Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01381


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Full Text
MARIO DE PERN A^BUO>
,er>e 1)
^gglI|g!s^^^^SS
mente
<-.___I Jn Rr/Ilif. /
Pro^m-^da^-^GeradoBr^l.^

" 7TlfoG*AFlA BE A-TOM..O J*- M *** FALcXo
PBIIMAMBCO NA IPOGRAFIA

RTICOS DE OFFICIO.
commodo, e seguro, FeliJi N*ri, boje
tincta Congregado de S. I'elippe u do
e em quanto se nao arranja o BkWIcioSW"
SSuT Wia de pastar a esta reqoisco, que
Vnbloo, se rana a i R d |,peno, a
X" S?S T, urente ,n.u!,se secvico pV*
* r In e V. K. W.c do Oofrno 4.
1/mheiro de VasconcelosKvm. or M
STtfoSwi d. S. Franoisce deOl.nda.
v, recosa ao Officio de V. 8 de T do cor-
fes* *fw?*S!5?
mencionada M- .Con, <*%.
tt de Agosto de P'
beiro.
Il. E. S-,,0r7Rre"TeneVn.eEoro0
Trem, e justar as eua. respectiva* cont.,
V. E Palano *J^Jyi Jos Pi-
buco 11 dj- Agosto de 1831 f E'xro Snr. Fran-
arAWtfa* -
Armas desta Provincia.
Itf Senhor ~ Sa'.e deste Porto- o
Llm. e Exnn. Sennor Condu*
zindo o Destacamento, que cont
Imperiaes Orden, f^^g^ de 95 Pra-
5, tanto W&S Daniel DJ- ?'
mandado pelo 2. lene ,. fcQ do cor.
eheco, epagodeseosoldc U o o
rente mes, de*ido o retei (j-
logo que o fnh desembarcado i^ ^
te Porta-D*os Gutde V. f de l83l
Governo de Pernamboco 13 da A ^
-lllm. eETxm. ^Xvlncta V Ceara' -*..-
Qo imlusa *'" *j& -o mcs.no Ba.r-
queos ^TP,0t>sdf'noHe pasada, se nao a me.
a noite, expondo as*m a. u8 mR, fa.
rigoB,e dando ao mal t-ito re.me clia-
voravel a perpetrarem crm ^ de ^^
mar a atiendo de Y. o .do ft que ar.
nha transcendencia, prov p0ntual no
rematante da ,ffj DeosP Guarde a
cumprimento de JJ*^ de Pcrnambnco 13
Vv/Ss. Pj^fl Wm Jo Pinero de
de Agosto de 1831 {JJj^ e Venadores da
gffiSSS? ^sta Cdade.
EMresposta do seu "JgJ ^!S
tiWf "-te Governo, P-^^ ^Vao
Umpioe da ,llumna9ao des^e lo
accesos a noute Pf^^^CWicas, favore-
ff&Vear pango, a. ^rumalfe-lt0re., cump.e.me
'cer pela e*curidao ao. m yjanle respe.to
significar-lhe, que officiei^a ^ prorflptas
^Cmara ^'?%iOSl guarde
f^rM^do averno de bambuco U
1
' 1.



1


I
I
i
i
de Agosto de 1831-Ioaquim Joze pinhero de
Vaiconcetlos -Snr. Jffiz de paz da Frecuesia de
S I?.--.: o.i__/-___... ^ fi
i
><"i-.ii.
-if ,
. -.-.... .-ni. ,/ot/i ue raz ua rreguesia de
a. Fre Pedro GoncalVes Francisco Gjncalves
Bastos. ( J Y
.A-JM resposta ao seirOffico de 9 do corrente
em que me communica que, depoia de ser pro-
hibida por Postura dessa Cmara os tiros com
armas de fogo, tanto de dia como de noite, as-
sim mesmo tem continuado esse abuzo a ponto
de nao respeitarem mesmo a casa da morada de
V. S., onde, pelas 10 horas da noite do dia 8 des-
parara sobre huma das portas, que ficou crava-
da de huma baila, e 16 carocas de municao te-
nhoasionificar-lhe, qu deve proceder judicial-
mente, nao so contra aquella, que, em menos ca-
bo de tao providente Postura, continuad a dar
tiros dentro da Villa, como principalmente con-
tra os que se descobrir, que forao auctores. ou
mandatarios da violacao da caza de sua residen-
Ca, queanossa Constituido considera huma-
aillo sagrado ^eos Guarde a V. S. Palacio do
Ooverno de Pernambuco 16 de Agosto de 1831
.-. Joaquun jse Pnheiro de Masconcellos ni Sr.
presidente da Cmara municipal da Villa de S.
Antao 1 iburtmo Pinto de Almeida.
F.
O presente a este Governo o Officio de
V. as. de 13 deste mez, em que partecipao haver
deroittido o continuo da Contadoria desse Hos-
pital, francisco Ignacio L-pes Lima por causa
da rehx.ca tom que se condusia no desempe-
nho de seus deveres, e mesmo por se Ihe atribuir
pequea* faltas de papel e pennas da mesma
lontadona, fasendoenrar em seo lugar o prati-
cante gratuito Joze Ignacio de Mor.es rassos,
que serve, ha lium anno, tendo se comportado
bein, em respeta do que cuinpre-me significar-
mes, que tica approvado a procedimento que V
Hs. tiverao com o Referido continuo Praticante!
Deo, Guarde a V. Ss. Palacio do Governo de
Fernarnhuco 16 de Agosto de 1831 Joaquim
Medrre,r0 dC ^asct?nCell9^ 8- da junta
Medico Cirurgica do Hospital Militar.
A
Tbijidir orna eflicacia prodigiosa a'forma
de Governo, nao e' muito sensato? Quando se
esta convencido que basta para e.tabelecer a
fl.c.dode, e grandeza das Naces dar-lhos certas
Lcis Polticas, OU Fundamentas, e' muito raso!
re, que se invoquem revolutas violentas : ellas
apresentuo o meio mais curto de laucar por trra
os Coremos, e emseo lugar levantar novos. For
tes nesta conviccao, pessoas cheias de probidade
zeladoras incansave.s do interesse geVal, cs*o
de as.ostar.se com a idela de grandes de ode*
das quaes esnerio w sair afeficidade universa?
tal como a luz saltn do seio do canos no na!c.
mentodo mundo. Pode diser.se com ver lad
que os homens, que hoje intentao me I ora a
sorte de seos similhante., dividem-se em dual
elasses : uns temem ao revoluco s, outros susoiro
por ellas; mas quando a revoluto SST.*?
nvel calamidade, e* para todos! Aquefiet" ,
quer.ao melaras sucessiTas, sempre confort*
a moral, sao tratados de ignorantes d* in\Jf
da Patria: a Patria fiCa privada le sul"g
asbedoria|di!ese' inulSisada; eVes^hoS
SO propios. Aquelles, a |Uem nao uJSZZ
toa violencia entusiasmados pelo suctaso sen-

tem vi yo goato : sao reputados probos, i
sinceros do interesse publico : porem brev/as 1u<
as virtudes torno-se .rimes. Logo que urna re-
voluto principia, ^niio se deve diser mais e'
impossivel chegar a' tal excesso : muitas v'ezcs
se diz isto ; porque do ponto, em que se esta' a'
aquelle, de que se falla, e'inmensa a distancia
O pensamento procurando aproximar estes dous
pontos, emedindo todo o intervallo, que os #s.
pera, decide, que nao podem tocar se. &fm
mas chegar-se ia a' extremidade do mundo avan!
cando cada dia de hum ponto para outro ; e em
revoluco anda-se depressa. Se a' um P0vo
benigno, a quen suas qualidades, e mesmo seos
defeitos apartein de paixSes odiosas, e* aqueJle
que pisa o ditoso solo Brasileiro. As suas qual-'
dades, e carcter fasem lembrar os ex tases dos
franceses as suas primeiras mudancas Polticas
Quintas veses nao forao por e'les repetidas est-s
voses : Esta revoluco e' obra da filosofa nao
a-decustar urna s gota desangue! Mas este ar-
rebtamelo, e enthusiasmo geial foi interronn
pido pelos horrores causados por alguna caniba
es. Quatroannos depoi3 desta poca as eda-
des tornaraose theatros de crime, e lucto a
tristeza, o assombro, e o silencio estavo inscul-
pidos nos semblantes de todos os amigos da Pa-
tria. O riso, e as exclaraacSes de alguns malva-
dos substituiao o silencio de morte, que reinava
a digmdade humana era s sustentada pelas vic-
timas, queappresentando sobre o patbulo um
semblante sereno, abandonavao alegres urna tr-
ra corrompida. A calma das paixoes e'neces-
saria para examinar, propor, e espalhar a8 Je.
as uteis: comear urna revoluco e pertender
depois discutir com sabedoria e'o memo oue
embriagar homens, e querer fallar-lhes rasiVl-
mente. Que influencia pode exercer o sabio no 4
meio de taea desconcertoa ? Ele tras luses e '
sao paixoes, que se exige, e em quanto procura
explicar suas vistas, um faccioso da' 0ra t0
a mnltidao repete-o, corre em seguim uto do
chafa, que se fez comprehender. Uma aovare- '
volocfio succede em manos tempo. do q,ie e' a
necessano para desenvolver urna iheoria justa e ^
profunda. Para effectuar mudancas tes'o
astado, convem primeiro que tudo derramar sen,
timemos pageos, humanos, e generosos, e unir
todos os membros da sociedade co.n os lian de
urna unifo fraferna. Qualquer mud.nci preci-
p tada no Estado excita p,ixoens raneo vsan te.
ra o desalent, e coduz ao eg ,iamo s em revo-
lucSes inconsiderada quase sempre o, h,.n na
probos retirao se. De tal sorte afio disfi.uradas
Mdelas, que almas puras jul.o deve, ;,ardar
.denco em uma trra, onde os mais santos pe-
samenlos podem ser en ven nados, e onde pala-
2i .1 PaZ POlkm produS,r a Suerra. Mes.no
essas almas generosas, porem imprudentes, oue
forrno projectos exagerados, que em suas eSL-
rang.a nao sao de todo isentas de loucura, bel-
mente desengaadas, por vezes abraca f exc -
sos contrarios. Comego por julg,r que 1 ra-
Sr S(ie,-fficienta ^araJguar o" homens:
vendo porem, au- raras veses e' a raso obedeci-
da as tempestades polticas, acabo quase sem-
pre por consideral-os como seres perversos as-
culos para exercer a tirana, ou sofTrer a escra-
vidao. Uemais no meio de tempestades polti-
cas o amor do W o heroism > quasi sempre con-
dusem ao pat.bulo, e a'miseria ; em qSant? a
ba.xesa achajunto de Wes quer venc5lore. rf!
o

111 iw


aT5
N
i
im #uanJdo f Proclama urna, revolucao
femno,ncdaLiberdde,8 vivas espranos, que
1 bn'h,ar>arr^ quitos amigos sinceros
to bem publ.co ; se porem foi imprudente o rom-
Pimento, se urna contra^revoluto cliega a preva-
lecer, taes homens ou sao mortos, ou condenados
a eternos desterro, ou reduzidos a corrpleto si-
lencio; eperde assim a liberdade urna estimavel
\ pane dos seos raais seguros apoios. a'con* lu-
do circunstancias extraordinarias, em que a mo-
ral severa pode, e deve mesmo approvar revolu-
coes; e o remedio extremo, remedio violento, e
periguso nos casos desesperados. Mas em quan'-
to porfoitunanosechega a'simihante fetal-
dade nenhuma consideracao pode absolver a.
qfelle, que precipita um so' instante o comeco
desta vasta carretra de horrores. A' urna revo-
lucio pacifica, lenia, mas segura, que progres-
ivamente se vai efectuando, eque conduz a Pa-
tria a melhores destinos ; para esta todo o ho-
rnera .de.bem coopera, sempre que centribue ou
a propagar os principios da moral, ou a difun-
dir os conheementos, e a industria. Porem as
revolucoes precipitadas, que arrebent? acendi-
das pdas pai v>98 dos homens retardo, e impe.
dem por muito tempo as mudanzas, que a sabe-
doria avia de infalivelmente estabelecer cora sua-
vidade, eprecipitao o Estado em ura pelago de
calamidades. Esta doctiina nao agrada a muitos
quequerem, que tudo se faga rpida, e violenta'
mente sem pesarem as consequencias quase cer-
tas, que taes precipitares trasera com sigo. E
isto que e' ama verdade ( infelismente muito a-
poiada na pratica ) para toda e qualquer Nfcco;
e muito mais de temer entre nos; pois nos acha-
raos por toda a parte cercados de vergonhosas vic-
timas do traficg de homens; cuja prodigiosa
multidao nao e ignorada por Brasileo algum
/
Si
CORRESPONDENCIAS.
Nr. Editor.- Avista de huma carta, queli
egcnpta da Provincia da Paraliba por um amigo
a nutro aqu, nao posso deixftr de reclamar dos
Exins. Snrs, Presidentes desta e da<|uella Provin
ca huma providencia de cominum accordo, e
prompta c ratr as quadrilh-is de L.dioes e facino
rozos, que repentinamente e por todas as partes
Burgiram, como Furins do Inferno, matando e
rouDaudo a pacficos e honrados Cidados nos
bracos de suas mesmas Espozas e filhos, em cujos
actos pratico barbaridades, que fazera estreme-
cer o coracao humano : e isto, que succede ao
Sul e Norte desta Provincia, taobem de prximo
succ de pela Kibeira. d. Parahiba, em qne Joze
Luis do Reg, e mais honrados Cidados ja tem
sido victimas, escapando outros, que por diver-
gas quadrilhas tem sido procurados; assim foi,
que por 3 vezes escapara o honrado e vigilante Ju-
iz de Paz da Villa do Pilar J. J. R. P?SSoa, pro.
corad por huma quadrilha acantonada no lugar
da Camutanga, limites desta com aquella Provin.
cia, e donde sahe a fazer suas correras, tendo por
chefe hura celebre Xavier bem conhecido por a-
quellas partes: e ltimamente por outra, que sa-
liindo at Agoa fria de Olinda com o seu chefe Jo*
o de Dos, se reuni a outras de Goianna e Pa-
ra iba cora es chefes Joaquim da Motta e Joaquim
Cipriano, e fazem por toda aquella Ribeira suas
execnc s> Quera as encomendara! Seria talvez I
v
o seu digno Chefe Satajuw, ou Bejzeb Seria."
Ah monstros! Quera raes der 'ral balas na ca-
bera. Povos todos uni-vos, e declarai guerra de
morte a taes entes, que nao sao da especie huma-
na, esnn Furias do Inferno. Sim Exms. Snrs.
Presidentes Pinheiro, e Carneiro a justicae a hu-
manidade reclamao de vos os meios de promover
huma liga entre as Autoridades territoriaea da.
quelles lugares, .prestando-lhes todo o auxilio ao
alcance de Vv, Exs. para total exterminio de se-
melhante plano sem duvida movido por m.ao oc-
culta para anarquizar os Povos.
O Exm. nr. Pinheiro ja lancou mo dos be-
nemritos Patriotas Major Francisco Antonio Pe
reir dos Santos, e Capito Antonio Carneiro Ma*
chado Ros ; eu apontarei outros bem conhecidos
por aquellas partes ; equeem tudo rivaliao com
estes, o bravo Capito que foi de Cacadores Mili-
cianos Leandro Cezar Paes Barreto para ser em-
pregado por esta Provincia ; e o Exm. Snr. Car-
neiro, que empregue o muito Patriota e bravo
Capito de Caladores Milicianos Francisoo Xavi-
er de Albuquerque morador em Pedras de'fogo,
e conhecido daqude Presidente ; estes dous Ca
pitaes, assas amigos hum d'outro, com um des-
tacamento cada qual desua Provincia, e combi-
nados com os Juizes de Paz daquelles locares o-
perando conjuntivamente, conforme as circuns-
tancias daoccasio, podem tirar o resultado, que
se deseja.
Sou Snr. Editor
Seu Venerador
Um immigo dos ladroes.
Si
Nr. Editor. Em consequencia de um a vi-
to, que apareceu no seu Diario do I. deste mez,
do Snr. Roberto Carlos, reflectindo sobre a mi-
nha conducta, escrevi-lhe a carta abaixo copiada,
e dirigindo mea sua caza, para entreg.r-lha em
mo propria,me disse, que nao quera recebr
comraunicocao nenhuma minha, ao que insist
(deixando ao mesmo tempo a dita carta no seu
escriptorio) que sempre espera va a resposta : en-
tretanto com que a minha carta fosse registada
na Secretaria do Consulado de S. M. Britnica, e
continuo a esperar por urna explicaco da parte
de qnem me nffendeu gratuitamente, e para o es-
tima lar rogo tamben) ao Snr. Editor a de ao pr.e-
lo. Sou do Snr. Editor
Atento Venerador
II
s,
G cor ge cinglen.
^JEhhor Pernambuco 2 de Setembro de
1831 Tenhoa pedir-lhe que Vm. publique
i inmediatamente a causa que o chamou para a
inserco do meu nome no Diario de ontem, por
huma maneiraque cria duvidas no pensaraento
do publico, respeito de minha probidade (es-
pecialmente aquelles dos meos compatriotas,
ent- :-iein eu tenho vivido perto de doze an-
nos, ; e mais que Vm. se dignasse expenderme
sua opinio por escripto, sobre a mralm c-
ducta e capacidade durante a minha estada em
sua caza. Sou *
Seu obediente Servo
G. Anglen
k
\
\
o
i
........i mili
>*


i IJ
J
1



navios A a
Para Liverpool.
A sair com a maior brevidade o Brigue lo-
^Koberto Scurfald, tendo duas tercas parte,
ele saa carga pronto.
Para Londres.
- O Brigue Inglez John com metade de ni
^ Q^rn. mesmos quiser carrear dirija-se
a seos consignatarios Johnston rater & na
ra da Madre de Dos.
LEILA.
Que pertende fazer Joao Abraham Mazzaija
BoTresIdencia na ra nova ao pe' da ponte _da
Boa-vistadetoda a sua Mobiha de^caza lou^a
cidros, carrinhes, cavallos, &<. nodia Sexta fe.
ra 9 c Sbado 10 do crreme as 10 oras da ma-
nhfi.
u
VENDAS.
M moleque, de 22 a 24 annos : na ra do
^^nce! A botica a dinheiro ou
aprazo na Cidade da Parahiba : na mesma Cida-
de a fal.r com o Capillo, Joao Antonio Gonsal-
_ _._.- r;r.ir.riSn mor do Batalnao i*.
*es, e nesta ao Cirurg.o mor do BatalhSo 14.
1 Diferentes obras de Cirurgia, e Medicina
) em Fraacez, e Lalim, por preco cmodos ; ao
inferno Cw-orgio cima.
Urna cabra de idade de Tinte e um anno ,
,nuitos,dia, capaz pan todo o servio, engoma
bem, coscsofrivelmente, eentende suficientemente
decozinha; na Pracinha do corpo Santo JN.
1 14 toros de Gonsalo Martin, madeira1 lin-
da, e procurada para construcco de mobilia ;
na Pracinha do Corpo Santo N. 07.
^ Chapeos de palha da India, mu.to finos,
no armasem N. 3 rlua da Alfandega velha.
Urna carrosa nova muito forte, propria pe-
raTonduco de cannas, a qual com o peso de or-
ienta arrobas so demanda a forca de do.s bow,
poden'do ella com dobrado pezo ; na ra na Ca-
deiadoRec'ifeN.6.
- Um cavallo novo esquipador, e bom passe-
ro, eumrelogio de ouro, fabrica onsonial ; na
ra do Queimado N. 762. c andar.
- Vinho Francez engarrafado de superior
qnalidade na ra da Cruz n. 63.
)
U,
COMPRAS.
/i
*M Dicionario Magnum Lexicn; quem o
fver ero. bom uzo, anuncie sua morada.
AVIZOS PARTICULARES.
Os poucosdias de demora aqi tidos me nao
deram lugar a agradeser a atensao dos Snra. que
.edinnaiHin procurer me: qeiram persuadir se qe
lhes so grato, e aenipre pronto para tudo qe po-
der ser til. _
Antonio Borjes da Fonceca. j
* A pessoa que se quizer encarregar de lavar
a roupa dos Educandos doliera Militar, pode
dirigir-se ao Inspector do dito Irem para traiar
^ Quera quiser mandar fazer obras decostu-
reiTa de toda a.qualidade, procure em Ol.ndacua
do Coxo N. 3.
.- Qualquer pessoa que percizar de urna ama
nara todo o servico de urna asa, dir.ja-e a ra
por detras da Matriz da Boa-vista em casa de
Victorino de Souza.
_ Quem anunciou no Daro do 1. do cor-
rente ter para vender urna estrave cabra em cr-
constancias de servir de ama de leite, anunae a
sua morada.
ESCRAVOS FGIDOS.
Joa ;camondogo: eonhecido por bom cand-
iro, estatra-ordinacia, b,m feto de corpo, beme
nreto, no braco direito no lng.r em que aecoatuJ
ma vacinar tem um signa! co.no de vecina do a-
.nho de um rao de mjlho, no direito do canio
da boca em distancia de nina polegd., ou.ro
Rianal uase do l-menho do ant c-dente, bcef
,&* coisa cabejudos, naape mee t*
olantidade: ,ob.e a poota d<*..rnozelo do pe
Utirdoda parte da dentro, 001 ra marca do ta-
mlnhode qoi.rotiten deprata lev,,u n. perna
da parte dir,ita ma pega de f rro ; repreen a
Ut\ annos de idade, mu.tr, ladino, e na tala
parece troto, levou c;.n.i-a de cima aznl, e cal-
a de do. aqr.e prelO. fug40 no d a 2 .Jo j.reaente jfc
no d psito de ago jnnto a caw da Opera se re, S^
compensa'a' a quem o levar. ,
Nod.a 1 deS ten.bro p las iOJmrai da
maTihfi desaparecen um preto de nome So.eno
denaco Benguela, hum tanto ful con, urna
marca de ftrida em urna perna, bei^os gromos
e orelhas pequeas, de estatura regular, calca* de
algodo de dous fios, jaqueta de r.scadm 10 roxo
a velha, e bone' de pao azul com beiraa encar-
nadas foi encontrado nos Afogadoa no mesmo
dia quem delle tiver noticia dinja-se a ra D-
reita sobrado D. 41 quesera' recompensado
Z Gaspar, capateiro, alto, magro, aem barba,
km. mirra de ftiida aope' do canto do o-
Ze qTedo Gfala, fuSdo ***
o da correte: quem o echar podera leval-o
a seo Snr.^ morador no Aterro da Boa-v.sta, em
m dos sobrados do falee.do Martins ao pe de
trez andares. .
No dia 26 de Agosto, fug.o huma negn-
nha, Nacao Benguella, de idade de 18 annos,
cheia do corpo, cara redonda be.cos grocospor
nome Bernarda; oa aprehendedorea levarao n
uaSenhora, moradora na ida do Lmamento
lado do Poente no sobrado de um andar n. 1*
quesera'recompensado.
A
n
fERNAMBCO NATYPoIfIA DO DIARIO, RA DA bOLEDAKN.= 4* Uj/


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;. i i mmmmmmm.


T..O

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AO DIARIO fli *>.<
PernanAuco na Typografia de ****** ** ****'

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Luis HorfgWi SamMi
N. B. O Snr. Bevilaqu rChMNeda.
se AV. 8& ai Wte peasoa* cima.
I'
Llmo. Sgr. Capitao Antonio d'MI*i
,oe WR-awhSo, Pernairtbuco 7 efe
V.
CORRESPONDENCIAS.
Sr. eq*** *Tendo anflt> P**8*0
comarado a htms humen de Ceara' *b
porct de ciato, e depbte da cWftpa
ferta, o. itilrtgos da honra *<****J-
wr-nev dteeno* t ett W l** j
Jui.de.Pzde Villa Flor roceb qt*j<
les Cavallo. em soborno apra o* #earr
livrerhnmaveaqttetSo joelto
nosos de M.^.; e- fa ****
ment qw co esta erao entregw a
Vm. S^M Wg1 "2522
por tanto rogo a Va,. qomra por otee-
Jio inserir to teu Diario as Carta. J-
tai, e dar harta verdfleira dem so P-
blioo da calumnia )ue me levantad.
v ABm eapew qoem se ir^na r
Seu constante leilbr.
AntoUo d Attnquerqe M*anhSt>.
Enrenho Cunlla* oa Provitcia do Rio
Grande do Norte 14 de Agosto de 1891,
J
i
Jmo. S*r. Capitao AtUortio de Albuq**r*
*~ Oiida 10 d Abril 1830.
F'
Had)Mtoa margo *8*VNH?
.omento chego a esta Cd.de saWa-
,e,no etodo b combbi, e em rimen,
t entrego asen, portadores do*e cavaos
oue me compren, que com treqoe fe*
235feem 15 e* qualqoer deflexa,
pertndo mandar buscar o. ^fT'*
Unta l res produetbdos *esm
ffmdo sua carta ao'Snr, Gaspafca prwstt,
ffcfta de rmpel, boa tinta epenm. nao
dao logarTqufe jH ^"gS?C r m.----------------
efra Tfecommendarme al ^- =T,<, .ie-dm Iw ltimav m^qne
D. Joanna a ^'^^^'^^iS! Veu erttendesse com a Vmva
n^mmeudri-me ^^^S^ Untos Mem*mca, n '?*?
^re< Jttee Ignacio, e M^f^^ que com mai. vagar ^*T*!* ue vendi ao Hlm. Snr, mu sobnnho,.
Sever. Em toda a parte pode contar com que
3teoiaftW.oa.rA.....

Maio de J880.
EsUmidiasimo Snhor no da n o
Atortl p; pt ch*guei ne-ta Praca a M*
ment; e em aa e lngo eacrevi ao 111*.
Sur. mu Tio sobre odinhewo dos Caval-
,, e resp >ndeo-m ; que brev^nent* v*
*ha a sta praqa rranjallo ; O q' ate ago.
t nao he ctaeg***; e eu enmono retmr-
me ate'20 do corren, e se ate esse di!
et nao ch^gar ns oa** eii; reg"
w,rta deHe ao Senhor Domingos Job
Vieifa para He roebet aquella imimt
.oh coiiheee imMo bem #V. S. Bstim
a V S. tenha | Illnstr) familia, P<. matosa-imwetoiK
rit(,tbs quem lhe he ta obng*do: e <
me oft-reco com meu p queno p(*i-m>
todo quauto far tehdente* se servicJ
fNVIftU o ,,
^ V. S. mo^o attento reiwradof e

I
. ,v* ..

- Llm. Snr. Gaspar d'Alboquerque
PrewidinoSnr. Dou partea V s.

/


-
af.-'



.
o que
le mandn para V. S. pa/ar-me ,
fiz e ella nao annuio por tanto o Senhor
Francisco Joaqum Cardoso morador na
ra do Crespo vendo o meu vexame, e
que estou preste a retirar-me adiantou-me
*> dinheiro, estando persuadido que V. S.
pagara' impreterivelmente em Julho, co.
mo premetteo, e*u abonei muito a V. S.
poia e9tou certo quem he a sua familia,
cija honra, e carcter he por todos co
nhecida. Es ti ma re i que com aquel le Sr.
V, S. se entenda, e satisfaca no tempo pro-
metido. Sou De V, S. milito atiento wt%
neradore criado.
Angelo Bevaqu
<2)
feito Ihe dou a presente de minha letra e
signa!, Engenho Cunhau' primeiro de
Setembro 1830.
Gaspar dyAlbuquerque Maranhao.

t
s
_]#Nr. Antonio de Albuquerque Mar
nhao. Em meu poder existe huma ordem
do Snr. Angelo Bevilaque, da Cidade do
Ceara*, da quantia de duzentos n setenta
mil rs. com a declara cao de incluir mais
na mesma ordem dois por cento ao mez
da dacU de 7 de Abril prximo passade,
athe meu embole,o, e*sto para receber de
Vm., ou do Snr. seu To Gaspar de AU
buquerque Maranhao, e como vejo que
athe hoje nao lem havido cumprimento a
rata ordem, da parte de Vm,, e do Snr,
seu To, por l isso que desejo ser embol.
ado por todo este mez, por me ser muito
eeessario, e mesmo para nao augmentar
uaior premio, porque no fim deste cor-
ente mez, ja se contao oito por cento, e
?toja dita ordem soma em Rs. 291*600,
uja quantia desejo saber se sou embol-
ado, porque do contrario a enviarei ao
nr. Augelo Bevilaque para me satisa*
r. Estimo que goze saude feliz e sou
e vm. atiento venerador e criado,
eoife 20 de Julho d'1830.
Francisco Joaquim Cardoso.
i
Ecebi de meo Primo Antonio de
buquerque Marauha, a quantia dedo-
lltoa A C VENDAN
JJIlhetes de urna Rifa do Rio de Ja-
neiro, que corre com a prxima futura
Lotera do Theatro daquella Corte; ca-
da Bilhete comprehende 10 Nmeros, e
contema Rifa 95 premios, quena maior
parte sao com pos tos de ricas pessas de
Brilhantes, o que se observa do seu mes-
mo plano, que esta' junto aoa Blhetes :
custo de cada Bilhete 8^000 rs. obrigan*
dp-M a pessoa, a quem forao derigidos do
Rio, a a presentar a lista ge ral Ja Lotera,
que Ihe he relativa, e a entregar nesta o*
premios, que sahirem, salvo o risco de
mar : na loja de Manoel Cardoso Aires,
ra da Cadeia do Recife, N. )5, e na*
de Caetano Jos de Sequeira, junto ao.
Arco da Conceicao.
Urna Traquitana Inglesa, muito li.
geira, de gosto moderno, forrada de seda,
suas alenternas, e cortinas, molas para*
arrear a cabeca, quando asaim convenha,
e todos os arreios necessarios ; a ferragem
de casquinha hna ; a maior parte da mes-
roa casquinha de prata, e nao cobre, tudo
quasi novo, ejuntamente urna parelfaa de
cay los melados escures, no vos, e com.
pletamente ensinados : tudo isto por pre-
-co cmodo ; na Pracinha do Corpo Sanio
N.Q 67.
Um Aguilillo de ferro, de varar,
para Engenho de Assucar na Pracinha
4o Corpo Santo N. ~ 67.
Duas moradas de casas, urna terrea,
e outra obrado, com um bom porto, e
urna casinha dentro do mesmo todas cora
bons quiutaes, bastantes parreiras, varias
arvores de fruto, e chaos proprios 2 ferros
um novo,eoutro velho bons para qual-
qusr Brigue, ou Sumaca grande, 4 Ne*
. PrnD nnnr Al..___- _
L-
lio. e setenta e oito mil i. proc^Wo/ Z *an? AlCn
igual quantia que pelo dito pVimo 5SS&^SS2* '" and8rem
l a Angelo aplaque da Cidade do cmodo 0^^,^ M T^ *Z ?fe?
u.'eporW receido pago e satis, %&?!'*> MaU' d Am*
,'

^\


PERN NA TYP, DO DlAWaM'LA I>A SOLEDADIi N. 498. 557 J



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