Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01184


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Full Text
lfc/CU^,^^
ANNO DE i83.
7
QUINTA FE1RA 5 DE MATO.
^&/wwAs^
1
NUMERO o6

MiHO DI VB&lf&BIfliUG

S
i
ubscreve-se mensalmente a 6*4o res pa-jos a li intados, em caza do Eoitor SOMNTE na Dreita
11.167; onAptambem se recebero correspondencias, e anuncios: estes inserem-se gratis sendo
cp assignantes'Vvindo assiguados ecom o Ingafe da morada, e serao' publicados no dia immediato
ao daeutresa^aendo estafeta ateo meio dia e vindo rezumidos. Br.
:,'<
'w
PERNAI$BUCO; NA T
I rt
AFIA= FIDEDIGNA, R
AMAQA.C*
Dos Represen tanto
dirigidj ao Fqvq
catuana Glo^
dqrio Govern do
' hil de i3if ''
2 Na caot Rrasilelrtf^
' -asi/, motivando a
ivolucao
Irasil. 120 dit
*\
dS
ASLfel
i83i.
visto at hoje
joreraead/ e
ner*
i
'oj
Publica'; o primeiro cuida-
epresentantes Me*hDros de
urna e de outra Cmara reunidos r foi o
de riQniear huma Regencia Provisional cora
as attribuicoesque pela feonstituieao' lite sao
marcadas, lista Regjgcia,- cuja fcthttrida*.
de durara so pelo teiupo queidecorrer at"
a reuuiao' d'Alfembla-Geral para a^ins-
lo'da (a! nao'ba a inda o numero sof-
iciente ; era qiiunto antes.Pfclairtada pelo
erio das circunstancias e nao' poajjr
r sujeita as coiuiiqes do Artigo 12'i
Lei Fundamentar do lisiado porque
tara deJptr Ministerio e impossivel
era satisfacer por tanto as clausulas rf$(ieri^
das n'esse Artigo.
As pessoas nomeaoas para ta impor-
tante carg^ tefti *a jnossa confia nca ; pa-
cotas sem nodoa, elles sao amigos&cden-
otes da n'ossa Liberdade, nao consintiro*
ue sta nadtfca a menor quebra, nem hao
etransigir com as fueoes que offnderaft
^biH. Concid.idao*! Desemeje emlse-
, us cuida flo%, e zelo; mas por isso nao atro-
jis em vossa yfgflfncia, e nobres esforcos.
O patriotismo, teenergi sibealiar-se lae/l-
mente com a modera cao, quando bum Po-
yo chega a ter tantas virtadCs corrtp as que
haveis mostrado n ota ,fprmida#i empre-
za. Corajosos em repelur**a tyrannia, em
t
\ onteeimento extraordia^*^ veio
surprehader- todos os clculos da humana
prudencia ; huma revqpct gjori
* operada pelos exforc<*
do Povo e Tropa do
gwe : successo afnd*'^i2>
e fjje de ve honrar a npssa m
gja* instado de civilisacad a que ha veis
chegado. rigftfe. stdW
. BRAZLEIUOS! bum Principe mal acon-
sejado, trsido ao precipicio jor paix>es
violentas e desgranados prejuizos anti-
Neioriacs, cedeo a forra <\d Opinia Publi-
* cafe briosamente declarada; e reconheceo
qufcAiap. pojfa ser mais o Imperador ;dbs
rasilejros". A audacia de bum partido sactaRr jtigo que a tricaovjiais negra
fjue.tklo^e apoiava 110 seu norae, os ultra- vos pert^dialanja^ u.05traste**t gene-
jes quNe>s|p,emos (]e buma' faceja si
adversa a o. Brasil; a traica com "que
rep^tinamcfe^elevados ao Ministerio bo-
rne ns impopulares e tidos como bostiz
Lib^dadc^ nos poi as Armas na mad. JQt
Genio tutelar do Brasil, a .espontaneida-
de com que a torca Armada e o Povo cor-
reo jgoz da Patria opprimida tirarao
aos nossos inimigos o conselho e cora-
ge#; elles destnaiarao e a luta foi di4a*eni.que s nos tornase misteringir
as aricas no sangiffedos homens. D. Pedro
I. abdicou ^m seu Fijhq hoje o Senhof
D. PEMOII. Impei^of Constitucronaf
do*Brasih "<,
Privados por algumas ht5ra* de Goverho,
que fizesse mover regularmente as mollas oT-
roso* denois da Victoria, e os vossos ad j|^
sarios tivera a impalidecer .^1^1 te,Tf*

..or e de vcrgonb^
BRASII.E1R0S A vossa conducta tem
sido superio) elogio ; jjssa facca
detestavel que ousou insultar-nos em nos^.-
sos "lares, vejo na moderaca que guarda-
mos (epois da Victoria, nvafs huma prova
da nossa fbrg Os Bra^leirOs adoptivos
pi#$e tem queri^l desvairar com s^fges-
tes prfidas reconllegao de vinganca, sim o amor da l iberdade
quem n#s armou ; ^dnvencao-se de que o
^seii repous, pessoas, prop edades, tu do-
sera respeitado, jtmra vez que obedecSo s
Leis da Naca Magnnima a' que pertencem.
Os Brazileros abominao a tyranuia, tem
I



*%W*
W- -^%.
.V
v,.
\X^
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f (4oo)
'
hoarror ao jugo estratigeiro; mas nao toe
de sua intencao fazer passar m&o d Ierro
sobre os vencidos, valer se do ti iupspho
para satisfacer paixftes runcorozas Tem
muita nobreza dalma para fjue is&o pssa
recear-se d' el les. Q na uto aos traidores que
possao parecer no meio denos, a justi-
ca, a Lei, e somonte ellas, devem puni-los





t*

seirun
lo seus crinics.
Pouco falta para que se preencha d nu- Extrahido do Jornal do Commercior
mero dos Representantes ta \aeao reque- >:L 'j&-.'*
rid, afim de que se forme Assemblea Ge-
i i pal. He d'ella que deve3 esperar as medi-
das oais enrgicas que a Patria tao'instan-
temente reclama. Os vossos delegados nao
deixaro em esquecimento os vossosjoters*
ses, bem**como a vos, esta trra -ibes he
chara. Este Brasil ate boje ta oprimido,
tao.hamilhado por ingratos, he objeeto
do vossd,, e do seu entusiasmo. Nao sof
frera atmels que o Brasil elegeo por (i-
vre escolha, que a sua gloria, o seu melin-
dre passe pelo mnimo pesar. Do Da y
de Abril de i83i comessou a nossa existen-
DOM PEDO II.



BISPO CAPELAO MO'R.
...
EESIDENTK.
L. FR. DE PAULA CAVALCANT1 DE
ALBUQUERQIE.><
Se&RETARI.
Jl

>
**

FALLA.

cia nacional, ,o Brazil ser dd|^Bra?ileiros,
livre. ^ ..
Concidadaos J temos Patria ; temos
hum Monarcha, symbulo da vossa uoi&p,
e da Integridade dotImpefio, ,^que eduacdo
ntrennos receba quasi no berco as priraQ*
ras lines da Liberdade- Americana, e ap-^.
prenda a amar o Brazil que o vio nascer ;
o fnebre prospecto da anrchia^ e da des-
aofuca& das Provincias, que se apreznta-
va aos nossos olhos desiparec^o de hum
folpe, e &>i substituido .por scena mais ri^
zonha. Tudo, tudo se lleve a vOssa resol u-
cao, e patriotismo, e a coragem invencrvel
do Exercito Brasiteiro, que desmentio os so-
nhos insensatos da typinia. Cumpre que
huma victoria to bella nao seja maculada;
que prosigaes eni mostrar-yos dignos de vos
raesmos ; dignos da Liberdade cpse regeita
todos os excessos, e a quem so ap|astt as
pSixoes elevadas, enoores.
BR \SILEIROS!Ja na5 devenios corar des-
te nome: a Independencia d* Nossa Patri-
a e as suas Leis v ser defcdftesteEKalMrna
realidade. O maior obstculo que a.isso se
oppunha, retija-se do meio ae nos ; sahira
de luiin Paiz onde tJeixara o flageio da
gnerra rv, cm troco de btnn Throo que
Hte demos. Tud<* agora depende de Nos
Mesmos, da Nossa Prudencia-, Moderarlo,
e Energa ; contiuuemos, como principia-
jdm, e seremos apontados com admiraba
entre as Naooes mais. cultas
VIVA a'NACAO' BRAZILErRA. VIVA
A CONSTITUfCAO* VIVA O IMPERA-
DOR CONSTTUK>NAL O SENHOil
i Do Snr. Odorico Jltides na+Sessao de j
% ,, de Abril.
^* *
Por Qccaziao do reqnerimento do^ Snr* Car-
>neiro da Cunha, para a que a reuhia& dos
1 Representantes proclamasse ao poyo mos-
trando as rasoes em que se estriba a mu-
. darioj poltica tao felizmente operada, to-
mou a palaVra. \ v^ *f
O' .
jnr. Odorico Menik^s : Appnio muito
o que prpoem o llustre Re|iree*Ltante :
quanto jelfes levemos proclamar, at para
apagar os rcteios^ilos* nosss Irmaos adop-
tivos, que s perSuadem estarmos de mo
armada contra cHes. Pelo contrario; nos %
osvamamoS, e os devemos amar ; como se-
ria possive ir contra pessoas que nos esto
ligadas pelo sangue, pesSoas que se acho
casadas com nossas irms e p'arentas, e paes
de muitos dos nossos patricios ? A Naeo
Brazileira deseja completar huma ncgao he-
roica e brilhante, nao qiier fazer derramar
lagrimas.* Perdao pc?ra os Iludidos, per-
do : nao nos manchemos ; sejamos Brazi-
leiros.
t)urante estas e ontras palavras, pronun-
ciadas com abalo e com lagrimas, foi o Ora-
dor appQjiado por todos os Representantes,
que nos restos mostrava que tinhao den-
tro da alma os'inesmos sentimenios. Don-
de entab se vio claramente que. era feita a
guerra ao Despotismo e Tirana, nun-
ca a homens ihudidos, quese devem todos
ngratular pelo triunpho da Libeijdade
. ----------i,^
v
i
CORRESPONDENCIA.
i
*4
^ft. Editor Sfcinpre tenho o^osto o
silenciosas calumnias, com qpe teutao dene-
gr r-aae pessoa^ que me nao conjiecem
hem e ajniz das mirihas accoens por o
lado,, que encentra os sens* particulares
interesses, ou as circunstancias do motnen-
to> esperando, ojue o tempQ-( grande mes-
tre st in duvida ; elucidando-as, ou mudan-
"**"
' ""r59




/
*


m

(/O)
I
do RqueltedritihrtJtoL'to, Anide tamben, o Son Sr. Editor scu alUnfc.venerador, etc^
modo de pensar dos jnens calumniadores, .
vo.no j.. fem snccedido a meiKrCspcito mais i Joaqun Bernardo de Fljuetreco.
de huma vez, ea milita &ente, %;\jiifern o; tfLl-.
tempo, e so o tempo ha podido justificar.
Mas nao piK*e calar me ao Icr a corrcspou-
dncia do seo Diario n, ( W) l1**1" se
me imputa deliberada obsthiaoao em con-
servar no Batalliao <\o meo commando por-
tuuezes contra a dispozie^o das Leis.
HogO. ibc fit quena daf-m nlgttm es-
paco em seo Diario onde eaiba a simples
expozicao do /mo procedment sobre os
dous tactos daquea correspondencia, ~e
os documeiilos co.in as notas, que o com-
prev
ao.
; V
S me enformara exactamente se a
pracas do batalha do seu Oomniando cons
taiUe daf relacao eftclusa ; terri abelitac5es
por onde mosirm ser subditos Portugue-
.

Sao os Tactos I. de ne-ac/ao de cscuzas
a lium Cabo, e dous Soldados, que tive or-
dem de dar bnixa : Esta imputado be m-
tciramenie f .loa*; apenas recebe aquella
ordem nunca mas aqmdlC; bo, (Soldados
forao cbauados a seVvico, e tam{em nunca,
triis se importarao de procurar as suas.es-
cuzas, a ^Xcep(jao do Cabo, que ma veio
pedir i mediatamente, quando nao estava
prumpti, .sendo depois preciso, qdfe ed as
rnandasse entre-\f aos respectivos Coman-
dantes fie Compnjiias. Quanto ao 2. Vis
Consulado de S. M. F. requesitou a baixa
do Sargento, e trez Soldados mnio-nados
na corresponda ao tn, Sr. Presiden-
te, orinal por Oficio j^Kxtn. Sr. Com-
mandante das Armas matfdoff dar as refe-
ridas baixas ; este mafrdcA me Hiformar'co-
mo se vedo delo aor^o transcrito, e.eu,
como he ifso, nlandei outir os respetivos
Commandautes de ffmip.mhirts, e sobre a
enformaeao delles, qu*? se: tie axar na Se-
. cietaria competente, (feo o meu nnVrme,
o qn\ tartibem apunto ; reeebi em ultimo
Yesufcedo ord'em paladar aquellas baixas,
cumprfc t L L,
Km que me podeser imptate!, qu o Ex.
Sr. Comimindante' das Arma* m mandas-'
- se emvez de dar b;.f*s, informa*?*. Que
culpa tenho de que os CcmmandalWes de
CoMpanhas pedissem aos justificantes os
dOcomentos do sen Portuguesismopara
contrapor aoTde ^asileifisnloqne-ttnha
dalles ?
(>u$ culpa'tenho fmula nma vtaj ejue
tam portognez po^jns*ocae>d do presente
ia fosse Brasileiro por jacto, Ie>, ou jstin-
cacao' de pretrito, 011 viceversa,, e que ri-
ma verdaoY por jnstfffcaeao' tffcseja ver-
da de, ora mentira ?
Taes contradices nao'se deverao tore-
rar, mas as nossas cousa Ho Brasil ( e com
isso concluo ) to' comovao' e nao' como
devem hir.
zes, assrm como 0 tempo em que sentarlo
praca. D0os rifde a V. S. Qnnrtel do
Comiiiando das Armas dePernambueo o
de Ahrir* i83i. s^nado.. Hent Joze
Lem^nha Lins Illus:issifn SenborJd-
qUjm iSr.iadode Fgafdo, Coronel Com.
mandante dfcBatalhao 53 de Cassadores de
segunda anlia. itel.acOea das pracas de
que traa o Offieio com dacta desta. Sar-
gtfO.Antonio Joe da Silva,Magalliaes .
Soldados Mipiel Francisco, Joao Antunes
Gnimares, Jernimo da Costa Guimaraes
c sS9SJoze iiodrigucs de paria, Joo
ranciseo de Oliveira, Francisco Martins
BailK-sa, Antonio Joze Vieira de Araujo,
Antonio Joze de.Son/a Magahaes, Joaquim
ourenco Mwrtini, J0S0 Joze Pereira, Ma-
nbfel Rodrigues Costa. Cuartel d Coln-
grrando das Armas !k> de Abril de i^?.
^ssignado -Le.nierth|. tfts Commaudante
das Armas Intjitfo. Remtto aos Snrs.
j"ommandantes"de^ompanhias o Offieio, e


**)1*
- jft

M <-. 1
VcHadfo inclu qS^rt dirigi o Excellen-
Ussm>H wnhr Commandante das Armas,
frfii de n:e ertfO|mateftr como determina
o'mesmo ExcelJentisimo Senhor sobre as
pracas da dita rellaqao. Quaftel 22 de A-
briNle i83r.. Asfifgnado Joaquim-Bernardo
de Fiucrrcdo, Coronel Commandante
Tssignaturas dos..Co.niandantes das Cam-
pauhias ~ Antonio Joaquim de Mello, Te-
nente Alxandrc Teixcira Coimbra, Te-
nente-^ Francisco Joze Pereira Pinto, Al-
ferq|fc-Ebas Baptista da Stlva, Capitab
Antonio hr Silva Gusrtiao Alferes, ~ _Anto-
nicr Airares de Souza'Carvalbo, Alfares
IllustrissinfO eExcel^ntissimo SenborPa-
ra dar a divida execuca Como V.'Excel-
leera me recommenda eni seu offieio de
%o fie orreute, passei a onvir^ os Com-
mursdanites' de Compaas do Batalha do
met Qommando, sobre, as pracas constan-
tesTd*rel|ircao' que acompanhou o sobredi-
to Offieio :~c* (jnaes me enfbrm'como fa-
cover aiV. Ex. pela nota junta acompa-
ada com as irfesma-s informacoes dos res-
pectiyo|Commandantes dt Companhias, &-
tiafo 4 V. Ex. ple todas estas pracas
aprezentarao' stia3 jus|ificac5es dadas nes-
ta Cidad ao \>i*Coaiul Portuguez, e que



r


' :


(

*".;

oi


'i
c
.


obtivero poreste-meio nico suas habeli-
t^ces d> iusni) vis Cnsul para serem
ag; >ra reconrttecidoj subditos P0rtugue7.es.
Mis que f podeailpr estas justilicacoes, po-
de;; io-se taobem prov.tr a m f coin que
ellas 'orap' dadas, como fcilmente .se co-
ndece pulas justificacoes do Anspe^ada
Francisco iVIartins Barbosa, e dos Soldados
Antonio .fose' Vieira de Araujo, Joao' Jos
Pereira, e iVlaaoel Rodrigues Costa, que re-
zidindo elles no Brasil milito antes de de-
clarada a sua Independencia, e tere ni ja
prac i em os Corpos de segunda Linda em
os anuos de 1820 2i e 22, justifica o'
presentemente o contrario desta verja de ta
sabida? Que f podejamben ter a justifica-
cao'do Soldado JoaO Francisccpde Oveira
que no anno de 182.4 era ja caxeiro nestaCi-
dade, fndo viudo da Babia para esta
Provinci^v e (lis* ter viudo de Portugal i*"'*
EHes-naoajuhtaS hurn documento legil em
suas justiicages passado pelo Cnsul, ou
qnalquer representante daNago Portugue-
za como mesmo determina a Imperial
Portara de '1.5 de Abril de j83o, publicad*,
na crdemdo dia de 12 de Maio do mesmo
anuo," sendo isto mu suficiente, e deixa-
rem de procurar testemundas que fcil-
mente jurao' o contrario, "fe oque tenhcw
a informar a V. Ex. a semeldante respeito,
mandando o qee for servido. Dos Guar-
de a % Ex. Quartel 2jicle Abril de i83i
lilm. Exm. Sr. Bento Jdse Lemenda Lins
Co m man danta* fas rmasela Provfhciac-as-
signado Jaquim Bernardo de Figueiredo
Coronel jGmmandante.
Reja cao das' Pravas deque trata o Offi-
cit)'4fa.'Sr. Commandante de Armas

dan te de Companhia, justifica ter cde-
gado a esta Provincia em Janeiro de
182/4 tenclo ja praca desde i4deu-
tubro de 1822.
' Antonio Jos Vicira de Araujo Oeu
duma Justifica gao' de ter edegado a es-
ta Provincia em Setembro de i8a4, co-
mo diz o seo Commandante deCom.
panbia, quando ja era Soldado (\oz.
Bataldam de Segunda Linda em 1820


4
*
e resedindo nesta Provincia desde f 818.
" Joaqui Lourenqo Martins nao' a-
presentou titulo agum quando volun-
tariamente se ofereceo para sentar pra-
ga em 12 de Desembro de 1828, de-
i vendo ter a sua demissao' como Deter-
mina a imperial Portara de j&de A-
bril de 18Jo.
Soldadns Joo Antones Gomes, assen
ton praca em 2 de Julhb de 1826, ten-
do ja requerido a sua demissao co-
mo Estrangeiro, foi o seu pequerimen-
to a Deeisao' de S. M.o I. ficando i-
fento do servico por Ordm do Ex.
Sr. Commandante das Armas.
' Miguel Francisco com a mesnia ob-
servares ssima.
3.a "Alanoel R od riguesCosta Referindo-
rae a informaejo do Commandante de
Companhia tem prnqa em 12 de Se-
tembro de 1826, aoh;irt<|p-senesta Pro-
vincia desd^fe anno de 1819, justifica
ter \inddklepois.. -
" Joao Francisco de Oiveira'assentou
praca em 10 de Margo de 182b aedan-
do-se ja oesta Provincia em 1824 '"in-
do da Babia, como informa o seu Com-
mandante de Companhia justifica ter


-i." 2.0 Sargento Antonio Jos da Silva
Magalhes*. Refiro-me a informa (jfc do
Commandante de Companhia nao de-
clarando motivo alguna para deixar de
k


servir miando sentou praga em ?o de
Jultib de 1825.

-
1
2.1 Auspegada Francisca JVluhiz Barbosa^
. .. Redige-me em tudo a inormaqao' d&
Commandante- de Compandia, tendo
ja Pac^a desde i3.de Agosto de 1821,

>

justifica ter ch
a essa Provincia^
em fins do anlB^3e*i 822. /
''Joo' J$ge Pereira Referindo-me ao
mais da informacao' do seu Comman-
dante de Companhia::
" Refiro-me a informacao' doComman-
ejajate de Companhia tendo assentado
praca voluntariamente "em o i. de
Jaldo de i83o, devendo t^a sua de-
missao' como Determina a Imperial
Petara de i5 de Abril de 183o.
Quartel q5 de Abril de 183i. Assigna,do
Joaquina Bernardo de Figueireclo
Commandante.
Joaquim Bernardo de Figueirea'o.
'



PERfAMBCO
-
I
TY.PQGRAFIA FJDEDINA

!
-
>



mfi~
^ ...
.



t
I

9
W
t
PE&NAMBUCANOS.

**



.
-


* m

-




***,
>...,,
*
N.
Otrcias Extraordinarias acahaft de chegar a esta Cidade, trasidas da
Bahia r*>r urna Embarcacao InMza que afirma ter-se espalhado por
aquella Cidade que o Imperaddfabdicou a Cora deste Imperio em seu
Augusto Filho; que ja' se ellegera urna Regencia Provizona ate que a
Assembla Geral Haia de nomear a permanente; (jue o Imperador
abdicante partir para I Inglaterra e (fie tdo isto oi feto sem
peiturbacao do socego Publico. Estas noticias nao sao ofliciaes ; mas
como por sna magnitude podem agitar os Espirites, causando-lhes im-
nressoens diversas, conforme o modft de pensar de cada um. Ofr-
ndente, e Conselho vos exorta, para que permanecaes tranquillos,
e suspendaes, at que se recebab noticias officiaes, qualquer juizo
a tal respeito. to .
Confiai no Governo da Provincia. Elle se empenha com o maior
desvello em manter vossa tranquildade, e vosSa dignidade.
Mostrai ao Brazil, e ao Mundo inteiro, que vossa tranquilda-
de somente ser alterada pela menor ameaca da vossa hberdade.
Viva a Naca6 Brazileira. Viva a Liberdade Legal. Viva o Go-
verno que nos marcou a Constitticao jurada. Palacio do Governo
de Pernambuco 4 de Maio de i83f. =3 Joaquim Joze Pmheiro de
Vasconcelos =2 Francisco de Paula VCavalcante de Albuauerque bs
Bernardo Luiz Ferreira = Gervazio -Pires Ferreira =; Manoel Ze-
ferino dos Santos = Monoel Ignacio de Carvalho a Thomarf Anto-
nio Maciel Monteiro.
>
?


A *



*

?>
Pkr!\mbco; Na. Typ. Fidedigna, R. *J>as Flores, N i8. i83i.
*

*

L

'
I

J*
_-________
**H i"
**


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