Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01473


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Full Text
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ANNODEI8&S. SEGUNDA EElItA 7 DE OUTUBRO NUMERO 218.
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><>U|lli,
ii.m>.."..m.vi..vn.lM.,li
114110 $' $$&MJI8$GQt
Subsreve-e mensalmente a B-lO re-s. adiantados. na Tipografa
do Diario, pateo da Matrix d*: 5. Amonio sobrado da porta larga
oode se rt-cebein correspoiv!. Bia&| : -.iuncos; entes insirera-sc
gratis sedo do proprios as-guanes somente e viudo asonado*.
m
Tudo agrora depende de non mesmos. da nasaa pruencla,
deracao, e energa; continuemos como princpianM e eremtit
apuntados com admirara entre as Naques mait cuitas.
riuclamut.no da Astemblta (eral do Bratil.
rwnriimi mxii mmi.imiimrvrtvr.
O KX&4 u-*tH.:-\lB4fi
SB
ft&cttf e.kt ^eroaujaiOQ pov 3|o?e aictorno Dc'Slbreu.
K30*i:* DAS* SEMANA.
2.*-S.A/iwco.-Aud. dos J.* do C. de m., ede t., Ses.
da The/.. P., eh. det.-P. aos 6 m. da t.
3.a- S. Brgida- Re.*1" de rn., e aud do J. de
Orfos de t. P. aos 54 m. da t.
4p*-Jk Leodegario-Siss&o da Tliez. Publica. Pr. a
1 h. e 42 m. da t.
^.'-S.Luiz Re. di m., Aud. dos J.s do C. de
m. e de t., e Ch. Pr. as2 h. e 30 m. da t.
.'-S. Firmino-Scs. da The/. P. de m. e Aud. do J.
de Craos dct. Pr. as 3 h. e ]8 m. da t.
Sabbado->. Cyprxano Rl.'"* de m. < and. do Vig.
G. de t. Proa mar as 4 b. 6 m. da t.
Domingo-O Patuocino de S. JosPr. as 4 h. 54
m. da t.
eontecido, para Pite ordenar o que Ibr de justica. Ta-
is lio llegaos, e puniveis, e esto comprehen-
didae nos artigos 207, e 208 do Codito-Criminal.
"*%%% %%*A iMM^^l
v**^x */*>
1
COwoas palmillas rondantes de Olinda eorrem in-
dislinctumente todos os Cidados contra o que Ihe
jo ordenado pelo respectivo Juiz da Paz. segundo !he
ou vimos, e contra o dis posto na Le de 6 de Julbo de
1831, transcrevcmos aqui o art. 3 desta citada Le,
que iiToda a pessoa, que por alguma circuns-
tancia se torear suspeito, quer de da, quer de noite,
ser observada pelas tondas, e officiaes de Justica,
para conhecer s* traz armas, e tendo-as ser con-
du2ida a Authoridade competente para proceder
na forma da Le iDe lie se v, que s s pessoas sus-
citas, e nao todos indistinctamente, e menos ainda
a Cidados pacficos, que para gozar o fresco, e la
giro na visinhanca de suas moradias, he qne devem
as patrulhas correr, e examinar. Longe de nos o
censurar o Juiz de Paz d'Olinda, que alias tem insto
mostrado as louvaves inlencSes de conservar a paz,
ordem, e Iranqnillidade, e afugentar d'Olinda os va-
lentes, e assassinos este passo, e ordem mereca e-
iogios, e nao censura ; tambem ja mais deixaremos d'
aconselhar a prestaco ex pon tan ea a estes exames; mas
quiseramos, que elles se fisessem segundo a Lei,e que
^e guardasse as patrulhas o coslume de seren eles
leilo pelo Comniandante, ou sua ordem, a com to-
cia i decencia, e respeto, a fim de ste evitarem con-
testacoej, e desgostos, sempre prejudieiaes a causa
publica. Nos pois-invocamos o Senhor Juiz de Paz
do Bairro de S. Pedro d'Olinda, e bem assim todos
os outros, a que de continuo, repilo suas ordens s
patrulhas rondantes, recommendando a exacta obser-
vancia da Lei, e toda a decencia, e respeito possivel
as buscas ; e aos Commandantes das Patrulhas toda
a moderaco, e cuidado ueste ponto, nao consentindo,
que individuos imprudentes, que militas vezes os a-
companho insultem, e maltratem aos Cidados. E
lembramos mais, que nao Ihes he permitido ameacar
aquelies com coices d'armas, ou baionetadas, ainda
mesmo quando mal se portera, pois tem o recurso de
os levar a presenca do Juiz, e de Ihe dar parte do a-
EDITA ES.
A Cmara Municipal da Cidade do Recife e seu
Tp.i mo em virtude da Lei.
F\v saber, aos habitantes desta Cidade, que o dia
13 do corrala mez he o marcado para a Eleico
dos novo* Jurados, qne na forma do Cdigo se deve
fozer rm cada hum dos Destriclos de Paz das Frcgne-
zias desta Cidade ; devendo o Venador Joaquim Fr5-
cisco de Mello Cu v loan tf, assistir a Eleico no Des-
tricto do Pilar, o Vereador o Doutor Simplicio Anto-
nio MaVignier no 1." Destricto de Santo Antonio, o
Venador Jbse Machado Freir Pe re ira da Silva no 2.
Destricto dito, O Venador Jozc Narcizo Camello no
3. Destricto dito, o Veriador Joze Antonio Esteves
no 4." Destricto dito, o Vereador Doutor Antonio
Peregrino Maciel 'Monteiro no 1. Destricto da Boa-
vista, o Vereador Thomnz Joze da Silva Gusrao no
2. Destricto dito, o Vereador Joaquim de Oliveira
Sonza no 3. Destricto dito. E para que chegue no-
ticia de todos mandou publicar o presente pela Im-
preiisa. Dado e passado nesta Cidade do Recife em
SasSo extraordinaria de 4 de Outubro de 1833Jo-
ze Tavams Gomes da Fonceca Secretario a escrevi
Doutor Simplicio Antonio Mavignier, Pro P.Joze
Narciso Camello-Joze Machado Freir Pereira da
SilvaJoaquim de Oliveira e SonzaThoraaz Joze
da Silva Gusmo.
O 4d\>ogado Antonio Fiancisoo Baptista de Al-
meida, Juiz de Paz do S.^Districto da Fregu-
zia de Santo Antonio do Recife em virtude da
Lei.
(^Okhecenoo mui de perto o estado clamitozo em
J ue s acl-.o os habitantes deste Districto, por as
innumeraveis re prese ntaces que tem chegado ao meu
conliecimento, dirigidas por os mesmos, relativamen-
te a moeda de cobre, que ora gira, assim neste Des-
tricto, porem em ontros, querendo huns, que se Ihes
receba moeda conhecidamente falsa, regeitando ou-
tros ao mesmo tempo a verdadeira, comprehendida
nis ordens do Governo, de 6 de Junho e 26 de Ju-
llio do anuo passado ; e desejando de huma vez, fazer
desaparecer nos limites deste Destricto semelhante fla-
gelo, que to nocivo se torna em a presente crize.
Fabo saber, que da puhlicuco deste em diante, e em
virtude das indicadas ordeHs. deve correr sem a me-
nor regeico, toda e qualquer moeda que existir cu-
rdiada, e tiver n pezo marcado as mencionadas or-
dens, e bem assim a do antigo cunho embora deixe de
ter o pezo marcado naquellas orden* ; exceptuando-se
porem, destas, a que for na realidade vazada ; sob
pena, de serem os transgressores irremessivelmente
punidos com a* penas Decretadas em o Cap. 7. art.


866;
158 de Cod. Crim. E para que era lAopo algum s
fio chametn a ignorancia, mandei pasaar o presente
que ser affixado nos lugares mis publico deste Des-
tricto, e publicado era as- lolhas desta Cidade. Bairro
de S. Antonio do.Recife e 3. Deslricto do Carino 3
de QuMibro de 1833Eu Romao de Souza Lisboa Es-
crivo juramentado o escrevi.
Antonio Francisco Baptista de Ahneida.
>%*+ *'**
Leandrv Joze RfcVo, Juiz de Paz do 1." Deslric-
to do Pilar, Freguezia de S- Fre Vedro Gon-
calves do Recifc.
FAz saber aos habitantes do seu Desticto, que ten-
do-se elevado o abuzo da recepco da moeda de
cobre aoponto mximo; de sorle que, menoscabada
a disposicao do Governo, a feico, e agrado be que
prevalesse -, he do meu mais restricto dever cortar to
criminoso abuso, c sustentar as Ordens do Governo
de 6 de Junho, e 28 de Julbo do anno p. p. : por
tanto todo aqullr que ueste meu Destrido recuzar a-
ceilar a moeda estipulada em ditas ordens, ser rigo-
rosamente punido eomo desobediente, e para csse cum-
primento ordeno a qualquer pessoa do meu dito Des-
tricto, que Ihe for regeitada prenda immediatamente
ao trausgressor, c o eonduza a minha presenta, para
contra elle proceder na forma da Ley. Este ser afi-
xado no lugar mais publico deste Destricto, e anunci-
ado pela Imprenca. Primeiro Destricto do Pilar 4 de
Oulubro de 1833.
Leandro Joze llibfiro.
Antonio de Souza liis, Juiz de Paz do 2." Distrie-
lo do Corpo Santo da Fieguezia de S. Fiei Pe-
dro OoncalveS do ftecife &c.
FAco saber, que em observancia do officio que a-
cabo de lecebcr do Doutor Juiz de Direilo, e
Chefe de Polica, datado de 2 do corrente, para que
a bem da Iraiiquiiiuade publica ameacada pela arbitra-
riedade dos recebedores de moeda de cobre : cumpre-
me por em exreueo as ordens do Exm. Governo da
Provincia, expedidas a esse respailo, em 6 de Junho,
e 28 de Julbo do anno p. p.
E para que chegue a noticia a todos, e se nao cha-
roem a ignorancia, quando este Juizo lhe imposer r.s
penas em que encorrem pela transgresso, e desobedi-
encia a Lei, mando aflixar o presente nos lugares mais
pblicos do meu Destrido, e publical-o pela Impre-
:a. 2o Destricto do Corpo Sanio da Freguezia de.
5- Frei. P Antonio de Souza liis.
os ditos lugares de Ouvidores Torio exlinctos por o
Artigo 8. do Codito do Processo Criminal ; e nao
baixando cora este, algum Regiment de sallarios pa-
ra os Juizes de Direilo especiaes para o civel, he evi-
dente, que o Denunciado, alem do ordenado de dois
cntos de reis, que lhe marcou o Presidente era Con-
selho, em virlude do Art. 49 do Cod. do Proc.r ne-
nhum emolumento deve perceber das Partes, em qua-
lidado de Juiz de Directo, eomo he considerado por
os Artigos 6, e 49 do Cod., e mais por os Artigos 40,
e 43 das InslrucSes de 13 de Dezembro de 1832 para
a execuco do mesmo Cod., mandadas observar por
Decreto do dito dia, mez, eanno; Art. 21 das Dis-
posicoes provisorias cerca d'administracao da Justi-
ca civil; 1.', e 5. do Art, 9. do Regula ment das
Relacoes do Imperio, e finalmente por o Art. 83 das
Disposicoes geraes do mesmo Regulamenlo. N estes
termos pois, bem da Cauza publica, a qual o De-
nunciado tem offendido com sua criminosa conducta,
noexercicio do Cargo de Juiz de Direito; requer
o Denunciante a V. S., que, jurando seja servido re-
ceber a presente denuncia contra o Denunciado, e q
ulgada suficiente provada com a confisso do mesmo
por escripto no ofioio junto, seja obrigado a pnso e
fivramento. passando-se mandado para ser preso ns-
crevendo-se seu nome no rol dos culpados.P- a V.
S. Illm. Senhor Senhor Presidente da Relaco seja
servido lhe diferirE. R. MO Promotor Publi-
coJoze Tavares Gomes da Fonceca.
I%\+ X %k^V
DENUNCIA.
ILlm. Senhor Presidente da Relaco da Provincia
Perante V. S. denuncia Joze Tavares Gomes da
Fonceca, Promotor Publico neste Municipio, do D.r
Bento Joaquira de Miranda lienrique, branco, caza-
do, morador nesln Cidade aonde interinamente est
servindo o officio de Juiz de Direilo especial pira o
civel; e faz o objeeto de sua denuncia o seguinte lac-
io. Tendo sido p Denunciado nomeido por o Exm.
Presidsnle ein Conselho, para exercer interinamente
o dito officio, do qual lomou posc, e est servindo
desde o dia 27 de Junho pr. p., e. devendo no exer-
eicio delle portar-se com aquella honra de que deve
ser ornado todo o Magistrado, pelo contrario tem pro-
cedido o Denunciado, pois que sem respeito n< Leis
e as Aulhoridade est percebendo, em grave delrime-
to das Partes, que ante elle leligo, os emolumentos
marcados no Regiment de 10 de Oulubro de 1754
para o Ouvidores de Comarca, Regiment que, com
'***%'^%*-*v
CORRESPONDENCIA.
Snr. Hedactor.
HUma. pergunlinha nao impapa, e mor mente a
quera como Vmc. he franco em responder. Ora
diga-me Senhor Redactor, quando ouver de prevari-
car o Secretario da Cmara as funecoes <\o seu em-
preo, quem ser a pessoa competente que hada dar a
denuncia dessa prevaricaco., Queira com a resposla
alucidar as confusas ideas do seu constate Leitor
O Denunciado.
RespostaTendo o Cdigo deProcesso Crimi-
nal no art. 38 Sesso 3.* authorisado aos Juizes Mu-
nicipal para nomearem interinamente quem* sirva no
impedimento, ou falta do Promotor, evidente que
qualquer que rar.o tiver para delle denunciar, ainda
mesmo na qualidade de Secretario deve requercr ao
Juiz Municipal do Termo, para nomear outro Pro-
molor.
O Hedactor.
*w\\\\\%**+
l
PERGUNTA.
.EzEJA-se saber se un otii ial que est as ordens do
. 'Governo da Poovincia, e que Rodador do Di-
ario da Adoiinistrac/o pode.mpregar a ordenanca no-
meiada para o expediente do mesmo Governo. em
servico seu particular, duranle a >ei.\uia, que txerce
esse lugar, apunto de estilar nao s o cvalo que tan-
to cusa a Nacao, como o mesmo Soldado, que sempre
acaba por noile, dos seus servicos.
O Curioso.
, MVM*W
ANUNCIOS.
O Juiz de Paz du 1. Destrido da Tillar, Fregue-
zia deS. Fr. Pedro Goncalves, anuncia que para
dar inleiro cump imento ao seu Encargo esla despa-
chando efleelivamente, e d Audiencia ( o que torna
anunciaj pelo engao que liouve no Anuncio 00 Dia-
rio N. 206) duas vezes na Semana, nos dias Torease
Si-xlas feiras, das 9 as 11 horas da manh", e sendo fe-
riado, ou Santo, no seguinte.
Jandro Joze iibciro.
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'!'. '*'


M
(867)
MMM
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\
h
O Juiz de Paz do 3> Destripo deste Bairro
e Santo Antonio do Recife, faz seinte as pessoas que
interessarem, que d audiencia todos os dias nao sen-
do Santos, e feriados em casa de sua rezidencia.
&rretitafc*a'o
mjO da 12 do corrente pelas 9 horas da manh, se
JL^hade arrematar em hasta publica, por conta de
quem pertencer, a venda cita na esquina da ra do
llofcario, que foi do allescido Mauricio Durand, sub-
dito Francez.
A relacao dos gneros inventariados, e condicoes da
venda, acho-se no Consulado de Franca, onde sero
communiaadas quem d'ellas quizer tomar conheci-
nientfl.
miwm
<3enDa#.
VImho de Lisboa velho, e claro pela medida nova
a 800 a caada, dito do Porto superior 960, gr-
rula 280, queijos superiores 720, manteiga boa 320,
280, 240, e 200 a libra, caf primeira sorte 220,
cha hisson 1600, presunto muito bom 240, vinho
moscatel caada 960, garrafa 280, dito branco 800,
e 640, dito tinto 600, e 480, serveja preta corri gar-
rala 300, e sem ella 260, dita branca pelo mesmo
preco, barris de vinho bom de 4 em pipa 16000, um
corrame muito superior para Guarda Nacional, ou
Municipal pelo preco de 8500 : na ra do Livramen-
to venda da esquina do beco do Padre D. 1.
$^* 3 pretos, a saber, um calafate, eutro sapatei-
ro, e ouiro proprio pira o servico de armazem, os
quaes tem de 25 a 30 annos, e nao se Ihe conhece vi-
cio algum : no quartel do Inspector do Arcenal de
Mariuha.
$C* O Brigue Escuna Nacional, denominado Ami-
zade chegado ltimamente do Rio Grande doSul, aa
corado na Praia do Colegio, pronto de aprrelho, e
uteucilios part fazer qual quer viagem : abordo do
mesmo, ou Manoel Goncalves Pereira Lima na ra
Nova.
$3r* A venda da esquina do beco da Carvalha, e
om commodos para familia : na mesma.
^3* Um escravo do servico de campa, e official
de carreiro : na roa do Palacete D. 23 das 6 horas da
man ha as 9, e do nWo dia as 3 da larde.
fc^* Cachemeriana, palmariene para vestidos de
Senhoras, fasenda rccommenclavel pelo bom gosto : na
loja de Joo Nepomoceno Barroso, ra da Cadeia n.
27.
^?* Um escravo de Angola : na ra de Ortas n.
43.
fc^ Um prrto crilo de 30 35 annos, sem vicio,
entendedor de plantacoes: no sitio confronte a Capel-
la da S. da Conceico na estrada de Joo de Barros.
V?* Rap Princeza, brincos de minas novas, ar-
gas de dilj, rozetas de ditas, alfineites, e aneis gos-
to moderno prximamentechegados ds Lisboa: na lo-
ja'da esquina do b-co da Congregaco.
..^T porcao de cnxif're, paos de tipoia, com
hilros de marfim, uina rede pintada, pedras de fil-
t.-ar agoa com annacjto, lezeuras den parar cercas, bor-
reladoresd cobre, unsfugoeiisde ferro com aparelhos,
nm eiigfiiho de tirar agoa de cacimba de multa face I i-
dade, e mapas geogrficos: ni casa de Francisca Fe-
lizarda I^eal de Barros.
fc^" Uma escnkra de nacSo Congo, bonita figura,
sem vicio, de 25 30 anuo lavadcira, oosinha, en-
goma, e coze chao : na ra io Rozario estreita no 1.
andar do sobrado D. 20.
Uma calca le pao azul fino s calcada 4 ve-
zes, por preco commodo: na ra do Livramenio loja
n. 13, da parte do nascenle.
ty^" Uma porco de castanhas do Para em sacas
por preco mui commodo: .na ra do Aragao n. 194.
$3 A Botica do Atierro da Boa-vista a dinheir,
ou a prazo, com boas firmas : fallar cora o proprie-
tario da mesma que far todo o negocio com o compra-
dor.
Cotopraj*
PJIati velha para desmanchar, em cJKa de Joaquim
Joze Ferreira na ra Direila na 3/ casa de sobra-
do voltando do beco da S. Pedro lado difeito, ,hind
para o Terco.
^3 300 travs de 30 palmos, e. palmo e coito dc(,
grocura : na ra dos QuarteisD. 5.
^- Dois mil alqueires de cal preta: Jia mesma ,t
casa cima. ....
^3 Uma escrava de naco, que saiba eps^nhar p
diario de uma casa, e engomar, sem vicios : atraz. da
Matriz da Boa-vista na primeira casa terrea no fundo (
da mesma, ou anuncie.
^^ Um moleque de idade pouco mais ou menos
de 18 annos, sem vicios, eque entenda. do arranjo de
uma casa : na ra da Cruz n. 63.
%%"%%*%-%**/%%%
J&er&ag.
PKiiuEO-se uma caeta de prata para lapes, estand*
na parte de cima numerado : quem a tiver echa-
do queira restituir na ra Nova fabrica de Caldereir*
D. 13 que ser bem recompensado.
&cfjaDo.
Pessoa que Ihe faltar uma peca de brinco parti-
da de diamante, que foi tomada a uffl preto por
Jozc Ignacio do Monte morador no atierro, no dia 28
de Setembro p. p. por julgar ser furtado ; quem for
seu dono procure ao Juiz de Paz do 1. Destricto do
Sacramento da Boa-vista, quedndoos signaes certo*
Ihe ser entregue.
M/*%*
atn?osf particulares.
PAra bordo do Paquete Atlante se perciza um bom
cozinheiro quo seja costumado a embarques : a
pessoa que estiver as circunstancias exigidas, procu-
re o Comraandanle abordo, ou no Arcenal da Muri-
nha.
^^ Quem tiver para allugar um armazem na ra
da Madre de Dos, e Forte do Mallos : anuncie.
$qg Precisase de um cosinheiro forro para uma
casa estraiigeir -: na ra da Moeda sobrado de 4 an-
^- Antonia Izabel de Jezus, roga ao IU"0 Srir.
Doutor Crt?po Jui/. do Circl que por iquidade Ihe
despache os seus autos de libelo civel contra Gaspar
Joze dos Res, pois basto onze mezes, que se v de-
zapossada da sua molata em questo esperando de sua'
Senhoria uma ustica recta.
j^p Quem'tiver pan allugar pretos, que sirvo
para serventes de pedreiro ; dirija-se a traz da Ma-
triz da Boa-vista na obra nova, ou anuncie.
^y Pede-se aos Snrs. que mandaro faser as no-
vas medidas de flandes e de pu que assim como forao
promptofi em executar tambem sej^o promptos em
, !
1
i ...
i
t -
- .

JCk____^


(86S)
mandar faser um novo temo de pu para os matulos
medirem a fawnha na praca pois parece que as rendas
publicas chego muite bem pa isto e qudo nbcheguem
tirem urna finta nos matutos para as ditas medidaspoisfdo
contrario entende-se como dizem-Deos para uns, e di-
abos para os outros muito hade dar que fal-
*ar e tambem j que suou no esquecimento
guando publicarlo os Edtaos para as ditas medidas
nao publiearem o novo Regiment como devia ser por
que assim como muda de medidas tambem muda de
Regiment para se pagar ao Snr. Aferidor que me pa-
rece elle estar levando de mais do que deve levar, e
a ley ihe marcou por agora &c.
O Amigo do bem publico.
fcy Percza-sede um caixeiro estrangeiro que sai-
fea bem ler, e escrever, para tomar cunta de urna pa-
daria, e que tenha os requisitos necessarios que pre-
encha os havercs de um bom caixeiro: na ruados
Quarteis 4, que ali se dir eom quem se deve en-
tender.
CT" Francisco de Paula Sales, declara que mudou
a sua residencia, e loja de Ourives, das cinco ponas,
para a ra Direita, casa D. 46, e n.# 34, aonde o
devem procurar todas as pessoas, que com elle tive-
rem negocios a tratar.
tf^* O abaixo assignado avizaaos Snrs. Agriculto-
res mormente do Sul (onde o abaixo assignado nao he
desconhecido) que elle pode ter em sua companhia at
6 meninos pequeos para Ihes ensnar primeiras lelras,
e depois gramtica latina rethorica fiUsofia sendo da
vontadede seos pas, os que querendo procurem pa-
ra o ajuste no pateo de S. Pedro no Recife no sobrado
D. J6ao
VtdreFrancisco Xavittr Luna Freir da Nobrega.
\fL&* Precisa-se de um cosinheiro forro para urna
casa eslrangeira: a quem convier. dando fiadores da
sua conducta, dirija-se ao forte do Mallos, ra de Jo-
ze da Costa sobrado de 4 andares ao pe da prenca do
Britto. r
^3* Percisa-se de um caixeiro Brazileiro, ou Por*
tuguez que tenha de idade 16annos, para urna loja de
ferra^em dando fiador a sua conducta : na Pracinha
do Livraroento n. 32.
&9* O abaixo asignado avisa a quem tiver um fai
Ihete de cobre de 74&000 reis assignado por elle que
Ihe o aprsente dentro em'4 das para ser pa^o, do
contrario nao se responsabeliza pelo dito biIhete!
^^ Joao Chrisostomo Lima.
y velho Portuguez Costa, em resposla per-
gunta oue Ihe faz no Diario N. 217 o Snr. Urasile.ro
que pela sua lingoagem parece pertencer ao ^ 4 tem
a responder o seguinte : O veho Costa sent mu i lo
que a amisade que o Snr. Brasileiro tem por Mr T
o segu a ponto de desconhecer a falcidade dos faclos
queavanca. O velho Costa nunca bi nem he exalta-
do a respeito da politica de Portugal. O vcllio Costa
tem sido victima do despotismo, aborrece este, e de-
testa os Tiranos; de^ja aliberdade da sua Patria, e
he inim.ge do monstro que tem at agora escravi/ado,
e oppremido os Portuguczes livres; elle nao he into-
lerante, naoaltaeannguem por suas opinies, delen-
de-se apenas dos ataques que Ihe fazem, os viz secta-
rios do despotismo, e quando estes perlendem na sua
prezenca exaltar as virtudes do seu Uere D. MPuel
elle apenas responde, que quem louva as virtudes de*
um monstro he to monstro como elle. O velho Cos
tanaoduvidadodireito que lem qualquer a dezeiar
a ruma de huma Cidade, ou de ver dancar na corda
teza alguns Mequetrefes &c. porem perma o Snr
Brazileiroqu. Ihe diga que quem tem taes dese.os ;
de?e hir imr atre feras, homens de taes seu-
timentos, homens que dez^jo a destruico de huma
Cidade, e a do seu semilhante, s porque nao se quer
curvar ao jugo de hum tirano, e de hum uzurpador,
taes homens digo, sao indignos de viver entre hum
povo livreeeevilisado. O velho Costa agrandece fi-
nalmente ao Snr. Brasileiro a sua advertencia, e os se-
us consclhos ; porem permita que lhc diga que mali-
ciosamente, e muito de proposito confunde S. S. ( tai-
vez para chamar sobre elle o odio dos bous Brasilei-
ro) a cauza da liberdade Portugueza, eom a de D.
Pedro, que elle nunca advogou, n.ein tdvoga, e mul-
to menos a da resta 'racSo, que do eoraco.odeia ; pois
est intimamente convencido, que d'clla nenbum b> m
antes muito mal, pode rezullar sua Patria. Eis a
resposta que tem a dar no Snr. Brazileiro, a quem a-
firma nao respender mais aos seus aranzeis.
O Mesmo.
$&* Tendo oSnr. interino Juiz da Al'andega, Ho-
rneado a Francisco de Sales de Albuquerque para
Guarda da mesma, sem ter completa a idade que a
Lei marca : queira o Snr. Promotor Publico exigir do
dito Sur., com que indulgencia dispensa a seo bel pra-
zeras delcrmiuaces da Lei, em prejuizo de tereeiro.
O iusticeiio
$3* Um curioso lembra ao desejoso de Maber, que
pergunte ao Tenente vov Joo Ribeiro Pcssoa, si elle
que agora tanto arrola de Patriota, foi um, dos que
no club do Grvala, concorreo para a prizo do lm-
mortal Barata na Cidade da Baha em Abril de 1831-
O Rebeca.
$3"* Antonio Gomes Pessoa fuga s ues
soa* que tiverem Bhetes de cobre de suu
firma, os quehao mandar roceber iiuiiie
batamente, por se ter verificado alguna
Bilhetes falsos; e ihe constar que existen;
mais aluns em eirculacao.
^^, Quem quizer um caixeiro Brazileiro filho do
Marunhao, da flanea a sua conducta ; difija-se a Pra-
ca da Unio D. 21.
$r^~ Na ra doLivrameuto D. 7, lado do nascen-
te, toma-se dois at 3 discpulos para se ensinar ao ol-
ficio de sapateiro.
^p"" Precisa-se de um hbil caixeiro para venda,
dando fiador a sua conducta: na ra do Arago n.*
194.
$C^ Quera anunciou querer comprar urnas coi-
rentes de ouro jiara relogio; dirija-se a ra do Colle-
gio loja pegada ao passo a fallar com Joo Jacinto de
So uza.
^* Quem anunciou querer dar 800$ reis a pre-
io ; dirija-se a ra do Jardim D. 14.
^3r* Quem anunciou querer dar 400$ reis a pre-
mio, eom hipoteca em escravos ; dirija-se a casa acimi.
mo
%*v %* %v%%%
d;3cra^O0 fugiDos.
IZabkl, mossa, lavadeira, e lavava no sitio do Cor-
dririnho, e tem a cara muito bexigoza ; fgida a 4
mezes : casa de Francisca Felizarda Leal de Barro.
A
iNOTICIAS MARTIMAS.
Navio sabido no dia 5.
MTUERPIA-, Polaca Austraca Macdonclt, Cap.
J. Pacovch : assucar, e couros.
'.J________U-_iJ
lJEitj\\ jv Trp. do Di rio- 1833.


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