Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01256


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Full Text
J
ANNO DE 1W1. ABRACA I&TRA 5 DE JLHO NUMERO 141.
DIARIO DE TERNAMBUCO.
I
Oh anuncios, que nao f rom dos asignantes devera > a-
lrtn das de mais c ndic.Vs, parir por cada liaba impresa 40 rg.,
r entregue* na loja de Livreiro da ra dj Livrameutj s-
mente


Tudo ag moderacSo, eenerga; continuemos com principiamos, 0 ae-
reaos apuntados c,m adrnlracjko entre as Nac3ej mi i* cultas.
Pnclamaqo da Asstmhlta Geral do fratil.
PiSRKAMBCO NA TIPOGRAFA DE AnTONINO JoZB DE MlttANDA FaLCAo.

Ay Ao se pode crer a qae ponto chega a malva-*
(1 za ti i maior pirte da Magistratura do Bi'azil,
se nao tendo a intelicidade de I he cahir as gar
ras : nos victima da perfidia dos columnas, tes- ,
ta de cujas especularon se acbava o Crezembar-
fador Ga^tavo, avaliavamos ser Pernambu-o a
rovinria mais bem aquinhoada de mos Minia*
tros: tinh irnos raza o; mas a vista d*s monstruo-
sidades do processo, porque no Maranhao foi
condemnado o Redactor deum Peridico Liberal
a degredo para Fernando, confessamos que c e
l ms fad-js ha ; que por c houve consumada
malevolencia, trama, perseguida >; porin l a-
lem disto tudo houve de mais finura, esperteza, e
valenta. A victima da ferocidade daquelles
monstros acha se na cadeia desta Cidade, enos
envin a correspondencia seguinte, o que nos dis-
pensa de entrar no detalhe da historia da um
processo, de que talvez nao ha exemplo. Qmdo
I oderem. s vr-nos livres desses satlites, desses
algozes do Tirano, que expulsamos Muito tar-
da tao grande ventura ; mas ella chegar, e a hu-
manidade deixar entao degemer sob a mais ini-
qua oppreto!

Amados Peuwambucanos Liberaes !
O
desgracido, e perseguido ex Redaetor da
Cigarra aparece entre vos enviado pelas Jmtiqas
do Maranhao, ufm de hir enmprir hum degredo
de inco annos na Ilha de Fernando, so porque
com o maior denodo denuncie*! o Commandante
dns Armas, Chanceler e Governador da lielacao
eseus Dezembargadores, eoutros mnitos Bmpre>
gados Pubcts, e Capitalistas daquella Provin
ca, membros da associacao columnatica que ten.
tavo apunhalar a Liberdade e lancarem ferros nos
pulsos dos Liberaes, para melhor Ihes cravarem^o
punhal que anda a inedo empunho. O denodo
com oue persegu aquela faeco Liberticida, f 1-
Emdo ao inesmo tempo dezaparecer seus Athle-
th s () meconduzio asofrer a mais de hum an-
no a mais barbara prizo que j mais seterns-
f (*) Os Redactores dos Peridico* Estrelh do
J Korte3 e Pyraaui ou Puraque que ambos fugi-
fr'uli, poisquenem coinunicar-me cora a minha
infeliz familia me consentio barbaiidade da-
"queles algozes Togados Sendo os que mais fi-
gurar para me reduzirsm ao desgrag ido estado
em que me vejo, o Doutor Manoel Ignacio Ca-
valcante de Licerda, e Cypriano Joze Velozo ac-
tual Ouvidor do Crime, e chefedos columnas Ja-
quella Provincia (isto depois de ter sido varias
vezes acuztt lo ao Jury e absolvido) oqual athe
mandou para minha companhia hum facinorozo
assassino, aqun prometeo salvar se me assassi-
nasse na prizao eescapei. porque aquello de9%
gr -.9 ido se condoeu de minh situaco em m,
mesmo depois de ter interpelo o recurso de rea
v'sta para o Supremo Tribunal de Justica, vim
tyranamente constrangido a seguir a mais arbitra-
ria senttnca que ja m.iis a venal corooraco de
Justica. daquela Provincia equilibruu as doura
d-ts bataneas !! porque quatro daqueles Oezem-
babadores denunciados, sao os querelantes, de
que rezultou a horrivel coaco em que estive, e o
resto (fora o honrado Barata) foro meas Juizes!! !
Ah que o met coracao se ddascera ao recordar
tanta barbaridade! Pernambucanos nao desean
ceis, velai constantes na consolidacao do voseo de-
lirado edificio, e vede que o veris inralivelmente
derribado se fordes consentindo que elle- man lie
pobre rodas podras... 'vede a quantas ramificaces
deveis dar corte alem das mais, a adminiotracao
da Jtist'ca (po?to que eu tenho a milhor opimo
dos Magistrados desta Provincia e que me persu-
ado abominara.! a marcha infame da Relnca o do
Maranhao e que na > nao de xecutar certas or
d?ns paiticularesque viera y a meu respeito) a
que mais necessita de pronpta refjrmt sem o que
jamis tereis Liberdade: o Jury para o Crime,
deve aparecer qnanto antes be.n como a mais
prompta execucao da ley da raspoosabililade pa-
ra que os Snrs. de Toga conhr^o ptr huma vez
queeo homens coaio os muis, e que os c d ilai-
CO os extermin'os, sgales, e as mas mor ras ; i-
gualmente lh*s pTtencem........ quando a es-
pada da Ley sobre altea dafe;xar seus justos gol-
pes.
Queira pir tanto Sur. Redactor do Diirio
dar pjblicidade pelasua interessante folha a estas
toscas linhas, e fazer acerca do se 1 con hjudo,
s'ias odie:ozas reflexes, pelo que Ihe ficar son*
maiueote agradecido o Maz perse^ jido, mas qua
I
->'
a


.


Is^n^^^^l^zprflaTIir entra eslTrnra^
da pcpulaco _. -_--
O ex Redactor da Cierra
Antonio Joaquim Pical vt
Cada deTernainbuco 3 de Julho de 183]

r
CORRESPONDENCIAS.
]*0)Nr. Editor, Sendo o patiiotismo, e phi*
lautropia asmis importantes virtudes sociaes, a-
quelles, que por actos externos irtanifcstfto de tmi
modo nao equivoco alimentar em seus corado s
to preciosas virtudes, tem sem contradic^ap al-
guma legitimo direito ao louvor, e reconhecimen-
to publico. Porisso, vendo eu qoe vos actos da
quarta sessao da Sociedade Patritica, urna Tez
realizados, va o influir grandemente na proprie-
dude geral deata abnooada Provincia, e a'^nda
de todo c Imperio, julgo-me constituido naobri-
gacao de meapressar a trihutar-'he o meu devido
reconheciment pela parte, que pode vir a caber-
me, e a meus filhos, e nettos, nos grandes bene-
ciotf,'!que ella nos promette. Urna B bliotheca
publica estabelecida no Recife, e a instruyo
primara de todos os meninos, cufos pais nao ha
possao procurar por sua pobreza, ou ausencia,
sao navefdade objectos de summa importancia
equte muito concorrem para Ilustraban efelici-
dad geral de todos os Cichidaos, pois que qnanto
mais s propaga a instrueco e as luzes, tanto
hiais se fccilita a cada umdos membrra das So-
ciedades Polticas os meios dse procurar rima
honesta commoda subsistencia ; e daqtii vem a
resultar anda um outrorm menor bain, qnal
diminuirle considravelmente o numero d-js cri-
his, pola ninguem ignora que urna grande parte
telien'talvez a maior, tem a sua origem na falta
de meios de aubsistencia. Verdade que a lenta
toianumissSo da escravatura nao de menos im.
portancia para o homem verdaderamente liberal,
humano e justo ; porem restaos a consoladora
esperanca de que a Sociedade vira anda a ocen-
pr-ae della, nao ob=tante haver-se dicto que isto
xiga forcas superiores aos meios ao seu alcance,
pois certb que a palavra lenta denota evidente-
mente que a manumlsso se ir operando man-
aosihho proporcao, que se offerecerern meios
paraisso, eos Socios ora existentes devem estar
intimamente convencidos deque nao desmentindo
a Sociedade em lempo algum os.sentimentos os-
tensivos, que appresenta em seu principio, nen*
hum homem de bem recusar para o futuro *de
se Ihe aggregar. Por isso podendo ella aSsim
perpetuar-se por todos os sculos, existe ja para
Seas fundadores todo o fundamento para espera-
re m de poder algim da ultimar este terceiro fim,
ruja honra e gloria de justica lhes seja devida.
fcoitvertis pora sejao dados Sociedade Patritica
por tifo gigantescos projectos, e juntamente as
seas fundadores ; e quena o Ceo que ella ns pos-
sa'iealtsar, e segurar n:)s por longos seclos os
inesperaveis beneficios, que parece prometer-
nos o rigoroso es rupulo, e madura Circ'ms'pec-
toi qoe nos consta que se guarda na escolha dos
t'an'iatns; accrescendo que ate na adm'sso
dos iiihos fundas, que della ie faaem dignos,
birrz tfar-TiQ a Sociedade urna prora da sua boa
fe, e como eta votuc ao bem do Publico pois
Cf rto que nao gastando eses do stu proprio pe-
culio para as despezas sociaes, ma sim d pecu-
lio cirseus pa:s, que anda lhes nao de, como be
^pe*'; hada rhais natural, do que "buscarem
isspalar-se por sua phdanrropia, propon lo,
jirajffiando, e fazendo pascar importantissiiooS
prOjectoa, por.mais dis|>eridios08^fue *ejoparaa
Sociedade, o quTcoayindo miM^D ao Publico, se
acaso se realizarem, yinco p mesma Sociedade, porque em^in nao e' da na
tu reza daquellas, que estao su} itas a fazer banca
rota. Nemalguem se persuada que o pequen
tributo, que com tanto afncCuieamos apagar
Ihe, seja dictado por algum dezejo de viruius a
ser Bcrmittidos no seu sero, para q-ne. postos irs
sim ao alcance de podermds fazer alguma impres-
sao favoravel nos nimos do Publico, poss i (nos
mais fcilmente obter para o futuro os seus-suf
fragos para oualquer Encargo de nome-cao Pe
putar, finalmente atjandonaTmos a Sociedade
depois de nos haver servido de escaila riara su-
bir a elfe. Nao, Sor. Editor, nao. temos smi-
lhantepretencao : bastantes vantagans promettia
aos vis ambiciosos a Sociedade da Columna, o
todava nos a detestamos sempre, e inesmo as
horas vagas tomamos algumas vezes o trabalho
ti 9 a com bate v, e aos seus oreaos; e queme m
tempo nenhum lisongeou o Governo trancado,
nem ao s?u pedido Chefe, tambem Tio pode li-
sonjear o Povo com similhantis vistas: dem de
que em prova do que dissemos podemos anda al
legar qw quem nutre aquella dezejo, insinuase
nos Tnembros da Sxi chir-.s, equando nao fizsse gir.r cm seu proprio
nom? elogios intempestivos, e as vezen mal fun-*
d>id s, ao monos pro urviria faze-los inserir no
Peridico redgido pelos lUuslrhiiiuos, por que
e.-ndoc^a WUj j mesma Sociedade, pod.a esta
aBer em ppeos dias quem r.i o tea pnmeiro
Panegyrista entre acuelles, que lh endviria jamis para o seu Diario, que nao
nrometteesta ventagem, pois que ah srtiefte a
Lei c que descobre fquem sejo os Atltho'les das
corresoondenems anonymas, ou suppostus. Re-
movido pois, Sur. Ed tor, todo o motivo, que
podesse h-ver para que alguent nos taxasse^de a-
dulador, nao duvidamos rogar-lha a inscrito das
presentes linhasno seu bem cenceituado Periodi
co, pelo que Ihe car em nova obrigcao o seu
Asignante e Amigo
O Homem Agradecido.
t^Nn. Editor. Nos quoque gens sumus, nos
cavals^arc sabemus Todos Jalao em Constitu
cao quando assim Ihe convem, porem quando el-
la he relativa aos mais, muitos ainda hoje se es-
quecem desse adorado dolo ; pe rere Snr. Editor,
o de Cezar a C?zar, e bom ser, que os homens
de huma vez se pTsuadao, que nem todos sao
quadrupedev; por tanto lueira dar hum cantinho
Ord. do Liv. 4. tit. 49, em principio. Defen-
demos a todos os C:nregedores, Juizes, Meiri-
nhos, Tabelhaens, Escrivaens de nossos Reinos,
e a todos os Ofliciaes de Justina, da Fazenda,
diGovernanca das Cidades, e Villas dcqual
quer qualidade ques?jao, posto que de*unor
condQao, que os sobreditos. que nao r^cecao por
8' nem por outrem, nem por modo ntgum hajao a ,
sua mo ou po ter dinhe'-ro neu; OUlra eotrza, que
por seo mandado ou de out:o qUctlquor official 9
houver de consignar ou depoz'tar. E fazendo ^
contrario sejo privados dos i,fficios, e nunca i^a/
is os h ij< e pa^uem ein dobro ouiro tanto,
quanto receberem, metade j. ara quem os acuzarjj
V\.


Sfe
-A


e outra prfra aTtMa Cmara, fe**>?&> dgrada.l
huin ano para a frica. Avista disto Snr. Iv
tbt~f ra temp de me ving r, de quem despo* !
mente n&o qnis que en contiimassa a erVr o"
gar q dlo a anfi. ~~... ^=s-^/*b entendesse, e de
quem ainda hoje avpartes tetn as eh*gas ensango-
estadas ; masaprelfta esse homem, que das al-
ma* cobres o vez de querer tirar d|po dos fiho9 alhetos.
Sou Snr. Editor
>' 0 seo Patricio
Joze Mauricio d' Oliveira Machi.
.....




Sjfe. Editor Consultando a natureza humana,
e laando as vistas sabr o proceder constante,
uniforme, e invariavel dos homns, e recorrendo
aosea estado .primitivo, remos, que o homem
nascendo ltvr, e queferrdo gosar da su a liberda-
de, daseja submetter todos as coizas asna vohta-
de ; porem o primeiro tfbitaculo, qu ncontra
outio homem com os meamos deseos, o qul tor-
na-se, por ass'tm d'rzer, o auctor das fuaspnmet-
ras contrariedades; em, semelharite coltZaoum
dos dois hade ceder, e o vertcido fermentara no
fundo deseu c^racao o pezar de nao poder tri-
ilnfar. mesmj, que os prhueiros homens, sao
os de hoje, que atormeWdos pelo espirito de d<>-
minaco vivem em continua luta, donde procede
ordinariamente a inveja, qu lauto os incoo moda,
as intrigas parsr conseguir urna euctorrdade, oU
tm mando qualquer, e finalmente a necessidade
de tantas Lew para obrlgtfllo* aguirldade,e obe--
dienca. Todos estes males tem sido sem duvida
nhxums, modificados pela sacuibrhdade, wnsibih-
daJe, educare hbitos; l^orem o sent ment
da dominacao 6 tSo activo, e inde tructivel, que
a mais das vesos triunfa, quando logo do seu
principio nao encontra obstculos.
Paia convencer-nos desta verdade basta Iem-
br V, S' m recorrer a Historia, o que entre nos a
pouco sucedeo : o Dspota rto satisfeito com as
ampias otribuices marcadas no Codito Fonda-
mental, preferio ant^s abdicirvergonhosamente a
coroa, do qu gosar de huma Constituicao fea,
e afranjada, a seu belprazer, par vis aduladores.
Eis Snr. Editor afonte primitiva da ambicao,
e a seda das Conquistas. Censultando-se o
Conquistador os motivos, que o obrigao a pe#ar
em armas, e ensanguentar.se, elle nao responde.
,V,ruero.n o tira da .felicidad*, prospendade,
esetruranoa deseas subditos, mas sim para do-
iHin4r, e que dese'aser poderoso para nao ter n-
va*. Este f> o tim de Alexandre, Mabomet
g Carlos 5. ., e Felipe 2 o
Para explicar em summa o carcter dos ho-
rren-, diremos, due quando se jnlgo mais ror-
tts quorem dominar; que quando se achao iga-
sem forc:ssoconcilndoes,e justos ;e que sendo
convencidos da su a iufVriorid.de, se dobrao,
ge ubmettemi e muitas vezfs seacobardao. JNes-
tenltimorazoesto os nossos Colunas, que re-
duzido a ultima e-pecie querem por meio d*
bTaodttra.eapjdrbibtffrtemo l.vrar-sedas justas,
cnoc-SMia, ^n.^ que d?vem soff.er; porem
estes mereceai esculpa, quando. pe j entran.
Cutos, que zdd r.e meioa r.a3 conformes C-m
o s sedjisiT gente pm Rpttolio. ^ I menino! aquette '< nbas qua-ndo Ouvidor tiJ trat, aquelle niesmo
que nao ces3ava cms setis predilecus Coluna
d proclamar o absolutismo, hoje o piimeiro
em querer Repblica. !
Serthor Prezidente olho aberto com ete^ bo-
mens, lancalloa daqoi para fora, que podem sr
nocivos oasa'publicA: verdade que os Per-*
nambucanos nao -e deixao levar de palavriadea
xoxos, mas sempre bom curar o mal Oa sna
origefh Pfinctpi' obsiat, sero medicina P*-
raiur. .
; ebor Editor ate' outra occaZifio, pois sou?
e serei.
Observador tcito. "
l!a em pe-fita anaicuu;
eu
Provine a, e ternilla --- ,
t MI., dos S nho.H Maye.s, e pafticllffllieoW
io-DuUr avrnrnio3 cujo boato corre, querer
i

>
* -

fiXA-sl Snr. Joze Francisco de Poura'
Magtithes Jnior, que sendo Escrivo e Tabe-
.lro da ViHa de Serirrbem veio a esta Praea can-
duzindo sna familia para tratar de sua sande, pa-
ra o que pediu liceji'ca ao Juiz de mez o ^Iferes
Ffniso Rodrigues dos. Santos, e desta pa a>r
zencia se vajerao Ppdrq Alexandrino Ortiz de Ca-
ntrgo, Jbaquim Gomes Villar Garrafao, a Ati-
tonio Pinto (Brazileiros adootivs) para o cnmi-
narem talumniozamente com o Juiz Ordirario
Joao Baptista Paes.Barreto dehaver recebido dL
nbeiro para a soltura do segundo, e de um escra-
vodo tereeiro, contra os quaes por culpados ha-
v^apassado mandado d*e prizo : que este Juiz
tratou logo de sumariallo, mandando notificar
testemunhas deseu pao, e que entretanto tendo-
se-lhe findado a Ucqnca e apresentando.se ejji
audiencia, nell of traspeino do seu lugar, M
quefoi encartado, o dito Pedro .Alexanduno, do
que agravando n5o fot pelo Juiz deferido este re-
qtieriuientj, riem escrpto o seu protesto e sus-
peicao, que dera do nomeado, por ser seu nlflu/
g, em cuias circunstancias vio-se obngado a re-
Virarle para esta Praa/onde se acha privado do
seu Officio pela arbitrariedade daquelle Jniz^
durante cujo Jizado elle apezar de destruir os
tramas urdidos para o perder tertodaVia de nao
ifexercer o seu emprego. Conclue o bnr. Ma-
galhaens dizendo, que estas eouti a?injustas s6
deixaro de appareer, quando os lugares rorem
orenpados por homens virtuozos, e amantes da
liberdade.


AVIZO DO CORREIO.
A Escuna Mara da Gloria, Mestre Jofio
Antonio Lisboa, recebe as mallas para o K10 de
Janeiro ; com escala para a Baha no da 10, dO
corrente ao meio dia.


.

LELLaO1

.

Gilherme Fogg & C. fasem 1 eilao de fasen-
das linipas, no dia quarta feira 6 do correne pe-
las JO oras da raanh,na casa de sua residencia,
ra do Vigar.o n. 12.

VENDAS.
Dois capados, de sete para oito arrobas ca-
da um : noiSno* da Santa Cruz, venda .que Ja
quina para nuvelha.

i


^
r~>
-*.*N
-

- Urna eabr/bixo) Com ama cria, e da'
urna garrafa de leit ; quem a per tender anuncie.
-Una morada d casa de sobrado de dois an-
dares ; na ra do Nogueira D. 10.
- Um negro da Costa, canoeiro, e urna canoa
pequea, aberta; na na nova loja de O un ves.
+. 2 canoas, na ra do Hospicio ultima casa ;
0 na mesma preciza-se de urna escrava capaz para
ser vico de casa e ra por aluguel ou anuncie para
ser procurado.
Barris pequeos para dcce; na ra de S.
Amaro ein fora de portas, junto ao beco da mole-
fa.
.- Urna loja de ferragens com poucos fundos;
xa ra do livramento.
I Vende-se ou trocase por dua* moradas de
casas terreas nesta Praca ; urna casa com ranxo
para almocreveg, que bem acomoda 50 cavad*,
todo de pedraje cal, no lugar da Cambia do Gi-
quia, com terreno bem plantado de capto, que
supre dito ranxo abundantemente ; a pessea, a
quem convier o negocio; dirija-se a ra direita
D. 54. uma escrava : na mesma.
- Mobilia nota: na praca da Bol Vista so-
brado D. 5.
Barris de paios chegados de prximo cera
Javrada em caixas de cem libras papeleo snr-
tjdo um bra^o de balanca: na ra do Viga-
rio N. 32. 6
Dois negros : na ra da Cadeia velha N. 57
pnmeiro andar.
j ""tartaruga velha: no armazem nujiero 32
a ra do vigario.
r U*t

PERDAS.

1H O B.iirro da Boa vista perdeo-se uma carta
cietaoaco de tirata com ai letras Uicia:* F J T
quen a achar queira entrgala a Francsco Jo.
ae lavares Lira ; PraCi da Boa-vista D. 15 1 o
ndaiyque sera' recompen9.ido.
Desde a Igreja JoS. t de Bu-ros ate ans Afli-
tosperdeu-se uma cuxade tarar.tgi, radiali
com aros de ouro e retrato com vidro : axxen
V. / 8tituir a J<* Martin. Ribeiro no
Aterro da Boa-vista sea. recompeusado.
A TIZOS PARTICULARES,
i
cente Ferreira RoV Leite, avisa ao nubfico
qifB mo se compre a Francisco Xavier ferreir*
Calaba uma enjcajjreta, que j*ssu, por nome
Lourenc.a por traser^m, ell<> 5>~-' e ja esta*
decedida contra o ditVCaLca.J^
n~ Quem anunciou querer smr a moradia de
fose de Souza Ferreira, dirjale ao sitio do G >u-
vim, junto a Estancia. /
V Quem prcizar de umaixero Brazileiro,
que l, escreve, e conta, e dar' fiador da sua
conduta: anuncie.
Francisco Jota de Chaves pertende retirar*
se para Portugal nestes dez dias.
Nao havedo na ru% Direita sobrado D. 21,
terceiro andar, como se anunciou no D.ario n.
140, para alli se reeeber o premio a quantia de
50O$00O rs.; roga-9e que se fd$a na ais exacta
declaracao do n. ou decima, andar, &c.
Tendo vindo ontem 3 de Julk ao meu
conheciment a carta do Senhor Joao Sergio
Cezar da Andrade, inserta no Constitucional
n. 51, peco ao respeitavel Publico que se dig-
ne suspender o juizo desfavoravel que pode
conceber de mim em cohsequencia da inesma,
at meouvir, e que naoextranheade ora quepote-
sa aver na minha resposta, por q ue sera ti 11 i de cir-
cunstancias. Joza Venancio* Pimenta de Carvallo.
i O Colector da Decima do bairro do Recife,
fora de Portas, participa de novo a todos os
Senhores Proprietarios, que a inda nao t-m pago
a respectiva Dcima, queiro o f.zer o mal8
breve possivel, por se achar quaze lindo o pa
zo, que para isso Ike foi marcado, Bcando su-
*iaiMpa d* L?, os que o nao fizerem.
Rectfe 4 de Julho d 1*31.
Antonio Moreir da Costa.
B
FURTO.
.Oaquim de Souza Teix*ira no dia ahbado
2 do correute v.ndo de Olinda para esta Cidade
51 neir fn PW fo#te d Burac Pe,9 22
upIK f,u8U.rpr'h9ntl,, Pr 8e'8 oteadores,
que lhe roubarao um taboleiro de fasendas, e urna
J draca com sedas, joia, e miudezas, e5g
TaWanca^^***** os cond -'
5~*2aneados, ecomo aparecando-lhe l, de-
po.s algu as pessa9 que p^r ali traniitavi? ten-
1 t9rad^ ao Co mandante da ForU-
leza, que lhe d^sse um s^>rro mditar, ou arm''
pelas quaes de.xava penhores, e esse 5nr. por u,n
ra.go> fautropia se e cuzasse deperssZir s
larlita, ,ogl o respeitavel Publicof q"?." .7-
Jfuem souber dos objectos furtado on pirt de J"
le, queira av.zalo na ra da Alegra na Boa-visU
/
NOTICIAS MARTIMAS.
Navios entrados no da 1. o de Julho.
Ahia; 4 dias; B. N. B*m Fin; Com. Mi-
noel PereiradaSva Pansageiros 35 Sol.I ido.
dimitidos do ierre. >; II d-gradid.s com d fcrens
tes lestin^s ; John Ldiy, Inglez ; Wt'liam Wes-
tfott, Americano; Padre Mmoel de Souza
Mello; Francisco ds Castro Nunsd; J^j Ro-
driguen, Wliam Purcel.
Londres; 47 dias; B. Inglez Bcasilian;
.'. John Gallo'vay; emlajtro, a Antonio Mr-
quez da Costa Soares.
O -.- Para' por M iranhio, e Ceara; 48 dias;
redo ultimo. 23; P. N Athalaote; Com. o
l. Tenenle Joze M.ria Fr'eira. Passigeiros,
J^ ao Franciso de Oliveira Guimaraens ; Joze
Meados da Cruz Qui-uiraeus Jnior; M ieei
Mendes da Cruz Guimarans; Antmio Micu-io
deSoura CosM, Alferes pava o Bttalhli 19-
1 prez > ( O Reihetpr d Cigarra i, eacolt .do
por 1 Forr.el, e 2 Soldado; 15 recrutia do Cea-
ra para h A.tilh?ru da Marinha, esCiLaJos por
8 Soldados da dita Previ acia.
--Tarragona por QibraltUr; 63 dia<; O.
Amer. Moss: Cap. Ednind Feo II; cw
Tinto, ago-rdente, e azeite ; a Fcreira Mal
nsheld.
-- Goiana; 8 di s, C. Leal hd>; M. e Joa
Joaquim Joze de Castro ; carga caixas.
PEUNAMBUCO NA TYPOGttAHA O DIARIO, BA OASOUDAOeT

49b, 1381.


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