Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01128


This item is only available as the following downloads:


Full Text
V i *
SEGUNDA FRA a. DE MARCO.
S
NUMERO 63

flMAMMiG
s

rERtfAMBCJC; *A fYPOGRAF FIDEDIGNA,
- --


RA DAS FLORES, N. JSV ffl
:.-,- ARTIGO D'OFFICKX
>.
Acto da stima Sesso Ordinaria do Con-
selho doGovernd em i 5 deM*rco de
i3r, presidida pelo Excelleiitissimo Se*
nhor Prezidente Joquim Joz Pinheiro
de Vasconcelos.
.
,
Charao-se reunido* ds Snhorcs Conse-
heiros Francisco de Paula Cavalcanti de
Albuquecque, Deao Bernardo Luiz Ferrei-
ra, Gervasio Pires Ferreira, Manol -Zef
rio dos Santos, Desembargado*. -Tilomas
Antonio Maciel Monteiro, e Doutoral Ma-
execucao cWArtigs 6, e 7 do Supradib '
Decreto. E ded-sc por finda aSssSo a
urna hora da tard. E eu Vicente Tilo-
mas Pires de Figueredd Camargd, Secre-
tao do Goyerno, e do Conselho a subs-
ere vi ^beguiao-se as asignaturas.



*
,<: .

EDITA!,
.

noel Ignacio de Carvalho.
'
0
Fi lida eappf ovada a acta da Sessao an-
tecedente.
Escellentissimo Sahor Przident a-
presentou um oficio do Secretario do Con-
selho Ge ral, acompanhado d parecer, da-
do pela Comm'ssSo respectiva, sobre re-
quisicao, que a Gamara Municipal da Vil-
la de Santo Ant havia feito, de urna Ca-
cara de primeiras Letras de Ensino Mutu-
d,. atua.de qu, era enformidade dele, se
dehberasse a esse respeito : E rezolveo o
Conselho; que cmo, riela Lei de 15 de
Outubro de 18.27, so era da, sua coupeten-
cia prover as Caderas, depos de criadas,
ofcnr. Prezidente fizesse levar a conside-
raco do dito Conselho Gera; que. logo,
que se faca nessa Cadeira de Santo Anto
alterco de Lugar, ou de mthodo*, se far
inmediatamente prover
Tratarido-se tSobeni de por iri effeito o
Decreto de y de Resembr doarmo ,>assa-
o, que manda estabeiecer urna Biblioteca
Pubica em Oiinda, nomeou o Conse-
lho, em virtude do Artigo 5. do mesmo,
os Negociantes Francisco Aritoruo deOli-
veira, Antonio Joze de Aniorim, e Luiz
Gonjes Ferreira, para Membros ca Com-
misso, que ha de receber a subscricao ;
as Obras, que se ofifercerem como arte
de^ fagote da Fazenda Publica ; e fa-
^ v'Y & "^^ ^S fJ*vros: ficano,o oSnr.
"vSS participar-lhes esta nomea-
4 r fi r' P"* nes,a ntelligenci, dar
-
A cmara Municipal dest Cicd do Re-
Site, seo Termo etc. ~ r
TAz saberaosqueo prczehte virem, e
de/Je noticia ti ver m, que se tem levantado
al lanta.de uova Construyo da arruinada
Fonte do Recife, cujo oreja ment .he-da
quantia de ai:ijoo5o3 4[5, econvida a
quaes quer pessoaff que pertenuao arrema-
tar a msma Obra,.a que comparectf n<
casa daa Sessoes tn todos- os Sbbados
uteis, advertindo, que se had^arrmtar a
quempormenosafizer, mlhores vant-
gens ofFerecer. Portanto marida afYixar o
prezente pelo praso de 3o dias noslugares
pbhcos,-e inserir no Diario, juntamente
com o orcamento, poden co a Pian ti ser '
vista em poder do Secretario, onde se a-
ch,. Caza da Cmara Municipal do Recife
11 de Margo de i83t m Antonio Joaquim
de Mello P. Joze Joquim Bizerra Caval-
cante de Albuquerque, Mahoel Joaq.iim.
Ferreira, Joze Antonio Esteves, Joze Go-
mes Leaf, Francisco de Paula Gomes dos
bantos, Antonio Elias de Moraes.
RgAMENTO
Da reforma da Ponte do Recife.
Madira?
16 Madres de 44 palmos ..
de comprimento de leple-*
gadas de face postas no fugar
cia Obra, a 34$ooo reis a
64- Estaos de 5o palmos
de comprimento de 16 po-
legadas d%.dimetro a 40$

-

544^ooo


A'
m
-
>oma
2:56ogjooq
3:1 o4i#oo
i
\
z1
1
wm
-v



r^r\*+
52


(soai)
"NO
Transporte
3q Esteios de 4o pal-
mos de comprimento, e de 6o
polegadas dediametroa 3o$
:55-".rinJia d; 4& a 5
palmos de compri mentle
12 polegadas de face a 15$
4o Varas de 4& pajinos
de comprimeiite, deo 'f ele-
vadas de face la?'
6eo Estivas depois de des-
empeadas devem ficrcm
6 polegadas de face e 4
palmos d comprimento a
4o" i '*
a4o' Estivas depois d des-
empeadasoeieti ficar'm.6
polegadas de face, e 5 pal-
mos de comprimento a 7*200
i48'Pasires de. 8 palmos
e meio de comprimento e um
de face de secupira de merim
Jivre de todo o banco a i ,6oo
629 Travecas de 12 pal-
mos decomprnnnto e 4 po-
legadas d face a 6f\ '
92 Travecas de a> pal-
mos; de comprimento "4 po-
legadas e face a i 000
! 38' Tbas Je amrllO do
3o. palmos ci comprimento,
i > i? polegada df grocu r
para guarnecer as caberas
das Madres, e bancos fe Y:
sent 3ooo
17 Taboas delouro, de 2
palii>ps 4 poleadas e Jar-
comprimento para, cbhr as
!Hcdiis^ parte 3io4$ooo.
900^000
) 3 1 .
8254(000
48o$ooo
Transporte
Dito
11:722^160 / 1
":
64^333 u3


79^000
3:84oJooo
-- >
1:728^000
a36$o8o
-
3773880
:
92^900
Para abrir 148 pilastres,
hum bom Carpina *d>re dois
prda; sao 79 jonies a
1,000 rs *
Para abrir 182 mexasde.o
polegadas de cum primen to, 3
(k largura, e 6 de fundo;
hum bom Garpma abre 8 por
dia. Sao 22 6j8 jornaes, a
1,000 rs. : ; *
Para lavrar e desempear
16 madres a 1,280 rs. *
Para lavrar e desempear
55 .linhas de 4o a 5o naJmor
de cumprimento a 1,280 rs
Para lavrar e desempear
4o va&os de 45 a 00 palmas
de cumprimeuto- a enx/a
16,000 rs. a
Para lavrar, e desempe-
ar 84o estivas de 44 a ^
palmos de cumprimento, a
enxo a 880 rs. 73>200
Para lavrar, e desempear
a enx i48 pilastre* a 2^0 "'
rs. .*, to 35;520
Para lavrar, e desempe-
ar a enx' 713: trayessas^e;
12 palmos de cumplimento a
200 rs. ..... *> i42#oo
22^766 ija
.
70j#4oo
I
64ooo
1 14;$000
Somroa
i'^?sM
ai
40
K
Soma
24M$Q
11:722^160
:
Ferraoe*.
Mao de obra.
-
i34 Mexas que se deve
abrir as madfesdi palo-
mos de cumprimento, 6 po-
rgadas d tafgur, e S d
fundo. Hum bom uMmiM
.bre 6 mexas por! da,- s*b r
22 il3 dejornaes* i^ooors. '*
Para preparas?rm 9MI*p*>
tesi^di^s, nm bom.eai^
pa prepara dual caicas p&
dia, sao 42 tmif&tm* *
Sonnna
)4 Calcados de ferro pa-
ra os esteios a 6,006 rs. t>64$ooo
l56 Cavillias d ferro de
humh polegadff de grossira, e'
12 d cmprimeto a 56o
rs. a
12 Chapas de ferro para
as caberas dos esteios 3,ooo
rs.
8736o
, l.> >.';''
36#ooo
22^33i ijS
,. ^ .. .

42P,
644333 N
Sonuna
6,000 Pregos botis (011
caxaes de cabera redotda) a"
2,0oors. t':
428 Duzias de tornos de
pao a 24o r. ^- 102^720
'1 ^ "
12^000


ty
So 111 ma
Somma




***
(253)
W
i
i
13:648^319 56
*----------------.----------
>
.
47#oo
720^000
172*3800
5288 Buracos para tor-
nos, contado hum por outro,
hum bom Carpina, abre 24
buracos por din. bao 22201 [3
jornaes a 1,00o rs. a20$333 i j3
Para apontar, efasersegu-
ras as calcadas de ferro nos
<)4 e&teios, hum bom Carpi-
no prepara 2 por dia. Sao
47 jornaes a 1,000 rs.
6 Carpinas para formar
de novo a ponte no espado
He 120 dias que fazem 720
jornaes, a 1,00o rs.
120 Dias de bom Mestre
Carpina a 1,44o
Para formar-se de novo a es-
tacada se necessita de 20 ser-
ventes, por espaco de 120
dias faz 2,4oo jornaes a 32o
rs.
Para formar-se i5vezesa
ponte da Passage do *Povo, e
desmanxar a mesma, a 20,000
rs. a
Para se arrancar a estacada
velha; que deve ser arranca-
da do fundo, para neste mes-
mo lugar entrar a estacada
nova,tendo se primeramente
enxido os buracos de trra,
visto nao haver outro meio,
por se acharem em todas as
partes pedras das pontes Ve-
lha s. 20 serventes por espa-
do de 100 dias, sao 2000 jor-
naes a 3aors. a
Para conduccao das ma-
deras, macaco, e obra dest
se al*>nara' 16 Calcetas
diariamente ate acabar a obra,
alias 12 serventes por espaco
de 12C dias, que fazem i44<>
jornaes a 3ao rs/faza quan-
tia de 460^800 rs,
Para balea e outra frra-
menta JL
778^000
3oo$ooo

64o$ooo

5oo$ooo

Somma
3:49%J853 ifi
17:141^173 "i\6

Obras de pedreirO.

ri^csicohcertos do9 pes.
r-(]\i0 WicVa ponte velha
"; pi. jlheiros de tijoloe de
'
A'^
V !
Transporte.
1.7:141^173 i[6

io##oop
76^800
la dril los a 18,000 rs.
124 Alqueiies de cal de
Olinda a 48o rs
60 Jornaes de Pedreiros
a 14,280 rs.
120 Jornaes de servente
a<3ao,,i!s. .3^4oo
20 Alqueiies de Ujoio em
po'a 19.80 rs. a56oo,
16 Canoas de areia dea-
goa doce 3,60o rs. a5$6oo
4 Canoas d'agoa doce a
5$io
1,280 rs.


Administra cao'.
a feitorisaejao desta obra
que he de 120 dias dentro
dos quaes, se deve concluir
a. obra, sendo principiada
em o 1. de Setembro des-
te anno, que serio ra'
Jornaes, e de Administra cao,
por dia a 1,280 rs.
go4<>
C
i53$6oo
Soma o Orcamento 17:
Como o arrematante deve
ter lucro dos fundos quede-
ve mpregar, se Ihe dar 2.0
por 100 sobre o Orcamento,
visto ter huma despesa d ma-
sde doze contos de reis,
antes de principiar a obra,
Ji3[6
.
ia
que fas a quantia de
3:526$6()o 3
.,>*
.
Soma total Rs. ai: i6o#5o3 4p
.
Importa o Orcamento da obra em des-
cete cntoa seis centos trinta e tre mil,
oito centos e treze, e urna sexta parte db
res, juntando a esta o premio de 20 por
to, fa$ a quantia total, de viute e
hum contos, cento secenta mil, quinhen-
tos e tres, e quatro quintas partes de
res.
Asmadiras para as pontes da passaf^ do
Povo serao emprestadas pela Reparilgo
das Obras Publicas d'esta Piovincia, e se
por acaso nao forem bastantes compii:|us
os esteioSj neste caso se abonar 1 o esteios
de 54 palmos de cumplimento, a 8^000 rs.
cada hum fas 8o$ooo rs.
Hm ou dois macacos com sus perten-
ece tudo em bom estado, sendo cada hum,
suppridocom o* acus; competentes spos.
J.Bi oiiwrtmalartts paswra! recibo ao Ins-
pector das obras Publicas, que. 4*r* por

.*




ernprestimo os referidos macados com os
seiis pertences, obrig; ndo-se o arrematan-
te ii restitu los' no mesmo estado em que
os rereher. '*
Hii'm gancho' de arrancar'os esteios ve-
llios, com tririta tararas "de amarra de tr-
ro, e alvatenga' para lastrar, ser empresa
tado no arrebatante,' pela Intendencia da
Magnolia, e sera' elle responsavel qnando
fbr damnificada algum ti es tes objectos,- a
pagar a sua casta o daino, e assim se Ihe
emprestara' 2 tal lias doferadas guarnecidas.
4 v '
lnstrucqes para o.Arrematante.
A ponte sera* feita segundo as Instruc-
coes, e medidas da planta, no Orcamen-
to declaradas, debaixo da Inspeccao de
hum dos Engeidieiros, que se achao nesta
Piovincia, escolhido ,pe)a. Cmara Munici-
pJ tiesta Cid a de, .
i. Todas as, madeira? serao derrabadas,
3 niezes antes dese.meteremem obra, para
nao fiearem brsio aquellas que sao sujei-
tas a isto, e outras para nao derninuirem
depois de se terem metido -em obra, como
tem acontecido.'com todas ak.pQn.les, e por
esse motivo enflaquecidas.
i
a., Todas as madeira? (serao das se-
gliints qualidades, para os esteios de im-
beribe preto, ou de ruiro; para madres,
b has, Cstivas,e vasos, pao d'atco, :biiral>',-
sieupira merin', coracaO denegro, piqui',
massaranduba,. pao ferro, e angel ni amar-
gosa, para pHastres,' e travessas, sectfpira
merim.
,( 3. Todas as madeiras serao Iavradas
de qtiatr fees; as travessas, pilastres, va-
sos, estivas, linhas. sero todos desempe-
ados sobre o esq la dril lio, e iavradas a en-
xo', de quina viva, o resto das madeiras Ia-
vradas a machado livre de avaeos, e de-
7 inpnadas, e todas devem ter depois dis-
to, hs groisuras indicadas no Orcamento,
na planta.
4 O resto das madeiras serao tiradas
da ponte \e\hn e as arruinadas fien rao para
a rndemnisatao do trabalho de desmanchar
n ponte velha.
5. As linhas na parte superior, serao
tiradas as -quinas; pHa trceira parteda ma-
deira. Ueando somente para oassento das
estivas, evitaiido-se juntar neste'lugar de-
psitos de cisco, que causao darnno. .
6. As cativas serao-' Iavradas pela su-
perficie de 6 pnlogadasde largura, em-
bdxo a onde assentao sobre as linhas, terao
nUente f) i[>, para a livre passage dos cis-
(xteda ponte, sero seguras por tornos as
stWiidadcs, as lirihas n'imia sim e
ontranao.
y. P As madres que sao postas sobre
os pes direitos da ponte velha, se melera^
por bai.xohns pedacos de madeira, para
serem suspendidos, e nao postos sobre pa-
redes, aonde quase sempre n^bdiecem.
8. As c*becas tas madres xpostas
ao tempo, devem ser guarnecidas de tabo-
nsdeamarelo de i )2 p'olegadn de grossura
para nao se arruinaran* o. alias de cobre
com que se forrao os navios.'
9. As escoras devem ser forradas de
louro, isto he, a parte, que ,se enterra na
parede dos pes direitos, por ser esta a ma-
deira que se conserva na cal.
10. os tornos de pao sero feitos de
buiabu', ou sieupira mCrim, e nao tornea-
dos^ como se costUma, sim feitos a forniao,
as estreihidades mais grssas do que o m-
io, para cJyunar as maderas. Os tornos
pura as obras de linhas, pilastres, sbreos
vasos, escoras, estivas, sern 5[/ de po-
legada, e para asgajaras, e travessas, sera
de 3[4 de polegada.
u. Os pilastres serao bem aphima-
dos por todbs a lados, e quebras as quinas
somente de urna 1 [2 polegada.
12o As medias S( rao todas feita s pe-
la \erca parle tja gros ura da madeira,
antes de s ajuntarem, i?eiao passadas e'iii
alcatrao misturado com pixe para evitar a
humidad nestas partes.
'
Para a estacada se deve observar huns
poneos de objectos miudos, para se
adquiir bom resultado^
Os esteios devein ser a pon ta dos
1.
1 i[2 vez o eomP'nnento da largura do es
teio, por exemplo, se o esteio he de i 6" po-
legadas deve ser apontado pelo cumprimen-
to de s4 polegadas. 4,
2. As cabeqas dos esteios, devem ser
guarnecidas ccini huma chapa de ferro
para nao raxar com as naneadas do ina-
caco. .
3. Os esteios mais grossos serao apli-
cados para as extremidades, e algum poli'
co inclinados para a pnrte da ponte, nas
isto nunca deve passar de.3 polegadus por
cada o palmos de altura dos esteios da no-
te velna. *
4-' O terreno he muito cheio d pe-
dras da ponte velha, e se deve absolutamen-
te calcar de ferro os esteios para se evitar
trabalhos imencos, que dalii podem resul-
tar. K 9a pufritd, mostra a fatnra dos taes
calcos de ferro. .
:
Conditjoes.
A importancia da arreniatacao s
0
ao arrematante, em tres pagameul
J
',


--*.
(a5S)-.
. '
; V*

'fl

haoccasiao da arreW.tacSo; a.o qtfWo
envera obra em meto, V* <&**>
cada, que o arrematante sattsfez. plena-
mente, o qne ndica a pUnteyeCh-camento
da ponte sira* desonefado da flanea idnea
Jptatou de toda a Importancia da obra,
H Depois de fci.te- artematacao m
rematante nao ter direito de ex.glr alg-
ma inderanisaco, por qt.alquer UlMMfJ
,ccorra, W se por Monto de, guer a
for arruinada parte da obra, qne ja esteja
prompta, se attendera a sua que.xa .
V Os estelos podem ser forrados de cobr^
. desde a sonda, att.e a altura da mare clieid,
para evitar a ruina do caramuge, e em ea-
io tal deve ser oreada a despesa- Archivo
Militar i a de l'evcreiro de ,8j1-
Jacio Bloem Mawr do I. C. de Ertgenfmro^
N. B. De novo ltimamente examinado
, madeiras, que "'^'T Jf "acbe
Ponte da Passagem da Magdalena, ache.
que a qualidade de Angelim amargor, n*o
ft diquela quandde'de rejMenC.H quem
deve uzar para constru &*tf2*
o neste orcamento, acha-se ^""g
qualidade, 6<* excluida^ 1*kS
jWe nova. Recife o. de de Marcoi83t.
liloem Hfa'(>.>. Engenlieiros.
Definido e expljcaccw importante.
m nos* correspondente nos diz,
que havendo no 2**^!fi^
o quer que fosse sobre lederacos e hberaes
deVotequim, o qne *^
altados ; elle adverte; que nos hoteqo.n
tombem "se prega o .farfuttaMjeJ mod*
*nrfcn p me os prgadores de todas e.*sas
Ztrinas aehSO ai Ltes e adherente,,;
que dali feto Ufa) muits exaltado* para
ranxo dos moderados, edeste
?ro extremo; qne afinronte elle nlo
moderados, se os absolutista*,-; nos K>ga
nscreva,nos o seguinte art.go da sent.nel*
ao que nos prestamos, comquartto cstejy
mo %r udidd, quea ftttp* dos qne
oste W d moderados nSomerecen, sef
definido*, eotnb Wfez b bonVPatnoto Reda-
ctor da Sent Ae* i iem t,los gde.nter
rntrepde destebrajoz* *#*
todos, L por no, ou por quaiquer eir-
IOUOS, MI | RW s6| ^ J,0_
Es o artigo.
m Multas pessoas detejam saber o que
significa esta pajavra o, i /obrados -
por Uso he necessarto ^xplical-a. Cha-
mam-se Moderados, aquelles que por as .i-
da, agoismo, e comportamento civil algu m
tanto dissimulado, adulan o goveruo e
censu o povo eOsPatriotas ^
de pugna rem pelo beffl que se espera e p"
ei,.a d?esde a'peia execuCao das novas.nsu-
tuiqoes: ele. Os moderado* querem, qne
todos esperem pelo bem qne hade v,r da-
qui a cem annos, em quanto elles adulan-
do o governo, e ufando de ma *, v&o ad-
qnerindo em boa paz oftielos eunqnecendo
2 dominando desde agora. Os Moderados
sSo traidores ndirtrtos, porlsso mu. pe-
riberos : para ellesa, reformas prontas sao
X* mpraticaves, po.s reee.anl qne ll.es
rh,g,.em a caza. Os Moderados fazem ex-
Zlo pan, qnetudo continu n statu quo
Z do qual elles tiram ntd.dade ; if to he, no
mesmo' estado em que esto as eou/.as es-
perando o povo peas mndancas que as-e.r-
S as nos aeonteclmentos futuros po;
derso trazer. Porissd podemos d.zer, que
TModerados sSo inimigo, do bem eom-
mumedo melltoramento e prosper.dade
ponta dasnossaa ronzas; eate *pode
^erUntar, qne sao malvarlos qne eml,-
ralaTo andamemO dav reformas : v-
derados apoiaffl o despotismo .nsutonn-to
tracoam a patria cout a ma.s refinada
hvnoeriza; eis a razio porqne en b.ado
cintra Os Moderados, e recomend que
nn'uem se fie n'elles t)orque sao .una
"ariedade dos Camellos ; e que os tenham
Tor serpentes venenozas escond.das p rntre^ol: epof isso desde agora g.rt*
_ Alerta U >-
AVIZO
A Manhl terca feira, -a da correte. Im
sessSo publica da Reltaqio: pela pr.me.ra
vezpeneteaeo oa profanos pTecnto sa-
grado do Oriente fesemUrgatono.

!..
-



a r ..... '
Vice Consulado Portugez
Fao saber ao estrs das fe$
PortnguezS^.(*s rte^ Porto, que^ent. o
.00,0.1.0d trezdi*devem M^g^"'-'
Te ^ce Consulado os seus Passap<.rtes e
^^eed^Ur^RotoW^ Pringue
t


Ma


V
'-
>


(a56)
V
'-:
-
es, ou de. portos Estrangeiros o farao no
termo de a4 horas ; nao so para a .aprzen-
tago destes documentos, mas tSobem do
Manifest da carga, eguiarem-se pelo que
se hbUTer de determinar, tudo conforme
a; Leie e Ordens de Sun Magestadc Fide-
lsima nm Vice-Consulado de Portugal e>m
Pernambueo aos 18 de Marco de i83i.
Joaquim Bapthta Moreira
Vice-Consul.
A
A VIS DOCOfVREKX
PARA OMARAlSH/tO\
Escuna Sociedad Feliz recebe a malla
110 dia :4 do corrente.
LEILAO'HOJE.
'
xi.T3ordo da Sumaca Firmeza, funda da de-
fronte do caes da Alfandega nova se princi-
pia pelas 9 lloras do dia a fazr leilao de
carne secca do Rio Grande do S-1 por con*
ta de quem pertencer.
VENDAS.
- :
;
A/Uas Imagens de pedra jaspe, urna de S.
Joe, eoutra de N. S., obra rica e de mili-
to gosto, chegadas prximamente da Ba-
bia : na ra larga do Rosario, venda entre
as duas boticas D. 9.
No Atierro da Boa-vista D. 74 arma -
zem de Luiz Carpentam, Manineiro, xjue
foi contramestre de Julio Beranger, ha
trastes muito bons por presos commodos.
Urna poixjo de fardos de pao de al-
godo de Minas, ou fardo por fardp : no
irmasem de Romao da Silva Salles, praia
do Collegio.
_ Urna venda no melhor sitio de Eora
de portas, esquina do beco largo n. 186
Com porta para o becO, casa capaz para u-
ma familia, e poucos fundos : na mesma.
Couros de orna pintada, e sucuarana,
edelontra: na botica da ra do Rosario
D. 7. :
._ Duraque preto de cordo de muito
boa qualidade, ultima moda e gosto, na
ra da Cideia velha loja n. 37.
^ Urna escrava, 22 annos, 00a engoma-
nm
deira, entende alguma cousa de cosinh..
e serve para todo o servico de ra: anun-
ciase por este Diario.
*-> lira sobrado com cTiaos proprios, era
Oinda, ra do coxo, pertencentes ao Te-
nente Coronel Pedro da Silva Pedroso: na
ra do <:ogo esquina tel, i. andar se ada quem esta' autorisa-
do para fa7er a dita venda, que ser con-
cluida este corrente mez.

Vi
COMPRAS.
.



O.
Diccionario de Moraes, trceira edicao,
uzado:. anuncie-se.
.- :
AVISOS PARTICUnES.
Jl Precisarse de um liomem vre, que tra-
balhe deenxada,e saiba tratar, de arvoredo:
Quem esfiver nestas circunstancias dirija-se
a ra do Vigario n. 26. 2. andar.
Angela Gareia, faz seiente ao respei-
fcrvel Publico, que ella transferio a sua es-
cola-fie dan gaj)ara a ra do Vigario, esqui-
na do beco ooNoronha D. 3->, a onde se
propoem a ensinar a todos os qu qnizerera
utihsar-sdb seu presumo; igualmente dji li-
coes as casas particulares a meninos, e?me-
nias que queirao saber esta elegante arte
*h Mathias Gonsalves Guerra aviza aos
que quiserem comprar a sua mulher D. (;os-
ma do LivramentoQueiro/.o Egenho Cu-
eira, sito no Termo da Villa de Goiana, e
outros bens, que a dita sua mulher nao os
pode vender por estar em litigio com a-
nunciante, que obteve a seu favor Sentenca
noJuiso da Onvedoiia do Civel, que foi
confirmada na Relacao! e apelou da c\ue
contra elle sabio 110 Juizo Ecleziastico de
Olinda, e protesta uzar do seu dirito con-
tra quem os comprar.
NOTICIAS MARTIMAS.



Saludos no dia 17
Porto de Pedras; S. Conceicao da
Ponte, M. Ignacio Marques: em lastro. 1
passageiro.
-, Una; S. N. S. do Rosario M. Jer-
nimo Moreira : em lastro.
Dito; S. Desengao Feliz, M. Feliz %
da Costa : lastro. 2 passageiros.

PERNAMBUCO NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA. i83i.
-
1_L


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EBPT48WCC_NMUOL2 INGEST_TIME 2013-03-25T14:21:14Z PACKAGE AA00011611_01128
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES



PAGE 1

V %  %  • i SEGUNDA FR A a. DE MARCO. S NUMERO 63 flMAMMiG s rERtfAMBCJC"; *A fYPOGRAF FIDEDIGNA, %  -%  • RA DAS FLORES, N. JSV ffl ••:.-,ARTIGO D'OFFICKX • • *• • > %  Acto da stima Sesso Ordinaria do Conselho doGovernd em i 5 deM*rco de i3r, presidida pelo Excelleiitissimo Se* nhor Prezidente Joquim Joz Pinheiro de Vasconcelos. %  Charao-se reunido* ds Snhorcs Conseheiros Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquecque, Deao Bernardo Luiz Ferreira, Gervasio Pires Ferreira, Manol -Zef • rio dos Santos, Desembargado*. -Tilomas Antonio Maciel Monteiro, e Doutoral Maexecucao cWArtigs 6, e 7 do Supradib Decreto. E ded-sc por finda aSssSo a urna hora da tard. E eu Vicente Tilomas Pires de Figueredd Camargd, Secretao do Goyerno, e do Conselho a subsere vi ^beguiao-se as asignaturas. • %  %  %  %  ,<: EDITA!, noel Ignacio de Carvalho. '• 0 Fi lida eappf ovada a acta da Sessao antecedente. Escellentissimo Sahor Przident apresentou um oficio do Secretario do Conselho Ge ral, acompanhado d parecer, dado pela Comm'ssSo respectiva, sobre requisicao, que a Gamara Municipal da Villa de Santo Ant havia feito, de urna Cacara de primeiras Letras de Ensino Mutud,. atua.de qu, era enformidade dele, se dehberasse a esse respeito : E rezolveo o Conselho; que cmo, riela Lei de 15 de Outubro de 18.27, so era da, sua coupetencia prover as Caderas, depos de criadas, ofcnr. Prezidente fizesse levar a consideraco do dito Conselho Gera; que. logo, que se faca nessa Cadeira de Santo Anto alterco de Lugar, ou de mthodo*, se far ¡inmediatamente prover Tratarido-se tSobeni de por iri effeito o •Decreto de y de Resembr doarmo ,>assao, que manda estabeiecer urna Biblioteca Pub¡ica em Oiinda, nomeou o Conselho, em virtude do Artigo 5. do mesmo, os Negociantes Francisco Aritoruo deOliveira, Antonio Joze de Aniorim, e Luiz Gonjes Ferreira, para Membros ca Commisso, que ha de receber a subscricao ; as Obras, que se ofifercerem como arte de ^ fagote da Fazenda Publica ; e fa^ v'Y & "^^ ^ S f J vros: fi cano, o oSnr. "vSS participar-lhes esta nomea4 r oma 2:56ogjooq 3:1 o4i#oo i \ z 1 1 w—m -v



PAGE 1

r^r\*+ • 52 %  (soai) "NO Transporte 3Q Esteios de 4o palmos de comprimento, e de 6o polegadas dediametroa 3o$ :55-".rinJia d ; 4& a 5 palmos de compri mentle 12 polegadas de face a 15$ 4o Varas de 4& pajinos de comprimeiite, deo 'f elevadas de face la?' 6eo Estivas depois de desempeadas devem ficrcm 6 polegadas de face e 4 palmos d comprimento a 4o" i '* a4o' Estivas depois d desempeadasoeieti ficar'm.6 polegadas de face, e 5 palmos de comprimento a 7*200 i48'Pasires de. 8 palmos e meio de comprimento e um de face de secupira de merim Jivre de todo o banco a i ,6oo 629 Travecas de 12 palmos decomprnnnto e 4 polegadas d face a 6f\ 92 Travecas de a> palmos; de comprimento "4 polegadas e face a i 000 38' Tbas Je amrllO do 3o. palmos ci comprimento, i > i? polegada df grocu r para guarnecer as caberas das Madres, e bancos fe Y: sent 3ooo 17 Taboas delouro, de 2 palii>ps 4 poleadas e Jarcomprimento para, cbhr as !Hcdiis^ parte • 1:728^000 a36$o8o 3773880 : 92^900 Para abrir 148 pilastres, hum bom Carpina *d>re dois prda; sao 79 jonies a 1,000 rs Para abrir 182 mexasde.o polegadas de cum primen to, 3 (k largura, e 6 de fundo; hum bom Garpma abre 8 por dia. Sao 22 6j8 jornaes, a 1,000 rs. •: ; Para lavrar e desempear 16 madres a 1,280 rs. %  Para lavrar e desempear 55 .linhas de 4o a 5o naJmor de cumprimento a 1,280 rs Para lavrar e desempear 4o va&os de 45 a 00 palmas de cumprimeutoa enx/a 16,000 rs. a Para lavrar, e desempear 84o estivas de 44 a ^ palmos de cumprimento, a enxo a 880 rs. 7 3 > 200 Para lavrar, e desempear a enx i48 pilastre* a 2^0 "' rs .*, to 35;520 Para lavrar, e desempear a enx' 713: trayessas^e; 12 palmos de cumplimento a 200 rs. *> i42#oo 22^766 ija 7 0j#4oo I 64ooo 1 14;$000 Somroa I'^?SM ai 40 K Soma 24M$Q 11:722^160 : FERRAOE*. MAO DE OBRA. • • • •„ %  i34 Mexas que se deve abrir as madfesdi palomos de cumprimento, 6 porgadas d tafgur, e S d fundo. Hum bom uMmiM .bre 6 mexas por! da,s*b r 22 il3 dejornaes* i^ooors. '* Para preparas? rm 9MI*p*> tesi^di^s, nm bom.eai^ pa prepara dual caicas p& dia, sao 42 tmif&tm* *¡ Sonnna )4 Calcados de ferro para os esteios a 6,006 rs. t>64$ooo l56 Cavillias d ferro de humh polegadff de grossira, e' 12 d cmprimeto a 56o rs. a 12 Chapas de ferro para as caberas dos esteios 3,ooo rs. 8 7 36o l.> >.';•'•' %  36#ooo 22^33i ijS •,. ^ %  .. 42P, 644333 N Sonuna¡ 6,000 Pregos botis (011 caxaes de cabera redotda) a" 2,0oors. t : 428 Duzias de tornos de pao a 24o r. ^' 102^720 '1 %  %  %  ^ %  %  12^000 • %  • ty¡ So 111 ma Somma



PAGE 1

%  Ma • V '> (a56) V '-: es, ou de. portos Estrangeiros o farao no termo de a4 horas ; nao so para a .aprzentago destes documentos, mas tSobem do Manifest da carga, eguiarem-se pelo que se hbUTer de determinar, tudo conforme a; Leie e Ordens de Sun Magestadc Fidelsima NM Vice-Consulado de Portugal e>m Pernambueo aos 18 de Marco de i83i. Joaquim Bapthta Moreira Vice-Consul. A %  A VIS DOCOfVREKX PARA OMARAlSH/tO\ Escuna Sociedad Feliz recebe a malla 110 dia :4 do corrente. LEILAO'HOJE. xi.T3ordo da Sumaca Firmeza, funda da defronte do caes da Alfandega nova se principia pelas 9 lloras do dia a fazr leilao de carne secca do Rio Grande do S-1 por con* ta de quem pertencer. VENDAS. : ; A/Uas Imagens de pedra jaspe, urna de S. Joe, eoutra de N. S., obra rica e de milito gosto, chegadas prximamente da Babia : na ra larga do Rosario, venda entre as duas boticas D. 9. — No Atierro da Boa-vista D. 74 arma zem de Luiz Carpentam, Manineiro, xjue foi contramestre de Julio Beranger, ha trastes muito bons por presos commodos. — Urna poixjo de fardos de pao de algodo de Minas, ou fardo por fardp : no irmasem de Romao da Silva Salles, praia do Collegio. Urna venda no melhor sitio de Eora de portas, esquina do beco largo n. 186 Com porta para o becO, casa capaz para uma familia, e poucos fundos : na mesma. Couros de orna pintada, e sucuarana, edelontra: na botica da ra do Rosario D. 7. : ._ Duraque preto de cordo de muito boa qualidade, ultima moda e gosto, na ra da Cideia velha loja n. 37. ^ Urna escrava, 22 annos, 00a engoman m deira, entende alguma cousa de cosinh.. e serve para todo o servico de ra: anunciase por este Diario. *-> lira sobrado com cTiaos proprios, era Oinda, ra do coxo, pertencentes ao Tenente Coronel Pedro da Silva Pedroso: na ra do <: ogo esquina , a onde se propoem a ensinar a todos os qu qnizerera utihsar-sdb seu presumo; igualmente dji licoes as casas particulares a meninos, e?menias que queirao saber esta elegante arte *H Mathias Gonsalves Guerra aviza aos que quiserem comprar a sua mulher D. (;osma do LivramentoQueiro/.o Egenho Cueira, sito no Termo da Villa de Goiana, e outros bens, que a dita sua mulher nao os pode vender por estar em litigio com anunciante, que obteve a seu favor Sentenca noJuiso da Onvedoiia do Civel, que foi confirmada na Relacao! e apelou da c\ue contra elle sabio 110 Juizo Ecleziastico de Olinda, e protesta uzar do seu dirito contra quem os comprar. NOTICIAS MARTIMAS. %  %  Saludos no dia 17 — Porto de Pedras; S. Conceicao da Ponte, M. Ignacio Marques: em lastro. 1 passageiro. -, Una; S. N. S. do Rosario M. Jernimo Moreira : em lastro. — Dito; S. Desengao Feliz, M. Feliz % da Costa : lastro. 2 passageiros. PERNAMBUCO NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA. I83I. 1_L



PAGE 1

*** (253) W i i 13:648^319 5¡6 —. > %  47#oo 720^000 172*3800 5288 Buracos para tornos, contado hum por outro, hum bom Carpina, abre 24 buracos por din. bao 22201 [3 jornaes a 1,00o rs. a20$333 i j3 Para apontar, efaserseguras as calcadas de ferro nos <)4 e&teios, hum bom Carpino prepara 2 por dia. Sao 47 jornaes a 1,000 rs. • 6 Carpinas para formar de novo a ponte no espado He 120 dias que fazem 720 jornaes, a 1,00o rs. 120 Dias de bom Mestre Carpina a 1,44o Para formar-se de novo a estacada se necessita de 20 serventes, por espaco de 120 dias faz 2,4oo jornaes a 32o rs. Para formar-se i5vezesa ponte da Passage do *Povo, e desmanxar a mesma, a 20,000 rs. a Para se arrancar a estacada velha; que deve ser arrancada do fundo, para neste mesmo lugar entrar a estacada nova,tendo se primeramente enxido os buracos de trra, visto nao haver outro meio, por se acharem em todas as partes pedras das pontes Velha s. 20 serventes por espado de 100 dias, sao 2000 jornaes a 3aors. a Para conduccao das maderas, macaco, e obra dest se al*>nara' 16 Calcetas diariamente ate acabar a obra, alias 12 serventes por espaco de 12C dias, que fazem i44<> jornaes a 3ao rs/faza quantia de 460^800 rs, Para balea e outra frramenta JL 778^000 3oo$ooo 64o$ooo 5oo$ooo • Somma 3:49%J853 ifi 17:141^173 "i\6 %  OBRAS DE PEDREIRO. ri^csicohcertos do9 pes. r (]\i0 WicVa ponte velha ; pi jlheiros de tijoloe de A'^ V Transporte. 1.7:141^173 i[6 io##oop 76^800 la dril los a 18,000 rs. 124 Alqueiies de cal de Olinda a 48o rs 60 Jornaes de Pedreiros a 14,280 rs. • 120 Jornaes de servente a<3ao,,i!s. .3^4oo 20 Alqueiies de Ujoio em po'a 19.80 rs. a56oo, 16 Canoas de areia deagoa doce 3,60o rs. a5$6oo 4 Canoas d'agoa doce a 5$io 1,280 rs. • • ADMINISTRA CAO'. A feitorisaejao desta obra que he de 120 dias dentro dos quaes, se deve concluir a. obra, sendo principiada em o 1. de Setembro deste anno, que serio ra' Jornaes, e de Administra cao, por dia a 1,280 rs. g o 4<> %  C i53$6oo Soma o Orcamento 17: Como o arrematante deve ter lucro dos fundos quedeve mpregar, se Ihe dar 2.0 por 100 sobre o Orcamento, visto ter huma despesa d masde doze contos de reis, antes de principiar a obra, Ji3[6 ia que fas a quantia de 3:526$6()o 3 .,>*• Soma total Rs. ai: i6o#5o3 4p Importa o Orcamento da obra em descete cntoa seis centos trinta e tre mil, oito centos e treze, e urna sexta parte db res, juntando a esta o premio de 20 por to, fa$ a quantia total, de viute e hum contos, cento secenta mil, quinhentos e tres, e quatro quintas partes de res. Asmadiras para as pontes da passaf^ do Povo serao emprestadas pela Reparilgo das Obras Publicas d'esta Piovincia, e se por acaso nao forem bastantes compii:|us os esteioSj neste caso se abonar 1 o esteios de 54 palmos de cumplimento, a 8^000 rs. cada hum fas 8o$ooo rs. Hm ou dois macacos com sus pertenece tudo em bom estado, sendo cada hum, suppridocom o* acus; competentes spos. J.¡Bi oiiwrtmalartts paswra recibo ao Inspector das obras Publicas, que. 4*r* por %  .*



PAGE 1

%  ernprestimo os referidos macados com os seiis pertences, obrig; ndo-se o arrematante ii restitu los' no mesmo estado em que os rereher. '* Hii'm gancho' de arrancar'os esteios vellios, com tririta tararas "de amarra de trro, e alvatenga' para lastrar, ser empresa tado no arrebatante,' pela Intendencia da Magnolia, e sera' elle responsavel qnando fbr damnificada algum ti es tes objectos,a pagar a sua casta o daino, e assim se Ihe emprestara' 2 tal lias doferadas guarnecidas. 4 v •. lnstrucqes para o.Arrematante. A ponte sera* feita segundo as Instruccoes, e medidas da planta, no Orcamento declaradas, debaixo da Inspeccao de •hum dos Engeidieiros, que se achao nesta Piovincia, escolhido ,pe)a. Cmara MunicipJ tiesta Cid a de, i. Todas as, madeira? serao derrabadas, 3 niezes antes dese.meteremem obra, para nao fiearem brsio aquellas que sao sujeitas a isto, e outras para nao derninuirem depois de se terem metido -em obra, como tem acontecido.'com todas ak.pQn.les, e por esse motivo enflaquecidas. i a., Todas as madeira? ( s erao das segliints qualidades, para os esteios de imberibe preto, ou de ruiro; para madres, b has, Cstivas,e vasos, pao d'atco, : biiral>',sieupira merin', coracaO denegro, piqui', massaranduba,. pao ferro, e angel ni amargosa, para pHastres,' e travessas, sectfpira merim. ( 3. Todas as madeiras serao Iavradas de qtiatr fees; as travessas, pilastres, vasos, estivas, linhas. ser§o todos desempeados sobre o esq la dril lio, e iavradas a enxo', de quina viva, o resto das madeiras Iavradas a machado livre de avaeos, e de7 inpnadas, e todas devem ter depois disto, HS groisuras indicadas no Orcamento, na planta. 4 O resto das madeiras serao tiradas da ponte \e\hn e as arruinadas fien rao para a rndemnisatao do trabalho de desmanchar n ponte velha. • 5. As linhas na parte superior, serao tiradas as -quinas; pHa trceira parteda madeira. Ueando somente para oassento das estivas, evitaiido-se juntar neste'lugar depsitos de cisco, que causao darnno. 6. As cativas serao-' Iavradas pela superficie de 6 pnlogadasde largura, embdxo a onde assentao sobre as linhas, terao nUente f) i[>, para a livre passage dos cis(xte da ponte, sero seguras por tornos as •stWiidadcs, as lirihas n'imia sim e ontranao. • y. P As madres que sao postas sobre os pes direitos da ponte velha, se melera^ por bai.xohns pedacos de madeira, para serem suspendidos, e nao postos sobre paredes, aonde quase sempre n^bdiecem. 8. As c*becas tas madres xpostas ao tempo, devem ser guarnecidas de tabonsdeamarelo de i )2 p'olegadn de grossura para nao se arruinaran* o. alias de cobre com que se forrao os navios.' 9. As escoras devem ser forradas de louro, isto he, a parte, que ,se enterra na parede dos pes direitos, por ser esta a madeira que se conserva na cal. 10. os tornos de pao sero feitos de buiabu', ou sieupira mCrim, e nao torneados^ como se costUma, sim feitos a forniao, as estreihidades mais grssas do que o mio, para cJyunar as maderas. Os tornos pura as obras de linhas, pilastres, sbreos vasos, escoras, estivas, sern 5[/¡ de polegada, e para asgajaras, e travessas, sera de 3[4 de polegada. u. Os pilastres serao bem aphimados por todbs a lados, e quebras as quinas somente de urna 1 [2 polegada. 12 o As medias S( rao todas feita s pela \erca parle tja gros ura da madeira, antes de s ajuntarem, i?eiao passadas e'iii alcatrao misturado com pixe para evitar a humidad nestas partes. • %  Para a estacada se deve observar huns poneos de objectos miudos, para se adquiir bom resultado^ Os esteios devein ser a pon ta dos 1. 1 i[2 vez o eomP'nnento da largura do es teio, por exemplo, se o esteio he de i 6" polegadas deve ser apontado pelo cumprimento de s4 polegadas. 4, 2. As cabeqas dos esteios, devem ser guarnecidas ccini huma chapa de ferro para nao raxar com as naneadas do inacaco. 3. Os esteios mais grossos serao aplicados para as extremidades, e algum poli' co inclinados para a pnrte da ponte, nas isto nunca deve passar de.3 polegadus por cada o palmos de altura dos esteios da note velna. 4-' O terreno he muito cheio d pedras da ponte velha, e se deve absolutamente calcar de ferro os esteios para se evitar trabalhos imencos, que dalii podem resultar. K 9a pufritd, mostra a fatnra dos taes calcos de ferro. : Conditjoes. A importancia da arreniatacao S 0 ao arrematante em tres pagameul J ',



PAGE 1

%  -* (a5S)-. ; V* 'fl haoccasiao da arreW.tacSo; a .o qtfWo envera obra em meto, V* <&**>•£ cada, que o arrematante sattsfez. plenamente, o qne ndica a pUnteyeCh-camento da ponte sira* desonefado da flanea idnea Jptatou de toda a Importancia da obra, H Depois de fci.te- artematacao m rematante nao ter direito de ex.glr algma inderanisaco, por qt.alquer UlMMfJ ,ccorra, W se por Monto de, guer a for arruinada parte da obra, qne ja esteja prompta, se attendera a sua que.xa V Os estelos podem ser forrados de cobr^ desde a sonda, att.e a altura da mare clieid, para evitar a ruina do caramuge, e em eaio tal deve ser oreada a despesaArchivo Militar i a de l'evcreiro de ,8J1Jacio Bloem Mawr do I. C. de Ertgenfmro^ N. B. De novo ltimamente examinado „, madeiras, que "'^'T Jf "acbe Ponte da Passagem da Magdalena, ache. que a qualidade de Angelim amargor, n*o ft diquela quandde'de rejMenC.H que m deve uzar para constru &*£¡tf2* o neste orcamento, acha-se ^"£"g qualidade, 6<* excluida^ 1*££KS jWe nova. Recife o. de de Marcoi83t. liloem Hfa¡'(>.>. Engenlieiros. Definido e expljcaccw importante. m nos* correspondente nos diz, que havendo no 2*¡*^!fi^ o quer que fosse sobre lederacos e hberaes deVotequim, o qne *£^£££ altados ; elle adverte; que nos hoteqo.n tombem "se prega o .farfuttaMjeJ mod* n rfcn p me os prgadores de todas e.*sas Ztrinas aehSO ai Ltes e adherente,,; que dali feto Ufa) muits exaltado* para ranxo dos moderados, edeste !" ?ro extremo; qne afinronte elle nlo moderados, se os absolutista*,-; nos K>ga !" nscreva,nos o seguinte art.go da sent.nel* ao que nos prestamos, comquartto cstejy mo %r udidd, quea ftttp* dos qne oste ¡W d moderados nSomerecen, sef definido*, eotnb Wfez b bonVPatnoto Redactor da Sent Ae* i iem t,los gde.nter r¡ntrepde destebrajoz* *•#£*£ todos, L por no, ou por quaiquer eirIOUOS, MI | RW s6| ^ J, 0 E¡s o artigo. M Multas pessoas detejam saber o que significa esta pajavra o, i /obrados por Uso he necessarto ^xplical-a. Chamam-se Moderados, aquelles que por as .ida, agoismo, e comportamento civil algu m tanto dissimulado, adulan o goveruo e censu o povo eOsPatriotas ^ de pugna rem pelo beffl que se espera e p"£ ei,.a d ? esde ¡a'peia execuCao das novas.nsutuiqoes: ele. Os moderado* querem, qne todos esperem pelo bem qne hade v,r daqui a cem annos, em quanto elles adulando o governo, e ufando de ma *, v&o adqnerindo em boa paz oftielos eunqnecendo 2 dominando desde agora. Os Moderados sSo traidores ¡ndirtrtos, porlsso mu. periberos : para ellesa, reformas prontas sao X* ¡mpraticaves, po.s reee.anl qne ll.es rh,g,.em a caza. Os Moderados fazem exZlo pan, qnetudo continu n statu quo Z do qual elles tiram ntd.dade ; if to he, no mesmo' estado em que esto as eou/.as esperando o povo peas mndancas que as-e.rS ¡as nos aeonteclmentos futuros po ; derso trazer. Porissd podemos d.zer, que „TModerados sSo inimigo, do bem eommum e d o melltoramento e prosper.dade ponta dasnossaa ronzas; eate *pode ^erUntar, qne sao malvarlos qne eml,ralaTo andamemO dav reformas : vderados apoiaffl o despotismo .nsutonn-to tracoam a patria cout a ma.s refinada hvnoeriza; eis a razio porqne en b.ado cintra Os Moderados, e recomend que nn'uem se fie n'elles t )orque sao .una "ariedade dos Camellos ; e que os tenham Tor serpentes venenozas escond.das p%  AVIZO A Manhl terca feira, -a da correte. Im sessSo publica da Reltaqio: pela pr.me.ra vezpeneteaeo oa profanos pTecnto sagrado do Oriente fesemUrgatono. !.. -— a r ..... Vice Consulado Portugez FAO saber ao estrs das fe$£ Portnguez S ^.(*s rte^ Porto, que^ent. o .00,0.1.0d trezdi*devem M^g^"'-' Te ^ce Consulado os seus Passap<.rtes e ^^eed^Ur^RotoW^ Pringue t