Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01484


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Full Text
* \\() DE 1833
S\RI?\IX) 19 DKOUTURRO
NUMERO
Wc\
Jtl?
o
Snlsicv(s-sc ui;;ii'iiljifiin; a 04U re, Hdtanttadefl, na Tippgrotia
v' i Uariu, paieo (l>i \i.ur/ ..ile e receucm correspondencias, e anuncios; estos insirem-sc
-.. .uis ien4o do* pwpritto asbi^naates soinente e viudo assi ludo agora depoude de wti me>uios, da uesM prudencia, m*
deracao, e energa; continuemos romo principiamos eaeraaioi
aVonlados cora admiraba.) entre a Aa<;oi'* mais cultas.
l'toclamaitlo da jissemblen Geral do Jiratil.
(-
Smpjreftgo em ybtvmmmzo potS$ctt (Victorino De Sbreu
* TrasS"'*****' C$S=BS?-.St<
DAS da SEMANA.
S.i!)bido-6\ Porfo de \tcantara-Nio ha despacho-
Pit. as 9 h. 18.m. ta m.
I) i ti".-S. Joo Cancio. Pr. as 10 horas 9 m.
ta in.
"fcEr.MJTA-KOS O T)OS0 rrstoeila^cl cologa o liodac-
tor (lo Campuceiro, que sustentando o principio
'uti/idade, que seguimos, eouie.slemossuas razos, e
anda as dos grandes homens, que eit.\ cujas obras
p> i.i maior parle lomo^ '.ido ; e no* desculpe elle, e o
publico a (frisa di ti de o por argumentos nossos aos tle
t i grandes subi-, o aima aos (!> nosso colleja Cuja
superioridade de nstftfo recUnhreeti'fno*. Nossos
principios, bebidos alias todo?, as obras de I3entham,
dos deh algtima eoiza di'erem. Nos nao lomamos a
ulilidade como fundamenta da moral; mas como prin-
cipio dcmonstrwlivo dola, eassim conciliamos o siste-
ma de Bentam, com o dos sectarios das Leis Naturacs,
e evitamos a picha de materialista, que anda assim
nao sabemos si a merece aquello. Quando queremos
sabir s u,na aeeo he justa, si a devera obrar os bo-
nicos; a na Usamos seils resultados, vemos si sao uteis,
ou daoso? S<*iedade, e dahi concluimos, que he,
ou nao ordenada pelas Leis Naturaes, que he, ou nao
JUst. Por que de corlo, nenhum outro dislinclo ca-
rcter podemos adiar as aecoes justas, se nao o de
produzirem bens aos homens. E adiamos, que s ta-
es aecoes, e nao aecoes prejudiciaes podio ser orde-
nadas por Dos, cuja infinita bondade deducida de
suas obras, nos faz crer, que nos creou para sermos
felices, dotando-nos de razo para por mel della, ea-
judddosda experiencia, conhecermos, oque devemos,
0 que nao llevemos seguir. Os hons resultados pois,
que produz qualquer accao, sua ulilidade para o gene-
ro humano, lie o principio por onde couhecemos, qte
ella he ordenada pelas Leis Naturaes, ou por )eos,
seu autor, que s bens, c nao malos nos ordena ; em
fim que he justa. E nao se pode nesle caso diser, que
^omosmaterializa, que nao acreditamos em Dos, ab-
surdo, em que nunca cahimos. Vejamos porem qtio
1 (i laudados sao os receios do nosso Colega sobre a pro-
palacio deste sistema, e a pouca solidez dos argumen-
tos de Benjamim Constant, e La Menais por ellos ci-
tados.
Nula remos primeiro, que estee escritores comba-
temo principio de utilidade, como diz Benlham, com
i zoes tiradas do mosmo principio; isto he reprovo-
no ; porque nao he ulil; mas perigoso ; quando a se-
ren coherentes, devio combatel o com rasos liradas
do principio do dever, gravadas nocoracodo homem,
ou do consenso de lodos os povos, e em todos os lem-
po-, como quer La Metais. Vamos a B. Constan) j
diz elle, que ha mais garanta, he mais perroptivel;
tlizer-se um homem, que nao he justo, nao ha di-
roito para se lhe tirar a vida, do que, que n"o lie ulil,
que o malem. Estamos por islo, nao lhe reprovamos
aexpressao; mas contestamos as razoes, que para isso
do os sectarios do sistema do dever. Hunsd'ircom
La Croix, que nao be justo matar hum homem: por
que assim o diz sua conseioiicia ; porque isto est gra-
vado no sen coracao. Oulros dirocom La Menais,
que nao he justo malar ou roubar; porque assim o tem
julgadh lodos i* he c os utiran'os, que nom acreditamos em ideas natas,
em ennb^oimento; gravados no coracao ; nern quere-
mos sug.-irar a razo Ilustrada dos rovos d'hoje dos
selvagens da primeira dado, diremos, que nao he jus-
to, que se malo, e rouhe ; por que anlisando estas
aecoes, a ponas lhe encontramos ulilidade moment-
nea, e aparento para um, ou acuris individuos; po-
rem mal dtiravel, e real para o rhesmo, para os ofen-
didos, para a Soedado, e para todo o genero huma-
no. F.is por que urna tal aco chamamos injusta, e
prohibida.
A ulilidade do ladra tornamos a repetir nao he
roubar, como o diz La Mnaes. corque passad Um
tal principio, seuspoucos bens, os proprios, que ti-
nha roubado, segurauca nenhuma tinho, e lhe po-
diao de novo ser tirados; por que os oTendidos, e lo-
dos os oulro associados poder-lhe-hio fazer pagar ca-
ro o rouho ; pir que na Sociedadc tem elle alem dos
remorsos, e despreso geral, a pena, que a Lei impo-
em aos ladros; porque em fim aindajia la urna ou-
tra vida, onde se premeao as boas obras, e casligo as
ms : castigos estes que entrao no calculo dos utilitari-
os, que nao excluem as penas, e recompensas fucturas,.
antes as admitem em seas clculos, e lhe do grande
pezo, coneluindo em virtude destes males presentes, e
fuetros, que o furto hecrime, e que os homens, o
devom evitar.
IMas esto sistema, diz anda La Menais, he s pro-
prio, o acommodado aos Filsofos, e nao ao Povo, que
nao sabe medir as consequeneias de urna aeco. A
mesma objeco se podeiia faser contra o sistema do de-
ver. E para ambos, assim como para o de La Menais,
ha a mesma resposla, embora nao sejap igualmente
cortos, por ventura o rovo sabe nos sistemas do de-
ver, e de La Menais, quaes as acoes, que deve obrar.
Nao de cerlo. Vos lhe diseis, que faca tal aco, evi-
te id outra; porque he seu dever ; porque est gra-
vada no coracao de todos; por que todos os povos as-
sim sempre o entenderao : disei-lhe igualmente, que
obre tal, ou fuja tal aco ; porque he seu dever, se-
gundo a vontade de Dos, deduzida das vantagens,
ou desvnntagons, que del las lhe provem. E note-se,
que naguelles cazos, nem elle acha em seu coracjp
gravada a bondade da aco, nem lhe importa, que a
tenho por tal tdo lodos, e s as adopta, e aprova por
habito; e ueste da ulilidade elle preeebe as vantagens,
e desvanlagens da aco, er firme incube, lia sua jusli.
-*


n, on injuries, e Mta. Do (ario o i-ovo liesempre oestes casos Ente
passyo* caos seus erros lia garantas, as leis, que
proliibindo urnas acoes, e ordenando outras os obri-
;, io a seguir oslas, ea fugir aquellas sejaqual for o jui-
zo, que delles faco 5 nos costumes, que a pro van do
urnas, e reprobando outras acoes, a todos sugera o ;
cm fim naopinio, que a respeito disto, como deludo,
serve u todos de guia, e os traz a um centro com-
inum.
A regra quodb mnibus, quod sempnr, quod u-
bique SUgeila a epocha presente s passartas, prendo
a razanr, e impede os melhoramenlos, e seguida cm
rigor sugeilar-nos-hia ?os desvarios dos homens dos
prnneiaos lempos, a respeito daquellas coisas, que por
lodos ellcstiossem seguidas. Equem dir, que res-
peito da bondade das acoes se segu hoje a risea o mes-
100 que nos primeiros lempos? Quem negar ra^o
Ilustrada, e aperfeicoada em todos os outros pontos,
o diieilo de nesle influir, de lhe aplicar suas luzes,
do lhe faser melhoramentos, e levar perfeico ? Ou
lie, ou nao he perfeilo nosso juiso sobre bondade das
agdes, que segundo alguns he hoje o mesmo, que era
nos tempos antigos. Si he, vamos contra a regra se^
gnida, de que nao ha perfeico em ludo o que be o-
bra dos homens. Si nao ha, lamentaremos a fraque-
za, e iufelicidade dos homens por esiarem sobre objco-
to lo inleressantc condemnados eterno erro, e sem
espera de melhoramento. Ora tudo isto se nao d,
nem os perigos no sistema de ulilidade. O Povo em-
bora por si examine, tem para o guiar, as leis, os
.coslumes, e a opinio dos sabios, 'cuja |usteza todos os
tias observa. A respeilo de certas acoes, como por
exemplo o furto, nao lhe he mister, todos os dias ana-
lisal-as; por,que sabe, que alem de prohibidas, sem-
pre sao prejudiciats. E nao ha ueste sistema obstcu-
lo aos melhoramentos, antes a continua experiencia vai
retifioando as ideas, e mostrando todas as vantagens,
ou desvanlagens das acoes, e isto se nao d no stste-
ma do dever, nem na regra, que adoptou o nosso Col-
lega. Logo, he como mais seguro, e bazeado, pre-
fer re aos outros, o sistema da utilidade.
1IIIU1KUI
OFFICIOS.
ILlm SenhorA bemdo Servico Publito, requei-
ro a V. S., que em observancia a o Arl. 336 do C-
digo do Processo Criminal mande que, o Escrivo des-
se Juiso, no p deste requerimenlo, ou mesmo em se-
parado, passe por certido, o theor da pronuncia da-
da por V. S. na Denuncia que dei contra Ignacio da
Costa Monteiro, na qualidade de Juiz de Paz da Fre-
guezia de S. Frei Pedro Goncalves.Dos Guarde a
V. S. Recife 16 de Oulubro de 1833Illm. Senhor
Juiz de Paz do 2." Deslricto do Corpo Santo Antonio
de Souza ReisJoze Tavares Gomes da Fonca, Pro-
motor Publico.
Illm. SenhorA bem do Servico Publico, re-
queiro a V. S., que, em observancia ao Arl. 336 do
Cdigo do Processo Criminal, mande, que o Esc ivo
desse Juiso, ao p deste requerimenlo, ou mesmo em
separado, paste por certido o theor, da petico de
Denuncia dada por mim contra Ignacio da Costa Mon-
teiro, etn qualidade de Juiz de Paz dessa Freguezia,
officio deste, em que declara haver soltado o pardo
Francisco da Paz dos Santos sem culpa formada, ha-
vendo sido preso com huma faca, resposta do Denun-
ciado, e pronuncia, que leve em dita Denuncia. De-
o* Guarde a V. S. Recife 16 de Outubro de 1833
llm. Senhor Juiz de Paz do 2." Deslricto do Corpo
Santo Antonio de Souza ReisJoze Tavares Gomes
da Fenezca, Promotor Publico.
Tendo no da 11 do correnle mez pedido por
certido. a bem do Servico Publico, o dia, mez, e
annoem que Bernardo Antonio de Miranda aggravou
da injusta pronuncia, que obrigou a livramento or-
dinario os Reos pronunciado na querella, ou summa-
rio.a que por esse Juizosc procedeo por o furto, que
ao dito Miranda se fez no dia 8 de Dezembro p. p.,
ossim como, o estado em que se acho os autos, e o
da, mez, e annno em que elles forSo par a coocla-j)
zao de V. S., al hoje nao oi salisfeila mnba requi-
sieo, sendo por isso que de novo requeiro a V. S.,
que mande poroseu Escrivo pissar a dita certido,
e entregar ao Portador.Dos Guarde a V. S. Recife
18 de Oulnbro de 1833 Illm. Senhor Juiz de Paz
dos Affogados M.inoel Goncalves ServnaJoze Ta-
vares Gomes da Fonceca, Promotor Publico.
lllms. Snrs.A'ho me mudado do primeiro
Destriclo aonde fui eleito Juiz de Paz em tereeiro lu-
par.' Dos Guarde a Vv. Ss. Roa-vista 17 de Outu-
bro de 1833lllms. Senhor0s Presidente e Veriado-
res da Cmara Municipal do RecifeAntonio Carnei-
ro Machado RiosEsla conformeO SecretarioJo-
ze Tavares Gomes da Foneeca.
-^v *-' %"*%%

CORRESPONDENCIAS.
Snr. Redactor.
Ma carta de pessoa mui respeitavel d'Inglaterra
acaba de vir s minhas mos.O amor que eor-
dealmcnte consagro ao Brasil, e por conviecao s sua6
InslilUK'Ses (do que tenho dado exuberantes provas)
m'impellem a dar a seguinte tradueco d'um interes-
santissimo pargrafo d'esta carta datada de 4 de Setem-
bro.
Seu ltenlo arcado.
Um Portuguez Constitucional.
a Eslamos convencidos que a sensaco que ah tem
cauzado a supposta volta de D. Pedro dever bre-
authoridade, que D. Pedro acaba d'assegurar ao
nosso Goveruo (o Inglez) que elle jamis se poria
frente de partido no Brasil:; e nos duvidamos abso-
lulamente, que elle ah voltasse anda mesmo con-
vidado pela Naco inteira (ofthe Countiy atlai-
ge): Por oulra authoridade sabemos, que elle man-
k dar ltimamente os seus protestos formaes, renun-
ciando para sempre todas as prelencoes ao Throno
do Brazil.
* W*V*'
Snr Redactor.
COmo lodo oCdado pode cada vez que se sentir
offendido em seus dreitos por alguma aulhoridu-
de recorrer dessa authoridade para o Supremo Tribu-
nal da Opinio Publica, rogo a Vm. o obzcquio de
transcrever no seu bem coucelviado Diario estas qua
tro regras.
O Snr. Juiz de Paz do 3.' Deslricto do Carmo, An-
tonio Francisco Baptista de Almeida acaba de faser-me
huma injuria e ao mesmo tempo hum furto nos meus
Direitos Pblicos, direitos que entre os Poros consl-
lucionaes, nao sao menos apreciaveis, "do que entre
todas as N'Acoes, os Direitos Naturaes, poisquemeno
incluio na lista dos Cidados apurados para Jurados;
direitos que sendo propriedade mnba ninguem m'o*
pode uzurpar sem coimneter um furlo como ] disse,.
injuria, porque com esta excluzo : da lista d a en-
tender a meus coneidados, que nao tenho edonieda-
de para exercer o honroso cargo de Juiz de. Faci. E
copio todo Cidudo deve punir pela sua honra quan-
*m


,5>
19)
I
<
do acinlemente lisnada, o rU i r->z?o porque me a-
prezento anteo Supremo Tiilmn.il c!a Opinio Publi-
ea queixando-me do Sur. Juiz Antonio Fraruisco Baplista de Almeida, que talvez
nao seja lo lonco, e nem em todos os respeilos mais
capaz do que eu para servir, .nem mesmo de Juiz de
Paz.
$ou Sur. Redactor seo Venerador.
Caetano Pinto de Veras-
%%%%* %% V V
Snr. Redacten.
BAstamtk sentimento tive quando 1 o Diario N.
2>H por udle nao encontrar o meo dome na lista
parcial do meo Juiz de Paz Antonio Francisco Baplis-
ta de Almeida, de maneira, que esta exelnzo, fez-me
persuadir, que eu Snr. Redactor, fui coneiderado na
elleicofalto de moral, ou inimigo da causa do Bra-
zil, pois dft oulra maneira eu nao pudia ser excluido;
porque tenho o rc-ndimento da Lei, e minha idade
nao prohibe exercer o cargo de Jurado ; por tanto a-
gradeco ao Snr. Juiz de Paz, e mais memhros com-
ponentes essa elleico, a concideraco, que de mim
fizero.
Sou Snr. Redactor seo assignanle.
ManoelJoze Tavares.
*\\%\%+w%\\
THEATRO.
HOje 19, Dia do Nome de S. M. I, e C. o Senhor
D. Pedro 2.% depois de um novo elogio Panto-
mmico composlo por Mr. Labotier, se representar a
bella peca intituladaO dever e Naturezar.
i\\miu
^Ibt0a0 do Correio.
o
\>%"\ %%%%**%%,
jQatoio* a cargn.

Para o Ass.
SEgue viagem com brevidade por estar a mais de
meia carga, a Sumaca Santo Antonio Triunfo :
quem lie]la quizer carregar ou hir de passagem, diri-
ja-se a loia do fazendas da ra do Queimado D. 5, ou
na de cabos confronte o Corpo Santo, ou abordo da
mesroa.
Para o Rio de Janeiro.
W Segu viagem a Escuna Bom fin Feiticeira,
que pertende sahir at 25 do frrente : quem nella
quizer carregar ou hir de passagem dirija se a loia de
cabos na Plica do Corpo Santo n. 5.
*** ** %M%tvtW|it
denaajs.
ucos fundos
1"T^A v.en(^a nos 1uatro cantos, om po
C J na Cidade de Otinda : na mesma.
Vinho do Porto caada 800, dito de Lisboa
P R R 640, dito dito 560, dito do Estreilo 480, dito
branco 800, dito dito 720, e 640, azeite doce cana-
da 1$, vinagre 320, agoardente do Reino 1$, serr-
ja pela 320, dita branca 280, azeite doce embotijas
a 19-20, Tintado Porto engarrafado a 360, dito mos-
catel 360, fncinho superior a libra 200, prezunto su-
perior a 280 a libra, seTadinba a libra 200, farinha
de milho 60, manteiga superior a 320, spermacete a
640 a libra, letria a 200, cha imperial a 1920a libra,
lito hisson a 1600, dito em caixas de 2 libras e meia a
4$, tapioca do maranhoa 200: na rui do Livra-
menlo armizcm de 2 portas I). 12.
Pataxo Providente recebe as mallas para o Rio I
Wtlc Janeiro, e Santa Catharina hoje (19) as 5 ho-
I a tarde. J '
'3~-?~ Potassa Russiana cin barra pequenos a 100
reis a libra : delronlc do Trapixe novo em casa de
Joze Francisco Ribiro de Souza.
^* Brins trancados de linho finos, lencos de cam-
brata de linho pintados, sarjas lizas e lavradas, mei-
as curtas de linho fina para homem, ditas para senho-
,ras, cassas, e cambraias pintadas para vestidos, risca-
dinluos escorcezes do ultimo gosto, e panos de linho
mu i o finos : na ra do Crespo D. 5.
fc^- Um par de Adragonas para pfficial subalterno
de primeira Linha, em bom uzo, e por preco com-
modo : na ra do cabug D. 1, 2. andar.
^!E3* Urna caza de pedra e cal, edificada a quatro
annos, na ladeira da Mizericordia da cidade de Olin-
da do lado do leste, com duas sallas, qurtro quartos,
va randa na frente, cosinha fora, e varanda na frente
do quintal, e este bastante grande : fallar com Joo
Antonio de Miranda na ra do sol primeiro sobrado.
$C^ Muzicas copiadas perferlameiite de pianno for-
te, vozes, e todo o instrumental, por preco commodo:
fallar com Manoel Vieira no pateo da santa cruz em
casa do seu Mestre Joaquim Bernardo Mendonca jun-
to a botica de Joze Maria Freir Gameiro.
%^- Vinho do Porto engarrafado, licores de vari-
as qualidades, cliarutos Americanos em caixinhas, ba-
tatas Inglezas, bolxa de Lisboa, condeces grande e
pequeas, balaios grandes e pequenos com aza e lam-
po, ditos redondos sem azas, ditos compridos, ditos
redondos sem lampo com azas, e varios gneros por
preco commodo : na ra da Cadeia do Recife arma-
zem n. 50.
&3 150 barricas abatidas : na ra Nova D. 30.
^3" Urna porto de bolaxa vinda de fora, boa pa-
ra eseravalura : lraz do Corpo Sanio D. 66.
fcC^" i?io de sapateiro a 560 a libra, sevada com
casca a 160 dita, tainhas do Rio Grande a 120 cada
urna: na ra do Collegio venda D. 3.
CotDpras
M negro de naco mosso, que ntenda do servi-
co de casa : na ra da cruz armazem n. 16.
^3^ 2 escravos, sendo um moleque de 15 a 20
annos, capaz de cultura, e urna moldla de 14 a 16
anuos para o mato : na ra das Cinco pon tas caza D.
33.
IBcr&ag.
I^O dia 26 at 30 de Setembro p. p. perdeu-se um
"Bilhete de cem mil reisem cobre n. 954 passado
por Antonio Gomes Pessoa, o qual est sciente de o
nao pagar se nao pessoa que o perdeu, por estar cer-
to de quem foi recebido, e nao ter passado, a lerceiro:
pessoa que o tiver adiado, e quizer fazer o favor en-
trgalo, o pode levar ra da Cadeia n. 7, ou anun-
ciar por este Diario.
furto.
FBTOi'-se um dedal de ouro, rom um tracado pe-
la beira, e com as letras iniciaes C. R. 3. P. :
quem for ofereeido, ou quem delle soubcr, queira
participar no sobrado D. 1, da ra do Cabug em 9
2. andar.
^^ A o dia 17 do frrente furtaro da caza de
Joanna Maria dos Prazeres no atierro dos Affogados
2t$000 reis em cobre ; a anunciante nao quer en-
vergonhar a quem os tirou, por tanto baja de os res-
tituir alia? ser chamado pelo seu nome pois he bem


^b
^20.)
conlio'-idu, o para m.iioi esclareciroentoadverle a <
nanciante une mora as casas do Serthor Lima delron-
_lc lio viveiro.
OAkiixo assigna declara ao Snr. G. N., do Dia-
rio da Administraco de onteui 17 do corrente,
que a Canina foi'quem mandou proceder a eleico de
hum Tenerte Coronel, em tugar, do Sr. Antonio Car-
neiro Maxado Rios, e que o offieio para este fim diri-
gido, ao Sr. Juiz de Paz do 1." Desluci da Boa-vista
mo 'oi redaco sua, e finalmente, que, romo Secre-
tan* da Cmara 50 faz o que fila Ihe ordena, e que
Patriota Sflfl al morrer, porque uisto consiste toda
sua gloria.
Joze Tarares Guies da Fonccca*.
^r- O abaixo assignado Juiz de Paz do 5. Des-
tricto dos 5 Ponas responde ao anuncio do Snr: Ini-
roigo das duvidas inserto ueste Diario n. 227, que
Francisco de PauU e Souza morador na ra do Pa-
lacete D. 3>, e que por engao do factor da lista dos
JUfados (Jestc Desrielo poz Francisco de Paula Souza.
Manoel Fiancjsco Monteiro.
&^* Perciza-se de urna ama de leile : na ra do
Rozario de fronte da Igrcia no l.8 andar D. 9.
%^* Pergunta-se ao Sur. Especulador, se foi por
falta de vista, ou por ignorante que no Diaria d'hon-
tem disse que o Snr. Nuno Maria de Seixas traz o la-
< o dp D. AJaria 2.a, se foi por falla de vista hos o a-
conselliamos que uze de oceulos ftxos, e se foi por igno-
rante permita que Ihe digamos que nao coslume a fal-
lar o que nao entende, para que o nao laxem de
tollo... e impostor.
^^ O abaixo assignado roca a todas as pessoas que
se ueho a dever-lhe ha ja o de 1 lie mandar saptisfazer.
Joze Victorino d' Abren.
^^" Pelo Correio d'Agoa Preta de 20 do mez de
Setembro prximo passado, remeteo o Cirurgio Luis
de Franca Pimentel uns papis de seo interesse con-
ten do o Despacho do Exm. Snr. Prezidente para o seo
milhoramento de sold, e esses papis se desencami-
n|iaro em seu jfrejuizo, pois que nao seacho na Re-
partico do Correio Publico, nem o Agente d'Aftoa
Preta os cntregou a pessoa a quem elles se dirigido-.
Roga-se a quem os liver por ventura em seo poder os
entregue na ra da Livramento, lado direito, no 1.
andar do sobrado D. 13, que se Ihe agradecer.
$T^" O abixo assignado, mora na ra do Palacete,
e se persuade com isso ter de sua parte, saptisfetto ao
Snr. inimigo das duvidas.
Francisco de Paula e Souza.
*l^" D-sc urna gralificaco a quem descobrir para
se allugar um segundo andar comsoto, e cacimba pa-
r.*. morar urna nao pequea familia, e que tenha com-
raodos suficientes para a mesma, sendo as ras Nova,
Cabug, Rozario larga, Crespo, Queimado, e Colle-
gio, ou na Boa-vista no principio do atierro, ou ra
da Aurora : na ra do Rozario eslreita sobrado D. 29,
^3* Alluga-se um preto, ou preta, para vender
azeite de carrapato, as tardes : pessoa que queira al-
lugar di rija-se aoBotequim da porta largo na ra do
Rozario.
$C^~ Quem percisar de urna mulher parda para
o arranjo de urna casa dirjase ao beco da Lingoela
n. 3, que l se dir quem .
$3* Alluga-se um negro, ou negra para servir u-
ina sa de pequea familia ; quem liver e quizer al-
lugar dirija-se ao beco da Lingoela n. 3.
V^* lluga-se urna loja na Praca da Unio, Ca-
bug, ou Queimado, al 72>)000 aiinuaes, IWrea e
desembarazadas dosnovos impostis atracados: anun-
cie.
^r"^" Quem percisar de urna ama para tralameuto
de una cusa j dirija-se aira/.da ra Nova l). 7.
$3* Q nem precisar de 100$ reis com pen botes
de. ouro, ou piala, dirija-se a ra da Roda en urna
caza alia.
^T^- Precisa-se de urna loja,ou casa em algum be-
co, ou ra dentro do Recife para se abrir um SSOU-
gue : as Cinco ponas principio do atierro, 2.a Qttt
do Cunha Guimares.
Vede-se-nos a publicarao do seguate.
^Iz Raimundo Joze Pereira Bello, que viudo a sua
JLr noticia, que Innoeeneio Gomes Pinto disse ao Ks-
crivo Laiolla que nonpresentava o livro pelo Suppli-
eate requerido porque o nao confiava de pessoa algu-
ma, re<|uero Supplieanle a V. S. dar informar o Escrivao pois com f a sua informaco
alegar o Supplieanle por issoP. ao lllm. Senhor
Doulor Juiz do Civel' Ihe defino como requerE R.
M.Informe como requer o Supplieanle. Boa-vista
2o de Setembro de 1833Miranda lllm. Senhor
Doulor Juiz do CivelInnoeeneio Gomes Piulo de-
pois de ter requerido para appresenlar hum livro
de diversos devedorespelo Suplicante veio aqui di-
dilo Inocencio a pedir-n.- fosse a sua caza na Boa-vita
pnra exlrnhir daquelle livro a eerlido exigida huma
vez que nao confiava aqueile livro de pessoa alguma
Ihe discndoeu que eslava pronto a ir quando quisesse
ficou de procurar-me e noa>areceo mais at o pre-
sente.
Eis o pacado a vista do que V. S. deliberara. Re-
cife 28 de Setembro de 1833 o Escrivo Ignacio Nu
nes de Azevedo LaiollaA visla do exposto quem po-
der acreditar lio Senhorororaaattflfque negu a
verdade a todos os momentos na presenca do Juiz
declarou existir o livro mencionado, e porque se ex-
iga ecrlidcs delle lhc deu sumico e por grande as-
neira foi a casa do Senhor Laiolla c Ihe declarou exis-
tir como se verifica da informaco e que tal j he o Sr.
Pinto Innoeeneio '. Senhor.....eu nao sonho nem
mesmo delirofbmo se me imputa olhe para o expen-
dido e conUeca que o Senhor Innoeeneio o illude. Nao
precisa serse Negociante matriculado para ter cscri-
turacao! o Senhor Innoeeneio a tem e feita por mim!.
e lodos sabem a quanlas ando; os cobradores do ass-
gue tem sua meia folha e Com islo lem sido mais que
exlcnco
Seu Venerador
Jiaimundo Joze Vereira Bello.
uivinv
CAtharika nacao Baca, 20 anuos, parece crila,*!
estatura mediana, seca, bem parecida, sem delei-
to, feicoes raiudas, deules miudos, e alvos, principia
a ter coroa por eauza de taboleiro-, lugida no dia 3 de
Junho p. p., com um taboleiro de fasendas. Gerlru-
des naClo da uosla Beni, com trez talhos na fonle, e
um taliio na testa, estatura ordinaria, fulla, denles
largos, e alvos, cheia do corpo, bracos grossos, o de-
do de junto do grande muilo crescido, e com 28 annos;
fgida no mez de Marco do anflo de 1832, com um
taixo de fasendas : casa de Damiana Maria Bande-
ra.
PBnjr. Icj Trp. no Diurno. 18:i'3
/


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