Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01331


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Full Text
(
717
NANO DE 1831. QUARTA FcEJRA 3 DE AGOSTO # NUMERO 165
DIARIO DE PERNA

5
Subscreve-se mensalmente a 640rs. pago adantado, na Tipo^rufia do Diario ra da Solidade N. 498 ; na loja delivros d
9nr_Figoe'4, trabada iniau N. O; n Loja d>- Lijrreiro de Joe Joaquim Nunes de Abreo, roa do Livramento lado do Nas-
een'e ) 16; unde se rec-'beni corrsep mdencia*, e anuncios ; ejteinserem-se gratis sendo dos proprios assignante gmente, e viada
asjgnados, esera o publicados no dia inmediato ao da entrega, sendj esta feitaato' as 8 horas do dia vinda rezumidos e bem escriptos

Os anuncias,, q'te ni f rem d s assignantes deverSo a-
lt-in d.i* de raais o ndic ie*. nagn (>o~ cada linlia iiopressa 40 rs.,
e s-r atrege* na Ija de Livreiro da ra dj Livrameuto so-
mente *
M
\
Todo ag ra depende de nosaaesm ts, danossa prudencia,
moderacao, eenerga; c ntinuemos cjmo principiamos, e se-
remos ap.ntad j c m admirado entre as NacSes ma cultas.
Proclamando da A&semblea Oeral do Brasil.

...
< ?fc Perhambco waTipoqrai'ia
.;::..
."'
II i O i1
!.:
O
eumao de SO de Julho fin-
;
'
oNiNo Joze de Miranda Falco.
.
DI I P.
Is.curso, quenareun
do por occasio dse tratar'da erecc de unt mo-
numento aos Mrtires da Patria, recitou o Snr.
Joze. joaquim Ida Forict-c; Capjbaribe.
SejhoresQu*p. digno do Brasil, e de vos
he este; dia o primen o em que para um tal fitn
sd v reunida a inflcidade Pernambucana! Sim
ca os Patricios, que objecto mais sagrado, mais
digno de fixar nossa tiencao, qve o de erigirnos
um monumento a's Mrtires da Patria, e Lber-.
dade ? Que Brasileiroha vera'. ifio vil, e abjecto,
que a vista deste mOnumerto, ao recordarse des
feitos dos immqrtaes Ribeiro, fheotonios, Cane-
cas, Ratclifs, Agoct.iphc, e o'utrna, nao derrame
cqpiosas.lagrimas, e nao deseje regar com todo o
seu aangu, se preciso for, a frondpsa Aivore da
Liberdade, para que creando grossas raizes jam-
is Dpspot.algumF tente derrubal-9? Ab! eu pa.
vece-me, que neaiuro ;. eu.creio ouvir q'izer a todos
corramos, corramos; a lar car no centro da pra-
ca dos Mrtires da.Patria(*)a primeira pedra que
deve servir de baae a esta Pirmide : ali nos a-
prendrremosa ser virtuosos: aemulacao de imi-
tar nos fritos a'.aqueUcs Eroes acendera' mais era
nos a sacra chama do Patriotismo |. os degenera-
dos filhos de Olinda. ( que nao sao peucos ) co-
brir-serlmo de pejq, e de remorsos, e farao por
deixar a tortuom crreira, que oa por iludidos,
ou por.mbicioscs tem seguido, trilhando a estra-
da d;. honra, e da virtude: nossos filhos, os fi-
lhos daquelles mesmos Mrtires diio nossos
pais querentlo libertar nossa Patria da escravidSo
em qu o burbarisroo, a supersticao, e fanatismo
por tres secutas a subiuerg'io, para.nos deixar
em legado a doce-liberdade filha do Ceo, farao
victimas do execrando Despotismo dos sanguisse-
dentos Jo i t. e de seo fiiho Pedro ; seus, e
nossos Patricios eiigirfio aquelle monumento para
Anmt suas memorias, e para que nos mirando.,
nos nelle, sigamos seas exemplos, sustentando a.
todo o custo essa mesma liberdade, que nos dei-
xgrao,' adquerida com tantos sacrificios, cunipre
que assim obremosEis, Senhores, eis o que d-
ro nossos vmdouro*, avista des^a Pirmide, e he
quanto b-ifeta para nossa eterna gloria.
Que acuso os Erees Roiranos, Gregos, A-
tenicn.es, e lodos esses outros da antiguidade, aos
quaea aquelles povoa erigirlo altos monumentos,
i




t
magostos os Edificios, forSo mais'dignos delles,
do que o sao hoje entre nos esses de quem trato ?
Nao por corto: tal vez mesmo folheando bem a his-
toria, nao se encontr d'entre elles um t^o,ador-
nado d,e virtudes como algum d'entre este^ a
arabitpao, e orgulho multas vezes dominarao a
: mor pbi;te doa Eroes da antiguidade ; dos nossos
nao, dos nossos nao se pode dizer outrq tanto,
| seos feitos estao ainda mui recentes, e. impressos
as nossas memorias, para que se ouse denegri-
ia.pois Pernamhucanos, um Estrangeiro, o
digno Srii\ Henrique Mano.el ^coot, tirou a plan-
ta, que gostoao oitrt ce a vossa consideraco ;
cunprp*qnocntribua cada m, segundo as suas
])ossibilidades, com sua quta para se levantar,
este Edificio, pa eterna recqrda^ao dos nossos
Mrtires. Conheca o mundo, que os.Brasileiros
sabem respeitar as cinz^s dos priineiros propugna-
dores de s.uas liberdades ; que 98 Brasileirop, pos-
to que acanhades inda em civil-a^o, nao in-
vejo ada velha Europa, por i sao que tm a pre-
cisa para amar a virtude, e bborrecer o crime ;
prezar a liberdade, e odeiar aofDespotismos ; que
se algum Dspota houver t audaz, que selea-
bre lan5ar nos de noro vergonhosos ferros,,- sera'
victima de sua loucura, e sepultar-se-ha' no a-
bismo que elle mesmo cavar. : que primero se
redusira' Pernambuco a cinzas, que urna s pe-
dra deste monumento, que hoje. pertendemos e-
rigir, sejapor tiranno algum arrancada : que og
Brasiieiros querem em fim, e hao de ser livres, e
clue -^ n .
A Patria dos Eroes Pernambucanos,
Oclassico Paiz ca liberdade, ^.ntiv
Erige aos Mrtires seus Um monumento
Para exemplo da posteridade.
ARISTOCRACIA.
J^l Enhm Povo pode ser feliz, diz o Auctor
da Politice Natural, se nao for governado segun-
do as leis Naturaes, que conduzem sempre a*
virtude : nenhum soberano pode ser grande,.po-
deroso, e feliz, se nao reinar com justiga. .jTetf
(*) Pra^a da Boavista ; deve d'oje era diante
fcr aquelle JS-ome.
.
'




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Ir


'
'
1
)
(
sSo o rerdacreiros principie* "t armona social,
para cuja esfcabilidade foi formado, o Governo.
Desgranados os Povos, cujos cheles olhassem es-
tas mximas como sediciosas, ou cono urna s-
tira maligna ao seo modo de governar f Desgra-
nado*, o ehefes, que fechaasem os oiho* aos seos
maiores mteresses! A verdadeira gloria dos prin-
cipes co neis te cm procurar a utilidade j^eral, e a
flicidade dos seos subditos. D'aqui podernos in-
ferir o irrisorio, e absurdo do principio estable-
cido por alguns lisongeiros, que a gloria de um
Monarca esta' bascada n'uma grande, no Veza,
principio de certo digno do secuto 12. ; quan-
do a Europa tanto floreceo !! Seculo, m que a
nobreza era na guerra o baluarte dos Principes,
na paz o ornamento do seo throno Mas quam
Jonge estamos desess tempos. A forca do res
modernos nao consiste em noblezas bellicosas,
nas as cjntnbuicoes proporcionadasde todos os
subditos do Estado, e nenias contribuicoes a non
breza nao se distingue das ontras classes de con*
tribuintes; e desgranada a Nacao, em que ella
foss.e isenta Teria por partilha. a. desiguald^de,
e injustica!.' Em fim o esplendor d*um throno
nao renexo do explendor de tima nobre/a
numerosa, rica, e potente; mas da fortuna, que
goza o Poto, da riqueza geral, do carcter mo-
ral da populacao, do progresso das luzes, das
sciencias, e das artes, da immensidade
...,.-.
'

de re
cursos, que se podem consagrar ao serf ico, e glo-
ria do Estado. Eis ahi ( dis Ganilh ) ohde che-
gamos, ea'que iminensa distancia deixamos a
Alonarquia nobiliaria. Julguem agora, qanto
seria bello fazer-nos retrogradar ate' ella, e que
ttractivos podera* ter para os Pbvos Ilustrados
do presente seculo a perspectiva dos celebre*'tem-
pos do privilegio, rgimen nobiliario, e das supe-'
rioridafe sociaes dosseclos 12.,e*13.e Porem
se paranoss'a maior rentara devemos sujeitarnos1
uma Mqoarquia de nobreza, e privilegio, erguer
as superioridades sociaes, e sacrifcar-lne as supa-
rioridades'ndividuaes, eonlu-90 ( 'Continua o
mesmo Ganilh ) um meio para chegar a esse fim
ecessatio, e secar a fonte das riquezas, ah
que est todo mal, appliquemos lbe o remedio.
i
CORRESPONDENCIAS.
Si
.
Nr. Editor-' Nao posso levar a paciencia
o patriotismo exaltado, que tem apparecido de-
pois da fgida do ladrao Braganfa em pessoas,
que outr'ora se jactarao de afFectuozos ao seu sis-
tema Luzo-Braziliro, qurem a todo o custo vo-
zearem, e mostrarem seu nunca visto patriotis-
mo, a fim de que sendo empregados continuem a
exercer as me.smas funccoes,'e nao p sendp b,b:.li-
tem-se a empregos, que poderiao tatvez ser melhor
dezempenhados por pessoas, que se aprezeniao
em todas as pocas com o n esmo faracter, modo
de pensar, e sentimento6. Portante nada ha ma-
is pernicioso na sncie'dade, do que a volubilidade
de manifestar op/nidee, que posto nao tendao di-
rectamente a offender o seu rgimen, todava fica
a insecteza de que sendo ellas enunciadas por es-
te, ou por aqudle membro, onde muitas vezes se
acha depositada grande confianza, um desvario,
ou urna paixo ardente encammha esta mesma
Sssociacao a om abismo de inconsequencias. E
ondfe resulta Sur. Editor esta falta de carcter?
sem cluvida da falta do patriotismo, e esta da ma
educa cao.
He indubitavel que um dos grandes cuida-
01 jo9 ^ hum borrr OoYeTrd GSpaltiaY a rtslYTJP^fo"
publica coherentecom os seu.s principios elemen-
tares, e discordante di outros prin ipios, que se
ao absurdo a s carcter, e ndole do povo ; por quanto tocias es-
tas cotzas cofwerren directa, ou- inditectmente>
para a fbrma^fb do sistema de Goverao, como se
acha demonstrado todas as luzes.
Conseguido isto, nao teremos o incovemfn-
te de vermo-nos rodeados de homens mal intenci-
onado, caprixosos, e indignos de ocupar o soto
Bmsileiro, columna, seroi-columnAs, aristcratas^
semi aristocraUs, e outros deste jaez, que nao
pudendo encarar de frente frente os seus antago-
nistas, affctao certo ar de impostura ( paoprio
nest gente ), como indicando superioridade, e
dewrezo aqueUes, que nao Jera a felieidadVde
gozarem as faculdades, de que elles sao ornados,
devidas nicamente as suas loucas jmoginacoes,
e nao emanadas da natureza, somente capaz de
fazer o bom cidado, o bom patriota, o bom pai
de familia &c. .
O verdadeiro patriotismo, ou amor da Fatna.
depende sem duvida alguma do sentimentof de
que se aerra possuido qualquer cidado em servir
Con 2elo o seu Paiz, com preferencia a oUtro
qualqtier, sacrificando ate', se necessario for, nfio
s a sua vida, como bens, e fazendas : e por so
cora razo tirzfefA alguns Publieistfrs, que a classe
da sociedade onde se encontra mais patriotismo 6
dos pToprietarios ; por qu a dua sorU depende
immdiatarnertte da do seo paiz ; quando pelo
contrario osque oceupao empregos, edignidades,
se achao imbuidos as honras, e grabas, como
todo o seo-patriotismo,- esta' col locado> no seu
iftteresse, e amor proprio, dlU* nao ha que es-
perar, se nSo indignidades, e intrigas, que nSo>
fazem mais, do que parausar os negocios publi*
co*, e enfraquecer o andamento social. Quito
feliz nao seria o Brasil, se esta clesse dos prol-
etarios fosseuma das mais instruidas, porque neU
lafdeveria recahir a represeatno Nacional!!
Estes aristcratas da moda, tgoistas, e adu*
lado.r*s ufi9 dos outros conforme o grao emcyite
seacho; esta peste assoladora de quanta insti-*
tuicao livre pode existir ; estes manstros de orga-
rtiscao poltica nenhum proveitopodem deixar ao
Brasil, se ne a viva gera que tramao, e conti-
auSj tramar { se nao abrirmos os olhos ) para
cn"eguir**n> os seos planos, fundados nicamen-
te no proprio interesse, e principios anti-libe-
raes.
Brasleiros este o primeiro alvo da vossa
guerra politica, quando intentares reformar o C-
digo fundamental entrelac,adodepedacinho9 d'ou-
ro no modo de pensar destes homens : sem preci-
sarmos lanzar n;o da fbrea fsica, nos lhe fare-
mo9 barreira, contrariando as suas opinioes ab-
surdas pelds meios licitos, e proprios de um Po
v, que se quer equiparar a' aquelle que tem a
gloria de ser civilizado ; finalmente com. a arma
da razo havenrios conseguir vamagens inumera-
veis, e com a arma da tirannia havemoa perder
a gloria, que a Providencia nos tem decreta-
do.
Para provar-mos com evidencia os males ir-
calculaveis, que provem de urna burlesca aristn
cracia, lancemos as vistas sobre os inumeraveis
factos da Historia antiga, e veremos, alem de ou-
tros, na quarta poca da Historia Rouanao en
caminado exemplo de ver Sicinio Dentato hum
dos oiuciaes mais valorosos, livre nos seus disctir-


i
Kli







<'j.
I 6tJ ]
sos, e fatrep'io combaterite aerassando atra-
coadairient por mandado dos tiranhds Decehni-
ros, vis aristcratas daquella epca, qtre princi-
piando o exercitio de suas fmcoss com boridade
ejtisfi$a, torrtar-s depois verdugos da humani-
dade, das Lela, e da razad.
Pdrem Srir. Editor como seja uro d fin
mostrar, qu da ma' educado depende a falta do
patriotismo, dire mais alguma coiza a este res-
peito.
Heinconteitavel que o patriotismo mais so-
lido, e mais arraigado aquelle que os filhos
frefdo de seus pas, e por iss rndT vertjadeira
a rgra adoptada pelos Filsofos, Homines quan-
ti qunti sunt, educatiowe deberi ; porern nec*s?
sir que ospais rejfio revestidos de patriotismo
pitia. dUcbmmunicarerrt'agcus filhos, como diz'
Montesquie ; do qhe podemos com cortesa con-
cluir,que faitaudo este primeiro Leite, e cultivo*
de ideas malogro se as esprancas de verdadei-
ro patriotismo, tornando-se facticio hipcrita, e
iuteressado. -.*.
Portanto Snr, Editor, como a aristocracia
do Brazil fesmente mo fide pasW de meia du-
zia de enfatuados, que so tem. a importancia,
que a si arrogad, nadconvem demorar muto so-
bre1 este ponto, e se preciso for, dir o que riten
dero
Observado* tcito,

A3#A. Editor, Fac-m o obzequib de lan-
zar u'um canto do seo Diario as seguintes
U,
"'.

Ancdotas.
'
Um Lente do Curs Jurdico as Drecsstfes
publicas do Estatutos disse ~ Que o testenSunho
do Lente Secretario tinha mais validade";' que o
de tres Estndantes.
Outro, cuestionndose, se um Estidan-
ta poderia dar um Lfte pr suspeito?, seguio a
dizendo -' Quento perda o Lente a
negativa,
nica
te

garanta para obter d respeito do E&tuda-n
que era* R. ~
Pfrtntas ?
Pbdera^um Lente, que analis a hossa Cons-
titn'cSo expender doctrinas contrarias as estaba-
lecidusn riesma ?
Mandando o Estatuto interino no Cap.
10, $.4 que os Prfssores passem no fim de
cada mezam ponto pata se d asertar, cofn que
dir to passa um Lente tres, e quatro pontos ?
Sou
O Curiozo.,

THE A TRO.
\
./"* Manha ( 4 ), a beneficio de Antonio Mara
de Castro, se dar'principio a um pomposo es-
pectculo com urna nova sinfrbn.a, st'guinjjo-se a
reprezentacao da interesspnte pessa, que tem por
titulo __ O Forondo das Galles Jeito'organista,
Nos in:ervalK)s tocar se-bo harmonioes sinfo-
nas, e ro fim da pessa se cantara* o duelo
3/al que chegue o cavalheiro. Terminara' o di-
vertimento com o entremez O cfranzp pardo*
fENIJS.
Ma morada de cz terra no Arrombado por*
preco cmodo; na ra da Caeia velha M. *'
: W. i .
* Urna cridla com pouco'mais (le 23 annos,
lava] engoma Hzd, coz* ecozinha sofrivel.mente: no principio O aferr
dos Afogadds na'sgfyida caza de Sfndares.
* Potassa russan da primira sorte ert br-
; risfde 4 abobas-; um preta de 18 a 20 ano** te
I idao, lavadeira, cozinheira, e vencfedeira : na.
| ra da Sntalla velha1, armaz,em N. H.
Rape'Princeza, da Fabrica; da Lisboa, su
t perir qoalidade, errt caixas, e dintleirb a vista
. n ra da Cruz N. 57.
**' -Urna cftdaPnoVa, que crreg^to patacas'
" d agoa, a 1Q rs. o balde : em Olinda sobrafo do
; VaradroN:0 8.'
- OEngenhoCa;nassari na Freguezia de Se-'
nnhem, moerte, ^prr^nte, cercado bem limpd, V
1 tratado, esta;' demarcado; dista o embarque das
caixas* duas legbas e meia; enllocado o dito En*
g^nhb a margem do Rio Serinhem em lugar visto-
so ; vende-se igu^lmenXeasafra criada cofn mis'
de dous milpis, o engenho esta' todo pronto
para-tnoereja tm as medidas, do. lenhas corta-
J das para toda a safra ; quem o pertender dirija-ae
( a ra do Colegid I>; 2. '
Roseras fl* Afendria em estado de se rnu-
: dWretri ; na Boavista, ra velha, defronte da ri-
beira,D.gT :t*
- m pretd com officio de tanoeiro. e lo bem
se troca por out.io escravo na ra das Cruses D
7; *
- \}m molato, natural [do Ceara*, com princiA
pios dos OrHcios d Pintor, e alfaiate, e propiuA
para pagem na ra dCruz n. 11-
Pipas d agoardente branca n ra do'C^-'
lft^id D. 9,
*? negros, e 2 moleques da ra da Cadeia ve-
lha t-,o 47 i* .
|-S Mel deahelha, e palha de Carnauba, por
p'reoo'comodo em casa de Joao Ferreira dos SftV
tos,.^orte do Mattos.
M Urna escraV, thda bocjkl), de dade de 20
anhos : na ra detrz (fa Guarda da Boavista*4
n. 3,
*Hr Una negira "paira todo t servico fdo mato :
na ra da Madre de Dos n. 198 2. andaf. '*
i ?". | .i't A >t*
I ";-; i
.
COMPRAS.

M Diccionario de Moraes^tenceira edi^ao, e
; em bom uzo': na Tipografa Fideddigna
nuncie. ,. f
> A Arithemtica deBizovcdem a tive a-
mMcie,
1 .
oua.
i \
'
l
.
A
ARREND AMENTO.


Rrenda-se ol. andar, earmazem, da
cazada ruados Tanoeiros, defronte do Trapixe
! novo*, D.66: quem os pertender, dirija-se a ra
i dos Quartefs, D. 3, 2. andar.
AITKOS' PARTICLAlfcs.
M
p
Reciza-s de 3 negras alugds e que sejo
fiis para vendereir na na : na Solidade N.c 6-


w



~J
[674
]
:./:


- Preciza.se fallar eom o ^nr. Agosflnho Joze
da Costa e Silva para se lhe entregiVrfizendas
vindas de Maianho; em caza /de'Joo Fet reir
dos Santos, Forte do Mattos. ,
-. Quem precizar de om caixeiro B a^iletro de
idade 25 annos, para renda, armasem, ou de ra,
que dar'fiador a sua conducta ; dirija-se a ra
velha, D, 20. <
L Quem precizar d'om caixeiro Brazileiro pa
ra casa de negocio dando, elle fiador a sua con-
ducta, anuncie pjra*ejr procurado.
_ Pede se ao r. Mandel Antonio Xavier de
Freitas, ex Empresario do Thatro da Olinda,:
que por obsequio venha ajuslar suas contas couj
T'ypografia Fidedigna, respeito.as ImpresnO s,
que na mesma s fWr por sua ordein, para 9.1
mencionado Theatro : a fm de se conhecer quen
ficou em alcance. ,
Manoel "de Oliveira Simpen; retira-s para
um dos portoade Portugal, fa* o assente, anun
tio para cumprir ws ordens de 5. H*x.
^ Pertende-ae fallar, ao Sr. Victorino Antonio
Teixeira Guimarea para tcatar-se de sua \j*gy-
tima por falecjmntb de seu Pai : roga-se anuncie
a sua moradia .,-:"
-Antonio Te y era Coelho faz^blico a-Udos-,
oVSs., com quem tiver cantas, qu. M apreae"*-
tgm no praso de 8 dias para serem satB$Ntos, >
pos ten clona retirar s para onde lhe convier. ,.
, J.osejAplomo JVeira, morador defronte do
Corpo, Santo, retine para Angolla, e fizaste
anuncio pata cumprir a ordrn do Gvernp.
.^, ^anuario A|exandrino ncaf faz putjco, que, ninguem negocie urna es-
crva'crila" por lime Felicia, derd.iria Fra 11,-1
cisca moradora. na Ppvoacp do Rie Forrqosa :
por que a ditaSra. lhe hypbtecon a dk*escrava,
ie este tracto terwWra' em OUubro deste corren-
te wine ;,po9 Jte consta, que Antonio de Lira,
enro' da dita Sra.com subterfugios pertende
negpc4ar dita eslava. 1 -
"m' ama parda, forra, sem filhos, para to-
do gervico de oasa : quem a precizar. diri|a-se ao
terceiro andar do robrado da ra do Queimado
Quem precizac, de um caxeiro de ra, Bra-
zileiro, e da fiador, dirija se a ra de goas vefr;
des 'Loja' D.'4, ao lado de S. Vedro. :
. X2 Pi;op5e-s. a qualqu?r occupacao ( menos
em'yed ) um rapaz de 16 .annos, de idade Por*:
tugues, qu sabe 1er, escrever, contar, e gram-
tica Latina ja examinado: quem delle precisar
anuncie.
:8;, EfeCRAVOS FUGUES. ,
s
i<"
*-...
' MarquVdeAlmeida: |*ui aprehende!* leve-,
a ao Engenho Monteiro em Casa de Luiz Pe-
reira de Melo, que pagara' todo o trabalho.
,- Fugio a preta Lucia, crioula, que represen-
1 u ter trinta annos de Idade, estatura ordinaria,
cara larga, algum tanto ;fula, pez grandes,.com,
os dedos abertos, peanas esfoladas de calor de fi-
ado- traja, e falla, como matuta : qualquer.
Dapitio de Campo ou outra pessoa, que della
< tiver noticia a podera' aprehender e conduzlla
a ra da cadeia n 60. ..: :-. j \\
t ^Januairo, molato c^arp, cabello corrido, al-
eumas pintas, ou spinhas pelo rosto, com 19
annos de idade, sem barba, magro, e de boa ej-v
! tatura com officio de Alfaiate, ausentou-se de,
casa de seu Sr. em 17 de Julhapassado ; quem-
io levar ao dito seu Sr. Jos Affbnco Ferreiva na
ra da Concejcg da Boavista recebera' vinte
milreia de gratiicajao.

. O da 9 de JuUu). findo ^io ,^azia, Con^a
baix, cabera grande, *cofpo gir-ssro, certoe,-.6g.
naes na face a maneira de botoes, dedo pologar
da mao direita sem unha, p?jada, e levou saia
de barra azul qoiu remend de chi^a*iu\ na fren-
te, e baeta encarnada ja uzada ; a Bjavista a-
* traz da Matriz p. JS. ., ,., .
f-- m Janeiro de 1830 fugio urna preta de
50 annos, baKa,e:gro9sa do cofpo, rosto com
marcas de bexlgas, e de cor bem (\r ta : f.i es-
clava daPadre Domingos de S. Br.i-z, e ja f
vista no Engjlah > d> Pagao em casi de Joze
NOTICIAS MARTIMAS,
Nacas entrados, nodiasU *
| lo de J -neiro ; 25das.; S. S. Antonio Ven
redor, M Francisco Gomes de Figueredo, m
lastro, a B^nto Jote da Costa4. e >
- Angolla : 19 das; B. Oriente Africano
Cap, Rtnig'o Luiz dos Santos, carga cera, e es-
teira*, a Anton'o Luiz^ ..Tmz 14 escravos com
. passaportes a titulo de livres, e mais 8 escravos
p/jrten/senjtes ao Cap. que dre lelos levado dest*
Provincia. &l*V^ T A '' *
- Liverpool; 56 das ; B. Ing. Herotne, Cap.
W. Ager, carga fazendas, a Heyworth & Com-
panhia
- Santos, pelo Rio de Janeiro ; 64 diar, e do
ultimo porto 22; B. Aracati, Cap. Vicente Etoi
da Fonceca.e Silva, carga feijo, toucinhp, e^le*
nha, a Francisco de Paula Gomes dos Santos,
rassageicns Bernardo Luiz, Joaquim da Fonceca
Silva, Alexandredo A naral, Tharez^de Jezus,
Maria de al e urna filha, e, Felis de tal. ,
JDia I- j ;
' Para, por MaranhSo, e Ceara'; $% 4*
trazendo do ultimo porto 16 ; Paq. N. 1. P-ta-
gonia, Com. o 1.- Tenente Joaquim Lucio do
Arauio, passageiros do Maranho o Arcipreste
da Ce' Luiz Maria da Luz ', ex Comman-
dante das Armas Antonio Eliziano de Btito, o
2. Tenente da Armada Fernando Joze Pesaala e
1 Soldado; do Ceara' ,L* Rodrigues Sarmco,
Manoel Joze fie Vasconcellps, e 2 Reclutas.
Navios sahidos no da 31.
Oianna; Can. N. 8. Ao Pilar, M. Silvana
Joze dj Espirito Santo, em lastro.
Goianna ; C Conceicaodo Pilar, M. Ma-
noel Falcao, carga fazendas, e molhadcs.
> Fez-se a vella do Lameiro a G. Ing. Es*
sex, Cap, Nothavael Varghen.
Dia f.
Para', Ceara', e Maranho ; Paq N. I.
Atalante, Com. ol, Tenente Joaquim Maaoel
de Oliveira Figueredo, paseageiros J. M. Achile,
Rabert Trebourg Doutor em Medeciua, 1 Tenen-
te, l Sargento, ICabo, e 8 Soldados.
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OM


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PERNAMC ATYPOGRFIA DO DIARIO, RA DA SOLEDADP N. 498' 1831.
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