Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01119


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Full Text
'>"" :' '-----------------------
l
NNO DE i83i.

QUARTA FEI1U o, DE MARCO.
NUMERO
HB&Mi&GO
l
Snbicrt*e.t mensalmrnte a H i rtit a-xo*t i. .... t I _.. .


PERNAMptlCOJ tfA YPOGRAFJA FIDEDIGNA, RA DAS FLORES, 1 8. 1831
- ii tMMImti^.______________
CORRESPONDENCIA.



.
RTICOS de OFFICIO

Emefto a V. S. por copia o Aviso de 5
de Janeiro (iocorrente anno, e a Chita de
Le, de 25 de Novemhro do anno prximo
pasado, que ff, as Porgas Navaes activas
para o anno financeiro, que hade correr do
i. deJuIhode i83i ao ultimo deJunho
Co pela parte que Ihe toca ; communican*
do-roe as providencias, que Ihe pamerem
niais necesarias para o seu exacto ctimpr-
mento. Dos Guarde a V. S. Palacio do
Govcrno de Pernambuco 28 de Feverriro
de iSdi Joaquim Joze Pinheiro de Vas-
concelos Senhor Capitao lente inten-
dente daMarinlia Antonio Pedro de Car-
VdJIlo.
* Remetto a V. S. por copia o Avizo
de ao de Desembro do anno prximo pas-
sado, em que S. M. o Imperador ordena
que nessi Repartido se nao dispenda majl
orquantia do que a de quarenta contos de
res, que foi consignada pea Le do Orea-
tuenlo e nern se Ihe de applicacao dvers*
daquella para que he destinada; a fm de
que V S. haja de dar ihe o devida cumpri-
mento; propondo-meas convenientes redu-
oes que sepoderern fazer nessa Rcpartieao
como recommendi o mencionado Avjio
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo
de Pernambuco 28 de Feverero de i83r
Joaquim Joze Pinheiro de Vasconcelos
Senhor Capitao Teen te Intendente da mC
nnha Antonio Pedro de Carvalho.
_ Nesta data offciei ao rom-mandante
das Armas para ordenar ao Com manda rite
o B.* tal bao de Milicias que preste os indi-
viduos do seu Carpo que V. S. Ihe requisi-
ta r para as rondas, que jiilga necesaaria,
para conter os iadroes, conforme me com-
inuuiea em seu Oflicio de honten>. Dos
Guarde a V. S. Palacio do Governo dePr-
j aiambuco 28 de Fevereiro de i83 Joa.
n qnini Joze Pinheiro de Vasconcelos Se-
f hor ii\h de Paz da d pella Curado do Lo-
l reto Francisco do Reg Burrero,
1.1
. '
i
1
1 n
^ Nh. Editor Ora tnu Amigo e Snr. na<
me dir'o que quz dizer aquelle pastel d.
Cruzeiro N. 4o, assignado o hnparcial,
Oque sera aquelle ovo com o titul o de cari
fa dirigida ao Exmo. Senhor Prezidente
nao indirectamente; mas frente afrente,
face a face ? Muito atrevida he a ignorancia
a, e muito ignorante he o Padre Cruzeiro i
kft5 Su Pd Cllier de tocl a(Iue,1e sarra-
bulno he, que os homens querem, que o
Excelentsimo Senhor Pinheiro **d
absolutista, C isto so porque assim apraz
f* ^nborias do Cruzeiro, e eompanhia.
OExcelIentiSsimoSenhor inheiro ru care-
ce da minha fraCa penna "pata defender-se
das dentadas de praguentos, que todo refe-
ren! ao espirito depardo: o seu procedi-
menfo publico nesta Provincia falla mais al-
to, que tu do. Mandado prS. M. o I. pi-
ra Prezidenrede Pernambuco em huma c.i-
se mehndroza, elle, desde que aqui aportou-
mostrou-se hum Empregaclo fiel a seus ju-
ramentos,^ enaobuscou subterfugios para
fallar na Constituido : he Constitucional;
naoapadrinha absolutistas, nem liberaes
de cabera de cerveja : se tem mandado os
trabalhos do Governo para sihirem impres-
sos no Diario parece me ter sido por du-is
razoes: primeira por ser este Peridico de
ntaior numero deassignantes ; segunda por
quedeviater, como teve a delicade/a de
nao mandar papis do seu Governo parado
Cruzeiny, Jornal decididamente absolutista,
e trombeta da conjura^ao columnista.
A mnitos admirar, como esse Snr. Im-
parcial pode haver essa carta que cita, es-
cripta pelo Exnt. Senhor Finbciro a hum
sen amigo na Corte : mas a mim nada ne
espanta de quantas picardas appaiecerem
praticadas por gente do Cruzeiro. Nao es-
to esses homens avezados a interceptar
Cartas? Elles nao tiverao o despejo de hi\>
ganar o meu preto, de o meter na Columna
para se ,* poderarem de cartas", que escrex i-
a ao meo amigo lsses homens tem ex ga-
fado as fabricas da maroteira; e porisso
nimgnem tenlla por noviddade, que elles
citem cartas anda d aquilas, que hum ma-


1. i A
V

M)



'
rido ausente manda a sua mulher : elles sao
capases de tudo.
So faltn a esse Imparcial pedir pelo a-
mor de Dos a S. Ex., que se declare abso-
lutista. Ora pensar o misera*el Cruzeiro,
qne alguem acredita era sua labia, que al-
guem ha, que o tenha por defensor da Consti-
tuido, so porque palavra Throno dero
em acrescentar o epitheto Constitucional, e
isto ha poucos mezes depois oueviro ma-
logrados os planos infernaos oa sua conju-
raco ? Nao sabem esses hipcritas, que as
suas doutrinas diamttralmente oppostas
aos principios vitaes da Constituido, que
os scus sarcasmos, e motejos ridiculos con-
tra o rgimen Reprzeotativo esto estam-
pados no grosso cal ha maco do seu mesmo
Cruzeiro desde 1829 at os fins de i83o ?
Pe usar o esses homens, que podem ad-
quirir crditos de amantes da Constituicao
elles, que a tratavo com os indignos apo-
dos de Trambolho, etc. etc. ? Qual he a
razo sufficiente do odio ngadal, que me
consagrao esses senhores, se nao o ter eu
sustentado em nieus escriptos o sytema ju-
rado, contra o qual elles escrcvio to cla-
ra e escandalosamente ? Bein sabem elles,
que eu nao symbolisp com a Democracia
pura ; elles bem conhecem, que os Peridi-
cos, e pessoas Constitucionaes desta Pro-
vincia n&o querem repblicas; e qual o
motivo por que este mesmo Cruzeiro cahia
com furia de tigre sobre qual quer indivi-
duo, que da va o mais leve indicio de amar
a Constituicao, que elle hoje diz defender,
e prezar ? Eu sei, que no 13ra-/il ainda ex-
isten! (eonde os nao haver ?) cabecas
vertiginosas, que onde nao aforoa re-
publicas, nao aamitem felicidade ; que se
escreva contra as mximas perigosas desses
republiqueiros nada me parece mais justo ;
e eu o tenho feito desde que escrevo para o
Publico; mas que o Cruzeiro meca a todos
os liberaes na mesma fieira, confundindo
tudo para fazer a guerra a o systema Repre-
sentativo, cousa he to indigna, que tem
'ehamado sobr'esse Peridico o odio assim
dos republiqueiros, como dos mais mode-
rados Constitucionaes.
A cartolencia dirigida ao Exm. Sr. Presi-
dente nSo podra passar sem dar-me alguma
torquezadd, sendo a primcira o nao pode-
rem sofrer esses Srs. que o mesmo Exm.
Sr. honre coma sua antizade a iiun indi-
viduo, de que fui colega, e amigo intimo, j
por mu tos anuos na Baha.; mas resta-me
a gloria, que so duas vezes tenho fallado
com elle desde que est nesta Provincia,, e
ainda Ihe nao ped favor.' que dependesse
do sea cargo de Presidente. He manha an-
tiga do Cruzeiro o cobrir-me de imprope-
rios, chamando-me propagador de doutri-
nas revolucionarias: mil vezes tem esses
Srs. vozeado contra mim com essas decla-
maces; e mil vezes os tenho convidado
a que mostremnosmeusescriptos essas pro-
pozitoes revoltosas, essas doutrinas anr-
quicas: porque ainda nao me lancaro em
rosto hnma, se quer? Dar outrem epthe-
tos injuriosos, he cousa to fcil, e corren-
tia, que qualquer michella o sabe fazer s
mil maravilhas: mas produzir factos, que
provem a conveniencia desses epithetos ah
esta' o que distingue o homem verdadtiro
do calumniador. Porem ninguem espere
ver provadas as injuriosas asserses do Cru-
zeiro contra a minha pessoa. Nao sao esses
meus inimigos to estupidos, que nao sai-
bao, que todos os meus principios polticos
esto apadrinhddos pela Constituicao, que
elles dizem amar (agora); e que nao ha hu-
ma so das mximas por mim emittidas, que
eu nao as va' mostrar'taes, quaes na mesma
Constituicao, nos Manifiestos, Fallas, e Pro-
rlamacoes do Imperador, 011 deduzidos de to
dos estes escriptos por necessaria, e rigorosa
consquencia; e se assim nao he; rogo aos
Srs. do Cruzeiro, tenho a pachorra de es-
colher qualquer dos muitos principios, que
tenho exposto em meus escriptos, e vero,
se me saio desairosamente da demonstraco.
Assevera o Sr. Imqarcial, que eu tenho
injuriado a meio Pernambuco. Harto o
has encarecido. As minhas escarapelas ga-
zetaes tem sido com 3 ou 4 chirrichotes,
que me provocaro, e iujuriar&o sobre ma-
neira; mas ainda assim vali-me contra elles
da arma do ridiculo, deixando-lhes intactas
as suas vidas privadas, das quaes nao fal-
tou quem me brindasse com terriveis do-
cumentos, que nunca tive a ridicula vingan-
ca de publicar.
Resta-me desfazer a repizada patranha
do Cruzeiro a cerca da minha aula de Rhe-
torica, patranha, a que ja res|K>ndi o anno
passado: mas como repetem a mentira; he-
me forcoso repetir a verdade. Eu tive de
S. M. o I. licenca de hum anno para tractar
da minha saude, a qual licenca ainda nao es-
pirou. Sabendo no mato, onde me achava,
que muitos Mocos ficario sem o estudo, e
exame d'aquella Faculdade, vim para Olin-
da ; e como nao houveshe hum so Semina-
rista matriculado em Rhetorica, representei
ao Exm: Sr. Presidente, que attento o meu
estado valetudinario, incompativel com o
fadigoso exercicio, que he mister fazer de
S. Rento ao Seminario, houvesse por bem
permittir, que ensinasse Rhetorica aos que
se prepararlo para o curso Jurdico dentro

- : "; ;- iu



.Mi*
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(ai 7)
-
-.-.-"'
do Mosteiro, ao que annuiq o mcsmo Exm.
Sr., em quauto nao houvessem Seminaristas.
d eslava, e anda gozo da licenca: podia
nao ensinar, sem nota alguma, e podia en-
sillar onde bem me parecesse. Em que es-,
ta' aqu o patronato do Exm. Sr. Pinheiro a
meu respeito? Srs.-do Ciuzejro, nao sejao
intrigantes e patranbeiros; e saibao, que;
awm nao confunden!
O Somnmbulo,
A
AVIZOS DO CORREIO.
Sumaca Cariota sae para o Aracat no
dia 11 doeorrente.
THEATRO.
V^JlInta feira 10 do corrente se representa
impreterivelmentea excellente Oratoria de
Santa Cecilia, que se acha com todo o
maehinismo prompto, tanto de fogos de ar-
tificio cqmposi<;ao do Sr. Manoel Alves,
como urna nova illnminaco inventada pe-
lo Sr. Pina; oque sem dvida deve con-
correr para o grande brilhantismo da Sce-
na ; rematando o expectaculo com o entre-
niez intitulado-S. Martinho Exorcista.
NAVIOS A CARGA
PARA AIS GOLA.

5gue viagem ate o fim deste mez, por
ter a maior parte da carga prompja, o Bri-
gue Rrusileiro, Oriente Africano,. quem v
uelle quker carregar ou ir de pssagem,
di rija-se a bordo ao Capito e dono Remi-
gio Lua dos Santos, ou ao Escriptorio de
francisco Antonio de Oliveira, ra do Tra-
pixen. 4
PARA O RIO DE JANEIRO E SANTOS
SEgne viagem o Brigue Espirito Santo;
queni nelle quiser carregar ou ir de passa-
gem, dirija-se a Manoel Joaquim Ramios e
Silva.
PAALOhDRFS.
Sftguc viagem o Brigue Ing. Jessey Capi-
to VV. Jackson j queni nele quiser af**-
<&r dirjale aos Consignatarios Dio^Cock-
shott C. defronte d Trapxe Novo,
..
~-
' VENDAS.
I .-
-.1 5
,.
nfora da Praga, um mnleque, 18 ah-
nSf sadio, e cosinha o commun: no Patea
do Hospital do Paraso, D. 5. '
4' 'Jl Abord da Sumaca Generosa' tunda-
ca junto as escadinhas do arco da^oneel-
9o enapraia do Colegio segundo armA-
em entrando da parte do arco d'Sf Anto-
nio se vende a mais superior carne secca
e Porto Alegre, que presentemente ta
foesta praca, pois he muito nova gorda e
*marela, vista faz f..-.
' Umselim em bom uzo : na ra uo 14-
yramento loja de coiros D.21.
_ P entes da moda, preco conunodo:
ba ra do Rangel n. 44 D. 7.
_ UmaescrafaV^niiOs, eostnlia, lava
e vende : na ra Direita sobrado da esqui-
na do beco do Singado, i. andar.
_. Urna, canoinh de voga com pao
detrez vellas, e um remo, preco oommodb:
na ra dtfs Larangeiras D. i3.
; ^ Capim de pa uta posto a porta anual-
mente para um cvalo a 200 res por dia :
ha ra das Cruses boteqoim D. 3.
_ Um mulato, perfeito oficial de calla-
fate, e de bons costumes; abordo do Bn-
ge'TMao, prximo a seguir viagem para
,0 Porto, ou a casa de Manoel Joaquim Ra-
mos e Silva.
i Umdito, 18 annos earreiro, e sabe
desleitafr vacas, sem vicios:: na ra do Ro-
zario botica D. 11
; ^ Um eseravo d?Ango!aT 20 annos, bo-
nita figura, robusto, sem vicio, boa enxada,
e hbil para tudo : na ra-de Ortas Sobra-
do D. 33. f n .
i A in'opnedada denominada* Rineiro
fundo, que perteuceo ao fallecido Coronel
Joaquim Miguel de. Almeida Catanho ; B%-
tante da Villa do Limoeiro urna legoa, 00-
timo e suficiente terreno p,ra quasquer la-
vouras, assim_ como boa casa de vivehda,
cercado, para criaco de gados: na ra
Nova 1. andar do sobrado ao jpe da l-
greja. ...
- Na loja do Pehincha na ra da Cadea
defronte do beco largo n. t3, ha para
vender um sor ti ment'de fazendas Ingle/ is
e Francezas, tudo por precos commjilo?,
a saber: bons bordados de our< muito i -
eos, e de pelucia de_seda; chpeos deso
de seda, de patente de seda s.pe finos
Llsboj de*!aitburgo, de dit'erentes
/
W


-'
'-..1... :
{,,8)
ores para menino, de seda enfcitados ctm
fitas e flores para Seniore, armados apre-
7illiados de prata e onro pan militar;
barretinas de seda com fondo de sola $ ineas
de algodfco finas lizas e alertas parar mu-
Ilier; lencos pretos de seda ; setins de to-
das as cores e-detoa qualidde; vestidos de
cassa fina; sarjas Iavradas; sed .s eaecceza ;
?estidos hrancos de filo' de sda, e t'halees
touqnim de todas as cores.
Um lustro moderno, capaz pnra qual-
tner Igreja, por preco comraodo as Sioco
PontasD.53.
-*- Gil fina: na mesma.

Q<
COMPRAS.

Um tiver para vender trata receita de
obras (te pedra grisoltas, anttncie-se poi
esta folJM.
-

ALGUEL.


'ortc do Mattoi casa de Joaquina Pe-
rara Bastos ha para alugar una ama de
. leite completamente boa.
:
FURTO.
ll A noute de 5 para 6 do corrente, fnrta-
lo cletraz do Armasem de carrosas aop da
cadera de dentro de una canoa \ taboas de
assoalbo ele ama relio ; a quem se oferecer,
ou souber d'ellas qu do adro podera par-
ticipar no dito armasem, que ser recom-
pensado g se guardar segredo.
AVIZOS PARTICULARES.
x^J Boteqnim grande daPraca acha-se re-
formado tanto no as'seio da casa, como em
bebidas.
.-. Quem no Diario n. 5o anunciou
percisar de 2:000-$' rs. dirija-se a ra da
eadeta velln, n. 5i.
. Percis?i-se (Je um caxeiro para venda,
3ue saiba o sen de ver, e re conbeciment
e sua conducta : as Sinco pon tes, yenda
D. 4.
g O adre Francisco Coelbo de Lemos,
e Silva, participa a todos os Srs. Pas de
Familias, que a sua escolla, que existia na
ra ora, em a qual ensinava ler, escrever,
as quatro especies d'Aritbmetica, decimaes,
ouebrados, raz quadrada, cubica etc. ,
Grammatica da lingoa Nacional, e princi-
pios de Religio. taes, quaes s2o rompati-
ueis com a capaeidade dos meninos: paca
da mesma mnneira para a ra do Livramen-
to caza D. a3. onde se poder&o dirigir os
que se quizercm aproveitar do seu presu-
mo, e zeo.
un iiiiii
ESCRAVOS FGIDOS.
i Aulo, angola, canoeiro, alto cheio, 38
annos, fgido a 4 do corrente do sitio de-
fronte da capel la da ConceicSo na estrada
de Bellem, vestido de calca e camisa de
bamburgo, e bon de pao azul: no mes-
ara sitio.
Marcelina, baixa. grossa de corpo,
mais cabra, do que crioula, pcitos grandes,
dentes bertos, a5 annos, saia de lila preta,
pao fino azu!, com um tabolero de fazen-
das de toda qunlidade, cintas finas, riscados,
paninhos, cassas lizas, de lista, de qua-
aros, transparentes, cambrias etc.: na
ra da Concoicao da ponte n. iar).
KOTICIAS MARTIMAS.
Navios entrados no (fia y.
~ Nw York por S. Helena, 106, e ultimo i4 das; O. "A.mer Rosan na y Can.
Briggs Thomas : farinba e outros gneros:
Frreira e Mansfield.
Entrados no dia 8.
.** Goiana ; 19 dias; C. (\onceicao do
rilar, M. Manoel Falc : eaixas : de Jos
Antonio Falco.
Saludos no dia 8.
,-, Rio de Janeiro por Jaragua' e Babia;
Paq. N. Imperial Pedro, Com. o 1. Te*
nente Antonio da Silva Lisboa. Passagei-
ros para a Babia William Clark,, Eugenio
Pugete, Jos Gregorio Jnior, Antonio
Texeira Coelbo, Benjamiu Daples, e Agos-
tinho Alves Frreira.
Porto de Pedras ; L. S. sfntonio Fior
do Brazil, M. Joao Francisco Lima; em
astro.
/
^0'
PERNAMWCO NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA. i83i.


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PAGE 1

-•' '-..1—... : {,,8) ores para menino, de seda enfcitados ctm fitas e flores para Seniore, armados apre7illiados de prata e onro pan militar; barretinas de seda com fondo de sola $ ineas de algodfco finas lizas e alertas parar muIlier; lencos pretos de seda ; setins de todas as cores e-detoa qualidde; vestidos de cassa fina; sarjas Iavradas; sed .s eaecceza ; % estidos hrancos de filo' de sda, e t'halees touqnim de todas as cores. — Um lustro moderno, capaz pnra qualtner Igreja, por preco comraodo as Sioco PontasD.53. -•*Gil fina: na mesma. Q< COMPRAS. %  Um tiver para vender trata receita de obras (te pedra grisoltas, anttncie-se poi esta folJM. %  • ALGUEL. 'ortc do Mattoi casa de Joaquina Perara Bastos ha para alugar una ama de leite completamente boa. : FURTO. ll A noute de 5 para 6 do corrente, fnrtalo cletraz do Armasem de carrosas aop da cadera de dentro de una canoa \ taboas de assoalbo ele ama relio ; a quem se oferecer, ou souber d'ellas qu do adro podera participar no dito armasem, que ser recompensado G se guardar segredo. AVIZOS PARTICULARES. x^J Boteqnim grande daPraca acha-se reformado tanto no as'seio da casa, como em bebidas. .-. Quem no Diario n. 5o anunciou percisar de 2:000-$' rs. dirija-se a ra da eadeta velln, n. 5i. —. Percis?i-se (Je um caxeiro para venda, 3 ue saiba o sen de ver, e re conbeciment e sua conducta : as Sinco pon tes, yenda D. 4. g O adre Francisco Coelbo de Lemos, e Silva, participa a todos os Srs. Pas de Familias, que a sua escolla, que existia na ra ora, em a qual ensinava ler, escrever, as quatro especies d'Aritbmetica, decimaes, ouebrados, raz quadrada, cubica etc. Grammatica da lingoa Nacional, e principios de Religio. taes, quaes s2o rompatiueis com a capaeidade dos meninos: paca da mesma mnneira para a ra do Livramento caza D. a3. onde se poder&o dirigir os que se quizercm aproveitar do seu presumo, e zeo. un iiiiii ESCRAVOS FGIDOS. i Aulo, angola, canoeiro, alto cheio, 38 annos, fgido a 4 do corrente do sitio defronte da capel la da ConceicSo na estrada de Bellem, vestido de calca e camisa de bamburgo, e bon de pao azul: no mesara sitio. — Marcelina, baixa. grossa de corpo, mais cabra, do que crioula, pcitos grandes, dentes bertos, a5 annos, saia de lila preta, pao fino azu!, com um tabolero de fazendas de toda qunlidade, cintas finas, riscados, paninhos, cassas lizas, de lista, de quaaros, transparentes, cambrias etc.: na ra da Concoicao da ponte n. iar). KOTICIAS MARTIMAS. Navios entrados no (fia y. ~ Nw York por S. Helena, 106, e


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%  •' > %  • % % %  :' %  • l NNO DE I83I. QUARTA FEI1U o, DE MARCO. NUMERO HB&Mi&GO l Snbicrt*e.¡t mensalmrnte a H i„ rtit a-xo*t i. .... t %  • I _.. %  PERNAMptlCOJ tf A YPOGRAFJA FIDEDIGNA, RA DAS FLORES, 1 8. 1831 ———— %  ii %  — tMMImti^. CORRESPONDENCIA. • %  RTICOS DE OFFICIO Emefto a V. S. por copia o Aviso de 5 de Janeiro (iocorrente anno, e a C HI t a de Le, de 2 5 de Novemhro do anno prximo pasado, que ff, as Porgas Navaes activas para o anno financeiro, que hade correr do i. deJuIhode I83I ao ultimo deJunho . Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo dePrj aiambuco 28 de Fevereiro de I83 J oa %  n qnini Joze Pinheiro de Vasconcelos Sef hor ii\h de Paz da d pella Curado do Lol reto Francisco do Reg Burrero, 1. 1 i 1 1 n ^ Nh. Editor Ora tnu Amigo e Snr. na< me dir'o que quz dizer aquelle pastel d. Cruzeiro N. 4o, assignado o hnparcial, Oque sera aquelle ovo com o titul o de cari fa dirigida ao Exmo. Senhor Prezidente nao indirectamente; mas frente afrente, face a face ? Muito atrevida he a ignorancia a, e muito ignorante he o Padre Cruzeiro i kft5 S u P d C llier de tocl a( I ue,1 e sarrabulno he, que os homens querem, que o Excelentsimo Senhor Pinheiro **d absolutista, C isto so porque assim apraz f* ^nborias do Cruzeiro, e eompanhia. OExcelIentiSsimoSenhor inheiro ru carece da minha fraCa penna "pata defender-se das dentadas de praguentos, que todo referen! ao espirito depardo: o seu procedimenfo publico nesta Provincia falla mais alto, que tu do. Mandado prS. M. o I. pira Prezidenrede Pernambuco em huma c.ise mehndroza, elle, desde que aqui aportoumostrou-se hum Empregaclo fiel a seus juramentos,^ enaobuscou subterfugios para fallar na Constituido : he Constitucional; naoapadrinha absolutistas, nem liberaes de cabera de cerveja : se tem mandado os trabalhos do Governo para sihirem impressos no Diario parece me ter sido por du-is razoes: primeira por ser este Peridico de ntaior numero deassignantes ; segunda por quedeviater, como teve a delicade/a de nao mandar papis do seu Governo parado Cruzeiny, Jornal decididamente absolutista, e trombeta da conjura^ao columnista. A mnitos admirar, como esse Snr. Imparcial pode haver essa carta que cita, escripta pelo Exnt. Senhor Finbciro a hum sen amigo na Corte : mas a mim nada ne espanta de quantas picardas appaiecerem praticadas por gente do Cruzeiro. Nao esto esses homens avezados a interceptar Cartas? Elles nao tiverao o despejo de HI\> ganar o meu preto, de o meter na Columna para se ,* poderarem de cartas", que escrex ia ao meo amigo lsses homens tem ex gafado as fabricas da maroteira; e porisso nimgnem tenlla por noviddade, que elles citem cartas anda d aquilas, que hum ma



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.Mi* iil I i i I (ai 7) % %  %  -.%  %  %  do Mosteiro, ao que annuiq o mcsmo Exm. Sr., em quauto nao houvessem Seminaristas. £d eslava, e anda gozo da licenca: podia nao ensinar, sem nota alguma, e podia ensillar onde bem me parecesse. Em que es-, ta' aqu o patronato do Exm. Sr. Pinheiro a meu respeito? Srs.-do Ciuzejro, nao sejao intrigantes e patranbeiros; e saibao, que; awm nao confunden! O Somnmbulo, A AVIZOS DO CORREIO. Sumaca Cariota sae para o Aracat no dia 11 doeorrente. THEATRO. V^JlInta feira 10 do corrente se representa impreterivelmentea excellente Oratoria de Santa Cecilia, que se acha com todo o maehinismo prompto, tanto de fogos de artificio cqmposi<;ao do Sr. Manoel Alves, como urna nova illnminaco inventada pelo Sr. Pina; oque sem dvida deve concorrer para o grande brilhantismo da Scena ; rematando o expectaculo com o entreniez intitulado-S. Martinho Exorcista. NAVIOS A CARGA PARA AIS GOLA. %  5£gue viagem ate o fim deste mez, por ter a maior parte da carga prompja, o Brigue Rrusileiro, — Oriente Africano,. quem v uelle quker carregar ou ir de pssagem, di rija-se a bordo ao Capito e dono Remigio Lua dos Santos, ou ao Escriptorio de francisco Antonio de Oliveira, ra do Trapixen. 4 PARA O RIO DE JANEIRO E SANTOS SEgne viagem o Brigue Espirito Santo; queni nelle quiser carregar ou ir de passagem, dirija-se a Manoel Joaquim Ramios e Silva. PAALOhDRFS. Sftguc viagem o Brigue Ing. Jessey Capito VV. Jackson j queni nele quiser af**<&r dirjale aos Consignatarios Dio^Cockshott C. defronte d Trapxe Novo, ¡ • .. ~' VENDAS. I .• -.1 %  5 ,. • nfora da Praga, um mnleque, 18 ahn Sf sadio, e cosinha o commun: no Patea do Hospital do Paraso, D. 5. 4' 'Jl Abord da Sumaca Generosa' tundaca junto as escadinhas do arco da^oneel9o enapraia do Colegio segundo armAem entrando da parte do arco d'Sf Antonio se vende a mais superior carne secca e Porto Alegre, que presentemente ta foesta praca, pois he muito nova gorda e *marela, vista faz f..-. Umselim em bom uzo : na ra uo 14yramento loja de coiros D.21. P entes da moda, preco conunodo: ba ra do Rangel n. 44 D. 7. UmaescrafaV^niiOs, eostnlia, lava e vende : na ra Direita sobrado da esquina do beco do Singado, i. andar. _. Urna, canoinh de voga com pao detrez vellas, e um remo, preco oommodb: na ra dtfs Larangeiras D. i3. ; ^ Capim de pa uta posto a porta anualmente para um cvalo a 200 res por dia : ¡ha ra das Cruses boteqoim D. 3. Um mulato, perfeito oficial de callafate, e de bons costumes; abordo do Bnge'TMao, prximo a seguir viagem para ,0 Porto, ou a casa de Manoel Joaquim Ramos e Silva. i Umdito, 18 annos earreiro, e sabe desleitafr vacas, sem vicios:: na ra do Rozario botica D. 11 ; ^ Um eseravo d ? Ango!a T 20 annos, bonita figura, robusto, sem vicio, boa enxada, •e hbil para tudo : na ra-de Ortas Sobrado D. 33. f n „ i — A in'opnedada denominada* Rineiro fundo, que perteuceo ao fallecido Coronel Joaquim Miguel de. Almeida Catanho ; B%tante da Villa do Limoeiro urna legoa, 00timo e suficiente terreno p,ra quasquer lavouras, assim_ como boa casa de vivehda, cercado, para criaco de gados: na ra Nova 1. andar do sobrado ao jpe da lgreja. ... Na loja do Pehincha na ra da Cadea defronte do beco largo n. t3, ha para vender um sor ti ment'de fazendas Ingle/ is e Francezas, tudo por precos commjilo?, a saber: bons bordados de our< muito i eos, e de pelucia de_seda; chpeos deso de seda, de patente de seda s.pe finos Llsboj de*!aitburgo, de dit'erentes / W



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1. i A V — M) %  € rido ausente manda a sua mulher : elles sao capases de tudo. So faltn a esse Imparcial pedir pelo amor de Dos a S. Ex., que se declare absolutista. Ora pensar o misera*el Cruzeiro, qne alguem acredita era sua labia, que alguem ha, que o tenha por defensor da Constituido, so porque palavra Throno dero em acrescentar o epitheto Constitucional, e isto ha poucos mezes depois oueviro malogrados os planos infernaos oa sua conjuraco ? Nao sabem esses hipcritas, que as suas doutrinas diamttralmente oppostas aos principios vitaes da Constituido, que os scus sarcasmos, e motejos ridiculos contra o rgimen Reprzeotativo esto estampados no grosso cal ha maco do seu mesmo Cruzeiro desde 1829 at os fins de i83o ? Pe usar o esses homens, que podem adquirir crditos de amantes da Constituicao elles, que a tratavo com os indignos apodos de Trambolho, etc. etc. ? Qual he a razo sufficiente do odio ngadal, que me consagrao esses senhores, se nao o ter eu sustentado em nieus escriptos o sytema jurado, contra o qual elles escrcvio to clara e escandalosamente ? Bein sabem elles, que eu nao symbolisp com a Democracia pura ; elles bem conhecem, que os Peridicos, e pessoas Constitucionaes desta Provincia n&o querem repblicas; e qual o motivo por que este mesmo Cruzeiro cahia com furia de tigre sobre qual quer individuo, que da va o mais leve indicio de amar a Constituicao, que elle hoje diz defender, e prezar ? Eu sei, que no 13ra-/il ainda existen! (eonde os nao haver ?) cabecas vertiginosas, que onde nao aforoa republicas, nao aamitem felicidade ; que se escreva contra as mximas perigosas desses republiqueiros nada me parece mais justo ; e eu o tenho feito desde que escrevo para o Publico; mas que o Cruzeiro meca a todos os liberaes na mesma fieira, confundindo tudo para fazer a guerra a o systema Representativo, cousa he to indigna, que tem 'ehamado sobr'esse Peridico o odio assim dos republiqueiros, como dos mais moderados Constitucionaes. A cartolencia dirigida ao Exm. Sr. Presidente nSo podra passar sem dar-me alguma torquezadd, sendo a primcira o nao poderem sofrer esses Srs. que o mesmo Exm. Sr. honre coma sua antizade a iiun individuo, de que fui colega, e amigo intimo, j por mu ¡tos anuos na Baha.; mas resta-me a gloria, que so duas vezes tenho fallado com elle desde que est nesta Provincia,, e ainda Ihe nao ped favor.' que dependesse do sea cargo de Presidente. He manha antiga do Cruzeiro o cobrir-me de improperios, chamando-me propagador de doutrinas revolucionarias: mil vezes tem esses Srs. vozeado contra mim com essas declamaces; e mil vezes os tenho convidado a que mostremnosmeusescriptos essas propozitoes revoltosas, essas doutrinas anrquicas: porque ainda nao me lancaro em rosto hnma, se quer? Dar outrem epthetos injuriosos, he cousa to fcil, e correntia, que qualquer michella o sabe fazer s mil maravilhas: mas produzir factos, que provem a conveniencia desses epithetos ah esta' o que distingue o homem verdadtiro do calumniador. Porem ninguem espere ver provadas as injuriosas asserses do Cruzeiro contra a minha pessoa. Nao sao esses meus inimigos to estupidos, que nao saibao, que todos os meus principios polticos esto apadrinhddos pela Constituicao, que elles dizem amar (agora); e que nao ha huma so das mximas por mim emittidas, que eu nao as va' mostrar'taes, quaes na mesma Constituicao, nos Manifiestos, Fallas, e Prorlamacoes do Imperador, 011 deduzidos de to dos estes escriptos por necessaria, e rigorosa consquencia; e se assim nao he; rogo aos Srs. do Cruzeiro, tenho a pachorra de escolher qualquer dos muitos principios, que tenho exposto em meus escriptos, e vero, se me saio desairosamente da demonstraco. Assevera o Sr. Imqarcial, que eu tenho injuriado a meio Pernambuco. Harto ¡o has encarecido. As minhas escarapelas gazetaes tem sido com 3 ou 4 chirrichotes, que me provocaro, e iujuriar&o sobre maneira; mas ainda assim vali-me contra elles da arma do ridiculo, deixando-lhes intactas as suas vidas privadas, das quaes nao faltou quem me brindasse com terriveis documentos, que nunca tive a ridicula vinganca de publicar. Resta-me desfazer a repizada patranha do Cruzeiro a cerca da minha aula de Rhetorica, patranha, a que ja res|K>ndi o anno passado: mas como repetem a mentira; heme forcoso repetir a verdade. Eu tive de S. M. o I. licenca de hum anno para tractar da minha saude, a qual licenca ainda nao espirou. Sabendo no mato, onde me achava, que muitos Mocos ficario sem o estudo, e exame d'aquella Faculdade, vim para Olinda ; e como nao houveshe hum so Seminarista matriculado em Rhetorica, representei ao Exm: Sr. Presidente, que attento o meu estado valetudinario, incompativel com o fadigoso exercicio, que he mister fazer de S. Rento ao Seminario, houvesse por bem permittir, que ensinasse Rhetorica aos que se prepararlo para o curso Jurdico dentro %  : ; ; iu