Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01277


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Full Text
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i.
)
1
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V
ANNO DE 1831.
BARRADO *0 DE JULHO
i.
NUMERO fi
^
._. '. ..
DIARIO DE PERNAMBUCO.
SubBcre*e-se
Snr. Figue.u, FraCa
een'eU,16;ondeiJi
aslrnd(rt, e sera5 publicados no da
' Ika i .1.1
Obuhcios; dne n&3 frem'd^ diantes deverao a- j '"" Tudo agir depende de nos mesmas, danossa pradcnci,
^m^e1c^&TWmrpoTCiiilU^imPreMiQn.t- I moderacao, e energa, continen..,, r.m pr.nc.p .am *.**
ZrlittfWalo^ei^eirodari TuS* wl I re*, apontad^ctf* aAP.raSaoenle as Na^etmabcnlUa.
e ser entregue*
mate.; ;
69
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1 -------------------------
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Proclantaqo da AtsemV.ea Gcral do Brasil.
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PbrmaiBco na Tipografa be Ani
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- >: i
em JANEIRO.
:onino Joze db Miranda
bp r,;j"
i. -.


RIO de JANEIRO.
A
^ S ultima noticias da Capital cbegadas on-
tein(.8j p ti as de vHgeir, afio assaz desconsoladoras. Ne-
nhum imiresso vimos, esomente cartas, que to-
das alo datadM de l&do crrenle. Ellas referem,
que na noite de quatorze se juntara algnma Tro-
pu no campo taupare a pretexto da fezer requi-
eicdes ao Governo : Os Snrs. Deputado* havendo-
se ajuaUdo na rnanhV de kEf irm^/ded vcon*
vid:i!'. o Senado para reunidos se decla'aram em
sesso permanente ate' ver o resultado desta. \n
surreicfio, sobre cuja origein nada temos colhido
decerto. Aseverase que houve choque e_mor
tes ; mas em quantp outras noticias nao chega-'
rem' nata de certo se pode avancar. A Proclama-
rao da Regencia que abaixo transcrevemos o
unc'papei official que obturemos; masquena-i
da esclarece oobjecto. T -bem se diz que hou-
ve mudanca no Ministerio. Cmo quer que
seia preciso, como jaem outra occaeio disse-
nVos, que o* anarchistas do Rio, e os que de la
nosffo; mas que la esto fomentando desordens,
e rromettendo o apoio do Nbrte, se desenganem,
que os Krasileiros convindo em urna revoluto
ilita reclamada pela parte vigorosa da Naca*,
nSo darlo o seu assentimento a quanta rusga, on
bonifacia quiserem lnfazer, na espectativa de nos
Qh^arem a' conivencia coin urna proclamacao-
zinha, como fazia o malvado, que o Brasil ex-
pelo de aeu seio, para nunca mais alimentar ou-
to, emttito meos sofrr-lhe o despotismo.
proclamado.
So- .
OIdados A Gloria, que adquiriste, no
Catnpo da Honra pela vosaa briosa niao no da
7 de AbriL principia a declinar pelo espirito de
iofaubardinaco, e desordem, que alguna d entre^
tos- acabo de manifest. O susto, e .consten'
nncao; que tend< s causado aos pacihcos Habitan-
tesdesta Cidade, tomando as armas parajmtra*
quecer o Poder legal, que era vcssa obngacao sus-
tentar, para triunfo Heroico de nassa Regenera-
ro, nao pode deixar de tornar-* extraos a
rarde familia Bra?ileira, a que pertepoMs; ees-
U s ideia deve cobru-vos de Uum nobre .pe jo,
para arrependidostornardes ao gremio da Nacao
i de que a vosstf Inconsiderada conducta parece ter-
i vos alienado. 8e i erros na > podis pertencer mais a' NacSo Brasilei-
; ra, que n *ie Brasileiro, quem nao respeita ao
! Governo do Biras.
| !''- Palacio db'Governo 15 de Julho de 1831.
(Assignados os Membros da Regencia.)
mi Manoel Joze de Souza Franqa.
.diiI r. :-'< ';. '
Jk Nt R-koetem ( 30 de Junho ) reuniro-se no
Pa^o do Senado em Assemblea Geral 117 Senho-
res.Representantes da Na^So para na confbrmi-
dade da Lei nemearem o Tutor, eobtirerao vo-
tos no primair escrutinio osSnrs.:
Joze Bonifacio de Andrada...........56
Vergueiro.....
.
.
. .
8
Mrquez de Caravellas.............12
Bento de Oliveira Braga.............o
Francisco Carnero de Campos ........6
PeJro de Araujo Lirrta. .......... 3
Mrquez de Iianhaen,...... ;.....3
Ferreira Franca. .....*
E tivera um voto os Senhores Francisco
Agostinho Gomes,1 V iscohde de Cabete*, Joze
Custodio Dias, Joze Bento Leite Ferrerra4e Mel-
lo, e Francisco Joze Correi de Almeida.
i; N5o havendo maioria absoluta entrarSo em
segundo escrutinio os trz 8e3nhores mais votadas,
obtendo ...
- Votos.
O-Snr. Joze Bonifacio.............6|
,j VergueirOi.................Jj
h Mrquez dearavellas.......... **
Saindo llortanto elleito o Snr. Joze Bonifa-
ca.
. .
...
No da dote dt> crrante procedendo-sc na Cma-
ra dos Senhores Diputados a elei za sahiroeleitos:
Presidente o Sr. J. xM. d' Alencar.. ...%.. i 38
Vce Presidente o Sr. P. d* Araujo Lima,... 3
Secretarios os Snrs. Chichcrro...........$}
V. ferreira do Castro
Paula Araujo .. ,.;
34
i.
L1 I*?*!
-. -i -33


MMM
"'*
I
T* *
I'
-
Becario.,,.....,....,;;..;........
Supplentes os Snrs. Monteiro de Barros.... 25
Velasques........................... 23
(.Do Astrea)
.CMARA MUNICIPAL.
Sessao Extraordinaria de 13 de Jxho
de 1831.
Presidencia do Snr. Moracs
rewi
.
dad* hora rfedaroQ Snr. Presidente ftchada
a S>essao e para constar mandaro fazer esta Acta
em que siignarojSu Francisco Antonio de
Carvalho Secretario Interino da Cmara fclun ci-
pa! a esci-ev-Moraes P. Bezerra CavaEantL
Kocua JBiUaita Estevas Costa Jniora 9&
to.
P
.
Res entes os Snrs. Bizerra Cavalcante, Re-
cha, Peixoto, Esteves, Costa Jnior, e Brito,
faltando sem causa os Snrs. Caldas, e Paula.
Recebeose hum ofticio do Exm. Snr, Pre*
Bidente en data de 12 do correte, em resposta a
outro de 8 do mesmo mez, sobre a cousulta, que
a Cmara !he fe* a respeito do afofamente, ped -
do pelo Snr. Vereador Vicente Eerreira dos Gui-
maraes Peixoto, do beco, que Tai ser tapado no
oitao de huma caaa, que vai edificar na ra do
-Mundo novo por se nao inutrlisar aquelle pque-
no terreno em damno dos predios lateraes: deca,
rou, que a Cmara se regatease pelo S h e 42.
da Le do primeiro de Outubro de 1828 recorren-
Jo a* Conselho Geral de Provincia em cuiainteU
ligencia ficou.
, Keeebeo-se outro do mesmo Senhor datado
5?5*f 12 do corrent> resposta de ouv
tro de 5 do mesmo mez, em que a Cmara pedia
O seo beneplcito para mudar os curraes de junto
Jo matadooro, e aforar a Antonio Joze Munis
D
.
>
Huma porcao de trra para plantar os novos luga- I1 Q
res a nm de evitar a fcil entrada de bois moritos 3a>.
. 'Iz uro nossos correspondentes, que na nossa
trra tudo se faz ou torto, ou mal, ou por hum
d *tfo e des asado : que se esta1 calcando a
ra do Queiuiado ; mas que em vez de ser a cal-
jada, como as Cidades bem arranjadas, com os
declives par* os lados, para se esgotarem as ngo*
as por junto dos passeios, se faz pelo pessimo e
antiquano modetlo. da declive pelo meio o que
tira ametadedo valor dquelfa calcada: por
quanto deste modo o incommodo, que caus a a
quero, transita petos paessis, os carelios, carro-
cas, e seges, subsiste, o que nao succede pelo ou-
tro, alem de se nao conseguir assim a limpeza da
ra, com mesma facilidade que do modo que
Jelle indica. Roga a Cmara Municipal haja de
mandar reformar esse pouco que est feto e con-
tinuar cmo elle indica, lem de coacorrerem pa-
ra maior commodo do Publico, darao hum passo
para aformosear esta Gdadey obro o que parece
que se vai aempre de encontr. m
... m, UH k > '
.'-!'
CORRESPONDENCIAS.

i

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Jjoassougnej aoque fbi servido respohder, que
involvendo esta medida despezas a' Cmara se di-
rigs le ao Conselho de Provincia para a apro,
*ar. T I
Propoz o Snr. Venador Peixoto, que se no
measse huma Commisrifo de 2 membros para a
revisao das Posturas, e que o Porteiro Amancio
venba todo os dias abrir a casa da Cmara pa-
ra a revisao dos da cpromissao, e execucao destes
trabalhos, forao elleitos depois de posta a vrtacao
O mesmo Snr. Peixoto, e o Snr. Bezerra Cavil-
ante, e quanto a segunda parle foi deliberado
pela propos'cao.
Foi espedido hum officip a Junta da Fasen*
da para o ProcuTador recebar 200#000 rs. da co*
medoi la dos presos pobres, a fin de se entregar
a parte respectiva a Prxedes da Fonceca Coiti-
nho, que se achava elleito para esta administra-
cao e pagar se ao assistente Manoel Cerdoso da
* onceca assistente, que tem prestado at o da
So do corrente.
Propoz o Snr. Presidente, que pelo* motivos
por elle verbjl.m.ente expedidos, se fazia mister a
reforma da dehberacao tomada par as naneas
dee Marchantes, ao que por outros motivos tp
fcen. considerarlos foi deliberada a rf.rma da-
quella medida, e qne se pu bucease desde \ao
contrario por outros gditaes o que assim seexe-
cutou contra esta proposico geralmente adop
tedo por todos os Senhores Venadores? disse o
nr. Venador flezerra Cavalca te, que elle nao
nnuia a tal deciso pelos motivos que fez expen-
der prinreiro porque nao se oppunha a Constitu-
fe,.W,WP<>','*>'ief contraria ao Artigo
466 da Le do primeiro de Outubro de 18?8.
Ordenou-ee ao Fiscal para mandar intulhar
o rharcSo ou alagado da roa do Palacete pela
maneirama.is.e^oflomica, esegura. JB por ser
Edor AndS> ae mas lingnas par ah
dizendo, que o Snr. Sousa Martin ae espinhara
multo de eu tocar-I he minhas campainhas ao ou-
vido; e quer por hum brinco, que nfto vai, nem
vem, arrastar-me com tanta deshumanidade ao
tremendo Tribunal do Jury. Valha-me Ndssa
twnhora das Candelarias : como poderei eu livrar-
me das garras do Snr. Souza, hum homem, que
ja he tao gran....do, bem....do? Mas em
nm.... animo: EN nao deseuipara a pessoa
atouma, e en ja teulio de olh-i humas testemu-
nhasinhas, que n5 mentirlo fogo nem debnixo
d agoa, apezar de parecer-me, que o Jury do Snr.
&ouza vira darem suspender o juizo do Publico*
porque nao acho o dito Snr. com barbas de ne-'
gar, oque disse as escancaras. Melhor sera',
que o Snr. Souza meta sua viola no saco, antes
que eu meresolva dizer, assim em ar de qnern nao
quer a coito, que a sua fumaca, e indiseneo
chegou a ponto d'elle publicamente escornar hum
pobre Seminarista (*), oqualsendo recomen,
dado do Padre Marcos, (**) fazia todo o cn-
ceito no Snr. Souza, oue baixamente aproveitan*
do-se da boa fe' do Inste orfao o fez objecto de
publieo escarneo no Recife com o fito de ganhar
por meio d'esta Vil aeco celebridade ; mas bem
longe de a ganhar na opinifio saa, proraoveo u-
mcemente a desgraca do moco, que se acba por
iho.repudiado do Seminario, sem ter qaem Ihe
d hum bocado. He verdade que o Snr. Souza
tara a seo favor o pralicar aquella heroicidade no
tempo, era que a opiniao publica levava-se a pao,
como elle quer fazer ainda hojet mas nao xu-
xa.... apre I d so no Boi: em mim nao, posto
que sou do publi.o. Snr. Souza.... Martins nao
bulu com mi... .go. Vejaqoe eu saio de meo se-
() Como elle dhsse, e todos sabem.
t (> JPartnU do Snf, Souza Martins.



"7
I
I
Vi]
fftlfl tocando pelo tr.eio da raa eom as minhas
campainhas: dingui ....l.ndin....gue. ..dingue
...Minilingae. Eento he que eu passo tezo,
Sur. bditor, pela sua porta dizendo-lhe: aqui
#vai teo leitor do corago o
lXgueBningue.
te
'


INm. Editor. Que a Bussola tomasse a d
teittwadoseupiotainho, he muito natural, ea o
esperara, poie penencendo ao genero femenino
e decamnho inteirar-nos da utilidade, ou inuti-
lidad* da publicacao do depoimeoto do Sr. Qntt
f\, A8SU8tad porem, com estrepitoso coco*
roed do Snr. gallofo Di u-io 156 avallando a dea
vemagem de avrostar com hum cristado penica-
oor, toando rtiafe do que correndoi ful expor a
mnh boa inadrinha D. Rapoea, Senhora de mu
to entendimenso, eardiz : ella owio tranquila a
interpolada narra cao, e fasendo kuma caretinha
pergantou primeiro os penicois que te deo o
gjlo, doe.-te ? nao senhora t-: pis nao te*
nhas medo delle; he gallo velb.3 que ja lhe quei-
moro o bico : Uwa-ie sim, da algomas esporo*
atlas qsie podem ser coices. Vamos ao caso. He
o prtmiro penico, d zer que mentiste por nao
aer o 8nr Gai valho Presidenta por ge* al tecclama-
cao. Ninguem deve insultar a outrem de menti-
roso qundo aparece hwma assercaV,sem anteaex-
minar se ha-fundado em principios, em tradi-
co ou em autkoridade: o contrario inculca ru-
im edocacio; mas qaese adefazer? demos o des-
c ota ao-jmzo d'hom gallo. A Buesol NI 4
col 4 $7 assim se exprime e se o hroe Carva-
V Hiofoicrfamado por unnime sentimento do
J! partido liberal desta Provincia seu Presiden
te &c lego fundado nesta authoridade que
o gallo nao negara' ser orthodoxa para o caso, se
ha. falcidad na prooosicfio mto he tua, nao men-
tiste, pois he desculpavel seguir hum author com-
teniporaneo. Sendo cousas mui diverjas huma
~- elleicao ou huma acclamaco nao se
pode admitir que a Buisola as eonfundisse, nom
tomasse em sentido figurado i tal vez ella se retira
aos festejos que na nolte do ultimo oonselho (pa-
rece me) andaro pelas ras cora msicas dando
vivas a liberdade, ao Presidente &c. o que he hu-
ma especie de acclamaco, a qa&l nfto vera o 1-
lustre gallo por ser a oras deja estar de puleiro
com o tico debaixo d'aza. A respito de confir-
marem os trez conselbos a elleieo do Colegio de
todos os Elleitere 3a Provincia parace me sandia-
se de milos de gallo, nao he di^na de refuta cao ;
maa como seja este ponto, questao de direito, jul-
go Acertado consultares os Manes do Doutor
Christovo. O segundo penicSo he $ que ha gal-
lee bonitos, brioso, e felpudos, que dao a vida
S-lae inolheres, pelos filhos &c. quem o duvida ?
caso he, qual seja o pntainho que voluntario
queira morrer por seU pai. A historia da' tfto
poucos exemplos, em o nosso terreiro reina tanta
dea oralisacao, que esse mximum da virtude fi-
lial sera' entre nos hum fenmeno rarissimo. A-
dos va i te embora.
Eis Snr. Editor, o que me disse a madrinha
Rapoza : como Vm. era honra d' amisade foi tao
frunco para a nutra correspondencia, de que lhe
sou abrigado, esporo lhe mereca igual attencao
esta, em defeza natural do
Frango.
- -

.
VERDADES.
t

Eneficios eepelbados sem escoma, merca
1S a iinmpnc Inil.__..2_ :____;___________
B
fetas a' nomens indignos, sao injustteas rea**
que servem de desanimar o ment, e os lente*
nef?98yu* Tda aociiil: wn Monarcha accu-
miando de gracas a homens vis, e rasteiree, pro-
chgalisande os tbesooros do Etado com cidados
uSr a MaladB n&0 he ">*> algem
. *( ; ** 9m injusto para cortl Ncelo,
cuios mwnigos recompeofea a1 Custa dell mearaa.
( Bario tfHolbach.l
Quando nao existe verdadetro amordobem
pWjco qnando o Governo he perverso, edema
te, anda muito irais urgaj que a NafMo cenhe*
9a a verdadeira natureza das cousas, e saiba,
quaes sao os seos verchtdeiros interesses, de outro
modo ella sofre sem saber, quaes causas deva
attribuir seos padecimentos, Ou, attribuindo-se
a nao verdadeiras causas, sao divergentes ai vis*
tas do bem publko, oeesfrcoa sao iolados, H]-
ta nrmesa a' cada um particular ; porque se n$0
JP^ado, e medra o despotismo, ou entao se
a Nacao, muito mal governada, te aborrece,
escuta consellios perniciosos, e muda o mab iste -
na de administraclo em outro peior. i?.
. |. f
./. !
AVIZO DO CORREIO.
V-/ Paquete Atlante recebe as malas har o
Norte no da 51 do corren te pelas nove ho/ai da
noite. .*
i

" '
VENDAS.



M cnoulo bom armador, e alfaiate : na ra
do riganoN.9 7.
-- Urna duaia de colheres de sopa de prata fi-
na de galo, e um vidro grande com 5 palmos de
compndo, e 3 de largo : na ra de Urtas sobra-
do D. 64.
-h Parreiras de varias qualidadei em caixoens:
n tidadede Olinda, ra do Amparo N. .
14 livros em branco papel dolanda, de di-
versos tamanhos, a melhor ncadrna^ao possi-
vl, proprios para alguma reparticao Publica, 00
eaaa de Comercio : na Praca da niSo loje que
foi do Avelino N.9 3le 32.
Oito escravos, ja meto costeados ; a saber
1 'ne8Tro> ^ negras, e 5 moleques, todos por pre-
epa commodee : no armazem do Machado no Rev
cifeN. 14.
^ Pentes de tartaruha, gosto moderno : na
ra do Rangel N. 44.
-* Urna preta de 22 annos de idade, vendedei*
ra, e mariscadeira : na ra da Cruz 32.
m Urna bacia de cobre mui grosso, com ope-
z de 3 arrobas por preco cmodo ; e um negro,
moco cozinheiro ordinario: no Patio da Matris,
loje do Relojoeiro Saboia.
-h Urna venda com poucos fundos, e sem al-
caides ; avista, ou metade, no beco da Lingoeta
N. 1- Um escravo cora oflficio deFerreiro,
que ganha no Trem 400 rs. por dia : no mesmo
beco N. ~
Urna escrava de nacfio, 1$ annos, engo-
ma, e coze: na caza N. 187 junto ao armazem
de a 1 ria Boa-vista.


Wi, !',
^
mma
-
hMMM
*
H.
;
[662 t
Urna preta.engomadeir, e costurara; du-
as moradas de cazas terrias com grandes quintaos
no bairro da Boa vista ; e 69 travs de 42 palmos
de comprido : tudo no aterro do dit* bairro
D. 20.
Urna morada de caza de sobrado com 2 an-
dares, e.loja ; urna dita terria com porto, bom
.qu mal, parreiras, arvores de fruto, e entre estas
2 loqueiros novos ; urna dita nova, ja tra vejada,
paredes dobradas, e bom quintal, chao proprio ;
todas, trez moradas na ladeira de S. Bento em O-
linda ; 2 forros para Brigue, ou Sumaca graude,
un novo, e outro velho ; 4 negros embarcadicos,
proprios para oservico d* Alvarengas, ou Lan-
chas ; tudo par prego cmodo: no Forte do Mat-
tos, ra do Arnorim, N. 125. s
COMPRAS.
~.
Oedas deprata : na ra nova lojede iri
ves D. 21.
Urna caza tesria em qualquer dos trez bair-
ros desta Cidade : anuncia a sua moradia, adver-
ando, que nao exeeda muito do vallor dequatro
centps mil res.
Compra-se ou arrenda-se urna morada de
caza de um andar em boa ra: na ra da Cadea
velhaN. 19.
k
ALUGUEIS.
A
_Luga'-se um preto padeiro : na loje de fer-
rage defronte da lgreja da Madre de Dos, N
202.
Aluga-se urna caza, terria na esqniaa da ra
do Nogueira : ra da Cadeia vellia N. 19".
j i n ::'.'- .
.,'' '


AVIZOS PARTICULARES.
'
V/ *"". Manoel Luiz Teixeira quaira procurar
urna carta, vinda de Portugal,- na Botica de Gus-
iiio Jnior e Companliia na Praga da Boa-vis-
^ u a .. ': i 1c-i Vi*
dos aquel tes Snrs.com quemtiver contas lhas a-
.prezente no prazo de 8 das para serem saptisfei.
tos, p'os tenciona retirar-se para onde nnlhor Ihe
convier. ^
?r< Joze de Fontes Medeiros retira-se.para An
gola, e para cumprir as ordena de S. Ex. faz o
prezente anuncio. -* .
,< Preciza-se de um. feitor para um cilio ;
qem estiver nestas circunstancias, procure na
ra do Amparo-N; 28 em Olinda.
Os filhos de Felippe B mdeira de Azevedo
do primeiro matrimonio, previne m o Kespeitavel
Publico, que nao devem comprar bem algum ao
dito seu pai ; por quanto ten do este de lhes Sitia-
fazer as suas herangas por parte materna, qne an-
dao por 4:000$ rs. igual quantia nao possue dito
eju pae, para pagar lies, e menos para desfalcar ^
se dos seus poneos bens.
' O abaixo asignado fas publico que se per*
ten le retirar dest Provincia trie 5 de Agesto vin-

datiro ; -q'tem.tivfr otas cAm elle baja de apr
zentalas narua.doVigario N 27.
Domingos Ferandes da Silva,
I
-
>

i .

loe

)
ESCRAVOS FGIDOS.
_JM o dia 27 de Dezembro fugio do engenjiol
Bijari um escrAvo de nome Placido, molatb* caf
ro, qu a primeira .vista parece bfanco, cabello
corrido, e acastanhado, cara redunda, f*ltfid
denles, e os que tem estao quase iodos podres*
boca pequea, beicos grossos, |;ouca barba, esta-
tura ordinaria, e he aiguma c usa cor)**fedb.t
grossura mediana, pamas finas, pe chatos,- ga-
go, trabalha de arpia, e.teiK de idade trila
edois annos: disem fora visto no ingQjso-
corro de santo .Amaro de J^boato : ho aartfcpM?'
mor Antonio Mximo de Sou za na Villa de G*-
anna que sera' bem recompensado.
' '[
< .<. v,
i
NOTICIAS MARTIMAS.
S
Nomos entrados no dia 28.
Alsm ; 47 das ; B. Amer. Rever, Cap. T.
Davies, carga farinlia, breu, resina, e sabio, ao
mesmo Cap. ';;. '
Rio de Janeiro ; 10das; B. E. Tirtude,
Cap. JozeGorgalves Rocha, carga fejfio, cafe',
teucinho, e fumo, a Manoel Joaquina Ramos e
Silva, passage'uo* 2 Sargentos, 1 Furriel, lMes-
tre de Muz-ca., 4 Cabos, 1 Corneta, 2 Mu-zicos,
eSSSildados, T? t
-. Liverpool j& dis ; B. Ing. Cordelmy Cap.
Jarr.es Zunter, carga fazandas, a Russell e Mel-
lors. a
JJl 4f)m i
Rio de Janeiro ; 14 dias ; Pat. Saudade,
Cap. Joze Franciaeo Selte, carga carn seca, e
fe fo, a Gaudino Antonio de Barros, pasRageiros
Wanoel Joze de Araujo e 2 esCravos, e Joquim
Henriques da Silva.
Serinhaem; 18 horas ; S. Felicidade, M.
Manoel Pereira, carga caixas, a Antonio Mar-
ques da Costa Soares.
.1
Novios sahidos no dia 28.


i
Gf) i i- -: '
Ounna; S Benedicto, M. Luiz Joze de
Castro, em la-tro.
Hio de Janeiro, pnr Jaragua', e Babia ;
Pao. N. Nger,:Com. o l,.P. Tenente Manoel Jo-
a juini Rodr'gues Sette^ pasRageiros Antonio
Francisco dosSntos Braga, Joze Antonio de
Freitas, Carlos; Antenio Viard, Adolfo Emilio de
Bois Govin*;Prospere Chcnevaux, o ex Com.
ii andante fo B N. Bom'F.iiii, o Piloto e 2 dia-
do-, Jze Joaquini PWrBj de Albuquecque, 26
Soldados rtcrutiig para o Rio, ,e 4 pora a Baha.
' .":


..
. .. i
ERRATA.
y O Diario N. ICO, a vises particulares, na
ultima pag. segunda col. 4 1.; lea-se Antonio
de Lima, em lug r de Antonio de Luna.
r.ij I. j.' '
PFRNAMB0O N TYPOGKAFIA pisARIO, RA DA^OLEDADExN. 498. 1831.
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