Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01341


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Full Text
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ANN0 nE 1S.31. QARTAFEIRA'.'TDE Aarjafro NUMEROUS
na toja
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rigucu, .-r- l V VaS?^. SI* im^oi-"e rati.sendo <>. proPr08 assigoaates tontife,: ndo



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Os anuncio, qnr ni f >remd a aasifcnantes deyera. a-
lem das de maia c.ndicde* nagar Pr cada impressa SrWlw na laja tW da raa dj Uva*** -

'*>-:
JPndo'air. ra depende de nos mesnv.s, danwsa prudencia ,
c3, eeoe.tfa continen, cmo *rinriInam.-;tr,^^--
rem ap.Mad,. con admiraao entre as Natfessnaucaltmtf
Procfancao dm nmblta Qmal do Braril.
II l .1-
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. 1

Fuu* aT.pqg ,4*1* BE AHTOHmO Jo PB Ml.AipA F+LCO, ,.

;
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"
I, ) 1.I
COMMANDO DAS ARMAS.
Artios d* Qfficio.

J Lm. eExra. Sur.Tenho Honro de levar

. Llm. e Exm. Sflr.Tenho a honra de levar
ao conhecimento de V Exc que existindo em
mo do Presidente do Conyelho de Guerra per-
manete Os papis, qu tozen culpa aviniesen
reos, outros, cujas tulpas anda nao csto fe-
madas ( e que nfio sao pducos ) e que nfo sendo
pdssivelcom tressessos por semarta, anteas que
d.z o Auditor de Guerra pode faser, seren dece-
didus co.u brevidade; rogo a V. Exc. se digne
drasprovidencias aemelhante,respetto, atim
de ver se he possivei aliviar a sorte dqueles des-
cae dos.- Dos Guarde a V. Exe. Quartel do
ominando das Armas de PernamoucO vinte (Je
Julhode'mil oitocentos tr-nta e un. Illm.. e *jxc.
Snr. Joaqun. Joze Pinheiro de Vasconcellos
Presidente desta Provincia. -Francisco de Pau-
la e Vsconcellos Commandante das Armas.
JjU resposta ao officio, que V. S. me dirigi
em data de 9 do prximo passado mea, tenho a
diew-lhe. que d*e exigir dos memorodo com-
t' a uftffal qe taita na respectiva ca.xa vittq
quedeVmSerpor eHaresponsavets- l*os Guar
de a T <$. Q Petna^bnco 2 de Agosto de il t ^
Francisco dfe Paula eWwcellOBv.Gammandan-
t das Armas -IMimSnr. Antonio Jbze Victon-
j^oBoinres d' Almeida e Albuquerque, Tenente
Corone, Commandaute do quarto Corpo de Arti-
lheria. :
ifrENDode reduzir, na oonformidade da Por
tu'rlade 10 de M*i>do numero possiwl, A cies empregados em dte-
entes Jaces r'^lr-se'V. 8. inform-rm.e se os
Snrs. Ajdanus ,ue tem lhe ,ao irfdispensave.s,
esecuinprem exiictam^hte assuas obrtgucoes.-
Deos Guarde a V. 8 Qn.rtel do Commandodas
Vrmas de Pernambucd de^goSto de 1831- (as*
agnado) Francisco" de Pala e lTesconcello,
%COuunaiidante das A.m.s WiJ. Amaro
Francisco deMoura, Inspector"*l Trm do.>bw
eicno.
a9 maos de V. Exc o officio, q^ue mfi acab de
dirigir o Coronel CorrmHndnte interino do cor-
po da Polica, acompanhado da partecipacSo
da commissao encarregada de examinar a qali-
dade dos gneros, que se deviao receber para tor-
necimento das oracas daquelle corpo, a vista do
que rogo a V. Exc se digne dar 8 providencias,
que julirar convenientes a semihWe respeito -
Dos Guarde a V. Exc. Quartel do Comipando
das Armas de Pernambuco 2 dAXlt0%
^Illm. e Exm. Snr. Joaqu.m Jote P^ *
Vsconcellos. (assignado) Francisco de Puj
e VasconcelloB, Commandaute das Armas.

i
H

O
\* 'Facto de que falla o nosso amigo e,...
Redactor da Bqsora, no seo ultimo N nao
ve ser encaWpeb lado, -que.ele c^ g
gumentou bem o hosso Colleg^ quanto aogoxo de
gireitos, mas o mandado fot arburartc W*
pela razo que mostraremos, a qual e mais forte
Sfenos contoversa, e por ^*^Vn^"S ^
entente: livr nos Deus deque se passem man-
daios taesanosso respeito ; potqe o ,^etrtnho
nSe o troucer anda que venhv companbado de
^JgaVAlgarves India Gui &c nao tera o
oS 5 noslvar impressos sequestrados cor,trfc
^expre^sa, em quanto houver com que re?.s ,r.
O Juiz dDreitonO e' o fic*l da Ltberda.
de d ImpWns^-maito menos qnalquer paco4ar
1 Promotor, eo Promotor wmente ;t.epo*
o Snr/Elias de Moraes clsudictsw e.dj^a
^eH,nento^ Promotor, "* *1^* %
Ha mas no prexente cazO^derhuma, port elle ^
n?ui."obri,do asaber a V., e esta e'pequ ene,
sem complicado d? extravagantes &c. &e
O Snr. Moraes devia saber que elle nad. t.m
com os es^ptores,- nenfeotn imprssores eenSo
oepois lie ciaPda ma denuncia 0 f*J* .
terest'motivo^se formar pr cesso ora o W.
orT^imo dft^o um^eV^rnento de don-
Ciad^abuzo deberdade deftnprens, log o
Snr. Moraes nSo devia tomar'^J nfl^
e por que tomou qbrou urna b.tr.rie s \e. M .
^,s4tnda outta razao, que de^oe t.do^
tb Ve ^pde allegar bem ouaal sobre ap V
donr. Portugal, e apandado do Snr. Juiz ^
reitp,


'

*f '*
V

,
(
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-
cDiz a*Lei de20 de SetemW-de-!830, Tit.
3. Art. 7. E'responsavcl pelos abasos de qual-
qusr impresso ou gravura.
J.o Oimpressor; o qual (icara' exempto
de responsabilidade, mostrando por escripto obri
gB&o de responsabilidade, do editor, sendo este
pessta conhecida, residente no Brazil, que esteja
no gozo dos direitos polticos &e.
Ora a vista deste artigo, claro e bem claro fi-
en, que o Snr. Juis de Direito nao tem direito de
I


ment da parte mandava o Snr. Juiz de Direito
notificar o Impressor para responder pelo abuzo
denunciado, e para nada mais. Logo o Snr. Mo-
raes em eonceder o mandado, que lhe requereu o
Advogado do Snr. Portugal ou por malignidade,
ou por ignorancia, ou por ambas as cousas, com-
metteu urna arbitrariedade indesculpavel e perni-
ciosa.
Nao duvidamos que a falta de reflexao fosse
a causa deste acto do Snr. Moraes; mas sao fac-
08 semelhantes que induzem a dizer-selhe, que
obra como Gustavo; com quanto ninguem ojul-
gue igual, nem semelhante a esse perverso Magis-
trado
-

Q
COMMUNICADO.



,Uando no venturoso Setembro de 1822 des-
pontou noOrisonte Brasileiro a risonha aurora da
ijberdade, annunciando a' esta abencoada por
cao do novo mundo a independencia, de que ja
tinhao partilhado nossos lrmos Americanos, os
habitantes de (odas ae Provincias, que compo-
em este vasto, e riquissimo Imperio se congratu-
lado, e em seos coracoes ( os verdaderamente
Brasileiros ) sedilatava a alegra por terem com
seo valor despedazado os ferrugenios ferros, que
enviados d'ura ridiculo canto da velha Europa
tinhao por mais d trez seculos roxeado seus pul-
sos.
Todos trabalhavo a porfa para firmar so-
bre bases solidas o edificio da Liberdade, e pro-
clamar nossos Foros, ate* ento desconhecidos.
Ninguem houve, que se poupasse aos maior
eras, abaten de uma vez os orgulhosos venado-
res dos vencedores de Badajoz, e em frente de suas
fugitivas quinas arvorou o Pavilho da Indepent
dencia. *
Entfio nos fascinados pela aparente consti-
tucionahdade desse Princip infame, raca do ma
hiavehco, hipcrita Joaofi., o colocamos
n um trono erigido, nfio pelos pertendidos dirtir
tos de conquista, e sucesso, ma pelo amor dos
rovos Brasileiros. NelJe depositamos toda a nos-
aa coiifianca, e esperavamos, que, de commum
acord cora a representado Nacional, tivesse so*
em vista a nossa felicidade. Mas quanto forao
Ilusorias to lisongeiras esperanzas! Abusando
da nossa singeleza, e boa fe' Unta va o monstro
traanos, e com mo sacrilega roubar-nos o sa-
grado deposito das Libeidades Patrias. Seus
tfamnados intentos foro secundados por viz mi-
vnistrd, ingratos, e degenerados filbos da Patria,
( ou antrs parto do inferno ) por quem forao mais
4' uma vez sacrificados milhares de victimas JBra?
1
1
sileirs.-O-Genio Tutelar do Brasil, desse so-
Jo feliz, que, aproveitando-se dos beneficios, que
lhe outorgara a Natoreza, pode em breve ri va-
lisar com asNacojs mais cultas da Euro a, ras-
gounos a venda, e aprezentoU-nos o traidor, q
cavava o abismo, em que quera despenhar o
Brazil para levantar sobre as suas ruinas o frreo
trono da escravidao. A' essa interessante tfppa-
ricao os Brasileiros, incapazes de dar um passo
retrogrado na marcha do Espirito Humano, dis-
pertao, oppoem ao tiranno a mais decidida resis-
indagar da capacidade dos Escriplores: se a Bus
sola eslava aecusada, se o seu Redactor nao es- tencia, e em fim o derriba o para aempre do solio,
taya no gozo de seus Direitos politiejs, a requer- em aue s para procurar a felicidade do Imperio,
o tinhao collocado.
Hoje pois sao verdaderamente livres os Bra
sileiros :seus direitos ja nao serio um no me vo,
mas sim defendidos em toda a 'sua pienitude
por urna ssemblea sabia, e Patritica, e por
um Principe Brasileiro, que dando fiel cumpri-
ment as Leis fara' a felicidade da trra, que o
viu nascer.
Mas estaremos por ventura assaz seguros da
estabilidade dessa ventura, que parece augurar-
nos uma.mudanca to felizmente operada ? A-
caso deixara' esse Principe audaz de manejar as
armas da intriga, fomentar a discordia, atear a
guerra civil, enfraquecer as Provincias pela sua
desunio, a fim de recuperar o Imperio perdido?
Eis o que ninguem podera1 afirmar.
O Espirito pensador treme a vista da ei ra-
da vereda, que tem seguido algumas Provincias
onde mais se tem fomentado a discordia, germen
fecundo de todos os males. Homens ambiciosos,
aue so' tem em vista os seos interesses, mesmo a
despeito da felicidade da Patria, proferndo sem-
pre o sagrado nome da Liberdade, cujas mximas
desconhecem, se tem esforcado em desacreditar
os homens de ment, a fin de empolgarem seos
empregos. No Rio de Janeiro se tem visto por
mais d uma vea a Cidade em perfeiio alarme, os
habitantes temerem por sua existencia. Cidados
que sempre pugnaro corajosos pelos interesses
da Nacao, e que tem merecido de seos concida-
daos nao equivocas provas de gratido, s> al i
desacreditados, e cobertos d' epithetos insultan-
ts*
Na Babia se tem observado as mesmas cenas
de horror: um punhado d'homens sem princi-
pios, -em moral, esem verdadeiro amor da Pa-
tria entregou por ulguns Ji >s ao terror, e ao sus-
to aquella populosa cidade. Aquelles perturba-
dores da tranquillidade publica reclamarlo uma
proscripcao indistincta dos Portugueses, sem cal-
cular os males, que d'ahi rezulto ao Brasil to
despovoado : os capitaes, que se roubao ao coin-
mercio, e lavoura, primeiros mananciaes da ri-
queza publica.
Nesta cidade, se bem nao se tenho epre-
sentado aceas to a Herradora, como n'aquei-
las outras, a intriga, e o espirito de partido nao
se tem menos desenvolvido. Os peridicos, que
de? i So ser dedicados a'instruco do Povo, tao
atrasado ainda em conhecimentos, e a' censura
legal das malversares dasauctoridades, enxem
quasi sempre ai suas paginas de descomposturas,
e ridicula ras, que bem Tonge de agradar a' gen*
te sensata, lhe causa tedio E o que mais espan- /
ta e, que no curso Jurdico, onde existe urna'
porcao da mocidade Braa leira, que um dia fara'
O ornamento, e gloria da Patria, mais se.-tenha
fomentado a desunio, to prejudicial em todas
as corporaces. BJj J[


7^
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[TU]
Com eflfeito admrl, que homeiu, em quem
*e presume urna educado lumiuosa, tenhao tao
indigno procedimiento.
Entre elle r encontrfio ( com vergonha o
digo) alguns aduladores, intrigantes, e calum-
niadores. Alguna ate' levfio a aua maldade a
ponto de xamarem adoptivos aquelles, que sao
d outra Provincia, que nao saja esta.
Tal e* desgracadamente o que se observa no
Brasil, m cuja marxa se descobre o desastroso
futuro, que o guarda, seos Povos fulo despresa,
rem as subversivas doutrinas dos demagogos, e in-
trigantes, uniudo-se todos para sua mutua felici-
dad*. .
A prosperidade das NacSes depende daum*
fio dos individuo, que a competan. Os Brasile-
ros sao livres, e o homem livre deve ser amigo da
ua Patria, dos seos concidadios, e protector da
humanidade. Confiai pois, o' Brasileiros, un.
dos a vossos Irrros, na solicitude d* nossa Au-
gusta Assemblea, que nos augura o verdadero
Siluro, de que e' digno o Brasil: apartar de vos
os odios, e as intrigas, propagar as luas, que
com bem poucos sacrificios em breve tocarais o
tettb] da grandeza, e fareis um so1 Povo ame-
ricano.
branco, Manoal ca Mota Sifv*ira;%o Reverendo
Conego Manoel Ferreira d' Ascenso, Joze dqg
Santos Pinheiro, Joze Antonio de Carvalbo Con.
ta,*Joao Mauricio Vanderleijo Reverendo Chan-
tre Jofio da Silva da Foncec, Joze Antonio da
Silva, Ignacio Pereira Brando, Bernardo Vieira
Leito de Mello, Manoel Jernimo Guedes, o
Reverendo Conego Francisco Xavier Carneiro,
E para que diego* ajnoticia de todos mandei pas-
saro preaente que sera publicado pela Imprensa,
e afilado nos lugares pblicos sob pena com*
n ada na Lei. Dado e passado nesta Cidade de
Olinda aoa 11 de Agosto de 1831. E eu Joaquim
Joze Ciriaco Escritfio o escrevi. ..
Christo* Pereira d Miranda Vareyao.
;
EOITAL. ^
Christovo Pereira de Miranda Varejo Jmt Ur.
dinario e de Direito do Cancelho dos Jurados
nesta Cidade d Olinda e seo Termo por S. M.
L eQ. que Dos Guarde %c.
Ij Ato saber, que tend de se tratar m Conce-.
iho, do Julgmento do processo por abuzo de n-
berdadede Imprensa que teve principio no Juizo
dos Jurados di Cidade do Recife de Pernambuco
entre partes, como Author denunciante o Uou-
tor Pedro Autran da Mata e Albuquerque, e tteo
denunciado Joze Francisco da Silva Amara!, re-
sidente nesta Cidade, em virtude do que i o
mesrao processo para este Juizo remetido, se taz
perciso a reunifio do Concelho dos Jurados desta
Inesma Cidade, e por isso hei por invocados na
forma da Lei para o d 3 deAgoato d P"***n?
annoasOora/dmanha na Salla da.Cmarai i
Snrs. Juizes de Facto seguiotes O Corone Ma-
noel Correia de Arauio, ^T^^lLde
Mello, Nicolao ^ze Vas Salgado Francisco de
Paula Crrela de Arauio, o Padre Mestre Manoel
do Monte Rodngues ce Araujo, o Coronel Arto-
aio Joze Victoriano Borges da Fonceca, o* Jo-
aqun da Olivara Maciel, o Cap.tao-mor Chm-
tovao de Barros Reg Falcao o Padre, MesUe
Jofio Rodrigues de Arauio Thom Corre^ de
Araujo, Jlo Carneiro feodngues CaPello
Cirurgid-mor Joaquim Jernimo Serpa, o a
ente Coronel Manoel Ignacio Bizerra ^MeUo,
o Coronel Joze Camello Pessoa, Manoal'Thoroaz
Rodrigues Campetlo, Joio Carneiro da Cunta,
Capillo Joo Luiz Cavalcante de Albuc^erque,
.crian Pi Pedro, o Reverendo Conejo Fran
cisco Antonio de Oliveira Rozehs, o Wi *
Zlhn\z Florentino de Almeida Catanbo, Mano-
S Rodrigues C.mpello o T*n*nt^I^
ci Antonio de Barros Falcao, o CapitaoAntn
Simplicio de Barros, Jofio Carneiro daXunha Ju
nior, Francisco de frau a ^lboqu^n*^llnrn
nho, o Capito Francisco Xavier Cavalcante de
Albuquerqe Lins, o Tenente Coronel Antonio
Joaquim Guedes, Boav*ntura de Mello Castalio-


.
THEATRO.
^.MakhX (18) a beneficio de Andie Alvos da
Fonceca, Muzico, e Pintor do Theatro desta Ci-
dade, dar-se-ba principio aoexpectaculo coro a
ouvertura intitulda o Califa de Bagdad, ~
a qual se hade aeguir a insigne pessa o Cagigo
da Prepotencia *e o Trianfo ^/trtude^r^
cotar-se-ho depois em flauta algumas i****
domilhorgosto^e^cantar^ oengracado,Du U>
- Queronrascondices-' andando oMK
meato com Entremez Antes a Ftlha, que o r>
nho*


C
VENDAS.
Jhiieoi finos dewda d maca, superior quk.
lidade : na ra do Crespo D.T. ^
^ Urna caza terria, na Cidade de Olinda na
AP S Rento N. 63 : na inesma, ou anuncie.
dei" Urna escravacrioula di^idade de 14 annos,
sena defeito : no largo de S. Joze .a. .
" Duas cazat ternas com g^^J0^**
no Bain-o da Wvista ; e 57 ti aves de 43 palmo
Segmento, epalmo e tomo d* grossura c
nTZa^arSmDcom bons cmodos, na
... An Nto do Noia D. 32 ; na mesma.
do, ndi bem p^ eg^l bre red,a \
na ra da Aurora N. 3. ,
!- Urna crioula com 35 annos, cozmba, o la-
'!umlm.mbom ojo ?om lodo. o.
pertences ; n. pmcinb. doLm.Bnto D. 28,8.
.no, com i 6lbo.de menor I.J. : -
Queimado P 2?
COMPRA.
m sebm m bom KpJ, Guilhetm.
sobrado D.l. ^
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-^
)
,% A
[71*]'

i
i

rreSdamento.
Rbenea-be um grande armazem na ra da
riua. nerto do porto das canoa : na nicsma ra
K
PERDA.
i

A madrugada de 7 do corrente perdea-se da
ruadasCruzes ate' S. Francisco, un le C/ bor-;
dado de lirfha azul; a pessoa que o achou, que-
rendo restituir, dirija-se a ra de Mundo novo,
D. SO, que sera' recompensado.
A
ACHADO.
Chou-8e um bilhete de cobre da quintia de
Rs. 70$000, passado por Joaquitn Gaocalves
Das ; quemo tiver perdido dirija se a ra irei-
ta caza terna da esquina do beco do Serigadp.
'
FURTOS.
f' :v:
Urto se em o dia W do corrente ao meio
da porta de Um armazem de carne teca na
praia do Colegio um cixao pequeo feixado a
>rego, ejuntainente urn saco de algodS com urna
iSra de incenco, e vanos remedios de botica, em
cujo caixo tinha dentro urna cruz de prata dou-
rada altura de2palmos, coma Reliquia do San-
to Lenho; quem do dito furto souber queira'Ie-
val-o ao Reverendo Guard o do Convento de S.
A.do Recife que recebera' 10$ re. de gratificaco.
Preciza sede urna mulher, que sniba'tratar
bem de urna enanca : na ra da aurora D. 101
1. and - Q*ia'quer Senhora que tenh bom lejte, e
queir-t criar ; dirija-se a ra Direita D. 5. ,
Que ii tiver pura alugr un preto canoeiro \
anuncie, ou dirija se ama d Qua teis U 5.
Prec z ine fallar om a S vr. M n >e' Theo *
to i o de VI 'lo, e por i so se Ihe roga baja de a-
nnnciirasua morada.
*-No,dm 99 da fulhodo correte auno appa4
reco em o sitio p^rt-ncentea ipriano forren l
al, na Propriedade Barra do Liberal, Ter o na
Vla de timbres, um preto de nome M.uioel, q ue
diz seres ravo de Francisco d Paula, morador
no engenlio. Berthio^o, vismho a' Ipojuca procu-
ran lo quem o c.>inpre: e co no estivesse resulm
tp a nao vokar, para que se nao evadase para
onde fosse mais custoso seo Senhur o descobrir, o
annuritiajte o fes ali conservar. Querendo o
dito seo Senhor cendello pode ir, ou mandar
nqquella Propr edade tratar du ajuste, ou nesta
Praca com J"o dos Santos Nunea Lima, que
tem ordetn para i^sn e do contrario o mandara*
couduzir ; protestando o ineswo annunciante des-
de ja nao lhe correr risco alguai.
A
ESCRAVOS FGIDOS.
).
O
AVIZOS PARTICULARES.
abaixo assigntfdo aviza a todos os Snrs. ,
que com elle tem tido tianzaces, de qualquer for-
ma, ou maneira que forein, e que se julguem se-
ren credores, tirem suas coritas ; afim de*erem
promptamente pagos, logo que examinadas sejo;
e o mestn-j declara, que nesta C ida de da' o prazo
de 15 dias, e fora d'ella todo o tempo em quanto.
exestir, eem qualquer lugar em.que /ezidir por
nao pilgar t*r comas, se nao com devedorea^ao
mesino anunciante residente por ora na Fabrica
dos Snrs P. G.
Antonio Joze da Fonceca. .
-* Quem pprciz.o- d un cozinheiro europeo;
dirija-se a ra do Livramento D; IfJfr
Quem quizer d. r 400$ rs. por um "armo a
jur s de ura e meio com hipoteca de urna caza nes-
ta Cidade, e fiador : anuncie.
His Britannic Majesty's Subfeets resident in
thia Pro-ince are requested t-> eehd in their nanies
toihw office, Stating whrther inrried or single
and their sev^ral oc. upations.
H ads of familia* and cfVTercintile E--tab-
lishmentfl can inake one return for their re9pect.ve
households.
jfYy, Cowper.
1 *o Gonsal.

Bntish Cnsul ate, Pornambaco 13.August 1831.
- ... ..-,
Ndrk, crioulo, dejdade de 8 a 9 annos,
eslava aprendendo ollicio de sapateiro, estatura
ordinaria, seco do corpo, testa ovada papa tora,
urna marca em sima de um olho, pez e maos se*
cs, 'itg.o no dia 11 do corrente, e levou vestido
carniza.de algodo-zinho, e caica de estopa :. os
aprehendedpres levem-o a ra do Mondego D. 15,
que serao recompensados.. \
n-. Antpnio, naco Angpla, baixo, grossp, pu
xa por urna pern, e tem na msnia un signal da
ter-sido queimado, fgido no dia 5 do corrente,
com urna oivente datafrp, ca!^i e carniza bas-
tante su ja : os apr- liendedor.es levem-o a ra da
Cadeia N. 60.
No dia, 19,de Jnlh-i p.p. fugip um negro de
nome Antonio, Rebollo, alto, urna cicatriz gran-
de em urna caiella, pez grandes, fala pem expli-
cado ; andava alugado naserv.9o de canoas no
armazem d' carrosas ao lado da Cadeia : no dito
arm vtmn ju AKaa do Crespo loj i de Autopio da
Cunha Soares Guimares, que sera' be.ip recom-
pensado.
-----rrrr
NOTICIAS VIAltlTIMAS.
Wavio$ ejtlra&s no dia 4.
f
<*.'TBRBoni,; 50 das ; B- Ing, llohert Scour-
field, Cap M. Tliompsoip, carga faz^nd h, a
John-t rt Paier & Compa}ihia, passageiros Mary
Donnelly e tr-ea tiibos menores.
Dia 1.5.
Anela; 31 das; E. Port Maroarida,
Cap. Fwlia J<>ze de Moura, carga cera, eMeiras,
e gen ros df Paiz, a J-xe M iria Seve, pa^sageu
ros antonib JoZe Gones, Joaquim Pereira' dos
Santos, Antonio J(/$<>.
- Novo Lo irires, 58das; G. Amer. Elertra,
Cap. J. Cavoiiy% carga peireixos para pesca, a
Ferreira & Man&field.
/
PERNAMBUCO NATYPOGKAFIA DO DIARIO, KUA D4 sOLfi.U)E 48B> 1831.


Full Text
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