Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01336


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Full Text
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ANNO DE 1831.
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TERCA fWrA i) DE

A(7QSTQ aVUMKRn ,

DE PERNAMBCO.
a."
Subscrew. mensaftonte a ftOra
nr. mghd PraCaxla oniS,, N.o tr
^ .nado, e8e(u8 pm,rIado8 no fffJKjg
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euraatrca-ue. 0a Wk *\ffiiVH^1,?>r?,-*>.40 *
f ^ cj* admirado entre as Na^ Ea i, &tas.
i1" U rf i i i- O,.,.. ,,.,.._..' Proclamara* fc 'Je.i~S.T-- i-t '. a- > U- '
Prob^lfcfi iUrkre. feral iotirati.

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AttTKJOS BteOFFIla
11 El" ^ '
- Llm. e E%m StarTendo altnins nimias
da ofdem, i**qmldade publica ons*fe*ld&-
* T""Pf <>** ftpi o espirito 5ft?
*a.l ci cbirtK,aertam*do axcnsaern^flo o
Mftfrn*P*ciW**r habitan**, ep**fe2? ri's^
por troma exaltacab do momento, a BirH*ad*
MaetOnal, as propiedades, honras; vida***
Cidadaos: Mattda a egeriora b Nome donim
jWadar p.rteeipar rf* Exc to tr*tos 9W,
cwa*|v para sua irtteHgencia. E cortrindo tita*
QsN.sptfitos desdcgamsadores, ou iraos reflicti-
doa, 60 *proveem das noticw deste acontec-
iMfto para des6gw*rem facto, irioutirem te.***,
res, aemeare.n descxm&maas, prwnWem et-
turbacoea : dimpre, que V. Bxc. emp^u* t"
des os esforc en conservar inafeera oaaeeg dos Potos k*eBdo4kes aoMo leW
pp copiar que a firmeza dos seos lepres<*aB.. i
tes, e do Governo, nesta crise:; a *WXUk i
be.n combinada'.ttrfu.*^;.!..___r T*** 4


I
:
n
UBI

be*>>binada'm a* medi<*aa com fnW
?ia enerva, ten. eortseguido eaivnr Disida,**
****** e re taMecer a orden*-, a confina,
e augvwsocal-DeiB Guardea V. Exc. Pataco
do k> de Janano em 201 de folio de I9St
ro d VaaconeeHos.^<*pra.K, e regMe-se. Pa-
ARTIGO GMMUNAD.
Por1 m aia qtie os dfesa crea dos se ma-
te m sobre ae formas do Governo
diatf prbAndo Pape, o que mais
c i i.i ... beaj"adoiihistrado,.o malbor.
Oi:'-,:
Vsjtapdo ma-Na^fo se$orna;rspeitad das
outr*^ -'ba'individuas, que conapoem semter,
^juefecaar un dos cutres, gozo debaKo
prtec^o-de Sabrs Eeis as vaiitaceiis,-que pode
offereQer o Bstadd Sotia; e poae atem disto
aml^MfeM, que une a' sabedoria,, o fesejo o>
dingd-a a' seos verdadeiros interesses : entao
que ella se podera' dzer verdadeiramente feliz :
Qras aquella, que tem urna sabia Constituicao
ou Le fundamental podara-' conseguir isto mas
wra>rsi barrite a sua cdstitulcSo, c^tue s
- ?"L? Pdf ni8 a^mdada,q afej ma Le
fondattiferital'* circunstancias da li.ri PoVo tor
a-s intmente nutr, s nSo e Sit
* Leis pwtfculres; asqes ; p#t d.zer
Wqiricfe promorerrr\ ^uran^a exorna e
julgo, qu mormet necssari q' as Leis
pramoflj ^ogmenri da popl-dl?, ^ S-
Mreitf, ytsHqofzas, Wp/a a segunda idrSe
necessanoHee as ss iataijen., f desVSns
arRkrtem .MftfcMe ttds o?nVembr68 H >V "o
^ at' q 1 augmento d'poptacap
nao se totna por sso obra emente das Lis, nZ
m d WmpV^-bem ; peto consrele m por em movWno todfci rSb
q a pbssa-ascelrar. Tf trnsidb r'rfo
2* 6,S?*!A* :^ Perneta .mJSSiS
io se decaidarto de fa^r crscer a porfitagi?
j tarada de rtlfto o Ceiibato, raft^eraTo
car-
Hebireos, i* pHvafrtfo de certs empregos,
SnlrTSli'" ReP^lic' *&& que nao
Unto fillids-, como ptat.carao os Atnehielses, 1
em rim cnife os Hbmanos*, 'codcedndo previl-
os aos casamentos, e a'aquelles que tiahSo mu
s filhos, ese Foi o firr. dentre otras, o da c"L
bte Le f6r>ra Pbppoia. ^
A pe^rporem da: jjttbrtenca rfo tembos
tr mosfrado a insoffiriebc destas Le^ com^u-
da a sua ferca nao for tattk; que fizes des^dr os
nmdemoB d ero do trhb, c)ufe seguirlos anti-
gos: assim a Europa yo no seculo" em que mata
nbreceba^treitra, e ^ertti..'r^riro 9
SESJSy^ i4 er ^P^^r'uWedTcto
ji* &w>r Wfcsamento, corite^dendo proVlaios
-W erfitraacrificitdOii ao dcsnierfido- lxo
deuma Oor^'coVrompida/ A Franca nft au.e,
to queja! estava UUquefl^boci, e com os lidos
remiraos, que tiha parece poda lucrar com tal
L : pof qua^ntdbs. precios,' e penses cqnc-
Ados aos Paes deftrtfe; aujmentrido n..ie.
ro de seo* ca^tWe?, dfttffr'tA bm' augmentar
a^aagficutftta-lrr^aiftrnt'kc., ecom etr.s a
>


(
4
1/
[694
(. <
nopul^So entretanto ella- nao produzio effe.to
kUrum : a miseria, e indigencia da classe infeliz
da sociedad* nao permittia ao pobre lavrador, e
artista dar JO, ou 12 hlhosao Estado ; pelo que
foi intil ao Legislador deerttar premios, e pen-
soes sein destruir o germem da pobreza, e da
miseria. xt a
Se da Franca passarmos a urna Nacao moder-
na, e atrasada como o Brasil, acceso esperaremos
ver augmentada a nossa populaco, sem atan de
urna reforma no sistema dos disimos, e mais tri-
butos ; urna coadjuvaco do Governo na Agricul-
tura, e Commercio ? Sera' por ventura seguindo
o exemplo dos Hebreos, Athenienses, e Romanos,
que veremos augmentada a populado Brasileira,
e com ella a riqueza N acciona! ? Se fora dedu-
cida que nao ; igualmente certo, que s repn-
mind os progressos de um luxo immoderado, e
em vez de empregarmos os rditos da Naco em
sustentar Cortezos vis, e inuteis,. um exercito,
que alem de nos apresentar no seio da paz o qua
dio horrivel da guerra, rouba bracos a' agricul-
tura, eemmanter urna Marinha superior a's for*
cas da Naco, os applicarmos em abrimentoa de
estradas, e encanamentos, e communicacoes de
Ros, que facilitando o transito dos productos da
natureza, da agricultura, e arte, augmentem o
commercio interno, e externo, eque ere .fin me-
Inorando o estado dos agricultores faco prospe-
rar a riqueza, e abundancia Nacional : ento em
breve veremos sem ser preciso laucar mao de Leis
directas, a facilidade em obter urna decente, e
commoda subsistencia, ajudada da mutua incli-
nacao dos dous sexos attrair os individuos a ca-
samento, e a' multiplicacao da especie
Felismente o Brasil ja vai experimentando
reformas, que o aguardo para brevemente ser
urna Naco populosa, feliz, e respeitada. Nos
ja nao temosum Govarno delapidador dos rditos
Naconaes : a nossa patritica Asseroblea ja tem
cuidado em reformar o nosso exercito,e Marinha:
o governo, que possuimos, verdadeiramentu Na>
cional, nao precisa de urna corte de aduladores,
e corrompidos ulicos: e apenas a Assemblea
se vir desembaracada das importantes reformas,
que exige a nossa Constituico, cuidara' em fa-
zer leis, que fielmente executadas pelo governo,
fazendo augmentar a agricultura, e o commercio,
faco igualmente crescer a riqueza, e a popula*
c,o.
He fcil conhecer-se do ex posto, como nina
Naco em geral, e particularmente o Brasil pode
conseguir a sua segurauca externa, um dos meios
constituintes da sua felicidade ; porem como pa*
ra ser verdaderamente feliz igualmente precisa
a interna, isto tobem o que cumgre mos-
trar.
A mais rigorosa obrigaco das Leis, e do
Governo por os governantes em u ma tal posi-
9S0, que uns nao tenho a temer injustic.as eag-
gressoes dos outros, sem isto se faltara ao fim de
todas as associassefes Civis. Mas, se por um la-
do o Governo s tem cuidado em consolidar seo
poder, nao s com o abandono das convencoes
sociaes, porem mesmo com sacrificio dos direitos
mais sagrados dos Cidadaos ; por outro as Leis,
ou soparciaes, 01 se Justas sao torcidas a favor
dos partidarios do podar, e deste modo nSo ven-
do os Cidadaos fa vo pouco n pouco perdendo o amor da Patria : o
interesse do bem Publico, o respeito a's Leis, e
a adheso a' ordem estabelecida. que em um go-


verno sabio, e justo sao as primaras virtudes do
Cldadfio, lhe sao inteiramente indiferentes, e
jugando o futuro sempre preferivel ao presante,
se acho um despota, ou um demagogo, que lhes
promette u.na nova ordem de cousas, nao custa a
crel-o, e seguil-o, ou se isto nao acuniece, entao
entrego-se sempre a' tumulttos, e attentrdos
Pblicos. Deste modo nao s a seguranca par-
mas
ticular esta' continuamente em perigo
tobem a do corpo Poltico, que agitado de repe*
tidas comocoes, tarde, ou cedo deve esperar a
suainteira dissoRico. Dir-se-ha talvez, que a
sociedade tem em si meios de reprimir, e obstar
estes malee, porem, quem nao v, que estes mei-
os s sao efficases em um Governo enrgico, e
justo ? Se porem elle oppressor, e fraco ; as
prevaricaf oes dos Magistrados? as aggresso s dos
poderosos, a nsofficiencia, e fraqueza dos Trbu-
nae3, tudo sao seos resultados necessarios, e se a
estes succedem Os excessos, e anarqua do Povo,
e os ataques a propriedade e "vida dos Cidadaos,
podera' elle reprimir aquillo mesmo, que occasi-
ona ? Isto, que talvez pareca nao ser mais que
urna supposico, o que realmente se v as Na-
c5es, onde as Leis nao repartem a Justic* igu-
almente entre todos, quer pela sua ma' formacao,
quer por vicio dos que fasem executar : sirvfio de
exemplo todos os Estados absolutos, ou despti-
cos, pelo contrario emuma Naco livre, e Cons*
titucional, a paz interna inalteravel, como as
Leis protejem igualmente a todos, todos vivem
satisfeitos com ellas, e lhes obedecem voluntaria-
mente. Aqu torna-se mu rara a apancao de
um perturbador da ordem, e se elle apparece, co-
mo o Povo conhece as vantagens reaes, e existen-
tes, que goza, nao confia as futuras, que elle lhe
oferece. E' por isso que os Cidadaos dos Esta-
dos unidos da America do Norte na posse de urna
paz inalteravel seteem feito urna Naco respeita-
da : ese ali apparecesse um lespota ou um de-
magogo, que pertendendo iludir o Povo, quiees-
se mudar a ordem das couzas, seria to impossi-
vel conseguil-o, como se um liberal imprehendi-
do quisesse formar urna repblica livre dos Esta-
dos to Grao Senhor.
Porem quam longe esta' o Brasil de chegar
ao estado, em que se possa diser o mesmo a seu
respeito: a justica entre nos mal administrada
tanto pela imperfeico dos Tribunae?, como pe-
la ma organBa(Jao dos processos; e quanto as
Leis, que a distaibuem, transpirao o habito do
Reinado dos Filippes, que os vio nascer. Felis-
mente porem ja temosum Cdigo Penal, se nao
perfeito, ao menos um dos melhores, e mais hu-
manos, queexistem : a nossa bem faseja Assem-
blea oceup* se com o do processo, com que bre-
vemente seremos mimosiados, e ento teremos a
fortuna de ver o Sistema dos Jurados esiabele-
cido as causns crimes, ou pelo menos a publi-
cidade as decisoes das Relaces, e mais Tribu-
naes de Justicn. Em fim nao restara' milito
tempo, que tenhamos o nosso Cdigo Civil, que
nos ofirecera' a seguaanc em nossas pessoas,
honra, e propriedade, e ento trabalhando o
Governo de mos dadas com os nossos Legisla-
ciares para a felicidad da Naco, podera' o
Brasil ser respeitado das Nacoes Estranhas,
gozar a paz interna, de que tanto necessita.
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&

CORRESPONDENCIAS.
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_>iV>. Editor.^- Lendo no seu Diario N.
167 de 5 do corrente em as noticias martimas as
entradas dos Navios dia 3- Angola 23 dias Bri-
gue Brazileiro Abismo M. FraRcisco JoxeCorre-
la, carga esleirs, mando bin, 8 escravos a Fran-
cisco Ribeiro de Briio, passageiras Rita Pimentel
e huma filha menor ; e vendo que esta noticia ao
qne dizia respeito a carga Viera Ilegal, prucurei
saber cora indi vi do a cao quem a tinha dado para a
Tipografa: soube que hura agente seu costumado
a levar as partes das entradas e saludas das Em-
barradles,' tendo vindo ao Expediente Jo Registo
como hera de costume buscar a mencionada parte
e nao encontrando-a prompta, se deu ao trabalho
de copiar tal qual aparece no seu Diario, e Jor-
nal do Comercio, isso afirmo por me dizer o Inglez
Pinches Colaborador do mesmo Jornal do Com-
mercio que tivera huma igual parte do dito seu
agente, que a fez imprimir no seu Jornal do
dia 5,
Avista deque levo expendido julguei de ra*
zo e do meu dever esclarecer ao respitavel Pu-
blico com a verdadeira noticia da parte de entra-
da daquelle Brigue, e rogar a Vm, a queira pu-
blicar no seu Diario e no mesmo Jornal do Com*
mercio se lhe for possivel.
Brigue Braz. Abismo de Angola em 23 das ;
carga cera, e9teiras, emandobin, tripulacao 19 in-
cluzo Mestre Francisco JozeCorreia, 2 officiaes,
8 marinheiros livres, e 8 escravos. Dono Fran-
cisco Ribeiro de Brito, Construido em Pernam-
buco de 81 Tonelladas. Passageira a preta Rita
Pimentel com huma filha menor forras com sua
carta autentica, tendo nido d'eale porto para o de
Angola no Brigue Brasileo Peixe Pao.
' Tal qual se acha no Caderno das visitas do
Registo do Porto-
Felipe Joze Ferreira.
* 1. Tenente
Official Encarregado do Registo do Porto.
'ir, "
ANN UNCI.
O


r Colector da Decima dos Predios Urbanos
do Bairro de Santo Antonio do Recife Manoel
Rodrigues de Oliveira, faz sciente aos Proprieta-
rios das casas do dito Bairro, que tendo se fina-
lisado o tempo marcado para a cobranca a boca
do* cofre como manda e Lei, passa agora sem
perda de tempo a executar aos mesmos Proprie-
tarios, que se acharem a dever a dita Dcima, sen-
do destinados os dias segundas, quartas, e sab
bados, para se arrecadar a mesma Decima no lu
gar ja designado.


O
AVIZOS DO CORREIO.
Paquete Imperial Pedro deque e'Com
mandante o 1. Tenente Antonio Augusto Ven-
ceslao Lisboa sai no dia 15 do corrente para o
Rio de Janeiro, tocando no portos de Jaragua ,
e Bahia, quem nelle quiser carregar ou hir de
passa em dirjase a Administracao do Correo.
As mallas sao entregue no dia 14 pelas 9 horas
da noite.


B,
VENDAS.

160
120
400
J#000
/ 1$280
640
960
$U0
140
320
280
Olaxiniia Ingleza
Dita
"Manteiga nova
Cominhos etn porcao
Ditos por miudo
Cravo da India em porcSo
Dito por miudo
Cha isson
Caf
Herva doce
Dita
Vinhos e outros muitos gneros, tudo por como*
do preco; na ra do Rangel D. 26.
- Urna porcfio de Sulfate de Quinino cheg-
do ltimamente da Europa, e de superior quali-
dade : na ra Nova D. 19. '
- Os utencilios da fabrica de Destilaco cita
na ruadas Flores, juntos on por partes, bem como
escravos empregados em o mesmo servico, canoas
&c. Um chao contiguo ao Hospital de S. Pedro
d' Alcntara na ra nova, em o qual existe um
telheiro era que esta' trabalhando um sejeiro: os
pertendentes fallen com o Administrador da mes-
ma Fabrica.
- Urna cadeirinha, urna corrente de ferro pro-
pria para Galera, u Brigue grande, e um selltra
com seus arreios : na ra da Guia N. 16.
Um bom escravo, de idade #9*"
official de capateiro, pelo preco de 300#0UO rs. :
em linda 4 cantos N. 14.
- Rape' daareia preta prximamente chega-
do da Bahia a oitava a 20 rs. e libras a 1600 : no
pateo de N. S do Terco loja de fazendas de Ma-
noel Jezus Prafitas. .
Dois negros, um cozinha o commum, e ou-
tro he bora socador de assucar ; e dois muleques
abis para servir urna caza a dinheiro, ou a pa*
so, por preco* commodos : na ra da Cadea ve
lhaN. 58. ... .
-i Urna canoa grande, que carregaum milnei-
ro de ti jlo; na ra Nova ao pe- da ponte, D.
1 Um prets remador, de 23 anaos de idade :
na ra de Fora de Portas N. 205.
prf Urna cadeira nova do ultimo costo, com
caixa, fardamento, e correiame ; m Olinda di-
ca de S. Pedro N. **-': ^ in
<.- Um cabra official de funiJeiro, com 3U an-
nos de idade: na Cidade de Olinda, ra deMa-
thias Ferreira N. 44.
g ,
.
COMPRAS.
j Umo de boa qualidade para a Fahrica do ta-
baco ; quem o' tiver anuncie.'-
- Um sellim uzado : em Fpra de portas sobra-
do de um andar N. 22.


A
ARRENDAMENTOS.
^Rrenda-se umarmazem na ra da Sanzalla
velha defronte da refinacao de assucar.
~ Arrenda-se um Morgado na lina de Ss. Mu
guel, Ponta Delgada, canela de norfleste? vasto
de cao ; quem o pertender dirija-se aol Aflogados
na ra de S. Miguel no sitio denominado Paran
ZS. i


I

a
ACHADO.

Cho se uro bilhte, de cobre daquaatiade
100$000 rs. cooi data de 8 d Outubro de 830-;
quem for seu dono anuncie dando os signaos cer-
ti ce sera entrene.

1
FURTOS.
X^Elas 9 horas da noite de 5 do corrente fur
taio da cabera de urna Senhora um pente de
tartaruga, estando ella na sua porta, e vio que
O Iwdto foi un moleque de pequea tigura ;
quem tiver comprado o dito pente, ou delle bou
ber, baja de fizar avieo a sua. dona na Boa-viata,
ra do Arago D. 24, e dar-se-lbe-lia o valor do
niesmo pente, havendo as cautallas docostame
sobi e os seus signae:
AVSEOS PARTICULARES*
C.
O.uoalgumas p ssoas por dezafeicao, ou por
intriga tem gratuitamente espalhado, que o abai*
xo assignado denunciara o fabrico de nijeda al-
^ em algurhas'ca&ae, o abaiio assignado vale-se
doprelo para faer publico, queje; mais eui tal se
occupara'-e.que osseua calumniadores aprezep-
teas os dados que para i-so tem,, alias ineorrero
a nota de impostoras infama.
Rufino Je*e Correiad? Almeida.
Noeseriptono publico da ra do Collegio
N. 9 2. c andar continoao a tirar-se passaportes
corridas, e seguros, e mais papis das reparticoes
deata Provincia.
** Wwtteri Grainger subdito Britnico pertende
fazer viagem para a Provincia do Geara' e faz o
presente anaorvcio para cumprir com as ordens do
Governo.
- O Sur. Empregado da Hospital Militar que
conduzio um finito com urna orwja da Sulpaato
de Quen ino e mais gneros que ira restituilos, do
cantrario............
O abaixo Msigriad vendo no Diario N.
166 o anuncio che Joze Claudino Le i te sobre a es-
era va-que dia ter aparecido, e morndo ein sua Fa-
zenda Genipapo, fas publico qua-odita Joze
Claudino Leite rindo a esta Praca em Out nbro d e
J829-, a encontrando av Seu eacrav na ViUfc da
S. Anto o mandn em um seu omboi para dita
sua Fazenda, o que aabendo. o anunciante foi ter
com o mesmo Joze Claudino em caza do Snr. Ca-
tanga na ra das aguas verdes, e ahi lhe fallou,
estrunbando o seu procedimento ; e querendo o
referido Joze Claudino comprar o escravo por me-
tade de seu valor, nafa se efutuou -dita venda, o
icau de o lemeleri poreai la1.o-tero anda, o que
se provara', pois ate tenbo cartas delle, confW.
sendo que o tem por seu.vaqueiro; e que tal o ca-
rcter do Snr. Joze Claudino Leite !! !
Antonio ilebetlo da Suva Pereira Jnnior,
Francisco Nunes Ferreira de Albuquerque,
fdbo de Caetawo Patricio Barboza, morador no
termo da ViWa do< ft*jo de .uata, _anuncia que se
aclia emancipado, e tora do dominio paterno ; e
por si trata!.e cstrala neg;*jio indepeadeate da
admniatra(o, eiageranctade saoPai.
Joze Mara da Costa e Paira, e Noberto
Joaqusm Jo7e Guedes proprietarios da Fabrica de
Destilaco, sita na ra das Fiares, os quaes tem
dirigido as su as apera eoenas debaixo da firma de
Paiva e Guedes: anuntio que a mesma aza dei-
xa de t rabal bar, em virtude do que, rogo a to-
d 8 os seos credo res, e dev adores queino apre*
zentar as suas contas o mais breve possivel, nao
excedeado o praao de 15 di as.
Como aparecea oradoras do cazal da Auto-
nio de Lima Raimando fofa desta Pi c partici*
pana sor punco o terupo anunciado por tanto lie a
para o dia 2 do corrente.
Roga-ee a todos oa Saps. que trazrun seus
flaos, na Escola, de Joze Vital, no Kectfe, Ibes
procurem, por um livro da Crea cao do Mundo,
que na mesma faltou, da pasta de Joao Car los do
Lemos e Jnior, afiai de que seja restituido, ou
deitado na mesma pasta,
r* Antonio Pereira, Joaquim Jos Soares Mi-
Iharim, e Antonio Joaquim. de Lima, prtenden*
do sahir desta Provincia, fazem este anuncio pa
ra oumpriram as ordena do Governo.
Joze Mara BapLista de Faria retira.se des-
ta Cidade portugal, e por uso faz o prezente a-
nnncio, paca cumprir as otdens do Governo.
mi} Quem anuneiou precizar de uiua mullwr pa-
ra ama de caza dehomemsoUeiro, q.ueira procu-
rar a caza de Francisco Gomes na ra do Jara
dir.
m* Pertende-se fallar ao Sor. Antonio da Silva
Pwafra para negocio de seo intee-ee, queira a-
nunciar sua moradia, ou dinja-se a ra do Kan-
gel lati esquerdo D. 3.
1 I .
BSCRATOS FGIDOa



T
.L/ bordo do Pataxo Brasileiro, |oin Amigo,
fugio no dia 87 de Julko p.p. um esiravo mari
nheiro, preto, de Angolta, por nome Candido, de
corpo baixo, egt co. rosto grande, e oom sig-
naes de bixigas, bem ladmo, levou vestido quan-
do fugio camisa, e calcA deriscado da Costa, tem
sido visto na Ribeira, e em Fora de Portas; a
bordo do mesmo, ev a i*raoioha do Corpo Santo
n. 0 67 onde se recompen^ara'
Francisca, na cao camundongo, falta de
dente loa queixaes, com duas enrugas na testa,
cabeciKla, e iilJa atrapalgada : os aprebentfedo-
res leven) a a ra do ltozario da Boa-vista em um
sabradiubo ta um andar onde mora Auna Joaqui-
na Frates, quesero recompensados.
Fugio no dia 2S de JuIho prximo passado
um preto. de nome Francisco, canoeiro, a quem
chamo Francisco Cadete, grosso da corpo, res-
to largo, deates limados, wialfeito de pes, e gran-
de fallador ; os aprehendedores levem-o no tan-
que que foi de Jacinto Soates Botelho por dtraz
da caza do Fon tes nos Martirios, e sera bem re-
compensados.

., -

ERRATA.
JLxIakui N. 167 Correspondencia 1.5
lendo censurado leia-se tenho censurado
1,17 censor leanse curiazo na assi-
guatura Ajota-* leiasa Matla-

\
PERJNAMBCO NA^YPOGttAFIA DO DIARIO, RA DA SOLEDADE N. 498. 1831.
H
-
-
J


Full Text
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