Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01136


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Full Text


;
ANNODE (831.
SABBADO 4 DE ABRIL
NUMERO 71.
K

PBKNAMBCO; NA TYPOGRAm nDEDIGNA, BA DAS FLORES, i. l8. itl.
ARTIGOS D' OFFICIO.
I
iLLustrissimo e Excellentissimo Snr. -
Tive a honra He receber o Ofllic.o de V.
Ex de a de Fevereiro prximo passaoo
acompanhado por Copia da reprezeotacab
MneV. Ex. fez o Tenente Coronel Joan
aptista de Araujo, Commandante Interi-
no do Batalhao N. = /4"de2. Linha des a
Provincia, em que participa o assassmio de
seo Irma, o Alteres Francisco de Pan a
Raposo, e o procedimento do Tenente de
Aromara Miliciana desta Provincia; Fran-
cisco Antonio BUerra, morador ..a Povoa-
cao do Abreo; lequisitando-me V. ls. ,
que en haja de dar este respeto algumas
, rovidencias, tendo V. Ex. dado a que
ulrou acertadas no territorio das Alagoas
limtrofe do Abreo: Sobre o q re-
me dizer a V. Ex. qne informado dos de-
sastrosos acontecimentos, qne lem tldo lu-
gar naqnelle Districto, ja antes de receber
o Officio de V. Ex., tinha mandado o Ou-
vidor Interino desta Comarca tomar delles
conhecimento, e proceder, como fosse de
direito, em cuja diligenciase achn, e agora
novamente Ofliciei, conm.unicando-lhe a
requiaicao de V. Ex. e a representacao do
mencionado Tenente Coronel Joao Baptis-
ta. Dos Guarde V. Ex. Palacio do fio-
verno de Pernambuco 16 de Marco de 1M1.
Illustrissimo e Excellentissimo Snr. Via-
onde da l'raiu Grande Presidente da
Provincia das Alagoas Joaquim Joze Pi-
nheiro de Vasconcellos.
; Tratando se em Conselho deste Gover-
/ no de por em effeito o Decreto de 7 de De-
yembro do auno passado sobre o fc-stabe-
ecTmento de urna Bibliotetica Publica nes-
h Cidade, fora nomeados | Siembros
2 Commissao, que bi de receber a snbs-
criDatt, e os outros ob-ectos mencionados
no Art.5. os Negociantes Francisco An-
toniode Oliveira, Antonio Joz de Amonm,
eLuiz Gomes Ferreira o que participo a
V S para que, nesaa inteligencia haja
edar'ePxecuqgaoaos Art, 6 .** do re-
ferido Decreto. Dos Guarde a V. S. I a
lacio do Governo de Pernambuco 16 de
,?
./'
Marco de i83i. -Joaquim Joze Pinheiro
de Vasconcelos Snr. Doutor Lourenco
Joze Ribeiro, Vice Director do Curso Ju-
rdico da Cidade deOhnda.
Havendo S. M. o Imperador Apnro-
vado a Nomiaca que o Cnsul GeraJ de
S M Fidelissima a Snr a D. Alaria a. ft-
zera de Joaquim Baptista Moreira, para \ 1-
ce Cnsul da sua Nagao nesta Provincia o
quemefoi communicado em Avizo ca se-
cretaria de Estado dos Negocios Lstrangei-
ros de 3o de Dezembro do anuo prximo
passado; assim o participo a V-b. para
sua intelgencia. Dos Guarde a v. >. Pa-
lacio do Ooyer.no de Pernambuco ib Mar-
co de i83i.-Joaquim Joe Mf."> e
Vanconcellos ~ Sr. Juiz da Alfandega das
Fazendas Joze de Pinho Borges.
~ Expedio-se do mesmo teor ao Inten-
dente da IVJarinha, e ao Escnvao da Recei-
ta Geral do Assucar.
Tendo envido o parecer do Conselho
deste Governo sobre o conteudo do Uhi-
cio de V. S. dactado de hontem, soua di-
zer-lhe, que pode mandar receber no-Trem
as doze Granadeiras, que requisitou o Lom-
mandante das Onlenancas dos Aogados,
para armar os individuos, que azem as
rondas contra os Udroes; e bem assim a
competente munido; ffcando V. b. e o
dito Commandante responsaveis, nao so
pela entrega das ditas armas, como pelo
abuzo, que dellas se fuer. Dos Guarde a
V. S. Palacio do Governo de Pernambuco
17 de Marco de i83i, ~ Joaqun JozeJ i-
nheiro de VasconcellcV-Snr. bargento-Mor
Commandante Interino das Ordenancaa
desta Cidade Francisco Gcncalves da Ko-
!l Requisitandoa Cmara Municipal des-
ta Cidade a remorad dos presos das Cadei-
asda Relacao, para se poder mandar exa-
minar o estado ruinoso, em quese ada a-
ouellla casa c proceder-se aos necessanos
uparos; oicieiio commandante das Arrna-
p?ra os Vazer transferir dividir pe is ForUJ
esas o qual respondeo, que ellas nao ti-l
nnV a precisa Ca|>acidade, e seg-nca paJ
ra onter .todos <>* Prcs8' como V" b* V
'W


f* 98}
do i offtci Incluso : Avista d qtie baja
V. S. ce propor o mei que Ih prcef Ada
is apto, par se preheneher o objecto da
requisizao di Caniara. Dos Guarde ,1 V.
S. Palacio d Govrno dePernambuco 17
de Marco de i83i Joa quii Joze Pinhei-
ro de Vasconcelos ~ Snr. Desembargador
Ouvidor Gernl do Crime Gustavo Adolfo de
Aguilar.
Tratando-se em. Conselho deste Go-
verno de dar exeeucao ao Decreto de 7 de
Dezembro do armo passado, que manda es-
tabclecer huma Biblioteca Publica em lin-
d, nomt:l o mesmo Conselho em virtnde
do Artigo 5. do referido Decreto, a V.
$ para iVIembro da Commisso, que hade
recebr o producto da subscripcao, que se
vai abrir, as obras, que se offerecerem, co-
mo parte della, a quota da Fasenda Publi-
ca, e fazer a compra dos Livros. esperan-
do do seu patriotismo ; que de boa vontade
se prestara a fazer este Servico ao Publi-
co, e particularmente a Mocidade, que fre-
quenta as Aulas do Curso Juridico. O que
participo a V. S. para sua intelhgeneia,
communicando-lhe que os dois outros
Membros nome ados sao os Snrs. Francis-
co Antouio d'Oliveira, e Luiz Gomes Fer-
reira. Dos Guarde a V. S. Palacio do
Govcrno de Pernambueo 18 de Marco de
183i > Joaquim Jos Pinheiro de Vascon-
celos Senhor Antonio Jos de Amorim.
Expediro-se do mesmo teor aosSnrs.
Francisco Antonio de Ohveira, e Luiz Go-
mes Fer reir.
COMUNICADO.
A impunidade mutiplica os crimes: eis maiS
urna prova. O Major Manoel Muniz Tavare
nao so nao foicastigado pelo attentado de
mandar prezo para esta Cidade oEscriva do
Juiz de Paz de Cimbres, como que'ganhou
com isso, pois que dahi resltou ser em-
pregado no Batalhao 18 de primeira] Li-
li ha ; e ufane dessa victoria pratieou no dia
27 de Margo um novo attentado contra o
Cidada Felis Rosa de Lima mandando-o
prenderle reeolfoer no Calabouce da Policr-
a como desertor do Batahao 17! Quem
auctorizou ao Major Muniz para prender
a um Cidado sob a suspeita de ser dezer-
or ? Nao seria melhor, que o Major repre-
tentasse a quem competa, que o mesmoRosa
Lra desertor, para ser aTcriguadoo negocio,
L proceder-se legalmerite P E o que resul-
u dssa priso tao a obitrariamente pra-
ticida pelo Major Muniz ? Nada; porque o
hornea! nao era dezertor : mas nenhuma
satisfago se he deo, Uem se dar: por
que emfim o Major, se tal obrou foi por
zelo do Sefvico. A satisfacao pois que se
Ihc pode dar fazer este proced ment pu-
blico pelo prelo, para que na5 se ignore o
despotismo desse baixasinho, que talvez
nao tarde milito em praticarum outro, a
n vista da impunidade, que tem encontrado
as Auctoridades constituidas para vigiar
sobre todos, e prot/ger a quem respeita a
L,ei.
ra
s,
CORRESPONDENCIA.
R. Editor. Penetrado de dor venho
Tmmprir nm penoso dever de amisatle, ve-
nho annunciar aos meos patricios a morte
de um ci iadao generoso.
O Senhor Francisco da Cunha e Mene-
7.es, natural da Babia, e fiiho do Senador
Visconde do Rio Vermelho foi atrozmente
morto terca feira 29 do corren te pelas oito
horas, e meia da noite. O Snr. Francisco
da Cunha e Menezes tinha sido desde sua
tenra idade mandado por seu Pai ettudar a
Coimbra ; ahi fez os seus exames de Latjm,
Rhetorica, e Geometra ; obligado a vol-
tar a sua patria em razao dos accontecimen-
tos polticos, que tivero lugar naquelle
paiz, nella concluio os seus estudos prepa-
ratorios : passou-se para esta cidade, onde
fez os exames, e matriculou-se no primeiro
anno do Curso Juridico.
Os talentos do Snr. Cunha, sua boa edu-
caeao. suas virtudes domesticas, seus sn-
timentos patriticos, assim como as virtu-
dea de seu honrado Pai, o fiziao geralmenr,
te estimado por todos que sabeui prezar
estas qualidades.
Morreu na flor da idade ah Nos pode-
mos appliear-lhe as palavras do orador
Francez Chaqu lar me versee sur Sct
'tombe sera une ofrande a La vertu
As circunstancias, que acompanharaaes-
te facto verdadeiramente horroroso me obr-
gao a entrar nos seus por menores.
Desgreca da mente existem emOndaa'L
grus poucos escudantes, que dominados
porantigos prejuisos, ou pela estupida fou-
ioe de valentoes, ou taivez poruui exce^-
sno amor a um costme proprio dos saltia-
dores, andao sempre armados de faca de
pontas, a despert da desaprova^fto geral
dos aeus col legas, e censura de rouitos;
esse numero Carraco, seu irmao Eraooisco JWauoel te
Crvalho.
Cihegwio Olmda o Sor. Cunha, Serapi-

**


(ao$
ao sempre procurou insultai-o, a titulo d*
etssuarealoiro, esta antipathia provenien-
te talvez de seritimentos bati* e deaa ser-
vis que fasiao Serapia in vejar no outro
honras vas, chegou a odio %dal em eon-
scquencia da opposicao que a seus dezejos
aziao os Amigos do Snr. Cimba.
Dois,011 fre dias antes da desastrosa
;te do Senhor Cuuha, dsse Serapio
cneio de colera em casa de un estudante
-que nao descansva em quanto n^ des -
se urna bofetada na Cara do Cnnba e per-
guntando-Ihe o estudante, oral era o moti-
vo de tanta colera, respondeu que imbir-
rava com aquelle rapaz por ser soberbo, e
iliio de um Visconde.
Estando.terca fe rao Sur. Cunha na la-
deira do Yaradouro parado a conversar com
alguns seus amigos as pitos horas, e meia
da noite, passou Serapio, e o insultou corn
palavras insolentes, e rmmuiuLs, elle re-
torquio-lhe, hpuve urna altercaco da qual
se passou a hengalladas recipro'cas ; final-
mente Serapio, e sen irmao saccaro re-
pentinamente facas depona, e derao-lre
urna facada no baixo ventre da qual ficou
tn o rta I me n te fer i do.
Sendo recolhido a casa do Snr. Doutor
Felippe Jansen de Castro, reuni-se em
torno, e dentro della urna quantidade ex-
traordinaria deestudantes, reinou um mor-
no silencio, expresso enrgica do descon-
tentamente geral ; ah cercado de seus cof-
fegaa, expirou o Senhor Cunha aos 19 an-
nos de sua idade. Os estudande do curso
jurdico convencionaro tomar luto por al-
guna dias.
Este factoscra conservado com sentmen-
to nos annaes do Curso Jurdico ; e praza
aos Cos que sirva de licao, e emende alguns
nos costumes, que se querem intrudu-
zir.
Son Senhor Editor.
Scu Venerador, e amigo.
Um estudante. I

-Satisfazendo amizade publicamos a an-
tecedente correspondencia; mas nao nos
podemos escuzar de dizer ao nosso amigo,
que adiamos 6ua carta um pouco dura a
respeta) do assassino, e exagerada a res-
peno do assassinado: nos como o nosso
amigo sabe, nio tinhnmoi. relacoes- nem
com um nem com outro, e podemos fallar
sobre o cazo sem suspeita de parcialidader:
.por genio e por principios aborrecemos um
matador, e o homenr, que seni iiiimigo*,
enomeb do socego de Olinda anda con-
tiuutteente armado, como diz o nosso arai- /
go que andavao os fm irmaos, nao dboa
amostra do seu genio e educaco; mas te-
mos uvido referir este facto imputando ao
Cunha a aggressao com bengala das, no que
o nosso amigo se nao exrdica, anda que
appresente o assassino, como provocador:
ora se o matador, on matadores nao ves-
sem armados, a cousa se nao tornara to
desastrosa, como a bem poco tempo suc-
cedeu entre dous Estudantes eni caso qua-
si idntico ; e parece-nos, que o Sr. Serapi-
o tirara bem fcil vantagem do sea con-
tendor, a braco secco, como ia disem, o
que o torna anda mais criminoso: mas tu-
do istono nos pode persuadir des se odio
figadal, que o nosso amigo attribue ao Se-
rapio. e estamos convencidissimos, queas-
sim como os caloirospobres sao sempre mu-
iVcassuados do que os ricos, estes supor-
ta menos essas gracas muitasveses duras, e
barbaras, doque aquelles. Isto de modo
apum se deve entender com relaro ao
nosso amigo, que nao ignora o que levamos
dito, e sabe dar o valor devido as causas.
Nao damos por modo aikuia a rasa o aos
que atrozmente tiraro a vida a esse infeliz,
moco ; mas talvez, que elle n%o se portase
to bem, como refere o nosso amigo, qut
ignoramos se assistio a essi lide: com o
seu testenmnho ocular ficariamos conven-
cido ; por Cjue o conhecemos, do contrario
nao, pois e muito natural tomar-se geral-
mente o partido do mais infeliz em ties
oteantes. Entretanto por bem da justica,
por bem da humanidade, e proveito do
Curso Jurdico, que tem alguns alumnos
por certo pouco honradores de u a Acade-
mia, devenios desejar, que um tal atentado
nao fique impune: aproveite o terrivele*
xemplo, contenho-se ons, emoderem-.e
on tros, e persuadao-se, que esto nomeio
das vicissitudes, prejuisos, e mais inconve-
nientes das sociedades ; por que eles sao
bomens, como os de mais.
S,
THEATRJ -GRANDE GALLA.
Egunda feira 4 de Abril aos Eausrksi-
mosannosdeS. M. F. 3 Sra. D M,ria da
Gloria Rainba Constitucional dos Portu-
gueses, se representara' urna excellente
magestoza Peca heroica ehegada prxima-
mente do Ro de Janeiro, intitulada O CER-
CO DE MACTGATS, ou A PRINCEZl
RAGOTHS ; ornada de todo o esplendor e
novo Vestuario ao carcter Hngaro, \
fjndara' com a nova farca denominada O
FflSwpsi. m Principiara' as 8 horas.
U>.
VA *1^m\\


ma
V
(90)
VENDAS.
JN A loia de livros defronte de Palacio : o
COMENTARIO CRITICO a Le de ao de
Setembrode i83o, com itistruccoes prati-
cas sobre o Juiso dos Jurados, pelo Doutor
Saturnino de Sousa e Ohve.ra Advodo
da Casa da Suplicado no Rio de Janeiro
ObrainteressaLtissima o Ia.se. de Dire.to
e de Facto, e escrivaes de Jurados, com a .
resolucao das duvidas, que podem occorrer
m exeeu.ao da Le, o principio e ndole des-
ta Instituidlo, e om interessantc formu a-
rio de termos, requernnentos tabella de
costas etc. primeira obra nossa neste gene-
ro, e aaaaa elogiada por todos osescr.pto-
res do Imperio. .
_ O icionario de Momea, obra nova
j terceira edico : na ra doQueimado, l.
""I* OresVdeescravos da Costa, viudos
da Babia por preco commodo: no armasem
de Agostinho Eduardo Pina junto aAltan-
dT UnTcompleto surtimeuto de arranjos
militares, excellentes, e chegados prxima-
mente de Lisboa. Bons chapeos de cas-
r e de seda A novena de S. Francisco
de Paula Tiiolos de bmpar metaes^.
Conhecimentos e outros gneros tudo por
preco commodo; na Praca da n.ao loje
Sechapeleiro de Joaquim Pedro Gomes Gi-
^Na'loie de Bandeira, na do Cabuga'
os seguintes Impressos Colleccao das Lea
do Imperio te' 3 de Novembro de 18J0
em 25 vols. a a4o rs.; Cdigo C.imii.al a
oGo rs.; e os mais Impressos ja anunciados.
9.-Ouem quizer comprar urna btena em
muito bom uzo, fe toda pronta de tencdios
procure o Feitor do sitio das delicias no
Manguinho, do Dezembargador Thoinas
Antonio Maciel Monteiro.
ALUGUEL.
ALuca-se um sitio bem perto da Praca,
com boa casa de sobrado, tendo bastantes
commodos para urna familia grande, e em
bom estado, urna baixa de capim, e militas
arvores de fructo : a pessoa que o perten-
derdirija-se a ra da Cruz n.7.
U Urna escrava de. bom, e abundante
leite para crear: na ra do Ligamen-
to, lado direito no piimeiro andar da casa
D. i3.
ACHADO.
Quemperdeo urna cabra bixo, procure
no mesmo referido sitio.
AVISO PARTICULARES.
O Marchante que quiser suprir de carne
fresca a casa dos Educandos do Trem Mi-
litar, contando certo o seu pagamento, no
fimdecada mez; ou de cada semana po-
de dirigir-se ao Inspector do mesmo liem,
para ajustar-se, e tomar-sea quem por me-
nos preco a vender. .
J Precisa-sc de urna ama de leite : na
Boa-vista, ra que vui ter ao Hospicio, ul-
tima casa, do lado es querdo ; anuncie-te.
FSCRAVOS FGIDOS.
No Anno de 1801 o mulato Jos, de me-
ia cor, estatura mediana, cara redunda, o-
lhos grandes, barba feixada, grosso do cor-
po, espadaudo, cabello pegado, pea xatos,
e torcidos para dentro, e manqueija de um
quarto, e nao levanta bem um braco ; oih-
cial de alaiate, e barbeiro, com 3o anuos
deidade quando fugio, .
_ Gonsallo, etiolo escravo que toi ce
Felipe Cavalcanti Biserra. Tabelio de.Se-
rinbem, por cuja morte passou a seo sr.
Guilhcrme Patricio Biserra, Cavalcanti,
hoje residente no Engenho Suassuna, e na-
quelle tempo em Camorim ; seco do corpo,
cara cumplida, e picada debexigas, estatu-
ra ordinaria, com principios depedreuo;
talvez que tenha mudado o nome, quando
fugio em Janeiro de i8a4, representava 17
annos, e levou comsigo um parce i ro de no-
me Joo, Cambind*, de boa estatura, de
^4 annos: ao sobredito seo Senhor, que
dara'4o$ rs. por cada um ; e dando avizo
certo do lugar onde existen), verificando-se
a certesa, dar 20$ rs. por cada um.

O
dERNAMBUC0 NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA-1..
w


Full Text
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