Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01244


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Full Text
\
ANNO XXX. N. 291
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
Mi" ------
XM
DIARIO
EXOAHREGADOS DA SUBSCRIPCA'O-
Recife, o proprieurio M. F. de Faria; Rio de Ja-
neiro, oSr. Joo Pcreira Martins; Bahia, o Sr. F.
Dnprad; Macei, o Sr. Joaquim Bernardode Men-
donrs ; Parahiba, o Sr. Gervazio VictordaNativi-
dade ; Natal, o Sr. Joaquim Ignacio Pereira ;Araca-
ty, o Sr. Antonio de Lemos Braga ;Cear.i, oSr. Vic-
toriano Augusto Borges; Maranhao, o Sr. Joaquim
M. Rodrigues; Para, o Sr. Justino Jos Ramos.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 3/4 a 28 d. por 1?M)00.
Paris, 3i2 rs. por 1 f.
Lisboa, 105 por 100.
Rio de Janeiro, 2 por 0/0 de rebate.
Acroes do banco 40 0/0 de premio.
da companhia de Beberibo ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconlo de letlras de 8 a 10 por 0/0.
QUARTA FEIRA 20 DE DEZEMBRO DE 1854.
Por anuo adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
AMBUCO
MKTAES.
Ouro.On^as hospanholns- .
Modas de G540O vclhas.
de 6-5400 novas.
de 48000. .
Frata.Patacocs brasileiros. .
Pesos columnarios, .
mexicanos. .
298000
1C3000
168000
90000
18940
18940
1-3860
PARTIDA DOS COltRElOS.
Olinda, todos os dias.
Canut, Bonito eGaranhnns nos dias 1 e 15.
V illa-Bella, Boa-Vista, Ex e Ouricury, a 13 e 28.
Goianna e Parahiba, segundas e sextas-feiras.
Victoria e Natal, as quintas-eiras.
. PRF.AMAR DE 1IOJE.
I'nmeira ;is 5 horas e 18 minlos da manhaa.
Segunda s 5 horas e 4-2 minutos da larde.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundas cquinlas-feiras.
Relaco, torcas-feiras e sabbados.
Fazenda, ierras e sexias-feiras s 10 horas.
Juizo de orphaos, segundas e quintas s 10 horas.
1* vara do civel, segundas e sextas ao mciodia.
2* vara do civel, quartasc sabbados ao meio dia.
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DO IMPERIO.
felarn dos despachos publicados no fauslissimo
dia 2 de dezembro de INVi, annicersario nata-
licio de S. M. o Imperador.
CORTE E CASA IMPERIAL.
Titulares.
Marquezes.
O viseando de Olinda, do mesmo lilulo; o visean-
do de Monl'Alegre, do mesmo lilulo ; o viscomlc de
branle*, do neuno lilulo; o viscoiiile de Paran,
do momo titulo.
yiscondet com grandeza.
O barto de rass, do mesmo lilulo; o barita dos
Fines, do mesmo lilulo ; o barita do Rio Bonito, do
mesmo titulo ; o harito do Bomfim, do mesmn titulo ;
o barao do Ypancma, do momo lilulo ; o barilo de
Gnaratiba, do mesmo titulo ; o consclheiro de eslado
Joaquim Jos.. Rodrigues Torres, de I labor.di v; o
consclheiro de eslado Paulino Jos Soares de Suuza,
do Uruguay ; o cnuselheiro de eslado Manoel Alvcs
tranco, de Cara-, ellas; o consclheiro de eslado Cae-
tano Mara Lopes Gama, de Marauguape ; o consc-
lheiro de estado Antonio Paulino I.impo de Alireu,
de Abael ; o consclheiro de eslado Francisco Cor-
deiro da Silva Torres, de Jerumerim ; o conselheiro
de eslado Francisco G Acayaba de Monlezuma, de
Geqiiitiiihnnlia ; o consclheiro de eslado Candido Jo-
so de Araujo Vianna, de Sapueahy ; o conselheiro
de estado Antonio Francisco de Paula e llollanda
Cavalcanti de Albuquerqne, de Albuqoerquc; o
conselheiro de estada Jos Joaquim de Lima e Silva,
de Mago ; o conselheiro d eslado Jos Cesario d
Miranda Ribeiro, de Uberaba.
Bardes com grandeza.
O sanador do imperio Antonio Pedro da Costa
Ferreira, do Pindar ; r. Pedro Francisco de Pau-
la Cavalcanli de Allinquerque, de Camaragibe;
(enenle-general Manoel da Foi.seca Urna e Silva,
deSuruhy.
Honras de grandeza.
Ao barjo de Maroim, da provincia de Sergipe;
ao barto de S. Goncalo, da provincia do Rio de Ja-
neiro; ao bsro da Ba-Visla, da provincia de Per-
nambuco; ao barilo de Ignape, da provincia de S.
Paulo; ao barilo de Cimbres, ,1a provincia de Per-
namhuco; ao barAo de Merily, do municipio da
corle.
Bardes.
Lilia Antonio de Siqneira, da provincia do Rio de
Janeiro, de Ilabapoama ; Jos Luiz Gomes, da pro-
vincia do Rio de Janeiro, de M ambuca ; o brigadei-
ro M ti-os Antonio Bricio, da provincia do Para, de
J aguarary ; Manoel Gomes da Silva Bclfort, da pro-
vincia do Maranhao, do Goroat; o brigadeiro Ma-
noel de Sonza rtnlo de Massllies, da provincia do
Maranhto, do Tury-ass ; Jos Flix da Cunha Me-
nala, da provincia da Bahia, do Rio-Vermelho ;
Manoei Thnm iz Rodrignes Campelln, da provincia
de l'ernamtmco, do Rro Formoso ; I.suriano Correa
de Castro, da provincia do Rio de Janeiro, de Cam-
po Bello ; Joao Francisco Vieira Braga, da provin-
cia do Rio Grande do Sul, de Piralinim ; Romualdo
Jos Monleiro de Barros, da provincia de Minas
Geraes, de Ptiranpeba ; Jos Ignacio Gomes Barbo-
sa, da provincia deMinas Geraes, de Suassuhy ; Jo-
s Manoel da Silva, da provincia de S. Paulo, do
Ticlc ; Antonio Paes de Barros, da provincia de S.
Paulo, de Piracicaba ; Alejandre Jos da Silveira,
da provincia de Minas-Geraes, de Ilaberaba ; Fran-
cisco de Assis e Oliveira Borges, da provincia de S.
Paulo, de Guaralinguet.
Joaquim Pinto Nelto dos Reis.da provincia do Rio
de Janeiro, de Carepebs, Hilario Joaquim de An-
drade, da provincia do Rio de Janeiro, de Piaba-
- nha, Francisco Jos de Vasconcellos Lossa, da pro-
vincia de Minas Geraes, da Diamantina; 1). Francis-
eisca Elisa Xavier, da provincia do Kio de Janeiro.
baroneza da Soledade.
Ttulos do conselho.
O enviado extraordinario e ministro plenipo-
tenciario do Brasil na repblica do Per, Jos Fran-
cisco de Paula Cavalcanti de Alboquerque, Anto-
nio Henriques de Miranda Reg, llr. Jos Maria de
Avellar Brotero, da provincia de S. Paulo.Dr. Pedro
Aulranda Malla e Albuqucrque.da provincia de Per-
nambuco, Dr. Joaquim Maria Nascentes de Azam-
buja, o eoviado extraordinario e ministro plenipo-
tenciario do Brasil nos Estados Unidos, Francisco
Ignacio de Carvalho Moreira; o desembargador Jos
Ignacio Vaz Vieira ; o desembargador Bernardo Be-
lisario Soares de Souza.
Tralamenlo de senhoria.
Aos desembargadores das relaccs; aos chelos de
polica.
Fidalgos catalleiros.
O barao de Nova Fribnrgo, da provincia do Rio
de Janeiro ; Jos Luiz Campos do Amaral, idem ;
Jacinlho Paes de Meudonra da provincia das .Ma-
gnas ; o senador do imperio Jernnymo Jos de VI-
veiros.da provincia do Maranhao ; Jos Paulina de
Albuquerque Sarment, da provincia das Alagoas ;
Antonio Pedroso ile Alboquerque, da provincia da
Bahia.
ORDEM IMPERIAL DO CRUZEIRO.
Dignitario.
O mareehal de campo Joao Frederico CalJwel.
ORDEM DE S. BENTO DE AVIZ,
Gra-Cruz.
O almirante Luiz da Cunha Moreira.
Commendadores.
O capillo de mar e guerra Francisco Manoel Bar-
roso ; o coronel Antonio Cardse Pereira de Mello ;
o coronel Polydoro da Fonseea Quinlauilha Jordn.
0 CAIIRIHO DO DEVER.O
I*r A. de Bcrnard.
CAPITULO DCIMO OITAVO.
"a A haulte montee le faix encambre.
(Anligo proverbio.)
o /fin.'i ta qui amor* meiine. n
(Hcnriquc de Andely, Le lai d'Arislnle.;
Mr. de Chavillv o Rigaud deixaram ao mesmo
lempo a torre de Oslreval; ambos hem monlados,
seguiam qoa>i a mesma estrada, ao menos o critico
leudo ilc andar smenle nieia legua, lomnu o mes-
mo raniinho que UaslAo siih prelexlo de fazci-lhc
companhia.
Alen joven amigo, diese alegremente Rigaud
depois de pas,'irem o ltimos pnslos avanzados ile
Oslreval, tenbo reprehcnses que fazer-lhe.
Conheco-as previamente, respondeu o mance-
bo sorrindo. e o *ertbor pode poupar a si mesmo o
Irabalho de faz-las.
Jolga que quero fallar de soa ndisericto rela-
tivamente ao pergaininhos Oh Iraoqoillisc-sc,
nada Ihe direi a esse respeilo, lano mais porque
pens quesera ouvido com distraccAo. De cerlo fui
ohrigado a accommodar o negocio, o se nAo livesse a
feliz caria de.}]inulius, verja confundidos lodosos
niens e-tra^igcnias.
Qaequcr? tive compnitAo desse pobre Mr. de
Sa'ilieu.
ORDEM DE CI1RISTO.
Commendadores.
O barAo de Piracinunga : o conselheiro Luiz An-
tonio Barhoza, presidente da provincia do Rio de
Jiineiro ; o desembargador Manoel de Jess Valde-
laro; o Dr. Jos Joaquim de Siqneira ; o desem-
bargador Francisco de Paula Cerqueira l.eile ; o
coronel Francisco Vieira Tosa, da provincia da Ba-
hia ; o desembargador Joaquim Vieira da Silva e
Souza, da provincia do Maranh.lo ; Joao Manoel Pe-
reira da Silva ; t coronel Antonio da Cosa Piulo,
da provincia da Bahia ; o desembargador Finnino
Pereira Monleiro, da provincia de Pernainbuco ; o
coronel Manoel Anlunes de Il.arros.da provincia de
Matlo-Grosso ; o conselheiro Ernesto Ferreira Fran-
ca ; o desembargador Joto Joaquim da Silva ; Joao
Pedio da Veiga ; o Dr. Carlos Antonio de Bulhcs
Ribeiro ; o conego Geraldo l.eile Bastos ; o coronel
Joao Joaquim da Cunha Reg Barros, da provincia
ile Pcrnambuco ; o desembargador Antonio da Cos-
a Piulo ; Amonio Lopes Ferreira e Souza, da pro-
vincia da Bahia ; Jos JoaquimTeixeira Vieira Bel-
ford, da provincia do Maranhao ; o coronel Anto-
nio Alves Viauna, da provincia de Pcrnambuco ; o
desembargador Albino Jos Barbosa de Oliveira j
Antonio Jos Rodrigues Torres, da provincia
|^lo Rio da Janeiro ; o coronel Antonio Fran-
cisco Pereira, da provincia de Pcrnambuco ; Joilo
Esleves da Cruz, do municipio da corle ; Anlanio
de Paula Souza LeAo, da provincia de Pernambuco;
o leenle-coroncl JoAo Alves Sucupira, da pro-
vincia da Bahia ; Francisco Honorio Bezerra de Me-
uezes, da provincia de Pernambuco ; Jos Anlonio
Pereira de Brilo, idem; Candido Jos Rodrigues
Torres, da provincia do Rio de Janeiro ; Thomaz de
Aquinn Fonseea, da provincia de Pcrnambuco; o des-
embargador Firmino Anlnnio de Souza ; JoAo Coe-
Iho da Silva, da provincia de Pernambuco ; Anlo-
nio Jus de Bem, do municipio da corle ; o coronel
Anlnnio Alvares Mariz, da provincia do Rio Grande
do Norle ; Ignacio de Barros Brrelo, da provincia
de Pernambuco ; o Dr. Joaqnim Octavio ISebias, da
provincia deS. Paulo; Bernardo Tolenlino Manso
da Cosa Res, da provincia de Pernambuco; o des-
embargador Fernando Pacheco Jordilo, da provincia
de S. Paulo ; Manoel Francisco de Paula Cavalcan-
li de Albuquerque, da provincia de Pernambuco ;
Manoel Jos Ferreira Penna, da provincia de S.
Paulo ; o Dr. Francisco de Paula Negreiros SayAo
I,olalo, da provincia do Rio de Janeiro ; o coronel
Ignacio Jos do Araujo, da provincia de S. Paulo ;
Benlo Jo* Fernandcs de Barros, da provincia de
Pernambuco ; Manoel Goncalves Roseira, da provin-
cia do Paran ; Manoel Gomes Ribeiro, da provincia
das Alaus ; Dr. Jos Anlonio Saraiva, presidente
da provincia de S. Paulo ; Jos Caelano Cardoso, da
provincia do Para ; Antonio SimOes de Souza, da
provincia de Minas-Geraos; o coronel JoAo Quiiliuo
Teixeira, idem ; Joaquim da Cosa basa, idem ; Joa-
quim Lourcnc.n Baela Neves, idem ; Francisco rio
Paula Lima, idem ; Francisco Xavier Augusto da
Franca, idem ; o arcediagu Joaqom Jos Rodrigues
Reg, idem ; o corone! Jacob Marmol de Almeida. da
provincia de Piauliy ; Antonio Ribeiro Soarts, idem ;
Francisco da Caaha Caalello Branca, dem ; o le-
nenle-coronel Anlonio de Souza Mendes, idem ; o
major Joaquim da Costa Teixeira, da provincia de
Goyaz.
Catalleiros.
O major Thomaz Mariano da Cosa Ferreira, da
provincia do Maranhao ; o lenente-roronel Jos Cor-
roa de Oliveira e A n.Irada, da provincia de Pernam-
buco ; o Dr. Jos Carlos de Almeida Arias, do mu-
nicipio da corle ; o (enentc-coronel Herculann Fran-
cisco Bandeira de Mello, d provincia de Pernam-
buco ; o capitAo Joaquim Oclariano Cesar, da pro-
vincia do Rio de Janeiro ; Manoel Francisco de
Mnura, da provincia de S. Paulo ; Malheos Fcrnan-
des Canlihn, idem ; Francisco Gomes Nogueira,
idem ; Bernardino Ferreira da Silva, idem ; major
Joao Fernandes de Azevedo, da provincia de Minss-
Geracs ; Jos Caelan Machado, idem ; Manoel Car-
dooOorio, irlem ; Joao Ribeiro Toslcs, idem ; Joao
Baplisla Carvalhacs, idem ; Eduardo Jos de Moura,
idem ; o professor publico Lucio Jos da Circumci-
s.lo Olloni, idem ; Antonio Jos Soares, idem ; Dr.
Anlonio Gabriel .le Paula Fonseea, idem ; Dr. Car-
los Jos Versiani, idem ; Dr. Caelano Alves Rodri-
ues Ilorta, idem ; Jos Ribeiro de Resende, dem ;
lenenle-coronel Jos Augusto Monleiro de Barros,
idem ; Dr. I^iiz Soares de Garria Harta, idem ; le-
nenle-coronel Francisco de Paula Carneiro de Men-
donca, irlem; lenenle-coronel Manoel Corroa de Oli-
veira Andrade, da provincia de Pernambuco ; padre
Jos do Jess Maria re Vasconccllos, idem ; Caelano
Estellila Cavalcanli Pessoa, idem ; Jos de Almeida
Soares de Lima Baslos, idom ; Pedro Jos do Cam-
pos, idem ; Jos Porfirio de Andrade Lima, idem ;
Anlonio Pnheiro de Mendonra, idem ; lente Jos
Anlonio Pestaa, idem ; Dr. Jos Asccnco da Cosa
Ferreira, di provincia do Maranhao*; JoAo Anlonio
d Costa Rodrigues, idem ; Dr. JoAo Ignacio Bolelho
de Magalhaes, idem ; Joaqnim Jos Nunes Paes,
idem ; lonenle-coronel Jacob Manoel de Almendra
Jnior, da provincia do Piauhy ; lenenle-coronel
Anlonio Rodriauos Ferreira, da provincia do Ccar ;
r. Jso Francisco Cardo, secretario do governo
da mesma provincia ; Manoel Joaquim Albuquerque
Lins, idem ; JoAo Esleves Alves, idem ; lenenle-co-
ronel Jos Lopes Ferreira, idem ; lenenle-coronel
Manoel Lins de Vasconccllos, idem ; Manoel do Nas-
cimenlo Lins, idem ; padre Ignacio Flix de Alva-
renga Salles, da provincia do Espirito Santo ; Dr.
Rufino Rodrigues Lapa, idem ; Dr. Pedro Rodrigues
Danta, da provincia do Sergipe ; Jos Solero de &i,
idem ; Alexandre Freir do Prado, irlem ; Pedro
Leopoldo de Araujo Nabuco, i.lcm ; Dr. Malaquias
Kl'IICMKniDIS.
Dc/.br. 4 La dieta ao 44 minutos e 48 se-
gundos da tarde.
12 Quarto minguanle s 3 horas, 43
minutse 48 segundos da larde.
19 La nova as 7 horas, 48 minutse
48 segundos da tarde.
SG Quario crescente 11 hora, 21 mi-
nutos e 48segundos da larde.
() Vlde o Diario n. 290.
De veras? convem para o futuro ter o coracAo
menos lerno... bem entendido para com os arrheo-
Ioos, c particularmente para com este. Oh o se-
nhor nAo conheco alada a Mr. de Saulieu. Juga
lalvczque dopols da discussAo que livemos acerca de
seus subterrneos, elle vai abandonar scu syslcma,
e laucar ao fngo as folhas de toa grande obra? En-
saua-sc.' aposlu que ncsle momento esla oceupado
em redigir urna memoria sobre os Iribunaes secrc-
los de Valois, e em snllicilar a misso de que nos
falln. Tenho tcnlarfics de pregar-lhe urna peca ao
meu modo, e de cscrever ao chafe de divisan,* que
lie meu amigo, para fazer com que elle a ohlenha.
Para que lim?
Ainda que fosse smcnle para djllrahi-lo do
pezar de ler descoberlo que sua lorre niio dala do
secuto XII.
Bollo isso lie verdade, c aquelles Ululas sAo au-
lenlirns?
Ol! conllevo agora sua fraqueza, c nilo lorna-
rei a loma-lo para confidente.
Pcrdi sua cooflanca; porm n5o porlcria sa-
ber?.....
Nada, nao Ihe direi cousa alauma. E demais
que Ihe fnlerena isso? .Nao ouvi Saulieu dizer ha
ponen que o genitor se rcliraria amahhaa diste lu-
nar? Que pni.! as amela* de Oslreval nao etereen
mais sobre o genitor a forca allraclrva que ahi o con-
rluzio urna noilc as apalpadellas, alravez das som-
bras e da iicvoa? Julga qiio nAo ha mais caatelUa
para salvar!'
Scnhor disse GaslAo.
Confesso que M sua irlade scmelhanle feito me
leria (ornado mais temerario e mais couslanle.
Mas crea, scnhor, que...
Sim, sim, comprehendo, delicadeza, be seu de-
ver ; porm lodos nao (em o mesmn inleresse em ca-
lar-se;olhos inlelligcnles viram, ouvidos sublis ou-
virain, boceas maliciosas repelem...
O que, senhor .' iuterrompeu GaslAo com fogo.
Oh mol joven amizn, son algum tanto in-
vesliaarloi' por nalureza, e nAo deleslo intromctler-
uie "os negocios dosoulros, quaudo sAo nieus ami-
gos ; ora, Mr. de Saulieu he meu amigo, e consagro
Alves dos Sanios, da provincia da Babia ; Dr. Tilo
AdriAo Rbelto, idem ; JoAo Cesimbra, idem ; Dr.
Jos Ignacio Bahia. idem ; Manoel Luciano da C-
mara Guaran, idem ; Joo Bapt-sla Prudencio, da
provincia de Matlo-Grosso ; Honorio Jos dos San-
ios, da provincia do Par ; Jos Maria Chaves, do
municipio da corle ; Jos Bettamio, idem ; K.i\ mun-
do Joaquim Catanhedc, da provincia do Maranhao ;
Manoel Jos Ribeiro LeSo, do municipio da corte ;
Jon Fernandes da Cruz, idem ; JoAo Sevrriano Ri-
beiro, inspector da Ihcsouraria da provincia das
Alagaa ; Manoel Pereira Baslos Varella, da pro-
vincia da Bahia ; Carlos Jos do Almeida, do mnni-
pio da corle ; o capitAo-lenente Anlonio Xavier de
Norouba Torres'o ; o primeiro lenle Marcos Jse
Evangelista ; dito Thomaz da Cunha Vasconcellos;
dito Nono Alves Pereira de Mello Cardoso ; dilo Joao
Gualberlo de Andrade Maia ; dilo Theolonio Ray-
mundo de Brilo ; dilo Ignacio Accioli de Vascon-
cellos ; dilo Antonio Joaquim Ferreira Ramos ; dilo
Jos da Costa Azevedo ;|o segundo-lenenle JoAo Soa-
res do I'inho ; dilo Luiz Anlonio de F'rcilas ; dilo
Joao Anlonio da Silva ; dilo Antonio Domingucs de
S ; Dr. Francisco Jos PinheiroGuimarAes, do mu-
nicipio da crle ; Alexandre Aflonso de Carvalho,
idem ; JoAo Carneiro do Amaral, irlem ; JoAo Perei-
ra de Andrade Jnior, idem ; Anlonio Jos da Ser-
ra tiomcs.idem Francisca Lcilao.de Almeida, idem ;
Manoel Corren Fernamies, idem ; Dr. Francisco
Gabriel da Rocha Freir, dem ; Dr. Francisco
Ferreira de Abren, idem ; Dr. Francisco Boni-
facio de Abren, idem ; Dr. Francisco Prxedes de
Andrade Prrlcnce, idem ; Vicente Cordeiro Men-
des, idem ; o capitAo Francisco Januario dos Passos,
idem ; dilo Antonio Pedro Monleiro de Drummond,
idem ; dilo Francisco Pereira de Oliveira, idem ;
Dr. Pedro Alfonso Diniz, idem ; Dr. Jos Agostinho
Moreira GuimarAes, idem ; o major Chrisliano Pe-
reira de Azeredo Coulhiho ; Dr. JoAo Baplisla de
Castro Moracs Anlas, do municipio da corte ; o ma-
jor D. Diogo Roberto da Silveira, idem ; o capitAo
Jos Maria Pereira rio Campos, irlem ; dilo Antonio
PinlodeFigueiredo Mendes Anlas.idem; dilo Cnmlido
Januario Passos, idem ; dito Jos Maria JacinlhoRa-
bello ; dilo JoAo Carlos Villagran Cabrita ; dilo Lu-
cio Ribeiro de Almeida Raposo ; dito Agoslinho Ma-
ria Piquel; dilo Jns ChrispiniannnConlreirasda Sil-
va ;dilo Pedro Luiz Osario ;dito JoAo Baplisla Alves
Porlo; dilo EIK-o Xavier Leal ; dilo Vicente Coe-
Iho ; dilo Manoel Jos Espinla ; dito Jos Francis-
co da Silva ; dito Miguel Jeronymo de fiovaes ; di-
lo JoAo Baplista'dc Souza Braga ; dito Jos Muniz
Tavares; diloJoAo Manoel de|Carvalho; dilo Porfirio
Anlonio Pereira ; dilo Anlnnio Jusliniano Correa de
Faria ; dilo Salusliano Jeronymo dos Reis ; dilo
Joaquim JoAo de Mcnezes Doria; dilo JoAo Anlonio
Cardoso ; dilo Antonio da Silva Paranhos ; Domin-
gos Jote Alves da Foncera, do municipio da corle-
Joo Pcdrodc Almeida Franca, irlem; Joaquim da Sil-
va Gisleira, idem ; Dr. Isidro Borges Monleiro, irlem ;
Francisco Pedro Arbucs da Silva Muniz c Abreu,
irlem, o capilao Jos JoAo da Cunha Telles, idem ;
Theolonio Scry da Silva, idem; Francisco Xavier
Uapiisla, Uem: Dr. Jos da Cosa Liosa o Caslro,
idem; Dr. Jeronymo Jos Teixeira, idem; Francis-
co Antonio de Almeida. idem ; Angelo Thomaz d
Amaral, idem ; Joaquim Bernardino da Cola A-
guiar,(pai\ idem; r. Luiz de Hollauda Cavalcan-
li re Albuquerque, idem; Justino Anlnnio Lopes,
irlem Jos Joaquim Teixeira, idem; o capitAo An-
lonio Francisco Corroa Vianna, idem ; Dr. Joa-
quim Procopio de Figueiredo, idem ; o major Ma-
noel Joaquim de Bulhes Dias, idem ; o professor
publico Jos de Souza Lima, idem ; o major Ben-
lo Jos da Cosa, idem ; o lenenle-coronel Joaquim
Jos Travassos.idem; Manoel Gomes de Cnmpos.idem;
Dr. Manoel Jos da Cosa Bastos, idem ; Dr. JoAo
Jos Martins I.cao. dem; n conego Manoal Jos
Pereira de Brados, idem ; Dr. Jos Maria Vclho da
Silva, irlem ; Dr. JoAo da Costa Lima e Caslro, i-
dem ; Manoel Gomes Braga, idem ; Dr. Eugenio
Jos Pereira do Mello, idem ; o major Carlos Jos
de Sii Carvalho, idem ; JoAo Baplisla Carneiro, ins-
pector da lliesouraria de Goyaz ; Gaspar Xavier Ne-
ves, di provincia de Sania Catharina ; JoAo Wil-
kens de Mallos, secretario do governo da provincia
do Amazonas ; Dr. Manoel Gomes Correa de Mi-
randa, chefe de polica do Amazonas ; Jorge Pal-
hell; o primeiro-tenente de artilharia Joaquim
Firmino Xavier.
ORDEM DA ROSA.
Dignilariot.
O brigadeiro Francisco Flix da Fonseea Pereira
Pinlo ; o conselheiro Herculann Ferreira Penna,
presidente da provincia do Amazonas.
Commendadores.
Dr. Eduardo Olympio Macharlo, presidente da
provincia do Maranhao ; Dr. JoAo Capistrano Ban-
deira de Mello, da provincia do Cear ; Dr. Miguel
Feruandes Vieira, irlem ; o coronel Polycarpo Jos
Alves de Azorado, da provincia do Rio de Janeiro ;
dilo|FranciscoAlvesde AzevedoMaccdo,idem; Igna-
cio Antonio de Souza Amaral,idem; o coronel Joa-
quim Anlao Cesar de Andrade, irlem : Dr. Jos Ri-
cardo de S Reg, idem ; Dr. Femando Sebaslio
Dias da Molla, idem ; Francisco Manoel de Bullioc.
Ribeiro, irlem ; o lenenle-coronel Jos Pereira da
Silva Manoel, idem ; Anlonio Leopoldino Ri-
beiro, idem ; Luiz Anlonio de Sampaio Vianna,
do municipio da corle; Joaquim Torqualo Car-
neiro de Campos, da provincia da Babia ; Jos
Severiano da Rocha, do municipio da corle ; Dr.
Candido de Azeredo Coulinho, idem ; Francisco
Xavier Bomlempo, idem, Dr. Joaquim Candido
Soares de Meirclles, .idem, Antonio Jos da
Silva, contador geral da mirinha, idem; Vicente
Antonio da Cosa, irlem ; Joao Rahcllo de Vascon-
DIAS DA SEMANA.
18 Segunda. S. Espiridio c. ; S. Theotimo m.
19 Terca.'S. Dorio m. ; S. Faosta ; S. Paulilo.
20 Quarta. Jejum (Tmporas Vigilia)S.Liberato.
21 (luinla. S Thom Ap. ; S. Themistocles m.
22 Sexta. Jejum (Tmporas) S. Honorato m.
23 Sabbado. Jejum (Tmporas) S. Servlo adv.
24 Domingo. 4.' do Advento. S. Delfino b.; S.
Tharsila m.; S. Germina mrn. S. Zeuobio.
a madama de Saulieu urna affci<;Aa mu profunda, a
qual minha idade, minha figura c meu semblante
lomam sem perigo para ella. De sua parle, madama
de Saulieu digna-se le lionrar-mc com sua estima, e
mesmo com sua amizade, cousa de que pnsso ganar-
me sem compromellc-la...
A que leude esse prembulo ? perguntoo Gas-
lAo com acenlo um lano vivo.
Ah meu joven companheiro, scnhor he
muilo npressarlo Esses mancebos quereriam que se
enmecasse sempre o discurso pela perorarao ; toda-
va a rbetorira lleve ler-lhe ensillado...
Deixcmos a rhclorica por favor, inlerrompcu
novamcnlc GaslAo, e rliga-me a que vem isso.
NAo sci com cfleilu o que a rhetorica pode en-
sinar-lhe ; mas ccrlamenle a philosophia nAo Ihe cu-
snoii a paciencia.
Oh! senhor...
Bem, conlirmacAo de meu dilo, como diria
Saulieu.
Mas o scnhnr faria perder a paciencia...
Ao proprio .Mr. de Chavillv ?
Talvcz.
Mas se fosse essa a minha inlencan, se cu l-
ves*e formado o designio da encolerisa-lo?
GaslAo cucaron a Mr. Rigaud, o que Ihe pcrmil-
lio o critico TOllaodo a cabera para o Jado de scu
companheiro d viagem. Debati ,1, mascara de
gr.mdade qii'>Rigaud procurava impr ao temblan-
te, percebia-sc una jovialirlarle lio franca, um boa
humor lio alegre que toda a irritacAo, que hawa na
alma de Mr. de Chavilh, dissipou-se logo.
Ah exclamou elle, eu ia esquecer-me de que
o senhor graceja sempre, na verdade seria loucura
agastar-mc.
Todava se agastar, porque lenlio de dizer-
Ihe cousas mu lluras.
Vejamos que consas duras lem que dizer-me.
Oh nao o pooparoi; o scnhor nAo tem ainda
lodos os rlireilos po-siveis iiiinlr.i ninizade, e coni-
ludo pretendo Irala-lo como amigo. Cnmei;arci con-
fessando-lhe que sua maneira de obrar nAo he irre-
preheusivel.
Ah sim, porque revelei seus eslralagas !em
relise Souza Coelho Henriques, da provincia do
Rio de Janeiro ; o tenente-roronel Anlonio Gomes
Nelto, do municipio da corle; o conselheiro Jos
liento da Cunha e Figueiredo, presidente da pro-
vincia de Pernambuco; r. JoAo Jos Coulinho,
presidente da provincia de Santa Calharina ; o de-
sembargador chefe de polica da corle Jeronymo Mar-
tiniano Fizucira de Mello; Joaquim Thomaz do
Amaral, secretario da logaran do Brasil em Pars ;
o coronel Gregorio de Caslro Moraes e Souza, do
municipio da corle ; o lenenle-coronel Hermene-
gildo Duarle Monleiro, idem ; dilo Augusto Jos de
Carvalho, irlem; dilo Anlonio Soares Pinlo, irlem;
Dr. Angelo Custodio Currfial da provincia do Par ;
Joaquim Xavier Nevae, da provincia de Sania Ca-
lharina ; Manoel Teixeira de Soura Jnior, da pro-
vincia de Minas Geraes ; Jos Baplisla de Figuei-
redo, dem ; nujorScbasliao Antonio Jos Ribeiro,
idem Jos Pires Ferreira, da provincia de Pernam-
buco ; Domingos Alfonso Ncry Ferreira, idem ; Dr.
JoAo Mauricio Wanderley, presidente da provincia
da Bahia ; o conselheiro Joaquim Marccllinn de Bri-
lo, da mesma provincia ; Dr. Alvaro Tiberio de
Moncorvo c Lima, idem ; Dr. Joao Jacinlho do Men-
donca, da provincia do Rio Granda do Sul ; o con-
selheiro Zacaras de Gcs e Vasconcellos, presidente
da provincia do Paran; Manoel Jos de Albuquer-
que, do municipio da corle ; e desembargador JoAo
Anlonio de Vasconcellos, da provincia da Bahia ;
Dr. Innocencio Marques de Araujo Ges, idem.
Officiaes.
O conselheiro ScbasliAo do Reg Barro, presiden-
leda provincia do Para ; o conselheiro Vicente Pires
da Molla, presidente da provincia do Ccarn ; o coro-
nel Francisco Roberto Sanchos Brandan, da provin
cia de Minas Geraes ; o lenenle-coronel Jos da Cos-
a Machado, chefe do eslado-maior,da guarda nacio-
nal ; Dr. Joao Lins Vieira Cansanco de Sinimb,
presidenlcda provincia do Rio Grande do Sul; Fran-
cisco Jos ros Sanios Rodrigues, presidente da illus-
Irissima cmara municipal; Dr. Cezar Persanl, do
municipio da corle; Dr. Francisco Diogo Pereira de
Vasconcellos, presidente di provincia de Minas Ge-
raes; Dr. Francisco Octaviino de Almeida Rosa, do
municipio da enre ; JoAo Carneiro Santiago, dYfiro-
viucia de Minas Geraes; Francisco da Silva CMm,
da provincia do Para ; Dr. Bcnvenulo Augusto de
MagalhAcs Taques, da provincia da Babia ; o lenen-
le-coronel Francisco Antonio da Rocha Pilla e Ar-
Bolo, irlem; r.Luiz Barbnlho Muniz Fiuza, idem;
Manoel Fulgencio de Figueiredo, idem; Francisco
Manoel Goncalves da Cunha, idem-, Alexandre Go-
mes de Argolo Ferrao, idem; o lenenle-coronel
Francisco Gomes Moncorvo, idem; o coronel Am-
brosio Machado Wanderley, dn; Manoel Anlunes
Pimenlcl, idem; Izirlrn de Sena Mailureira, idem;
Dr. Aprigio Jos de Souza, idem ; Dr. Jos de Goes
Siqueira, idem; Dr. Francisco Mendes da Cosa Cor-
rea, idem; Dr. Ignacio Joaquim Barboza. presiden-
te da provincia de Sergipe; Dr. Autonio Jos da
Silva Travassos, da mesma provincia; Bernab Fran-
cisco Telles, idem; Jos Antonio de Oliveira idem ;
Jos da Trindadc Prado, idem ; o coronel Manoel
Raymtin*, TelWn de Meifexsv dem;'Manuel Je*-
de Mcnezes, irlem; Anlonio Manoel de Fraga, idem;
o lenenle-coronel Zozino de Oliveira Bueno, da pro-
vincia do RioGrande do Sul ; Dr. Bernardo Macha-
do da Cosa Doria, chefe de polica da mesma pro-
vincia; Dr. JoAo Evangelista de Negreiros Say.lo
Lobato, da mesma provincia; Dr. Francisco Carlos
de Araujo Ilrusque, idem ; o capilAo-lenenle Ma-
noel de Oliveira Paes, iJem ; Dr. Antonio Jos Af-
fonso GuimarAes, sccrelario do governo da mesma
provincia ; Joaquim Gaudie Ley, da provincia de
Mallo Grosso; Manoel Figueiroa de Faria, da pro-
vincia de Pernambuco; Dr. Luiz Carlos de Paiva
Teixeira, idem ; o desembargador Caelano Jos da
Silva Sanliago, idem ; Antonio Teixeira de Macedo,
irlem ; JoAo Ignacio do Reg Medeiros, idem ; Joa-
qnim Camilo de Figueiredo, idem ; Dr. Alvaro Bar-
balho Ucliia Cavalcanli, idemv Dr. Domingos de
Souza LeAo, idem ; Francisco Anlonio Pereira da
Silva, irlem ; Jos Pedro da Silva, inspector da Ihe-
snuraria provincial de Pernambuco; Faustino Jos
dos Santos, da mesma provincia ; Dr. Francisco de
Paula Baplisla, irlem ; Dr. JoAo Jos Ferreira de
Aguiar, idem ; Dr. Manoel Joaquim Carneiro da
Cunha, idem ; Braz Carneiro LeAo, idem; o tenen-
te-coronel Jos de S Albuquerque Mello Gadclha,
idem ; coronel Anlonio Gomes da Silva Caruar,
irlem ; o lenenlc-roroilel Francisco Lopes de Vas-
concellos Galv.Ao, idem ; Paulo de Amorim Salgado,
idem; Zeferino da Cunha Baslos, idem ; Anlonio
Germano Rigucira Pinlo, idem ; o coronel Francisco
lo Reg Albuquerque, idem ; dilo Joaquim Caval-
canli de Albuquerque, irlem ; Rodolpho JoAo Barala
de Almeida, idem ; Lniz Anlonio de Souza Bar-
ros, da provincia de San Paulo.
\ cenle de Souza Queirox, idem, Joaquim Ecydio
rio Souza Aranha, idem; o lenle coronel Anlonio
Vaz de Almeida, idem ; dito Luiz Alves da Silva,
idem; Dr. Joaqnim Firmino Pereira Jorge, idem ;
JoAo Goncalves dos Sanios Cruz, idem ; o lenle
coronel Candido Annunciado Das de Albuquer-
que, irlem; Anlonio Ferreira da Silva Jnior, dem;
JoAo Octavio Nebias, idem; AnlonioJos Ribeiro da
Silva, idem ; Jos Ferraz de Campos, irlem; Jos
Elias Pacheco .lorian, idem;Amador Rodrigues Jor-
dAo, idem ; Dr. Hippolylo Jos Soares de Souza,
irlem; Jos Maria do Valle, da provincia de Sania
Calharina, JoAo Piolo da Luz, dem ; o lenenle-co-
ronel Theodoro Barbosa da Silva, da provincia de
Minas Geraes, Manoel Bicudo de Alvarenga, idem;
o coronel Ignacio Carlos Moreira Murta, idem ; Dr.
Firmino Rodrigues Silva, idem; Dr. Jos Agoslinho
Vieira de Mallos, idem; Joaquim Delfino Ribeiro da
Luz, inspector da lliesouraria da mesma provincia,
Agoslinho Jos Ferreira Bielas, da mesma provin-
cia, Carlos de Assis Figueiredo, idem; Dr. Francisco
Soares Bernardos de Gouvca, idem; Dr. Marcal Jos
dos Santos, idem ; o lenente-roronel Manuel Gon-
calves dos Sanios, irlem; o conego Antonio Filippe
de Araujo, idem; Venancio Jos Gomes da Costa,
irlem; o coronel Francisco de Assis Manso da Costa
Reis, Benlo Jos da Silva", da provincia do Par, o
coronel Miguel Anlonio Pinlo GuimarAes, idem ; o
lenenle-coronel JoAo da Gama Lobo lenles, irlem;
dito Joto Augusto Crrala, irlem; r. Jos da Gama
Malcher, idem; Dr. Cantillo Jos do Valle Cuima-
rAes, idem; Dr. Kaymundo Ferreira de Araujo Lima,
da provincia do Ccar.i, Dr. Francisco de Assis Be-
zerra de Mcnezes.idcm; o lenenle-coronel JosSabnia,
irlem; Joaquim Ribeiro da Silva,Dr. Francisco Xavier
Paes Brrelo, presidente da provincia da Parahiba ;
o coronel Joaquim Gomes da Silveira, idem ; di-
lo Manoel Marlins Casado, idem ; 'Dr. Flavio Clc-
mentinn da Silva Freir, idem ; Dr. Jos Maria
Brrelo Jnior, da provincia do Maranbo; Dr.
Candido Mendes re *Imeida, irlem ; Dr. Alexandre
Jos de Viveirns, idem ; Dr. JoAo Pedro Dias Viei-
ra, irlem ; Dr. Virialo Bandeira Duartc, idem ; o
major Antonio Pereira, idem ; Dr. Antonio Fran-
cisco Pereira re Carvalho, presidente dj provincia
do Piauhy ; o lente-coronel Benedicto Ferreira de
Carvalho, da mesma provincia ; Dr. Simplicio de
Souza Mendes, irlem; Dr. Anlonio Bernardo de
Passos, presidente da provincia do Rio Grande do
Norle; Dr. OclavianoCabr.il Raposo da Cmara, da
mesma provincia ; Dr. Sebaslio Machado Nunes,
pretidentn da provincia do Espirito Sanio ; o coro-
nel Anlonio Rodrigues da Cunha, da mesma provin-
cia ; o tencnle-cnronel ScbasliAo Vieira Machado,
idem; Dr. JoAo Chinaco de Alvarenga Rangel,
idem ; Dr. Francisco de Paula iomes Bilancourl,
idem ; Joaquim Jos Piulo Bandeira, presidente da
assemhla provincial do Paran ; Dr. Antonio Ma-
noel Fernandes Jnior, chefe de polica da mesma
provincia ; Fidelis Nrpomuccno Prates Jnior, da
mesma provincia; o coronel Francisco Caudillo ra
Fonseea c Brilo, da provincia do Rio de Janeiro ;
Augusto Francisco Caldas, idem ; o lenenle-coronel
Anlonio Vicente Gomes, idem ; Antonio Luiz Ri-
beiro, commaudante do esquadro de cavallaria de
Niclherohy ; Dr. Marcos Chrislino Fioravante Pa-
trrilliano. da provincia do Rio rio Janeiro ; Jos
Duarle GalvAo Jnior, idem; o lenenle-coronel
Manoel Alves de Andrade, idem ; JoAo Anlonin Fer-
nandes Pinheiro, idem ; Luiz Pedro Tavare, idem ;
Jos da Silva Brandal, dem ; Antonio Marianno de
Amorim Canto, irlem ; JoAo Antonio re MagalhAcs
Calve!, irlem ; Joaquim Nunes de Carvalho^ idem ;
o lenente-roronel Joaquim Manoel Dantas, idem
Francisco de Paula Gomes Barroso, idem ; Francis-
co Maciel Gago Quiulnniltia, idem ; Dr. Francisco
de Sou;ca BrandSo, irlem ; Manoel Francisco de Oli-
veira, idem ; o lencnte-coronel Joaquim Gomes Jar-
din, idem ; dilo Ladislao Jos da Fonseea, irlem ,
Nuno Eulalio dos Reis, idem; a capitAo Anlonio
Jos de Monra. idem ; Dr. Jos Joaquim Perdira c
Souza, irlem ; o lenenle-coronel .Mariano Jns Xa-
vier da Rocha, idem ; Dr. Joaqnim Marianno rio
Azevedo Soares, idem ; Luiz Manoel de Azevedo
Soares, idem ; o lenenle-coronel Jos Gomes-
de Souza Portugal, idem ; Dr. Jos Florencio
de Araujo Soares, idem ; Dr. Anlonio Luiz da Cu-
nha Manso SayAo, i,lem ; o lenle coronel Tho-
maz Rodrignes Ferreira, idem ; Ezcquiel de Araujo
Padilba, idem ; o lenenle-coronel JoAo Alves de
Azevedo Macedo, irlem ; Joaquim Francisco de Ba-
ria, idem ; Manoel Jos Gomes Pereira de Macedo,
irlem ; o lenenle-coronel Joaquim Marques da Cruz,
irlem ; Joaquim Anlonio da Cosa Cordeiro, irlem ;
Francisco de Paula Anlunes, idem ; Gamillo Jos
Pereira de Faro, idem ; JoAo do Figueiredo Pereira
de Barros, idem ; o coronel Braz Fernandes Carnei-
ro Vianna, idem ; Dr. JoAo Jos de Almeida Coulo,
idem ; Dr. Luiz da Molla l.eile de Araujo, idem ;
o desembargado.! Diogo Teixeira de Macedo, idem ;
o lenenle-coronel Antonio Rodrigues de Andrade
Franca, idem ; Dr. Anlonio Coelho de Sa e Albu-
querque, presidente da provincia das Alagoas ;
Manoel da Cosa Moracs, da mesma provincia ;
JoAo da Faria Bitlencourl, idem ; JoAo Baplisla
Teixeira le Souza, da provincia de Minas Geraes ;
Anlonio Fernandes Vaz, do muuicipio da corle ;
Jos Firmino Vieira, inspector da lliesouraria da
provincia do Maranhao ; Jos Manoel Rangel de
Carvalho, da provincia do Para ; Bernardo do Can'.n
Bru, da provincia da Babia ; Jos Joaquim de Al-
meida Arnizaut, inspector da lliesouraria ra provin-
cia do Rio Grande do Sul ; Jos Pedro de Azevedo
Pecauha ; Carlos Pinlo de Figueiredo ; o capilao de
fragala Giiilhermc Carlos Lassancc Cunha ; o ca-
pilAo-lencnte Filippe Jos Pereira Leal ; o pri-
meiro lenle da armarla Deiphim Cirios de Car-
valho ; Dionisio de Azevedo Perar.ha do muni-
cipio da corte ; Anlanio Ferreira dos Sanios Azeve-
do, idem ; Hermenegildo da Cnulia Ribeiro Feij,
idem ; Augusto Cezar de Castra Menezes, idem ;
Manoel Ferreira Lagos, idem ; Dr. Anlonio Jos
Lisboa, encarrilado de negocios de Brasil em Vi-
cua ; Anlonio Pedro de Carvalho Borges, secreta-
rio da legacAo, em Montevideo ; JoAo Alves l.ou-
reiro, secretario da legacAoem Landres; Luiz Hcn-
rique F'erreira de Aguiar, ronsul-geral do Brasil
nos Estados-Unidos ; Jos Joaquim de Gouva; do
municipio da corle ; Dr. Jos Bonifacio Nascentes
de Azambiija, bleffi; JoAo Baplisfa de Carvalho,
idem ; Dr. Jos Benlo da Rosa, idem ; Dr. JoAo Jo-
s de Carvalho, idem ; Dr. Manoel Feliciano Pe-
reira de Carvalho, idem; Dr. Jacinlho Rodrigues
Pereira Reis, idem ; Dr. Jos Pereira Reg, irlem ;
En julgava que ludamos conviudo em nao fallar
mais disso.
NAo tenho a inlenco de dizer-lhe urna s pa-
lavra a esse respeilo, c o scnhor bem sabe que nAo
he disso que se Irala.
Rigaud rcflcclio um instante, c GastAo guardou o
silencio.
_ Sua conduela nAo he irreprchensivel, Mr. de
Chavillv, tonino o rrilico, o o scnhor romprchen-
leu muilo bem o sentido de minlias palavras. O sc-
nhor ama a madama rlc Saulieu.
Gastau fez um gcslo de sorpreza.
Oh nAo lente negar; eu o sci, e infelizmente
nAo son o nico que adevinhou.
He possivel que o senhor supponha !...
Nada supponho, e ainda quandn eslivesse rc-
duzido s impelas seria muilo rlc sua parle tolas
feito Macer em meu espirilo. Que ser se lem rlei-
xado ver seus scnlimenlos a outros ? He isso sobre-
ludo que censuro.
Mas rom que direilo falla-mc o scnhor assim?
Eu julgava j;i !* los foito conhcccr : sou amigo
rlc madama de Saulieu, c nAo o rleixarci perturbar a
serenidade dessa alma lao casia e lao pura sem que
Ihe faca ao menos algunas boas c cordiaes aduioes-
lacoes a esse respeilo.
.Mr. de Chavillv abaixou a caneca.
Muilo bem f proseguio o rnmpanhcirn ; nao
se agasla, nao me lauca rabera lorio o fogo le sua
muciiladc? Julga lalvez que eslou gracejando. Sao-
lien nao diz : Esse Rigaud gcaceja sempre. .
Em lorio o caso o as-umplo he muilo mal es-
rolhido, observou Gastan.
t'cm razAo ; convem gracejar com o arcbeolo-
go; mas deve-sc fallar seriamente quando se Irala
de honra...
Mr. Rigaud!...
Da honra rlc um mancebo que sinlo-me dis-
poslo a estimar ; mas sobretodo da honra de tima
miilher que amo quautn posso, e da unir maneira
que me he parmillido.
O senhor despedaca-mc o roracto, exclamou
Gastan ; por favor diga-me, a repulacAo de madama
de Saulieu esl comproineltida, e por minha culpa T
Oh nao, (tracas ao eco ; a virtude de mada-
ma de Saulieu niio he um espelho, que se embarie
lAo fcilmente, e quer que Ihe rliga ? o senhor se cs-
forraria rlcbalrlc por embacia-la.
Mas nunca scmelhanle inlcncAo entrott-mc no
pcnsameulo.
Assim o crcio. Deveriamos desesperar deslc
mundo, se vissemos os mancebos de sua idade, de
scu nome c de sua educac.ao av illarem-se at seme-
llianles projeelos. Mas o senhor compra anin um
dever pssivo, e isso nAo basta.
0 senhor sabe que tic de rclirar-me amanliAa.
Oh! faro urna bella cousa !
Qiienulru partido posso lomar ?
Cerianiciilo Icvcria lomar oulro.
Dr. Joaquim Marcos de Almeida Reg, idem ; Ma-
noel re Araujo Porln-Alegre, idem; o major Manoel
de Frias e Vasconcellos, idem ; Dr. Manoel Jos Bar-
bosa, idem; Patricio Ricardo Freir, idem; o lenenle-
coronel Manoel Joaquim de Menezes,idem; Jos Go-
mes Ferreira, idem; Dr. Antonio Pereira Pinto, idem ;
Jos Alvcs Pinheiro, idem ; Dr. Claudionor Anlonio
de Azeredo Contieno, idem ;Dr. Anlonio Goncalves
de Araujo Lcilao, idem ; o majar Anlonio Joaquim
de Magalliar.'s Caslro, da provincia da Babia ; o te-
nenle-coroncl Jos da Victoria Soares le Andrea,
do municipio da corle ; dilo Jos Marianno de Mal-
tos, dem ; dilo Jos Joaquim do Coulo, idem ; dilo
Jos Luiz Mena Brrelo, idem ; dilo Jos Pedroso
Hitarle, idom -, dilo Jotquim Mendes Cuimaraes.
idem ; o major Marcos Pereira de Salles, da provin-
cia do Para ; dilo Caelano Manoel le Faria e Albu-
querque dito Hermenegildo de Albuquerque lor-
locarreiro; dilo JoAo Daniel Dmaso dos Reis ; dilo
JoAo Francisco Mena Brrelo ; dito JoAo Nepomure-
noda Silva Portella ; dito Jos da Silva Guimarnes
Jnior; dilo Guilherme Xavier de Sonza ; dilo An-
lonio do Sampsto ; dito Cypriano da Rocha Lima ;
dilo JoAo Guilherme Wuolf; o ciruraiAo mor JoAo
Manoel de Oliveira ; Joio Antonio Ribeiro, inspec-
tor da pagadura das Iropas ; o capitAo Ladislao dos
SaniosTilara ; Dr. Anlonio Alves da Silva Pinlo Ju-
ntar, dn municipio da corle ; Joao Teixeira Bastos,
irlem ; Joaquim Jos dos Santos Jnior, idem ; Jos
Carlos Mayrink, idem ; MililAo Mximo do Souza,
idem ; major Francisco Gomes de l'reilas, idem ; o
capilAo Hermenegildo Jase Gincalves Neves, idem;
Jos Caelano de Almeida e Silva, idem; Gabriel
Pinlo de Almeida, idem ; Manoel Theodoro Xavier,
idem ; o lenenle-coronel Jo- Ribeiro da Silva LcSo,
idem ; dilo Manoel da Cruz Rangel, idem; dilo Lza-
ro Jos Goncalves idem; o conselheiro Joaquim An-
iso Fernandes LeAo, da provincia de Minas Geraes ;
o major Agoslinho Jos Coelho rl.t Silva ; o capillo
Manoel Jos Rodrigues; o lenonle-coroncl Jos Can-
dido de Barros.da provincia de Pernambuco; o major
Thomaz Jos da Silva GusmAo idem; o lenenle-coro-
nel Manoel Joaquim do Reg e Albuquerque, dem;
o major Francisco Anlonio de Sampaio Vianna, da
provinria da Bahia; Luiz lar Silva Prado, da pcovin-
de Matto-Groiso ; o tcneiile-coroncl Lniz Moreira
Cezar, idem ; dilo Alexandre Jos l.eile, idem ; di-
to Manoel Joaquim Paula, irlem ; Anlanio Candido
da Cruz Machado, presidente da provincia de Goyaz;
o coronel Roque Alves da Azevedo, ra mesma pro-
vinria ; JoAo Jos de Cimpas Curado, idem : Dr.
Anlonio Auguslp Pereira da Cunha, idem.
Cavalieirs.
Fernando da Costa freir, inspector da lliesoura-
ria do Piauhy ; Alcaandre Emilio rlc Salles Campos,
rio municipio la corle ; Joio Antonio Vaz Portella;
Fernanda Aflonso de Mello ; Manoel Alexandrino
Macharlo ; Francisco Jos Gomes Pereira, inspector
da lliesouraria da provincia da Parahiba ; Manoel
de Abreu Conlreiras: Jos Franrisco de Monra, ins-
peclor ra lliesouraria da provincia de Sergipe ; Ma-
noel Joaquim de Souza Carneiro ; JoAo Jos la Sil-
va Muido m ; Fidelis Urbano da Silva ; Gabriel
Mllilao ViUanova .Macharlo ; ilr. Jos Barbosa de
Olivelri, do municipio la ciirfc ; Joaquim Maria de
Souza, dem; Jos Joaquim da Cruz, idem ; Jo-c
de F'rcilas Valladares, idem ; JoAo Francisco Fer-
reira ; Joao l;rancisco de Macedo Ferro, idem ;
Luiz de Franca e Mello ; o 1. lenle da armarla
Miguel Carlos Correa l.emos ; Jos Domingues de
Altaidc Moncorvo, do municipio da corle ; Jos
Teixeira de Macedo, idem ; Henriqne Luiz Ralln;
Francisco Maria Velho da Veiga ; Francisco Xa-
vier da Costa Aguiar de Andrade ; Jos Luciu Cor-
rea, cnsul seral do Brasil em Uainburgo ; Amaro
dos Sanios Barbosa, cnsul geral do Brasil no Para-
guay ; Joaquim Xavier Gircia de Almeida, do mu-
nicipio da curie ; o capillo Thomaz da Silva Para-
nhos, idem ; Dr. Manoel da Cunha GalvAo, idem ;
Dr. Manoel de Oliveira Fausto, idem ; Joaquim Jo-
s da Silva Pinheiro, idem ; o I." lenle da arma-
rla Carlos Frederico los Sanios Xavier o Azevedo ;
o rapilAo JoAo de Souza da Fonseea Cosa; dito Jo-
s Constantino de Oliveira ; ililo Jos Constantino
Lobo Bolelho ; dilo JuAo de Sampaio Mena Br-
relo; dilo Joaquim da Silva Ferreira Jnior; dilo
Joaquim Luiz de Azevedo ;'dito Fernando Ma-
chado le Souza ; dilo JoAo de Souza Fagundes;
dilo Francisco Frederico Figueira de Mello; dilo F-
lix Jos da Silva ; dilo JoAo Guilherme de Almeida;
dilo Joaquim Rodrigues da Silva ; o lenle Anlo-
nio Dias da Cosa ; dilo Jos Carlos de Cart*alho;
culo Francisco Carlos da Luz ; dilo Rufino Eneas
Guslavo GalvAo ; Eduardo Carlos Cabral Dcscamps;
JoAo Alvcs de Araujo; o capilao Jos Ignacio la
Silva Calve!; Jos Custodio Rodrignes Suva; Dr. An-
lonio Rodrigues da Cunha ; Dr. JoAo de Oliveira
Fausto; Dr. Joaquim Anlonio de Araujo Silva ; Dr.
Francisco Lopes da Cunha ; Hippolylo Marcos Viei-
ra; Antonio Jos Victorino de Barros; Dr. Benlo Jo-
s Fernandes de Almeida ; da provincia da Babia ;
Cypriano de Almeida Scbrao, idem; Dr. JoAo Jos
de Oliveira Junqueira, filho, idem ; Joaquim F'er-
reira de Sampaio; ojtcnenle-roronel JoAo Gomes
la Silva ; o major Anlonio Aniones de Campos ;
Dr. Domingos le Azeredo Coulinho Duque-Estra-
da, do municipio da corle; Dr. Joaquim Cardoso
dos Sanios ; o capilAo Lniz Pires Farinha ; dilo An-
tonio Jos do Amaral Jnior; dito Luiz Augusto
Cezar ; dilo Francisco Jos do Nascimenlo ; lilo
Anlonio Eulalio de Oliveira Pinto ; dilo Miguel
Joaquim Rangel de Azevedo ; dilo Anlonio Jos da
Silva e Cosa ; dilo Jos Ventura Boscnli ; dilo An-
lonio Maria Dias ; dilo Agoslinho Pereira Cardoso ;
dilo Manuel Jos Pereira ; dilo Alvaro Maria da
Silva Rodrigues ; dilo Luiz Pires Ferreira ; lilo
Indiqic-m'o pur favor, c se parecer-mc
liravel...
pra-
Ah o senhor aceita meus consellios, mas sob
beneficio le inventario. Comenta em fazer algum
esforco, mas sob conilicao de une nAo Ihe costar
limito caro. Ouer que Ihe diga o que na minha opi-
iii.io faria um hoinein re bem esclarecido sobre seos
devores? Em vez de relirar-se. [icaria.
Mas siria isso prolongar o perigo.
E fugir he Iriuinpliar dellc Oh o scnhor
pnri'ci'-me um covardo.
0 senhor Rigaud abusa...
Prcfere que o proclame o linmcm mais corajo-
so ra Ierra ?
Mas nao se Irala aqu de rnragem.
Pcrdc-me, meu joven amigo, o senhor fez o
mal, deve ler a coragem de repara-lo.
E que mal fiz eu lelinilivainente ? rompro-
metleu minha conducta a madama deSaulicu ? t) se-
nhor iih'-iiio diz o conlrario, e se assim fosse, eu
dara al a ultima gota de meu sanguc para resga-
lar minha falla.
Nao duvido, e seria al capaz de commeller a
loucura rlc fazer sallar os milos le desespero, o
que seria tima maneira bem na de reparar urna
brecha feila na honra dola. Sua retirada he igual-
mente iiiconsequenle, ridicula e estpida. Que! o
scnhor loma a liberdade do amar urna mulher a
qnem devia respeilar romo a propria virtude, deixa
lodos verem sua tonca paiito, e julga que haslAi
relirar-se para sofocar os lualos malignos, que sua
leviandadu lera podido provocar ? NAo, nAo he as-
sim que um humem honrarlo repara o mal que cau-
sou, mesmo involuiilariameule.
Mas esses boato! malignos, quem seria asss
miseravel para faze-los correr ?
Ninguem, e lodos.
O senhor tito me dira que a repulacAo de ma-
daa rlc Saulieu era inatacavel
Sim, cortamente para as pe>soas honestas ; mas
julga que s baja pessoas honestas sobre a Ierra ?
Ah lauto peior para o senhor se lem cssa crenca.
ser engaado minias ve/es. E al niso eu niio me
liara as pessoes honeslas.
Ao menos o scnhor reconhecer que a ternura,
a paixAo de um homem honrado nAo pn le. se per-
manece pura, embariar o brilho da virtude. He urna
homenagein rendida, e nada mais.
Alt! liarla mais o senhor arranja as cousas
bem f.ii-iliiic:ile Dos o llera de vir jamis a ser
arrheologo ; pois, seria ISo sysleinalico como meu
amigo Saulieu. I'ma liouienagcm mas essa home-
nauem lie nina injuria I Amar urna mulher he con-
celler esperance sobre ella! e roma leriam viudo es-
sas esperanzas se ella as nao livesse feilo nascer ?
se ella as fe/ nascer nAo fallou a Mas o senhor me fnzia suppor que |>oe em du-
vido a propria virluderle madama de Saulieu ex-
clamou Gastto PTgoendo a cabera, e alegre por ler
esse pretexto para recobrar a offensiva.
E quando assim fosse, sobre quem recibira a
culpa? Sobre o senhor s. lie grande maravilha
que seu amor insensato me inspire semelhanles du-
vidas?... Oh sci linio o que vai dizer-me em sua
defeza, vai fallar-me de sua innocencia, de sua can-
dura I'.rlavms engaadoras c rommodas que o II-
Indem 1 Urna mulher amada esla j quasi compro-
mi'ltid.i. e se o senhor se relirar, sabe o |iie lia > le
dizer ? ir Oh bem o vciles, era verdade, teniendo
compronielle-la, elle relirou-sc.
Mas se eu licar hao de dizer peior ainda.
Anlonio Carlos da Silva ; dito Carlos Angosto do
S ; dilo Joaquim Antonio Fernandes Pinheiro;
dilo Aolonio da Cro Rangel; dilo Pedro Peixo-
to de Araujo ; dilo Constancio Ncry de Carvalho ;
dilo Anlonio Monsoro de Oliveira ; dilo Jos Ribei-
ro de Carvalho; di lo Jos Francisco do Amaral Cos-
ta-, dilo Jos Rodrigues de Carvalho Jnior, dilo JoAo
Gomes Ferreira ; dilo Jos Bento Alves Ferreira da
Rocha ; dito Antonio Jos Ferreira ; dilo Alejan-
dre Jos Fortuna; o lenle Geraldo Caelano dos
Santos; o capilao Leopoldino Lino de Faria, da
provincia de Malto-Grosso ; dilo Jos Va.ro da Ga-
ma, ider; dito Joaquim Antonio da Costa Guima-
rAes, idem ; dilo Lauriano Xavier da Silva, idem ;
dito Andr Lopes Coelho, idem ; Miguel Rodrigues
Batalha, da provincia do Espirito Sanio ; o lenle
Jos Ribeiro Pinlo Jnior, idem ; Carlos Jos No-
goeira da Gama, idem ; o lenenle-coronel Joaquim
da Silva Caldas, irlem ; Dr. SebastiAo Jos da Silva
Braga, da provincia do Maranhao; Caelano Tei-
xeira Pinto de MagalhAcs, idem ; Izaac Expos de
Miranda, idem ; Victorino Jos Rodrignes, idem ;
Hav mundo Jansen de Caslro Lima, idem ; Marcel-
ino de Azevedo Perdigan, idem ; o major Jos
l'ianrisro Nogueira Paranagu, da provincia do Pi-
auhy ; Silvestre Ferreira dos Santos, da provincia
do Cear ; o major Miguel Xavier Henriques de
Oliveira, idem ; JoAo Thom da Silva, idem ; Joto
Pedro da Cunha Bandeira de Mello, idem ; o capi-
lAo Victoriano Augusto Borges, idem; o lenente-
[coronel Theolonio Ribeiro la Silva, da provincia
das Alag-as ; Francisco de Meir Lima, idem ; Ni-
colao Alves Rodrigues, idem: o lenenle-coronel
Joan Correa de Araujo, idem; Jos Alexandre de
Moura, secrelario do governo d(t mesma provincia;
O Dr. Marcellino Pinlo Ribeiro Duarle, da pro-
vincia do Rio de Janeiro ; Joaquim Francisco Leal,
idem ; Jos Victorino da Cosa, dem; o capilAo Li-
berio Josa de Almeida, idem; dilo Francisco Jos
Nunes. idem ; o lenle Alexandre Carlos Castrioto,
idem ; Dr. Pancracio Frederico Carr Ribeiro, idem;
Carlos Jos de Siqneira Quintan I ha, idem ; Dr. An-
lonio da Silva Gradina, idem; Dr. Boque Jos Fer-
reira da Silva, idem; Pedro Anlonio Gomes, idem ;
o major Marianno Anlonio re AmorimCarrAo, idem;
dilo JoAo Carlos Velho da Veiga, idem; dilo JoAo
Manoel da Silva, irlem; dilo Simo Jos Henriques,
idem ; o alferes Manoel Jos Loureirn, idem ; Cy-
rillo Bernardes de Assis, idem ; Jos Maria de A-
guiar, idem; Anlonio Jos de Carvalho, idem ; An-
lonio Goncalves de Lima, idem ; Francisco Alves
Ribeiro, idem ; Jos Goncalves de Souza, idem ;
Kv cardo Jos Rodrigues, idem ; Joaquim Vieira de
Carvalho, idem; Saturnino Duarle da Silveira, idem;
Manoel Jos Fernandes Pinheiro, idem ; Jos An-
lonio Alves jla Fonseea, idem; Thomaz Antonio da
Silva, idem; Dr. Manoel Jos da Costa Pires, idem;
Domingos Genilicio Lopes de Araujo, idem; Jos
Joaquim Ferreira Barbosa, idem ; o lenenle-coronel
Manoel Jos de Souza Jnior, idem ; Dr. Francisco
Antonio de Souza, idem ; Dr. Francisco Manoel
Soares de Souza, idem; o capilAo Luiz da Fonseea
Moraes, da provincia de Matto-Grnssn ; dilo Jos Il-
defonso de Figueiredo, dem ; dito-Joaquim da Cos-
a Furia, idem', dilo Eleulerin da Costa Montciro,
idem; oinajor Joaqttm Jns de Carvalho, d mu-
nicipio da corte ;' JoAo Coulinho Pereia de Velasco,
da provincia do Rio de Janeiro ; Antonia Jos Fer-
reira Braga, idem ; Sergio Manoel de Azevedo Soa-
res, idem ; Joaquim Jos de Faria Mallos, idem ;
JoAo Baplisla Calogeras, idem; Henriques Kopke,
idem ; JoAo Henriques Freese, idem; Francisco
Marques le Souza. idem ; Dr. Joaquim Pinlo Bra-
sil, idem ; Jos Lopes Xavier, idem ; Joaquim Pe-
reira dos Sanios, idem ; o capitAo Francisco Correa
de Caslro, idem ; Jacinlho Jos da Luz, da provin-
cia de Sania Calharina; Manoel Pinlo Portella, idem;
Manoel Netto de Oliveira, da provincia de San Pau-
lo ; Dr. Antonio Joaquim de Sampaio Peixolo, idem;
Dr. Agoslinho Luiz da Gama, idem ; Joaquim An-
lonio de Paula Machado, idem; Joaquim de Quei-
roz Telles, idem ; Antonio Augusto da Fonseea,
idem; Joaquim Anlonio Mendes de Andrade, idem ;
Joaquim Pereira da Fonseea, idem ; Dr. Jos Pedro
de Azevedo Segurado, dem; Dr. Jos Martiniano
de Oliveira Borges, idem; Dr. Bernardo Avelino
Gavian Peixolo, idem ; o capilAo Francisco de As*is
de Araujo Macedo, idem ; o major Joaquim Jos Re-
bollo, da provincia de Minas Geraes ; Jns Bernar-
des de Azevedo Silva, idem ; o capilao Francisco de
Souza Lima, idem ; o majo- Severino Jos de Oli-
veira, idem ; o lenenle-coronel Severiano Alves de
Souza, idem ; dilo Anlonio Pinheiro Freir de Mou-
ra. idem; o major Francisco de Paula Xavier e Sil-
va Capanema, idem; o lenenle-coronel Jos Bazi-
lio da Gama Villas-Boas, idem ; o coronel JoSo An-
lonio Maria Versiani, idem ; Dr. Bento Alves Gon-
dim, idem; Dr..Antonio Augusto da Silva Caedo,
idem; Dr. Joo Honorio de MagalhAcs Gomes, idem;
Pedro Alves de Andrade, idem; Manoel Jos llai.ao,
idem ; o padre Jos Bonifacio de Souza Barradas,
idem; o lenenle-coronel Francisco de Paula Ramos
Ilorta, dem; Joaquim de Aquinn Fonseea, da pro-
vincia le Pernambuco; Luiz Francisco de Barros
l.eile, idem; o padre Vicenta Ferreira de Siqueira
VarejAo, idem; Jos Farhinelli, idem ; Theolonio
da Silva Vieira, idem; o lenenle-coronel Luiz de
Albuquerque Maranhao, idem ; Joo Valenlim da
Silva Barroca, idem; Antonio Jos Leal Res, idem;
Jorge Viclor Ferreira Lopes, idem ; Anlonio Pires
F'erreira, idem; Jos Francisco de Barros Reg,
idem; Justino Pereira de Faria, idem; Virginio
Rodrigues Campello.
Dr. JoAo Siqueira de Souza, secrelario do govemo '
da provincia do Para, o capilao Francisco Anlonio
Monleiro Tapajoz, da mesma provincia, JoAo Cae-
Isso depender do motivo pelo qual licar. Eia,
meu amigo, tenha alguma energa, moslre-se intei-
ramenle honrado Na verdade ha um bello mereci-
inenlo em fugir do perigo no momento cm que elle
apparere. Nao devia faze-lo nascer, agora releva
allrnnla-lo e venc-lo. NAo quer que madama de
Saulieu fique compromellida ? case com a irmAa.
A estas palavras GaslAo scnlio urna perturbarlo
eslranba abalar-lhc a alma, e sua mao obedecendo
insliiiclivamenle a essa especie de commoeio inte-
rior, puxou as rodeas do cavado. Zegris parou, e
Mr. Rigaud obrigou scu cavallo a fazer o mesmo.
Os dous cavalieirs linham enlAo chegado a um
claro da floresta em que las avenidas se cruza-
vam. O sol eslava ainda asss elevado no horisonle
para que seus raios pcnelrassem al ao rhAo a ira vs
dos ramos, das arvures vclhas ea relva e os arbus-
tos cxhalavam os perfumes do outono qne tem
menos suavidade que os da primavera, mas conenr-
rlam bem rom as brisas que j se resfrian), com os
cimos dos carvalhos, que amarellejam e com o as-
pecio triste e choroso las betulas.
GaslAo liidia dado um suspiro em harmona per-
feila rom a melancola lesss uuatlro.
Que lornou Mr. Higand, esla idea o enlris-
lece ? Na verdade sinlo-me bem disposlo a lamen-
la-lo Urna escolenle rapariga, bella, bem educa-
da, rio genio mais alegre que conheco, o que he
alguma rousa em urna mulher que um homem he
destinado a ver lodosos lias do sua vida : urna ra-
pariga cinlim que o amara, se ja o nao ama, e a qual
rerlamenlc o senhor amar, quando livor recobrado
a razAo, o que nAo pode deixar de acontecer em um
mancebo que dlto bellasesperan;assarcheologia !
Tenho dilo, c agora boa noile, e sobre ludo nao .
erre o caminbo ; lome o que cuiiduz ao dever, que
he lambem o da felicidade,
Rigaud vollou a redea para a avenida da direila,
picuu o cavallir rom ambas as esporas, c parti a
galope. GaslAo seguio-o com a visla al que dcsap-
pareceu as profundezas do horisonle, e depois con-
lintiou a passo a estrada que devia reconduzi-lo a
Seneuil.
(Confuuar-te-aa.)


lao Barroso Pereira, dem; Manocl Fernandes Ri-
beiro, dem; Joao Dogo Clemente Malcher, dem ;
Joaquim Firmiuo Xavier, Dr. Francisco Antonio de
Oliveira Ribeiro, da provincia de Sergipe, Domingos
l)is Coelho Mello Jnior, idem ; o conegn Manoel
(-> rillo Mariolio, da provincia da Babia ; Dr. Joao
Tejxeira de Bllnncourl, idem; Pedro Nanea dos
Sanios, idem; Mximo Baplista Pinho idem; Francisco Xavier Ferreira, idem ; Ladislao
Pereira l'inlo, idem; Francisco Candido Rodrigues
de Castro, idem.
Secretarla de estado dos negocios do imperio, ero
2 de dezembro de 1R54. Fatulo Augusto de
Aguiar.
MINISTERIO DA JUSTIC.A.
DECRETO N. 1480 DE Al DE NOVEMBRO
DE 1854.
Augmenta os ordenados dos promotores pblicos
das comarcas de Guaratinguct edtjiorocaba,
na provincia de S. l'aulo.
Hoi por bem elevar a 800 cada um os ordenados
dos promotores pblicos das comarcas de Guaralin-
gueta edeSorocaha, na provincia do S. l'aulo.
Jos Thomaz Nahtico de Araujo, do meu cousellin,
ministro e secretario de estado dos negocios da jusli-
ca, assim o Icnlia entendido c faca ejecutar.
Palacio do Rio do Janeiro, ero 22 de novembrn ile
le 18.it,'33. da independencia e do imperio.Com
a rubrica de S. M. o Imperador.Jos Thomaz Sa-
buco de Araujo. *
DECRETO N. 1481 DE 22 DE NOVEMBRO
DE 1854.
Augmenta o ordenado do promotor publico da co-
marca da capital da provincia doJispirio Santo.
lki por bem elevar a 6008 o ordenado do promo-
tor publico da comarca da capital da provincia do
Espirito-Santo.
Jos Thomaz Nabuco de Araujo. do meu conse-
Iho, ministro e secretario de estado dos negocios da
juslica assim o tenha entendido c faca eiecolar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 22 de novembro de
1851, 33." da independencia c do imperio.Coma
rubrica de S. M. o Imperado.rJos Thomaz Nabu-
co de Araujo.
DIARIO DE PERMMBUO, QUARTA FEIRA 20 DE DEZEMBRO DE 10854.
Relaiao dos despachos publicados na corte, pelo se-
cretario do estado do* negocios da juslica, em o
faustissimo dia 2 de dezembro de 1851, anniver-
sart'o natalicio de S, M. o Imperador.
Para conegos honorarios da imperial capclla :
O vigario Vicente Ferreira de liveira, dito Jos
de Souza l.ima, o padre Manocl de Brito Coutinlio,
dito Jos Mandes de P.iiva, dito Quntiliann Jos do
Amaral, dito Marianno Leile da Cunha Escobar.
Para couego honorario da S Metropolitana :
O vigario Goncalo Vieira de Mello.
Para conegos honorarios da S de Ulinda :
O vigario Manoel Joaquim Xavier Silvcira, dilo
Jos Rufino Gomes Pacheco.
Para conegos honorarios da S de S.Paulo :
O vigario Joao Nepomuceno do Assis Salgado, o
padre Domiciano Pereira l.eile.
Para conego honorario da S do Marau hau :
vigario Joaquim Feliz da Rocha.
MINISTERIO DA GUERRA.
RELACAO DOS OFFICIAES PROMOVIDOS POR
DECRETO DESTA DATA.
Carpo de engenheiros.
Para capilao, o 1. lenle do mesmo corpo Ma-
noel da Silva Pereira.
Para primeiros lenentes, os segundos tcnentcs do
mesmo corpo Joao Martins da Silva Coulinho, Se-
baslio de Souza e Mello, Ernesto Comes Morcira
Maia, Jos Joaquim de Olivcira, Epifanio Candido
de Souza Pilanca, Gabriel Militan de Villa-Nova
Machado c Carlos Jos Pereira das Neves.
Para segundos lente..jo* alferes alumnos de ar-
tilliaria Beolo Jos Ribeiro Sobragy, Antonio Au-
gusto Monteiro de Barros e Domingos Jos Rodri-
gues.
Corpo do estado-maior de i."classe.
Para coronel, o lenentc-coronel do mesmo corpo
Manoel Fclizardo d Souza c Mello, por mereci-
mcnlo.
Para tenente-coronel, o major do mesmo corpo,
Sergio Tertuliano Castello Branco,por,anliguidade.
Para majores, os capitaes do mesmo corpo, Vi-
cente Ferreira da Costa Piragibc, por antiguidade,
Joao Pedro de Lima e Fonscca Uulhicrre, por
mcrecimento.
Para major graduado, o capilao do mesmo corpo,
Francisco (iomes de Frailas.
Para lenles, os alferes do mesmo corpo, Anto-
nio Clemente dos Santos, Antonio Vctor de S Br-
relo, Joo Brrelo Pecanha, e Joaquim Ignacio da
Cunha.
Para alferes, os Iteres-alumnos da arllharia.
Pedro Claudio Sido, Raymundo Nonato Curjao,
Malheu* Eaydio da Silvcira, Carlos Rcsin, c Fre-
derico Cavalcanli de Albuquerque.
Corpo de saude. ,
"Para rirurgiao mor de brigada, o cirurgSo-mr
de brigada graduado, Manoel do Reg Macedo.
Para primeiros cirurgies-capitaes, os primeiros
cirorgioes-tenentes, Francisco Antonio deAzevedo,
Jos Antonio dos Reis Montenegro, Manoel Adria-
no da Silva Poules, e Cyrillo Jos Pereira de Al-
buquerque,
Para primeiros cirurgiocs-lcnenles. os segundee
rirurgics-a Iteres, Jos Xavier Lopes de Araujo.
Pedro Alfonso Diniz, e Joao Floriudo Rihciro de
Bulhes.
Para primeiros rirurgics-lenenlcs, os segundes
cirurgiocs-alfcres Antonio Martins Pinliciro, Luiz
Lopes Baplista dos Aojos, l.uiz Antonio Pimental
Jos Mara de Azcvedo, Francisco Jos da Costa e
Abren, Augusto Victorino Alves do Sacramedlo
Blakc, Jos Zacaras de Orvallio, Miguel Joaquim
de Castra Mascarcnhas, Antonio de Jess e Sonza,
Antonio l.uiz de Souza Seixas, Olegario Cesar Ca-
bossu, Agido Porfirio de Magalhaes, Antonio da
Silva Deir, Rozcndo Aprigiu Pereira Calmarle,
Macario Pamphilo Noguera, Jos Muniz Cordeiro
Jilahy, Jos Joaquim Goncalves cisco Goncalves de Moraes, Jos Coelho Morcira de
Souza, Thcophilo Clemente Jobim, lienrique Jos
Pires, e F'rancisco Lopes de Oliveira Araujo.
OFFICIAES E OFFICIAES INFERIORES PRO-
MOVIDOS NA ARMA DEARTILIIARIA.
Primeiro regiment c arlilharia a cacatlo.
Para capitaes, o primeuo lente quarlel meslre
do scgot'.ndo bat.il han Relarmino Jacome Doria,
para a primeira rompanhia ; e o primeiro lente
ajudantc do primeiro batalhao Conrado Maria da
Silva Rilancourl, para a segunda companhia.
Primeiro batalhao de arlitharia a pe..
Para capitflo, o primeiro lente do mesmo bata-
lhao Manoel Balbiuo Nolasco Pereira da Cunha, pa-
ra a oilava companhia.
Segundo batalhao de arlilharia a pe.
Para capitaes, os primeiros lenles do mesmo ba-
talhao Norberlo Augusto Lopes, para terecira com-
panhia ; Antonio Jos dn Costa, para Mita com-
panhia; o primeiro lente- ajudandedo mesmo baia-
llrio Eloy Manocl de Oliveira, para a stima com-
panhia; c a primeiro tenentedo quarlo batalhao Fe-
liciano de Souza Aguiar, para a oitava companhia.
Terceiro batalhao de arlilharia a p.
Para major, o capilao do mesmo batalhao Hilario
Maxmiano Antones Curjao, por antiguidade.
Para capitaes, os 1. lenles do mesmo batalhao
Albino Adolpho Barboza de Almeida, para a 2.a
companhia ; Candido Jos da Costa, para a 5.* com-
panhia, e o 1." lente do hilalhao Jos Ignacio
Coimbra, para a 7.a companhia.
Quarlo batalhao de arlilharia a p.
Para major, o capilao do 1." regiment Elias An-
tonio Prxedes, por antiguidade.
Para capitaes, o I. tencnle do mean batalhao
Jos Angelo le Moraes Reg, para a l. companhia;
o 1. lenle do I. batalhao Jos Maria de Aten-
caslro, pata a 2. rompanhia, c o 1. lente do 3.
bislateTiborcio Hilario da Silva Lavares, para a
.' companhia.
Corpo de Mallo-Grosso.
Para lenente-coronel commandanlc, o major do
mesine corpo Gabriel Alves Perneadas, por auliuiii-
dad.
Para major, o capitn do |.a regiment Jos Pe-
dro Hcitor, por mcrecimento.
Para capilao, o 1. lenle do mesmo corpo l.uiz
Francisco Tciieira, para a 3." companhia.
Corpo de artfices da corle.
Para major coinmaudanle, a capilao do 4." bala-
lliao Carlos de Muraos CamisSo, por merecimenlo.
Para capilao, o 1." lenle qoartel-mcstre da 1."
regiment Joaquim Anlunio Xavier do Valle, para
a 1.a companhia.
Companhia de artfices da Baha.
Para capitn, ol. lente do 2. batalhao Cao-
lano da Silva Parando.
Companhia de atlifices de l'emambuco.
Para capilao, o 1." lente do 2." batalhao Traja-
no Alipiode Carvalho Mendonca.
Para I. lenles, os 2." (cuentes do 1." regimen-
t Carlos Jos de Escobar e Francisco Manoel Pe-
reira Fontes ; os 2." lenles do I. batalhao Anto-
nio Jos Angosto Conrado, Candido Feliciano Pe-
reira de Carvalho, Agstinho Marques de Sa, Jos
Cactano de tndrado Camiso, c Joao Roberto da
Cunha Bacellar ; os2." lenles do 3. batalhao Se-
hastiao da Cunha d'Eca c Costa, Paulino de Almei-
la Brilo, Joaquim Autunio Ferreira da Cunha, e o
2." lenenle-qtiarlel-meslre Joaquim los Pereira : e
o 2. lente do 4. batalhao Firmiuo llcrculano de
Moraes Ancora ; os segundos lenles do batalhao
de Mallo-Grosso Joao Paes Brrelo de Mello, e Jos
Curios Cabra!.
Para segundos lenles o 1." cadete 1." sargento
do I." batalhao Pedro Paulino da Fonscca, os pri-
meiros cadetes segundos sargentos do mesmo bata-
lhao Lionidio l.uiz Manoel de Jess, c Virialo 1.a-
fayetc Muniz Valdctaro, o particular 1." sargento do
mesmo balalho Joaquim Pinto Guedc*, e o 2. ca-
dete 2." sargento do 2." batalhao Manoel Pereira de
Souza.
Palacio do Rio de Janeiro, cm 2 de dezembro de
1854.Pedro de Alcntara llellegarde.
MINISTERIO DA MARINHA.
BBLACAO DOS OFFICIAES DO CORPO DA AR-
MADA NACIONAL IMPERIAL, PROMOVIDOS
POR DECRETO DESTA DATA.
A vice-almiranlc, o chefe de esquadra Joao Tay-
lor.
A chefes de esquadra, os chefes de divisao Fre
derico Marialh, Antonio Pedro de Carvalho, Pedro
Ferreira de Oliveira e Joaquim Marques Lis-
boa.
A chefe da esquadra graduado, o chefe de divisao
Jos Joaquim Raposo.
A chefes de divisao, os capitaes de mar e guerra
Joao Maria Wandenkolk, Antonio Leocadio do Cou-
to, Joao llcnriqucs do Carvalho c Mello, Augusto
Leverecr e Diogo Ignacio lavares.
A chefes de divisao graduados, os rapilaes de mar
e uuerra Rodrigo Theo loro de Freilas.Joao Baplisla
de Souza e Jos Maria Ferreira.
A capil.les de mar e guerra, o capilao de mar e
guerra raduado Pedro.da Cunha, oscaplaes de fra-
gata Jorge Broun, l.uiz Castao de Almeida, Joa-
quim Manoel de Oliveira Figneiredo, Filippc Jos
Ferreira, Antonio Flix Corra de Mello e Joaquim
Raymundo de Lamarc.
A capiaes de mar o guerra graduados, os capitaes
de fragata Manoel Francisco da Cosa Pereira c
Francisco Jos de Mello.
A capitaes de fragata, os capilaes-toncntes Jo3o
Custodio de Houdain, Francisco Pereira Pinto, Fran
cisco Luiz-da Gama Rosa, Jos Eduardo Wanden-
kolk, lienrique Manoel de Moraes e Valle, lien-
rique lloflsmilh, Pedro Ignacio Moroni, Joaquim
Sabino da Silva, l.ourenco da Silva Araujo Ama-
zonas, Francisco Xavier do, Alcntara, Fernando
Jos Possollo, Elizisro Antonio dos Santos e Gerva-
sio Mancebo.
A capilao de fragata graduado, o capilao-tencnle
Jos Rodrigues Freir Cardoso.
A capitaes-tcnentes, os capitacs-tcnenlcs gradua-
dos Christiano benedicto Oltoni. Hermenegildo An-
tonio Barbosa de Almeida, Francisco Cordeiro Tor-
rea e Alvina; os primeiros lenentes Manoel Pedro dos
Reis, Alevn.he Jos Fernandas, Flix l.ourenco
de Siqueira, Francisco Parahyhuna dos Reis, Jos
Pereira Pinto, Francisco Eduviges Bricio, Guilher-
me Auguslo de Frailas, Vicente Navarro Cardoso e
Antonio Alfonso Lima.
A primeiros lenles, os segondns lenles Wen-
ceslao Miguel de Almeida. Jos Henriques da Silva
I" res, Jos Avclino da Silva Jacqnes, Joao Carlos de
Souza Jacques, Francisco Domingos Caminada, Jos
Rodrigues dos Santos, Jos Joaquim de Souza
Lobo, Manoel Francisco Correa Leal, Jos Nolasco
de Fonloura Pereira da Cunha, Francisco Freir
de Borja Salema Careno, Joao Carlos de Souza Ma-
chado, Joaquim de Paula Martins c Silva, Joaquim
Leal Ferreira, Eugenio Pedro da Rocha Pila Gar-
(io, Antonio Coelho Fragoso Jnior, Antonio
Luiz da Silva Soulo, Joao Soares Pinto, Francisco
Leopoldo Cahral do Canto Tcivc, Salusliano Cae-
lana dos Santos, Manoel Joaquim de Castro e Cos-
ta, Antonio Marcelino da Ponte Rihciro, Jos da
Cunha Moreira, Pedro Hvpolito Duarle, Joaquim
Jos Pinto, Justino Jos de Macedo Coimbra, Ma-
nocl Pereira de Figuciredo, Joaquim Maria de Al-
meida Portugal, Jos Marianno de Albuquerque Ca-
valcanli, Joaquim Ribeiro Guimares, Manocl Ro-
drigues de Almeida, l.uiz da (.'osla Fernandes, Bal-
datos Jos Ferreira de Aguiar, Manoel Anlonio Fil-
gueiras, Ignacio Agstinho Jaufret, l.ourenco Eloy
Pessoa de Barros, Antonio Ximencs de Araujo Pilada,
tonario Joaquim da Fonscca, Manoel Anlonio Vital
ile Oliveira, Joo de Moraes Madureirg, Antonio
Carrea de Brilo. Jactilhu Rodrigues Soares de
Meirellcs, Anlonio Carlos Cezar de Mello c An-
drade, Manoel Erncslo de Souza Franca, Anlonio
Benedicto Orozimbo Xavier de Azevedo, Pedro
Cordeiro de Araujo Frcio, Joao Travasso da Costa,
Joaquim Nolasco de Fonloura Pereira da Cunha,
Antonio Luiz Teixeira, Francisco de Salles Duarle,
Francisco Gomes da Silva, Joao Duarle da Ponte
Ribeiro, Domingos Joaquim da Fonseca, Manoel
Antonio da Rocha Faria, Jos Emigdio Pereira,
Anlonio Gomes de Mallos, Ensebio Jus Antones,
Jos Francisco Piulo e Lenidas Marcondes de Mou-
tezuma.
Palacio do Rio de Janeiro, cm 2 de dezembro de
1851.Jos Maria da Sitia l'aranhos.
corrcnle, os requerimcnlos em que Maria Francisca
Xavier o rsula Maria Rodrigues da Silva, pedem
licenca para que os educandos daquelle collegio,
GervaMo Portazio do Reno Rarros, Sinodal.' e Mar-
colino Candido da Silva Brasil, neto da 2.a fossem
em companhia dellas passar alguns dias da fcsla de
Natal.
Portara.Mandando admiltir ao servido do ex-
ercilo como voluntario por lempo uc seis anuos, o
paisano Antonio Fernandes de Castro que percebe.
alm dos vcncimenlosqucjlhe compelirem, o premio
de 3005 rs.Fizeram-se as necessarias commnnica-
ecs.
Dita.Ao agente da companhia das barcas de va-
por, para mandar dar passagem para a corte por
ronta do governo no primeiro vapor que seguir para
o sal, aos segundos cadetesllermilo de Oliveira Mel-
lo e Domervillo de Oliveira Mello que liveram pas-
sagem dar o 3. batalhao de infantera.Commu-
nirou-se ao cominamlnnlc das armas.
Dita.Ao director do arsenal de guerra, recom-
mendandu qin mande entregar seis pares de algemas
a ManoeliJoaquim do Nasrimenlo, coinmaudanle da
escolla viuda de Garauhuiis conduzindo remitas.
18
OfticioAo coronel commandanlc das armas inte-
rino, para mandar avisar a tres olliciaes superiores
para servircm de vogacs na junta de juslica, devendo
ellos comparecer no palacio da presidencia s 10 ho-
ras da manilla do dia 90do rnrreutcem que lera lu-
gar a sessao da mesma junta.Fizerain-sc as necessa-
rias rommuuicaroes.
Dilo Ao inspector da Ihcsnuraria de fazenda,
rommunieandn ter o harharcl Theodoro Machado
Freir Pereira da Silva Jnior, participado que no
dia 13 do corrcnle assumira o exercicio da vara de
juiz municipal c de orpMos dos termos reunidos de
Rio Formoso e Serinhacin.Coinmuuicou-sc aoExm.
conselheiro presidente da relafao.
Dilo Ao mesmo, Iransmillindo para os conve-
nientes osantes, copias das actas do conselho admi-
nistrativo para fornecimeuln do arsenal de guerra,
datadas de e 7 do crrenle.
Dito Ao mesmo, dizendn que lendo o juiz mu-
nicipal e de orphaos do termo do Limoeiro, hacha-
rel Nabor Carneirn Bezerra Cavalranti dcixado o
exercicio do sen emprego desde o dia 17 ao ultimo
de novembro passado para vir cm servico a esla capi-
lal, mande S. S. pagar esse bachare os seus ven-
cimenlos relativos a aquello* dias.
Dilo Ao inspector da thesouraria provincial,
commiinicando, afim de que o faca constar ao admi-
nistrador do consulado provincial, que indeferira o
reqiicrinieiilo cm que Antonio Alves de Miranda
Guimares, como consignatario de Jos l.ourenco de
Brilo pede a suspensa da arrcmalacao dos gneros,
que Ihe foram apprehendidos.
Dito Ao director das obras publicas, para, da
pedra vinda de'Fernando no patacho Pirapama,
mandar por a disposito do engonheiro encarregado
das obras militares, a que fr precisa para o calca-
menlo das coxias que se esto edificando em S. Ama-
ro.Coinmunicou-se ao supradito engenhiiro.
Dito Ao mesmo, au!nriaudo-o a mandar lavrar
o termo de rercliimentn provisorio das obras supplc-
mentares do ai;udc de Caruarii. e declarando que
nesta dala se espade ordem ao inspector da Ihesou-
raria provincial para, vista do competente certifi-
cado, mandar pagar ao arrematante daquellas obras
a quantia a que lem direilo.Expedio-sc a ordem de
que se trata.
Dilo Ao mesmo, declarando que acaba de ex-
pedir ordem ao inspector da thesouraria provincial
para que, vista do competente certificado, mande
pagar ao arrematante da segunda parle do empedra-
mento do primeiro lanco da estrada do norte, Dr.
Anlonio Barroso Pereira'de Moracs.a importancia da
segunda prestadlo do scu contrato.Expedio-se a
mencionada ordem.
Dito A' cmara municipal da villa de Seri-
nbilem, dizendo, em respusla o seu ofllrio de 27 de
novembro ullimn, que approva o contrato feito por
aquella cmara com o advocado Joao Damasceno de
Barros para tratar de suas causas cm juizo, pela quan-
tia de 1009 rs.
Dilo A' adminislracao do patrimonio dos or-
phaos, communicando quo remetiera ao director do
collegio dos orphaos, para ser deferido nos termos de
Ol informacao, o requeriinenlo em que Maria Cau-
dencia da Silva pede licenca para que scu fillio me-
nor, chican lo daquelle collegio, Pedro Algemiro
passo, durante as feria. 1.') dias em sua companhia.
Dito Ao coinmaudanle da cstacilo naval, com-
municando haver o inspector do arsenal de marinha
participado em officio de l(i do crranle, j ler man-
dado fazer as pinturas de que necessilava o brigue
de guerra Cearense na parle interna, e bem assim
concertar o respectivo fogao c o forro de cobre do di-
to brigue.
Dito Ao desembargador juiz relator da junta de
juslica, remoliendo,para depois de vistos serem rela-
tado* em sessao da mesma junta, os processo ver-
bao* dos soldados Manoel Hilario e Pedro Jos de
Sant'Anna, pertenceules ao meio batalhao provisorio
da provincia da Parahiha.Communicou-seuo Exm.
presidente daquella provincia.
INTERIOR.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 16
Odicio. Ao eonamandanle dar arma*, dizendo
que juba mui acertada a medida de alislarem-sc nos
corpos ..(ni existentes alguna recrulas.afim de dcsla-
careni para o presidio da Femando, reforcando-se
desl'artc .i destacamento que faz a guaruiQao'do mes-
mo presidio.
Dito. Ao mesmo. declarando que os primeiros
cadetes do 8." batalhao de infaularia, Alfredo de
Barros Cavalcanli da Lcenla e Pedro de Barros Ca-
valcanli de Lacrda aprcsenlaram cunhcrimcntn de
haverem pago a importancia dos emolumentos corres-
pondentes a hcinca que ohliveram por aviso de|l!l de
solomillo ultimo, para esludarcm na escola milijar
da corte.
Dilo----Ao inspector da thesouraria de fazenda,
devolvcndo os papis das diarias abonadas pelo juiz
de direilo de Garanhiins aos lecrutas apurados ulli-
mamcnle naquella comarca, e dos veinimenlos que
compelen) as pracas que os escoltaran), e dizendo
que conven! realisar desde j o pagamento de lacs
vencimenlos. visto que de qualquer demora resull-
ra detrimento is referidas pracas.
Dito. Ao presidente do conselho administrati-
vo, roncedeudoa anlorisacao quo pedio aquellc con-
selho para comprar no mercado os uencro* e ohjcclos
mencionados na relucho que S. S. remelleu.
Dilo. Ao chefe de polica, dizendo que a Ihc-
souraria provincial lem ordem para pagar ao ama-
nuense extraordinario da reparticao a cargo deSmc,
Anastasio Alejandrino de Salles Dolra, a qoanlii de
7S0OOr. dispendida com a conduccao do armamen-
to appreliendido pelo delegado do termo de Cimbres.
Dito. Ao inspector do arsenal de marinha, re-
mettendoas gulas de pedidos d.> brigue barca [tama-
rac, edosbrisues Caliope c Cearense, penencen-
Irs a eslac,as naval dcsta provincia, e aiito'risando-o
nao s a mandar forneccr os ohjcclos mencionados
em kaes guias, m-s lambem a MsTaier de ora cm
diante quaesqueroutrasem idnticascircum-dancias,
que ihe furom apresenladas por parte do coinman-
danle da dila estafad, e que nao esliverem rompre-
hendidas as tabellas qoeacompanliaram os decretos
rilados na ullinia parte do aviso expedido ao encar-
regado do qnarlel general da marinha em 23de outu-
hro ullimn, podendo poramSme. representar sobre a
inoralida.lc de ialgomasde lacs gniu quando assim o
entender eonvenenta a htm dos intaresaas da lazen-
dl publica. Cuininuiiicni-se ao mencionado eona-
mandanle.
Dilo. r Ao director do arsenal de guerra, para
remellcr com lirevidade alim do sor restilnido ao co-
ronel romniandaiilc do 0." balalho de infaularia o
pedido para nina caldeira de forro de 200 iracas,
visto que ja foi paga a importancia dclla pela cana
do rancho do referido batalhao.
Dilo. Ao director das obras publicas, reeom-
mendando que faca desembarcar com brev idade a
madeira que feio das Alogoas no brigue Santa liar-
liaru, por conla da que se coulralou liara a ponte do
Recifc.
Dito. A cmara municipal doltcrife, remetien-
do aflm de que tenha exocucao.a copia da poslura ad-
dicional queapprovou acerca da remncao dos fornos
de podarla do reulro da capital para os lugares con-
venientes.
Dilo A cmara municipal da Bajada, appro-
vanilu as arrcmalacoL's quo foram fclas peranto a-
quella enmara relativas as snas rendas.
Dilo. Ao adminislracao do patrimonio dos or-
phaos, communicando haver remettido ao director
do collegio dos orphaos para serem defiridos de con-
formilade com a informacaodcsie, datada de II do
RIO DE JANEIRO.
I. de dezembro.
Por decreto de 27 de novembro ultimo, [oram
coinmuladas:
Em cals perpetuas a pena de morle imposta por
centenes do jury de Garanhiins, cm Pernambuco,
os reos n li.ro e Silvestre, escravos.
Em pristo perpetua cum Irnbalbo na capa de cor-
reccao da corte, a pena de morte imposta por sen-
tenca do jury do termo do Rio Claro, em S. Paulo,
ao reo Cactano, cscravo.
Foi aposentado o capelln cantor c regente do co-
ro da imperial capclla, o padre Joao Mximo do
Prado, com o ordenado que Ihe competir, dependeu-
do nesta parte da upprovacao da asscmbla geral le-
gislativa.
Foi declarado que na aposenta loria cbncedida ao
desembargador Pedro Madeira de Abren. Brandan.
na cxlincta casa da supplicajao, se deve comprehen-
der o vcncimeulo que linha como juiz conservador
dos privilegiados do coinmercio, a contar desta dala
em diaute, dependendo porm da npprovarao da as-
scnilil geral.
Foram aprcsenladus na* Ireguezias:
Da villa de Barcellos, do hispado do Para, Manoel
Raymundo Alves.
Do N. S. do Hnm Soccorro, do Andini, do mesmo
bispado, Jos Maria Fernandes.
Da villa de Serpa, dilo dito, Luiz Martinho de
Azeredo Cotilo.
Da Prainha, dilo dilo, Manoel Joaquim Pe-
reira.
De S. Anlonio. da villa de Gurupa, dilo dilo, Be-
larmino Francisco Martins Gafanholo.
De N. S. da Assumpcao da villa Franca, dito di-
lo, Antonio do Espirito .-(auto da Fonseca.
De S.Cruz de Vitarinbo do Monte, dilo dilo, Bcr-
nardino Duarle da Vera Cruz,
De S. Jos da villa de Macana, dilo "dilo, Joaquim
Manoel de Jess.
Da villa de Alenqucr, dita dilo, Jo.lo Candido Ro-
drigues de Mello.
He Almciriin. dito dilo, Amando Jos de Olivei-
ra Panloja.
De Altez do Chao, dito dilo, Jos Scrani.lo Ri-
beiro.
De Buim, dilo dilo, Manoel Anlonio Rebelli.
leve inerc Rogelio Fernandos de Barros, da ser-
venta vitalicia do llicio de esenvao de orphaos e do
rivel da villa do Passo, na prorincia das Alagoas.
Foi aeeita a desistencia que fez Vicenle Ferreia
da Porriuncula, do ollicio do cscrivfio de orph
villa d'Assembla, da mesma provincia.
orphaos da
10
Por derrelo do7 do correle me? foram removi-
do*, por o haverem pedidoVosjaiies do direilo Joao
de Carvalho Fernandos Vieira, da comarca da Malla
Grande, lias Alagoas, para a de Campo Maior, nade
Piauhv, c Ignacio Carlos Freir de Carvalho, desta
para aquella comarca.
. aa*-.T,in
Maudou-se conservar a gradnico de major ao
commandanlc da segunda companhia do batalhao
de infaularia da guarda nacional dos municipios de
Aris e Quelna, da provincia de S. Paulo, Manoel
Gomes de Moraes, o ao rommandanle da terceira
companhia do batalhao u. 11 da provincia de Minas
Genes, Joao de Paivae Almeida.
O Sr. chefe de esquadra Pedro Ferreira de Oli-
veira, onmmindanla cm diere das tortas navacs do
Btasil no rio da Praia, coa a sua Insignia na fragata
a vapor Amazona, coinmaudanle o capilao de fra-
gata Francisco l.uiz da Gama Rosa, e larga boje para
Montevideo.
As crvelas a hlice Mng, commandanlc o capi-
lao de fragata Hnriouc lloflsmilh, c I innato, com-
mamlante a capilao de fragata Francisco Pereira
Pinto, que fazem parle da mesma divisao, acompa-
nliam a fragata Amazonas.
O paquete a vapor Imperador, entrado dos porlos
I do ral, Irat dalas de Porto-Alcgre at 30 do pasu-
do, do Rio-Grande al nl-e de S. Calharina al 5
rio corrente.
A carta do Rio Grande que publicamos na parle
Ulterior resume todas a* noticias que ha de algum
intercale.
!l
O Sr. Dr. Antonio de Castro Lope* foi nomcado
2." official da secretaria de oslado dos negocios da
fazenda.
Por decrelo de (i de dezembro Toram Horneados
ravalleiro* da ordenidc S. Bel.....lo Aviz :
O major Cactano Manuel de Faria e Albuquerque.
O upilao-teooiilc Fernando Jos Poaseio.
Dilo Erncslo Alves Branco Muniz Brrelo.
(capitn Manoel Jos da Soled.ile.
Dilo Joaquim Van da Silva.
Dito Joaquim Jos Morcira de Mendonca.
Dilo Joaquim Cesar de Mello Padilha.
Dito Antonio l.eiaoda Silva.
Dilo Anlonio Ferreira Rufino.
ijH1-u---------
S. PEDRO DO SU!.
Culada do Rio Grande, 2!) de novembro.
Tenlio grande satisfarn de dar principio a esla mi-
bha rarla noticiando-llie que esla provincia goza da
mai* perfeita Iranquillidade, e que, com passo lento,
porm seguro, prnsegue na vereda de sua futura
grandeza c prosperdade sol a esclarecida e benfica
adminislracao do Sr. Sinimbu.
Tendo-lhe dado cunhecimenlo das operacOcs da
caixa filial do Banco do Brasil, Ido importantes quSo
preciosas e necessarias industria da provincia, oc-
cupar-inc-hei por momentos de noticiar-lhe o estado
prospero da rompanhia do seguros martimos Fi-
dclidadc.
Em 3 de Janeiro de 1853 comecou a funecionar
rom o fundo ciTeclivn de 2tK) cotilos de ris ; duran-
Ic o primeiro anuo (omou o seguro de risco de mar
no valor de 1,88'J:7829'.3, que produziram de pre-
mio a quanlia de 3^:5579798, sujeila a algumas res-
liloices por exlorno.
Os seguros eflecluados podem-se classificar deslc
modo :
"rasil.......I,58fi:0783i3
Rio da Prala .... 2:15:4779593
... Kuropa...... 67:317000
Diminutas foram porcerloas operacOes desla com-
panhia no primeiro anuo de sua crearlo, mas ella
esta bem conceiluada, c deve-se esperar que nos se-
gundes anuos os negociantes desta praca Ihe darao
preferencia,reconhecendo as vanlageiis quedahi Ibes
rcsullam : o coverno imperial acaba de conceder-
me o augmento de mais 300:0009, leudo por consc-
qoencia no 1." de Janeiro prximo futuro, de fune-
cionar com o. fondo cITectivo de 500:0009. O seu
primeiro dividendo foi de 7009 por accao ou de
leve s um sinislro, quej foi do brigue nacional
Isabel, naufragado ao norle da barra, estando por
elle na rcsponsabilidadc do pagamcnlo de 10:9009 ;
entretanto lao acertadas foram as providencias, que
tiveram o inelhur xito possivel, salvando-so quasi
lodo o carregamento segurado, o qual foi aqui ven-
dido em leilao, sendo pequeo o prejuizo da com-
panhia.
Temos aqui oulros eslabelccimcnlos que milito
alteslam o nenio commcrcial e emprebendedor dos
habitantes desta cidade. Em oulra occasUooccn'psr-
mc-hci de dar-lhc nolicia de nutra* emprezas que
aqui se alimenlam com a intluencia do grande movi-
menlo commcrcial desta praca.
A compra do rebocador 'sete de Julho, que llie
havia annunciado na minha anterior, ainda so nao
verificou porque pende da decisao do Sr. ministro da
marinha.
As duas canhoneiras que devem seguir para essa
corle csiao arma ndo-sc, coactivo c zclnso capilao
do porto Antonio Caetano Parral esforca-se para as
fazer seguir com a maior lu-evidade possivel.
Sei agora que um navio desarmado se conserva
melhor do que aquello que se acha armado o cm ser-
vico : parecia-me que os desarmados se eslragariam
maisdeprossa, mas o exemplo que lenlio vista con-
venec-me disso. As escunas S. teapoldo, S. Gon-
ralo e Fortuna esto cm multo melhor estado do
que a llojuru, que esleve empregada no registro do
Jaguarao ; nao ohslaule tenho loda a certeza de que
o seu digno commandante, o 1. lente Picaneo,
nunca se descuidnu do seuasscio e conservado."
A asociado commercial desta cidade resolveu
endererar ao governo imperial urna pelicao para
que a partida dosvapores da rompanhia bra'sileirada
linha do sul do imperio se elTectue um dia depois da
chegada a esla corle dos vapores da linha de Sou-
tliampton e Liverpool, pelo que, nao alterando o
contrato que o governo celebren com a dila compa-
nhia brasileira, resulta a grande vanlagem de ser o
eommerrio nacional e eslrangciro da provincia em-
possado opporlunameulc da avullada corresponden-
cia que cnlrelem com as principaes pracas do impe-
rio, e especialmente da Europa e dos Estados-Uni-
dos, cujas intimas rolarnos commerciaes sio assas
importantes.
Eslou que o governo ha de allender a esta suppli-
ca, para que se nao d ocaso, multas vezes aconte-
cido, de ler aqui chegado noticias das praca prin-
cipaes do imperio e da Europa por via de Monte-
video primeiro que as desea corte, porque para as
pracas de Montevideo e Buenos-Ayres, alias situa-
das a maior distancia, chegam as noticias primeiro
em coiuequencia das linhas inlcrmediarias. Fat
justitia.
A duradoiira e rija briza de N. E. que assoprou
por mais de vinte dias consecutivos nao deixou de
produzir alguns estragos.
A barra da provincia baixou consideravclmcnle.
Cerca de21 navios tiveram demora na entrada, en-
tre estes a barca Lima, que do Porto conduzia cer-
ca de 120 pas*ageiros, que leve de os passar para o
vapor de reboque e desembarcaran! ficando fora a
barca. Dcram-se alguns sinislros. Alm do patacho
inglez ll'illiam V Manj, que depois de quasi per-
dido safou pelos esforcos da pralicagem da barra, e
sobre o qual Iratei na minha anterior caria, no dia
lOappnreceuencalhado o brigue francez Alerte, ca-
pilao E. Laffoal, com procedencia de Cdiz, carga
sal, a Lind lo da pralicagem da barra para 'salvar esle navio, o
que conseguio safando-o depois de muilo Irabalbo no
dia 21. Eis-aqui a exposii;ao quo fez o capitn
capitana do porlo. Tece elle os maiores encomios ao
digno oulcial que all serve interinamente, o 1. l-
enle Jos Pereira Pinlo.
a Eu ahaixn assignado, capilao do brigue francez
Alerte, do porte delO tonelada*, vindo de Cdiz
carregado de sal, declaro que, aps dous mezes de
navegarn, lendo-nos fallado a agua, por ler-se que-
brado os arcos de urna pipa, c como tivessemos ain-
da que caminhar bastante para chegar ao nosso des-
lino, julguci do meu dever para o bem commum de
mandar que fosse a agua dividida cm raro. Duran-
te alguns das Tomos lambem a meia racao, e mais
lardo decidi que fo*so rcslahelecda a racao inteira.
O vento era constantemente enturarlo; depois de
avistarmoi o Rui Grande um luUo de vento nordes-
te arremecou-nos a 20 leguas a sotavento.
Continuando a tripularn a clamar que linha
sede, resolv, depois de ouvir o parecer de um con-
selho, de dirgir-me sobre Monlevido. Apenas, po-
rm, arhava-inc na altura do Cabo de Santa Maria,
um vento fresco sul manifestou-se. Pensei cntao
que seria prudente o virar de bordo, fazendo-me de
Vela para o Rio Grande, na esperanca de chegar ao
nosso deslino desla vez; minba especlativa licou po-
rm haldada. Ao cabo do dous dias de navegacao
avislei uovamenle o Rio Grande. Veiido alguns
barcos Tundeados, obrigou-me a necessidade a imi-
la-los, afim de pedir alguns soccorros is auloridades
locaes; o que de faci pratiquei, icando um signal
que foi respondido pela atalaia; c pouco depois veio
o vapor rtica ahaslecer-nos. Todos rvalisaram de
polticas demonstrarles para comigo. Obtivemns a-
gua de que lano prerisavamos, manlimcntos fres-
cos, c finalmente Tiramos sonidos do ludo quanto
nos era necessario. Conservei-me ainda por algumat
horas no ancoradouro.
A larde, vendo que as cmbarcacOes no meio das
quaes me achava suspendiam os scus ferros, quiz
mita-las. Ao lempo porm de virar no molinete
parlio-se a corrcnle; desde enlao me nao licou anco-
ra alguma nos lurcos, visto ler perdido a oulra na
respeta.
a Conservei-me com pouco panno loda a noile,
leudo o pharol riela, e esperando desla maneira o
feliz momelo da entrada. Checado a 6 bracas de
fundo, virei de bordo como linha feito at enlao:
repentinamente no quarlo da meia noile para as 4
passei do fundo de 0 bracas aos de 5 e 2 bracas.
Mandei virar de bordo s 5 bracas, mas o barco re-
cusan obedecer princpiou a decebir: atravessei
entao, mas esla manobra nao baslou para que cu e-
vilasse a costa; continuando o barco sua decahida,
julguei ennv! ment o mandar espiar sobre o nico
ancorle que me licava, iudependeulemenlc da an-
cora de roca. A espa nao preenebeu o fin que cu
me propuuha; garrava medida que viravamos no
molinete.
Engatoii-sc enlao a ancora da roca, c o cabo'
pastando pelo escovens d'cslihordn i r foi aquella
levada maior distancia pussivel do barco. Ao ama-
nhecer cei o signal para pedir soccorro, e diriai-me
iminedi.llmenle ;i Ierra no meu cscaler alim de
fallar com as vigias da atalaia. Ao dcscobrir esla li-
vo a satisfgalo de avistar o Sr. cavalbeiro Pnlo ,
commandanle do porlo, e divisei os signaes indican-
do a entrada da barra.
a O Sr. cavalbeiro Pinlo mandn logo urna em-
barearS.0 que veio buscar-ma em Ierra, ronduzn-
do-me a bordo do vapor Aclica. Esle vapor reboca-
va urna grande lancha completamente provida de
loda especie de cabos, ancoras, e se achava tripulada
com muita gente. Temi sabido s II horas do Ro
Grande, achamo-nos a bordo meia hora depois do
meio da.
O Sr. cavalbeiro Pinlo fui o primeiro a subir a
meu bordo e mandn manobrar com a intelligencia
c aclividade possiveis cm lao penosas circumslancias.
Nao posto assaz elogiar esse digno official de mari-
nha, assim como a gente que Irazia sua ordem; to-
dos coneorrram com uolavel energia para arran-
car-me da cosa. O Sr. cavalbeiro Pinlo man Ion
laucar ao mar lodo o sal necessario para alliviar o
navio.
Feito abordo do Alerte, a 20 de novembro de
1854.O capilao do Alerte, li. Ijt/fonl. a
Sirva ao menos de lenitivo a esle official esse vo-
l de agradecimcnlo, j que leve a infelcidade de
calicr-lhc 11 criminando da pralicagem da barra em
urna quadra Ulo diflicultosa e cheia de espinhos.
Depois do Alerte viera-n barra no dia 2.1 a es-
cuna dinamarquesa Dania s 3 horas da larde, e em
seguida, islo he, s 4, a escuna dinamarquesa liu-
pkrotina, ambas procedemos de Montevideo, em
lastro, c furam succcssivamenle varando o ponlal do
Sul, e por lal forma mal navegadas, sem allenderein
aos signaes da atalaia. que a Dania licou inmedia-
tamente perdida, salvando-se nicamente a tripula-
cao. Seguirn! higo us dous vapores cm soccorro, c
fazcti lo-se lodos os esforcos para salva-las, foram
esle* baldados quanlo a primeira, aproveilando mui-
lo a liuphrotina, que safou o conseguio entrar 110
porto. Posto que este* sinislros augmentem os re-
cejos dos que demandara esta barra, comluilo se es-
tes se deram foi pola audacia (lestes capitaes, que
sem conheciinenlo da barra, sem alinese aos sig-
naes da atalaia, a inveslem como *c qiiizessem en-
trar na barra da Babia 011 do Rio de Janeiro.
Com o vento N. E. m se perdera barcos nesta
costa quando sa pretende um sinislro para vnde-
los an seguro, 011 quando ha fortes borracheiras nos
mostrea mi pilotos.
Eslao paradas todas as fabrica* de xarqiic. Vai
comerar a nova safra c esperam-se algumas tropas
ho mei de dezembro para dar-sc principio ao gran-
de morimenio commercial da provincia. Quando
aqui nao se malam bois ludo lica paralysado. As
canias sao as grandes rodas do inacbiuismo indus-
Irial da provincia ; quindo ellas nao Irabalham o
grande apparclho que pee em movimcnln lodosas
industrias para absolutamente, ou romo que morro.
Evislem apenas no porto, carrcgaiido o espolio do
gado que firou cxislindo da ultima safra, a escuna
dinamarquezi Nanea para Liverpool, e a escuna
hespanhola Gertrudis para Hamhurgo.
Calcula-sc haver em deposito nesta praja o na de
Pelotas (0,000 couros seceos ; nao ha um s salgado.
Exislem algumas embarcaran que uestes poucos
dias enlraram de Montevideo em lastro, freladas por
Me. Cachen & Irmaos para carregarcm madeiras da
proviucia, cujo deposito existe em Portn-Alegre.
Aps a apprebensao que Tez o iuspeelor da alfan-
dega das 80 caixas de cha, sobre o que toquei na
minha ultima, as quaes por contrabando se preten-
d.! introduzir no primeiro e grande mercado da
provincia, fez o mesmo inspector urna bella dcsco-
berla. Sabcndo-se que o destacamento da barca de
viga da barra atarea alli urna rigorosa fiscalisaco
lacrando as escolilhas e anleparos dos barcos proce-
dentes de porto* cs'.rangciros, ti-cali-aro que se Dio
exerec sobre barros de porlos do imperio, o capitn
da barca porlugueza Urna, lendo-te communicado
fora da barra com o capilao do brigue nacional Cas-
tro, pedio a esle que Ihe desse algum manlimenlo, o
que por obsequio c camaradagem recebesse a seu
bordo (ima pequea pacolilha para livra-la de calilr
as garras dos malsins da barra ; o smavel capilao
do brigue Castro nada objeclou, o o bom do meslre
ia Lima largou-lliea maula.
A conversa iunocenle de um dos passageirns, que
dissea oulrn que se havia alliviado a navio fora da
barra para o dito brigue. descubri a ni hada, poisdeu
causa a que chegasse o fado ao conhecimento do S
Brilo, quo sem mais lempo a perder prevonio ao seu
collega da alfandega do Norte, o qual nrdenou as
diligencias precisas com lana opporlunidade que foi
mincdialamente apprchetidida a pacolilha no valor
de mais de dou* cotilos de reis. Est agora as
cordas o ofiiciuso capilao lo Castro : lem de pagar
um cont de reis de mulla, alm de ser despedido
pelo seu mercante ; caro obsequio Assim se Ihe
pagou os fornccimeulos dos vjveres... Bem se devem
mirar nesta espclho os mestres de barcos cosleiros
para que nao recebam um copo de arsnico por um
calix de licor.
A asscmbla provincial est a encerrar a sua mo-
ntona c rida ses-ao desle anno, sem que a sua in-
clyla manira tetilla Teilo cousa que preste. Impo-
tente para guerrear a presidencia do Sr. Sinimbu,
que Ihe nao tcm dado raxSo para as declamaces do
coslume, diverte-se com elevar ao quinto ceo seus
novos neophytos, e na verdade algomas notabilida-
des da inclyla inaiuria zombam do bom senso do pu-
blico da capital da provincia quando querem impin-
gir romo oradores a cerlos desertores da lingua por-
lugueza, que a celebre Liga elevou a 13o grande
altura !
Enlraram do Porlo, quasi ao mesmo lempo, Ires
embarcarocs, a barca Lima, a barca Hydra, e o bri-
gue Iris, que nos trotuorain 220 hospedes laboriosos
e uteis a provincia, que os recebe cornos bracos aber-
tos como aquellc* doseslrangeirus quo mais nos me-
reccm pela allinidade, por parentesco, lioguagem,
coslumes e religiao.
Foram convocados os accionistas do banco que se
projecla eslabclecer na capital, para cm ns*emblea
geral dtscnlir-se a proposta que fez o Sr. ministro da
fazenda para que seja elle convertido em banco filial
do Nacional, c por urna dessas incurias ou pouco gelu
que se destruir a unidade dos corpos conectivos
qoando so o ioteresse da rommunidade os influe,
nao compareceu numerosutlicienle para deliberar,
sendo necessario fazer-se nova convocarn: al agora
ignoramos o que se ha passado.
Os accioni-las do banco desta cidade reunitam-se
hnntcm cm assemblca geral para resolvorem acerca
da propnsta que Mies fez a directora do Banco do
Brasil sobre a sua conversaoem Banco filial do Ban-
co Nacional : foi deliberado que se solicilasse a en-
corporac-ao com lodo* os onus e vantagens dos accio-
nislas de-le.nma vez que se opponham clausula du
recebimenlo das oncas, como disse na minha ultima.
Nao he a primeira vez que'os capitalistas e com-
uicrr amos desta praca se lem adiado em graves em-
baraeea com a medida que loraaram, dando s oncas
o valor, nominal de 329000.
Finalmenlc alguns accionistas eslao disposlos a
retirar seuscapitaes, se por acaso nao for aceita a
fusilo que por este vapor se solicita. Parece-me
muilo justa e muilo conveniente esta propusla, por
isso que nao sendo de graoSe importancia as opera-
ces deslc banco, poaeas sao as vantagens dos capi-
taes que para elle lem cnlrado, sendo muilo maiores
a* que Ihe olferecem as transaccocs parciaes particu-
larmente reilas, e, o que he mais, s assim lera o
governo urna oppurtuua occasiSo de acabar com essa
anomala que seda nesta provincia.com tero go-
verno urna mor t.i o o eommerrio oulra. Se o.go-
verno qner que a moeda nacional seja a nica que
deve gyrar na provincia, promova essa fusilo que
prelendem os accionistas do banco filial do do Brazil
como clles pedem.
{Carta particular.)
MINAS GERAES.
O uro Freto.
2( de novembro.
No intuito de assignalar as causas que me pare-
cem eHiricntes da caresta dos viveros, Ihe cscrevia
eu que essa careslia era geral, sentida por toda a par-
le, ainda mesmo nos lugares de mais baraten, como
esla cidade.
Para Vme. poder devdamenle apreciara verdade
do que levo dito, permilla-mc a comparacao dos pre-
cos por que se vendiam aqui, havera dous anuos, os
gneros chamados do paiz ou da Ierra, c os precos
porque actualmente so vendem.
Antes da.rare muilo a 19 o alqueire, farissima vez excedia desse
preco ; em jiitilio ou julho desle aono elevou-se a
3920(1; depois foi bailando al 29, valor que conser-
voujior muilo lempo, aldesccr uestes ltimos dias
a 10720. O toticinho, que se venda, termo medio,
a 29 .i arroba, subi pelo mesmo lempo a 109,
vendido alguns dias a 129. baixou insensivelmente
a 69, preco que conservou por muilo lempo, e hoje
j se vende a 59. O feijao de 29, termo medio, subi
a 19500, hoje j ^e vende a 29560. A farinha de
mandioca de 29 o alqueire elevou-se a 49, preco
que ainda boje conserva, conviodo notar quo esle
genero he aqui de qualidade muilo ordinaria.
Parece que a baixa que nesles ltimos dias se nota
nos vveres indicados provem da nolicia gcralmenle
espalhada cine, ao menos pela malla que avisiuha
esla capital, nao ha roca m.
Entretanto esla baixa ainda Ble he satisfactoria,
pois pode ser o resultado de causas meramente acci-
dentaesquese dilo nesta cidade. A abundancia das
entradas em um mercado limitado que nao condece
a conveniencia de graudes depsitos, e aonde aquel-
las silo frcquenlese inesperadas, loma incerloeva-
cillanlc o preco dos producios que nelle se conso-
mem.
Succcde aqui muilas vezes que o que se venda
urna hora antes por dous, vende-se ao depofspor um;
basla para isso a abundancia inesperada provenien-
te de novas entradas, o apparecimento de algumas
tropas que abarrotcm o mercado.-
As (ropas que conduzem manlimcntos sao aqui
obrigadas a demorar-se na praca por espaco de duas
horese a vender a lodos quanlos querem" comprar
em primeira mao, c s depois Ibes he permittido des-
carregar nos armazens dos negociantes.
Assim lie (iie ne.se breve espaco de lempo o preco
vara muilas vezes cm larga escala pela razio j in-
dicada.
Se accredilo firmemenlc quo a careslia das subs-
tancias alimenticias nlo resulta ta falla de braco*,
longe eslou de supprque ilaqui mais a alguns annos
nao venda esla falta a produzir resultados iguaes
aos que hoja experimentamos, sanie maiores, se o
mclli" lo do cultura nico usado no paiz n.lo for
substituido por oulro menos indepcndcule do traba-
nte escravo.
A conlinuaremas cnusas como %u.arredilando o la
vrador que deva comprar escravoscuslem o que cus-
tarem, para plantar milho e feijao, das duas um,
ou ser preciso vender os vveres por preco lao ele-
vado que reprsenle o juro do capital dispendido na
compra desle 13o precario instrumento do traba-
llio, c nesse caso a miseria ser geral, 011 enlao ir
empobrecendo na razao directa do numero de cs-
cravo* que comprar, isto he, dar aos valores dispo-
niveis urna applicao,ao que, principiando por dimi-
nuir-lbe a renda, acabar por cxlingui-lo de lodo pe-
la morte do escravo.
Quando se Iralou da exlincco completa o absolu-
ta do trafego, depoi* de esgolar lodas as razos que
me pareoiam abonar essa medida imlispensavel, al
porque cuuvinha alterar a -lloaran econmica do
paiz, que nao poda modificar-se' indepeudente da-
quella medida, Tossem emhora quaes fossem os sacri-
ficios que nos ella cnslasse, responda eu aqueltes que
a nada cediam : Ser muilo bom o trafego, exccl-
lentc,.magnifico, sem elle nada seremos, com elle
seremos ludo, mas hc-forca que no* resignemos a la-
manha calatnidade o trafego he impossivel.
Eis ah a queslo collocada no seu verdadeiro pon-
to de vi.la ; como resolve-la, seno abandonando-
o? Hoje igual rosposta compre dar aos que cntcn-
dem que se nao pude plantar roca, colher milho,
feijao 011 arroz, seuao pelo Systems das rocadas quei-
madas.
Sim, esle syslcma em breve espado de lempo ha
do lornar-se impossivel. O numero de bracos qut
elle exige, o biixo proco dos producios alimenticios
e o valor cresecnte do Irabalbo escravo, bao de col-
locar o lavrador na alternativa, ou de calur na mi-
seria, OU de appellar para o arado e para lodos os
instrumento* agrcolas que multiplican) o Irabalbo do
hoineui.
A causa to arado perianto, como a do carro de
eixo 11x0, lem de Iriumphar irremissivelmcnle. A
questao he so de lempo.
As dilliculc.ide* attrihuidasa circunistancas espe-
ciaos do no-so solo sao imaginarias. Alli est a po-
pularao(los Estados-Unidos invadindo lerreuoscobcr-
los de llorestas virgen! como os no*sos, ahi eslao seus
lavra lores levando por lo la a parle comsigo os ins-
Iriimoiilos agrcolas do boiiicm ivlisado.
Essas dilliculdades que lulo de apparecer as pri-
meiras cultura* voiicoin-so com algum Irabalbo e
perseveranca, como ludo quanto nao be impossivel;
vence-so lentamente e aos poneos se se nao pode ven-
cer com presteza c de una asseulada.
Seria urna ealamidade se o* lavradores de um mo-
mento para oulro, sem ensatas, dcvissem o syslcma
que conlierem pan seguir oulro de que 11,1o' c-hlo
ainda cabalmente iiileirados ; seria toruar dependen-
te dos riscos do nina primeira experiencia a subsis-
tencia das familias e das popularnos que llics cumplo
alimentar.
Ma* ctilrc a suhs'.iluicao completa c instantnea
de um sistema por oulro, e a censervacao pelos se-
clos dos serillos do actual, ha um meio termo que
ludo concilU, os inlercsses do presente com os do
futuro.
O servico laborioso do arrancamenio das raizes, de
que tanto se tememos nossos lavradores, perde as co-
res carregadas com que coslama descreve-lo quan-
do se nota que he empregado urna s vez, e poupa o
servico das rocadas e queimadas, que se repele lodos
os annos.
Alem das vantagens muilo obvias que a cultora
dos cereaes deve colher da introdurcao do arado e
oulros instrumentos aperfeicoados do Irabalbo agr-
cola, oulrasexislem deslinadasa mudar inleiramente
a face do paiz para oulra melhor, ao menos ncsla
provincia.
A cultora por via do emprego exclusivo da enxa-
da e do machado torna a popularn nmada, f|.|a
emigrar conslantcmeutc, abandonando as Ierras de-
vastadas e coberlas de urna vegetarlo impotente por
nutras anude um breve a* mesillas causas tcm de pro-
duzir o mesmo resultado. Obrigado a possuir vas-
lissima (llnala de terreno para ler serapre dispo-
sico mallo para derribar ou rocar lodos os anuos,
grandes distancias separam as hahilacos, o homem
se sola, as rommuncacaes se difficullam, aseslradas
setornam impossiveis, pois nao se bao de dispender
servicos sem conla apenas para o uso de meia duza
de lavradores, e dahi lodos os eiubaracos com que
lula a adminislracao enlre nos.
O arado eosystema de cultura que elle crea ti: que
fixam o lavrador no solo, creando naquello a certeza
da permanencia, pois nunca se vera na precisan de o
abandonar por falta de fecundidade, que se renova
lodos os annos.
A baraleza das trras e dos bracos africanos contri-
buirn! mais que ludo para a conservaban dos pro-
cessos agrcolas que temos adoptado at u presente ;
cessando aquellas causas os eficitos bao de cessar
mprclerivelmenle.
A publicat;>o da Ici provincial do Rio de Janeiro
autorisando o presidente a contratar a construccao
da estrada que lem de continuar a do Parahybuoa
atPelropolis, muita satisfazlo causn nesla cidade,
bem como os arligos do scu bem conceiluado Jornal
sobre o mesmo assumplo. Em verdade he essa urna
empresa de transcendente utilidade. para esta pro-
vincia, como ja tenho por vezes demonstrado, c nin-
guem mais habilitado para so enllocar frente della
doque o nobre visconde dn Paran. Nada Ihe falla
para leva-la ao cabo. Queira olle, que ludo se
fara.
Entretanto a empreza decretada me parece oTe-
reccrdifficuldadcs que convera meditar seriamente ;
antes de nascer, ella j lem concurrentes temiveis.
A via frrea do Valle do Parahiba, ou Pedro II,
que lem de lanzar um ramal at a fronleira desla
provincia no ponto, ou muilo prximo, de inlersec-
cao da linha da estrada do Parahyhuna com a da
frontetra do Rio de Janeiro, (em de allrahir a i
a producto que liver de ser levada ao mercado da
corte.
A projedada via frrea das Tres Barras, seguindo
na mesma direccao, lera de a prejudicar ainda mais,
porque nao poder em senlido nenhom competir
com ella urna estrada de carro.
Tildo islo se Iradnz em obstculos que cumprc
prever com antecedencia, mas que nao sao insupe-
raveis. As enndiee* com que se (izer o contra lo po-
dem ter em visteo remover lodas ess3sdiflicoldades,
salvando os interese* dos accionistas.
Parccc-me que quando a sua idea nao prevaleos,
ahi esla a companhia Uniao e Industria que nao pode
deixar de querer lomar a si a construccao de
urna estrada que he o complemento indispensavel da
empreza de que se ella incumbi.
Besa companhia, mais do que oulra qualquer as-
sociac-o, deve ser inlercssada na continuado dessa
estrada al Petropolis. Para ella sero menos pesa-
dos os sacrificios, porque sero compensados com o
valor que vai dar linha do Parahyhuna.
O interesseque nesta provincia se liga a vias de
commiinicaejlo, e mormeule a que est a cargo da
companhia. Uniao e Industria, vivamente excitado
pela publicarJIo da lei provincial do Bio de Janeiro
e dos arligos do seu Jornal, traz os nimos suspensos
e desejosus de saberem do defecho.
2 de dezembro.
Ncm quenos tivessemos ajustado.oslamos perfcila-
mente de accordn a respeilo da estrada do Parahy-
huna. Quando Vme. chamava a alinelo rtos cap'i-
laes para a conlinnacao daquella linha ale Petropo-
lis, procurava eu demonstrar que urna estrada de
carro de 20 ou 30 leguas continuada por oulra de
tropas pela distancia do quatro ou cinco leguas antes
de chegau ao mercado, ludo podo ser, meuos es-
trada de carro, pois ha de sempre er transitada por
tropas. Quando Vm. lembrava-se deum grande no-
rr,e para se enllocar Trenle da empreza, escrevia eu
lambem paovocando a cooperaran da rompanhia
Uni.lo e Industria.Quando euennunciava esla opi-
niao, Vm. advogava a juncoso desta companhia com
a de Man. Eiahi como nos ajudamos mutua-
mente, chegando s mesma* concluses sem nos ha-
vermos entendido com antecedencia.
O que convem he nao escrevermos. Puxe Vme.
de la que eu puxo de c, a ver se a corda da indif-
Terenca eslica e relenla, e algoma oulra passa a
substitui-la, ou antes couslitua-se Vme. bigorna e
eu martello, em ordem a fazermos alguma cousa do
ferro que temos as maos.
Nao se traa de urna grande empreza que demande
o emprego de avulladus capitaes, como as das vias
frreas do valle do Parahyba, do Joazero e da A-
gua Prela, mas lao smenle de fazer algumas leguas
da estrada de carro que impedem a jtincrao de duas
outras j construidas, a doParahybuna o da sorra da
Estrella, prolongamcntos da mesma linha. Trata-sc
de dar animaro e vida n ambas ellas, de comple-
ta-las urna por via da oulra, de concluir urna obra
comecada que princpiou dos exiremos para vir ter-
minar no centro.
Nao se Irata de urna empreza nova por terreno
desconhecido, onde convem caminhar as apalpadelas
para nao esbarrar contra o primeiro obstculo, mas
pura e simplesmente de levar ao cabo aquillo que
j esla feito na sua mxima parle.
Parar no ponto em que se est he um contrasenso,
um absurdo; he compromelter o que esl feilo, ou
ao menos expr-se a nao se colher do que esl feito
o melhor partido possivel.
Coiilinuo a dar-lhe a agradavel noticia que a os-
larn vai correntio excellenlcmenle para as rocas c
ludo presagia ptima colheila. O preco dos gneros
allimenlicios orea peto mesmo que lic noliciei na
ultima cajta que Ihe dirig: devo porem accrescen-
lar que essa cidade he um dos pontos da provincia
em que elle se lem conservado mais baixo.
Daserra do Grau-Mogor vieram dous individuos,
com quem estivo ha pouco osqnaes me diera m que
pagaram cm caminho milho a 39 e 48 o alqueire.
Se os vveres que ahi se consomem, e principal-
mente o milho, fossem exportados desta provincia,
como minia gente suppe, o preco seria muilo mais
elevado. Por via de regra, do Parahybuoa at ao
Porlo da Estrella elle he muilo m?is" alto do que
nessa corle.
Disse-me um amigo que pagon em abril milho
razao do 39200 e gOOO para ci do Parahvba, quan-
do ncsle mercado se venda razao de 9000 o al-
queire.
Ainda isso prova as vantasensdas vias de commu-
nicar,Ao se essa grande cidade nao fosse abaslecida
pelo litoral, por via de navegado: calcule Vme. os
apuros em que em mu anno de caresta nao veriam
os seus habitantes.
Disse o Velho Brasil e muilo bem, que convinha
esiudar a questao da subsistencia; be verdade, e fe-
lizmente esl-se a resolver em um principio que con-
vem applicar, e vem a sor o collocar os ceiros de
prodcelo ao alcance dos consumidores.
A dilficuldade nao consiste na rcsolucao do pro-
blema, mas na applcaco do principio cm que elle
se resalvo.
Nao posso ser. mais extenso; apenas tenho lempo
de participar-lhc que Ovemos aqui um magnifico 2
de dezembro. Depois de um dia de muila cbusra
raiou o sol hrilhanle como no bellos dias de nossos
climas. Tudo concurren para realcar a feslividade
do aiinivcrsario natalicio do Sr. I). Pedro II. A pa-
rada principalmente nada deixou a desojar.
(Idem.)
S. PAULO.
I. de dezembro.
Aseslradas de carro, idea lixa dos habitantes des-
ta provincia, aiuda nao brolaram : parece que um
mo Tado paira por sobre esse grandioso melhora-
menlo. Desde que a asscmbla provincial resolveu
que a presidencia flxcsse cneorporar urna compa-
nhia, rchentaram obstculos, como que invenciveis.
O Sr. conselheiro Josino Toi o primeiro quo os e\pe-
rmentou Amigo dedicado da proviucia, inters-
satlo remo se moslrou cm seu progresso, homem
probo e conscicncoso a loda a prova, ainda assim
levo de deixar a cadeira presidencial sem fazer exe-
cutar essa lei que marcara urna nova era para a
provincia.
Subsisiem os mesmos inconvenientes diaute da
ailniinislraco do Sr. Saraiva ; nao ha contrato pos-
sivel, e o mesmo Sr. Barros, que tanta furia reve-
lava na queshlo, considerando al a idea sua pro-
priedade, parece que dcsanimou ; nao achando-se
com torca para realisar a empreza, as condi-
ccs uvada, pela asscmbla, dizem-me que a aban-
dona.
Neslas circumslanrias figure os embalaros da pre-
sidencia, que se considera sem base para fazer en-
corporar a lal companhia. Daqui vemaopiniao
de alguns que pausan un* acertado fazer-sc estra-
das por adminislracao do governo. Nesla opiniao
eslou eu c muita gente que do riseado enlende ;
fundo-me na experiencia que ahi vai, as harreiras
que se levantan] de todos os lados para urna em-
preza de lauta magnilnde. Nao he na retirada do
Sr. Barros, que alia* mula genle (sua amiga) jal-
an necessario na que-lo que esl a difiiculdade ;
como o Sr. Barros ha ahi oulros cidad.os que se
poderlo apresentar, poi* que esle senhor nao vai
encorporar com panha com seu dinheiro. Mas, va-
mos ao que rinda dizer. O Sr. Saraiva acaba de
nos dar esperanca nesta malcra. Dizcm-nic que
encarregou o nosso ministro residente etn Londres
de contratar dou engenheiros, a quem S. Exc. in-
cumbir o Icvanlamenlo ta plaa, a melhor direc-
cao das estradas, etc.
A provincia ja vai devendo muilo ao Sr. Sarai-
va ; cm materia de estradas lem principalmente
firmado a opiniao de que S. Exc. lem todas as con-
dicoes de bom administrador. Se elle chegar a
eslabclecer o mclhoramrnlo de que se trata, se-
eterno credor de gralidao da gente da S. Paulo.
n
E eu assim acredito, atienta a marcha dereclidao
lISEETJ^ ja "niaporcao^dc,Ierra, a que for [ que vai seguindo. A qualidade que mais se apre-
cia cm S. Paulo, lias circumslancias em que nos
adiamos he a imparcialidado c independencia no
pessoal da presidencia. Nesla ponto vai a provincia
salisfela ; o Sr. Saraiva, fimindo das impotiroes de
compalivcl rom as suas torcas, afim do ser lavrada
a arado, continuando a plantar a roca pelo systeina
usado, todos os anuos vio augmeotaudo aquella por-
cao al produzir lauto quanto o agricultor deve co-
lher. Por este modo a subslituic de um syslcma
por oulro va-sc operando lentamente sem o'menor
perigo da colheila do anno.
qualquer lado poltico, segu o norte que a juslica
manda. J se foi a poca em que muilas vezes o
interesse individual do potentado predominava con-
tra razao. Hoje nao se precisa ser rico c podero-
so para ser colindo na gerencia dos negocios; basla
ler razaoisso de farda bordada e brasato ja nao he
condijao para se ser altendido. Talvez Vme. nole
que eu leuha reiterado esta consideraco. Constata,
pois que sou plcbo e muilo pichen : devo gostar da
innovacSo.
As obras publicas, o melhorameoto das vias
do communicacio v3o fazendo o primordial ponto
de alienro do presidenta.- muita cousa ja se lem
conseguido. Por exemplo, ha por ahi muila quet-
tSoiinha de atalh que, lomando sobre certas Ier-
ras, acltia para encurlir distancias. Mas o possui-
dor do terreno nao he l tito patriota que constata
esto alteulado contra commodidadeprivada, e fas dis-
so urna quoitao do gabinete. O Sr. Saraiva pesa mais
a utilidade geral e decide a questao nesse sealido.
ilaja vista a quesiao do alalho de Santa Branca, o
tamandu coberlo de caas em que ainda ninguera
se animou a tocar. O actual presidente, raandan-
lo-o examinar por pessoa de prouidade, o engenhei-
ro Gomide, que ltimamente tem prestado muilos
servidos de sua profissao, ordenou qne elle te ope-
rasse. Esta medida he de alta monta para o com-
mercio de muilos lugares, e no anlanto se abafava.
fcis ah porque dise que a primeira necessidade da
provincia de S. Paulo he a existencia de om presi-
dente indepeudente das intrigas policaa, e adslriclo
a suas oceupacoes nicamente.
Como esla, ha shi urna serle re quesioes resolvi-
das ltimamente peto Sr. Saraiva em beneficio de
nossos viandantes. S. Paulo lem ptimas estradas ;
adoplem-se e conservem-se as ordens do actual pre-
sidente no locante asna conservado, melhoramento
e direccao que esse continuo bradar dos viajantes
hcira abafado.
A 4 leguas desla cidade esl a sarra da Cantareira.
He de tal altura, que nesla distancia se descobre o
valle de S. Paulo e a sua cidade. Em quadra chu-
vosa, he horrivel o as vezes impossivel a sabida; tem
grande exteusao. Ha muilo lempo que o povo fal-
la de evita-la, tomando direita petas fazendas ad-
jacenles ; era uraa medida 13o salutar que se pre-
suma um sonlio, alguns mesmo a impognavam
como absurdo. No embale das opinies, o Sr." Sa-
raiva resolveu examinar a questao por li mesmo.
Melteu-se em jornada, a com o engenheiro Gomide
ocularmente reconheceu o realisavel da medida.
Decrelou-a : foi um grande beneficio para o povo
da Albaia, Braganca, eda proviucia de Minas, don-
de vem o eommerrio al de carros, dos grandes car-
ros chamados mineiros.
A provincia goza de socego: na occasiao em
que escrevo nenhum aconlecimenlo nolavel me veio
ao conhecimento. Todava cousta-me um assassi-
nalo em Braganca. Emquanto este termo nao liver
um juiz muoicipal sem interferencia em quesioes
orphanologica*, ao qual seja unida a suloridade da
delegacia, nao havera realidade na adminiairaeflo da
juslica. Neslas eventualidades mundanas, o indi-
viduo despeitado toma sempre o seu despique ; ja
la vai o bom lempo em que se erigia em pratica o
preceito evanglico de receber a bofetada com lodo
o prazer, entregando a oulra face para soOrer se-
gunda ; tenho notado, que nos dos grandes povoa-
dos nos desalo-amo* por exemplo, com urna corres-
pondencia de jornal ; l peto interior a acfSo he
mais Mimmaria : um tirasio dedde a questao.
O demo que nos enlenda. Ouca o Ypiranga
liuha-se accommodado com o governo ; elogiava
mesmo o Sr. de Paran, e centava victoria,assiana-
landoqueu governo se linha passado para o lado
liberal.
Agora trocm-se de improviso as scenas ; o mi-
nistro da (azenda e da juslica coraec-sm a ser comba-
tidos enrgicamente : esle ultimo principalmente.he
tratado com aspereza. Enlende estas cousas? O jui-
zo da mprensa liberal nao passa de um cattenlo.
Querem alguns defende-la de semelhante versa-
tilidade, explicando que o que dizia o Ypiranga
de ultima data era exclusivo dos mocos a, quem se
havia abandonado a mprensa. Elles comuromet-
teram o partido, nao apandando o teidadeiro hori-
sonte ; foram apeados, e o Ypiranga reassumio sua
verdadeira posicao. Explicada assim a mvslifica-
r3o. este realisada a prophecia que ltimamente Ihe
tinha feito sobre a ronciliacao. Mas o que he certa-
he que, a vista dos precedentes, ninguem sabe qual
ser a opiniao de ainanha no campo liberal.
Foi com prazer que se publicou aqei 9 Sr.
Pedreira maudou dar 20:0009 para as obras da pro-
vincia. Ja nao lem razao da queixa os bairristas
desgoslosos, inimigos da corle ou da centralisielo.
Desta quantia ja oSr. Saraiva dispoz 0009 para
uraa estrada imporlanlissima. Pareco-me ser a de
Braganca, que vai locar na provincia de Minas. A
provincia he grata ao Sr. Pedreira.
A niaiiha u Sr. Marcelino Gerard entrega a
ponte dos Pinheiros, contratada pelo Sr. Nabucu,
perfeita e acabada. Tem sido examinada ocular-
mente pela presidencia e por muilos cidadaos ; ha
urna obra que faz honra ao Sr. Gerard, que, nao
obstante e prejuizo notorio que soffreu peta alta dos
cereaes, acaben a ponte consumiodo nella todo o
lucro que calculara cora o contrato. No enlanto a
obra he solida e prometle larga ttaracao. A boa
f que o Sr. Gerard revela em lodos os seus contra-
tos com o governo u fazem sempre recommendavel
para com o publico ; o seu nome assignado em um
contrato enm a fazenda he ja por si urna garanta.
O mesmo senhor vai couiecar a de Jacarehy, na
primeira monc-lo.
Concluiram-se os exames de preparatorios. ,
Nunca vi tanto destroc ; pareca urna mataoca de
formigas, e os mal-aventurados bichos terto de re-
plicar em fevereiro. Muilo R. bouve por ahi alm
o que, na opiniao de um nosso senador, nao he ne-
nhuma ealamidade: quer nicamente dizerRepita.
Se quanlo aos actos houve alguma irregularidade
na academia, nos preparatorios o mesmo nao se po-
de dizer. Parece que se regeneraran! as cousas,
que se convencionou eslabelecer todo o rigor nos
preliminares, como condicao da regularidade nos
traballros superiores. E assim be. Annualmeote
os collegio* da capital despejavam invases de me-
ninos para os exames; esses muilas vezes nada diziam.
Mas era fores obriga-los a exame, para a imprrnsa
acreditar o eslabelejimento do Sr. fulano com urna
giganlesca lisia de approvados. Desla vez, como
dizem, a porca foi-lhes mal capada. O Dr. Silvei-
ra da Molla foi incumbido da banca do historia, o
tal exame das bicas, e nao deixou passar carnario
pela malha.
\eio a luz um novo peridico de formato pjg-
meo. He um furriel das handeiras liberaes. De-
nomina-se o Guarda Nacional, e ataca forlemente
a situacao, em particular a officialidade da guarda,
moslraudo-se infeoso aos manejos e paradas. He
escripia, segundo dizem, por urna preeminencia li-
beral. A Sentinella, peridico ltimamente publica-
do, e que se incumba apenas dematoi;er por ty$-
tema, inlerrompeu a publcacao. Cabio pela un-
nime reprovaoo da gente seria.
O Correio Puulisiano, que ja tanto servico ia
prestando. Traquea e morrera.se alguem Ihe nao acu-
dir. O Dr. Pedro Taques, seu principal redactor,
acaba de despedir-so. Nomeado para a promotoria
desta capital, dizem-me que nao quiz inlrometler-se .
em polmica inherente as rodaccocs, enxergando
mesmo um principio de incempatibilidade enlf seu
novo cargo e as funeceg de redacrao. Sem combi-
nar com a lal incompalibilidade, ouvo-lhe a retira-
da. Quem se poe a (esta do jornalismo na actual-
dade vesle, como muilo bem disso o velho Brasil, a
tnica de Dejanira.
O oulro redactor, o major Manoel Eufrazio. aca-
ba igualmente do deixar essa redaccao : ignoro
porque.
O Constitucional, que ia levando a ernz ao Cal-
vario, morreu elhico. Esl sabido, ninguem ja quer
vestir a tnica. He verdade qne este obrou cora
sonso : a ron.i ituican nao corre perigo. Dz-se com
algum fundamcnlo que o Ypiranqa lambem se pre-
para para morrer. Neslas circumstanctas, se con-
tinuar a dar assim o cholera ou a cholera, licaremos
sem imprensa ; o que ser sempre um mal para a
provincia.
E quem sera o Clao que qeeira carregar com
ella para colher o fruclo que boje sedaao ga-
zeteiro ?
Lma correnlc de presos acaba de fugir levando
comsigo o guarda que a vigiava. J nao admira
esle fado pela sua reprodcese ; reprodcelo neces-
saria : itau tomos forja, eo governo vai-se remedi-
ando como quer a sorle, e o Sr. ministra da gnerra.
Se nos a tivessemos, estes escndalos cessariam, e
essa serie do assassinatus nolinjuriarama civitisaeao
do inlcrior da provincia. He isto tao verdade que
j elles lem diminuido eom a presenca dos destaca-
mentos que o Sr. Saraiva lem distribuido petas po-
voac.es mais necessilada*.
No circulo tos capitalistas e commerciantes
muilo se falla no esperado eslahelecimeajo da caixa
filial do banco em S. Paulo, pois que esta institu-
calo de crdito muilo animar o seu commercio.
Ninauem explica a demora, e alguns mais entendi-
dos ja se arreceiam da liquidacao das accoes ; ral-
lar em certa perecntagem e em outras cousas, que
nao enfeudo, pois que nao sou raaito torta neslas
quesioes bancacs.
Ao fechar esta chegou-me a nolicia de um assas-
sinalo commelido na pessoa de um prelo que pas-
sava as immcdiaoes da Cuta.
Consta-mc que no sitio do assassinaln se fazia em-
boscada para oulra victima, que, favorecida peto
engao dos as*as*inos, que cram dous, escapou por
mitas, re
O chefe de polica diligenciou do modo queja
toram presos. Todava houve arlimanhas lacs que
depois de presos puzernm-se ao fresco.
Esl se proceasandoa escolta.
A falta tle agua nos chaTarzes da cidade nos
tem dado agua pela barba. Fcz-se um desencana-
ineiito lal que iamos morrendo a sede. A final, o
governo mandn que o engenheiro Porfirio exami-
naste a questao. Fez-sc agua, c a esle senhor, que
13o depressa baleu no ruchedo, devenios a vida, isto
be, a agua.
Sobre illuminarao, ramo em que lauto bavemos
soflndo, vamos perfeilamente : a toa se lem encar-
regado de illuminar-nos com o seu gaz argentino,
pois que o gaz c debaixo nos lem gazeado sobera-
namente.
Al logo.
( Idem.)
( Jornal do Commercio to Bio.)
BAHA.
Consulado Britnico : ~ Baha 9 de dezembro de
1K54.
Illm. e Exm. Sr. Em saiisTacAo'ao officio que
V. Ex. me dirigi em data de 16 de novembro, a-
companbdUdo ama quena, que fizera o Sr. Dr. pro-
vedor de saude o contra cerlos aclos platicados a .
bordo do vapor britnico Imperador, eiilrado n'esle
porlo a lo do p. p. cumpro-me participar a V. Ex.


<<
l
i
os passos que as autoridades de S. M. Britnica de-
ram emi desaggravo do incidente reprehensivel de
k"8 m com ",nla raiil0 w 1<>eiara. Ao ro<-
ner o offlcio de V. Ex. dirigi-mo-immediatamente ao
ministro da rainba na corle do Rio de Janeiro, dan-
do-lhe parte do occorrido; S. Ei. por inlermedio do
cnsul britnico n'aquella cidade, fez logo saber aos
agentes da companhia de Liverpool, a sua opiniao
sobro aqnelles actos, repruvando a conducta do com-
man Unte do vapor, por ler porroiltido laes occor-
rencias em om porto amigo, cujas autoridades de-
verao seropre merecer-lhe lodo o respeito. Nao con-
tente com isso appareceu peranle aquelle consol o
continandante do vapor, o 1. ofllcial, o commissario
e o cirurgiao, e da inqiliricao enian havida sobre as
occurrencias em quesiao, elucidon-se que o rom-
mandante eslava ii'aquelln poca deilado por in-
eominodoi, no seo beilche, e descansando por tcr
vigiado toda a noile antecedente, e que nenhum of-
flcial de vapoi lomou parlo directa ou indirecta, ou
por gestos ou por expressoes no insulluoso procedi-
raenld de alguns passageiros, e que demai* nenhum
culciidia o porte ou alcance d'aquellas expressoes,
por seren todas dirigidas na lingua portugueza.
Oulro sim, que a agua que Tora vasada sobre o es-
caler da saude procedeu de om dos embornaos de
urna latrina, de cojo acto lora causa innocenle urna
senhora que aqu desembarcou na Babia. Quaiilo
ao Tacto de desobedecer a ordem de retirar-so para
o ancoradoro da qaarentena, esta lho fra somcnle
mimada depois da 2. volla do escaler da saude para
o vapor, mas cutan a machina eslava desmontada
par se proceder limpaza da meima, como he de
coslume. Todava tentando por duas vezes obede-
cer aquella intimacao hindo a vea para o lugar in-
dicado, quasi abalroou 2 navios, e forain obrigad
n aquelle da i desistir d'aquclle intento, receiane
canaer, algum damno maior. Concluio|o dito com-
mandanle. expressando o seu grande pesar pelo oc-
corrido, e lastimando que fosse tao infeliz de ter in-
corritfo no desagrado de qualqucr autoridnde d'esle
porto. Estamesma'declaracao aqui igualmente me re-
peli, e espera que altendendo a expoiirao dos fac-
tes, quantos dizem respeito a si, e a seus ofliciaes,
V. Exc. benignamente naja de desculpa-lo, pois
nanea Ihe poda passar pela idea de fazer-se cen-
suravel, como de fallar ao respeito deviilo ao dig-
no Sr. provedor da saude, e assim desmerecer o
conceito que tem canto em urna lonsa earreira ma-
rtima, que o faz perleramente conhrecdor dos
usos iiifeniacionaeit, romo que a cvilidade c o res-
peito as autoridades de un paiz. amigo he uina de
sua obrigares mais rigerosas. Eu 0050 por lano
licenra, Exm. Sr. para ajunlar a minlia rogativa a
do commandante, para que V. Exc. baja de acei-
tar as suas desculpas ; ccrlo de que, se o dito vapor
nao tivesse sido poste/ em quarenlcna aqui, quando
so deu o fado em atiestan, eu leria pessuulment in-
dagado como rae eumpria, e levado ao couheci-
mento de V. Exc. os nomes d'aquvlles passageiros,
que fnram os verdadeiros reos n'aquella occasiao,
mas que acobertados como foram pela mesma qua-
rentena, deixaram todo o onus de seu proceder re-
prehensivel a cargo do commandante e ofliciaes, as-
sim escapando a invesligacoes que somenlc elles, e
po os ofliciaes do Imperador provocaran!, c de cu-
jas consecuencias se conslituiram responsavei*.
Aproveilo-me da occasiao para reiterar a V. Ex.
osmeos seotmenlos de consideraran e eslima.
Joan Morgan Jnior.Illm. e Exm. Sr. Dr. Joao
Mauricio Wanderlev, nresidenlo da provincia. H.
B. M. Cnsul.
( Jornal da Baha, )
fnNAiiiiGo;
DIARIO DE PERMIBUIO QUARTA FEIRA 20 f. OEZtMBRO DE 1854
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REPARTICAO DA POLICA.
Parte do dia 1!) de dezembro.
lllm.e Exm. SrParticipo a V. Exc. que, das
diflereu.es participares boje recebidas nesla re-
parlicao, consta Icrem sido presos : pela subdelega-
ca da freguezia do Recife os marojos inglezes John
Smilb, Roberto Prelcliardo, Charles Willon, James
Jabe, a o marujo froncez Correa Joaqum, lodos a re-
quisicto dos respectivos cnsules ; pela subdelegada
da freguezia da Santo-Antonio o portuguez Vicente
l'erreira da Silva, por andar vagando pelas ras
commellendo desatinos, suppono-se estar alienado ;
pela subdelegada da freguezia de S. Jos a parda
Umbelina Mara das Dores, por insultos; pela subde-
legada da freguezia dos Afogados Antonio Jos da
Silva, para correccao.
Dos guarde a V. Ex. Secretaria da polica de Per-
nambuco 19 de dezembro de 18.H. Illm. e Exm.
Sr. cr Bselhelro Jos Rento da Curta e Figueiredo
presidente da provincia,O chefe de polica, Luiz
Carlot de Patea Teixeira.
nm sen Irabalhador, estando o Sr. Ranget a conver-
sar em sua casa com urna oulra pessoa, que (ambem
ficou ferida ; e que o assassioo, fazeiido um peque-
no huraco na parede da casa, foi por ello que dcs-
carregou o liro. *
Le-se no Coreio da I'noria :
O brgoe inglez La Relie, de viagem de Monte-
video para Inglaterra, foi a pique na lal. 21 13' S.,
e lon.2-. :M10 .''' O., 'sndo-se salvado o coroman-
te William I.icler, sua mullier e nm filbo de dous
mezes, bem como toda a Iripnlarao no bote e lan-
cha do mesmo brigue, no da >> do corrente chega-
ram os infelzes nufragos ao nnsso porto, e achara-
se aqui at que possam transporlar-se para o Rio. O
coramrndante nolicia que o hrigne abri agua dc-
baixo de m grande temporal, e que foram baldados
todos os esforeos para evitar o naufragio.
(t Eslavam a mais de cem leguas distante de tr-
ra. Parece quasi um milagre que de io longo pu-
dessem tomar a costa em tao frageis balis.
Consla-nos que os antores da morle do infeliz
fazendeiro Bclannno Xavier Pinto Saraiva foram
absolvidos pelo jury tic Benevente O promotor pu-
blico appcllon da decisao do jury, o os assassinos nao
foram logo para a ra, como queriam seus protec-
tores. Alqnandoo jury ser condesccndenle com
os criminosos ? .'
o Entrou no dia 28 o brigue de guerra nacional
Xingu' ; referem os os olllciaes, que na altura da
Marambaha apanharam um fortissimo temporal, de
que resultou a perda de dous escaleres. alcm do e-
niinente perigo em que esleve o navio.
a O patacho Ileparador, do Sr. Raphael Perera
le Carvalho, que secuia do Rio Doce para o Rio de
Janeiro, arribou a este porto em consequencia de um
lerrivel temporal; foi tal a forra do mar e vento,
que o meslre vo-se na necessdade de alijar toda a
aguada e ferros para tornar mais aliviado o navio, e
melhor poder (rabalhar a tripolaco. Felizmente
nao houve desasir, iiem perda da carga, que he lo-
da de madeira.
Em oulro lugar vio transcriptas alaumas noticias
do Rio Grande do Sul, Minas e S. Paulo.
Na capital ta Baha linham apparerdo copiosas
chuvas, e conlinuava-se a sentir a caresta dos vi-
veres. t
Varios roubos se haviam perpetrado na fresuezia
da Victoria, ouvindo-sc diariamente por csse motivo
militas qucixas.
A citlaile ileNa/arelli passou por urna inundarao,
que comerava a desappareccr. No dia 8 do corrnle
subi a agua a mais de urna braca, e no dia 9 anda-
r in as canoas pelas ras.
No da 7 fallecen repentinamente, de urna apo-
plexia, o commandante superior de Jaguaripe, Joao
Das Coelho.
Foi executado no da 20 do passado, na villa de
branles, o prelo Manoel Chuva, que em junho de
1852 assassinra com um liro a sea senhor, o proprie-
lario de engenho Theodoro dos Santos Pestaa.
I.-se no Jornal da Bahia a sesuinte cataslrophe :
Natifrasou no sabbado defroule do Maosunho
um barco, perlenccntc ao mestre, que se chama
Antonio Joaqum. e que ia d'csta cidade para a da
Cachoeira, carregado de sal; de 14 pessoas que le-
vava, morreram 10, d'entre as qnaes eram escra-
vos to Sr. Joaqum Ignacio Ribeiro do* Sinlos, e
oulro era um homeni livre que vivia em companhia
do mesmo.
De Alaas nada ha que se possa mencionar.
CORRESPONDENCIAS.
Srt. Redactores. Contei sempre que o tao de-
morado resumo da sessao de 1.1 do correte n3o re-
produzisse o que se passou n'esse dia no tribunal
dos jurados, mas confesso-lhesquc nunca receiei hnu-
vesse, como acaba de succcder.qucm. afaslando-seda
venlade, sabida de todos, levasse o desejo de por em
duvidaa innocencia do Sr. capitao lenla Figuera
ao ponto de publicar no seu Diario, no dia dapa*-
sagem do vapor do norte, que eu defend o dito Sr.
sustentando quo as pecas dos autos ao procacain
plenamente que fosnc elle o autor do extracto do di-
nheiro, como se alguma prova liouvesse contra o Sr.
Fuuera, e eu nao basasse a defeza na impossibili-
dade de ser esle responsavcl por um fado pratica-
do, como demonslrei, tu thesouraria de Pernam-
buco.
Proleslo poisconlraessa eslralega nquatificavel,
com que se procura prevenir, miiiha cusa, o juizo
do governo e das provincias acerca de mais um es-
cndalo, coramellido aqu, e que provavelmente fi-
cara impune, como muitostoulros tem Picado.
O publico que me ouvio, c ha lomado por aquella
causa o mnior inlcressc, me far a devida juslira.__
Sou etc.Dr. F. Lopes Sello.
Recfc 19 de dezembro do 1854.
Srs. Redactores i A pedido do Dr. Thom Fer-
nandes de Castro Madeira, anda boje eslou fiador
do Sr. l)r. major Americo Jansen Tclles da Silva
Lobo, nao obstante eu ser um dos oppostos ao seu
procedimento quo permillio a minha fianra. No
dia 16 do andante mez appareceu no trapiche do
Ramos onde eu eslava, o Sr. Ur. major, dzendo-rac
que lhe nao foi possivel entrar nesla u.llima sessao
dos jurados, o que assim elle quera ir sua provin-
cia ver os seus prenles, c arranjar seus negocios pa-
ra quando tornasse esta provincia ser com meios
Jo e puilcr defender, e de continuar com seus es-
tados, e que porin, nao o poda fazer sem o meu
conseutiinenlo, como seu fiador. Ora, considerando
eu a capacidaJe e a razao do meu afianrado, nao
puz duvida em escrever o meu consenlimnto e as-
signa-lo, sem que mais nada liouvesse a semclhantc
respelo, porin constando me que ha quem diga que
eu a isso fui forrado, lalvez que para chamar a um
dos dous ao odioso, eu assevero a., publico o fado
tal qual como tenho referido, sem me ficar cons-
Irangiinenlo, pois que nemoSr. Dr. major era capaz
de me conalranse por qualquer forma que intentasse,
nem no caso adverso eu me submelteria i sua vuo-
lade, urna vez que alm de nao eslarmos nos ser-
I6es, en lnha a precisa coraeem, tiu e desembara-
zo para nao cahir naquillo queme prejudlque.Uoze,
portanlg, o Sr. Dr. major do que pode o meu pre-
sento viver.
Francisco Jorge de Sottza.
Recife 18 de dezembro de 1854.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE 19 DE DEZEMBRO AS3
HORAS DA TARDE.
CotacGes ofliciaes.
Cambio sobre Londresa 60 d|v. 27 3(4. d,
Assucar mascavadu especial1 660 e 1S700 por ar-
roba.
Dito dilo escolhdo1*580 por arroba.
Dito branco someno1950 por arroba.
ALFANDEliA.
Rendimentodo dia 1 a 18.....161:5933234
dem do dia 19........5:957j>749
1 embrolbo ; a B. P. & C.
Patacho nacional Emulacilo, vindo do Assi'i, con-
signado a Mauocl oncilves da Silva, manifeslou o
seguinte :
24 barricas sebo, 179 meios de sola, 3 allanad-
nhos, 99 muros salgados, 7 saccas gomma, 32 pecas
de carne, 90 couros de cabra, 1 sino velho, 13 saccas
feijao, 5 saccas familia, 490 alqueires sal, 300 mo-
Ibos de palha ; a ordem.
72 meios de sola, 2 saccas farnha, 1 dita milito ; a
Manoel Goncalvcs da Silva.
200 meios de sola ; a Antonio Joaqum Rodrigues
Jnior.
3 pacotes carne ; a Jos Rodrigues Ferrera.
1 caix.to farnha, 1 dito queijos ; a Antonio B. Vaz
da (atuta.
66 meios de *ola ; a Anlonio Gomes Perera.
24 saccas cera ; a Francisco Gomes da Silva S.
8 saccas cera do carnauba, 20 couros salgados, 59
mullios couros miudos, 6 meios de sola, 3 vaquelas ;
a Jos de Castro Moura.
Escuna llollarideza Jacoftii, vnda de ambiirco,
consignada a Timm Mousen 4 Vinassa, manifeslou
oseguinto :
5 caixas e 1 barrica ferragens, 2 caixas ac ; a S.
Posser Johnston & C.
1 caxa bijouleria ; a Brunn Praeger & C.
1 caxa charutos, 1 dila imprcsso<; a E. Schramm.
1 caxa amostras de louca, 1 hcela objectos pra-
lea Jos, 3 Tardos lecidos de laa, 1 pacole amostras :
aJ. Keller^ C.
1 caixa cordas para quitarra, 1 dila sapalos, 2
barriscadinhtis, 1 cnixa silba de algodo, 1 pacoli-
nho amostras, 2 caixas espoletas, 2 ditas conservas :
a N. O. Bieber & C.
6 pacotes papelao, I caixa hiscoulos, 2 dilas pia-
nos, 11 ditas bezefros onvernisados, 1 dila couros.de
boi, 1 dita muros para convez, 12 dilas com vinbo,
I dila facas, 1 dita meias de algodau, 3 dilas quin-
q uilliar i as. 1 pacole musirs ; a ordem.
2 caixas panno, 1 pacota amostras ; a J. II.
Gaensley. '
1 caixa hrinqnedos ; a L. I .chulee & C.
200 saccas farello, 1 caixa objectos de melal, 1 di-
ta ditos do madreperolas, (i ditas fitas de algodao, 3
caixas e i pacotes amostras, 2 ditas tecidos de algo-
do, 27 dilas ditos de Imito. 8 dilos lencos de lila, 3
ditas tecidos de soda, 3 ditas ditos de neia seria, 1
dila encerados, 1 dila chocolate, 2 tilas pianos, 10
barrs cerveja. 400 barris cemento, 18 ditos polassa,
3 caixas lecnlos de ta.i. 1 dila fazenda para vestidos,
13 caixas phosphoros, 5 lastres e meio de carvao de
pedra, 3,000 garrafOes vasios ; aos consignatarios.
CONSULADO (ERAL.
Rendimenlo do dia 1 a 18.....29:5243682
dem do dia 19........3:533j968
33:0585 Rio de Janeiro c portos intermedios8 das e 14
horas, vapor brasilcrn Guanabara, commandan-
te o lenle Salome Ramos. Passageiros para es-
te porto, Dr. Gaspar de Meuezes Vaiconcellos de
Drummond, Rvms. padro mestre Fr. Jos do .
S. da Saade e Fr. Antonio de Santa Angelica,Joa-
quini Perera de Castro Coelho, Pedro AnlonioCe-
sar, Jos Duarte Pnlin, Jos da Costa S e 1 escra-
vo, alferes Antonio dos Santos Correa, cadele Joao
Perera do Lago, Anlonio dos Santos Correa, A,
C. F. Conde o 1 escravo, Jos Joaqum do Olivei-
ra, James llunler, Justino Ferrera de Assis, Dr.
Salvador Correa de Sa, sua seuhora, 2 filhos, i
criada c 1 escrava, Malheus Welsse, 1 sargento,
3 ex-soldados o 1 mullier. Seguem para o norte :
Dr. J. M. de Souza Cmitinho, L. E. de Carvalho,
A. V. de S;i Brrelo, Antonio Jos da Rosa, Car-
los Basse, Pedro Joaqum Muniz, Wiloverk helio
e sua senhora, Epiphanio Candido de Souza Pilan-
ga, Carlos Jos Escobar, Joaqum Victorino Coe-
lho, Francisco Porta, Joaqum Anlonio da Silva
Guimar.les, Dr. Caudillo Josc de Figueircdo e 1
escravo, capitao Jerouymo Jos Velloso, sua se-
nhora, 2 criadas e 2 escravos, Coelho Jos Ferre-
ra, Joaqnm Feliciano de Mesqaila.
Socios sahidos no mesmo dia.
Rio de JaneiroBrisuc brasileiro Aero, capilao Ig-
nacio da Fonscca Marques, carga assucar e mais
gneros. Passageiro, Domingos Jos Marques el
escravo.
AraralyIliale brasileiro Aurora, capitao Manoel
Jos Martins, carga varios gneros. Passageiros,
Jos da Costa S e 1 escravo, Manoel Jos do 011-
veira Figueiredo.
EDITAES.
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do da 1 a 18.....3:3193006
dem do dia 19........ 260(024
3:5793630
Exportacao'.
Porto, barca portugueza aSanla Cruz, conduzio
o Mguinle : 3,378 saceos, barricas e feixos com
13,024 arrobas e 28 libras de assucar, 138 ditos com
621 amibas c 2 libras de arroz, M dilos e barricas
com 485 alqueires do farnha de mandioca, 23 dilos
o dilas com 46 alqueires de somma. 300 meios de so-
la, 2 saceos e barricas com 6 arrobas e 13 libras de
caf, 13 barricas com 237 arrobas e 26 libras do vi-
dro, 4,825 ponas de boi.9S arrobas znco velho. 192
couros salgados com 5,153 libras, 33 paos de madeira
balnga. 4,000 casquinhns de boi, 1,600 canellsde
dilo, 7 feixos rom 150quiriz, 1 caliinha com 2 libras
de doce.
Rio do Janeiro, brigue nacional Elvira, de 181
toneladas, conduzio o seguinte : C pipas e 40 bar-
ris vinbo linlo,i emhrulho chapeos de palha do Chil-
le, 10 pipas agurdenle cachaca, 1,680 saceos c 50
barricas com8,790 arrobas o 7 libras de a.socar, 17
1|2 arrobas de carnauba, 92 molhos com 2,300 pelles
de cabra, 394 saccas milho, 100 barrliuhos com doce
de calda, 58 barricas sebo em rama.
dem, brigue nacional Nero,t> conduzio o segua-
le 17 pipas e 15 barris vinbo, 1,432 alqueires de
sal, 10 pipas agurdenle, 1,300 saceos assucar.
Aracaty, hiate nacional Aurora", conduzio o se-
guinle: 250 volumes gneros estraugeiros, 180
dilos dilos nacionaes.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS 'E-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 18.....13:4035385
dem do da 19.........1:0483673
- 14:4525058
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia I a 18.....37:8733742
dem do da 19........5:2433107
167:5509983
43:116?849
PAUTA
dos preros correntes do assttcar, algodilo, c mais
gneros do paiz, que se despacham na mesa do
consulado de Pcrnambuco, na semana de 18
a 23 de dezembro de 1854.
Assucar em caixas branco l.> qualidade
2.1
mase.........
bar. esac. branco.......
mascavado ......
refinado...........
Algodao em pluma de l. qualidade
2.
3.
fa>




em caroep. .
Espirilo de agurdente
Agurdente cachaca ,
Genebra

Licor .
de cannu
resillada
caada
a
.....
...........
........... botija
........... caada
........... garrafa
duas arrobas, um alqueire
DIARIO DE PERMRUCO.
Pelo vapor Guanabara, chegado hontcm do sul,
recebemos joruae do Ro de Janeiro, que alcancani
a 11 do corrente, da Babia e Macelo a 16.
Em oulra parte acharto os leilores os numerosos
despacho que, por octasiao do annversario de S.
M. o Imperador, foram expedidos pelas diflerentes
serrelarias tic estado, e dilo o resultado seguinte:
917 pelo mioislero do imperio; 107 pelo da man-
tilla ; 96 pelo da guerra, e 12 pelo da juslica : ao lo-
do 1,133. O do ministerio do imperio compxehen-
dem 49 titulare* (sendo 33 novos), 8 cartas do con-
selho, 5 fidalgus cavaileirus, 1 grao-cruz, 3 tlignila-
rios, 109 commendadores, 262 ollicac, e 391 caval-
leiros das diversas ordens.
Alm desses despachos mais alguns liveram lugar
com dalas posteriores ao dia 2 de dezembro, como
lainbem verflo os leilores; o alm disso pouco mais
offerecem os jornaes da corlo que lenha algum in-
terosse, e mereca ser mencionado.
No dia 1. do correle celebrou-se ni capclla im-
perial, em presenca de S. M. o Imperador, a fesla
dos casal le i tis da imperial ordem do Cruzeiro.
O Sr. Dr. Gustavo de Coppet foi condecorado com
a comnicmla da ordem de Nossa Senhora da Concei-
eao da Villa Vicosa, por S. M. el-rei regenlo de
Faringal.
O Sr. Dr. Carlos Honorio de Figueiredo foi agra-
MMO por S. hanlidada com o|lilulo de caralleira da
ordem de Malla.
Foram reformados : no poslo immedalo, com o
especuvo sold, o capitao de fragata Sabino Anlo-
nio da Silva Pacheco, nos mesmo. posto, o caiiitao
ronm nomeados segundos olTiciaes da secretara
de calado dos negocios da fazonda os Srs. Dr An-
toiuo da Costa Lopes, e bacharel Manoel'Francisco
Tinba appareeido na crU urna ola falsa de 10
r., azul, da primctra serie, com a assignalura imi-
lada do Sr. Francisco Jos Moreira de Carvalho.
Nodia odocorreule leuloo ucdir-se com um
tiro de pillla na cabec* o subdilo porluguez Albino
leiieua da Astil, que havia sido socio de dua ca-
sas de negoio a varejo, e achava-se desarrumado.
Lene no Cruzeiro :
ti Consla-nos que na noile de 21 do correle, no
lugar de Itabapuanna, fura mortalmente ferido o
Sr. Beliior Nunes Raogel, de om liro que lhe dra
Descarregam hoje 20 ir dezembro.
Barca niglezalinthusiaslmcrcadorias.
Polaca -ardaRapliuclinovil!ho.
Patacho nacionalEmularaogneros do paiz.
Barca francezaPalanquimsal.
Brigue brasileiro.Sania Barbara farnha de trico.
Brigue inglez/-'io/ocarvao.
Escuna hamburgueznMinervaccmenlo.
Importa cao'.
Polaca sarda Rafaelino, vinda de Genova, consig-
nada a Jos Teixeira Baslos, manifeslou o se
guite :
4 volumes chapeos de palha, 2 caixas chnellas. 2
lardos cordas, 5 caixas marinares, 11 fardos Irastes,
24cade.ras 6 fardos drogas, 4 caixas diversos, 20
ditas alvaiade, 56 pipa e 8 meias dilas vinbo, 50
Tardos amendoas, 2.) caixa ac. 10 saccas ervadoce
32 bala papel, 30 barr azeile doce, 15 barrs alpis'-
la, 2 canas sapalos, 50 dilas papel de machina, 179
balas papel de embrolho, 200 caixas vinbo, 75 dilas
cognac, 2-. dilas de absinlbe, 610 caixas massas, 19
volumes semenles, 15 fardos papel, 2 caixas ohjeclo
de alabastro, 4 dilas velludos, 1600 ladrilbos de
marmore, 1 volume cadeiras ; a ordem.
Hate nacional /ni)e/ici"ie/,vindo do Aracalv mani-
feslou o seguinte :
16 caixas e 22 saccas cera de carnauba, 237 meios
desoa, 680 couros do cabra ; a Domingos Rodrigues
Andrade. B
13 saccas cera de carnauba, 300 pellc de cabra,
'. ,T^'le sola'17 "uros salgados ; a Cami-
nha & Filho.
103 meios de sola. 1,025 courinltos, i saccas cera
de carnauba ; a Vitiva Moreira.
102 ditas dita, 7 ditas gomma, 927 coiirinhos ; a
Antonio JoaqumSeve.
46 molho couri.ho, 2 pacolcs cera de abelba, 35
saceos gomma ; a ordem.
I'.lacho brasileiro Asira vindo do Ro Grande do
o seguln^" a l'erreira, manifeslou
7.101 arrobas de carne, 36 conros seceos.
Brigue nacional Mafia, viudo do Rio d Janeiro
consignado a Amorim Irmaos, manifeslou o se-
guinlo :
140 pipas vazia ; a ordem.
Bigiic inglez Tioia.vm lo de Lellt. consigna-
tlo a Me. Calmonl) & Companhia, iiianifeslou o se-
guinte :
271 toneladas o 1 quintal carvao de pedra ; aos
coiisignalaros. '
Iliale nacional Camoes, vndo da Paralaba con-
signado a Francisco Redich, manifeslou o sc-
guinle:
80 saceos assucar, 15 barris azeile de mamona; ao
consignatario.
500 loro de mangue; a Sevcriano da Coela e
Silva.
Brigne nacional Sania Barbara I enccdora,\nao
de Macen., consignado a Amorim Irmaos, manifes-
lou o segmnle :
11,698 barricas farnha de trigo ; Vnva Amorim
Si I libo.
368 vergas, 1 sacca epicacuanha ; a ordem.
Vapor brasileiro Guanabara, viudo dos prlos do
sul, manifeslou o seguinle :
2 volumes ; a Novaes 4 C.
1 raixotc ; a R. de Frcitas & C.
1 dito ; a Miguel Jos Alves.
1 lata e l caixolc ; a Anlonio Jos Coelho.
1 einbrulho ; a Roalron Rooker & C.
1 i-anote ; a Joaqum Anlonio Panasco.
2 ditos ; a Amonio da Silva GuimarAes
3 latas e 1 sacca ; a Johnston Palor & C.
1 caixa ; a Jame Itavder & C.
1 pacole ; a Russell Mellors (Si C.
4 caxa ; a ordem.
Arroz pilado
em casca .
Azeile de mamona......
mendobim e de coco
a tic peixe.......
Cacan .............
Aves araras .......
papagaios.......
Bolachas............
Biscoilos............
Caf bom............
rcslollaa..........
com casia.........
muido...........
Carne secca ..........
Cocos com casca........
Charutos bons.........
ordinarios......
regala e primor .
Cera de carnauba.......
em velas.........
Cobre novo railo if obra .
Couros de boi salgados.....
cxpixado9.......
verdes.........
de oura ........
cabra curilos .
Doce de calda.........
goiaba........
seceo ..........
jalea ......
Eslopa nacional........
eslrnngeira, mao d'obra
Espanadore grande......
(pequeos.....
Feriaba de mandioca.....
milho .......
caada


.
urna
um






cento












um
I!
2870(1
28300
18900
28500
18600
:t8200
58800
58400
58000
19*85
9560
9320
8500
9450
9480
9220
9480
9220
39200
1-5200
9560
23200
18280
5jO(>0
105000
33000
53120
78680
48100
29800
43.500
68100
53400
33OOO
19200
8600
20200
88500
1030(10
9160
9160
9180
9090
158000
8200
9200
9160
8400
9320
18280
18000
23OOO
18000
alqueire 29560
23000
ararula ........ 58500
Feijao............... alqueine 38200
Fumo bom............ 8?000
ordinario ....... 38000
em folha bom........ 89OOO
ordinario...... 4-5000
3.3OOO
Iperacuanha........... 328000
Gomma .............. alq. 3.3OOO
Gcngibre.......... . tg 9500
Lenha de adas grandes....., cento 23i00
11 pequeas . 18000
loros ....... 10-5000
['ranchas de amarcllo de 2 rosl.nl s urna )(>3000
loitro......... u "8000
Costado de amarcllo de 35 a 40 p. de
c. e 2 < a 3 de 1..... 258000
de dilo usuaes....... IO9OOO
Cosladioho de dito..... 99000
Soallio de dilo........ 695OO
Ferro de dito.......... I9OOO
Costado de louro......... 6-3000
Costadinhg de dilo..... 58200
Suallio de dilo........ 3y200
Forro de dilo........... 28200
cedro ........ 38000
Toros de tatajiiha......... quinlal 1-52S0
Varas de parreira......... duzia 18280
aguilhadas........ 1-3(>00
quiris.......... >:k< i
Em obras rodas de sicupira para c. par M9000
cixos 011 168000
Melaco............... canaria -lliil
-Mitin................ alqueire I96QO
Pedra de amolar......... um.i 8640
filtrar.......... 6etNK)
11 rebolos......... 8800
Ponas de boi........... cenlo 48000
Piassava.............. innlho M20
Sola 011 vaqueta.......... meio 2l1(X)
Sebo em ratoa........... ia) 5g200
Pelles de earneiro....... nina -3200
Salsa parrilba........... @ 185(HKI
tapioca.............. 29500
t nhas de boi........... cenlo 5210
Sabao ........... a. 9099
Esleirs de perperi........ una 3160
Vinagre pipa........... 309000
Cabeeas de cachimbo de barro. . inillieiro .59000
MOVIMENTO DO PORTO.
Socios entrados no dia 19.
Acaracu', Cear e Assu'22 diasy e do ultimo porto
12, patacho brasileiro fimulaco, de 135 tonela-
da, caot.io Antonio Gomes Perera, equipagera
10, carga sola, courus e mais gneros ; a Manoel
Goncalves da Silva. Passageiros, Domingos Van-
na dos Santos, Anlonio Carlos Ribeiro.
O Illm. Sr. inspector da Ihesoiiraria provinci-
al, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. presi
denle da provincia, manda fazer publico, que no
dia 21 do corrente peanle a junta da fazenda da
mesma thesouraria se ha de arrematar quem por
menos lizer, os reparos urgentes das ponles de San-
io Amaro, Tacaruna, Arrombados e Varadouro,
avaliadoscm 8819400 rs.
A arremataran sera feita na forma da le provin-
cial n. 343 tle 14 de maio do corrente, e sol as con-
ilicoes especiaos abaixo copiadas.
Ai petsoaa que se propozerem a esla arremataran
coinparccain na sala das scsses da mesma junta
pelo meio da, competentemente habilitadas.
E para constar se mandn aftixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 11 de dezembro de 154.O secretario.
Antonio Ferrera o"Annunciarao.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1." As obras dos reparos daspontes de Sanio Ama-
ro, da Tacaruna, dos Arrombados e do Varadouro
scnlo fcilas de conformidade com o orcamento rc-
mettidti ao Exm. presidente da provincia na impor-
lanria de 8848100.
2." O arrematante principiar as ditas obras no
prazo de 30 das, e lindara no de 4 mezes contados,
como determina o arl. 31 dn le provincial 11. 286.
3.a O pagamcnlo ser fetocni urna s preslacao.
quando o arrematante tver concluido lodas as obras
e lavrado o respectivo termo de entrega.
4. Para ludo mais .que nao estiver especificado
as prsenles clausulas, seguir-sc-ha o que deter-
mina a mencionada le provincial.Conforme.O
secretario. Antonio Ferreira a'Annunciorrio.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, manda fazer publico para coiihecimenlo rios
contribuales abaixo declarados, do imposto da d-
cima urbana da freguezia dos Afogados perlencen-
le aos ejercicio do 1833 a 1852, qui tendo-se con-
cluido a liquidado da divida activa desle imposto,
devem comparecer na menciona la Ihesoiiraria del-
iro de 30 dias, contados do dia da public-ncjlo do
prsenle edilal, pan se Ibes dar a ola do seu debi-
to, alim de que pagucm na mesa do consulado pro-
vincial, licando na inlelligencia de que, lindo o d'
(o prazo, seraoexeculados.
E para t-on.i.ir se niaii-lou aflixar o presente o pu-
blicar pelo Diario.
Sccrelaria da thesouraria provincial de Pcrnam-
buco 15 de dezembro de 1854. O secretario, Anto-
Ferreira da Annunciaco,
Feliciano dos Sanios.......
Viuva c herdeiros de Francisco Nicolao
l1 mies.....'.....
Francisco Luiz Maciel Viaiina. ...
Herdeiros de FYancisco do Rosario. .
Filippc de Santiago Cavalcauli de Al-
buquerque.........
Fauslina de Freilasl......
Francisco Carneiro Machado Rios. .
Viuva de Filippe Jos do Espirilo
Santo..........,
Herdeiros de Francisco da Cosa Ba-
ccllar...........
Francisco Jos de Sania Anna. .
Francisco Vieira Pacheco.....
Herdeiros de Francisco de Assis Campos
Cardim..........
l-'aiislina Mara dos Prazercs .
Fraocisco dasChagas Cavalcauli Persoa.
Filippe Servulo Bczerra Cavalcauli .
Firinino Tholono da Cmara San-
tiago.......... .
Francisco Antonio do Figuoiredo .
Viuva e herdeiros de Francisco de
Paiva..........,
Francisca Joaquina do Nascimenlo .
Fraucisco Auloiiiu dasChagas Nello. .
Viuva de Flix Marinho Falca.....
Francisca Joaquina Lima.....
Francisco Jos.........
Francisco Belmiro da Cosa.....
Francisco Anlonio Borgcs.....
Herdeiros de Francisco Jos Roberto w
Francisco Cardozo de Quciroz Fouseca.
Di. Filippe Lopes Nello.....
Herdeiros do corouel Francisco Jacin-
llio Perera.........
Francisco Jos da Silva......
Vgario Francisco Luiz de Carvalho. .
Francisco Anlonio Percira de S. .
Francisco Simoes da Silva Mafra. .
Francisca da Assumpcao.....
Fraucisco Simoes da Silva.....
Fraocisco de Paula Cavalcanli. ...
Guilherme Palrico Bezcrra Cavalcanli.
Goncalo Jos da Silva......
Gregorio da Cosa Monteiro. .
Gustavo Augusto do Figueiredo. .
Henrique Augusto Millel.....
Irmandade do Sanlisslmo Sacramento
do bairro dos Afogados.....
Ignaca Rosa'de Carvalho.....
Irmandade do Rosario......
" (Continuar-se-ha.)
Pela inspectora da alfandega se faz publico,
que no da 21 do corrente, depois do meio dia se bao
de arrematar em hasta publica porta da mesma
reparlicao, urna caixa da marca RC n. 42 com 120
milhernsdc pao de ouro falso, a 300 rs. o milheiro
total 368 rs., 12 canaslras da marca A com hlalas,
pesando lquido 8 quinlaes el arroba, a.lgOOO rs. o
quintal, lolal 249750; 2 caixas da marca A com 1000
ceblas a 800 rs. o cenlo, total 83000 rs. : sendo a
arrematar,! h\ iv do riiroitos ao arrematante.
Alfantlega de Pernambnco 12 de dezembro de
V^T""1"0 iml,ed'"ienlo do Sr. inspector, Anselmo
Josc Finio de Souza Jnior, l.o escripturario.
Pela atlminslracao da mesa do consulado pro-
vincial se faz publiro, que no dia 22 rio correle se
ha de elTerliiar a arrematarn em hasta pnblca.
porla da mesma reparlicao de 200 alqueires do sal,
avallados em 1289 is. ; 122 canarias de azeile do ma-
mona avahadas em 813600 rs. ; 29 caixcs de doce
de goiaba com 116 libras, avahados era 189560 rs., e
31 arrobas de sebo em rama, avahado em 187-3312
rs., ludo apprchendido pelo guarda Francisco Jorge
de Souza, por extravio dos dircilos proviuciacs.
Mesa do consulado provincial 19 de dezembro de
1854.Antonio Carneiro Machado Rios, adminis-
trador.
49838
189446
349098
429514
1.59120
139316
19H2
373268
63952
6.59152
139571
519973
69652
768477
79230
159573
133719
163686
139805
39410
49536
19612
38024
39628
88951
29419
33024
39024
63048
9064
108584
98072
403434
4.53029
88898
239242
411715
68048
19209
69048
49838
189487
149031
99049
DECLARACO ES.
CORRED) (ERAL.
As malas que o vapor Guanabara deve conduzir
para os portos to mirle, principiam-se a fechar hoje
(20) a 1 hora da larde, e depoi doma hora al o mo-
mento de lacrar, recehem-se correspondencias com o
porle duplo : os jornaes dever.lo achar-se no correio
3 horas antes.
Cartas seguras viudas rio sul pelo vapor Gua-
nabara. para os ambara : laeintlw Snares de Me-
uezes, Carolnn Francisco de Lima Sanlot, Jos I"-
uacio Ribeiro Pires, Vjclorino Francisco tos Sanios,
Jos Anlonio do Araujo. Joao de Olivcira Guima-
raes, Rodrigues Isaac & C, Luiz Gome Ferreira
Braz Antonio Cimba \,Manoel Perera Lemo, Lud-
gero Goncalvcs da Silva, Gcrlrudes Francisca de Mi-
randa, llxppolilo Manuel Anlonio, Miguel Anlonio
Malheiro Jnior, Jos Dornellas Correa, Jos Anto-
nio Ferreira Adrin, Henrique Tiberio Capstrann
Francisca Senlmrinlia de Mello.Carlos Augusto per-
ra/. ,\. Manoel Flix Silva, Lino Jos Castro Araujo,
Gaspar Soares Viaima, Joao Soares Martina, sargen-
to to quarto batalhao.
Pela subdelegada da freguezia da Boa-Vista se
fai publico, que fra enconlrado na ra do Sebo um
menor, branco, que representa ler II anuos de ida-
de, ediz rliamar-se Aleandrino Jos Alves de San-
i'Aima, ser natural -le NaiareUi, d'unde depois da
morle de cus pais fra Ira/.ido esla cidade por um
almocreve, em cuja companhia vivia, e que O dalla-
ra aqui em abandono, alim tle que prorurasse quem
lhe dsse asvlo : quem porlanlo livor algum tlircilo
sobre o referido menor, rompareca peranle a mema
subdelegada. Subdelegada da freguezia da Boa-
Visla 19 de tlezemhrode 1854.O subdelegado sup-
plenlc em exereirio, A. F. Martins Ribeiro.
No dia 20 to crrenle, depoi* da audiencia do
Sr. Dr. jtnz dos feitos ta fazenda, se han de arrema-
lar em prora publica, presidida pelo mesmo aenhor,
duas casas lencas, sitas 11a ra das Flores n. 19 c 21,
com 25 palmos de frenle cada lima, c 80 de fundo,
tinas salas, qualro quarlos, cozinha fura, cacimba c
quinlal murado, a primeara avallada em 8OO9OOO, c
*?.....la em 1:20O30O0, por exerucao da fazenda
nacional, contra a viuva de Manuel Cactann Soares
Carneiro Monleiro : quem pretender .Trremala-las,
comparer.-i no lugar e hora doroslume. Recife 19
de dezembro de 1854. O solirilador do juizo dos
feilos da fazenda, Joaquim Theodoro Alces.
Ocooselhoadministrativo em cun pi tinento do arl.
22 do regulamenlo de 14 de dezembro de 18.52.faz pu-
blico que foram acedas as proposlas de Antonio Pe-
rera de Olivcira Ramos, C. Jos de Siqueira. Fran-
cisco Maciel de Souza, Joao Pinto de Lerao Jnior,
Timm Monscn & Vipaeta, Joao Fernindes Prenle
Vianna, Anlonio Ferreira da Cosa Souza > Braga.
Irnin, e Antonio Francisco Concia Cardozo, para
forneeinienlo, o primeiro, 4,956 boles grandes con-
neios de melal amareIlo|com granada en. 4, aOrs.
cada um, 3,540 dilos peqoeuos com o ine-mu 11.. a
40 rs.; o aegundo 379 esleirs de palha de carnauba
para o quarlo batalhao de artilharia a p a 99OOO rs.
o cenlo, 11 dilas para a companhia fixa do cavalla-
ria pelo mesmo preco ; o lcr^eiro755 pares de sapa-
los de sola e vira feitos na tena para o quarto ba-
talhao de artilharia a 19490 rs., 11 dilos para a com-
panhia de ca\aliara pelo mesmo pro, il pares tle
colhuriios para a mesma a 23500 rs. ; o quarlo 1,000
covados ilc panno azul para sobrecasacas do quarlo
batalhao Je artilharia, a 29K10, 150 dilos de dito
prelo para polaiuas a I98OO rs.; o quioto 682 dito*
de pune azul para calcas, a 23200, 1,865 varas de
hrim a 290 rs. ; o sexlo 354 pare de colxetes prclos
par.t o quarlo batalhao de artilharia a 10 rs. o par,
1340 covados de hoilanda de forro para o mesmoba-
lalho a 100 rs., 913 varas de algodaosinho para ca-
misas a 210 rs., um terno de pozos do ferro de meia
quarla um quiulal para a companhia de cavallaria
por 129800, 1 braco de ferro grande de balanca para
0 4- balalhao por 89OOO rs., 1 caldera de ferro para 50
pracas do mesmo por 18-3000 rs.; o stimo 345 gr-
valas de sola de lustre para o 4 batalhao a 380 rs.,
II dilas para a cavallaria pelo mesmo preco ; oola-
vo 79 grozas do boloos branca de oso 1 290 r., 68
ditas de dilos pelo mesmo preco ; o nono um braco
grande de ferro de balanza para a couipauhia de ca-
vallaria por I29OOO rs. ; e avisa aos supradilos veu-
delorcs que devem recolher os referidos objeclos ao
arsenal de guerra 110 dia 20 Jo corrente mez.
Secretaria do cousclho administrativo para foroc-
citneulo do arsenal de guerra 18 de dezembro de
1851.Bernardo Pereira do Carino Jnior, vogal
c secretario.
Acha-se nesla subdelegada um quarlo qoc
andava vagando sem se saber quem he seu dono : a
pessoa a quem elle pcrlcncer compareca para lhe ser
entregue. Subdelegacia da freguezia da Varzea 16
de dezembro de 1851.O subdelegado,
Francisco Joaquim Machado.
No dia 20 do corrnle, depois da audiencia
doSr. Dr.juiz dos feilos da fazenda, as II horas
da mandila,se bao de arremataros bens segiiinlcs,
penhorados por execucajes da fazenda provin-
cial-
lima casa lerrea na ra Dircila dos Afogados n.
3 de Jos Marlins de Mello, com 23 palmos de frenle
e 90 de fundo, cozinha fora, quintal muiado e ca-
cimba propria, avahada por 8008000.
Urna dila de laipa, na Iravossa da ra Real n. 5
B, de Antonio Jos Teixeira Lima, com quintal cer-
cado, avahada em 4009000.
Um pequeo sitio, na estrada da Tone, d Mar-
colino e Joao Firmino da Cosa Barrada*, com al-
guns arvoredos, cercado, com una portean na frente
com cacimba, tanque e uina casa lerrea de pedra e
cal, com 40 palmos de frente c80 de fundo e mais
urna pequea casa fora e om quarlo, que serve de
estribara, avahada em 2:0005000.
Urna casa lerrea, na ra da Joao Fernanries Vera
n. 46, de Candido d'Albuquerque Maranhan, com
22 palmos tle frente e 58 to fundo, quintal em
aberlo do lado do sul o o mais murado, a qual c
ada em armazcm, o lem o solo foreiro, avahada
em 3508000.
Urna dila, oa ra Real n. 35, de Francisco Jos
vieira Machado, com 24 palmos de frente e 40 de
fundo, cozinha fora, -quinlal em aborto com
alguns arvoredos. cacimba e lauque, avahada
em 5009000.
Um dita na ra do Pilar n. 26, de Isabel Fran-
cisca, por Fjaucisco Jos Simoes, com 28 palmos
de frenle e70 de fundo, cozinha fora, pequeo quin-
lal murado e com porl.lo para a ruado Brum, ava-
hada em 8OO9OOO.
l'm sobrado de um andar e sotan, oa ra de
Apollo n. 17, de Joaqum Nuues da Silva, com 18
palmos de frenle e 80 de fundo, cozinha denlro e
pequeo quinlal murado, avahada em 1:5009000.
Lina casa terrea, na ra do Tainba n. 24, de
Manoel Ceelho Cintra par Anlonio da Crnz. com
17 palmos de freule e 60 de fundo, cozinha fra,
quiolal murado e cacimba propria, avahada
em 9009000.
Urna dila pequea, no largo da matriz dos Afo-
gados n. 1, da>viuva de Joan Cardozo A y res, com
cozinha fora, quotal murado e cacimba meieira,
avahada em 3509000.
Vale enrulas novas de feno, de Joao Fernandes
Prenle Vianna, avahadas em 119200.
A renda annnal do sobrado de 2 andares e loja,
no Alerro da Bca Visla, n. 38, dos herdeiros do An-
tonio Marlins Ribeiro, avahada em 7509000.
A renda annual da casa lenca, na ra de Hur-
las 11. 56, de Manoel Pereira de Moraes, avahada
em I2O9OO.
A renda annual da casa lerrea no becco do To-
colombo da freguezia do Recife n. 2, avahada
em 729000.
A renda annual da casa lerrea na roa da Gloria
n. 27, dos herdeiros do padre Gonzalo Jos de Oli-
vcira, avahada em 1209000.
A renda annual da casa lenca na rita Direila do
Afogados n. 84, dos herdeiros de Jos Xavier de
Olivera, avahada em 4S9000.
A renda annual da casa terrea, na ra da Concci-
cao da Boa Vista n. 45, de Jos de Freilas Barbosa,
avahada cm 1209000.
A rcoda annual ta casa lenca meia agua na ra
daSenzala Nova 11. 3, de Joaquina Maria da Con-
ceic.lo, avahada em 489000.
Recife II de dezembro de 1854.O soliclador da
fazenda provincial, Jos Mariano de A'.buqiierque.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho adminslralivo em virlude da aulorisa-
rilo do Exm. Sr. presidente da provincia, lem de com-
prar 09 objeclos seguales :
Para provimeuto dos armazens do arsenal de guerra.
Papel de peso, resmas 8.
ORieinas de l.o e 2.aclassc.
Taboai de assoalho de pinito, duzias 30 ; oleo de
Imitara, arrobas 6.
Para foroecimeulo de luze nseslacocs'mihlares.
Azeile de carrapalo, caadas506 ; dilo de ciieo, di-
la 29 ;- ; pavios, duzias 6 ; vellas de carnauba, li-
bras 142 ; fio de algodo, dilas 40.
Bolica do hospital regimental.
Ameixas passadas, libras 8 ; am'ydo, dilas 8 ; assa-
felda, dila ;. ; assucar retinado branco, arrobas 8 ;
alcool a 36, caadas 12 ; antimonio (metal), libra )i ;
acetato de chumbe, libras 8 ; acido az olico ti 40, di-
tas 4 ; dito sitlpbuiico, dilas 4 ; dilo chloridico, dilas
4 ; dito larlarico, dilas 4 '. dilo cilrico, dilas* ; baiiba
do porco, arrobas 2 ; bicarbonato de soda, libras 4.;
dilo de polassa, dilas 8 ; cyanurelo de potassio (bran-
co), dita 1 ; cicuta, ditas 2; raz de chicorca, dilas
32; cobro (melal), dila 2 ; cascas de wenlcr, dila 1 ;
carbonato do polassa, dilas 8 ; cascas de barba-limilo,
dilas 4 ; deulo chlorurclo de mercurio, dita meia ;
extracto de salsa parrilba, dilas 2 ; dilo de guayaco,
ditas 2 ; enxofre. dilas 8; estauho (metal), dila 1 ; fu-
maria, dilas 8 : farnha de Irigo ditas 8 ; flor de cn-
xorre, dilas 4 ; ditas de malva, dilas 4 ; dilas de vio-
las, dilas 4 ; dilas de papoulas, dila 2 ; dilas de sa-
buguero, dilas 16 ; figos passados, ditas 8 ; gramma,
ditas 32 ; gengilirc branco em p, dilos 1 ; hydra-
lcoolde20 24, canaria* 12; iodurelo de polassio,
libras 4 ; incens escolhdo, dilas8 ; lobilia nflala,
dilas 2 ; licopodio, oocas4; man, arrobas 2 ; mar
fim queimailo, libras 4; musgo de Crcega, dila ';
mcl de ahelbas, libras 32 ; nitrato de polassa, libras
8 ; oleo de palma, canarias 3 ; dilo de parido, libra
1 ; dilo de mcela, libra 1 ; dilo de cicuta libra 1 ;
dito de olivera, canarias 3; dilo de bagas de zimbro,
onca 1 ; pastilhas de vichy, caixas 20 ; dilas de na-
f, caixas 50; ditas de rtehla pimenla, libra i ;
passas, libras 8 polassa caustica (em vdro com ro-
Iha;, onca I ; rob anlesypbiliiicio,garrafas -25 ; san-
lonina, onca 1 ; sulphalo de alumina e polassa, li-
bras8; semenles de Alcxandria, libras 2 ; sulphalo
de cobre, dilas 4 ; larlralo de polassa e soda, dilas
8 ; \ aleanalo dequinino, oilavas 4 ; dilo de znco,
dilas 4; dito de atrofina, dita 1 ; vnho branco, ca-
ada 1 ; dilo linio do Podo, libras 8 ; xarope de
naffc, vidros .50 ; dilo de lamouroux, garrafiohas 20;
dilo de puolas de spargo, garrafas 20 ; lamar.is pas-
sadas, libras 4 ; zinco (melal), dilas 4.
Para a colonia militar de Pimentciras.
Agurdenle de 22 graos, 2 garrafas ; dita rosada,
1 dita ; dila de Sedlilz. 2 dilas ; dila de Coionio
(essencia), 2 vidro ; accelalo de morpliina, 2 onras;
acido nilrico alcoolisado, 2 dilas ; dilo sulfrico', 2
dilas ; dilo arcenioso, ,',' dila ; alecrim % libra ;
alfazema, 2 dilas ; alkall voltil Huido, 2 oucas ;
alvaiade, 1 libra ; assafnlo, 1 oura ; anotar candi,
2 libras ; auibar, i onca; amendoas doces, i, libra;
aveia, 2 ditas ; azouguc, 4 oucas ; banlia de porco.
4 libras; bcijoim, 2 oncas ; balsamo de arcn, 1 li-
bra ; borracliinhas com pipos, oilo ; borrachas
grandes, 4 dilas ; calomelanos impalpaveis, 2 on-
cas ; canafislula, I libra ; caolharirias \i dila ; cap-
sulas de cnpaiba, 2 caixas ; cevatla, 8 libras; ceva-
riinha. 4 dilas; chocolate de Lcchim, 12 paos ; con-
serva de rosas, 1 libra ; crenzote beltartl, 4 vidros ;
crjslal mineral, 1 libra ; cyannre, 1 0115a ; eyann-
rclo de polassa, 1 dila ; cilralo de magnesia. ''s li-
bra ; emplastro confortativo. I dila ; encerado' Le
I'erdnel.6 rolos ; enxofre sublimado, libra; es-
sencia de cravo, 1 onca ; dila de rosas, 1 dila; di-
ta de bergamota, 2 dita* ; dila de lerebenlina, .','
libra ; estoraque, 1 onca ; exlradode estramonio, 2
dilas ; flores de borragem, I libra; dilas de ciiMifrc,
2 tincas : tlitas de rosas, 1 libra ; dita bequicas, 2
ditas ; dilasde belladona, H dila ; ililas ilc papui-
Ias ', dita ; galba. 'a dila ; gomma arbica, 2 di-
las ; dila gula, 4 onras ; dila kinn, 1 dilas; dila hic,
ca, 4 dilas ; Inssopo. ', libra; kermis mineral, 1
onca ; labaca aguda, I libra ; Le Rov purganlc, 8
garrafas ; dilo vomitivo, 4 dilas ; linliai.a semen! c
J ililas ; muriato de amoniaco, 2 oncas ; mel rosa-
rio. 1 garrafa ; man, 16 libras ; oleo cssencial de
sabina, 2 oncas ; dilo ricino, 8 garrafas ; oxemel
srililico, 4 onras ; dilo simples, 4 dilas ; pedra li-
se, 2 "tilas ; polpa de tamarindo, ? libra ; poma-
da oxigenada, I dila ; dila tle pepino*, 1 dita; dila
de saturno, 1 dila ; poz aromtico l|2 dila ; por. de
joanes, 4 oncas ; raiz tic altea, i libras ; raspas
Mido,2 dilas; rezina ceme, l|2dila; elher aceli-
ro. 2 oncas; dilo sulfrico, 4 dilas ; rob antety-
plnlilico lafecleur, 2 garrafas ; salsa do Itrislol, '->
dilas ; sabao branco, I libra ; lito devenoza, 2 di-
las ; espirilo devinho rectificado. 1 garrafa ; cerveja
prela, 4 dilas ; espirilo de aleciim. I onca ; espiri-
to voltil de sal amoniaco dulcificado, 4 neas; cil-
la cm p, 1 dita ; scnlcio de esporOes, l'pi dila
saagiiesirga* ile llamburgo, 20 ; espirilo de ortc-
laa pntenla, 1|2 libra ; lapioca, 4 dita; tuthia,2oo-
ras lurbelle mineral 2 ditas ; tintura de beijoim
composla, 4 ditas ; dita de ferro murialico ;
2 ditas; verdete, 4 oncas ; vezicalorio 2 li-
bras : xarope do bosque, frasco grandes qualro
dilos de acetato de morpliina, garrafas 2 ; ditos de
ponas de espargo, dilas 2 : dilos de ruibarbo, dilas
1 ; ditos do chicoria, dili 1 ; dilo de allhea, dilas 2 ;
dilo emtico, dila 2 ; dilo de flor delarauja, dilas 2;
tlilose ililieo, dita 1 ; dito tle ipecacuanha, dila 1 ; la-
minas de puz vaccinieo numero 4; aguador de folha
fornida, de palmo emeiode altura, c palmo de largu-
ra, com furos no bico, para banhos de infusa,! na
molestias de pelle, Homero 1 caixasde marieirascom
liga, para a reducrao das fractura da coxa ou meni-
bros inferiores, dilos 4 ; pralos de folha 12 ; ligcllas
de dila 12 ; machinas de sarjar com duas culumuas
de uiivalhas, 1 ; cas polegada de bocea, c urna com 8 ditas, 3 ; hacias
de rame com 12 polegada de bocea para lavatorio
de cbagai 2 ; marmitas de folha 8; cobertores de ba-
la 12 ; funis pequeos de folha de flandres 1 ; mar-
mita de ferro forrada de eslanho para a bolica 2 ba-
lanca de labio com conxas raza de 12 polegada de
esparo 1 ; orimics broncos II ; urupeimis sendo 1
bem fina 4 ; livrus para o cspcdienlc da bolica e en-
fermarla 4 ; elementos de pbarmacia de pharma-
copia.
Quem quizer vender osles objeclos aprsenle as
suas proposlas em carias fechadas, na serrelaria do
conselho s 10 horas do dia 21 do corrente mez.
Secrclaria do conselho administrativo para forneci-
menlo de arsenal de guerra 13 de dezembro de 1854.
Jos4> Brilo Inglez, coronel presidente, Bernar-
do Pereira do Carino Jnior, vogal e secretario.
Por esta Subdelegada se declara, qne se acha
rccolbido em deposito, para ser entregue a quem pro-
var que lhe perlence, um burro com cangalba, que
ppareccu sem guia na (arde de 13 do concille, pe-
0 paleo da Penha. Subdelegada de S. Jos do Re-
cife 14de dezembro de 1854. O subdelegado sup-
plenleManoel Ferreira Accioli.
AVISOS MARTIMOS.
infrie
AO PAMA'.
Vai seguir mui brevemente
a escuna FLORA, capitao
Jos Severo Rios, s pode re-
cebar earga miada: trata-se com os con-
signatarios Antonio de Almeida Gomes &
C.,na ra do Trapiche n. 16, segundo
andar.
Real companhia de pneptetes
vapor.
No dia 21
(leste mez,
espera-se
do sul, o
vapor .Ve-
cera com-
mandante
tiilies o
qual de-
pois da demora do coslume seguir para a Europa :
para passageiro ele, Irala-se com os agentes Adam-
son Howie & C.
^Para o Rio de Janeiro, salie no dia
23 do corrente o b.iigue nacional Sagi-
tario, de'primeira classe : para o resto
da carga e passageiros, trata-se com Ma-
noel Francisco da Silva Carneo, na ra
do Collegio n. 17, segundo andar.
PARA O RIO UE JANEIRO.
Sahe com muita brevidade, o bem co-
ndecido patacho nacional Valente, ca-
pitao Franciseo Nicola'o de Araujo : pa-
ra o resto da carga e escravos a frete, tra-
ta-se com os consignatarios Novaes & C.,
ou com o capitao na prara.
PARA O RIO l)E JANEIRO,
o brigue nacional Maanita sahe com loda a bre-
vidade ; recebe carga a frele. escravos e passageiros:
quem pretender embarcar, trate com Manoel Igna-
cio do Olivcira, na praca do Corpo Santo n. 6. es-
criplorio, ou com o capitilo josc da Cuaba Jnior.
Para n Rio de Janeiro segu viagem com bre-
vidade o brigue nacional Aero ; para carea e e sera
vos a frele, Irata-se com 03 consignatarios Thomaz de
Aquini) Fooseca & Filho, na ra do Vigario n. 19,
primeiro andar.
Para Lisboa sabe com a maior brevidade o
brigue lortuguez Ocano, do primeira marcha ; pa-
ra o resto da carga e passageiros, Irala-sc com os
consignatarios Thomaz de Aquino Fonseca & I'ilho,
un ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
PARA O RIO I)E JANEIBO,
o brigue nacional o Da mano segu com brevidade por
ler parle de seu carregamenlo prompto ; para o res-
to da carga, passageiros e escravos a fretc-, Irata-se
com Machado & Pinheiro, na ra do Vigario 11. 19,
segundo andar.
Para Lisboa preUnde seguir com loda a brevi-
dade a barca portugueza Gratido : para carga e
passageiros, trata-se com 05 consignatarios Thomaz
de Aquino Ion.era & Kilho, na ra do Vigario 11.
|9, primeiro andar, ou com o capilao na praca.
Para o Rio de Janeiro pretende sabir com a
possivel brevidade opalacho nacional U. Pedro V:
para carga o escravos a frele. Ira lase com os consig-
natarios Thomaz de Aquino Fonseca & Filho, na ra
do Vigario n. 19, primeiro andar.
Para o Rio de Janeiro
Seguempoucosdias, obligue nacional
Hbe, capitao Andr Antonio da Fon-
seca, por ter a maior parte do seu carre-
gamento prompto: para o resto e escra-
vos a frete, trata-se com 'Manoel Alves
Guerra Jnior, na ra do Trapiche n.
4.
O brigue brasileiro Elvira segu para o Rio
de Janeiro amaniata, 20 do corrnle, os consignata-
rios sao Machado & Pinheiro.
Para Lisboa pretende seguir com brevidade o
brigue porlueucz Ribeiro de primeira marcha :
quem nelle quizer carregar ou ir de passagem, en-
leuda-se com os consignatarios Thomaz de Aquino
Fonseca & Filho, na ra do Vigario n. 19, primeiro
andar, 011 com o capilao na prara.
Para o Porlo vai ahir com mujla brevidade
por ler a maior parle da carga prnmpla, a veleira
galera Dracharense ; para carga e passageiros, tra-
ta-se com os consignatarios Thomaz de Aquino Foo-
seca & Filho, na rita do Visario n. 19, primeiro an-
dar, oa com'o capilao na prara.
PARA O RIO GRANDE DO SUL.
Segu por estes dias o patacho nacional
Bom Jess : ciuem no mesmo quizer
ir de passagem, para o que tem bons com-
modos, entenda-se com o capito na pra-
ca do Commercio, ou com os consignata-
rios Novaes & C.
LEILO'ES.
O agcnlc Viclor far lcilao ao seu armazcm,
ra da Cruz n. 23, de ciplendido sorlimenlo de obras
de marciueiria, novas c usadas, de tlillereules quali-
dades, reoslos para ulgibeira de ouro e de melal gal-
vaoisado, ditos rio parede e de cima de mesa, can-
dieiros para meio de sala, lanlernas com ps de
vidro e rasquiuho, charutos da Babia, superior qua-
lidade, esleirs de palha de carnauba, saccas com
feijao branco e mulatioho, porcao de chapeos do
Chile, islo be pechincha ; e sera lambem vendido
um cabriole! aovo de muilo goslo, com dousarreios,
um novo c oulro em meio uso, dous chicotes, lam-
bem um aovo e oulro em meio uso, e dous pares de
lanlernas para o mesmo : quarla-feira, 20do corra-
le, as 10 O agente Olivera far leilao da mobilia de um
cavalleiro que se retira desla cidade, consislindo em
cadeiras de diversas qualidades, oas, mesas redon-
da, consolos, bancas de jogo, dilas de gavetas e para
luz, loillel, espedios, guarda-livros, uearda-louca,
guarda-mapas, marquezas, lavalonos, machina de
copiar, apparelho de louca para janlar, dilo para
cha, dilo de melal, galbeleiro, ornamentos para me-
sa, relogio dilo, vasos de porcelana, rico estojo para
barba, candieiro inglez de globo, lanlernas, garrafas
para clarete e outros vinhos, copos para agua e para
vinbo. banbeiro de folha e oulro- muilns objeclos:
sexla-feira 22 rio corrente, as 10 horas da manhaa,
no primeiro andar da casa nova n. 20 do Sr. Luiz
Anlonio de Siqueira, na ra da Caricia do Recife
com entrada |iela ra da Seuzala Velba.
O conselho rie direejao do banco de Pcrnam-
buco, cm cuiifo-midade cum osarligos (iOc 66 dos
dos seus eslalulos, far leilao por conla e risco de
quem perlencer, e por inlervenrilo do agente Oli-
vcira, de 1,557 caixas sabao,contando 27,392 libras.
marea Snap, e 3<,23l libras amarcllo : sexla-feira,
2!) do crtenle dezembro, s 10 horas da manhaa, 110
Trapiche Alfandcgado denominadoAlfandega Ve-
lba.
LEILAO DE TINTA EM OLEO.
E. II. Wvott, Tara' Jeilo hoje ao meio
dia em poni, por ntervenriio do agente
Roberto, no armazetn de M. Carneiro,
na ra do Trapichen. 38, por conta e ris-
co'de quem pettencer de 200 latas com'
tinta branca cm oleo de 28 libras cada
urna, cliegadas ltimamente de Liverpool
DO brigue inglez Lord Althorp.
O agente Boria, nao podendo con-
cluir o leilfio de sabbado em seu armazem,
em consequencia da ininidade de objec-
de tos 'lnL',e!n- poresta razao tem de acaba-
lo boje 20 do corrente, dando principio
a's 10 horas em ponto.
Os Srs.Lllisse Oble Cavalcanli de Albaquer-
qae e Thedoro Jos Tavires, queiram dirigir-so
loja do calcado na praca da Independencia n. 33, a
negocio.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Resumo dos raaiores premios da loleria
48 do Monte Pi, extrahida a 6 de de-
zembro de 1851.
1 20:000s 10:000
1 977. ....
1 1261. .... 4:000*'
1 2357. .... .... 2:000,?
ti 293, 562 , 1729 ,
2835 , 5484 , 5927. 1:000$
10 . 249, 2516 , 2826 .
3207 , 3404 , 4265 ,
4295, 4601 , 5692 ,
5117. - 400$
u 560,982, lOfid , 1504,
1454, 1949, 2068 ,
2782, 2868, 5345 ,
4031 , 4035 , 4067 ,
4229 , 4884 , 5150,
5200, 5514, 5716,
5818. a . . 200$
00 43, 2 16, 267, 522,
536 , 595 , 528 ,
557, 605 , 685.
751 , 845, 900 ,
955, 1177, 1317 ,
1448, 1512, 1881 ,
1996 , 1997 , 2157 , "*
2231 , 2416, 2444.,
2486 , 2494 , 2619 ,
2710, 2755 , 2890 , ..
2897 , 2908, 2946 ,
3055 , 5439 , 3754 ,
5796, 5840 , 5859 ,
3950 , 3971 , 5991 ,
4202, 4262, 4301 ,
4517 , 4939, 5052,
5106 , 5330 , 5368,
5402 , 5525 , 5547,
5583 , 5610, 5896,
5919 , 5054 100*
100 premios dt 40
1800 ditos de . . 20$
AVISOS DIVERSOS.
Tendo-sc reconhecido que a clespeza
de escripia e cobranca do importe dos
annuncios he superior ao valor delles,
previne-seaos senhores assignantes dest
Diario que quando os mandarem, re-
mettam igualmente a sua importancia ;
alias nao serao publicados.
Foram vendidos nesta provincia os n-
meros 1729, 5484, 5927, premiados ca-
da um delles com a sorte Je 1:000$, fo-
ram vendidos muitos outros premios de
400$, 200$ e 100$, os possuidores sao
convidados a viran receber os premios,
que so pagos sem descont algum.
Temos e\posto a' venda os novos billie-
tes e meios ditos da 3. loteria do conserva-
torio de msica, que devia correr na
Sania Casa da Mencordia do Rio de Ja-
neiro a 22 ou 23 de dezembro, a lista sa-
hira' daquella cidade pelo vapor nacional
de 25. Os premios serao pagos logo que
se izer adistribuico das listas.
Precisa-sede um feilor para o sitio de Anlo-
nio V. da Silva Barroca, na Magdalena : a Iralar no
mesmo lugar ou na ra da Cadeia do Recife' n. 4.
l.'iride Italiana, revista arliitica, cientfica e
Iliteraria, debaiio do inmediato patrocinio de S. M.
o Imperador, rediglda em duas lingua pela mais
conhecidas capacidades do imperio, e dirigida pelo
professor A. Oaleano-Kavara. Subscreve-se em f'er-
tiambuco, na livraria u. 8 e S da praca da Indepen-
dencia.
Anlonio Joaquim Seve declara que o Sr. Fran-
cisco Xavier Alves Quinlal deixou de ser seu eaisei-
ro desde o dia 18 rio correle mez.
Aluga-se urna da mais alreguezada loja da
ra do Queimado n. 57, com urna perfeita e lina ar-
roacilo par miudezas: quem a pretender, tlirija-se
ao largo do Collegio, sobrado n. 6, primeiro an-
dar.
Hoje 20 do corrnle, logo que (indar a audien-
cia do Illm. Sr. Dr.juiz da segunda vara do civel.
se proceder a venda de todo os movis, madeiras e
machinas eiistenle no armazem dos herdeiros de
Juhao Beranger, na ra da Florentina, e a 3 horas
serao vendidos 01 escravos na porla do momo'Illm.
Sr. Dr. conforme j se acha aununciadn.
i'recisa-se tic urna'prela para vender na roa ;
na mesma casa precisa-se de urna ama para o servi-
50 de casa e ra : quem estiver nesla circunstan-
cias, dirija-se roa do Raogel n. 77.
Relogios de ouro, abnete patente
inglez, chegados agora': no armazem de
James Hallidayj na ra da Cruz n. 2.
No dia 17 do corrente pelas (i horas
da tarde, desappareceu o Africano livre
de nome Damiao, o qual se acbava em-
pregado no servicp da ediicacao da ca-
Eella do cemiterio publico, de estatura
aixa, bastante barbado, levou camisa
branca e calca de cor: o administrador
daquelle estabelecimento supplica aos ca-
pitaes de campo, ou outra qualquer pes-
soa que o encontr, leva-loao mesmo ce-
miterio, ou na ra da Aurora casa n. 58,
que se recompensara' generosamente seu
trabalho.
Precisa-se de urna ama para cjsa de pouca fa-
milia, que saiba cozinhar e para comprar : a tratar
as Cinco Ponas n. 106, padaria.
Precisa-se de dous Irabalhariores de padaria :
as Cinco Ponas n. 106.
Precisa-se do um Irabalhador para relinacao de
cafe, forro ou captivo, pagando-se por mez : na So-
ledade n. 7.
Precisa-so alugar nma escrava : na ra do
Queimado lojan. 61.
A pessoa que quizer receber em Portugal 2009
rs, forles sem embarazo algum, e s dando aqui um
fiador pela mesma quantia, pode dirigir-se a ni da
Cadeia do Recife n. 21. loja de cambio,
Precisa-se de urna ama para servijo de orna
senhora eslrangeira, a qual nflo lem familia : quem
prelender, dirija-se a ra Direila o. 91, primeiro
andar.
Precisa-se de um feilor que enleoda de plan-
lacres de arvores de espioho e jardim : quem esli-
ver nesla circumslancias, dirija-se roa do Brum
n. 28.
Da casa do abaito assignado, desappareceram "
varias lellras o cscriplnras de hj potlteca na mesma
occasiao em que lhe foi sublrahida urna omma em
moeila. Em lodos aquelles lilulo est mencionado
o ooroe do abatioassignado, que, nao os lendo cedi-
do e Iraspassado, e nem autorisado alguem pira oa
cobrar, previne aos devedores, para que nao os sa-
lisfacam a qoem os apresentar, vislo que sao nnica-
menle perico cenes ao abaiio assignado, que nao al-
lender a pagamcnlo algum, senao aquelles que
directamente lhe forem feitos.
. Antonio Jos Bitancourt.
O abaiio assignado, responde ao annuncio do
Sr. Antonio Gomes Pessoa, inserido honleni no Ota-
rio de Pernambuco, que o arrendamento do enge-
nho Tabalinga nao foi Iraspassado como elle suppoe,
ao Illm. Sr. lenle coronel Herculano Cavalcanli
de S e Albuquerque, pois o que houve a lal respei-
to, foi urna escriplura, sociedade do dilo arrenda-
mento que entre ambos foi celebrada em 11 do cor-
rente e sob condirnes reciprocas, sendo urna delta*
a de pagar o socio administrador dilo Sr. Cavalcanli
aoSr Jos Anlonio Baslos, crednr do Sr. Pessoa, a
quantia de 10:0003 rs.. importancia da letlra pas-
sadas pelo mesmo Sr. Pessoa, fe aceitas pelo abaixo
asmgnado : porlanlo, n,1o era preciso o seu consen-
limettlo para coolralar-scessa sociedade, que leve
por fim, como se v daquella especial condicSo, de
nao obrigar os seus bens nem os do abaixo assigna-
do, ao pagamento das dilas ledras.
Manoel Claudio de Queiroz,
ATTENCAO'.
Anlonio Roberto com loja franceza na ra Nova
n. 13,rcceheu pelo ultimo navio francez um comple-
to sorlimenlo de chapeos de seda para senhora e me-
ninos, e vende mais em cotila do que em oulra qual-
quer parle.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da ra
da Scnzala Vclha n. 68: a Iralar no segundo andar
do tnesmn.
Desappareceu da ra da Scnzala Velha n. 68,
urna prela ja velha chamada Francisca, falla alguma
cousa fanliosa, (cm nos ps signaesde ler eslado uos
ferros, levou vestido roxo : quem apegar, leve-a a
dila casa cima, que ser recompensado.
Na ra de S. Francisco, como quem vai para a
roa Bella, sobrado n. 8, precisa-se de urna prela
escrava, que saiba Iralar de orna ciianra : quem a
livor sendo liel, dirija-se au mesmo sobrado.
Roubo.
S\la-fcira, 13 do corrnle, foi ronbadoa Mr. Vil-
elle, na relinacao do Monleiro, 1:1953000 cm sda-
las de difireme valores, o enlre ellas urna de 200
r. n. 11 i.v, 1. lendo na cosa o igual 25054 VL,
urna dita dn banco n. 1946 de 26 do novembro de
1852, oulra de 25 de maio de 1852 n. 416, ambas do
lOOoOOO rs. : a pessoa que apprehender esle roubo
ou delle souber com certeza, dirija-se a ra Nova,
casa de Mr. I ..n a-e. relojoeiro, ou a dila relinacao,
qae ser seacrosamenle recompensado.
1 111a criada portugueza se olTerece para acom-
panhar alguma familia para Portugal : qoem preci-
sar procure na ra da Concordia, as loja do sobra-
do em qne mora o Sr. juiz do civel.
Aluga se o sobrado amarcllo da roa da Praia :
a fallar com (iuilherme Selle, na roa do Queimado
o. 21.
Maria da ParificocSo relira-se para Portugal,
levando em sua companhia 6 lilaos de menor
idade.



I i
DIARIO OE PEfiNARIBUCO, QUARTA FlRA 20 DE OEZEMBRO DE 1854.
Francisco Lucas Ferreira, com co-
clieira de carros fnebres no pateo do
Hospital n. 10, encarrega-se de qualquer
funeral, sendo padres, msica, cera, ar-
macaona igreja ou em casa, carros de
passeio e tirar guia da cmara, e abi en-
contrarao tudo com aceio, segundo dis-
poe o regulamento do cemiterio.
AO PUBLICO.
No armazem de fazendas bara-
tas, na do Collegio n. 2,
vendse um completo sortimento
de fazendas, finas e grossns, por
presos mais baixos do que em ou-
tra qualquer parte, tanto em por-
ches, como a retalbo, amanendo-
se aos compradores um so preco
para todos : este estabelecimento
ahrio-se de combinacao com a
maior parte das casas commerciaes
inglesas, francezas, allemas e suis-
sas.para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, epor
isto offerecendo elle maiores van-
tagens do que outro qualquer ; o
proprietario deste importante es-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venbam (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
ROB LAFFECTEUR.
O nico autorisado por decisiio do conselho real
e decreto imperial.
Os mdicos dos hospitaes rerommendam n arroba
Laflecleur, como sendo o nico autorisado pelo go-
vernoe-pela Real Sociedadc de Medicina. Esle me-
dicamento d'um gosto agradavel, e fcil a tomar
em secreto, est em oso na mariiilia real desde mais
de 60 annos; cura radicalmente em pouco lempo,
com pouca despeza, sem mercurio, as affecccs da
pelle, impingens, as consequencias das sarnas, ul-
ceras, e os accidentes dos partos, da idade critica e
da acrimonia hereditaria dos humores; convelo aos
catharros, da beiiga, as contracc,oes, e Craqueza
dos ornaos, precedida do abuso das ingecc.es ou da
sondas. Como anli-syphililico, o arrobe cura de
pouco lempo os fluxos recentes ou rebeldes, que vol-
vem incessantes sem consequencia do emprego da co-
paiba, da cubeba, ou 1. iujcccOcs que represen-
lam o virus sem neutralisa-lo. O arrobe I.all'ecteu-
he especialmente recommendado contra as doenca-
inveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao odurelo
de potasio. Vende-sc em Lisboa, na botica de Bar-
ral, e de Antonio Feliciano Alves de Azevedo, pra-
ra de 1>. Pedro n. 88, onde acaba de chegar urna
grande porco de garrafas grande* e pequeas, lin-
das direclanienlc de Pars, de casa do Sr. Boyvcaiis
Laffecteuv 12, ru Richev Varis. Os formulario-
dam-se gratis em casa do agente Silva, na piara ils
D. Pedro n. 82. No Porto, em casa de Joaquim
Araujo; na Babia, Lima & Irriios; em Pernam-
buco, Soum; Rio de Janeiro, Rocha & Filhos, e
Morcira, loja de drocas ; Villa-Nova. Joo Pcreira
de Magales Leile; Rio-Grande, Francisco de Pau-
la Coulo ,& L.
CONSULTORIO DOS POBRES
25 SUA DO GOX.X.EGIO 1 ANDAH 25.
O Dr. P. A. Lobo Moscnzo di ronsullas homeopathicas todos os dias aos pobres, desde 9 horas da
manir, a aleo mel dia, e em casos extraordinarios a qualquer hora dodia ou nuite.
OBerece-se igualmente para praticar qualquer operaco de cirursia. e acudir promptamenle a qual-
quer mullicr|que estoja ml de parl, e cujascircumstanrias nflo permillam pagar ao medico.
M CONSULTORIO DO DR. P. L LOBO MOZO.
25 RA DO COLLEGIO 25
VENDE-SE O SEGUIRTE:
Manual rompido de meddicina homeopalhira do Dr. G. II. Jahr, Iraduzido em por
tugue* pelo Dr. Mosrozo, qualro volumes enradernados em dous e acompanhado de
um diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., ele...... 20J000
Eslaobra, a mais importante de Indas as qnolralam doesludn e pralica da homeopalhia, por ser a nica
que conten a b.ise fundamental d'esla dnulriiiaA PATHOGBNESIAOU El-T'EITOS DOS .MEDICA-
MENTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DE SALDEconliecimenlos que nao podein diipeosar as pes-
soas que sequerem dedicar i pralica da verdadeira medicina, interessa a todos os mdicos que quizerem
experimentar a <*oulrina de Ilahnemann, e por si mesmos se convenceren) da verdade d'ella: a todos os
fazendeiros c senhores ilc engenho que eslo lonce dos recursos dos mdicos: a lodosos capilaes de navio,
que urna ou oulra vez nao podem dcixar de acudir a qualquer incommodo seu ou de seus tripulantes :
a todos os paisde familia que por circunstancias, que ntm sempre podem ser prevenidas, sao obliga-
do! a prestar in conlinenli os primeiros soccorros em suas enfermidades.
O vade-mecum do homeopalha ou Iraduccflo da medicina domestica do Dr. Ilering,
obra lamben) nlil as pessoas que se dediram ao estudo da homeopalhia, um volu-
nte grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina...... ia-*O00
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., ele., encardenado. .'5000
Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pralica da
homeopalhia, e o proprictario desle estabelecimento se lisongeia de Ic-lo o mais bem montado possivel e
ninctiem dnvida boje da grande superioridad* dos seus medicamentos.
Boticas de 21 medicamentos em clubulos, a 1(1, 125 e 155000 rs.
Ditas 36 ditos a .................. 201000
Ditas 18 dilos a................. QgoOll
Ditas 60 ditos a................. 30.-000
Ditas 14* ditos a.................. 000
Tubos avulsos......................: IjjOOO
Frascos de meia onca de tinctura................... 2000
Na incsina casa ha sempre venda grande numero de tubos de cryslal de diversos lamanhos,
vidros para medicamentos, e aprompla-se qualquer eucommenda de medicamentos com toda a brevida-
de e por preces muilo commodos.
C. STARR & C.
respetosamente annunciam que no seu extenso es-
tabelecimento em Santo Amaro, continua a fabricar
com a maior perfeico c promptidao.toda a qualidade
de machinismp para o uso da agricultura, navega-
do c manufactura, e que para maior commodo de
seus numerosos freguezes c do publico em gcral, tem
aberto em um dos grandes armazens do Sr. Mosqui-
ta na ra do Jlrum. atraz do arsenal de marinha
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no ditosca estabelecimento.
.illi adiaran os compradores um completo sorti-
mento de moendas de caima, com todos os mclho-
ramenlos (alguns delles novos eorigiuacs) de que a
experiencia de muilos annos tem mostrado a ecos-
sidade. Machinas de vapor de baixa e alta pressao,
taixas de lodo laman lio, tanto batidas como fundidas,
carros de mo e ditos para conduzir formas de assu-
ear, machinas para moer mandioca, prensas para di-
to, Tornos de ferro batido para farinha, arados de
ierro da mais approvada conslrucco, fundos para
alambiques, crivos e portas para fomalkas, e urna
inlinidade de obras de ferro, que seria enfadonha
enumerar. No mesmo deposito existe urna pessoa
intelligentc c habilitada para receber todas as cn-
commendas, etc., ele, que os annunciantes contau-
dornin a capacidadede suas ofiicinas e machinismo,
e pericia de seus ofliciaes, se compromettem a fazer
executar, com a maior presteza, perfeico, e exacta
euu lu-m idade com os modelos ou desenis, e inslrnc-
etque lite foremfornecidas.
lotera da provincia.
,Fi vendido na casa da Fama do aterro
da Boa-Vista n. 48, o mcio billieten. 18
com2:000$000rs., e outro meio n. 2433
com 400,'000 rs. em decimos, tudo da
lotera de N. S. do Livramento.
Prccisa-se de urna pesoa habilitada para en-
nar lalim, francez, geographia e msica, em um en-
genho distante desta praja 10 leeuas : os pretenden-
te queiram dirigir-se ra da Dallo, en na alfan-
dega ao Dr. L. de C. Paes de Andradc, que Ibes dar
lodos os esclarecimentos necessarios.
Qucm achou urna earleira com urna baixa de
primeira linha desde o Forte do Mallos al os Afo-
gados, e queira entregar, se gratificara : em Fra de
Portas, casa n. 135.
O abaixo assignado, trudo-se despedido da casa
do Sr. linas entura Jos de Castro Azevedo, agrade-
ce o bom tratamcnlo e coidianca que receben do
mesmo senhor durante o lempo que esteve em sua
casa, e deseja ler occasiao para Ihe moslrar o quanto
Ihe he sumisamente grato.
Joaqun* de Andrade Urna.
Subtrahiram do poder do abaixo assignado,
muilo contra sua vonlade, na noilc de 16 do rorre-
le, em sua propria residencia, um relogio de 011ro
com correte do mesmo inelal, lo em occasiao em
que se chava com algumas pessoas de sua amizade
e nutras de simples coiihecimeuto. Acredita o abai-
xo assignado que isto Ihe foi feto por gracejo, mas
como ja tenbam pastado 24 horas e o gracejo anda
nao lerminnu, rosa no gracejador o obsequio de Ih'o
restituir, cerlo de que era de ver seu mue por ex-
tenso ueste jornal, no raso de pertinacia, e saliera
mais o publico os dados de que se servio o tal indi-
viduo para commetler lal acejlo.
Miguel Fernanda Eira.
Antonio Gomes Pessoa fazsciente a quem con-
vier, que leudo dado de renda o seu cngenlio Taba-
tinga, sito na freauezia da Tacuara, provincia da
I arelaba do Norte, ao Sr. Maiioel. Claudio de Quci-
roz,acontece que esle sem sen conscnlimento traspas-
sasse o arrendamenlo do referido enzenho ao Sr.
lenenle-coronel Herculano de S Cavalcanli e Albu-
querqoe, c como mo eonvcnha csse Iraspassn ao
.ibatxo assianado sem que concordo o novo rendeiro
em eondicoes diversas dnq icllas que se acham na
oscriplura feila ao dito Sr. Queiro/., protesta o abii-
xoatrigaada contra o Iraspasso, para que chenue ao
pulilii-uiidireiloquelem aos bens do Sr. Queiroi
para so.lurao do pagamento das Ictiras .-i que esla
obligada prominentes do nrrendamento. Uccifc is
de nnv.Mubro de |K">i.Antonio Gome* l'esson.
Precisa-sc de um homem para trabalhar em
um sillo perln, e que administro aisans escravos :
na ra do Passeio Publico, loja n. 7.
Ouarta-feira 20 do correnle, Onda .1 audiencia
do Sr. iuizdos feiloi da faaenda, eperauteomesmo
se ha de arremalr por ser a ultima praca. duas ca-
sas terreas, sitas na ra das Flores n. 9 e 21, as
quaes vao ser arrematadas para pasamento da fazen-
da nacional.
No dia 20 do correnle, pelas 3 horas da tarde,
na porta do Illm. Sr. Dr. jr.iz da secunda vara, se
bao de arrematar diversos escravos e movis, penho-
rados aos herdeiros de Julin Beranger, devendo os
movis screm arrematados logo que se proceder a
arrematacao dos escravos : no armazem da ra da
l'Ioreuliua aonde se acham.
Novos livros de homeopalhia uiel'ra 111 iv. obras
(odas de summa importancia :
Hahnemaon, (ralado das molestias chronicas, 4 Vo-
lumes............ 208000
Teste, rroleslias dos meninos.....69000
Hering. homcopatliia domestica.....75000
Jahr, pharmacnpahnmcnpalhica. OQtXH)
Jahr, novo manual, 4 volumes .... 168000
Jahr, molestias nervosas.......-65000
Jahr, molestias da pelle.......88000
Rapou, historia da homeopalhia, 2 volumes 168000
ll.n'lliinann. tratado completo das molestias
dos meuinos..........108000
A Teste, materia medica homeopalhica. 85(HK)
De Fayolle, doulrna medica homenpalliica 7j Clnica de Slaoneli........68(100
Caslins, verdade da homeopalhia. 48000
Diccionario de Nys(en.......lO^KXI
Atllas complelo de anatoma com bellas e-
lanipas coloridas, couteodo a descrip^o
de todas as paites do rorpo humano 308000
vedem-se lodos esles livros no consultorio homcopa-
thico do Dr. Lobo Mostoso, ra de Collegio n. 25,
primeiro audar.
CASA DA AFERICAO, PATEO DO TERCO,
N. 16.
O abaixo assisnado faz ver a quem interessar pos-
sa, que no dia 31 do correnle finahsa-se o prazo
marcado pelo art.2. do til. II." das posturas da c-
mara municipal desta cidade, dentro do qual de-
vem ser aferidos os pesos e medidas ; lindo esle
ineorruran os coolraventorcs as penas do mesmo
artigo. Recife 13 de dezembro de 185*___Prxe-
des da Silva ftujimiUi.
PIBLICACW DO IRSTITl'TO HOMEOPA-
TIIICO DO BRASIL.
THESOURO HOMEOPATIHCO
OU
VADEMCUM DO HOMEO-
PATHA.
Mtlhodo conciso, claro e seguro de curar homco-
patlticamente tudas as molestias que afligcm a es-
pecie humana, e particularmente aquellas que rei-
nan no Brasil, redisido segundo os melhores Ira-
lados de homeopalhia, lano europeos romo ameri-
canos, e segundo a propria experiencia, pelo Dr.
Sabino Olegario l.udger Pinh... Esla obra he boje
recoiihecida como a melhor de todas quo trata m da
apphcacao boineopalhica no curativo das molcslias.
Os curiosos, principalmente, nao podem dar um pas-
so seguro sem possui-la e comalia-la. Os pais de
familias, os senhores de engenho, sacerdotes, via-
jantes, capitcs de navios, serlanejus etc. etc., devem
te-la a mito para occorrer promplamentc a qaalqucr
caso de molestia.'
Dous volumes em brnchura por 108000
encadernados 1180(10
vendo-se nicamente em casa do autor, no palacete
da ra de S. Francisco (Mundo Novo) 11. 68 A.
RETRATOS.
No atierro do Boa Viisla n. 4, lercciro andar,
conlinua-se a tirar retratos, pelo syslema cnslalols-
po, com muita rapidez e perfeico".
m
No hotel da Europa da ra da Aurora lem
bons pelisros a cada hora, pelos preces lixos na la-
bella, milito razuaveis.
Precisa-se de nina ama para casa de pouca fa-
milia, Livramciilo n. 36, loja de cera.
I'recisa-se de urna ama secca, prcta ou parda :
na ra Bella n.20.
,1
Lava-te e engomma-se com toda a perfeico e
aceio: no largo da ribeira de S. Jos, na loja do so-
brado n. 15.
Precisa-sc fallar ao Sr. Jacintlio Af-
bnso Iiotellio. que moiou 110 alerto da
Boa-Vista, c lio edizem que mora para as
bandas de Beberibe, c como se nao saiba
o luga! de sua morada pede-sc-lhe aniiun-
cie, ou dirija-se a esta typograpbia.
-Alusa-sc urna casa terrea "na povoacilo doMon-
leiro, rom a frente para a isreja de S." Panlaleao,
muilo limpa, Iresra. com commodos para familia re-
cular, (endo urna porta e duas janellas na frenle: a
Iralar enm Antonio Jos Rudriguei deSouza Jnnior.
na mesina povoae:lo, ou_na ra do Collegio n. 21, se-
gundo andar.
A(il\ \M AMANTES.
K l.iquii.'o sao e especilico para tirar todos os a
}a) pannos, as sardas e as espiilias a estas ou as gn
y lira de lodo ou dcsenllaniina, secundo a sua ff
qualidadel, refresca a culis e faz desapparecer *
@ x cor Irigueira em cinco das, de um minio
jg particular; augmenta o lustre c lira as rusas
@ das pessoas que lem fcito uso do solimn, que
( he limito prejudicial a culis e a sande : cura
@ a hnrtueja com muita facilidade. por ser mui-
t lo fresca e sem prejudirar a Mude. Em algo-
J. MI EXTISTA,
) continua a residir na ra Nova n. 19, primei-
ro andar. c,
9ti-
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
que, professor jubilado de grarninatica
latina, tem estabelecido sua aula par-
ticular na ra Direita sobrado n. 27, se-
gundo andar, onde recebe todos os alum-
nos, qtter externos ou internos, tanto des-
ta piara cmodo mato, medanle a razoa-
vel convenco que pessoalmente oll'ere-
cera'.
DENTISTA FRANCEZ.
Paulo Gaiguoux, estabelecido na ra larca g$
do Kosario n. 36, segnudo andar, colloca den-
tes com gengivas arlificiaes, c dentadura com- j^
SS pela, ou parle della, com a pressao do ar. ^
@ Tambem lem para vender agua denlifricedo St
Dr. Picrre, c p para denles. Una larga do
m Itosario n. 36 segundo andar.
9*&99999n99:%
O Sr. procurador da cmara mu-
nicipal do Limoeiro, baja de mandar pa-
gar a assignatura do Diario de Pernam-
buco, para a mesma cam;fra, acbaem grande atraso de pagamento.
O Sr. Antonio Ferreira da Costa
Hraga tem urna caria na livraria ns. (Je 8
da prara da Independencia.
Aluga-se para o servico de bolieiro um cscra-
vo mualo com muila pralica desse oflicio. Na na
da Saudade fronleira a do Hospicio, casa da resi-
dencia do Dr. I.ourenco Trigo de Louruiro.
O Sr. Joaquim Ferreira que leve loja na pra-
cinha do Livramento tem urna caria na livraria ns.
6 e 8 da praca da Independencia.
O oncarregado do reconhecimento e medican
dos terrenos de marinha. faz scicnte aos Srs. Mancl
Joaquim Baplista, Joaquim Alves Barbosa, .Manuel
Peres Campello Jacome da (iama c Domingos Jos
Percira da Gusta, que os termos da medicHo dos Icr-
renos que Ibes foram concedidos, acham-'sc lanados,
e que lites foi marcado por ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia o prazo de Ires mezes contados
da dala do despacho de concOMSo para solicitaren) os
seus lilulos. lindo o qual nao os solicitando, perde-
rla os mesmos terrenos, e ser.lo aforados a quem os
pretender.
Precisa-so de urna ama lito smente para fazer
o alinmo e cuidar do aceio da casa de um homem
solteiro : a Iralar na ra da Cadeia n. 9.
'Antonio Esidio da Silva, lente de geometra do
lyceu desta cidade, abre no dia 2 de Janeiro do auno
inilnurn, na casa de sua residencia, na ra Direila
n. 78, um curso de geometra por Euclides e La-
croix : os senhores csludantes que o quizerem fre-
quenUr, poderio dirigir-se a mencionada casa, de
manhaa, das 7 horas al as 9, c de larde das 3 al
as 5.
Aluga-se a sala dcfrnnie do primeiro andar do
sobrado n. 17, na ra da Cruz, rom commodos para
escriplorio, est calado c piulado de novo : a Iralar
no armazem 'n. 25, na mesma roa.
Manuel Jos da Malla, subdito portusuez, rc-
lira-se para o Par.
Desappareceu um pardo por nnme Mannel,
que reprsenla 35 anuos, alio, crosso, rr arabocla-
da. servico decampo, tem um ar sombro, pes gros-
sos, trabalhava no sitio Mongonga, na estrada da
Ibera, tem mais diversas marcas de sarnas as per-
itas e bracos ; foi escravo de Antonio Luiz de Prea,
em Porlo Calvo : consta lomara a estrada do Sul :
quem u pesar e trnuier na ra da Praia II, 43, ou
no sitio MongooBa sera gratificado.
Francisco da Luz, subdito pprluguez, relira-se
para fra da provincia.
Precisa-se de urna ama secca de meia idade,
qoe seja rapaz e d fiador, para una casa de pouca
familia, que nao lem riKiiiiios : a Iralar na ra da
Sania Cruz n. 22.
TOALHAS
E GCARDANAPOS DE PANNO DE
LINDO PURO.
Na ra do Crespo, loja da esquina que volla para
a cadeia, vendem-se toalhas de panno de Unan, lisas
e adamascadas para rosto, ditas adamascadas para
mesa, guardanapos adamascados, por prtcos com-
modos.
Osahaixoassisnados.doitosdalojadeourivcs na ruado
(.abusan. 11, confronte ao pateo da matriz erua Nova
fazem publico que receberam de novo urna por^ilo
de obras de ouro muilo ricas e dos melhores costos,
tanto para senhoras como para homens e meninas ;
contiuuam os precos mesmo baratos com lem sido, e
passa-sc conlas conirespnnsabilidade especificando a
qualidade do ouro de 1 ou 18 quilates, Picando as-
sim sujeitos os mesmos por qualquer duvitla.
Sera/im & Irmao.
_ Perdeu-seom conhecimento de n. 90, daquan-
lia de 4008000 rs., receblo na Ihesoiiraria da 'alen-
da desla provincia : quem o liver adiado, ou por
qualquer modo delle esteja de posse, dirija-se a ra
da Praja de Santa Ritan. 42, que sera generosamen-
te sratificado alero do agradecimento.
Precisa-se alugar ama ama de leile, com boa
conduela, e de bastante leile, para criar ; pasa-se
bem : a Iralar na ra Direila n. (6.
No aterro da Boa-Vista, loja n. 1, prccisa-se
de um negro ou negra para o servico da casa.
A ABAIXO ASSKiNADA EAZ PUBLICO,
que leudo entregue ao Sr. Anlonio Jos Vieira de
Soii/.i, correlor, um seu escravo de nomo Jos, cri-
oulo, com os signaes seguinles : representa ter 38
anuos, secco do corpo, estatura regular, cor bem
preta, bem barbado, ps hem seceos, olbos averme-
Ihados, tem nos peilos urna erande ricalriz, musir
vestigios de ter ja sido surrado.quando falla he mui-
lo dcscancado, levou camisa de alsodAo de lislra
azul, caifa de panno lino azul e chapeo de cauro, o
qual tinlia-o dado para vender ; o mesmo senhor Ihe
declarou ler elle fgido no dia 22 de novembro, ua
occasiflo de manda-lo a servico seu, de deitar urna
tina na praia a noile, e por isso a aimuncianle rosa
a todas as autoridades policiacs, capilaes de campo e
qualquer pessoa que o encoutrai,opeguemo levem-o
oin sen sitio, no lugar da Pirtica, ou au sen procu-
rador o Sr. capilflo Antonio lumcalves de Moraes,
ambos moradores na fresuezia dos Afosados, que
bem recompensar ; e protesta llover o mesmo es-
cravo, perdas e dainos nao so do mesmo Sr. Souza
como de oulra qualquer pessoa onde fr encontrado.
/guacia Mara de Jess.
O agente dacmpreza da livraria popular e his-
trica de Lisboa,avisa aos senhores assisnanlesda Bi-
blia Sasrada, que acaba de chegar o 6 e 7 folhclo da
mesma obra, os quaes se entregan na livraria cini-
ca no pateo do Collegio n. 2. O mesmo agente con-
vida a todas as pessoas que quizerem assignar essa
excellenle obra, a dirisirem-se a mesma livraria.
onde podem receber os 7 folhclosj publicados ; as-
sim como d um exemplar gratis a quem se respon-
sabilisar por oito assignaluras: dous esemplarcs a
quem se responsabilisar por 16 assignaluras. e assim
por dianle, um ejemplar por cada 8 assignalu-
ras.
Ensina-se com toda a pcrfcic.3o francez e in-
glez : na ra do Colovello defronte do sobrado cm
que morn o Dr. Alcanforado.
Esl jusla e contratada com o Sr. Joaquim
Antonio de Siqucira, nelo da finada D. Marianna,
do Manguiuho, urna morada de casa terrea, com
chaos proprios, na ra cm S. Jos do Maimuinho n.
I, a qual se acha lanzada as decimas por engaito,
no municipio de Olmda, em nome de Joaquim Jos
Concalves : quem se julgar com direilo a mesma ou
hvpotheca, dirija-se a ra do Brum n. 16, destllala
a 8 dias, e passados estes se fizar a compra, o nflo
se aunuir a cousa alguma.
Paulo Jos Comes c Manuel Medciros de Souza
avisam ao respeilavcl e muito piiiicipaluicnle aos
seus freguezes, qne mudaram o seu estabelecimento
le serranada ra da Praia de Sania Rila para a ra
da Cadeia de Sanio Anlonio n. 19, aonde contiuuam
a ter sorlimcnto de laboado, lano de amarello como
de louro, por preco o mais commodo possivel.
Da casa perlenccule ao Sr. Jos Lelo de Cas-
tro, sita no lugar denominado Cordeiro, fugiram as
7 horas da noite do dia 15, duas cscravas mfli e li-
lli.t, -.cinlo a mi cabra, de nome Maria, representa
ler 50 anuos, tem os cabellos broncos, lio corcovada,
lem um dedo da inflo esquerda muilo fino e lorio,
proveniente de um panarizo ; e a filha de nome Ro-
sa, mulata, de idade 24 anuos, pouco maisou menos,
he bstanle corpolenta, tem os cabellos carapinhos,
olbos vessos e v pouco por um delles. Foram es-
rravasdoSr. Semphim da Silva Ferraz, de Pojeu' de
Flores, e foram compradas esle auno nesla praca ao
Sr. Jos da Silva Loio, boje perlcncem ao abaixo
assisnado, que recompensara generosamente a quem
as apprcbender e as levar na mesma casa, ou na ra
da Cadeia do Recife, loja n.5.
Antouio Bernardo de Carcalho.
Antonio Francisco Correa Cardozo, avisa ao
publico, que lem arcresrenlado o seu estabclccimcn-
lo da ra da Cadeia do Recife junio ao arco da Cou-
cei;flo n. 64, e nova ra do Broman. 1, com urna
loja de ferragens de todas as qualidade*, a qual ad-
dicionou olliciua de caldeireirn e fuuileiro : rosa-
se a lodosos seus freguezes da praca, do mallo e do
serlao, desla coulras provincias, e ao publico em ce-
ral.de roncorrerem ao sen eslabelcciiiieulo no qual
serao muito bem c com promptidflo servidos ; os
gneros sao da melhor qualidade, c o soiliim-nlo
completo de ferragens finase grossas, ferro, ajo c
estanto, obras de cobre e de folha de (landres de to-
das as qualidades, vidros de vidraca ; recebecncom-
meudas para alambiques, e quaesquer obras de en-
genlio ; por seu desvelado desempenho. deseja cap-
lar a benevolencia de seus freguezes e a concurren-
cia publica.
Anlonio Bolclho Pacheco relira-se para fra da
provincia.
Precisa-se alugar urna prcla escrav? para o
servico externo o interno de urna casa ; na ra da
Cadeia do Recife n. 17.
Prccisa-se de una ama para casa de pouca fa-
milia : na ra do Hospicio n. 11.
;_3 ms pessoas faz mudar os pannos em lanas A
} pinliuhas brancas, que se lurnam cm urna (6 ~/.
de cor natural; (cando desvanecidas (odas as Si
manchas, lardo das sardas como de oulras i
quaesquer manchas de lodo o corpo. 59
O mclhodo de a usar he o seguale : lavar
o roslo (ou qualquer parte do corpo) bem la-
vado, e com urna toalha lavada se limpa e en- 9SS
rhuga-se bem ; deposila-sc um pouco d'agua
n'iima colher de sopa, c com um Irapinho en-
sopado nclla se esfresa na parle afretada na
S occasio de deitar-se c de mauhfla. Esla ope-
raeflo ser feila deixando (icar o roslo e o cor-
5. po untado al segunda friccao, leudo sempre
o cuidado de lavar-se e ciichugar-se hem au-
les de unlar-se. ^
Vnlla-se o duplo do valor quando nao faja
cfleilo, e vende-se no nico deposito da ra &
do Queimado n. 27, preco fixo 28 a gariafa.
Pi scie-aawi;
Alusa-sc urna casa em Beberibe, muilo boa.
na povoa^ao. para passar a fesla : na ra da Cadeia
do Recife n. 60.
O Dr. Prxedes domes de Souza Pilanga faz
scienlc ao publico, que mudoii sua residencia para o
aterro da Boa-Vista u. 12, primeiro andar, onde po-
de ser procurado para os trahalhos de sua profissflo
medica.
Precisa-sc de um rapaz de 12 a I i.ninas para
a botica da ra eslreilado Rosario n. 23. e so liver
principio de pliarmacia melhor ser : a tratar na
mesma.
Na rna do Rangel n. 42, Iava-sc e engnmma-
sccom asscio o prompldao.
COMF1IAS.
Compra-sc papel de embrulhn Diarios) a lus-
Iflo a libra : na praca da Santa Cruz, na padaria de-
baixo do sobrado.
Comprase nm selilm que seja usado,mas em
bom estado : na ra da Cruz n.2l.
Compram-sclranrelins com 6 palmos e com 4
a 5 nitavas de ourode le sem frilio, e urna figa de
unicorne encasloada cm ouro : na ra da Seuzala
Velha n. 98.
VENDAS
ALMA1MK PARA \W.
Saliiram a' luz as olliinbas de algibei-
ra cora o almanak administrativo, mer-
cantil, agrcola e industrial desta provin-
cia, corrigido e accrescentado, contendo
WWpagjpas: vende-se a 500 rs., na li-
vraria n. c 8 da praca da Indepen-
dencia.
FOLEINHAS PARA 1855.
Acltam-se a venda as bem condecidas
olliinbas impressas nesta tvpographia,
de algilieira a O, de porta'a 100. e ec-
clesiasticas aSOrs., vndem-se nica-
mente na livraria n. (J e 8 da praca da
Independencia.
MELPOHEXE DE LAN ESCOCEZ
, A 500 RS. O COVASO.
Na loja n. 17 da ra do Queimado, ao p da boli-
ca, ven le-se alpaca de lia esroceza, chegada pelo ul
tuno navio, a qual hienda na Europa so d o iiom-
da Melpomcnc ii F^scocia, muito propria para roue
pues c rostidos de senhora c meninos por ser de mili
lo brilho, pelo commodo preco de 500 rs. cada co
vado ; dflo-se as amostras com penhores.
BARRIS.
\ ende-sc nina por^flo de barris vazios de varios
lamanhos, proprios para a/cite ou mel: no becco do
Carioca armazem de Antonio Pinlo de Souza.
Vendem-se saccas com farinha de mandioca,
muilo torrada c por menos prejo do que em oulra
qualquer parle : ua ra da Caueia do Recife n. 30.
Vende-se umsofcnlalliado, novo, o obra mui-
lo prima, pelo diminuto prejo de 702)000 : na ra
do Arasflo n. 19.
^.3es@-s@na
Chapeos para meninas c meninos.
9 Ricos chapen- para meninas e meninos, e @
t.imli 'in bonets: na ra Nova loja n. 16, de 9
Jos Luiz Percira & Pililo.
VI.M10 1K) PORTO SUPERIOR FITTORIA.
Em raixas do 1 e 2 duzias de garrafas : vende-se
no armazem de llarrora & Castro na da Cadeia do
Recife n. i.
Vende-se um elegante e forte cabriole! de ba-
taneo e ora bom cavallo rodado c novo : a Iralar no
.Manguiuho sitio do Drasa sclleiro que Dea junio ;-o
do Sr. cirurgiflo Teixeira, ou na rua do Amoriin
NOVAS INDIANAS DE SEDAS ES-
COSSEZAS A 800 RS. 0 COVVDO.
na rua doQueimadO loja n. W.
Para lechar contas.
Historia do consulado e do imperio por Thicrs, Ira-
durrflo poriugueza.
Dita de l'oriusat al 1828, um grosso volumo in
folio.
Revista militar.
Dila universal Lisbonense.
Dita popular.
Por precos muilo favoraveis : na casa n. 6, delimite.
do Trapiche Novo.
Ganorama.
Cazla dos tribu naes.
FAMA
No aterro da Boa-Vista, dcfronle da lionera n. 8,
acha-se um novo e complelo sortimento de lodos os
seeros de molinillos, ramullas de massas linas para
sopa a 39900, lalas de botar biabas do aramia do Rio
de Janeiro a 296011, maulcisa inslcza a 320. 600,
800 eSSO a libra, champagne calmante a 2-9800 a
garrafa, c meias a 19500. muilo superior cb, lin-
suicas, paios. presuntos, e muitos uniros gneros de
superior qualidade, ludo por p*rcco razoavel.
Castorinlio ingle/..
Vendem-se superiores chapeos de caslorinho in-
glez, chegados rercnleraeiilc, o de elcsantcs formas,
890(X) : na praca da Iml-pendcncia.n. >H a 30.
Vende-se a arma^flo da loja da rua da Cadeia
do Recife n. 10, propria para um principame, e
commodo preco : a Iralar na mesma rua n. 30.
A t ten cao.
Vendem-se apparelhos para cha, de porcelana,
dourados, pintados e hrancos, ditos aznes, apparelho*
de jantar, azues, copos para asoa, compoteiras, sar-
rafas, calix para vinhn. galhclciros, porta-licores,
bandejas, lanlernas de vidro, de composicflo c de cas-
quinlia insleza fina, palileiros de porcelana, bacias,
jarros, c raizas de porcelana para .alian, escarradei-
ras de porcelana e de vidro. frascos de cryslal para
espirito, e oulras multas mais fazendas por pre^o
mais commodo do que em outra qualquer parle :
junto a Conceicflo dos Militares n. 51.
Veede-sc um presepe de bom goslo ; na aler-
ro da Roa-Vista n. 75.
Vemle-sc urna morada de casa lerrea, sila no
paleo do Hospital do Paraizo n.\, Iravessa que vai
para S. Francisco : quem pretender, dirija-se i rua
da Praia, armazem de Anlonio oncalves Ferreira
<\ Irmao.
-- No aterro da Boa-Vistan. 80, vendem-se bala-
las de Lisboa, ltimamente chegadas, a 19600 a ar-
roba.
Vende-se um carro novo de i rodas, america-
no, o qual tem iassenlos e o do bolieiro fra ; serve
lano para um como pira dous cavados, e tambem
dous cabrioleles usados na cocheira do Sr. Miguel
Sarger, no aterro da Boa-Vista.
Vendem-se 2 escravos mocos, de bonitas figu-
ras, de idade 20 a 21 annos : na roa Direita n. 3.
ATTENCAO\
Vende-se urna cama frauceza c nma meta com-
moda : no oitao do Terco n. 2.
Vende-se comma nimio alva a 80 rs., dila de
aramia a 190 : no palco do Carino, quina da rua de
Hurtas 11. 2, taberna.
SELLIKS INGLEZES.
Vcndcm-se os melhores sel-
lis para homem, que tem
vindo a este mercado, com
seus competentes freios, etc.,
incluindo alguns para pa-
gens recentemente despacha-
dos, tambem chicles para carro, homem
e senhora, corn cnleites de gosto moder-
no : no armazem de Eduardo H. Wyatt,'
litado Trapiche-Novo 18.
Vende-se um carro inslez qnasi novo, de ira-
das, com os orrcios competentes : em casa dos Srs.
Johnslon Paler & Companhia, rua do Vigario n. 3.
Vendem-se boasvaccas paridas, oulras prximas
a parir, novilhas c garrotes : no sitio do fallecido
Oui'herme Patricio, junto do Remedio, e a Iralar
na rua do Collegio n. 13, 2. andar.
ESTOJOS. -
Vendem-se elegantes estojos de toilette
para senhora e para homem: no arma-
zem de Eduardo II. Wyatt, rua do Tra-
piche Novo n. 18.
VINHOS.
Vendem-se na rua do Trapiche Novo n.
18, em casa de Eduardo H. Wyatt:
Cerveja branca em barricas de 4 e 6
duzias, em garrafas e meias garrafas, v-
nho do Porto eXerez, tanto em garrafas
como em barris de i em pipa, f nietas em
conserva, em caucas de 1 du/.ia de garra-
fas.
Vendem-se 4 estolas bordadas a ouro, do me-
lhor goslo poss'. sendo urna branca, oulra encar-
nada, oulra rxa e a quarla prcta : na loja de Joflo
da Cimba Magalhfles, rua da Cadeia do Recife n. 51.
Vendcm--e saccas com 4 U arrobas de gomma
de muito boa qualidade a 9;O0O cada una ; defron-
te do trapiche do alsoilflo, armazem n. 20, do Sr.
Quem, ou na rua da Cadeia do Recife, loja 11. 5.
&* CIIRISTIANI & IKMA'O. ra
Narua Bella n. i), alugatn-se ate
4 cscravas, que sejam liis para
screm empregadas no servido de
vender nesla cidade diversos ob-
jectos, da-se 14*000 rs. pormez:
qucm quizer alugar dirija-se a
(lila casa-
$
LOTEBIA DA .PROVINCIA.
O cautelista Antonio Jos Rodrigues de
Souza Jnnior avisa ao respeitavel publi-
co, que tem resolvido d'ora em diante a
pagar tambem as sitas cautelas sem descon-
t algum como os seus bilheles, e por is-
so tem exposto a venda as lojas do cos-
tumeos novos bilhetes e cautelas da lote-
ra primeira.parte da priincira das amo-
reirs, cujis rodas andam em principio
de Janeiro vindouro, aos piceos abaixo
declarados :
HHieres.
Heios.
0 u artos.
Oitavos.
Decimos.
Vigsimos.
5j|500
2.SS00
IjfOO
800
70
400
J- R. LasserrciV C, participara ao
publico, que Manoel Jos JJias deixou de
ser seu caixeiro desde o dia 18 do cor-
rente.
Poesas de Bocage, nova e completa edigao.
Genio do Chrisliauismo Iraducrflo" pi
Iho.
por Casli-
CONHECIDO DEPOSITO DE POTASSA
E CAL.
Na rita de Apollo armazem n. 2 B, con-
tinua a ter superior polassa da Russta e
Rio de Janeiro, e cal de Lisboa em pe-
dra : tudo a preco que milito satisfar'
aos seus antigs e novos Iregw -es.
CEMENTO ROMANO BRAMO.
V ende-se cemento romano branco, chegado agora,
de superior qualidade. muilo superior ao do consu-
mo, em barricas e as linas : atraz do thcalro, arma-
zem de tabeas de pinho.
Na loja da rua do Crespo n. 6, lem um grande
sorlimeulo de caixas para rap a emilac.An dis de
tartaruga, pelo mdico prego de lo20 cada urna.
Vende-se um cabriole! com coberla e os com-
pelen(es arreios para um cavallo, tudo quasi novo :
pare ver, no aterro da lloa-Yisla, acmazem do Sr.
Miguel Segeiro, e para Iralar no Recife rua do Trapi-
che n. II, primeiro andar.
grande sortimento de brins para
Calcas e palito's.
Vende-sc brim trancado de liuho de quadros a
600 rs. a vara ; dito a 700e 13000; dito mesclado a
1-5100 ; corles de fuslAo branco a 100 rs. ; ditos de
cores de bom goslo a S00 rs. ; ganga amarella lisa da
India a 400 rs. o covado ; corles de cnssa chita a
29000 e 29200 ; leen- de cambraia de linho gran-
des a CO ; ditos pequeos a 360 ; loalhas de panno
de linho do Porto para rosto a 148000 a duzia ; di-
las alcoxoadas a 108000 ; guardanapos tambem alco-
xoados a 38600 : na rua do Crespo n. 6.
O QUE ti CARDA FRI tiCARDA CALOR:
portanto, vendem-se cobertores de algodAo com pel-
lo como os de La a 18100; ditos sem pello a 18200;
ditos de tpele a (|900 : na roa do Crespo n. 6.
RUA DO CRESPO N. 12. 0
% Vende-se nesla loja superior damasco de @
$ seda de cores, sendo branco, encarnado, rozo, ffi
9 por preco razoavel. (,f
Venderc-se lonas da Russia por preco
commodo, e de superior qualidade: no
armazem de N. O. Bteberek C,, rua da
Cruz n. 4.
CASEMIRAS E PANNOS.
Vende-sc rasemira prcla e de cor para palid'M por
ser muilo leve a 28600 o covado, panno azul a 38 e
49000, dito prelo a 38, 38300, 48, 38 e d500, corles
lo de Maco a 352U e 48000 o covado : na rua do
Crespo 11. 6
OBRAS DE LABVRINTIIO.
Acham-se i venda por commodos presos ricoi len-
cos, (oalhas e coeiros de labv rinllio, cheaados lti-
mamente do Aracaty : na rua da Cruz do Recife 11.
31, primeiro andar.
Vende-se nma casa de sobrado de 2 andares,
na praca da Boa-Visla n. 10 ; os. preleudenles diri-
jam-se para o ajuslc e inlormaean, no paleo da ma-
triz de Santo Antonio, sobrado de um andar.
CHALES E MANTELETES DE SEDA
DE ROM GOSTO.
Na rua do Crespo loja da esquina que
volbi para a Cadeia : vende-se diales de
seda a 8S000, 2,s000, 14#060 e 18g000
rs., manteletes de seda de cor a 11 sOOO
rs chales pretosdelaa muito grandes a
",s000 rs., chales de algodao e seda a
l,y280 rs.
Fastos da Igrcja, pelo lilteralo Rebollo da Silva.
A nalureza das cousas, poema Iraduzido por Lima
LcilAo.
Poesas d" Palhas e de oulros bons poetas.
E diversos romances dos melhores autores.
Por precos muilo cm conta : na casa n. 6, defronte
do Trapiche Novo.
Papel paquete, resma.
Dito de peso paulado, dita.
Carioca linos para visitas, caixinhas.
Por precos muito mdicos : na casa n. 6, dcfronle
du Trapiche Novo.
R1SCAD0SESC0SSEZESA2I0RS.
0 COVADO.
Vcndem-sc dous caruciros gwrdos : narua das
Cinco Pona* n. 82.
Vendem-se chapeos de palhinha finos por ba-
rato preco : na rua das Cinco Ponas n. 82.
Vndese nina prcla cnoiila, que (az todo o
servico de una casa : na rua Nova u. 65, segundo
andar.
Vende so urna boa csrrava crioula, de 30 an-
uos de idade, sem vicios, muilo boa vendedora, I
dila que engomma e colinda oOrivelmenle, e lava
muilo hem, e pur isso boa para lodo o servico, por
preco razoavel: na rua dos Ouarleis n. 21.
SEMPRE.
\ eiiham comprar chapos do seda para seiiiio-
ras mais modernos e mais baratos do que cm ou-
tra qualquer parle : na rua Nova loja do Sr. Nico-
lao Gadaull.
Vende-sc um bonito moleque de 18 annos de
idade, sem vicio, que Co/.inha minio bem o diario de
urna casa e be (el : na rua dos Quarleis n. 21.
CORTES DE SEDA ESCOSSEZA. *
Na loja da rua do Crespo n. 10, vcndcm-se lin-
dos corles deseda escosseza, pelo diminulo preco de
22-^KH rs.
Vende-se superior cainr do serlao : na taber-
na da roa da Sania Cruz, esquina que volla para a
rua da Alegra n. I.
SEDASLSOSSmSAUOOBSO.
OCOVABO.
na roa do Queimado loja II. 40.
Vende-se urna casa cora sitio, no lu-
gar da Torre, a iiiargein do rio, edilica-
da ha pouco lempo, em cbSos proprios,
com bstanles conii.iotlidades, cocheira,
estribara, etc., etc.: <|item pretender
comprar este predio, dirija-ce a rna da
Cruz n. 10, que sendo possivel se Tara
qualquer negocio.
VenJe-se lio de sapalciro.ihom : em casa deS.
P. Johnslon & Companhia, rua da Sensala Kova
n.42.
Com fabrica c loja de eha-
u j Posna rua Nova a. 44,'tea
a_ honra de alisar ao respeilavcl publico, c cm par-
licular aos seus frguezc, que receberam pela se-
sunda vez urna nova factura do chapeos chegados
ha poneos dias pelo navio Bellem, viudo do Havre,
como sejam os bem conhecidos chapeos de castor de
pello curto (Thibet), di ios de pello (rose), ditos de
caslor preto (Vclours Zcphir), dilos de massa france-
za, formas moderuas, dilos de fellro Tinos e de todas
as cores tanto para homem como para meninas, di-
tos amazonas para senhora, dilos de palha enfila-
dos para dita, e outras muilas fazendas proprias do
seu eslabelecimeiilo, e tudo por precos commodos.
Vendem-se os seguinles ueneros chegados lti-
mamente de Lisboa na barca Gratidao, tudo da me-
lhor qualidade que lem vindo neste mercado, a sa-
ber : batatas muilo superiores, a 18600 rs. a arroba ;
amendoasmolar, a 08000 rs. i arroba; uozes muilo
superiores, a 3-3000 rs. a arroba ; chocolate o mais
superior que lem vindo tambem nesle mercado ; la-
las de 4 % libras, a.28000 rs. cada urna ; folha de
louro de ;, arroba para cima, a 320 rs. a libra : na
rua do Queimado n. 44.
Vendem-se no armazem n. 60, da rua da Ca-
deia do Recife, de Hcnry Gibson, os mais superio-
res relogios fabricados' COI Inslalerra, por precos
mdicos.
Veiidem-se urnas lellras com eiecncao e pe-
nhora feila no engenho da Escada Jandia, pcrlen-
cenlc ao Sr. Manoel Anlonio Das, que andarlo
boje por 13:0008000 rs. pouco mais ou menos: os
prclendcnles podein dirigir-se ao Trapiche Novo ca-
sa n. 14, que far.to qualquer negocio.
Vende-se superior carne do serbio por prejo
commodo : na rua da Sania Cruz esquina da rua da
Alegra n. 1.
Vende-se urna boa casa terrea, sita
r.a rua do padre Floriano, com ptimos
commodos para familia : os pretendentes
dirijam-se para tratar, a' rua do Vigario
n. 7.
Vcndc-se um carro americano de qualro roda,
Oleado ltimamente da America : a Iralar na rua
do trapiche n. 8.
PARA VOLTARETE.
FINAS CARTAS E F1XAS DE
MADREPEROLA,
na na do Crespo n. 11.
Em casa de J. Keller&C, narua
da Cruz n. 55, Jia para vender excel-
lentes piano viudos ltimamente de Ham-
burgo.
Narua do Vicario n. 10. primeiro andar, ven-
de-se fardo novo, chegado de Lisboa pela barca G'ra-
('rfflO.
ANTIGO DEPOSITO DE CAL E
POTASSA.
No antigo deposito da rua do Trapiche
n. 15, ha muito superior potassa da Kus-
siae americana, ccal virgem, chegada ha
pouco. tudo por preco commodo.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandio-
ca, em saccas que tem umalqueire, me-
dida velha, por preco commodo: nos
armazens n. .>, 5 e 7 defronte da cscadi-
nlia, c no armazem defronte da porta da
alfaudega, 0:1 a tratar no escriplorio de
Novacs iV C, na rua do Trapiche n. 7>\,
prmro'andar.
Chapeos para senhoras.
SI Chapos para senhoras, os mais modernos c C
'? elegantes, chesadoi pelo uliimo navio Irn- ?
C5 cez. pelos pieros de l(i^, 18J e 20^000 i. : )
! na roa Nova loja n. !(>. de Jos Luiz Pcreira
9 i\: Pilho.
Chapeos para hornera.
Na rua Nova toja n. 1", dejse Luiz Pcreira
i\ Filhn, vendem-se os mais modernos chapeos
com elefantes formas.
Chales de seda, manteletes e rapolinhos, os
mais modernos o do-nielhar goslo, cainisus, ro-
mcrss de cambraia. e de retro/.: na rua No-
va loja n. 1(i, da Jos Luiz Pcreira t\ l-'ilho. I
Seda paro vestidos. '-:
z Corles de sedas de quadros. oslo eco--iv .'--
.. com 17 corados, a 16, 203 o SyOOOrs. : na fjf
t^ rna Nova n. I(i. de Jos Luiz Pcreira fi Filho. pj
',- Palitos e sobre-casacas.
5 Palili'is e sobre-casacas franee/.as, de pannos $
B linos, do brim, bretanha e alpaca : na rua No- @
@ va n. I(i. loja de Jos Luiz Percira & Filho.
No a(crro da Boa-Vista, loja r laiirica de cha
peos de sol n. 22. lem para vender nm lindo sorti-
mento de fayendas chesadas nltimamente de Fran-
ca, e se vende muito em conta para liquidaran, sen-
do fulla inl.iu rnreslailo.de muilo lindas cores c difle-
rentes padrocs, proprios para vestidos de senhora ;
assim como tambem ca toalhas de algodao para mesa, corles de vestidos imi-
laudo fil.
Deposito de vinlio de chara-
Spagne Chateau-Ay, primeira qua-
lidade, de propriedade do condi
jft de Mareuil, rua da Cruz do Re-
i cife n. 20: este vinho, o melhor
W de toda a champagne vende-
^ se a 56 " se nicamente em casa de L. Le-
^ comte Feron & Companhia. N. R.
>'? As caixas sao marcadas a fogo
@) Conde de Mareuil e os rtulos
^ das garrafas sao azues.
wmmmm--& t*s@@ #
AOS SENHORES DE ENCENHO.
Cohcrlores cscuros muilo erandes e eucorpadns,
dilos hrancos compeli, muito grandes, imitando os
ile lila, a 19100 : na roa do Crespo, loja da esquina
que volla para a cadeia.
Pannos linos e casemiras.
N'a rua ito Crespo loja di esquina qoe volla para
a Cadeia. vende-sc panno prelo 23100, 23800, 3J,
3B500, 450O. ."3300, 63000 rs. o covado.dito azul, a
23. 238OO, -13, 63, "3, o covado ; dito verde, 23800,
39500, 48, '>S rs. o covado ; dito cor de pinhao a
4S>00 o covado ; corles de casemira prela franceza e
clstica, "3500 e 830OO rs. ; dilos com pequeo
deleito,.'! 63'KK); dilos inglczenfestado a 530(10 ; dilos
de cor a 13, 53500 63 rs. ; merino prelo a 13, 18400
o covado.
Aseada de Edwln Un,
Na roa de Apollo n. 6, armazem de Me. Calmon-
(i Companhia, acha-sc constanlemcnle bons sorti-
mentos de laixas de ferro cnado e balido, tanto ra-
sa como fundas, moendas i.ieliras todas de ferro pa-
ra animaes, acoa, etc., ditas para armar em madei-
ra de lodosos tamanhos e modelos os mais, moder-
nos, machina horisontal para vapor com torca de
i cavallos. cocos, passadeiras de ferro eslanhado
para casa de purgar, por menos prcc,o que os de
cobre, escc-vens para navios, ferro da Suecia, fo-
Ihas de flandres ; tudo por baralo preco.
Vende-se excellenle laboado de pinho, recen-
temente chegado da America : narui de Apollo,
trapiche do Ferreira, a entender-se com o adminis-
trador do mesmo.
Cassas francezas a 320 o covado.
Na rua do Crespo, loja da esquina que vira para a
Cadeia, vendem-se cassas francezas de mullo boro
goslo, a 320 o covado.
Na rua do Vig ario n. 19 primeiro andar, tem a
venda a superior flanella para forro de selns che-
gada recentemente da America.
Potassa.
No antigo deposito da roa da Cadeia Velha, es-
criplorio n..12. vende-se muito superior polassa da
Kussia, americana c do Hio de Janeiro, a precos t-
ralos que he para fechar conlas.
Seposito da fabrica de Todos oa Santol na Babia
Vende-se, em casa de N. O. Bieber &C, na rua
da Cruz 11. 4, algodaO (randado d'aquella fabrica,
muilo proprio para saceos de assucar e roupa de ca-
cravos, por prei;o commodo.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de Ierro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
Devoto Cinismo.
Saino i luz a 2." edieflo do livrinho denominado
Devolo ChrislAo.mais correlo e acrescentado: vende-
se nicamente na livraria n. 6 e 8 da praca da In-
dependencia a 610 rs. cada exemplar.
Redes acolchoadas,
brancas e de cores de um s panno, muilo erandes e
de bom gosto : vendem-se na rua do Crespo, loja da
esquina que volla para a cadeia.
DEPOSITO DE CAL DE LISBOA.
Na rua da Cadeia do Recife n. 50 ha para vender
barris com cal de Lisboa, reccnlcmenlc chegada.
Vcndc-se urna halanca romana com lodos os
ssus perlcnces, em bom uso e de 2,000 libras : qucm
a pretender, dirija-se i rua da Cruz, armazem n.4.
Vende-se orna cscrava parda.de bonita figura,
de idade de 22 annos, com algumas habilidades e
com urna cria de 6 mezes muilo linda : na rua do
lorias n. 60.
IECHAHISHO PARA EME-
110.
NA FUNDIQAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWNIAN. NA
RUA DO BRUM, PASSANDO O CHA-
FARIZ,
ha sempre um grande sorlimeulo dos seguinles eb-
jcclos de mechanismos proprios para ciicmrn, a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
conslrucco ; taixas de ferro fundido a balido, de
superior qualidade, e de lodos os lamanhos ; rodas
dcnladas para agua ou animaes. de lodas as propor-
Scs; crivos e boceas de fornalha e registros de boa.
ro, aiiuillies.bronzes para Tusos e cavilhes, moinlm
de mandioca, ele. ele.
NA MESMA FUNDICAO
se executam (odas as encommendas oom a soperiori
dideja coiihccida, ecom a devida presteza e comino
didade em prero.
Taixas pare engenhos.
Na fundirlo' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferio
fundido e batido de a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, sebo-
tickes, modinhas, tudo modernissimo ,
chegado do Rio'de Jpteiro.
v CEMENTO ROMANO.
v ende-se cemento romano, em barricas de 12 ar-
robas, c as maiores que ha no mercado, chegado nl-
limamenle de Hamburgo, por menos preco do que
em oulra qualquer parle : ua rua da Cruz no Reci-
fe, armazem o. 13.
Farello .de arroz muilo novo e por preco com-
modo, em saccas e barricas, cojo he laodavtis e de
muila nutricio para cavallos, gallinhss cevados : a
Iralar na Praia de San Francisco cocheira de Joao
da Cimba Res.
RUA DO CRESPO LOJA ENCARNADA.
Venderr-se cortes de seda escosseza, pe-
lo baratissimo precio de 1 tiOOO rs.
FARINHA 1)E MANDIOCA.
V ende-se a bordo do brigue ConceicOe, entrado
de Santa Calharina, e fondeado na volla do Forte do
Mallos, a mais nova farinha que existe boje no mer-
cado, e para perenes a Iralar no escriplorio de Ha-
noel Alves Guerra Joniur, na roa do Traoiche
u. 14.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle 'em Berln, empregado as co-
lonias nglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & CompanKa, na rua da
Cruz. n. 4.
Vende-se urna rica mobilia de jaca
randa', com consolos e mesa de tampo de
marmore branco, dinheiro ou a prazo,
confrmese ajustar : a tratar na rua do
Collegio n. 25, taberna.
Na livraria da rua do Collegio n. 8,
vende-se urnaescolhida colleccao das mais
brilhr.ntes pec-as de msica para piano,
as quaes sao as melhores que se podem a-
char para fazer um rico presente.''

PUBLICAQAO' RELIGIOSA.
Sabio i luz o novo Mcz de Maria, adoptado pelos
reverendissimos padres rapuchinhos de N. S. da Po-
lilla desta cidade. augmentado com a novena da Se-
nhora da Conccicao, e da noticia histrica da ine-
dalha milagrosa, cdcN. S. do Bom Conselho : ven-
de-sc nicamente na livraria n. 6 c 8 da praca da
independencia, a IJOOO.
Vende-se una taberna na rna do Itosario da
I!oa-\ isla n. 47, que vende muilo para a Ierra, os
seus fundos s,1o cercado 1:2000000 rs., vemle-sc
porcm rom menos se o comprador as a Iralar junto alfaudega, Iravessa da Madre de Dos
armazem n. 21.
Completos sortimeutos goslo, por precos commodos.
Na rua do Crespo toja da esquina que volla para a
Cadeia, vcndcin-sc corles de vestidas de cambraia de
seda enm barra e babados, KjOOO rs. ; dilos rom
llores, i 79. 99 e 10?) rs. ; dilos de quadros de bom
goslo, 113 ; corles de cambraia frauceza muilo fi-
na, (xa. com barra, 0 varas por 1->j<10 ; corles de
rassa de cor com Ires barras, de lindos padrocs,
3Q20O, pecas de cambraia para cortinados, rom S'.
varas, por :iyiOO, ditas de rainasem muilo linas, a
60 ; cambraia desalpicos miudiiibos.branca e de cor
muilo lina, b800 rs. avara ;aloalbado de linhoacol-
xoado, 000 a vara, dito adamascado com ~<. pal-
mos de largara, 23200c 3)1500a vara ; sanga una-
rclla liza da India muilo superior, 400 rs. o cova-
do ; corles de cohete de fustn alcoxoado c bons pa-
drfles fixos, i 800 rs. ; lenco de cambraia de linho
.i 360 ; dilos arandes unos, 600 rs. ; luvas de seda
brancas, de cor e pretas muilo superiores, 1600 rs.
o par ; ditas lio da Escocia a 300 rs. o par.
Vtoinhos de vento
ombombasderepuxopara regar hortas e bata,
decapim, nafundicade D. W. ilowman : na roa
do Brum ns. 6, Se 10.
-J8E-2E38' _
RUA DO TRAPICHE N. 10..
Emcasa dePatotNasb c5iC., ha pa-
ra vender:'
Sortimento variado de ferragens.
Amarras de ferro de 3 quartos at 1
nolegada. '
Champagne da melhor qualidade
em garrafas e meias ditas.
Um piano inglez dos melhores.
Vendr-se urna bonita negra Sa Coila ramio
moja, cozinha perfeHamenle o diario de nma caa,
engomma e eosaba, e he ptima quilandeira: aucm
a pretender, dirija-se rua dos Murlvrios n. 14.
CEMENTO ROMANO.
Vende-se superior cemento em barricas grandes ;
asiim como tambero vendem-se as linas : alraz do
Ihealro. armazem de Joaquim Lopes de Almeida.
FARA ACABAR.
Vcndcm-se cassa? francezas de cores Unas, e lin-
dos padrors, pelo baratissimo preco de 140rs. o co-
vado : na loja da (juimaraes j Henriqurs, rea do
Crespo n. .
Lindos cortes de lanzinha para vestido de
senhora, com 15 covados cada corte, a
4J500.
Na rua do Crespo, loja da esquina qoe volla para
a Cadeia.
BOM E COMMODO.
Casas de panno e cores linissimas, pelo baratissi-
mo preco de 500 rs. a vara : na loja do sobrado ama-
ello, na rua do Queimado n. 29, de Jos Morcira
Lopes.
Ao bom e barato.
Alpacas de seda para vestidos, do melhor gosto
possivel, c cassas organdiz, fazenda dos melhores
desenhos que lem vindo a esla praja : na loja du so-
brado amarello, na rua do Queimado n. 29, de Jos
Moreira Lopes.
Vende-se urna boa 'casa terrea cm Oiinda, rua
da bica de S. Pedro, que faz esqnioa com o cercado
de madeirn, com 2 portas e 2 janellas de frenle, 3
salas, 3 quartos, cozinha grande, copiar, estribara,
grande quintal todo murado, com portSo e cacimba,
muilo propria para se passar a (esta, mesmo para
morar lodo o anno : a tratar no Recife, rna do Col-
legio n. 21, segundo andar.
Vende-se champagne a 28S000 rs., c
Superior vinho de Bordeaux : em casa de
Scliapheitlin&C, ruada Cruz n. 38.
ESCRAVOS FGIDOS.
Dcsappareccram do ahaixo assignado.no dia 27
de novembro do engenho Itapirema de Cima, da co-
marca de Goiaona dous escravos, um de nome Joa-
quim, ei ionio, que representa ter 30 annos de idsde,
altura regular, lem por costme embriagar-se, e foi
escravo de Jos do Reg Lima, qoe o recebeu em
pagamento, morador em Barreiros ; Denedirto, tam-
bem criou lo, representa ler 2i annos de idade, lie
reforjado do corpo, principia agora barbar, e loi
c.-rravo de Manoel Senfim, lavrador do engenho Ju-
rissaca : roga-sc as ooloridadcs policiaeson capilaes
de campo, de os apprehemler e leva-Ios a dito enge-
nho, ou nesla praca na rua Direila n. 14, que serio
recompensados generosamente.
Jos Pinto do Coila.
1009000 de cralificarso.
Desappareceu no dia 8 de selembro de 1834 o es-
cravo rnoulo, amulatado, de nome Antonio, que re-
prsenla ler 30 a 35 anuos, pouco inais ou menos,
iiascido em Cariri Nov, d'onde veio ha lempos, he
muilo ladino, rostuma trocar o nome e intilular-sc
forro ; foi preso em fins do anoo de 1851 pelo Sr.
delcgado'de polica do termo de Scriiihacm, com o
nome de Pedro Sereno, como desertor, e sendo re-
melldo para a cadeia desta cidade a ordem do Illm.
Sr. descinharsadorchefede polica com oflicio de-Jde
Janeiro de 1852 se verHicou ser escravo, e o sen legi-
timo senhor foi Antonio Jos de Sanl'Anna, morador
no rnsenho Caite, da comarca de Santo Anio, do
poder de qucm desappareceu, e sendo oulra vez cap-
turado e recolhido n cadeia desta cidade cmSde
agosto, fui ah embargado por exccnc.ao de Jos Dias
da Silva lioimarAcs, e ltimamente arrematada cm
praca publica do juizo da secunda vara desla cidade
no dia 30 do mesmo mez pelo abaixo assisnado. Os
siunaessao os seguinles : idade de 30 a 35 annos, es-
tatura e corpa rcuular, cabellos prelos c rarnpinha-
dos, cor amulatada, olhos escuras, nariz srande c
srnsso, lcitos grnssos, o semblante fechad*, hem bar-
bado, rom todos os denles na frenle : roga se, por-
lanlo, as autoridades poliriaes, capilaes de campo e
pessoas particulares, o favor de o apprehenderrm
mandaren! nesla praca do Kcrife, na rua lurea do
Kosario n. 11. que recbenlo a gralifiracao cima de
lOOSOOn ; assim como proleslo contra quem o liver
em seu poder occullo.iWonoe de Almeida Lopes.
CINCOhNTA MIL RES DE GRATIFICACAO.
Desappareceu no dia 6 de novembro. Benedicta,
de 14 anuos le idade, vesg, cor icaboclada ; levno
um vestido de chila com lislras. cor de rosa e de caf.
e outro tambem de chita branca com palmas, um
lenco amarello no pesruen j;i desqpla/lo : quem a
apprehender, rnnduza-a Api pucos, no Oileiro, em
casa de Joflo LeUe d Azevedo, ou no Recife. na
piaea do Corpo Sanio n. 17, que recebera a Bralifi-
eacao cima.
RUI,: TYP. DE M. ". DE PARIA. 1854
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