Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01091


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Full Text
l'i mi
-/
AffNODEiffctt
QUINTA FEIRA 3 DE FEVEREIRO.
NUMERO 26*.
Vn
BA11 ttB MlHAHlOG
PERNAMBCO; NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA, RA DAS FLORES
, w. ffl.
s
CORRESPONDENCIAS.
-jfo. Editor. Circunstancias que dev-
rio merecer-me o despreso m'occupao a-
gora a attenco, e m'impelem ao encomo-
dar: motivos de maior monta, ou ataques
trancedentes me tem dirigido o meo Co-
mandante o Tenente Coronel Antonio Car-
doso Pereira de Mello para que eu j mui-
to ten ha patenteado o meu ressentimento ;
mas querendo me conter nos lemitis d'u-
ma prudencia at repreencivel ao cidado
zeloso de seus direitos, eu me tenho conser-
vado mudo e quedo at o presente: julgo
por tanto infahvel ( sem eme drgresse pelo
passado ) levar ao seu conhecimento, e do
publico o que ele acaba de exercitar co-
migo.
Em 2 de Outnbro p. p. requer ao Exm.
Comandante das Armas que houvesse de
mandar passar por certidao a minha f de
officio, e obtendo no mesmo dia o despa-
cho ~ Passe do que constar ~ recuzou o
Sr. Comandante faze-lo. Enojado d'uma
tal escuza, deregi-me novamenta ao mesmo
Exm. Sr. queixando-me do acontecido; pe-
lo que ordenou ao Sr. Cardbso lhe infor-
masse mediatamente quaes tinhao sido os
motivos de sua duvida; e sendo isto
no meado de Janeiro, poucos das foi
servirlo o dito Sr. C. perguntar s eu
prefera minha f-d'ohcio: como este
bsse todo o meo empenho, disse que sim.
Consequentemente remeteo-me um papelu-
xo datado em seis d'Outubro com esse
titulo, era que se assignou. Que de frasi-
ologias ah vem nesse modelo de fes d ofi-
cios Que de recordares \ Bem mostra o
Sr. C. ter cursado as Aulas* da< Academia
militar da Corte, que, qual escrupuloso me-
ehanico, pertendeu especificar o peso da
minha conducta militar. Dis cSr. C. ( r-
ferindo-se ao meo assehtamento ) Come-
teo urna deserco simples no antigo Cor-
po d'Artithari, e por despacho* do Gover-
no das Armas de o de Janeiro de 29,
fbi mandado ficar sem nen-m efeitoessa
nota, por nao existirem assentos legaes.^
OraSr. E. quem, so por este principio,
nao entender que o Sr. C qus derrramar
sobre mim todo o fel de sua maledicencia ?
Se essa nota foi levantada por nao existi-
rem assentos legaes, para que o Sr. C. trou-
xe-a infrente agora ? Pois nao para an-
da aqui: dis mais -. Responden a Conce-
lho de guerra em 27 de Agosto de 1829 por
proferir exprec&es insultantes contra o Sis-
tema de Governo, e contra a boa ordem e
disciplina; sendo Presidente do mesmo o*
Sargento mor N., do qnal foi absolvido
peo fundamento somente de se ter pelos
depoimentos das contestacoes do Reo ( Sil-
licet, ^ suposto ) destruido a prova con-
tra ele oferecida no conclho a investiga-
co. Ento que me diz Sr. E ? Proferir
expressoes insultantes contra o actual Sis^
tema de Governo contra a boa ordem e
disciplina foi absolvido pelo fundamen-
to somente! etc. ete.!! Terei razo para
me exasperar do Sr. C. ? Parece-me que nin-
gnem m'a negar. Eu, Sr. E., proferir ex-
pressoes insultantes contra o actual Siste-
ma de Governo, eu, que tenho sido nutri-
do, por assim dizer, des-d' o berco com as
Luzes do nosso feliz Seculo: que amo a
minha Patria sobre tudo : queestarei sem-
pre prompto a verter a ultima gota de san-
gne pelo seu Triunfo ; como j nfto deyer
restar duvida : que (Grabas a Providencia !)
ja sei distinguir a situado do Brazil; pro-
ferir expressoes insultantes contra o actu-
al Sistema !! Os infames forjadores dessa
negra calumnia, talvez algum dia tenhao a
sua recompensa; talvez, ouzo tambem a-
vanear que o Sr. Tenente-Coronel seja ma-
is suscepthel de faccinar-se, pois que, tendo
concebido successivamehte doutrinas sem-
pre divergentes, talvez ainda hoje vacile na
adopeo d'um permanente Sistema *-..
Ora, Sr. E. seo Sr. T. C. admitisse, sem
que m'obrigasse a responder a Cohcelho de
Guerra por insubordinado, lhe pergun-
tria : -4 se elle tem lancado tao circuns-
tanciadamente o seu assentamento ? Creio'
que sim: E ter o Sr. C. por ventura ins-
cripto eom expressoes to mavosas os seus
rememoraveis servidos prestados aqui ao
General Reg contra a sua Patria ( o Bra-
*


-.=*m
(io4)
f\
zil) por occazao do Governo Provisorio
de Goiana ? Ter? E pode ser que sim.
Ter tambem o Sr. T. G. to cuidadosa-
mente laucado a conducta do seu amigo *
que, na regeneradlo de sua Patria, concor-
reo com todas as suas foreas para a sua an-
niquilacao ? que folpara Portugal pela que-
da do Reg, e que d'ali veio com tropas
para a Baha, donde fez fogo contra osse-
us Concidados, e que hoje capitao do 8
Corpo d'Artilharia do Brazil ? Tudo pode
ser: nao ser o primeiro milagre. ^--Per-
mi ta-nie mais o Sr. T. C. Lente de Mathe-
jna ticas, que ltimamente lhe note que sua-
merc parece nao estar milito versado na
marcha do calculo, pois que em sua equa-
cao envolveu quantidades ociosas, que de
certo deverio obstar-lhe muito a aparieo
do rezultado.
Sr. Editor muito obrigar com a publi-
ca cao dcsta, ao
Seu affectuoso- e obrigado P.
Miguel Joaquim Fernandes Barros.
JixDm ira-nos, que o Sr. Antonio Joze Go*
mes, espalhando por toda a parte, que/ns
cabalamos^ para sahir Deputado un nosso
amigo, que alias muito prezamos, contasse
tanto com a nossa imparcialidade, dirgin-
do-tios a seguinte correspondencia, que
tem por fin elogiar e inculcar o Sr. Ho-
landa Cava lean ti o que por certo nao satis-
faz aosfins, quealeviandade do Sr. Gomes
nos imputa. Ja dissemos, e o repetimos, que
publicaremos tudo quanto se nos apresen-
tar pro ou contra qualquer que se julgue
nas circunstancias de ser Deputado ; se is-
to para o Sr. Gomes cabalar, e nao o
andar a importunar individualmente os
Eleitores do seu conliecimento, como pro-
curador do Sr. Holanda Cavalcanti, conti-
nuaremos a cabalar do mesmo modo, dei-
xando ao Sr. Gomes a satisfaco de incul-
car quem quizer, desacreditar uns, eabonar
cu tro, tudo sem cabalar, e ofender-nos
gravemente, como tem sido, e for do seu
fjrosto.
o
Sr. Editor Queira por favor inserir
em um dos seus nmeros mais prximos do
Diario, o seguinte artigo extrahido do n.
^4 do Republico
J que estou falando em economas
veni a proposito urna que rna mesma Pro-:
vineia d'Alagoas quera fazer o Sr. Caetano
Monte JNegro Praia Grande Presidente.
Scenla contos, ouvi dizer, quera esse Sr.
Presidente para mobilia do seo palacio, po-
is nao lhe servia a que servio ltimamente
ao Presidente Galvo, que diz-se vai pre-
zidir em Minas Geraes. valeu-nos, Leto-
res, que nao esta va na Fazenda o Sr. Cal-
mon, que por condescendencia estava pron-
to a dar odinheiro que quera a bonomia
do Sr. olernente Pereira: o Sr. Ministro
Olanda nao quiz consentir nssa despesa.
Muito tem feito, t oje, S. E. a bem da nos-
sa Patria; j nao vai dinheiro para a Ter-
seira, j o gabinete secreto nao manda na
Repartico da Fazenda. Si todos os Minis-
tros fosseni como o tem sido, teoje, Leito-
res, o Sr. Holanda quer dentro da sua Ile-
partico, quer no Concelho, o Brazil nao
teria chegado a perigosa crze em que se
acha. J se n5o zem despezas superfin-
as, j os dinbeiros da nacao se cconouiizo
pela Reparticao do Thezouro. Agora
deve o Imperador se convencer que nao se
odeia a Ministros, odeia-se aos maos que
tem feito, e continuo a fazer a ruina da na-
csto. Nenhuma folha liberal tem batido no
Ministro da Fazenda. E porque i' S. E.
te oje, nao tem macula; tem-se portado
con sapiencia e energa: escolha assim tao-
bem S. M. os de mais Ministros, que toda
a sensura, voltar se-ha en louvor. O amor
da Patria lie quem me faz escrever e nao o
odio, nem o srdido interesse.
Antonio Joze Gomes.
\
o
~ Pede-se-nos a publcacao da seguinte
correspondencia particular/
~ Meu amigo ~Tenho prezente a tua
carta, em resposta a minha transcrita em o
Diario N. ? iG, na qual me dizes que, ape-
zar de nao querer expressamente indicar-te
a pessa, em quem deves votar, todava pa*
recia-te, que eu prefera ao Sr. Doutor Ma-
ciel Monteiro, Suponhono poderconceber-
se, que eu inculeasse com preferencia a es-
te, ou aquele ; o que fiz foi expender o que
pensava, quanto aos Srs. Olanda, Montei-
ro, e Mello, e isto to confirmar a le tura
com reflexo da minha citada carta. O Sr.
Monteiro, torno a repetir, te.n ptimas qua-
lidades, e d grandes esperancas: os Srs.
Olanda, e Mello nao lhe sao inferiores, e
como tenho tido ocazies de mostrar-se,
esto mais conhecidos, e sobre elles j po-
demos formar um juizo certo. Estoii per-
suadido deque, dadas essas ocazies, o Sr.
Monteiro nao ser menos do que os outros
do us'.


[( <
mmmmi
>
\(io5)
Neste momento roesmo me chega. dasmos
o Diario N. 22, e nelle encontr um arti-
go a respeito da carta que te dirig, em que
sou taxado de parcial, e do que, mais quiz
dizer oSr. Eleitor do Mato. Sem me al-
terar, nem retribuir por urna maneira to
picante ao Sr. Eleitor do mato, eu passo a
responderer-lhe, e farei, quanto em miin
couber, por ser intendido, e nao cair em
tniscelanias.
Sou notado pelo Sr. Eleitor do mato por
nao te haver igualmente fallado no Sr. Dou-
tor Cipriano Jos Barata, Brazileiro irnor-
tal, e liberal por essensia. Nada mais in-
fundado. Nao falei no Sr. Barata, como
indigitado para Deputado, por nao ter 011-
vido tal as pessoas com quem teuho fallado;
e quando mesmo e se o tivesse ouvido nao
podia ser taxado de parcial por nao te fallar
nelle: por quanto reconhecendo virtudes
no Sr. Barata, de quem talvez euseja mais
*s migo do que, o Sr. Eleitor; comtudo se eu
fosse Eleitor nao o nomeiaria, e a razo
* que tendo nos Pernambucanos esclarecidos,
no devenios ir buscarpara Deputado aum
de ontra Provincia. Ecom quanto o Snr.
Barata tenha justamente adquirido 0 titulo
de Mrtir da Patria, nem por isso o julgo
de mais mrito do que os Srs. Mel, e lan-
da, porque o primeiro ainda nao voltou o
rosto a defeza da Patria, quando se Ihe tem
antolhado os maiores pirigos ; e o segundo
na Legislatura passada valerozamente mos-
trou que era Reprezentante de urna Naco
livre; quanto ao Sr. Monteiro ainda nao
teve ocaziao de provar a sua constancia,
como disse, e se essa ocaziao vier, estou inT
ti mmente convencido de que nao desmen
tira o conceito, que delle formo.
O Sr. Eleitor faltn a verdade quando dis-
se que eu izera a defeza do Sr. Olanda;
por quanto eu o que fiz nicamente foi in-
dicar o que havia de bom no mesmo Sr. ir-
landa, e os erros por elle cometidos, erros
que eu nojulgava suficientes para o excluir
da honroz cnfianca, que merecer dos se-
os Concidadaos, e cada vez me persuado
mais dista. Deixando de responder ao que
mais disse o Sr. Eleitor, eu s dezejaria
pedir-lhe que confrontando a minha, cor-
respondencia, com a sua, declarase corato;
do o sangue fri, emquai dellas se descobre
mais vivos de parcialidade.
Tenho-te matraqueado bastante com o
tal Sr. Eleitor do Mato : tem paciencia, e
acredita, que sou Teu amigo etc*
ADVERTENCIA.
O artigo do Diario N. 25, que princi-
N
pia Nada pertendia-mos dizer esqueceu
na Tipografa por-se Communicado
NAVIOS A C ARGA.

....
PARA LISBOA
A Galera Portugueza Sania Ritta segu
viagcm com a brevidade possivel pois queja
tem parte da sua carga prompta : quem na
mesma quizer carregar, ou ir de passagem
para o que tem excelentes cmodos, falle
com seo consignatario Joze Antonio Gomes
Jnior, ra da Cruz n. 12, ou com o < api-
tam da mesma Gamillo Antonio de Souza
na Praca do Comercio.
VENDAS.
T
/
UMa negra, 3o annos, de nacSo, para
fora da trra : na ra velha D. 18 N. 87.
Urna porcao de trras no sitio do [Jri,
destricto de Campia Grande na Parahiba,
na ra estreita do Rozado n, 29, ri. o aill
dar. !
<-Um par de fivelas de oiro, 9 pita vas,
bom uzo: ra do Roza rio botica D. 11.
Urna mulata, 24 annos, com nm filho
de i4 mezes, coze, cozinha, engoma,. faz
doces e bolinhos, e tem ainda leite : na
mesma botica, ou na da ra de S. Bento em
Olinda.
Um sitio com caza de vivenda de pe-
dra e cal, 4 quartos, e cozinha fora, urna
estribara de taipa, arvores de frusto, uih
viveiro comecado, e saida para o rio, entr
o Affogado, e o Engenho Giauir, a quem
foreiro: casa D. 14 na ra do Livrament.
Na mesma casa, vende-se um terreno
com 13 casas edificadas, que Ihe pagao, fo-
ro, e alicerce de mais duas para se levMii-
tarem, correndo para a ra de 8. Miguel da
direita do pateo de N. S. da Paz,, do Affo-
gado, em diante; confinando pelo fundo
com trras do Engenho Giquia.
ARRENDAMENTO.
\
>
xxRrenda-se, ou vende-se um sitio na es-
trada do Arraial, com boa casa de vivencia,
de mirante, arvoredo de fructas, 90 co-
queiros pequeos, capacidade para ter 20
vacas, pois sao 2 sitios reunidos, grande
varze cortada de utn ribeiro, que socorra
nos grandes veres: os pertendentes anuii-
ciem-se por este Diario.
*
- ..


.
....


i i f fc m*m

(10G)
J



COMPRA.
UlTas urnas de extrair sortes de lotera
com capacidade de conterem 6:000 papeli-
nhos: anuneie-se por este folha, ou na loja
de Joo da Cunha M agalhaens ra da Con-
ceicao da Ponte.
ALUGUEL.
KJ tereeiro andar de um sobrada, tomo-
dos para familia numerosa: na ra do Ca-
buga D. 7.
AVIZOS PARTICULARES.
Rtcisa-se de urna parda ou pret forra,
para o servicio de cuxinha em urna casa fora
desta praca duas legoas; a pessoa que se
quizer sujeitar a este servico, dirija-se 'ra
da Cadeia loja de fazendas n. 5j.
ESCRAVOS FGIDOS.
Endo muitas veses fgido, ltimamen-
te ugiu no dia 29 de Janeiro p. p. de casa
de Bento Joaquim de Miranda Henriques um
seo escravo pardo de nome Romo, que te-
r vinte e tantos a trita annos, anda, calca-
do, com urna cicatriz em urna das fontes,
quando anda fora de casa intitula-se forro,
e chega-se muito as vendas, e patuscadas
de bebedos: por tanto qualquer Capitao de
campo, ou pessoa, que apanhal-o, e entregar
a seu senhor, ser recompensado por este
na casa de sua residencia na ra do Livra-
mento.
NOTICIAS MARTIMAS.
Navios Entrados no dia 3i de Janeiro.
~Baha; 15 das; B. Amer. Adeline,
Cap. Viliam Mtin, equip. 11; $m las-
tro : Ferreita e Mansfield.
Serinliem; 1 dia ; S. S Joze Vence-
dor, M. Joze Rodrigues Pinheiro, equip. 17;
carga caixas: de A. M. da Costa ioars.
3 passageiros.
Dito; 1 a horas; L. S. Antonio, M.
Albtrto Martins, equip. 6; carga caixas :
d J. de Ou'veira Costa.
'Tena Aova; 4 dias; B. Ing. Mic-
mac, Cap. Villiam Spear, equip. 19; car-
ga bacalho: Smith, e Lancaster.
^ liio Formoso; 1 dia; S. Thctcs, M.
Henriquc Carneiro de Almeda, equip. 10;
carga caixas : de Joze Antonio Lopes.
~ Barra Grande; 1 di; Hiate S. Jn-
tonio Fondor, M. Joze Marques, equip. 7 ;
carga caixas : de Lourerico Joze das 'eves.
4 passageiros.
*-. Goiana; 3 das; C. Lealdade, M.
Joaquim Joze de Castro, equip. 7 ; carga
caixas : do Mestre. 8 passageiros.
Lisboa; 65 dias; B. Port. Espirito
Santo, Cap. Theotonio Jote da Silva Roza,
equip. fio; carga gneros de Portugal: a
Domingos Rodrigues do Passo.
~lna; i dia; C. S. Cruz, M. Caetano
Joze de Ohveira, equip. 7; carga caixas:
do Mestre.
Liverpool; 45 dias; B. Ing. John,
Cap. J. M. Farlang, equip. i 1 ; carga fa-
zendas : Johnston Pater e C.
~ Goiana; Barca N. Vinte-nove de A-
gosto, que havia sahido em Comniissao no
dia 26 de Janeiro, Com. o Caplto Teriente
Pedio da Gunha : conduzio a E. Franc.
(lementina, aprzinada naquelle porto,
com 176 pretos.
Saidos no di 28 d Janeiro.
Cabo da boa Esprnca ; Barca de
vapor Ing. Sophia, que havia fundeado no
dia 2j.
Siidos no dia 3o.
Havre; G. Franc. Camoens, Cap.
J. J. Z. Edou, equip. 16; carga algodo
e coiros. Passageiros Rigord L. Adolphe,
Jeam Pierre Langladi, e F. Decussac, todo6
Francezes.
~ rhiladelphia; B. Amer. Panam
Cap. fViUiam Yarnall, equip. 9; cafg*
coiros e assucar.
Sahios no dia 3i.
BaJiia ; E. Sociedade Feliz, M. Fran-
cisco Bemardes de Mattos, equip. 11 ; car-
ga sal e pipas abatidas. Passageiros 'Do-
mingos Francisco Lopes de Carvalho, Sil-
veria Thereza, e Joaquim Pereira Giraldes.
Rio Grande do Su pelo Rio de Janeiro,
e Santos; S. Mathilde, M. Joze Antonio
de Souza Jnior, equip. 18; carga sal.
Saidos no dia 1.
' Pr pelos de mais portos da escala ;
Paquete N. Nove de Janeiro, Com. o 1.
Tenente Antonio Leocadio de^outo.
pj

PERNAMBUCO NA TYPOGRAFIA F1DEGNA. i83i.


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