Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01126


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Full Text
un "riM
QUINTA FlfllU 17 DE MARCO.
NUMERO 61
MAM E fllHAMiJE
Salte tifie *-it-itu*Hti' t \ i rit r>rt*t i liantilot, naTrpig'a/lx Pideiigna, e em cusir do Elitnr, na Ch'reita, n. t(\J ; e-t cu/"t
lucir' tanben se receber'! co"re morad-*, # serdi publica los no dii i FEllXAMMJCO; NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA, RA DAS FLORES, l. l8. I 831,
DECRETO.
JlJEi por heni Sanccionar, c MandaT que
se execute oque Reos!veo aAssembla Ge-
ral Legislativa sobre Resolucao do Conse-
lho Oeral da Provincia de Pernambuco.
Artigo v. Estabelecc.r-se-ha em Olinda
huma Bibliotheca Publica.
Artigo 2. Para esta Bibliotheca des-
. tnar-se-ha a parte da caza dos Benedicti-
nos, que for necessaria, ou o antigo Pala-
cete do Governo, desoecupado e posto em
abandono, se naquella caza nao se poderem
accomodar a Bibliotheca, e as Aulas do
Curso Jurdico, fazendo-se a custa da Na-
*<;o em hum, ou outro edificio, os reparos
e arranjos, que precizos forem.
Artigo 3. O Governo nomeara hum
Bibliothecario, e os mais Empreados ne-
cessarios para a con servado, nceio, e guar-
da da Bibliotheca, arbitrando-lhes Ordena-
dos.
- Artigo 4- Abrir-se-ha nesta Provincia
urna subscripeo voluntaria para compra
dos Livros, e a Fazenda Publica concorre-
>, r com prestacoes annuaes para o estabele-
ciment da mesfna Bibliotheca, as quaes en-
trarlo no orea ment da despeza apprezen-
tucia approvaco da Assembla Geral.
Artigo 5. O Prezidente, ein Consclho,
nomear una Commissao de trez Negocian-
tes para receber a subscripeo ; as obras,
que se offereeerem como parte d'ella, aquo-
ta da Fazend* pub'ica ; e fazer a compra
dos Livros, aqual dar' conta de tudo, pu-
blicando a pela Imprensa.
. Artigo 6'. A Congregacao dos Lentes
do Curso Jurdico remetiera* ao Preziden-
te da Provincia urna Relacao das melhores
obras, e edicoes, indicando por sua ordem
as que devem ser successivamente compra-
das.
Artigo 7. A mesma Congregado dos-
Tientes formara' os Estatutos da Biblioteca,
que dependerb da approvaco do Gover-
no.
Joze Antonio da Silva Maya, do Meu
Conselhp, Ministro e Secretario d' Estado
dos Negocios do Imperio, o tenha assim en-
r
tendido, e expeca os despachos necessar-
os. Palacio do" Rio de Janeiro em sete de
Desembro de mil oitocentos e trinta, Nono
da Independencia, e do Imperio.
Com a Rubrica de SU4 Al iGESTA-
DE IMI'EHUL
Jos Antrnio da Silva Maya.
Muita merce nos faria o Cruzeiro, se-
em vez de certificar a possibilidade de refe-
rir factos em respto ao Diario, effeetiva-
mente os referisse ; mas ja que nos nao
3uiz dar esse gosto o Correio de pelas,
irigiremos somente ao seu corresjjonden-
te Argos do N. 59 duas palavras, n&o
ao pobre moco, que se prestou a assignar
essa carta, posto que mentiroso; mas ao
escriptor della, que n 90 contente denos
defamar aleivozamente pelo seu bem escri-
pto Cruzeiro, nos envin casa un papel
insultantsimo (que joia!} pelo que lhe es-
tamos muito agradecido. Mas antes de o
desmentir devenios declarar-lhe. que o Di-
ario de Pernambuco nossa proprieda Je
incontestavel, eque por tanto podemos
transerever nee, ou recuzar tudo que for
ou nao de nossa yontade, que se hade
cimprir : que igualmente podemos mostrar
c comunicar os autgrafos antes e depois
de publicarlos, a nosso bel prazer, porque
nem lei alguma nos impoe dever em con-
trario, nem impozemos a nos mesmos o de
guardar esses segredos : ja que c tollo, sir-
va-lhe isto de regra, e esqueca-se do Diario
para vehculo de suas prodaces, sempre
recheiadas do fel da maledicencia,e Hespoli-
dez, podendopor al dallas luz, em quanto
achar outros mais tollos, que lhe tomem os
concelhos, ainda que depois andema escon-
derse da gente, que conduz a cadeia. Va-
mos s mentiras. A primerra que mostra-
ssemos a sui preciosa carta ao Sr. Lima,
do que por certo rezultaria saber elle queai
a tinlia assignado, e nao estara persuadirlo
que ella do Sr. Ribero, seu suecesor no
emprego, qtiando nem este falou cem hos-
co ; asegunda que pretextassemos nao im-
primir a correspondencia por ser contra.
i'JH
/r


V
\
Patricio ; por quanto quando o portador e
asonante np la-apprezentou, promtte-
mos-Hies, que publicaramos um extracto
dclla, e quando (no terceiro da da entrega)
3 fbi buscar, dissemo-lhes, queja estava na
imprensa; mas que se quera nos Ihe dar-
amos oauthografo, edizendo-ns queja nao
era pereizo, Iho entregamos, oquesepas-
sou perante testemunhas. Dissemos ao Sr.
Lima, que contra elle tullamos urna cor-
respondencia, que seria publicada, e ihe
repetimos o que ella continha ; assim foi
nossa tontade. Temos respondida ao Ar-
g95-
mv
CORRESPONQ^CIA
\
3Nr. Editor >-* Ben\ opnheco a magra mfto
do intrigante, auctor do Gommunicado no
Cruzeiro N. 58 ; e quando a sua igno-
rancia das maisligeiras nocPes d Di re to
Publicom'p P denunciassem ; osen fofo
pedantismo, por elle batisado com o norae
de eloquencia assaz rae fora para conhecer.
os coices do jumentinho. Manha antiga,
tem sido, euso usado desses meus mi sera-
veis inimigos espojarern-se pelo campo vas-,
tissimo dos lugares communs, quando enten-
4em por m deprimir* eeombflter. Qual
W ai?plida: revolucionario, demagogo, ,
quitos epifljetos, filhos da paixao ; qual
roe cham^ s^qi.carater, (porque isso de ca-
ra te r, e nao carcter he pao para toda a o-
bra^ e qual finalmente ate me da' o nome
de.absoimista, para mimo mais injurioso d
todos.,
Que Je ves$9 te#ho dicto a essa re/coya
colmanista, que nao basta de chamar ; he
mistar provjtr -? Parque nao aprendem de
mim ir esmo, o que com tiles tenbo pratca-
dp? Ouando qs dpus Padrecas, meus. gra-
taos, mirojgos^eaxpvalhavao o tbeatrppe-
i "iodiqu^iro com as suas doutrinas ser vi 1 issi
fijas* c a^tterconstucionaes, assim cpmp
eoft iiwraerayejs erros> e parvoices ate dos
rwftmflntps de gram/optica; que fiz eu?
Charoei o$ absolutistas; e provei-o: cbamei-
os asnos; e, demonstrei-o, escancrandp-
1 lies a > anas proposito**, o6- seus defcitos
puei iz, cfaqiiv as, paginas, e. ate as linhas
das s?us desgranados mrnaes (Cruzeiro, e o
defunto &mjgo do Pevo).- Querenx com-
liater-me? Poique nao fazem o mesura co-
migo ? Afpst?ein essas minhas proposteoes
oppostas a' Gk?M8fcuic,o (desque hpjese di-
zem amigos; (porgue nao podie ir .afea wq o.
Tramrolfco): saip a terrejro as minjias
doutrinas demaggicas, e republicana?.
Ntdfi; nao ha cfeegallp* ao reg? A s* resr
peito.
Dizejn, que en a^ulei as paixoes da mub
tiduo; eu, que nsto tenho cessado de reco-
mendar a paz, a obediencia tt le, o respeito
aos Magistrados Por ventura nao existem
impressos os meus, e os seus escriptos ?
Appareco as minhas mximas anrquicas;
e eu rae darei por convencido.
O auctor do Communcado,|que esta' fo*
ra do seu centro, toda vez que nao enreda,
e poe tuco era combusto, esse palavrosO
impostorzinho, ane tera representado nesta
Provincia mais figuras differentes, do que
os inconstantissimos bastidores da casa da
opera ; que humas vezes escrevia era sen-
tido liberal para o Diario, a ven se irapol-
gava a DeputadeUa, e pregava sermoes
mais republicanos, do que o senso cominum
de Thoutaz Paine; esse gatin-ho de algo-
dao (ai! em que fui fallar! Sjko se escanda -
lise o papa) que ultimamentejconstituio-se
aqui o, carapeo da infumssima columna;
agora quer ver, se pode atravessar, e dis-
partir o.i liberaes, a fin de carein enfra-
quecidos, e conseguintemente abatidos da
forca.raoral. Quanto se engaa esse vil in-
trigante a.meu respeito! Desde que peguei
da peona para escrever em Peridicos, sem-
pre tenho advogadoa Constituigo: ps meus
escriptos correm por todas as mios.; e nim-
guem nelles descobrira' outros sentimentos:
sustentando a Mouarquia Constitucionai
Representativa, e prometiendo, como sem-
; pre iz, rebter mximas deniagoicas, do,
mesio modo que estava zorragado o ab-
I solutismo; julguei, que estava penhorado
para com todo o Brasil na obrigago de re-
prvr a viruknta declamacao do Tribuno, t
da Povo n. 9 8 quando vocifera ioipruden-
temente contra torios os reis da trra: o
i que lia de contraditof io ueste meu proced-
raehto? Eu defendo a liberdade de baixo
j do re^jmeu jurado, e nao as opinies es-
! quenta/tis^de hum, ou outro flogstco, que
se diz.liberal; porque so Ihe falta atirar
i pedradas.
A respeito da conedera^o nao se per-,
suadao os Srs. columnas, que essa idea ha-
de vir a ser o pomo da discordia entre os
! homens livres da Brasil ( o que os meamos
columnas- muito desejao). Todo o Brasilei-
; ro honrado, e que nao tera olhos^ de topei-
! ra, conlK'ce, que a naturesa fbrniou o Bra-
I zil para um systema federativo, quer seja
sob o Governo Mnarchico, quer republi-
cano ; e a que lie da naturesa tarde, ou ce-
do ha de eiteituai>se, nao ser y indo os em-
barazos, e estorvos humanos, se nao de morar, mas nao de aniquilar as disposices
isica$? e .rnoraes. Quem dira, ha suicoeu-
tanonos, que o BraziJ havia de.s^: hum


W5*
Estado lude pendente? -Entretanto boje a
he, e esta gloria velo; a caber-nos depois de
tanta oppresso, e captivciro.
A divergencia de opinioes versa a res-
peito do tempo: buns entendetn, que de-
ve ser ia; outros (eai cujo nmero entra
este seu creadmho) en tendero; que nos nao
conven* por ora. Os que propoe o alvitre
da confederacao ja, nem por isso devem
ser reputados revoltosos, huma vez, que o
faqo por meio d renpreaco (o que he
milito Constitucional), e sal vero a forma
Monarqnieo-R'epsesentativa. Eu da mLnha
parte julgo esta nuidanca intempestiva, e
aie perigosa; porem muito desejara, que O:
Brasil estivesse nis circunstancias de a ef-
f'eituar scni risco; porque o deejo (Jeme-
lhorar he huma das primarias leis da natu-
resa humana.
Vvem essas almas carpideiras da colum-
na metiendo inedo as crianzas, e choromi-
gando contra Repblicas, como se Rep-
blicas f'ossem todos os peccados mortaes
com os iuimigos d'alina. Muito boni, e
excellente Governo he o Republicano* e
ero thtoria he talvez o melhor; porque he
o que roais conforma com a natureza, e pre-
cisoes do homem social: mas convem-nos
huma Repblica no estado, em que nos
acharaos? Ku digo, que nao: es porque
son Republicano: mas se algum da o Bra-
sil tiver os elementos, e requizitos preeizos
para esse Governo; e fr do voto ge ral dos>
Brasileiros a Repblica, ella ha de appare*
eer, e todos ha o de ser Republicanos.
Desengane-se o bota-fogo Communique-
ro, que eu preiro acabar os meus tristes
dias em masmorras, ou degredos a ser por
hnm so momento absolutista; e se a des-
gracn do Baasil chegasse a ponto de nao ha-
verem mais Constitucionaes; porein so os
dous extremos, isto he; absolutistas, ou
columnas fc'est la mente citse) e Republi-
canos, nao hesitara em abracar a. causa
d'estes; porque antes quera morrer por
liberdade de mais, do que.vi?er, tendo con-
corrido para o, captivero, e ignominia da>
minha Patria. Olhe o Sr. Reverendo de-
clantadqrrchoro, que isto he mera hypo-
thesi; e que eu supponho. o caso levado aos
ltimos extremos. Nao se saia. agora coiu
raios, coriseos* trovoes; ero cima d quero
paga finezas, feoni ingratidoes: porque nn-1
guem faz casoxalgum do seu paluvreado,
qui prvjicit. \atnpuUcrs, ct sexqaipedalia,
verba. Quiz aqui terminar esta limitneo
(perdoe, se nao for do seu gosto, e guar-
de-se do Simplicio) mas eu disse no princi-
pio, Vjflffo-Sr. Communiquito nao pescar,
va matkkdta de Direito Publico: quero

V 7
UU i
CITWJA
7
convencello, Epi dis*;\ que ao Brasil se-
quioso de libordade so Une convinha huma
Monarqua Republicana Eis a confedera-
dlo grunke Si Senfeonr. Ha consequen-
ea ais disparatada ? Pois Monarquia Re-
publicana he synommo de conf'ederaclo :*
'odo o Governo Representativo tem parte
Republicana ; isto he evidente : o nosso he
Representativo; logo tem parte Republica-
na. Kalta-me aqu o Gordura para as pal-
matoadas. O Brasil situado n America etc.
(disse tobem eu) abracara antes a Demo-
cracia, do jfue o Governo absoluto Ets
a. Repblica exclama o Communiqueiro.
Que miseria! Que Dialetica infernal! Nao
tenha duvida: no^caso dos dous extremos,
como a cima j disse; antes a Repblica,
Que mais quer? Pegue com hiinr trapo
quento n|o
Somnmbulo.
AVISOS DO CORREIO
(J Paquete Nacional Atlante, Com man-
dante o i. Tenente Jos Alaria Ferreira
sae no dia i. 6 de Abril para o Para tocan-
do nos portos do Cear, e Maranharo:
quem nele quiscr car regar, ou ir de pas-
sagem, dirija-se a Administraba m do Cor-
reio : as malas sao entregues no ultimo do
corren te pelas g horas da noite.
NAVIOS A CARGA
PARABaHU, ERIODE JATSEIRO
A muita veleira Escuna Maria da Gloria
sahir o dia z5 do corrente ; quem n'elle
quiser carregar, ou ir de passagem (para o
qu tero exeelentes commodos) dirija-se
ao seu consignatario Manoel" Pereira Ro-
zas, ra da Cruz n.S 43, ou a o Sobrecarga
abordo, Francisco Antonio Gonsalves Cal-
doso.; :-__
, VENDAS;
lM pretov angola 17 annos, padeiro, boa
figura, principios de snrrador; vende-se
por necessidade : ao peda Ribeira da Boa-
vista casa D. 1 a n. 270. ..
Una escrava, de: naco, lavadeirade
varrela e aabao, docira, c cosinheira : na
raa d Qitetroado D. 192. andar.
Um sobrado com chaos proprios, en*
OHnda, ra do coxo, pertencentes a o l-
ente Coronel Pedro da Silva Pedroso: ni
rila d fgb, esquina do beco do Sai apa re,
1. andar se aclia quem esta autorizado


\
J
\
-./--
.


MMMi
*.

r\: (46j
ijjP*
para faser a dita venda, que sera' conclui-
da oeste corrente mez.
, Um chao coin alicerces na frente por
detras das casas das Sinco pontes : na ra
do Qtieimado D. 19,
. Utn negro muito bora cosinheiro e
muito fiel, 24 a tinos: na ra da Cadeia ve-
iha n. o 6.
COMPRAS.
UMa negra ladina de i4 a 16 annos, de
bons costmnes, e sadia: quein a tiver a-
nuncie por esta follia a sua morada.
^- Capim para un cvalo mensalmente:
quera quiser faser este ajuste di rija-se a ra
estreita do Rosario i. andar do sobrado
de Joaquim Aurelio.
ARRENDAMIENTO.
A-Rrenda-se ou vende-se um Eligenho dis-
tante da Prca 6 legoas e meia, bem para-
mentado, >eom escravos, bois e bestas, a sa-
fra, que se esta criando de dois mil paens,
011 o engenho so, e se faz sociedadc: qaem
pretender dirija-se a loja de Bernardino
Pereira de Brito.
N
J
ALUGUEL.
O armasem de carrosas ao lada da ca-
deia ha para alugar urna ama de leite, escra-
vn, com cria.
AVIZOS PARTICULARES.
N.
A terceira casa dos quarteis da inten-
dencia, residencia do Commandante do Re-
gisto do Porto, ha una Europea que se
propoe para creada de casa.
Precisa-se um feitor, e quatro traba-
jadores para tratarem de um sitio perto
d'esta Prac.n : na ra do Trapixe n. 1
primeiro andar.
, Qem precizar de um rapaz para cai-
xeiro de run, ou de loja, de bons costumes;
dirija-sej a ra da Sanzalla velha casa ter-
rea 11. 19.
_ O Sr. d'Engenho que precisar deca-
xeiro, ou mestre para entinar a meninos
as primeiras letras pelo novo methodo po-
der aunnciar a sua assistencia por este Di-
ario ou tambem Tlgnm Sr. Negociante de
f'ora desta Praga que percise de caixeiro
nesta Praca.
_ O Cap. .Tose da fSilva Leite Sr. do
Engenho Roa-vista na Villa de S. Jos do
Rio Grande do Norte avisa ao P ublico, que
no da i\ de Fevereiro p. p. se recolheu
na sanzalla do dito seu engenho um negro,
que diz se chama Domingos, decabinda,
que fugira do Recite com 4 pareeiros, e
que seu Sr. chama-se Jos So*res 'e sua
Senhor 1 Mirria os quaes vivio de plantar
roca; para que eni tempo algara elle seja
responsavel pelo dito negro e aim de queni
for seu Sr. o mandar la' receber, dando
ossignaes: utro sim declara, que o dito
negro fioou no referido Engenho com pro-
messa de ser comprado a fin de nao levar
desea minho.
_ Qualqner commandante (!e Embar-
cacao, que precizar d'um hornera lira neo
para cosinheiro do niesmo, anuncie por es-
te Diario para ser procurado.
^ No dia |5 pelas duas oras da tarde
na ra da Cruz desencaminhou-se um pre-
to, que condusia dous chapeos novos, um
de castor preto author inglez e com caixa,
e outro sem ella de pelo de seda ; quein
delles estiver de posse os pode entregar na
loje do Pessoa ra da cadeia n. 44 onde
foro comprados, 011 na ra da Senzalla ve-
lha no armasem n. 76, quesera bem re-
compensado do seo trabalho, e satisfeito
de qualqner dispendio.
NOTICIAS MARTIMAS.
Navios entrados no di& 16
Sag Harbor pela Costa do Brasil; tj
meses; G. Amer. Ladmus, Cap. Geo. How-
ell: aseite de peixe : a Mathcus e Foster.
Seguio paraSag-Ilarbor.
Terra Nova ; 5a dias; B. Ing. Loe/u-
el. Cap. Joas Soper : bacalho : a Arras-
liield Brade e C.
Rio Formoso; 1 dia; L. S. Cruz,
M. Jos Dias Monteiro : ca xas: a Jos Gou-
salves Torres.
_ Goiana 2 dias ; .S. Jo do Diligente, M.
Jos Antonio de Sa' : caixas: do Mestre.
_ Rio Formoso: 1 dia ; S. Thetis, M.
Henrique Carneiro de Almeida : caixas: de
Jos Antonio Lopes.
i
L
//



. ..
.

PERNAMBICO NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA. i83i.



O
/.


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MMMi *. r\: (46j • ijjP* para faser a dita venda, que sera' concluida oeste corrente mez. —, Um chao coin alicerces na frente por detras das casas das Sinco pontes : na ra do Qtieimado D. 19, —. Utn negro muito bora cosinheiro e muito fiel, 24 a tinos: na ra da Cadeia veiha n. o 6. COMPRAS. UMa negra ladina de i4 a 16 annos, de bons costmnes, e sadia: quein a tiver anuncie por esta follia a sua morada. ^Capim para un cvalo mensalmente: quera quiser faser este ajuste di rija-se a ra estreita do Rosario i. andar do sobrado de Joaquim Aurelio. ARRENDAMIENTO. A-Rrenda-se ou vende-se um Eligenho distante da Prca 6 legoas e meia, bem paramentado, >eom escravos, bois e bestas, a safra, que se esta criando de dois mil paens, 011 o engenho so, e se faz sociedadc: qaem pretender dirija-se a loja de Bernardino Pereira de Brito. N J ALUGUEL. O armasem de carrosas ao lada da cadeia ha para alugar urna ama de leite, escravn, com cria. AVIZOS PARTICULARES. N. A terceira casa dos quarteis da intendencia, residencia do Commandante do Registo do Porto, ha una Europea que se propoe para creada de casa. — Precisa-se um feitor, e quatro trabajadores para tratarem de um sitio perto d'esta Prac.n : na ra do Trapixe n. 1 primeiro andar. —, Qem precizar de um rapaz para caixeiro de run, ou de loja, de bons costumes; dirija-sej a ra da Sanzalla velha casa terrea 11. 19. O Sr. d'Engenho que precisar decaxeiro, ou mestre para entinar a meninos as primeiras letras pelo novo methodo poder aunnciar a sua assistencia por este Diario ou tambem Tlgnm Sr. Negociante de f'ora desta Praga que percise de caixeiro nesta Praca. O Cap. .Tose da fSilva Leite Sr. do Engenho Roa-vista na Villa de S. Jos do Rio Grande do Norte avisa ao P ublico, que no da i\ de Fevereiro p. p. se recolheu na sanzalla do dito seu engenho um negro, que diz se chama Domingos, decabinda, que fugira do Recite com 4 pareeiros, e que seu Sr. chama-se Jos So*res 'e sua Senhor 1 Mirria os quaes vivio de plantar roca; para que eni tempo algara elle seja responsavel pelo dito negro e aim de queni for seu Sr. o mandar la' receber, dando ossignaes: utro sim declara, que o dito negro fioou no referido Engenho com promessa de ser comprado a fin de nao levar desea minho. Qualqner commandante (!e Embarcacao, que precizar d'um hornera lira neo para cosinheiro do niesmo, anuncie por este Diario para ser procurado. ^ No dia |5 pelas duas oras da tarde na ra da Cruz desencaminhou-se um preto, que condusia dous chapeos novos, um de castor preto author inglez e com caixa, e outro sem ella de pelo de seda ; quein delles estiver de posse os pode entregar na loje do Pessoa ra da cadeia n. 44 onde foro comprados, 011 na ra da Senzalla velha no armasem n. 76, quesera bem recompensado do seo trabalho, e satisfeito de qualqner dispendio. NOTICIAS MARTIMAS. Navios entrados no di& 16 — Sag Harbor pela Costa do Brasil; tj meses; G. Amer. Ladmus, Cap. Geo. Howell: aseite de peixe : a Mathcus e Foster. Seguio paraSag-Ilarbor. — Terra Nova ; 5a dias; B. Ing. Loe/uel. Cap. Joas Soper : bacalho : a Arrasliield Brade e C. — Rio Formoso; 1 dia; L. S. Cruz, M. Jos Dias Monteiro : ca xas: a Jos Gousalves Torres. Goiana 2 dias ; .S. Jo do Diligente, M. Jos Antonio de Sa' : caixas: do Mestre. Rio Formoso: 1 dia ; S. Thetis, M. Henrique Carneiro de Almeida : caixas: de Jos Antonio Lopes. i L // %  %  .. PERNAMBICO NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA. I83I. O /.


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un "ri¡M QUINTA FlfllU 17 DE MARCO. NUMERO 61 MAM ¡E fllHAMiJE Salte tifie *-it-itu*Hti' t \ i rit r>rt*t i liantilot, naTrpig'a/lx Pideiigna, e em cusir do Elitnr, na Ch'reita, n. t(\J ; e-t cu/"t lucir' tanben se receber'! co"re, r com prestacoes annuaes para o estabeleciment da mesfna Bibliotheca, as quaes entrarlo no orea ment da despeza apprezentucia approvaco da Assembla Geral. Artigo 5. O Prezidente, ein Consclho, nomear una Commissao de trez Negociantes para receber a subscripeo ; as obras, que se offereeerem como parte d'ella, aquota da Fazend* pub'ica ; e fazer a compra dos Livros, aqual dar' conta de tudo, publicando a pela Imprensa. Artigo 6'. A Congregacao dos Lentes do Curso Jurdico remetiera* ao Prezidente da Provincia urna Relacao das melhores obras, e edicoes, indicando por sua ordem as que devem ser successivamente compradas. Artigo 7. A mesma Congregado dosTientes formara' os Estatutos da Biblioteca, que dependerb da approvaco do Governo. Joze Antonio da Silva Maya, do Meu Conselhp, Ministro e Secretario d' Estado • dos Negocios do Imperio, o tenha assim enr tendido, e expeca os despachos necessaros. Palacio do" Rio de Janeiro em sete de Desembro de mil oitocentos e trinta, Nono da Independencia, e do Imperio. Com a Rubrica de SU4 Al iGESTADE IMI'EHUL Jos Antrnio da Silva Maya. %  — Muita merce nos faria o Cruzeiro, seem vez de certificar a possibilidade de referir factos em respto ao Diario, effeetivamente os referisse ; mas ja que nos nao 3 uiz dar esse gosto o Correio de pelas, irigiremos somente ao seu corresjjondente Argos do N. 59 duas palavras, n&o ao pobre moco, que se prestou a assignar essa carta, posto que mentiroso; mas ao escriptor della, que n 90 contente denos defamar aleivozamente pelo seu bem escripto Cruzeiro, nos envin casa un papel insultantsimo (que joia!} pelo que lhe estamos muito agradecido. Mas antes de o desmentir devenios declarar-lhe. que o Diario de Pernambuco nossa proprieda Je incontestavel, eque por tanto podemos transerever nee, ou recuzar tudo que for ou nao de nossa yontade, que se hade cimprir : que igualmente podemos mostrar c comunicar os autgrafos antes e depois de publicarlos, a nosso bel prazer, porque nem lei alguma nos impoe dever em contrario, nem impozemos a nos mesmos o de guardar esses segredos : ja que c tollo, sirva-lhe isto de regra, e esqueca-se do Diario para vehculo de suas prodaces, sempre recheiadas do fel da maledicencia,e Hespolidez, podendopor al dallas luz, em quanto achar outros mais tollos, que lhe tomem os concelhos, ainda que depois andema esconderse da gente, que conduz a cadeia. Vamos s mentiras. A primerra que mostrassemos a sui preciosa carta ao Sr. Lima, do que por certo rezultaria saber elle queai a tinlia assignado, e nao estara persuadirlo que ella do Sr. Ribero, seu suecesor no emprego, qtiando nem este falou cem HOSCO ; asegunda que pretextassemos nao imprimir a correspondencia por ser contra. i'JH /r



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W5* Estado lude pendente? -Entretanto boje a he, e esta gloria velo; a caber-nos depois de tanta oppresso, e captivciro. A divergencia de opinioes versa a respeito do tempo: buns entendetn, que deve ser ia; outros (eai cujo nmero entra este seu creadmho) en tendero; que nos nao conven* por ora. Os que propoe o alvitre da confederacao ja, nem por isso devem ser reputados revoltosos, huma vez, que o faqo por meio d renpreaco (o que he milito Constitucional), e sal vero a¡ forma Monarqnieo-R'epsesentativa. Eu da mLnha parte julgo esta nuidanca intempestiva, e aie perigosa; porem muito desejara, que O: Brasil estivesse nis circunstancias de a eff'eituar scni risco; porque o deejo (Jemelhorar he huma das primarias leis da naturesa humana. Vvem essas almas carpideiras da columna metiendo inedo as crianzas, e choromigando contra Repblicas, como se Repblicas f'ossem todos os peccados mortaes com os iuimigos d'alina. Muito boni, e excellente Governo he o Republicano* e ero thtoria he talvez o melhor; porque he o que roais conforma com a natureza, e precisoes do homem social: mas convem-nos huma Repblica no estado, em que nos acharaos? Ku digo, que nao: es porque son Republicano: mas se algum da o Brasil tiver os elementos, e requizitos preeizos para esse Governo; e fr do voto ge ral dos> Brasileiros a Repblica, ella ha de appare* eer, e todos ha o de ser Republicanos. Desengane-se o bota-fogo Communiquero, que eu preiro acabar os meus tristes dias em masmorras, ou degredos a ser por hnm so momento absolutista; e se a desgracn do Baasil chegasse a ponto de nao haverem mais Constitucionaes; porein so os dous extremos, isto he; absolutistas, ou columnas fc'est la mente citse) e Republicanos, nao hesitara em abracar a. causa d'estes; porque antes quera morrer por liberdade de mais, do que.vi?er, tendo concorrido para o, captivero, e ignominia da> minha Patria. Olhe o Sr. Reverendo declantadqrrchoro, que isto he mera hypothesi; e que eu supponho. o caso levado aos ltimos extremos. Nao se saia. agora coiu raios, coriseos* trovoes; ero cima d quero paga finezas, feoni ingratidoes: porque nn-1 guem faz casoxalgum do seu paluvreado, qui prvjicit. \atnpuUcrs, ct sexqaipedalia, verba. Quiz aqui terminar esta limitneo (perdoe, se nao for do seu gosto, e guarde-se do Simplicio) mas eu disse no principio, Vjflffo-Sr. Communiquito nao pescar, va matkkdta de Direito Publico: quero '• V 7 UU i CITWJA 7 convencello, EPI dis*;\ que ao Brasil sequioso de libordade so Une convinha huma Monarqua Republicana Eis a confederadlo grunke Si Senfeonr. Ha consequenea ais disparatada ? Pois Monarquia Republicana he synommo de conf'ederaclo :* '£odo o Governo Representativo tem parte Republicana ; isto he evidente : o nosso he Representativo; logo tem parte Republicana. Kalta-me aqu o Gordura para as palmatoadas. O Brasil situado n America etc. (disse tobem eu) abracara antes a Democracia, do jfue o Governo absoluto Ets a. Repblica exclama o Communiqueiro. Que miseria! Que Dialetica infernal! Nao tenha duvida: no^caso dos dous extremos, como a cima j disse; antes a Repblica, Que mais quer? Pegue com hiinr trapo quento n|o Somnmbulo. AVISOS DO CORREIO (¡J Paquete Nacional Atlante, Com mandante o i. Tenente Jos Alaria Ferreira sae no dia i. 6 de Abril para o Para tocando nos portos do Cear, e Maranharo: quem nele quiscr car regar, ou ir de passagem, dirija-se a Administraba m do Correio : as malas sao entregues no ultimo do corren te pelas g horas da noite. NAVIOS A CARGA PARABAHU, ERIODE JATSEIRO A muita veleira Escuna Maria da Gloria sahir o dia Z5 do corrente ; quem n'elle quiser carregar, ou ir de passagem (para o qu tero exeelentes commodos) dirija-se ao seu consignatario Manoel" Pereira Rozas, ra da Cruz n.S 43, ou a o Sobrecarga abordo, Francisco Antonio Gonsalves Caldoso.; : -__ VENDAS; lM pretov angola 17 annos, padeiro, boa figura, principios de snrrador; vende-se por¡ necessidade : ao peda Ribeira da Boavista casa D. 1 a n. 270. .. — Una escrava, de : naco, lavadeirade varrela e aabao, docira, c cosinheira : na raa d Qitetroado D. 192. andar. Um sobrado com chaos proprios, en* OHnda, ra do coxo, pertencentes a o lente Coronel Pedro da Silva Pedroso: ni rila d fgb, esquina do beco do Sai apa re, 1. andar se aclia quem esta autorizado \ J \ -./-



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-* Ben\ opnheco a magra mfto do intrigante, auctor do Gommunicado no Cruzeiro N. 58 ; e quando a sua ignorancia das maisligeiras nocPes d Di re to Publicom'p P denunciassem ; osen fofo pedantismo, por elle batisado com o norae de eloquencia assaz rae fora para conhecer. os coices do jumentinho. Manha antiga, tem sido, euso usado desses meus mi seraveis inimigos espojarern-se pelo campo vas-, tissimo dos lugares communs, quando enten4em por m deprimir* eeombflter. Qual W a i?plida: revolucionario, demagogo, QUITOS epifljetos, filhos da paixao ; qual roe cham^ s^qi.carater, (porque isso de cara te r, e nao carcter he pao para toda a obra^¡ e qual finalmente ate me da' o nome de.absoimista, para mimo mais injurioso d todos., Que Je ves$9 te#ho dicto a essa re/coya colmanista, que nao basta de chamar ; he mistar provjtr -? Parque nao aprendem de mim ir esmo, o que com tiles tenbo pratcadp? Ouando QS dpus Padrecas, meus. grataos, mirojgos^eaxpvalhavao o tbeatrppei "iodiqu^iro com as suas doutrinas ser vi 1 issi • fijas* c a^tterconstucionaes, assim cpmp eoft iiwraerayejs erros> e parvoices ate dos rwftmflntps de gram/optica; que fiz eu? Charoei o$ absolutistas; e provei-o: cbameios asnos; e, demonstrei-o, escancrandp1 lies a > anas proposito**, o6seus defcitos puei iz, cfaqiiv as, paginas, e. ate as linhas das s€?us desgranados m rnaes (Cruzeiro, e o defunto &mjgo do Pevo).Querenx comliater-me? Poique nao fazem o mesura comigo ? Afpst?ein essas minhas proposteoes oppostas a' Gk?M8fcuic,o (desque hpjese dizem amigos; (porgue nao podie ir .afea WQ o. Tramrolfco): saip a terrejro as minjias doutrinas demaggicas, e republicana?. Ntdfi ; nao ha cfeegallp* ao reg? ¡A s* resr peito. Dizejn, que en a^ulei as paixoes da mub tiduo; eu, que nsto tenho cessado de recomendar a paz, a obediencia tt le, o respeito aos Magistrados Por ventura nao existem impressos os meus, e os seus escriptos ? Appareco as minhas mximas anrquicas; e eu rae darei por convencido. O auctor do Communcado,|que esta' fo* ra do s¡eu centro, toda vez que nao enreda, e poe tuco era combusto, esse palavrosO impostorzinho, ane tera representado nesta Provincia mais figuras differentes, do que os inconstantissimos bastidores da casa da opera ; que humas vezes escrevia era sentido liberal para o Diario, a ven se irapolgava a DeputadeUa, e pregava sermoes mais republicanos, do que o senso cominum de Thoutaz Paine; esse gatin-ho de algodao (ai! em que fui fallar! Sjko se escanda lise o papa) que ultimamentejconstituio-se aqui o, carapeo da infumssima columna; agora quer ver, se pode atravessar, e dispartir o.i liberaes, a fin de carein enfraquecidos, e conseguintemente abatidos da forca.raoral. Quanto se engaa esse vil intrigante a.meu respeito! Desde que peguei da peona para escrever em Peridicos, sempre tenho advogadoa Constituigo: ps meus escriptos correm por todas as mios.; e nimguem nelles descobrira' outros sentimentos: sustentando a Mouarquia Constitucionai Representativa, e prometiendo, como sem; pre iz, rebter mximas deniagoicas, do, mesio modo que estava zorragado o abI solutismo; julguei, que estava penhorado para com todo o Brasil na obrigago de reprvr a viruknta declamacao do Tribuno, t da Povo n. 9 8 quando vocifera ioiprudentemente contra torios os reis da trra: o i que lia de contraditof io ueste meu procedraehto? Eu defendo a liberdade de baixo j do re^jmeu jurado, e nao as opinies es! quenta/tis^de hum, ou outro flogstco, que se diz.liberal; porque so Ihe falta atirar i pedradas. A respeito da conedera^o nao se per-, suadao os Srs. columnas, que essa idea hade vir a ser o pomo da discordia entre os homens livres da Brasil ( o que os meamos columnasmuito desejao). Todo o Brasilei; ro honrado, e que nao tera olhos^ de topei! ra, conlK'ce, que a naturesa fbrniou o BraI zil para um systema federativo, quer seja sob o Governo Mnarchico, quer republicano ; e a que lie da naturesa tarde, ou cedo ha de eiteituai>se, nao ser y indo os embarazos, e estorvos humanos, se nao de