Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01265


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Full Text
\
0
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1
-^


ANNO DE 1831. SEXTA JElfU 15 DE JULfO NUMERO 150.
ssktsEs^
pto
Os anuncios, que nao f>rem dog^assignantes deverao a-
1 o ni da > d mai9ct>ndic5es, pagar por cada linha impressa 40 rs.
e ser entregues na Ija rfe L re roda ra dj Livrameuto' ge-
mente.
. .

.
"
'
Tudo agora depende de nos niesmos, da nossa prudencia,
moderacao, ejfenergia; continenles cmo principiamos, ese- "
remos apntaHos c^m a dmiracao entre as NacSes ma cultas.
- :M
Preclamacao da Assemblea Geral do Brasil.


.
PERNAMBUCO NA TIPOGRAFA DE NT-OXINO JoZE DE MlRANDA FALCA.
l
ARTIGOS DOFFICIOS.
E:
.
iXm, eRvm. Snr. --Envi a V. Exc. o in-
cluso Olficio, que me dirigi o Juiz de Paz da
Povoaco de S. Joze dos Brzerros, queixando-sc
do rroi:e'dimento'~do Reverendo Vigario da mes-
ma Povoaco, para que V. Exc, a' vista do seu
conteudo, haja de dar as providencias, que Ihe
parecerem justas. Approveito estaoccasiojjara
significar, a' V. Exc. 09 meo* respeitos, e mu
distincta considerar. Dos tiuarde a V. Exc.
Palacio do Governo de Pernambuco 4 de Julho
d.183l Exm., Itvm. Snr. Bispo Eleito desta
Diocese Joaquin* Joze Pinheiro de Vasconcel
los.
E.
lM resposta ao seu Offico de 29 de Junho
prximo passado, sobre o procedimento do Re-
verendo Vigario dessa freguezia, tenho a com-
rnunic.iir-lhe, que pelo Exm. e Reverendsimo
Snr. Bispo Eleito, a'quem remetti o referido Of-
litio, se rao dadas as providencias, que ellajulgar
necessarias. Dos Guarde a V. S. Palacio do
Governo de Pernambuco 4 de JuWio de 1831 ~
Joaquina Joze Pinheiro de Vasconcellos Snr.
Juiz de Paz de S. Joze dos Bizerros Luiz Joze
de .Vasconcellos.
T

E\ ho a dizer a' V". S. em respesta ao seo
officio de ,12 de Junho ftndo, que ha verdade ha-
ver o Snr. D. Pedro 1. abdicado em seu Filho
o Sur; D. Pedro 2. e bem assim haver-se no-
mea to urna Regencia Provista : por eor.seq 11 en-
ca nenhum crime commetterao ob Povos dessa
Villaje Flores- em festejar tao felizfs successos ;
e ajnda niesmo que essa noticia fosse falta, nao
competa a' V. S. determinar couza alguma a'
tal respeito esomente prestar o necessari auxi*
lioja's.Auctoridades Civis, quando I he requisitas-
sen?,, eso no caso de estar V. S. no commando
das. ordenanzas, e nao agora que porsuapropra
vontade se dimiti, epaSsou para o Sar-gentomor
Sehastio Joze Nunes, a qium tenho dirigido as
convenientes crdenspara a manutencao do soce-
go Publico- Dos Guarde a V. 8. Palacio do
Governo de Pernambuco 4 de Julho de 1831



:.
Joaquim Joze Pinheiro de Vasconcellos Snr.
Joze da Costa Nunes.
"f
LjM resposta ao o fifi co de V. S. de 29 de Ju-
nho prximo passado, em que pede, que se man*
d dar sold a seis homens, para seretn eniprega-
dos em diligencias contra os pretos aquilombados;
cumpre-me siguinificr-lhe, que nao pode ter'lu*
gar a sua requisir;o; devendo decommum accor-
do com o Juiz de Paz respectivo, a quem a Le, '
de 15 de outubro de 1827 encarrega a destru cao
dos Quilombos, remediar esse mal, para cuja
extercao nao deixaro de concorrer os Proprieta*
ros visinhoadesse lugar ate'por sua propria se-
guranza, e tilidade, e sem grvame da Fazenda
Publica. Dos Guarde a V. S. Palacio do Go-
verno de Pernambuco 4 de Julho de 1831 Jo-
aquim Jos Pinheiro de VasconcellosSnr. T-
nente Coronel Francisco Antonio de Sbusa Le-
ar.
___________ .
ao.
CMARA MUiNICIPAL.

i
P
2 a 8ESSAO ORDINARIA DE 5 DE JULHO DE 1851."
Presidencia do Snr. Maraes.
REzentes os Sra. Ve readores Caldas, Penco*"
to, Costa Jnior, Brito, Ludugero, Rocha, e
BeMfra Cavalcante, faltando sem causa o Snr,
Vereador Esteves, e com ella o Sdr. Veriador.
Paula. Propoz o Snr. Presidente, que se ntrasse
na Elleicao de urna' pessoa, que Seencrregasse
da comedoria dos presos park se poder orfcir a
Junta daFasenda, sobre a recepcfco da qai&i'a
designada, e procedendo-se a Elleicao, fo Ellei-
to o Snr. Ludgero com a maioria de votos, o fjual
por nao aceitar a Elleicao, se deliberou, que' s~
participasse ao Administrador actual da cihgdo*'
ria dos presos, Manoel Cardpzo da Fonceca,'pa-
ra que comprecesse a man ni nesta Ckmrant
Sesso, para receber as ordens precisas tendentes" .
a este objecto, e sobre o mesmo officiar-.-e 'S.
x. o Snr. Presidente.
Apareceo Antonio da Silva Gusm% e re-
quisitou, que -a pedra recebida do Procurador,
para o calcamento da ra Pracinha do Livrameri- .,
to, nao chegava para ham ter^ da ra, lenibrft*
do huma por9o de pedia, que nade existir em
cito


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Xi-
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*


61*]

poder do ex Inspector las obras Publicas, Tho-
inaz Antonio Nunes, tiradas da Ponte da Coa-vis-
ta, resolveo-se officiar-se a S. Ex. o Snr. Prezi-
z dente.
Propoz p Snr. Prezidcnte, que sefatia pre-
ciso tomar em consideracj a resposta que se ha i
va dar a Junta da Fazenda, sobre o offlcio, em
que participou ficar a illuminacao a desposic,ao
desta Cmara, e pondo se a materia a.votacao,
foi resolvido que ficaria o mesmo Arrematante ac-
tual athe que se linde o terapo da sua Arremata-
cao, e que depois della tomara a medida, que lbs
cnviesse, officiando-se ao mesmo Arrematante
' para se entender com esta Cmara.
Propoz o Snr. Vereador Costa Jnior, que
sendo preciso augmentar algum Patrimonio aos
presos pobres, elle se lembravar que Boa ventura
Gonealves Xaves, conhecido por Bonaparte,
deixou em legado huma casa de sobrado nesta
l'raca para seos rendimen tos se aplicarem ao sus-
tento dos presos a qual se acha, em poder de Joo
JSepomoceno Ccelho da Silva, sem se saber por-
que titulo, assim como tobem fom informado,
que ha' no cofre da Fazenda Pnblica, duzentos
jn rea pertencentes as rendas da mesma caza, ao
que se deliberou, que o Presidente da Cmara co-
mo Provedor dos Testamentos, e legados fizesse
arrecadar com a brevidade possivcl, nao s o di-
nheiro, mais a casa, pondo-se era Administrac.o
por esta Cmara.
Propoz o mesmo Snr., que se officiasse ao
Presidente do Governo pedindo providencias so-
lare a Escolla das primeiras Letris da Freguezia
da Boa vista, por se achar feiyada desde a qua-
jes na do presente armo, por ccaeio de molestia
do Professor que a exerce, e por nao poder ser
substituida pelo Substituto, per se achar este no
exercicio de igual substituirn na Aula do Liceo,
a que se resol veo officiar se com urgencia.
Propoz o Snr. Peixoto que estando debe-
i rada a mudanca dos curraes das cinco pontns,
para o lugar Cabanga para deposito dos gados fu-
ra do matad&ro, e fasendo-se preciso arrendara
torra aos proprietarios, que ali possuem, se achou,
que Antonio Joze Mus arrendava por 60 rs, o
dpalmo, quando o Coronel Manoel Correia de A-
V waojo aforava'por 80 rs. e como as medida, eco
[$ nomicas, e salutares, esto esgotadas, se officias-
se ae Excellentissimo Prezidente do Governo pa-
y ra dar o seo beneplacido a tal respeito, e resolveo-
H^ se pela afirmativa.
Propoz o mesmo Snr. Peixoto, que visto o
l^empedimento do Snr. Prezidente da Cmara, em
v o nao poder ser do Concelho dos Jurados, sobre
negocio tendente a esta Cmara, se disigisse a
acusacao contra o correspondente do Diario N.
118, ao Ouvidor da Coaimarca como Juiz crimi-
nal, para tomar a denuncia ; resolveo-se pela a-
irmativa, votando contra, o Snr. Vereador Be-
zerra Cavalcante declarando que se officiasse ao
Excellentissimo Snr. Chaneeller da Relacao para
este subministrar a esta Cmara o Juiz, que de-
vera' Presidir o Jury, neste caso to somente.
A presen tou o Snr, Bezerra Cavalcante hum
esclarec ment sobre o parecer dse nomiar huma
Commisso, para examinar as contas' do Procu-
rador, das cobranzas das condemnactfes impostas
pelo actual Fiscal, pela rlaco, que este deo a
esta Cmara, para entrar em discussao, e ficou
addiada para a primeira Sessao. Apresentou o
Mestre Ignacio Francisco dos Santos enea r regado
do concert da Letrina, hum Orcamento de
/
5903~0 rs. e ficou para se tratar na'primeira Ses;
sodeste objecto. Despacha rao se as partes, e
por ser da;la a hora declarou o Snr. Prezidente
feichada a Sessao, epira constar manda/o fazer
esta Acta^em que assignaiao, Eo Franc'sc An-
tonio de Carvalho Secretario Interino da Cmara
Municipal a Escrevi. MoraesJ*. Caldas, Pei-
xoto, Costa Jnior,' Brilo, Ludgero, Rocha, e
Bizerra Cavalcante.

Rio de Janeiro.
Protesto a' Naqo Brasileira, e ao Mundo n-
teirof pelo Cidadao Joze Bonifacio d1 Andra-
da er Silva, Deputado pela Baha,
J Oze Bonifacio d' Andrada e Suva, er do seo
dever, e honra declarar a face do Brasil, e do
Mundo inteiro, que inhibido pela forc de huma
deciso da maioria da Cmara dos Snrs. Debu-
tados que denega ao Snr. D. Pedro d' Alcntara
o Direito de Nomear Tutor a' Seus Filhoi ( deci-
so estaque o abaixo assignado julgu injusta e
illega, apezar da fonte d'onde emanou, pois que
o justo oro proven de homens, mas sim da Lei
Moral gravada por Dejs no corado e entend men-
to humano) nao pode, sem faltar, como disse, ao
sau dever, e a' sua honra, cumprir com a pala-
vra dada ao ex Imperador de cuidar na Tutora
ibs Desgranados Orfs que Ihe tinha commetti-
do.
O abaixo assignado pelos motivos cima ex-
pendidos, julga nao e3tar mais obrigado asa*
ti-fazer i promesa i frita, lojjo que nao valha a
Noineiinao Paterna que tinhu ac.ceitad. por sen-~~~
srbidade, e em agrail-.-cimento a' h nrosa con-
,Banca que wlle ponera o ex-Imperador.
Paqueta' 17 de Junhode 1831.Jese Boni-
facio a? Andrada e Silva.

Todo o respeito quevottamos a'longa idade,
literatura, e conhecimento3 do Snr. Joze Bonifa*
ci d'Andrada e Silva nao impede que juntemos
algumas reflexoiis ao seu protexto, dirigido a'
naco e ao mundo. A consideracao devida a's
pessoas he de certo algumacousa, mas cima de
tudo esta' a razo e a verdade. Queixa-se o Sr.
Joze Bonifacio de que nao fosseattcndida a no-
meacao que delle fizera o ex-Imperador para
tutor de seus filhos menores, e taxa a este respei-
to de Ilegal e injusta a deliberacao tomada na
Cmara dos Snrs. Deputados. Aonde esta' a il-
legalidade e a injustica ? Nao vemos.
Quanto ao Imperador menor o Snr. D. Pe-
dro 2. o, estabelece aConstituicao trez hypothe-
ses sobre o tutor primeira a nomeacao paterna
em testamento segunda na falta deste, a tuto-
ra de sua mae em quinto nao tornar a cazar
terceira finalmente, na falta desta, a nomeacao
da Assemblea Gerai. Removidas as duas prftaei-
i as hypotheses que agora nao se derao, a primei-
ra poique o ex-Imperador nao havendo fallecido
nao podia expor vontade sua em testamento a
segunda porque a mae do menino Imperial havia
ja fallecido resta a terceira hypothesc em que o
direito de eleger o tutor compete a' Assemblea ge-
ral do Brasilia qual nao podia neste caso defrau-
darle de huma de suas attribuices sem infringir
a Lei do Estado. Sera' isto injusto e Ilegal ?
Quanto a's Augustas Princezas, suppomos nos
que ge entra no direito commmn, visto nao ha ver
1
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_ Ju-tMta^lfifl


J
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Le constitucional a seu respeito. U po:9 dian-
te do Poder judicial que o illu tre tut jr nomea-
do deve requerer o seu direito, e nao protestando
ap Brasil e ao orbe mteiro. N j tocava a* As-
sembfea intervir neste c^so, aprovandu ou desa-
provandohum acto qualjuer da paternidade. 1-
gnorauos porem sea hum Pae he pennittido no-
mear tutor para seas filhos fura do caso de testa-
mento : nesta parte decUSj os jurisconsultos, a
quem cumpre recorrer.
Por esta resumida exposicao do negocio, cla-
ramente se v que a Cmara dos Deputados nao
tomn deliberado injusta ou illegal, quando dei-
xou de dar a sua aprov.igo ao decreto ou diplo-
ma em que o ex Imperador encarregou ao Snr.
Joze Banifacio d'Amlrada e Silva a tutela de so
us filtios. A Assemblea geral na ele icao a qne
?ai proceder, tera' senVduvida em considerarlo
as qualidades do candidato, e os servicos que
prestou ao Brasil; estando nos quasi cortos de
que hum to bom patriota nao recusara' da mao
dos Representantes do povo Brasileiro, a missa
qne aceitava da parte de hum Principe, cujos oes-
yarios tanto mal causarao a esse mesmo poyo.
(Da Aurora Fluminense.)
jfi -]


u,


M correspondente de Fora de Portas se quei*
xi, qne tendose tirado um lampiao, que estava
a esquina de urna caza velhn, por cauza da obra
em que esta ia entrar, nunca mais apareceu ha-
vendo Conveniente pozicao para e olio aixar no
mesmo lugar, e pergunta ao arrematante da illu-
minado, se esta' encantando o tal lampiao, ou
se'foi tranrportado para alguma ruazinha, onde
more algum figurSo, anda que mais escusa; g
que elle nao admira, por nao ser couza nova, po-
is quando se estabeleceu esta illuraina^o ras pri-
cipaes da Cidade ficarSo as escuras, em quanto
nutras cio servidas por terem a fortuna de hos*
pedar algum Cavalleiro.

Outro reclama do Snr. Intendente da Mari-
nha tome em considerarlo a civilidade decencia
e moral publica, ordenando como quer que seja,
que os cadveres dos mizeraveis Africanos, ora a
seu cargo nos armazens da Intendencia, sejao
conduzidos a sepultura difieren te mente do que
tem sido For vezes, isto ; amarrados a um pao
ns Inteiramente com escndalo de todos os mora-
dores de Fora de Portas : que julga se levara' em
conta na repartilo por onde sao providas as mais
despezas a pequea de urna mortttlha, para que
nao passemns por um Povo mais brbaro e mais
selvagera, do que aquelle, donde victimas da
ambicao huroaua.
_
Outro lembra a nossa Cmara Municipal o
concert da ponte da Magdalena, cujas estivas
principalmente esto podres e intermediadas de
buracos, no que pouco pode gastar, applicando
para is&o o producto do caes vendido a Joze Fer-
nandes Eiras, 650$ rs. preco assaz baixo, con:o
se de compadre fora; que com esse dinheiro, diz,
e podera' fazer o concert, tendo cuidado na
qualidade das madeiras empreadas neete fabri-
co-; porque julga que se for em progresan o uzo
de madeiras iracas para poitts clieg iremos a v3-
las de embaba e sabaiO'.<( o que seru' he.n bnm
para se nao acabar de i:csiru.r as nos.as matas,
que noshaovr a fazer falta, quando Se poda
construir pontea de pedra, que sendo extrema*
mente mais dispendiosas, serit comtudo um
meiode economa : que finalmente a Cmara se
nao esqueca do tal c ncerto, para nao succeder
que a ponte desaparece do numero das obras pu
Mica*.




Pede-se-nos a publicacao do seguinte.
lltustrissimo Snr. Juiz de Paz do Rccifc.
V Ou lembrar aV. S. os seus deveres Te
mos por muitas veres levado aoconheeiment de
'V. S. os nomes dos maos cidados, que se te m
exibido do servico das rondas nacionaes, e debal-
de temos esperado qne V. S. os mande chamar a
sua prezen^a e Ihes f^a verquanto se nos fazera
precizas estas rondas, e efectivamente se elles se
nao quizerem conciliar com V. S., pela imprensa
deveria V S, fazer publicos nomes d'esses indi-
viduos que pretenden* que os seus concidadaos
sofrao como burros de carga em quanto elles a
somno solt descaneao tranquilos. Ora pois Snr.
Juiz de Paz, parece durissimo que eu, e outros
que tao puntualmente temos prestado esse peque*
no servido ao bem da Patria sejamoa escornados
por esses, que s querem gozar da doce paz ser
cooperarem para ella. E' por tanto precizo que
V.'S. publique os nomes d'esses Snrs. que da ca-
ma contemplo o socego da Provincia, e que na
occazio ho de querer ser mais patriotas do que
os outros que tem sacrificado &aeo rapouzo a se-
guran9a publica. Esperamos por tanto que V.
S. sat isfa ca a o meo rogo alias continuare! a adver-
tilo pois sou vigilante, e das rondas cvicas o
P.

VENDAS.
Cabo constante.
- .


Otassa da primeira sorte, por preco cmo-
do : na ra da Cruz N, 3.
Um sobrado de um andar com sotao : na
ra do Rozario da Boa-vista N. 16.
Urna preta de naco, com principio de en-
gomadeira, e costura ; duas moradas de cazas
terrias no bairro da Boa-vista, com grandes quin-
taes; 69 ti a vez de 42 palmos de cumpri ment,
e palmo e couto de largura : tudo no aterro da
Boa-vista, caza D. SO.
Urna mulata, que sabe cozer, engomar, e-
fazer todo a qualidade de doce; em caza de An-
tonio Joaquim da Silva Guimares.
im A Fabrica de bolaxa, (com osescratos que
a gradare m, por pre90 rasoavel, ) da ra DireiCa
D. 10 : na mesma.
Urna preta, de 20 a 22 annos, cozinha
diario de urna caza, e cozechao : na ra do Pa-
lacete D. 24.
Na praca da Uniao N. 30
iNovo methodo da Gramtica Latina, por Anto
I nio Pereira 1 vi. em 12. encadernacSo nova,
' correcta e nitida ; edi^o de Paris
Arte Latina do mesmo autor, mesmo formato
edicao
Obervaoens sobre a carta Constitucional de
Portugal, e a Coustituicao do Imperio do Bra-
zil : por Silvestre Pinheiro Ferreira, 8. 1 YQ
lu me


. . 1
.
1






mmm


V*-


i
. e
\


[616*1
Falcao, tat cipel de la monarche Portugaise,
8. 1 volume s, .-,
Martens, Droit des Gens, 8. 2 volumes
Cours de Proit Public, por Silvestre Pmbeiro,
6. Svlomes

"
Lqgique de Condijlac, 18, 1 vol.
Kntretieus de Phociri, 18, 1
Constela du Tron, ,18, 1. "
Emile de Rosseau, 12, 3
Chefs d'ceuvres de Voltaire, 18, 4 vol.
Salvo, Conciderat. sur lesRevol. de 1 Europe
8. 1 vol.
Le^bns d' Histoire, por Yolney, 8. 1 vol.
Pags, Responsabelite Minesterjel, 8. 1 vol.
.


<
q
COMPRAS.
L/Ma caza terria.em qualquer ctos trtz bajros
desta Cidade, e o^ue nao exceda muto de 400$.
rs.; anuncie.
- 7H-----
ARREMPAMENTOS. ,
TT
CJ M sobrado de 2 andares com armazenveso-
tao no Forte do Matosj ra de Joze da Costa
N. 183.; quem o pertender procure a Joze An-
tonio Lopes na ra da Cruz N. 62.
-* Arrendaos urna caza no bairro de S. Anto-
nio,. reeUefic^da, com bos. commodoa para gran*
de Emilia, quintal murado e poco ; quera a per-
tender anuncie.
;; 'aVizqs particular.
JxIAnel Joze da Silva Braga faz sciente ao
respeitavel publico desta Cidade, e Provincia,
que tendo em transadlo de.negocio com Antonio
de Freitas paseado hum biliete de eobre da quan-
tia de rs. 60M0OQ JU ,7.7, e.duta de lo do passa-
do" JUnno, e agora avisado, pelo referido Frejtas
ter elle perdJp ^djto bilhete pedindo que apes-
so aig'uma o annunciante pagasse o referido bi
lhete, o estando o mesmo annunciante assim pre-
venido r'oga que pessoa alguma aceite O mencio-
nado bilhete em negocio, por isso que protesta
desd'ja nao pagar aotro que nao seja dito Frei-
tas, e tanibem recompensara' quem o apresentar
tomo ac lia do.
Quem for o rendeiro do sitio -Mangueira- a-
diante da passagem da Magdalena, annucie.
" Francisco Joze da Sifveira pertende jr a
Lisboa e assim o annuncia para cumpa ir as or-
dens.
A Senhora D. Heuriqueta Marja queira an-
nunciar a 6ua morada para se lhe entregar urna
caita vinda do Rio de Janeiro.
"Prcisa-se de hum caixeiro para urna venda;
quem estiver nestas circunstancias duija.se ao
beco da Linguetan. $. Na mesma precisa-se de
urna mulher, que queira ir tomar sentido em um
sitio na Magdalena, dando-se-lhes a morad la gra-
tis, ....
"Quem quizernstruir-se perfeitamente na
, lintroa Franceza, Iugleza, e Italiana, e viceversa
sa os naturaes de Franca, Inglaterra, e Italia na
Portugueza : podera dirigirse a' salla livre da
Cadeia do Reeife e ali procurem o Redactor da
Cigarra, igualmente qualquer pessoa que teuha-
demandas, tanto civeis como crimes a tratar, ou.
que esteioja em andamento, e queirao tomar
suas direcoes seguras, para indireitarem oa seu
processos ( aquelles que os tiverem em mao esta-
do ) achara' na mesma salla livre com quem tra-
tar, bemeomo por em dia, e era bom tomo
qualquer escrituracap Mercantil, ou de Fazenda.
Publica que estiver desarranjada em atrase, bem
corno se organiso debajxo de ragra qualquer pu-
blicado pira, o prelo de abasos, de empegados
pyblicos, seus actos arbitrarios, mfracoe de
Leys. .'. .'. :.' ..
:.- Guilherme Carlos Xajrier S'loyer avuza ao
publico que retira se.para Portugal; quem com o
mesmo tiver contas dirija-ae a gasa de sua residen-
--. Quem quizer dar a premjo de2 por 100 por
Itemj* de um anno 300$ rs. dandose-lhe urna
'morada de casas a an^a, annuncie.
...OSnr. e/tudante de Gramtica do Liceo,
Ique tirou por estratagema um comentario de sa-
lustio, eT.tolivro da ra de S. Joze, sobrado
nico que la tem, queira manda leva-lo a mes*
m -^Rebate-s urna le^ra,de 900-^000 ra. de bo-
as Brmas nesta Praca, a vencer em, Fevereuo de
18^2; quem quizer negociar a dita Letra, din*
ja-se a ra do Queiipado D. 11. # /
- Preqiza-se de umeitor para sitio perto des-
ta Praca,: no botequim, da ra do Coljegio^
" A pessoa, qu a tempos anunciou querer
comprar urna, carteira, decare a sua morada,
pois ha quem tenha este traste para vender em booi
n, e obra perftaraente acabada.
i .
A
ESCRAVOS FGIDOS.
13 dias auzentou-se da caza D. 51 na ra
doMondego um raoleque de 10 annos, c ira re-
donda, naris chato, peinas fin^s, e levou cair
za de amburgo rota esuja : a' mesma.
No dia 13 do me? prximo passado tugio
urca preta, de nome Rita, Congo, cor fulla, una
signal no rosto da parte direita, e levou um pan-
no da Costa,; quem a aprehender leve a a' ra do
P. Floriano D. fel, e ahi. se lhe pagara^ bem o
seo trabaliio.
------------
' NOTICIAS MARTIMAS,,
Navio entrado no dia 14.
Ri '
Jo de Janeiro ; 11 dias; IS.r.Dona Joanna,
U.e dono Jo^oDutra Wa^erley^ env lastro, e 2
pas^sageiros.
'> ''? .''' '
Navio saludo no mf?mo di,a.
ILipNPftES ; Barca Ju, ft P^nt, e 3 pas.
sageiros.

i. >
"J

PERNAl
^b'RFlA b"DIAIIO, RA DA bLEDADE N. m. Wl.


Full Text
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