Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01263


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Full Text
mnm
i 'l'Jil W

.
ANNO DE 1831. QUARTA KJH1U 13 DE JULHO NUMERO 148
#
DIARIO DE .PERNAMBGO.
.eotelj. 16) onde.I receben comepdenc, ean.ci e..rtl,eren?ZXwTjff""' 7* d ""< -* *"..
Osanuacios quenao forem dos assifrnantes deverao a-
lem da de mais condicoes, pagar por cada linha impreosa 40 re..
e s*r entregues na luja de Livreiro da ra di Livrameto au-
mente, .^ i, ,
i
Tudo agir depende de nos mesmos, danossa prudencia,
moderacao, eenerga; conU/memos como principiamos, e se-
remos apcnlados cum admirado entre as NacSesmau cultas.
Proclamado da jftsemblea Geral do Brasil. -

Pernambitco na Tipografa de Antonino Joze db Miranda Falco.
>
"
"
ARTIGOS DOFFICIOS.
A.
.Chando-se cumplida por este Governoa
Patente, que lhe foi apivsentda pelo Snr. Briga-
dero Francisco de Paula Vasconcellos, para
Comiian laftte das Armas dista Pi ovincia, parte-
cipo a V: **.. (jue no dia 30 do corrente, de-
pois de prestado por elle o competente juramen-
tona Camar.i Municipal desta c'idade,haja efe
dar-he a respetiva posse. e entregar-lne ornen
ciohado Commando: Pdi* esta occsao nao me
posso d sp^nsar de dar a'V. S. os bem mereci-
dos louvores pelo zello, e actividade, com que
tem desempenhado as obrigcoes do E ni prego,
que to dignamente tem ocaupado, dando com
issb mais huma authentica pro va do conceto,
que nterpce abs seus Concidadaos. Dos Guarde
a V. S. Palacio do Governo de Pernambuco 28
de Junho de 1831. Joaquim Joze Pinheiro de
VasconcellosIllm. Snr, Com mandante das Ar-
mas Interino Francisco Jacinto Pereira.


s,

JEndo informado pela Cmara Municipal des-
sa Villa, e pelo Juiz de Paz, e finalmente pelo
Officio de V. S. de 15 de Junho prximo pas-
eado, que o Capitaomor Joze da Costa Nunes, a
pezar de estar fbra do Commando das Ordenan-,
cas, por se ter voluntariamente dimitido em ra-
sao de suas molestias, e idade.assim mesmo con-
tinua a dar ordena aos Officiaes das mes mas Or-
denanzas j cumpre, qu V, S. nao concinta, que
os ditos officiaes executem taes ordens, por se-
rein emanadas de quem ja no tem autoridade
para lhe as dar; e platicando o contraro, V.
S. os suspender' de seus respectivos exercicios,
dando depois conta a' este Governo. E porque
igualmente sou informado, qu,e o referido Capi-
taomor, unido a hum tal Pinto Madeira, perten-
deeotrar nessa Villa com gente de Cabrob pa-
ra perturbar o soCejrp de sus pciicos habitan-
es, ordeno mu positi vi mente a V. S. que se as-
sitti acontecer, inmediatamente se entenda com
as respectivas Aactbridndes Cvis para de com-
mum acurdb darm todas as providencias, que
fbrem n ce,saifas para manter a boa ordm, e a
tranquilidde da Vilid, e Seu Termo, proeede-
do a* ditas A.uctoridades a ttil resbeito na forma
da.Le. Quanto aos Capitae, .que lhe parecer
suspeitos, deve vigiar seu comporta ment Civil,
e poltico, e darme conta dos factos anteconsti*
tucionaes, que houverem de praticar para entao
se d arena as providencias, que forem j ustas, a vis-
ta dp9 mesmos.factos, depois de provados. Dos
Guarde a V.. S. Palacio do Governo de Per na m-
bucp,*4 de Julho de 1831-Joaquim Joze Piv
nlieiro de Vasconcellos Snr. Saro-entornor Com<
mandante das Ordenanzas da Villa de
Sebastij Joze Nunes^ de Magalhae.
Florea
O
Pede-se-nos a fniblicaqao da seguinte
PORTARA.
-
Administrador de diversas rendas Naciona-
es, em consecuencia de suas representacoes de 4
e 6 do corrente, fique na inteligencia de que deve
franquear o Despacho de Sabio de moeda meta-
lica,Jndependente desua quaiidade, e sem at-
thcao a Naciooalidade do Vaso em que so
pertender exportar. Rio em 9 Ai Junho de 1831.
Borges.

A
Vista dos Nmeros 4 e5 da Bussola parece
que se tero desvanecido em.parte as queixas do
nosso correspondente O homeni que se tera'convencido, que o nosso Colega, co*
mohomem livre nao quer advogar atiranniade
D. Miguel, como do mesmo N.3 bem e clara-
mente se via. Subsiste porem a questo da legi-
timidade de D. Miguel, sobre o que diz o noso
correspondente, que o argumento, que o-'nosso
Coi lega provau, todo jurdico que o ponto deve.
decidirse a face da Lei; que convida o nosso Col-
lega, para que sem mais outra mistura queira ter
abondade de tratar aquestao como ella merece.
Que o ser estrangeiro, ou nacional nao depende
de raciocinios arbitrarios, mas s da Lei. Que
esta exista contra o Snr. D. Pedro para o privar
da heranqa daCoraa Portugucza o que nega
Que assim mesmo se nega que D. Miguel tenha
algumqufi pfavoreca^ Mas; que dado, e nao
concedido que o Snr. D. Pedro nao gozasse do
beneficio da Lei petos factos, que sabemos, nunca
a Senhora. Mara da Gloria sua Jlha poderla
wm^F^f,


.

t
c
jertkm tirttto tefrauaifn. Qmfftn t nsuafl
poltica a respeito de Portugal, hauedeseja se
acieite o sea convite, e que o eularecao. O nos.
so Colleja responder' se quizer ao nosso corres-
pondente; mas julgamos do nosso dever emittir a
nossa iraca opimao a tal respeito: o dezejo de ad-
fegar a cauza da rifeerdade, cujo partido D. Pe-
rojingia haver adoptado, c a adulacao ao Impe-
rador entao do Brazil, fizerao, que se cancnssem
atguns escriptores ein provar, que o legitimo Suc*
ceseor da Coroa Portugueza era ste e nao D. Mi
guel; fez-se do direito torto, e os Portugueses vi-
eran a perder a liberdade ; porque o partido ab-
solutista mido ao legitimista suplanton o liberal,
a que sehavia ajuntado o unitario. Nos porem
no Brazil, que felizmente heje nada tem com Por-
tugal, olhamos para o negocio,' como eHe deve ser
encarado imparcialmente. A vista da Lei Portu-
gueza reguladora da successao D. Miguel pela
Jegitimidade de zentre o legitimo Re de Portu-
gal, senao prevlecem certas aecusacoes feitas a
sua mi Carlota pelos maldizentes ; mas qando
a Nacao Portugueza poder exprimir o seu voto, e
chamar para o Thrno, se quizer Throno, que*m
lha convier, esse sera' o Rei legtimo, (em cuja le<
gitimidade somente eremos) e se o chamado' for
(ou ) a Serihora D. ^f aria da Glora, qu fres
faca muito boro proveito. D. Pedro de Alcnta-
ra firaganca Bourbon tmha tanto direito a Coroa
Portugueza, pea mor te de seu pai, como na vida
dente tinha direito a Coroa do Brazil ; entretanto
nao fatou quem provasse evidentemente, que eRe
ara na Brazil o legitimo successor de Jco 6.
Sobre -estemesmo obj^rto temos urna cot
respondencia do Snr. Samora Jnior, f de quem
temos anda outra sobre a Bussola) que nao pu
blicamos por no querer cortvrr em cortarmos o
que nella se l de menos polido, oa offensivo do
nosso Collega.
m\


"
T Intendente proceder a escrupulosa indngacao,
quando lhesmandar abrir *iat4ula, corno se*
jaeertidSo de baptismo, ou pessoas que abonera
ser, q que se pertende matricular, Cidadlo Bra-
slero. Procedendo-se desta forma bem ira' o
negocio ; do contrario porem, novamente bater-
lhe-a'a porta, Snr. Editor, o
Sen apaixonodo
'Si
CORRESPONDENCIAS.
"
.
_JN&. Editor. Constarme, que o partido
iNabucal-Coiflmnattco da Provincia da Paraiba
do Norte ja esta* sem frca, por term algans par-
tidistas o desainr^ydo: uns retirSo-se para os si-
tios, e-outros para esta Cidade, o que julgo certo
por ja ter visto nest Praca o grande Joo Ma.ria
de Mascarenhas Rosadoemais alguns........
Eu dezejo, que estes Snrs. me digo se julgao,
que Pernambuco he lugar de criminosos, e de Co-
lumnas, porque se nao jufgao assim, hedesneces-
Bario virem, e no entanto son Snr. Editor seu a*
migo.
O Pcrnarnbucano.


S-
Nr. EditorE'tempo que o Brasil seja dos
Brasileiros; e nSo sejfio estes preteridos pelos Es-
trangeires. Ex i stem por ahi Pilotos Brasileiros
que despeito da melhor conducta, e habilidade
nao sSo empregados, ao ncesmo passo que qual-
quer Portuguez o he logo que a esta Cidade che-
fa, como Capit&o, ou Mestre de EmbarcacSss
rasileira, o que e' demaziadmente insuporta-
Ve), e antinacional. Eu estou persuadido de que
Jato acontece por ignorar o Snr. Intendente da
Marinha, se os que se Ihe apresent para seren
m:itriruldos sao Eatrangeiros pois que estes tero
0 ardil ce se dizerem Cidadaos Brasileiros : mas
para evitar a continuado desse abuso deve o Sr.

wSftl Editor -espero, que a raa TngrraTdad
me facHite um lugar no seu Peridico para a n-
ser^go do que a' certo respeito, se atha determi-
nado no Regulamento de Milicias; o que vai un-
tado com aFgumas reflexes, que me tem sugge
rido a sua taha de observancia. Sirva-se por tan*
to de annunciar a minha rogativa, com oque
muito obsequiara' a quem s preza de ser com
toda a considerado
Seu Leitor
O Miliciano.
Titulo 4, Capitulo 5. h. 1
Prohibe-se expresamente aos Officiaes M
licianos injuriarera de palavras aos seus subditos
e menos servirem.se de castigos, que os envilec&o
na*opiaiao publica ; antes pelo contrario, se Ibes
rcommenda, que os tratera de modo que todos
conhecao a estimagao, que se tem por elles.
Avista pois do que acabo de referir, hej>-ra ex-
citar ate a* cpmmiseraco que huma lo positi-
va recoramendacSo, embrada, enao menos ob-
servada na poca, em que preponderava a go-
vf-rnancaabaolata, wjo *gor postergada em um
Pniz, onde seus Naturaes se cractenso com a
divsa de drffen^oTes da Liberdade !!! Antes que
nao se me argua, de que procuro declamar va-
gamente, sem te precedido motives, em que fun-
de a minha expeciaeao, passarei a delllcn^trar o
rezuUado do que bem a'meu pezar, hei obser-
vado. Tendo-s constantemente prestado, como
he publ'vcissimo, a'huin servigo activo os Coipos
Milicianos, humas vezes com grave prejuizo de
seus interesses, e outrtke ater com risco'pesseal
na polica, que se reforcara pelos ltimos acon-
tecimientos da Provincia; pareca de justica, que
com elles se uaasse de alguma contemplaca, to-
das as vezes que houvessem de ser corrodos
por alguma falta de servico, inaependente de se-
ren protegidos pela citada Lei ; porem o contra-
rio se tem observado, em menosbabo da mesma
Lei, e de todas as mais, que assim o prohiben!;
porque a propensao natural, que tem d*ordina
rio a morcarte das auctoridades para o despotis-
mo, requmta 6obremaneira na classe Militar, e
por essa razao, quase por hum co6tume invete-
rado, a' que esses meos Snrs. se achao avezados,
sem outra alguma atteneo, do que contempla-
rem no melhoramento da poca para dativo de
proveito, maltrato e perseguem livres de remor-
sos os seus subditos com pretextos de ponen,
o nenhuma importancia, huma vez qu por in
ternedio desea perseguico possa realgar a iojpos-
tura Militar. Nada ha mais revoltante, e que
mais provoque a' lmm desatino assaz desculpa-^
vel, do que encarcerar-6e em hum callabou 90 in-
mundo, e oceupado ate' por calcetas, alem do
exame dos desmoralisad'os, e ebrios, a lium
Cidado Miliciano ( quase sempre da melhor clas-
se do povo ) so' por haver faltado a' huma guar-
da ou ronda He precisa por tanto que nfio se
abuse dos homens ate' aquelle ponto ero que a


*mm
'}


'


i#i
paciencia deiva de ser huma vrtde; que as,
-Aucturii'ades tambera canhe^o,. que nos todo
somos os legitimas herdeiros dos bens, que es\o
sendo inventariados, e que por tanto o resuhado
deve ser 90 m usco partilhado fiatetnalmen-
te.
P
AVIZOS.
El a Intendencia da Marinha se fas publi-
co aos Senhores propietarios e Capites d* m-
barcacoes, que tendo-se d concertar o farol da
Barra deste Porto, cessa o giro delta, e ap' sim,
ficando as luzes acezas fixas, com a metade da
vista encarnada pela parte do Mar
A. P. Carvalho. '
O
S cstudantes do Cursp Jurdico de Olinda,
3ue fizerao rio Diario n. 145 o aviso da red cao
o Peridico O. Pernambucano, partecipao
que as assignaturas para o dito Peridico, serio
de 640 rs. mensalmente pagos a' lecepcao do pri-
meiro n. que sahir no mea, e que ellas serao re-
cebidas, no Recite, na Botica do Snr Jo a o Perei-
ra ra do Rozario, na loja do Snr. Quaresma na
fu da Gadeia ; em Olinda na botica do Snr. I*i.
nheiro ra do Amparo, e na botica do Snr. Gon-
Xga ra deS. Bento. As subscripces das cor
respondencias, sejao de assignantes~do Peridico,
uno, devem vir reconhecidas por Tabdiao, e
assim serao publicadas ainda contra os prppris
colaboradores, os-quaes desde ja det)a*xo da ig-
nominiosa falta depTome*sa fVrta ao re?rp*itavel
Publico, declaro nao sufibca*]seip atunce a*
amisades, porem podendo alguma corresponden-
cia pela effervescencia com que Tora feita conter
artigos contra Leys, tal corresponderioia nao
sahira' non. segueinte a' sua entrega, se seo au*
thor exigir a publicado necessariamerite sua
vontade sera' cumprida. As correspondencias se-
rao recebidas na caza n. ? 50 ra de S* Beato, em
Olinda, e sendo ellas entregues as quartas fei-
ras, e sabbados ate' as 2 oras da tarde serao pu-
blicadas no n. proxirrio segihte, e analmente s
se sabera' quera foi o author do^qualquer corres-
pondencia sendo elle'charia'do caza da Cmara,
e tal segredoguardar-se-ha afim deque sssuscite
o dito cnamartiento para o que o Publico fique
certo do carcter cjeste, ou daquelle.
Nao publicamos as correspondencias do Snr.
Joaquim Florencio da Fonceca Silva, e de M.,ae
Jeanette Duneu, por serein de interesse particu-
lar.
' O
--------------------
TJIEATRO.
1cUinta feir 14 do corrente, a beneficio de
Frima Feliciana Actriz no Theatro do Recife,
ha vera' o seguinte expectaculo. Dar" principio
a overtura SipiSo em Cartago. Seguirse-a
u representacao da tragedia Bruto em Roma;
- no im do 1. acto a Benefciada cantara1 urna
nova Aria Italiana que anda nao oi em Scena
Ueste Thoatro.-No fim do 2. se executar a'a o-
vertura de Eduardoe Chvistina- No fim do
3. a Beneficiada cantata' com um dos Actores
o Dueto. do -- Impostor Bazofia No fim do
4. seexecutara' a overtura da Italianp, em
Argel. o "fim do 5. a mesma Beneficiada
Editor.
.

e
cantara* .tiom Henrique Carlos o novo Dueto ch<
gado da Cor. e Onde esleve toda a nouie. Fin
do qual seg-uir-se-a o novo Pantomimo o"-- C/t*
zamento Campestre Findando com o ~ Minu'
te Afandangado exetutado pela Beneficiada e a
Dama Eufemia.

1
LEILA ttOJE.
L \
rz Gomes Ferreira & Mansfield fazera leK
lao aoje quarta feira 13 do correte a posta do
seu armazem no Porto das Canoas, de um por-*
cao de farinha de trigo avariada : principiara' as
11 horas da marcha,

w
^r:mata S-BL'je quarta feira* 1 do copente se bao efe
arrematar em basta publica, na praca do Comer
quera por eolias raafor preca der, onde se acbar^o
as amostras e lista debas; cuj ac totora' prnjej-
p"o as 10 horas da maujxa^s declara pertei ce-
rera ditas caixas ao cazal do defunto Manoel Ma*
thias de Freitas
- i' r


M sobrado d!um andar, e sotao ; na ru
Rozario botica N. o 1^; ;/
Um negro canoeiro, e unta.mulata que sabe
c'sr, engomar &c, na ra do Colegio andar
por cima dq Botequim.
j-. Bixas com a condic;ao de trocarle as que
nao pegarem : na venda efe 4 portas da rua do
Vigarw) esquina para o Forte do Mattos,
? Um chapeo para Senhora, todo de seda cor
efe rosa'ricamente ornado a ultima oda de Lis*
boa : na roa Nova D. 4.
A armacao da loja D. 18 as 5 Pontos, a
dinheiro, ou a prazo: na mesma.
Um sitio na estrada da Piranga tom caza de
vivnda, a frente, e trazera de pedra, e cal, 4^
as cazas de taipa, parede-e meia, arvoredo, e bal-
xa com capim por preco cmodo : na ra de Or-
. Gevada nova a 120 a : na ra do Roza-
rio Botica 0.11. ,'
Um escravo com oTicio de tanoeiro : na ru>
das Cruzes D. 7,
-* Urna carioca nova, 'bem construida, fsotq.
um boi muito bom ; quem a pertender anuw
Ce* TT
" Um cvalo muito novo, proprio para car*
rinho ; quem o pertender anuncie.
Urna molata de 40 annos cora u ma filna do
5, coze,lava, engoma, e cozinha : no Vardou*
ro de Olinda N. 8 18,
?-Urna venda com poucos fundos na ruado
Rozario, que faz esquina para a das Trincheirat;
quema pertender dirija-soV na do Queimado N.
66.
^Bixas-^ loucja emgifos contada : ra d*Ma*
dre de Dos, defronte da Igreja.
Urnas poucas de arrobas de papel servido ;
quem as quizer anriuncie.
Bandas de retroz para rtfflc'ae*, na ra do
Q leimado, loja de ferraje ,defonte do beco 4
Congregac;ao.


BWfc*
mi -

*


[603]
%
-y Um escravo de Vinte annos, -h|J>fl para, o
servido de caza, e official de capateiro ; m Olin-
da, na ladeira da biquinha de S. Pedro, n.
30.


E.
COMPRAS.
^jScratos de toda a qualidade com oflicio on
sem elle : na ra das Cruzes D. 4 2. andar.
Ulna preta moasa, que saina* cozer, e en
gomar perfeitamente, sem vicio nem achaque;
quem tiver anuntie:
. -


-
P
PERDAS.
Frdeo-se ura bilhete de cobre de cem mil re-
s, passado no da 9 do correte por Manoel Lu-
iz Gonsalves; o qual ja esta' prevenido para o
nolpagar, senao ao anunciante, e este declara
que ninguem fa^a tranzacao alguma com o dito
bilhete de N. 226 ;Ja pessoa goe o adiar pode
leva-lo a Praca da Unio N. 20, Sond se pa-
gara1 o adiado.


.

P
AVIZOS PARTICULARES.-
ta de xila urroxda, calcas de brim ; e urna
trouxinha de roupa. Quem o pegar leve-o a seo
Snrf o Vigario de S, Antonio do Ileqife Luiz
Joze d'Albuquerque Cavalcante Lins, que re-
compensara'.
Em Outubro de 1830 fugio urna %scrav de
no me lzabel, cassange, boa estatura, rosto re-
dondo, sobrancelhas fechadas, olhos pardea, la-
bios grossos, dentes limados, e pe's pequeos :
quem apegar leve-a aOlinda no Varadouro N.
18, que sera' mui bem recompensado o seu tra-
balko.
REciza se de um pequeo para caxeiro de
venda na Cidade de Olinda : na ra de Machias
FerreiraN. 24.
A pessoa que percizr de um caxeiro Brazi-
leiro para ra, ou armazem dando fiador a su
conducta; dirija-se a ra da Praia D.25, ou a-
nncie." ,
Quem percizar de urna ama forra para todo
o'servico'deuma caza'; dirija-se a ruada Cadeia
velhalojeN. '42.
~h George Thomaz Benn subdito de S. M. Bri-
tnica perteride retirar-.se para a Bahia no Paque-
te Niger e como nSo teVe^ qegocio com pessoa
alguma nesta Cidade nada deve somente faz est
anuncio para obter passaporte.
Precizasc de um nomm, que saiba tirar
leit^ e paeforar vacas : na ra do Rozario botica
D.ll.
Quem quizer alugar um negro para ir ven-
der fazendas, e ouro no mato, anuncie, ou diri
jase a ra do Padre Floriano D, 33. ,
. Quem tiver para arrendar um sitio' a mar-
fem do Capibaribena Magdalena, ou Ponte do
fxosi anuncie.
Jesuina Candida. Monteiro de Andrade,
Professora de primei.ras Lettras desta Freguesa
de S. Antonio do Recife, partecipa, que se tecn
mudado da ra du Livramento para a do Quei-
ruado, cazan. 16. 2 o andar, onde tem estabe-
lecido a sua aula, e pode ser procurada pelas suas
dbcipulas.
R
NOTICIAS MARTIMAS.
Navio entrado no da 9,


.lo Formozo ; 24 horas ; S. Tetis, M. A.
Carneiro d' Almeida, a J. A.Lopes, carga can
xas de assucar, e 2 passageiros.
Arribou a Sumaca S. Antonio Ligeiro que
sabio no dia 3 do crreme.
.!
Dia 11.
* Rio de Janeiro ; 8 das ; B. Estrella do Ca-
bo, C. Domingos de Mello, carga carne, a Joze
Ramos de Oliveira.
H
Navios saludos no dia 9.
^Ambuhgo; B. Tritn, Cap. Brechlins, car-
ga assucar, e algodao.
llambrgo; B.CEolus, Cap. Cock, carga
assucar,' algodao, e couros.
Philadelphia; B. Co, Cap. Kiik, carga
assucar, e coiros. ~ r.
Falmouth; Paq. lng. Osborne, Lom-
Walter Lslie.
^ Monte Video ; B E. Alge*^
Dia 10.
.Rio Grande da Suj ; S. formosa, M. Joze
J. (Je Mello, carga sal, e coiros.
Mateio ; R N. I. Bom Fim.

Dia II.
Gibraltar ; B. Ing. Oriol, Cap. Wdliam Sy-
mons, carga assucar.
Liverpool; Barca lng. Columbiam, Cap.
William Venei ; carga algodao, e assucar.
Trieste ; G. Columbiam Pache, Cap. W.
W. Cook, carga assucar, e algodao.
Lisboa; B. Mrquez de Vianna, Cap, Manoel
Goncalves da Silva, carga assucar, e algodao,
passageiros Manoel Aivcs Machado, An-
na Augusta Tavares Ozorio Maciel Monteiro e
um filho, e Gregorio Tavares Maciel da Costa.
- Ajtdou o B. Bom Fim.


N,
ESC/tAVOS FGIDO.
:
O dia 29 de Junho fugio um moleque de
Angola por nome Joo com os signaes seguintes,
alto, preto, cara foi, e tem em cada" pe' um de-
do mais pequeo do natural, e he o que fica junto
ao mnimo ; levou xapeo de palha chileno, jaque-
H^BHIHHHHII^^^HBHHHHIHI
PERNAMBCO NA TYPOGRAFIAU O DIARIO,- RA DA SOLEDADEN. 498. 1831
ERRATA.

1^1 O Diario N. 147, no primeiro avizo par-
ticular em vez de ra Direita D. 2j --la-se
Pracinha do Livramento em- caza de Luciano
Joze


'
v-


Full Text
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