Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01135


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Full Text
AWO DE i83i.
QUINTA FEIRA3i DE MARCO.
NUMERO n
IMAM BI'VBIHAUIBID'C
Snbscttve-t* mens al mente a 6 |o reit pagas adiaaladnt, t* Trpografta Fidedigna, e en cata do Editar, r Direita, n 67 ; em enjo
tu*ire< t m'te n te ruceierdi et'retpo'ideaciat, e anuncios: estts Inserem-te gtatit, sendo de attignantes, vindo atsignadot, c eitm o lugar da
morad*, era > publicaiat no di* imnediato tU da entrega, senda esta feta al meto di* ndo rezumidot.
PERNAMBUCO; NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA, RA DAS FLORES, N. l8. l83l.
RTICOS D' OFFICIO.
ACabo de ordenar ao Commandante In-
terino das Ordenanzas desta Cidade, e ao
Juiz de PazSupplente dessa Freguesia, que
hajo de dar todas as providencias, que es-
tiverem ao seu alcance, para a prizao dos
Saltiadores, e Assassinos, de que V. S. tra-
ta ern seu Oficio de 9 do corrente ; sendo
tobem necessario, que V. S. coopere,
quanto for possivel, para o dito fim. Dos
Guarde a V. S. Palacio do Governo de Per-
nambuco 10 de Marco de i83i Joa-
quim Joze Pinheiro de Vasconcelos Sur.
Jos Francisco Pereira da Silva, Comman-
dante da Povoaco de Jaboatao.
lllustrissimo e ExceIJentissimo Senlior
Constando-ine por Oicio do novo Ouvi-
dor da Comarca do Certo, que aqiiel.Je
Termo se acha tranquillo, e teidb no tra-
etados sobre a miidanca do Destacamento,
que ali se acha, colocado no Brejo da Ma-
dre de Dos ; cumpre-me communicar a V.
Ex. que o deve mandar retirar, em quanto
nao eiitia a estaco invernosa. E, se a ex-
pend i 1 mostrar, que elle se torna indis
pensavel para manutenrao do Socego Publi-
co, e as Auctoridides do Lugar o requesi-
trem, ira ortro. Dos Guarde a V. Ex
Palacio do Governo de Pernambuco 16 de
Clareo de r83i Joaqnim Joze Pinheiro de
Vasconcelos -< IHustrissimo e Extellentis-
simo Sur. Bentb Joze Lemenha Lins, Com-
mandante das Armas Interino desta Pro-
vincia
- Foi prezente a este Governo o Oficio
de V. S. de 6 de corrente, partecipando
haver tomado posse do Lugar de Ouvidor
dessa Comarca em o dia 22 de Fevereiro
prximo passado ; e bem assim de nada
liaver na mesma, que perturbe a tranqui-
lidade publica, e uecessite de extraordina-
ria providencia do Governo. Fico certo de
que V. S.etnpregara todos os esforgos, e zel-
lo pelo bem publico para que essa tranqui-
lidade nao seja alterada, e continuem os
h afollantes do Termo a vi ver em paz, sendo
guardada sua seguranca individual, e de
propriedade, respeitadas, e obedecidas as
Leis. Julgando, pelo que V. S. expoem
em seu dito oficio, nao ser absoluta nei-
te necessaria a conservadlo do l)*st ieunen
to, estacionado no Brejo da Madre os, tenho expedido ordens para s^r elle
recolhido : todava, se pelas uforjmce.,
que V. S. tem exigido d s respe Auctoridades Loe es sobre a conve-irvich,
ou desconveniencia de semelhan've Destaca-
mento, sj conbecer eom parecer sea, que
deva l permanecer, arei volt ir o.itro.
Dos Guarde a V. S. P.dacio do Gover-
no de Pernambuco 16 de Miroo de
j83i Joaquira Jos Pinheiro de Vaseorir
celos Sur. Doutor Ouvidor da Corna rea
do Serto Francisco Alaria de i-rcitas e \1-
buquequer. '
-- Constando a este Governo, que nessa
Povoaco do Abreo de Una continan q>-
parecer desordens, que perturbio a trau-
qoilidade dos Cidadas^ motivad-i; pe] >
Tenente.Francisco Antonio Bucrr d Arj
ti'haria Miliciana, Qonforme me comn ira o
prezidentcte di. Provincia (las Alagos em.
Oficio de 12 de Fevereiro prximo pausa-
do, remetendo-me por copii a repreyenjar
cao inclusa, que IJie dirig" o Tenerte 'k.\r >-
nel Joo Baptista deAraujo, Qomai nd.inte
dp Bataho N. 9 7, 4t5egurda.Liji|i? da-
quela Provincia ; cumbre (|ue Vy S. a\i-.!,i
di referida reprezentaco ; me iaforpie eir-
cimstanciada mente, nao so sobre o estado
actual desse Lugar, como (Lis proyidencijiK,
que te'm dado a- crea dos ausa.s-.inos,
que abi acontecerao ; c>iforme Pie 'i re-
commendado em Oficio de 22 de Fevereiro
do corrente auno. De>s Guarde a V. S.
Palacio do Governo de Pernambuco G de
Marco de 183i -- Joaqui m Jos Pjubeiro de
Vasconcelos Senbor Doutor Ouvidor p;! 1
Lei desta Comarca Joaquim Aires de l.mei-
da freitas. ____
^ No Cruzeiro nao aparece se na? men-
tiras, intriga, e- improperios: ess ente
do Japab todas as vezes, que insulta h.V
mntindo ; e quando nao pode mentir, in-
triga. <$o Cruzeiro N. 60 appareee om 1
Gorre^poadencia assiguadd o Taberucii o



*-

(d&fi
med, qiie Valeo-s de scmelhantc 1s*igtiatu-
ra stipposta, quando bem eerto estamos,
que nao lie tabieiro, lacou mao de al-
gumas expressoes gentes pan nos iuimi-
zar, csporcando o amor proprio dos ho-
rnees, que viven doeoimnercio. Qunrido
se frtlia vagamente da ignorancia v. g, dos
Taberneros, nao se deve entender, >que
un, oii otro 5o seja mas polillo, etc.
a pesar de que ordinariamente os Taber-
neros nao sendo homctts, que se dedicas-
sem acuitara das tetras mas fcilmente
podem ser Iludidos, tfeyem verdade o
que tei feto Cruzeiro/a respeito del les,
va leudo se da sua simpleza para es chamar
ao partido do absolutismo.
f*orem sil ida as?im, quando fallamos dos
Tabcmeiros, ned incluimos esta classe,
como quer o Correspondente do Cruzeiro,
aquellas que sendo doaos das tabernas, nao
esta nelbis a vender; pois una dos outros
fasein tanta diferenca, quantia vae doca-
xeiro ao amo, que o que sao em comum
os proprctarias dellas dos que esao ao
balead: un mercador de bois faz muita
iiiTerenca do earnieeiro, que reparte a car-
r.e em pezos. Ora os Taberneros, como
se d re entender, sao -howens, a quem nao*
se faz injuria chamar ignorantes, entretan-
to qa os Cercadores vivem em mlhor
rodi, tractao' com gente mas 'polica, pen-
s a o' por si, c nao' pela anctoridade do
Cruzeiro. So pois o espirito de intriga
muiviJ,e ridicula subsministraria a esse Sur.
que assignou-se Taberneiro, a idea de que-
rer tornar-nos odioso a ciaste dos Mercado-
res, coutra a qu:il ainda nao apparecco in-
sulto algum em este Jornal.
E'preciso fallar beni claro aessa gente,
e dar ura golpe decisivo em siras diarias aC-
ti'manhas. Nao julgue o Cruzeiro, One nos
importo os arrufes dste ou d'aquelle la*
berneiro, que dei san do se levar da intriga,
mndese despedir do nosso Diario: essa
disforra em nada ser capaz de desconcer-
tar a berdade Constittional do Brazal, a
cujas sagrada Causa nos temos votado de
todo o cortead. Se os jortialistas, secundo
misrrima Lgica do -Cruzeir o,'fossem
bridados a trazer un pnnuo na mao
afin de nada esrreverem, que podesse es-
candalisar aos seus subscritores, netnlutni
daquelles poderia escrever para o;t*-ub!io\>
por meio de sirbscripc&es ; porque na lista
dos subscriptores entrad homens as classes cja sociedad* ; assim nunca se
4jxcreveria couza aljuifta, q ofrendesse a
Se -o r.ruzeiro ortgou-se para hzongear
aosseu sbsrrtors (enaft lia duvida, que as-
siin o tera feto escandalosamente) se enten-
de, qu hucri Escritor publico o mesmoV
que urna quitandeira, ou estalajadeiro, que
faz tudo p tra nao desagradar aos rme-
les; nos facemos do cargo de .Tornalista
um conecito mais honroso, e lisongeiro.
Estamos bm convencido que os Mdicos,
a quem o Sur. Taberneiro pertende torque-
sar, nemhum apreco fazem dos seus sar-
casmos ; e elles descHa do seu devido
lugar, se sdessem riolei ra de lhe respon-
der, finalmente podem quando quize-
rcm arranjar o seu Diario comroercial ,
sern que dainos ?eolia o menor petadume:
devenios porem lembrar-lhes, que esse mes-
mo Cruzeiro, antes que sihisse a' luz,
barbateava que nos quebrara os bracos,
publicando noticias, avisos, et:. etc. i
Santo com etfeito em hora minguada : pu-
blico noticias commcrciaes, etc. etc. ;
maso Diario nao estupor, u e val vi vendo,
como Dos o ajuda, ora com menos, ora
com mais subscriptores. O Cruzeiro bus-
ca intrigar; mas tem pouco geito.
CORRESPONDENCIA.
)R. Editor. Rogo-lhe o favor da tnsersao
das seguintes regras ca seo Diario.
Nao li de mnia inteneo descrever-lhe
o genio desptico do Capitao-mor da Villa
de Santo Autao, desse assolador dos pobres
tnatutos, que cabiro debai&o do seu Com-
niando, nern tao poueo desrrtver a vida pu-
blica ce Domingos Lourenco Torres Ga-
lludo ; por (jue pira isso seriaprecizooecu-
pardhe muitas olhas do seo Peridico: que-
rocontni-ihesoinente bum tacto estrondozo,
que parece nao ter e egado aos ouvidos do
nosso K'x. Prezidente; facto que teeiaua a sua
providencia e que deve, segundo meu
iraeo entender, ser dassifleado en uro, at-
tentado, que nao sera'o primeiro, que este
CapitSo-mor cometa ne;n o ultimo se una
mo poderoza o uftd lizer esbarrar. E, o
cazo N ao b a ven do nem autboridade ncm pes-
soa alguma, que elle tema, acaba de cre-
ar huma Companhia de Cavallaria de iliJ
pracas a saber ; 83 a freguezia dos fiizrr-
tos, e 5o na de Santo Anto e lugar de
Mirirogabas, armadas de bacanwt^s, grwi



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(2$$)
iadeiras espadoens, pistolli e focas-de
ponta a cuja Cornpmhia passou revista na
k y de Defccrhbro pp. Lima tal creaco,
que sendo obra do outra qualquer autho-
ridade da Provincia seria sempre urna ar-
bitrariedade sera cxemplo, tanto mais dcs-
pottds aterrori/adora por ser da hura ho-
mem reconhecidameute absolutista que
se ufana e gaba de o ser que ameaca
todos os habitantes do sen termo s por
falarem era ConstituicaO, prometendo-lhcs
perseguilos, como na verdade o faz e
que manda dar rodas de pao em homens
livres: pelo que fica bem claro, cjue elle tem
binistras intencoens quedeve.n redundar
em dobrada oppressao dos Povos, alera da
que sotrera j pelo s facto da creici
desta Companhia. Eu reclamo pois mu
seriamente da Constitueiondidade do Ex.
Se. Prezidente que mandando ouvir a Ca^
mar desta Villa de Santo Anta, e Juizes
de Paz respectivos tome algtma providencia
sobre este attentado para que os rteos
compatriotas do mito nao se persu niara ,
que a ninguem podein recorrer na afflica;
para que este liomem nao continu a insul-
tar-nos e a fa/er nos perder a paciencia.
Assim o espero uara consolacad' de todos ,
c entre tanto, Sr. Editor ja que estou
Com a rauo namassa contar-lhe-hei ni ais ura
ficto deste capitao-mor e nao abuzarei mais
da sua paciencia* Um credor do irmao deste
Ciptao-mor pertendeo cobrar a sua divi-
da, e o bom do irmao respondeu, que Ihe
nao paga va naquella oucaziab, e que o man-
tlasse citar : o hornem chamou-o ao Juiz de
Paz, que o tnandou notificar por urna carta,
mas o Capitao-Mor snbendo disto mo.strou-
se mal servido pelo Juiz de Paz ameacou o
Escriva5 jurando fazer-lhe conhecer o sen
erro, mmediatamente mandou avizar o
m-dor da seu irmaO para levar hura oficio
l'ajau de Flores, nao apioveitanda o esta-'
do de molestia era que se acliava a'que)fe
credor que teve de marchar para Pajau,
pelo temor das furias do Capitao-Mor que
testas jornadas ja* fez morrer um tal Luiz
Ferreira que estando mortalraente infermo
oi por elle obrigado a fazer a viagem ,
que nao acabou. Findo aqu Sr. Editor,
i ando-rae muito que dizer. Sou etc.


EDITA kV


O n-wtorThomaz Antonio Maciel M#nte
r >
Frdago cavalliPro
da
Casa impe-
rial Prrff 8v:} na Ordem de Cbristo do
RjoembargodeS. M. I: seo Desembarga*
jr aa Casa da Suplicacao cora exerci-
cio na Rea cao.des ti Cdade, Juiz co*
Feitos da Coroa e Fasenda por o Mesmo
Sr. que Dcos Guarde.
-F A90 saber, que se hade arrematar a queni
mais der lindos os das de Lei, em praca.
Publica todos os bens secuestrados a Ber-
ricwdino Jos Serpa por a Fasenda^ Publica
que consta de mima armaco de venda nat
Cidade de Olinda, varios eTeitos da mesma
um escravo, ura cvalo, e alguns bois, e va
cas, uina casa no Guadelupe, .metde de ou-
tra na ladeira d>i Misericordia, e um sitio
no lugar d'Agoa fra, como tudo m?lbor se
vera'do Escrpto do Porteiro, ou no Carto-
rio do Escrivo que este cscreveo. Reeife
3 de Marco de i83i Joaquim Jos Ferreira
de Car va Uto Escrivo oescrevi.
Thoniaz Antonia Maciel Monteiro,
O
AVISOS DO CORREIO.

Paquete Atlante recebe as mallas para
o Norte boje 3i do correte pelase; horas
da noite.
, O Paquete para o Sul sae no dia 5 de
Abril, e nao no dia 25, as mallas >o entre-
gues a 4 pelas o horas da noite.

NAVIOS a CARGA.
PARA J HA til A.
O. ./ ..;*..
Patacho Carolina segu viagem no
dia (> de Abril prximo; quem no mesmo
quiser carregal^o ir de pass^gem dirtja-so
ao armasem de Agostinho Eduardo Pnn,
junto Alfandega nova.
VENDAS.
LJ M escravo, oficial de'Spateir: m roa
Jo Livramento loja" de couros de Jos An-
tonio de Barros, ou na cidade de Olinda 4
cactos casa n. i4-
m Um dito crilo, 20 vanos, oleiro, ca-
noelro e copeiro: em Olinda ra da biqui-
11 fia cefronte da mes:*-*, caja n. 43.
Urna dita, denaco, ladina, cosinhi o
ordinario, ensaboa, engoma sofrivel.nen-
te: ilharga do Livramento uo 1. iiau



dar do sobrado D. 20.
_< Una dita dita, moca, mestra de pao de
lo\ e boliiihos, ensaboa engoma, e cose
chao : no beco da lingoeta n. 3.
,-. Na botica da ra do Rosario D. 11 :
190 libras de t a marinos proprios para em-
barque, e garrafas de charope do rnesmo
para limonadas, por preeo commodo.
Na loja de tartarugueiro pateo do Car-
ino n. 2 : pentes de tartaruga feitos na tr-
ra, de toda a qualidade, e da moda : tam-
ben! se faz qualquer concert deste ge-
nero.
_ Quem quiser comprar urna porcao de
toros de lenba de mangue pode ir exami-
nalla abordo da Escuna Mocuripe Aindiada
ao pe' do trapixe da Alfandega velha, e
tratar do ajuste na ra do Vigario casa n. 8.
\ ;_
ee
PERDA.
P
Erdeu-se a 26 do corrente desde a ra
da Roda ate a direita, una coraes de braco
na loje de lou^a e vidros da ra do colegio
ALUGUEL
'A
_A.Luga-e um sitio bem perto da Praca,
com boa casa de sobrado, tendo bastantes
commodos para urna familia grande, e em
boni estado, urna baixa de capim, e mui-
tas arvores de fruto : a pessoa que o per-
tender dirij-*c a. ra da cruz u. 7.
ACHADO.
\JVem perdeu um tonel de embarcacao
procure na casinha chamuda porta d'agoa
no caminho do Fombal.
FURTO.
A
a8 do corrente furtaro a um preto no
Atierro da Boa-vista os seguintes objec-
tos : dous taxos, um de quatro libras, e ou-
tro quebrado, um caixo com as imagens
de Sra. do Carmo, e S. Maria Magdalena,
urna coroa grande de prata, outra pequea,
um ferro de engomar, urna cortina de cassa
de listas, duas garrafas e um frasco brancos
quem souber delles noticie na casa da quina
do beco de Joao Francisco para a ra do
Arago, que se agradecer, Declara-s e que
aquelles gastes sao pertencentes aos O raos
Alaria do Carino, Joo Oalisto, e Maria
Magdalena.
AVISO PARTICULARES.
VRecisa-se de urna ama de leite : na loje
de fdsendasn, 5j\ ra da cadeia velha.
_ Precisa-se de urna Pessoa capaz de
zelar urna casa que saiba bem eozi-
nhar, que nao' seja moca, nem bran-
ca ; quem estiver nesta circunstancia e
quizer sugeitar-se a ir para Goiana ,
dirjase ao sobrado dos quatro cantos
da Boa-vista que achara com quem tra-
tar
hh CDezeja-se fallar com o Senhpr Joa-
ao' Henrique Sprinoh, Alemao' na Cida-
de de Olinda junto ao Palacio Velbo.
Precisa-se, com toda a instancia, de
umamulher para tratar com todo aceio,
disvello, e caridade, de urna pessoa grave-
mente enferma 11 esta Praca: a quem con-
vier, e prehenxer estas circunstancias, pa-
ga r-sellie-a com generosidade: na ruado
Crespo D. 3, aonde se podero dirigir, a
per tendentes.

ESCRAVOSFUGIDOS.
T
. heresa, Angola, 38 annos bem preta, c
feia, a qual sendo penhorada pelo Coronel
Manoel Correia de Araujo, foi arrematada
por Guilherme Patricio Biscrra, que a yen-
deo a Jos Mauricio de Oliveira Maciel :
consta andar pela freguesia do Limoeiro e
tal vez tenha procuradq a companhia de
Antonio Ferreira Coimbra: a seo sr. na,
ra do Livramento n- 22, lado esquerdo,
que dar 16$ de gratificado.
^_ Antonio, Cambiuda 3o annos, bem
preto, estatura regular, cheio, pouca barba,
ailar miudo, no brasso esquerdo junto ao
ombro urna cicatriz de talho, e em ambas
as nadegas urna malha branca ; fgido a
15 meses do engenho Alto de Joao Felis
reguezia de Serinhem no niesmo engenho
ouno sitio da Pirangafreguesia da Vaize a
Jernimo Barreiros Rangel.



\i
ya^i'
PERNAMBUCO NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA. i83i.


1
n


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*(d&fi med, qiie Valeo-s de scmelhantc 1s*igtiatura stipposta, quando bem eerto estamos, que nao lie tabieiro, lacou mao de algumas expressoes gentes pan nos iuimizar, csporcando o amor proprio dos hornees, que viven doeoimnercio. Qunrido se frtlia vagamente da ignorancia v. g, dos Taberneros, nao se deve entender, >que un, oii otro 5o seja mas polillo, etc. a pesar de que ordinariamente os Taberneros nao sendo homctts, que se dedicassem acuitara das tetras mas fcilmente podem ser ¡Iludidos, tfeyem verdade o que tei feto Cruzeiro/a respeito del les, va leudo se da sua simpleza para es chamar ao partido do absolutismo. f*orem sil ida as?im, quando fallamos dos Tabcmeiros, ned incluimos esta classe, como quer o Correspondente do Cruzeiro, aquellas que sendo doaos das tabernas, nao esta nelbis a vender; pois una dos outros fasein tanta diferenca, quantia vae docaxeiro ao amo, que o que sao em comum os proprctarias dellas dos que esao ao balead: un mercador de bois faz muita iiiTerenca do earnieeiro, que reparte a carr.e em pezos. Ora os Taberneros, como se d re entender, sao -howens, a quem nao* se faz injuria chamar ignorantes, entretanto qa os Cercadores vivem em mlhor rodi, tractao' com gente mas 'polica, pens a o' por si, c nao' pela anctoridade do Cruzeiro. So pois o espirito de intriga muiviJ,e ridicula subsministraria a esse Sur. que assignou-se Taberneiro, a idea de querer tornar-nos odioso a ciaste dos Mercadores, coutra a qu:il ainda nao apparecco insulto algum em este Jornal. E'preciso fallar beni claro aessa gente, e dar ura golpe decisivo em siras diarias aCti'manhas. Nao julgue o Cruzeiro, One nos importo os arrufes dste ou d'aquelle la* berneiro, que dei san do se levar da intriga, mndese despedir do nosso Diario: essa disforra em nada ser capaz de desconcertar a berdade Constittional do Brazal, a cujas sagrada Causa nos temos votado de todo o cortead. Se os jortialistas, secundo misrrima Lgica do -Cruzeir o,'fossem bridados a trazer un pnnuo na mao afin de nada esrreverem, que podesse escandalisar aos seus subscritores, netnlutni daquelles poderia escrever para o ; t *-ub!io\> por meio de sirbscripc&es ; porque na lista dos subscriptores entrad homens


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AWO DE I83I. QUINTA FEIRA3i DE MARCO. NUMERO n IMAM BI'VBIHAUIBID'C Snbscttve-t* mens al mente a 6 |o reit pagas adiaaladnt, t* Trpografta Fidedigna, e en cata do Editar, r Direita, n 67 ; em enjo tu*ire< t m'te n te ruceierdi et'retpo'ideaciat, e anuncios: estts Inserem-te gtatit, sendo de attignantes, vindo atsignadot, c eitm o lugar da morad*, • ¡era > publicaiat no di* imnediato tU da entrega, senda esta feta al meto di* ndo rezumidot. PERNAMBUCO; NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA, RA DAS FLORES, N. l8. l83l. RTICOS D' OFFICIO. ACabo de ordenar ao Commandante Interino das Ordenanzas desta Cidade, e ao Juiz de PazSupplente dessa Freguesia, que hajo de dar todas as providencias, que estiverem ao seu alcance, para a prizao dos Saltiadores, e Assassinos, de que V. S. trata ern seu Oficio de 9 do corrente ; sendo tobem necessario, que V. S. coopere, quanto for possivel, para o dito fim. Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de Pernambuco 10 de Marco de i83i —Joaquim Joze Pinheiro de Vasconcelos •-• Sur. Jos Francisco Pereira da Silva, Commandante da Povoaco de Jaboatao. — lllustrissimo e ExceIJentissimo Senlior — Constando-ine por Oicio do novo Ouvidor da Comarca do Certo, que aqiiel.Je Termo se acha tranquillo, e teidb no traetados sobre a miidanca do Destacamento, que ali se acha, colocado no Brejo da Madre de Dos ; cumpre-me communicar a V. Ex. que o deve mandar retirar, em quanto nao eiitia a estaco invernosa. E, se a expend i 1 mostrar, que elle se torna indis•• pensavel para manutenrao do Socego Publico, e as Auctoridides do Lugar o requesitrem, ira ortro. Dos Guarde a V. Ex Palacio do Governo de Pernambuco 16 de Clareo de r83i — Joaqnim Joze Pinheiro de Vasconcelos -< IHustrissimo e Extellentissimo Sur. Bentb Joze Lemenha Lins, Commandante das Armas Interino desta Provincia Foi prezente a este Governo o Oficio de V. S. de 6 de corrente, partecipando haver tomado posse do Lugar de Ouvidor dessa Comarca em o dia 22 de Fevereiro prximo passado ; e bem assim de nada liaver na mesma, que perturbe a tranquilidade publica, e uecessite de extraordinaria providencia do Governo. Fico certo de que V. S.etnpregara todos os esforgos, e zello pelo bem publico para que essa tranquilidade nao seja alterada, e continuem os h afollantes do Termo a vi ver em paz, sendo guardada sua seguranca individual, e de propriedade, respeitadas, e obedecidas as Leis. Julgando, pelo que V. S. expoem em seu dito oficio, nao ser absoluta neite necessaria a conservadlo do l)*st ieunen • to, estacionado no Brejo da Madre parecer desordens, que perturbio a trauqoilidade dos Cidadas^ motivad-i; pe] > Tenente.Francisco Antonio Bucrr • d Arj ti'haria Miliciana, Qonforme me comn ira o prezidentcte di. Provincia (las Alagos em. Oficio de 12 de Fevereiro prximo pausado, remetendo-me por copii a repreyenjar cao inclusa, que IJie dirig" o Tenerte 'k.\r >nel Joo Baptista deAraujo, Qomai nd.inte dp Bataho N. 9 7, 4t5egurda.Liji|i? daquela Provincia ; cumbre (|ue V y S. a\i-.!,i di referida reprezentaco ; me iaforpie eircimstanciada mente, nao so sobre o estado actual desse Lugar, como (Lis proyidencijiK, que te'm dado acrea dos ausa.s-.inos, que abi acontecerao ; c>iforme Pie 'i recommendado em Oficio de 22 de Fevereiro do corrente auno. De>s Guarde a V. S. Palacio do Governo de Pernambuco G de Marco de 18 3 i -Joaqui m Jos Pjubeiro de Vasconcelos— Senbor Doutor Ouvidor p;! 1 Lei desta Comarca Joaquim Aires de l.meida freitas. ^ No Cruzeiro nao aparece se na? mentiras, intriga, eimproperios: ess ente do Japab todas as vezes, que insulta h.V mntindo ; e quando nao pode mentir, intriga. <$o Cruzeiro N. 60 appareee om 1 Gorre^poadencia assiguadd — o Taberucii o



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.t*~ %  H %  MI mm (2$$) iadeiras espadoens, pistolli e focas-de ponta a cuja Cornpmhia passou revista na k y de Defccrhbro pp. Lima tal creaco, que sendo obra do outra qualquer authoridade da Provincia seria sempre urna arbitrariedade sera cxemplo, tanto mais dcspottds aterrori/adora por ser da hura homem reconhecidameute absolutista que se ufana e gaba de o ser que ameaca todos os habitantes do sen termo s por falarem era ConstituicaO, prometendo-lhcs perseguilos, como na verdade o faz e que manda dar rodas de pao em homens livres: pelo que fica bem claro, cjue elle tem binistras intencoens quedeve.n redundar em dobrada oppressao dos Povos, alera da que sotrera j pelo s facto da creici desta Companhia. Eu reclamo pois mu seriamente da Constitueiondidade do Ex. Se. Prezidente que mandando ouvir a Ca^ mar desta Villa de Santo Anta, e Juizes de Paz respectivos tome algtma providencia sobre este attentado para que os rteos compatriotas do mito nao se persu niara que a ninguem podein recorrer na afflica; para que este liomem nao continu a insultar-nos e a fa/er nos perder a paciencia. Assim o espero uara consolacad' de todos c entre tanto, Sr. Editor ja que estou Com a rauo namassa contar-lhe-hei ni ais ura ficto deste capitao-mor e nao abuzarei mais da sua paciencia* Um credor do irmao deste Cip¡tao-mor pertendeo cobrar a sua divida, e o bom do irmao respondeu, que Ihe nao paga va naquella oucaziab, e que o mantlasse citar : o hornem chamou-o ao Juiz de Paz, que o tnandou notificar por urna carta, mas o Capitao-Mor snbendo disto mo.strouse mal servido pelo Juiz de Paz ameacou o Escriva5 jurando fazer-lhe conhecer o sen erro, mmediatamente mandou avizar o m-dor da seu irmaO para levar hura oficio l'ajau de Flores, nao apioveitanda o esta-' do de molestia era que se acliava a'que)fe credor que teve de marchar para Pajau, pelo temor das furias do Capitao-Mor que %  testas jornadas ja* fez morrer um tal Luiz Ferreira que estando mortalraente infermo oi por elle obrigado a fazer a viagem que nao acabou. Findo aqu Sr. Editor, i ando-rae muito que dizer. Sou etc. %  EDITA kV %  O n-wtorThomaz Antonio Maciel M#nte • r > Frdago cavalliPro da Casa imperial Prrff 8v: } na Ordem de Cbristo do RjoembargodeS. M. I: seo Desembarga* jr aa Casa da Suplicacao cora exercicio na Rea cao.des ti Cdade, Juiz co* Feitos da Coroa e Fasenda por o Mesmo Sr. que Dcos Guarde. -F A90 saber, que se hade arrematar a queni mais der lindos os das de Lei, em praca. Publica todos os bens secuestrados a Berricwdino Jos Serpa por a Fasenda^ Publica que consta de mima armaco de venda nat Cidade de Olinda, varios eTeitos da mesma um escravo, ura cvalo, e alguns bois, e va cas, uina casa no Guadelupe, .metde de outra na ladeira d>i Misericordia, e um sitio no lugar d'Agoa fra, como tudo m?lbor se vera'do Escrpto do Porteiro, ou no Cartorio do Escrivo que este cscreveo. Reeife 3 de Marco de I83I Joaquim Jos Ferreira de Car va UTO Escrivo oescrevi. Thoniaz Antonia Maciel Monteiro, O AVISOS DO CORREIO. %  Paquete Atlante recebe as mallas para o Norte boje 3i do correte pelase; horas da noite. —, O Paquete para o Sul sae no dia 5 de Abril, e nao no dia 25, as mallas >o entregues a 4 pelas o horas da noite. NAVIOS A CARGA. PARA J HA til A. O ••• %  %  • • %  ./ ..;*.. Patacho Carolina segu viagem no dia (> de Abril prximo; quem no mesmo quiser carregal^o ir de pass^gem dirtja-so ao armasem de Agostinho Eduardo Pnn, junto Alfandega nova. VENDAS. LJ M escravo, oficial de'Spateir: m roa Jo Livramento loja" de couros de Jos Antonio de Barros, ou na cidade de Olinda 4 cactos casa n. i4M Um dito crilo, 20 vanos, oleiro, canoelro e copeiro: em Olinda ra da biqui11 fia cefronte da mes:*-*, caja n. 43. Urna dita, denaco, ladina, cosinhi o ordinario, ensaboa, engoma sofrivel.nente: ilharga do Livramento uo 1. iiau


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dar do sobrado D. 20. _< Una dita dita, moca, mestra de pao de lo\ e boliiihos, ensaboa engoma, e cose chao : no beco da lingoeta n. 3. ,-. Na botica da ra do Rosario D. 11 : 190 libras de t a marinos proprios para embarque, e garrafas de charope do rnesmo para limonadas, por preeo commodo. — Na loja de tartarugueiro pateo do Carino n. 2 : pentes de tartaruga feitos na trra, de toda a qualidade, e da moda : tamben! se faz qualquer concert deste genero. Quem quiser comprar urna porcao de toros de lenba de mangue pode ir examinalla abordo da Escuna Mocuripe Aindiada ao pe' do trapixe da Alfandega velha, e tratar do ajuste na ra do Vigario casa n. 8. \ ;_ • ee PERDA. P Erdeu-se a 26 do corrente desde a ra da Roda ate a direita, una coraes de braco na loje de lou^a e vidros da ra do colegio ALUGUEL 'A _A.Luga-£e um sitio bem perto da Praca, com boa casa de sobrado, tendo bastantes commodos para urna familia grande, e em boni estado, urna baixa de capim, e muitas arvores de fruto : a pessoa que o pertender dirij-*c a. ra da cruz u. 7. ACHADO. \JVem perdeu um tonel de embarcacao procure na casinha chamuda porta d'agoa no caminho do Fombal. FURTO. A a8 do corrente furtaro a um preto no Atierro da Boa-vista os seguintes objectos : dous taxos, um de quatro libras, e outro quebrado, um caixo com as imagens de Sra. do Carmo, e S. Maria Magdalena, urna coroa grande de prata, outra pequea, um ferro de engomar, urna cortina de cassa de listas, duas garrafas e um frasco brancos quem souber delles noticie na casa da quina do beco de Joao Francisco para a ra do Arago, que se agradecer, Declara-s e que aquelles gastes sao pertencentes aos O raos Alaria do Carino, Joo Oalisto, e Maria Magdalena. AVISO PARTICULARES. V Recisa-se de urna ama de leite : na loje de fdsendasn, 5j\ ra da cadeia velha. Precisa-se de urna Pessoa capaz de zelar urna casa que saiba bem eozinhar, que nao' seja moca, nem branca ; quem estiver nesta circunstancia e quizer sugeitar-se a ir para Goiana dirjase ao sobrado dos quatro cantos da Boa-vista que achara com quem tratar HH CDezeja-se fallar com o Senhpr Joaao' Henrique Sprinoh, Alemao' na Cidade de Olinda junto ao Palacio Velbo. Precisa-se, com toda a instancia, de umamulher para tratar com todo aceio, disvello, e caridade, de urna pessoa gravemente enferma 11 esta Praca: a quem convier, e prehenxer estas circunstancias, paga r-sellie-a com generosidade: na ruado Crespo D. 3, aonde se podero dirigir, a per tendentes. ESCRAVOSFUGIDOS. T heresa, Angola, 38 annos bem preta, c feia, a qual sendo penhorada pelo Coronel Manoel Correia de Araujo, foi arrematada por Guilherme Patricio Biscrra, que a yendeo a Jos Mauricio de Oliveira Maciel : consta andar pela freguesia do Limoeiro e tal vez tenha procuradq a companhia de Antonio Ferreira Coimbra: a seo sr. na, ra do Livramento n 22, lado esquerdo, que dar 16$ de gratificado. ^_ Antonio, Cambiuda 3o annos, bem preto, estatura regular, cheio, pouca barba, ailar miudo, no brasso esquerdo junto ao ombro urna cicatriz de talho, e em ambas as nadegas urna malha branca ; fgido a 15 meses do engenho Alto de Joao Felis reguezia de Serinhem no niesmo engenho ouno sitio da Pirangafreguesia da Vaize a Jernimo Barreiros Rangel. ¡ %  \i„ ya ^i' PERNAMBUCO NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA. I83I. 1 n