Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01093


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Full Text

AtfVOm i83i
w
SABBADO 5DE FEVERERO.
NUMERO 2S.
fc-

A1I)
r
1HAM1J
I'EWAUHUCO; NA TYIOGRAFlA FIDEDIGNA, 11UA DAS FLORES, N. f8! lSTT"
.'.

FRANCA.
Pedcos extrahidps deun discurso de ftl-
Maugum na sessao de i3 de Novembro.
lEnhorc's. A Europa; tao longo tempo
retaliada pelo feudalismo, ha muitos secti-
los tende um sistema de soeiedade univer-
sal, a nina vasta federado qne tenha seus
nteresses, e leis communs. Esta grande
obra comecada pelas guerras, que misturo
os poros,- tem sido continuada pelo comer-
cio, que os une ; e por essa substancia de
crensas, estenios, e filosofa ; que imprime
um .carcter de uniormidade, e de familia
a todas as Naces Europeas. Inda no
chegoua seu termo, mas est prxima; a
revolucio, o imperio, e at a restaraucao a
abrigaran a fazer novos progressos. Olhe-
se para a Europa, quando appareee em al-
guma-do suas partes algiim grande'acn-
tecimento, ver-se- o movimentonascer, es-
tender-se, e comunicar-se as naces mais
remotas ; semelhante a urna onda, que, le-
rantando-se no meio do Rio, vai quebrar-
se na praa.
Por esta observaeao se explica urna 011-
tra, pata nos, de alta importancia : (fue
a Europa tende k unidade em seus princi-
pios de governo, e suas diversas partes
procur&o constantemente assemelhar-se as
formas polticas. E'assim que quando em
1789 o grito de liberdade ressoou em Fran-
ca, a Europa, querepouzava sobre o'direi-
to divino, foi assaltada de terror, parque
sua unidade esta va ameacada. Ento come-
cou essa guerra dos dois principios, que
apenas est no seu meio, en tao a Franca
atacada pelos Res Ibes oppoz sua terrivel
propaganda ; todos a vi rao suecessi va men-
te, e segundo suas formas internas estabe-
lecer em redor de si um tecido de repbli-
cas, ou de reinos novos, e novas dinastas,
at o momento, em que o direito divino/
vencedor a seu turno, triunfou moment-
neamente do mundo sobre os oiteiros de
St. Chaumont,.e em Waterloo.
Por sua vez o direito popular acaba de
conseguir a victoria. Elle se mostrou re-
pentinamente nos dias de Julho oheo de
verdura, de vida, e de poder. A Franca *
um modelo para as mais naces. Entre to-
das s ella que tem tido trez pocas de
conquistas, e de gloria. O mundo se con-
duz a seu exemplo. Seu repouzo, ou agi-
tadlo o repouzo, ou agifcaco da trra.
A penas o direito divino foi vencido
as Tu i Heras, toda a Europa, que conhece
nossa audacia, e firmeza de nossas decizes,
confiou na sua liberdade. O Espanhol re-
fugiado correu, c saltou, por assim dizer-
mos, das margeos do Tamiza aos Pyreneos;
as duas Pennsulas agitaro-se; a-Blgica
se levantou pela liberdade ; urna tormenta
de desordens seespalhou sobre os estados
germnicos. Em toda a parte, em fim, as
pedras de Pariz (*) fbro considerada* co-
mo una descoberta. ( Movimento na assem-
bla).....................
Urna grave questao oceupa agora todos
os espiritos: Teremos a paz ? Teremos a
guerra? A piz, todos dezejamos; a guer-
ra, quero conhece a Franca, sabe que ella'
nunca a temen.................
En nao deixarei esta tribuna sem di/er
algnma palavra sobre Argel, lima conquis-
ta inesperada o unieo proveto que nos
resta das dlapidaces, e sofrimenfp; ce
quinzeannos. Ms, ou como pozicao mili -
lar, ou como colonia, emeio de comunica-
cao coni inercia i cora o centro da frica, a
possesso d'Argel deve contribuir algum
dia para a prosperidade da Franca: Si a-
ereditarmos indicios, que parecem certos,
urna grande mudanea se prepara na mar-
cha do cmrnercio, e na poltica Euro-
pea. No espaeo de dois Seculos a Franca,
c Inglaterra se bterao pela Anterica
e suas colonias; mas a Amrica emane i pau-
se, calou de novo o Europeo no velho
(*) As pedras de Pars Vejao o
(pie faz a ignorancia, n3o sabe o Sr. Mau-
gnin que os Quirs do Brazil sao mais du-
ros, que as pedras de Pars, o que resulta
de nao terem o Cruzeiro no devido appre-
eo, leio-no para nao cahirem nestas, a
noutras, Do traductor.
)


TI
(112)
mundo, e agora c sobre as margens do me-
diterrneo, que parece dever exercer-se a
actividade, que o dirige.
A possesso d'Argel, tal vez hoje pouco
importante, omito nos promette para o
futuro. Q.e se ^^ azer da conquista ?
A esta questao so vejo urna resposta; mas
a Franca querer ouvil-a.
Sobre o mais, estejamos tranquillos a
cerca de nossos destinos. Um solo rico,
urna populaco activa, e guerreira, um ter-
ritorio compacto, provincias que 'allo a
mesma lingoa, animadas pelo mesmo espiri-
to, sempre promptas a se prestarem mutu-
os socorros, eis ahi a nosssa forca, eis ah
o que s nos temos entre todas as potencias.
Conquistamos Argel, de vemos conserval-
o. Si algum gabinete o reclamar, respnda-
le o ministerio: Jrgele a Franca; res-
ponda-lhe com irmesa, e resolucao, e atrs
delle estar a Franca para sustental-o. (Mui-
to bem! Muito bem)............
Segurar no interior nosso repouzo, e no
exterior hossa dignidade, e poder; em urna
palavr: reparar os erros commettidos; eis
ah atarfa da actual administrado. Hoje
tudo grande. O movimento nao existe so
na Franca, mas entre todos os povos. A
Europa inteira procura desembaracar-se dos
restos da idade media: Ella aspira a urna vi
da, e a urna era nova. Estamos n'uma des-
sas grandes pocas, felizmente to raras na
historia, em que um mundo velho desaba,
c um novo procura nasccr. E Franca,
que est reservado o primeiro papel nos
aconteeimentos que se preparao; sai bao os
ministros dirijil-a, tero direitoao reconhe-
cimento dos povos. ,.....".....
f Pedacos extrahidos do discarso de Mr.
Jjjgnon na mesma sessao.
Teremos a guerra ? Teremol-a-ja ? Nao.
O raio que ferio a raca de Carlos X retum-
bou em todos os Estados absolutos. A com-
mocao bi viva e profunda. Por toda a par-
te o poder absoluto se julgou abalado: pen-
sou sentir tremer a trra sob seus pes; e
com rasfio temeu que una communicaeo
inzes? Alii est a duvid.i, a incerteza.
O cumplimento, sem concurso dos estran-
geiros, de bina vontade nacional no que res-
peila forma co Governo, um desses nie-
tos imperiosos, que as potencias estrangei-
ras podem ser solicitadas para reconhecer,
mas que nao d^pendam de sua sanecao.
Qnanto a qualifieaco de revolta applica-
da aos aceontecimentos da Bidgica, que go-
verno sal)2 melhor do que o IiTglez, que un
movimento a principio denominado revolta,
recebe da fortuna, quando o ajuda, o titulo
de gloriosa revoluco? Qnem o sabe me-
lhor do que a casa do Hanovre, caja eleva-
cao ao trono de Inglaterra nao teve outra
orii^em ? (sensaco.)..............
Entre 'as prohabilidades que temos para
conservara paz porei em primeiro lugar: a
influencia dos progresos da razao publica
sobre a poltica dos gahinetes; a estima da
Europa ao carcter leal do nosso Rei Luiz
Filippe, que respeitando a independencia
dos estados estrangeiros, saher razer res-
peitar a nossa; a perspectiva de varios pe-
rigos em qu a guerra podia por os gover-
nos absolutos. A estas prohabilidades de-
vemos ajntar como circunstancias garanti-
doras, o mo estado das financas de quasi
todos os governos, sem exceptuar o Inglez,
que si pode bastar para si, ao menos ja nao
pode fornecer s outras potencias os subsi-
dios, quelhes prodigalisou desde 1793 ate
1815; aextinecao dos antigos^ odios naci*
naes, principalmente entre a Franca e a In-
glaterra; a simpata dos diversos povos en-
tre si; ea simpata de todos com os princi-
pios de urna justa berdarfe, taes como ago-
ra estocomprehendidos na Franca. .
Si a vaidade da poltica, e a incerteza dos
clculos humanos alguma vez foi demonstra-
da, bi pelos accontecimentos que acaho
de ter lugar nos Paizes Baixos. Ha muitos
seculos que passa em Londres por um axio-
me rutineiro =que a Inglaterra estara ame-
acada de perecer no momento, em que os
limites do territorio Francez do lado dn
Blgica recehessem alguma expansao. .
A Europa tem por garanta alem do espi-
rito Constitucional da Naco Franceza, que
repugna a qualquer guerra offensiva, o ca-
rcter recto, e leal do Rei Luz Filippe.
Com effeito, Senhores, supponde que a re-
voluco de 3o de Julho de i83o em lugar
do Rei sabio, que nos governa tivesse pro-
duzido urna Repblica, ou dado o poder a
algum principe, algum soldado feliz, mais
ciozo da propria grandeza, do que da pros-
peridade da Franca, quem teria impedido a
um chefe temerario da repblica, ou da mo-
narqua, de precipitar-se a testa de suas
tropas, no da em que soou o rebate na Bl-
gica, proclamando a liberdade do genero
humano? de Janear outros destacamentos
sobre as Provincias do Rheno, que perten-
cero a Franca, excitar, ou antes coadju-
var o movimento dos povos contra seus so-
beranos actuaes, promettendo-lhes consti-
tuices livres? sem duvida, a Franca seria
entregue a terriveis azares; mas em fin a
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(3)
r>-

fortuna hiuitas veres coroa a audacia, e
ca guiada por um chefe emprehendedor
no caminho das conquistas, apoderando-s
de novo de um territorio ao seu alcance, e
que se empenharia por se reunir a ella, nao
estara ja em estado de arrostar coni seu
cxercito, e seus milhbes de guardas nacio-
naes osios esorcos da Europa, oppondo-
Ihes sua trplice bar reir do Rheno, dos Al-
pes, c dos Pyreneos:3 (:noviolento na As-
semblea.)
Eu don gracas ao Rei Luiz Fiiippe por
nao ter concebido essas gigantescas ideas,
eu liie dou gracas por nao ter assim exposto
os destinos da Franca; eu lhe dou gracas
por nao ter procurado, com risco nosso,
incendiar a Italia, a Espanha, e a Alema-
nha; mas em fin o que se nao teria feito*
poda terse tentado, e admittindo que se
nao tivesse conseguido, ter-se-ii dado um
golpe sensiyel seguranca das dinastas,
abalado os fundamentos de todos os tronos.
{Novo movimento). Tanto para a Europa
como para nos elle temsido o homem neces-
sario, o homem indispensavel; ella deve de-
sejar como nos a consolidadlo do nosso go-
verno. Qualquer golpe dado nossa di-
nasta ser una eaiamidade para todas as
dinastas europeas, (signaes de approva^o
geral).
O Rei fez mais, e os gabinetes devem es-
timal-o, Como nos o Rei se conde dos in-
elizes proscriptos perseguidos pelo rigor de
alguns governos absolutos, um sentimento
generzo nos inclina a dezejar a liberdade
de sua patria, mas compadecendo-se da des-
grana, o rei sabe que deve refepeitar a inde-4
pendencia dos outros estados para ter di-
reito de fazer respeitar a nossa. Saiba a Eu-
ropa agradecer-llie, porque presfando-se a
medidas severas contra homens ja't-io des-
ffracados, seu nobre craco fez o maior
dos sacrificios. (Grande numero de vo-
zes : Sjm Sim E' verdadeJ )
Continua r-se-.
... .
Pergunta-se-nos, se a Cmara Munici-
pal desta Cidade tendo convocado os Elei-
tores deste Collegio para o dia 20 de Feve-
reiro corren te, para se proceder elleicao
de un Deputado por esta provincia, cha-
mara os supplentes respectivos ern lugar
de alguus Srs., qne sendo Eleftores se tem
retirado desta Provincia, provavelmente
seni participar Cmara a sua retira a:
nos ignoramos o que fez a Cmara a tal res-
peit; mas de suppor, que ella assim o
furia, visto que todo mundo sabe, que
nao existem aqu os Majores J0S0 Joze, e
Thm, Tenente Coronel Silveira etc. etc.
Eleitores por esta Cidade, e caso o nao te-
lina feito, se s mos de algum dos Srs. Ca-
maristas chegar este nosso Diario, digne-se
lembrar aos seus collegas o que ica expen-
dido, por assim ser muito de sua obriga-
cao.
Ediial.
Francisco de Barros Falcao de Lacerda
Cavalcanti, Fiscal desta Cidade do Reci-
fe.
J/'Az sciente ao respeitavel Publico, que
neste mez de Fevereiro todos devem concer-
tar suas calcadas; conservarem as ras sem
lixo mandando cada um varrelas te o meio
da rna, e todo o Sr. que ti ver escravos ad-
vralos para que nao andem com cargas por
sima das calcadas ainda que seja um peque-
no taboleiro, e as pretas so podem vender
sentadas no Recife na ra da Cruz; em S.
Antonio no pateo do Hospital do Paraizo,
no pateo da Ribeira; na Boa-vista, na pra-
ca a mesma, e na Ribeira; e tobem. que
nenhuma pessoa poder andar a caval-
lo por sima das calcadas, e nenhuma lora
de seceos ou mol hados poder ter bra da
sua porta o menor fardo, que todo pesca-
dor de tarrafa e rede ter vitola afrida pe-
lo aferidor e seo bilhete d'aferico. E para
que chegne a noticia de todos maudei publi-
car o presente nos Diarios dssta Cidade.
Recife 1. de Fevereiro de i83.i.
Ftarcisco de Barros Flcao de Lacerde C'
LEILAO' HOJE.
X- ne secca a bordo do Brigue Brazileiro Sci-
pio fundeado na praia do Collegio.
Principiar as 8 horas da manha.
VENDAS.
JDxas grandes e frescas por preco commo-
do, e com a condicao de se trocarem as que
nao pegarem: na venda de 4 portas n.
2.2 esquina da ra do Viga rio para o Forte
do Mattos.
Um escravo caiador, e canoeiro, 22
annos, boa figura, e se vende por necessi-
dade: em Olinda rna de S, Bento n. 5g,
secunda casa a traz da Igreja de S. Pedro
velho.
. .


COMPRA.
jAs obras do Abbatle Paulino: anunci*
' se por este Diario.
(ii 4)
no passado, e tem sitio visto vender cap im
ein Beberibe: as Siuco Pontes n. 53, e
se dar de premio \Q$ rs.
PERDA.
Endeu-se nra bilhete dei35$rs. passa-
do por Antonio Muniz Perein em dita de
20 de Janeiro lindo a vencer a 12 dias, e
por que ja o passador esta entendido de o
nao pagar scnao a seu dono,,.se.previne o
Publico para nao fazer com dito bilhete al-
guma transacco, e a quem o achar e res-
tituir a Antonio Pereira da Souza na ra
d'Aguas verdes D- 9 se recompensara.
AV1ZOS PARTICULARES.
P
Eatcnde se eslabelecer urna aula particu-
lar de grammatica latina na Boa-vista. A
pessoa que quizer utilizar-se do pouco pres-
talo ido anunciante, pode comparecer na
ra nova em caza do Sr. Advogado Francis-
co de Paula Gomes dos Santos, e na praca
da Boa-vista em casa do Sr. Coronel Anto-
nio Roiz d'Alneida, para darem a informa-
cao necessaria^sqbre a conducta moral, ci*
vil, e capacidde do anunciante; e eritSo a
vista do numer dos alumnos que compare-
cerem/indicar-se ha a ra, e n. da casa.
J* A pessoa que anunciou no Diario n.
Ai querer um sitio perto da praca, queren-
Livramenta botica D.. 11.
Roga'-se'noV Srs: Contratadores das
agoas ardentes desta Provincia queirao com
hrevidade declarar fior este Diario onde se
deve pagar e despachar as aguas ardentes
de todos os depozitos carrcgados sobre es-
te genero, com todas as explicaccs neces-
arias para nao haver falta nos pagamentos
e despachos, que poderem prejudicar ao
contrato, e fabricantes.
Quem isto pede um fabricante de agoas
ardentes.
ESCRAVOS FGIDOS.
A
XTonio, angola, baixo. grosso, cara
redonda, ollios grandes, nariz chato, mar-
cas de sua naco no peito esquerdo, e de
acoitos pelo corpo, bracos e dedos curtos
,egrossos, e pernas igualmente cora urna
dentada na canela, ugido em Junlio do an-
Adverte-se, que a casa, on lugar notado nos anuncio*, onde se
deve procurar o objecto venda, tbigtir, e compra, ouyd se
deve levar o cscjovo fgido ; c que Olanlo aos ltimos anuncios seus yJt
donos todos offerecci recompensa, efattm os protestos d estillo.
NOTICIAS MARTIMAS.
Navios Entrados no da 2.
~ Rio Grande do Sal; 97 dias; S. Ge-
nioza, M. Joaquim Gomes, en-
carga carne seca : Antonio di
Lompanliia.
juip. 10
a Silva
Entrados no did'\.
_ Rio Fonnoso; 1 da; Sum. S. Anto-
nio 'geiro, NI. Jase Joaquim di losta, e-
quip. 9; carga caixas : de fose Luiz Pare-
'le s.
\1 Boad-Idand; 36 dias ; 0. Amor.
Colunibi% Cap. John Sa/brd, equip. o;
carga fariulia de trigo, e outrs gneros:
ao Capito.
_ /fmtterdam ; 48 dias ; B. Ing. St.
faorge, Cap. N. M. Gowan, eqip. 3 ; car-
ga fazeudas : Johnslon Pater e C.
Saidos no da 4
M Rio de Janeiro por Jaragu e Baha ;
Paquete N. Ni$cr% Com. o i. Tenente
Bernardo Jos de Ahneid Passageiros :
para Macei Joze Joaquim Be/erra Cayal-
ti : para o Rio o Cadete Ra noel Candido
Barbosa, Antonio Francisco Gregorio, Car-
los Manoel Ferrugento, e Antonio Moreira
Pinto Maia.
Goiana; L. S. Jodb Baptista, M.
Jorge Teiveira, equip. 0 ; e:n lastro. Pas-
sageiros 5.
Porto de Galuihas ; S. Conccieo, M.
Manoel Domingos Gomes, equip. i3; em
lastro.
Jilo Formozo; S. Ave Mara, M.
Fiancisco Martins de Oliveira, equip. 10;
em lastro.
Una; Sum. .V. Joze, M. Luiz de dzc*
vedo dos Santos, equip. 10: em lastro.
- Barra Grande ; Hiate S. Antonio Poa-
dor, M. Joze Marques, equip. 9 ; em las-
tro.
~ Valparaso; B. Ainer. Canning, que
fundeara liontem a noite viudo de Baltimo-
re.
f

i 111___jO'l^t*
PERNAMBUCO NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA. Mu
i
1
c


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