Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01334


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Full Text
Ir
ANNO DE 1831.
i
SABB4DO 8DEAGOST
NUMERO 168-
DIARIO DE PERNAMBCO.
Os anuncios, que nSn f %rem d >s assignantes deverS a-
lein dan de mais c ndicoes. pagar >>o~ cada linha imprexsa 40 rs.,
esT entregues na luja de Livreiro da ra d j Livrainenfo so-
n nte '

________________ i '-. i
I
Tudo agra depende de nos mesmus, danossa prudencia,
moderacao, eenerga; c-ntinucmos como principiamos, ese-
remos apcntadj* cam admiraba. entre as NacSe* ma cultas.
Proclamado da Assemb'ea Geral do Braril.

Pernambco na Tipografa de Antonino Joze db Miranda FalcAo.
'
f IS.J -
'ARTIGO DE OFFICIO.
-a Llm e Exm. S ir.Tenho a honra de partici-
par a V. Exc. que do da l.de Junho pro'xi-
Jto futuro em diante s hade accender o Farol e-
d ficado na liba de Santa Ann.i, cuja descr p o
remetto a V. Exc. insera no incluso Peridico
para conheciment de V Exc, e dos Povos,
que/elismente ien*em os effeitos da su a sabia i*d-
ministracao.Dos Guarde a V. Exc. Maranhao
em 28 de Mio de 1831. IHm. e Exc Sftr. Jo-
aqun) Joze Pinheiro de Vasconcelos Presidente
da Provincia de Pernambco. Candido Joze de
raujo Vianna.

Descripcao a que se refere o Officio supra.
mo. Maranhao Secretaria do Governo 17 de
Maio de 1831.
Manotl Monteiro de Barros.
Secretario do Goveruo.


* '
EDITAES.

A
D,
O dia prmeiro de Junho desteanno de 1831
em diante sera' acezo nest i Provincia do Mar*
nho, o Farol edificado sob a dirccao do Sargen-
to Mor de Engenheiro Andre' de Audrade Bra-
ga na Ilha de S. Anna situada em 2. 16' 18" de
latit. Hu, e 331. 10' 40" de long. de Merid.
da marg.-mi ocidental da Ilha do Ferro, confirme
a (arta do Coronel Antonio Bernardo Prreira do
Lago, a forma do Edificio o destingue de dia de
qual juer outro objecto. E'levantado soh<-e urna
haze quadrada de 83 palmos de lado ate' a altu-
ra de 9 palmos cima da preamar, em ngoas vi-
vas, e ah tem um telh ido com 8palinos de pon-
to : os lados recoihem e d minuem 21 palmos so-
bindo o Edificio com 59 palmos de lado desde o
pri;ntiro ate' o segundo telhado, que esta-' a 72
)almus ile iltura, tem 9 palmos de ponto, e del-
e para c.ma recoihem e diminuem os la-
dos [fiaid 24 palmos subindo com 35 palmos de
lado ate' a autura de 118 palmos. Daqui para
cima esta' a caza de vidros para os candieiros
eom o centro u 126 palmos de altura, candoo
zengamocho na altura de 142 palmo?. Os ngu-
lo etto na dir.eco de Norte a Su I, e de Leste
a O.ste. De noite, e a distancia mu considera-
vel, apresenta urna luz, que parece acender-se,
e apagar se, dura 10 segundos, e torna a apare-
cer com intervalloH de 30 segundos: em menor
distancia ve-se continuamente i.na luz c3mouma
estrella bein peceDivel, e de 30 em 30 segundos
parece acccnder-s e apajpr-ae um faeno vivisai-
Cha >fuo-se vaga a Cadeira de Grammatica
Latina da Villa do Pao do Ado, manda S. Exc.
oSnr. Presidente fazer publico que todos os Ci-
dadfios Bra*ileiros, que a ella se quiaerem oppor
compareci trinta dias dpois da d.ta des-*
t nest a Secretaria habilitados, e munidos deseos
requermentos com os documentos do estillo. Se-
cretaria do Gjverno de Pernambco 4 de Agosto
de 1831.
Vicente Thomat Pires de Figueredo Camargo
Secretario do Gjverno.

Francisro Goncalves Bastos Juiz de Paz deta
Freguezia de S. Fr. Pedro Goncalves do Re-
cife.

F,
A qo saber a todos os Senhores de escravos,
ou outras quaesquer pessois, que ven-it-rem pe-
las ras ou Pracas desta Fi*guesia de S. Fre
Pedro Goncalves do Recife, que logo depois das
oito hoias da noite, se recolbao a su as cazas, e
quem contrario fzer pagara' pela primeira vez
a multa de dous mil reis, e-pela reincidencia o
dobro, como tobem, todas as pessoas que joga-
rem a jogo chamado de dittal, ou quaes quer ou-
tros jogos prohibidos por Ley, em os quaes se
costuma roubar os "mi^eraveis maiutos, e se-
duzr escravos para perderem os dinheiros que
recebem de seus Senh res para compra e vveres,
e mitras provizoes, serao punidas com as penas
decretadas nos Artigos 280, e 281, do Cdigo
Criminal. Epara que ningjem se xame a igno-
rancia, mandei passar este Edital que sera a-
fixado nos lugares pblicos do costume. .-Bairro^
do Recife o primeiro de Agosto de 1831. EuIAn-
tonio Francisco Rodrigues Mugalh>s Escrtvo
de Paz o escrpvi.


,
Francisco Goncalves Bastos.
5
I



ti
\
T

Gontitw/iqSo dos &evere$ dos Magistrados,

\^f Despotismo foi, e sempre sera' inimigo das,
f rroulas, e leis, que militas vezes o opprimera,
ou retardo n< su-i marcha insensata. O dspota
aborrece, e deaotesa o magistrado., que defemor
das leis do seo paiz le lembr.i sempe a impor-
tuna idea de equidade. Nao nos devenios por
tanto admirar de termos a giunde diferenca pasta
pela etiqueta das cortes Monarchica9, e despot i.
cas entre a nobrez militar, e a magistratura
a mais elevada : o guerreiro aprsenla ao cb.efj
da sociedade uro escraro por condico, dedicado
a'tod.ts suas vontades; quando o legista lite a-
presenta um defensor perpetuo dos direitos do
Povn. um ministro di equidade, com o que um
wapGoverno esta' eu continua guerra. m des-
potas enfajinados de urna authoridade Ilimitada
ten urna antipathia natural a' verdad?, *s, for-
mulas, a's re'gras, a's leis, e 3eos interpretes t a
nt iresa dos magistrados desagrada a' Cortea
injustas : a mais nobre resistencia da sua p.irte
urna conspirarlo nos olhos de um principe
rodeado de cortesas sempre vis, e baixos. As
mais humildes representacoes d ^gostao sobea-
nos, que peiturb-se com a aparicao da verda-
de; as mais legitimas queixas ateuioriso min s
tros, e favoritos, commu mente os verdaderos ic-
tores ds calamidades Nacionaes, e que tem o
ir.aior interesse, em que nenhuin grito despert o
monarca adormecido petos seus cuidados, Em
urna palavra o principe, e a sua corle s veem nos.
magistrados fiis aos seo* deveres censores into-
modoa, que necessario redusir ao silencio, ou
tornar cumphees das desordena, que el I es quise-
Tem impedir. As leis sao imitis, quando exis-
te no es ado urna aixtoridade mais fre que a
aua. Debaixo deumgovemo injusto a jnstu;
um fantasma feito para espantar 09 fracos,
que nao impoem freio algum a>.s poderosos. A
magisuatura um vao titulo, que nao d ntin ti-
xidade, nem joder, neia considera cao real Os
tribunnes d stinados a condescender com von-
tades momentneas do principe, ou dos seos fa-
voritos nao podem seguir principios constantes, e
devem fazer dobrar aa Kisao oprich> dos gran-
des. Entao o magstrado nao mais oue um
?il escravo a'todo instante fornido ou a1 renun-
ciar a fortuna, ou a' perder sua liberdade, e a vi-
da mesmo, se tecusar sacrificar su 1 honra, e cons-
ciencia a'a variaveis fantasas do vSnr., ou seos a-
gentes Oebaixo de um tal di -fe o Juiz leve se
armar com um coraeao de bronze; deve a* liar
culpados, e condemnar victimas as mais innocen-
tes, logo que o d'spotismo lio ordenar O des-
potia.no nunca acba injus'ica urro^a-se o poder
de crear o justo, e o injusto, desagrad-r-lhe
um crinie, obedecer-lhe o nico dever, a l-
rica virtude. Em urna pa'avra o magistrado a-
batido pela "scravidfio, torna-s u 11 automato,
que recebe todos os impulso*, que lhe do o va-
Kmento, a soliciaco, e o pode/: torna se despee
sivei a si irtCNno, e atiae o odio, e o despreso dos
outros; em vio procura no fasto, na opulencia, e
dts6pacao destrair se dos remoraos, que se reno-
9&0.. Os mnistros da Justina torna) se as hi>
menp itiaw crueis, mais injustos, e m i* vis U-
baixoda ttrann, coja basa a inj-stica, e cujo
suste u- a crueldade. Para uih h> i.em sensi-
Tel li-vera* nm<* pose,fio mais lerrireL qie a de
um Mg strad hmrado, que f re lo a' dar se >r
sjcorrus a' inania, e aos seos agentes, aclia-se

continuamente obrigado a*inquietar as Camillas,
e a'vi ver em urna perpetua communjcacao cota
esp >s, sycophantas, e delatores, em una pala-
vra com homen-t infames, nicos dispostos se
prestarem aos intentos de urna idmm strat,o vio>
taita, e suspeitoaa ? Mu lacho, er O verno, que se serve de igu es instrumentoff ?
Grande o magistrado, que deb tixo do despot ia.
ni > conserva aua inteirezi, e amor dos seos c n\
cidados l A magistratura nao pode ser honro* %
sa, e respeitada, se n >, quando f 4 aos s ?os de-
veres. d>3iinppnhar nobreimm-e seas augustas
fonQoaes ; ella nao pode ser justamente reveren-
ciad-i, e amada, se nao dfcbaixo de um governo
justo, que lhe deixe a liberdade de se conformar
a
e honra.
razao, as leis a sua consciencia,
Siinpli&caoda-se. a Jurisprudencia, tomamto se;
mais clara, diminuindo prudentemente esta mu-
tiilo de leja, e costunes obscuro^ injustos, e
c mtradictorios, debaixo do quaes tantos Povos
sao acabrunhados, os magistrados nao tero ma-
is tanti diticuldade em procurar as luzes necessa-
rias ao seo esta lo. L?i* mais precisas, e claras
nao teri> necessidade de ser constantemente
commentadas, explicadas, e interpretadas ; as
decisdes.dos Juizes senSo mais e*taveis, e menos
arbitrarias : a rasao, e a equidade natural a^aba
rib a hydra da chicana, que devora as Nar;5es,
arruina as familias, e tamas vez -s faz suecumbir
o direito: em fin urna reforma prudente, e sabia
aliviana os Povos ilo insuportavel peso de tantos
.luizea, tribunaes, e agentes vis da Justina, com
qu tV) esmagados. > bo-n goveino t>o defe-
ra preferir a hdicidade de mandar subditos p*ci
fieos, honrados, ejustos a'despresivel vantagem
deseaproveitar dos*o processu, equeixas Um
governo recto deveria tolerir nuvens de gafinho-
t >s esftima I >s, que impunemente devoro as cei-
f^s do cidad ? A truel adninistra0 da Ms*
t <;*, e as innmera veis iniquidades, a' que esta'
exposto, o que demanda os seos direitos, sao tira
dos miiores fl geilos. que por tod parte oppri-
meio is Nc;5s. ( Baro de Holbach.)
Conltnuar-se-ha.
s
CORRESPONDENCIAS.
Vn. Editor Finalmontet chagou (segun-
do d ze 01 menino* da It ia) a eaa Oidad o
Grande EPizi/trio de Mirandt e firitto ex Com-*
mand inte das Ar as, ex Ch"fe dos Columnas do
M >rnnli.) !! D g oor fivor a es*e monsfo s
nao seenvergonha de pizar no Solo Brazileiro de-
pois de ler arr meado to iyranan?nte tanto filho
a seus Pai*', e tanto consorte a M*s espozas, e
f'ito tantas victim s dos ti los do Brazil que ou
nao se umao a Columna cu -e hSo curvavao cega-
mente (liante de hum tal Tyrano! D*apota, e
Malvado pouc s vezes .ntido! Ah Sor. Edi-
tor pergunte a esse vd Luzitano se nao tem remor-
s 'S de querer persuadir a escolta que me acompa-
nhou que se me tirassem a existencia que so* ti-
ravao hmn perverso da tena, e da Ihes ordens
para que nem de minlia infeliz f milia me despt-
d sse !! Pergunte a e-se hfroe d>is rapia* do Sul
de que lhe valet* as 18 Pee; s d' Artiilvria inier-
radas e os 1 i O Burr s de plvora para auxiliar a
forc,* Luz'tnn 1 que hivia de cravar o punhal !*
infeize M ranh -U es arranc ndo-lh^sius L'ber
dides Vede Pernanbucano< a Che o nde t>m
thegado os sofriuientoa de vtesv wWkei Patrt-
.


/
l
4 68*1
eio assolados por esta auri angue sedntS onca,
hum dos thefes da Columna que denunciou o per-
seguido ex Redactor da Cigarra
Antonio Joaquini Picoluga.
&
,
.
Jlf. Editor. Nao he esta aprimara tez,
que o tenho incomodado, nein talvez a ultima,
tamos ao das cinco Puntas trex Soldados do 4.d Corpo por
ca a da fuga dos prez >s de Justic/. No tempo
chi cojuinn foi de proposto retido o Concerno
d<-guerra daqu4les mfelizes so* porqufe tinha de
reponder com files a Conselho o.I-0* Tenente
Feli? Pereira D urado que se achata de Estado
qund-' fugir1 ditos prezos : pergu rilar-roe-ha. o
Snr. Editor, quaf; a rs de ser demorado o
conseibo por caiua deptp Ofll-ial l En lha res-
pondo : porque o Snr. Tenente Dburado era mi-
mi godo* Columnas; mas agora que o tempo he
outro, qual a ra > de se a htren sent icidos
estes Soltadas pelo Conseibo de guerra a mais de
hum mez, e u.i se ter reunido anda a Junta de
Jusj.ca para a ultima decizo ? He percizo poia
ue b. Ex. fac* reunir quanto antes os Snrs.
Membruda Junta de Justen para a final deci-
2S> daquelle Conselho, e ver se rfeixo de pa>e
er as prrxJ. s.em que se ai han *quelles mfelizes',
mirto ptiricipal mente estando irocents como me
parece. Snr. Editor nucir publicar- estas linhas
que muito lhe agradecer' o
1//i migo daopressao.


JVv*. Editor. Consta nos por pessoas flHe-
d-gnas que o Tenente Coronel Manuel Aranha
da Fon.eca exCoovnan a Me do Baalh>59, co-
mo na foi ja entornado p 1 s enormes eriales co-
metidus como o Publico 1.1*0 ignora e lalvez o Go-
verno, ten- adquerido djs da sja eat f columna-
tica, e de cutios wutr.ie e sein vergmhas Atesta-
do s pra con ellas ver se otii- m de su Ex. a re-
envega do C. m liando daqieUe infeliz Bata ha,
e Ver se entrando conserva os offlciae* que infali-
velu.ente devem lobe-n sair : B para que S. Ex.
como anda albeio, do procedimiento de tal Ara
nh-. eseus abonadores ti^ae sciente do trama
qneira por pervico ao Puhli.o publicar essas duas
Lidias que saa imitas por hum sen
signante e bem informado.
S
.JNr Editor. Estfva disposto a fallar lhe
sobre urna Sesao la'da Par<.hiba^ em-que o Con-
selh> (disem) fe ver que nunca aviaido coacto
plu mr. N .buco. Mas antes disto, dgnese
ouvir-n e eta hist rrta., que nS<> deixa de ter s*u
parentesco com turra, em quena > quero fallar.
Ogosto, qnesempretive para conservar em
mi ha salla differentes passaros, sempre me ron-
bou paite de meas cuidados, para a conservaban
deeteSf elao lo-os, e arr.dando delles o, que Ih s
ca uinrhYava. Por v zes porem tendo notad-, que,
aoth-gar em casa, os achava mudos, e tristes,
p.sse a indagar a causa disto, e soube ento, que
i> m-tr.-iro trabuco (gato velho, e astucioso) de-
zejava tr .aal-os, eque para isto faxia suas lenta-
tv s. luto isto, acceso emraiva logo procure
tingar-iiM* diquele pewia.o animal. Mas o nao
descobrindo, *e tndo disto noticias o malvada,
sapplicou a cada um dos passarinhos, que o va-
lessem, e que com a minha entrada em casa can-
tassem bem. para assim se acabaren as minhas
iras. Tal foi com efeito a marcha dahi em dian-
te; pois aquelles bons passaros (a quem o trabu-
co fallara em particular) como que nunca sof
fressem, eesperassem anda immensos damnos
d'aquelle tyranno gato, co'ntinuarao a cantar
muito, mostrando com istor que elle nunca os af
fligir* Astucia t....
TbeuttatZ
0 Arnense.'
.
i


.
THEAR.
jf% Manha ( 7 ) dar-se ha principio o espeta*
culo com a excellente Overtura Auretiano em
Palmira seguir-se-ha a repreaentacao da engra-
nada pessa o Simples tafuU Nos intervervallos
se cantara' um dos melhores Duetos, e h de-se
etecutar o Pantomimo, que se intitula Asjflo-
distas eadincido Lundun do Montoa*. Dar
fim o dirertifltiento com o jocozo Entremez Dot?'
tor Sovina.

u,
TEN DAS.
, Ma morada de caza terra no Arrotibdpor
preco cmodo : na ra da Cadeia telha JT.
19, <'
- Barretinas de fundo desolla, editas fina
afanilad^s para Inferiores, ditas fem por^ao) gro-
9as pra Soldados ja promptas, chapeos armados
re onro e praia, drngonas para Corona Capuao
eTenente de primeira Linha, bandas de seda, cor-
des de retros para barretinas, um par de alent r-
as para sege, guarnecidas de casquinha, franja
de l para fardas de Soldados, tudo por preco c-
modo: na loja unto ao arco de S. Antonio.
*- Vinho de M"adra seca, em pequennos bar-
ris e por prec) cmodo, na ra da Cruz n. U-
- U.nescravo, deidade de 18 annos, sadio
sem v'uiosi e offlcial de napateiro : na ra da
Larangeira 0.4. vr.
- Na lojas d' Antonio Joze Bandeua e Mel-
lo ra d; Cabuga' alera do rape' d l^sboa. para
lodoprtC> tem surtiniento do rape Brazdeiro
d' rea reta da B.hia a l#440 rs. a libra.
Tres escavos mocos, bem robustos, e aptos
pa todo o servico : na ra do B jrgos por detrai
d ra do Vigario n. 17. .
- UmmolatodeSO a 92 annos, sadio, coal
offLiodealfaiate: na ra do QueimadO Arma-
N o 77
Zetl Urna mulata de idade de^lannos com priri4
cipios de custura no beco da ViracSo D. 24.
- Vend-se, ou troca-se por um preto cano-
eiro, ou outro qu seja moco, robusto, e sem vi-
cios: urna preta anda nova de 15 a 16 annoa,
muito Propria para o servico d caza : na ra aa
Aurora pnmeira caza, el. andar.
T l/Ina crioula de idd de 40 a 45jmnos
cozinha sofrivelmente o diario de urna caza na
ra Di'eita venda 35. 1 ..j
1 Urna venda em bout lg-r, iuf rende no
anno4 000jrrs.,ed*h para croa : na ria do
NrXc,vlnocarregadorcom5annos:na
loje da ra do Qneinwuo U. 11.
mmm


*
V

[r(M
3t#
.
Rozeiras de'Alexandria em-testado de se
mudaren): na ra da S. Cruz da Boa-vista, de
finte da ribeira, D. 27.
a loja de fuzendas D. 18 as cinco Pontas
ou somente a armaco, a dinheiro, ou a prazo :
na iiiesma.

P,
PERDA.

Erde-se um bilhete de cobre da quantia de
20$ rs. a vencer-se em 18 de Juno prximo
lindo, passado por Bento Gomes P^reira ; quem
o tiwer echado pode entrgalo na ra do Rangel
D. 26 ; e adverte-se qu- anda nao sendo entre-
gue, nenhum vigor lera' dito bilhete, por ja es-
tar de acord quem o passou de o nao pagar se-
np a quem o acceitou.
-
A
ACHADO.
Chou-se um cordao de ouro, e um ponteiro
de prata ; quem for seu dono procure na ra do
Livramento N. 201 3. andar, dando os sig-
naes certos te lhe entregarlo.
- .
P
AVIZOS PARTICULARKS.
Articipa se aos credores do cazal do fales-
Clo Antonio de Lima Raimundo, que se acha o
valor de 800$ rs. porque foi arrendado o Erige,
nho Varzea grande para o rateio dos ditos crecie-
res, na caza de Joze Goncalves Pereira, no dia 9
do corrente.
O Impressor do Pernambncano faz publico,
que por falta de advertencia se^iuscreveo no 1.
N. d tquelle Peridico o nome do seo Reductor
que nao havia dado ordem para isso.
__-. Quem tiver huma caza de sobrado com so.
tao, ou de dous andares, que nao exceda de dez
a doze mil reis, em ra prxima a piaca da Uni-
o: anuncie.
Quem tiver para alugar urna canoa d*a com canoeiro, ou sein e:le mensalmente, que car-
reo ue 6 a 8 patacas d'agoa : anuncie.
Quem quizer ser f itor de u.n sitio perto da
Praca ; dirija-se a caza de Francisco Antonio de
Faiia, ra to Amorim N.c 225.
Qualquer mulher deidade parda ou preta,
que qui'zer ir rara caza de um homem solteiro, a-
im de lhe cozinhar ; anuncie.
O abaixo assignatlo declara ter comprado
a paitf do engenho vargea grande ( Freguezia
de Sennhem ) ertenc nte ao herdeiro Manuel
JozedeAraujo Guinr.ares e sna mulher, a Mual
hoove.ao par file,imento de Antonio de Lima
Raimundo, como consta do formal de partillia
Jscrvo Araujo, e para que ninguem faga iran-
zaco alguma cm o referido fez este anuncio.
Joze Antonio Lopes Jnior.
Jacinto Joze da Silva Jnior promette ge-
nerosamente gratificar, a quem lhe restituir um
relogio que por es.juecimento deixou no Mosteiro
de S.Bcnfo er OlincU ; o qu;d e' de sabooete de
prata, ,traball* sobre um diamante, N. ? 2555, e
si
tem urna pequea falta no mostrador no lugar
em que se da corda.
Recebe se assignaturas para o Jornal inti-
midado, Correio da Cambados Dcputados, im-
prtsso no Rio de Janeiro por E Seignot Plancher.
O prego de cada asignatura he dt 8$ rs. em co-
bre pela SessSo ordinaria de 1851. Os Snrs. as*
signantes receberao as fo'has que ten sah do desu-
de principio da dita Se sao ate' o dia 20 de Junho
incluzive ; na ra do T.apixe d*Alfandega velha
caza N. 5. .
Quem tiver pira arrendar um sitio perto da
praca, que pjssa dar pasto a 8 ou 10 vae:>s de lei-
te todo anuo, ter planta de capim, que sustente
2 c-val los, caza sofnvel para urna peguent fami-
lia, queira fallar com Joo Ribeiro no 3 andar
N. 76 da ra do Queimado.
Dezeja-se fallar com o Snr. Antonio Gomes
da Silva, ecomo ss ignora'sua morada, r.-ga-se
a queir* Hnun :ar, ou dirija se ao beco largo, ven-
da de garupa.

ESCRAVOS FGIDOS.
>
>
F. .'
Ugio no 1. de Junho um escravo do Ri-
acho verde, destricto da Parahiba do Norte, de
nome Antonio, angolla, estatura baixo, seco do
C >tpo, de meia idade, rosto comprido, e desfWto,
p mas fin s com um marca de ftida em urna
dt lias.
Em o dia 6 de Junho fugio urna pret crio-
h, de nome Thfrez* estatura ordinaria,
fula, com um ferro ao pescosso, vestido de chita,
com pintas encornadas, baeta preta ja velha, tem
sobre una das sobrancelhas urr.a tova pequea,
ernsta que esta' metida em algum cailogir,se
houver quem a descubra, recebara' ponsso boa
recompensa, e sendo pegda a dita eserava, tora''
20$ rs- a pessoa, que a .egar levea a ra Va
Madre de Dos, defronte do beco, que vai para
a cacimba.
A 30 de Jnlho fugio umpreto, de nome An-
tonio, estatua baixa, grosso do corpo, sem bar
ba, c<>m nma cicatriz no r>e' direito ; levou ca-
rniza de baeta azul, e caiga de pao da mesma
tudo velho: os aprehend dore leveuo a ra da
Cruz em caza de Ji ao Leite Pita Ortigueira, e
sero recompensados.
No 1. de Ago-to dezap-ireceu um maleque
de nome Ji;So, quereprezent ter 9 a [0 .xnnos,
levou vesdo caiga de riscado ilesbotado, e carni-
za de estoa grossa ja rta, tem a m: sa-'gradoiiro do braco esquerdo, mal feti> de ca-
beca, falla bem d.sembar-cado : os aprthpnde.
dores levem o a ra da Cruz venda N. 52 que
setitj recompengtdos

NOTICIAS MARTIMAS.
Navios sahidos no dia 4.
.
Ssu, pelo Rio Grande do Norte -, L. Feliz
Victori:i, M. Manoel Martins Dourado, passa-
geiros Miguel Alves Teixnra de Membnca co.n 3
filhs menores e2 escravo*, Felis Franc seo da
Silv-, e Joze Ja Fonce-a Silva com um caixeiro
Antohio Laurmno di.s Santos.
PERNAMBUCO NATYPOGttAFU DO DIARIO, Rt'A DA SOLEDADEN.c 496 ISSl.
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