Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01264


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Full Text

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~mm
m
.**-
ANNOJjgJgjl. QUINTA rfTRA 14 DE JULHO ^UMEPO T49
DIARIO DE PERNAMBUCO.
itissent
' as 8 luas d da vi,id > resumid >s e bem eixriptos
c wume oaqnini *unes de A breo, na do Lftra ment lado do as-
Os anuncios, que nai f rem d assijrnantes devera > a-
lem das de mais c ndicVs. muar po cada linha impresa 40 rs..
es-r entregos na liya de LivreiroJa ra d, Liviameutj s-
mente
Tudo agr depende de nos mesms, dannssa prudencia,
moderac3o, tener? a: continuem cuno principiamos, e se-
ren M aputadj* ccn .idmira^ao entre as Naces maij cultas.
Proclamarlo da Asstmblta Geral do Brarl.
.
Permambco ka Tipografa de Anto

QUARTELDOCOMMANDO DAS ARMAS
DE PEEN AMBNCO 12 DE JULIIO DE 1831.
O
Ordem adicional a do D!a.
Commandante d is Armas muito se reg-
7 ja, e tem a muior sutisf-ca em fazer publico
a s S rs. Ofi tea da guan oOffico do heor segtiint;Illm. e Exm. Snr.
endo noto-ia, eate'eeonhecida ror V. Exc.
a fJta de Officiaes de Tropa da primeira linha,
que fax a gha i cAf> desta Provincia, e ha vendo
alguns Officiaes, que se achao desempregados, e
privad 8 deseus respe.tivos sidos; julguei con-
veniente paiadccorrer a sobredita falta, ouvir o
Couselho deate Governo, e com o parecer do mes-
mo communico a V. Ene, que deve empregar
provisoriamente, -ate' d ciso da Regencia do
Imperio, aquella dos ditos Officiaes, queestive-
reui na cutumstocias de serea empreados,
?n ria das Tropas ja venciSo, antes deterem sido por
ni ro facto desempregados. Dos Guarde a V.
Exc. Palacio do Governo de Pernambuco 11 de
Julho de 1831 Joaquim Joze Pinheiro de Vas-1
concellos, lllm. e Exm, Snr. Francisco de Pau-
la e Vasconcellos, Commandante das Armas des-
ta P.ovin'cia Perianto todos os Snr. Officiaes,
que tstivere.u naqueflas circumstancias, podem
a prese, ntar se na Secretaria do l'ommando das
Armas, pre\enido3 de seus competentes ttulos,
t jilos os di; s, que rao forem de guarda, desde as
10 horas da manlia, at as 2 da tardo Igualmen-
te se publica para cohhecimnto daquelles a
quem competir Portara, e Decret seguinte
Port ria Manda a Regencia em Nome do Impe-
rador, pela Secretaria d*E*tado dos Negocios da
Guerra, remeter a. Commandante das Armas da
Provincia de Pernambuco o xemplar junto do
Decreto de 6 de'Junho do correte, sob a resolu-
ta" > da Assemblea Geral; ampliando a de-posi-
3ue o f c,a publicar na Ordem do Dia Palacio
.1 Governo em 23 de Junho de 1831 Joze Ma-
nuel de Murtas.
A
DECRETO.
R"genc'a Provisor, em Nome do Impe-
rador o Senhor Dom Pedro Segundo,' Suncciona,
nio Joze dk Miranda Falco.
--------------------------

e Manda que se execute a leguinte Resolucao da
Assemblea Geral Legislativa.
Artigo 1. as disposices dos Artigo pri-
meiro, e segundo da Lei de seis de Novembro de
rail oito eentos vinte e sete tambem se comprehen*
de as Viovas, ^praos menores de dezoito anuos,
Filhas solteiras, e Miles.
}. 1. Dos Officiaes de Segunda Linha do Ex-
ercito, que para ella tiverem passado da Pr.mei-
ra Linha, e venceremSoldo'
. .. fc Dos Officiaes reformados da Primeira'
Linha, e dos de Segunda Linha, que tiverem
passado da primeira, e vencerem Sold, para Ihes
ser abonada a metade d'aquelle, que vencio se*
us Maridos, Pas, e Filhos, ao tempo em que.
forao reformados.
. .3. Dos officiaes fallecidos, que tiverem
menos de vinte annos de serv 50, e estiverem as
circumstancias do Alvara' de dezeseis de Dezem-
bro de mil setecentos e noventa, para lhes ser a-
bonada a metade dr> Sold, que vencerio seusr
Maridos, Pais, e Filhos, se fossem reformados
nos termos do dito Alvara'.
Artigo 2. A a metade do Sold, que se deve a- ^
bonar a*s Vi uvas, Orfos menores de dezoito an-
nos, Filhas solteiras, e Mes, na conformidad^
a mencionada Lei de seis de Novembro de mil
itocentos vinte esete, he daquelle que corres-
ponde ao Posto Afectivo em que os Officiaes fal-
lecidos eetiverem servindo em virtude de Resolu-
cao, ou Decreto; e a' vista da hbilitacao ser-
Ihes-ha abonada desde o dia do fallecimente de
fieus Maridos, Pais, e Filhos.
Artigo 3. as habilitacea das impetrantes
seio eitns no Juizo da Coroa da Provincia, em
3ue ellas residirem, com audiencia do Procura-
or da Coroa, e Fazenda Nacional, e prestada
Han 9:1 idnea a a presenta rem Certidao do Tlie-
zouro Nacional de que nao recebem Ten9a, nem
Pensao alguma, poderao receber o meio Sold a
que tiverem d^reito. -
/. rtigo 4 as Viuvas, Orlaos menores de de-
zoito annos, Filhas s Iteiras, e Mes dos Offi i.
aes Infer:ores que forem reformados 110 Peal de
Alferes, ico comprehrndulas na di^pos'^o do
artigo primeiro numero segundo desta Resolu-
i
9ao.
F'Cao derogadas todas as dispos'^oes em
trario.

n-

c ^^-


*a*
JoaeManoal de Moraaa do Cetweno de ,
Ma Estado dos Negocios dn Gtfra, o fenbu ssim
entendido, t 0 faca executar com os Despachos*
necesarios. Palacio do Coveroo em seis dtrju-
ho de mil tcenteos trinta e hum, dcimo da
ndependencia, e do* Imperio.
Mrquez de Caravellas.
Nicolao Pereira de Campos Verguetro.
Francisco d Lima e Silva.
.
>

Jote Mtmoel de Maraes*

...
Francisco, de Paula e Vusco+ce
'
1
tos.


J\. ftks se tem espalbado nesta Cidade a voz
de que se pertende faaer urna revolta, cojo fun-
damento se dtla SeY a Xpulsao de Militares, e
Empregados Columnas, e o emprego dos Officia-
es, qqe em consequencia da revolucao de 824 fi-
carao sem exercicio : corre, que se pertendia im-
P$r*r isto do Sn'r. Presidente a frente de urna
forca armada e no caso de negativa da sua parte,
que-se eiectu*iria a sua depositan &c. Nos nao
aajberoos com que fundamento 6e assevera isto ;
iera porque principio se imputa a taes etaeS
lias pegsoas liberaes, e patriotas a agen
ca deste negocio, pertewcoes ambicise, cOiwri-1
tes e aliciaooes: entendemos que tudo naScera'
gu de ajguma indiscrip^ao, arnbiguid*de de ex-'
presses, oo grac-jos intempestivos. Ma se cr;
ejjeo se.perteade lanzar niao das arman para OD-.
tpr*o despacho dada em direito, e Justina, muito m' idea se
quer dar das intenees, com que isto se faz, as'*
quaes nao podem deixar de ser sintstras, logo que
nem ha rasa de suppr, oue o Governo nao a-
i>ua a'quillo, sobr que elle mesmo tem traba*
Ihado, nem motivo de recciar pela seguranza pu.
Mica por den.ora defse's providencias. Ora o *
ejnpenho maior oatentav-se pela admisso dos
Qfficiaes de 24; mas a maior parte destes com pos-
ta, de CidadaoB, cujo patriotismo rbido, e ex-
perimentado a toda a provi, esta va tranquila e "
socegada, e nunca lanzara n fio detupios violen-
tos para alcanzaren], que se attendesse ao seu di-
reito : quem pois o que por amor disto smen-
te queria comprometa- a seguranza publira. e
flor em contingencia as vidas dos Ci dad a os ? Se
taes intences houveBse, serio execraveis, e dig- *
gnas de punicao. O Woverno Presidencial arca-
ba per urna medida de Justina de mandar em-
pfegaresseaoniciaes; quaes podem ser agora as
perteocoes, fora da espera da Le da nossa Au-
gusta Assemble, que providencie sobre esses
malvados, que t'uhao os punhaes assacalados pa-
ra assassinar a Patria ? Nao, Pernambucanos o
hornera de sizo, o hotaem de bem, o Ctdaiiao
honrado e verdadeiro Patriota, nao derrama no
seio da Patria os terriveis effeitos da discordia
da anarcjija: nao. Nos estamos persuadidos, que'
nenium Pernambucano, que mereja este nome
tente ensaoguentsr o soto doscupatz; mus se
eUe existe, se conhecei* esse perverso, feri-o com
oanathema do de.-prezo, do odio, daexecr. r;o:
se um se deixa illudir, noo imitis, se vos per- '
tendem seduzir acautela i-vos. estai sempre aler-
ta, preveni-vos contra horneas, que vos convi-
da a guerra civil: elle o f i/cfh porque tem
em pouco as V03tas vidas ; porque querem ele-
' "
J
var-esubindo por escalas dos vossas cadveres.'
Cerrai o ouyidps a esses impostores,, que expo-
om-vos as perigos com promessae caricias, que
vosairastro ao prierpicie para el les so*gtahi_-
rem. As nossas Vontades bem regradas ho de
ser satisfeitas por hum Governo, cujo smmcitf
predicado ser popular; mas a 'injustica, ou a
barbaridad devera ser repellidas por todo o ho-
mem sensato. Lembrai ves sobre tudo, que a nos-*,
sa d. sunio nos tem causado inmensos males, e
feto elevar entes nullos, sem merecimentos, sem
luz+s, sem virtudes, sem conceHo. Removamos
esses tempos luctuoso ; nproveitemo-nos da pro-,
ara experiencia, vellemos na nossa hberdade que
pode ser atacada por muitos modos, e por diffe-
rentes inimigos ; vigiemos incessantemente esses
malvolos columnas, ou anarchistas ambiciosa^
se r.ao queremos ver toldar-se a serena aurora da
nossa Liberdade: ti cau|ella nao faz mal; cautel- ^
la pois, uniao, e respeito a' tei.
Maisbem informados do facto de Domin-
go anoi^csabemos, que ruto heuve nu-rte, e. ufa*
feri ment somente ; que nao sahirao soldadoB do
quartel, e que' foi jo Snf. Commandante doilara*
lho 18, quem se apresentou ah e fez acomodar
os soldados: tambera nos.assevero que um ta;
rJerne;roda Prac, que tinha a venda abert tot
c/uem den o machado aos soldados, que prtendi-
5o arroabar as portas *la botica.
'.
CORRESPONDENCIAS. ;
O^iVf. Editor. Rogo-lhe o favor e publicar
pela suafdlA, as duas certides que lhe remeto a
fiVn de qna o respeitavel Publico, seja sciente
(iuanto antes
M Seo Venerador
. Bitpo Eleo, e V. C.
f
Jba'm (TAssitfhpc'io Presbtero Srcfe e
Escrita o da .Cmara Episcopal por S, Ex.
Peterendtsiima 8fC
[Mobservancia da Portara cima, cert'Rco,
qtie revendo o rol da receita e despeza da Ca'xa
P .principiando desd' o primeiro de Agosto do
ano paseado the o ultimo de Junho passado,
' tempoem que S. Ex. Heverendissima adminstrou
'a dita Caixa Pia, delle consta* a receita seguinte.
Receita.
Agosto................ 547#060
Setembro............... 580#830
Otubro.. ;............ 3995840
Novembro.............. ^9^
Dezembro............*. .'. 104*240
Janeiro................ 349fe
Fveriro............... 492?
IvTarQo........'........ ^VS
Abril................. 223.55160
Maio ...... 467^680
jdnho:..::::..::.....JSl
Soma a receita 4i690^l20
Despega.
Agosto............. ... m$3M
Siembro............... 645#0Q


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O'^tubro. .
Novmbro -
JET zetitbro .
Janeiro. ,
Fe vrero.
Marco
-Abril
Maio
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1510640
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4370940
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4440500
mmto .. r ,..-.......... 45108GO
,ho ............. 4580860
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, Soma a despeza
Dmnulcao
Saldo conjtra a Caixa Ka
4;7490S2O
4:6900120
--------------#.
59#7:a
......

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y*
*
405
J83:
408
piados pela Caixa Pa no mez de A.
gOB^O........
Ditos em Seiembro
Ditos em Oitubro .
Ditos emNovembro...
Ditos em Dezembro------.........."
Dtos em Janeiro .............,...... "
Ditos em Fevereiro................' J "
D tus em Marco................ ]0j
D.tosemAkr,l............../......408
Ditos em Maro.?. **
>
itos em Jonho ........ ......-?'
.
bro
ARACOES.
c
Conioa despeza dos mezes, Agosto e Setem-
incluzve excedesse a receita" 17o04O0m..
participe a S.Ex. Keverendissima, paranelfWar
a tai respeito ; e o mesmo xcellentissimo eRe-,
veredissimoSnr. eni consequehcia da mhiha ce-
prez ntaco, decidi, que nao pagass o mez de
Oitubro, geno aos Ueeolhimentos d' Olinda,
Goianna, e !gtiar.:s, e igualmente aos Presos.'
da Cadeia d' Ofnda, ea algumaS pesscas mais in-
digentes., servindp o rendimento lo dito Oitubro
para indemnizar o exceSso contra a Caixa Pia,
pagar os 1510640 rs., eo resto para o mez fu tu*
r de Novemoio, jara se por em da a dita Cai-
xa. -%?,'
E como na mesma conformidade, a despeza,
dos mezes, de Novembio atheFevereiro inclusi-
ve excedesse taobern a receita 4480160 rs., par- ,
tuipe a S. Ex. Reverendsima, que decidi co-
mo cima se decl >ra$ eervindo orndimento de
Marco, paga a quantia de 1090560 rs., para in-
demniza^Su do excesso contra a Caixa Pa, posto
que a receita de Margo, nao fosse sufficiente para
satisfacer o, mencionado alcance : o referido he
verdade, aos ditos roes me reporto, evaiesta sem
cousaj que diivida faca, por mim feita, e asig-
nada nesta Cazada Cmara Episcopal d'01*da
nos 4 de Julbp'de 1831.

O Padre Joaquim T Assumpco
Escrivo da Cmara Ep ibcopal.
Portaras passadas por certido, segunda deque
trata a correnpondencia de S. Ex. Reveren*
dissima. .
u
.EvERENDisfliMo Sehor Chegando ao
Nosso ccnhecimento o motim, enesperado no S-
minario Episcopal na noite do dia 17 do corrate.;
e ser.do do Nosso derer averiguar quein foi, ou
qus forao os authores de smil hame atentado;
.'.... L .,.'."'. f J
qunl elle foi, e de que modo perpetrado \ cqnt^re-,
que V. S.ao dia 21 ih crreme va' acuelle Siiui-
nario, e judicialmente conheca do referido facto
para circunstanciadamenie -Nos certificar de to
do o acontecido, e pudermos dar as Providencias,
que este negot ro'i^rr. Palacio 'd 8olidade 21
de Abril de 1831 Pgrdigao Bispo Eleito, e
Vigaiio Capitular r- lllslrissifco e Rewerendis-
simo Snr. Vigario Geral 4 Bispado. >
' WuEtrisIrrK), e ReveVemiissinip Fenlio'rf *
Constando-Nos pela testemorino oVV. &f Qa*
no Siminsrio Episcopal reina hoje a paz, qtre n-
crozamente Pefeejamos ianter;/ e esperando que
baja prfeif menda da parte dos SiminaristMj
quederao cauza a inqunelo, a que Mandansy
proceder-; Determinemos que V. S. surta1 pro-
ce8so, e o faca terminar, chamando todos es Si-
minarfttas, nt tuja prezenca reprehender' en
Nosso Nome os que derao cauza ao motim exci<
tado na iKHe de Domingo prximo passado, re-
metendo-Nos os sus nomes. Palacio da- Solida*
de 23 de Abjil de 1831-----Perdigao Bispo E-
: filo, e Vigario Capitular Illustrissimo, e Re
[ verendiesimo Snr. Vidri Geral Joze Rebello Pe-
reira Torres. **TC
.-?
-
NA. Editor Sera' certo, qTie meia dwa
Q monopolistab se tem concertado no meio \
,. exercerem o monopolio na compra do gado vacum.
{ naFehra, na venda das drwt frescas ao ^ovtr
En ouvi, qne certos individuos, cujos fldrns pdr
ora calo, se havio con,binado co A nossa .actal'
Certara Manicipal a titulo do bem publico, d's-
se bem que ha' muita vez servido pava 4.ef^A j potafem comodistas,' e velliacos, para eonisegni*
rem, que a mesma Cmara Municipal Os abon-
' por Editaos para a Feira a fim de ahi compraretn
os gados aos cf iadoves", e'ds tiril llhart para
vehder. a carne ao Povo, e que eeteveesa grartdt-
oza transaco a ser concluida, nao obstante estar
o cofre da nossa Cmara Municipal tao exhausto,
que nao se concertao as pontes, nerr. se fazem ou
tras ( bras de publica utilidade a seo cargo, como
huma prizo segura, nos termos marcados na
Constituicao, huma caza de CorrecSo para sf
poderem colher as vantagens do nosso Cdigo Pe*:
nal, &c. &c. nSo obstante nao te a Lei do 1.
de Outubro de 1828 para tanto authorizado essas
corpora^oes admirtistftivas, que toda via quando
ainda podessem forcar e estender a inteligencia
dessa Lei, escoando-se a responsabilldad. nao
se podiao dispencar da execucao da Frovizao' de
20 de Novembro de 1823, que cassando a dft(ft*
sico da carunchosaOrdenacaa do L. L# Ttt.
66 8 ante-iconnmica, einaplicvel para 6 Bra-
sil, ordonou que seja livrf,- e franco todo o Co*
mercio do gado vacum ; e compadecer-se^, Snr.
Editor, com a disposrco d'esta Provisao a tal
transaccao do abono ?.,.. Parece que nao ; ..mas
quem pod afiancar, ^u todos os Snrs. Veria^do-
re soja o d'esse acerdo ? Eu ca vou rogando ao
Divino Espirito Santo, que os illfatnine para que
nao anuo a tal estrangeirinha afitn d que nem
peanos incomodados con* a alta de preco nesse
gfcro indispetttavel a tidi, nem otidsSo ense-
lho geral tenha este anuo, em que moito ba a ft-J
. zer, mais esse bico d obra paj* distrair d'outroi
objectos c|ne bavemos roislef. Snr. Editor, se es-
tas mal irpcadafc linhas *tne mercerem o favor de
huih cantnho no seo bom JornalIbe agradee
ficando \Tm. certo, que em eu tendo millar cer<


I
V
tmm
HH
'S
.

[6W.1\



t*%n deste negocio tornar! a enfalo. Adeos Snr.
Editor, ale' logo. Sou com todo respeito


S?u Venerador
Um Patricio.
No

ACttADO-


NAVIOS A CARGA.
Pasa Lisboa.
C
klEnve viagem com brevidade o Brigue Merca
m Passos, psr ter a maior parte da carga promp.
ta ; quena no mesmo quizer carregar, 011 liir de
pareagem f'ale com Joze Joaquim Joqge Goncal-
ves tr.orador na ra da Concei cao do Recife N.
32.
Para Angola por Bbnguella,
agnugue do Porto da* candas a< hou-ne a-
marrado um cavallo, cojo dono dev procurar
no Forte do Mato em caz* de Pedro Francezj e
dando as signaes, Iht sera' entregue.


O
AVIZOS PARTICULARES.

Sahe com brevidade a muito velleira Escuna
Desp'que; quem nella quizer carregar dirija-se a
caza do Propriet irio Joo Baptista Cezar, de-
frente do Corpo Santo.
t
.
.
VENDAS.
MJOn% eicravos com pratic de andar em lan-
cinas, e duas pretas, urna das quaes he venddei-
ra, e a Outra sabe engomar, etudo mais que
pe teme ao arranjo de caza: no largo do Cor>o
Sanio, esquina da ra do Encantamento.
; :^.Na Pracinha do Livramento loja D. 92 urna
preta ladina, cacanje, 24 annos, propr'a para
o ser?ico d caza por saber cofeinhar, coser, prin-
cipios de fazer renda: ao comprador se dir' o
motivo por queW^rld3" <
. Uina escrava, Angola, bonita figura, 20an-
engoma, lava, e cozinha : na ra do Quei-
... Farinh ele .mandioca, -e tapioca ; abord i
jamaca 3* Miguel fondeada na praia do Col*
IQ.
,4
.
...;,' COMPRAS.
V-* NA canoa de carreira, que possa com 8 pes-
soas; na ra do Creqp.? D.-3, bu anuncie.
As pessoas, qnetuterem os gneros aba;xo
declarados, e os quifesem vender, dirija >-se a
itendenia nos das O*, 1% 18 do correte
Tpz.
zeitecloce
D*, de Cfirapato
Arroz
Vinagte
. ft Carta que dirig o C- M. Telleirand a
Po Vil tra Inzua no itio de Janeiro m Portu-
guaz: ammeie.
PERDAS.
-
-i-, ~. i i
N.
O din 9 o corrate desaparecen um co per
digueiro, muito grande, e pintado : quem o qut-
zer restituir queira lev tilo a caza (fe Joze B irle,
aobiado, da esquina dos quatro cantos em 6'. An-
tonio e sera1 recouipersado. -
--------
*-
V

actual Depoz:tario geral, lendo no Diaria
N. 146 o anuncio do Snr. Luis Custodio Cor
reia, com bastante pezar tem por dever seo o de-
corar em primeiro lugar, que elle mesmo depozi-
tfflo geral fra", quem em pagamento de um man*
dado de levantamiento de maior quaritia, deo o
bilhete de cobre de 13#80, de qu trata o anun*.
ci mencionado, por sao que a nica moeda dis-
punivel, que Ibe resta da que recebeoda caza do
fallecido Villaca, o que nao ignora o Sif. Cor*
reiaf por isso que, Rundose lhe apresentou o bi->
lhete, ir o mesmo se lhe disse, apezar dequenSo
era mi*ter esta saptisfco. Em 2. _lugar tem a
perguntar a este Snr. em que Paiz ja vio duvi-
dar-se no pigamentn de bilWtes, qu dizem
A quem este me apresentar, entregarei a quantia
de tanto ? .Se por ventura nSo basta dous an-
n s e tantos mezes queoseop*. ^sujAia vio luz
do so! ?;Q?ieconc*ito e crditoquer, que se faca
detseos bilhctes de ctbre, a vista de tSd nogenta
duvida ? Oitro sim, quem pagara' ao Cofre os
bilhetesdaquellesque fzerem abalativo de via-
gem inesperada.,ou se'derem p.ar fados ? Res-
ponda Snr.'Carreta, etome o prudente Concuo
depag*r o bilhete, antes que se lhe dig qie te-
nha.mais juiz-j, ebrio, e va' Vm. amolmdo as
trancas ate' a caz* do Compadre Juiz de Paz.
O Snr. que por engao ti'rou urtia rarta do
Correio vindado Rio de Janeiro para Joo The
odoro dos GuimarSes Pernoto pode entregar na
ra Nova 4 segundo andar por cima onde io<
ra o Francez Beranger.
- Precisa se de 300^ rs. a premio de 2 por
10?, com o praso de 9 mezes a pigauvmtos de 5,
6, e 9 mezes, de cuja qnantia servir' de fiador
3 esrravos, quem a quizer dar anrtnncie.
Luiz Amonio de Carvalhoe Castro perten-
de retirarse para f ra desta Provincia ate' o fin
do corrente mez;*quem com elle tiver contal
q>ieira procralo na ra de 5. Francisco O.
7.
- Quem quizer dar 3OO$000 rs a joros por 4
meses com ipotca em urna caza; anuncie,
-'
i
ESCRAVO FGIDO.
V* -
'Hh





IM%> da 4c de Julho figio um negro, Francisca
alto, e groco,* levou ta'c* de p*no prelo remen-
dada d- ezul ferrete; ao Bote^uim da ra do
Rozrio D. (>. t
.
i.
No
TS 14
ERRATA.

P. S. da carta do Sentnel, (Diaria
146 linha 8 sem a qual lea se tem
qual.
m
PERiNAMBCO NaXyPeGAFIAU O DURiO, RA DA cOLEDADBN.0 498. lM.
.



<


Full Text
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