Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01260


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Full Text
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ANNO BE 183!. SAiWAV>'0'PrcJULTTO NUMERO 145
. O* anuncios, que nao forem i aaaignaotes deveri' a-
lera das de mais crndicoes, pagar po- cada linha impresa 40 ra.,
es-r entregue na Inja de Livreiro da raa dj Livrameuto so-
Mente
I
Tudo ag. ra depende de nos mesm-is, da nossa prudencia,
mnderatao, eene g a ; f nlinucm >t c iai'i principiara s, e *-
remo ap,.ntad a c m admirarn entre as NacSes ma s cul tas.
i C
Proclamar'o da Astemblea Qtral do frasil.


=
r) PfiRNAMBCO NA TlPOQRAFIA DE A
'


:


ARTIGO DOFFICIO.
M

JUifl. e Exm. Sir. Sendo presante a* Regen-
cia Provispria o Ofticio de V Exc. de 28 de Mar
o do (jrrente anno, que acompanhou informa-
da o requerimento de Frp'i Mig le do Sacramen-
to Lopes Monge Benedict'no pedindo o LugVr de
Bibliothecario da Bibliotheca Publica que se ha
de estabelecer em Olinda : Manda a Mesma Re-
gencia em N orne do Imperador participar a V.
Cx:., em respohta ao dito Ofticio, que por ora
mo t< m lug ,r o provimento, em qtianto sead
eatahelece a referida Biblioteca. Dos Guarde a
V. EJfrc. Palacio do Govtrn em o l. de Junho
de 1831 Manoel Joe de S uza Franca Snr.
Joquni Joze Pinheiro de V sconcellos. Regs-,
te se. Palacio do Governo de Pernainbuco 2 de
Julhodel831.-Pinheiro.




JL Arece nos conveniente, publicar as segu n-
tes cartas de Compatriotas tiossos Deputados or
es* Provincia, dignos da confi*n$ P-iblica. Te-
mos poupado ate' aqui 09 nomps dos Snrs. Caval-
canies em diversos papis, que temos publicado ;
ma9 ja nao e' possivel guardar essa atiene el-
les nao peceo por ignorantes. Como nao te-
mos parent s, nein dependemos, nem estamos li-
gados a familia alguma, nao podemos ser aecu-
s..dos de querer tirar de urna para dar a' outra,
nao queremos sim, que urna fmiilia prepondere
e domine a nossa |-rovinca, ou outra qualquer
do Brasil, e nao he paracom isso ganharmos para
fi-is particulares. Seja o mrito eavirtude ou
nico titulo de aspirar a s lugares, 9em que se o-
he para os parent 9, se as fairilias que se dizem
distinctas o possuirem gozem, se nao sofri,
que os desfructem aquel les, que nascendn ta
ns, cunos fidalgos, tr tbalft.5 por adquirir a-
q ni I lo que mais v le no mundo, e que nao passa
de gerac .6 e,n tferftC 5'

/RIO DE JANEIRO 17 DE JUNHO DE 1831
JL1 Ecebi con indisivel praser as suas de Pe
lel8deMio: todoi em geral a ex.epco dos
NTON1NO JOZE'BB MlBANDA FALCA.
.'
0 ______k
revoltoso, expressarao huma satisfacao e trema
pela prud ncia, e virtudes cvicas, que os Pe*
nambiicnos agora apresentaro : eu e todos eg-
tavamos anciosisjimos pela demora de noticias, e
vistos os precedentes muto receavamos. Mas
felismente vencemos sem sangue, e temos con-
seguido o prineiro objectOj que foi derrocar da
rathegoria que presumirao tomar aquellas, que
pertend desapr vo o passo, que se deo em irem para O
linda,! e requisit^rem a d-misso desses indivi-
duos, porque sem sso, a xre/>cao de Lemnha,
Mtrtins, Pedro Borges, c G astavo que ja tinho
sido de ca dimettidos tudo o mais havia d ficar
Podero ter pedido to bem a expuko de huns
quatroou seis, como Manoel Caetano Soares, por
jjor va de desagravo.. Porem visto, que isso se
nao fez ento, agora crea me, a' fe' de Brasileiro
livie, e patriota desinterssado, que he preciso
nao repetir o facto, que he preciso immolar no
altar da Patria individuaes resent m en tos. Mul-
tas s; > hs consider-tces, que isto nos induzem
algumas dasquaes em aminha precedente Ihe en*
sinuo. Por amor de nossa9 vidas, e de nos a hon-
ra;-por amor de nossas irmes, filhas, e parentes ;
por amor de nos9as bellas Brasileiras.... Alem
disto, voc nao faz dea do ho roroso abismo fi-
nanceiro, em que nos submergio o ptssitpo ho-
m^m, que os Brasileros poserao a* sua frente em
1822. He tal que o Ministro da Fazenda julgou
a proposito propr m Cmara a suspensodo
pagamento do nosso Dividendo, em Londres
por dennos. Muitos mil conUs de tivida ey-
terna, fora a indemnisaco de militas ma's e boas
presa**; milhares de con tos de divida interna, co-
bre falso e papel sem preco, Bao mal s, de que
so muita economa na de*.eza, e mu.to apuro na
receita nos pode arran ar, e so* milita agricultu^
i a, muita industria, e n u;to commercio noa pp
dem proporcionar muita receita; e so' muto or"
dem, muita paz, e muita tran'juilidade i os po"
dem promover o commercio, agricultura, e artes"
Diga sto a noseos patreos, e nmigos : dtga-lhej*
que nso exijao das suas authoridadas mais do que
ellas podem fazer. Como querer melh>raretn
hum so' dia males acumulados em mu.ios sec-
los ? 'SeiquisessemoB f^zer tudo em br o lempo nos faltara para tudo, e nao taamos
nada. Tenhauos paciencia: ninguem nts pode
N.


V
' agora Frustrar nossas hem nascldat esperan cas se
agora iruM inpiuieoc4a. ClajneTse^Jem.
ES33TSo?.dade aqUIo que ellas esqecem;
ce^su^e- e a. tm fecprp, quaodq enm. L
SSeiW mai8 do que pdein ncS3tt8 :
"Hote^rtrt agencia Penente de
e o meavbiK o Brigadeiro Frane.sco Joa-
uim de Lima, Costa Carvalho, e Braulio Mumz.
Coito os Cableantes querahuro para Pernam-
buco, os Bahianos outro )n a Baha, eu nao
^em nenhum da B-W,f*em de Pemambue,
fui votarem hum do Maranho porque nao.po-
dando ser hura de cada Provincia eu assentei em
votar em hum do Norte, hum do Centro, outro
do Sul, en escolha ter so' em Vista o Brasil,
:em me importar com pertenedes de partidos.
Eu creio que se os eleitos nao sao os melhores
possiveis. eUe* S*0 pfe nenos os mejliores <;onse-
Suivais Costa Carvalho nunca dismentio desde
1S23, Braulio nao tem faltas conhecidaa, o Luna
he das circunstancia, e he probo, wambicoso,
e nada intrigante. O mais com vista convereare-
roos. D quarentena ao mais, que por la chega r.
Re%ta agora a eleicSo, ou aprovco do Tu-
Seu Afectuoso amigo &c

A
j*MlGO--Ro de Janeiro J8 deJauho.de
1&31 Recebi as suas cartas de 13 e W de Malo,
eu lhe dei o devido apreep, e as notu ias que me
da' do sccego dessa Provincia tinto de multa sa-
tisfacao, oxal ellacootinne a marchar no mesrno
endo. para nao vermos o que temos visto _na
Bhia e aqu. Hontem se fez a t'.leicao da Be-
metaia permanente, e sahirao Francisco de Luna
c Silva com 85 votos, Joze da Cota Carvalho
com 75, e Joio Braulio Monis coro 65, os dous
prcneiros obtivero a maiora absoluta na confor-
midadedaL no primero Scrutinio, o3-*fttr
em 2. Scrutinio em concurrencia com Pedro d
AraujoLima, Francisco Carneiro de Campos,
obteve a maiuria apesar da pouca notabilidade
porem ao menos nunca foi corcunda, alguna da
Baha levaro a mal, por quererem huma Regen-
cia de Baianos, nao se contentando com Costa
Carvalho, os Suassunas e Regos fisero chapa pa-
ra Manoel Caetano e Araujo Lima, e como nao
colherfto o triando estao desesperados, de manei-
ra que agora nao querem sena 3 Repblica, a ver
se nessa po Jem figurar, e por tanto he necessano
que os nossos Patricios nose deixem Iludir, com
Repblicas, e Federacoens basta nos que de tac-
to estriamos federados o que comprova a Lei das
atribuicons da Regencia e mais resolucoens que
esto a sabir que soliao o n da depep Jencia das
provincias com a Capital, un So e mai* un'ao, do
contrario enfraquecendo nos seremos escravos.
Aqu setene restabelecido o socego com as
Tondas cidadoas, a Lei para a ere. cao das Guar-
das Nacionaes passou na Cmara e fui para o
na'o. Manoel de Carvalho te ve 4 votos, eCIer-
vazio uria ma'.s senao estivesse auzerte.
Agora o maior trabalho que tetros he faser
oposicao aos Suassunas, pois desejlo desorga*
niHnr, maltratarlo quanto podero a Jv>ze Ignucio
Borges na discusso da Proponta, pobre a moed,a
de cobre r > *ei deque modo se poder remediar
o nial. Saude S. amigo &c.
fijo de Janeiro 21 de Janh^de 1|3L~ Nada
de novo occorre, senfij qeaquelles que por aeo
ladojtrabalhavo par* que to?se norneaJa, parec
Regencia Pedro e n? Paulo nu se tem de bom
grado-podido acomodar com que sainase Paulo e
nao Pedro, e que imputen a cab las a ele cao dos
actuaes Reg.ntes. Fiqne certo, e sirva uto de saU
va guarda contra os intrigantes, que nenhuin d>?
Diputados uqui existentes deixou de o rrer em
muitas e repetidas reunies para esse ohject >: eu.
6*4 a murta* tanto do que se pertende ch mar par-
tido do Norte, como do SjI, e Dos hvr sse-nos,
de que assim nao fosse.: os homens em sociedad*
devem entenderle, quando se trata de interesse
commum ; e no caso actual tralava-se de hJ na
Regencia para o Brazil, que tem 19 Profunda
algumas das quaes pertendem (ao menos s^us
Representantes) ter precedencias.: O reuh*do
foi o que devia ser, huma eleicfij sem unanimi-
(hide, a qual unaniadade ca' para mim nao e a
melhor co'sa, porque eu creio, qu^ entre muiioi
homens a oaodissidenciaheprov-.de torc coer-
citiva. O que convinha agora era que te ta a e-
leiro.todos, nog conformass^mos; porem ta ta a
muitos a virtudedo Pov (ie Washington, ein cu-
jas eleicesvocevio emfiladelpbi. p-rei-ia viro
mundo abaixo, mas desde que pareceo o resul-
tado, todos ficarosatisfeitus ; e ass.m deve ser;
alasviriao a querer subjugar buns aoa outroa:
eaMe'aorigem dos males de Mxico ; isto he o
quedeo nacTmento a u.n Artigas qe por se ni o
contentar, que hum de quem nao era W
g* mimbro do Governo em Buenos Ayres, perJej
ua Pauia, perdaos a si, e foi buscar abr4o no
deaptiemo atroz do Dictados Franca. He tal a
rustuidadedealguns. qu o Medico Pol.CirpH,
cueveio mandado pela Uam ra da Baha coin.m-
mentir a Regencia, dice ao Dr Bnto, que era
huma pandilha esta Regencia, eque ja esCrever
RCmara, par comprnentla por ottfO i elu-
do porque ? P r4ue em lugar de Braulio, nao
sahio eleito Carneiro de Campos, que em verdade
erauuitoboaeleico, mal loberoa do outro toi
boa, e ia outro Carneiro de Campos tmoa estado
na Provisoria. O Coa Ca.v.lho rene a cir-
cunstma de ser filho da Baha, e morador em S.
Paulo, a mui relevante de nunca haver claudica-
do no caminhoda 1 berdade desde a Constitumte,
he propietario rico, deixou sendo meco a carrei-
ra da Magistratura, e nunca recebeo nada do
Governo Mas disem, que heorgulhoso, e ami-
go de Paula e Souza, que tambem nunca claudi-
?ou. A raao he outra, que a seo teinpo lhe di-
rei. O Lima beo homem da revolucao, e julgou-
se conveniente elegelo, ate' mesmo para conter
certo espiritos que achaj hum grande e pesado
trambo'ho a un o dos irmw Limas, unio que
foi o seo abrigo quando as tenebrosa* luminarias
de Marco ostinha p-sto armados. E.n huma pa-
lavra os eleitos nao sj os melhores imainaveis,
mas os melhores poesiveis acs clhos da ma.ona, e
nos Governos Representanvrs tuio afio obsequi-
os da minora para com a maiora, alias nada te-
riamos feito. Estendime tanto sobre o top co,
porque julgo necesserario na presente criee, e so
nao deve consentir,* que a ccisa publica seja per*
turbada por considerac-'S meramente peasoaes.
Pu quera dizer lh* huma coisa, em que voce ha->
va, e em geral os Pernambucanop, e os das rro-
vinciasdirivHd^shavo deconvir, mas nao que*
ro por em papeh Tenho me lembrado do noso
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patricio Monte, ou cto Padre Francisco- Correa
de Albuquerque....... Em flm tamos man
tendo a paz, e tranquilidad*.-, de qie tan'.o neces-
sitamos para s, hirn.os do abismo, em que nos ar-
rojoU a malva dea* da paesada Admm stra^ao.
Buenos Ayres quer ^irr vantagem dos nossos'eN
fos, se o comeu-rmos. Consta que tem ofrrt'ci'
*- _.:_ .._i______M~x.. n.~,,:i *:..-.___:_ _.~.
----- ...--------------------- ------------. -.---------------r---------,
do asilo a todos, os que do Brasil quiserern ir para
la, garantindo mesmO propredade dos escravoa
aos que os levaren,. Seo* amigo &c. .
I deo o px-emplo maflcfanrlo empregar na Polica
I do* Affogados ao Alferes Joao Francisco dqe
Santos, que se bem nao veii-a sido, eseofereces*-
se voluniiio, h-c >m tulo dos de 24j e que em
fin a efervicencia he glande, e as consequencias,
q'ilij ? talvez nao sej5> boas Com isto portera
S8*. Esrjelleucias ginbar nome, confirmar as bem
fundadas esperanzas, qve nos trouce o Sur. Pau*
la, fau-se uin acto de. justici, e human i da de, e

i
CORRESPONDENCIA.
I&Nr. Editor. Fez-se a gl rioza Revoluto,
do Brasil, expuboq-ee do noso gremio o tirano,
seiri que ama so* gota de sangue losse preciso der-
ramar ; fomos gederosos mesmo ate' com nossos
inimigos, entretanto, o descontenta menso em
Pernambuco he gei al, e cada ve* iiiais se augmen-
tare porque? eu lhe digo, por yermos quena
Corte nao ficou as fileiras militares um so* Of-
icial, que Rase columna, ou mesmo pouco afee
to a cauza da Liberd de. Alem dos f >ras
(o que noaprovo) dados no Campo da honra*
alguns Ces dos Offiraes, e Inferiores liberaes, fbr
inundados descansar m paz para suas cazas,
( v. g. no Corpo da Polica, e fkt.) e emp-egow-
S* gente, que estavaencostada pelo Despotismo j
o Com mandante das Armas d di passju urna re*
"Vista aos Corpos, e todos os Offkiaes, que esta-
Vo naquellas circunstancias de mad vistos,tive-
rao o mesmo destino do oriiro* s depois forap
restituidos aos seis antigos postos o Mafor de
Pernambuco, S. Tiago, e o Tenente da Paraiba
Magalhes, que por causa de 24 estavao encosta-
dos, e se m sold; na Baha ltimamente (se-
gundo me consta, e he publico) ferio chamados
ao servico, os de Perequitos, e mai, que tohem
estavao encostados ; e so' a jui, porque nao ?
Porque hode estar as fileiras dos Defeusores da
Patni. Iiomens execrados pete o^inio publica, e
Tnarcdos com o ferrete columnatko ? ? He por-
que o Goyerno de Pernambuco tem estado, e es-
tara' em urna compleja apathia Se Pedro vivas
triunfaste, aundeandario os pobres liberaes! !!
Compre, por tanto, que o nosso Commandaute
das Armas, o digno Brigadeiro Paula e Vascon-
cellos, em quem iodo Pernambuco tem hoje fitas
as suas euperancas, e que mui bem sabe o qu*Be
fes na Corte, o ca as qmdxas, ou rpresentaces,
quecreio bre*/e Ihesevaj dirigidas, consulte a
opinio publica, e suspenda, a exemplo da Corte,
todos os Offieiaes, que tiverem as ciauzulas in-
dicadas (que nao pao poucos), e crie urna Com-
niisso para examinar os6eus procadimentos ; e
outro sim faca empregar quanto antes esses Offi-
eiaes de 24, ^ueeriio encostados, ainda que se-
da sem sold, por un quanto, dando de tudo par-
te paro o Ministerio, e espere dali a decizo, que
por f rea hade ser boa, po-s sei c un certeza,
que um dos artgjs da le do orcamenm, que se
esta'descutindo, raintrega aes-es offieiaes nos
geus postos, comando aot guifMe, Temos en-
drt lies homeu-i habis para tudo, bem como o
Capita Joze Maiia Idelfonso, digno, e milito
boro para Co.r.mandar o Corpo d' Altilhana, pois
esuiaa de estar ali u n Maj<-r de Caasadores.
J Igo, que ito S Ex. pode fazei, e quandq
nao, C .use.dle ao ExcelL ntissimo 8w Preziden-
te;.fiJle-Ihcoiu energa, que o. Ex. ma&mo ja
-olaca se este- descontentamento geral em que
vejo -enlutada^ a minha Patria, pisate' um seni
numero de cartas tenho visto, do mato,
falio noutra couza
um sera
que nao
Snri Editor, nfo sou militar, nao te rh
prente que o seja,-se for precizo provarei. mai
bou amigo da jutica, e i^-ualdarle, inimigo do
columna, etSubem amig do Snr. Paula, epor
isso desejoso, qu o seu Commando prospere pe-
las vas da rectidfio, jusfica, |e equidade, em
Pernambuco donde lie natural

-
AVIZO.
O. Caet.
- '

4/ Abbm- Mt seis Estudentes do -Crgn
Jurdico de Olinda, que attendehdo elles o quan-
la he prove tosa a circulacSo de d outrinas Cons-
titucionaes, e livres comprmetem-se a redadlo
de hum Peridico denominado o Prnarhbca*
no o qual salura' na primeira terg i feira do mez
de Agosto, nelle s,e tratara' a respeto de p jlitica^
moral literatura. seu formato hedefblha,
a asignatura sera'de 640 ra, por mez pagos a*
diantadosao receber o primeiro numero. O dito
Peridico do dia do eo apareiranto continua- .
ra' a sahir sempre todas as tercas feiras, e sabba-
dos, e seus Redactores recebem todas, e quaes
quer correspondencias, logo que seos remi/ten--
tesas legalisem. No peridico apparecera' to-
dos os meses o calculo dos lucros, e em que foi a*
plicad; certo porem o publico de que nada que-
remos dganhos, por isso todo sobej que hou-
ver depois de pagas as despezas sera' appcdo
rara a caza da misericordia, ou aos presos, e apre-
sentaremos su Inapetente clareza. Como pore n
fa/emse n^] psas noticias strangeiras, e de
todas as Provincias do Imperio somos obrigados
a reservar ento para isso a ter*ca parte de-lucro
h vido.
+

-: .
-
TIIEATRO.
iJOuiltQa 10 docorrente, a' beneficio de Jo-
anna Mara Angelina primeira Dama do Thcatro
do Recifi, havera' o seguinte expectaculo. Dar*
principio a ouvertura o Barbeiro de Sevilha tecf-
lando a Benfica da ao respeitavel Publico um e-
logio Patritico. Seguir-se-ha a fepresentacatf da
comedia-Roberto na Franconia ; no frm do 1. ^
acto Henrique Carlos cantara' com Prima Felici*
ana o Dueto os Pombinhos; L No fita do A
a Dama Eufemia dancara' com Prima Feliciannm
o Padidu das Pastoras ; No fim do 3 9 An
na Maria cantara' com huir dos Actores o Due-
to M<1 qne chegne o Chxisbeo ; No fim do
4. a inenns Actris cantara' cora o* Actor Hen>
rique C ros o Dueto o Jogador; No fim de
6.1 se oVsempenbara*. o Pantomimo a Recru*
ta d'Aldeia. Fmdacdo com o-Lundum de Mon-
roa\

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r

*m




* ^




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.




VENDAS.
HA venda com sufficienteB fundos, a dinhet.
ro ou a praso, e nna escrava, vendedeira de ra:
no teco da Lingueta N. 2. : > ;<,', > .,
' uia caza ora, de 2 andares, e mirante,
vista para o m*r,; e bons cmodos j adinheiro,
ou a praso -- trez escravos novos, proprio para
o servico de campo, a 25#000 rs. cada um -i-
eoutro escravo pa tico no rolo de ca xas, por
35OJB00O rs.: na ru das Cruzes D. 16, pu na
Praca da UniSo N. 20,
Rendas de linha, veos brancos e pretos,
vestidos de renda, rape* de Lisboa a 25 r*. : na
1 dita Praca N. 20; e ahi mestno se continua a
'comprar, e vender moeda de ouro, e prata
Uma jangada de 5 palmos com todos os
perteacea : no beco largo N. 4.
Urna crila, 12 annos : na ra da Cada N.
44, loja do Antonio Gomes Pereira. '
Xfoa escravo, de 22 a 23 annos, com alguns
principios de cozinheiro: na ra do Collegio D.
2, 1. andar.
Azeite de carrapato: na ra da Praia, ar-
ina/em da viuva de Bernardo Pereira da Silva.
A Sumaca Rainha dos Anjos, fundiada no
Forte do Mattos ; quem a pe tender dirija se a
Manoel Domingues Gomes, em tora de portas
N.OJ6I.
Um cavallo rodado, claro, com; carrego
baixo de meio, nao grande, bonita figura : na
ruadas Trinclieiras, caza N. 219.
Veos, ou chales de fi' d seda brancos, e
pretos, meias curtas brancas, e pretas lambem
e seda, ditas compridas, e bordadas para Senho-
ra, garbas de vapor a 80 rs o cavado ; na loja das
' fasendas baratas, esquina da praeinha do Livra-
menio.
Palhas de coqueiro secas, e verdes, cocos se-
cos para embarque, capim, verduras, lenha pro-
pria para padir a ; na Ilha do Nogueiro, e tam
bem se mandara* levar onde for determinado pelo
comprador.
T! Doiringoe Rodrigues do Passo, na ra da
Quia N. Ibtem paro vender umburo Espanhol,
com selim : urna cadeirinha Banna, e urna
torrente glande de ferro para rfl
Um banheiro de fland-s quaenovo com pe-
anaa de rodas, qiratro quadros novos, caixilhos
dourados, e pintura* finas demonstrar do osqua-
tro mais interessante pacaos da historia Romana ;
na ra da Cadeia vtlha n. 54 primeiro an-
dar.
AVIZOS PARTICULARES
JajRowN Lindsay & Companh-a Negociantes
jqae >ro nesta Praca. fazem sciente ao ouhlico,
que a sociedade que tivero nesta Cidade de bai
xo daquela firmuHeacha inter urente extnc'a.
p- Quem quizer dar 500$000 rs a premio de
um, e meio por c-uto, portemp > de 6 mezes, a*
nuncie que se prestara' ipotec.i em urna morada
de taza.
A pessoa que da' o 500$ 000 rs a juros por
trez mezes mt>ra na ra Dtreiu sobrada de 3 a-
ila defronte de un sobrado D. 13.
im Quem anunciou qu.Ter comprar urna mo-
tada de caa por 800^000 rs. anuncia a sua1 me-
radia para ser tratado este negocio.
*_r O Snr. Francisco Joze de Chaves baja da
declarar a su* moradia, a fin de ser procurado,
visto que se retira para Portugal, confirme a-
nunciou no Diario ri .: 1*1-
^- O dono da rifa de S.iva & C. teve o devido
cuidado de annnnciar a sua msrada paia entren
5a dos premios logo que correro as rodas da
it rif; ii.as para solver qualquer divida nun-
ca hisitara' presentatse, e_ decida aoSni". an-
nunciante que assim o ex'ge, que mora na ra
de Fora de Portas N. 169, onde o achara' do
meio da por dimite.
Quem tivrr para alugar urna preta capaz de
servir uma caza, e vender na ra anuuncte.
IO Snr. Sargento do Bat ilho n 19 que no
da segunda fe ira levou de uma botica da ra
i Direita um anel de abr503 queira ter a bondade
3 de o entregar ; quando nao ....
\^r Tendo-se completado um grande e forte cer-
cado na Matriz de Maranguape, distante legua e
meia de Olinda, de excellente pasto, tanto de
invern como de verso ; capaz de rrfazer t K)c*~
bec:'9 de gado vaccum ; o proprietaiio o oflere^e
a todas as pessoas. que nelle quizerem t.ltar pelo
mdico preQO de 1|0 0 por cabera animalmente
e presta fianza idnea para garante dos gados,
que no dito cercado se s'dtaiem.
Antonio Joze Gomes Samoaa, foi caixeiro no
Rio/de Janeiro em l>22a 23, negocian depo:s pa-
ra Campos, Provincia do .Espirito Santo, desa-
parecen desta Provincia, em 1823, resurgi em
Braga donde era natural e sabio delta em 1827,
Tizem para pernambuco ou as sitas mediaces,
cazo exista nesta Provincia queira annunuar a
sua morada ueste Deano.
.
' ESCRAVO FGIDO.
G,
Uilhbrme, moleque de 9 annos, fgido a
T> do torrente peo de baeta, julga se ter sido furtado : a praci-
I nha do Livramti.to D 19.
i .
NOTICIAS MARTIMAS.
Navios entrados no da 7
*
lo de Janeiro, e Bahia ; 15 ilas ; c do ulti-
no porto 5, Paj. ng. Oborne, Com. Walter
Leslie, e 1 ra^sag^iro com sua familia.
- Parahlba; 17 di s; S. Temerulade, M.
La< dio Joze de S-iza carga fasenttas, a A.
Rodrigues Lima e 1 passagero.
-. Rio de S. Francisco 4 dias ; L Feliz Vi*
ctoria, M.ed no Manoel Mart ns Dourado, car-
ga enha, azeite de carrapato esolay e5 passa<*
geiros.
Em
ERRA fAS.
PER^AMBUCO WATYPOGttAFIA O DUHIO, UA DA vOI^EOADEiN.o 498. 1831.
<
*
lugar do N. 2500, que uo Diaria falli
com o prendo de2<>0#00(>, lea se N.9 3500
Em lugar do N 276% que no Dai i snli/o
com o premio de BGJR0O 1 a se o N. c 277j.


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