Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01195


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Full Text
I
A\t\tO H |83r.
.._____!____ggg

-

-
t*
-
SEXTA FE1KA jfl DE MATO.
NUMERO no
--- '
Mil BS 1P11B AMITO
.'am>n
Sii*crve;.je i*gii6j ; onde
a*, >i!i!ii:i m ; hp i.i-l'i- use gratis sendo do* rniirio* n*VinanteM< miente, e viudo assignadoi, c .sera
l<. ao da eutfega, elido esiafeita ate o Bleio da e viudo rezumidos e bcm esrrlptos. .
se recebem oorrespondcncl-*
erao publicados no da im.in-diai

0 atinufios, "qM?.^V for*m dos itbsi^triitfrs dev.,a, ^...
lem das .de mais coudicoKs, p.'gar por cada fifia ^njnressa1.! e/
4o reis. %&ir S
. V: '
EEr.N'AMRL'Cd; tfA TYPOCR<
- Jki
Tudo agora dejiende de m's mesmos, da nossa prudencia ,
modrarao, e erirrgia ; continnlhios eomo pricipinmr h, *
sn tinos a ponlados coni admirado entre a* N'aces maii tullas.
Bfl Proclamadlo fia Asscmblea (ieral Jn Draiii. '*<
1
infimtGXA, RIJA DASFI/)RRS, N. JO. l83l.
. -------1
nteu:<
27 d _4*<^H


^- f*
A sessao preparatoria de*" 27 do crran-
te, a llamara dos Snrs. Depilados mani-
fest! claramente que excito a dorain.t,
e que se poi hupi lado a JibrVdad;? te rrei-
]t o nifti.s (irme esicio, oor outr^ ng J^
ircriistas, aquellos que infiin^em e pertur-
ba o a ordem-publica, uo poder o contar
corn a sua coadjmaeao. AVerca do* mo-
v nerifcos popiil.uvjrqiift haviao trrido
na noite nreeon i r!e e no mesmo rlia,*o
Seuitorf^anieiro da.gjiu'ia fef'hunin in--
Jicaca* para in Jai fie ma;i!!T n tranqnitidide, por todp*
os meios \o ver quano a aoareriia e a violencia sao
'"' **'rf-" L*. urgencia da indi
3$ J* da Cu*ha, lembre
arde. a p* publica nao







o
>pp'stas Jiberd ir'c. ;l precisgo. que lia,
de protrpias provi leneias, para que as coti-
zas nao Jiegtici a > esfeado qits" vio as :
pioviucnfs do Norte, aoude os amolioados
a i inI se ljj.nc.ivSo indistinctarnente sobre
europeos, pat-iota.-, e bomens de quajqncr
opi.iiao[)o)itic pira nssas>ioar, e tambem
p ira rouhar. O Sur. flenriques de Resen%
de. em hMp dis'nrso; elieio de seiiso notou
que algnnias .expresses imprudentes, sol-
tad is e rtpetidus na ("amara por oertos
Sis. Debitados, a res/^lito da Regencia -
oude se nunha em duvida a sua legalidade,
e os limites das suas attr^bui.cOes, "deviao
ter eoncorrido, se u^p para firarjlje a for-
ct mord no meaos para fasel-a temer
l
icacao do Snr. Carneiro%
ou primeiro que tudo qne
podja ter siiio iuterroin- i
pida* pelos mesmos patriotas que no Cam-
po da Honra, no glorioso dia 7 de Abril
haviao dado tantas provas de moderacao, ?
eamor da liberdade ; que a historia nos
demonstra va, e especialmente a da granea,
que esses movimentos anarcliicos sio' de-
vidrfs ao nanejo dos amigqs da ordeai re-
trogradbaos servs, a quem nao' resta
outro recurso, depois da derrota que a
revoluen Ibes fesoffier, e d > triumpho
ros principios que a manutencab da ordem
cimentaha por huma vez, sen Tb ttido con-
fundir, eJ>aralhar por nieio da diseordi
e da curra civil; on af) desp^ito de al-
b'
1
de s r argida, pm- qualquer acto que pra-
tieasse, coaio nawndo excedido os sel^
poderes, do que poderia derivar-se huma
ioactiviiade e vacillacao, funesta ueste tno-
milito no repouso do Rio de Janeiro. Ou-
tros ni is Snrs. e entre estes, os Snrs. ()-
drico Mondes, cerreira de Mello, e Cus-
todio Di ts orrlro no mesmo sentido, sen-
do gcral tiente appoiados pe -i < "amara. O
Sr. Paula Sou/.a, tendo de aliai sobre a
guns intrigantes qn'i nab se julgao be ni
aquinboados na distribu ao -dos empre-
qimr a rrfuitidab nao' iie
quasi sempre uestes casos se nao' l.om
instrumento d^go, o qnat recebe o impul-
so que se llie deu; esbocou rpidamente
os males que se poderao' seguir, a conti-
ii'iarem seenas tao' aterradoras, tanto pa-
ra a liberdade como para a prosperidade
do Brasil, a estagnayao' do commercio,
a cessacao' das rendas publicas, a ped#'
do crdito, e finalmente ji miseria geral.
r.oncluio esperando que o Gove/no hou-
ve.se ja apireado todos 05 Tneios egaes
para por termo a bum tal estado de eou-
sas, c diss que .em todo ;caso a Lrgi.dfc
tura nao' cejeiia 09$ anal chistas, e que se
i o de Ja-
* .
5
a-

l_ fcr V?s*
estes ebegassem a dar a K i no R
neiro, o que nao' era de crer, ella esco-
Iberia outro ponto do Brasil, era que
se reunisse e podesse deliberar em pie-
n. liberdade.
Diremos agora a oj'gem, no menos o pre-
texto desses tumultos. "Na noito de 26. se-
guiido^te/nol ouvido, bum moco, Br.isileiro
nato, FoiTenroo mortalmenfe con. rVBnia f'-ca
por hum cjiixeio nascidtvnn Poi tu^-d j''a-
o 6 'ora os autccedcfhtcs deste ti islc successo
1
'



*?


1
nos o ignoramos : affirma se porenj .que o
aggresor oia pre^#. Virad -se en/tao cm va-
rios lugares da f 'iiaJc,. esj^eialgawit^ as,
mas do coi no docommereio alguns mago
f --- '*
i
1
?

jfes de howeus (quas todos d.t dasse intima
cj,\ sociedade) armados de pau, cb.ucjo,* c
Jacas, que anreacava tomar deste rarto
vingaiica nos Europeos, e que, segundo nos
consta/ lerirao e esptica?* com efeitoa
algmas pessoas, AcrescentaiS nao biabe-
mos de certo) que fUera.b esforcos para ar
rornhar a caza de hum capateiro, por nomc
Braga, morador na ra de'S. lorae, o qual ac-
ensan de se ter cfistinguixio nos libaros e$-
, tejos da feliz che-1da] e qne algurn.oajanelias
Uitsde a-ruada Ajuda ale o Catete fora&a**
I ^rejadas. Kstes gruppos e moyiotfntbs/
d;V popnlac, a quese juntavab" mefm.os al-
f gnnssujda'dos, continuara^ durante a ma-
nila, e tarde do dia 75 e na oceamSt em
que o ilustre Depurado o Sr. Cartjeiro da
Cunha ipresentou a sqa indica^P acaba-
va de pa$ar pn^flefVontc da capa da jama-
ra dos Deputndos huma qaantidade r)e pr^
to$ arenados de enceles, e vociferando.pa-
lavras de amcaco. '^udo isto da a entender
que, da parte da autoridadepnblica.nab tem
havido a necesaria energa % que eJU mk
tem (jcwtivolvicfo, ou por erradas cop^em-
pJardes, *o por desle xo, p apparatP de
for
tanqas, As suas inteheoes podera. ter sido
puras, enos o acre^u^raos, nas ov|acto lie
\ qn$ a eidade tem estado a ine.rqe dos^grup-"
pos armado*, e que nad havemo visto se-
nt' pequeas Mdasele 3 qu 5 soldados,
queneujium obstculo appoe s desorjeus
qt)P^eco|D"metem, violado manjfesja dos
actos Legislativos que prohibe^ ajiinf amen-
tos sedicioso* e tra/er armas. Jfo entapio
aslojasestaofeclndas, as ras qii as i deser-
tas, as transacebes eommefcjaqs parausa-
das, a com mun caca > euire ps cidaQbs in-
tirompida, e a sjja vida mesiaa ameac^da.
I Os hornera iJMidos qpe perpetrad essea
delicias, sab levados por Iiqw jetUi.mentu
- de 4espeito e de vjugan^a (jue \\e Qatu-
ra!, oas que devera *er re^rfldo, fi^f^ft
qu\\\d> excede o limite po.$fo> polas few,
dev/e fer cmtidopejo teipor cja f^roa puhli-
ca. 4 jossa revoluto fo coRi.^ad^ p tf)~
cluida cp'm tanta flofia, e quei^n agora
Linca r-Uie iodoa? Qs 'mimigos de)|a {iga-
la r.ii)3coju a $iH de^oora^ e eis o que pais
punge o coracab de todos os UpW pa^riq-
tas, es o QV.e toril2 '^4a m9^ r^cessa-'
Irias prou,pts provicjenpias, ppra que ^
muWjja se na6 habitu a tt& repr^be.nsi-
teis e*ce*iqs, eoap vamos e.^a^aH131* ^
obra que jGci?a cipitemos rni fin no abismo horroroso da
guerra civiJ. Se lia queixas contra e*le, o
aquelje V^ileiro adoptivo, levem-ge essas
qucix-is pecante a authoridade, S:ja'elle
jugado, punido mas na eorifurmidade da*
Jels. Pgrem^entregac-se a estica ao pu-
ibaj, a setefica ao ceaso, ou a vinganca
vpessoaes nadalia mais oopposto a Ii^>erda>
de, e nab fo para se rusos esocavos que
me fc a honrada revoiucab do dia 7 de A-
bril. .^.. V
j^'-yjil'evolugbej sera sangue dazem
aquellesqueparccerntao vidos delle, e ou-
tros qu por fanrtsnio ou habito repetem
ai suas ileas. Sim, estamos.de accordo;
Tao ha revoiucab s^em sanguef quando lium
pacido, armado resiste a el/a, quando.se
ha mistr vencer pela for^a ssa resisten-
'cia. Knto o combate h%iufallivel t e cor-
leo singue dos que pelejfto d baixo de ban-w
deiras contr rias. Ajas o d^rra^iament do
sanguc'fiumano he sempre o inai^r mal
que pode aconpaiiliar huma revoluto ; b
a necesidade imperiosa o desculpa. Na que
eiV i tupios nao fui necwario tingir as
^anims ; nerditn inimigo se nos oppoz; o
Chefp u> fiecao detestada abdicot e frgio;
os outros ecliarao-se m 4las oa^9 r^ep"

i!


nhe^pndo ou c-s seuse^os ou a sua raqner
* *, Para quebeflois o sangue ? O r.a/ac-
. ter Brasijelrohe na tu alente doce e gene-
roso. Para quej^f actos de erocidade
inuteis perpetrados contra Jmmens nier*
mes contra Paes de familia, tal vez xaesmo
"contra bous patriotas ? Hum Hrasileir^
nato, que #e torneo por Europeo ^ fui eii-
do com liiima punhalada na iioite de 26'.
le depois^io triunpho que nos compre
ipostiaamo nos.yalentes? Fica-nos^sso qiro
so! lN ib. Oeixemos o valor para o momen-
to do pe igo : foi nessa circunstancia que p
mostraran aquelles dejtiodados patriota? que
clerr^rao a tyranuia : sab esses mesmos
os qu boje perdoab v e querem que tiujfl
entre no imperio d.s leis. Aiefibranca de
qu^e possa occorrer o contrario poita
e aflige o eoraga^s Mas jtnieni nao
desanimemos, nab nos falta6^1 ementa de
^prdem se qui|rios aproveital os. Nao
so o Gqverao tem eru suas ipos forca basr
ta,oJ pnra couter amotinados na os
bravos do CffWfifl a^ovar (jue *e en)pregue furor contra a fra-
queza ; mas ajnda a Legislatura esta pr-
xima a jeunir-se e hum dos seus primei-
ro.s actos sera a creado1 das Guardas Nacio-
res cp.mpostas dos Cidados interessadq*
p en que seiWiantonhao a libero\acJe e aslet*,
Ffe eom a? Guardas ^acionaes que na Frao*
W se t;e^i opposto b.ar.reira a mQv.weptQ*
4




*
'*





V.
V

*



47)




VA



5
papulares da naturc'za daqu*ll mos ng.uj preseu.cea.do,' mas jpi qufldro UM- .5 el
esta, e ia do mesmo Crueero de -boje
g
tp niajs vasto. D borrado ltfQyfctte o
berpedps dous mundos1, n?o djivj#QW por
das eoruprpmetter Pija pppulaNd4Je a
fm de ntiter o restabefecimentf d -rejera ;
Ks o sen muido a OMSa?gurao. jEmpr^ga-
do este oieio,tfijt^| nen ps npssos direi-
quebra., tudo enerar nos cix^S xje qu#
por ;at.icufOo.^uH abiJo. Sis por^gj^ "
ra eui.jpre que o$ bornes de pe, os.
iniinigos dos nu:os atroces da m e (/(ipmhaLVfa feuno ftiais do que nuiuj,
nue se^n$o qffeeni fascinar peros iop*bisjfl,*i#
cl foi tmiia$ soj&e a nossa patria ; que cantil-
em na fi^jwa.tnr?r.. e uoGovenio. v YSo
he abandonando o cq>Q, a algnns facciosos,
eagente-que ejtys sed]7e;n, dir.scon se cada b.um no's'Mi d/miicilio que defenijey
remos s nb$v<*s familias, honra, proprie-
\e,de patria. U gu tern Jado .sempt e
foroa aos mp pu nos Joutos he a fra,-
que/a ,1 e abat'ucuto dos Uons, "Ateflda.-
se enn>rinjdde ,' co qu*/tto be teinpo ,
em mian.l#>; fu/, maigres prpgfftgtp? e
nao tera o carcter (Utf parece jnfcdi/menr se U|e pteieufrimn* justiheacaa autenti
te haver tomado ffi Mibi. Aprpvfite- c jvfgfcfj* p5r Jiuma. das anthndade
nosoexemplp, sede persj a gtfao.> WWmife constituidas, s* esta j.uTgarao o individua
nao basta a raoyer-nos,^ria
que a revpliica< sej$ i*W&

s.
corresponden
A. 8t$u _
nosso pxjdejv dcs.de dja 5 c a damos inda a luz, per assina n,o ins-
tar q fipgsp *
5 do cbrente cu lUe f>erdo-o, e o meu
perdao he sirva .desestimado afm de para
O itpro ser jais poluieo n(Ts suas corres--
pendencias e menos adulador porque a adu-
a^io so be propria do. ente |bj#cto, que **^
aao ppdenjo* pelo *eu mrito ganbar a es-
tima da sbciedade, busca tao* armas para
^ conquistar o agrado, e a estilita do sooer-
_Uo, "f do orguJJ^oso, que so dests maneira
tAiei po3lgos aign. H porem do mtt
^d^ter oli5t ao'jir. Joaquui Bintista Moreir, quaido
\lis que eR esta ehi hendo o seu bolsinho
y cus|a dos labres tolos Milicianos Km
gQt n parte os subditos jde huma Nacao,
(p*e se actiao rezideules em -^ai/. estranbo,
naia goza^em da [)roteccao dos seus repre-
'*eiit-iuterfcostna.o ^primeiro egitimar-se /(
parante f os consulados, e emtoda aparte. I
estas Jegitniac,6es cuta?^ mais ou menos
dj|tf*^J|p, Ora de eeito qHe acuantia de | *
tacz nii e dueMtos, que o Sur. Vice-Con- !
suljeva por cada bunm le^itimacao nao
lh# tun^uba sow's, que o faca em pouco
temav, bm capitalista do lote que estfe Sr.
Saldad ncideu agora he parcizo saber
qitfi elle nap legjj.ma, s,ein que primen
se Uje Hprezeii^^wna justifeacajo* autenti-
~
'S
luo

RESPONDENGA.
^ip r,. I ^
OJ. Editor Cuwpre-me pegar na peona
para reSpouJcr, n#o |>0r nu3 pojs CPW?
Caobeo lomarfo, certo nafi Hia^BiaS do
Ei^ugeiho, de bom gv*<0yW4qc), ao$ W.C-
us inimigos, e. calumniaremos ; faJ^iij'e*--
53, no Cruzeiro e 2 do corrente, |iiaudo
trata d pbiba quelnadeira, P.omo ori^gm
de uwcobrir. o mea nome, esfueeendp se
que elle tambem epcobno o sei, pois r.i*>
existe na folbinha, neth de rezii, nein de-al-
gibira, o nme de Soldado do fatalhao
53! Da-mesma forma quaudo me ebama
ignontrUao ; em tu do que tende a insultar-,

[ Porftijiffue; \wvi&$ que nao fiomp"te ao Vice-
cpxsuj iai* '0 tyC aei-editaia, e por ella re-
^onhp^Fi? pesgoa qw.^ j>e Ibe apresenta co-
' iau subdjfco da sua Naqio. O Jutamento
dp P/ojpvtfr d Constituicao (Jeste Impe-
rio, dodireiteya qi*alqne,e6tr.iUgeiro de
ppxler mostrar que m subdito Bra/ileiro
ppreixi nS^o o abriga as.eUo, e quando qu.d
qil ser, ni^Me;.n o pode obrigar porque a
Le o nao'' obrigajelle erde desde logo
q or^ di* dadaot' Ikasiieiro, perde a re-
alia de aspirar aos.empregos, e a prote-
" davs sua| Leif, salvo tlaquellas qua-/
...antem a propridaje em eeral; e agra
pergunto se nno' podendo elle servir para.
6 aUWQ W< Olicio citil, como % pode
ciyatifuiar a sw Militar i3 Se porem ella
*>' jrqu o Pflojeoto, como y>od( servir
Jpgo q,0A alega ser estrangeiro, embora
bt apj^e jio dPaiz a 20, ou 4o nnos ? En-
Uo' t^mbam estayao' as circunstancias
d* p(?ryr 03 Frauf ezes, Ingleses, AJemaes r
"ate. jefcp, eo. mas ista oi*lapso de p^- 1
IMi e nao' igiiofaijflia do Senhor Soldadp
do Batalbao 53 Tambem este Senhor |
naoleubem otratatfode Gommercio de 182^
qu/ia minba carta ihe citei, (tal vez nun-
c o vis c) e en trepiretou mal a carta d^^
:t

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.
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m' '

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1.0'"=. rpe Hki as P>r#is 3e tef



1
*

P fe7?'n;?V^a '^^er a virtude:, os Magistrados ja sao
J.4nn^srfi.J*rt.fU^t^istrHilas e o brilho, e represenirao
.H.lavd da jusiica. (Justavo, e M Imo finahlente de .ser pronunciados em a
rlevissa de i-obr.'. Compulsando se, ifWhe-
;
si
fui iglorjK'f;i f, al
n''i ou jFdves o ;t*f>icl ero n >er-. ico ocM'f'dt-i 1 >s s*ms cornpanheipos!
tJMri >U\-> %>.$ >.>) i-s, (|eJ!(* X's i!\is, fc>t;s. as despiezas ( elle nao
i i ra que em tu I > se "gasta .Iniliejro) luvi i
fi-.M liu-u'i f^i'fr sc pgr.i re>arfir eortffc
-r \
Ur ?
<# s .w o t,.,)' ofjrifl.ia a ojrtfai* huna
le he
tao in !pVWwh d, sna peVsoa, me m eoiinmio romo l*o en |'A tratiim ivsiiefra. nrn non* celclbre n,
e )> ..lo tanto ; st.i Cidade como no* A-
liio iie ..aono, ou>!e ex^tio listante
tt-my., *em que pessoa Hiiima se/atreves-#j &&Ve#er fogosos Ministro!conu^o.mi
e" v,w,i <* V^s e pre^arie-a Ares, se o b.oue rom hido
r?o; a!s<.iuti;mo aoftn astrpu foni-em o bi-
.... f.. 11 1
nad ? frA ee este (aW J anda-se os .a rindes eriiinaes, deb.dde'se
Iv.ehrade.ra^.HiMda ,ptan 1>, proeun.ra' exemplo de un tai crime e eme
tra'do pprum AJ.^ist-ado,, un Jzr.o no.-
roe (% Gustavo sera' na historamela'Magis-
I

inteoerri^o DeWIa reidor Conidio W
atici.lv de couvertvia com.go e.n Heveas; Viente f,sen*' desa^cer assrness.es-
de sen ca^-o : Uimpre 5,0 S;-. soldadote- ^rto de eorporaCaO. e: .,;^ quem t*u os Mflmianos, a que 11 imptfH(]a-Je cinnno.os ieM.<, u. r ( proenm ,*ra dar^ai^tS, pe- ,,,), celebres', ornen* restablecen
la .-t?. ec.a amlm.ao ; vnao' iser, pissara' f?Q n imperio da le, atc a,p i sn'f.eacfe e ^
j I k v > 1 1 1 1 I i \ nnl> '.x t* .-W *... ^. 1 _^ I
I
l
que ileu as eseusas dejx is \U n^lia eaita
e en I lie Imbic sem. \ na (pie*ain la nao' den as esOsas d:is e-
l'VgUhrias t,n(Jo-se pass^do j.4 t):rstante teni-
Ipo, isto he ved.tJeg verdades nao" sao'
ealunmias, e d,i mps-rua '-rma contessa
jitnnto aosokWdo .lose lodri^npl^de F-
11. (pie nao' (iimprio a Voltaria' de to de.
Ai)iilile i83oisto he dispotis!. o, I.s ye-
ja (jne rime llie rjuer da^.
Sou eom toiio o respeito 3t. Edtof seu
Xenerador. % .^ .3
Joaqitim SU ver'o dcJzevedo*
Intmente principiaran ja a remar en
trenos u lei, e a ju>ti(;a : una nova or-
dem de tousfts rjrj/wpion tambem a sorrir
m todo o Brasil^e na" nossa Provincia enr'
)a-tieular. (.) er^re ja ;ij,pree vesti.io
ir sna ronp;<^e.n 6diosM; e M'ra,:e a inio-
n ia ja nao e pe seguida, qirada a/rs j>s,
\iJij>cndiada^)or uijuella niesrna ej)sse, a
uein cutiprid, ecumpre, punir o crime, e
(I

fianea, e da nos^a afVica 1.
Jk.>la !>airari' ncvt >. >|tir ,,<-n-ne .eja i)ulic-|.l-,.e proveo
Con'o nuiha *le *r> lo &<> tarti(pr.'; v,htrr >, que s. j;! |.b'><1o, prcujituldo tle ont.:i, .,.
. pr-ln siitif.1';.,.".), # acsaar.iv, qi.'c sf hi,m.
I-vean... qje dofil :.k v(,m- <)a i*./rio. (Ja iiislVu, e tn. mil. .J,,
!: ^rasn,., cpi.-f../. ., -m ...j.anapio, tonos Aueloria...!, ,,,.,.
tu-ig, frur.j^ *, un h- 1. 1.1, f .8;.j, f, F- i., .. .,.
>-. pii-nnanf Jes ,. ( i,-. l. ,, Man(ii,d<; ',uejje:i, a ,t>a ,|
<' n r-, no, I,i ,-t,, dr-fonrio OS reo < t.W-'hoj riVtl ;.|,. ntrJo,
|>r:i!cn>i.- do pelo Tennite eojmi.ol J'an.ns. jqfc*: a.Jia n,, i .n'.
ImiV, v/alri (jne .. I)wml.arr,.id. i Ontivo h iiKrro iiuj-n a Cor.
I
.1
te. ond' 'Ji,.isia.
daiie. ^ !.ir da hrr.ef-'cii parii ouitri q,lt. j., la sua c.^riiiclv
o iiiiinorajifi -, in ;"<, iron;^ do .vas ro'nni.
ddlos >1a-(l.niiis 'ilns de acnnln a firmai .$*Vbli,u,:\ J .
? I: c- iifi-m mis i!oN.>s _Aii< toi idKU-s l'rvinftafn, e -, Go-
vi-riNi -enii ai ; p 1 fltr .sfe, ilrt ih "itc HrasUcir-. h
>
las
; p 1 fRp ,?srt% 'iter 111'.Up Ar ci/ ;V h, nao
. ppufaii .;|l", e nS<. ; leli( id'.ip. a tIJria d'
afko df" an \ist>, ipn- -llf no in !. Ili.i .
qu? < im "'iip.nln, niii> .> om eS'.uMd'.
t-m p< r muco
Urasil < deliaftr'.. dp- ai. \istn-, qn- elle no tu o II, jc in.,JU
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.J?X>p, que? tHh .ri-iip.il< nSi t#i\*m ?qN|l,<1.'Ti em.
pr-'nr ...liiMre* provid. 1 ( i;is para ni-nin; nrdcrt i n! |,a e
sasOisc* aos Ivasil.-ii. s C) peda o. t<.d< s os ci .he. de oi,i.
Jim)-politiza deva av^a-.^dp tii'l<^b'ru|>i.i ,a soli< m,|, do iiii0
I "Coit-ino ; is acc<>frleVQ -il <* rJ..i clniJHailoa < .re, jWiir.
^. lins < Giwt.ivo 'vui proiitwii>(> dffin ."!.. f'ai |,^ Aiari s ,Jjg.
pfiistidV'dfi ese ri< io de \|iida,'t- d' OiTe e uno* njuif.j
J'Dipn-ga'lo,., iur.|nn>iiii- < acrrlilad.v, ...i ;lr.s le i,. li(n.
t" 'Ics'u
f

*-U;I-
1 ..__-. *-t|.;|
iifi.tes, e lucrosos lentes l?p> -:(c-stios (. Verho^tda iiow.,1
< oiifian a ; por que ste i o'iq ^ le -'''daos \irUicsoa, e vtr
oadeiiMiiK'iite patnolasfsi..,.f un d*:r ai nm.,o4 Jim *| o lustre, a
I1l.c11l.1dc, auluria, c i"'jtiopcri lilaila.
JL

lia.
PEUAAlBCO NATYPOGR^FU FlftDGNAN. 18.








J

;r- ^""^ ,"'4^ ^"
' <=-*,.**.



'i
AO DIARIO.

c
107'.



.

PFUNAMBUG; NA f YPCfcRAFUF>EDIGNA B. DAS FLOUE8, N. 13 I8ft
^H ._______ --

::.:---------------
rWt


_
ANNNCOS.


A
Junta
da Fazenda Publica desta Pro-
vincia, participa", que o pagamento da Si-
xa dos bens de raiz e meta Mza dos escra-
vos ladinos, dever ser eito dora em di-
ante na Thesouran das Acidices Miud*
da dita Junta em qnanto nao passa a ser
arrecadada por a meza das Diversas Rendas
Nacionaes, segundo determina a Carta de
Lei do Orsamento de i5 de Dezembro ulti-
mo, i- Secretaria ca Junta da Fazenda de
Perna albuco 19 de Maio de i83i. O Es-
crivao DeputaiJo '* Judo Connives da
Sil i/a.
m Pela Intendencia da -Marinha se te*
mblico que denoite nao sabir, nem pela
Jarreta do Norte nem peta do Sul Embar-
cado de qualidade algunja e todas as Em-
barcares roiudai como lanchas jangadas ,
-canoas devero'aprezenfor-se a Resisto do
Porto para serem examinadas. Intenden-
cia da Marinha em 19 de Maio de i83. '
Antonio Pedro de Carvalho Intendente.
-i Manoel Rodrigues d'OI i veira Col lector
das Decimas dos Predios Urbanos do Bair-
r,o de S. Antonio do Recife faz sciente aos
respe -ti vos proprietarios, que o dia 26 da
cor rente em diante passa a receber-as di-
lectas do seu Bairro no lugar para isso desti-
nado onde estev* a liepartico do Sello no
Erario, das 8 horas d man lia at as dua
da tarde, ateo |timp lixo termo da Lei, findo o qual se proceder
wUcjaJmeute contra os cmiasqs. E para
que .cheque a npjjw de todos faz o prWr
te. ftecife ig r4e,Waio jde i33i. -* ,Mrnp-
el ftq*lr>#ues 4* Qbveira.
DITAL.
Francisco de Barros Fajc? de La cerda Ca-
vaeant, Fiscal de*U Odade do Jfecife.

F Ac saber todas as.pess.oas desta Cidar
de que da data deste em'diante devera


1.1'.' I
arm
/'
Jk Suniaea JJejja Aratyje,a*.5 Horas da,tacde: o #rjgj#;
Escuna Pampeiro no dia 26 do cx#fre,i#e, ^
o Brigue Portuguez 4 de Agosto para o Por-
to no dia 29.

lecas suas testadas I tonas das suas cazas te
o meio da ra senio tiver vizinhos. sendo
esta a segunda tez q*ie sSo avizados, e
para que ehegue noticia de todos mandil
.ftf&xar o pfe?e:itei-i ..publicar im>0FIO.
Recife 19 de Maio de tS^i.ec,
-.*
AVISOS PARTICULARES
i
K pessoa que anunciou percizar de um Si-
tio perto da Praca ; dirija-se Ra Nova ,
caza D. t'3.
m Domingos Alves da Cuuha participa
ao Respeitavl publico, que segu vagem
pra o Porto, em o Pataxo 4 de Agosto ; as
pessoas que coro elle tiverem negocioso po-
dan procurar na ra estrejta do Rozario,
D- 17. '
* Preciza-seuma, ou duas escravas, que
seao fiis, para vender frutas de hrum ci-
tio: na Ra d'Agoas,verdcS caza D. 29,
ou anuncie a sua morada.
~ Jy O abaixo assignado faz sciente aqs
Snrs. com quetn tem contas que pertende
r a Portugal no principio do mez pt fican-
do a sua caza no mesmo giro de negocio en-
tregue ao seu Socio Joao de Olrvera Spuza
Guimaraens; quefioa authorizado paraeom-
prar vender pagar e receber todas as di-
vidas que devem ao abaixo assignado, e
deixa por seu bastante procurador o Snr.
Manoel Antonio Cardozo. Recife de P.er-
nambco 18 de Maio de *83i. ^ Joaqmm
Pires de Almeida Lopes.
O abaixo assignado tndo de retirar-
se desta Provincia para um dos Portos de
Portugal faz scie&tt? a todos os Snrs. com
quem tem ti^o contas, hajo de Ibas apre-
zentar para a vista das meBrmis serem -salda-
das : aos*rezikn.lS-0s!a iraca o prazo de
3 dias e aos de fra 20. Recife 19 de Maio
de 1831. ~ Un Antonio Vierra Guima-
mi.


i

rs.



V

'

(454)
w-*-
T-
. Joze Gomes Vasco Jnior faz Publico
que pertendecetirar-se para o Porto no dia
3o do correte, no Pataxo 4 de Agosto e
por isso roga a todos os Snrg. que cora o
anunciante -vvab tontas, e o anunciante
deva, hajfco Oelhas apresen tar no prazo de
nito das di data, deate anuncio : et>s que
Ihe devem hfjo deihe pagar ficando certos
que em sen lugar ffeao com seos poderes
Manoel Teixeira Bacallar, Maneel>Joze Pe-
reira Galv&o, Manuel de Souza Fotes,
ndi Gonsalves do Gibo.
Quem anunciou querer comprar um
Dicionario Praucez, eln i voluntes de Joa-
qim Jote da Costa e Sa, da ultima edigao,
mande buscar em casa de Fr. Miguel Joa-
quim Pegado morador na ra Nova da Ci-
dade de Olinda mandando I2#8qo, preco
porque os vende, assim como tem'Horacio,
e Epstolas de Cicero, apesar de nao seren
osados os vende por preco cmodo.


A
5
ARRENDAMIENTOS,

f\Rienda se meta.de. do engenho Barra
de ( ara-suipe na Freguezia deAgoa pre-
ta, por preco com modo : a Feliciano Joa-
quim dos Santos, ra do Collegio,
~ Um ilio na passagem da Magdalena,
grande, casa a raargem do rio ; Francisco
da Cunha Machado, ou a Joao Pinto de Le-
nos,, no Rectfe, ra do Torres.
V ,;
ALUGUEL.



i
jy O nterro J(i Roa-vista O. 3.7 lia de ala-
guel urna crila, forra pifa o servico de ca-

za, ou para ama de leite.


y
'





PERDAS.
I Erdeu-se de urna casa nova de sobrada
adiante do Hospicio, utna Arara? grande de
B cores azul, e amarello, muito manca : na
xas ; na loja de Gusmo, Pracinha do es** se dar de adiado 6^400 rs.
ivrament ?J 28. Perdeu-se mn bilhete de h$35o n.
VENDAS.

Livramento D?' 28.
Urn prcto, angola, cozinheiro : na ra
doQueimado D. io.
. Urna porcada completa de pedra da
t rra, porefto de lages de Portugal, uma ca-
noa abert, pequea, que erve de carreara :
anucie-se o comprador.
-r Um sitio no jangada com legoa de
fundo, e.5oo bracas de largura, 4 mil pes
coqueiros, casa de pedra e cal, e viveiro
na ra do Jardm W. 43.
Duas camas de coudur : na ra de S.
Jos D 13.
Ura casal de pretos o macho, an-
gola a5 anuos, a emea, crila de igual ida-
de : na ra ros quarteis defronte do hos-
pital do Paraso L). 1 a.
i
de Jos de Mattos da Silva, cujo bilhete so
tem valia sendo a presentad a com huma or-
dt^m do dito Sur. Vfattos -para o Sur. Car-
tazo,- queja est prefinido : quem o achar
anuncie.
Um pranxao de amarello com duas ta-
boas da costado de 4o palmos de compri-
do, desaparecidos da praia do Colegio : a
JLuiz Custodio Csrneiro, ruido Queimado
Urna Canoa de car reir, 3o palmos de
compridd, e 3 de largo, de junto so deposi-
to da ra Nova : no aesmo.
.*


COMPRAS.

1
EScRAVOS FGIDOS.
Aturnino mulato de a5 annos,


of-
i Ertende-se comprar urna taxa 4e ferro
de 5 palmos de hoca das que estao no
Caes junto ao Forado Bom Jezus, e como
ja se nao conhece a marca, quem forseu do-
no deejare.
Algodo em carolo a 960 a arroba ;
na ra do Nogueira D. i5
ficial de capateiro, estatura mais que ordi-
naria reforcado, cbelos no peito, cara abo-
cetada, fices regulares, tale porpdciona-
do, fgido aum mez,-com chapeo de palha
fina e abas grandes, e bem conheeido de
todas as pessoas que reside no Seminario,
desde 1821 ate i83o : a Fr. Miguel Joaquim
Pegado, morador na Cida'de de Olind, que
nao duvida vendello a quem o procurar pa~
ra este fim.
-
9"
I


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PERN, NA TYP. FIDEDIGNA RA DAS FLORES



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