Diario de Pernambuco

Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01261


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Full Text




ANKO nE 1831. SEOUNQfl FftIRA 11 DE JULWO NUMERO 146
DIARIO DE PERNAMBCO.

i
Sabsrreye-se mensalmente a 640 rr. paco* adiantado*. na Tipografa do Diario roa da Solidado V. 498 ; na lrja deKvron d
, PraCa da tJniito N. JO ; na Loja dJ Livreiro de Joze Joaquim Nunes ie Abreo, ra do Livnimento lado do Nas-
onde te recebem corrsep .nd.'nciaj, c anuncios ; etes inserera-se gratis sendo dos proprios a-signantes soroente, e vind
assigrtados, e aera o publicados po dia inmediato ao da entrega, send^esta feitaate' as 8 luas dj da viodo rezumidos e bem eacripto*
Snr.'FittWd*. PraCa da
eenfe D 16;
Os anuncios, que na forem d >s assignantes devora-) a- j
lein das de mais c.ndicor s, pagar por cada linlia impressa 40 rs., 1
si entregues na loja de Livreiro da rita dj Livrameutj un- I
unM
ente
Tudo agora depende de nos mesmes, dannssa prudencia,
moderacao, eenerg a; continuemos cimo principiarnos, e -
remos apuntados com admira cao entre as NacSesmai* caltas
Proclamado da Jsttmblta Geraf do Brasil.
Pernambdco na Tipografa de Antonino Joze de Miranda FalcA.


) '
CORRESPONDENCIAS.
S,


^Jnr. EditorOs Pernambucanos primeiras
victimas .Ilustres datyrannia* dos cicarios do&r.
Bracranc de Bourbon, aquel les que virao os Snrs.
columnas fazer tao boa cama, ehoje os poupao
a deitar se nella, tem dido nestes ltimos tempos
asmis acrisoladas provas d'nra assignaladp pa-
triotismo, e convencido os nossos inimigos que
nos so'anhelamos a liberdade legal, nem mais
nem menos. E como em grande parte devenios
isto as ro-.d justo dirigir mos duas palavras a' aquelles indi- .
viduos que ategora ainda se nao prestars, alias
devendo o, com o seo, contingente a aparecer nes
ta scena tao patritica. O nosso Exm. Presiden
te consultando a opiniSo publica mui judiciosa-
mente deujnstruc,oes aosjuizes de paz para con-
vidarein e allistar aquellas pessoas que quizessein
prestar-se, para se criar rondas de seguran-
9a publica. as listas pois vemos que esponta-
nea, e livremeute se allistaro alguna individuos
que melhor lhes fora escusar-se. E ja aue erra-
damente se copfiou do prompto d'alguns Snrs. que
com isto julgarao incampar-nos, devemos asse-
gurar-lhes que nos nao precisamos dellePpara
sustentar, dar forc* e solidez ao nosso dho edi-
ficio politico. Mui estranhavel he por CWto que,
alguns senhores sabeudo o dia fixo em que devem
restar esse pequeo servico, e sendo avisados pe-
os seus cabo respondao promplos e nao apare-
jo na occasio, qbrigan-Jo ao cabo dar-lhe se-
undo aviso ; e tal a' que nem a ca7a vai para
ificultar o encontr. Neste numero entra um
certoSenhor empfegado publico qua athe hoje
anda nao prestou serv9oa!gum pretextando mo-
lestia vai todos os dias a' sua reparticao. Es*
te Senhor sendo novamente avisado respondeu
que em estando bom se acusara pro sa roesma noite foi encontrado pelo seu cabo
quando ron Java as dez horas da noite. Ora pois,
a este Senhor empregado e aos mais senhores que
para taes fins se tem togado responderemos com
num bom escriptor moderno A consciencia,
guando limpa, e isentq de remreos, nunca pro-
cura desculpar-se: toda a dcsculpa indica crime 1
remorso,
J/um da ronda,
i
Nr. EditorSupposto que nao pertendia
incommoda-lo, para n So lhe tirar o precioso tem-
po, que tanto precisa para dirigir sua estimavcl
folha ; com tudo forcado pelo amor que tenho a
nossa cara Patria, ainda que drila andasse au-
sente para mais de 17 annos, anda nao lhe per-
di a amizade, bem como o paladar do gosto da
boa ordem e do socego, em que agora estamos
vi vendo, por se acharm os annos quasi congratu-
lados ; deveno-se este alutar motivo a porfa,
emque esto as nossos actuaes A autoridades e
os nossos cancidads para se manter a boa or-
denv^alem deste risonh quadro temos as actu-
aes folhas, que se esfoico para o mesmo &fn ; c
para que este brilhante socego continu, sem que
haja motivo'de discordia, e censura, como ja vai
havendo, e eu tenho presenciado alguns ressenti-
mentos sdbre. as rondas,cvicas, porque dizem,
que huns rondo, eoutros dormem tranquillos;
ftlm desta suspeita queixo-se alguns, que ySo
rondar lio, e#lr isto iieo fatigados, e que no ou-
tro dia%piao se incommodados para cuidarem
no iuteresse de sua vida; por este motivo lem-
brei-me de fazer o plano, que vai abaixo indica-
do, par* que sendo do agrado das Authoridades,
e dos nossos actuaes Juizes de Paz ( principal-
mente dos trez bairros ) se mande por em execu-
rao, ea.Vmc. a ver se merece ter lugar em sua
folha fazer vir ao prelo o seguinte.
1- Que em cada ra sejao alistados todjs os
varoes, que nella orem domiciliados, e a pro-
porcao do seu numero se fa^a huma divis: 5, que
toque a cada hum iudivduo huma ronda das 7
horas da noite ate' as 12, e desta ate' as 5 da
manh no espago* de 10 a 8 dias, sendo este ser-
vico feito na mesma ra do seu domicilio.
2. Que os rondantes no tempo, que estiverem
empregados neste servico, devero conservar hu-
ma luz, ou na porta, ou na janella, dentro ou
fbra para se poder com facihdade recoahecer
todas a3 pessoas, que forem encontradas de
suspeitas, e alem disto no caso de haver chnva se
^acolherem, ficando sempre com tudo a lerta pa-
mr*o reconhecimento das pessoas, que transitarem
por ella. i
3. Que todas as pessoas, que forera leconnei


+%
r -

[598 ]

cidas suspeitas, sejo entregue de quarteirao era
quarteirao ale' o seu domicilio, e quando nao
tenho, sejfio couduzidosdo mesmo raodo ato'
cadeia, no outro da seja averiguado pelo
Juiz de Faz, que qualidade de individuo he, e
os que forem achados com armas fie faga o mes-
mo; digo com armas ou com outra couza, que
cause damno a'seguranca publica.
4. Que o Juiz de Paz seja primeiro Fiscal
das sobreditas rondas ; e como este servido se
Ihe torna assa's pezado para elle so, devera' no*
mear Fiscal, eeste devera* fiscalisar duas ras,
cuja fiscalisncao podera' ser feita a hora que mui-
to bem quiser, e lhe parecer, e que sejao muda-
dos da mesraa sorte, que forem as rondas.
5. O Fiscal, que o Juiz de Paz no mear, se-
ra' obrigado a dar-lhe huma -parte por escripia
de todos os factos, que se passaiem durante a sea
fiscalisaco'; ena mesma responsabilidade ficao
os cabos, ou commandantes das ditas rondas pa-
ra com o Fiscal nomeado.
6. Os cabos ou commandantes tero huma se-
nha, e o Fiscal nomeado o sancto, bem como os
cabos tera hum apito, para fazer signal quando
srja preciso a reunio das outras rondas das dif-
ieren tes ras, para ser prezo qualquer facinoroso,
ou outra pessoa que nao queira obedecer a' ordem
que lhe for intimada, ou para aquellos, que se
. poserem a fugir, serem logo agarrados pelas ron-
das visinhas.
V. P Que para esse salutar servico nao se pode
escusar pessoa alguma, salvo por causa de mo-
lestia, e quando a tiver devera' dar parte ao Fis-
cal nomeado de dia, para este dar as providen-
cias; para que o numero re arcado dos indivduos-
. rondantes nao se diminuao : e a pessoa que se es-
cusar a' este servico tao reciproco seja chamado
pelo Juiz de Paz a primeira e segunda vez admo-
eBtado, e pela terceira seja banido desse alista
ment, e seja o seu nome posto ao prelo, para
.ser tide e havido como hum raa'o Cidado, e um
inimigo da boa ordem ; ficando so' excetuado
desee servico os Es tu da rites das Aulaj^ publicas ;
salvo aquells, que se dfferecerem espontnea-
mente. 1j^aw
8. Que a polica e a tropa de linJ Icomo as
pessoa9 que lenliao huma subsisten^^Jferta, se-
jao empregados as rondas dos suburrros da Ci-
dade, digo dos ditos trezbairros, e a fiscalisacao
que deve haver, seja feita pelos seos respectivos
commandantes, ou por quem elUs delegarem, fi-
cando obrigados a dar parte ao Juiz de Paz de
tudo qu'anto acontecer.
9. Que a cavaleria miliciana fara' o mesmo
servido como os mais Cidados armados, visto
que para este servico se prestao todas as pessoas
alistadas nos differentes corpos milicianos.
10. Que os cabos notneados deverao ir rece-
ber as armas na casa do Fiscal nomeado, e quan-
do forem mudados a's 12 horos entregarao a' a*
quelles que os vem vender, e estes pela manh ao
Fiscal,
E no maissou com attencao-seu constante Lei-
tor e assignante
J. E. F.
S
Nr. Editor. Na Addicional a Ordem di
Da. de 50 de Junho prximamente rindo, o.EJ
cellent ssi'iio Sht. Commandante das Armas tom*l
quelle critriio. esingeleza, que mulo destn-
guem, previne ao Publico, que gerSo 'sempre de
entendimento, e nao devontade ogerros, que elle
bou ver de eonetter no exercicio de sitas funecee
Militaren, "e que em todo o caso confia, que os
bpns Pernambucanos oadvirtao, quandj ejl.s
hajSo de apparecer: Este proced ment revestido
de outras mais circunstancias, expendidas na Or-
dem sobredita, muito se conforma com as actuaes
circunstancias, parece ser dictado pela pruden
cia; sobre tudo no comeco da commandancia,
faz persuadir, que S. Ex. desejando viver em
harmona coia os Pernambucanos, procura igual-
mente nao capitular com a desenvoltura da Tro-
pa, ao mesmo tempo, que sera' prompto, e im-
parcial no reconheciment do mrito ; porem por
essa mesma razo, que acabU de referir, como es
teja couvencido dos puros sentimentos, que an-
maos patritico cora cao de S. Ex. quero ja d'
agora adverti-lo, para que nao se precipite em
certa ancadilha, a que pode ser impellido pelas
sonoras lamentacoes dos columnas refolhados,
que nao cesso de excogitar os meios mais ardi-
losos, para illudir a bdh f e docilidade de todos
os Comtitucionaes. Em consequencta do que o
Excellentissimo Snr. Commandante das Armas
para poder afastar de si o damno, que lhe esta'
minante, e nao perder ja mais aquelle bem me-
retido conceito egaral estima, que irremissiveU
mente lhe hao de grangear as suas virtudes socia-
es, deve antes de fazer a ^roposta, que parece
me tera' lugar na reduego, ou nova organietcao
do Exerc'to, representar sobre tudo a Regencia,
sollicitando ordena mu positivas para seconhecer
dos Crimes, e conductas dos Officiaes Columnas,
e que privados os tactos por Concelho Militar,
ou pelo Foro Ordinario, se passe a observar com
elle alei sobre a reforma ; com o que de certo
se pratica hum act > de decidida humanidade, a-
pezar.de que rest rtamente procedendo-se contra
similhanto gente, ella rao se fazia credora d
contemplaban alguma. He por tanto de urgente
necessidade dar a eonhecer a esses meos Snrs. ,
sustentculos do Despotismo, que eltes ao menos
devem passar por alguma prvac,ao, sofrendo tan-
to, ou qnanto de huma morte civil; pois que ao
contrario a impunidde dos ciiir.es arrojara a
muitos individuos a aventurarem revolucoes do
toda a tvmeridade, e de planos ate' impraticaveis,
huma vez quetivessem a certeza",* que muito de-
viaa^anhar com o feliz rezultado d'huma tal es-
pecula^b, assim como que senao pegassem as
sangu^gas, nada perdriao, e que nem ao me-
nos o mappa soT.eria alteracao alguma, ainda
mesmo frustados todos os recursos.
-s Finalmente Queira a Providencia, que ache
todo acolhimento no coraca j do Excellenlissimo
Snr. Commandante das Armos esta minha adver-
tencia, afim de que todos unsonamente coadju-
vando a S. Ex., possa este Snr. deseuvolver-se
com facHidade na espinhosa, e ardua trela, de
que se acha enea*regado ; e estamos firmemente
persuadidos, de que os feitos de S. Ex. corres-
pondern d' ma maneira nao equivoca as suas
distinrtas qualidades.
Nao desejando por mais tempo, Sr. Editor,
interrompe-lo sobre o mesmo objecto, o que tera'
lugar na primeira occasiuo, espero fomente, a-
gora, que Vm, faca a jastic^ de acreditar-me,
que sou &c.
O Amigo da Ordem.

P. S.
Nao menciono os nomes dos Officiaes colura-

4
1
.



c m i
as ; porque non informado ja' ter o SxceMentis-
simo $nr. Commandante huma relaco nominal
circunstanciadamente observada.
/
a3)2Vk. Editor. J vejo que os Illustrissimos
do Ohdense tem medo da minha aguada baione-
ta, que e^ta'agora, que um brinco. A respos-
ta; que.acabao de dar a minha ultima cor-
responpncta, inserta no seu Diario I36p mes-
mo de cabo de esquadra. Como que querem ca-
0 pitu lar com migo! laso nunca. Agora havemos
de ir as do cabo, e eu hei de por-lhes a calva a
inostra. Chartiei-os Aristcratas, querem ser,
e os seos feitos o vo mostrando. Olhe, meu E-
ditor, nao falio senao em DeputacSes (Quem da
f del les para isto?) e at foro aconselhados por
certo sugeito (o manstnho Dor excellencia) q ue
entrassem na Patritica, pois era um bom meio de
se mostrarem, aim de conseguirem ser Dep-jta-*
dos. Persuadem-se, que ningiiem sabe, senao
elles, e at tiverSo o orgulho, de dizer, valhaa
verdade, que o que hay i a de bom n= Academia
de Ohdae3tava na Patritica, fistes e oUtros
factos, que agora nao refiro, consttuem ou nao
um liomem Aristcrata ? Cuido, .que me l?vao
a parede em dizer que eu na > raciocino. Pois
Snr. Editor, eu passo daqui por diantea mostrar
quetn tem falta de Lgica, e desde ja se aoronte
para ver desliados os Qlidense* um por um, e ve*
ra' entSo que tecido de parvoices.eI1ei tem. Ver
como a Aurora (ancora de multoVenodiqueiro)
pelos Illustrissimos guizada, e sopada, assada,
cuzida &c e quando. l,he falta algunas colza oara
encher oNumero que deve sabir sem fal'encia
(poiqueellcs tem palavra> la yao a Encicloped a
Britnica no artigo G:.rgalh, toleirs, o
unis acabado em os, como tolo, pedante. P'*
zem os Illustrissimos como que um Sentinella
sabe tinta coiza, poreu dizer que elles quea >
ser Archontes dos eserriptoret de toda a especie.
Na verdade esta tirada dos Illustrissimos ca*>az
de fater rir um candieiro. Venhao ca meos lllus'
trissimos, nao sejo tao orgulhpzos, olhem que o
granadeiro velho, antes de se entregar ao servir;?
das armaa,*cursou.tambem as aulas, esa.be tam-
bemasua Historia, norem ardendo o seu ora-
cao pelo amor de defender o seu Paiz, trocou.Mi-
nerva por Marte, arraucou-se as delicias, aqite
viva afeito desde o berco, e quando foi ocasJja
parti como um dos 300 Fabios para onde o flP
multo da guerra chamava a sua coragem. E que
tal, Illustrissimos ? Sei ou nSo sei historia ? Po
rem deixemonos de satisfaces, vou concluir esta
correspondencia, dizendo aos Illustrissimos, que
elles dario um coice no Di abo, se acaso .estives-
sem avezados aos prejuizos, que segundo elles,
oicupSo o espirito do Granadeiro velho ; porisso
que quem tem pelejado pela L'berdade nao poete
amar osj vicios de Governos defeituozos, Pergunto
gora aos Illustrissimos, se isto raciocinio, ou
nao; pois ja vejo, quesem licenfa delles senao
pode follar lgicamente, Em fim, tratem os Il-
lustrissimos de arranjar o seu peridico a expensas
da Patritica e nao se meto com o Sentinella,
que quando Jhes callar a baioneta de veras; os h
de p6r doidos. Entretanto, meu Editor, ca vou
continuando na minhapesq uiza; e acerca dos
Illustrissimos nSo dou f delles, senao para os
surzir, quando foroccaziuo. Aceite um Ad.o*
xilino que I be enva.
O Sentinella frruambucano.

J?. *

E nao me ia esquecendo o principa) f ^p.n>
.todos os diabos Agora qne faz bom tempo
que o Publico sabe de tanto Redactor no ,Qhn-
dense : o 1 e 2. N.em quanto estayo por
aqui oshomens, nada ; era um o Redactor, que
ficou no esquecimen/o o mais silenciozo, assim
que chegou a noticia da queda do Imperador,
sem a qual alias nada servia : Dos nos livre," pa
ge de Jargo Por tanto nada de impostura, op
parapeito loavors sejo dados, e os cavalleiros
de vizaira callada reirontem-se ao tempo das cru-
zadas; pois na nossa idade ja se nao uza isso
Adieu, adieu-va.
. ..

AVIZQS DO CORREIO.
*{j BmoE Brazileiro Mrquez de Yianna, de
que he Capitn Manoel Gqpcalves da ilya, re-
cebn a mala para Lisboa no dia 9 do crtente ao
meto dia. .
- Pela Administraco do Correio.Geral desta
Provincia se partecipa que o Paquete BrazUeiro
Niger parte notlia 1 do corrente para os portos
de sua escala, salvo sealgum incidente extorvar
a ultimacao de seu fabrico, o que de novo se a-
nunciaral As mallas serp entregues, na vespe-
ra as 0 horas da noite. _.
- A Sumaca S. Kita.Carlqta, ,d> que >JMes-
tre Joze Joaquim Alves, recebo a mala para,o
Aracati no dia \S do correte ao meio da.
- OBrigueSiazileiro Bom-ftm, de qqe ,e
Capito Jrtaquim f emandefe Cqlhd, recabe a ma-
la para Lisboa no dia 5 do correte pejp ro^|
dia.
i
1


CYNDAS.
vendedoita%4e *": .* ua do
U'Ma escrava
Padre Floriano N. 46.
- Pentes de tartaruga da ultima moda: na
loie de Gadau filho.
- Urna gr^fc Serpentina de estanho, e putra
maispequeniJ kbre: em cpza de Antonio Jp-
ze da Costa Arijo. *. : n ~\
^ Na loje de livros da Prar;a da UO#9 V* 4>
osseguintes Imprssos'

a
a
20
00
60
Taboadas de unidade
Cartas de Syllabas
.Pautas
Receita de Tayuya'
Telgrafos de bandeiras
Mappas mensaes das Companhiaade Ca^a
dores de segunda Linha *
Ditos tobem mensaes para Regimentos fi
avallara a
Diarios Nuticos o cento *
Dois sobradlos cada hum.de hum.ao andar
na ra do morim ou CaldeiVeiro O. l->du*s^
zas terrea no Pocinho da panela D. 1, e, .nu-
ma dita na ra do Ncgueira D. 1, huma da na
ra de 6. Rita D. 6 ; quam as pertender tal^cpm
o proprieurio das mesmaa no sobrado da iraci-
nha co Livramento 0.25.
.-Hum escravo Angola, SO annos, sadio, car-
reiro, e de todo o servico ,de.cmpo, urna j?w
molher do roesmo escravo, 25 annos, ayadeira^
engoma, e de servico de can.p>.um ca^,1.,rU^
com muitos bom andares de meio para baixo do
W


/
redea solta, de segunda muda, e de multo boa fi-
gura : no engenho Diamante da fregtiezia de
Goiana caza do senhor do mesmo engenho.
Um molato de 16 a 18 annos, bom para o
cervico de caza ou pagem : na ra da Cadeia ve-
]ha n. 18.


M
COMPRAS.
Enslmente 6 caadas de azeite de coco
no botequim da ra das Cruzes D, 3.

U.
ALUGUEIS.


Ma caza terria na ladeira da Misericordia
em Olinda: ra do Amparo, padaria de D. An-
ua Mara.
Escravos de ambos os secxos : em caza de
Antonio Joze da Costa Araujo.
Um sitio no lugar da Estancia, junto ao rio
com mu tas arvores de fructo, e caza de vivencia :
na ra do Vigario Loja de Barbeiro.

i
.

' 2

F
AVIZOS PARTICULARES.

.

queoAhnuhcianterl'ematou e como o letigio
anda se nao concluio, constando-lhe que o dito
bilhete anda em giro, declara que ninguem o re-
ceba, porque nao sera* pago, se nao depojs de
recolhido outra vez ao mesmo depozito geral.


'
-


ESCRAVO FGIDO.
N.
Alecendo em o mez de Dezembro do anno
passado na Villa de S.*Antao, onde era mora-
dor, Ancelmo Pacheoo, declarou no sea testa-
mento, que devia a trez pessoa; e porque se ig-
nora quein sejo os Senhorcs credores partecipa-se
que dentro em oito dias se procure o testamentei-
To Antonio Joze Pacheco e Silva, na ra dos
Qnarteis D. 1 para se entenderem ditos credores
ccm o meamo testameuteiro, ejustificarem as su-
as dividas no inventario, a que se esta' proceden-
do naquella Villa com pena, de que nao appao
recendo se faca partilhas.
Faz s publico, que trez dias depoisdoem
que se fndou a roda da Lotera do Seminario de
Olinda, foi posta na imprensa do Diario a lista
geral dos premios da mesma Lotera, (lepis de
se liaver tentado a sua impr^ || na Fidedigna,
que declarou nao a poder efefl m, e nao tem si-
do ate' hoje publicada por l^possibiliddde da
Tipografa.
Joaquim da Silva Moreira perteode ir ao
Camoiim, e o faz publico para cuinprir a ordem
do Gi verno.
Snr. que quer comprar a cabra ( bixo ),
dirija-se a caza de Francisco Xavier da Cunha ,
alraz da Matriz da Boa-vista.
Troca-se una negra, lavadeira por outra que
eja capaz de servir urna caza : na ra d'Ortas
D. 63. I
Pertende-se comprar um escravo crioulo, de
nome Joaquim, a' viuva de Bernardo B nano ; e
como se desconfa que ha ja alguraa pmhora feita
em dito escravo, ou ontro qualquer embarazo,
faz-se esta declarad-So para Beguranca do C90A"
prador, e a pessoa, que tiver algum direito ao
dito escravo annuncie.
Luiz Custodio Correa faz publico que tendo
recolhido ao deposito geral hum bhete de
13#980 re, passado em 30 de Maio de 1829, por
ser o excsso do que devia a Joze Felis pela caza
O da 3 do corrente Julho fugio de borda
do Bergantim Brasileiro, Principe Imperial, an-
corado ua praia do Calegio,, um escravo msri-
nheiro, de nome Silverio, rosto riscado, alto, e
reforcado ; quem o aprehender o podra1 levar
abordo do mencionado Bergantim, on a caza de
Joze Goncalves Pereira, na ra da Cadeia velha
n. 19 aonde sera' recompensado, -
iNo da 6 do crrante mez desaparcceo por
detraz da caza da opera hum escravo de nome Ca-
etano, Engico, idaqe 18 a 20 annos, estalu ra or-
dinaria, aleijado do dedo immediato o polegar
da mSo direita, falto de cabello no alto da c-ibe-
ra, toma muito tabaco d po', mas he omito
desembaracado no fallar; levou carniza, e celou-
ra de estoupa, ou alg-odao : desconfia-se que
fosseseduzid. por andar a' dias em companhia
de um crilo, com trajes de jangadeiro, sem que
seo Snr- soubesse, se nao depois da sua fuga ;
quem delle souber, ou o aprehender, procure a
1." padaria da ra dos Quarteis D. '5, e ah sera'
recompensada.
NOTICIAS MARTIMAS. .
Navio entrado no dia 9 -
tfOsTON ; 52 dias; B. E. Algerino, Cap J.
P. Kuiomlrs, carga farinha de trigo, tabuado,
arroz, e mais gneros do Paiz, a Ferreira & Ma-
nsfield.
o
A
ARTIGO DOFFICIO.
Vista do seu Officio de S6 de Junho pr-
ximo passado, em que ir.e partecipa a continua-
rlo das desordens na Povoacad do Ableo, mo-
tivadas p*lo Tenente Coronel Joa Baptista da
4&arra Grande, e pede hum destacamento de ''ro-
pa de Linha para a mesma povoac/i ; tenho a
signifkar-lhe, que nao podendo ter lugar o Des-
tacamento, que pede, nao so' pela falta de Tropa,
co^no principalmente porqfie a Polica deve s?r
feita per Paizanos, que sao os mais interessados
nosotego publico de qualquer lugar, onde exis-
ten arreigadospor bens, e familias ; nesta data
Officio ao Presidente da Provincia das A-Ugoas,
para dar providencias sobre o comportamento do
referido Tenente Coronel Joao Baptista, que V.
S. a cha ser o principal motor de todas as desor-
dens. Ao Com mandante da Fortaleza de Ta-
mandare' se vai ordenar para receber os prezos
de sua jurisdicao, no caso de ha ver ali priso suf-
ficiente. Dos Guarde a V. S. Palacio de Pe>-
nambuco 4 de Julho de 1831 Joaquim Joze
Pinheirode Vasconcelos Snr. Juiz de Paz da
Freguesia de Unna Franc seo de Barros Reg.
8
PERNABIBUCO NATYPOGRAFIAU O PIARIO, RA PA SOLEDADEN.* 498. 1831..


.
SUPLEMENTO AO DIARIO N. U
Pernamtimc na Typagrafia e Antonino Jozede Miranda Ealcao,

CORRESPONDENCIAS.
JR. Editor Respondo a carta do Sr.
ParahiWano inserida no se uDiario 128,
Defender a Brasileiros perseguidos por
mera vinganca de um partido sedicioso,
outr'ora declarado inimigo do Brasil: de
ftnder.a Brasileiros de quero tenho provas
d ariheso a causa da Liberdade, he urna
accEo, qu.erouito me honra, eum deyer
de todo Cidadao verdadeiramente Patrio*
ta ; roas oceupar os jornaes pblicos coro
libelos famosos, fomentar a intriga, sus
citar odios, e vingancas entre Brasileiros,
que divididos pelos sempre terriveis effei-
tos das revolucoes parciaes, tendem coro
ludo ao mesmo firo da Liberdade, e que
por isso popero unir-se, e prestar servicos
a Patria ; palentear ero firo os erros da
auas opinies nesta, ou naquella poca,
erros de que mu poucas excepc,e* s en-
contrad, e que todos estaos sugeitos,
como homens, he so proprio de uro a-
narchista, perturbador da ordena social,
amigo da discordia, intrigante, e que as-
pira a fins, que por agora nao deejaroos
publicar. *
' Se, ao Snr. Paraibano annimo nao
merecen* conceito o Coronel Trajano e
o Major Joaquina Jos Luiz, merecerao a
eutros Brasileiros, talvez mais justos ero
seu pensar ; e para demonstraremos esta
proposicao, e dar-mos ao mesmo tempo
uroa ideia da sedicao da Parahiba contra
os dous deportados, de quero ac bamos de
fallar, publicamos o documento jup.
Rstame dizeraoSr. Parahibano, (fie
sendo essa odiosa polmica, para que roe
desafia, so proprio dos escriplores do Cru-
seiro, e Analista de nefanda memoria; eu
a dispreso como indigna, mrnente vind>
ja borrifada com os lpico* da rivalida-
de, e d'odio particular, como se deduz do
ttermo gratuito de Sargento despresado
-de queja mais se serviria o Snr. Parahi-
bano. se tosse imparcial, e de toro sens;
e se a pesar disto nao ficar satisfeito, e
quiser dar pasto ao seu genio vingativo,
dirija-se aos Senhores Coronel Trajano, e
Major Joaquina Jos Luis, que eles lhe
respondern corno entenderem, ou pro*
curarao aquelles recursos, que sao lcitos,
e permittidos a todos os Cidadaos Brasi-
leiros, e nao se queir valer de miaba
pessoa para instrumento de to vil pro-
ceder, poi que d'accoes tao picaras, gra
9as a Providencia, me tenho ate hoje
izentado, t
SouSenhor Editor.
Seu assighante obrigado.
Bellarmino d'Arruda Cmara
.
Copia ,dn> officio, que a Cmara Muni-
cipal da Villa do B rejo d'A rea dirig > a
Cmara da Villa Nova da Raiuha da Pro-
vincia da Parahiba do Norte IUautrissi^
mos Senhores Tendo aparecido por
esta Villa a vaga noticia de estar ero pora
pleto barulho a Capital desta Provincia so*
ando ao roesroo tempo o d es aprasi vel ao
de terem sido dimittidos o Commandante
das Armar, e mais outr w B npr ga los por
pesgoas alias indianas da cocnanos p ibli
ca e que rouito tem concorri lo para retar-
dar a nossa justa, e bem entenidda Lber
dade, e que tendo sonr.ente teito familia*
rero a Provincia para exerceremseus ge-
nios anarchicos, edisfjfcaremse com ini
migos particulares despresando o beai
geral, qoedeve ser atendido pelos homens
probos daJj*roviticia ; Esta Cmara nao
podendo^wir por mais tempo tao justa
indignacl^e magoando se grandemen*
te pela injostica praticada, e por ver di-
lacerada a Provincia, por intrigas par
ticulares, que nunca tiverao lugar na or-
dero Publica, e roesmo quando se trata da
Cauza da Liberdade, tem de pute ioar a
a V. Ss. tao assustadora noticia. He a
causa principal de tal rootiro o fizer se
reforma de varios Eropregados suspeito*a
Cauza Publica. Ora se esta exiga til re-
forma porque nao f< i decaaos (tue a n e-
reciao? Porque razo ficara Empreados
tantos maos homen, dando-se principios
alias a expurgarle a provincia de tal
gente suspeita a Cauza? Nao se ve que
presidio a tal reforma a perversa intriga,
e disforco, cauza do* nossos males ? Nen.
huma coi poiaco Hvre, e nenhum libera,


i ii Vi*Ti
&.
mmm
mam
wm
mmm

I
ama a ufr f tria* e o bm Publico,
a m fV r quedo tao injusto barulho,
- a Caii-a Publica exige refirma fac*t-
se, pnrem *.'ja em todos ; e por isso eta
Cateara c rh cendo em V. Ss. distncto*
st ntiti nikx, e use *st*rau promptos a ohs
t.tt im-les qee | e>-ao ja h je s bre nosta
Provincia, tem de levar ao coheciment
de V. S>. e~te objtcto, para que V. Ss,
pesando este n; roci com maduresa de
liberem como lhe convier, ficando d' an*
teir.ao scients de tal noticia, que deve
ser tranmetida as Oais Cmaras do cen
tro, com toda brevidt.de, como cumpre,
Dos Guarde a V. Ss, me. an. Villa do
Brejo em Sessao extraordinaria de 30 de
Maio de 1831 Joao Nepomoceno Bon
ges, Fancisco Xavier de Miranda lien
riques, Jos da Costa Machado, Bento
Correia Lima, Salvador Gonsalves da
Silva*
.......

i
'
t~ Logo depon que foi publicada a
correspondencia de que trata a carta
do Senhor BeHarmino de Arroda Carne*
ra, recebemos tota la a que nao demos
lugar no Diario, por ser extensa, e tra-
tar de objecto particular, e de ontra pro*
vicia ; tambero o nao ficemos em al*
gum suplemento ; por que desde eit-j
nunca nos foi possivel conseguir a sua im-
pressao nern oa Tipografi; Fidedigna
nein ta nossa. Estas as razes da de-
mora da re* posta do Sur. Bellarmino, e
nao outras, como o mesmo parns fazer
honra ee dignou enviar-nos^ Ver, ten-
de alias motives suficientes pMT se con-
vencer do contrario. Entretanto nao nos
pozado pagar a ingratidao mao mo-
do com um segunda 7asor.
O Editor.
Si
XR. Editor U go-lhe o favor de
dar pnblicidade em sua estimadsima fo-
Jha as seguintes pessas ofticiaes da Cma-
ra Municipal da Viila Real do Brejo d'
Atea, com -o que su pon lio tcaro arrolha-
das-as bocas desses piuqusimos Senlio*
res Nabuquistas, que mal instruidos, e
com menos vergoaha apregoao seus cri*
niinosos fei tos como virtudes Platnicas;
<# isto nao 6>r bastante conitnuarei m
*i

s!\>re*en\wlitros milito* documentas com
osouaes mostrarei a indignacaoda Gen*
te Patriota da Para iba contra esse Na bu-
coDonoscr, anarchista, perturbador da
bella, e pacifica Provincia da Paraiba,
Seo assignante obrigado.

O Qut nao Nabuqunta*

i
.

Illustrissiino, e Exm. Snr. = Ten-
do esta Cmara, em nome do Poro por
quem representa, de dirigir sua supplica
a Augusta Assemblea Legislativa contra
o actual Presidente Jos Thomaz Na bu-
co, por se fer tornado o motor do desasso*
ceg publico com a sedica a da ncute do
dia 24 de Maio des te anno, para o que se-
gundo a voz publica, muito concorreo, e
que plantn a intriga nesta Provinci >, e
fea estremecer os Cidadaos pacficos; e
devendo esta C imara o fazer por meio
dos Exms. Deputados de sua Provincia,
entrega a V. Ex. tai negocio, remettf ndo
incluso a dita represeiitacao, pe diado a
V. Ex. que em benificio da P.oviucia por
quem representa faca o que f >r possivel a
hu de conseguir mas o im desejado: no
intanto e->ta Cmara assim o espera can-*
fiada nos liberaes sentiaientos, e na filan
tropia qiie adorna a Pessea de V, Ex,
Dos Guarda a V. Ex. por muitos annos
como nos miste?, Paeo da Cmara Mu-
nicipal do Brejo d'Area da Paratb.% do
Norte em SessV. extraed i na ra de 16 de
J'inho de -1331 =* Hkutrissiino e Ex. Sur,
Joaquim Manod Carm-iro da Cun'h \ De-
potado L^iaJativa do Imperio Joao Ne> mioce-
n dos Santos = Salvador GIz* da Silva
=a= Don.ii.gos Teixeira da Eonetca
r Francisco Gn^es Lima = Fiancisco
Xavier de IVjiranda Henri |ms Sent
Januario de Lima Cmara.
Augustos, e Oigaissi.nos Senhores Re-
presentantes da Na cao. Sendo concedido
o direrto de petco a qualquer individuo,
qfke se setrte aggravado contra esta, ou a-
quella Autoi idade, ou a aquelle que deze*
y* ali viar o* males de sua Patria das mal.'
versacoes de Autoridades'odiosas ; e com-
petindo este com sobeja vago a huma Ca^
mar Municipal, que de ve atlender as sup-


**


[33
*
jucas d s*o Municipio, guando ftwta*
a* na Ju*fe:oa, e ooucehida eoju iutuj*
t< de providencial males, que pe-an f obre
tU*,etodaa Ptavi^*:jeseudKJe*laa^ji-
;erida no* braco* dH ejfddpets cajnp#^
da sedieao p> r nao couhece. o laca attofel
que foi laucado, cu por temer alear a yo*
contra a prime ira Autoridade, esta C^tua^
ra janai* d*v*nd<* suff; cae a vos pubUfl*
que clama p*la dimiwo. du Excelientissin
v.o Presidente derla Provincia eze Tbp*
reaz Nabuco de Anuyo, por ter sido $
Btt l< r i culto 4a destosa sedicao da
noute de vinte quatw to Maki deale ana,
qiw lansmi fra a. va ios Km pregados, e*n
tutdoa Provincia em pWa tranquilidad
'e, V^t'jaiKio a 'empre Gl rioa Revolu
cao operada aa Corte do Imperio, e peri
temiendopeladireitude i-etica? ir despe-
chado eos empr*goa aes que mereces* m
d? cijo numero exilero alguua empega-
dos, que ttl vez sejao agentes secretos ce
tal cenicao para seglirareturse em laes em*
piejos, e illudir to Povo, leva ap AJtoeo*
nhecimento da Angustia ima Assemblea
a sua peticao contra o actual Presidente
to a canza publica i nte da O liosa Re*
voluc,ao, df pis delta ii.eyamQrfczgadAF?*
|ieonaente t\uar fib*lw**? p*ot*?Ur de
DirtiVo Popular, deseJHndo pori4Wfc
re vendar os ottHtf do Publico.
Este Excellentissimo Presidente coro*
bivandp se roa Ignaras pe**oasma's,
concorfemdo, segundo a KP9 publica,.coro
t do u necaswKio pr fazer appfureaejr. a
>edico ng dita noite de $4 de Bjfaip |af
cou wo piaca este fie a da *e4e.cao de Jo*
yens veFUdeirameote itattttfc pore*n
iuexpertc-s, planto* a intfiganesAatfrwilH
c.a.,e sendo no itoute motor de iwes at?
te+Uado*c*>'una*ttids oe#jxwU da ]Le;
e que revoltao a CWfWMQflil yajrdsdeir a*
mente Cmisxisitfwwae*, to de awwna, ju*
4ica seja mudade,.
Esta Cacara pois leudo de lastimar M9
degrada, timm segurp do gQHetnp de,
aotiifd JPntiftamt* *iaode roediiaa,criminosas, ein nonie do
fipxo por quew repr^^enta, iem de entre-
gar a hua UefxresenUoao .concebida om
jgo nantes, e mal trabadas rabiscas a con
siaeracao d'Augui-tissima Assemblea, a-
oude existe a fonte dos remedios para os
malead* Pair. Pacp da &0*r -M*
..
nicipaj da, VilU <9 B'ejo d'^nea, da Pn*
Yfteia. da Para.iba, do Nm te em se^ap ^x-
t,faordinaria ee 13 de Jiinjji de 18,'U-^ For-
a -pfmWWO ?orgeH, Prasidete=J(^
se" AqfrW* Jvft Swn^==: Sal?/a4or (pr of
8alveace4Silva,=^Pp'i!ngos Ifei^eir da.
Fo.e cisco Xavie* de Miranda Haiii^ue--e/iR
^ JMIuaR\p dq Liina Cam,ar,a'.
.
,


t- Snr. Editor w R*gQ Ihe a favor d^
eawir no seu Peridico a carta,.q^p mQ
foi remitida de Goianna, sem mw, Wrt
dnt,e para ^ue ei PmWi e a AiicWi4R cqnhecao a i\dispp cao qu? ojji-tamei'te
nut^e contra me fJb'> A^tlpv Sf*cw
co Pereiifr, AntoniQ Miximo^ f#fo<\ ad4>p
tijuo 4o Padre Joa^ Alve. P*f 9ue P*
rem se aclare cais p qptivo daquella inp
disposico e' precj^o que eu f ca fcjgunta)
explicca? do acontecido Q pencionada
fadreJc-ao A]^e^tt?^suia bum Eng n^
chamado B.iary e porque o dito sen fjl#
Antonio Mximo viva como alevantafi^
con ell, e nogo tal E<>genho sem querer dar ciza algnma
delje ao pai, este por esta, e ontr** cauzas
se resolva a desfaser^se do E igeubo,
como propriedade sua, (^ue era, e c a>eteo
dell.e troca a meu i h<, d^n lolbj e t- p.u
VoEngenb> chimadoIt.pMa' e viute mil
cruzados Fez-se ^ E*oritivra, f i ipeu fillia- ot m.r.
possa^Ias quem tal dira Ait>nio,Mv*
xiinjjrtppo?. Auxilio Militar re^uerid^
ppr ip llv?, fea que aqu^lle ceder
Pedio comtudo oi,to*P de dempra, que
lhe o.b nigna.mente con,ced dos o>t
meu fjlbo para sabir no 6'ti^ >Ue Qaa)
apqutex^onojfin do pra>so? nao *jui sfthiri
e rodiado de geute erogada se^re>ar M,
para huma fprmal re^steucia, di endo f|M
na9 8>.Jiia se na a8ep W f*jEO. OuUa ves
cqqftrrep rrwu filbo a Autorida^e e#ipe*
tqot!e.sahendo d.M^ M.^Mmo,..dec- r-
reftdp tajIyez.mHKor, pedio qnesei|Ji> in n-
dasse contra eJlerqa;a,lUMiapprque w
hiadftfingenh,p,e defectosahi, e mei
fiJbpfiaww.desde.^l^oa fevidi; na sua.
propriedade. i
Ora que mal fez me filho a este Maxi*
mo em realizai na comformidade das Leia
' '.aaj i'P



[4]

!

proposesse as tresmw circustancias cer-
lamente reaiisaria ? Que culpa tem meu
filho por querer aquelle Padre vender, ou
trocar o seu Engenho ? E quando meu fi-
lho 1 i ves e meso ou em nutra algnma coi-
ca offendido^a Antonio Mximo fcava es-
te por esse facto autorizado para lhe tirar
a vida ? Nao tem elle o recurso das Leis ?
Mas talvee r.ao fassa ca9o deltas. Entao
como respeita as Authoridades ? eomo o-*
bedece ao Governo ? como se presara' de
ser humano, bom Cidadao e hornera de
probidi.de ? A Lei he so' o que deve de-
zairravar ros. Eu da Lei me valerei,
confiado na justica das Autoridades, e re-
ctioo do Governo, para pereeguir qual-
quer aggressor que se atreva a tentar con-
tra a pessoa, e vida de meu filho, prin-
cipalmente contra Antonio Mximo, e
todo o seo coloio de huir dos quaes he
a carta que me foi enviada e que ja se
acha reconhecida. Ora aqui tem V.m.
o motivo do intento expresso na carta,
que com e.-.ta exposicao desejo como ja
disse que seja inserta no seo Diario. Fi-
cara' par este obzequio muito agrade*
cido a V.m. o seo constante Leitor.
Mercelino Antonio Pe reir.
Llustrisaimo Snr. Marcelino Antonio
Pereira Vou por esta a dizer lhe com
espirito de umanidade que muito meo ne.
gocio fez com a trosa do Engenho Btija-
ri em primerio lugar e principal, palo ris-
co de vida em que concidero seul p, e
quanto milhor seria que V. M, o msmdas-
*e retirar quanto antes apezar de algnm
prejuiso, pois sem vida, e saude nao ha
ventura, e toda Goianna est contra elle
pelos ataques que fez, ao Mximo, hum
hornera de representacao nesta Villa que
ale se tem derramado mu i tas lagrimas por
elle, e pela injustica com elle praticada.
Alcm disto ueste Engenho Bujari ainda
nao vi ninguem sair rico, o primeiro se*
nhor que conheci foi Pedro de Albu-
querque, morreo nao deixou fasenda o
triste engenho endividado, os filhos de
Pedro de Albuquerque, vendero a Mi-
guel da Cunha, este o lucro que tirou foi
a perca de muito? e*cravo* ate que dearre,
negado vendeo ao Padre Cae tarto e o Pe.
Antonio Gomes por muito menos do pre
c,o que tinha comprado ; estes padtes tao
hem na ofizerao fortuna, sendo a fasenda*
dos e com grande escravatura, ate o pa-
dre Caetano andou oererecendo o dito
engenho a quem q irises** tiesta Villa, ate
que veio o padre Joao Martin* comprar-
lo este troce huma grande fabrica do en*
genho Macaxeira, e vinte mil Cruzados
em meias doblas, este padre grande Se-
nhor de engenho e o filho Sargento mor
era hum mouro para o traba!ho quaes sao
os lucros que elle tem tirado de Bujari ?
enterrar nelle sent e tant s cativos e de
resto para comer vender toda a parte que
tinha. e ate os cobres do mesmo engenho
e boje a penas tem 10 cativos tudo isto he
facto verdadeiro, e tudo isto he nada,
o mais he risco de vida em que o seu filho
esta.
Este aviso lhe faz hum Amigo da boa
ordem, que nao deseja ver duas familias
ensanguentadas.
Snr, Editor Facadme o favor
enserir na sua cor rente foi ha, a grande
protecao que tem tido o Snr. Alexan-
dre Lopes Ribeiro para a melhor segu-
ranza de seos ben*; forao todos seques-
trados pela Junta da Fasenda ; a quantia
de 8:9.38^406 rs. em o anno de 1826 ; e
tendo requerido a mesma Juntada Fazsn
da, com seo credor, passarao se'essriptos ;
pnrem paran t na a execueao, com hu-
ma letra que passou sua mulher, e tudo
isso feito pelo Eserivao Dupntado Anto-
nio Marianno: tempo bastante para a
Su pp! Ai te lapidar seus bens ; assim co
mo vinte escravos que possuia em o
Engenho Novo de Goianna, e nao ex-
isten) como tambem cem eabecas de ga-
do que tinha na fasenda riaxao tambem
se concluirao, e seos bens presentes que
todos o sabem sera o capases de pagar a
J unta *da fasenda e se us credo res aquan
tia de 32:031 ,,742 rs. inda assim conser*
va-se seus bens conhecendo .se o grande
prejuiso de seus crederes a vista os bens
do suppl icante. Sou seo Venerador,
Hum Matuto.

PBRN, NA TYP, DO DIARIO, RA DA SOLIDAE N. 498. 1831
1*.


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