Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01143


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Full Text
jIKNO DE i83i.
OTIaRTA FE1RA i3DE ABftl
NUMERO 78
*
*"B^ *_______.------------------ il' -------TSmSSStTSrSpr
Z da L. endo csla feita elo .neto .Ha g viudo rezumas. _*-----------------


rKRNAMBUCO; NA TTPOOTAFU HOnWWA,, BIM DAS FI.OEES, 13. 183.

G
Covnuacao do Diario N. 70.
i.,.Onfessemos ein firo que nada ser capaz de
destruir a bem fundamentada doutrina do pacto
octal, urna vez que elia seja rasoavelmente en-
tendida, e.quando mesmo nao queira o Cruzei-
ro supor urna convencao no comeco das Socie-
thdes civis forcoso admitti-la na existencia
do Governo, que quanto basta para o nosso
,nOb^rvamos que nos iamos alongando
muito sobre este objecto, quando temos amda-
de refutar outras douirinas diversas de que
bo compo a longa dizertacao do Cruzeiro,
Cuiodo a mesma ordem das ssuas ideas fal-
lemos da Soberana que elle pertende negar
exista na Nacao so com o especioso e frivolo,
andamento de que ella de origempaluarcai
indicada pela Naturia o que nao pode mu-
dir O muito que se tem dito a cerca da Sobe-
rana da Naca verdade de todos tai, sabida ,
nos dispensa de prodiuir argumentos emseu
fovor ; porem nao deixaremos intactas as refle- .
M Jo Cruzeiro a este respeito. um erro ,
.rosero querer derivar a Soberana do poder
Sarental.; por quanto sendo certo que o poder
Sas pas sobre as accoes dos hlhos cessa de-
de o momento em que estes tem capacidade
nari se du'ifiironJ e governarem segue-se ,-
Le a Soberana nao podeprovir de semelhante
Lie, visto que ella insenaravel do corpo
nclrico na verdade sendo a Soberana o
complexo de direitos, que como meios nocessa-
Hos a Sociedade Civil emprega para obter o
seu im ovidrnte que precizo recorrer-mos
Huir W'"> a**1 fcilmente se explica
atendenct m>s aos direitos naturaes e impres-
creveis, de que a Natureza dotors todos os ho-
meu W necessario dizerao povo como
Sio Criciro, que os homensv.ia^-
S*W pelos malos para provar que a
Cobrada rezide as Na ao sofi ico principio de que a Sbela suppoe
sabaos que, os horneas erao lodos mdepen-
dertes i Por qucinlo anda que oe horneo* antes
Wnt^rem para a SocLdade Civil nao exerciao
cm tudo a faculdade de adquirir o seu exer-
cicio por que se eu voluntariamente mequero
< su^eitar direccao de outrem claro fia ,
' ae eu lhe confiro um direito que elle nao
' casque em virtude da mmha cooven-
c^o adqmrioq Assim se os homens entrando pe.
ra a Sociedade Civil perderaO parte d* sua in-
dependencia e beruade natural, e estabeleee-
rat. um Coverno ou centro de 'Poder, ckro
fica que transferido para os gobernantes,
livremente escolhidos, lireitos que elles nao
tnha.. Portante ve-se quc_a Soberana re-
side originariamente na Na;ao, c se A, co
f lo acerca de oda Urna das parles, e que e
a reuna,, dos direitos de todos os part.cularcS
e constitue e produi ver4..deiramente_ a
Soberana, Esta doutrina nn oomprehensivel j porem nao pense ^;
que nos somos de opiniaft, que a Soberana esta
Tmpre em actividade, pelo contrario recembe-
mU que depois do estabelecunento lo go-
S e Lei Fundamental, fica representada
. pelos seos orgaos qne Ud a Le., e o Magjs-
' frado : a Soberana da Nacao esconde-se depo-
is da organuacao. mas cm tudo nao deixa de
obrar s<^re o corpo poltico por meto de seus
aprestantes 'elll *H pcente a tod s
I partes., seu tbrono existe no sem da Socieda
' Se, e.i sceptro .epo..7.a sobre telas as caberas
Sos membros que compoem o corpo pobtic, ,
'finalmente a Na';ao tem o dtrc.to de reassumir
tolos osseos. direitos, todas as vezes que as
condiQf.es impostas aos governantes forem mm-
festamentevi'oladas. E par dr.ert.ulo de urna
yz nos diurnos ao Cruzeiro, ea tollos aquelles
auebegaoa Soberana das Nacoesv o luesmo
que disia o Imperador Juliano (^B^
clio A todos'aquelles que poem emduv^ se
. eiistem Deo.es nai. convem -respo, du
como a borneo*, mas s.m f^^T
bestas ferozes. Que serta da tstaMuu, .,
Gnenos exclama o Cruzeiro sea %^W?M
deptndesse da vonladege'al da /Vario / t. .os
lherapondendoesclama,flosda niesula Biet-
ra (e seria da estabelidad dos (.overo...
se a sua validadedependesse da vontade pla, semprecaprixosae urnica
Passemos agora ao (breito de tf*W".
aue o Cruzeiro tamben julg combater, a,
Zl^e en, alguns textos da Escr.pU.ra.
ao entende no seu genuino senado, me.
morfozeandose de pessmjo Poltico em
"go Ultramontano. O dire.to de resistenc.
opresso e tirana um direito sagrado dos ;
X, quelhes nao pode ser contestado er.
I^r'precizo recorrer a Soberana, d.sse.rfos j
. Seriva da naWreza da m^ma Soc ed o-
sft deriva ua imwiv.
poisque oa horneo.- nao gerem .^^fe
nenti goverriados y mastambem proteger


m
"-





&#>)
donde
^,^COr>du' 1lle all,cl,e Governo que
1,^ T ******* tei Somente^em
uovo bem comm, 6 felicidade do
"' SSaJ^* interesa particulares, tor-
se con. v ^ ; ]>r que tem ^eito.de
3?&? V' Sem!o P"1an

moc,j)az dereprimi/os abusos e excesos
cons^nt'"' C;*tlT S o'***** que elle
Sh nie C Pp5e ao ^oWnto das
S SSTaeS' Cabs Fogressos da civil*.
tonW, porque* aSEaton-eai Ihe mooe a rioro-
***** ? ;u a ^zo a viendo iBBridW e-
W^s^e Vividnos <> e.quizermos duwor-
WflMP precio, lo podrios negar ao todo
4qu$0 Me se WHGede a parte. Wm a*.
mqs,. qu^opuwiromaisseirifa, pordizer-
W* -q^o,hott,m goM ik4ii)eito de nezuten-
<5*ew -tota*por^^ da vida.vi. &m ae-
Mgflfc, .e**a qne enuncia** wma vendade
liKJOHtcst^ei, epra-aque oOuteiro a inte.
tylmwm* imti ypotere. ufipontia -oclruv
zeiro, que u.m Columna us ataca em imi ca~,
mp&itoipto para nos timbar, tirara vida,
tmm^avjfi p ireito de Ihe resjitir, flaMo ?
QitMsa, J^islacos o houiiciAo ecssarto;
W? L^**e inclpate tutete, nanea
fe? fcfttttHAv*}; e esta mtsma riotrina Yerno*
nos cocada no oosso Ceckgo Grinrinai ne|
M. 9- 5, que trata dos ornes histtfteams.
4|ora peguntemos ao Crniisiro.; ganaW nao
o horneo, .*> .dirtka de resistencia m todas as
poa^es * fw> *%l* a j> i^eiMse^o: auina *ct> ^e lber,
da.de e^rjepm^,^ huwm me a .pode
e#ar M^mp rk9f*> <& {daan, assim:
Hf*a i** Publicistas.
^ftmi ao direit <|e resistcfic*,. ano
eflgiaa revean Rebuto ra erime; W
pr^va? (Joai Uiine^to evtmido de urna das
^pistoU^S, V^.QfodHel> %
ta passagem de S. Pfid^, e0m> w S>cemo,
a$wg efliq. o^ras ^ujt.ts.qwe ^ul o E-
*t' ^ ^"^ ***v hasta te citar a hu.
m^ade racojjie/^k pr ^w Gbrbte ,te
H5, ^^ -IWli* rr iniwrfl...na
d-Ueof er taes Uigats ^pomo m^ ptowi.
ar*!.ga0 6bw^ MHortwpaVftl tola a ejb,
zu C4mtQ, sHpwa qv^^lk S a^ AnHp
de wHa ufe* q>Ili Saa^alSS

s esCiftvgo, que Jamis se compadesse ,coni
a moraj santa jilo E^ngellio. O Cbristianisniy
nao prega a escravidao', como malvados Theo-
ratas nos querem persuadir. .Nos opodeJ
amos dempastnu", ,por principios, e factos-
njas tanto nao' cabe nos estiTitos limites de-
uma folha,, e por isso nos contentamos cojo .di-
zer, que .a yeicladeira liberdade, a qual pro*-
duz e acompanha a civilizaoao' e as luzes, que"
se funda na razao', e so3re leis iguaes para to-;,
os, qu reprova a escravidao' domestica, e a
escravidao' da gleba, que respeita os db'etos'
do boBWto em todo o genero hi-uano sem (lis-
tincao' de cor, nem de paiz; esta liberdau^e^
disenaos, nasceu cotn o Clhristansflio, e nfto#
se enc>iytra new defacto, nera de direito, nem-
mesmo em simulacro, seiao* entre pvos Chris-'
tata. Nos seriamos f;jstkUozos se qu&esseroo*
prodazir as fmimeraveis uctoridades de tan-
tos Polticos em favor do direito de resistencias^
comoorzizeiro o pretende combate r uecor.;
rendo principios tipolgicos, debaixo do
Hiesmo fundamento, que nos o sustentaremos.
$e {recorremos a historia do Povo Hebreu, ve-
mos no Deuteronomio ap. 17 quefbi permu-
tado aos Hebreos escolherem um Re, corn con-
diefio de que elle se nao cazasse com inaitai
mulneres, nao unontasse riquezas etc. et
e b historiador Joze parafrazeando esta pb
^emdiz--qe elle nada nm sem^cordo do
Sinedrio (primeiro Tribunal dos Judeos)
obrando o contraio, se Ihe resistir. Sede-
cas di mesmo em presenca do Sinedrio, eom-
posto dos prinoipaes da laeaO. Hei nada
pode fazer sem vos. Ouca agora o Ouzeiro,
aMassilou pregando diante huh i/ Sr
e aescolha da Naeao quem poz o scetro as.
maAs dos vossos antepassados;....., Em
rima palavra como a primeira origem da sua
auctoridade vem de nos, os reis nao devem
V taer neo della, se nao para nos. Ouoa o
Cruzeiro anda o Toi^uliano (Apologtico' N.
4) 9 O Titulo de Senhor e o privilegio da
* rwndade, -tu nao son escravo do Priaciv,
o umeo Senhor a quem e*t pertenco Dos.
Oura finalmente a S. Izidoix), qite diz leles
a recte agendo vocati snaf: ideoque, recte fc.
ciendo, regs nomem tenetur, peccando a--.
mitttarjYSent L. 3 Cap. ,0) e em outro
lugar ndfe aptid vetwes tde erat proverbi-
wn : Rex eris, si recte facas, si- non facas,
non ens..(fitimolog. L. S Cap. 3. ), E eme-'
wem o Cruzeiro anda niais elarament* de-
manstrario o dirotto de rezttencia i Os Povo*
em todos os tsmpoa p^kfe sempre deste rerte, entre os cretenses era estabelecido, co-
Jir do ^" ereoe os Vttmi* de
Montesqoreu, Uea^,se ^^ ^^^ g Po vos, enta nao. aiiwteM tfW***fe teffi,nes,
eT*5 esofia^idaf, tovaa-se nma-neces-
suiade^wn devw-, m+ xihn Wmut nao tem
r& A oW. Quem de vida ^e o*, <3iris^
" 'Gneeia, ^esoenoUMtes dos antron
** Urogfls.ao posaao* .jiwtanneMc
* -.


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^^Sl*
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i b dos Toreos 1 Lembrm-Se os UOfeO* teP
teres, que toda dififzaft os permetfcf *
cerca desfce, c outfos objettos semelbantes :
>oi5 a nossa indignado' sobe de ponto, (juan-
eo vemos o Ouzebo insultar a humante*!, ;ea
fciesma Ifceiigiao*, coarertefcdo em ppeceitos me-
Tos caneemos; ma*tma dtestarvel ctos *M*ra-
montanes, eVafidafos tousurados afimdfcftr-.
marera o seu imperio, e denominaran despti-
camente sobre o pavo !!
' Queramos -terminar a qui a *osa retulta-
*ao -, tois observemos, qno i*ida nos veste*
^materias qu a deixarmos intactas sanamos
inieis ao nosso proprio sistema, o Cpomrt
e arrogarla a palma do Triunfo^ Nos p mos-
tramos antecedentemente qfte o $m\ Pe*
Hro foi esrolbido Imperador pefe tf^ao gf
Joka, ese Cruzeiro quer novas proras es*
ta venUde, nos o satisfaremos, dedirnnda-aS
los amitos Decretos, fallas, e proclamares do
nosso mesmo Imperador. Repare o Cruzeiro
e veja o que disse/o Imperador em i de be-
tembro de 1812 ainda Principe Regente Pa-
* leudo acontecer que existao' ainda no Br*-
zil disidentes da grande cmsa da pa -Inde-
. pendencia Poltica que os Povos procla-
mftrad e eu jurei defender etc. etc. N*^63"
jua poca dase Havendo o Reino do ftrazif
declarado a Sua Emancipado Poltica etc.
Em i3deOutubro do dito ann disse Haven-
do-me os Povos desta Capital e de varias otttras
Provincias deste Imperio unnime e -solemne-
mente acekmatlo Imperador Constitucional*
DefenW Perpetuo do Braail etc. ettq. lo. finab
mente o Artigo Gg da Cons'tituieao e kem e*-
presso, e tira toda a duvida. Ora avista de
todas estas provas iuefcagveis, que nao sao
principios tericos mas sir factos
versos que formao* niadas fomtes do nosso Du
reto nter-Nacional, ainda poder dizer *
Ouxoiws tm RratilnZo se pydia fiamSiitoir,
thoy c que este pelo polar Soberano tirilla di-
reto d silgar o BrizU da umao Europea ;
porque seu l"m ye mfuwu jnipmneiro ? E im-
possivel, que em 110' poucas paavrasse pos-
sao! dizer tontos disparata* que ja nao mfcre-
cem apenareserem refutados, e.smeote leni-
bramos aO. Cruzeiro, que se o Sb*. Ptfdr*
tefe o dirato de desligar o Bm-M da ttfitti* de
Prto*t, porque se pai seachmi phSiomffrv,
secrue-se, que p.>pois q.'esto reassumtu w i****
ferivecs, o Filho tiuliao brigacao' de restituir-lbe
porrao da Monarqua, que elle desl^ou visto
ter cessado 0 motivo dalfesu^mbrA^io sob pe-
na efe ser considerado como rebelde. Ma>a
*tou oiivin/do dizer.ttoCruzein), flpeWfP?'
sta duvida, que elle nrevenio : V. Jom b.
%oonLeu ahul^enJenelu foi se nao uma declarando publica do qO*m>
a conctduh em particular a seu fflo: Ma.s
r* podia I>. Joao' 6. conceder a sen Filho aquit
Fo que elle a nao' tuina? Ift-i^crtl^
a hvpoteze do Cruzeiro, declarando semprt
5ueTfa\sa, podia D. Joao' 6. o demembrar
a Monarqua^ & cruzeiro cjtto nos restoondj
esta duvida, cortsiteo, que serie de absuK^
dos e inconsequencia se -dterv^o* a eua perni-
cioa, e falsa doutrfria. ^
TfSo menodigno de riso a tiOVa J^jWj2
noBappresehta o Cruzeiro,, que a BcgUmmw
dosGo-wrUmprover do Ilecoftheti/mitUb, edestfc
pyincko eonclue que o Govemo d'iA.menta iw-
glesa. leeiumo, por que -foi reconbeetf P^A
Metjpoe, e era* ^uaoo se der a prwcripe&o Ama W*
faltav m I^tao seja f)os!' N 'WjM
vfeto, qie bCKizeiro peswtoO Pt^fc*, 4'u^
otegO lframontno, -eqereado 'agfcr m<^
ter-se em princimos de Bireito da* Wttilm w
com o narfe n*um sedeiro. O reotobiecimettO
qneas^besprestro urnas as oirs rot&t&
l>eecime!t1o dos Governos, e afevas I>masW,
no acto da independencia de 'qu'atque? m$HQ
me se flsigoii de outJraj ao se na> u*a $**
tica consagrada pelo io, e Direito costmei-
ro das Nacoe-, qu comente aefcve de.-ct* tttjH
is^rca a mudnca poltica, que se Operar : mas nao preciso su^or, tp*e *.W
timidade ds urna revoldeo.;publica prAvm
do reeorthedmnto das Narres ; por qtie a adt
mitirtnos *imlhan1e prim^ipio, tn^nio quer o
Cruzeiro, seriamos foseados a eonefitir, ^e os
ne&oios internos de qafa|er Na?ao esta ^*
pendentes da vontadedas oatlwi, e este[*Pf*
n d^ arrota o ontro n^o menos prejudteai,
, tem a ser tornar semph vaCiHante a Sobh*a-
na eIndependencia das Wae&es. A. ^^4
*t*k dsNacOes &5o stfrn o dimito de ^
teVferencia nos seos negocios Intfba, (SfB*
brbaro e tirnico, e qu vimes ^la -f
tira ve proda.nado pela Santa Auanca, cjmo
f. tosiria Mlitrco, e p4lo qual as suas InhonlUs,
debois de destruir aS Constituicos de a-
ples, e Piemonte, -fiserao o mesmo na llespa-
l,Vmr sua influencia airtda boje reina o
Iberio Irortnguez. Mas .se **^'*
mao^ solicitar o rcconhicimento das W^
nao' e eotrt ontra fundamento semto |elo.*!
sejo de conservar os vinctrtos de aimsad^ cOr-^
rf,ofmerrcaV que sao' garantas pov^ioss <**
boaSiaritt(mia,V ^^ rilfts ^^JS^'S
note-se, qne este rfeoonKecimehto, apenan S
verhca entre Naroes, que de oruinarm eslao
libadas peios intenses do comrtreo^.por
cmatitose asshn nto'osse, e a legfttmdade do
fiovernos depenoVsse d^tn al A reenhecimen^
to, emo1 A precio, ^pfe todas as ^pf *
' Wundofriterviessem.com, O seu ecoribcimfen-
tetos', e nste Cid d^YmS, efue ^i^vM
tlo^cssll n^O legitirio :em quinto as Porenci-
-*s ta Asia; i da frica o naoJ r^hrtWeJa.
^sartal OO^s otitra caterva de disparate^ qtee
^derN 4celebre teora *&-#ito^^W
que o Cruzeiro nos quer inipihgir como tonte
*lfemiriHa(l cJosGovernos. Tanto yT-
Jatlf q*e'b tc#bfccimeiito tiao da legitimi-
dade, que segundo a poltica moderna as Ka-
coes reconhecem todos os Covernos de filcto
I


m

'
!
<32t)
e com elle tratad, at enviando agentes Diplo-
mticos,- e guardando urna Stricta neutralrda-
de, quando por tratados n.no estao obrigadas
ao contrario, e esta apratica constante adop-
tada pelos Estados Unidos d'Asia, e em.muitas
occasioes teni sido ^observada pela Inglaterra,
e nutras potencias da Europa- Basta sobre
este assuuipto.; e em quanto aos motejo* que
o Cruzeiro lanca sobre a guerra da Baha nos
Ihe respondemos com o silencio.
Ora tempo de chegar-mos ao fim da diser-
tado' do Cruzeiro, que de novo atormenta a
paciencia do Publico com novos' disparates.
Anda asseveramos, que a Lei da ao de Setem-
brode i83o nao'reconhecedireitos anteriores,
e a prova que nos appresoota o Cruzeiro tino
g>wirf#\ mas sim miseraveL. A falla que o
Imperador fez na abertura da Assemblea, em
que tocou sobre os excessos dos periodios,
nao disia respcito a ataques, que os mesmo pe-
ridicos lhe dirigissem ; pelo contrario todas as
Folhas Liberaos tem sempre enchido as suas
paginas de elogios ao Sr. D. Pedro, e nao' ses-
ao' de mostrar a sua Constitucionalidade. Lo-
go esses excessos de que falln 6 Imperador
ti ni 1.1 oiilio fundamento, que vinha a ser a im-
perfeicao' da Lei de a a de Novembro i8a3, a
qual dava asos a que aparecessem na scena pe-
riodiqueira os carrascos, os degredados etc. etc.
assinando correspondencias, que so tinhao' por
fim atacar o sisteaia Constitucional, descompon
Cidadas probos, e entrar no sagrado das sua
vidas privadas. Disto nos den sobejas pr->vas
o Cruzeiro, e Amigo do Povo. Por tanto anova
Lei de i83oteve em vistas reprimir semetbantes
excessos, visto que a Assemblea .Constituate
era de sua naturesa impotente y porera como
nao' licito a um Escriptor atacar a forma de
Governo estabelecida, forcoso era, que a Li,
cominasce penas contra aquelles que atacassem
os direitos do Inioerador ao Throno do Brasil
mas daqui se nao pode concluir, que a Lei fal-
la de direitos anteriores, como temos provado^
Em quanto a prescripca, de. que nos falla o
Cruzeiro, turnamos a repetir que ella se nao
pode dar a cerca dos direitos das Nacoes que
sao por natureza imprescrcptiveis como Douto-
res ter o Cruzeiro nos Ibes pedimos, que ejao
que para baver prescripca sao precizas certas
conicdes que os Jurisconsultos enunciad desta
forma Bona fides justos titulus resnou
iitiosa utres tradetur, queque continuetur.
da discorra o Cruzeiro e.yeja se se pode dar
boa f em prescripca dos direitos das Nacoes;
se descobre algum titulo legitimo (justtis titulus)
para esta prescrica, que nao' seja a vontade
da Naca; se os direitos que a Natureza
concedeo ao homem e por conseguate as
Nacoes, como sao' a lberdade, Independencia
a igualdade etc. sao coizas susceptiveis de pres-
cripca (res non vitiosa) se se-pode dar tradicad
i

urca de semelbantes direitos; (ut res tradetur)
.filialmente observen Cruzeiro que a posse
de nada vale a, cerca dos direitos das Ijacrtes;
faltando os outrcs requezitos; por que asugeicaO
a m governo illegitimo, e mo como observa
Rousseau um acto de prudencia ou de ne
cessidade, que nunca constitue direito. As-
sim saiba o Cruzeiro que a doutrina das pres-
cripcoes so tem lugar a eerca de direitos ad-
queridos na Sociedade civil, e nunca a cerca
daquelles qu a Natureza nos doou.
tempo de terminarmos a nossa reputacao
o Cruzeiro 68, que nos lizongeamos de o ter
completamente pulverizado e concluindo com
o principio do nosso Diario 64 que nenhuma
capacidade descubrimos no Cruzeiro para de-
fender urna c.iuza injusta, lhe aplicamos o
mesmo que Yol tai re disse ao -cabellereirQ, que
lbe aprezentava mos versos para os cwrrigir
faite perruque, faite perruque.
_____!_____ :
-
i


i
VENDAS.
1 'Ma negra,angola, mossa, sabe vender: no
Mondego sitio da capelnba.
,-, in preto com nlguns oficios e por
preco ruuito cmodo: anuncie.
(]i cabra, leannos, capateiro, na
caza de Ala noel Peieira Guimaracs, rita da
Cruz.
Um crilo, cozinheiro, 20 annos : na
ra do Cabngal, loge de ouriyes ce Ignacio
Joze Xavier dos Passos, ou na ra das Flo-
res C. t). 8.


.

COMPRAS.
\\J (aireo de Mntbematica per Burdon :
'anuncie por este Pia rio.
______
ARRENDAMENTQ.
Muera quiser arrendar um sitio no Lu-
gar da Magdalena, com casa de Taipa, ar-
yoredos, e bastante capim de planta, diri-
ja-se a ra da Santa Cruz defronte da Ili-
beira D. 20.

Q,
AVISO PARTICULAR.

.

'Uuem pecuar fie uroa ama de caza,
qu coze e engoma, procure na ra do Fogo
D. o.

PERNAMBUCO NA TYPQGRAFIA FIDEDIGNA IX.

.


.

*
AI.

' r
* . .
A


Full Text
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