, no lera mar v-
jar
Stttfo*. particular c?.
OAbaixo assignado roga o obzequio a todas as pes-
soas que tiverem erri seu poder Bilhetes de na
firma de cobre, llios ten'ho aprezentar incontinente
para seren pagos os que Ibrem verdadeiros, e vir no
eonheci ment dos Talcos, visto queja Ihe l'oro a pre-
sentados dois; assim como qualquer letra, 011 obriga-
eb de sua mesma firma, que declara desde ja ser fal-
sa, por nao ter passado, ncm assignado nenhuin se-
milhutr titulo.
Francisco PJbeiro de Brtfo.
t, que se Ihe apresenlem para pagamento duas or-
deiis, urna de Rs. 200$000, e outra de Rs. 30#000,
Mecadas contra elle por A. F. Pereira em data de 23
de Julbo do anno correte.
A, Schramm.
?^* O ahaixo assignado mora na ra da Senzala
velha D. 35, e serto em casa pela munh t as nove
horas, e a tarde t as quatro.
Antonio Borjes da Fon seca.
fc3" Dezeja-se fallar com o Snr. Antonio Joze Fer-
Feira da Gama, ecomo se ignora a sua morada queira
anunciar por este Diario para negocio de seu interesse.
fc^- Segunda vez roga-se ao Snr. Eduardo Soares
de'Albergara, que anuncie por este Diario a sua mo-
rada no Recife, para ser procurado por un seo ere-
dar.
ygt Dezeja se fallar ao Snr. Joaqun! de Santa An-
a Carneiro, e como nao se saiba a sua morada, pede-
. *e-lhe anuncie por este Diario para ser procurado.
%& Antonio Luiz Ribeiro de rito. im,>ectra &
lodasaspessoas, que tiverem bilhetes (Manuscriplo)
?le sua firma sobre quanlias He moeda de cobre, hajo
e os mandar receber, no priodo de trez das, depois
da publicacao deste,- e bem assim todos aquelles, fir-
mados por seu- primeiro caixeiro debaixo da firma de
l$nto & Siqueira: Hcando os mesmos Snr. certo*
que, o anunciante se nao responsabelisa, findo est
prazo, poralgum maisque appareca, tanto de urna,
como de outra firma : atiento ladroeira de bilhetes
rabos que comessa aparecer.
IOr- L. A. Dubourcq faz sciente que Justino Caa-
litlo Mendelo nao maisseu caixeiro.
$y A luga-se urna ama de leite forra, ou cativa :
aa ra do Gabug D. 7.
fc^ Quem tiver urna canoa pequea de carreira
o a queira allugar por mez 5 dirija-se a rtta Direita
sobrado D. 59x
S^ Perciza-sc muito fallar com os Snrs. Manoel
Joze de Azev.edo, Jernimo Sebastio de Alcntara,
Manoel Gomes Braga, Alexandre Marcelino, Manoel
de Farras, Joo Miguel, e Ignacio Marcal, tenho a
bondade de hirem a Camboa do Carmo sobrado de 2
andares varandas de ferro, ou declarem suas moradas.
&3P* O abaixo assignado faz sciente ao publico que
*e acha pago e saptisfeito da venda que vendeu a Ma-
noel Adriano na ra do Rozario eslreita D. 19.
Antonio da Silva Braga.
V^* A pessoa que trou por engao ma carta do
Coi icio de Joze de Oliveira vinda de Lisboa no Bri-
je ltimamente chegado, faca favor entrgala na ra
ds 5 Puntas D. 14, ou bola-la no mesmo Correio.
^3^ Qqem tiver um sitio perto da Praca com ea-
za di' viy.cnda, eo queira ai rendar } dirjase a Boa-
visia ra Yelliu. 38.
a^ Roga-se segunda ve/ ao Sr. Francisco Xavier
tic Cont, morador na Cidade de Olinda, ra da Rt-
UUliha, hnja de ter a hendade tic quanto antes vir en-
tregar as chavas d;>s casas, "que a'lugou a mar de Ir
mezes, e juhtameute os Mugues, pois que exislem siem-
pre feixadas, do contrario uzar-se-h dos meios com-
petentes.
$T3^" Qualquer Sr. Sacerdote Secular, ou Regular,
quequiser ser Cpela o emGaranhuos de una (.apela
particular com a esmola de dur.entos mil res, queira
dirigir-se a Ignacio Alves la Silva Santos na ra da
Gloria porlo D. 25;.ate. as 7 horas da. inanh.
3^ Quem anunciu querer comprar um cscravo
hom canoeiro :.dirija-se ao puteo do Hospital .do Pa-
raizo no sobrado D. 22 na esquina que volla para a
ra do mundo novo, das 6 horas as 10 do da.
$l3" A pessoa que anunciu ter urna carta pu
Anna Mara da Anunciado viuva do falescido Joze
Ferreirada Silva que foi Meiriuho Geral n Cidade
de lihda, poder entregar a dita arta na mao de
Antonio Annes Jacome, na ra da Cadeia, do que se
Ihe ficar muito obrigado pela boa attenco.
. ^T^ Alluga-se urna escrava que saiba cosinhar,
lavar, c engomar, sendo esta e bons co.-ttimes $ i
ra Nova I). 20.
$3* Responde-se pela ultima vez ao Sr. Braziteiro
Nato da pergunla inserta no Diario n. 232, que o Sr.
Nuno Mara de Seixas nao uza o layo oriental por
'gostar milis d'elle, que o do Brazil, mais sim porque
deve andar com o destine ti vo de um em prego, que el-
le aceitn com o beneplcito Imperial; responde-se
mais, que tanto he Brasileiroo nuseido no Brazil, ce-
rno o do 4., porque ambos goza'o pela Le Funda-
mental do Imperio de iguaes direitos, e que finalmen-
te pelo Cdigo Criminal mereceni penas, os Brazilci
ros, que uzo de tlistinclivos, que Ibes nao perlen-
cepi, o que nlo pode ser aplicavel ao dito Snr. Seixas,
por uzar do laco Oriental com pe nii.sao do (iovi-rno,
permanecendo por tanto no pleno gozo de seus ditei-
politicos como Brasileiro, e que por conseguinte p >de
ser jurado, assim como foi qualineado Guarda Natio-
nal, do que nao gosta muito o Sur. Especulador, e por
que?........
O mesmo Brasileiro Noto.
t3 Quem anuncien querer comprar a.-, obras de
Boc.ijge, dirija-se a ra do Rangel sobrado D. 13. No
mesmo vndese por preco commodo 2 bicudos, 2 cu-
rioes, 1 patativo da Prrahiba, 1 vuva, 1 bigode, c
1 enclis, todos muito bons canlandores.
V^y Precisa-se de um Sacerdote para diser Mis-
sasdeS. Thom atedia de Reis, em lugar distante
desta Praca sete legoas, da-se-Ihe 32^000 reis, eex-
ige-se que saiba jogar a espadilha : na ra iVova arma-
zem D. 30
, N'OTICIASMAKITIMAS.
Navio entrado no da 21.
BARCELONA ; 43 dias ; Polaca Hespanhol S. Jo-
2e, Cap. Peregrino Puyol: vinho, jgoardenle, c
mais generes : Nuno Mana de Seixas.
SahJos no mesmo dia.
BAHA ; L Paquete N. S. da Penha^ Cap. Jna-
quim de Jezu e Silva : varios gneros. Passa-
geiros 4.
PARAHIBA; .Hiate Prazeies PaiaJubano, M.
Francisto Joze da Cosa: varios gneros. Passageiro 1.
-'! J'_... .!
mm?7*
Paita: a:< 'Vvp no
T/^aJTS?


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EXEF27IEH_VYFHNP INGEST_TIME 2013-03-25T14:10:51Z PACKAGE AA00011611_01488
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES