Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01385


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Full Text
Y*
[ cI
NNO DE 18.31. SABBADO 10 bfe SETEM
rUMERO 194
V' ^m-rtw *y...... *
98 ; na toja deltro'do Sn.
do Livrainento lado do Na.
OBriui*'is.Me rio f re*d asignantes de*er3 a-
ltin da da ma\s c. odi^es, pagar por.cadajmha impresa 4U rs,.,
J53 a fija de Livreiro da raa do Livramenfo w-
icote ~"
I
w
-W-
-O-
Ti?lo agora depende de no rtesmolf, danos prudencia
moderacifo, e.*nerea ; conti nuem>.s principian s, ese
remos apuntados Com admirado entre as NacSesmau cultas.
' '
' Proclamado da Jssemhlea Gerardo Branl*. 4
H
i i 'u i i') ii mgtH
P^knAmbcq'nTipoGAFia tie AJt^ino' J DE Ma NI FalcAo .
> -1
__------!------------ 4 ----------1----------
a
CORUEPONDENCIAS.
Jftf. Editor.A cnvicco, em que e*tou de
ser o Jury a raais vantajos.i das instituicoes oci-
*es e de ser elle u mai^ firm apoio da. liber^ade
c.v.l, e segurW>do?Cidadcy, leva-me a fase*
da, que a essepcia .tMi."^ru ""*,.
confiar a'um so ornen,, oa corpprac/o o dirsito de
pn.r, inasaitn, a,' Naco toda, fusendo, que os
cidados sejjulgados nos, crjmes por ou ros
cidados saos iguaes escocidos da massa geralta
wmm $

de ser.em precisos a
so para aquellas causas, para que forem chama-
dos, exerce'ndo por esta modo uma Magistratu-
ra momentnea sem formaren corpo algara per*
manenre. Por eate sistema a vida, honra, e n-
berdade do homem nao depender', como athe a-
aura, da indiffe rene*, das paixoes, ou das inimi-
fades particulares dos magistrados, que o c-
demno. Todo cidadfio tera o direito de ser.juj-
eado pelos seos pares, e aos magistrados, simpli-
es oaos da le., ficara' competindo nicamen-
te a applicacao da pena, que a mesma le, i.npo-
ser ao Relicto, de que o ccuaado for culpado, e
depois que seus iguaes o t.veem declarado con
vencido. Se pois o magistrado nao tem outro
direito maia, do que o de aplicar a pena, co.np
que o Senhor Jui de Direito pro ferio urna sen-
tenca antes dos Jurados terem declarado asna
Acaso proceder' de ignorancia.do d.tp, Senhor?
Nao ounonho ; tanto pap, que a ignorancia de
direito a' ninguem e desculpawl, e mimo orwci-
palmente a'umJuiz, e de Direito. Donde pro-
eio pois aquelle arrojo ? Que quera Senhor
Antonio Elias de Moraes diser om os acenos,
que fasia quando falava o Accusador ( o Senhor
Doutor Pedro Autran da Malta e Albuquerque )?
Porque rasao, quando falava .o Reo, prdinar.a,
menta o ittWomfaia, ao mesmo tempo que del.
vava ao Accusador filiar oque quena, equando
ouisesse ? Sefosse a dar credito-a' alguns boatos,
?ntao diria, que o Senhor Juiz de Direito estata
resolvido ar proteger, e favorecer em ludo ao sr.
Autran. O caso & que o Senhor Moraes pu por
amwade, ou por patronato, ou erahm por quat
Ze minearmo.trou.se o mais affecto pos9,ve\
?o Abusador, chegando a' U'ner, que fana mu;to|
por nao se roanifrstarem factoa, que trario urna
grande nodoa a' honra do Senhqr Doutor Au-
t/an ; e dando athe ( valha a verdade ) um A-
pqiadoera vos baixa, por'em jnt^eHgivel. Se de-
vessemos dar pep' a uma argaicao pelo numero
e auetoridade, dos que a fasem, de certo acre-
ditarimps esta fungida ao Senhor Antonio &
lias de Moraes ; pois quase todos, os que presen*,
ciavo ero de voto, que aquelle procedimento
provinha do grande desejo de proteger o Accu-
sador. Queira por tanto o Senhor Juiz de diret
to tomar o carcter de umverdftdeiro Juiz: seja
a su divisa a imparcialida<)e, e ainteiresa: quan-
do estiver naquelle lugar, esquer;a-se de prenles,
amigos, e clientes: tome por tipxma a Justica, 1-
ra'segurp, e sentp de sensura. Attenda o Se-
nhor Antonio Elias de Moraes, que o celebre
Gustavo mereceo elogios pela grande imparcia-
lidade, com que se portava na qualidade de Ju-
iz de Direito; quando era vm magistrado com
rasao execrado pelos Pernambucanos, e pelos
Brasileiros em geral, jj
Dirijo-me agora a' um Senhor Juiade t acto
(cuio nome ignoro ) o qual quando o Publico da-
va algum- apoiado -mostrava urna grande rai-
va, chegando ao exceso de,d-ser, que aquil|o e-
rauma anarchia, e que o Povo nao poda faser
seme.hantes actos. Primeiramen|e lembro a este
m" co, que logo que pela sorte *So marcados es
dose Juises de Facto, que devem julgar;da,causa,
elle nao tem differenca de outra qoalquer pes-
oa do que chama Povo :em.segundo lugar pe-
ro lh'e, que me d a difinico de anarchia, poi-
que se elle quera tomar esta palavia na accep-,
Cao comroum, entao Jiga-lhe que a ignora, e se
nao, declreme o sentido ; salvo se na Estraga
a-palavra anarchia tem differente signilicacao.
Se aquela sua zanga procedia da sua misad*, ou
vontade de ser favoravel ao accusador, tenha pa-
ciencia, isto do Povo e' canalha, o cambada,
|aoassim? bom tempo, em qoe esta corja nao
t ^\Se o Senhor Doutor ^uran da-me licenca,
que\ ipviar-lhe duas palavrinlm- Na^ bou Es-
tudai\f3 e por isso julgo, ;que 0^0 ^ser, po-,
nao iou naraso deseo fi.jKfvisto ter Y, S.
dita'auetfsndo Lente era /ai dos Estudaqtes,,
delaneiraaue e' V. S, 0.4X9 dbs nosses tem-
pe/ Nao Inhado das sifas maos para bater
V

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f

^f

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Y

7
^^;,,|
[7W]
tanto na meta ? Jwao attendli, que estava em
um TriburM^wAt respeitavef ? Ou nojulga
falta de delicadesjfc aquelles Jvnpassos i Nao
poda defender-se eem atacar tanto o seo Adver-
sa! o? Saiba o Senhor Doutor, que os homens
argumento cora rasoes, e nao com chufas, e sar-
casmos, e que este mostro ordinariamente a
fraquega, e injustica da cansa. Nao posso, Se-
nhor Editor, exemir me a'estas toscas reflexo -s,
porque como ja disse, estou convencido, que o
jury e' o maior baluarde das liberdades publicas;
por elle conserva-se sempre em aclividade o di-
reite de punir, pois que e' exercido pela parte
da Sociedade a mais interesaada, em que o crimi-
noso nao fique impune, e nem ha grande perigo,
de qut se abuse delle, por isso nao esta' confia-
do a urna so'pessoa, classe, oujerarchia. Nao
existir' um so individuo, de quein o Cidado
possa diser ao veUo ali esta' o homem, que
tem s direitq de decidir da minba honra, probi-
dade, liberdade, e vida as suas vantagens nin*
guem meihor que Delolme mostrou na seguinte
passagem Um homem, que tivesse incorrido na
inimisade dos mais poderosos do Estado, mas
que digo ?.... o que tivesse excitado contra si,
qual outro Vatino, o odio geral de todos os par-
tidos, poderte com a proteccao das Leis, e con-
tendo-se nos limites, que ellas prescrevem, des-
afiar seos nimigoa, e athe a Nacao toda A ex-
cellencia, e bondade da instituicao do Jury, e a
vontade de o ver florecer entre nos, obriga a lhe
ser importuno ao
Jrgos.
s
*Nr. Editor.A intriga procura abafar-tre
com os seos negros Tapores, em o Olindence de
hoje numero 38. Para que se assopre a nevoa
com qne se pertende enlutadme, rogo-lhe o ob-
sequo de inserir na su a bera acreditada folha os
documentos juntos, dos quaes consta que eu sap-
tisfir. ao meo dever, quanto a Estrada que vaipa-
r* Jequia' e na qual estao os pantanos menciona-
djs, para os quaes se carrega tntulho dssde o dia
26 do mez de Agosto ultimo. Pelo que toca a eu
morar nesta Cidade, so' tenho a diserque a mi-
nha maior assistencia he em Affogado, e que es-
ta Povoacao fica no suburbio, podendo eu mui-
to bem hir ali a toda a hora : se pois o Matuto
do Jequia' qoer procurar que fique vago o lugar
de Fiscal, lembrese de outro motivo se o acha/ ;
que essa sua invectiva he de certo muito trisl
te. r
Sou do Snr. Editor Patricio
Venerador e criado
Joao de Freitas Barbosa*
Fiscal dos Affogados.
JILlms. Srs. Os dous pantanos da ra de B.ni-
guel e lugar denominado nue nao sofrem por mais
lempo demora em ser' aterrados sem norme pre-
juiso Poblico : por quanto sendo aquella estrada
huma das primeiras desta Provincia ali os passA
geiros encontrfio o perigo de serem precepitaj
nos atoeiros como ja tem acontecido ; ai '
que rofenv -o|a charcamftitos : | _^m taes disposicdes naojKssao
por mim serem obfcds sem explcita/ dfciera-
cao de Vv, Ss. pc\ isao levo ao cdmh><*iolnto
desta IlluBtrissima Rimara Municipal par|


bre isto deliberal como lhe parecer justo, eassii
me cumprir.Affogados 22 de Agosto de 18#r
Illms. Snrs. Presidente e mais M^mbros da Ca-
mal a Municipal -Joao de Freitas Barbosa piacal
dos AffjgaJos,

T
ALlm. Sm.A Cmara Municipal desta Cida
de em resposta aos officios de V. S. em data de
16 e 22 do corren te mez e anno.
Resol veo, que V. S. fiesse algum concert
na Ponte dc-ssa Povoaco dos Affogados nos lu-
gares de maior perigo pondo alguma estiva ;
que em quanto aos dous pantanos da ra de S.
Miguel, e lugar denominado Bue, que V. Sx
mandasse atterrar com a maior iconomia possi.
vel.
Oque partecipo a V.. 8* para sua intelli-
gencia e execoco deordens da mesma Cmara.'
-Deoa Guarde a V. S. Recife 23 de Agosto de
1831. Francisco Antonio de Carvalho Secretario
Interino.-Illm. Snr. Joo de Freitas Barbosa,
riscal da Povoaco dos Affogados.

*u/Nr. Editor. Vendo em um dos seus Dia-
"o um anuncio do Senhor Intendente para se
'retar huma embarcacao que conduza o destaca-
mento para a Provincm do Rio grande do Norte
nquei pasmado e disse com os meus botoens co-
mo he possivel que se destaque tropa para todaa
asJProvinciaa de segunda ordem, e so se nao tra-
te de mudar o destacamento da llha de Fernando
sendo este o que com mais brevidadese devia mu-
dar ? Sera' por falta de Embarcacao, que se nao
muda aquelle destacamento ? julgo que nao, por-
que assim como o Estado tem dinh-iro para fre-
tar embarcado que conduza o destacamento do
Jlio grande com mais veras deve fretar oulra que
conduza o da llha de Fernando, e as rascas sao
as que paBso a mostrar.
Primeramente poique existe naquella llha
pessoas, quese achao degradadas por opin:5es
polticas, e que dvem gosar do perdo qne ouve
em consequencia do triunfo da nossa liberdade.
Segunda porque tendo chgado ja a todas as Pro-
vacias do Imperio a noticia da Gloriosa revlu-
Tv a7 de Abril nSo sucede assim n Hha
de femando onde naj aporta embarcacao alguma
salvo as que para ali vo conduzir os destacamen-
tos, e que por isso gnorb todos os Brasilfeiros
que la se acho os acontecimentos que tem havida
devendo elles gosarem quanto antes do que nos
ja a muitogosamos ; Terceiro finalmente porque
os Ufflciaes, qve ali se achao destacados nao Ihes
tocando tal destacamento foro com tudo cura.
pnr o que Ihes ordenou o Ex-Commandante das
Armas de execranda memoria o Snr. Lemenha
so por serem inimigos dos Columnas : Snr Edi-
tora vista do que tenho expend.do julgo, qae
. JSxc. o Snr. Presidented.ve quanto antea m-.n.
dar mudar o destacamento da llha de Fernando,
e Vm.^aca-me_o favor inserir esta em sua estima-
vel oHia que lhe sera' aasaz obrigado.
O Patriota.
VARIEDADES. *
RazaV>3 e a ignorancia tfio opposta entre si,
?ome a luz e as trevas, governo massa do ge.
ero humano, 8e uS, ou outra estiver suficiente.
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[791]

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espalhada em um paiz, o mecanismo do
rno move-se com muita facilidad*. A ra-
hece a rasao, e a ignorancia submetese a
qoe se Hie dicte. As duasformastegover*
mais comms no mundo sao o governo por
Po e reprezentaco; e o gobern por suc*
ao hereditaria. Oprimeiro e' geralmente co<
"ido pelo nome de Republc*; o ultiuo pelo
lonarquia, e aristocracia. Estas duas formas
distintas, e oppostas firmj-se em duas bases
distintas eoppostas^ araso, e a ignorancia. -
Como oexercicio do governo exige talentos, e
capacidade nao podem ser hereditarios, e' eviden-
te, que a successo hereditaria requer urna eren-
9a, a que nffo se poderia accornodar a raso, e
que so' se pode estabelecer pela ignorancia; e
por issp um paiz e* tanto mais proprio para esta
especie de governo, quanto mais ignorantes s os
seos habitantes. Pelo contrario, em urna Rep-
blica bem constituida, o governo nao exige do
homem outra crenga, se nao aquillo a que raso
podeassintir. V-se o rasoavel de todo sistema,
suaongen, e seo modo de obrar ; e como ele e'
tanto mais sustentado, quanto e' melhor entend-
do, as f iculdades humanas desenvolvem-se com
seguranza, eadquirem debaixo d'esta forma de
governo urna virilidade gigantesca.
n (f. Paine).
us tiomens nascem, e parsistem livrs, e i.
guaes em direitos ; as distincoens sociaes nao po-
dein ser fundadas, se nao na utilidade commum.
-* O nin de toda associacao poltica e' a coi)-
servaco dos direitos naturass, e imprescritiveis
do homem ; estes direitos sao a liWdade, a pro-
piedad, a seguranza, e a resistencia aoppres.
sao.
, ."? u principio de toda soberana reside essen-
Vilmente naNaco; nenhuma corporacao, ne-
-n.-rn individuo pode exercer auctondade, que
nao dimane d'ela.
/L (T. Paine.)
-j (guando os res se acostumo anoconhe-
._ mais outras leis, que suas vontades absolutas,
e guando nao p5e freio algum as suas paixas,
t les podera na yerdade faser tudo : mas a forca
r i todo poder, minad os fundamentos dasua auc-
toridade.
(Fenelon)
Era um aceesso de colera, em que Vespari-
ano ameacava Helvidio com a morte, recebeo es-
ta reaposta Eu ja vos disse, que era immortal ?
Fazei v3 o vosso offbio de tiranno, dando-me<
a morte, que eu o farei de livre Cidado rece-
bendoi-a sem temor. "
Lisia dos litros, que haode ser vendidos em lei-
loja anunciado mate Diario na ra da A uro*
ra N \% nosdias 14 e 15 do correrte as 10
horas da manh.
AUTORES. MATERIAS. VOLMES.
Colle cao das Constituicoens 6
Montesquieu, Obras completas
De Pradt, Dito dito
Benj. Const, Curso de Pol tica Constitucin
nal
Comentarios sobre as Leis In-
glesas
Scencia do Direito
Principios de Direito Poltico
Os gabinetes e os Povoi
Blokston,
Page,
non,
8
27
6
2
1
1


Dauray d'Brie, Theoria Ia Leis
Mably,
Filangieri,
Malthus,
Bonin,
Gani'lh .
Americus,
Obras completas
Scencia da Legislaco
Principios de Populacao
Principios de Administraco
Do Poder, e da Oppozico
Carta Polticas
Silv.e Pinheiro, Cono de Direito Publico
Vattel, n:.;.~ j /-.._ .__
1
15
7
3
3
1
2

Fritot,
Martens,
Meisel,
Martens,
Volhey.
Felice,
Loke,
Dito,
Do t tu,
Arago,
Puffendorfio,
Beccaria,
Cont,
Dito,
Bentan,
Tolenare,
Bois Aime,
Stork,' "
Dito
Smith,
J. B. Say,
DtO|
Mattaas,
Ganilh,
Bohemero,
Bonnet,
Fleurgeor,
Heineus,
Dito,
Grot,
Direito das Gen tes
Espirito do Direito
Manoal do Diplomtico
Curso de fSstilo Diplomtico.
Curso Diplomptico
Ruinas dos Imperios
Licoens de DireitOr Natural
O Entendimento humano
Governo civil
Justica criminal da Inglaterra-
Administrado de Justica cri-
minal
Deveres do homem, e do Ci-
dado
Del icios, e penat
Poderes do Jury
Legiglacfio
Obras completas
Ensaios sobre os obstculos do
Commercio
Economa Poltica
Renda Nacional
Economa Poltica
Riqueza das Nacoens
Traot. de Economa Polit.
Catecismo dito' dito
Econom, Polit.
DitQ dito
JSIem. de jurisp.crim.
Poltica Natural
Faculdades da alma
Guia dos Jurados
Direito Natural
Direito civil
Direito da paz e da guerra
1
1
2
I
4
3
1
I
1
I

Saint Pierre, fjstudos da Natureza
Rocine,
Boccage,
Diniz,
Dito,
Vertet,
Fontenelle,
Camoens,
Plutareo,
Roynal,
Latrerelle,
Bartelemy,
Condocert,
Mestre Stael
Aignan,
Hei necio,
Millot,
Rolip,
Bosseset,
Robenon,
Beanchamp,
Anqaetit,
Gutrie,
Mentelle
Yosgien,
Obras poticas
Dito dito
Dito dito
Hisopaida
Revoiu.ce de Portugal >
Obras completas
Luziadas
Vida dos homens Ilustres
Historia das duss Indias
Historia da Revolucad Fian
ceza
Viagens de Auacharsis
Esboco do Espirito humano
Belezas da Historia Grega
Cor i na, ou Italia
Historia do Jury
Antiguidades Romanas ,
Historia universal
Historia amiga, e moderna
Historia Universal
istoria da America
toiia do Brazl
nario Histrico
x des Rsports
tria da Franca
igrafa Univejsal com istias
grafa da Franca
conario Geogrfico
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t&baton, BeMnWi da Le/slacaoCdm-
mirison,' ^ta^j riegos
erreira flr'g. Dreito cambial h
Talin^ v Or(fhn^a3' da ^arioha de .
lvaLisbV, frtfo Mercantil f
ieeer, rs. de' frfrel'to ECcIes. ;". 4
g Wim dos Estados Un-
dba' c I
fume' fiWi.ri d Inglaterra 6
aldae Palm' parafraseados errfvOT-
lfl&orla* ara a' Historia db
aj; >r r '
Brasil
"Vida d LuViano Bonparte
ufendbfio, fcirtd Nat'ifrl e dus Gen-
tes1
' Estatutos de C\mbra
P'.Rnftifo, plomaW
Estante.
2
2
' Vtfifi ttffoV *$# de capatero,fc 1?
i"8auno. .,, ; .. ..,..., c ,.f-V, -
: *< ; j_.. i-uAUwAca rnm n nesos de araoua
Ine
frrtWro de balanza com oa pesos de
ate' umalibVa,.un'matado para corlar c
r da tenKa IK 10. j
.-Urna negVa de 20 tfnriaa de ida.de, sabe
ser, .trrenla, e cosinHaT : ra do Crespo
de Jos ftibeiro d Farjhy w

.
'i

I

"j .



AVIZO do* cffiEio

tftftr ftjffttt tparTca, de' q*e e*
lommandanteo 2 o
Itapanca,
Cnente Manoel Joo Pe
ara tr escravos presos ; annn.
-j ma morada A'', basa terrea no? Ban-oa
de Santo Antonio Bo vsWau3 na? exceda,
a qiatia de600#rs. ;'.roa da Penha I). 10.
- Din tableir'd Gamo' cor tabulas ; na
ra do Queiraadb D. 11

ce.


Ya:lgsl.
&\ j i tn. u* ol -- '
otaros commodos, ra da Sarialla velha ao pe
do beco' do porto das canoas ; q'uem o pertendec
eir, recebe afairala" para o Rio de Janeiro no'N
dia 10 do corrente'p'ts' 11 Horas da manliaV
.
.
;
-
<\.

.
^Af ;
]M. Labothira' te^bf de Dan9a ^c^db
iroximamente dos natrua do Kio de Janeiro,
Baha, aprBent a rsjSeltaVel, f ublrc, no da
lomingo 11 de SeVettlbro, e'rn cu Beneficio o
jjiverlimento ae^Uinie. ff)*c'n5|tar-se hK Pe-
^a. Castigo da Prepotencia No tiin do \.J
"cto o Beneficiado cm Iiabortiire anqatho
um Duto inda, nao vteb nte' Theatro. Nq
^'m do 2.<> Prospere Le Febr, professor d Jogo
te Malabar, XectK&fa* varios, e efiicattsoB jogos
ta su a Profso. 'Ni) fi'i'ii d'pe^a, o BneHcia-
to com Laboihire dH^aro insigne Doto.
Provasse-ale lyndo.rim'ao DivertimeiHO o
ntremez -r O Chapeo Pardo Os Snra.' qu
uiserem CotnWroVs4, drijl'se'jfrua Nova' a ca-
de Mr. Oesmarais'CaWli-'elr Frances; Os bi he-
es de Plateiai a'er vendidos1 it"Theatrb a 9b0
res.
falle
nvesra.
na venda numero va quaac

; i 'i .
P
: .'
..

-M

dfronte do
-

a,
, r'de'-se na poa-vist em 3 dq crVente,
asVhras* da tarde, q'ai.rel>glq de prata ^aa ho
raVem letras" romanas, "duatf caifas, imciaes, J
L. chave, e fita preu ; quem o t;ver achado quei-
rafaser entrega na ra do TrapiyN. ? I, e "
r' bfem recompensado.
<
i.,; : l'
.

, VENDAS. ...
U!
Ma escrav de meia idade, lavadelr, que
ozinha.'odrriO' de umacaza : ii tu dae Flores
D. 12. '
Um cavalo fo pa'sir'O', com qarregos
baixos, ardigo^ nVo', por pre9^ corambel.; ns
5 pomas loja D:4 ',
^ 1(5 apoHces' U exlincta com4nllil* I ~ e3'
cravos, que sabem tfaba'hat
torrador para a'f'i' cer'a d Li
'yfj\s : no arrriaaem do Mac
iegir\
1 T Huaa cabfaa (bfxo ) co
al6 Quedado.Moja D.tl*
PERNAMBCONATYP

FURTO.
, f
'A noite de -t para 5 roubaro urna loja
5 puntas donde levara quasi ludo, deixanc
um pequeo resto defa9ends,e o Caxeiro aun
rado, corr os O'hos tapados: levarlo tambei
um ineio Bilhete da Lotera, N. 250"; a pessoa
que souber dste furto queira annunciar ao
dono ns 5 pontas 0. 00.
-

.
em.
varngaa ; 1
e /do Hio em
'ra db'Cof-
cabritos, na
ra
AVIZOS PARTICULARES.
WJ .* ...../ iJ
A Recisa'SE de um homem forro para fetor de
um Sitio, o qual saiba tratar de toda a qualida-
dede arvoredo ; ^uem est'rver nestas rcuuatar\:
cias dirjale a ra do Vigario N. 2G 2. an-
dar.
O abixo saignauo pnrtecipF aos foreiros
do Morgado das Alagoas que poderao vir pagar
os foros vencidos ; na caza de sua residencia de-
fronte da Cadeia i'. S2 da dala deste e:n dian-
Joaquim Canuto de Tigueireda,
.
< Quem precisar de um rapaz Brasileo de
18 a W annoa, para caixeiro de ra, ou dejCas,
dando fiador de sua conducta : annuncie sua rea-
rada. ,-.'

^iiDO DAIO, RA DA'SLDAUN.0^98^JJ


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